Brasília será palco de uma noite dedicada à essência da música sertaneja. Dupla se apresenta no Espaço Dois Ipês, antigo Marina Hall, em uma noite de romantismo, nostalgia e sucessos que atravessam gerações
No dia 30 de outubro, a dupla Di Paullo & Paulino desembarca na capital para um show no Espaço Dois Ipês, antigo Marina Hall, em uma apresentação que promete reunir sucessos, histórias e canções que marcaram diferentes gerações de fãs do sertanejo.
Com décadas de estrada, Di Paullo & Paulino construíram uma trajetória sólida na música sertaneja e se tornaram conhecidos pela harmonia vocal, pelo romantismo e pela interpretação de clássicos que permanecem vivos na memória do público.
O repertório da noite deve reunir alguns dos maiores sucessos da carreira da dupla, entre eles “Estrelinha”, “Telefone Mudo”, “Amor de Primavera” e “Ponto Final”, além de outras canções que ajudaram a consolidar Di Paullo & Paulino entre os nomes de destaque do sertanejo tradicional.
Mais do que um show, a apresentação será uma viagem pela história da música sertaneja, resgatando canções que fazem parte da memória afetiva de diferentes gerações. A proposta é proporcionar ao público uma noite de nostalgia, emoção e romantismo, mantendo viva a tradição do sertanejo raiz.
A apresentação também reforça a força do gênero em Brasília, que segue recebendo grandes nomes da música sertaneja e reunindo um público fiel às canções que atravessam décadas.
Os ingressos estão à venda a partir de R$ 100,00, e as mesas têm valores a partir de R$ 900,00.
Diretor e pesquisador do riso assina texto sobre afeto e envelhecimento estrelado por Ruth Guimarães e Humberto Pedrancini. Sessões gratuitas acontecem na sexta (18/9), às 20h30, e no sábado (19/9), às 16h
Um dos nomes mais respeitados do teatro brasiliense, o diretor Zé Regino assina texto, direção e a pesquisa por trás de Outra História de Amor, espetáculo que chega ao público neste fim de semana, no Auditório da Administração do Guará. Nascida de uma investigação pessoal sobre etarismo, a peça acompanha um casal junto há 45 anos, vivido por Ruth Guimarães e Humberto Pedrancini, com sessões gratuitas na sexta-feira (18), às 20h30, e no sábado (19), às 16h. Retirada de ingressos via Sympla: https://www.sympla.com.br/evento__3566285.
A primeira fagulha do espetáculo veio de uma experiência pessoal com o preconceito etário. “Foi quando comecei a perceber e a sentir o preconceito com a idade. As pessoas passaram a ter um olhar diferente para mim, e fui me dando conta da questão do etarismo tanto no meio comum quanto na comunidade da qual faço parte. Esse material eu ia usar para escrever sobre mim, quando recebi o convite para escrever uma história de amor a partir dessa idade. Foi daí que decidi usar esse material para falar sobre nós, sobre pessoas e idades”, explica Zé Regino, diretor de Outra História de Amor.
Pesquisador do riso, o diretor recusa a ideia de que humor e estereótipo caminham juntos, e foi dessa convicção que nasceu o tom do espetáculo, equilibrando ternura, comédia e conflito sem recorrer a clichês sobre a velhice. “Existe uma visão muito rasa de que o humor precisa de estereótipos. A gente pode, sim, sair desses lugares-comuns para fazer uma obra que tenha humor, ternura e amor nela”, afirma. Regino credita parte desse resultado à parceria com o elenco: “A troca com a Ruth e com o Berto durante o processo foi muito importante, exatamente para a gente não cair nesses clichês.”
Para o diretor, envelhecer é um tema urgente e mal resolvido pela sociedade. “Envelhecer é um ato natural, longe de ser ‘a melhor idade’. E a gente tem que ter consciência disso. A sociedade tem que lidar com esse retrato do que vem a ser envelhecer, porque está o tempo inteiro nos colocando em gavetinhas, em janelinhas, em caixinhas. A primeira coisa que a sociedade faz com quem está envelhecendo é nos anular afetivamente e, se a pessoa insiste em desejar, é logo rotulada”, pontua o diretor.
É desse lugar que nasce o título do espetáculo: uma história de amor pouco contada, a de quem envelhece sem abrir mão dos próprios sonhos, da própria sexualidade, do próprio desejo de continuar investigando o outro, mesmo depois de 45 anos juntos. “Veja o humano antes de ver a idade. Veja o sonho antes de ver a idade da pessoa”, resume Regino, que define a obra também como um convite à empatia e um manifesto pelo direito ao afeto em todas as fases da vida.
Antes de chegar ao público espontâneo, a peça já passou pelo público escolar: entre os dias 14 e 18 de setembro, recebeu estudantes da rede pública de ensino em sessões exclusivas, às 9h30 e às 15h, como parte da proposta de formação de plateia do projeto. Em 2025, o espetáculo percorreu, em temporada itinerante, os estados do Piauí, do Ceará e de Minas Gerais.]
A produção é de Kacus Martins e organiza sessões acessíveis em Libras e audiodescrição. O projeto é patrocinado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.
SERVIÇO: Espetáculo Outra História de Amor Data: Sexta-feira (18/09), às 20h30, e no sábado (19/09), às 16h Entrada: Gratuita, mediante retirada de ingresso via Sympla https://www.sympla.com.br/evento__3566285 Local: Auditório da Administração do Guará Classificação indicativa: 14 anos
Curadoria de âmbito nacional reúne nove obras audiovisuais, números circenses e música para investigar as relações entre circo, território e meio ambiente
No dia 26 de setembro, o Galpão Bambu – espaço de criação recebe a Mostra de Vídeo e Circo, com programação gratuita a partir das 17h30. O evento reúne nove obras audiovisuais de seis unidades da Federação, quatro números circenses ao vivo e atrações musicais, em uma noite que atravessa o picadeiro, o cinema, a pista de dança e a paisagem da Serrinha do Paranoá.
Com curadoria de Poema Mühlenberg e Anamaria Mühlenberg, a mostra parte da pergunta “Como circo e território se relacionam?” para aproximar trabalhos realizados no Ceará, em Pernambuco, Alagoas, Mato Grosso do Sul, São Paulo e no Distrito Federal. De alcance nacional, a seleção cria um diálogo entre territórios que amplificam e dão ressonância à proposta do Galpão Bambu: compreender o circo como prática enraizada, em relação direta com o lugar, o meio ambiente e as comunidades que o sustentam.
A programação abre com Invasões Bárbaras, espetáculo de palhaçaria, do Circo sem Lona, com Marcelo Nenevê. Em seguida, a sessão audiovisual percorre paisagens, memórias e modos distintos de fazer circo, passando por praças públicas, quilombo, assentamento, lona, Cerrado, águas e ruínas. A seleção também traz de volta ao Galpão Bambu o filme Desdobráveis, livre adaptação para o cinema de um espetáculo da Cia Nós No Bambu e realizado em 2013.
Após a mostra de curtas o público confere os números circenses Procura-se, do CircomVida, com Marcella Romar; Soledades, da Trupe por um Fio, com Allana Matos; e Sara, a Serpente, da Cia Nós No Bambu, com Poema Mühlenber. As obras exibem uma diversidade de técnicas, como manipulação de objetos, trapézio e dança acrobática. O músico Gabriel dos Anjos recebe o público ao violão de sete cordas, enquanto a DJ Odara Kadiegi encerra a noite com pista de dança e fogueira.
Realizada em uma área rural do Lago Norte onde nascentes seguem em direção ao Lago Paranoá, a mostra incorpora o próprio percurso até o Galpão Bambu à experiência. A breve caminhada desde o Largo do Araguaia conduz o público a um espaço que, há mais de duas décadas, articula criação artística, preservação ambiental e pesquisa da Arte Corpo Bambu. O Galpão Bambu é um espaço independente, Ponto de Cultura e sede da Cia e Escola Nós No Bambu, anfitriã da Mostra.
Todas as obras audiovisuais e apresentações circenses contam com audiodescrição e interpretação em Libras. A Mostra de Vídeo e Circo integra o projeto Manutenção do Galpão Bambu 2026, realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal – FAC/DF. A apresentação é da Cia e Escola Nós No Bambu, com realização do Galpão Bambu – espaço de criação.
Obras audiovisuais selecionadas:
Serrinha do Paranoá (Brasília – DF, 4min42) – Um olhar sobre o território onde está situado o Galpão Bambu e sua relação com a paisagem e as águas que abastecem Brasília.
A Mulher do Mundo (Brasília – DF, 16min43 – Vídeo-circo) – Quatro mulheres circenses atravessam Cerrado, águas e ruínas enquanto refletem sobre a vida, a morte e as diferentes experiências de ser mulher.
Palhaças em:PE na Estrada (Recife – PE e Brasília – DF, 8min4 – Documentário) – O documentário acompanha três palhaças em circulação por cinco cidades pernambucanas, com apresentações em praças, espaços independentes, um quilombo e um assentamento.
Pra que tu Inventa? (Itapipoca – CE, 2min – Videoclipe) – O videoclipe homenageia profissionais da cultura ao acompanhar o cotidiano inventivo de um artista entre música, circo e arte urbana.
Permaculturando Processos Imersivos em Dança (São Paulo – SP, 4min18 – Vídeo Dança) – Dança, cultivo e transformação do solo se encontram na criação de uma pequena agrofloresta durante a quarentena. Uma homenagem em memória à professora, artista e parceira da Cia Nós No Bambu, Carla Vendramin.
Urubu (São Paulo – SP, 37min – Vídeo-circo ) – Circo e natureza atravessam uma narrativa sobre transformação, impermanência e o ciclo vida-morte-vida.
Biribinha Na Fronteira do Riso (Arapiraca – AL, 17min – Documentário) – O documentário mergulha nas memórias e nos bastidores de Biribinha, mestre e referência nacional do circo-teatro, diante do retorno ao picadeiro.
Desdobráveis (Brasília – DF, 10min) – Livre adaptação de Desdobrar, da Cia Nós No Bambu, acompanha um dia na vida de quatro mulheres que se desdobram pela arte.
Manifesto Afirmação do Riso (Campo Grande – MS, 2min23 – Manifesto) – Manifesto coletivo que celebra o riso como comunhão, cura e resistência, além de reivindicar a ocupação dos espaços públicos pela palhaçaria.
Programação:
17h30 – Receptivo com Gabriel dos Anjos ao violão de sete cordas
Grupo brasiliense celebra sua caminhada de mais de quatro anos com registro ao vivo, show de Breno Alves, set de DJ Umiranda, e forte apelo de acolhimento e diversidade.
O Samba da Tia Zélia (STZ) se prepara para um dos momentos mais marcantes de sua trajetória: a gravação do Audiovisual STZ – O Primeiro. O evento acontece no sábado (26/9), a partir das 17h, no Complexo Em Casa (Parque da Cidade). Além da roda comandada pelo coletivo, a programação conta com show de encerramento de Breno Alves e Banda e discotecagem do DJ Umiranda. Os ingressos já estão disponíveis no Sympla.
Nascido de forma espontânea em maio de 2022 na Vila Planalto, o projeto é idealizado pela publicitária Melissa Silva e pelo jornalista Marcelo Ribeiro. Ao longo de mais de 100 edições, o STZ se estabeleceu como um espaço de celebração do samba de raiz, pautado pelo acolhimento, pelo protagonismo feminino e por posições firmes contra qualquer tipo de discriminação. O Audiovisual STZ – O Primeiro será uma celebração de todo esse legado construído ao longo desses anos e dos valores defendidos pelo grupo.
Além de clássicos do samba, o repertório também vai passar por canções autorais inéditas e outras já conhecidas pelo público cativo da tenda da Vila Planalto e de outras apresentações do grupo, em Brasília e no Rio de Janeiro.
Vila Planalto, Rio e Bahia
A gravação do audiovisual reflete o intercâmbio cultural que o STZ vem cultivando com diferentes polos do samba brasileiro. Do Rio de Janeiro, a tenda da Vila Planalto já recebeu nomes e parceiros como, Grupo Arruda, Nego Álvaro, Inácio Rios, Mosquito, Marcelle Motta e Marina Íris. Essas trocas se desdobraram em apresentações do coletivo brasiliense em espaços tradicionais do samba carioca, como o Casarão do Firmino, Vaca Atolada e Renascença — este último a convite do Grupo Arruda Para a gravação de seu projeto audiovisual de 20 anos.
De Salvador, o Samba da Tia Zélia teve a honra de receber diversas vezes Mestre Nelson Rufino, um dos maiores nomes vivos do samba baiano, que atravessa a identidade musical da roda. Essa soma de influências se reflete na escolha das atrações convidadas: o cantor, compositor e pesquisador Breno Alves com sua banda, além das seleções do DJ Umiranda.
“Sonhamos por muito tempo com esse momento, com esse marco, que é a gravação do audiovisual. As expectativas são altas, mas entendemos que é apenas uma arrancada para um novo ritmo. É uma nova fase da caminhada do coletivo que surgiu na Vila Planalto e vem ganhando muitos espaços em Brasília e no Brasil”, afirma Marcelo Ribeiro, que também revela que o Samba da Tia Zélia busca levar o batuque da Vila Planalto para outros unidades da federação, além de retornar para outras apresentações na Cidade Maravilhosa.
“Gravar o primeiro audiovisual do Samba da Tia Zélia é muito mais do que registrar músicas. É registrar a nossa história. É olhar para tudo que construímos até aqui — cada roda, cada palco, cada músico, cada encontro e cada pessoa que escolheu viver o STZ com a gente — e transformar tudo isso em memória. Não estamos apenas gravando um audiovisual. Estamos guardando um pedaço da nossa história juntos”, avalia Melissa Silva.
Virada de chave
Yara Alvarenga é integrante do STZ desde quando o grupo batucava sem pretensões, na tenda da Vila Planalto. Responsável pela marcação do compasso com o surdo, a sambista diz que a gravação do audiovisual inaugura uma nova fase para o grupo. “Representa um marco da nossa história, da transição do tempo que era apenas diversão, para uma fase mais profissional. Estamos registrando tudo que vivemos nesses anos e abrindo isso para o mundo”, assinala Yara.
Já o pandeirista e cantor André Silveira diz que a expectativa é de que o projeto represente uma virada de chave na vida de todos os envolvidos no STZ. “Um novo ciclo com novas aventuras, novas conquistas e que seja o primeiro de muitos, com gravações em outras cidades e com grandes nomes do samba brasileiro dividindo a roda com a gente”, anseia André, que também é um dos compositores do grupo.
Cenografia e valores
Para abrigar o registro, a escolha do Complexo Em Casa, na Ilha da Lagoa dos Patos, busca unir a vivência do samba ao ar livre à proposta cenográfica assinada por Babi Pina. Com elementos artesanais e o conceito de “feito à mão” – como o próprio Samba da Tia Zélia –, a estrutura acolhe o público desde o acesso.
Na entrada, bandeirões trazem os “NÃOS” do coletivo — posicionamentos inegociáveis contra o racismo, machismo, misoginia, LGBTfobia, capacitismo, etarismo, xenofobia, gordofobia e intolerância religiosa.
“A gente pensou na maior imersão possível das pessoas no ambiente. Então a gente tem cenografia da entrada até atrás do palco. A intenção é que o público se sinta acolhido, em um lugar bonito e confortável. Quero que as pessoas se sintam em casa e encantadas”, revela a cenógrafa.
O espaço do Complexo Em Casa aprofunda o sentimento de pertencimento em um dos locais mais amados da nossa cidade. “Não foi difícil escolher o Complexo Em Casa. É relação de confiança, apoio mútuo, de amor pela cultura e pelo público. Não bastasse isso, eles ainda ocupam um cantinho do Parque da Cidade que mexe no coração”, explica Marcelo Ribeiro.
Serviço – Audiovisual STZ – O primeiro
Data: sábado, 26 de setembro, a partir das 17h
Local: Complexo Em Casa (Parque da Cidade – Estacionamento 10, Ilha da Lagoa dos Patos)
Atrações: Samba da Tia Zélia, Breno Alves e Banda, DJ Umiranda
Sucesso de público, todos os cinco filmes retornam aos cinemas em outubro
A Paris Filmes abrirá pré-venda de ingressos para reexibição especial de “Jogos Vorazes”, “Jogos Vorazes: Em Chamas”, “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1”, “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 2” e “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes” em 24 de setembro. O relançamento dos longas baseados nos best-sellers de Suzanne Collins contará ainda com conteúdos exclusivos do elenco de “Jogos Vorazes – Amanhecer Na Colheita” antes de cada exibição. As produções voltam aos cinemas a partir de 15 de outubro. Assista ao teaser aqui. Baixe os cartazes neste link.
No primeiro, Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) se oferece no lugar da sua irmã para competir nos Jogos Vorazes, onde jovens dos doze distritos de Panem são escolhidos aleatoriamente para lutar um contra o outro até que um sobrevivente permanece. “Em Chamas” mostra Katniss e Peeta Mellark (Josh Hutcherson) ao tornarem-se alvos da Capital após a vitória do 74º Jogos Vorazes, o que resulta em uma rebelião dos distritos.
Em “A Esperança – Parte 1”, Katniss é resgatada pelos rebeldes e levada ao Distrito 13 depois que quebra os Jogos Vorazes para sempre. Sob a liderança da Presidente Coin (Julianne Moore) e de Plutarch Heavensbee (Philip Seymour Hoffman), Katniss abre as suas asas e torna-se Mockingjay, o líder simbólico da rebelião. “A Esperança – O Final” traz Katniss percebendo que as apostas não são mais apenas para a sobrevivência, são para o futuro. Com a nação de Panem em guerra, ela enfrenta o Presidente Snow (Donald Sutherland).
Por fim, em “A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, anos antes de se tornar o tirânico Presidente de Panem, Coriolanus Snow (Tom Blyth), aos 18 anos, vê uma chance de mudança de sorte quando é escolhido para ser mentor de Lucy Gray Baird (Rachel Zegler), uma garota tributo do empobrecido Distrito 12.
Juntos, os cinco filmes já levaram mais de 16 milhões de espectadores aos cinemas do país. O elenco conta ainda com Stanley Tucci, Liam Hemsworth, Lenny Kravitz, Woody Harrelson, Elizabeth Banks, Sam Claflin, Viola Davis, Hunter Schafer e mais. A direção de “Jogos Vorazes” é de Gary Ross e dos filmes seguintes de Francis Lawrence. A distribuição nacional é da Paris Filmes.
SOBRE A PARIS FILMES
A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H”, “Manas”, “Pedágio”, “Ritas”, “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, “A Empregada”, a franquia “Truque de Mestre”, “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia – “Minha Melhor Amiga”.
Entre os próximos lançamentos estão “Feito Pipa”, “Geni e o Zepelim”, “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, “Minha Vida com Shurastey” e “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita”.
Acompanhe as novidades sobre esse e outros lançamentos por meio das redes sociais:
Com um público de mais de 30 mil pessoas em nove dias de evento, e também premiou Pequenas Tragédias, que arrematou a maioria dos prêmios técnicos;
Júri Popular escolheu como melhores o longa Tudo é Tempo e o curta Lagoa do Abandono, na Mostra Competitiva Nacional
Mostra Brasília premia o longa Onde Moram os Irmãos como melhor filme pelo Júri Oficial e pelo Júri Popular e os curtas Dora (Júri Oficial) e Hacker Leonilia (Júri Popular)
Realização da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal e Instituto Alvorada Brasil, em gestão compartilhada, com recursos de incentivo federal da Petrobras, que apresenta e patrocina o festival, que também conta com patrocínio do BNDES, Sebrae e patrocínio especial do Banco de Brasília (BRB)
Mais tradicional e longeva mostra cinematográfica do país, a 59ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro premiou com o Troféu Candango, na Mostra Competitiva Nacional de melhor longa-metragem pelo júri oficial, Se Eu Fosse Vivo… Vivia, de André Novais Oliveira (MG). Este é o quarto longa que o diretor mineiro estreou no Festival de Brasília, e segundo premiado como melhor filme (após Temporada, em 2018). Neste ano ainda levou os prêmios de Melhor Roteiro (repetindo a proeza de 2023, quando foi premiado por O Dia Que Te Conheci) e Melhor Figurino.
O júri ainda estendeu uma menção honrosa aos protagonistas, Conceição Evaristo e Norberto Novais, que foi ovacionado ao subir ao palco para receber o prêmio, acompanhado de Thainá Evaristo. Ela colocou Conceição no viva-voz do seu telefone, por onde agradeceu o prêmio e foi igualmente ovacionada pela plateia. O melhor longa também leva o Prêmio Like, de R$ 50 mil em apoio de mídia.
Pequenas Tragédias, de Daniel Nolasco (GO), foi o grande vencedor técnico da noite, arrematando os troféus de Melhor Direção, Melhor Montagem, Melhor Trilha Sonora e Melhor Ator, para Guilherme Théo, além do Prêmio Abraccine de Melhor Longa-Metragem.
Sabes de Mim, Agora Esqueça, de Denise Vieira (DF), levou os prêmios de Melhor Fotografia e Melhor Edição de Som. Já Privadas de Suas Vidas, de Gustavo Vinagre e Gurcius Gewdner (SP), venceu como Melhor Direção de Arte e teve Martha Nowill eleita Melhor Atriz, além de Olivia Torres dividir o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante com Aivan, de Pequenas Tragédias. Lucas Leto foi eleito Melhor Ator Coadjuvante por Todo o Sentimento, de Ary Rosa e Glenda Nicácio (BA).
Já o público preferiu Tudo é Tempo, documentário de Marcos Guttmann (RJ), eleito pelo júri popular como melhor longa-metragem da Competitiva Nacional. O filme também recebeu o Prêmio Especial do Júri e o Troféu Saruê, concedido pela equipe do jornal Correio Braziliense. O filme também recebe um prêmio no valor de R$ 30 mil, concedido pela Petrobras ao melhor longa eleito pelo Júri Popular.
Ana, En Passant, animação de Fernanda Salgado (MG), venceu o Prêmio Zózimo Bulbul de Melhor Filme Longa-Metragem, concedido pela Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro (Apan) e pelo Centro Afrocarioca de Cinema.
O Prêmio Marco Antônio Guimarães, do Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro, foi concedido a Fernando Coni Campos: Cada Um Vive Como Sonha, de Luis Abramo e Pedro Rossi.
CURTAS-METRAGENS
Dentre os curtas, o grande vencedor pelo júri oficial foi Cana, de Daniel Rone e Guilherme Xavier Ribeiro (SP), que também levou os prêmios de Melhor Trilha Sonora, Melhor Ator (Gerin Black), o Prêmio Abraccine de Melhor Curta-Metragem e o Prêmio Canal Brasil.
Fundura, de Catapreta (MG), arrematou os troféus de Melhor Direção, Melhor Edição de Som e Melhor Direção de Arte. Gastronomia do Olho, de Nicolau (DF), venceu como Melhor Fotografia e Melhor Roteiro. Futuro Decadance, de Leviathan (AL), levou Melhor Montagem, Melhor Figurino e Melhor Atriz.
Lagoa do Abandono, de Diego Maia (CE), foi o preferido do público. Mariposa, de Alexandre Américo e Pedro Vitor (RN), recebeu Menção Honrosa e o Prêmio Zózimo Bulbul de Melhor Filme Curta-Metragem. O curta Tiró e a Onça, de Wera Poty, levou o Prêmio de Melhor Filme de Temática Afirmativa, conferido pelo Conselho Distrital de Políticas de Igualdade Racial (Codipir), que também oferece ao filme o valor de R$ 10 mil, em parceria com a Aicon.
MOSTRA BRASÍLIA
A Mostra Brasília – 29º Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal, que distribuiu R$ 298 mil em prêmios oferecidos pela CLDF, teve como o grande vencedor Onde Moram os Irmãos, de Marisa Mendonça, eleito melhor longa-metragem tanto pelo Júri Oficial como pelo Júri Popular. Entre os curtas, Dora, de Murilo Abreu, levou o Troféus CLDF de melhor filme, com Micheli Santini também premiada como Melhor Atriz pela mesma obra. O Júri Popular votou no curta Hacker Leonilia.
Mapas, de Rafael Lobo, venceu Melhor Direção e Melhor Direção de Arte (com Nadine Diel); Ar-Dor, de Mike Peixoto, levou Melhor Edição de Som e Melhor Fotografia; Arthur Gonzaga (A Arte Perdida da Lombada) venceu Melhor Montagem; João Tomé (Nem Todos Sabem) levou Melhor Trilha Sonora; Lupe Leal (Impostor) venceu Melhor Ator; e Talita Carvalho (Madre) foi premiada com Melhor Roteiro.
MOSTRA CALEIDOSCÓPIO
Julgados por um júri internacional, em parceria com a Federação Internacional de Críticos de Cinema (Fipresci), o Troféu Candango de melhor filme na Mostra Caleidoscópio foi para Os Fantasmas Gentis, de Caetano Gotardo. O Júri Jovem da UnB escolheu como seu favorito, agraciado com o Prêmio Jean-Claude Bernardet, Mulheres do Bando, de Thamires Vieira.
REPRISES
Os longas-metragens vencedores das mostras competitivas (Brasília, Nacional e Caleidoscópio) serão reprisados na programação do Cine Brasília, para criar uma nova oportunidade ao público.
Neste domingo, 21/09, às 18h, será exibido Onde Moram os Irmãos, eleito melhor filme pelo Júri Popular e pelo Júri Oficial da Mostra Brasília. Às 20h, será a vez de Tudo é Tempo, eleito pelo Júri Popular da Mostra Competitiva Nacional.
Na segunda, 22/09, às 18h, o público assisitrá ao filme eleito pelo Júri da Crítica Internacional Fipresci – Federação Internacional de Críticos de Cinema, Os Fantasmas Gentis. Na sessão das 20h, o público poderá rever o melhor filme em longa-metragem pelo Júri Oficial da Mostra Competitiva Nacional, Se Eu Fosse Vivo… Vivia.
A entrada éfranca.
BALANÇO DO FESTIVAL
A 59ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro encerra o ciclo de uma política de continuidade de três anos consecutivos, O evento reuniu um público total de 34.810 pessoas em todas as suas atividades, realizadas no Cine Brasília, Hotel Ramada, no Complexo Cultural de Planaltina, Complexo Cultural de Samambaia, na Universidade Católica de Brasília (Taguatinga), no Jovem de Expressão (Ceilândia) e no Centro Universitário Iesb (Asa Sul). O festival gerou 360 empregos diretos e 800 empregos indiretos. Para o próximo ano, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro já conta com o patrocínio e apresentação da Petrobras, por meio de lei de incentivo federal.
Ao longo da programação, o festival homenageou três nomes essenciais da história do cinema brasileiro: a atriz Julia Lemmertz recebeu o Troféu Candango de Conjunto da Obra na abertura do evento; a cineasta Tata Amaral foi celebrada com o Prêmio Leila Diniz, concedido a mulheres que abriram caminhos no cinema nacional; e a museóloga e conservadora audiovisual Fernanda Coelho recebeu a Medalha Paulo Emílio Sales Gomes, por sua contribuição à preservação da memória e ao ensino do cinema no Brasil.
Em 2026, a programação somou 71 filmes e a série inédita Delegado, de Leonardo Lacca e Marcelo Lordello. A seleção oficial foi realizada a partir de um total de quase 2 mil produções inscritas — recorde na história do festival. As sessões contaram com legendagem descritiva para pessoas surdas e audiodescrição para pessoas cegas no Cine Brasília, além de espaços adaptados para PcD e equipe de atendimento 100% composta por pessoas com deficiência e qualificadas para acolhimento humanizado.
LISTA COMPLETA DE PREMIADOS
MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL – TROFÉU CANDANGO
Curta-metragem
Melhor Curta-Metragem – Júri Oficial: Cana, de Daniel Rone e Guilherme Xavier Ribeiro Melhor Curta-Metragem – Júri Popular: Lagoa do Abandono, de Diego Maia Melhor Direção: Catapreta, por Fundura Melhor Roteiro: Nicolau, por Gastronomia do Olho Melhor Atriz: Leviathan, por Futuro Decadance Melhor Ator: Gerin Black, por Cana Melhor Fotografia: Gabriel Lucena, por Gastronomia do Olho Melhor Direção de Arte: Catapreta, por Fundura Melhor Figurino: Leviathan, por Futuro Decadance Melhor Trilha Sonora: Daniel Rone Guilherme Xavier, por Cana Melhor Edição de Som: Daniel Nunes, por Fundura Melhor Montagem: Leviathan (AL), por Futuro Decadance Prêmio Abraccine – Melhor Longa-Metragem: Pequenas Tragédias, de Daniel Nolasco
Longa-metragem
Melhor Longa-Metragem – Júri Oficial: Se Eu Fosse Vivo… Vivia, de André Novais Oliveira (MG) Melhor Longa-Metragem – Júri Popular: Tudo é Tempo, de Marcos Guttmann (RJ) Melhor Direção: Daniel Nolasco (GO), por Pequenas Tragédias Melhor Roteiro: André Novais Oliveira (MG), por Se Eu Fosse Vivo… Vivia Melhor Atriz: Martha Nowill, por Privadas de Suas Vidas (RS) Melhor Ator: Guilherme Théo, por Pequenas Tragédias Melhor AtrizCoadjuvante: Aivan, por Pequenas Tragédias, e Olivia Torres, por Privadas de Suas Vidas Melhor Ator Coadjuvante: Lucas Leto, por Todo o Sentimento (BA) Melhor Fotografia: Victor de Melo, por Sabes de Mim, Agora Esqueça (DF) Melhor Direção de Arte: Juliana Lobo, por Privadas de Suas Vidas (SP) Melhor Figurino: Diana Moreira, por Se Eu Fosse Vivo… Vivia (MG) Melhor Trilha Sonora: Daniel Nolasco, por Pequenas Tragédias Melhor Edição de Som: Lucas Coelho, por Sabes de Mim, Agora Esqueça (DF) Melhor Montagem: Luciano Carneiro, por Pequenas Tragédias (GO) Prêmio Abraccine – Melhor Curta-Metragem: Cana, de Daniel Rone e Guilherme Xavier Ribeiro (SP)
MOSTRA BRASÍLIA – 29º TROFÉU CÂMARA LEGISLATIVA DO DISTRITO FEDERAL
Melhor Longa-Metragem – Júri Oficial: Onde Moram os Irmãos, de Marisa Mendonça Melhor Curta-Metragem – Júri Oficial: Dora, de Murilo Abreu
Melhor Longa-Metragem- Júri Popular: Onde Moram os Irmãos, de Marisa Mendonça
Melhor Curta-Metragem – Júri Popular: Hacker Leonilia Melhor Direção: Rafael Lobo, por Mapas Melhor Roteiro: Talita Carvalho, por Madre Melhor Atriz: Micheli Santini, por Dora Melhor Ator: Lupe Leal, por Impostor Melhor Fotografia: Petrônio Neto e Nicolau, por Ar-Dor Melhor Direção de Arte: Lucas Gehre e Nadine Diel, por Mapas Melhor Trilha Sonora: João Tomé, por Nem Todos Sabem Melhor Edição de Som: Bernardo Paixão, por Ar-Dor Melhor Montagem: Arthur Gonzaga, por A Arte Perdida da Lombada
MOSTRA CALEIDOSCÓPIO
Prêmio Fipresci – Melhor Filme pela Crítica Internacional: Os Fantasmas Gentis, de Caetano Gotardo Prêmio Jean-Claude Bernardet (Júri Jovem UnB): Mulheres do Bando, de Thamires Vieira
PRÊMIOS ESPECIAIS
Prêmio Especial do Júri: Tudo é Tempo, de Marcos Guttmann (RJ) Troféu Saruê: Tudo é Tempo, de Marcos Guttmann (RJ) Menção Honrosa – Longa: Conceição Evaristo e Norberto Novais Oliveira, por Se Eu Fosse Vivo… Vivia Menção Honrosa – Curta: Mariposa
Melhor Filme de Temática Afirmativa (Prêmio Codipir): Tiró e a Onça, de Wera Poty Prêmio Zózimo Bulbul – Melhor Filme Longa-Metragem: Ana, En Passant, de Fernanda Salgado (MG) Prêmio Zózimo Bulbul – Melhor Filme Curta-Metragem: Mariposa, de Alexandre Américo e Pedro Vitor (RN) Prêmio Marco Antônio Guimarães (Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro): Fernando Coni Campos: Cada Um Vive Como Sonha Prêmio Canal Brasil: Cana, de Daniel Rone e Guilherme Xavier
O 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro contou com apoio da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Cine Brasília, Canal Brasil, Canal Like,, Embaixada da Espanha, Instituto Goethe, Projeto Paradiso, Rio2C, Estúdios Aicon, FAC-UnB, Abraccine e Fipresci. Conta com o apoio de mídia do Correio Braziliense e tem a TV Globo como Emissora Oficial, o Metrópoles como Media Partner. É realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal e pelo Instituto Alvorada Brasil, em gestão compartilhada que se estende por três anos, culminando em 2026, nesta 59ª edição. Conta com recursos de incentivo federal da Petrobras. Tem patrocínio do BNDES, Sebrae e patrocínio especial do Banco de Brasília (BRB).
Capitaneado por Alice Ripoll, grupo de dança carioca retorna a Brasília de 1º a 3 de outubro para três apresentações, bate-papo e oficina para dançarinos e estudantes
A CAIXA Cultural Brasília apresenta, entre os dias 1º a 3 de outubro, o espetáculo Zona Franca, da companhia carioca Suave, capitaneada pela diretora e coreógrafa Alice Ripoll. As apresentações acontecem às 20h, e na sexta, dia 2, a sessão será com acessibilidade de audiodescrição. Haverá ainda, uma oficina gratuita, no dia 3, com 25 vagas para dançarinos e estudantes. Os ingressos para o espetáculo podem ser adquiridos a partir do dia 26/09, às 9h na bilheteria do teatro e às 13h no site http://www.bilheteria cultural.com.br, por R$ 15 (meia) e R$ 30 (inteira).
Depois de circular por outras cidades do Brasil e do mundo, o espetáculo retorna a Brasília exatamente um após sua primeira exibição na capital federal como parte da programação do Movimento Internacional de Dança (MID), o maior evento de dança do centro-oeste. Além de apresentações, a Cia Suave promove, no dia 2 de outubro, logo após o espetáculo, uma roda de conversa sobre os processos criativos, a história do grupo e a sua internacionalização; além da Oficina de Passinho, totalmente gratuita e voltada para dançarinos profissionais e estudantes de dança, que acontece no dia 3 de outubro com 25 vagas. A sessão com audidescrição terá roteiro traduzido em voz e transmitido aos espectadores por meio de fone de ouvido individual.
Zona Franca traz perspectivas sobre as diversas mortes e vidas no decorrer de uma existência. A Cia. leva ao palco uma cena composta por questionamentos sobre as encruzilhadas: como se dão as lutas dentro de nós, entre as forças que nos compõem? Como farejar os caminhos? O quanto um encontro artístico pode mudar o rumo de uma vida?
Com este espetáculo, o grupo de dança segue com a pesquisa iniciada nas montagens anteriores “Suave” e “Cria” sobre a relação das danças urbanas e populares do Brasil com uma encenação contemporânea. Além do “passinho”, que está presente em boa parte do trabalho, Zona Franca apresenta também elementos de dança contato, teatro, pesquisas vocais, danças afro, afrohouse, Sabala, TikTok, e danças do Norte e Nordeste do Brasil, como pisadinha e brega funk.
O espetáculo tem chegado aos públicos do mundo todo, como: Kunstenfestivaldesarts (Bruxelas); Wiener Festwochen (Viena); Festival d’Automne à Paris e Centre Pompidou (ambos em Paris); BAM (Nova Iorque). “Estamos com uma caminhada internacional muito bonita, mas queremos nos apresentar em nosso país. Apesar do suporte financeiro internacional, nosso trabalho é criado no Brasil, feito por brasileiros, aborda manifestações culturais genuinamente brasileiras, e é muito mais visto por público de outros países. Mas todas as vezes que nos apresentamos no Brasil temos uma receptividade muito boa por parte do público”, afirma Alice Ripoll.
Oficina de Passinho
No dia 03/10, a Cia. Suave realiza a Oficina de Passinho para dançarinos profissionais e estudantes de dança. Das 10h às 11h30, dançarinos do grupo apresentam a técnica do passinho e alguns exercícios usados para desenvolver a linguagem da Cia. Suave. Serão 25 vagas, com inscrições gratuitas. Os interessados devem se inscrever exclusivamente via formulário online a ser divulgado no site www.caixacultural.gov.br.
Sobre Alice Ripoll
Alice trabalha com este grupo de dançarinos do Rio de Janeiro desde 2014, sempre atuando na mistura entre dança contemporânea, danças urbanas brasileiras, teatro e performance. Tendo como inspiração o passinho, novo estilo de dança urbana oriundo do funk carioca, os trabalhos se destacam por sua energia única, a qualidade dos seus performers e o refinamento da estrutura criada pela coreógrafa. Alice Ripoll já se apresentou em muitos festivais no Brasil e na Europa como Festival d’Automne Paris, Festival Dias da Dança em Portugal, Kunstenfestivaldesarts, entre outros.
SERVIÇO:
[Artes Cênicas / Dança] Espetáculo Zona Franca, da Cia. Suave Local: CAIXA Cultural Brasília, SBS Q. 4 Lotes 3/4 – Asa Sul, Brasília/DF, 70092-900
Datas: de 1º a 03 de outubro de 2026
Horários: 20h
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia – clientes CAIXA e previstos em lei)
A venda de ingressos para o espetáculo começa em 26 de setembro: na bilheteria do teatro, a partir das 9h, e no site Bilheteria Cultural., a partir das 13h. Os ingressos custam R$ 15 (meia-entrada) e R$ 30 (inteira).
Classificação indicativa: 16 anos
Duração: 70 minutos
Acessibilidade: No dia 2 de outubro, a sessão terá audiodescrição: o roteiro será traduzido em voz e transmitido aos espectadores por meio de fone de ouvido individual
Capacidade: 406 lugares | 8 cadeirantes
Acesso: espaço acessível para pessoas com deficiência e assentos especiais
Oficina de Passinho: 03/10, para dançarinos profissionais e estudantes de dança. Das 10h às 11h30 / 25 vagas gratuitas
Favela Sounds 10 anos no Museu Nacional. Foto/Drone: Matheus Lucas
Programação reúne artistas do Brasil, da África e da diáspora africana na Europa em uma celebração das sonoridades eletrônicas periféricas que têm marcado a trajetória do Favela Sounds desde 2016
Ao celebrar uma década de criação, o Favela Sounds, maior festival de cultura periférica do Brasil, não poderia ter só uma comemoração. Depois de reunir 25 mil pessoas entre julho e agosto na Praça do Museu Nacional da República, durante sua edição de 10 anos, o festival ocupa o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB) com o projeto Resenha Favela Sounds, que acontece dia 19 de setembro (sábado), das 22h às 05h, com foco nas pontes entre a música eletrônica periférica do Brasil, da África e de suas diásporas. O evento tem entrada franca e a retirada de ingressos será aberta somente no dia anterior (18/09), no site do CCBB Brasília (Brasília – CCBB) e na bilheteria.
Resenha Favela Sounds surge a partir de convite do CCBB Brasília após o sucesso da edição 2025 do festival, sediada no Centro Cultural. Em formato pocket para 3000 pessoas, o evento sintetiza pesquisa sobre como as pontes ancestrais entre o Brasil e o continente africano reverberam na produção musical da cultura urbana e nas pistas de dança. O Favela Sounds investiga as confluências das diásporas africanas na música periférica brasileira desde sua fundação, em 2016.
Em sua primeira Resenha, o Favela reúne representantes do afrohouse, tecno, pop-punk experimental, tribal house, vogue/ballroom, amapiano, kuduro e, como não poderia faltar, o funk em suas mais recentes vertentes, do bolha ao submundo. A proposta é aproximar as performances do público, trazendo os DJs para bem perto, em um formato mais intimista do que o do festival habitual.
A programação é encabeçada pela DJ paranaense Clementaum, um dos nomes brasileiros em forte ascensão no circuito internacional da música eletrônica. Também conhecida como La Mayor, ela traz para a pista uma mistura de funk, techno, tribal e ritmos eletrônicos latinos. Nos últimos tempos, a paranaense tem ganhado grande destaque tanto no cenário nacional quanto no internacional, passando por eventos como Primavera Sound Barcelona, Unsound Festival e Sónar Lisboa, principalmente depois de sua participação na música “SEQUÊNCIA CUNT”, um dos hits do carnaval 2026, com Pedro Sampaio, Irmãs de Pau, Mc GW e Tasha Kaiala.
Do Grajaú, em São Paulo, Katy da Voz e As Abusadas surgiram em 2019 e têm dado o tom da nova música LGBT no Brasil, em sonoridades que misturam funk, punk, pop e música eletrônica. O trabalho do trio é marcado pelo deboche e a experimentação e um de seus hits, “GORDINHA MAS TÁ BOM” furou a bolha das pistas nos últimos tempos, tornando-se hit na internet. Para a Resenha, elas devem trazer a recém-lançada “FRANKFURT”, faixa que transforma em sátira uma experiência traumática vivida durante uma tentativa frustrada de turnê pela Europa, em julho deste ano.
Também de São Paulo, natural de Diadema, DJ K, O Bruxo, é um dos principais expoentes do funk bruxaria, vertente do mandelão criada por ele e marcada por distorções, graves intensos e pelo característico “tuin”, que usa ruído agudo, estridente e contínuo. Tendo começado a carreira em 2019, aos 17 anos, no lendário Baile do Helipa, em Heliópolis, ele é referência de uma das sonoridades mais radicais do funk paulista contemporâneo e já se apresentou em festivais como o Dekmantel (Amsterdã) e no Boiler Room Los Angeles. Seu hype começa ao lançar “Pânico no Submundo”, álbum gravado em seu quarto em três dias, avaliado pelo importante site Pitchfork com nota superior a “Yellow Submarine”, dos Beatles.
Fortalecendo pontes globais, a Resenha traz ao Brasil pela primeira vez o Deejay Rifox, DJ e produtor de Lisboa com origens santomenses (São Tomé e Príncipe) em atividade desde 2015 e um dos grandes nomes da nova geração da música eletrônica na Europa. Seu trabalho mistura afrohouse, kuduro e batida, com produções de grande importância na renovação da música dos subúrbios lisboetas, marcada pelas fortes referências africanas. Em 2024, ganhou projeção com “Rebola Ti Txon”, parceria com sua mãe, Tia Vivix, e lançou o EP “Capital do Txilo”. Entre outros lançamentos estão o megahit “Tás a Tocar Bwe”, “Maz Sabi” e “Pam Pam Pam”.
Representando a vibrante cena de música eletrônica de Uganda, país situado no coração africano, Faizal Mostrixx retorna ao Favela Sounds depois de impressionar o público em sua apresentação na edição de 10 anos, em julho deste ano. Radicado no Rio de Janeiro, o DJ, produtor, dançarino e coreógrafo mistura polirritmias do Leste Africano, afro-house, amapiano, footwork e eletrônica futurista em uma sonoridade que define como “tribal electronics”. O artista já se apresentou em festivais da importância do Boom Festival, em Portugal, Roskilde, na Dinamarca e Womad, no Reino Unido.
Moesha 13 amplia o mapa sonoro da Resenha com o seu “gadjicore”, linguagem própria da artista que aproxima rap francês, hardcore techno, gabber, baile funk, kuduro, reggaeton, dembow e afrobeats. De origem malinesa e radicada em Marselha, na França, a DJ, produtora, cantora e rapper já passou pelo palco do festival Nyege Nyege, em Uganda, e por um dos espaços mais misteriosos da cena eletrônica global, o clube Berghain, em Berlim. Além disso, ela é DJ residente da rádio britânica NTS, plataforma fundamental para a cultura underground global.
O Distrito Federal também marca presença na programação com UMiranda, DJ que já passou por outras edições do Favela Sounds e agora retorna fazendo o warm-up da Resenha em um set exclusivo, em que apresentará sua pesquisa na música africana, marcada por amapiano, kuduro, afrobeats e afrohouse. À frente do Africanize Sessions, projeto que soma milhões de visualizações nas redes sociais, ele já passou por eventos como Afropunk Brasil, Ensaios da Anitta e Festival Na Praia.
Completando o line up, do Recanto das Emas, SASKIAVIBES traz para a pista uma pesquisa centrada no funk e suas diferentes vertentes, do mandelão à bruxaria, atravessadas por club music, jersey club, drum and bass e vogue. Integrante dos coletivos Incubs Nation e Fluxo, a DJ e produtora já lançou músicas e sets por selos e plataformas da Espanha, Alemanha e Reino Unido e assina trabalhos autorais como Céu Vermelho e Mandelão Experimental.
A curadoria do projeto busca diluir fronteiras entre países que, apesar de muito distantes geograficamente, têm culturas musicais de proximidades históricas. Sonoridades partilhadas entre Brasil e África remetem a tradições seculares, mas não se limitam ao passado, estando presentes nas diásporas. O barateamento dos meios de produção advindo das novas tecnologias habilitaram uma verdadeira revolução na música de países emergentes, sobretudo a partir dos anos 2000, consolidando a cultura eletrônica nestas nações como linguagem que sintetiza as identidades periféricas e ganham cada dia mais as pistas e multidões.
Resenha Favela Sounds inaugura, também, uma experiência inédita de horários no CCBB Brasília. Pela primeira vez, uma programação musical do centro cultural é apresentada das 22h até às 5h da manhã, levando a ocupação do espaço, que fecha geralmente às 21h, madrugada adentro. A proposta é criar uma atmosfera mais intensa e provocadora, em caráter de festa.
Com apresentação e patrocínio do Banco do Brasil e idealizado e produzido pela Um Nome – Agência Criativa, Resenha Favela Sounds é um projeto realizado pelo Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB), Governo Federal e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, com recursos da Lei de Incentivo à Cultura do DF.
ÔNIBUS GRATUITO E OFICINA TÉCNICA
Tal como no Baile do Favela Sounds, a Resenha oferece cinco rotas gratuitas de ônibus de RAs mais distantes da região central até o Centro Cultural, com inscrições prévias para acesso através das redes sociais do Favela Sounds, além de contar com uma linha de ônibus gratuito que liga o CCBB Brasília à Rodoviária do Plano Piloto ao longo de toda a noite.
De forma complementar, uma oficina de montagem de estruturas de eventos, ministrada pela produtora Kju Nova, acontece na GEAMA do Paranoá para um público formado por jovens egressos do sistema socioeducativo do DF, visando a reinserção profissional destes no mercado criativo, com direito a uma vivência de bastidores, onde os jovens poderão colocar em prática os aprendizados acumulados durante as aulas teóricas.
UMA DÉCADA DE FAVELA SOUNDS
A nova ocupação integra as comemorações de uma década do Favela Sounds, iniciadas em julho. Entre os dias 29 de julho e 1º de agosto, o festival promoveu uma série de atividades em Brasília, reunindo 25 mil pessoas presencialmente entre o Favela Talks e o Baile, realizado no Museu Nacional da República. A edição de dez anos contou com 31 apresentações artísticas, além de debates, showcases, rodadas de negócios, as gravações do podcast Favela Talks, lançado em agosto, e encontros entre artistas e representantes do mercado criativo.
SOBRE O CCBB BRASÍLIA
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizadas exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
ACESSIBILIDADE
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.
A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou, ainda, pelo QR Code na própria van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code, que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
HORÁRIOS DA VAN – DE QUINTA A DOMINGO
Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h
Resenha Favela Sounds Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul
Horários: 22h às 5h Ingressos: Liberados no dia 18/09, a partir do meio-dia, pelo site e bilheteria física do Centro Cultural Classificação indicativa: Livre
Humorista leva “Isso não é um culto definitivamente” a Taguatinga, no sábado (19), e Brasília, no domingo (20)
Whindersson Nunes desembarca no Distrito Federal neste fim de semana para duas apresentações de “Isso não é um culto definitivamente”. No sábado (19), o humorista sobe ao palco do Teatro Católica, em Taguatinga, às 20h. No domingo (20), também às 20h, é a vez da Sala Master do Ulysses do Centro de Convenções. Os ingressos estão à venda pela plataforma Ingresso Digital.
O que idosos, física, sexo, sotaques brasileiros, o significado das palavras e o inconsciente coletivo podem ter em comum? É por caminhos aparentemente tão distantes que Whindersson constrói o humor do novo espetáculo. No palco, uma inquietação bastante comum: a busca por entender quem somos e por que fazemos determinadas escolhas, se transforma em ponto de partida para observar comportamentos, relações e situações do cotidiano.
A provocação começa na maneira como cada um reage ao mundo. Por que duas pessoas que fazem escolhas semelhantes podem chegar a resultados tão diferentes? Quanto existe de acaso e quanto pode haver de destino? E por que determinadas experiências parecem, de alguma forma, familiares mesmo quando são vividas pela primeira vez?
É nesse percurso que entra também o inconsciente coletivo, uma das ideias que aparecem em meio às reflexões e histórias levadas ao palco. Whindersson parte de experiências pessoais e observações sobre a vida para falar de idosos, relações, sexo, Brasil, palavras e seus significados ao longo do tempo, além de questões sobre física e universo.
Tudo isso passa pelo olhar bem-humorado do artista, que alterna questionamentos existenciais e situações do cotidiano. E, em meio às provocações, ainda promete algumas dicas para quem busca levar a vida com um pouco mais de tranquilidade. Afinal, como diz a própria apresentação do espetáculo, “você merece”.
SERVIÇO Whindersson Nunes – “Isso não é um culto definitivamente” TAGUATINGA Data: 19 de setembro (sábado) Horário: 20h Local: Teatro Católica Endereço: QS 7, Lote 01 – Taguatinga Duração: aproximadamente 120 minutos Ingressos – Plateia: R$ 120 – meia-entrada R$ 160 – solidário R$ 240 – inteira Vendas: Ingresso Digital Classificação indicativa: 16 anos
BRASÍLIA Data: 20 de setembro (domingo) Horário: 20h Local: Sala Master – Ulysses Centro de Convenções Endereço: Centro de Convenções Ulysses Guimarães – Brasília/DF Duração: aproximadamente 120 minutos Ingressos: Plateia Superior – R$ 100 (meia), R$ 140 (solidário) e R$ 200 (inteira) Plateia Especial – R$ 120 (meia), R$ 160 (solidário) e R$ 240 (inteira) Plateia VIP – R$ 140 (meia), R$ 180 (solidário) e R$ 280 (inteira) Plateia Gold – R$ 160 (meia), R$ 200 (solidário) e R$ 320 (inteira) Plateia Premium – R$ 180 (meia), R$ 220 (solidário) e R$ 360 (inteira) Lounge – R$ 200 (meia), R$ 240 (solidário) e R$ 400 (inteira) Vendas: Ingresso Digital Classificação indicativa: 16 anos
Centenas de pessoas participaram dos encontros, que aproximaram a música instrumental da comunidade e valorizaram um dos territórios de memória e afeto de Brasília
No dia 20 de setembro, o público terá uma última oportunidade de acompanhar o projeto Conexões Camerísticas na Vila, que promove duas apresentações, às 15h30 e às 17h, na Praça Nelson Corso. A programação começa com o grupo Manacá Brasil: Vinicius Vianna no violão, Mariana Sardinha no cavaco, Jéssica Carvalho na percussão e Sammille Bonfim na flauta. Na segunda sessão, o duo formado por Sammile Bonfim e Vinicius Vianna recebe a flautista Thanise Silva e o pandeirista Pardal para uma formação especial que marca o encerramento da iniciativa.
Idealizado pela flautista Sammille Bonfim, o projeto nasceu com a proposta de aproximar a música instrumental do cotidiano das pessoas, levando concertos para um espaço público marcado pela memória e pela história de Brasília. Ao longo da temporada, moradores da Vila Planalto e visitantes de diferentes regiões da cidade acompanharam apresentações que reuniram músicos convidados e diferentes formações instrumentais.
A participação da comunidade foi um dos destaques do projeto. Cerca de 800 pessoas passaram pelo espaço durante a temporada, entre crianças, jovens, adultos e idosos, criando uma ocupação espontânea e afetiva do local. A presença do público reforçou a importância de iniciativas que levam a arte para perto das pessoas e valorizam espaços históricos como ambientes vivos de cultura e convivência.
“Encerrar essa temporada na Vila Planalto é muito especial porque conseguimos construir algo que vai além dos concertos. A música encontrou a comunidade, e a comunidade também passou a fazer parte do projeto. Ver as pessoas chegando, permanecendo, ouvindo e compartilhando esse momento mostra como a arte pode criar vínculos e transformar a maneira como ocupamos e percebemos a cidade”, destaca Sammille Bonfim.
Durante a temporada, o núcleo formado por Sammille Bonfim e Vinícius Vianna recebeu músicos convidados e apresentou diferentes formações, ampliando as possibilidades sonoras do projeto. O repertório percorreu compositores clássicos, contemporâneos e latino-americanos, em apresentações pensadas para aproximar o público da música instrumental de maneira leve, acessível e acolhedora.
Mais do que uma série de concertos, o Conexões Camerísticas deixa como resultado uma experiência de aproximação entre artistas, moradores e visitantes, reafirmando a Vila Planalto como um espaço de memória e afeto da capital, onde cultura, história e convivência se encontram. A temporada também mostrou a potência de ocupar espaços públicos com arte e de ampliar o acesso à música instrumental para diferentes públicos.
O encerramento é gratuito e aberto ao público. A entrada pode ser gratuita ou solidária, com a opção de doação de alimentos não perecíveis.
Serviço
Conexões Camerísticas na Praça – Edição Especial – Encerramento
Domingo, 20 de setembro Praça Nelson Corso
15h30 – Manacá Brasil: Vinicius Vianna no violão, Mariana Sardinha no cavaco, Jéssica Carvalho na percussão e Sammille Bonfim na flauta 17h – Sammille Bonfim, Vinícius Vianna, Thanise Silva e Pardal
Entrada gratuita ou solidária, com doação de alimentos não perecíveis Classificação indicativa: livre
Realização: Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF)
Com entrada gratuita, evento reúne música, dança, gastronomia, artes visuais, cultura popular e manifestações urbanas no dia 19 de setembro
A Escola Classe Dom Bosco, em São Sebastião, será transformada em um grande território cultural no dia 19 de setembro de 2026. Das 15h às 22h, o Festival Cores e Sabores do Brasil reunirá diferentes expressões artísticas, ritmos, tradições e sabores em uma experiência gratuita que convida o público a conhecer, participar e celebrar a diversidade brasileira.
Com entrada gratuita e público estimado em 2 mil pessoas, o Festival foi concebido para ir além de uma sequência de apresentações. A proposta é ocupar o ambiente escolar com atividades simultâneas e criar um espaço de convivência, descoberta e valorização da cultura nacional.
Durante o evento, o público poderá circular por cinco áreas temáticas: Território Brasil, destinado aos shows e às grandes apresentações; Vila das Artes, com exposição, audiovisual, painel e roda de conversa; Vila dos Sabores, dedicada à gastronomia regional; Alameda da Juventude, com grafite, break e batalha de rimas; e Parque dos Sentidos, voltado a experiências sensoriais e artísticas.
Cultura em movimento
A partir das 15h, o Festival funcionará de forma dinâmica, permitindo que os visitantes conheçam livremente os diferentes ambientes. Além de experimentar sabores regionais e acompanhar intervenções artísticas, o público poderá participar das atividades sensoriais e se envolver com manifestações da cultura urbana.
Dentro do Território Brasil, a Arena dos Brasis será dedicada às expressões culturais tradicionais e contemporâneas. A programação reunirá carimbó, danças gaúchas, maracatu, break e batalha de rimas.
Algumas dessas manifestações poderão ultrapassar os limites do palco e se transformar em cortejos pelo espaço do Festival, levando música, dança e cultura diretamente ao encontro do público. A proposta é fazer com que a arte circule pela escola e envolva toda a comunidade.
Diversidade musical no palco
A partir das 17h30, o público será convidado a se reunir no Território Brasil para acompanhar a principal programação artística do Festival.
A programação começa com Mari Bigio, unindo cordel, poesia, música e oralidade. Em seguida, As Fulô do Cerrado representam a cultura popular e as tradições do Cerrado, enquanto o Chypher’s Clan leva ao palco breaking, hip-hop e cultura urbana.
O público também poderá participar do Baile Charme, que promove a dança e a cultura negra. A programação segue com Dhi Ribeiro, apresentando samba, música brasileira e identidade negra, e Grego – do Piseiro, misturando piseiro, rap, trap e sonoridades contemporâneas.
O encerramento artístico ficará por conta do Bloco Eduardo e Mônica, que combina rock brasileiro, carnaval e identidade brasiliense. A atração será a apoteose do Festival, celebrando Brasília após uma jornada por diferentes culturas e regiões do país.
Um encontro de culturas, gerações e linguagens
O line-up foi pensado para apresentar um Brasil plural, formado por diferentes identidades, gerações e expressões artísticas. Cultura popular, cordel, breaking, charme, piseiro, rap, trap, samba, rock e carnaval estarão reunidos em uma mesma programação.
Mari Bigio possui circulação por diferentes estados e reconhecimento nacional por seu trabalho ligado à literatura, ao cordel e à cultura popular. Grego se destaca pelo forte alcance nas plataformas digitais, com milhões de ouvintes mensais e projeção nacional.
Dhi Ribeiro possui uma longa trajetória artística, com experiências internacionais, e participou do programa The Voice Brasil, em 2017, integrando o Time Brown. As Fulô do Cerrado atuam no circuito da cultura popular e participam de festivais e iniciativas voltadas às tradições brasileiras.
O Bloco Eduardo e Mônica apresenta forte capacidade de mobilização em Brasília, misturando carnaval, rock nacional e referências da capital federal. Já o Chypher’s Clan representa a força da cultura urbana e estabelece uma conexão direta com as atividades da Alameda da Juventude.
Mais do que assistir às apresentações, o público será convidado a viver uma jornada: primeiro descobrir, depois participar, encontrar-se e, ao final, celebrar.
O Festival Cores e Sabores do Brasil é realizado pelo Instituto Darwin, com apoio do Ministério da Cultura.
Horários previstos das atrações
17h30 – Mari Bigio Cordel, poesia, música e oralidade.
18h – As Fulô do Cerrado Cultura popular, Cerrado e tradições brasileiras.
18h40 – Chypher’s Clan Breaking, hip-hop e cultura urbana.
19h20 – Baile Charme Dança, cultura negra e participação do público.
19h40 – Dhi Ribeiro Samba, música brasileira e identidade negra.
20h20 – Grego – do Piseiro Piseiro, rap, trap e música contemporânea.
21h05 – Bloco Eduardo e Mônica Rock brasileiro, carnaval e identidade brasiliense.
22h – Encerramento oficial
Os horários poderão passar por ajustes de acordo com as necessidades técnicas e a duração das apresentações.
Serviço
Festival Cores e Sabores do Brasil Data: 19 de setembro de 2026 Horário: das 15h às 22h Local: Escola Classe Dom Bosco – São Sebastião/DF Entrada: gratuita Público estimado: 2 mil pessoas Realização: Instituto Darwin Apoio: Ministério da Cultura
Programação terá ainda show do cantor Paraná e apresentações de artistas locais e marca o início das comemorações rumo aos 300 anos da cidade
Pirenópolis se prepara para celebrar seus 299 anos com três noites de música no coração do Centro Histórico. A programação comemorativa será realizada nos dias 5, 6 e 7 de outubro, no Largo da Matriz, no Centro Histórico, sempre a partir das 22h, reunindo artistas locais e grandes nomes da música sertaneja.
O ponto alto das comemorações será no dia 7 de outubro, com o show de Zezé Di Camargo. Pirenopolino, o cantor volta às suas origens para participar de um momento especial da história da cidade que o viu nascer e que, em 2027, chegará aos seus 300 anos.
A programação começa no dia 5 de outubro, com uma noite dedicada aos artistas locais, valorizando os músicos da cidade e a produção cultural pirenopolina. No dia 6, quem sobe ao palco é o cantor Paraná, preparando o público para a grande noite de encerramento, no dia 7, com Zezé Di Camargo.
Mais do que celebrar os 299 anos, a programação abre oficialmente um novo capítulo na história de Pirenópolis. As comemorações deste ano são apenas o começo de uma extensa agenda de ações e eventos que será desenvolvida até 2027, quando a cidade completará três séculos de história.
A proposta é fazer até 2027 uma grande celebração coletiva, envolvendo moradores, artistas, comunidades, instituições, visitantes e todos aqueles que mantêm uma relação de afeto com Pirenópolis.
Com quase três séculos de história, Pirenópolis preserva um patrimônio cultural reconhecido nacionalmente, expresso em sua arquitetura colonial, nas tradições religiosas, nas manifestações populares, na gastronomia, na música e em festas que atravessam gerações.
Agora, a cidade começa a se preparar para viver um dos momentos mais importantes de sua trajetória.
Vem 300! É Pirenópolis celebrando seus 299 anos e abrindo as portas para a chegada de seu tricentenário.
PROGRAMAÇÃO – 299 ANOS DE PIRENÓPOLIS 5/10 – Artistas locais 6/10 – Paraná 7/10 – Zezé Di Camargo Horário: 22h Local: Largo da Matriz – Pirenópolis (GO)
Filme inspirado na história real do atleta John Tuggle chega aos cinemas brasileiros em 2027
A Paramount Pictures acaba de revelar o primeiro trailer de “A Vida Por Um Sonho”, filme dirigido por Jonathan Levine e protagonizado por David Corenswet. Inspirado em uma história real, o longa apresenta um retrato sincero de John Tuggle, jogador de futebol americano que começou como o “azarão” do time New York Giants ao ser o último convocado da lista NFL de 1983 – o chamado “Mr. Irrelevant” – e se tornou um símbolo de resistência a toda a comunidade do esporte.
Além de Corenswet no papel de Tuggle, Isabel May e Michael Shannon também integram o elenco. Nick Santora assina o roteiro. Distribuído pela Paramount Pictures, o filme estreia nos cinemas brasileiros em 2027.
Filme com acessibilidade disponível através do aplicativo GRETA.
Sobre a Paramount Pictures
A Paramount Pictures Corporation (PPC), uma produtora global e distribuidora de conteúdo audiovisual, é uma unidade da Paramount Global (NASDAQ: PARA, PARAA), uma empresa líder global de mídia e entretenimento que cria conteúdo premium e experiências para audiências ao redor do mundo. A Paramount Pictures possui algumas das mais poderosas marcas em entretenimento audiovisual, incluindo Paramount Pictures, Paramount Animation e Paramount Players. As operações da PPC também incluem Paramount Home Entertainment, Paramount Pictures International, Paramount Licensing Inc. e a Paramount Studio Group.
“Os Pescadores de Pérolas” será apresentada em Brasília nos dias 11 e 13 de setembro, com participação da Orquestra Sinfônica da Força Aérea Brasileira.
Brasília recebe, nos dias 11 e 13 de setembro, uma montagem de Os Pescadores de Pérolas , de Georges Bizet, que reúne artistas brasileiros e profissionais estrangeiros no palco do Teatro POUPEX. A produção tem regência e direção musical da maestrina francesa Nathalie Marin e direção cênica do suíço Christophe Feutrier, além da participação da Orquestra Sinfônica da Força Aérea Brasileira (OSFAB).
Promovido pelo POUPEX Cultural, em parceria com as Embaixadas da França e da Suíça, o espetáculo terá aproximadamente 1h30 de duração e combina música sinfônica, canto lírico e encenação para levar ao público uma das primeiras grandes óperas de Bizet, compositor que se tornaria mundialmente conhecido por Carmen .
Estreada em Paris em 1863, Os Pescadores de Pérolas é ambientada no Ceilão, atual Sri Lanka, e conta a história de dois amigos, Nadir e Zurga, que se reencontram e descobrem que continuam ligados pelo amor à mesma mulher, Leïla. A amizade é colocada à prova diante da paixão, do ciúme e de escolhas que terão consequências para os personagens.
A montagem reúne Thayana Roverso, como Leïla; Vitorio Scarpi, como Nadir; Vinícius Atique, como Zurga; e Sandro Christopher, como Nourabad. Participam ainda o Tutti Choir Brasília e o Coral Feminino Cantares, sob regência de Daniel Souto de Moraes.
Intercâmbio artístico A presença de Nathalie Marin e Christophe Feutrier aproxima a produção brasiliense da tradição operística europeia e amplia o intercâmbio artístico da montagem.
Com carreira internacional, Nathalie Marin atua como regente em diferentes países e possui experiência à frente de repertórios sinfônico e operístico. Já Christophe Feutrier assina a direção cênica, contribuindo para a construção da narrativa e da movimentação dos personagens em cena.
A participação da OSFAB completa o encontro entre diferentes experiências e linguagens, reunindo músicos militares, cantores líricos e profissionais de diferentes origens em uma produção realizada em Brasília.
Serviço Os Pescadores de Pérolas Local: Teatro POUPEX – Brasília (DF) Datas: 11 de setembro, sexta-feira, às 20h; e 13 de setembro, domingo, às 16h Duração: aproximadamente 1h30 Realização: POUPEX Cultural Regência e direção musical: Nathalie Marin Direção cênica: Christophe Feutrier Orquestra: Orquestra Sinfônica da Força Aérea Brasileira (OSFAB) Ingressos: http://www.sympla.com.br/evento/os-pescadores-de-perolas/3560594
Um espetáculo inédito que revisita a trajetória do compositor e intérprete com emoção, grandes sucessos e canções marcantes
Um dos maiores nomes da música brasileira, Ivan Lins celebra seus 80 anos de vida e 55 anos de carreira em um espetáculo com entrada gratuita no Jardim das Esculturas da CAIXA Cultural dia 19 de setembro. O show percorre sua trajetória artística por meio de um roteiro afetivo, construído a partir de memórias, encontros, parcerias e das canções que marcaram diferentes gerações. A programação também inclui uma oficina de música com Nema Antunes e apresentação de abertura com a DJ Karla Testa.
Longe de uma retrospectiva convencional, o espetáculo propõe uma narrativa musical que revela diferentes fases da carreira do compositor, reunindo sucessos consagrados, obras emblemáticas e canções menos conhecidas pelo grande público, escolhidas pelo próprio artista por sua relevância afetiva e artística.
Autor de uma das obras mais importantes da música popular brasileira, Ivan Lins consolidou uma carreira reconhecida nacional e internacionalmente. Desde sua estreia no 5º Festival Internacional da Canção, em 1970, quando apresentou O Amor é o Meu País, até o sucesso de Madalena, eternizada na voz de Elis Regina, sua produção tornou-se referência pela sofisticação melódica, riqueza harmônica e profundidade poética.
Ao longo de mais de cinco décadas, construiu uma sólida parceria com o letrista Vítor Martins, responsável por clássicos como Começar de Novo, Abre-Alas, Aos Nossos Filhos e Somos Todos Iguais Esta Noite. Suas composições também ganharam enorme projeção por meio de trilhas de novelas e interpretações de artistas como Simone, Gal Costa, Nana Caymmi, Fafá de Belém, Zizi Possi, Leny Andrade, Emilio Santiago e tantos outros.
O reconhecimento ultrapassou as fronteiras brasileiras. Produzido por Quincy Jones e gravado por nomes como George Benson, Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan, Barbra Streisand, Sting, Jorge Drexler e Carlos do Carmo, Ivan Lins tornou-se um dos compositores brasileiros de maior projeção internacional.
No palco, o repertório reúne clássicos como Madalena, Vitoriosa, Lembra de Mim, Iluminados, Lua Soberana e Começar de Novo, ao lado de obras que revelam outras facetas de sua criação.
Organizado em blocos temáticos, o espetáculo percorre diferentes dimensões de sua obra. O romantismo aparece em canções como O Amor é o Meu País, Iluminados e Ai, Ai, Ai, Ai, Ai. Os relacionamentos humanos são revisitados em músicas como Saindo de Mim e A Noite.
A reflexão social e política, característica marcante de sua produção, ganha espaço com Aos Nossos Filhos, Cartomante e a inédita Meninos de Gaza, composta em parceria com Simone Guimarães, reafirmando a permanente atualidade de sua obra.
O espetáculo também presta homenagem aos parceiros que marcaram sua trajetória, especialmente Ronaldo Monteiro de Souza e Vítor Martins. Em um momento dedicado às influências da música do interior brasileiro, surgem canções como Guarde nos Olhos, Bandeira do Divino e Olhos pra Te Ver, reafirmando a diversidade estética presente em sua produção.
Outro bloco destaca sua relação com o samba por meio das parcerias com Paulo César Pinheiro, Celso Viáfora e Chico Buarque, reunindo canções como Porta Entreaberta, Emoldurada e Sou Eu.
A direção artística é assinada por Claudio Lins, ator, cantor e filho de Ivan, que propõe uma encenação discreta e sensível, centrada na força das canções e na relação afetiva construída entre artista e público ao longo de décadas. A direção de produção reúne João Lins, empresário e filho do artista, e Carlos Costa, parceiro de longa trajetória profissional. A direção musical é do próprio Ivan Lins, em colaboração com a banda que o acompanha há muitos anos, preservando a identidade sonora que caracteriza sua obra.
Mais do que uma comemoração de aniversário, IVAN LINS 80 anos percorre uma trajetória artística que atravessa gerações, reafirmando a importância de um compositor cuja música permanece atual, emocionante e profundamente conectada à cultura brasileira. Um espetáculo que convida o público a revisitar memórias, descobrir novas leituras de obras consagradas e comemorar um dos maiores patrimônios da música popular do país.
Abertura do show com a DJ Karla Testa
A programação terá abertura com Karla Testa, DJ e produtora música com 12 anos de carreira e uma trajetória de destaque. Reconhecida por sua energia e conexão contagiante com o público, Karla dialoga com a Tropicália e a música brasileira contemporânea, conectando o clássico e o atual para criar uma experiência musical única. Eleita DJ do Ano de 2023 pelo Prêmio Profissionais da Música (PPM) e embaixadora do Women’s Music Event (WME). Sua apresentação vai preparar o público para a noite de música brasileira, transformando a abertura do espetáculo em uma verdadeira celebração à cultura nacional.
Oficina Ritmo, Groove, Improvisação, Conjunto e Timbragem, com Nema Antunes, no Teatro da CAIXA Cultural, dia 19 de setembro, às 14h
Com suas raízes fincadas na Música Brasileira e uma visão aberta às diversas manifestações da música africana, do jazz e da música mundial, Nema Antunes apresenta uma oficina dedicada ao estudo da música a partir da prática, da experiência de palco e da vivência de estúdio. Embora tenha o contrabaixo como instrumento de referência, a oficina é aberta a músicos de diferentes instrumentos e níveis de experiência. A proposta é explorar a relação entre ritmo, groove, improvisação, dinâmica de conjunto, sonoridade e interação entre os músicos. Vagas limitadas e inscrições pelo site CAIXA Cultural www.caixacultural.gov.br
Serviço:
[ESPETÁCULO]IVAN LINS 80 anos
Local: Jardim das Esculturas – CAIXA Cultural Brasília Endereço: SBS – Quadra 4 – Lotes 3/4
Data: 19 de setembro de 2026 (sábado)
Horário: 18h
Classificação indicativa: 14 anos
Acessibilidade: espaço com acesso para pessoas com deficiência.
Entrada: franca, sem a necessidade da retirada de ingressos
Grande estrutura no Taguaparque marcou a celebração das 8 décadas do Sesc no Brasil
Fim de semana histórico uniu serviços gratuitos, lazer para toda a família e a emoção do público na celebração de oito décadas de dedicação ao trabalhador do comércio e à comunidade.
Uma verdadeira cidade de serviços, saúde, cultura e convivência tomou conta do Distrito Federal no fim de semana de celebração dos 80 anos do Sesc. O evento com grande estrutura, promovido para marcar oito décadas de transformação social da instituição em todo o Brasil, reuniu no Taguaparque, em Taguatinga-DF, um público estimado em 30 mil pessoas ao longo dos dois dias de programação. O ápice da comemoração ficou por conta do show inesquecível de Caetano Veloso, que levou milhares de pessoas a cantarem em coro em uma noite histórica.
Durante todo o fim de semana, o público que passou pelo espaço conseguiu vivenciar de perto a essência do Sesc-DF. A estrutura contou com unidades móveis, espaço de lazer infantil com infláveis e um circuito temático de domos cobrindo as áreas de diversão, conhecimento, bem-estar, inovação tecnológica, compromisso social e o interativo “Jogo da Vida”. Ao todo, foram contabilizados 5 mil atendimentos gratuitos em exames, orientações de saúde, oficinas e ações educativas.
Para o presidente do Sistema Fecomércio-DF, José Aparecido Freire, ver a população ocupando a estrutura com alegria reflete o cumprimento diário da missão da entidade. “Ver essa arena lotada, com famílias inteiras sendo acolhidas e aproveitando cada serviço oferecido, é a maior prova de que o Sesc cumpre seu papel primordial: cuidar das pessoas e fortalecer a nossa comunidade. Oito décadas não são apenas um número, mas o resultado de um trabalho incansável de apoio ao trabalhador do comércio e a toda a sociedade do DF”, destacou José Aparecido.
Conexão com o público
Se para a gestão o evento representou a consolidação de um legado, para quem esteve na plateia a festa foi sinônimo de afeto, cuidado e memórias especiais. A aposentada Maria das Graças Silva, de 57 anos, moradora da região, aproveitou as ações do Domo Bem-Estar e fez questão de registrar a emoção de participar desse momento.
“Eu me cuido no Sesc há anos, desde as atividades físicas até as consultas. Chegar aqui hoje, fazer meu atendimento com calma, ver meus netos brincando nos brinquedos infláveis e depois assistir a esse show maravilhoso de graça é um presente que a gente nunca mais esquece. O Sesc faz parte da história da minha família”, relatou dona Maria das Graças.
O jovem universitário Lucas Mendes, de 24 anos, que participou das atividades tecnológicas no Domo Experiência antes do show, também destacou a importância de eventos abertos dessa dimensão. “Muitas vezes a gente não tem noção da quantidade de coisas que o Sesc oferece até entrar num circuito como esse”, comemorou Lucas.
Transformação e olhar para o futuro
O diretor regional do Sesc-DF, Valcides de Araújo, reforçou que o carinho demonstrado pelo público ao longo dos dois dias renova o compromisso da instituição de seguir expandindo seu atendimento com qualidade e humanização. “Quando olhamos para os 5 mil atendimentos realizados nesses dois dias e para os sorrisos de cada família que passou por aqui, enxergamos a verdadeira razão de existir do Sesc. São 80 anos de uma porta sempre aberta para a dignidade, a cultura e a qualidade de vida. Encerrar esse ciclo com 25 mil pessoas cantando juntas com o Caetano Veloso é coroar uma trajetória de respeito absoluto ao povo do Distrito Federal”, afirmou Valcides de Araújo.
Com o sucesso de público e a expressiva prestação de serviços, as comemorações no DF dos 80 anos da entidade em todo o Brasil se consolidam como um dos maiores eventos socioculturais do ano na capital, reafirmando que, ontem, hoje e no futuro, a vida e a transformação acontecem no Sesc.
O longa participa da Mostra Caleidoscópio – Júri Internacional – no dia 15 de setembro, com a presença do diretor
“Tempo à Faca”, longa-metragem ficção, com direção de Diogo Oliveira, roteiro Ruy Guerra e Diogo Oliveira, terá estreia mundial na Mostra Caleidoscópio – Júri Internacional – Festival de Brasília, dia 15 de setembro, com produção da Tem Dendê, com coprodução da Risco Produções e distribuição Lança Filmes. O filme participará da mostra Première Brasil – Hors Concours do Festival do Rio. “Tempo à Faca é um filme que busca levantar questões sobre nossa existência. Personagens são levados a situações extremas dando um mergulho profundo nos silêncios que moldam nossa trajetória. E estar no icônico festival de Brasília, com este filme, é de uma alegria que transborda.” declara Diogo Oliveira, diretor do longa.
Sinopse: Em duas jornadas misteriosas, Neta e Deodato são movidos por um propósito em comum: cumprir uma missão.Guiados pela vingança e pela busca de um sentido para a vida, eles seguem por caminhos que podem transformar seus destinos. A jornada dos dois será atravessada por pessoas que os colocarão em situações limite, levantando questões existenciais e, que fazem do filme um verdadeiro western do absurdo.
SESSÃO NO FESTIVAL DE BRASÍLIA
Data: 15/09/2026
Horário: 15h
Local: Cine Brasília – Sala Vladimir Carvalho
Endereço: EQS 106/107, Asa Sul, Brasília–DF.
Após a sessão 17h terá um debate com a Equipe – Debate Mostra Caleidoscópio
Data: 15/09/2026
Horário: 17h – após a exibição
Local: Mulheres do Bando (auditório)
EQUIPE PRESENTE NA EXIBIÇÃO / FESTIVAL DE BRASÍLIA
Diogo Oliveira (diretor)
Julio Adrião (ator)
André Machado III (trilha sonora)
Karis Tucker (trilha sonora – cantora)Vânia Lima (produtora)
Daniela Gouveia Menegotto (distribuidora)
Notas do Diretor:
“O Ruy me chamou pra fazer o roteiro de uma ideia que ele tinha na cabeça há 40 anos. A gente desenvolveu juntos esse roteiro, com ideia bem original dele. E coube a mim agora,16 anos depois, dirigir Tempo à Faca. E o que eu me proponho a fazer aqui é o que o Ruy fez a vida inteira: desafiar os limites da linguagem cinematográfica e expandir as fronteiras.
O Ruy é muito importante para o cinema nacional, é uma honra poder estar fazendo um filme de uma história dele, que é um grande pilar para o cinema novo, revolucionário no cinema.
Fazer cinema é sempre um desafio, e no caso de O Tempo à Faca, que é um road movie com desafios extras, a gente viaja junto com o filme. O filme está sempre em movimento, sempre em deslocamento, assim como nossos sonhos.
Tempo à Faca, tem um descompromisso com a realidade, o filme não segue a realidade, muito pelo contrário, ele quer romper com o real.
É um filme de realismo poético, que levanta perguntas sobre nossa existência, nosso rumo, nossa bússola descalibrada.
No Tempo à Faca as personagens são levadas ao limite, ao extremo da desumanidade, então, na nossa parte da direção, tem que ter um cuidado, uma delicadeza, na condução dessa performance. Nessa construção desse personagem das cenas, porque são cenas muito limites, cruéis às vezes com as personagens, então o que tem que reger aqui no set é a delicadeza em primeiro plano.”
FICHA TÉCNICA:Ficha Técnica:
Direção: Diogo Oliveira
Roteiro: Ruy Guerra e Diogo Oliveira
Produção executiva: Vânia Lima eKeyti Souza.
Direção de produção: Bruno Ramos
Direção de fotografia: Cláudio Antônio
Coord. Pós produção: Taguay Tayussy
Montagem: Victor Cohen
Direção de arte: Erick Saboya
Desenho de som: Eric Ribeiro Christani
Diretor Técnico de Áudio: Edilton Irmão
Técnico de Áudio: Gabriel de Sousa Gomes; Isabela Santos Borges; Evelyn Nalme Pires Brito
Trilha sonora: André Machado III
Empresa produtora: Tem Dendê
Empresa coprodutora: Risco Produções
Empresa distribuidora: Lança Filmes
Elenco:
Agatha Moreira
Julio Adrião
Vertin Moura
Uiliana Lima
Irandhir Santos
Carlos Betão
Luiz Carlos Vasconcelos
Nina Andrade
Marcelo Flores
Everaldo Pontes
Jorge Baía
Vanessa Cunha
Lúcio TranchesI
MINI BIO – Equipe e Empresas
BIO DIOGO OLIVEIRA: Diretor, roteirista e professor, colaborou em vários projetos com o cineasta Ruy Guerra, tais como o argumento do filme de Guerra “Quase Memória”, que estreou em 2018, bem como a adaptação da peça de James Joyce “Exiles”, com direção de Guerra. Diogo é também realizador, argumentista e montador da longa-metragem “O Homem que Matou John Wayne”. Realizou ainda três episódios da primeira temporada da série “Memórias do Brasil”, exibida em 2017 no Canal Curta, bem como mais três episódios da segunda temporada. Em 2024, o seu curta-metragem “Asa Real” estreou no Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro. Os seus próximos dois longas-metragens serão a adaptação de “O Coração do Menino e o Menino do Coração”, de Mia Couto, onde atuará tanto como argumentista como realizador.
BIO JULIO ADRIÃO: Julio Adrião (1960) é carioca, ator, produtor e diretor teatral. Formado pela CAL/RJ em 1987, trabalhou por seis anos na Itália com foco no treinamento físico do ator.
De volta ao Brasil em 1994, criou e integrou o trio cômico Cia. do público até 2002. Desde então, atuou, produziu, dirigiu e supervisionou espetáculos de teatro e, como ator, participou de diversas produções teatrais, além de curtas e longas metragens no cinema e séries na TV. Ganhou o Prêmio Shell/RJ de melhor ator em 2005, com o espetáculo solo A descoberta das Américas, de Dario Fo e direção de Alessandra Vannucci e o troféu Conceição Moura, de melhor atuação no VI Festival Cine Jardim/PE 2021, no longa Sertânia de Geraldo Sarno. Abriu a empresa Julio Adrião Produções Artísticas Ltda/JAPA em 2006, pela qual produz seus trabalhos e faz coproduções. Desde 2016 produz seus projetos em parceria com Fernando Alax, da Casa136.
VÂNIA LIMA – produtora: Produtora, diretora e roteirista, formada pela UFBA. Além disso, dirigiu as séries Memórias do Brasil (2024) e Iceberg (2025). Seu longa documental de estreia, Cartas Para… que atualmente segue no circuito de festivais, com exibições no Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro, na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, no Panorama Internacional Coisa de Cinema e no Festival Internacional de Cinema da Fronteira. O documentário Pontos de Força (2026) marca sua fase criativa atual, que inclui a ficção Um Carnaval em Cada Esquina. Trabalhou na produção executiva dos longas documentais O Samba Antes do Samba (2024), Antes que Me Esqueçam, meu nome é Edy Star – O Filme
TEM DENDÊ – produtora é uma produtora audiovisual brasileira independente que, há 26 anos, desenvolve filmes, séries e projetos originais, valorizando narrativas diversas e descentralizadas sobre o Brasil. Com mais de 50 títulos produzidos e distribuídos no país e no exterior, é reconhecida por suas histórias inovadoras e transformadoras. Em 2022, foi eleita Produtora Audiovisual Independente do Ano pela Expocine e, em 2024, recebeu o Selo Lilás do Governo da Bahia por seu compromisso com a igualdade de gênero e o empoderamento feminino.
LANÇA FILMES – distribuidora: A Lança Filmes é uma empresa distribuidora de conteúdo audiovisual. Sediada no Rio Grande do Sul, a Lança atua na difusão de obras que provocam, emocionam e expandem os horizontes do público. Com mais de 30 estreias de longas-metragens nos cinemas, a empresa trabalha também com conteúdos para diferentes janelas, como televisão e plataformas digitais, acompanhando os projetos desde a fase inicial até sua chegada ao público. Entre seus títulos mais recentes estão Máfia de Pelúcia, Bia Mais Um, Os Dragões, A Primeira Morte de Joana e O Mestre da Fumaça.
Programação acontece de 11 a 13 de setembro e reúne grafite, DJ, breaking, moda urbana e MC, além de conteúdos sobre empreendedorismo cultural
A cultura Hip Hop ganha espaço no JK Shopping em uma programação gratuita que conecta arte, identidade, formação e novas oportunidades. Entre os dias 11 e 13 de setembro, o empreendimento, em parceria com a Casa do Hip Hop de Ceilândia, recebe atividades voltadas a artistas, profissionais da cultura e ao público interessado nas diferentes linguagens do movimento. No Estacionamento L1 – Marquise, serão realizadas oficinas de Grafite, DJ, Breaking, Moda Urbana e MC, além de encontros sobre educação financeira, marketing digital e participação em editais culturais. A programação acontece das 11h às 22h na sexta-feira e no sábado, e das 12h às 22h no domingo.
Ao longo dos três dias, professores especializados conduzirão oficinas que apresentam diferentes linguagens da cultura Hip Hop e promovem o desenvolvimento de habilidades artísticas e profissionais. A proposta é oferecer aos participantes ferramentas para ampliar seus conhecimentos e fortalecer sua atuação no mercado cultural.
Além das atividades práticas e artísticas, a programação aborda temas como educação financeira, estratégias de marketing digital e orientações para elaboração e participação em editais de projetos culturais. Os conteúdos foram pensados para contribuir com a profissionalização de artistas e ampliar as possibilidades de divulgação, planejamento e desenvolvimento de projetos.
A iniciativa evidencia como a cultura Hip Hop vai além da música e reúne diferentes formas de expressão, como dança, artes visuais, moda e produção musical. Ao mesmo tempo, o movimento se apresenta como um importante espaço de criação, identidade, formação e geração de oportunidades, especialmente para talentos das periferias.
As oficinas também reforçam a importância de iniciativas que aproximam artistas e público e ampliam o acesso à formação cultural. Ao receber o TRAM4U, o JK Shopping fortalece sua atuação como espaço de convivência, cultura e experiências, abrindo espaço para manifestações que fazem parte da identidade do Distrito Federal.
SERVIÇO: Oficinas de Hip Hop – TRAM4U Data: 11, 12 e 13 de setembro. Horários: Sexta e sábado, das 11h às 22h | Domingo, das 12h às 22h. Local: Estacionamento L1 (Marquise) — JK Shopping | QNM 34 (Hélio Prates), Taguatinga Norte – DF.
Entrada Gratuita.
Realização: Casa do Hip Hop de Ceilândia. Programação: Oficinas de Grafite, DJ, Breaking, Moda Urbana e MC, além de conteúdos sobre educação financeira, marketing digital e editais culturais.
Oficinas:
Sexta-feira, 11 de setembro
12h às 14h: Moda e Empreendedorismo 14h às 16h: Breaking 16h às 18h: Grafite 18h às 20h: DJ 20h às 22h: MC / Rima
Sábado, 12 de setembro
12h às 14h: Moda e Empreendedorismo 14h às 16h: Breaking 16h às 18h: Grafite 18h às 20h: DJ 20h às 22h: MC / Rima
Domingo, 13 de setembro
12h às 14h: Moda e Empreendedorismo 14h às 16h: Breaking 16h às 18h: Grafite 18h às 20h: DJ 20h às 22h: MC / Rima
Durante passagem pelo espaço da Natura no festival, atriz falou sobre sua relação com a marca, a música e as diferentes possibilidades de expressão por meio das fragrâncias
Fã de festivais, Taís Araujo aproveitou sua passagem pelo espaço da Natura no Rock in Rio 2026 para falar sobre música, beleza e sua relação com a marca. Para ela, o clima desses eventos tem tudo a ver com encontros, diversão e diferentes experiências. “Eu adoro o clima do festival. Vários palcos com diferentes tipos de músicas… Parece um grande Carnaval! Eu adoro”, conta.
A relação da atriz com a Natura vem de longa data e passa por produtos que fazem parte do seu dia a dia. E, se festival é lugar de mistura, as fragrâncias também podem ser. Taís conta que gosta de Humor Mood Boosters justamente pelas possibilidades de combinar diferentes aromas e criar novas experiências de perfumação. A ideia se conecta ao jeito como ela enxerga a diversidade presente nesses encontros. “As diferenças são riqueza. Se eu conheço uma pessoa que tem uma cultura diferente da minha, aquela pessoa vai me interessar muito, porque conversando com ela eu vou ficar mais inteligente”, afirma.
A cultura da Natura também é um dos aspectos que mais encantam a atriz. “Admiro a cultura daNatura enquanto empresa, desde sempre. Acho que é um lugar incrível de trabalhar”, afirma. Ela destaca ainda o cuidado com o bem-estar dos colaboradores e suas famílias, que, para ela, mostra como esse olhar da marca vai além dos produtos.
Na beleza, Taís também valoriza hábitos que fazem parte de sua rotina há anos, como a hidratação e a proteção da pele. E, quando tem pouco tempo para se maquiar, prefere o essencial: blush e máscara de cílios. Pelo quarto ano consecutivo, a Natura marca presença no Rock in Rio como a marca oficial de beleza do festival, com um ecossistema de experiências dentro e fora da Cidade do Rock. Nesta edição, o público pode conferir ativações que combinam experimentação de produtos, games, espaços para fotos e distribuição de brindes, além de ações volantes com retoques de maquiagem e proteção solar. A marca também é copatrocinadora do Palco Sunset.
Sobre a Natura
Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. É a companhia de melhor reputação do Brasil e a mais responsável em ESG pelo ranking Merco há 12 anos consecutivos. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura é pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. Os produtos da marca podem ser adquiridos através das 2,8 milhões de consultoras, via e-commerce, aplicativo, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram
Com patrocínio master da Shell, encontro acontece no dia 16 de setembro. A programação gratuita segue no sábado (19) com Choro no Parque e Feijoada com Samba
Voz, gaita cromática e percussão se encontram no palco do Clube do Choro nesta quarta-feira (16). Joana Duah, Paulo Lessae Lene Black são os convidados de mais uma edição do Choro Livre Convida, dentro da programação do Complexo Cultural do Choro, que tem patrocínio master da Shell. Ao lado do Regional Choro Livre, os três artistas colocam em diálogo diferentes trajetórias e referências da música brasileira.
A programação da semana continua no sábado (19), quando o Complexo deixa o palco e chega também ao Parque da Cidade com o Choro no Parque. Depois, o público é convidado a seguir para o Clube do Choro, onde a Feijoada com Samba completa a agenda do dia. As três atividades da semana têm entrada gratuita, seguindo o formato adotado pelo projeto.
Nascida em Brasília, Joana Duah construiu boa parte de sua trajetória artística fora da cidade. São quase 26 anos cantando em diferentes lugares, período em que viveu e trabalhou como cantora por quatro anos em Nova York e outros 20 entre Hong Kong, São Paulo e Rio de Janeiro. Depois de participar do Choro Livre Convida em agosto, a cantora retorna ao projeto para um novo encontro com o Regional Choro Livre.
Paulo Lessa leva ao encontro a sonoridade da gaita cromática, seu principal instrumento. Harmonicista, compositor, produtor musical e professor, é licenciado em Música pela Universidade de Brasília e atua também na Escola Brasileira do, no Clube do Choro. Em 2024, lançou com o grupo Choro Raiz o álbum Papo de Roda, no qual interpreta obras de nomes como Jacob do Bandolim, Waldir Azevedo e Dominguinhos, além de uma composição própria.
A percussão chega pelas mãos de Lene Black, percussionista, diretora musical e educadora. Mineira radicada em Brasília, cresceu entre o candomblé, o samba e o choro, referências que atravessam sua identidade artística. Autodidata, integrou grupos como Dona da Roda, Terra Cabula e Banda Madá e participa atualmente de projetos da cena local, entre eles Buraco do Tatu, Esdras Nogueira, Samba Urgente e Samba das Passarinhas.
Os três se juntam ao Regional Choro Livre, anfitrião do projeto e responsável por conduzir os encontros do Choro Livre Convida. A proposta coloca lado a lado músicos de diferentes formações e experiências, abrindo espaço para combinações que surgem justamente do diálogo entre os convidados e o regional.
No sábado (19), a programação ganha outros espaços. Pela manhã, o Choro no Parque leva a música ao Parque da Cidade. Na sequência, a Feijoada com Samba recebe o público no Clube do Choro, encerrando a programação da semana com música e gastronomia.
Para Henrique Neto, diretor da Escola Brasileira de Choro, essa circulação entre artistas, repertórios e espaços traduz a proposta do Complexo Cultural do Choro: “O Complexo Cultural do Choro foi pensado justamente para aproximar a música das pessoas de diferentes maneiras. Temos o encontro de artistas no palco, o choro ocupando o Parque da Cidade e a Feijoada com Samba, que também faz parte dessa tradição de convivência em torno da música. São experiências diferentes que ajudam a formar público, revelar novos talentos e manter vivo esse patrimônio da música brasileira”.
A parceria com a Shell reforça o compromisso do projeto de ampliar o alcance da música brasileira e aproximá-la de diferentes públicos. “Na Shell, temos orgulho de construir parcerias que ajudam a manter viva a cultura brasileira e ampliam seu alcance para diferentes públicos e gerações. Ao lado do Complexo Cultural do Choro, contribuímos para preservar e fortalecer um dos gêneros mais importantes da nossa música, por meio de uma programação que conecta tradição, contemporaneidade e diversidade cultural”, comenta Monique Gonçalves, gerente executiva de Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios da Shell Brasil.
Sobre o projeto
Em sua quarta edição, o Complexo Cultural do Choro reúne shows, rodas de choro e samba, ensaios abertos e atividades formativas voltadas à preservação e à renovação da música instrumental brasileira. Desenvolvido pela Escola Brasileira de Choro e pelo Clube do Choro de Brasília, o projeto também investe em acessibilidade, com recursos de audiodescrição e interpretação em Libras disponibilizados sob demanda, mediante solicitação pelo telefone (61) 99868-2012.
Sobre o Regional Choro Livre
Criado por Reco do Bandolim, um dos fundadores do Clube do Choro de Brasília, o Choro Livre é um dos grupos mais tradicionais em atividade na capital. Com mais de quatro décadas de história, o regional construiu uma identidade própria ao equilibrar fidelidade à tradição e uma abordagem aberta e contemporânea do gênero.
Ao longo de sua trajetória, o grupo dividiu o palco com grandes nomes da música brasileira, como Moraes Moreira, Clementina de Jesus, Paulinho da Viola, Hermeto Pascoal e Sivuca, além de participar de turnês e festivais internacionais.
Atualmente, o Choro Livre é a base dos projetos musicais do Clube do Choro de Brasília e segue como um dos principais difusores do gênero, conectando diferentes gerações em torno do choro.
Sobre a Shell
Presente no país desde 1913, a Shell Brasil é uma companhia integrada de energia, com participação nos setores de petróleo e gás, soluções baseadas na natureza, pesquisa e desenvolvimento e trading, por meio da comercializadora Shell Energy Brasil. A companhia também atua no segmento de biocombustíveis por meio da joint venture Raízen, responsável, no Brasil, pela distribuição de combustíveis da marca Shell.
A Shell Brasil trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder aos desafios do futuro da energia.
Dia 16/09 19h30 – Choro Livre Convida com Joana Duah, Paulo Lessa e Lene Black
Dia 19/09 11h00 – Choro no Parque – Parque da Cidade 12h00 – Feijoada com Samba
SERVIÇO Complexo Cultural do Choro de Brasília Dias: 16 e 19 de setembro (quarta-feira e sábado) Endereço: Espaço Cultural do Choro – Setor de Divulgação Cultural – Eixo Monumental e Parque da Cidade, estacionamento 10 Telefone: (61) 3226-3969 e (61) 99868-2012 Acesso gratuito para todas as atividades da semana Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos
Evento será realizado no Estádio Mané Garrincha; vendas de ingressos começam nesta sexta-feira (18), às 18h, pela Meu Bilhete
Um dos nomes brasileiros de maior projeção na música eletrônica internacional, Vintage Culture volta a Brasília no dia 11 de dezembro para uma apresentação no Estádio Mané Garrincha. A pré-venda de ingressos começa nesta quinta-feira (17), com lote promocional exclusivo para quem se cadastrar pelo site oficial do evento. Já a venda geral será aberta na sexta-feira (18), às 18h, pela plataforma Meu Bilhete.
À frente do projeto Vintage Culture, Lukas Ruiz construiu uma carreira que ultrapassou as fronteiras brasileiras e o levou a alguns dos principais palcos da música eletrônica. Em 2024, lançou seu primeiro álbum, Promised Land, com 16 faixas, além de um pacote de remixes com nomes como Solomun e CamelPhat. O artista também acumula passagens por festivais como Tomorrowland, EDC e Burning Man e residências internacionais.
A relação com grandes eventos também faz parte de sua trajetória no Brasil. Criador da marca e festival Só Track Boa, Vintage Culture lançou, em 2023, o Vintage Is A Festival, projeto solo concebido para percorrer diferentes fases de sua carreira e que passou por grandes estádios brasileiros.
Nos últimos anos, o DJ e produtor ampliou ainda mais sua presença no circuito internacional. Em 2025, sua agenda incluiu apresentações no Coachella e estreias em festivais como Movement Detroit, Awakenings, Sónar, Loveland e Caprices Festival, além de uma nova residência no Wynn Nightlife, em Las Vegas.
SERVIÇO: Vintage Culture – Brasília Data: 11 de dezembro Local: Estádio Mané Garrincha Horário: das 21h às 10h Abertura das vendas: 18 de setembro, às 18h Ingressos: Meu Bilhete (https://evento.meubilhete.com.br/) Classificação Indicativa: 18 anos Site oficial:vintageculturebrasilia.com.br Instagram: @vintageculturebrasilia Cadastro para a pré-venda:vintageculturebrasilia.com.br
Espetáculo distópico e multimídia, inspirado na obra de George Orwell, debate o totalitarismo nos dias atuais
De 18 a 27 de setembro, a Agrupação Teatral Amacaca – ATA inicia a nova temporada de 2+2=5, premiado espetáculo multimídia inspirado no livro 1984, do romancista inglês George Orwell. A peça entra em cartaz no Teatro dos Ventos, em Águas Claras, com sessões nas sextas-feiras, às 20h, e nos domingos, às 16h e 19h. Ingressos a R$ 20 a inteira e R$ 10 a meia, disponíveis na plataforma Sympla.
Com direção do ator e preparador de elenco carioca Felipe Vidal, 2+2=5 alerta sobre os perigos do totalitarismo, instigando o público a refletir sobre os perigosos rumos da sociedade contemporânea. A dramaturgia se passa num futuro distópico, onde o antigo território brasileiro, chamado de Oceânia, foi dominado por uma grande corporação milicioreligiosa que opera através da apologia ao ódio, da hipervigilância e do domínio das inteligências artificiais.
1984, inspiração da peça, é uma das obras fictícias mais importantes da literatura inglesa. O livro trata de uma sociedade totalitária fundada na opressão e no controle do pensamento. Nesta livre adaptação da companhia brasiliense ATA, montada com recursos multimídia, as distópicas teletelas viraram o celular, a Polícia do Pensamento virou o algoritmo e o Ministério da Verdade virou as fake news.
Aclamado pelo público, 2+2=5 estreou em outubro de 2023, no festival Cena Contemporânea. Em 2024, venceu o Prêmio Sesc Mais Cultura, nas categorias Espetáculo Destaque e Ator Destaque (Mateus Ferrari). “Com música autoral, coreografias, texto bem trabalhado e atores apaixonados, defendemos um teatro que traz o pensar de forma muito séria, mas ao mesmo tempo muito divertida”, comenta Dani Neri, atriz integrante da ATA.
A nova temporada de 2+2=5 é realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). As duas sessões do dia 27 (domingo) contarão com acessibilidade em Libras e Audiodescrição. Nesta temporada, A ATA também realiza Programa Educativo com estudantes de ensino médio da rede pública de ensino, através de aulas preliminares e sessões educativas com debate vinculado à obra de George Orwell.
Agrupação Teatral Amacaca (ATA) Criada no Distrito Federal, a ATA é uma premiada companhia teatral com 16 anos de trajetória. É regida pelos ensinamentos do mestre Hugo Rodas (in memoriam), um dos maiores diretores teatrais brasileiros. Referência no cenário artístico de Brasília, é conhecida pela experimentação em dramaturgias do corpo e das musicalidades, além de um profundo compromisso com a democracia. Com o falecimento do diretor Hugo Rodas, em 2022, os espetáculos ganharam a direção de membros do grupo ou de diretores convidados.
SERVIÇO 2+2=5– Agrupação Teatral Amacaca Quando: 18, 20, 25 e 27 de setembro (sextas, às 20h | domingos, às 16h e 19h) Onde: Teatro dos Ventos – Águas Claras (DF) Entrada: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) Ingressos: https://sympla.com.br/evento/2-2-5-da-agrupacao-teatral-amacaca/3543915 Classificação: 14 anos
Shows acontecem nos dias 19 e 20 de setembro, no Clube do Choro e no CCBB, e aproxima diferentes gerações ligadas à bossa nova
De um lado, um jovem compositor que escolheu a bossa nova como território musical e vem dividindo palcos com nomes históricos do gênero. Do outro, uma intérprete com mais de quatro décadas dedicadas à música brasileira e uma trajetória também marcada pelo diálogo com a bossa nova. Theo Bial e Márcia Tauil são os próximos convidados de Tom e Vinicius, projeto apresentado pelo Centro Cultural Banco do Brasil Brasília. Os artistas se apresentam no sábado, 19 de setembro, no Clube do Choro, e no domingo, 20, no CCBB Brasília.
O encontro coloca lado a lado dois momentos da música brasileira. Aos 28 anos, Theo integra uma geração que se aproxima da bossa nova a partir de um olhar contemporâneo, enquanto Márcia traz mais de quatro décadas de trajetória como cantora e compositora. Em comum, os dois têm uma relação construída com a canção brasileira e com a bossa nova, caminhos que agora convergem para o repertório de Tom Jobim e Vinicius de Moraes.
Aos 28 anos, Theo Bial se define como voluntariamente filiado à bossa nova, sem deixar de lado sua identificação com o samba e a MPB. Em 2025, levou essa relação com o gênero ao Japão, onde realizou oito apresentações no Blue Note Tokyo ao lado de Roberto Menescal e da cantora nipo-brasileira Lisa Ono. A parceria com Menescal também resultou em “Brisa que mora no mar”, lançada no mesmo ano.
Theo também representou uma nova geração ligada à bossa nova no concerto Bossa Nova – Hoje e Sempre, ao lado da Orquestra Villa-Lobos, Alaíde Costa, Roberto Menescal e Wanda Sá. Em sua trajetória, já passou por palcos e festivais dedicados à música brasileira e, em julho de 2025, lançou o álbum Theo canta Chico.
Se Theo chega ao projeto pelo olhar de uma geração que mantém viva a relação com a bossa nova, Márcia Tauil traz uma trajetória de mais de quatro décadas dedicada à música brasileira. Nascida em Guaxupé (MG) e radicada em Brasília, a cantora, compositora, produtora e professora de canto construiu uma carreira que reúne trabalhos autorais e interpretações de importantes compositores brasileiros.
Ao longo desse percurso, Márcia dividiu palcos e gravações com artistas como Miúcha, Danilo Caymmi, Emílio Santiago, Vânia Bastos, Jane Duboc, Roberto Menescal, Paulo César Pinheiro, Eduardo Gudin, Paulinho Nogueira e Tavito. Entre suas parcerias mais constantes estão ainda o gaitista, compositor e arranjador Rildo Hora e o pianista, compositor e arranjador Cristovão Bastos.
A relação de Márcia com a bossa nova também atravessa sua trajetória artística. A cantora é parceira de Roberto Menescal em “Clube da Bossa” e já levou ao palco composições de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, aproximando sua experiência como intérprete do repertório que agora volta a encontrar no projeto.
A abertura dos shows fica por conta do Trio de Sopros Vento e Verso e percussão, formado por Jackson Delano, Marina Vanéli e Carlos Cárdenas. Com arranjos desenvolvidos especialmente para a temporada, o grupo prepara o público para o repertório da noite. Na sequência, Theo Bial e Márcia Tauil serão acompanhados pelo Regional Choro Livre, grupo residente de Tom e Vinicius e responsável pela condução musical da temporada.
Tom e Vinicius segue até 11 de outubro reunindo artistas de diferentes gerações e trajetórias em torno da obra de Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes. Depois de Theo Bial e Márcia Tauil, a programação recebe Juliane Gamboa, Joana Duah e Leo Gandelman.
TOM E VINICIUS
Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes formaram uma das parcerias mais importantes da história da música brasileira. Responsáveis por clássicos como Garota de Ipanema, Chega de Saudade, Corcovado, Insensatez e Eu Sei que Vou Te Amar, ajudaram a projetar a música brasileira no cenário internacional e transformaram a Bossa Nova em um dos movimentos culturais mais influentes do século XX. Mais do que compositores, deixaram um legado que dialoga com o samba, o choro, a canção popular e a poesia, influenciando artistas de diferentes gerações e consolidando sua obra como um dos pilares da cultura brasileira.
REGIONAL CHORO LIVRE
Grupo residente da temporada, o Choro Livre conduz toda a programação de Tom e Vinicius, acompanhando os artistas convidados em arranjos especialmente concebidos para o projeto. Referência na difusão do choro e da música instrumental brasileira, o conjunto estabelece a unidade artística dos espetáculos e reafirma o protagonismo do gênero na construção da identidade musical do país. Sua trajetória, construída ao longo de décadas ao lado de grandes nomes da música brasileira, faz do grupo um dos principais representantes do choro contemporâneo mundial.
TRIO DE SOPROS VENTO VERSO e PERCUSSÃO
Formado por Jackson Delano, Marina Vanéli e Carlos Cárdenas, o trio de Sopros Vento e Verso amplia a sonoridade dos espetáculos por meio de arranjos especialmente desenvolvidos para a temporada. Reunindo músicos com sólida atuação na música de concerto e na música popular brasileira, o grupo contribui para novas leituras do repertório de Tom Jobim e Vinicius de Moraes.
JOANA DUAH
Nascida em Brasília, Joana Duah retorna à cidade após uma trajetória internacional construída ao longo de mais de duas décadas. Com passagens por Nova Iorque, Hong Kong, São Paulo e Rio de Janeiro, a cantora desenvolveu uma carreira marcada pelo diálogo entre a música brasileira, o jazz e outras influências da música mundial. Em Tom e Vinicius, sua interpretação destaca a universalidade da obra de Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, reafirmando a força de um repertório que continua atravessando fronteiras e gerações.
THEO BIAL
Theo Bial representa uma nova geração de compositores que dialoga com a tradição da música brasileira sem abrir mão de uma identidade própria. Influenciado pela bossa nova, pelo samba e por diferentes manifestações da cultura popular, o cantor e compositor carioca constrói um repertório marcado pela sensibilidade e pela valorização da canção brasileira. Sua participação em Tom e Vinicius evidencia a permanência da obra de Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes como inspiração para artistas contemporâneos e reafirma a força desse legado junto às novas gerações.
MÁRCIA TAUIL
Cantora, compositora, produtora e professora de canto, Márcia Tauil construiu uma trajetória de mais de quatro décadas dedicada à valorização da música brasileira. Nascida em Minas Gerais e radicada em Brasília, lançou uma discografia que reúne trabalhos autorais e projetos dedicados a importantes compositores, além de dividir o palco e o estúdio com nomes como Miúcha, Danilo Caymmi, Emílio Santiago, Roberto Menescal, Paulo César Pinheiro, Rildo Hora e Cristóvão Bastos. Primeira mulher a vencer como compositora e primeira bicampeã do Festival Viola de Todos os Cantos, foi reconhecida, em 2025, nas categorias Cantora e Compositora do Prêmio Profissionais da Música.
JULIANE GAMBOA
Indicada ao Grammy Latino de Melhor Artista Revelação em 2025, Juliane Gamboa integra uma nova geração que amplia os caminhos do jazz brasileiro. Sua música aproxima jazz, samba e MPB em uma linguagem contemporânea, marcada pelo improviso, pelo lirismo e pela conexão com as raízes afro-brasileiras. No álbum JAZZWOMAN, lançado pela Biscoito Fino, a artista aborda temas como ancestralidade, espiritualidade, liberdade e autonomia da mulher preta. Com apresentações nos Estados Unidos e na Europa, Juliane leva a Tom e Vinicius uma interpretação que une tradição, reinvenção e forte presença cênica.
LEO GANDELMAN
Saxofonista, compositor, arranjador e produtor musical, Leo Gandelman é uma das principais referências da música instrumental brasileira. Ao longo de mais de quatro décadas, contribuiu para aproximar o gênero do grande público, transitando com naturalidade entre a música popular, o jazz e o repertório de concerto. Com 21 discos lançados, mais de 500 mil cópias vendidas e atuações como solista junto a importantes orquestras brasileiras e internacionais, foi recentemente reconhecido com o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade de Brasília. Sua relação com a obra de Tom Jobim e Vinicius de Moraes inclui apresentações com a Orquestra Sinfônica de Moscou, nas quais interpretou clássicos como A felicidade e Chega de saudade. Em Tom e Vinicius, encerra a temporada acompanhado por seu quarteto.
JACKSON DELANO – Arranjador do projeto Tom e Vinicius
Clarinetista, saxofonista, arranjador, compositor e educador musical. Músico e arranjador da Orquestra Sinfônica da Força Aérea Brasileira (OSFAB), é professor da Escola Brasileira de Choro e palestrante convidado em cursos, oficinas e festivais nacionais e internacionais. Suas obras já foram executadas em importantes salas de concerto no Brasil e no exterior e, ao longo da carreira, dividiu o palco com grandes nomes da música brasileira, consolidando uma trajetória dedicada à performance, à criação de arranjos e à formação de novos músicos.
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizadas exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Acessibilidade
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.
A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou, ainda, pelo QR Code na própria van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code, que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van – de quinta a domingo:
Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h
Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul
Horários Clube do Choro: 19 de setembro, sábado, 20h30 CCBB: 20 de setembro, domingo, das 16h às 19h (acesso ao evento às 15h)
Ingressos CCBB: gratuito mediante retirada de ingressos limitados, a partir das 12h do dia anterior Clube do Choro: Bilheteria Digital Classificação indicativa: Livre
Primeira edição na capital acontece em 11 e 12 de outubro, no fim de semana do Dia das Crianças; pré-venda exclusiva para cartões CAIXA Elo já está aberta
Do rock ao forró, da palhaçaria à contação de histórias, há muitas maneiras de brincar e descobrir o mundo. Nos dias 11 e 12 de outubro, elas se encontram na primeira edição brasiliense do Querido Festival. Realizado no Clube do Choro de Brasília, o evento ocupa o fim de semana do Dia das Crianças com uma programação que reúne música, circo, teatro, literatura e brincadeiras para crianças e famílias.
Mais do que assistir aos espetáculos, a proposta é convidar crianças e adultos a viverem juntos cada experiência. Além das atrações artísticas, o Querido Festival terá ações recreativas distribuídas por diferentes ambientes, incluindo uma área externa arborizada, além de salas e estúdios. Cantar, dançar, ouvir histórias, experimentar novas linguagens e simplesmente brincar fazem parte de uma programação pensada para valorizar a infância, a convivência e o tempo compartilhado em família.
Para Mariana Braga, uma das organizadoras do Querido Festival, criar oportunidades para esse encontro ganha ainda mais importância em um cotidiano cada vez mais atravessado pelas telas. “Em um mundo cada vez mais digital, precisamos estimular as experiências reais, táteis e humanas que marcam positivamente a memória afetiva das crianças e fortalecem os laços familiares”, afirma.
A pré-venda de ingressos já está aberta, com exclusividade para cartões CAIXA Elo até 17 de setembro. E podem ser adquiridos no site: Queridofestival.com.br
Dois dias para brincar
No domingo (11), Chou Chou, Grupo Matrakaberta, Irmãos Saúde e Meriele e Sua Gente integram a programação, com o Palhaço Pepino como mestre de cerimônias. As atividades acontecem em dois turnos, pela manhã e à tarde, com apresentações que passam pela música, literatura, contação de histórias e ritmos brasileiros.
O Grupo Matrakaberta leva ao festival uma experiência em que histórias e música ao vivo se entrelaçam. Com humor e interação, as crianças são convidadas a cantar, bater palmas e participar das narrativas, aproximando literatura, imaginação e brincadeira.
Meriele e Sua Gente apresenta Forrozeirinhos, show interativo e dançante que leva xotes, baiões, forrós e arrasta-pés ao universo infantil. Com sanfona, zabumba, triângulo e voz, a apresentação incorpora ainda percussão corporal, movimento e elementos lúdicos para aproximar as crianças do cancioneiro e da cultura nordestina.
No dia 12 de outubro, Dia das Crianças, a programação continua com Chou Chou e Farofa, Will e Alessandra, As Pareias e SQQ Rockids, além do Palhaço Pepino. O segundo dia amplia a mistura de linguagens do festival, com cantigas de roda, circo, cultura popular e rock infantil.
Formada por Érica Rodrigues e Paloma Menino, a companhia As Pareias leva à programação palhaçaria, acrobacias, malabares e referências à cultura popular brasileira. Em Pareias Paridas do Paranoá, a dupla celebra a amizade e a força da parceria feminina em um espetáculo de circo-teatro marcado pelo humor e pela participação do público.
Já a brasiliense SQQ Rockids aposta no rock infantil autoral para aproximar música, diversão e educação. Criada em Brasília, a banda desenvolve um repertório próprio que aborda temas como amizade, respeito, cidadania, sustentabilidade e convivência, em apresentações interativas voltadas às crianças e às famílias.
Pensado também para acolher as famílias ao longo do dia, o festival terá fraldário, área dedicada à primeira infância e bicicletário, além de ser pet friendly.
O Querido Festival chega pela primeira vez a Brasília depois de uma edição realizada em Salvador, em 2025. Na capital baiana, ocupou os jardins do Museu Carlos e Margarida Costa Pinto com música, teatro, contação de histórias, oficinas e outras experiências voltadas ao público infantil. O projeto é realizado pela TOOL Criativa, empresa brasiliense responsável também pelo Festival Família Brasília, e nesta edição conta com a parceria da produtora capital do Rock.
SERVIÇO
Querido Festival – primeira edição em Brasília Datas: 11 e 12 de outubro de 2026 Local: Clube do Choro de Brasília Programação: manhã e tarde Pré-venda: já aberta, exclusiva para cartões CAIXA Elo até 17 de setembro Venda geral: 18 de setembro Ingressos:Queridofestival.com.br Classificação: Livre
A 59ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o mais longevo e um dos mais importantes do país, será realizada com apresentação e patrocínio bianual da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Cultural, para a realização das edições deste ano e do próximo, que será o 60º Festival de Brasília. Este apoio é um dos pilares que viabiliza a continuidade do festival, um espaço histórico e essencial para o debate, a exibição e o fomento da cinematografia brasileira em toda a sua diversidade.
Com uma trajetória que atravessa seis décadas, o Festival de Brasília mantém-se como um vetor de resistência cultural e de liberdade de expressão, sobrevivendo a momentos críticos e se afirmando como guardião da memória cultural e da artisticidade do cinema do país. O patrocínio da Petrobras, empresa com uma história de três décadas de apoio ao audiovisual nacional, valida a relevância e o compromisso do festival com a cultura brasileira.
“O patrocínio da Petrobras é um reconhecimento da importância histórica e do papel estruturante que o Festival de Brasília exerce para o cinema nacional. Essa parceria nos permite não apenas manter viva essa tradição, mas também ampliar nosso alcance, reforçando o compromisso com a inclusão, o acesso à cultura e a articulação com o público”, afirma Sara Rocha, diretora geral do Festival de Brasília.
Além de viabilizar a mostra competitiva e as exibições, o apoio contribui para a realização de atividades formativas e de difusão que são marcas registradas do evento, consolidando-o como um farol para cineastas, críticos e amantes do cinema de todo o Brasil.
O projeto do Festival de Brasília foi aprovado na Seleção Programa Petrobras Cultural e é viabilizado com recursos do Ministério da Cultura, por intermédio da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).
SERVIÇO
59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Data: De 11 a 19 de setembro de 2026
Cine Brasília: EQS 106/107, Asa Sul, Brasília – DF
Outros locais:
Complexo Cultural de Planaltina: Av. Uberdan Cardoso, Setor Administrativo, Lote 02, Planaltina – DF
Universidade Católica de Brasília (UCB – Campus Taguatinga): QS 07, Lote 01, EPCT, Taguatinga Sul – DF
Complexo Cultural Samambaia: QS 301, Conjunto 05, Lote 01, Samambaia Sul – DF
Cine Cultura Liberty Mall: SCN Quadra 02, Bloco D, Shopping Liberty Mall, Asa Norte, Brasília – DF