Categoria: Cultura, Entretenimento

Beer Week celebra 10 anos com cervejas artesanais, gastronomia e música ao vivo no Terraço Shopping

Foto divulgação

Evento gratuito reúne cervejarias de quatro estados, Beer Talks com especialistas e programação especial em comemoração ao mês dos Pais

O Terraço Shopping realizará, entre os dias 14 e 16 de agosto, uma edição especial da Beer Week, que celebrará os dez anos de um dos eventos mais tradicionais do calendário gastronômico do Terraço. Com entrada gratuita, a programação reúne cervejarias artesanais de várias regiões do país, gastronomia, música ao vivo e encontros com especialistas, transformando a Praça Central em um ponto de encontro para quem aprecia boa cerveja e experiências diferenciadas.

Durante três dias, o público poderá conhecer novos rótulos, descobrir diferentes estilos cervejeiros, participar de bate-papos com profissionais reconhecidos do setor e aproveitar apresentações musicais, em um ambiente pensado para reunir famílias e amigos. Integrando a programação especial de Dia dos Pais, a Beer Week reforça a proposta do Terraço Shopping de ser muito mais do que um centro de compras. 

Nesta edição, o festival contará com cervejarias de Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais e Bahia, ampliando a diversidade de sabores e experiências. Participam do evento as cervejarias Urban Cervejaria (DF), Gont’s (DF), Órbita Brewing (DF), GrossBrau (DF), Dourado Beer (DF), Louvada (GO), Ayres (MG) e Rodada (BA).

Um dos destaques da programação são as Beer Talks, encontros gratuitos que aproximam o público de nomes importantes do mercado cervejeiro. No sábado (15), às 16h, o fundador da GrossBrau, Douglas Herlemann, compartilhará sua trajetória, falando também sobre o universo da produção artesanal. Já no domingo (16), às 15h, a mestre cervejeira e sócia da Urban Cervejaria, Marina Lima, conduzirá uma conversa sobre processos, estilos e tendências do segmento.

A experiência também será embalada por música ao vivo. Na sexta-feira (14), às 19h, a banda Harmonautas subirá ao palco com clássicos do rock em versão acústica. No sábado (15), também às 19h, o cantor Daniel Kallazans apresentará um repertório de pop rock acústico, criando o clima perfeito para acompanhar a programação.

Para harmonizar com os diferentes estilos de cerveja, a Beer Week contará ainda com expositores gastronômicos selecionados. Entre as opções estão a culinária belga do Chef David Lemberger, os queijos artesanais do Trem de Minas, as tradicionais Empanadas Argentinas e os produtos da Molhos Curitiba.

Com programação gratuita e aberta ao público, a Beer Week proporcionará, a visitantes e apreciadores da cultura cervejeira, três dias de experiências, descobertas e celebração, em um dos ambientes mais acolhedores da cidade.

Serviço

Beer Week 2026 – Terraço Shopping

Data: 14 a 16 de agosto

Local: Praça Central – Terraço Shopping

Entrada: Gratuita

Horários

Sexta-feira (14/08): das 14h às 22h

Sábado (15/08): das 14h às 22h

Domingo (16/08): das 12h às 20h

Beer Talks

Sábado (15/08) – 16h: Douglas Herlemann, fundador da GrossBrau

Domingo (16/08) – 15h: Marina Lima, mestre cervejeira e sócia da Urban Cervejaria

Música ao vivo

Sexta-feira – 19h: Harmonautas – Rock Acústico

Sábado – 19h: Daniel Kallazans – Pop Rock Acústico

Pré-venda para Elvis in Concert no Brasil começou nesta quinta-feira (13)

Fotos cortesia de Elvis Presley Enterprises, Inc. / Authentic Brands Group

Espetáculo chega ao Ulysses Centro de Convenções em 1º de novembro e terá Jerry Scheff, baixista de Elvis Presley

Começa nesta quinta-feira (13) a pré-venda de ingressos para a turnê brasileira de Elvis in Concert, que retorna ao país em outubro para sua maior temporada no Brasil. Os ingressos adquiridos na pré-venda terão 10% de desconto. Para ter acesso, o público deve se inscrever no grupo VIP, disponível na bio de @eusouwowexibicoes. A venda geral começa no dia 17 de agosto, às 10h.

Elvis Presley será celebrado em grande estilo no Brasil com uma grande exposição e turnê. O país sai na frente e antecipa as homenagens que o Rei do Rock & Roll receberá por ocasião do cinquentenário de sua morte em 2027.

A partir de outubro deste ano, o espetáculo Elvis in Concert retorna ao país para sua maior turnê, quando visitará 6 capitais brasileiras: São Paulo (23/10), Belo Horizonte (30/10), Brasília (01/11), Rio de Janeiro (05/11), Porto Alegre (07/11) e Curitiba (09/11).

Elvis estará presente nos telões com imagem e som renovados em apresentações memoráveis. O Rei do Rock & Roll será acompanhado ao vivo por uma orquestra de 30 músicos com a mesma configuração de seus shows, com a presença ilustre de Jerry Scheff, baixista da TCB Band entre 1969 e 1977, representando seus companheiros de época no palco.  Além de Elvis Presley, Jerry colaborou com Bob Dylan, Roy Orbison e Neil Diamond. É ele também quem está tocando o baixo nas antológicas “L.A Woman” e “Riders on the Storm” do The Doors.

O concerto é uma superprodução e foi recriado exatamente no mesmo formato musical desenhado por Elvis Presley. O espetáculo chegou a lotar os ginásios do Ibirapuera e Maracanãzinho em 2012 quando passou pelo Brasil pela primeira vez, sendo visto por mais de 50 mil pessoas.

Dividido em dois atos, o concerto desfila mais de 35 temas que passam pelas diversas fases da carreira do cantor e que incluem clássicos como “Burning Love”, “Don’t Be Cruel”, “Blue Suede Shoes”, “Love Me Tender”, “Bridge Over Troubled Water”, “Suspicions Mind”, “My Way”, “Can’t Help Falling In Love”. entre outros. O espetáculo traz a voz do próprio artista em imagens históricas carregadas de carisma e emoção, retiradas dos especiais de TV “The 68 Comeback Special”, “Elvis: Aloha from Hawaii” de 1973 e dos filmes da MGM, “Elvis: That’s The Way It Is”, de 1970, e “Elvis On Tour”, de 1972.

Além da música, os fãs brasileiros ainda terão a oportunidade de prestigiar uma grande exposição com mais de 400 itens pessoais do astro, que incluem carros, motos, roupas, objetos pessoais, prêmios e muito mais. Uma mostra capaz de ilustrar e explicar o tamanho de seu legado e história. 

A exposição oficial ELVIS – DIRETO DE GRACELAND visitará Porto Alegre, São Paulo e Curitiba entre 2026 e 2027. A estreia acontecerá no dia 02 de outubro de 2026 no Multiverso Experience, no Cais Embarcadero, em Porto Alegre. Ingressos também estarão disponíveis em pré-venda a partir de 13 de agosto às 10h, com 10% de desconto. Para acessar a pré-venda, o público pode se inscrever no grupo VIP (acesso pela bio de @eusouwowexibicoes). A venda geral começa a partir de 17 de agosto às 10h, ambas em Bilheteria Digital.

Trata-se da mais abrangente coleção que já atravessou os portões de Graceland nos últimos tempos e que ocupará uma área de 1.000 metros quadrados.

A exposição reunirá centenas de itens originais vindos diretamente dos Arquivos de Graceland, incluindo o uniforme militar de Elvis, uniforme de futebol americano, figurinos de palco e roupas de uso cotidiano, joias, móveis, livros, instrumentos musicais, sua Ferrari Dino GT4 de 1975 e o MG vermelho que aparece no filme Feitiço Havaiano (Blue Hawaii).

A mostra vai além da carreira de Elvis na música e no cinema ao apresentar um retrato mais íntimo de sua vida pessoal, por meio de roupas e acessórios usados ao longo de sua trajetória, objetos pessoais de Graceland, produtos licenciados vintage com a marca Elvis, figurinos, roteiros originais de filmes de Hollywood e muitas outras peças raras.

Angie Marchese, vice-presidente de Arquivos e Exposições da Elvis Presley Enterprises, comenta: “Através de nossos arquivos e acervo, mantemos o passado vivo, preservando e, principalmente, compartilhando as histórias que esses objetos representam por meio de exposições incríveis como essa. Elvis dedicou muito de si a seu trabalho e se comunicou profundamente com seu público em um nível íntimo. É maravilhoso poder compartilhar essa jornada através de sua história com seus fãs.”

A vinda dos eventos é fruto de uma parceria entre a Elvis Presley Enterprise e o grupo WOW do Brasil.

“O Brasil possui uma das maiores bases de fãs de Elvis no mundo, os brasileiros receberão dois dos maiores eventos internacionais assinados pela Elvis Presley Enterprises. Temos muito orgulho em poder levar a exposição para três grandes cidades do país, e o concerto para 6 capitais. Serão eventos históricos que mobilizarão diferentes gerações e todos aqueles que apreciam música e a história de ícones universais “, resume Sandro Horta, vice-presidente de conteúdo do grupo WOW.

ELVIS IN CONCERT

SÃO PAULO

Local: Espaço Unimed / R. Tagipuru, 795 – Barra Funda, São Paulo – SP

Data: 23 de outubro

Vendas: Bilheteria Digital

BELO HORIZONTE

Local: Arena Hall / Av. Nossa Sra. do Carmo, 230 – Savassi, Belo Horizonte – MG

Data: 30 de outubro

Vendas: Sympla

BRASÍLIA

Local: Teatro Ulysses Guimarães / SGAS I SGAS 913 – Asa Sul, Brasília – DF

Data: 01 de novembro

Vendas: Bilheteria Digital

RIO DE JANEIRO

Local: Qualistage / Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca, Rio de Janeiro – RJ

Data: 05 de novembro
Vendas: Ticketmaster

PORTO ALEGRE

Local: Auditório Araújo Vianna / Parque Farroupilha, 685 – Farroupilha, Porto Alegre – RS

Data: 07 de novembro

Vendas: Bilheteria Digital

CURITIBA

09 de novembro 

Local: Teatro Guaíra / R. XV de Novembro, 971 – Centro, Curitiba – PR

Data: 09 de novembro

Vendas: Bilheteria Digital

ELVIS – DIRETO DE GRACELAND

Local: Multiverso Experience / Cais Embarcadero / Av. Mauá, 1050 (Armazém 7) – Centro Histórico, Porto Alegre – RS

Data: A partir de 02 de outubro de 2026

Vendas: Bilheteria Digital

Festival Trilha da Inclusão abre inscrições para curso gratuito sobre acessibilidade nas artes

Foto divulgação

Curso Arte COM Acessibilidade faz parte da etapa formativa da edição 2026 e apresenta metodologia voltada às experiências artísticas

O Festival Trilha da Inclusão está com inscrições abertas para o curso Arte COM Acessibilidade, último da etapa formativa da edição 2026. Ministrado pela pesquisadora Karen Montija, mestre em Acessibilidade Estética pela USP e referência nacional na área, o curso será realizado de 3 a 29 de setembro, de forma on-line, pela plataforma Google Meet.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas de 17 a 31 de agosto, pelo perfil oficial do projeto no Instagram, @trilha.dainclusao. São oferecidas 30 vagas, com reserva de 30% para pessoas com deficiência.

Baseado na metodologia Proposta de Acessibilidade à Experiência Estética (PAEE), desenvolvida por Karen Montija, o curso reúne estudos de caso, atividades práticas e discussões sobre mediação cultural acessível. A proposta é ampliar as possibilidades de acesso às artes visuais para pessoas com e sem deficiência e estimular novas formas de fruição e participação nas experiências artísticas.

 A etapa formativa do Trilha da Inclusão 2026 já promoveu as capacitações Introdução à Audiodescrição, ministrada por Gabriela Passos e Fernando Rodrigues, e Visão na Palma da Mão: Introdução ao Braille, conduzida por Viviane Queiroz. A proposta é qualificar profissionais para incorporar a acessibilidade desde o planejamento de iniciativas culturais.

Festival Trilha da Inclusão

Realizado desde 2024 pela Guia de Acessibilidade Inclusiva, com apoio da Secretaria de Cultura do Distrito Federal, o Festival Trilha da Inclusão é uma iniciativa voltada à promoção da acessibilidade cultural e à formação de profissionais que atuam no setor. Em duas edições, o projeto já impactou mais de três mil pessoas e desenvolveu uma programação integralmente acessível, com protagonismo de pessoas com deficiência como artistas, produtores, gestores e formadores.

Em 2026, o festival é desenvolvido em quatro etapas — formação, exposição de artes visuais, seminário e festival cultural — com o objetivo de fortalecer a acessibilidade como elemento essencial da produção artística, estimular a qualificação profissional e ampliar o acesso da população às manifestações culturais.

Para Cássia Lemes, idealizadora do Trilha da Inclusão e diretora da Guia de Acessibilidade, iniciativas culturais devem ser pensadas, desde o início, para promover experiências mais democráticas, acessíveis e acolhedoras. “A acessibilidade não é um detalhe que se acrescenta no final, ela é a forma como escolhemos receber as pessoas. Quando nasce junto com o projeto, a cultura se torna um espaço onde todos podem participar e se reconhecer”, afirma.

Serviço

Festival Trilha da Inclusão – Etapa Formativa
Curso: Arte COM Acessibilidade
Ministrante: Karen Montija
Inscrições gratuitas: de 17 a 31 de agosto
Inscrições: Instagram @trilha.dainclusao
Período do curso: 3 a 29 de setembro
Modalidade: on-line, pela plataforma Google Meet
Aulas: terças e quintas-feiras, das 19h30 às 22h
Vagas: 30, sendo 30% reservadas para pessoas com deficiência.

Espetáculo circense “Pelle – A Maripoza”, chega à Vila Telebrasília com apresentações gratuitas e acessibilidade

Performance solo de Aisha Britto une mastro chinês, dança e artes visuais para debater memória, corpo e reconstrução

Após uma estreia de sucesso no Galpoa: Centro de Pesquisa e Difusão das Artes Circenses, o espetáculo Pelle: A Maripoza segue sua itinerância e aterrissa no  Espaço Pé Direito (Vila Telebrasília), nesta sexta-feira (14/08). A performance solo da artista Aisha Britto combina circo contemporâneo, dança, sonoridades e elementos visuais para criar uma dramaturgia centrada no corpo e em suas memórias, propondo uma reflexão sobre ressignificação das marcas visíveis e invisíveis deixadas pela violência.

Pesquisa artística
O trabalho começou a tomar forma durante a passagem de Aisha Britto pela Scuola di Circo FLIC, na Itália. A partir da percepção de que seu corpo suportava impactos considerados incomuns, ela passou a investigar as expectativas sociais construídas em torno do corpo feminino, especialmente a associação entre feminilidade e fragilidade. A pesquisa, inicialmente pessoal, ganhou novas camadas a partir do contato com histórias compartilhadas por outras mulheres. Esses relatos contribuíram para ampliar a dramaturgia de Pelle: A Maripoza e deslocar o foco da violência em si para as possibilidades de reconstrução e ressignificação.

No palco, o Mastro Chinês e o Mastro Pendular funcionam como elementos centrais desta investigação. O risco, o equilíbrio, a força e o movimento são utilizados para construir imagens sobre resistência e transformação, sem recorrer à representação explícita da violência.

Turnê acessível
Além da proposta artística, Pelle: A Maripoza incorpora a acessibilidade como parte da própria temporada. Todas as apresentações contam com intérprete de Libras, e a sessão de 14 de agosto terá também audiodescrição para pessoas com deficiência visual.

A temporada começou no dia 7 de agosto, com uma sessão exclusiva para mulheres cis e trans. As apresentações são seguidas de uma conversa com Aisha Britto, criando um espaço para que o público conheça mais sobre o processo de criação e possa dialogar sobre os temas presentes na obra.

Viabilizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, da Secretaria de Economia Criativa, o projeto encerra a programação com uma ação formativa. No dia 29, Aisha Britto ministra a Oficina de Consciência Corporal e Mobilidade, no Galpoa. A ação é voltada prioritariamente para pessoas com deficiência física, deficiência motora e pessoas com mobilidade reduzida, reafirmando o compromisso do projeto com a acessibilidade e a democratização da experiência artística.

SERVIÇO:
Estreia de Pelle – A Maripoza
Quando: De 14 a 16 de agosto. Sexta-feira a domingo, às 20h
Onde: Espaço Pé Direito (Vila Telebrasília)
Quanto: entrada franca, mediante retirada de ingressos
Ingressos disponíveis:https://linktr.ee/amaripoza 
Instagram: @amaripoza_pelle

PROGRAMAÇÃO: 
Espaço Pé Direito – Vila Telebrasília
– 14 de agosto, às 20h — com Libras e audiodescrição
– 15 de agosto, às 20h — com Libras
– 16 de agosto, às 20h — com Libras

Oficina de Consciência Corporal e Mobilidade
29 de agosto, das 14h às 17h
Galpoa – Vila Planalto

Jope Chaves transforma vivências negras, espiritualidade e cultura popular no primeiro EP autoral

Foto Mariana Guedes

Raízes do Povo: Caminhos da Alma Afro-Brasileira chega às plataformas em 27 de agosto; pré-lançamento será realizado em Sobradinho, território de origem do artista

As experiências de um artista negro e periférico, nascido em Sobradinho e formado no encontro entre a música, as culturas populares e o terreiro, atravessam o primeiro EP autoral de Jope Chaves. Em Raízes do Povo: Caminhos da Alma Afro-Brasileira, o cantor, compositor e instrumentista reúne cinco faixas que percorrem ancestralidade, fé, resistência, afeto e conhecimentos transmitidos entre gerações. O trabalho chega às plataformas digitais em 27 de agosto, dia do aniversário do artista.

Antes da estreia digital, Jope apresenta o repertório em show gratuito no Festival Raízes do Povo, em 22 de agosto, naPraç a das Artes Teodoro Freire, conhecida como Praça da Quadra 8, em Sobradinho I. A apresentação, prevista para às 20h20, marca o primeiro encontro do público com as canções. Cantor, compositor, arranjador, instrumentista e diretor musical, Jope Chaves atua há cerca de 17 anos na cena cultural do Distrito Federal. Sua trajetória inclui a passagem pelos grupos Musubi e Soul Mandinga, nos quais trabalhou como vocalista, guitarrista, arranjador e diretormusical, além de gravações e colaborações com artistas e projetos como Venttura, Cerradims, Chamat, Eduardo Bahia Canta Djavan e o EP Pele, de Venusto. Em 2022, foi semifinalista do Brasília Independente com a canção “A Sina de um Malandro”.

O novo trabalho consolida essa trajetória em um repertório dedicado à sua identidade autoral. A criação parte das vivências de Jope como integrante das culturas populares e ogã do Candomblé Nagô-Vodum.Essas referências não aparecem apenas nos temas das composições, mas orientam sua maneira de compreender a memória, o pertencimento e a permanência das culturas de matrizes africanas no presente.

“O título fala do que recebemos de quem veio antes de nós e continuamos transmitindo: a música, a oralidade, a fé, os tambores e os ensinamentos ancestrais afro-brasileiros. As raízes não estão paradas no passado. Elas continuam vivas, multiplicando-se e abrindo novos caminhos para a experiência humana e, principalmente, para a experiência negra contemporânea, que, ainda nos dias de hoje, precisa resistir aos preconceitos com a afirmação da sua própria cultura”, explica Jope.

Musicalmente, o EP aproxima samba, samba-rock, samba-canção, ijexá, maracatu e soul. A instrumentação estabelece diálogos entre a canção popular, os ritmos afro-brasileiros e diferentes vertentes da música brasileira, com arranjos que combinam cordas, percussões, metais e vozes.

Cinco caminhos de uma mesma raiz

As cinco faixas percorrem diferentes dimensões da experiência negra e afro-brasileira. O caminho começa com “Ato de Fé”, que aproxima tambor, dança, samba e Candomblé ao apresentar a fé como força de resistência e continuidade cultural. “O samba aparece como expressão artística, manifestação de memória e forma de enfrentamento ao preconceito”, comenta Jope Chaves.

Essa relação com o passado se aprofunda em “Raízes”, composição sobre as tradições orais, a terra, o uso das plantas e os ensinamentos preservados pelos mais velhos. “Gira Mundo” (ou viramundo), um método de tortura na época da escravização no Brasil Colônia e Império, foi escrita por Jope relatando a memória de um negro escravizado que sonhava na liberdade, assim como foi o território de resistência Quilombo dos Palmares.“Gira Mundo” fala, em tom de saudade e sofrimento, da vontade de liberdade de viver a própria cultura, cultivar a espiritualidade, celebrar, dançar e preservar costumes em contraponto à escravização que foi imposta”, explica o artista.

O repertório segue com “Ponto de Luz”, com letra de Gui Cerradim e melodia e harmonia de Jope, onde reúnem esperança, proteção e aprendizado espiritual com a entidade Zé Pilintra das Almas.“A fé é um aprendizado permanente, construído com o tempo e com a escuta”, resume. Por fim, em “Maria” segue pensando a memória coletiva com uma dimensão íntima em uma homenagem à sua avó, Maria de Nazaré, e que celebra também a identidade, a beleza e a força de tantas outras “Marias” desses Brasis.

A unidade entre esses diferentes caminhos é construída pelos arranjos e pela produção musical de Alberto Salgado. O EP reúne Jope Chaves na voz e na guitarra; Márcio Marinho no cavaquinho; Kai Kundrat no baixo; Léo Sena na bateria; Carlos Pial e Larissa Umaytá nas percussões; Felipe de Paulo no trombone; Paulo Black no trompete; Paula Vidal na sanfona; e Ana Quésia Silva, Carol Senna e Tarry Gonçalves nos coros. Tem produção executiva da Machado Produção Cultural. A direção artístico-musical do trabalho é compartilhada por Jope Chaves e pela Machado Produção Cultural, representada por Igor Machado, também conhecido como Igu Malagueta.

Responsável pela co-produção musical, gravação, mixagem e masterização, Valerinho Xavier também participa de duas faixas: Ponto de Luz no violão sete cordas e Ato de Fé como cantor, enquanto Gui Cerradim divide a interpretação de “Ponto de Luz”.

Pré-lançamento no território de origem

A escolha de Sobradinho para apresentar o EP pela primeira vez recupera o território onde Jope nasceu, cresceu e estabeleceu sua relação com as culturas populares e afro-brasileiras. O show integra o Festival Raízes do Povo, evento gratuito que reúne música e atividades formativas ao longo do dia. “Apresentar essas músicas primeiro em Sobradinho é devolver ao meu lugar de origem um trabalho que nasceu das experiências construídas aqui. É onde estão parte das pessoas, das memórias e das referências que ajudaram a formar o artista que sou”, ressalta.  

Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, o festival contará com interpretação em Libras,
com Luana Neves e Edilene Silva e audiodescrição com Cinema Cego. O projeto do EP também prevê a disponibilização das faixas no YouTube com interpretação em Libras, além de conteúdos com legendas.


Serviço:

Pré-lançamento do EP Raízes do Povo: Caminhos da Alma Afro-Brasileira
Artista: Jope Chaves
Evento: Festival Raízes do Povo
Data: 22 de agosto de 2026
Horário do show: 20h20
Local: Praça das Artes Teodoro Freire – Praça da Quadra 8, Sobradinho I,
Distrito Federal
Entrada: gratuita
Acessibilidade: interpretação em Libras e audiodescrição


Lançamento digital:

EP: Raízes do Povo: Caminhos da Alma Afro-Brasileira
Faixas: “Ato de Fé”, “
Raízes”, “Gira Mundo”, “Ponto de
Luz” e “
Maria
Data: 27 de agosto de 2026, à 0h
Disponibilidade: principais plataformas digitais
Conteúdo acessível: faixas com interpretação em Libras no YouTube
Instagram: @jopechaves


Projeto realizado com recursos d o Fundo de Apoio à Cultura do Distrito
Federal – FAC-DF, da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do
Distrito Federal.
Produção: Machado Produção Cultural.



Vídeos:



Maria – https://www.youtube.com/watch?v=hC29aCbQC4k



Raízes – https://www.youtube.com/watch?v=2JMkURvhFlE&list=RD2JMkURvhFlE

Eixo do Fora leva experiências de som e luz em arte ao Museu Nacional da República

Giuliano Lombardi

Festival reúne artistas brasileiros em quatro dias de programação gratuita com performances, instalações, música, oficinas e encontros de experimentação artística não convencional

Museu Nacional da República será tomado por sons, luzes, performances, instalações e diferentes experiências sensoriais durante o Eixo do Fora Vol. 6 Festival de Arte Som e Arte Luz. Em sua sexta edição, o festival propõe uma imersão na produção contemporânea experimental, aproximando 14 artistas, coletivos e público em uma programação que explora novas formas de criar, escutar e perceber a arte.

Com curadoria de Alexandre Rangel, Dalton Camargos, Gisel Carriconde, Krishna Passos e Priscila Arantes, foram selecionadas, por meio de Chamada Pública Nacional, 14 apresentações de artistas, coletivos e pesquisadores do Distrito Federal e de todo o Brasil, com processos que valorizam linguagens que combinam matéria  sonora e luminosa em apresentações inusitadas. O festival também contará com atividades formativas, oficinas, rodas de conversa e debates,  que se aprofundam em pesquisa artística

De acordo com Krishna Passos, idealizador e coordenador geral do projeto, o festival pretende questionar de que forma a arte pode estar realmente conectada conosco dentro da nossa rotina. “O público pode esperar uma grande diversidade de formas, para a compreensão e o experimentar a arte, seus suportes, seus locais de ação e as matérias-primas das quais são feitas. Assim, esperamos contribuir com a formação de público e de artistas na capital, fortalecendo também o papel de Brasília como um lugar surgido de  experimentações estéticas, artísticas e sociais, como é sua vocação”, afirma

A programação vai reunir experiências que aproximam corpo, som, luz, espaço e formas em propostas de criações livres. Em “Eu.Morfose”, o movimento do corpo interfere diretamente na criação sonora e visual, em uma jornada sensorial. Já “INÍCIO 2, Primeira Voz” transforma vocalizações, choros e respirações de um bebê em luz, ritmo e arquitetura enquanto “Vagalumens” propõe uma simbiose entre o natural e o artificial sobre o concreto do museu, com seres luminosos e sonoros criando um ambiente que aproxima tecnologia, natureza, vida e cidade.

O público também encontrará trabalhos que exploram a relação entre música experimental, tecnologia e percepção, com experiências de improvisação electroacústica que transitam entre música concreta, krautrock, noise e ambient. A programação ainda inclui “BAILE IMPROVISADO”, performance construída ao vivo a partir de samples e trechos de funk brasileiro, sem composição fixa, com o público e o artista compartilhando o mesmo espaço de escuta criativa.

Com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC), o festival tem como princípio criar espaço para manifestações artísticas que encontram pouca visibilidade nos circuitos tradicionais. Além de promover o intercâmbio entre artistas de diferentes regiões do país, como Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul e Distrito Federal, ampliando o contato do público com pesquisas em arte que transitam por linguagens não convencionais da arte contemporânea. 

SERVIÇO

Festival Eixo do Fora Vol. 6 – Festival de Arte Som e Arte Luz

De 12 a 15 de agosto de 2026

Local: Museu Nacional da República e áreas externas – Brasília/DF

Entrada gratuitaClassificação indicativa: Livre

Mais informações: @festivaleixodofora 

Alceu Valença, Michel Teló, Mari Fernandez no Maior São João do Cerrado

Fotografia de Leo Aversa

Programação de shows começa nesta sexta (14), ao lado da Administração de Ceilândia, e segue até domingo (16). Polos culturais funcionam normalmente

Os grandes shows do Maior São João do Cerrado começam nesta sexta-feira (14), em Ceilândia, com a apresentação de Alceu Valença, na Arena São João, montada na Praça do Trabalhador, ao lado da Administração Regional da cidade. Um dos maiores nomes da música brasileira, o cantor pernambucano apresenta o espetáculo “80 Girassóis”, em comemoração aos seus 80 anos, reunindo sucessos que marcaram sua trajetória.

No sábado (15), será a vez de Michele Andrade, Grupo Benzadeus e Ju Marques subirem ao palco. Artista de Ceilândia, Ju Marques representa a força e a diversidade da produção musical do Distrito Federal e divide a programação com atrações de destaque nacional.

O encerramento do evento será no domingo (16), com Mari Fernandez e Michel Teló, responsável por fechar a programação do O Maior São João do Cerrado. O cantor sul-mato-grossense promete colocar o público para dançar em uma apresentação que reúne sertanejo, forró e piseiro.

Para a organizadora do evento, Edilane Oliveira, os grandes shows são uma forma de celebrar o retorno do Maior São João do Cerrado à Ceilândia em grande estilo. “A gente estava com saudade de Ceilândia e sabe que muita gente também estava com saudade do Maior São João do Cerrado. Queremos que o público sinta que está chegando a uma festa que conhece, que faz parte da cidade e que agora está de volta para matar a saudade”, afirma.

Polos culturais

Além do grande palco na Arena São João do Cerrado, polos espalhados pela cidade garantem a diversão.

Após seis anos, o Sítio Seu João voltou a integrar a programação do evento, recriando uma comunidade típica do sertão nordestino, com construções em taipa e pau a pique, bodega, comidas típicas, música e elementos que remetem às tradições do interior. O espaço funciona na Casa do Cantador.

Na Praça do Mamulengo, montada na Praça da Bíblia, a diversão fica por conta do circo, oficinas, parque de diversões, apresentações culturais, gastronomia e atividades voltadas para crianças e adultos.

Já a Vila Borborema rememora o ambiente das tradicionais cidades do interior, com casas cenográficas, Capela de Santo Antônio, feira de artesanato e apresentações de trios de forró em um coreto. O espaço fica na praça da Estação Ceilândia Centro do Metrô.

O Maior São João do Cerrado é realizado pelo Instituto Brasileiro de Integração (IBI), apresentado pelo Ministério da Cultura e pela Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), em parceria com o Ministério do Turismo e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. O projeto conta ainda com o apoio da CiaNet, Casas Bahia, JK Shopping e Administração Regional de Ceilândia.

Serviço

Arena São João do Cerrado – Palco principal
Praça do Trabalhador – QNM 13, ao lado da Administração Regional de Ceilândia
14 a 16 de agosto | 17h às 02h

Vila Borborema
Praça da Estação Ceilândia Centro do Metrô – CNN 2, Avenida Hélio Prates
7 a 16 de agosto | 14h às 22h

Sítio Seu João
Casa do Cantador – QNN 32, Ceilândia Sul (Via da Fundação Bradesco)
7 a 9 e 12 a 16 de agosto | 16h às 23h

Praça do Mamulengo
Praça da Bíblia – QNP 19, Ceilândia Norte
7 a 9 e 12 a 16 de agosto | 16h à 0h

Cine Brasília exibe longa candango “A Natureza das Coisas Invisíveis”, em Planaltina, e recebe a estreia de “Minions & Monstros”

Foto divulgação

Ação especial acontece no dia 17, em celebração ao aniversário da RA, e integra o projeto “Cine Expansão”, iniciativa do próprio Cine focado em levar exibições e formação para fora do centro de Brasília

Já na Sala Vladimir Carvalho, a nova animação dos amarelinhos atrapalhados ganha sessões a partir desta sexta, 14

O Cine Brasília ultrapassa os limites do Plano Piloto nesta segunda, 17, com mais uma edição anual do “Cine Expansão”, projeto criado para ampliar o alcance do Cine e aproximar sua programação de públicos de diferentes regiões do Distrito Federal. Desta vez, a iniciativa chega ao Complexo Cultural de Planaltina, aproveitando as comemorações do aniversário da cidade, com exibição de A Natureza das Coisas Invisíveis, da cineasta brasiliense Rafaela Camelo, a partir das 15h. Após a exibição, o público poderá participar de um debate com a atriz e pedagoga Iara dos Santos Miranda e a foquista Liss Fernández. Ambas as atividades são gratuitas.

Realizado no DF e dirigido por Rafaela Camelo, A Natureza das Coisas Invisíveis já passou pela tela do Cine, tanto na programação regular quanto em sessões  especiais e festivais. Estrelado por Laura Brandão, Serena, Larissa Mauro, Camila Márdila e Aline Marta Maia, o drama acompanha Glória, uma menina de 10 anos que passa as férias no hospital onde a mãe trabalha como enfermeira. É lá que conhece Sofia, convencida de que a piora no estado de saúde da bisavó é provocada justamente pela internação. Unidas pelo desejo de deixar aquele ambiente, as duas encontram conforto na companhia uma da outra. Quando a partida se torna inevitável, meninas e mães seguem para um refúgio no interior de Goiás, onde vivem os últimos dias de um verão marcado por amizade, descobertas e despedidas.

Depois da exibição, Iara dos Santos Miranda, atriz e pedagoga com trajetória dedicada à educação inclusiva, e Liss Fernández, cineasta chilena e foquista da produção, participam de uma conversa com o público presente. O debate contará com interpretação em Libras.

ESTREIAS

Além da exibição especial em Planaltina, a programação segue a todo vapor na sala do Cine Brasília, na Asa Sul, e a principal novidade desta semana é a estreia de Minions & Monstros, nova animação dirigida por Pierre Coffin. A aventura volta à Era de Ouro de Hollywood para acompanhar James, um Minion que sonha em deixar de ser apenas mais um integrante da tribo a serviço dos outros e finalmente realizar seus próprios filmes. O plano, no entanto, sai completamente do controle quando ele liberta por acidente uma gangue de criaturas monstruosas disposta a destruir o mundo, obrigando os Minions a se unirem para conter o caos que ajudaram a provocar. Na sexta, 14, o filme será exibido às 10h, em versão dublada, e às 16h25, na versão legendada. No sábado, às 11h, a animação novamente terá sessão dublada.

SELEÇÃO DE CURTAS

E para abrir as sessões de Minions & Monstros desta semana teremos O Melhor Som do Mundo, curta de Pedro Paulo de Andrade que tem a história conduzida por Vinicius, um menino que, em vez de figurinhas, carrinhos ou gibis, coleciona sons. 

Os curtas exibidos no Cine Brasília são selecionados na Chamada Pública de Curtas do Cine Brasília, uma iniciativa que busca ampliar a diversidade da programação e fortalecer o cinema nacional. A previsão da atual gestão é que 150 curtas de todo o Brasil sejam exibidos antes das sessões de longas-metragens em cartaz. Os filmes escolhidos recebem um cachê de R$1.300 para obras finalizadas a partir de 2025, e R$800 para as finalizadas até dezembro de 2024. As inscrições podem ser feitas até 1º de abril de 2027 pelo site cinebrasilia.com/chamadas-publicas, onde também está disponível o edital completo. 

EM CARTAZ

Seguindo na grade do Cine, a comédia dramática O Convite, de Olivia Wilde, gira  em torno de um jantar entre vizinhos que transforma a intimidade de dois casais em terreno para conflitos acumulados. Já Os Ruminantes, de Tarsila Araújo e Marcelo Mello, se volta para a memória do cinema brasileiro ao recuperar “A Hora dos Ruminantes”, projeto escrito em 1967 por Luiz Sergio Person e Jean-Claude Bernardet que nunca chegou a ser filmado. A partir desse roteiro interrompido e de documentos inéditos e confidenciais da ditadura militar, o documentário revisita as relações entre cinema, política e história no Brasil das décadas de 1960 e 1970.

MOSTRA BRASCHI DE CINEMA

Quem também continua na tela do Cine é  a Mostra BRASCHI de Cinema,  que segue até o  dia  15, reunindo diferentes momentos da cinematografia chilena em sessões gratuitas. Nesta quinta, a programação apresenta O Chacal de Nahueltoro, de Miguel Littín, um dos títulos fundamentais do cinema chileno, seguido de Denominación de Origen, de Tomás Alzamora Muñoz. Na sexta-feira, 14, é a vez do documentário La Flaca Alejandra, de Carmen Castillo e Guy Girard, e de A Onda (La Ola), de Sebastián Lelio.

O encerramento acontece no sábado, com A Fronteira (La Frontera), de Ricardo Larraín, e Corpo Celeste (Cuerpo Celeste), de Nayra Ilic. Toda a programação tem entrada gratuita.

SESSÕES ESPECIAIS

Na terça, 18, às 18h30, o Cine Brasília recebe uma sessão especial promovida pela Academia de Medicina de Brasília (AMeB), com exibição gratuita do longa O Físico, dirigido por Philipp Stölzl. Ambientado no século XI, o longa acompanha a jornada de um jovem inglês que atravessa continentes em busca de conhecimento sobre medicina, chegando à Pérsia para estudar com o célebre Ibn Sina. O filme será exibido em versão dublada e  após a sessão haverá um debate sobre medicina, ética, formação médica e humanismo na prática profissional, aproximando as questões levantadas pela obra de reflexões sobre o exercício da medicina. A sessão e o debate são gratuitos.

Já na quarta, 19, é a vez da sessão especial de Rio de Clarice, longa brasileiro que transporta para as telas o universo de Clarice Lispector a partir de cinco contos da escritora. Dirigido por Maria Luiza Aboim, Eunice Gutman, Nicole Allgranti, Taciana Oliveira e Barbara Kahane, a produção conta com cinco histórias independentes, cada uma dirigida por uma diretora, o filme percorre diferentes personagens das relações humanas presentes na obra clariceana. A exibição será gratuita e seguida de debate com a produção do longa.

FESTIVAL DE BRASÍLIA

Na terça, às 10h, o hall do Cine estará cedido para a coletiva de imprensa do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

EM BREVE

Na próxima semana, a programação contará com a chegada de A Fabulosa Máquina do Tempo e Minions e Monstros, na Sessão Atípica, e Anatomia do Caos, na Sessão Acessível. E, em breve, o Cine recebe os filmes Harry Potter e a Pedra Filosofal (relançamento), A Odisseia, Homem-Aranha: Um Novo Dia, Pequenas Criaturas, Baile Perfumado (relançamento), Cinema, Aspirinas e Urubus (relançamento) e Baixio das Bestas (relançamento). Aguarde para conferir esses e outros títulos na nossa programação.

INGRESSOS E ACESSIBILIDADE

Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema, de terça  a quinta-feira, das 13h às 22h, sexta, das 9h às 22h, e sábado e domingo, das 10h às 22h, ou no nosso SITE OFICIAL. Às segundas, o Cine Brasília fecha para manutenção de rotina. 

Excepcionalmente nesta semana, o Cine Brasília terá alterações em seu funcionamento em alguns dias e horários para a implementação do Cine Pipoca. Consulte a programação antes da visita. 

As sessões regulares, bem como a Sessão Clássicos, Monumental e Circuitão custam R$20 (inteira) e R$10 (meia). Tanto a exibição especial de A Natureza das Coisas Invisíveis, no Complexo Cultural de Planaltina, quanto a Mostra BRASCHI e as sessões dos filmes O Físico e Rio de Clarice são gratuitas.

Os filmes Os Ruminantes e Rio de Clarice possuem recursos de acessibilidade de Libras, audiodescrição e legendas através do aplicativo Conecta Acessibilidade; e os filmes O Convite e Minions & Monstros no MLoad.

PROGRAMA DE FIDELIDADE

O Cine Brasília segue com o Programa de Fidelidade – CINELOVER que recompensa espectadores frequentes. A cada sessão assistida, os participantes acumulam carimbos no cartão fidelidade, que podem ser trocados por prêmios como entradas gratuitas, ímãs, canetas, baldes de pipoca e bonés exclusivos. O programa é válido para sessões regulares da grade. Mais informações em cinebrasilia.com/fidelidade.

SERVIÇO – CINE BRASÍLIA
Endereço: Asa Sul Entrequadra Sul 106/107 – Brasília, DF, 70345-400.
Informações pelo WhatsApp: 61 99687-8661 (seg a sex – das 14h às 18h) – wa.me/5561996878661 ou contato@cinebrasilia.com 
Ingressos à venda na bilheteria ou pelo link: ingresso.com/cinema/cine-brasilia 
Mais informações: cinebrasilia.com ou @cinebrasiliaoficial

PROGRAMAÇÃO DE 13 A 19 DE AGOSTO DE 2026

QUINTA-FEIRA, 13/0814h30 — Os Ruminantes (nacional)
16h20 — O Convite (legendado)
18h30 — Mostra BRASCHI de Cinema – O Chacal de Nahueltoro (legendado)
20h30 — Mostra BRASCHI de Cinema – Denominación de Origen (legendado)

SEXTA-FEIRA, 14/0810h00 — O Melhor Som do Mundo (curta-metragem • nacional) + Minions & Monstros (dublado)
14h00 — O Convite (legendado)
16h25 — O Melhor Som do Mundo (curta-metragem • nacional) + Minions & Monstros (legendado)
18h30 — Mostra BRASCHI de Cinema – La Flaca Alejandra (legendado)
20h00 — Mostra BRASCHI de Cinema – A Onda (legendado)

SÁBADO, 15/0811h00 — O Melhor Som do Mundo (curta-metragem • nacional) + Minions & Monstros (dublado)
14h10 — Os Ruminantes (nacional)
15h50 — O Convite (legendado)
18h00 — Mostra BRASCHI de Cinema – A Fronteira (legendado)
20h20 — Mostra BRASCHI de Cinema – Corpo Celeste (Cuerpo Celeste) (legendado)

DOMINGO, 16/08Cinema fechado para manutenção

SEGUNDA-FEIRA, 17/08Cinema fechado para manutenção

TERÇA-FEIRA, 18/0810h00 — Coletiva de Imprensa do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
18h30 — Sessão Especial – O Físico (dublado) + debate

QUARTA-FEIRA, 19/08
19h00 — Sessão Especial – Rio de Clarice (nacional) + debate

Atriz brasiliense Nicole Basevi amplia carreira entre cinema e teatro em Los Angeles

Foto divulgação

Com passagem pelo Hollywood Fringe Festival, atriz produz e protagoniza curta selecionado para cinco festivais internacionais

De Brasília para Los Angeles, Nicole Basevi vem construindo uma trajetória que transita entre o cinema e o teatro. A atriz, que já atuava na capital federal antes de se mudar para os Estados Unidos para investir na carreira, estudou no Lee Strasberg Film and Theatre Institute e, desde então, vem participando de produções independentes, curtas-metragens e espetáculos teatrais na cidade.

Um de seus trabalhos mais recentes marca também uma nova etapa profissional. Nicole produziu e protagonizou o curta-metragem We’re F*cked, dirigido por Maria Jimena Hernandez, que já acumula cinco seleções oficiais em festivais internacionais: New York Mobile Film Festival, Short Way International Film Festival, Folkestone Film Festival, Couch Film Festival e Black Lion Indie Film Festival.

Ambientado em um mundo pós-pandemia, We’re F*cked acompanha uma mulher que vive sozinha, carente e com medo de sair de casa. Na tentativa de preencher esse vazio, ela recorre a um chat de inteligência artificial, estabelecendo uma relação que coloca em cena questões como solidão, isolamento e a presença cada vez maior da tecnologia nas relações humanas.

Além de interpretar a protagonista, Nicole assina a produção do curta, ampliando sua atuação para além da frente das câmeras. A trajetória nos Estados Unidos também já rendeu reconhecimento à atriz, vencedora do prêmio de Melhor Atriz no LSTFI 3×5 Festival.

Dos palcos de Los Angeles ao Hollywood Fringe

No teatro, Nicole integrou recentemente o elenco de Tea for Two, apresentado em junho no Hollywood Fringe Festival. Baseada em Overtones, peça de Alice Gerstenberg, de 1915, a montagem tem direção de Curtis Belz e produção de Sofia Vassilieva.

A comédia dramática explora o conflito entre a imagem que projetamos socialmente e aquilo que realmente pensamos e desejamos. Nicole interpreta uma das personagens centrais da montagem, em um papel que exigiu trabalhar duas dimensões de uma mesma mulher: a imagem moldada pelas expectativas sociais e uma voz interior mais rebelde e livre.

A apresentação marcou o segundo ano consecutivo da atriz no Hollywood Fringe Festival. Em 2025, Nicole também integrou a programação do evento, quando atuou em uma montagem de Romeu e Julieta.

De Brasília para Los Angeles

Antes de se estabelecer nos Estados Unidos, Nicole já atuava em Brasília. A decisão de se mudar para Los Angeles veio acompanhada do desejo de se dedicar integralmente à profissão e aprofundar sua formação como atriz.

Na cidade, estudou no Lee Strasberg Film and Theatre Institute e passou a se inserir na cena artística local, participando de produções para cinema e teatro e construindo uma trajetória em um dos principais centros da indústria audiovisual mundial.

Mudar para Los Angeles foi uma decisão de me dedicar de verdade à carreira e me colocar diante de novos desafios. Desde que cheguei, tenho aprendido muito a cada trabalho e descoberto também outras possibilidades dentro da profissão. Hoje, poder transitar entre o teatro e o cinema e começar a atuar também como produtora me faz sentir que estou construindo meu próprio caminho e entendendo cada vez mais que tipo de histórias quero contar”, afirma Nicole.

Entre cinema e palco, Nicole Basevi vive agora um momento de expansão profissional. Ao mesmo tempo em que consolida sua atuação no teatro, começa a ampliar sua presença no audiovisual e a assumir novas funções nos projetos dos quais participa, como aconteceu em We’re F*cked, no qual divide as funções de atriz e produtora.

Para outras informações, estou à disposição. 

Tavinho Schmitz chega ao Distrito Federal em agosto para segunda turnê

Foto divulgação

Com show “Folk Metropolitano: uma obra de notas e palavras”, músico também fará primeira apresentação em Goiás

O músico mineiro Tavinho Schmitz estreia seu novo show “Folk Metropolitano: uma obra de notas e palavras” no Distrito Federal e em Goiás em agosto. Os shows serão no evento Encontro da Vila, no Espaço Aroeira, em Brasília (DF), na sexta-feira (14/08); no Pimenta’s Rock, no Itapoã (DF), no sábado (15/08); no Quadradinho do Eixo, no Eixão do Lazer, no domingo (16/08); na Pink Street Brasília, em Brasília, na quarta-feira (19/08); no Toca Disco Bar, na Cidade Ocidental (GO), na quinta-feira (20/08); no Boemia Gabriela, no Paranoá, na sexta-feira (21/08); no Black Sheep Breja Studio, em Brasília, no sábado (22/08).

Os shows marcam a segunda turnê de Tavinho no Distrito Federal. A primeira turnê foi em outubro de 2025, e teve shows no Pinella (hoje fechado), no Jobim (hoje Pink Street Bar), no Armazém do Campo e no Food Park Noroeste, todos em Brasília. Será a primeira vez do músico em Goiás.

“Sou um mineiro em constante estrada. Estou muito feliz em retornar ao DF, para mais uma linda turnê. Conheci pessoas maravilhosas e lugares incríveis. Uma região que já mora no meu coração e espero voltar muitas e muitas vezes. Também estou na expectativa para o show em Goiás”, conta Tavinho.

A concepção do show “Folk Metropolitano: uma obra de notas e palavras”  começou na época do lançamento do primeiro EP do músico, intitulado Get Walkin’, com quatro músicas, e lançado em março de 2025. Depois dos shows do EP, Tavinho decidiu ampliar o conceito e investir nas novas apresentações.

“O show nasce da interseção entre duas dimensões aparentemente opostas: a intimidade acústica da tradição folk e a pulsação acelerada da vida nas grandes cidades. O show propõe investigar poeticamente as contradições, afetos e silêncios que habitam quem vive entre o concreto e o natural, entre o ruído urbano e a busca por autenticidade”, destaca Tavinho.

A maior parte das canções apresentadas são de autoria de Tavinho Schmitz, com letras que refletem uma poética pessoal, que bebe da fonte do folk mundial, como “I just stay”, “I’ve got felling”, “Need a lighter”, “In the end”, “Put on your clothes”, entre outras. Das referências de Tavinho, estão no repertório canções de Led Zeppelin, Robert Johnson, Pink Floyd, Black Sabbath e Allman Brothers Band, entre outros clássicos do rock nacional e internacional e da MPB, além de declamações de poesia autoral.

O novo show já foi apresentado, em 2026, em Campinas e Paulínia (SP), Ouro Preto e Santana do Riacho (Lapinha da Serra), ambas em Minas Gerais. Para este segundo semestre, além do Distrito Federal e Goiás, o músico já está com apresentações marcadas novamente na Lapinha da Serra, Campinas e Paulínia.

Serviço
Tavinho Schmitz apresenta Folk Metropolitano: uma obra de notas e palavras

Data e horário: Sexta-feira (14/08), 19h
Onde: Encontro da Vila, no Espaço Aroeira, em Brasília (DF)
Endereço: Setor de Habitação Individual Norte Área Especial Nº 3 Loja Nº 2 Polo Verde – Lago Norte
Valor: Entrada gratuita

Data e horário: Sábado (15/08), 19h
Local: Pimenta’s Rock, no Itapoã (DF)
Endereço: Condomínio Itapuã I Quadra 2 Cj c Casa 4 4
Valor: R$ 8 (couvert)

Data e horário: Domingo (16/08), 11h
Local: Quadradinho do Eixo
Endereço: 113 Norte – Eixão do Lazer
Valor: Entrada gratuita

Data e horário: Quarta-feira (19/08), 19h
Local: Pink Street Brasília (antigo Jobim), em Brasília
Endereço: SCRN 704/705 Bloco E Loja 51 – Asa Norte
Valor: R$ 20 (couvert)

Data e horário: Quinta-feira (20/08), 19h
Local: Toca Disco Bar, na Cidade Ocidental (GO)
Endereço: Super quadra 13 – Qd. 4, lote 54 – loja 02 – Centro
Valor: Entrada gratuita

Data e horário: Sexta-feira (21/08), 19h
Local: Boemia Gabriela, no Paranoá (DF)
Endereço: Quadra 21 Conj. D Lote 4 Loja 1
Valor: Entrada gratuita

Data e horário: Sábado (22/08), 18h30
Local: Black Sheep Breja Studio
Endereço: CLN 102 Bloco A, Loja 52
Valor: R$ 8 (couvert)

Mais informações: instagram.com/tavinhoschmitz

CCBB Brasília transforma sua própria arquitetura em roteiro para o Dia do Patrimônio

No mês em que se celebra o Dia Nacional do Patrimônio Histórico (17/8), três atividades gratuitas do Rolê Cultural convidam o público a ler a cidade, o prédio de Oscar Niemeyer e a Coleção de Arte do Banco do Brasil como parte de uma mesma herança.

Em agosto, o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) propõe uma forma prática de comemorar o Dia Nacional do Patrimônio Histórico: percorrê-lo. Três atividades gratuitas do Rolê Cultural – CCBB Educativo levam o público a explorar a cidade, o próprio edifício e o acervo do centro cultural. Ingressos disponíveis pelo site ingressos.ccbb.com.br ou presencialmente na bilheteria do CCBB Brasília.

O ponto de partida é o Rolê Territórios e Afetos, aos sábados e domingos, às 13h. A partir de um grande mapa que começa no centro cultural e se abre para diferentes regiões do Distrito Federal e entorno, os participantes reconhecem obras, monumentos, marcos arquitetônicos e manifestações que compõem o patrimônio material e imaterial da capital.

Na Visita-Espetáculo, aos sábados e domingos, às 16h, o edifício projetado por Oscar Niemeyer vira um tabuleiro: o público segue pistas escondidas, as “cartas de Niemeyer”, em uma caça às obras de arte e aos detalhes da arquitetura, acompanhada de músicas, cantigas e brincadeiras.

O percurso se completa no Rolê no Jogo – Coleção de Arte BB, às sextas e sábados, às 18h. Com o “Jogo da Coleção de Arte Banco do Brasil”, cada participante monta a sua própria coleção de pinturas, esculturas e gravuras e se aproxima de nomes que ajudaram a definir a estética modernista no país, como Oscar Niemeyer, Athos Bulcão e Roberto Burle Marx. Todas as atividades são gratuitas e abertas a diferentes idades.

O projeto tem realização do Ministério da Cultura e patrocínio do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).

Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

Acessibilidade
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.

Horários da van – De quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.

Programação:

Rolê Territórios e Afetos      
Visita mediada agendada que conecta arte e arquitetura, explorando obras no CCBB e o patrimônio cultural de Brasília e entorno. Ao final, o público participa de um “mapa afetivo e poético” do Plano Piloto e arredores.       
Data: Sábados e domingos, às 13h               
Duração: 1h          
Capacidade: 30 pessoas             
Classificação: Livre
Ponto de encontro: Sala do Educativo            

Rolê no Jogo Coleção de Arte BB     
Os participantes criam sua própria coleção a partir de pinturas, esculturas e gravuras de artistas como Oscar Niemeyer, Athos Bulcão e Roberto Burle Marx. A atividade estimula percepção estética, sensibilidade e valorização do acervo.
Data: Sextas e sábados, às 18h         
Duração: 1h          
Capacidade: 30 pessoas             
Classificação: Livre
Ponto de encontro: Sala do Educativo      

Visita Espetáculo      
Conduzidos por personagens, os participantes percorrem o CCBB em uma caça às obras que transforma o espaço em cenário de descobertas. Arte, arquitetura e patrimônio se revelam por meio de uma experiência sensível que desperta memórias e afetos.
Data: Sábados e domingos, às 16h. Exceto dia 22, atividade Dia de Rolê Palhaço Seu Cocó.
Duração: 40 minutos
Capacidade: 30 pessoas       
Classificação: Classificação livre      
Ponto de encontro: Sala do Educativo        

Serviço:

Rolê Cultural – Educativo do Centro Cultural Banco do Brasil
Centro Cultural Banco do Brasil – Distrito Federal Endereço: SCES Trecho 2 – Brasília/DF  Tel.: 61 3108-7600Programação completa em ccbb.com.br/brasilia/programacao/role-cultural-educativo-ccbb/
Ingressos: ingressos.ccbb.com.br
Agendamento para grupos e escolas: conecta.mediato.art.br
Acesso: gratuitoClassificação Indicativa: livre

Fotos: https://drive.google.com/drive/folders/1xI7gvNtJabFGi4wWaMiFJeHsP8bKAx7b?usp=sharing

Informações para imprensa
Camila Maxi
(61) 98334-4279
imprensa.mediato@gmail.com

Assessoria de imprensa CCBB:
Poliana Cunha
(61) 3108-7600
policunha@bb.com.br

CCBB Brasília
Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h.
SCES Trecho 2 – Brasília/DF
Tel: (61) 3108-7600
E-mail: ccbbdf@bb.com.br
Site/ bb.com.br/cultura 
Instagram/ccbbbrasilia
TikTok/@ccbbcultura 
Youtube/ Bancodobrasil

Vencedor do Urso de Cristal em Berlim 2026, “Feito Pipa”, estrelado por Lázaro Ramos, Yuri Gomes e Teca Pereira compete no Festival de Gramado e divulga nova data de lançamento

Lázaro Ramos e Yuri Gomes como Batista e Gugu em “Feito Pipa”  – Crédito: Jamille Queiroz

Novo filme de Allan Deberton será lançado nos cinemas em circuito nacional em 05 de novembro pela Paris Filmes

“Feito Pipa”, longa-metragem dirigido por Allan Deberton, ganhou uma nova data de estreia nos cinemas brasileiros. Estrelado por Yuri Gomes, Teca Pereira e Lázaro Ramos, o filme chega às salas de todo o país em 5 de novembro, com distribuição da Paris Filmes. Após estrear na Berlinale 2026, onde conquistou dois prêmios, a produção passou por importantes festivais internacionais, entre eles o Festival Internacional de Cinema de Guadalajara, no México, onde recebeu outras duas premiações, e o Festival Internacional de Cinema de Cartagena das Índias (FICCI), na Colômbia, onde também foi premiada. Agora, o longa terá sua aguardada première nacional na 54ª edição do Festival de Cinema de Gramado, integrando a Mostra Competitiva de Longas-Metragens Brasileiros.

O filme desembarca no tapete vermelho do Festival com uma comitiva formada pelo diretor Allan Deberton e pelos atores Lázaro Ramos, Yuri Gomes e Teca Pereira. A participação marca o reencontro do cineasta com o festival que ocupa um lugar especial em sua trajetória. Em 2019, seu primeiro longa-metragem, “Pacarrete”, foi o grande vencedor do evento, conquistando oito Kikitos, entre eles Melhor Filme pelo Júri, Melhor Filme pelo Júri Popular, Melhor Direção, Melhor Roteiro e Melhor Atriz.

Desde sua estreia mundial em Berlim, em fevereiro deste ano, “Feito Pipa” vem construindo uma das mais expressivas trajetórias internacionais do cinema brasileiro em 2026. O longa conquistou os dois principais prêmios da mostra Generation Kplus, o Crystal Bear (Urso de Cristal), concedido pelo Júri Jovem, e o Grande Prêmio do Júri Internacional, tornando-se um dos grandes destaques do festival alemão. Na sequência, o filme abriu o Festival Internacional de Cinema de Cartagena das Índias (FICCI), na Colômbia, onde também recebeu o prêmio de Melhor Interpretação para o jovem ator Yuri Gomes. Logo depois, conquistou mais dois importantes reconhecimentos no Festival Internacional de Cinema de Guadalajara, no México: Prêmios Maguey de Melhor Filme e Melhor Interpretação para Yuri Gomes e Teca Pereira. Ao todo, “Feito Pipa” já soma cinco prêmios internacionais e passou por importantes festivais na Suíça, China, Itália, Estados Unidos e Israel. 

“Feito Pipa” acompanha Gugu (Yuri Gomes), um menino de quase 12 anos apaixonado por futebol que vive ao lado da avó Dilma (Teca Pereira), responsável por criá-lo de maneira livre e afetuosa. Ele vive seu primeiro desafio quando precisa encarar a possibilidade de morar com o pai (Lázaro Ramos), um homem incapaz de expressar seus sentimentos. Rodado em Quixadá, no sertão do Ceará, o filme constrói uma narrativa delicada sobre amadurecimento, pertencimento, afeto e liberdade. O elenco conta também com Carlos Francisco (O Agente Secreto) e Georgina Castro (O Céu de Suely). 

Produzido pela Deberton Filmes e pela Biônica Filmes, “Feito Pipa” tem distribuição no Brasil pela Paris Filmes e vendas internacionais pela M-Appeal. O filme conta com patrocínio do Nubank, produção associada da Mistika e apoio do Projeto Paradiso, por meio da Incubadora Paradiso. É uma realização com apoio da PNAB, PNAB Ceará, Governo do Ceará, BRDE, FSA, ANCINE e Ministério da Cultura.

Logline
Gugu sonha em se tornar um grande jogador de futebol. Criado livremente pela avó, ele vive seu primeiro desafio quando precisa encarar a possibilidade de morar com o pai, um homem incapaz de expressar seus sentimentos. 

Sinopse  

Gugu é um menino de 12 anos apaixonado por futebol, que vive com a avó Dilma, uma professora aposentada que o criou de forma livre e afetuosa, em uma vida com segurança e criatividade. Menos em sua relação com o pai Batista, feita de ausências, expectativas e afetos não ditos. Agora Gugu vive seu primeiro desafio quando precisa encarar a possibilidade de morar com ele. 

Ficha Técnica

Direção: Allan Deberton

Roteiro: André Araújo

Dir. Fotografia: Luciana Baseggio, ABC, DAFB / Daniel Donato 

Montagem: Mariana Nunes Gomes

Música: João Victor Barroso 

Supervisor de Edição de Som: Miriam Biderman, ABC

Desenho de Som: Ricardo Reis, ABC

Mixador: Toco Cerqueira

Direção de Arte: Dayse Barreto

Figurino: Gabriella Marra

Maquiagem: Natie Cortez

Casting: Luciana Vieira

Produção: Karen Castanho, Bianca Villar, Fernando Fraiha, Allan Deberton

Produção executiva: Marcelo Pinheiro, Fred Burle, Maurício Macêdo

Produção Associada: Lázaro Ramos, João Macedo, Ariadne Mazzetti

Elenco: Yuri Gomes (Gugu), Lázaro Ramos (Batista), Teca Pereira (Dilma), Georgina Castro, Carlos Francisco, e apresentando as crianças Luan Vasconcelos, Beatriz Carwile, Nathyel Martins, Manuela Paulino, Pablo Vinícios e Enzo Uejo.

Título Internacional: Gugu’s World
Título Original: Feito Pipa
Ano: 2026
País:
Brasil
Gênero:
Drama
Duração: 93 min

Sobre o diretor

Allan Deberton é diretor, produtor e roteirista, formado em Cinema pela UFF. Seus curtas-metragens participaram de mais de 150 festivais nacionais e internacionais, conquistando 76 prêmios. Coproduziu a série “Lana & Carol” e o longa “Do Outro Lado do Atlântico”. Em 2019, estreou na direção de longas com “Pacarrete”, selecionado para o Festival Internacional de Cinema de Xangai e grande vencedor do 47º Festival de Cinema de Gramado, com oito Kikitos. Em seguida, produziu o documentário “Transversais” (2021), exibido na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e no Outfest Fusion Los Angeles, e dirigiu episódios da série inédita “Uma Garota Comum”, da Disney+. Em 2025, lançou o longa musical “O Melhor Amigo”, coprodução Deberton/Telecine e distribuição da Vitrine Filmes, exibido em festivais como MixBrasil, Inside Out Toronto e Biarritz Amérique Latine. Em 2026, “Feito Pipa”, uma coprodução Deberton, Biônica Filmes e Warner Bros., distribuição Paris Filmes, venceu o Urso de Cristal e o Grande Prêmio do Júri da mostra Generation KPlus no Festival de Berlim, além de ser indicado ao Teddy Awards. Atualmente, prepara seu próximo longa, “A Adoção”, uma coprodução Deberton Filmes, Biônica Filmes e Paramount Pictures, distribuição Califórnia Filmes. É membro da Associação de Produtores Independentes, da Academia Brasileira de Cinema e da Rede de Talentos Paradiso.

Filmografia de Allan Deberton

“Doce de Coco” (2010)
“O Melhor Amigo” (2013)
“Os Olhos de Arthur” (2016)
“Pacarrete” (2019)
“O Melhor Amigo” (2024)
“Feito Pipa” (2026) 

Sobre a Biônica Filmes

Fundada em 2012 por Bianca Villar, Fernando Fraiha e Karen Castanho, a Biônica Filmes se consolidou como uma das principais forças criativas do audiovisual brasileiro. Com um portfólio de 21 filmes e 5 séries, suas obras abrangem diferentes gêneros e públicos. Entre os destaques recentes estão “Feito Pipa” (2026), dirigido por Allan Deberton, que estreou mundialmente na Berlinale em 2026 e recebeu o Urso de Cristal da mostra Generation Kplus, bem como o Grande Prêmio do Júri Internacional. “Chico Bento e a Goiabeira Maraviosa” (2025), que atraiu mais de 1 milhão de espectadores, e “A Melhor Mãe do Mundo” (2025), dirigido por Anna Muylaert, que teve estreia no Festival Internacional de Cinema de Berlim. A Biônica também lançou “Pedágio” (2023), vencedor de 28 prêmios internacionais, incluindo honrarias no TIFF – Toronto, no Festival de Roma e no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Ao longo de 14 anos, suas produções já alcançaram mais de 7 milhões de espectadores nos cinemas e lideraram a bilheteria nacional em três ocasiões.

Sobre a Deberton Filmes 

A Deberton Filmes é uma produtora cearense liderada pelo cineasta Allan Deberton e pelo produtor Marcelo Pinheiro. Coproduziu o documentário “Do Outro Lado do Atlântico” (2015), com estreia no 37º Festival de Cinema de Havana, e a série “Lana & Carol” (TV Brasil, 2019). Produziu o longa-metragem “Pacarrete” (2019), que estreou no Festival Internacional de Cinema de Xangai e conquistou oito Kikitos no Festival de Gramado, incluindo Melhor Filme, Direção e Roteiro, além de oito prêmios da Academia Brasileira de Cinema. Também coproduziu e distribuiu o documentário “Transversais” (2022), selecionado para a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e para o Outfest Fusion Los Angeles.

Em seguida, produziu os longas “O Melhor Amigo” (2025), coprodução com Telecine e distribuição Vitrine Filmes, e “Feito Pipa” (2026), coprodução com Biônica Filmes e Warner Bros., distribuição Paris Filmes, filme vencedor do Urso de Cristal e do Grande Prêmio do Júri da mostra Generation KPlus do Festival de Berlim, além de indicado ao Teddy Awards. Em 2026, prepara “A Adoção”, coprodução com Biônica Filmes e Paramount Pictures, distribuição Califórnia Filmes. A Deberton participa ativamente de importantes mercados e eventos do audiovisual, como Rio2C, Ventana Sur, European Film Market, San Sebastián e Marché du Film. 

Festival Raízes do Povo estreia em Sobradinho com programação gratuita de música e oficinas culturais

Foto divulgação

Evento acontece em 22 de agosto, sábado, com Martinha do Coco entre as atrações, e lançamento do novo EP autoral de Jope Chaves

No dia 22 de agosto, sábado, a Praça das Artes Teodoro Freire, em Sobradinho, receberá a primeira edição do Festival Raízes do Povo. O evento é gratuito e reúne música e oficinas, com uma ampla diversidade cultural. A programação contará com shows de Mestra Martinha do Coco, CHAMAT, Ølyê e Rayara Correia, além da discotecagem do DJ Sapo e de duas oficinas formativas. O encerramento da programação será marcado pelo show de lançamento do novo EP autoral de Jope Chaves.

Com curadoria voltada a artistas representativos das periferias e da produção musical do Distrito Federal, o Festival Raízes do Povo aproxima diferentes ritmos e linguagens, como samba-rock, música popular brasileira, soul, trap, rap, jazz, coco, ciranda e maracatu. A iniciativa propõe um espaço de convivência, fruição, formação e valorização das múltiplas expressões que compõem a cena cultural brasiliense.

Além dos shows, o público poderá participar gratuitamente de duas atividades formativas. A oficina ‘Segura o Coco!’, com Mestra Martinha do Coco, e a oficina Dança Charme, com Yago Beirão, terão 20 vagas cada e acontecerão na Praça das Artes Teodoro Freire, no próprio dia do festival. A inscrição das oficinas é feita através do instagram @festivalraizesdopovo

Raízes do Povo
O Festival Raízes do Povo  traz a ideia de que Brasília é construída diariamente pelo encontro entre diferentes povos, territórios, tradições e estéticas. Ao reunir expressões populares, periféricas, urbanas e contemporâneas, o festival busca fortalecer o reconhecimento da identidade cultural do Distrito Federal e promover o diálogo entre diferentes gerações.

A escolha da Praça das Artes Teodoro Freire reforça a importância da ocupação cultural dos espaços públicos. Considerada um espaço simbólico de convivência comunitária em Sobradinho, a praça receberá uma programação voltada à integração social, à inclusão e ao pertencimento.

Acessibilidade
O projeto prevê medidas de acessibilidade, incluindo interpretação presencial em Libras nos shows e oficinas, audiodescrição nas apresentações musicais, recursos destinados a pessoas com deficiência visual e estruturas acessíveis para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

Programação

10h às 12h – Oficina Segura o Coco!, com Mestra Martinha do Coco

14h20 às 15h20 – Oficina Dança Charme, com Yago Beirão

15h20 às 15h50 – DJ Sapo

16h às 16h45 – Mestra Martinha do Coco

16h45 às 17h10 – DJ Sapo

17h10 às 17h55 – CHAMAT

17h55 às 18h20 – DJ Sapo

18h20 às 19h05 – Ølyê

19h05 às 19h30 – DJ Sapo

19h30 às 20h15 – Rayara Correia

20h15 às 20h40 – DJ Sapo

20h40 às 21h25 – Jope Chaves (show de lançamento do novo EP autoral)

O Festival Raízes do Povo é idealizado por Jope Chaves e pela Machado Produção Cultural, representada por Igu Malagueta, que também assinam a direção geral e artística do projeto. A coordenação geral é de Verônica Carneiro, enquanto a produção executiva é realizada pela Machado Produção Cultural, em nome de Igu Malagueta. 

SERVIÇO

Festival Raízes do Povo

Quando: 22 de agosto, sábado, das 10h às 22h
Onde: Praça das Artes Teodoro Freire – Sobradinho
Quanto: Gratuito

Paris Filmes divulga novo pôster alternativo de “Coração Partido”

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Adaptado do romance de Anna Jane, produção estreia em 20 de agosto

A Paris Filmes acaba de divulgar novo pôster alternativo de “Coração Partido” (Your Heart Will Be Broken). A produção é adaptada do best-seller de Anna Jane, uma das autoras mais lidas do gênero, e estreia em 20 de agosto nos cinemas brasileiros. Baixe o pôster neste link e imagens do filme aqui. Assista ao trailer aqui.

O longa acompanha Polina, uma adolescente que tenta recomeçar a vida em uma nova cidade, mas logo se torna alvo de bullying na escola. Tudo muda quando Bars, o aluno mais temido e misterioso do colégio, oferece proteção em troca de que ela siga suas próprias regras.

O que começa com um “fake dating” logo evolui para uma relação intensa e emocionalmente complexa, marcada por dependência, vulnerabilidade e uma crescente necessidade de pertencimento.

O elenco do longa conta com Veronika Zhuravleva, Daniel Vegas, Alya Mayer, Maksim Saprykin, Evgeniya Loza e Pavel Kuzmin. A direção é de Mikhail Vaynberg.

SOBRE A PARIS FILMES

A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H”, “Manas”, “Pedágio”, “Ritas” , “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, “A Empregada”, a franquia “Truque de Mestre” e “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia. 

Entre os próximos lançamentos estão “Feito Pipa”, “Geni e o Zepelim”, “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, “Minha Melhor Amiga”, “Minha Vida com Shurastey” e “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita”.

Acompanhe as novidades sobre esse e outros lançamentos por meio das redes sociais:

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Marco Luque traz novo espetáculo a Brasília neste fim de semana

“É disso que eu tô falando!” reúne Jackson Faive, Mustafary, Mary Help e Silas Simplesmente em apresentações no Museu Nacional da República e no Teatro Caesb

Marco Luque chega a Brasília neste fim de semana com “É disso que eu tô falando!”, seu novo espetáculo de humor. As apresentações acontecem no sábado, 15 de agosto, no Museu Nacional da República, e no domingo, 16, no Teatro Caesb, em Águas Claras. No palco, o humorista reúne, pela primeira vez em uma mesma montagem, quatro de seus personagens mais conhecidos: Jackson Faive, Mustafary, Mary Help e Silas Simplesmente.

Depois de três anos em turnê com “Dilatados”, Luque apresenta um repertório totalmente novo e aposta também em um formato diferente. Embora cada personagem tenha seu próprio momento, suas histórias se cruzam ao longo do espetáculo e constroem uma única narrativa, que reserva uma surpresa para o público no desfecho.

Jackson Faive, o irreverente motoboy paulistano, atualiza o público sobre suas aventuras urbanas, sempre embaladas pelas gírias e pelo jeito peculiar que o transformaram em um dos tipos mais populares do humorista.

Silas Simplesmente, o taxista de opiniões contundentes, compartilha reflexões bem-humoradas sobre seus casamentos malsucedidos e as situações que enfrenta diariamente no trânsito. Já Mary Help, a carismática diarista, retorna com novos causos de trabalho e conselhos tão sinceros quanto imprevisíveis.

Completando o quarteto, Mustafary, o rastafari pseudoambientalista, apresenta suas mais recentes filosofias — quase sempre contraditórias — e as soluções nada convencionais que acredita ter encontrado para os problemas do planeta.

Com diferentes vozes, gestos e universos, Marco Luque reafirma a versatilidade que marca sua trajetória. Em “É disso que eu tô falando!”, o humorista combina personagens já consagrados, textos inéditos e uma estrutura narrativa que surpreende tanto quem acompanha seu trabalho há anos quanto quem está conhecendo seus tipos pela primeira vez.

Giral Produções

O espetáculo integra a programação comemorativa dos 35 anos da Giral Projetos Culturais. Ao longo de mais de três décadas, a produtora vem contribuindo para ampliar a presença de grandes atrações nacionais e internacionais em Brasília, consolidando uma trajetória marcada pela diversidade artística e pela valorização da cultura.

Serviço

Marco Luque em “É disso que eu tô falando!”

Brasília
Data: 15 de agosto (sábado)
Horário: 21h
Local: Museu Nacional da República
Endereço: Setor Cultural Sul, Lote 2, próximo à Rodoviária do Plano Piloto, Esplanada dos Ministérios – Brasília/DF

Águas Claras
Data: 16 de agosto (domingo)
Horário: 20h
Local: Teatro Caesb
Endereço: Avenida Sibipiruna, Lotes 13/21 – Águas Claras/DF

Ingressos:

Plateia

Solidário + 2kg de Alimento

R$ 120,00 + R$ 18,00 Taxa de Conveniência

Meia Entrada

R$ 80,00 + R$ 12,00 Taxa de Conveniência

Inteira

R$ 160,00 + R$ 24,00 Taxa de Conveniência

Espetáculo Raízes do Brasil começa nova temporada de apresentações pelo Distrito Federal

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O Projeto Dançando Sonhos retorna pelo segundo ano consecutivo com apresentações que valorizam a cultura popular brasileira, com xaxado, quadrilha, carimbó e muito mais

O Projeto Dançando Sonhos retorna aos palcos do Distrito Federal com o espetáculo “Raízes do Brasil – A Espera do Reencontro”, uma história contada por meio da dança, da música e da riqueza da cultura popular brasileira. As apresentações acontecerão  nos meses de setembro e outubro, passando por diferentes regiões administrativas do DF.

Bento e Flor vivem um amor que encontra pelo caminho um grande obstáculo: um pai ciumento, disposto a afastar os dois. Separado de sua amada, Bento parte Brasil afora à sua procura. Entre ritmos, culturas e tradições, começa uma jornada movida pelo amor e pela esperança. Será que esse amor encontrará novamente o seu caminho?

O projeto conta com a direção de Inayá Campos, com assistência de Lidiane Campos na equipe direta do projeto. O elenco de bailarinos é composto por Kailane Nascimento, Manuella Fabian, Ana Júlia Valadares, Anna Clara Cristino, Alice Rezende, Guilherme Figueiredo, Vitor Oliveira, Marcos Nunes, Lamôni Chagas, Gabriel Lira e Thiago Batista.

A trilha sonora do novo espetáculo é uma verdadeira viagem pelo Nordeste brasileiro. Com músicas típicas nordestinas que se entrelaçam com as coreografias, o grupo desembarca em Brasília, mais uma vez, para poder valorizar e reforçar a importância da cultura e da identidade brasileira em meio ao cerrado brasiliense. Músicas interpretadas por Clara Nunes, Gonzaguinha, Alceu Valença fazem parte do repertório a ser apresentado.

De acordo com Inayá, o projeto representa uma oportunidade de transformação pessoal e social para os participantes. “Aqui, a dança não é apenas linguagem estética, mas instrumento de inclusão. Busca se consolidar como uma ferramenta social de cultura, que forma cidadãos sensíveis, críticos e criativos, capazes de enxergar o mundo com empatia e beleza. Porque esse é o poder da arte”, afirma.

A atuação do projeto também se estende à realização de apresentações públicas em espaços culturais, escolas e eventos comunitários. Essas atividades funcionam como culminância dos processos de ensino, ao mesmo tempo em que ampliam a visibilidade do projeto e reforçam o vínculo dos participantes com o território onde vivem. A metodologia aplicada é constantemente revista e adaptada à realidade dos alunos, mantendo como referência a experiência acumulada pelos profissionais em outros projetos de educação artística e social.

O Projeto Dançando Sonhos, sediado em Ceilândia (DF), atua como um projeto social sem fins lucrativos com foco na promoção da arte entre jovens adultos e adolescentes da região. Com atividades voltadas à dança, o projeto busca democratizar o acesso à cultura e contribuir para o desenvolvimento humano, social e educacional dos participantes e daqueles que colaboram com a iniciativa.

A entrada para as apresentações são todas de forma gratuita e as próximas datas da agenda serão divulgadas com antecedência pelo Instagram (@icce.capacitando). Para mais informações, contatar a nossa assessoria.

SERVIÇO
Espetáculo “Raízes do Brasil – A Espera do Reencontro”
Data: 16 de agosto (domingo)
Horário: 11:30h
Local: Torre de TV de Brasília
Endereço: Eixo Monumental, Plano Piloto, Brasília – DF
Contato: @icce.capacitando

ENTRADA
Entrada gratuita

4º Festival de Cultura Inclusiva encerra edição com sucesso e celebra a arte como instrumento de inclusão em Brasília  

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Após semanas de oficinas, espetáculos, exposição e apresentações artísticas, projeto reuniu pessoas com e sem deficiência e concluiu sua quarta edição com ampla participação do público e valorização da diversidade 

O 4º Festival de Cultura Inclusiva do Distrito Federal chegou ao fim após uma programação que reuniu oficinas, espetáculo teatral, exposição e apresentações artísticas no Espaço Cultural Renato Russo. Realizado pelo Instituto Entre Nós, em parceria com a Associação Mãe em Movimento (AMEM/DF), o projeto promoveu o encontro entre pessoas com e sem deficiência em um processo de criação artística voltado à inclusão, à convivência e à valorização da diversidade.

Um dos destaques da programação foi o espetáculo “Faz escuro, mas eu vejo”, escrito por Lurdinha Danezy em parceria com Ànna Moura e dirigido por Bruno Coeoli. Construída coletivamente pelos participantes das oficinas de teatro, figurino e cenografia, a montagem foi inspirada em situações vividas por pessoas com deficiência em diferentes contextos sociais e apresentada em duas sessões, uma voltada para estudantes de escolas públicas e outra aberta ao público.

Na sequência, a exposição “Para além do palco” levou à Praça Central do Espaço Cultural Renato Russo os figurinos, objetos cênicos e registros fotográficos produzidos durante as oficinas, permitindo aos visitantes conhecerem o processo de criação desenvolvido ao longo do festival. A programação também contou com apresentações da Drag Queen K-Halla, dos Cosmonautas Mágicos, do grupo Expressomos, da bailarina Luana Abhayomi e do palhaço Mc Limonada, reunindo diferentes linguagens artísticas em atividades abertas ao público.

A Exposição contou também com um grafite da artista visual Santa Surda valorizando o título do Espetáculo “Faz Escuro, Mas Eu Vejo”.

Para a idealizadora do festival, Lurdinha Danezy, a quarta edição evidenciou a importância da construção coletiva na produção cultural. “Cada oficina, cada ensaio e cada apresentação mostraram que a arte se fortalece quando diferentes pessoas criam juntas. Encerrar mais uma edição do festival e compartilhar esse processo com o público é motivo de muita alegria e da confirmação de que os espaços são de todas as pessoas e que devem ser ocupados com arte e diversidade”, afirma.

Ao longo de sua realização, o festival também ofereceu oficinas de teatro, cenografia, figurino e acessibilidade, que serviram de base para todas as atividades apresentadas ao público, envolvendo os participantes em todas as etapas da criação artística.

Segundo a presidente do Instituto Entre Nós, Tatiana Corrêa Leite, o encerramento representa a conclusão de um trabalho desenvolvido de forma colaborativa. “O festival chega ao fim deixando uma experiência construída por muitas mãos e diferentes vivências. Acreditamos que a cultura acessível amplia o diálogo, aproxima pessoas e contribui para uma sociedade mais inclusiva”, destaca.

Com o encerramento da quarta edição, o Festival de Cultura Inclusiva conclui mais um ciclo de atividades dedicado à promoção da acessibilidade e da participação de pessoas com e sem deficiência em processos de criação artística, consolidando uma programação que integrou formação, produção cultural e apresentações abertas ao público.

Sobre o 4º Festival de Cultura Inclusiva –  O 4º Festival de Cultura Inclusiva do Distrito Federal é um projeto voltado à promoção da acessibilidade, inclusão e protagonismo de pessoas com deficiência por meio da arte e da cultura. Realizado pelo Instituto Entre Nós, em parceria com a AMEM/DF, o festival acontecerá entre junho e agosto de 2026, no Espaço Cultural Renato Russo, reunindo oficinas gratuitas de teatro, preparação de atores, figurino, cenografia e acessibilidade, além da montagem de um espetáculo teatral inclusivo. A programação também contará com exposição artística e apresentações culturais abertas ao público.

VIII Mostra Terra em Cena e na Tela movimenta a UnB de Planaltina

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Evento celebra a luta pela terra e a cultura do campo, através de espetáculos teatrais, documentários, oficinas, rodas de prosa e lançamento de livros

Nos dias 20 e 21 de agosto (quinta e sexta), o Campus UnB Planaltina abre novamente as suas portas para a Mostra Terra em Cena e na Tela. O evento é protagonizado por estudantes, coletivos e comunidades quilombolas e do campo do Distrito Federal e de Goiás, integrantes da Rede Terra em Cena. A programação desta 8º edição acontece de 9h às 20h30, com entrada franca e aberta a toda a comunidade.


A VIII Mostra Terra em Cena é um espaço de celebração da arte como potencializadora de mobilização, resistência e organização popular camponesa. A programação contempla rodas de conversa, oficinas formativas, apresentações teatrais, mostra audiovisual e lançamento de livros. Cada atividade traz à cena histórias de luta, questões estruturais da sociedade e estratégias pedagógicas que articulam estética, política e ancestralidade.

As obras propostas nascem do chão de territórios quilombolas, assentamentos rurais e coletivos periféricos. Na quinta-feira (20), se apresentam dois grupos teatrais de Planaltina (DF): a Coletiva Quebra Mundo e o Cena de Mutirão (IFB). Na sexta-feira (21), sobem ao palco grupos pertencentes ao Quilombo Kalunga: Encena Kalunga, de Cavalcante (GO), e o Grupo Jiquitaias, formado por artistas das comunidades Ema e Diadema, de Teresina de Goiás

A VIII Mostra Terra em Cena e na Tela também visa promover reflexões sobre as políticas culturais do campo, com diálogos e oficinas no período da manhã e da tarde. Nesta edição, o evento traz como destaque uma roda de prosa dedicada à socialização do processo de construção do Programa Nacional de Arte e Cultura do Campo, das Águas e das Florestas, construído coletivamente por órgãos federais e movimentos sociais.

Um dos pilares da mostra, desde a primeira edição, é refletir sobre a permanência e a longevidade dos grupos artísticos nos territórios camponeses e quilombolas. “A produção cultural dessas comunidades é densa e dialoga sobre seus modos de vida. Desta vez, contamos com a participação de representantes de órgãos federais que estão sensíveis para a construção de políticas culturais efetivas”, afirma a coordenadora artística Julie Wetzel.

Culminância e processo formativo contínuo

A Mostra Terra em Cena e na Tela é inspirada pelas práticas de teatro político e de educação popular, visando fortalecer os vínculos entre arte, cultura, território e organização social. O processo de construção do projeto, ao longo das sete edições já realizadas, contempla ensaios, encontros formativos, rodas de conversa e momentos de celebração prévios e contínuos nos territórios de origem dos grupos participantes. Também são realizadas mobilização com estudantes e educadores de escolas públicas parceiras. 

Coletivo Terra em Cena

O Coletivo Terra em Cena foi criado em 2010 como uma ação de extensão do Curso de Educação do Campo da UnB Campus Planaltina (FUP). O coletivo articula teatro, audiovisual e outras linguagens artísticas aos processos de educação popular, comunicação popular e organização comunitária. A partir do coletivo, foi criada a Rede Terra em Cena, indo além da universidade e ampliando as articulações com diferentes territórios do Distrito Federal e Goiás.

PROGRAMAÇÃO RESUMIDA

20/08 (quinta)

9h às 10h: Abertura com ‘Capitaloceno: a nova velha era’ | Cena de Mutirão (IFB)

10h às 10h30: Lanche Camponês | Delícias da Chácara Dona Kaetana

10h30 às 12h: Roda de Prosa | Políticas culturais do campo

14h às 16h: Oficinas | Quintal: o cotidiano como território político | Muralismo com o Ateliê Popular 

16h às 16h30: Lanche Camponês | Delícias da Chácara Dona Kaetana

16h30 às 17h: Lançamento de livros 

17h às 18h30: ‘Quebra Mundo’ | Coletiva Quebra Mundo

19h às 20h30: Mostra Audiovisual Terra em Cena e na Tela

21/08 (sexta) 

9h às 10h30: ‘Ciclos’ | Encena Kalunga (Cavalcante-GO)

10h30 às 11h: Lanche Camponês | Delícias da Chácara Dona Kaetana

11h às 12h30: Roda de Prosa | ‘Rede Terra em Cena – construção de caminhos coletivos’

14h às 16h: Oficinas | ‘Práticas participativas e criação teatral em comunidades’ | Muralismo com o Ateliê Popular 

16h às 16h30: Lanche Camponês | Delícias da Chácara Dona Kaetana 

17h às 18h30: ‘Café, farinha e rapadura: uma pitada de História Libertadora | Grupo Jiquitaias (Teresina de Goiás, Comunidade Quilombola Kalunga Ema e Diadema)

SERVIÇO

VIII Mostra Terra em Cena e na Tela

Onde: Campus UnB de Planaltina (FUP)

Quando: 20 e 21 de agosto (quinta e sexta) – das 9h às 20h30

Entrada: franca

Classificação: livre

Informações: https://instagram.com/terraemcena

CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL BRASÍLIA APRESENTA PROJETO TOM E VINICIUS, TEMPORADA MUSICAL DEDICADA AO LEGADO DE DOIS MESTRES DA MÚSICA BRASILEIRA

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Programação reúne grandes nomes da música brasileira entre agosto e outubro. Abertura acontece dia 15 no Clube do Choro e 16 de agosto, no CCBB, com Dudu Oliveira e Bell Lins

A obra de Antônio Carlos Jobim e Vinicius
de Moraes
, dois dos maiores nomes da música brasileira, inspira a temporada do projeto Tom e Vinicius, que será realizada entre 15 de agosto e 11 de outubro, no Clube do Choro, no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília e no
Eixão Norte. Ao reunir artistas de diferentes gerações, o projeto revisita o repertório da dupla e evidencia sua profunda ligação com o universo do choro, gênero fundamental na formação da música popular brasileira. A iniciativa tem apresentação do CCBB Brasília e realização da Escola Brasileira de Choro e a chancela do Clube do Choro.

Ao longo de oito finais de semana, o público acompanhará encontros musicais que revelam diferentes leituras da obra de Tom Jobim e Vinicius de Moraes. Mais do que celebrar canções que marcaram a história da música brasileira, a temporada propõe um olhar sobre as influências que moldaram o trabalho da dupla, aproximando o público das raízes do choro e de sua contribuição para a construção da Bossa Nova e da moderna canção brasileira.

A música de Tom e Vinicius faz parte da memória afetiva dos brasileiros. O que o projeto propõe é um reencontro com esse repertório a partir das suas origens, mostrando como o choro ajudou a construir essa linguagem musical e como essas canções continuam emocionando e inspirando novas gerações de artistas e de público. Mais do que celebrar dois grandes compositores, queremos criar uma experiência de escuta, descoberta e valorização da nossa música., destaca Henrique Neto, diretor musical e idealizador do projeto.

A abertura da temporada, nos dias 15 e 16 de agosto, será conduzida pelo multi-instrumentista Dudu Oliveira e pela cantora Bell Lins. Referência do choro e da música instrumental brasileira, Dudu construiu uma trajetória ao lado de nomes como Altamiro Carrilho, Chico Buarque e Zeca Pagodinho. Já Bell Lins representa a nova geração da música brasiliense, com uma interpretação marcada pela delicadeza e pela forte conexão com a canção brasileira. Juntos, eles inauguram a série de encontros musicais que marcará toda a programação do projeto.

Em todos os fins de semana, os espetáculos terão início com uma apresentação instrumental do Regional Choro Livre, acompanhado pelo Trio de Sopros Vento e Verso e percussão. A formação estabelece o clima da homenagem a Tom Jobim e Vinicius de Moraes e reforça a presença do choro como fio condutor de toda a temporada.

Ao longo do projeto, Tom e Vinicius receberá ainda Alfredo Del Penho, Isabella Taviani, Andresa Sousa, João Ventura, Ayrton Montarroyos, Theo Bial, Márcia Tauil, Juliane Gamboa, Joana Duah e Leo Gandelman, em encontros concebidos especialmente para o projeto e dedicados a revelar diferentes interpretações da obra da dupla.

TOM E VINICIUS

Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes formaram uma das parcerias mais importantes da história da música brasileira. Responsáveis por clássicos como Garota de Ipanema, Chega de Saudade, Corcovado, Insensatez e Eu Sei que Vou Te Amar, ajudaram a projetar a música brasileira no cenário internacional e transformaram a
Bossa Nova em um dos movimentos culturais mais influentes do século XX. Mais do que compositores, deixaram um legado que dialoga com o samba, o choro, a canção popular e a poesia, influenciando artistas de diferentes gerações e consolidando sua obra como um dos pilares da cultura brasileira.

REGIONAL CHORO LIVRE

Grupo residente da temporada, o Choro Livre conduz toda a programação de Tom e Vinicius, acompanhando os artistas convidados em arranjos especialmente concebidos para o projeto. Referência na difusão do choro e da música instrumental brasileira, o conjunto estabelece a unidade artística dos espetáculos e reafirma o protagonismo do gênero na construção da identidade musical do país. Sua trajetória, construída ao longo de décadas ao lado de grandes nomes da música brasileira, faz do grupo um dos principais representantes do choro contemporâneo mundial.

TRIO DE SOPROS VENTO VERSO e PERCUSSÃO
Formado por Jackson Delano, Marina Vanéli e Carlos Cárdenas, o trio de Sopros Vento e Verso amplia a sonoridade dos espetáculos por meio de arranjos especialmente desenvolvidos para a temporada. Reunindo músicos com sólida atuação na música de concerto e na música popular brasileira, o grupo contribui para novas leituras do repertório de Tom Jobim e Vinicius de Moraes.


DUDU OLIVEIRA
Reconhecido como um dos principais flautistas da música brasileira contemporânea, Dudu Oliveira construiu uma trajetória marcada pela versatilidade e pelo diálogo entre o choro, o samba e a música instrumental. Inspirado por Altamiro Carrilho, dividiu o palco com artistas como Caetano Veloso, Chico Buarque, Zeca Pagodinho, Martinho da Vila, Alcione, Roberta Sá e Diogo Nogueira, além de integrar atualmente a banda do
programa Lady Night. Em Tom e Vinicius, apresenta releituras que evidenciam a influência do choro sobre a obra da dupla homenageada.


BELL LINS
Cantora e compositora brasiliense, Bell Lins vem se destacando pela delicadeza de suas interpretações e pelo trabalho voltado à música brasileira. Convidada para a abertura da temporada, participa do espetáculo interpretando clássicos de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, reforçando uma das propostas centrais do projeto: promover o encontro entre diferentes gerações de artistas.


ANDRESA SOUSA

Representando a cena musical de Brasília, Andresa Sousa leva ao projeto a delicadeza de uma interpretação construída a partir da música brasileira e do jazz tradicional. Apaixonada pela obra de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, a cantora apresenta um espetáculo que resgata a poesia, a leveza e a sofisticação do repertório da dupla,
estabelecendo um diálogo entre tradição e contemporaneidade. Ao lado de Isabella Taviani, Andresa integra um dos encontros mais aguardados da temporada, convidando o público a redescobrir canções que atravessam gerações.


ISABELLA TAVIANI
Dona de uma das vozes mais marcantes da música brasileira contemporânea, Isabella Taviani leva ao projeto sua interpretação sensível e a experiência de mais de duas décadas de carreira. Reconhecida por unir intensidade, delicadeza e forte conexão com o público, a cantora apresenta um espetáculo que dialoga com a sofisticação melódica e a poesia de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, reafirmando a atualidade de um repertório que atravessa gerações. Ao lado da cantora brasiliense Andresa Sousa, protagoniza um encontro entre diferentes trajetórias artísticas unidas pela força da canção brasileira.

JOANA DUAH
Nascida em Brasília, Joana Duah retorna à cidade após uma trajetória internacional construída ao longo de mais de duas décadas. Com passagens por Nova Iorque, Hong Kong, São Paulo e Rio de Janeiro, a cantora desenvolveu uma carreira marcada pelo diálogo entre a música brasileira, o jazz e outras influências da música mundial. Em
Tom e Vinicius, sua interpretação destaca a universalidade da obra de Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, reafirmando a força de um repertório que continua atravessando fronteiras e gerações.


THEO BIAL
Theo Bial representa uma nova geração de compositores que dialoga com a tradição da música brasileira sem abrir mão de uma identidade própria. Influenciado pela bossa nova, pelo samba e por diferentes manifestações da cultura popular, o cantor e compositor carioca constrói um repertório marcado pela sensibilidade e pela
valorização da canção brasileira. Sua participação em Tom e Vinicius evidencia a permanência da obra de Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes como inspiração para artistas contemporâneos e reafirma a força desse legado junto às novas gerações.


ALFREDO DEL-PENHO
Músico, compositor, ator e pesquisador, com 25 anos de trajetória na música brasileira. Indicado ao Grammy Latino e vencedor de dois Prêmios da Música Brasileira, construiu uma carreira marcada pelo samba e pelo choro, tanto como intérprete quanto como compositor. Parceiro de nomes como Nei Lopes, Paulo César
Pinheiro, Joyce, Chico César e João Cavalcanti, é hoje um dos artistas mais respeitados de sua geração, unindo pesquisa, criação e preservação da música popular brasileira.


JOÃO VENTURA
Pianista reconhecido por aproximar a música erudita da canção popular, João Ventura desenvolve no projeto Contraponto uma linguagem marcada pelo encontro entre universos musicais. Em Tom e Vinicius, revisita clássicos de Tom Jobim em interpretações que preservam a essência das composições e estabelecem diálogos
com obras de Bach, Beethoven e Chopin. Entre virtuosismo, improvisação, emoção e bom humor, o artista evidencia a afinidade entre a sofisticação harmônica de Jobim e a tradição da música de concerto.


AYRTON MONTARROYOS

Com uma trajetória iniciada ainda na infância, em saraus e rodas de choro no Recife, Ayrton Montarroyos tornou-se conhecido nacionalmente por sua participação no The Voice Brasil, no qual foi vice-campeão interpretando clássicos da canção brasileira. Ao longo da carreira, lançou os álbuns Ayrton Montarroyos, Um Mergulho no Nada e A Lira do Povo, além de se apresentar ao lado da Orquestra Acadêmica da Osesp e do
maestro Nelson Ayres. Reconhecido pela escolha cuidadosa de repertório e pelo
refinamento interpretativo, leva a Tom e Vinicius uma leitura que combina memória,
pesquisa musical e presença cênica.

MÁRCIA TAUIL
Cantora, compositora, produtora e professora de canto, Márcia Tauil construiu uma trajetória de mais de quatro décadas dedicada à valorização da música brasileira. Nascida em Minas Gerais e radicada em Brasília, lançou uma discografia que reúne trabalhos autorais e projetos dedicados a importantes compositores, além de dividir o
palco e o estúdio com nomes como Miúcha, Danilo Caymmi, Emílio Santiago, Roberto Menescal, Paulo César Pinheiro, Rildo Hora e Cristóvão Bastos. Primeira mulher a vencer como compositora e primeira bicampeã do Festival Viola de Todos os Cantos, foi reconhecida, em 2025, nas categorias Cantora e Compositora do Prêmio
Profissionais da Música.


JULIANE GAMBOA
Indicada ao Grammy Latino de Melhor Artista Revelação em 2025, Juliane Gamboa integra uma nova geração que amplia os caminhos do jazz brasileiro. Sua música aproxima jazz, samba e MPB em uma linguagem contemporânea, marcada pelo improviso, pelo lirismo e pela conexão com as raízes afro-brasileiras. No álbum
JAZZWOMAN, lançado pela Biscoito Fino, a artista aborda temas como ancestralidade, espiritualidade, liberdade e autonomia da mulher preta. Com apresentações nos Estados Unidos e na Europa, Juliane leva a Tom e Vinicius uma interpretação que une tradição, reinvenção e forte presença cênica.


LEO GANDELMAN
Saxofonista, compositor, arranjador e produtor musical, Leo Gandelman é uma das principais referências da música instrumental brasileira. Ao longo de mais de quatro décadas, contribuiu para aproximar o gênero do grande público, transitando com naturalidade entre a música popular, o jazz e o repertório de concerto. Com 21 discos lançados, mais de 500 mil cópias vendidas e atuações como solista junto a importantes orquestras brasileiras e internacionais, foi recentemente reconhecido com o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade de Brasília. Sua relação com a obra de Tom Jobim e Vinicius de Moraes inclui apresentações com a Orquestra Sinfônica de Moscou, nas quais interpretou clássicos como A felicidade e Chega de saudade. Em
Tom e Vinicius, encerra a temporada acompanhado por seu quarteto.


JACKSON DELANO – Arranjador do projeto Tom e Vinicius Clarinetista, saxofonista, arranjador, compositor e educador musical. Músico e arranjador da Orquestra Sinfônica da Força Aérea Brasileira (OSFAB), é professor da
Escola Brasileira de Choro e palestrante convidado em cursos, oficinas e festivais nacionais e internacionais. Suas obras já foram executadas em importantes salas de concerto no Brasil e no exterior e, ao longo da carreira, dividiu o palco com grandes nomes da música brasileira, consolidando uma trajetória dedicada à performance, à
criação de arranjos e à formação de novos músicos.

Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde
são realizadas exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.  Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de
visitas mediadas agendadas.  Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a
certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da insetituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade. Acessibilidade    
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.    
 A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou, ainda, pelo QR Code na própria van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code, que consta do vídeo de
divulgação exibido no interior do veículo. 
 
Horários da van – de quinta a domingo:    
Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h    
CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30
e 21h30 
 
SERVIÇO

Projeto Tom e Vinicius
Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes
Especial Sul 
Período do Projeto: De 12 agosto a 11 de outubro.
Apresentações no CCBB: 16 de agosto a 04 de outubro de 2026.
Horários
Clube do Choro: aos sábados, 20h30
CCBB: aos domingos, das 16 às 19h (acesso ao evento 15h)
Eixão Norte (110 Norte, altura do Plaza Shopping): 11 às 13h

Ingressos
CCBB: gratuito mediante retirada de ingressos limitados – a partir das 12h do dia
anterior.
Clube do Choro: Bilheteria Digital
Eixão Norte: gratuito
Classificação indicativa: Livre  
CCBB Brasília   
Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h   
E-mail: ccbbdf@bb.com.br    
Informações:   
Fone: (61) 3108-7600   
E-mail: ccbbdf@bb.com.br   
Site/ bb.com.br/cultura   
Facebook/ @ccbb.brasilia   
Instagram/ @ccbbbrasilia   
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TikTok/@ccbbcultura

Companhia Lamira compartilha em Brasília pesquisa inédita sobre comicidade corporal em residência artística gratuita

Foto divulgação

A ação formativa integra a temporada da companhia no CCBB Brasília e propõe uma imersão na linguagem que une dança,

Entre os dias 15 e 22 de agosto, Brasília recebe a residência artística A Palhaçaria pelo Movimento, promovida pela Companhia Lamira Artes Cênicas como parte da programação de sua temporada no CCBB Brasília. Voltada a artistas da dança, do teatro e do circo, a atividade compartilha a metodologia de criação desenvolvida pela companhia ao longo de 15 anos de pesquisa em teatro, dança e palhaçaria.

Com carga horária de 15 horas distribuídas em cinco encontros, a residência apresenta aos participantes os princípios que orientam a pesquisa artística da Lamira. Inspirada na linguagem desenvolvida nos espetáculos Gibi e Luna de Miel, a proposta investiga a construção da comicidade para além da palavra, explorando a comunicação pelo corpo, a presença cênica e uma estética vinculada ao grotesco, em uma prática que incentiva a experimentação e o desenvolvimento de uma linguagem própria.

A programação tem início no dia 15 de agosto, no CCBB Brasília, com uma vivência que inclui a sessão do espetáculo Luna de Miel. Os participantes inscritos receberão ingresso para a apresentação e, ao final, participarão de uma mediação conduzida por Henrique Rochelle, professor, pesquisador, crítico de dança e doutor em Artes da Cena, que promoverá um espaço de diálogo sobre os processos criativos da companhia e os temas abordados pela obra.

Os encontros práticos acontecem nos dias 17, 18 e 19 de agosto, das 19h às 22h, no Núcleo de Dança da Universidade de Brasília (UnB). Durante as atividades, os participantes experimentarão exercícios e procedimentos desenvolvidos pela Lamira em sua pesquisa sobre a relação entre movimento e comicidade, compreendendo como diferentes linguagens cênicas podem dialogar na construção da dramaturgia física.

A residência será encerrada em 22 de agosto, no CCBB Brasília, com uma experiência exclusiva de bastidores da Companhia Lamira. Antes da apresentação de Luna de Miel, os participantes acompanharão o cotidiano de preparação dos artistas, assistindo à aula da companhia, ao processo de maquiagem, ao aquecimento e aos momentos que antecedem a entrada em cena. A atividade busca ampliar a compreensão sobre o fazer teatral e aproximar os participantes da rotina de uma companhia profissional.

Fundada em 2010, em Palmas (TO), por Carolina Galgane e João Vicente, a Lamira Artes Cênicas consolidou-se como uma das referências da produção cênica da região Norte ao desenvolver uma pesquisa autoral que articula teatro, dança, palhaçaria e formas animadas. Ao longo de 15 anos, a companhia tem investido em processos de criação, circulação e formação artística, aproximando diferentes públicos da produção contemporânea das artes da cena.

Serviço

Residência Artística 

A Palhaçaria pelo Movimento

Data: 15 de agosto 

Horário: das 18h às 21h: abertura da residência, sessão de Luna de Miel e mediação com Henrique Rochelle.

Local: CCBB Brasília

Data: 17, 18 e 19 de agosto 

Horário: das 19h às 22h: encontros práticos da residência artística.

Local: Núcleo de Dança da Universidade de Brasília (UnB)

Data: 22 de agosto 

Horário: das 18h às 21h: experiência exclusiva de bastidores da Companhia Lamira antes da apresentação de Luna de Miel.

Local: CCBB Brasília

Inscrições gratuitas: https://forms.gle/uG2T4dRKw6JTi9PA6

Redes Lamira: @lamiraartescenicas

Site do grupo: www.lamira.com.br 

CCBB Brasília

Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h

Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF

E-mail: ccbbdf@bb.com.br

Informações

Fone: (61) 3108-7600

E-mail: ccbbdf@bb.com.br

Site: bb.com.br/cultura

Facebook: @ccbb.brasilia

Instagram: @ccbbbrasilia

YouTube: bancodobrasil

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Festival Multiversos celebra a diversidade da música brasileira em Brasília

Crédito: José de Holanda

Chico César, Os Garotin, Esdras Nogueira, Samba Delas, Calango Careta e DJ GG Tentação integram a programação gratuita do evento, em 15 de agosto

Misturar diferentes gerações, estilos musicais e experiências culturais é a proposta do Festival Multiversos, que realiza sua etapa de encerramento em Brasília no dia 15 de agosto. O evento gratuito reúne Chico César, Os Garotin, Esdras Nogueira, Samba Delas, Calango Careta e DJ GG Tentação no gramado do Eixo Cultural Ibero-Americano, em uma programação que também inclui ações voltadas à sustentabilidade, à economia criativa e à inclusão.

Depois de passar por Belo Horizonte, Divinópolis e Betim, com grande sucesso de público, o festival chega à capital federal reafirmando sua proposta de promover encontros entre diferentes expressões artísticas e transformar os espaços públicos em ambientes de convivência, troca e valorização da diversidade cultural.

Um dos principais nomes da música brasileira contemporânea, Chico César apresenta um repertório que percorre mais de três décadas de carreira, reunindo canções que marcaram sua trajetória e consolidaram sua identidade como cantor e compositor. Ao seu lado, o trio Os Garotin, vencedor do Grammy Latino de 2024, leva ao palco uma sonoridade que mistura soul, MPB, funk, samba e R&B, representando a força da nova geração da música brasileira.

A programação também destaca artistas que movimentam a cena musical do Distrito Federal. O coletivo Samba Delas celebra o protagonismo feminino no samba, enquanto o saxofonista Esdras Nogueira apresenta sua reconhecida pesquisa em torno da música instrumental brasileira. O grupo Calango Careta leva ao festival sua mistura de ritmos populares e referências da cultura brasileira, e o DJ GG Tentação apresenta um set marcado pela diversidade de sons e influências.

O Multiversos nasce do encontro. Queremos aproximar artistas, públicos e ideias em um ambiente onde cultura, diversidade e sustentabilidade caminhem juntas. Brasília encerra essa primeira edição nacional representando exatamente esse espírito de conexão e pluralidade“, afirma Wagner Luis Gonçalves, presidente do Instituto Iniciativa Global e idealizador do festival.

Idealizado e realizado pelo Instituto Iniciativa Global, o Festival Multiversos é viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Petrobras e apoio da Xeque-Mate. Além da programação artística, o evento promove ações voltadas à sustentabilidade, ao fortalecimento da economia criativa e à acessibilidade, reforçando seu compromisso com uma experiência cultural diversa, inclusiva e ambientalmente responsável.

Os ingressos são gratuitos e estarão disponíveis para retirada antecipada pela plataforma Sympla.

Serviço:

Festival Multiversos – Edição Betim

Data: 15 de agosto (sábado)

Horário: 18h às 2h

Local: Gramado Eixo Cultural Ibero-americano

Entrada: Gratuita, retirada pela plataforma da Sympla

Programação Artística: Chico César e Os Garotin

CREDENCIAMENTO

Para solicitar o credenciamento de imprensa, envie um e-mail para: imprensa@festivalmultiversos.com.br até o dia 12 de agosto, informando:

Nome do veículo de comunicação

Nome completo e CPF dos profissionais (jornalistas, fotógrafos e cinegrafistas)

Iate in Concert 2026 leva o público a uma volta ao mundo pelos grandes clássicos da música em 29 de agosto

Foto divulgação

Orquestra Filarmônica de Brasília, sob a regência de Thiago Francis, reúne solistas brasileiros e internacionais em um espetáculo que culmina no encontro entre orquestra e balé ao som do Bolero, de Maurice Ravel.

Há músicas que nos transportam para outros lugares antes mesmo da primeira nota terminar. No Iate in Concert 2026, essa sensação se transforma em espetáculo. No dia 29 de agosto, o Iate Clube de Brasília recebe uma apresentação que convida o público a percorrer diferentes países por meio da música de concerto, culminando em um grand finale que reúne orquestra e balé no palco.

Inspirado no conceito “A Volta ao Mundo pelos Clássicos”, o concerto será conduzido pela Orquestra Filarmônica de Brasília, sob a regência do maestro Thiago Francis, que assume a direção musical de um espetáculo pensado como uma narrativa contínua, em que cada obra representa uma nova parada dessa viagem. Ao lado da orquestra, estarão quatro solistas de reconhecida trajetória na música lírica: a soprano francesa Laetitia Grimaldi, a mezzo-soprano brasileira radicada na Itália Marina Melaranci, o tenor Daniel Menezes e o barítono Vitor Monte.

“Mais do que apresentar grandes obras da música universal, queremos proporcionar ao público uma experiência em que cada peça representa uma nova parada dessa viagem. São composições que atravessaram séculos e continuam emocionando plateias em todo o mundo, mostrando que a música é uma linguagem capaz de conectar culturas, histórias e pessoas”, ressalta Thiago Francis, maestro da Orquestra Filarmônica de Brasília.

O roteiro começa pelo Brasil, com obras de Carlos Gomes e Heitor Villa-Lobos, segue pela elegância vienense de Johann Strauss II, mergulha na tradição operística italiana com árias como Nessun Dorma, La Donna è Mobile e Brindisi, atravessa o universo do balé e da música do Leste Europeu, visita o Oriente por meio de obras inspiradas na China e no Japão e desembarca na Espanha e na França, reunindo páginas inesquecíveis de Carmen, Lakmé e O Barbeiro de Sevilha. O grand finale será marcado pelo encontro entre a música e a dança. Ao som do icônico Bolero, de Maurice Ravel, a Orquestra Filarmônica de Brasília divide o palco com o grupo Bailarinos de Brasília, em uma apresentação especialmente coreografada para o espetáculo. O encontro entre músicos e bailarinos promete transformar a obra em um dos momentos mais marcantes da noite.

O protagonismo do espetáculo está na música. A narrativa é conduzida pelas interpretações da Orquestra Filarmônica de Brasília e pelo encontro de diferentes timbres vocais. Formada pela Juilliard School, uma das mais prestigiadas instituições de música do mundo, Laetitia Grimaldi empresta sua elegância interpretativa ao concerto. Marina Melaranci, com carreira construída na Itália, traz ao palco sua reconhecida expressividade no repertório operístico. Daniel Menezes interpreta algumas das mais célebres árias da história da ópera, enquanto Vitor Monte amplia a diversidade do programa com personagens marcantes como Fígaro e o Toreador.

Mais do que revisitar grandes composições, o Iate in Concert 2026 propõe uma experiência sensorial em que a música conduz o público por diferentes épocas, culturas e tradições. São obras que atravessaram séculos, permanecem presentes no imaginário coletivo e continuam emocionando plateias em todo o mundo, uma viagem sem passaporte, guiada apenas pela força da arte.

Uma história de música e solidariedade

Realizado desde 2015, o Iate in Concert chega à 11ª edição consolidado como um dos eventos culturais de destaque do Distrito Federal. Ao longo de dez edições, o projeto já reuniu mais de 33 mil espectadores e arrecadou mais de 165 toneladas de alimentos, destinados a instituições e famílias em situação de vulnerabilidade social. A solidariedade também se reflete na forma de acesso ao espetáculo: o ingresso custa R$ 80, valor correspondente a uma cesta básica, e é adquirido pela plataforma Sympla, sem a necessidade de levar alimentos no dia do evento.

Às margens do Lago Paranoá, o concerto construiu uma trajetória que combina música, grandes produções e compromisso social, reunindo ao longo dos anos maestros, orquestras e solistas brasileiros e internacionais. Em 2026, o projeto dá continuidade a essa história com mais uma produção de grande porte, reafirmando o Iate Clube de Brasília como cenário de encontros entre arte, cultura e solidariedade.

Quem realiza

O Instituto de Produção Socioeducativo e Cultural Brasileiro (IPCB)é uma organização da sociedade civil, sediada em Brasília, dedicada ao desenvolvimento de projetos culturais, socioeducativos e de valorização do patrimônio brasileiro. Desde sua criação, em 1999, o instituto atua na realização e no apoio a iniciativas que ampliam o acesso à cultura e promovem a formação de públicos por meio da música, das artes, da educação e de ações de impacto social.

SERVIÇO

Iate in Concert 2026 – A Volta ao Mundo pelos Clássicos

Data: 29 de agosto (sábado)

Local: Iate Clube de Brasília
Horário: 18:00

Ingressos: R$ 80,00, valor correspondente à doação de uma cesta básica. A contribuição é realizada diretamente pela Sympla no momento da aquisição do ingresso, sem necessidade de levar a cesta básica ao evento.
Venda de ingressos: Sympla
Classificação indicativa: Livre
Há músicas que nos transportam para outros lugares antes mesmo da primeira nota terminar. No Iate in Concert 2026, essa sensação se transforma em espetáculo. No dia 29 de agosto, o Iate Clube de Brasília recebe uma apresentação que convida o público a percorrer diferentes países por meio da música de concerto, culminando em um grand finale que reúne orquestra e balé no palco.

Inspirado no conceito “A Volta ao Mundo pelos Clássicos”, o concerto será conduzido pela Orquestra Filarmônica de Brasília, sob a regência do maestro Thiago Francis, que assume a direção musical de um espetáculo pensado como uma narrativa contínua, em que cada obra representa uma nova parada dessa viagem. Ao lado da orquestra, estarão quatro solistas de reconhecida trajetória na música lírica: a soprano francesa Laetitia Grimaldi, a mezzo-soprano brasileira radicada na Itália Marina Melaranci, o tenor Daniel Menezes e o barítono Vitor Monte.

“Mais do que apresentar grandes obras da música universal, queremos proporcionar ao público uma experiência em que cada peça representa uma nova parada dessa viagem. São composições que atravessaram séculos e continuam emocionando plateias em todo o mundo, mostrando que a música é uma linguagem capaz de conectar culturas, histórias e pessoas”, ressalta Thiago Francis, maestro da Orquestra Filarmônica de Brasília.

O roteiro começa pelo Brasil, com obras de Carlos Gomes e Heitor Villa-Lobos, segue pela elegância vienense de Johann Strauss II, mergulha na tradição operística italiana com árias como Nessun Dorma, La Donna è Mobile e Brindisi, atravessa o universo do balé e da música do Leste Europeu, visita o Oriente por meio de obras inspiradas na China e no Japão e desembarca na Espanha e na França, reunindo páginas inesquecíveis de Carmen, Lakmé e O Barbeiro de Sevilha. O grand finale será marcado pelo encontro entre a música e a dança. Ao som do icônico Bolero, de Maurice Ravel, a Orquestra Filarmônica de Brasília divide o palco com o grupo Bailarinos de Brasília, em uma apresentação especialmente coreografada para o espetáculo. O encontro entre músicos e bailarinos promete transformar a obra em um dos momentos mais marcantes da noite.

O protagonismo do espetáculo está na música. A narrativa é conduzida pelas interpretações da Orquestra Filarmônica de Brasília e pelo encontro de diferentes timbres vocais. Formada pela Juilliard School, uma das mais prestigiadas instituições de música do mundo, Laetitia Grimaldi empresta sua elegância interpretativa ao concerto. Marina Melaranci, com carreira construída na Itália, traz ao palco sua reconhecida expressividade no repertório operístico. Daniel Menezes interpreta algumas das mais célebres árias da história da ópera, enquanto Vitor Monte amplia a diversidade do programa com personagens marcantes como Fígaro e o Toreador.

Mais do que revisitar grandes composições, o Iate in Concert 2026 propõe uma experiência sensorial em que a música conduz o público por diferentes épocas, culturas e tradições. São obras que atravessaram séculos, permanecem presentes no imaginário coletivo e continuam emocionando plateias em todo o mundo, uma viagem sem passaporte, guiada apenas pela força da arte.

Uma história de música e solidariedade

Realizado desde 2015, o Iate in Concert chega à 11ª edição consolidado como um dos eventos culturais de destaque do Distrito Federal. Ao longo de dez edições, o projeto já reuniu mais de 33 mil espectadores e arrecadou mais de 165 toneladas de alimentos, destinados a instituições e famílias em situação de vulnerabilidade social. A solidariedade também se reflete na forma de acesso ao espetáculo: o ingresso custa R$ 80, valor correspondente a uma cesta básica, e é adquirido pela plataforma da Bilheteria Digital, sem a necessidade de levar alimentos no dia do evento.

Às margens do Lago Paranoá, o concerto construiu uma trajetória que combina música, grandes produções e compromisso social, reunindo ao longo dos anos maestros, orquestras e solistas brasileiros e internacionais. Em 2026, o projeto dá continuidade a essa história com mais uma produção de grande porte, reafirmando o Iate Clube de Brasília como cenário de encontros entre arte, cultura e solidariedade.

Quem realiza

O Instituto de Produção Socioeducativo e Cultural Brasileiro (IPCB)é uma organização da sociedade civil, sediada em Brasília, dedicada ao desenvolvimento de projetos culturais, socioeducativos e de valorização do patrimônio brasileiro. Desde sua criação, em 1999, o instituto atua na realização e no apoio a iniciativas que ampliam o acesso à cultura e promovem a formação de públicos por meio da música, das artes, da educação e de ações de impacto social.

SERVIÇO

Iate in Concert 2026 – A Volta ao Mundo pelos Clássicos

Data: 29 de agosto (sábado)

Local: Iate Clube de Brasília
Horário: 18:00

Ingressos: R$ 80,00, valor correspondente à doação de uma cesta básica. A contribuição é realizada diretamente pela Bilheteria Digital no momento da aquisição do ingresso, sem necessidade de levar a cesta básica ao evento.
Venda de ingressos: Bilheteria Digital 
https://www.bilheteriadigital.com/iate-in-concert-2026-a-volta-ao-mundo-pelos-classicos-29-de-agosto

Classificação indicativa: Livre 

Paris Filmes anuncia distribuição de “A Bola Preta”

Foto divulgação

Produção vencedora do Cannes 2026 chega aos cinemas brasileiros em janeiro

A Paris Filmes acaba de anunciar a distribuição de “A Bola Preta”, longa vencedor do Festival de Cannes 2026 como Melhor Direção. Produção conta com atrizes como Penélope Cruz e Glenn Close e chega aos cinemas brasileiros em 21 de janeiro de 2027. Baixe imagens aqui.

O filme acompanha a história de três homens cujas vidas estão intimamente ligadas pelo desejo, pela dor e pela herança, ao longo de três épocas diferentes: 1932, 1937 e 2017.

Elenco ainda é composto por Guitarricadelafuente, Miguel Bernardeau, Carlos González, Milo Quifes e Lola Dueñas. Com direção da dupla Javier Calvo e Javier Ambrossi, longa tem Pedro Almodóvar entre os produtores.

SOBRE A PARIS FILMES

A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H”, “Manas”, “Pedágio”, “Ritas” , “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, “A Empregada”, a franquia “Truque de Mestre” e “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia. 

Entre os próximos lançamentos estão “Feito Pipa”, “Geni e o Zepelim”, “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, “Minha Melhor Amiga”, “Minha Vida com Shurastey” e “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita”.

Acompanhe as novidades sobre esse e outros lançamentos por meio das redes sociais:

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www.instagram.com/ParisFilmes

www.twitter.com/ParisFilmes

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Festival Mês da Fotografia abre 11ª edição com casa cheia e celebração da diversidade da fotografia brasileira

Foto divulgação

O Museu Nacional da República recebeu a abertura da 11ª edição do Festival Mês da Fotografia (FMF), reunindo fotógrafos, artistas, produtores culturais, representantes do setor e amantes da fotografia em uma celebração da produção fotográfica brasileira. Com patrocínio da Neoenergia e do Instituto Neoenergia, por meio da Lei Rouanet, o festival transformou o espaço em um grande encontro entre arte, reflexão e experiências visuais.

A cerimônia contou com a presença de Juliana Pimentel, representando a Neoenergia, patrocinadora do evento, e foi marcada por uma mesa de conversa sobre os festivais de fotografia no Brasil e no exterior. Participaram do debate os fotógrafos João Kulcsár, Mônica Zarattini, Nívea Uchôa e Eraldo Peres, idealizador e diretor executivo do Festival Mês da Fotografia. A mediação foi conduzida por Denise Camargo, curadora da exposição principal desta edição.

Após o encontro, o grupo percussivo Batukenjé conduziu um cortejo pela rampa do museu convidando o público para conhecer a exposição “Retrato de um Brasil Plural: Origem, Território e Diversidade”, instalada na Galeria Mezanino. A mostra, que fica aberta ao público até 4 de outubro, reúne 60 fotografias selecionadas entre mais de 800 imagens inscritas por artistas de diferentes regiões do país, revelando múltiplos olhares sobre a diversidade cultural, social e territorial brasileira.

Encerrando a noite, a cúpula do Museu Nacional da República ganhou vida com uma projeção fotográfica mapeada que exibiu imagens da exposição em grande escala, transformando um dos principais cartões-postais de Brasília em uma imensa galeria a céu aberto. 

Idealizado pelo fotógrafo Eraldo Peres, o Festival Mês da Fotografia chega à sua 11ª edição consolidado como um dos principais eventos dedicados à fotografia no país. Além da exposição coletiva, a programação segue até o dia 19 de agosto, com palestras, oficinas, visitas guiadas e encontros com autores, todos gratuitos, reafirmando o compromisso do festival com a formação de público, a valorização da fotografia brasileira e a democratização do acesso à cultura.

“VIVA! VIDA!”, novo solo de Regina Casé, chega ao CCBB Brasília de forma gratuita


Crédito: Carlos Airó Nascimento_Identidade Visual:Estúdio Radiográfico

ESCRITA E DIRIGIDA POR ESTEVÃO CIAVATTA PANTOJA,COM DIREÇÃO E CENÁRIO DE DANIELA THOMAS, REGINACASÉ VOLTA AOS PALCOS NO JARDIM DO CCBB BRASÍLIAEM ESPETÁCULO QUE ATRAVESSA BILHÕES DE ANOS PARA REFLETIR SOBRE A VIDA NO PLANETA, O TEMPO E QUESTÕES AMBIENTAIS URGENTES.

Com apresentação do Ministério da Cultura, patrocínio Banco do Brasil “VIVA! VIDA!”, da Lei Rouanet, o novo solo de Regina Casé se apresenta no CCBB Brasília nosdias 25, 26 e 27 de agosto de 2026. Dirigida por DanielaThomas e Estêvão Ciavatta Pantoja, a atriz sobe ao palco para conduzir a plateia numa jornada que atravessa bilhões de anos – da formação geológica do planeta aosurgimento da vida, chegando na vida hiperconectadados dias de hoje. Com classificação Livre e 90 minutos deduração, as sessões acontecem de terça a quinta, às 19h. A entrada é franca e a retirada de ingressos seráliberado um dia antes de cada sessão prevista, ao meio-dia, com  capacidade para 1.000 pax sentados.

Com texto de Estevão Ciavatta Pantoja, e colaborações dos cientistas Antônio Nobre e Fábio Scarano, além de Daniela Thomas e da própria Regina, a atriz constrói uma narrativa que costura tempos, saberes e histórias como uma grande teia. Com humor afiado, carisma e sensibilidade, Regina conecta ciência, espiritualidade,meio ambiente e tecnologia — tudo em um solo vibrantee instigante. Da explosão de estrelas à química do amor,das reflexões sobre o planeta à sabedoria ancestral dos povos indígenas, o espetáculo provoca riso, emoção e consciência do nosso lugar no planeta Terra.

“Eu acho que esse solo nasceu da minha profunda ignorância e da enorme curiosidade nesses assuntos, ouvindo conversas de Estevão com Antônio Nobre e Fábio Scarano, entre outros. Eu perguntava tanto, me interessava tanto, e via que eles gostavam das minhas ideias e das maluquices que eu falava — e riam delas também. Estevão resolveu começar a gravar esses nossosencontros, e assim foi nascendo o roteiro. Ele escreviamisturando aquelas ideias lindas com minhas digressões,dispersões e o nosso dia a dia invadindo a química, afísica e a biologia… E voltar a trabalhar com Estêvão, meu Yoyo, tem sido uma maravilha. Estava sentido muita falta disso! A Daniela Thomas veio para uma reunião elogo se apaixonou. E que maravilha tê-la junto no texto ena direção, minha amiga de infância, com quem nuncahavia trabalhado; estou realizando um sonho. Sem contar a equipe maravilhosa, comandada pela Alessandra Reis na produção, com quem trabalho desde Nardia Zulperio e Recital da Onça. Estou muito feliz que a minha paixãopela Terra, esse planeta em que a gente mora, tenha metrazido de volta para o teatro”, comemora Regina Casé.

Mais do que um solo, “VIVA VIDA” se constrói como umaexperiência cênica potente e expansiva, que aproximadiferentes formas de conhecimento — científicas,filosóficas e ancestrais — para reafirmar uma ideia central: todos os seres vivos da Terra são parentes, compartilhamos a mesma origem cósmica, somos descendentes da primeira forma de vida que surgiu nos mares primitivos da nossa infância planetária.

A cenografia, que também leva a assinatura de Daniela Thomas, tem papel estruturante no espetáculo. Com painéis de LED desenvolvidos pelo estúdio Radiográfico, o ambiente visual dialoga diretamente com a atriz, acompanhando e ampliando a narrativa. As imagens não apenas ilustram, mas funcionam como extensão da cena, potencializando a experiência sensorial do público. Já a trilha sonora de Amaro de Freitas, cuja trajetória une a técnica do jazz à ancestralidade dos ritmos nordestinosafroculturais – adiciona uma camada sensorial que conecta ritmo e emoção ao solo. O figurino de Regina, fica sob a responsabilidade de Cláudia Kopke, uma das mais experientes, premiadas e renomadas figurinistas do país.

Sinopse

Em “VIVA” VIDA!”, Regina Casé leva o público para uma jornada surpreendente que atravessa o cosmos, mergulha na intimidade das células humanas e desemboca nas notificações do WhatsApp. Com humor, carisma e umasensibilidade rara, ela conecta ciência, espiritualidade, meio ambiente e a vida moderna — tudo em um solo vibrante e instigante. Da explosão de estrelas à química do amor, das reflexões sobre o planeta à sabedoria ancestral dos povos indígenas, o espetáculo provoca riso, emoção e consciência. Em cena, tecnologia e poesia se encontram para mostrar que, apesar do caos exterior, ainda existe grandeza e beleza dentro de cada um de nós — e que, afinal, viver é um ato cósmico.

Regina Casé

Atriz, apresentadora e diretora, acredita na força da cultura popular como instrumento de transformação social. É uma das artistas mais potentes do país: atriz, diretora, apresentadora e roteirista com trajetória marcada pela inovação e pelo compromisso com o Brasil profundo. Criadora de programas icônicos como Esquenta!, Central da Periferia e Muvuca, criou formatos inesquecíveis e premiados, sempre unindo linguagem popular e sofisticação. No cinema, brilhou em produções aclamadas como Que Horas Ela Volta?, TrêsVerões e Eu, Tu, Eles. Com uma sensibilidade única, traduz histórias e personagens reais em conteúdos acessíveis, emocionantes e de grande impacto social.

Estevão Ciavatta Pantoja

Autor, produtor e diretor, Estêvão é sócio fundador daPindorama Filmes, primeira produtora independente do mundo a neutralizar suas emissões de carbono, já tendoplantado mais de 35 mil árvores desde 2007. Assina obraspremiadas no Brasil e no exterior, como o documentário Amazônia Sociedade Anônima (One World Meia Award), o filme de realidade virtual Amazônia Viva (Melhor VR/ Festival de Barcelona) e a campanha Jatobá Refugiado (Leão de Ouro no Festival de Cannes), assim como as séries Santos Dumont e Preamar para a HBO. Também idealizou campanhas de grande alcance, como “Dá Pé”,que mobilizou milhões de pessoas em prol da restauração da Mata Atlântica.

Daniela Thomas

Cineasta, diretora teatral, dramaturga e coreógrafa com trajetória marcante no teatro e no cinema brasileiro. Co-dirigiu obras premiadas como Terra Estrangeira e Linha de Passe (Cannes), além de filmes autorais como Vazante e o Banquete. Assinou a cerimônia de aberturadas Olimpíadas Rio 2016 e foi responsável pelacenografia da última turnê de Gilberto Gil, “Tempo Rei”,unindo sofisticação visual e simbolismo. Sua obra articuladensidade estética e compromisso social, consolidando-a como uma das criadoras mais inquietas do audiovisual nacional.

Amaro Freitas

Reconhecido internacionalmente como um dos maioresexpoentes da nova geração do jazz brasileiro da músicainstrumental, sua trajetória une técnica do jazz àancestralidade dos ritmos nordestinos e afroculturais. Em2026, conquistou o prestigiado Prêmio Paul Acketdestacando-se como um dos maiores talentos do jazz internacional.

Cláudia Kopke

Uma das figurinistas mais renomadas do Brasil, trabalhoucom alguns dos principais artistas de teatro, ópera, cinema, televisão e música. Claudia começou sua carreira na década de 1980, onde fez figurinos parabandas de rock. Figurinos premiados para filmes como“Tropa de Elite”, “Paraísos Artificiais”, “2 Filhos de Francisco”, “Cazuza, o Tempo não Pára”, “Casa de Areia”, “Que Horas Ela Volta”, “Ainda Estou Aqui”, entre outros trabalhos.

Radiográfico

O Radiográfico, fundado em 2005 por Olívia Ferreira ePedro Garavaglia, é um estúdio brasileiro de design autoral reconhecido por integrar arte, design e colaboração em narrativas visuais impactantes. Com mais de mil projetos, destaca-se por trabalhos como a abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e a turnê Tempo Rei, de Gilberto Gil.

Ficha Técnica

Texto: Estevão Ciavatta Pantoja – colaborações de AntônioNobre e Fábio Scarano, Daniela Thomas e Regina Casé

Elenco: Regina Casé

Direção: Daniela Thomas e Estevão Ciavatta Pantoja

Cenário: Daniela Thomas Figurino: Cláudia Kopke Visagismo:VeronicaRodrigues Iluminação: Beto Bruel Trilha Sonora: Amaro Freitas

Identidade Visual: Estúdio Radiográfico Coordenação deComunicação: Fernando Sahb Fotos: Carlos Araió Nascimento

Redes Sociais: Lab Cultural

Assessoria de Comunicação: Casé Comunica

Gestão de Leis de Incentivo: Estufa de ideia – NatáliaSimonete

Produção Executiva: Cristina Leite

Coordenação de Produção: DAGBA PRODUÇÕES – WesleyCardozo

Direção de Produção: Alessandra Reis

Produtores Associados: AR27 / Dagba / Marê / Pindorama

Serviço

Espetáculo: Viva a Vida

Local: Jardim do CCBB Brasília

Endereço: Setor de Clubes Especial Sul, Trecho 02, CEP 70200-002

Temporada: 25, 26 e 27 de agosto

Sessões: As sessões acontecem de terça a quinta às 19h.

Os ingressos serão liberados um dia antes de cada sessão prevista, ao meio-dia.

Classificação: Livre

Duração: 90 minutos

ENTRADA GRATUITA

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