Os sucessos do grupo sueco ABBA vão ganhar uma nova versão no POUPEX Cultural. Nos dias 1º, 2 e 3 de outubro, o Teatro POUPEX recebe Mamma Mia in Concert, musical inédito que faz parte da programação especial em comemoração aos 45 anos da FHE POUPEX.
O espetáculo reúne artistas do Empório Cultural de Brasília, da Companhia de Teatro Musical de Brasília e da Orquestra Sinfônica da Força Aérea Brasileira (OSFAB), sob regência da maestrina Michelle Fiuza.
A história se passa na Grécia e acompanha Sophie, que está prestes a se casar e decide descobrir quem é seu pai. Ao consultar o diário da mãe, Donna, a jovem encontra três possibilidades e resolve convidá-los para a cerimônia, sem revelar seus planos. O reencontro transforma os preparativos do casamento e dá início a uma trama de amor, amizade, descobertas e situações inesperadas.
Na montagem, com 1h20 de duração, os diálogos serão apresentados em português e as canções, em inglês, preservando as versões originais do ABBA.
Mamma Mia in Concert 1º de outubro (quinta-feira), às 20h 2 de outubro (sexta-feira), às 20h 3 de outubro (sábado), às 17h e às 20h Teatro POUPEX, no Setor Militar Urbano (SMU), em Brasília Ingressos: a partir de R$ 40 (meia-entrada) Vendas: a partir de 17 de setembro, às 12h, no Sympla Duração: aprox. 1h20 Classificação indicativa: 12 anos
Sob o tema “Museus para Todas as Pessoas”, a 20ª edição da campanha do Ibram encontra no Rolê Cultural mediações sem agendamento, vivências em LIBRAS e uma caça às obras pela arquitetura de Oscar Niemeyer
Entre os dias 21 e 27 de setembro, museus de todo o país participam da 20ª Primavera dos Museus, campanha anual promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) para aproximar essas instituições da vida cotidiana das cidades. O tema desta edição, “Museus para Todas as Pessoas”, propõe uma pergunta prática a cada instituição: quem, de fato, atravessa suas portas, e o que é preciso mudar para que mais gente atravesse. No Centro Cultural Banco do Brasil Brasília, aberto de terça a domingo, a semana começa no dia 22 e reúne atividades gratuitas do Rolê Cultural, o programa educativo. Ingressos disponíveis em ingressos.ccbb.com.br ou na bilheteria do CCBB Brasília.
A porta de entrada é o Rolê Espontâneo, visita mediada que dispensa agendamento e sai de hora em hora, das 10h às 19h, da Sala do Rolê Cultural. Quem chega ao CCBB sem planejar pode se juntar ao próximo grupo e percorrer as exposições em cartaz com um educador, em mediações que se adaptam às idades e aos interesses de quem está ali. Cada visita dura uma hora e recebe até 30 pessoas.
A acessibilidade, que dá o tom do tema deste ano está presente no Rolê com LIBRAS, que acontece toda sexta-feira e reúne pessoas surdas e ouvintes em encontros conduzidos por educadores e intérpretes. No dia 25, às 16h, dentro da semana da campanha, a atividade propõe uma vivência em LIBRAS na exposição Yoshitaka Amano – Além da Fantasia, com 25 vagas.
O acervo e o próprio edifício também entram na conversa. Nos dias 25 e 26, às 18h, o Rolê no Jogo Coleção de Arte BB convida o público a montar sua própria coleção a partir de obras de artistas como Oscar Niemeyer, Athos Bulcão e Roberto Burle Marx. Já a Visita-Espetáculo, nos dias 26 e 27, às 16h, conduz os participantes por uma caça às cartas deixadas por Niemeyer, com músicas, cantigas e brincadeiras que revelam obras de arte e detalhes da arquitetura do Edifício Tancredo Neves.
Encontro com professores
O desdobramento do tema chega ainda aos professores. No dia 30, às 19h, o encontro Arte em Jogo recebe docentes e arte-educadores para uma visita mediada à Coleção de Arte do Banco do Brasil, seguida da experimentação do Jogo da Coleção, material educativo criado pelo Rolê Cultural e de uma roda de conversa sobre o ensino de Arte na escola. São 20 vagas.
O projeto tem realização do Ministério da Cultura e patrocínio do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).
Sobre o CCBB Brasília O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Acessibilidade A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van – De quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.
Programação:
Rolê Espontâneo Aberta ao público e sem necessidade de agendamento, essa atividade acontece de hora em hora e propõe mediações interativas adaptadas às diferentes faixas etárias, promovendo diálogos sensíveis com as exposições em cartaz. Em setembro, integra a programação da Primavera dos Museus. Data: Terça-feira a domingo, das 10h às 19h (de hora em hora). Ingresso único válido das 10h às 19h Duração: 1h Capacidade: 30 pessoas Classificação: Livre Ponto de encontro: Sala do Educativo
Rolê no Jogo Coleção de Arte BB Os participantes criam sua própria coleção a partir de pinturas, esculturas e gravuras de artistas como Oscar Niemeyer, Athos Bulcão e Roberto Burle Marx. A atividade estimula percepção estética, sensibilidade e valorização do acervo. Data: Sextas e sábados, às 18h Duração: 1h Capacidade: 30 pessoas Classificação: Livre Ponto de encontro: Sala do Educativo
Visita Espetáculo Conduzidos por personagens, os participantes percorrem o CCBB em busca das cartas deixadas por Oscar Niemeyer, pistas de uma divertida caça às obras e aos detalhes da arquitetura. A cada descoberta, músicas, cantigas e brincadeiras dão vida aos ambientes. Data: Sábados e domingos, às 16h (com retirada de ingressos) Duração: 40 minutos Capacidade: 30 pessoas Classificação: Livre
Arte em Jogo – Encontro para professores Encontro que convida professores a conhecer a exposição Coleção de Arte do Banco do Brasil por meio de visita mediada e da experimentação do Jogo da Coleção, material educativo do Educativo CCBB. Ao final, uma roda de conversa sobre o ensino de Arte na escola. Data: 30/09, às 19h Duração: 1h Capacidade: 20 pessoas Classificação: Adultos, professores e arte-educadores Ponto de encontro: Hall Coleção de Arte
Após a boa receptividade por onde passou, espetáculo criado e interpretado por Cristina e Tatiana Carvalhedo realiza as últimas sessões
Depois de percorrer diferentes Regiões Administrativas do Distrito Federal, CAMOCIM chega à etapa final de sua temporada com três apresentações gratuitas no Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul. As sessões serão realizadas no Teatro Hugo Rodas, nos dias 24, às 16h; 25, às 20h; e 26 de setembro, às 20h, encerrando uma circulação marcada pelo encontro com públicos de diferentes territórios.
Criado e interpretado por Cristina Carvalhedo e Tatiana Carvalhedo, mãe e filha na vida e parceiras na construção da obra, o espetáculo passou pelo Gama, por Taguatinga e por Planaltina antes de chegar ao Plano Piloto. As apresentações alcançaram as expectativas do projeto e tiveram boa receptividade do público, que acompanhou com interesse uma narrativa construída entre memórias, afetos e fabulação.
Com dramaturgia autoral, CAMOCIM parte das experiências compartilhadas por Cristina e Tatiana para conduzir o público por uma narrativa na qual as lembranças das histórias vividas convivem com a ficção. Fragmentos do cotidiano, histórias familiares, ausências e silêncios compõem uma espécie de paisagem afetiva, capaz de despertar também as recordações de quem assiste.
Embora tenha como ponto de partida a relação entre mãe e filha, a obra ultrapassa os contornos desse vínculo. Ao contrário, abre espaço para a escuta, a cumplicidade e o afeto, revelando as diferentes formas pelas quais uma história familiar pode ser transmitida, preservada.
A direção artística e musical de Fernanda Jacob acompanha esse movimento entre realidade e fabulação. Humor e emoção se encontram em uma encenação construída por pequenos acontecimentos, atmosferas e lembranças que alcançam experiências reconhecíveis. Assim, CAMOCIM não pretende reconstruir o passado, mas perceber aquilo que se mantém vivo no presente e aponta um futuro.
Idealizadoras, dramaturgas e atrizes da montagem, Cristina e Tatiana Carvalhedo compartilham uma trajetória dedicada à criação artística. Em CAMOCIM, esse encontro entre gerações torna-se também matéria teatral: mãe e filha escrevem e ocupam juntas a cena, transformando a experiência familiar em uma criação sobre memória, ancestralidade e continuidade.
Encontro com diferentes públicos
Ao longo da circulação, CAMOCIM também promoveu sessões especiais para estudantes da rede pública. A atenção e o envolvimento dos alunos durante as apresentações evidenciaram a importância das ações de formação de plateia nas escolas, capazes de aproximar os jovens das artes cênicas e ampliar o acesso à experiência teatral.
Além das sessões destinadas às escolas, o projeto reuniu mediações culturais, recursos de acessibilidade, oficinas e outras ações formativas voltadas a diferentes públicos. Dessa forma, os temas presentes no espetáculo deram origem a experiências de criação, escuta e compartilhamento, fortalecendo o encontro entre artistas, comunidades e territórios. CAMOCIM é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF).
Sinopse
Camocim é um espetáculo que transita entre memórias e heranças afetivas, revelando a potência daquilo que parece desimportante. Em cena, mãe e filha atravessam lembranças, despedidas e histórias por meio de silêncios, gestos e ausências. A cena revela o que permanece vivo com o passar do tempo. Entre a realidade e a fábula, o espetáculo convida o público a reconhecer, nas experiências mais íntimas, um território comum de afeto.
Serviço
CAMOCIM Espaço Cultural Renato Russo — Teatro Hugo Rodas — 508 Sul 24 de setembro, às 16h; 25 de setembro, às 20h; e 26 de setembro, às 20h
Acessibilidade: a sessão do dia 24 de setembro, às 16h, contará com a presença de estudantes da rede pública de ensino na plateia e terá interpretação em Libras e audiodescrição
Classificação indicativa: 14 anos
Ficha técnica:
Idealização, dramaturgia e atuação: Cristina Carvalhedo e Tatiana Carvalhedo. Direção artística e musical: Fernanda Jacob. Coordenação geral: Cristina Carvalhedo. Coordenação administrativa: Carvalhedo Produções. Coordenação de produção: Tatiana Carvalhedo. Coordenação pedagógica: Marcelo Nenevê. Produção executiva: Janaína Azevedo e Marcelo Nenevê. Cenografia: Fernanda Jacob e Marley Oliveira. Figurino: Cristina Carvalhedo e Tatiana Carvalhedo. Iluminação: Manu Maia. Operação de luz: Manu Maia e Shirley Araújo. Técnico de Som: Damião dos Santos. Sonoplastia: Diogo Vanelli. Provocação cênica: Ana Flávia Garcia e Francis Wilker. Designer gráfico: Pedro de Oliveira. Fotografia: Diego Bresani, Jordana Mascarenhas, Mariana Guedes, Mila Petrillo e Thaís Mallon. Coordenação de acessibilidade: Iury Ferraz. Gestão de mídias sociais e registro audiovisual: Vitor Ambrosio. Oficinas: Cristina Carvalhedo, Tatiana Carvalhedo, Fernanda Jacob, Virgínia Nenevê e Luiza Guimarães. Mediação cultural: Bruna Paz e Pedro Ribeiro. Assessoria de imprensa: Rodrigo Machado.
Obra de R.C. Ballerini parte de um manuscrito enviado de 2042 para 2026 e terá 10 mil exemplares distribuídos gratuitamente no Distrito Federal
E se uma mensagem chegasse do futuro? Em A Distopia: 2026 e o futuro do Brasil, o escritor R.C. Ballerini parte dessa pergunta para imaginar os acontecimentos que podem transformar o Brasil após as eleições de 2026. Na narrativa, um escritor em 2042 encontra uma forma de enviar um manuscrito para o passado. O destino é 2026. O que chega é um livro.
Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), o projeto terá 10 mil exemplares deA Distopiadistribuídos gratuitamente no Distrito Federal. Diferentemente de um lançamento convencional, a obra não terá uma única data ou local para chegar ao público. Os exemplares começam a circular gratuitamente em diferentes eventos culturais do Distrito Federal, fazendo com que a mensagem criada na ficção também percorra, aos poucos, o presente.
Na história, o ponto de partida está em 2042, em Chiapas, no México, dezesseis anos depois de uma grande crise que transformou o Brasil e o mundo. O narrador encontra um artefato de aparência misteriosa, associado à cultura maia, que permite enviar ao passado objetos produzidos a partir de matéria vegetal, como papel, madeira e plantas. É por meio desse dispositivo que um manuscrito produzido em 2042 é enviado para 2026, com a intenção de fazer a história chegar ao maior número possível de brasileiros antes que os acontecimentos narrados se concretizem.
O manuscrito se transforma em uma espécie de linha do tempo imaginada entre 2026 e 2042, acompanhando acontecimentos políticos, sociais, sanitários e ambientais que modificam o país e suas relações com o mundo. Entre eles está a chamada Covid-26, uma nova pandemia iniciada na China e que se espalha internacionalmente. Ao longo da narrativa, surgem personagens, conflitos e redes de resistência, enquanto territórios como Chiapas, Rojava e a Amazônia aparecem como espaços de organização e experimentação de outras formas de vida coletiva.
A obra também imagina possibilidades de reconstrução. Ao lado dos conflitos e das crises, aparecem experiências de organização comunitária, cultura, arte e cooperação. Entre elas está o Festival de Artes do Solstício, celebração que integra esse futuro imaginado pelo autor e apresenta uma sociedade que também encontra formas de reorganizar a vida depois das rupturas.
Da pandemia ao futuro imaginado
A ideia de A Distopia surgiu em 2021, durante a pandemia de Covid-19. Segundo R.C. Ballerini, o contexto daquele período, somado ao cenário político e social brasileiro, despertou o desejo de imaginar para onde poderiam levar determinados caminhos políticos. O livro foi escrito naquele momento e posteriormente reescrito, incorporando elementos do presente. Para o autor, 2026 ganhou importância na narrativa por ser um ano eleitoral e concentrar disputas que podem ter consequências para o futuro do país.
“Em 2026, me parece que temos uma situação geopolítica mais acirrada e as atenções estão muito mais voltadas ao Brasil. O grande capital internacional está ávido por interferir no processo eleitoral brasileiro, e os candidatos alinhados à direita, e em especial à extrema direita, representam claramente os interesses dessas grandes corporações. Isso faz com que as eleições de 2026 representem um possível ponto de definição muito importante para o nosso futuro”, afirma.
Segundo Ballerini, a distribuição gratuita do livro tem o objetivo de alcançar o maior número possível de pessoas e contribuir para a discussão política do momento.
“Os rumos do país não estão seguros nas mãos da extrema direita. O livro apresenta uma caricatura de situações extremas e traz a compreensão de que, de forma geral, a atuação desse campo político realmente não se importa com meio ambiente, cultura, justiça social e distribuição de renda. Uma atuação nesse registro acaba resultando em uma destruição total muito mais agressiva do que o senso comum imagina, gerando consequências em muitos outros aspectos”, destaca.
Sobre o autor
R.C.Ballerini é músico, escritor, radialista e piloto de ideias. Publicou Fragmentos, uma obra de escritos curtos experimentais, em 2019. É idealizador e diretor artístico do DF-instrumental-FEST, que desde 2023 promove a música instrumental do DF e do Brasil em territórios de periferia. É compositor e instrumentista do Duo Palco-céu, que já atendeu a mais de 40 mil crianças da rede pública de ensino do DF, foi instrumentista, é o produtor do Satanique Samba Trio, com 23 anos de carreira, 16 álbuns produzidos e 4 turnês europeias, e é co-idealizador, curador e apresentador do Programa Brasil instrumental, na Cultura FM Brasília.
SERVIÇO
A Distopia: 2026 e o futuro do Brasil
De R.C. Ballerini
Páginas: 88
Tiragem: 10 mil exemplares
Distribuição: gratuita, em diferentes eventos culturais do Distrito Federal
Nos dias 26 e 27 de setembro, projeto promove oficinas, apresentações musicais e espetáculos teatrais gratuitos na Asproeste
O Encontro de Artes do Lago Oeste chega ao último fim de semana de programação com uma agenda dedicada ao teatro. Nos dias 26 e 27 de setembro, a Asproeste recebe oficinas de atuação, apresentações musicais e dois espetáculos do Coletivo Truvação. Todas as atividades são gratuitas e fazem parte do projeto que, ao longo de quatro finais de semana, levou diferentes linguagens artísticas ao Lago Oeste.
No sábado (26), a programação começa às 14h com a oficina Brincando de Atuar, ministrada por Ana Matuza. Das 16h às 18h, Luciana Martins conduz a oficina Atuação para o Teatro: Exercícios e Jogos. As atividades propõem uma aproximação prática com o fazer teatral, explorando exercícios e jogos de atuação.
Às 18h30, a Fanfarra Me Chame Pelo Nome abre a programação artística da noite. Na sequência, às 19h30, o Coletivo Truvação apresenta Umbigo do Infinito, espetáculo com duração de 90 minutos.
No domingo (27), as duas oficinas são novamente realizadas, mantendo a programação de formação teatral. Às 18h30, a música fica por conta da Fanfarra Maluvidas. O encerramento do projeto acontece às 19h30, com a apresentação de A Batalha do Portal, também do Coletivo Truvação, com duração de 75 minutos. As inscrições para as oficinas são feitas pelo formulário eletrônico.
Cultura para além do Plano Piloto
Realizado ao longo de setembro, o Encontro de Artes do Lago Oeste foi estruturado em quatro finais de semana temáticos. A programação passou por dança, cinema e audiovisual, música, circo e teatro, combinando atividades de formação e apresentações artísticas gratuitas.
Além de levar diferentes linguagens para o Lago Oeste, o projeto buscou criar condições para que o público de outras regiões do Distrito Federal também pudesse participar. Por isso, foi disponibilizado transporte gratuito entre a Rodoviária do Plano Piloto e a Asproeste durante os finais de semana de programação.
Para o último fim de semana, os horários previstos são:
13h: Rodoviária do Plano Piloto → Asproeste
16h15: Asproeste → Rodoviária do Plano Piloto
17h15: Rodoviária do Plano Piloto → Asproeste
21h30: Asproeste → Rodoviária do Plano Piloto
O transporte é gratuito, mas é necessário realizar inscrição prévia por formulário eletrônico disponível na página oficial do projeto. As vagas estão sujeitas à capacidade dos veículos.
A acessibilidade também integra o projeto, com recursos disponibilizados de acordo com a programação, incluindo Libras, audiodescrição e legendas descritivas.
Ao longo da edição, o Encontro de Artes do Lago Oeste criou espaços de contato com a produção cultural no próprio território, reunindo artistas, moradores e visitantes em uma programação que apostou na descentralização do acesso à cultura e na valorização da comunidade do Lago Oeste.
“Mais do que levar uma programação cultural para o Lago Oeste, o Encontro de Artes ajudou a mostrar a potência que já existe no território e a importância de criar oportunidades para que a arte circule por regiões que nem sempre estão no roteiro dos grandes eventos de Brasília. Ao longo dessas semanas, tivemos contato com moradores, artistas e públicos diferentes, ocupamos espaços e criamos encontros a partir da dança, do audiovisual, da música, do circo e do teatro. O impacto que fica é justamente esse: aproximar a cultura das pessoas, fortalecer o vínculo com o território e mostrar que o Lago Oeste também é lugar de produção, encontro e experiência artística”, assinala a idealizadora Bruna Martins.
Este projeto é realizado pela Rang Cultural, pela Ana Martins Produções e pela Joana Piantino Produções, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). O encontro conta com apoio da Asproeste, da Horta do Preto, da La Pauta Comunicações e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec).
Programação gratuita:
Sábado, 26/9
14h às 16h – Oficina Brincando de Atuar, com Ana Matuza
16h às 18h – Oficina Atuação para o Teatro: Exercícios e Jogos, com Luciana Martins
18h30 – Fanfarra Me Chame Pelo Nome
19h30 – Umbigo do Infinito, do Coletivo Truvação
Domingo, 27/9
14h às 16h – Oficina Brincando de Atuar, com Ana Matuza
16h às 18h – Oficina Atuação para o Teatro: Exercícios e Jogos, com Luciana Martins
Sucesso de público, todos os cinco filmes retornam aos cinemas em outubro
A Paris Filmes acaba de abrir pré-venda de ingressos para reexibição especial de “Jogos Vorazes”, “Jogos Vorazes: Em Chamas”, “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1”, “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 2” e “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”. O relançamento dos longas baseados nos best-sellers de Suzanne Collins contará ainda com conteúdos exclusivos do elenco de “Jogos Vorazes – Amanhecer Na Colheita” antes de cada exibição. As produções voltam aos cinemas a partir de 15 de outubro. Baixe os cartazes neste link. Assista ao teaser aqui.
No primeiro, Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) se oferece no lugar da sua irmã para competir nos Jogos Vorazes, onde jovens dos doze distritos de Panem são escolhidos aleatoriamente para lutar um contra o outro até que um sobrevivente permanece. “Em Chamas” mostra Katniss e Peeta Mellark (Josh Hutcherson) ao tornarem-se alvos da Capital após a vitória do 74º Jogos Vorazes, o que resulta em uma rebelião dos distritos.
Em “A Esperança – Parte 1”, Katniss é resgatada pelos rebeldes e levada ao Distrito 13 depois que quebra os Jogos Vorazes para sempre. Sob a liderança da Presidente Coin (Julianne Moore) e de Plutarch Heavensbee (Philip Seymour Hoffman), Katniss abre as suas asas e torna-se Mockingjay, o líder simbólico da rebelião. “A Esperança – O Final” traz Katniss percebendo que as apostas não são mais apenas para a sobrevivência, são para o futuro. Com a nação de Panem em guerra, ela enfrenta o Presidente Snow (Donald Sutherland).
Por fim, em “A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, anos antes de se tornar o tirânico Presidente de Panem, Coriolanus Snow (Tom Blyth), aos 18 anos, vê uma chance de mudança de sorte quando é escolhido para ser mentor de Lucy Gray Baird (Rachel Zegler), uma garota tributo do empobrecido Distrito 12.
Juntos, os cinco filmes já levaram mais de 16 milhões de espectadores aos cinemas do país. O elenco conta ainda com Stanley Tucci, Liam Hemsworth, Lenny Kravitz, Woody Harrelson, Elizabeth Banks, Sam Claflin, Viola Davis, Hunter Schafer e mais. A direção de “Jogos Vorazes” é de Gary Ross e dos filmes seguintes de Francis Lawrence. A distribuição nacional é da Paris Filmes.
SOBRE A PARIS FILMES
A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H”, “Manas”, “Pedágio”, “Ritas”, “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, “A Empregada”, a franquia “Truque de Mestre”, “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia – “Minha Melhor Amiga”.
Entre os próximos lançamentos estão “Feito Pipa”, “Geni e o Zepelim”, “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, “Minha Vida com Shurastey” e “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita”.
Acompanhe as novidades sobre esse e outros lançamentos por meio das redes sociais:
Em cartaz até 30 de setembro, mostra reúne seis instalações integradas à paisagem do Cerrado e celebra o envolvimento do público com uma experiência de arte em meio à natureza
O público tem até 30 de setembro para visitar o II Festival Galeria Aberta: Arte da Terra, no Jardim Botânico de Brasília e como última ação, Patrícia Bagniewski, que assina também assina a curadoria e tem obra exposta, conduz uma visita orientada pela mostra, domingo (27), a partir das 11h. A mostra reúne instalações inéditas de Adriane Kariú, Coletivo Vaga-mundo – poéticas nômades, Daisy Barros, Nina Coimbra, Patricia Bagniewski e Valéria Pena-Costa, concebidas especialmente para o local. Ao longo do percurso, as obras se relacionam com árvores, luz, vento, sons e outros elementos do Cerrado, convidando cada visitante a perceber a paisagem como parte da criação artística.
Com curadoria de Renata Azambuja e Patricia Bagniewski, o Festival retomou, nesta segunda edição, a proposta iniciada em 2012: deslocar a experiência da arte contemporânea dos espaços expositivos tradicionais e aproximá-la do ambiente natural. A visitação transforma a caminhada pelo Jardim Botânico em um exercício de observação, escuta e descoberta, no qual as mudanças da paisagem também modificam a maneira de ver e sentir cada obra.
Nesta reta final, as curadoras destacam a satisfação com a resposta dos visitantes e com a capacidade do projeto de envolver diferentes públicos em uma forma menos habitual de fruição artística. “É muito gratificante perceber que o público aceitou o convite para desacelerar, caminhar e se deixar atravessar por obras que não estão apenas instaladas na natureza, mas que se transformam com ela. Esse envolvimento confirma a potência de criar encontros entre arte, Cerrado e vida cotidiana”, afirma Patricia Bagniewski.
Para Renata Azambuja, a adesão do público também revela o interesse por experiências culturais que estimulam novas relações com o espaço. “A maior conquista desta edição foi engajar o público em uma experiência de fruição construída no contato direto com as obras e com o meio ambiente. Vimos pessoas de diferentes idades percorrendo o circuito com curiosidade, permanecendo diante das instalações e descobrindo outras maneiras de olhar para o Jardim Botânico”, celebra a curadora.
As seis instalações aproximam arte contemporânea, ancestralidade, memória, ciência e sustentabilidade. O circuito reúne desde painéis inspirados na cosmologia Kariú Kariri e uma composição têxtil feita com materiais reaproveitados até esculturas que convidam à pausa, a escuta das frequências internas de uma árvore, uma criação inspirada na árvore lunar de Brasília e pequenas casas construídas com elementos naturais. Em comum, os trabalhos propõem uma relação sensível com o território e fazem do Cerrado uma presença ativa na experiência artística.
Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), o II Festival Galeria Aberta pode ser visitado de terça a domingo, das 7h às 16h30. A classificação é livre para todos os públicos.
Serviço
II Festival Galeria Aberta: Arte da Terra
Curadoria: Renata Azambuja e Patricia Bagniewski
Local: Jardim Botânico de Brasília
Visita orientada: domingo, 27, a partir das 11h (de graça e sem inscrição prévia)
Visitação: até 30 de setembro, de terça a domingo, das 9h às 16h30
Festival reúne música, cultura, gastronomia e entretenimento no Parque da Cidade
Com apoio do Ministério da Cultura, Brasília recebe novamente o Festival Folklore. Após dez anos, o evento está de volta à cidade para escrever um novo capítulo de sua história.
O festival acontece nos dias 25 e 26 de setembro e 2 e 3 de outubro, no Estacionamento 2 do Parque da Cidade, reunindo música, cultura, dança, gastronomia e entretenimento em uma programação pensada para diferentes públicos.
Para marcar o retorno do Festival Folklore à capital, o evento apresenta o show do Falamansa, uma das bandas de destaque do forró brasileiro. Com uma trajetória de 28 anos que atravessa gerações, o grupo leva ao palco sucessos como “Xote da Alegria”, “Rindo à Toa” e “Xote dos Milagres”, músicas que fazem parte da memória afetiva do público. O repertório também inclui o novo sucesso “Mais um Dia de Sol”, prometendo uma noite para cantar e dançar.
O show do Falamansa acontece na sexta-feira, 25 de setembro, a partir das 18h, no Estacionamento 2 do Parque da Cidade, em Brasília. A entrada é gratuita, mediante retirada de ingresso na plataforma http://www.meubilhete.com.br.
Mais do que uma programação de shows, o Festival Folklore propõe uma experiência que reúne diferentes formas de celebrar a cultura e os encontros. Durante os quatro dias de festival, o público poderá aproveitar apresentações musicais e de dança, opções gastronômicas, bares, brinquedos de parque e muito mais.
O retorno do Folklore marca uma nova fase de um festival que já fez parte da história de Brasília. Dez anos depois, o evento volta ao Parque da Cidade com a proposta de reunir pessoas, valorizar a cultura brasileira e proporcionar momentos de celebração e novas experiências por meio de uma programação diversificada.
SERVIÇO
Festival Folklore – @festival.folklore
Data: 25 e 26 de setembro e 2 e 3 de outubro
Local: Estacionamento 2 do Parque da Cidade, Brasília
Idealizada por Mestra Martinha do Coco e integrada ao projeto Patrimônio Brincante, mostra comunitária exalta a memória viva com entrada franca.
O pulsar dos tambores e o canto ancestral encontram morada certa no próximo dia 26 de setembro. A Casa de Cultura Martinha do Coco recebe a XIII Mostra de Diversidade e Cultura Popular do Paranoá, que nesta edição traz como tema central as “Artes Afro-Indígenas”. A iniciativa integra a programação do projeto Patrimônio Brincante, realizado pelo Instituto Alvorada Brasil, transformando o território em um grande espaço de celebração comunitária, diálogo e valorização do patrimônio cultural imaterial.
Nascida do olhar afetuoso e da liderança comunitária da Mestra Martinha do Coco, a Mostra chega à sua 13ª edição reafirmando a potência das periferias do Distrito Federal. A realização no âmbito do projeto Patrimônio Brincante fortalece essa caminhada ao colocar os saberes originários e de matriz africana no centro da roda, promovendo encontros intergeracionais e conectando a vizinhança aos mestres da cultura de raiz.
“A Mostra nasceu do desejo de ver a nossa comunidade reunida, cantando, dançando e celebrando aquilo que a gente é”, destaca a Mestra Martinha do Coco. “Trazer os saberes indígenas para caminhar junto com a cultura popular e com a nossa ancestralidade negra fortalece a Casa de Cultura e lembra a todo mundo que o nosso patrimônio está vivo no povo, na partilha e no terreiro cultural que construímos no Paranoá todo dia”, completa.
A programação começa às 14h, com foco na infância e na formação lúdica: o contador de histórias Rego Junior comanda uma sessão de contos para a criançada. Das 16h às 22h, o público poderá conferir e adquirir peças exclusivas na Feira de Artesanato Indígena, fortalecendo o protagonismo e a economia criativa dos povos originários.
Ao entardecer, às 17h, o espaço ganha a mandinga e o ritmo ancestral com a apresentação de Capoeira Angola do Grupo BECA. Às 18h30, a reflexão ganha corpo na Roda de Saberes Afro-Indígenas, facilitada por Nayara Tukano e Cristiane Sobral, abrindo espaço para diálogos fundamentais sobre identidade, território e ancestralidade.
A partir das 20h, a festa toma conta do palco sob a condução da mestra de cerimônia Guaja. A noite musical traz um encontro vibrante de linguagens e ancestralidades com o peso e a poesia de Thabata Lorena (AFRODRILL BRASIL), a força percussiva do Cortejo Tawá Tingá (Casa Moringa) e o grande encerramento com Martinha do Coco e Banda, convidando toda a comunidade para cirandar na pisada contagiante do coco.
A XIII Mostra de Diversidade e Cultura Popular do Paranoá integra o projeto Patrimônio Brincante, realizado pelo Instituto Alvorada Brasil. A atividade conta com o apoio da Casa de Cultura Martinha do Coco e da KALI, além do fomento da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (SECEC-DF). O evento tem entrada franca e classificação indicativa livre.
PROGRAMAÇÃO COMPLETA 14h – Contação de Histórias para Crianças | Rego Junior 16h às 22h – Feira de Artesanato Indígena 17h – Roda de Capoeira Angola | Grupo BECA 18h30 – Roda de Saberes Afro-Indígenas | Nayara Tukano e Cristiane Sobral 20h às 23h – Noite de Shows: Mestra de Cerimônia: Guaja Thabata Lorena (AFRODRILL BRASIL) Cortejo Tawá Tingá (Casa Moringa) Martinha do Coco e Banda
SERVIÇO Evento: XIII Mostra de Diversidade e Cultura Popular do Paranoá – Artes Afro-Indígenas Projeto: Patrimônio Brincante Data: 26 de setembro de 2026 (sábado) Horário: Das 14h às 23h Local: Casa de Cultura Martinha do Coco Endereço: Quadra 28, Conjunto E, Lote 28 – Paranoá, DF Entrada: Gratuita Classificação indicativa: Livre Realização: Instituto Alvorada Brasil Apoio: Casa de Cultura Martinha do Coco e KALI Fomento: Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (SECEC-DF) Redes Sociais: Instagram e Facebook @martinhadococo e @patrimoniobrincante
Após temporadas no Teatro Castro Alves, em Salvador, e no Teatro Luiz Mendonça, em Recife, o musical que celebra a obra de Moraes Moreira chega a Brasília para apresentações de 24 a 26 de setembro, na Sala Martins Pena.
Depois de reunir mais de 12 mil espectadores em 14 sessões nas temporadas de Salvador e Recife, o espetáculo Moraes Musical Moreira chega a Brasília para dar continuidade à circulação nacional que celebra a trajetória de um dos grandes nomes da Música Popular Brasileira. Entre os dias 24 e 26 de setembro, a Sala Martins Pena do Teatro Nacional Cláudio Santoro recebe a montagem que transforma em teatro, música e dança a história de Moraes Moreira, artista baiano que ajudou a reinventar a música brasileira e que completaria 79 anos em 2026. Os ingressos já estão disponíveis pelo meubilhete.
A capital federal é a terceira parada da turnê, que começou em Salvador, onde o espetáculo estreou nacionalmente no Teatro Castro Alves, e passou pelo Recife, no Teatro Luiz Mendonça. As duas primeiras temporadas marcaram o início da circulação com casa cheia e levaram ao público uma experiência cênica construída a partir das memórias, das influências e das canções que atravessaram a trajetória de Moraes. Agora, a montagem segue para Brasília antes de chegar ao Rio de Janeiro, última cidade do circuito.
Natural de Ituaçu, na Bahia, Moraes Moreira construiu uma obra que atravessou diferentes gerações e linguagens. Fundador dos Novos Baianos, pioneiro como cantor de trio elétrico e responsável por aproximar diferentes ritmos em sua produção, o artista transitou pelo frevo, choro, rock, samba, forró, MPB e pela poética do cordel. Canções como Pombo Correio, Bloco do Prazer, Chão da Praça e Chame Gente permanecem no repertório popular e ajudam a contar a história de um compositor que levou a música nordestina para diferentes espaços do país.
Dirigido pela atriz e coreógrafa Ana Paula Bouzas, o espetáculo não se limita a reproduzir episódios da biografia do cantor, mas cria uma narrativa poética inspirada em sua personalidade, em sua obra e na relação que estabeleceu com a cultura popular brasileira. Em cena, teatro, música e dança se encontram para apresentar diferentes dimensões de um artista conhecido pela liberdade criativa e pela capacidade de misturar referências.
A narrativa apresenta duas faces de Moraes Moreira: o Poeta-Cantador, interpretado pelo músico e cordelista Rodrigo Sestrem, e o Vaqueiro do Som, vivido pelo ator Cris Meirelles. Os dois personagens percorrem uma jornada em busca da Musa Música, interpretada por Júlia Tizumba, enquanto são acompanhados pelo Bloco do Prazer. O percurso transforma a trajetória do artista em uma espécie de cordel trieletrizado, em que realidade, memória, fantasia e música se misturam.
“Sou ouvinte de Moraes Moreira desde a minha infância. Meu corpo se formou em movimento pela música popular brasileira: em casa, nos auditórios das escolas, nas festas de rua, nos teatros. Entendi que pra viver a riqueza da obra de Moraes no palco – em teatro, dança e música – a gente precisaria trazer, junto com ele, o povo que inspirou e eternizou sua criação, porque Moraes é um artista da massa. Cidadão brasileiro que nos falou de liberdade, democracia, amor e alegria. ‘Moraes Musical Moreira’ é nossa declaração carinhosa a esse assombro criativo que ele é, o nosso desejo de partilhar a presença de um patrimônio musical brasileiro em nossos corpos, celebrar a magnitude de quem viveu em estado constante de inspiração, numa conexão profunda, sincera e refinada entre a sua arte e seu povo”, destaca Ana Paula Bouzas.
A montagem reúne 12 artistas em cena, entre atores, atrizes, cantoras, cantores e multiartistas. Além de Cris Meirelles, Rodrigo Sestrem e Júlia Tizumba, integram o elenco Diana Ramos, Luisa Muricy, Kadu Veiga, Mano Leone, Nana Nevez, Ofámirô, Rapha Gouveia, Sabiá, Saulo Ilogoní e Marcos Lopes. A experiência também é acompanhada pela banda composta por Carla Suzart, Regente e assistente de Direção Musical e pelos músicos, Mistro, Tarcísio Santos, Indira Dourado, Antenor Cardoso e Fredinho, que conduzem ao vivo as canções e os diferentes ritmos presentes na obra de Moraes Moreira.
A identidade artística do espetáculo é construída por uma equipe que reúne diferentes áreas das artes cênicas. A direção de Arte é de Renata Mota, a Direção Musical é assinada por João Milet Meirelles e Ronei Jorge, e a direção de Coreografia conta com Ronei Jorge, além do bailarino e performer Jai Bispo e da professora de danças brasileiras Isis Carla. A direção assistente é de Jaya Batista, com Vinícius Bustani e Edu Coutinho como assistentes de direção. Os figurinos são assinados por Alexandre Guimarães e Diana Moreira.
A dramaturgia de Fábio Espírito Santo conduz essa viagem pelo universo do artista a partir da diversidade que marcou sua produção. Moraes não foi apenas cantor e compositor: também produziu livros, escreveu crônicas, poemas e cordéis. Por isso, a narrativa incorpora diferentes elementos de sua produção artística e utiliza a literatura de cordel como uma das referências para construir a trajetória do personagem em cena.
“A dramaturgia foi pensada para colocar em cena toda diversidade musical do Moraes Moreira, na verdade não só sonora, porque Moraes também produziu livros, foi cronista, poeta, cordelista… Então essa multiplicidade guiou de certa forma a escrita, a estrutura narrativa e a seleção das músicas. E parto também, como mote inicial, de uma canção do disco ‘SerTão’, de 2018, onde tem a faixa ‘De Cantor Pra Cantador’, um cordel onde ele narra a passagem dele de uma função para a outra. Então, brinco com isso de maneira invertida: imagino que Moraes agora é um experiente Cantador e, na praça de Ituaçu, canta um cordel sobre o Vaqueiro do Som, um personagem que capta, laça as melodias… inspirado nele mesmo, mas dentro do universo onírico que a literatura de cordel permite, um gênero que Moraes também tem uma forte produção. Então, digo que é uma realidade fantasiada, um cordel trieletrizado onde o eixo é a diversidade musical do Moraes!”, afirma Fábio Espírito Santo.
No palco, a diversidade sonora é acompanhada por uma cenografia alegórica, figurinos e visagismo que transitam entre o real e o fantástico. As danças populares brasileiras também têm papel central na construção da narrativa, ampliando a experiência do público e estabelecendo um diálogo entre os diferentes territórios culturais presentes na obra do compositor. A proposta coreográfica parte justamente do encontro entre a música de Moraes, os movimentos de cada artista e as manifestações populares brasileiras.
A força da obra também aparece na recepção do público desde o início da circulação. Antes mesmo da estreia, a montagem mobilizou 250 inscritos nos testes para o elenco, demonstrando o alcance do nome de Moraes Moreira e a permanência de sua obra no imaginário cultural brasileiro. Depois da estreia, as temporadas em Salvador e Recife reuniram 12 mil espectadores em 14 sessões, consolidando as primeiras etapas da turnê e preparando o espetáculo para chegar a novas regiões do país.
Para a Coordenadora Geral do espetáculo, Fernanda Bezerra, a circulação reforça a proposta de apresentar a obra de Moraes para públicos de diferentes gerações e localidades. “A passagem por Salvador e Recife confirma a força e a atualidade da obra de Moraes Moreira. Ver o público se reconhecendo nas músicas, nas histórias e nessa mistura de linguagens que marcou a trajetória dele é muito significativo para todos nós. O espetáculo nasceu no Nordeste, mas foi pensado para circular pelo Brasil e apresentar diferentes gerações a esse legado. Agora, seguir para Brasília e Rio de Janeiro amplia essa homenagem e nos aproxima ainda mais das comemorações dos 80 anos de nascimento de Moraes, em 2027”, afirma.
A temporada em Brasília integra ainda as comemorações que antecedem os 80 anos de nascimento de Moraes Moreira, em 2027. A homenagem é realizada pela Maré Produções Culturais, responsável por iniciativas relacionadas à memória do artista, e dá continuidade a um projeto que busca manter viva sua contribuição para a cultura brasileira. Depois da capital federal, a montagem segue para o Rio de Janeiro, cidade onde Moraes viveu por quase meio século e que será a última parada da primeira circulação nacional.
Após Brasília, a turnê segue para o Rio de Janeiro, com temporada de 5 a 29 de novembro, no Teatro Carlos Gomes. Ao final das quatro etapas, o espetáculo terá passado por quatro cidades e 33 sessões, ampliando para diferentes públicos a homenagem a um dos artistas que ajudaram a construir a música brasileira contemporânea.
O espetáculo Moraes Musical Moreira é apresentado pelo Ministério da Cultura e pela BB Seguros, com produção da Maré Produções Culturais e patrocínio da BB Seguros. Projeto realizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).
[Turnê nacional do ‘Moraes Musical Moreira’]
BRASÍLIA
Quando: 24 a 26 de setembro, de quinta a sábado;
Horários: quinta e sexta-feira às 20h e no sábado às 16h e às 20h.
Onde: Sala Martins Pena, do Teatro Nacional Cláudio Santoro, SCTN – Plano Piloto, Brasília;
Ingressos: a partir de R$ 25,00;
Clientes BB Seguros: 45% de desconto sobre o valor da inteira utilizando o cupom BBSEGUROSMORAESMUSICAL;
Clientes Banco do Brasil: 20% de desconto no pagamento com cartões Banco do Brasil;
Exibição exclusiva nos cinemas celebra o encerramento de um ciclo e antecipa a chegada de um novo projeto, com EP inédito, nova gravadora e ações até o Carnaval
Ludmilla se prepara para uma das transições mais simbólicas de sua carreira: encerrar o ciclo de “Fragmentos” e abrir uma nova fase com o “Fervo da Lud”. Para celebrar essa passagem, a cantora reunirá milhares de fãs em sessões exclusivas nos cinemas de São Paulo e do Rio de Janeiro.
Na première de “Fragmentos – A Experiência, Ao Vivo”, o público assistirá ao registro audiovisual do espetáculo e conhecerá, em primeira mão, o álbum completo. Na sequência, Ludmilla dará início ao “Fervo da Lud”, projeto que chega com novas músicas, uma nova gravadora e uma plataforma de experiências pensada para movimentar o verão brasileiro até o Carnaval.
Realizada em parceria com a Vivo e o Apple Music, a experiência oferecerá aos fãs acesso antecipado ao projeto antes de sua estreia na plataforma. Mais informações serão disponibilizadas no App Vivo e nas redes sociais da marca nos próximos dias.
O último capítulo de “Fragmentos”
“Fragmentos – A Experiência, Ao Vivo” celebra a história de Ludmilla, revisita momentos marcantes de sua carreira e conclui uma fase de maneira simbólica: ao lado do público que acompanhou sua caminhada.
A première transforma esse encerramento em uma experiência coletiva. Na tela grande, os fãs poderão acompanhar os detalhes do espetáculo, a força da performance da artista e toda a atmosfera da gravação.
Mais do que antecipar um lançamento, o encontro representa a despedida de uma fase importante e reforça a conexão construída entre Ludmilla e seus fãs ao longo dos anos.
Começa a era “Fervo da Lud”
Encerrado o ciclo de “Fragmentos”, Ludmilla abre um novo capítulo com o “Fervo da Lud”. O projeto nasce com o lançamento de um EP inédito, mas vai além da música ao se transformar em uma grande plataforma de verão.
A proposta será desenvolvida por meio de músicas, ações e diferentes experiências, culminando no Carnaval, com blocos do Fervo da Lud já confirmados no Rio de Janeiro e em Salvador.
O EP “Fervo da Lud” também será o primeiro lançamento da cantora em seu novo vínculo musical com a Sony Music, marcando oficialmente o início de uma nova etapa de sua trajetória.
De “Fragmentos” ao “Fervo”, Ludmilla conecta passado, presente e futuro: encerra um ciclo celebrando sua história ao lado dos fãs e, na sequência, inaugura uma era de movimento, novidade e expansão.
Faixa que chega às plataformas em 23 de outubro nasceu como homenagem a um amigo de Glen e se transformou em uma celebração aos profissionais que mantêm a cena eletrônica em movimento
Goiânia, setembro de 2026 – Uma história que começou como uma homenagem pessoal ganhou novas dimensões ao longo de três anos de produção. DJ Glen, ICARUZ (YVES V) e Alok unem forças em “Weekend Warriors”, faixa que chega às plataformas no próximo 23 de outubro, pela Experts Only.
A colaboração reúne três trajetórias distintas da música eletrônica em uma produção que nasceu de uma memória pessoal e acabou se transformando em uma homenagem coletiva às pessoas que trabalham para que a experiência da música aconteça dentro e fora dos palcos.
Uma música que nasceu de uma história pessoal
A origem de “Weekend Warriors” está ligada à trajetória de DJ Glen e a uma homenagem a Ortega, amigo e VJ que faleceu há aproximadamente dez anos durante um show.
A partir dessa experiência, Glen começou a desenvolver uma faixa que pudesse traduzir a relação entre memória, música e a vida de quem dedica parte de sua trajetória à cena eletrônica.
O projeto permaneceu em desenvolvimento por cerca de três anos, passando por diferentes etapas até encontrar novos caminhos criativos. Foi nesse processo que a música chegou a ICARUZ (YVES V), dando início a uma colaboração que ampliou a proposta original. Posteriormente, Alok também se juntou ao projeto, contribuindo para a evolução da produção e para a construção das versões finais da faixa.
Três trajetórias em uma mesma produção
O encontro entre DJ Glen, Alok e ICARUZ (YVES V) trouxe diferentes referências e experiências para “Weekend Warriors”.
Musicalmente, a faixa combina elementos analógicos e orgânicos, vocais e sintetizadores, construindo uma produção voltada para a pista e para grandes apresentações. A sonoridade também acompanha a própria história da música: mantém elementos presentes em sua concepção original enquanto incorpora novas camadas e uma escala maior a partir da colaboração entre os três artistas. Uma homenagem aos “guerreiros do fim de semana”
Mais do que contar a história de sua criação, “Weekend Warriors” amplia seu significado para homenagear as pessoas que trabalham nos bastidores da música e dos eventos. Artistas, DJs, produtores, VJs, técnicos, equipes de montagem, roadies, promoters e profissionais de produção fazem parte de uma cadeia que permite que cada show, festival e noite de música eletrônica aconteça. São profissionais que, muitas vezes, estão trabalhando enquanto o público vive a experiência do outro lado da pista.
É justamente essa ideia que dá nome à faixa: os “Weekend Warriors”, ou “guerreiros do fim de semana”, que dedicam tempo, energia e trabalho para manter a cena em movimento.
Um novo capítulo para DJ Glen
Para DJ Glen, a colaboração representa mais um capítulo de uma trajetória iniciada no ano 2000 e construída a partir de uma relação próxima com diferentes vertentes da música eletrônica.
Com referências que passam por House, Techno, Electro e Indie Dance, o artista mantém também uma forte ligação com equipamentos analógicos, sintetizadores modulares e o uso de vinil em seu processo artístico. Ao longo de mais de duas décadas de carreira, Glen acumulou apresentações em eventos e espaços como Universo Paralello, Só Track Boa, Dirtybird Campout, Space Miami, Laroc, Surreal Park, D-EDGE e Burning Man, além de lançamentos por selos como Spinnin’, Armada, Musical Freedom e Dirtybird.
Sobre “Weekend Warriors”
Com lançamento marcado para 23 de outubro de 2026, pela Experts Only, gravadora do DJ e produtor musical americano John Summit, “Weekend Warriors” conecta a história pessoal que deu origem à faixa com uma mensagem dedicada a todos aqueles que trabalham para que a música eletrônica aconteça.
O projeto reúne DJ Glen, ICARUZ (YVES V) e Alok em uma produção que atravessou diferentes etapas de criação até chegar à sua versão final. Mais do que uma colaboração entre três artistas, a faixa transforma uma memória individual em uma homenagem a toda uma comunidade que trabalha, muitas vezes longe dos holofotes, para manter a música viva.
Sobre DJ Glen
DJ Glen é DJ e produtor brasileiro com trajetória iniciada no ano 2000. Seu trabalho transita por House, Techno, Electro e Indie Dance, combinando referências da música eletrônica com o uso de equipamentos analógicos, sintetizadores e novas tecnologias de produção.
Entre suas referências estão The Chemical Brothers, The Prodigy, Rage Against the Machine, Anthony Rother e Kraftwerk.
Ao longo da carreira, passou por eventos e espaços como Universo Paralello, Só Track Boa, Dirtybird Campout, Space Miami, D-EDGE e Burning Man. Sua discografia inclui lançamentos por gravadoras como Spinnin’, Armada, Musical Freedom e Dirtybird, além de faixas como “First Time”, “Brava”, “Oscillator” e “Alone”. Em 2006, foi indicado na categoria de artista revelação e, em 2010, ficou em segundo lugar em uma competição latino-americana de DJs. Em 2011, venceu um concurso de remixes promovido pelo Resident Advisor. Agora, ao lado de ICARUZ (YVES V) e Alok, DJ Glen apresenta “Weekend Warriors”, faixa que conecta uma história pessoal a uma homenagem coletiva àqueles que fazem parte da construção da cena eletrônica.
Longa será exibido em 18 de setembro; cineasta retorna ao festival, onde já venceu dois Candangos por seu trabalho como diretora de arte
A cineasta Denise Vieira chega pela primeira vez à Mostra Competitiva Nacional de longas do Festival de Brasília como diretora de longa-metragem. SABES DE MIM, AGORA ESQUEÇA, seu primeiro longa como diretora e roteirista, integra a seleção da 59ª edição do evento e será exibido em 18 de setembro, às 21h, no Cine Brasília. O título, distribuído pela Embaúba Filmes, é o único representante do Distrito Federal entre os sete longas que disputam a competição nacional em 2026.
Ambientado em uma Ceilândia distópica, o filme acompanha Rubia, uma mulher em fuga que encontra abrigo em um cabaré que sobrevive à repressão dos Lanternas. A produção reúne elementos de fantasia e ficção científica a partir de uma pesquisa desenvolvida por Vieira sobre profissionais do sexo no período da construção de Brasília.
Arquiteta formada pela Universidade de Brasília (UnB), Denise integra desde 2010 o Coletivo de Cinema em Ceilândia e tem na direção de arte uma parte importante de sua carreira no audiovisual. Em 2014, recebeu o prêmio de Melhor Direção de Arte da Mostra Competitiva Nacional por Branco Sai, Preto Fica, de Adirley Queirós. Oito anos depois, voltou a vencer na mesma categoria por Mato Seco em Chamas, de Adirley Queirós e Joana Pimenta. Seu curta Meio fio, também realizado em 2014, participou da Mostra Brasília daquele ano e recebeu o prêmio de Melhor Fotografia.
SABES DE MIM, AGORA ESQUEÇA foi rodado em um edifício que havia funcionado anteriormente como cabaré, no centro de Ceilândia. Embora a cidade seja central para a origem do projeto, Denise decidiu restringir quase toda a ação aos interiores do local. Apenas um plano do filme mostra diretamente a cidade, enquanto elementos de sua história aparecem nas conversas entre as personagens e nos materiais de arquivo.
O filme teve sua estreia mundial em janeiro, na Mostra Aurora da 29ª Mostra de Cinema de Tiradentes, dedicada aos primeiros longas. Em julho, realizou sua estreia internacional no 37º FIDMarseille, na França, onde integrou as competições Internacional e de Primeiro Filme. O longa recebeu o Prêmio da Competição de Primeiro Filme do festival francês.
Agora, o filme retorna ao Distrito Federal para integrar a Mostra Competitiva Nacional do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. A edição acontece de 11 a 19 de setembro e reúne mais de 70 produções em diferentes mostras, além de debates, atividades de formação e programação de mercado. A competição nacional deste ano é formada por sete longas e 12 curtas selecionados entre quase 2 mil inscrições.
Serviço: SABES DE MIM, AGORA ESQUEÇA no 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro Sessão da Mostra Competitiva Nacional: 18 de setembro, às 21h Local: Sala Vladimir Carvalho – Cine Brasília Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
Reprise: 19 de setembro, às 10h Local: Sala 2 – Cine Cultura Liberty Mall Entrada gratuita
Debate com a equipe: 19 de setembro, às 10h Local: Hotel Ramada Mediação: Yasmine Evaristo
SINOPSE Rubia estava em fuga quando o comboio em que viajava quebrou. Resgatada por Margô, dona de um dos poucos cabarés que sobrevivem à repressão dos Lanternas, Rubia descobre um segredo guardado por séculos, no fundo de um corredor.
FICHA TÉCNICA SABES DE MIM, AGORA ESQUEÇA (Brasil, 2026, 96’) Direção: Denise Vieira Roteiro: Denise Vieira Produção: Denise Vieira e Maria Tereza Urias Preparação de Elenco: RENAN ROVIDA Assistente de Direção: ANA LARYSSA GOMES Produção Executiva: MARIA TEREZA URIAS e ADIRLEY QUEIRÓS Direção de Produção: LUCIANA VECCHI Direção de fotografia: Victor de Melo Direção de arte: Sarah Noda Montagem: Frederico Benevides Som: Maíra Romero e Lucas Coelho Trilha sonora: Piero Bianchi Figurino: Julia Kali e Otto Campos Elenco: Pietra Sousa, Cida Souza, Aysha Layon, Erica Mailane, Tainá Cary, Sanara Medeiros, Laura Ferreira, Jirlene Pascoal e Denize Passos Produção: Corriola Coprodução: Desalambrar Filmes Distribuição: Embaúba Filmes
SOBRE A DIRETORA Realizadora residente em Ceilândia desde 2012, Denise Vieira integra o Coletivo de Cinema em Ceilândia e é sócia da produtora Corriola. Seu curta Meio fio foi premiado no 47º Festival de Brasília (Melhor Fotografia) no 4º Curta Brasília (Melhor Roteiro). Como Diretora de Arte, recebeu Troféu Candango no 47º e 55º Festival de Brasília por seu trabalho em Branco sai, Preto fica (Adirley Queirós) e Mato Seco em Chamas (Adirley Queirós, Joana Pimenta). Sabes de mim, agora esqueça é seu primeiro longa como diretora e roteirista, premiado no 37 FID Marseille.
SOBRE A PRODUTORA Corriola é uma produtora de cinema de Ceilândia/DF composta por Denise Vieira e Adirley Queirós, integrantes do Coletivo de Cinema em Ceilândia/CEICINE. Sabes de mim, agora esqueça (2026), de Denise Vieira, é o primeiro longa-metragem da produtora. Estreou na Mostra Aurora da 29 Mostra de Cinema de Tiradentes, foi premiado no 37 FIDMarseille como Melhor Primeiro Filme, e selecionado para a Mostra Competitiva Nacional do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Recentemente, captamos recursos para a produção do nosso segundo longa metragem: BR2071: C.E.I. Corpo Estranho Invasor, de Adirley Queirós e Joana Pimenta. Os sócios da produtora têm uma ampla trajetória dentro do cinema Brasileiro, realizando filmes que foram premiados tanto no Brasil como no exterior, ganhando prêmios de melhor filme, melhor direção, melhor fotografia, melhor trilha, melhor direção de arte e melhor roteiro. Dentre esses festivais estão Festival de Cinema de Brasília, Festival do Rio de Janeiro, Mostra de Cinema de Tiradentes, Festival de Havana, Berlim, Toronto, entre tantos outros.
SOBRE A PRODUTORA A Desalambrar Filmes é uma produtora brasileira independente criada em 2015 pela produtora Maria Tereza Urias e pelo cineasta Renan Rovida, que trabalha com projetos artísticos, inventivos e autorais. Dentre as obras produzidas estão SABES DE MIM, AGORA ESQUEÇA (2026) de Denise Vieira, IDADE DA PEDRA (2024), PÃO E GENTE (2020) e SEM RAIZ (2017) de Renan Rovida, QUINZE QUASE DEZESSEIS (2023) de Thais Fujinaga e A MÁQUINA INFERNAL (2021) de Francis Vogner dos Reis. Seus filmes foram exibidos em festivais como Locarno Film Festival, FID Marseille, Festival de Cinema de Brive, Leeds Film Festival, Filmfest Hamburgo, Festival de Havana, FicViña, FicValdívia, Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Mostra de Cinema de Tiradentes, Festival de Brasília e Olhar de Cinema. Em 2026 a Desalambrar finaliza a coprodução do longa RAPINA, com direção de Bruno Risas e Francis Vogner dos Reis, em parceria com O Bosque, e a coprodução do longa DINOSSAUROS, de Luiz Pretti e Ricardo Pretti, em parceria com a Errante Filmes, ambos com estreia prevista para 2027.
SOBRE A DISTRIBUIDORA A Embaúba Filmes é uma distribuidora especializada em cinema brasileiro, criada em 2018 e sediada em Belo Horizonte. Seu objetivo é contribuir para a maior circulação de filmes autorais brasileiros. Diferencia-se pela qualidade de seu catálogo, que já conta com mais de 50 títulos, investindo em obras de grande relevância cultural e política. A empresa também atua na exibição de filmes pela internet por meio da plataforma Embaúba Play, que reúne mais de 1.000 títulos entre curtas, médias e longas do cinema brasileiro contemporâneo.
Após temporadas no Teatro Castro Alves, em Salvador, e no Teatro Luiz Mendonça, em Recife, o musical que celebra a obra de Moraes Moreira chega a Brasília para apresentações de 24 a 26 de setembro, na Sala Martins Pena.
Depois de reunir mais de 12 mil espectadores em 14 sessões nas temporadas de Salvador e Recife, o espetáculo Moraes Musical Moreira chega a Brasília para dar continuidade à circulação nacional que celebra a trajetória de um dos grandes nomes da Música Popular Brasileira. Entre os dias 24 e 26 de setembro, a Sala Martins Pena do Teatro Nacional Cláudio Santoro recebe a montagem que transforma em teatro, música e dança a história de Moraes Moreira, artista baiano que ajudou a reinventar a música brasileira e que completaria 79 anos em 2026. Os ingressos já estão disponíveis pelo meubilhete.
A capital federal é a terceira parada da turnê, que começou em Salvador, onde o espetáculo estreou nacionalmente no Teatro Castro Alves, e passou pelo Recife, no Teatro Luiz Mendonça. As duas primeiras temporadas marcaram o início da circulação com casa cheia e levaram ao público uma experiência cênica construída a partir das memórias, das influências e das canções que atravessaram a trajetória de Moraes. Agora, a montagem segue para Brasília antes de chegar ao Rio de Janeiro, última cidade do circuito.
Natural de Ituaçu, na Bahia, Moraes Moreira construiu uma obra que atravessou diferentes gerações e linguagens. Fundador dos Novos Baianos, pioneiro como cantor de trio elétrico e responsável por aproximar diferentes ritmos em sua produção, o artista transitou pelo frevo, choro, rock, samba, forró, MPB e pela poética do cordel. Canções como Pombo Correio, Bloco do Prazer, Chão da Praça e Chame Gente permanecem no repertório popular e ajudam a contar a história de um compositor que levou a música nordestina para diferentes espaços do país.
Dirigido pela atriz e coreógrafa Ana Paula Bouzas, o espetáculo não se limita a reproduzir episódios da biografia do cantor, mas cria uma narrativa poética inspirada em sua personalidade, em sua obra e na relação que estabeleceu com a cultura popular brasileira. Em cena, teatro, música e dança se encontram para apresentar diferentes dimensões de um artista conhecido pela liberdade criativa e pela capacidade de misturar referências.
A narrativa apresenta duas faces de Moraes Moreira: o Poeta-Cantador, interpretado pelo músico e cordelista Rodrigo Sestrem, e o Vaqueiro do Som, vivido pelo ator Cris Meirelles. Os dois personagens percorrem uma jornada em busca da Musa Música, interpretada por Júlia Tizumba, enquanto são acompanhados pelo Bloco do Prazer. O percurso transforma a trajetória do artista em uma espécie de cordel trieletrizado, em que realidade, memória, fantasia e música se misturam.
“Sou ouvinte de Moraes Moreira desde a minha infância. Meu corpo se formou em movimento pela música popular brasileira: em casa, nos auditórios das escolas, nas festas de rua, nos teatros. Entendi que pra viver a riqueza da obra de Moraes no palco – em teatro, dança e música – a gente precisaria trazer, junto com ele, o povo que inspirou e eternizou sua criação, porque Moraes é um artista da massa. Cidadão brasileiro que nos falou de liberdade, democracia, amor e alegria. ‘Moraes Musical Moreira’ é nossa declaração carinhosa a esse assombro criativo que ele é, o nosso desejo de partilhar a presença de um patrimônio musical brasileiro em nossos corpos, celebrar a magnitude de quem viveu em estado constante de inspiração, numa conexão profunda, sincera e refinada entre a sua arte e seu povo”, destaca Ana Paula Bouzas.
A montagem reúne 12 artistas em cena, entre atores, atrizes, cantoras, cantores e multiartistas. Além de Cris Meirelles, Rodrigo Sestrem e Júlia Tizumba, integram o elenco Diana Ramos, Luisa Muricy, Kadu Veiga, Mano Leone, Nana Nevez, Ofámirô, Rapha Gouveia, Sabiá, Saulo Ilogoní e Marcos Lopes. A experiência também é acompanhada pela banda composta por Carla Suzart, Regente e assistente de Direção Musical e pelos músicos, Mistro, Tarcísio Santos, Indira Dourado, Antenor Cardoso e Fredinho, que conduzem ao vivo as canções e os diferentes ritmos presentes na obra de Moraes Moreira.
A identidade artística do espetáculo é construída por uma equipe que reúne diferentes áreas das artes cênicas. A direção de Arte é de Renata Mota, a Direção Musical é assinada por João Milet Meirelles e Ronei Jorge, e a direção de Coreografia conta com Ronei Jorge, além do bailarino e performer Jai Bispo e da professora de danças brasileiras Isis Carla. A direção assistente é de Jaya Batista, com Vinícius Bustani e Edu Coutinho como assistentes de direção. Os figurinos são assinados por Alexandre Guimarães e Diana Moreira.
A dramaturgia de Fábio Espírito Santo conduz essa viagem pelo universo do artista a partir da diversidade que marcou sua produção. Moraes não foi apenas cantor e compositor: também produziu livros, escreveu crônicas, poemas e cordéis. Por isso, a narrativa incorpora diferentes elementos de sua produção artística e utiliza a literatura de cordel como uma das referências para construir a trajetória do personagem em cena.
“A dramaturgia foi pensada para colocar em cena toda diversidade musical do Moraes Moreira, na verdade não só sonora, porque Moraes também produziu livros, foi cronista, poeta, cordelista… Então essa multiplicidade guiou de certa forma a escrita, a estrutura narrativa e a seleção das músicas. E parto também, como mote inicial, de uma canção do disco ‘SerTão’, de 2018, onde tem a faixa ‘De Cantor Pra Cantador’, um cordel onde ele narra a passagem dele de uma função para a outra. Então, brinco com isso de maneira invertida: imagino que Moraes agora é um experiente Cantador e, na praça de Ituaçu, canta um cordel sobre o Vaqueiro do Som, um personagem que capta, laça as melodias… inspirado nele mesmo, mas dentro do universo onírico que a literatura de cordel permite, um gênero que Moraes também tem uma forte produção. Então, digo que é uma realidade fantasiada, um cordel trieletrizado onde o eixo é a diversidade musical do Moraes!”, afirma Fábio Espírito Santo.
No palco, a diversidade sonora é acompanhada por uma cenografia alegórica, figurinos e visagismo que transitam entre o real e o fantástico. As danças populares brasileiras também têm papel central na construção da narrativa, ampliando a experiência do público e estabelecendo um diálogo entre os diferentes territórios culturais presentes na obra do compositor. A proposta coreográfica parte justamente do encontro entre a música de Moraes, os movimentos de cada artista e as manifestações populares brasileiras.
A força da obra também aparece na recepção do público desde o início da circulação. Antes mesmo da estreia, a montagem mobilizou 250 inscritos nos testes para o elenco, demonstrando o alcance do nome de Moraes Moreira e a permanência de sua obra no imaginário cultural brasileiro. Depois da estreia, as temporadas em Salvador e Recife reuniram 12 mil espectadores em 14 sessões, consolidando as primeiras etapas da turnê e preparando o espetáculo para chegar a novas regiões do país.
Para a Coordenadora Geral do espetáculo, Fernanda Bezerra, a circulação reforça a proposta de apresentar a obra de Moraes para públicos de diferentes gerações e localidades. “A passagem por Salvador e Recife confirma a força e a atualidade da obra de Moraes Moreira. Ver o público se reconhecendo nas músicas, nas histórias e nessa mistura de linguagens que marcou a trajetória dele é muito significativo para todos nós. O espetáculo nasceu no Nordeste, mas foi pensado para circular pelo Brasil e apresentar diferentes gerações a esse legado. Agora, seguir para Brasília e Rio de Janeiro amplia essa homenagem e nos aproxima ainda mais das comemorações dos 80 anos de nascimento de Moraes, em 2027”, afirma.
A temporada em Brasília integra ainda as comemorações que antecedem os 80 anos de nascimento de Moraes Moreira, em 2027. A homenagem é realizada pela Maré Produções Culturais, responsável por iniciativas relacionadas à memória do artista, e dá continuidade a um projeto que busca manter viva sua contribuição para a cultura brasileira. Depois da capital federal, a montagem segue para o Rio de Janeiro, cidade onde Moraes viveu por quase meio século e que será a última parada da primeira circulação nacional.
Após Brasília, a turnê segue para o Rio de Janeiro, com temporada de 5 a 29 de novembro, no Teatro Carlos Gomes. Ao final das quatro etapas, o espetáculo terá passado por quatro cidades e 33 sessões, ampliando para diferentes públicos a homenagem a um dos artistas que ajudaram a construir a música brasileira contemporânea.
O espetáculo Moraes Musical Moreira é apresentado pelo Ministério da Cultura e pela BB Seguros, com produção da Maré Produções Culturais e patrocínio da BB Seguros. Projeto realizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).
[Turnê nacional do ‘Moraes Musical Moreira’]
BRASÍLIA
Quando: 24 a 26 de setembro, de quinta a sábado;
Horários: quinta e sexta-feira às 20h e no sábado às 16h e às 20h.
Onde: Sala Martins Pena, do Teatro Nacional Cláudio Santoro, SCTN – Plano Piloto, Brasília;
Ingressos: a partir de R$ 25,00;
Clientes BB Seguros: 45% de desconto sobre o valor da inteira utilizando o cupom BBSEGUROSMORAESMUSICAL;
Clientes Banco do Brasil: 20% de desconto no pagamento com cartões Banco do Brasil;
Evento gratuito acontece em setembro, na CAIXA Cultural, e amplia programação com feira de artesanato, rodas de conversa, oficinas e o Espaço Acolher
Brasília recebe, em setembro, mais uma edição do Festival Divas do Samba, iniciativa que celebra o samba como expressão da identidade brasileira e coloca as mulheres no centro dessa narrativa. A programação reúne shows, feira de artesanato, roda de conversa, oficinas de formação e ações de acessibilidade, em uma proposta que articula música, formação, empreendedorismo e inclusão. O momento principal do festival acontece nos dias 26 e 27 de setembro, na CAIXA Cultural, das 14h às 20h, com entrada gratuita, classificação indicativa livre e expectativa de receber até 2 mil pessoas por dia. Os ingressos serão retirados pelo Sympla a partir de 16 de setembro.
A programação dos dias 26 e 27 de setembro combina apresentações musicais, feira de artesanato e roda de conversa, criando diferentes possibilidades de participação para o público. No sábado (26/9), a programação começa às 14h com a DJ Cxxju, seguido pelo Regional Severinas, às 15h. A partir das 16h, a tarde ganha participações especiais com Carol Nogueira. Às 17h, o palco recebe o Samba da Passarinha, com participação de Marcelle Motta.
No domingo (27/9), o festival começa às 14h ao som da DJ Savana. Às 15h, é a vez do grupo Choro Delas, seguido pela participação de Teresa Lopes. Às 17h, o público acompanha a roda Samba Que Elas Querem, que recebe Maria Menezes como participação especial.
“A ideia é mais do que cantar e falar sobre o samba, mas também viver esse gênero musical tão brasileiro e importante para a população brasileira. O Divas do Samba também faz o trabalho de reforçar o protagonismo das mulheres na música, enaltecendo os grandes nomes femininos do samba e dando para mulheres a chance de trabalhar também na produção, atrás dos palcos, gerando oportunidades na cadeia produtiva cultural do DF”, comenta Ellen Oliveira, idealizadora do projeto.
Ao longo dos dois dias, o público poderá circular por uma feira com 10 marcas locais lideradas por mulheres empreendedoras do Distrito Federal, com produtos autorais como, joias, vestuário, acessórios e obras de arte, com funcionamento das 14h às 20h.
Outras atividades
Além dos shows, o festival promove uma Roda de Conversa, com inscrições gratuitas, reunindo participantes para discutir temas relacionados ao samba, às mulheres e à cultura. A atividade está prevista para acontecer no Teatro Carlos Galvão, da Escola de Música de Brasília, com expectativa de público de 400 pessoas. O encontro é no dia 21 de setembro, das 16h às 18h.
A programação inclui ainda duas ações voltadas à sustentabilidade em escolas. No dia 24 de setembro, a atividade será realizada na Escola Classe Sítio das Araucárias, em Sobradinho, das 9h20 às 11h05. Já no dia 30 de setembro, a ação acontece na Coordenação Regional de Ensino de Sobradinho, das 8h30 às 11h05.
Com uma programação que articula palco, formação, diálogo, empreendedorismo e acessibilidade, o Festival Divas do Samba amplia a discussão sobre o lugar das mulheres na música e na cadeia produtiva da cultura. A proposta é criar um espaço em que o samba seja vivido não apenas como apresentação artística, mas também como ferramenta de encontro, formação, memória e transformação social.
Espaço Acolher
O festival também oferece ao público o Espaço Acolher, um ambiente de autorregulação disponível durante o festival para qualquer pessoa que precise de uma pausa em meio à programação. O espaço foi pensado especialmente para pessoas neurodivergentes, oferecendo um ambiente mais tranquilo para quem necessitar reduzir estímulos, descansar ou simplesmente ter um momento de respiro durante o evento.
A iniciativa integra um conjunto de ações de acessibilidade que estará disponível nos dois dias de programação, como intérprete de Libras em todas as atividades, empréstimo de kits sensoriais compostos por protetores auriculares, toys e abafadores, além de equipe de atendimento exclusiva para pessoas com deficiência visual. A audiodescrição ao vivo será realizada no dia 26 de setembro, das 17h às 19h. O evento também contará com a equipe CONTA Comigo, voltada ao atendimento a pessoas em situação de vulnerabilidade.
O Festival Divas do Samba acontece com patrocínio da Neoenergia Brasília e do Instituto Neoenergia, através do Edital Transformando Energia em Cultura, via Lei de Incentivo à Cultura (LIC) do Distrito Federal, e conta com apoio da Caixa Econômica Federal.
Programação:
Sábado, 26 de setembro
14h – DJ Cxxju
15h – Regional Severinas
16h às 16h30 – Participação de Carol Nogueira
16h30 às 17h – DJ Cxxju
17h – Roda de Samba Samba da Passarinha
18h20 – Participação de Marcelle Motta
19h – Encerramento da roda de samba
20h – Encerramento do evento
Domingo, 27 de setembro
14h – DJ Savana
15h – Choro Delas
16h às 16h30 – Participação de Teresa Lopes
16h30 às 17h – DJ Savana
17h – Roda de Samba Samba Que Elas Querem
18h20 – Participação de Maria Menezes
19h – Encerramento da roda de samba
20h – Encerramento do evento
Atividades fora da CAIXA Cultural:
Oficina Técnica de Iluminação Básica
Data: a confirmar
Casa do Cantador – 9h às 12h
30 vagas
Inscrições gratuitas
Roda de Conversa
Data: a confirmar
Local: Teatro Carlos Galvão – Escola de Música de Brasília
Horário: a confirmar
Previsão de público: 400 pessoas
Inscrições gratuitas
Oficina de Sustentabilidade em Escolas
24 de setembro – Escola Classe Sítio das Araucárias – 9h20 às 11h05
30 de setembro – Coordenação Regional de Ensino de Sobradinho – 8h30 às 11h05
Cantoras se apresentam nos dias 26 e 27 de setembro, no Clube do Choro e no CCBB, em encontros que aproximam diferentes trajetórias da música brasileira
Uma artista da nova geração, indicada ao Grammy Latino e com trabalho que transita entre jazz, samba e MPB. A outra, brasiliense, construiu uma trajetória de quase 26 anos cantando em diferentes cidades e países. Juliane Gamboa e Joana Duah são as próximas convidadas de Tom e Vinicius, projeto apresentado pelo Centro Cultural Banco do Brasil Brasília. As cantoras se apresentam no sábado, 26 de setembro, no Clube do Choro, e no domingo, 27, no CCBB Brasília.
O encontro aproxima duas trajetórias distintas em torno da obra de Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes. Juliane chega ao projeto com uma produção contemporânea marcada pelo diálogo entre diferentes vertentes da música brasileira e do jazz. Joana traz uma experiência construída ao longo de mais de duas décadas entre Brasília, Nova York, Hong Kong, São Paulo e Rio de Janeiro.
Indicada ao Grammy Latino de Melhor Artista Revelação em 2025, Juliane Gamboa une jazz, samba e MPB em um trabalho que também tem no improviso uma de suas marcas. Em 2024, lançou o single Lote XV, seguido do álbum JAZZWOMAN, que aborda temas como ancestralidade, espiritualidade, liberdade e autonomia da mulher preta.
A cantora acumula ainda experiências internacionais. Em 2024, participou do OneBeat, programa de intercâmbio musical nos Estados Unidos, e já se apresentou em Berlim e Copenhague, incluindo uma colaboração com a DR Big Band. Em seu repertório, aproxima referências como Billie Holiday, Jovelina Pérola Negra, Sueli Costa, Filó Machado e Marcos Valle, criando diálogos entre jazz, blues, samba e canção brasileira.
Nascida em Brasília, Joana Duah construiu boa parte de sua trajetória artística fora da cidade. São quase 26 anos cantando em diferentes lugares, período em que viveu e trabalhou como cantora por quatro anos em Nova York e outros 20 entre Hong Kong, São Paulo e Rio de Janeiro.
A abertura dos shows fica por conta do Trio de Sopros Vento e Verso e percussão, formado por Jackson Delano, Marina Vanéli e Carlos Cárdenas. Com arranjos desenvolvidos especialmente para a temporada, o grupo prepara o público para o repertório da noite. Na sequência, Juliane Gamboa e Joana Duah serão acompanhadas pelo Regional Choro Livre, grupo residente de Tom e Vinicius e responsável pela condução musical da temporada.
Tom e Vinicius segue até 11 de outubro reunindo artistas de diferentes gerações e trajetórias em torno da obra de Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes. Depois de Juliane Gamboa e Joana Duah, a programação recebe Leo Gandelman, que encerra a temporada.
TOM E VINICIUS
Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes formaram uma das parcerias mais importantes da história da música brasileira. Responsáveis por clássicos como Garota de Ipanema, Chega de Saudade, Corcovado, Insensatez e Eu Sei que Vou Te Amar, ajudaram a projetar a música brasileira no cenário internacional e transformaram a Bossa Nova em um dos movimentos culturais mais influentes do século XX. Mais do que compositores, deixaram um legado que dialoga com o samba, o choro, a canção popular e a poesia, influenciando artistas de diferentes gerações e consolidando sua obra como um dos pilares da cultura brasileira.
REGIONAL CHORO LIVRE
Grupo residente da temporada, o Choro Livre conduz toda a programação de Tom e Vinicius, acompanhando os artistas convidados em arranjos especialmente concebidos para o projeto. Referência na difusão do choro e da música instrumental brasileira, o conjunto estabelece a unidade artística dos espetáculos e reafirma o protagonismo do gênero na construção da identidade musical do país. Sua trajetória, construída ao longo de décadas ao lado de grandes nomes da música brasileira, faz do grupo um dos principais representantes do choro contemporâneo mundial.
TRIO DE SOPROS VENTO VERSO e PERCUSSÃO
Formado por Jackson Delano, Marina Vanéli e Carlos Cárdenas, o trio de Sopros Vento e Verso amplia a sonoridade dos espetáculos por meio de arranjos especialmente desenvolvidos para a temporada. Reunindo músicos com sólida atuação na música de concerto e na música popular brasileira, o grupo contribui para novas leituras do repertório de Tom Jobim e Vinicius de Moraes.
JOANA DUAH
Nascida em Brasília, Joana Duah retorna à cidade após uma trajetória internacional construída ao longo de mais de duas décadas. Com passagens por Nova Iorque, Hong Kong, São Paulo e Rio de Janeiro, a cantora desenvolveu uma carreira marcada pelo diálogo entre a música brasileira, o jazz e outras influências da música mundial. Em Tom e Vinicius, sua interpretação destaca a universalidade da obra de Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, reafirmando a força de um repertório que continua atravessando fronteiras e gerações.
JULIANE GAMBOA
Indicada ao Grammy Latino de Melhor Artista Revelação em 2025, Juliane Gamboa integra uma nova geração que amplia os caminhos do jazz brasileiro. Sua música aproxima jazz, samba e MPB em uma linguagem contemporânea, marcada pelo improviso, pelo lirismo e pela conexão com as raízes afro-brasileiras. No álbum JAZZWOMAN, lançado pela Biscoito Fino, a artista aborda temas como ancestralidade, espiritualidade, liberdade e autonomia da mulher preta. Com apresentações nos Estados Unidos e na Europa, Juliane leva a Tom e Vinicius uma interpretação que une tradição, reinvenção e forte presença cênica.
LEO GANDELMAN
Saxofonista, compositor, arranjador e produtor musical, Leo Gandelman é uma das principais referências da música instrumental brasileira. Ao longo de mais de quatro décadas, contribuiu para aproximar o gênero do grande público, transitando com naturalidade entre a música popular, o jazz e o repertório de concerto. Com 21 discos lançados, mais de 500 mil cópias vendidas e atuações como solista junto a importantes orquestras brasileiras e internacionais, foi recentemente reconhecido com o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade de Brasília. Sua relação com a obra de Tom Jobim e Vinicius de Moraes inclui apresentações com a Orquestra Sinfônica de Moscou, nas quais interpretou clássicos como A felicidade e Chega de saudade. Em Tom e Vinicius, encerra a temporada acompanhado por seu quarteto.
JACKSON DELANO – Arranjador do projeto Tom e Vinicius
Clarinetista, saxofonista, arranjador, compositor e educador musical. Músico e arranjador da Orquestra Sinfônica da Força Aérea Brasileira (OSFAB), é professor da Escola Brasileira de Choro e palestrante convidado em cursos, oficinas e festivais nacionais e internacionais. Suas obras já foram executadas em importantes salas de concerto no Brasil e no exterior e, ao longo da carreira, dividiu o palco com grandes nomes da música brasileira, consolidando uma trajetória dedicada à performance, à criação de arranjos e à formação de novos músicos.
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizadas exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Acessibilidade
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.
A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou, ainda, pelo QR Code na própria van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code, que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van – de quinta a domingo:
Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h
Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul
Horários Clube do Choro: 26 de setembro, sábado, 20h30 CCBB: 27 de setembro, domingo, das 16h às 19h (acesso ao evento às 15h)
Ingressos CCBB: gratuito mediante retirada de ingressos limitados, a partir das 12h do dia anterior Clube do Choro: Bilheteria Digital Classificação indicativa: Livre
A Paris Filmes lança nos cinemas nesta quinta-feira, 24 de setembro, “ONE PIECE O Filme”. Produção que estreou no Japão em 2000 chega aos cinemas pela primeira vez, em versão inédita dublada em português. A exibição terá início com o curta-metragem “Carnaval De Dança Do Jango”. Baixe o cartaz neste link. Assista o trailer aqui.
Luffy e sua tripulação partem em busca do lendário tesouro do pirata Woonan. Ao longo do caminho, eles precisam enfrentar Eldorago, um pirata ambicioso que também persegue a fortuna e cujo poderoso poder de Akuma no Mi transforma a expedição em uma perigosa corrida contra o tempo.
O lançamento também traz de volta um dos elementos mais marcantes dos primeiros anos de ONE PIECE: a música. A produção apresenta o tema de abertura “We Are!”, interpretado por Hiroshi Kitadani. A música acompanhou os primeiros 47 episódios do anime e o Episódio 1000, e tornou-se um dos grandes hinos de ONE PIECE. O filme também traz “Memories”, interpretada por Maki Otsuki, como tema de encerramento.
O elenco conta com as vozes originais da série episódica, Mayumi Tanaka (Monkey D. Luffy), Kazuya Nakai (Roronoa Zoro), Akemi Okamura (Nami) e Kappei Yamaguchi (Usopp). A versão brasileira dublada conta com Carol Valença (Monkey D. Luffy), Glauco Marques (Roronoa Zoro), Tati Keplmair (Nami) e Adrian Tatini (Usopp). A direção é de Junji Shimizu.
SOBRE A PARIS FILMES
A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H”, “Manas”, “Pedágio”, “Ritas”, “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, “A Empregada”, a franquia “Truque de Mestre”, “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia – e “Minha Melhor Amiga”.
Entre os próximos lançamentos estão “Feito Pipa”, “Geni e o Zepelim”, “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, “Minha Vida com Shurastey” e “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita”.
Acompanhe as novidades sobre esse e outros lançamentos por meio das redes sociais:
Festival gratuito promove etapa formativa, espetáculos, música,feira criativa, cortejos e Parque Diversom
O riso, a arte e a diversidade tomam as ruas de Sobradinho II para lembrar que a cultura também nasce, resiste e floresce fora do Plano Piloto. Entre os dias 25 e 27 de setembro, a partir das 18h na sexta-feira e das 16h no sábado e no domingo, o estacionamento da Administração Regional de Sobradinho II recebe o 2º Festival de Circo, Palhaçaria e Diversidade – Sorriso da Rua. Com entrada gratuita e classificação livre, o projeto que é idealizado por Tina Carvalho e anfitrionagem de Manu Castelo Branco e Ana Flávia Garcia, propõe ampliar o acesso à cultura, valorizar a produção artística do Distrito Federal e promover o encontro entre gerações e linguagens.
Ao longo de três dias, o público poderá acompanhar espetáculos de circo e palhaçaria, apresentações musicais, DJs, cortejo, feira criativa, cabarés e atividades voltadas à formação artística e à participação da comunidade. Antes da abertura oficial, de 21 a 23 de setembro, o festival promove uma etapa formativa, com oficinas gratuitas oferecidas à comunidade escolar e ao público em geral.
A realização do festival em Sobradinho II reforça a importância de levar a produção cultural para além dos espaços tradicionalmente associados às artes. “Executar o projeto em Sobradinho II é uma forma de dizer que arte de qualidade não precisa estar concentrada no centro da cidade. Queremos que o morador saia de casa e encontre o circo na porta dele, sem custo e sem barreiras”, explica Manu Castelo Branco. “O festival tem também como proposta reunir um público plural de artistas, crianças, jovens e idosos dividindo o mesmo espaço, rindo das mesmas coisas. A palhaçaria atravessa gerações e cria um público em comum”, completa.
O festival ainda promoveu chamamento público para participações no espetáculo Cabaré, que reuniu 60 inscritos e teve nove números selecionados, com resultado divulgado no dia 18 de setembro, na página @festivalsorrisodarua. Os trabalhos integram as três apresentações do espetáculo na temporada e refletem a diversidade de linguagens e trajetórias da cena artística do segmento. “Mais do que compor a programação, os números selecionados trazem diferentes olhares e formas de expressão para o palco, reunindo talentos do Distrito Federal e Entorno, além de artistas de Goiânia e São Paulo. É um encontro entre diferentes trajetórias que fortalece e amplia a diversidade da cena”, afirma Tina Carvalho.
O Sorriso da Rua também abre espaço para a ColaBora Mix, feira colaborativa de economia criativa de Brasília, com 20 expositores. Durante todos os dias do festival, moda autoral, artesanato, arte, bem-estar e gastronomia funcionam como vitrine e espaço de troca para pequenos empreendedores, integrados à programação do evento.
Para completar a experiência, o Parque Diversom será montado na arena do festival. Criado por Luciano Porto e Márcio Vieira, do Circo Teatro Udigrudi, o parque reúne brinquedos interativos que produzem sons a partir dos movimentos do público, convidando crianças e adultos a brincar, experimentar e criar músicas juntos.
Além de brincar, a turminha aprenderá sobre a importância do descarte consciente de lixo eletrônico, com a possibilidade de trocar os materiais por um ecocopo, em um ponto de coleta instalado na arena.
O 2º Festival de Circo, Palhaçaria e Diversidade – Sorriso da Rua é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF).
Espetáculos, música e cortejos
O público está convidado a ocupar o espaço e se divertir durante três dias de festival, que reúne diferentes linguagens artísticas em uma experiência de cultura e diversidade .
Na sexta-feira (25), as apresentações começam às 18h, com a DJ Karla Testa, responsável pela abertura musical e pelos sets que acompanham os intervalos entre as atrações. O cortejo do bloco Capivareta Repercussiva toma conta do espaço com uma mistura de maracatu, samba, ciranda, axé, funk e ijexá. Na sequência, o público confere o espetáculo Os Sonhos de Gaubi Beijodo – A dor e a delícia de ser quem se é!, com o ator-palhaço Hugo Leonardo, em uma apresentação que transita entre humor, fracasso, inadequação e resiliência. Vulcanica Pokaropa leva à cena Tarântula Transita, fábula sobre sonhos que reúne comicidade, bambolê, malabares, mágica e manipulação de bonecos. A noite se encerra às 21h, com o Cabaré 1, conduzido por MC Matusquella, e apresentações dos números selecionados pelo chamamento: Diva com Caroline Severiano (Palhaça Severina), O retorno da Branca de Neve, com Wellington Felyno (Mozilla Fox), e Peguei um Guanabara e vim com Paco Leal (Esmeralda).
Dando continuidade ao festival, no sábado (26), às 16h, a abertura musical fica com a DJ Rafa Ferrugem, que conduz a discotecagem do dia. A agenda reúne ainda a Comboio Kids, em um show interativo que revisita clássicos infantis brasileiros em versões para samba, frevo e maracatu. Erika Mesquita apresenta Titânia, espetáculo que combina manipulação de bambolês, equilibrismo, acrobacia aérea e demonstrações de força. Ana Flávia Garcia entra em cena com O Inestimável Show de Tiréia, protagonizado por uma personagem excêntrica que alimenta o sonho de ancorar um programa de variedades. O Cabaré 2, comandado por MC Tiréia, abre espaço para os artistas selecionados na convocatória do festival, com os números Tambore…Oxe?, de Marcos Davi, Revelação, por Maria Tavares, e The Juggling Show, com Michael Moreno.
Na sequência, a Roda de Fogo, do coletivo artístico Rumba Circense, encerra a noite com performance que une fogo, palhaçaria, malabarismo e acrobacia.
Domingo (27), às 16h, a DJ Flávia Aguiar abre a tarde com uma seleção musical especial e retorna entre as apresentações. O último dia também contará com uma bicicletada em memória da venezuelana Julieta Hernández, conhecida como a palhaça Jujuba, brutalmente assassinada no município de Presidente Figueiredo (AM), em 2023. Tina Carvalho apresenta A Domadora de Bicicletas, espetáculo protagonizado pela palhaça Marmota, que combina habilidades circenses, dança, magia e humor. Na sequência, os acrobatas-intérpretes Luciano Czar e Drisana Alarcão apresentam Volteios Que o Mundo Dá, reunindo acrobacias, malabares, música e comicidade. O encerramento fica por conta do Cabaré 3, mediado pela MC Marmota, com Baião de Bambolês, com a palhaça Purpurina, Um espetáculo de dança, de Rebeca Beterraba, e Papo Reto com Miss Bijú, por Kika Moraes, fechando o festival às 20h.
Etapa formativa leva oficinas gratuitas à comunidade
Na semana de abertura oficial do Festival, três oficinas são oferecidas exclusivamente ao corpo discente das escolas públicas da região: a Oficina de Sensibilização à Palhaçaria – Experiência e Improviso, no dia 21, no CEM 7 de Sobradinho II; a oficina Nariz Vermelho, no dia 22, no CEM 02 de Sobradinho; e a Oficina-Aula Espetáculo com Instrumentos Musicais Alternativos, no dia 23, no CEM 04 de Sobradinho II.
Para a comunidade e interessados, duas oficinas com o apoio do Espaço Cultural Azulim: “Profissão Palhaço – Atravessando o Hospital”, ministrada por Alessandra Vieira no dia 22, das 15h às 18h, apresenta fundamentos teóricos e práticos da palhaçaria hospitalar e é indicada a palhaços, palhaças e palhaces profissionais maiores de 18 anos, com inscrição mediante apresentação de portfólio pelo link forms.gle/FGvF9B8PXoZWhZ1i7.
Já “Palhaçaria, Comicidades e Bufonarias Dissidentes”, com Vulcanica Pokaropa no dia 23, também das 15h às 18h, propõe uma investigação da comicidade a partir de corpos dissidentes de gênero, sexualidade, raça e classe, é indicada a maiores de 16 anos, sem necessidade de experiência prévia, e as inscrições podem ser feitas pelo link forms.gle/vtndCXrhtPBu2Y55A.
Ana Flávia Garcia, que integra a anfitrionagem do Festival, destaca a importância dessa fase para a programação. “As oficinas fazem parte da nossa forma de receber o público. Antes de abrir as portas do festival, ao lado da comunidade, formando plateia e compartilhando linguagens da palhaçaria”, afirma.
SERVIÇO
2º Festival de Circo, Palhaçaria e Diversidade Sorriso da Rua Data: 25, 26 e 27 de setembro de 2026 Horários: sexta-feira, a partir das 18h; sábado e domingo, a partir das 16h Local: Estacionamento da Administração Regional de Sobradinho II Entrada: gratuita Classificação: livre Informações @festivalsorrisodarua
PROGRAMAÇÃO
ETAPA FORMATIVA ABERTA À COMUNIDADE
22 de setembro 15h às 18h – Profissão Palhaço – Atravessando o Hospital, com Alessandra Vieira
Espaço Cultural Azulim (inscrição gratuita mediante portfólio, para maiores de 18 anos – forms.gle/FGvF9B8PXoZWhZ1i7). Capacidade: 25 participantes.
23 de setembro 15h às 18h – Palhaçaria, Comicidades e Bufonarias Dissidentes, com Vulcanica Pokaropa Espaço Cultural Azulim (inscrição gratuita, para maiores de 16 anos – forms.gle/vtndCXrhtPBu2Y55A) Capacidade: 25 participantes.
FESTIVAL
25 de setembro – sexta-feira
18h às 22h- Feira Colabora Mix, Parque Diversom
18h e entre as atrações – DJ Karla Testa 18h30 – Cortejo Capivareta Repercussiva 19h – Os Sonhos de Gaubi Beijodo – A dor e a delícia de ser quem é!, com Hugo Leonardo 20h – Tarântula Transita com Vulcanica Pokaropa 21h – Cabaré 1 com MC Matusquella com participações selecionadas pelo chamamento
Diva com Caroline Severiano (Palhaça Severina)
O retorno da Branca de Neve com Wellington Felyno (Mozilla Fox)
Peguei um Guanabara e vim com Paco Leal (Esmeralda)
16h30 e entre as atrações– DJ Rafa Ferrugem 17h – Titânia, com Erika Mesquita 18h – O Inestimável Show de Tiréia, com Ana Flávia Garcia 19h – Cabaré 2 com MC Tiréia com participações selecionadas pelo chamamento
Cena curta: Tambore … Oxe? com Marcos Davi
Revelação com Maria Tavares
The Juggling Show com Michael Moreno
20h – Roda de Fogo
27 de setembro – domingo
16h às 21h30 – Feira Colabora Mix, Parque Diversom
16h e entre as atrações – DJ Flávia Aguiar 16h – Bicicletada em memória de Julieta Hernandez, a palhaça Jujuba 17h – A Domadora de Bicicletas, com Tina Carvalho 18h – Volteios Que o Mundo Dá, com Luciano Czar e Drisana Alarcão 19h– Cabaré 3 com MC Marmota com participações selecionadas pelo chamamento
Baião de Bambolês com Palhaça Purpurina
Cena curta: Um espetáculo de dança com Rebeca Beterraba
Em “Eu apenas queria que você soubesse – Sandra Pêra canta Gonzaguinha”, artista revisita a obra do compositor em espetáculo dirigido pela filha Amora Pêra
Nos dias 24 e 25 de setembro, às 20h, a cantora e atriz Sandra Pêra apresenta, no Teatro da CAIXA Cultural Brasília, o show “Eu apenas queria que você soubesse – Sandra Pêra canta Gonzaguinha”. O projeto, dedicado integralmente à obra de Gonzaguinha, ganha contorno histórico ao coincidir com o período em que se completam 35 anos da morte do compositor, um dos pilares da música brasileira de resistência e crônica social.
O show não é apenas um tributo. É um mergulho profundo na obra de Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior (1945-1991), com quem Sandra compartilhou a vida e a arte. No repertório, 17 canções selecionadas a dedo traçam um panorama da sensibilidade e da verve política e amorosa do compositor. Acompanhada por um quarteto de jovens e talentosos músicos, Sandra Pêra imprime sua personalidade teatral e voz marcante em clássicos que habitam o imaginário brasileiro. O show é dirigido por Amora Pêra, única filha de Sandra e Gonzaguinha, em parceria que transcende a música e celebra o legado vivo do pai.
Acessibilidade: para ampliar a inclusão, o show dispõe de elementos de acessibilidade como audiodescrição (notas introdutórias gravadas), LIBRAS e acolhimento para pessoas neurodivergentes, além de lugares para PCDs.
O legado de Gonzaguinha: 35 anos de atualidade
Falecido precocemente em 29 de abril de 1991, aos 45 anos, Gonzaguinha deixou um acervo que permanece central para a compreensão da identidade brasileira. Sua obra é caracterizada pela dualidade entre a crueza da crítica política — que o tornou um dos artistas mais visados pela censura durante o regime militar — e um lirismo visceral sobre as relações humanas e a busca pela felicidade.
O show de Sandra Pêra não busca apenas a memória, mas a constatação da atualidade desses textos. Canções como “A Felicidade Bate à sua Porta” — primeiro sucesso do icônico grupo As Frenéticas, do qual Sandra fez parte — e “O Que É, O Que É?” continuam a ecoar em contextos sociais contemporâneos, enquanto músicas como “Grito de Alerta” e “Morro de Saudades” permanecem como referências de interpretação na MPB.
O repertório: do grito à felicidade
A atriz e cantora mergulha em um repertório que atravessa gerações com a força de suas letras — canções de amor, de luta, de dúvida e esperança — apresentadas com a emoção de quem viveu de perto a ebulição artística de Gonzaguinha.
O roteiro passeia por diferentes fases do compositor, abordando tanto seu lirismo quanto sua veia contestadora, enquanto Sandra imprime sua leitura afetiva, pessoal e teatral a cada canção. Estão presentes hinos de resistência e crônicas do cotidiano como “Com a Perna no Mundo”, “Recado”, “Caminhos do Coração” e a apoteótica “O Que É, O Que É?”. A faceta lírica e vulnerável do compositor aparece em pérolas como “De Volta ao Começo” e “Eu Apenas Queria Que Você Soubesse”, música que dá nome ao show e ao álbum lançado pela gravadora Biscoito Fino em 2025.
Sandra também explora composições que revelam o olhar de Gonzaguinha sobre a existência e o amor, como “Ponto de Interrogação”, “Ser, Fazer e Acontecer”, “Maravida” e a delicada “Borboleta Prateada”.
Sandra Pêra sobe ao palco acompanhada por uma banda formada por quatro músicos da nova cena instrumental: João Bittencourt (piano e sanfona), Rodrigo Lima (violão e guitarra), Pedro Moraez (baixo) e Lourenço Vasconcellos (bateria). A direção musical, assinada por Amora Pêra e Paula Leal, propõe arranjos contemporâneos que preservam a estrutura melódica original, mas conferem frescor às execuções.
“Estar no palco com o repertório do Gonzaga é um desafio que me move. São canções que pedem entrega e sensibilidade, e me sinto motivada e feliz para vivê-las no palco”, diz Sandra Pêra.
Serviço
[Música] “Eu apenas queria que você soubesse – Sandra Pêra canta Gonzaguinha”
Local: CAIXA Cultural Brasília – Setor Bancário Sul, quadra 4, lotes 3/4 – Brasília (DF) Data: 24 e 25 de setembro de 2026 (quinta e sexta) Horário: 20h Ingressos: R$ 15 (meia-entrada para cliente CAIXA e todos os casos previstos em lei) e R$ 30 (inteira)
Vendas: a partir de 19 de setembro, às 9h na bilheteria do teatro e às 13h no site bilheteriacultural.com.br Horário da bilheteria: de terça a sexta e domingo, das 13h às 21h; sábado, das 9h às 21h Duração: 75 minutos Classificação indicativa: 12 anos Capacidade: 406 lugares (08 para cadeirantes) Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais.
Comédia estrelada por Ingrid Guimarães e Mônica Martelli e direção de Susana Garcia se consolida como maior filme brasileiro do ano
“Minha Melhor Amiga”, dirigido por Susana Garcia e estrelado por Mônica Martelli e Ingrid Guimarães, ultrapassou 2,1 milhões de espectadores na segunda semana de exibição. Só no último fim de semana, o filme levou cerca de 1,2 milhão de pessoas aos cinemas, o melhor resultado de um longa nacional desde “Minha Mãe é uma Peça 3”, em 2019, também dirigido por Susana Garcia.
“É o retorno triunfal da comédia brasileira às grandes bilheterias. Com mais de 1,2 milhões de espectadores de quinta a domingo, tivemos o melhor fim de semana de público desde “Minha Mãe é uma Peça 3”, em 2019, antes da pandemia. O filme só prova como o espectador brasileiro gosta de boas comédias”, celebra Márcio Fraccaroli, CEO da Paris Filmes.
A comédia se consolida como o maior filme brasileiro do ano, “Minha Melhor Amiga” desbancou “Homem-Aranha: Um Novo Dia” e se tornou a primeira produção brasileira a liderar as bilheterias em 2026, quebrando o recorde de maior abertura de um filme nacional de todos os tempos. Foram 1.531 salas de 773 cinemas, em 436 cidades do país. Com produção de Marcio Fraccaroli, André Fraccaroli e Veronica Stumpf, da Paris Entretenimento, o longa tem distribuição da Paris Filmes.
Rodado no Rio de Janeiro, em Lisboa e em Sevilha, “Minha Melhor Amiga” é inspirado nas experiências da dupla com as filhas adolescentes, Julia e Clara, que inclusive dão nome às protagonistas. Amigas de longa data, Ingrid e Mônica conquistaram a internet ao compartilhar situações hilárias e perrengues que passaram durante as férias com as garotas na Europa e a química foi tão boa que elas não pararam mais de viajar juntas.
Na trama, as melhores amigas Julia (Mônica) e Clara (Ingrid) estão numa fase difícil, no auge dos 50 anos. Julia é uma jornalista divorciada que não acredita mais no amor e não se sente valorizada profissionalmente. Já Clara vive um casamento em crise e uma rotina frustrante em casa cuidando do marido, da sogra e do enteado, e no trabalho como corretora imobiliária que não apresenta mais nenhum desafio para ela.
Suas filhas, Manu (Giulia Benite) e Isadora (Gabi Amaral), de 16 anos, vão fazer um intercâmbio em Portugal e, pela primeira vez, morar longe das mães. Elas então decidem dar um basta na vida sem graça e embarcam juntas para Portugal. Quando chegam em solo europeu, nem tudo sai como planejado e elas vão viver intensamente as melhores férias da vida em uma viagem transformadora.
SINOPSE
Julia e Clara são melhores amigas e vivem o auge dos seus 50 anos. Quando suas filhas, Manu e Isadora, viajam para um intercâmbio em Portugal, elas aproveitam para dar um tempo da rotina frustrante e decidem embarcar para a Europa. Mas, ao chegarem em terras lusitanas, nem tudo sai como planejado e o que seriam apenas umas férias divertidas com as garotas se transforma em uma viagem que vai ressignificar a vida das duas.
ELENCO PRINCIPAL
Mônica Martelli
Ingrid Guimarães
ELENCO COADJUVANTE
Giulia Benite
Gabi Amaral
Gustavo Machado
Albano Jerónimo
Alejandro Albarracín
PARTICIPAÇÃO ESPECIAL
Ricardo Pereira
Michel Melamed
Thaila Ayala
FICHA TÉCNICA
Roteiro: Patrícia Leme, Luisa Capri, Tati Bernardi, Ingrid Guimarães, Mônica Martelli e Susana Garcia
Roteiro Final: Andréa Batitucci, Ingrid Guimarães, Mônica Martelli e Susana Garcia
Direção de Fotografia: Rodrigo Monte, ABC
Direção de Arte: Monica Costa
Figurino: Verônica Julian
Caracterização: Lu Moraes
Som Direto: Ricardo Sequeira, Alvaro Correia e Douglas Vianna
Supervisão Musical e Música Original: Zé Ricardo
Edição de Som: Bernado Uzeda e Tomás Alem
Mixagem: Rodrigo Noronha e Gustavo Loureiro
Montagem: Leonardo Gouvea e Mariana Flor, edt.
Direção de Produção: Marcela Flores e Martim Lorena
Elenco por: Marcela Altberg
Produção Executiva: Laura Boorhem
Line Producer: Samantha Queiroz, UPEX e Bruno Martins
Produzido por: Marcio Fraccaroli, Andre Fraccaroli, Veronica Stumpf, Ingrid Guimarães, Mônica Martelli e Susana Garcia
Fundada em 2011, a Paris Entretenimento consolidou-se como produtora independente em 2015, com o lançamento de Carrossel – O Filme. Desde então, seus filmes foram vistos por 20 milhões de pessoas nos cinemas. Entre 2015 e 2018, a Paris Entretenimento foi a produtora que mais lançou filmes no país, com um total de quatorze longas-metragens originais exibidos em circuito comercial. Os gêneros variados dessas produções reafirmam sua versatilidade e, consequentemente, seu posicionamento no mercado audiovisual: adaptações de séries infantis (Carrossel, Carrossel 2 – O Sumiço de Maria Joaquina, Detetives do Prédio Azul – O Filme e Detetives do Prédio Azul 2 – O Mistério Italiano), infanto-juvenis (Internet – O Filme, Meus 15 Anos e 10 Horas para o Natal), comédia romântica (Um Namorado Para Minha Mulher) e uma adaptação que deu vida à HQ nacional de ação (O Doutrinador). Em 2021, lançou as comédias A Sogra Perfeita e Dois Mais Dois, e em 2022 Detetives do Prédio Azul 3 – Uma Aventura no Fim do Mundo. Em 2023, produziu Um Dia Cinco Estrelas, Meu Nome é Gal, Tá Escrito e Férias Trocadas e, no ano de 2024, lançou Minha Irmã e Eu, Morando Com O Crush e Bandida – A Número Um. Em 2025, lança Homem Com H, cinebiografia de Ney Matogrosso, Sílvio Santos Vem aí, C.I.C. – Central de Inteligência Cearense, A Sogra Perfeita 2, Detetives do Prédio Azul 4 – além de estar produzindo os longas As 10 Vantagens De Morrer Depois De Você, Minha Vida com Shurastey, Minha Melhor Amiga, Leandro & Leonardo – Não Aprendi Dizer Adeus e O Caçador de Malassombro.
SOBRE A PARIS FILMES
A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H”, “Manas”, “Pedágio”, “Ritas” , “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, “A Empregada”, a franquia “Truque de Mestre” e “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia.
Entre os próximos lançamentos estão “Feito Pipa”, “Geni e o Zepelim”, “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, “Minha Melhor Amiga”, “Minha Vida com Shurastey” e “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita”.
O Projeto ‘Tem Graffiti na minha Escola’ do artista e arte-educador Fernando Elom chega à sua 3ª edição contemplando os alunos dos centros de ensino CEF 11, CEF 25 e CEF 35 na Ceilândia.
Amante da cultura Hip Hop e morador da cidade, Elom é conhecido por traços no grafitti cheios de mensagens e significados, com campanhas educativas, em prol das mulheres, não-violência, amor e cidadania.
O projeto patrocinado pelo FAC dá continuidade aos ensinamentos dos pilares do hip hop que agregam, direcionam e destacam os valores da união e respeito entre os alunos.
Para Elom, grafiteiro de longa data, ver o interesse das crianças desde cedo é muito gratificante e o projeto visa desenvolver ações educativas e de inclusão para jovens que passam por processo de vulnerabilidade social.
“Ver o projeto chegar à sua 3ª edição é muito enriquecedor. Trazer os elementos do Hip Hop como ferramenta pedagógica e motivacional para crianças e adolescentes tem resultados surpreendentes “, declara o artista
O projeto destaca novos talentos além de embelezar os muros e áreas de convivência das escolas trazendo assim cultura e arte em traços coloridos cheios de histórias.
Evento será realizado em dois finais de semana de setembro, no Complexo Kireibara, em Taguatinga, com oficinas, música ao vivo, Corrida das Flores e espaço sensorial TEA
Brasília ganhará um cenário repleto de cores, aromas e experiências com a chegada da ExpoFlores Brasília 2026. O evento será realizado nos dias 18, 19, 20, 25, 26 e 27 de setembro, no Complexo Kireibara, localizado na Transplantas Garden Center, na região da Chácara do Avião, em Taguatinga.
Durante os dois finais de semana, o público poderá conhecer e comprar flores, plantas ornamentais e produtos de jardinagem. A programação também terá ambientes de paisagismo e decoração, expositores especializados, palestras e oficinas práticas sobre cultivo, cuidados com as plantas e montagem de embalagens.
Além das atividades ligadas à natureza, a ExpoFlores Brasília contará com gastronomia, música ao vivo, parque de diversões, drift kart e espaços instagramáveis. Uma das atrações mais aguardadas será a chuva de pétalas, preparada para criar um momento especial entre o público e o universo das flores.
“A ExpoFlores foi criada para proporcionar uma experiência completa. Queremos reunir famílias, apaixonados por plantas, profissionais, estudantes e pessoas que buscam um programa diferente em Brasília. Será uma oportunidade para aprender, se divertir e descobrir como a natureza pode fazer parte do nosso cotidiano”, afirma Mario Kodama, produtor do evento.
A programação também terá um espaço sensorial TEA, pensado para oferecer mais acolhimento e conforto às pessoas neurodivergentes. A proposta é tornar o evento mais inclusivo e garantir que diferentes públicos possam aproveitar as atividades.
Outro destaque será a Corrida das Flores, que unirá atividade física, bem-estar e contato com a natureza. Os participantes receberão kit com camiseta, número de identificação, medalha e brindes exclusivos.
“A ExpoFlores vai muito além de uma feira de plantas. Preparamos atrações para diferentes idades e interesses, sempre com o objetivo de criar boas memórias. Queremos que cada visitante encontre uma maneira especial de viver essa experiência”, destaca o organizador.
A ExpoFlores Brasília 2026 é realizada em parceria com a Transplantas Garden Center, principal patrocinadora e sede do evento, e conta com o patrocínio da Tramontina. Os ingressos custam R$ 10, na modalidade meia-entrada, e R$ 20, a inteira, com vendas pela plataforma Meeple.
Serviço
ExpoFlores Brasília 2026
Datas: 18, 19 e 20 de setembro e 25, 26 e 27 de setembro de 2026
Local: Complexo Kireibara – Transplantas Garden Center, Chácara do Avião, Taguatinga (DF)
Novo projeto do cantor, “Country Heroes” chega no Clube do Choro, em Brasília, no dia 19 de novembro. Ingressos já estão à venda pelo site da Bilheteria Digital
O Clube do Choro recebe, no dia 19 de novembro, o cantor Gigio Teixeira para uma noite dedicada aos grandes nomes e clássicos da música country. Com o show Country Heroes, o artista apresenta um repertório que percorre diferentes gerações do gênero e combina nostalgia, interpretação e referências da música norte-americana, tocando clássicos de grandes heróis do gênero, como Alan Jackson, Johnny Cash, John Denver e Willie Nelson. Os ingressos já estão à venda pelo site da Bilheteria Digital.
Com mais de quatro anos de carreira profissional, Gigio constrói sua trajetória na cena musical brasiliense à partir de uma relação próxima com o country. A escolha do Clube do Choro para receber o projeto amplia essa conexão ao colocar o gênero em um dos espaços mais tradicionais da música e da cultura de Brasília.
O espetáculo chega ao palco depois de uma experiência importante na trajetória do cantor, o projeto Nashville Sessions, gravado em Nashville, nos Estados Unidos, com músicos americanos que acompanham grandes nomes da Country Music em gravações e turnês. A produção está sendo lançada no YouTube e nas principais plataformas digitais, reuniu oito músicos e buscou sonoridade inspirada na tradição das décadas de 1970 a 1990.
“O Nashville Sessions representa um intercâmbio cultural muito especial, mesclando a cultura brasileira e a tradição country americana. Isso trouxe para as gravações uma sonoridade muito fiel à essência do gênero, especialmente às referências das décadas de 70 a 90”, explica Gigio Teixeira.
O projeto influencia a construção do Country Heroes, que propõe uma viagem por canções marcantes e artistas que ajudaram a formar a identidade da música country. Além da nostalgia, o repertório carrega uma homenagem especial ao irmão do cantor, falecido em 2021, dando ao espetáculo uma dimensão afetiva que soma ao espetáculo.
“No Country Heroes, o público pode esperar um repertório nostálgico, com homenagens e misturas inesperadas. Quero mostrar a versatilidade da minha voz, explorando diferentes possibilidades de interpretação, para que cada música possa conversar com diferentes gerações. É uma forma de apresentar o country a partir do olhar de um brasileiro que se apaixonou por essa cultura e encontrou nela uma maneira de contar histórias, criar conexões e celebrar a memória de grandes artistas.”, afirma o cantor.
No Clube do Choro, o público brasiliense encontra uma oportunidade de conhecer diferentes fases da música country em uma apresentação que valoriza a força e a versatilidade do gênero, além da identidade do espaço. Ao receber o Country Heroes, a casa amplia sua programação com uma noite dedicada a canções que atravessam gerações, reunindo clássicos, referências históricas e a interpretação única de Gigio Teixeira.
Antes do Country Heroes, Gigio já passou por palcos como Capital Moto Week, Feitiço das Artes e Galpão 17, consolidando sua presença na cena country do Distrito Federal.
Um mergulho na teia complexa das relações familiares com direção de Léo Stefanini e no elenco: Maria Flor, Gabriel Braga Nunes, Bruna Miglioranza, Andreas Trotta, Marcio Marinello e Luciano Schwab
Montada em mais de 20 países e adaptada para o cinema, O Filho, peça do premiado cineasta e dramaturgo francês Florian Zeller, ganha sua primeira versão brasileira e que já conquistou enorme sucesso pelos teatros do Brasil
Este é o segundo trabalho de Zeller dirigido por Léo Stefanini, que esteve à frente da montagem de “O Pai”, que rendeu o Prêmio Shell de melhor ator para Fúlvio Stefanini. “Eu conhecia a peça e tinha vontade de montá-la desde 2018. E, graças ao sucesso de O Pai, reconhecido pelo próprio Florian, que nos parabenizou pelo trabalho em sua rede social, foi muito legal podermos trazer O Filho, que também ambienta esse conturbado universo das relações familiares”, revela o encenador brasileiro.
A trama acompanha Nicolas, um adolescente de 16 anos que se sente perdido em um difícil processo de depressão. Filho de pais separados, ele deixa a casa da mãe para morar com o pai enquanto tenta reencontrar o sentido em sua vida. O texto provoca uma reflexão sobre as relações familiares e os mistérios insondáveis da mente.
“A depressão em adolescentes é tema fundamental na reflexão sobre nossa sociedade atual. Não faltam dados que comprovam o aumento exponencial de casos, em todas as classes sociais, em grande parte dos países do mundo. Não à toa a peça se tornou uma febre, sendo montada em todos os continentes. E poder jogar luz sobre o tema é importante para impactar o público de maneira única, provocando a reflexão sobre os caminhos possíveis para a redução de um quadro alarmante”, explica Stefanini.
O diretor ainda conta que a encenação é completamente pautada pelo trabalho com os atores. “O público vai acompanhar um espetáculo em ‘close’, valorizando cada detalhe da trama através de seus olhares e expressões. Neste sentido, não há ‘pirotecnia’ na cena. O cenário, a luz e a trilha seguem a sinteticidade proposta pelo texto”, acrescenta.
Ficha técnica:
Autor: Florian Zeller da Academia Francesa | Tradução: Carolina Gonzales | Elenco: Maria Flor, Gabriel Braga Nunes, Bruna Miglioranza, Andreas Trotta, Marcio Marinello e Luciano Schwab | Direção: Léo Stefanini | Direção de produção: Thiago Wenzler | Trilha sonora original: Sérvulo Augusto | Desenho de luz: Cesar Pivetti | Camareira: Iara Margarida | Operação de luz e som: Magnus Nicollas | Técnico de palco: Bruno Caraíba | Fotografia: Ronaldo Gutierrez. Assessoria de imprensa em Brasília: Rodrigo Machado | Produção em Brasília: DECA Produções | Patrocínio local: BRASAL
Sinopse:
Nicolas é um jovem de 16 anos, apresentando sinais de depressão. Sente-se perdido. Filho de pais separados, troca a casa da mãe (Maria Flor) pela do pai (Gabriel Braga Nunes). Na peça O FILHO, o dramaturgo francês Florian Zeller mergulha na teia complexa das relações familiares para refletir sobre os mistérios insondáveis da mente e o imenso desafio em tentar ajudar um jovem a reencontrar sentido na vida.
Serviço:
[Drama] O Filho
Local: Teatro UNIP (SGAS 913)
Temporada: dias 26 e 27 de setembro
Horários: sábado, às 20h, e domingo, às 19h30
Não é permitida a entrada após o início do espetáculo
O Teatro UNIP: https://www.teatrounip.com | https://www.facebook.com/TeatroUnip | @teatrounip. Bilheteria: apenas nos dias de apresentação sábado e domingo das 14h até o início do espetáculo. Aceita todos os cartões de débito e crédito. Não aceita cheque. Ar-condicionado e acesso para cadeirantes. Estacionamento gratuito. Capacidade para 500 pessoas.
Projeto segue até 4 de outubro com gastronomia, coquetelaria, música e yoga às margens do Lago Paranoá
O Trust Love entra em sua reta final em Brasília com mais quatro dias acrescentados à temporada, que segue até 4 de outubro. A programação reúne gastronomia, coquetelaria, música e bem-estar em um espaço às margens do Lago Paranoá, no Clube Almirante Alexandrino.
Entre as atividades dos últimos dias está uma prática de yoga marcada para o sábado (19), das 17h30 às 18h30, com entrada a R$50 por pessoa. Após a aula, a partir das 19h, a operação será aberta para as reservas da noite, permitindo que o público estenda a programação no espaço e aproveite as opções gastronômicas e de bebidas do Trust Love.
Na cozinha, o chef Erivanio Souza assina um cardápio com diversas opções. Entre os destaques está o Festival de Massas, com pratos como Fettuccine ao Molho Parisiense, Gnocchi de Batata com Molho Funghi, Lasanha à Bolonhesa, a partir de R$49. O menu também conta com outros pratos como o União Perfeita, risoto de parmesão, servido com medalhão de filé, finalizado com molho de vinho tinto, um dos queridinhos da casa, por R$125. Para acompanhar, a carta de vinhos reúne opções a partir de R$79.
Na coquetelaria, o Zaya Drinks, com autoria de Gustavo Guedes, apresenta cerca de 23 drinques, com opções autorais e clássicas. Entre eles estão o Alvorada, com vodka, maracujá, amêndoas, limão, ginger beer e espuma de cupuaçu, por R$40 e o Negroni, com gin, vermute rosso e campari, por R$45.
A programação musical continua fazendo parte da reta final da temporada, com atrações ao longo da semana. Confira: