Mostra Oscar 2026 chega à quarta semana com 15 filmes em cartaz e estreia de Arco no Cine Brasília

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De 26 de fevereiro a 4 de março, toda a programação da CineSemana é dedicada à mostra, que reúne títulos de destaque da corrida pela estatueta dourada, incluindo a animação francesa de Ugo Bienvenu

Mostra Oscar 2026 entra em sua quarta semana no Cine Brasília com uma programação integralmente dedicada a filmes que seguem na seleção do prêmio. Entre os dias 26 de fevereiro e 4 de março, serão exibidos 15 títulos da atual temporada do Oscar. E entre os destaques está a estreia da animação francesa Arco.

Dirigido por Ugo Bienvenu, Arco é uma opção para toda a família. Na aventura, um menino de 10 anos chamado Arco vive no ano de 2932 e acidentalmente viaja de volta no tempo para 2075 através de um arco-íris. Lá, ele conhece Iris, que o acolhe e fará de tudo para ajudar Arco a voltar para seu tempo. Nessa realidade na qual arco-íris são portais para o futuro e para o passado, a viagem no tempo não é apenas uma aventura, mas uma forma de desvendar as verdades perdidas sobre nosso planeta. 

Para os amantes de drama, eles ocupam parte importante da programação, com histórias marcadas por conflitos pessoais, políticos e familiares. Entre eles está O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, filme que mantém o cinema brasileiro em evidência para o mundo pelo segundo ano consecutivo. O longa acompanha Wagner Moura dando vida a umhomem envolvido em uma atmosfera de vigilância e tensão política durante a ditadura militar no Brasil.

Também nessa linha está Valor Sentimental, do diretor Joachim Trier, onde um drama familiar explora feridas antigas entre pai, filhas e os limites entre vida pessoal e criação artística. Já em Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, Chloé Zhao revisita a história de William Shakespeare a partir da perda do filho, construindo uma narrativa em torno de luto e memória. 

A programação inclui ainda A Voz de Hind Rajab, drama político dirigido por Kaouther Ben Hania e inspirado em acontecimentos reais ocorridos em Gaza, e Foi Apenas UmAcidente, de Jafar Panahi, que acompanha personagens atravessados por encontros inesperados. E, fechando o bloco dos dramas, Sonhos de Trem, de Clint Bentley, conta a história de um madeireiro, no início do século XX, que se afasta de sua esposa e de sua filha para trabalhar, enfrentando a culpa e a saudade.

O suspense e o terror aparecem em filmes que apostam em atmosferas inquietantes e narrativas de tensão, como em A Hora do Mal, do diretor Zach Cregger, que acompanha o misterioso e inexplicável desaparecimento de 17 crianças de uma mesma turma. Enquanto isso, A Meia-Irmã Feia, de Emilie Blichfeldt, transforma o universo dos contos de fadas em uma releitura sombria da história clássica da Cinderela.

Outro clássico revisitado, Frankenstein, de Guillermo del Toro, toma como base a história criada por Mary Shelley para explorar a relação entre criador e criatura, combinando drama, horror e reflexão sobre a humanidade. Já Bugonia, de Yorgos Lanthimos, desloca o olhar para a sátira e a ficção científica ao acompanhar conspiracionistas convencidos de que uma empresária é, na verdade, uma alienígena.

Entre as produções de ação estão Uma Batalha Após a Outra, thriller dirigido por Paul Thomas Anderson em que um ex-revolucionário precisa voltar ao passado para resgatar a filha, e F1 O Filme, de Joseph Kosinski, que leva para a tela o universo das corridas automobilísticas, onde um piloto veterano de Fórmula 1 volta da aposentadoria para ser o mentor de seu jovem colega de equipe.

Fechando a seleção, o musical Song Sung Blue: Um Sonho a Dois acompanha a trajetória de um casal que encontra na música uma chance de reinvenção e reconhecimento, enquanto Marty Supreme apresenta a cinebiografia da ascensão improvável de umjogador de tênis de mesa movido por ambição e desejo de grandeza.

INGRESSOS E ACESSIBILIDADE

Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema, às segundas e terças, das 13h e 22h, e de quarta a domingo, das 09h às 21h, ou no SITE. As sessões regulares do Cine Brasília, bem como a Sessão Contraturno, Sessão Família, Sessão Clássicos, Monumental e Circuitão custam R$20 (inteira) e R$10 (meia). Às segundas e terças-feiras os valores são R$10 e R$5, bem como os ingressos para a Sessão Atípica. A Sessão Acessível é gratuita. 

ACESSIBILIDADE MOSTRA OSCAR 2026

Acessibilidade no aplicativo MLoad: Frankenstein, Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, Bugonia, A Voz de Hind Rajab, Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria, Song Sung Blue: UmSonho a Dois, Guerreiras do K-Pop e Jurassic World: Recomeço.

Acessibilidade no aplicativo MovieReading: O Agente Secreto, Pecadores, Uma Batalha Após a Outra, Marty Supreme, Sonhos de Trem, Foi Apenas Um Acidente, Sirat, A Hora do Mal, Zootopia 2, A Pequena Amélie, Arco, Kokuho: O Preço da Perfeição, Coração de Lutador, F1 O Filme e Avatar 3: Fogo e Cinzas. 

Acessibilidade no aplicativo PingPlay: A Meia-Irmã Feia. 

Acessibilidade no aplicativo Conecta Acessibilidade: Valor Sentimental. 

O Cine Brasília segue com o Programa de Fidelidade – CINELOVER que recompensa espectadores frequentes. A cada sessão assistida, os participantes acumulam carimbos no cartão fidelidade, que podem ser trocados por prêmios como entradas gratuitas, ímãs, baldes de pipoca, ecobags e camisetas exclusivas. O programa é válido para sessões regulares da grade, bem como para as especiais permanentes Sessão Contraturno e Sessão Família. Cada ingresso dessas três sessões especiais dá direito a dois carimbos no cartão fidelidade. Mais informações emcinebrasilia.com/fidelidade.

SERVIÇO – CINE BRASÍLIA
Endereço: Asa Sul Entrequadra Sul 106/107 – Brasília, DF, 70345-400.
Informações pelo WhatsApp: 61 99687-8661 (seg a sex – das 14h às 18h) –wa.me/5561996878661 ou contato@cinebrasilia.com 
Ingressos à venda na bilheteria ou pelo link:ingresso.com/cinema/cine-brasilia 
Mais informações: cinebrasilia.com ou@cinebrasiliaoficial

PROGRAMAÇÃO 19 A 25 DE FEVEREIRO

QUINTA-FEIRA, 26/02
10h00 — Mostra Oscar 2026 – Arco
14h30 — Mostra Oscar 2026 – A Hora do Mal
17h30 — Mostra Oscar 2026 – Sonhos de Trem
20h00 — Mostra Oscar 2026 – Bugonia

SEXTA-FEIRA, 27/02
10h00 — Mostra Oscar 2026 – Uma Batalha Após a Outra
14h10 — Mostra Oscar 2026 – F1 O Filme
17h20 — Mostra Oscar 2026 – O Agente Secreto
20h30 — Mostra Oscar 2026 – Frankenstein

SÁBADO, 28/02
11h00 — Mostra Oscar 2026 – Arco
14h30 — Mostra Oscar 2026 – A Meia-Irmã Feia
17h20 — Mostra Oscar 2026 – O Agente Secreto
20h30 — Mostra Oscar 2026 – Hamnet: A Vida Antes de Hamlet

DOMINGO, 01/03
11h00 — Mostra Oscar 2026 – Arco
14h00 — Mostra Oscar 2026 – Foi Apenas UmAcidente
17h00 — Mostra Oscar 2026 – Arco
19h30 — Mostra Oscar 2026 – Marty Supreme

SEGUNDA-FEIRA, 02/03
15h30 — Mostra Oscar 2026 – Bugonia
18h00 — Mostra Oscar 2026 – A Voz de Hind Rajab 
20h00 — Mostra Oscar 2026 – Foi Apenas UmAcidente

TERÇA-FEIRA, 03/03
15h00 — Mostra Oscar 2026 – Arco
17h30 — Mostra Oscar 2026 – Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
20h00 — Mostra Oscar 2026 – Valor Sentimental

QUARTA-FEIRA, 04/03
10h00 — Mostra Oscar 2026 – Arco
14h30 — Mostra Oscar 2026 – Sonhos de Trem
17h00 — Mostra Oscar 2026 – Frankestein
20h00 — Mostra Oscar 2026 – Song Sung Blue: Um Sonho a Dois

Novo game nacional leva players para o fundo do oceano

Foto: Crit42 Studio/Divulgação

A Tale of Silent Depths transforma o medo do desconhecido em um RPG tático ambientado nas profundezas

Mais de 80% dos oceanos do planeta permanecem inexplorados. Mesmo assim, é nas profundezas que a humanidade projeta alguns de seus maiores medos, mitos e fascínios: o desconhecido, a perda de controle, a ideia de que há algo observando de volta. É desse imaginário — científico, ambiental e emocional — que nasce A Tale of Silent Depths, RPG por turnos da Crit42 Studio ambientado em um futuro onde o mundo afundou e a sobrevivência humana acontece sob toneladas de água e pressão.

O público já pode dar o primeiro mergulho nesse universo: a demo do jogo está disponível gratuitamente na Steam, antecipando a experiência completa que será lançada em maio. “O fundo do mar é um pós-apocalipse que já existe. É um lugar onde o humano entra como intruso”, afirma Eduardo de Azevedo dos Santos, fundador e diretor criativo do projeto. “Diferente do espaço, ele tem um peso emocional mais próximo. É aqui, é da Terra, é o nosso planeta cobrando um preço.”

Um mundo submerso que reage 

Em A Tale of Silent Depths, o jogador assume o papel de capitão de uma Arca — uma gigantesca base submarina móvel que funciona como lar, fortaleza e último refúgio da humanidade. O oceano é gerado proceduralmente, com rotas mutáveis, ruínas esquecidas, destroços, criaturas hostis e facções rivais disputando recursos escassos.

As decisões nunca são neutras. Explorar mais fundo pode render tecnologias raras ou despertar ameaças irreversíveis. Negociar garante sobrevivência no curto prazo, enquanto ataques podem comprometer alianças futuras. Tudo acontece em um ecossistema vivo, sustentado por inteligência artificial que evita padrões previsíveis. “Em vez de scripts fixos, buscamos um ecossistema que pareça orgânico”, explica Eduardo. “Histórias únicas surgem não porque o jogador é um herói, mas porque ele é apenas mais um sobrevivente em um mundo vivo.”

O combate acontece em batalhas táticas por turnos, nas quais posicionamento, alcance, terreno e recursos limitados fazem toda a diferença. Drones personalizáveis funcionam como linha de frente, enquanto o próprio oceano impõe riscos constantes. “Se o jogador encontra uma fórmula e repete, o mundo perde a tensão”, diz o diretor. “A IA reage a padrões porque sobrevivência é adaptação. O oceano não é um tabuleiro estático.”

Escolhas sob pressão

Mais do que um cenário, o oceano atua como presença narrativa. Criaturas parecem aprender com o jogador, encontros mudam conforme as escolhas e a sensação constante é a de estar sendo observado. Essa abordagem transforma o jogo em uma metáfora sobre decisões humanas em cenários de crise — um tema que dialoga diretamente com questões contemporâneas, como colapso ambiental, escassez de recursos e adaptação tecnológica. “Em crise, sempre decidimos entre curto e longo prazo, entre ética e necessidade”, afirma. “E quando o oxigênio está acabando, muitas coisas perdem a importância.” 

Crit42 Studio

Responsável por A Tale of Silent Depths, a Crit42 Studio é um estúdio independente brasileiro com foco em experiências autorais, rejogáveis e narrativas emergentes. O time já lançou títulos como Dreadstone KeepAfterlight Catacombs e Oni Station, sempre explorando sistemas complexos aliados a mundos ricos em atmosfera e identidade.

Caminho até o lançamento

Antes do lançamento completo, A Tale of Silent Depths vem sendo apresentado ao público internacional em festivais digitais. Em março, o jogo participará do Turn-Based Thursday Fest, evento focado em experiências estratégicas. Em abril, marca presença no Earth Appreciation Festival, que celebra obras conectadas a temas ambientais e planetários. O lançamento oficial do jogo completo acontece em maio, durante o Brasília Game Festival, que será realizado entre os dias 15 e 17 de maio, marcando a estreia pública da versão final do título. A realização do jogo A Tale of Silent Depthsfoi possível por meio do edital Start BSB, um programa de incentivo ao empreendedorismo inovador do Distrito Federal. A iniciativa é promovida pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), com apoio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação.

Serviço

Demo na Steam – https://store.steampowered.com/app/2820850/A_Tale_of_Silent_Depths/

Instagram – https://www.instagram.com/crit42studio

Quando o samba vira método de cena: livro investiga como o samba de gafieira pode reinventar o teatro

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“Processos Criativos Teatrais: Dá Samba?”, de Júlia Gunesch, será lançado na sexta-feira (27 de fevereiro), com baile de samba de gafieira na Cia Lá na Dança (203 norte)

O que acontece quando o abraço, a condução e o improviso do samba de gafieira deixam de ser apenas passos e passam a funcionar como ferramentas de criação cênica? Essa é a pergunta que move o lançamento de “Processos Criativos Teatrais: Dá Samba? O princípio de interação entre os corpos do samba de gafieira para composições cênicas”, novo livro da pesquisadora e artista Júlia Gunesch. O evento acontece nesta sexta-feira (27 de fevereiro), das 19h às 0h, na Cia Lá na Dança, (203 norte, bloco A) e inclui apresentação da autora com uma intervenção dançada ao lado de um parceiro (Vitor Avelar) e uma parceira (Verane Comis) de dança, ao som de DJ Erivaldo Alves.

No livro, Júlia Gunesch acompanha, passo a passo, uma investigação prática: como o samba de gafieira pode contribuir com a linguagem teatral sem perder sua potência popular e coletiva. Partindo de uma perspectiva histórica sobre as hibridações culturais que moldaram as danças de salão no Brasil, a autora mergulha no “princípio de interação entre os corpos” típico do samba de gafieira e testa suas implicações diretamente no palco.

“Eu quis transformar essa pesquisa em livro para furar a bolha acadêmica: traduzir ideias que nasceram na universidade para uma linguagem mais acessível e, ao mesmo tempo, ampliar a circulação de um tema ainda pouco estudado, as danças de salão brasileiras como prática artística e produção de conhecimento”, explica a autora, Júlia Gunesch.

A pesquisa se materializa em três criações analisadas no livro: GANCHOS (2018), Quarta da Carne (2019) e ALAÍDE (2019).Em cada uma delas, o que está em jogo não é “usar dança no teatro”, mas deslocar engrenagens fundamentais do samba como escuta, risco, presença e resposta corporal para dentro da dramaturgia. O resultado aponta para uma cena que pode coreografar o cotidiano, trocar música por palavra (ou silêncio) e ainda assim sustentar um diálogo orgânico entre teatro e dança.

Sustentada pela abordagem Practice as Research (PaR), de Robin Nelson, a obra integra teoria e prática para apresentar nove princípios essenciais das danças de salão brasileiras (como abraço, condução e improviso coordenado) e cinco traços particulares do samba de gafieira (como multidirecionalidade de torso e quadril e a síncope musical). O livro se constrói como manual poético e, ao mesmo tempo, como convite crítico: repensar fronteiras entre gêneros artísticos e reconhecer no samba de gafieira um modo de pensar corpo, relação e criação.

“O samba de gafieira ensina que a interação entre os corpos é dramaturgia: ela muda a qualidade da relação em cena e cria mais organicidade. É uma escola de escuta, força, conexão e negociação”, destaca Júlia.

No lançamento, essa passagem do papel para a experiência acontece ao vivo: além da conversa/apresentação sobre a pesquisa, a autora realiza uma intervenção em dança ao lado de um parceiro e uma parceira com discotecagem do DJ Erivaldo Alves. O projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), com Editora ANDA, com a Casa Amarela Criativa e apoio institucional da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e do Governo do Distrito Federal (GDF).

Júlia Gunesch

Atriz, diretora, coreógrafa, professora e pesquisadora de samba, teatro, danças de salão brasileiras e tribal fusion bellydance. Mestra em Artes Cênicas e Bacharela em Interpretação Teatral pela Universidade de Brasília (UnB). Atua como professora de danças de salão desde 2010, tendo ministrado aulas em escolas e festivais de dança no Brasil e no exterior. Atualmente, desenvolve pesquisa de doutorado no Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia (PPGAC/UFBA), investigando sobre performances de gênero no samba de gafieira como potência criativa para as artes cênicas.

Serviço
Lançamento do livro: “Processos Criativos Teatrais: Dá Samba?” Autora: Júlia Gunesch
Data:
 27 de fevereiro
Horário: 19h às 0h
Local: Cia Lá na Dança (203 norte, bloco A)
Classificação indicativa: Livre

Informações do livro 
Título:
 “Processos Criativos Teatrais: Dá Samba? O princípio de interação entre os corpos do samba de gafieira para composições cênicas”
Autora: Júlia Gunesch
Editora: Anda 
Gênero: Dança e teatro
Formato: Livro impresso e audiolivro
Páginas: 236   
Preço: R$ 40 (preço de lançamento)

Maisa é nova embaixadora de NaturaLumina, marca especialista em cabelos da Natura

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A atriz e apresentadora que inspirou milhares de pessoas pela sua relação com os fios, agora amplia a parceria com a marca Natura, na categoria. Em carta aberta ao próprio cabelo, publicada nas redes sociais, Maisa retoma uma conversa iniciada seis anos atrás e revela o amadurecimento em relação consigo mesma

Maisa inicia um novo capítulo de sua trajetória ao se tornar a nova embaixadora deNatura Lumina, marca especialista em cabelos da Natura. Estreitando laços com a gigante da beleza, com a qual mantém parceria há mais de dois anos em outras categorias, como Cuidados Pessoais e Perfumaria, a artista passa a representar também o portfólio de cabelos focado em alta tecnologia.

O anúncio acontece de forma simbólica e emocional: por meio de uma carta aberta ao próprio cabelo, publicada nas redes sociais, Maisa retoma uma conversa iniciada seis anos atrás e revela o amadurecimento da relação consigo mesma ao longo do tempo. Na carta, a atriz e apresentadora reflete sobre crescimento, aceitação e autoconhecimento, conectando o cuidado com os cabelos a um processo mais amplo de autoestima e liberdade. “Eu mudei, você mudou e a gente continua unido”, escreve, em um texto que traduz a evolução dessa relação — agora mais madura, consciente e cheia de vida.

Antes do anúncio oficial, a parceria foi apresentada ao público por meio de um teaser, no qual Maisa foi convidada a revisitar a carta escrita em 2020, em um momento em que sua relação com o cabelo era bem diferente. Se antes o olhar era marcado por inseguranças e conflitos, hoje ela chega a Natura Lumina em uma fase de mais consciência e reconhecimento dos fios como potência. A partir desse convite, Maisa reescreve a carta em um carrossel de imagens que percorre diferentes fases de sua trajetória, materializando visualmente essa transformação.

“A escolha de Maisa como embaixadora reforça uma parceria construída ao longo dos anos e que agora se aprofunda. Ela personifica a autenticidade e a transparência em cada fase de sua evolução, refletindo o protagonismo que os fios ocupam na identidade e na autoestima da mulher brasileira. Essa conexão genuína converge com o propósito de Natura Lumina, que entende o cabelo como uma força capaz de potencializar a autoconfiança e ajudar cada pessoa a ocupar o espaço que merece. Quando essa visão se alia à alta tecnologia, o impacto é ainda mais potente”, comenta Diego Costa, diretor de marketing sênior da Natura.

“Agora eu me sinto ainda mais próxima da Natura e com mais propriedade para falar sobre a marca. Ser embaixadora da categoria de cabelos é um passo muito especial, porque é um tema que as pessoas gostam de me ouvir falar e que faz parte da minha história. Com Lumina, eu me sinto em casa”, afirma Maisa.

Ao longo de sua trajetória, o cabelo sempre foi uma ferramenta de expressão para a atriz e apresentadora, e também de transformação pessoal. A decisão de assumir os fios naturais marcou um ponto de virada em sua relação com a própria imagem, abrindo espaço para um olhar mais gentil e confiante sobre si mesma. “Quando comecei a usar meu cabelo natural, eu aceitei outras coisas em mim também. Foi uma jornada de autoestima, autoconhecimento e redescoberta que o cabelo me proporcionou”, conta.

Como embaixadora de Natura Lumina, Maisa passa a compartilhar essa visão com ainda mais proximidade, reforçando a ideia de que cuidar dos cabelos não é sobre atender padrões, mas sobre ter liberdade para experimentar, mudar e se reconhecer em cada fase. “Meu cabelo muda comigo. Eu posso usar do jeito que eu quiser, sabendo que ele vai estar saudável, forte e preparado para tudo”, completa.

Natura Lumina une a inteligência da natureza à beleza da ciência para desenvolver inovações em tratamentos capilares que respeitam a individualidade de cada fio. A marca conta com a tecnologia exclusiva Bioproteína Tripla Ação, que atua de forma profunda no couro cabeludo e na fibra capilar, tratando os fios em diferentes níveis e entregando resultados eficazes e duradouros.

A parceria inaugura uma nova fase para Lumina, com conteúdos e conversas que ampliam o diálogo sobre cabelo, identidade e liberdade, convidando mais mulheres a viverem essa jornada com verdade, protagonismo e autonomia. Durante diferentes lançamentos e campanhas durante o ano, Maisa estará ao lado da marca para ajudar a fortalecer a missão de inspirar relações mais conscientes, livres e afetuosas com a própria beleza — transformando o momento de tratar dos cabelos em um gesto de confiança, potência e autoconhecimento.

Confira a carta completa

Querido cabelo,

Acredita que seis anos se passaram desde que eu te escrevi pela primeira vez?

Eu ainda era menor de idade, e agora tenho quase 24 anos e não uso mais essa rede aqui como diário… Na verdade, eu compartilho algumas coisas, sim, mas só depois de viver.

Tô aqui pra te contar que, desde que eu te pedi desculpas, nossa relação mudou muito.

E pra melhor, ainda bem. Essa união fez eu me sentir ainda mais confiante pra conquistar tudo que eu sempre quis pra mim!

A gente fez tantas viagens juntos, campanhas, eventos, filmes, três temporadas de uma série, uma novela…

Como você é bem-humorado, eu poderia até dizer que fizemos e fazemos sucesso juntos, kkkkk!

Minha relação com você me ajudou a enxergar outras partes de mim com mais carinho também. Obrigada por isso.

Eu aprendi a usar você de vários jeitos e a me acostumar, aos poucos, com cada um deles.

Hoje eu sei até fazer vários penteados em você, sabia?

Acho que assim eu reclamo menos de como você acorda às vezes… afinal, até eu acordo cada dia de um jeito.

Eu entendi que você não precisa estar do jeito que eu quero o tempo todo.

E tá tudo bem!

Eu te hidrato uma vez por semana, passo protetor térmico (sei que você adora) e, sendo muito sincera, eu ainda choro pedindo desculpas.

Mas hoje eu te escrevi sorrindo.

Sorri porque lembrei dos momentos em que chorei por não ter coragem de te aceitar de volta, ou por estar no meio do lento processo de te redescobrir.

Sorri porque agradeço e reconheço a importância desses momentos.

Mais maduros, com mais história e muita vida pela frente. Me sinto muito confiante pra enfrentar todos os desafios que ainda vão cruzar o meu caminho!

E eu tenho mais uma novidade pra te falar! Agora, a gente começa um novo momento juntos: Eu sou a nova Embaixadora de #NaturaLumina, a marca especialista em Cabelos da @naturabroficial, e tô super feliz de viver isso ao seu lado. A gente vai poder conversar sobre essa descoberta com muitas outras mulheres. Vai ser incrível!

Como eu disse há seis anos: eu mudei, você mudou e a gente continua unido. Que seja sempre assim.

Com muita gratidão e amor, +A

Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. Por 11 anos consecutivos é a companhia de melhor reputação do Brasil e mais responsável em ESG pelo ranking Merco. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura foi pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber, em 2014, a certificação de Empresa B pelo B Lab, organização que reconhece globalmente negócios que combinam a geração de lucro ao impacto socioambiental positivo. Com operações em 14 países na América Latina, os produtos da marca podem ser adquiridos através das mais de 3 milhões de consultoras na região, via e-commerce, aplicativo Natura, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram.

“Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol” encerra circulação nacional em Brasília, na Sala Martins Pena, celebrando o retorno ao território onde o espetáculo nasceu

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Com dramaturgia, direção e atuação de Cláudia Andrade, a peça, em cartaz em 28 de fevereiro e 1º de março, propõe experiência cênica visual sensível sobre o feminino, a finitude e os pré conceitos arraigados na sociedade

O espetáculo “Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol” retorna a Brasília para o encerramento oficial de sua turnê, reafirmando a capital federal como território de criação, partida e chegada desta obra que estreou no Distrito Federal, em 2025, e circulou pelo Espírito Santos, Minas Gerais e São Paulo. As duas últimas apresentações acontecerão no Teatro Nacional Cláudio Santoro – Sala Martins Pena, um dos palcos mais simbólicos da cena cultural brasileira, em 28 de fevereiro e 1º de março. Os ingressos estão à venda pelo Sympla

Idealizado por Cláudia Andrade, artista e agente cultural reconhecida por transitar por diferentes movimentos, projetos e linguagens artísticas, o espetáculo se constrói a partir de uma narrativa cênica contemporânea que integra artes visuais, videoarte e recursos audiovisuais. O resultado é uma experiência cênica de forte dimensão imagética, dedicada a investigar os caminhos do feminino, a maturidade, os jogos de poder, a hipocrisia entranhada na sociedade, a finitude e os contrastes sociais da existência humana. “Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol” marca ainda a estreia de Cláudia Andrade na dramaturgia, ampliando sua trajetória como atriz, diretora e produtora, com a colaboração na direção do professor e diretor João Antônio.

“Trilhar caminhos próprios, fora dos padrões impostos pelo sistema e pela família, não é simples. É desafio, e o que move e alimenta a alma. Chegar aos 63 anos fazendo o que sempre sonhei e construí é o meu Olimpo pessoal. Circular pelo Brasil com esta realização é um gesto de resistência e transgressão. É luta contínua, atravessada por dor e superação, mas também por missão e regozijo. É arte que toca, provoca e transforma. Sem a arte, não vivemos: apenas sobrevivemos. Como diria Nietzsche, ‘Nunca é alto o preço a se pagar pelo privilégio de pertencer a si mesmo’.”, afirma Claudia.

Ao longo da circulação, o espetáculo realizou 11 apresentações. A turnê integra o projeto “Resistência nos Trilhos – Remontagem & Circulação”, contemplado pelo Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (FAC-DF), ampliando o acesso ao teatro contemporâneo e promovendo o encontro da obra com públicos diversos em contextos socioculturais distintos.  A circulação passou por Ceilândia (DF), no Teatro Sesc Newton Rossi; Vitória (ES), na Casa da Música Sônia Cabral; Belo Horizonte (MG), no Palácio das Artes – Teatro João Ceschiatti e São Paulo (SP), no Teatro Ruth Escobar – Sala Dina Sfat.

A cena, o processo e o diálogo com o público

Cláudia Andrade (Gimena) divide a cena com Eloisa Cunha (Silvia) Genice Barego (Gaivota), atrizes também 50+. A remontagem apresentada ao longo da circulação revela um trabalho mais maduro, fruto do aprofundamento das personagens e da escuta atenta do público em cada cidade. A encenação incorpora ainda videoarte e videomapping de Aníbal Alexandre, iluminação de Lemar Rezende e trilha sonora original de Mateus Ferrari, compondo uma obra híbrida que cruza linguagens e amplia as possibilidades da cena contemporânea.

Além das apresentações, a circulação de “Trilhas” também se destaca pelo compromisso com a acessibilidade e a inclusão. O projeto inclui sessões com intérprete de Libras e audiodescrição, além de ações sociais voltadas a estudantes da EJA, pessoas com deficiência visual e integrantes de projetos sociais. Ao final de cada espetáculos, a plateia é convidada para participar de uma bate-papo com as artistas. 

Há, ainda, espaço para ações sociais, a exemplo da que acontece em Brasília com a sugestão da meia entrada solidária, mediante a doação de um pacote/lata de leite em pó em benefício da ONG Vida Positiva.

E a trajetória da peça não se encerra com o fechar das cortinas. Em abril haverá oficinas e debate sobre os desafios da circulação teatral no Brasil. Essas ações reforçam o caráter público e democrático do projeto, que entende o teatro como ferramenta de encontro, reflexão e transformação social.

Origem e trajetória

O texto surgiu em 2017, a partir da oficina Caminhos, com o dramaturgo Maurício Arruda. A montagem foi desenvolvida com consultoria dramatúrgica de Fernando Villar, análise técnica e preparação de elenco de Humberto Pedrancini e, na versão atual, colaboração na direção do professor e diretor João Antônio, com mais de seis décadas de atuação no teatro brasileiro.

A qualidade da produção se revela no próprio percurso artístico do espetáculo. Lançada em 2022, a obra retornou aos palcos em menos de três anos, o que evidencia não apenas o interesse do público, mas a força criativa e a maturidade da autora já em sua primeira peça. Por onde passou, Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol foi elogiada pela potência e delicadeza de seu texto, que constrói uma dramaturgia autoral a partir de uma colagem sensível de fragmentos literários, referências musicais e extratos de textos de diferentes autores e tradições. 

Essa fusão de vozes e linguagens cria uma narrativa profunda e contemporânea, capaz de provocar identificação imediata e forte impacto emocional. Nascido em Brasília e projetado para o Brasil, o espetáculo afirma-se como uma experiência singular, marcada pela escuta atenta do público e pela repercussão calorosa que acompanha cada nova apresentação.

O retorno à cidade onde o espetáculo nasceu, carrega um significado especial. Encerrar a circulação na Sala Martins Pena é mais que um fechamento de ciclo artístico. A ocupação da sala por uma produção local reforça a importância da política pública de cultura, da continuidade dos projetos artísticos e da valorização dos equipamentos culturais históricos.

Sobre Cláudia Andrade

Cláudia Andrade é uma artista plural, com mais de 40 anos de dedicação às artes cênicas, ao audiovisual e à produção cultural. Jornalista e comunicóloga formada pela Universidade de Brasília (UnB), construiu uma trajetória internacional que transita por diferentes territórios da criação: atriz, bailarina, performer, diretora, dramaturga, produtora executiva, gestora de projetos, repórter, apresentadora, locutora e mestre de cerimônias de grandes eventos.

Poliglota, buscou oportunidades no exterior e usufruiu dessa experiência vivendo em países como Estados Unidos, França, Itália, Alemanha e Suíça, onde teve a oportunidade de colaborar com companhias e diretores de reconhecimento mundial, aprofundando seu olhar artístico e sua capacidade de diálogo entre culturas.

Experiências intensas e diversas a levaram dos palcos e bastidores do teatro brasileiro aos estúdios de cinema internacionais, e vice-versa. Atuou em produções de grandes estúdios como Paramount, Gaumont, Zoetrope (de Francis Ford Coppola) e de astros como Michael Jackson. Sua presença se estende ainda por produções da Cineccità, TV Globo e Conspiração Filmes, além de coberturas jornalísticas para veículos internacionais como ABC, CBS, PBS, Reuters e France 3.

Em sua formação como artista cênica, Cláudia investiu na diversidade de linguagens. Passou pela dança com Yara de CuntoRosália PieLuiz MendonçaRussel Clark e Miranda Garrison, dentre outros. Adentrou na palhaçaria, teatro físico e performance com mestres e mestras do Brasil e de outros países, dentre eles John MowatDarina RoblesCarla ConkáRubens Velloso e Violeta Luna. 

Despertada pelo interesse de também poder construir suas narrativas, cursou oficinas de roteiro e dramaturgia com o diretor alemão Ansgar Ahles, o dramaturgo argentino Santiago Serrano, e o diretor e dramaturgo Maurício Arruda, mentor de Trilhas. Nos palcos e no cinema, seja como atriz, bailarina ou performer, esteve sob a direção de grandes nomes como Hugo RodasFernando VillarIrmãos GuimarãesMaura BaiochiMarcelo Lujan, Susan Scalan, Greydon Clark, Tommy Lee Wallace, Lyndall Hobbs, e mais recentemente com Péterson Paim, contracenando com Letícia Sabatela. Cada experiência contribuiu para a construção de uma visão ampla, inovadora e sensível sobre a cena teatral e suas possibilidades.

Tanta estrada culminou em “Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol”, onde colocou à prova toda esta proposta polivalente, chamando para si a responsabilidade como idealizadora, dramaturga, diretora e atriz do espetáculo. Cláudia também se destaca pela criação e gestão de projetos culturais de grande impacto, aprovados em editais e fomentos como o FAC-DF. Sua carreira é marcada pela conexão entre linguagens — teatro, dança, audiovisual e festivais — sempre com a arte no centro como ferramenta de transformação social.

Mais do que uma artista, Cláudia Andrade é uma tecelã de experiências, que costura histórias, culturas e olhares em obras que celebram a beleza, a diversidade e o poder do encontro.

SERVIÇO:

Espetáculo: Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol

Sessões:
28/02 – Sábado – 20h – com Audiodescrição e bate-papo com as artistas ao final do espetáculo

01/03 – Domingo – 19h – com Libras

Local: Sala Martins Pena – Teatro Nacional Cláudio Santoro 

Ingressos: Sympla e link na Bio Instagram: @trilhasespetaculo

Inteira: R$20

*Meia: R$10

Linguagens: artes cênicas, artes visuais e audiovisual

Gênero: comédia dramática

Duração: 80 minutos

Classificação indicativa: 16 anos

*além dos casos garantidos por lei, a meia entrada também valerá mediante a doação de 1 pacote/lata de leite em pó (beneficiária: ONG Vida Positiva)

Escola do DF representa instituições católicas em sessão solene na Câmara Legislativa

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Alunos receberam Moção de Louvor após participação em homenagem à Campanha da Fraternidade 2026

A Heavenly International School representou, nesta semana, as escolas católicas do Distrito Federal durante Sessão Solene realizada na Câmara Legislativa do DF em homenagem à Campanha da Fraternidade 2026. O evento reuniu autoridades, educadores e estudantes em um momento dedicado à reflexão sobre fé, responsabilidade social e protagonismo juvenil.
 

Doze alunos da instituição, do 9º ano do Ensino Fundamental à 3ª série do Ensino Médio, participaram ativamente da cerimônia com falas inspiradoras que evidenciaram valores como fé vivida, consciência social e liderança jovem. A participação foi marcada pela maturidade, coragem e comprometimento demonstrados pelos estudantes, reforçando o papel da educação na formação integral de cidadãos.
 

Como reconhecimento pela atuação, todos os alunos receberam uma Moção de Louvor, homenagem que destacou o engajamento e a contribuição dos jovens no evento. A escola celebrou o momento como uma oportunidade significativa de representatividade e formação, reafirmando seu compromisso com valores humanos, espirituais e acadêmicos.

A participação na sessão solene integra as iniciativas da instituição voltadas ao desenvolvimento de lideranças com propósito, alinhadas à formação ética e social proposta pela educação católica.

Onda Coreana invade o Taguatinga Shopping com show internacional da banda 82 Major

Foto divulgação

O 1º Festival de K-dramas do Brasil acontece de 6 a 8 de março com ingressos antecipados a partir de R$ 25; entradas para o show do grupo de K-pop são vendidas separadamente

Brasília se prepara para receber uma experiência imersiva inédita no universo da cultura sul-coreana. Entre os dias 6 e 8 de março, o TGS será a sede do Festival Onda Coreana, o primeiro evento do país totalmente dedicado aos K-dramas. O festival promete transformar o shopping em um pedaço da Coreia do Sul, conectando fãs por meio de música, gastronomia, moda e grandes encontros.

Os ingressos antecipados para o festival custam a partir de R$ 25 (meia-entrada) por dia e garantem acesso a uma programação intensa e interativa. Já o aguardado show internacional da banda de K-pop 82 Major possui bilheteria separada e está sendo vendido pela Ticketmaster. Conhecidos por sua energia contagiante e performances de alto nível, o grupo desembarca em Brasília para um show exclusivo no sábado, dia 7 de março.

Inspirado na Onda Hallyu — que consolidou os K-dramas, o K-pop e o lifestyle coreano no topo das tendências mundiais — o festival propõe transformar o consumo de cultura em uma experiência imersiva. Mais do que assistir, o público é convidado a viver esse universo de forma ativa, explorando atividades interativas, palcos culturais e exposições que aproximam Brasília da Coreia do Sul.

“Receber a Onda Coreana reforça nosso papel como um espaço que celebra a diversidade cultural e aproxima o público de experiências internacionais. O TGS já abriga há anos o tradicional Festival Nipo, um dos eventos mais queridos do calendário cultural brasiliense, e agora amplia esse diálogo ao abrir as portas para a cultura coreana”, afirma a gerente de marketing, Mayce Tranquillini.

Ao abraçar diferentes expressões asiáticas — do Japão à Coreia do Sul — o TGS se consolida como um verdadeiro ponto de convergência cultural na capital, unindo entretenimento, convivência e troca de experiências em um mesmo espaço.

Programação imersiva e convidados VIP

Além do show internacional, o público poderá desfrutar de concursos de K-pop, desfiles de moda inspirados em K-dramas, experiências de K-Beauty, culinária típica e bate-papos com influenciadores. O evento contará com nomes de peso como Pyong Lee, Gabriel Kim, Lúcio Sincero e a querida Dona Su, referência da cultura coreana no Brasil.

Na sexta-feira (6), com apresentação de Gabriel Kim como mestre de cerimônias, o festival abre oficialmente os trabalhos com vídeo sobre a Onda Hallyu, seguido de interação com o público, espaço para autoridades e sorteios. A programação inclui concurso de K-pop, Random Play Dance, desfile de Moda dos Doramas e quiz de K-drama com Gabriel Kim, Lúcio Sincero, Kai e Aline. O dia termina em clima de celebração com show de Kyumin Lee e exibição do aftermovie de encerramento.

No sábado (7), sob comando de Lúcio Sincero, o público poderá acompanhar experiências gastronômicas ao vivo, palestra com o presidente Bruno Kim, Carol Psicodrama e Eliane Kcomigo, além de momentos dedicados à K-Beauty com CeoDaCoreia e Fabio Hiro. O palco também recebe show de Kyumin Lee e encenação temática de K-drama com Songu, acompanhada de quiz interativo. Ao longo da tarde, Kai e Aline participam de momentos especiais de interação e sorteios com o público. O grande destaque do dia é a apresentação internacional do grupo de K-pop 82 Major, que sobe ao palco ao lado de MC Melody, em um dos momentos mais aguardados do festival.

Já no domingo (8), quem assume o palco como mestre de cerimônias é Pyong Lee. A programação inclui bate-papo com Dona Su, preparação de drink ao vivo com Songu, homenagem especial pelo Dia da Mulher em parceria com a Secretaria da Mulher, além de conversa com Roberta Pazulini. O público também poderá assistir ao musical Guerreiras do K-pop, com o grupo Neia e Nando, participar de momento interativo com cena de K-drama e acompanhar bate-papo sobre relacionamento com Morena, Sun e CeoDaCoreia.

A grande atração: 82 Major

Um dos momentos mais aguardados do festival é a apresentação do grupo internacional de K-pop 82 Major, no dia 07 de março, a partir das 18h. Os ingressos para o espetáculo são vendidos separadamente do festival e incluem setores de pista comum e pista premium, além de pacotes especiais VVIP e VVIP+, com experiências diferenciadas para os fãs.
Ingressos para o show: https://www.ticketmaster.com.br/event/turne-82major-brasilia
 
SERVIÇO: Festival Onda Coreana
Quando: Dias 06, 07 e 08 de março de 2026.
Onde: Estacionamento H (Piso 2) – Taguatinga Shopping.
Horários:
Sexta-feira (06/03): 12h às 22h
Sábado (07/03): 12h às 22h
Domingo (08/03): 12h às 20h
Ingressos Festival: Antecipados a partir de R$ 25 (meia-entrada) via Sympla – https://x.gd/5IYYB
Ingressos Show 82 Major: Vendidos separadamente via Ticketmaster – https://www.ticketmaster.com.br/event/turne-82major-brasilia
Meia-entrada social, mediante a doação de 1kg de alimento não perecível. Crianças até 7 anos não pagam.
Informações: @festivalondacoreana e @taguashopping

Programação Completa
Sexta-feira – 06/03
Mestre de Cerimônia: Gabriel Kim
12h – Abertura de palco + vídeo sobre a Onda Hallyu
12h10 – Apresentação Gabriel Kim
12h30 – Espaço para autoridades
13h – Interação e sorteios
13h30 – Concurso de K-pop
17h – Random Play Dance
18h – Desfile Moda dos Doramas
19h – Quiz K-Drama – Gabriel e Lúcio Sincero + Kai e Aline
20h15 – Show – Kyumin Lee
21h30 – Aftermovie + Encerramento
 
Sábado – 07/03
Mestre de Cerimônia: Lúcio Sincero
12h – Abertura de palco + vídeo sobre a Onda Hallyu
12h20 – Fazendo receita no palco
13h – Palestra com presidente Bruno Kim, Carol Psicodrama e Eliane Kcomigo
14h – K-Beauty – CeoDaCoreia e Fabio Hiro
15h30 – Show – Kyumin Lee
17h – Show – 82major e MC Melody + Sorteio e bate-papo Kai e Aline
18h – Show – 82major e MC Melody
20h – Cena de K-Drama – Songu + Quiz de K-Drama
21h30 – Aftermovie + Encerramento
 
Domingo – 08/03
Mestre de Cerimônia: Pyong Lee
12h – Abertura de palco + momento de interação
13h – Bate-papo Dona Su
14h – Preparação de drink com Songu
14h30 – Homenagem do Dia da Mulher – Secretaria da Mulher
15h – Bate-papo Roberta Pazulini
16h – Musical Guerreiras do K-pop – Grupo Neia e Nando
17h – Momento de interação + Cena de K-Drama com Songu
17h30 – Bate-papo Relacionamento – Morena e Sun + @ceodacoreia
18h30 – Pyong Lee + Kai e Aline
19h30 – Aftermovie + Agradecimento + Encerramento

CCBB Brasília apresenta espetáculo de teatro e dança dedicado ao fim da violência contra a mulher

Foto divulgação

NÓS ou NINGUÉM PODIA OUVIR OS OLHOS DELA, da Cia Entre Nós, entra em cartaz no CCBB Brasília com apresentações gratuitas até o dia 22 de março

Pela primeira vez no Distrito Federal, a Companhia Entre Nós abre temporada no CCBB Brasília com o espetáculo NÓS ou NINGUÉM PODIA OUVIR OS OLHOS DELA. Com estreia no dia 05 de março, a peça segue em cartaz até o dia 22, sempre de quinta a domingo, às 19h. A apresentação do dia 07 será seguida de bate-papo com o público e as sessões dos dias 20 e 21 terão acessibilidade em Libras e audiodescrição. A classificação indicativa é de 16 anos. Ingressos gratuitos no site bb.com.br/culturaou na bilheteria do CCBB Brasília. 


NÓS ou NINGUÉM PODIA OUVIR OS OLHOS DELA intersecciona dança e teatro para denunciar a violência de gênero contra a mulher, revelando a nossa dificuldade emidentificar e reagir à violência doméstica nas relações amorosas. O espetáculo é estrelado pela bailarina Daniela Rosa e pelo ator Rafael Bougleux, com direção de Fernando Gimenes. O impacto da montagem é reforçado com trilha sonora ao vivo, assinada por Larie e executada por Renata Prado e Wendel Dima. 

Em cena, um casal ouve jazz enquanto vivencia um processo artístico de investigação sobre violência e feminicídio. Uma mulher e um homem em estados de afeto e colisão dançam para que seus corpos revelem os limites de uma relação. No espetáculo, o corpo não é mais um meio para um fim, ele torna-se assunto e conta a sua própria história.

Concebido em 2015, NÓS ou NINGUÉM PODIA OUVIR OS OLHOS DELA é livremente inspirado em casos reais, como a morte brutal da cantora Eliane de Grammont, em 1981, assassinada a tiros no palco pelo ex-marido e cantor Lindomar Castilho, e em obras plásticas e literárias de Dione Carlos, Suzanne Lacy, Nan Goldin e Nina Simone. Ao tocar no real, a montagem evoca a cumplicidade do espectador, colocando-o como testemunha ocular da história. 

No Brasil, dados públicos alarmantes registram que quatro mulheres são vítimas de feminicídio a cada 24 horas. Em 2023, o Ministério das Mulheres instituiu o Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios (Decreto nº 11.640/2023), com o objetivo de prevenir todas as formas de discriminação, misoginia e violência de gênero contra mulheres e meninas.

Oficina gratuita de dança-teatro

No dia 14 de março, sábado, das 9h30 às 12h30, a Cia. Entre Nós realizará a oficina Corpos que Não Se Calam. A atividade é inspirada no processo criativo do espetáculo e propõe um percurso de criação que articula corpo, espaço e imagem na investigação da violência contra a mulher. Os participantes serão estimulados a criar microcenas, experienciando o corpo como campo sensível de memória, resistência e elaboração simbólica. A oficina é voltada para pessoas maiores de 18 anos, com vagas limitadas. Para participar, é necessário retirar o ingresso gratuito no site bb.com.br/cultura.

Sobre a companhia

A Cia. Entre Nós foi criada em 2015, na cidade de Franca (SP), a partir da união da bailarina Daniela Rosa e do ator Rafael Bougleux. O coletivo nasceu com o propósito de investigar e experimentar as possibilidades de diálogo entre a dança e o teatro, propondo criações cênicas que transcendem as áreas de atuação de seus integrantes. Com dois espetáculos autorais, a Cia. tem circulado pelo estado de São Paulo e em festivais nacionais e na América Latina.

Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

Acessibilidade

A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional.

O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta no vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. 

Horário da van – De quinta-feira a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB:  13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h. | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.

SERVIÇO

NÓS ou NINGUÉM PODIA OUVIR OS OLHOS DELA – Cia. Entre Nós 

Quando: 05/03 a 22/03/26, de quinta a domingo, às 19h

Onde: CCBB Brasília – Galeria 4

Endereço: Asa Sul, Trecho 2

Ingressos gratuitos: no site bb.com.br/culturaou na bilheteria do CCBB Brasília

Classificação indicativa: 16 anos

Duração: 70 minutos

CCBB Brasília

Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h

Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves 

Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF

Informações

Fone: (61) 3108-7600

E-mail: ccbbdf@bb.com.br 

Site: bb.com.br/cultura 

Instagram: @ccbbbrasilia

Facebook: @ccbbbrasilia

TikTok: @ccbbcultura

YouTube: @bancodobrasil

MÊS DE FEVEREIRO TERMINANDO, DIA 6 DE MARÇO SE APROXIMANDO

Divulgação

Contagem regressiva para abertura da exposição “Elas & Elas na Arte”

As artistas integrantes do grupo ELAS & ELAS NA ARTE, e a CASA THOMAS JEFFERSON, têm o prazer de convidá-los para a abertura da TEMPORADA 2026 DO CTJ HALL.

Dez mulheres homenageando o DIA INTERNACIONAL DA MULHER.
Além de celebrar a criação feminina, a exposição integra as comemorações do ANIVERSÁRIO DE BRASÍLIA.
Os presentes serão brindados com um belo concerto de música clássica no auditório da Casa Thomas Jefferson.

Coquetel de abertura: dia 06 de março, das 18 às 21h.
Visitação: de 07 de março a 09 de maio.
De 2ª a 6ª feira, das 08 às 19h. Sábados, das 08 às 12h.
A galeria não abre aos domingos e feriados.
Local: Galeria de Arte da Casa Thomas Jefferson.
SEPS 706/906, Asa Sul, Brasília -DF.

Artistas:
. Ana Lucia Laudares
. Ana Pimentel
. Eunice Dias
. Eusanete Sant Anna
. Fernanda Curado
. Malu Perlingeiro
. Perpe Brasil
. Roselena Campos
. Salma Siade Manzano
. Socorro Mota

Desafio Trionda: Brasília Shopping antecipa clima da Copa em ação com Adidas 

Foto Telmo Ximenes

O primeiro shopping center do Brasil a receber a experiência convida clientes a testarem a bola oficial da Copa do Mundo de 2026. Aos finais de semana, são realizados campeonatos valendo prêmios e descontos 

Preparou, apitou, começou: o Brasília Shopping sai na frente e apresenta o Desafio Trionda, uma ação inédita em shopping centers do país criada pela Adidas Brasil, marca que assina a bola oficial. A experiência foi desenhada para marcar o lançamento da bola oficial da Copa do Mundo de 2026 — e contagiar o ambiente, desde já, com aquele clima gostoso de competição.  

Unindo futebol, performance e entretenimento, o público poderá testar suas habilidades e viver a emoção que antecede o maior evento esportivo do planeta até 28 de fevereiro, das 12h às 20h, na Praça Central. Para participar é simples: basta baixar o aplicativo do Brasília Shopping, reservar o horário e mostrar que domina a arte do chute ao gol. As inscrições são gratuitas e cada participante tem direito a 5 tentativas.  

E não para por aí! Aos finais de semana, o espaço recebe o Campeonato de Chute a Gol em dois horários: sábado, às 15h; e domingo, às 14h. Com vagas limitadas e inscrições também pelo aplicativo do shopping, os participantes concorrem a prêmios exclusivos: o primeiro lugar leva uma bola oficial da Copa do Mundo; o segundo, uma mini bag; e o terceiro, um kit de meias. Além disso, os campeões garantem voucher de 20% de desconto e os demais participantes recebem voucher de 10%, além de uma cartela de adesivos temática.

A programação transforma o #SeuBrasília em um ponto de encontro para quem vive o futebol além das arquibancadas, reforçando a presença da Adidas, que acaba de inaugurar loja no 2º piso, com um mix completo de roupas, tênis e acessórios esportivos.

Venha viver o Desafio Trionda e se desafiar! 

Desafio Trionda 

Período: até 28 de fevereiro
Horário: diariamente, das 12h às 20h
Local: Praça Central do Brasília Shopping

Chute a gol livre:
Participação gratuita, mediante agendamento pelo aplicativo do Brasília Shopping.

Campeonatos:
Aos finais de semana, na Praça Central
• Sábado, às 15h
• Domingo, às 14h

Vagas limitadas. Inscrições exclusivas pelo aplicativo do Brasília Shopping.

Premiação:
• 1º lugar: 1 bola oficial da Copa do Mundo
• 2º lugar: 1 mini bag
• 3º lugar: kit de meias
• Voucher de 20% de desconto para os campeões
• Voucher de 10% de desconto para os participantes dos campeonatos

Os voos nacionais mais pesquisados pelos brasileiros: quais interessam mais às mulheres?

Crédito: urbazon / iStock

Enquanto brasileiros no geral buscam mais por voos nacionais no Sudeste, o recorte feminino revela maior interesse por destinos do Norte e do Nordeste

Conhecer novos lugares, sair da rotina, descansar e vivenciar outras culturas são apenas algumas das belezas de viajar. Nesse cenário, o turismo nacional se fortalece e impulsiona o interesse por voos nacionais como forma prática de explorar diferentes regiões do país.

O interesse crescente aparece também nos números do setor: os aeroportos brasileiros transportaram 129,6 milhões de passageiros, sendo 101,2 milhões em voos domésticos ao longo de 2025, segundo dados da Agência Nacional de Aviação Civil. E os destinos nacionais que mais despertaram interesse são variados.

Nesse sentido, uma pesquisa recente apontou quais destinos nacionais são os mais buscados pelos brasileiros no geral e pelas mulheres utilizando o termo “voo (nome do estado)”. 

O estudo foi realizado pelo Viaza, agência de viagens referência na venda de passagens aéreas baratas, que considerou o volume de buscas no Google Brasil entre janeiro e dezembro de 2025.

Quais são os voos mais buscados pelos brasileiros?

Conforme o levantamento, o interesse por voos nacionais se concentra principalmente na região Sudeste, com destaque para São Paulo e Rio de Janeiro, que aparecem entre os principais polos de busca. 

Ao mesmo tempo, estados do Sul, como Santa Catarina e Rio Grande do Sul, também figuram entre os mais procurados, assim como destinos do Norte e do Nordeste. 

Esses dados corroboram os do Ministério do Turismo. Conforme o órgão, Fernando de Noronha (PE) e Porto de Galinhas (PE) figuram entre os destinos que mais despertam interesse para viagens. 

Além disso, o estudo também destaca Salvador (BA), Gramado (RS) e Maragogi (AL) entre os mais desejados. Entre os fatores que ajudam a explicar essas preferências, estão:

  • infraestrutura aérea e conectividade entre capitais;
  • eventos culturais e turísticos;
  • viagens corporativas associadas a centros econômicos;
  • crescimento do turismo de lazer em destinos de praia e natureza.

O comportamento das buscas indica que os voos nacionais continuam ligados tanto a rotas tradicionais quanto a regiões que ganharam visibilidade nos últimos anos por experiências turísticas específicas.

Voos com maior taxa de interesse do público feminino

Quando o recorte observa o comportamento das mulheres, o interesse por voos nacionais ganha outro desenho. As buscas se voltam, sobretudo, para estados do Nordeste e do Norte, regiões associadas a paisagens naturais, cultura local e experiências de descanso.  

Inclusive, esse movimento dialoga com transformações sociais e econômicas das últimas décadas. O avanço da presença feminina no mercado de trabalho, na renda e na autonomia financeira impacta diretamente o consumo e o planejamento de viagens. 

Então, as mulheres passaram a assumir papel central na decisão sobre destinos, hospedagens e experiências, influenciando o mercado de turismo nacional.

Hoje, essa influência é reconhecida globalmente: um levantamento da Organização Mundial do Turismo indica que mulheres influenciam ou decidem mais de 70% das escolhas relacionadas a viagens no mundo.

Além disso, o turismo relacionado a natureza, cultura regional e experiências autênticas tende a ganhar relevância nesse perfil de busca. Destinos menos massificados e com identidade cultural forte aparecem como alternativas ao circuito tradicional de viagens.

O tema ganha ainda mais significado no contexto do Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março. Afinal, a data simboliza conquistas históricas e também reforça transformações cotidianas.

Assim, viajar deixa de ser apenas lazer e passa a ser visto como parte da independência e do direito de ocupar espaços. A possibilidade de planejar deslocamentos sozinha, decidir destinos e investir em experiências pessoais se conecta diretamente a esse avanço.

O aumento do interesse feminino por voos nacionais e destinos pelo país reflete esse processo e reforça como o turismo se torna, cada vez mais, um espaço de expressão, autonomia e protagonismo para as mulheres.

Viajar como desejo central entre as mulheres

O interesse por destinos e experiências turísticas aparece também quando se observam os sonhos e as prioridades femininas. Um levantamento online do Think Olga, em parceria com o projeto “Sonhe como uma garota”, ouviu 1.080 mulheres brasileiras de diferentes idades e regiões do país. Em todas as faixas etárias, viajar surge como o principal desejo:

  • 67% entre mulheres de 18 a 29 anos;
  • 59% entre 30 e 49 anos;
  • 59% entre mulheres com mais de 50 anos.

Assim, o resultado ajuda a explicar a presença feminina cada vez mais expressiva nas buscas por voos nacionais e reforça o papel das mulheres como protagonistas na escolha de destinos e na forma de vivenciar o turismo nacional.

Com duas indicações ao Oscar, ‘Sirât’ estreia hoje (26) em 115 cinemas de todo o Brasil e tem cena inédita divulgada

Foto divulgação

Aclamado longa dirigido por Oliver Laxe, “Sirât” chega nesta quinta-feira, 26 de fevereiro, a 115 cinemas de 40 cidades em todas as regiões do país. Para celebrar a chegada do filme às telonas, a distribuidora Retrato Filmes acaba de divulgar uma cena inédita da obra, que é um dos grandes destaques da atual temporada de premiações do cinema, com duas indicações ao Oscar: Melhor Filme Internacional e Melhor Som.

O trecho divulgado mergulha na atmosfera imersiva e na jornada central da história. No filme, o público acompanha um pai e um filho que chegam às montanhas do Marrocos em busca de Mar — filha e irmã — que desapareceu meses antes. Vemos os protagonistas na estrada, seguindo um grupo de frequentadores de raves rumo a mais uma festa no deserto que representa uma última esperança para a dupla. A interação contrasta a euforia dos jovens viajantes com a exaustão e preocupação do pai, antecipando o cenário que os obrigará a confrontar os próprios limites.

Produzido pela El Deseo, dos irmãos Pedro e Agustín Almodóvar, o filme tem um histórico impecável de reconhecimento. “Sirât” venceu o Prêmio do Júri no Festival de Cannes em 2025 e conquistou cinco troféus no European Film Awards, incluindo montagem e design de som. A força da produção se confirmou com 11 indicações ao Prêmio Goya e duas ao Oscar, nas categorias de Melhor Filme Internacional e Som. No Brasil, a obra já havia brilhado como filme de abertura da 49ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, com sessões lotadas e sucesso de crítica.

O amplo circuito de estreia reflete o enorme potencial do filme. Ao todo, são 115 salas recebendo o longa a partir de hoje. Confira as cidades contempladas por região e consulte a programação local para detalhes das sessões:

  • Norte: Belém (PA). 
  • Nordeste: Afogados da Ingazeira e Recife (PE), Aracaju (SE), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Maceió (AL), Manaus (AM), Salvador (BA) e Teresina (PI).
  • Centro-Oeste: Brasília (DF), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT) e Goiânia (GO).
  • Sudeste: Araraquara,  Bauru, Campinas, Cotia, Jundiaí, Ribeirão Preto, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Carlos, São José dos Campos e São Paulo (SP), Belo Horizonte, Juiz de Fora e Poços de Caldas (MG), Niterói, Volta Redonda e Rio de Janeiro (RJ), e Vitória (ES)
  • Sul: Balneário Camboriú e Florianópolis (SC), Canoas, Caxias do Sul e Porto Alegre (RS), e Curitiba, Londrina e Maringá (PR).

Sobre a Retrato Filmes

A Retrato Filmes é uma distribuidora audiovisual independente fundada por Daniel Pech e Felipe Lopes que une em sua curadoria longas de qualidade artística e potencial de público. Lançou títulos como Valor Sentimental, Maré Alta, Prédio Vazio, Salão de Baile e a versão em 4K do clássico Cidade dos Sonhos, de David Lynch. Em breve, trará ao mercado grandes filmes brasileiros como Salomé, vencedor de 8 prêmios no Festival de Brasília, e obras internacionais de prestígio como Sirât (Prêmio do Júri em Cannes) e Surda (Prêmio do Público em Berlim).

Mulheres lideram consumo de livros no Brasil e redefinem o mercado editorial

Foto divulgação

Com 62% das compras realizadas por mulheres em 2025, leitoras influenciam tiragens, temas e ampliam espaço de autoras nas prateleiras

As mulheres não apenas leem mais no Brasil, elas sustentam o mercado editorial. Dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil 2024, do Instituto Pró-Livro, mostram que 49% das mulheres se declaram leitoras, contra 44% dos homens. Já o levantamento Panorama do Consumo de Livros 2025, da Nielsen BookData, aponta que, no último ano, 62% das pessoas que compraram livros no país foram mulheres.

O impacto vai além das livrarias, e são elas que, majoritariamente, incentivam o hábito de leitura dentro de casa, indicam títulos em clubes e nas redes sociais e impulsionam tendências que rapidamente chegam às listas de mais vendidos.

O reflexo aparece nas prateleiras, editoras têm ampliado a publicação de autoras, investido em gêneros com forte apelo feminino, como romantasia e ficção contemporânea, e aberto espaço para temas que antes circulavam à margem, como menopausa, maternidade real, carreira, saúde mental e autonomia financeira.

“O protagonismo feminino no consumo de livros do Brasil revela muito mais do que uma tendência de mercado, aponta para uma mudança estrutural no cenário editorial”, afirma a escritora e produtora cultural brasiliense Lella Malta.

Segundo ela, o movimento vai muito além da compra de um livro. “Mais do que consumidoras, somos criadoras de conteúdo, mediadoras e articuladoras culturais. Buscamos narrativas plurais, representatividade, aprofundamento emocional e diversidade de vozes. Isso impulsiona o surgimento de novos selos, clubes de leitura, eventos literários e projetos independentes liderados por mulheres”.

Para além da leitura, cresce também a busca por profissionalização da escrita e dos serviços editoriais. Lella coordena dois projetos voltados à inserção feminina no setor. O Escreva, Garota! funciona como comunidade de formação para mulheres que desejam escrever e publicar. Já o Elas Publicam é um encontro voltado a profissionais que atuam em diferentes etapas da produção editorial, de revisoras a editoras, de ilustradoras e agentes literárias.

“Já comandamos o consumo, agora precisamos ocupar de vez as prateleiras das livrarias e os espaços de decisão na cadeia produtiva do livro”, diz.

Com mulheres influenciando o que se lê, o que se publica e o que se vende, o mercado editorial brasileiro passa por uma mudança silenciosa e estrutural. Quem compra define prioridades. Hoje, são elas que estão no centro dessa transformação.

Elas indicam

Onde ler mais mulheres:

  • Amora Livros – Clube de assinatura de livros escritos por mulheres (Instagram: @amoralivros_brasil)
  • Leia Mulheres – Clube de leitura (Instagram: @_leiamulheres)
  • Leituras Decoloniais – Clube de leitura como prática decolonial (Instagram: @leiturasdecoloniais)

Onde se profissionalizar, fazer networking e obter apoio para iniciar uma carreira literária: 

  • Escreva, Garota! – Grupo de apoio, engajamento e capacitação continuada para mulheres que escrevem (Instagram: @escrevagarota )
  • Elas Publicam – Encontro de mulheres do mercado editorial e canal de notícias do mercado do livro brasileiro (Instagram: @elaspublicam )

Analu Leite (BA), autora de Verdades de Papel (Editora Urutau) indica a obra Solitária, de Eliana Alvez Cruz (Companhia das Letras). 

Adriana Moro (PR), autora de Não me chame de mãe (Editora Urutau) indica a obra Boca do Mundo, de Dia Bárbara Nobre (Companhia das Letras). 

Caroline Ferreira (SP), autora de Chuva: poemas imprevistos e precipitados (Editora Viseu) indica a obra O Abate, de Vanessa Strelow (Oito e Meio). 

Mostra Todd Haynes chega ao CCBB Brasília com retrospectiva completa do influente cineasta estadunidense

Foto divulgação

Todas as sessões têm entrada gratuita e a extensa programação paralela inclui debates, sessões apresentadas, sessões comentadas e um curso

De 3 a 22 de março, o CCBB Brasília recebe a Mostra Todd Haynes, retrospectiva dedicada a um dos cineastas mais badalados e instigantes do cinema contemporâneo. Após passagens de grande sucesso de público pelo Rio de Janeiro e por São Paulo, a mostra desembarca na capital federal reunindo 23 filmes, sendo 13 desses dirigidos por Haynes e 10 obras de outros realizadores em diálogo direto com sua filmografia, além de mesas de debate, sessões apresentadas,sessões comentadas, curso, ações de acessibilidade e o lançamento de um catálogo inédito. A programação é ampla e completamente gratuita. 

Com curadoria de Carol Almeida e Camila Macedo, e idealização, coordenação geral e produção executiva de Hans Spelzon, a retrospectiva propõe um mergulho abrangente na obra de Todd Haynes, cineasta associado ao New Queer Cinema dos anos 1990 e reconhecido por reinventar o melodrama clássico para discutir identidade, desejo, gênero, sexualidade e as fissuras por trás das fachadas da vida cotidiana.

A programação inclui títulos fundamentais como Longe do paraísoCarolVelvet GoldmineNão estou láMal do séculoSegredos de um escândalo e The Velvet Underground, além de cópias restauradas e obras inéditas no Brasil. A mostra também destaca atuações marcantes de Julianne Moore, Cate Blanchett, Rooney Mara e Natalie Portman, atrizes centrais na construção do universo sensível e político do cineasta.

Ao lado da filmografia de Haynes, a mostra apresenta filmes de outros realizadores, escolhidos por sua relevância histórica, estética e política, revelando diferentes tradições cinematográficas. Entre os títulos estão Jeanne Dielman (1975), de Chantal Akerman; O medo devora a alma (1974), de Rainer Werner Fassbinder; Tudo que o céu permite (1955), de Douglas Sirk; Uma mulher sob influência (1974), de John Cassavetes; Desencanto (1945), de David Lean; Canção de amor (1950), de Jean Genet; além de obras de Leslie Thornton, Sadie Benning, Daniel Nolasco e Fábio Ramalho.

“Ao colocar esses filmes em relação, a mostra propõe pensar o cinema como um campo de atravessamentos, de linguagem, de política e de sensibilidade. Mais do que influências diretas, o que emerge é uma constelação de obras que ajudam a entender como certas formas de ver e sentir o mundo foram se construindo ao longo do tempo”, afirma Camila Macedo.

Outro eixo central da curadoria é a investigação do melodrama — frequentemente associado de forma equivocada a um estatuto artístico menor — como potência crítica e estética. “É interessante pensar que, apesar da popularidade no Brasil, a telenovela e as abordagens melodramáticas ainda carregam certo preconceito. Discutir os usos e reinvenções do melodrama a partir de um cineasta da envergadura de Haynes torce esses enquadramentos e nos permite pensar uma sensibilidade que escapa a dicotomias simplistas entre afeto e pensamento”, destaca Carol Almeida.

A Mostra também chama atenção para a colaboração recorrente entre Todd Haynes e o montador brasileiro Affonso Gonçalves, figura central do cinema independenteestadunidense. Gonçalves assinou a montagem de filmes fundamentais do diretor, como Carol (2015), The Velvet Underground(2021) e Segredos de um escândalo (2023), contribuindo decisivamente para o ritmo, a delicadeza e a construção emocional dessas obras.

Programação formativa e encontros com o público

A proposta da Mostra Todd Haynes se estende para além das sessões de cinema, com uma programação paralela que inclui duas mesas de debate sobre temas relacionados à filmografia do homenageado,seis sessões comentadas ao final, duas sessões apresentadas no início e um curso de dois dias, reunindo, neste conjunto de atividades, diferentes convidados, entre pesquisadores, críticos e realizadores, com o objetivo de  aprofundar reflexões sobre cinema, linguagem, melodrama, representação feminina e cinema queer, em diálogo com o presente.

A mesa “Donas de casa encarceradas nas estratégias melodramáticas de Todd Haynes” acontece no dia 14 de março (sábado), às 17h, e discute a recorrência e as reinvenções das figuras femininas e da domesticidade na obra do cineasta. Participam as pesquisadoras Emília Silberstein e Lila Foster, com mediação de Carol Almeida. A atividade contará com tradução em Libras.

Já a mesa “O legado de Todd Haynes para os novíssimos cinemas queer”, no dia 21 de março (sábado), às 17h, propõe refletir sobre as reverberações de sua obra em uma nova geração de cineastas e práticas contemporâneas, com Mike Peixoto e Marisa Arraes, além da mediação de Camila Macedo, contando também com intérprete de Libras.

“A ideia dessas atividades é criar um espaço de escuta e de troca, em que a obra de Haynes possa ser pensada não como um monumento, mas como um cinema vivo, em diálogo com questões urgentes do presente e com outras formas de fazer e pensar o audiovisual”, afirma Carol Almeida.

As sessões apresentadas e comentadas ampliam esse contato direto com o público, propondo conversas mais intimistas antes e após as exibições, respectivamente. Entre os destaques estão a sessão de abertura, do filme Não estou lá, apresentada por Mariana Souto (3 de março, às 18h30); Carol, apresentada por Ana Caroline Brito (5 de março, às 19h); Velvet Goldmine (7 de março, às 18h15) e Mal do século (8 de março, às 18h), com comentários de integrantes do Cinebeijoca (Cineclube da UnB); além de sessões comentadas por Carol Almeida, Camila Macedo, Marcus Azevedo e Letícia Bispo ao longo da programação.

A proposta formativa inclui ainda o curso “Uma leitura da in/visibilidade lésbica a partir de Carol, de Todd Haynes”, ministrado por Alessandra Brandão e Ramayana Lira de Sousa, em dois encontros, nos dias 14 e 15 de março. A partir de um dos filmes mais emblemáticos do cineasta, o curso investiga os códigos do cinema hollywoodiano e os processos de visibilidade e apagamento lésbico na história do cinema narrativo, articulando crítica feminista e cinema contemporâneo. Para participar do curso, basta retirar o ingresso gratuitamente na bilheteria física, uma hora antes do início de cada aula.

Catálogo com textos inéditos

A Mostra Todd Haynes é acompanhada pelo lançamento de um catálogo inédito, disponível em versões impressa e digital (disponível para download no link https://ccbb.com.br/programacao-digital/catalogos/), reunindo textos de pesquisadoras e pesquisadores brasileiros e estrangeiros dedicados à obra do cineasta. Entre os destaques está a tradução inédita de um texto de Mary Ann Doane, professora emérita da Universidade da California, Berkeley, referência fundamental da teoria feminista do cinema e ex-professora de Todd Haynes, além de uma entrevista exclusiva com o diretor, realizada especialmente para a publicação.

“Todos os textos do catálogo são inéditos. A publicação funciona como uma extensão da mostra e como uma ferramenta de reflexão duradoura sobre a obra de Haynes e suas reverberações”, afirma Camila Macedo. Exemplares impressos serão distribuídos ao público gratuitamente mediante a apresentação de ingressos de sessões.

“Ainda que o cinema de Todd Haynes atravesse preocupações estéticas muito distintas ao longo do tempo, existe algo que percorre toda a sua obra: uma crítica sofisticada às máscaras sociais. São filmes atentos às superfícies e ao que insiste em se revelar por trás delas”, conclui Carol Almeida.

Comprometida com a ampliação do acesso, a Mostra Todd Haynes contará com sessão acessível de Carol, com audiodescrição, legendagem descritiva e tradução em Libras, exibição que conta com cópia dublada em português. As mesas de debate também terão tradução simultânea em Libras.

FICHA TÉCNICA

Curadoria: Carol Almeida e Camila Macedo

Idealização, coordenação geral e produção executiva: Hans Spelzon

Empresa produtora: Caprisciana Produções

Apoio Institucional: Instituto Goethe

Realização: Centro Cultural Banco do Brasil e Governo do Brasil

Patrocínio: Banco do Brasil

CONVIDADOS

Mariana Souto

Ana Caroline Brito

Cinebeijoca

Marcus Azevedo

Lila Foster

Emília Silberstein

Ramayana Lira de Sousa

Alessandra Brandão

Letícia Bispo

Mike Peixoto

Marisa Arraes

Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Localizado no Edifício Tancredo Neves, o prédio é uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico de autoria de Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, é oferecido o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais, aproximando o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolha públicas e particulares, universitários e instruções, por meio de visitas mediadas agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

Acessibilidade

A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional.

O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta no vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. Mais informações em: Serviços Oferecidos | CCBB Brasília

Horário da van – De quinta-feira a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB:  13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.

SERVIÇO

Mostra Todd Haynes

Curadoria: Carol Almeida e Camila Macedo

Produção: Caprisciana Produções

Data: De 3 a 22 de março

Local: CCBB Brasília

Endereço: Asa Sul Trecho 2 – Asa Sul, Brasília – DF

Tel: (61) 3108-7600
Website: https://ccbb.com.br/brasilia/

Instagram: @ccbbbrasilia

Ingressos: Entrada gratuita. Retirada dos ingressos 1h antes, presencialmente, na bilheteria do CCBB Brasília.

Classificação: ver programação

Horários: Ver programação.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA POR DIA:

03 de março 2026 (terça-feira)
18h30 – Sessão apresentada (Mariana Souto) + Não estou lá (I’m not there, Todd Haynes, 2007, 135 minutos, EUA / ALE, digital) – 12 anos

04 de março 2026 (quarta-feira)
16h30 – Sem fôlego (Wonderstruck, Todd Haynes, 2017, 116 minutos, EUA, digital)  – 10 anos
19h00 – Segredos de um escândalo (May December, Todd Haynes, 2023, 117 minutos, EUA, digital)  – 16 anos

05 de março 2026 (quinta-feira)
16h30 – O preço da verdade (Dark waters, Todd Haynes, 2019, 126 minutos, EUA, digital) – 12 anos
19h00 – Sessão apresentada (Ana Caroline Brito) + Carol (Carol, Todd Haynes, 2015, 118 minutos, EUA / GBR, digital) – 14 anos

06 de março 2026 (sexta-feira)
17h30 – Tudo que o céu permite (All that heaven allows, Douglas Sirk, 1955, 89 minutos, EUA, digital) – 16 anos
19h15 – Longe do paraíso (Far from heaven, Todd Haynes, 2002, 107 minutos, EUA / FRA, digital) – 14 anos

07 de março 2026 (sábado)
16h00 – The Velvet Underground (The Velvet Underground, Todd Haynes, 2021, 121 minutos, EUA, digital) – 16 anos
18h15 – Velvet Goldmine (Velvet Goldmine, Todd Haynes, 1998, 123 minutos, GBR / EUA, digital) + Sessão comentada (Parceria Cinebeijoca) – 18 anos

08 de março 2026 (domingo)
15h15 – Uma mulher sob influência (A woman under the influence, John Cassavetes, 1974, 146 minutos, EUA, digital) – 16 anos
18h00 – Mal do século (Safe, Todd Haynes, 1995, 119 minutos, EUA / GBR, digital) + Sessão comentada (Parceria Cinebeijoca) – 14 anos

10 de março 2026 (terça-feira)
17h00 – Jeanne Dielman (Jeanne Dielman, 23, quai du commerce, 1080 Bruxelles, Chantal Akerman, 1975, 201 minutos, BEL / FRA, digital) – 16 anos

11 de março 2026 (quarta-feira)
18h30 – Canção de amor (Un chant d’amour, Jean Genet, 1950, 26 minutos, FRA, digital) + Veneno (Poison, Todd Haynes, 1991, 85 minutos, EUA, digital) + Sessão comentada (Marcus Azevedo) – 18 anos

12 de março 2026 (quinta-feira)
17h30 – Desencanto (Brief encounter, David Lean, 1945, 86 minutos, GBR, digital) – 14 anos
19h15 – Carol (Carol, Todd Haynes, 2015, 118 minutos, EUA / GBR, digital) – 14 anos

13 de março 2026 (sexta-feira)
19h00 – O suicídio (The suicide, Todd Haynes, 1978, 22 minutos, EUA, digital) + Assassinos: um filme sobre Rimbaud (Assassins: a film concerning Rimbaud, Todd Haynes, 1985, 43 minutos, EUA, digital) + Peggy e Fred no inferno: o prólogo (Peggy and Fred in hell: the prologue, Leslie Thornton, 1984, 20 minutos, EUA, digital)  + Sessão comentada (Carol Almeida) – 16 anos


14 de março 2026 (sábado)
10h00 – Curso “Uma leitura da in/visibilidade lésbica a partir de ‘Carol’, de Todd Haynes” – 16 anos
17h00 – Debate 1: Donas de casa encarceradas nas estratégias melodramáticas de Todd Haynes, com Emilia Silberstein, Lila Foster e mediação de Carol Almeida (com LIBRAS) – 16 anos
19h00 – Segredos de um escândalo (May December, Todd Haynes, 2023, 117 minutos, EUA, digital) – 16 anos

15 de março 2026 (domingo)
10h00 – Curso “Uma leitura da in/visibilidade lésbica a partir de ‘Carol’, de Todd Haynes” – 16 anos
16h00 – O medo devora a alma (Angst essen Seele auf, Rainer Werner Fassbinder, 1974, 93 minutos, ALE, digital) – 16 anos
18h00 – Longe do paraíso (Far from heaven, Todd Haynes, 2002, 107 minutos, EUA / FRA, digital) + Sessão comentada (Letícia Bispo) – 14 anos

17 de março 2026 (terça-feira)
18h30 – Sessão com acessibilidade – Carol (Carol, Todd Haynes, 2015, 118 minutos, EUA / GBR, digital) + Conversa com a curadoria – 14 anos

18 de março 2026 (quarta-feira)
19h00 – O preço da verdade (Dark waters, Todd Haynes, 2019, 126 minutos, EUA, digital) – 12 anos

19 de março 2026 (quinta-feira)
17h00 – Jollies (Jollies)

Space Today Experience ocupa a Arena BRB Mané Garrincha com edição histórica

Sérgio Sacani

Festival liderado por Sérgio Sacani amplia programação, aposta em cultura geek e consolida a capital como referência nacional em ciência e inovação

O universo da ciência, da exploração espacial e da cultura geek volta a ganhar palco na capital federal, contudo, dessa vez maior, mais imersivo e ainda mais interativo. Entre os dias 5 e 8 de março de 2026, o Space Today Experience realiza sua segunda edição em Brasília, ocupando a Arena BRB Mané Garrincha com quatro dias intensos dedicados à ciência, espaço, tecnologia, inovação e entretenimento. Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados pela plataforma Sympla.

A organização pede a doação de 1 kilo de alimento não perecível.Depois do sucesso da primeira edição na cidade, o festival retorna mais robusto, mais interativo e com uma programação expandida, consolidando-se como um dos principais eventos de popularização científica do Brasil.

A proposta é clara: aproximar o público do conhecimento de forma acessível, envolvente e divertida, sem perder a profundidade.À frente do projeto está Sérgio Sacani, criador do Space Today e um dos maiores divulgadores científicos do país.

Sob seu comando, o evento reúne pesquisadores, comunicadores, criadores de conteúdo e personalidades da internet em um ambiente que mistura palco, experiência imersiva e festival cultural. “Ciência neste evento não é só conteúdo: é espetáculo, troca, inspiração e conexão. É uma verdadeira imersão para todos os públicos”, explica Sacani.

Entre os convidados já confirmados estão Richard Rasmussen, Henrique – Biólogo Henrique, o podcast Ticaracaticast, Kenaum, Lito Sousa e César Lenzi. Novos nomes estão em negociação e serão anunciados em breve pela organização do evento, ampliando ainda mais o leque de temas, debates e experiências.A programação inclui painéis e palestras, podcasts ao vivo, simuladores imersivos, experiências interativas, espaços temáticos, áreas instagramáveis e ativações de marcas e projetos parceiros. Um dos destaques é o espaço exclusivo da Canva, que levará ativações, palestras, produção de conteúdo e ferramentas digitais para conectar tecnologia e criatividade ao universo científico.

A edição de 2026 também amplia o diálogo com a cultura pop e o público jovem com duas grandes novidades: concurso de cosplay e campeonatos gamer. As novas atrações reforçam a integração entre ciência, tecnologia e entretenimento, tornando o festival ainda mais dinâmico e plural.

Serviço
Space Today Experience 2026 – 2ª edição
Data: 5 a 8 de março de 2026
Local: Arena BRB Mané Garrincha – Brasília (DF)
Instagram:@spacetodayxp
Ingressos gratuitos: retirada pelo Sympla.

A organização pede (se possível) a doação de 1 kilo

EXPOSIÇÃO CELEBRA LEGADO HISTÓRICO E CULTURAL DAS MISSÕES JESUÍTICAS NO BRASIL

Ministro Augusto Nardes

Espaço Cultural do TCU reúne Mostra com Herança de Quatro Séculos

Uma mostra que reúne fotografias históricas, objetos e miniaturas e apresentações musicais irá celebrar, no próximo dia 03 de março, os 400 Anos das Missões Jesuíticas Guaranis, no Brasil. A iniciativa é do ministro do TCU Augusto Nardes. Irá acontecer no Instituto Serzedello Corrêa, conhecido como Espaço Cultural do TCU, na próxima terça-feira, das 16h às 20h30. A entrada é gratuita.

As Missões Jesuíticas, estabelecidas no século XVII, representam uma fusão única de tradições indígenas e européias. Seu legado influência até hoje a cultura e as tradições brasileiras, especialmente no Sul do Brasil. O ministro Augusto Nardes é gaúcho.
Haverá um coquetel para celebrar a mostra.

Serviço:
•⁠ ⁠Evento: Celebração dos 400 Anos das Missões Jesuíticas Guaranis
•⁠ ⁠Data: 3 de março de 2026
•⁠ ⁠Horário: 16h às 20h30
•⁠ ⁠Local: Instituto Serzedello Corrêa -TCU – St. de Clubes Esportivos Sul Trecho 3, Brasília – DF
•⁠ ⁠Entrada: Franca
Para mais informações, entre em contato com Andrade Junior pelo telefone/whatsapp 61 999862087 ou Vinicius no telefone 61 35277466.

O Laser contra-ataca: Feira “Vinil é Coisa de Cringe” celebra a cultura do CD no Infinu

Divulgação

Enquanto o mercado de discos de vinil se torna um espaço de exibicionismo e preços astronômicos, surge em Brasília um movimento de resistência focado na simplicidade, no desapego e na nostalgia dos 700MB. Nos dias 28 de fevereiro e 01 de março, o Infinu (506 Sul) recebe a feira “Vinil é Coisa de Cringe”, um evento que subverte a lógica do lucro para priorizar a música e a troca real entre colecionadores.

Menos Capital, Mais Digital
Sob o slogan “Vinil é investimento, CD é sentimento”, o projeto idealizado por Cláudio Bull e Ulisses de Freitas propõe o Eixo: Mercado de Circulação Digital. Diferente das feiras tradicionais de raridades, aqui o foco é o “bota-fora”. Com preços populares (entre R$ 5 e R$ 50) e uma Zona de Escambo Permanente, o objetivo é renovar acervos pessoais sem a pressão do “grande negócio”.

Programação e Atividades “Anti-Gourmet”
O evento não será apenas um ponto de venda, mas um manifesto vivo da era do laser. A trilha sonora fica por conta dos sets de Cláudio Bull, Ulisses de Freitas e Superquadra DJ Set, focados no rock alternativo, grunge e cena independente — gêneros que definiram a era de ouro do CD.

Destaques da programação:
• Bancada Comunitária: Espaço livre para o público depositar CDs para venda rápida e preços acessíveis.
• Papo de Encarte: Bull e Ulisses comentam sobre as artes e letras de álbuns icônicos, resgatando o valor cultural do objeto físico.
• Cestão das Relíquias: Um sistema “Take one, Leave one” (pegue um, deixe um) para quem quer começar uma coleção do zero e de graça.
• Momento “Por que isso é Cringe?”: DJs tocam hits que a cena “cult” do vinil rejeita, mas que o público ama cantar junto.

O Manifesto do Desapego
“Brasília sempre foi a capital do rock, mas ouvir música física virou artigo de luxo. A gente quer o contrário: o laser, a caixinha acrílica e a troca real. Queremos que as pessoas saiam com a sacola cheia gastando pouco”, afirma a organização.

SERVIÇO:
• Evento: Vinil é Coisa de Cringe – Feira de CDs, Escambo e Discotecagem.
• Data: 28 de fevereiro e 01 de março de 2026.
• Horário: Das 12h às 19h.
• Local: Infinu Comunidade Criativa – CRS 506 Bloco A Loja 67, Brasília – DF.
• Atrações: DJs Cláudio Bull, Ulisses de Freitas e Superquadra DJ Set.
• Entrada: Gratuita.
• Informações para expositores: Falar com Lili Brasil.

Chamada de Expositores: Feira “Vinil é Coisa de Cringe” 💿

Atenção, donos de acervos e amantes do digital-físico! Nos dias 28 de fevereiro e 01 de março, o Infinu abre as portas para quem sabe que o som de verdade não precisa de chiado.

Se você tem CDs maravilhosos e quer desapegar ou negociar, venha montar sua banca!

Horário: 12h às 19h

Regras de Ouro:

Não cobramos taxa de participação.

Trazer toalha para cobrir mesa de 2 metros.

Trazer seus CDs (apenas CDs!).

Pixel Show Brasília 2026: confira tudo sobre a 21ª edição do maior festival de criatividade e inovação da América Latina no Mané Garrincha

Divulgação

De 19 a 21 de março de 2026, a Arena BRB Mané Garrincha será o palco da 21ª edição do Pixel Show, o maior festival de criatividade e inovação da América Latina. O encontro, com entrada gratuita em todas as áreas, promete transformar a capital federal em um dos principais polos de arte, tecnologia, inovação, cultura, ciência e negócios criativos do país, reunindo profissionais, estudantes, empreendedores e público geral em uma programação diversificada e inédita, com temas ligados à ciência, tecnologia e inovação. 

A edição de Brasília em 2026 oferecerá uma programação intensa e transformadora, com palestras inspiradoras, workshops práticos, experiências imersivas, exposições, feira criativa gratuita, Tattoo Space e diversas atividades interativas pensadas para ampliar repertórios profissionais e pessoais no universo criativo, além de proporcionar experiências acessíveis para toda a família. Embora a programação tenha acesso gratuito mediante inscrição, o evento também disponibiliza o ingresso Black, modalidade premium que oferece benefícios exclusivos como Meet & Greet com convidados, acesso prioritário (Fastpass), áreas especiais e outras experiências diferenciadas ao longo dos três dias de festival.

Para Tonico Novaes, CEO do Pixel Show Brasília e da Next Gen, produtora oficial do Pixel Show, o festival vai além da conexão entre estudantes e profissionais. “Além de conectarmos estudantes e profissionais do mercado criativo, também levamos atividades de criatividade e inovação para toda a família, criando um ambiente inclusivo, acessível e inspirador para diferentes gerações. Nesta edição de 2026, reforçamos nosso compromisso de promover um espaço colaborativo que integra arte, tecnologia, ciência e inovação como pilares de desenvolvimento.”

Pensando nas famílias, o Pixel Show Brasília 2026 contará com uma grade direcionada ao público infantil, incluindo workshops criativos e um Espaço Kids estruturado para estimular imaginação, experimentação e aprendizado de forma lúdica. “A proposta é envolver crianças e adolescentes no universo da criatividade, tecnologia e inovação, reforçando o caráter intergeracional do festival e consolidando-o como um evento para toda a família”, explica Novaes. 

Atrações

Entre os principais nomes confirmados estão a jornalista e comunicadora Mari Palma, que aborda criatividade, comunicação e autenticidade na era digital, e Nina Talks, referência em posicionamento estratégico e presença digital. A programação também contará com artistas, designers e criadores convidados que atuarão como protagonistas de experiências autorais, ampliando o olhar do público sobre processos criativos contemporâneos e reforçando o papel da inovação como motor de transformação cultural e econômica.

Outro destaque confirmado é a participação de Cauê Maia, artista e educador que apresenta uma exposição provocativa sobre tecnologia e criatividade, convidando o público a explorar as interfaces entre arte e percepção. A curadoria do Pixel Show também anunciou sharp talks e imersões criativas em áreas como design urbano, visual thinking, novas linguagens artísticas e aplicações tecnológicas, evidenciando o caráter transversal do evento e sua capacidade de conectar criatividade, inovação e ciência aplicada.

Acessibilidade

O compromisso com acessibilidade e inclusão é um dos pilares da edição 2026. No palco principal, o evento contará com dois intérpretes de Libras, além de dois tradutores de Libras volantes, que poderão acompanhar pessoas surdas nas áreas abertas, como exposições, feira e experiências interativas. 

Toda a comunicação do festival (site e redes sociais) é desenvolvida com recursos de acessibilidade. Também será disponibilizado um formulário específico para inscrição de voluntários PCDs, além da implantação de uma sala dedicada ao acolhimento de pessoas neurodivergentes. A organização ainda está em negociação com consultoria especializada para ampliar e qualificar continuamente a experiência inclusiva do público.

Experiências

A edição de Brasília também contará com a Creative Market, um espaço que reúne dezenas de expositores e diversas atrações, como experiências visuais, instalações interativas, galerias, artes impressas, quadrinhos, moda, tatuagem, live art, games e atividades em XR. Uma ótima oportunidade para os diferentes públicos que visitarem o festival possam conhecer novos trabalhos e interagir com criadores e artistas de perto.

Realizado desde 2005, o Pixel Show soma mais de duas décadas conectando ideias inovadoras, tendências globais e mentes criativas. Ao longo de sua trajetória, consolidou-se como referência para quem busca inspiração, conhecimento e oportunidades no universo da economia criativa, apresentando de forma prática e inspiradora todo o processo criativo, desde a concepção da ideia até o produto final, seja no design gráfico, na ilustração, no motion graphics, na animação, nos games, no XR (realidade estendida), na tecnologia, na cultura visual, no empreendedorismo ou em projetos que integram inovação, ciência e arte.

Segundo Simon Szacher, idealizador e curador do festival, celebrar mais de duas décadas do Pixel Show em Brasília reforça nosso apenas propósito de consolidar o maior festival de criatividade e inovação da América Latina como um espaço de transformação. “Queremos estimular ideias, provocar reflexões e mostrar como a criatividade, aliada à tecnologia e à ciência, pode gerar impacto real na sociedade e na economia”, ressalta. 

Serviço: Pixel Show 2026

Data: de 19 a 21 de março

Local: Arena BRB Mané Garrincha

Informações: www.eixoscomunicacao.com.br

Brasal lança novo decorado do Reserva Celebrare com brunch no Noroeste

Foto divulgação

No dia 28 de fevereiro, arquitetura, design e experiência se unem em um encontro pensado para encantar. A Brasal Incorporações promove um brunch especial e degustação da Momma Doces e Gelatos, a partir das 10h, no Espaço Brasal Noroeste (CLNW 2/3, Lote E – Noroeste), marcando a abertura da nova unidade decorada do Reserva Celebrare.

O encontro apresenta ao público o conceito do empreendimento em um ambiente acolhedor, permitindo conhecer de perto os espaços, as soluções arquitetônicas e o estilo de vida proposto pelo projeto. A ocasião marca a inauguração do novo apartamento decorado no empreendimento, que traduz a sua proposta contemporânea e sofisticada.

Além de condições especiais de negociação, o evento conta com transfer exclusivo até o empreendimento para visita ao novo decorado. A unidade decorada, de 110,29 m² propõe uma reflexão sobre a forma contemporânea de habitar. Com três dormitórios, sendo uma suíte e lavabo, o projeto parte da integração entre estar e cozinha. O espaço concebido para valorizar amplitude e fluidez, se torna convidativo e pensado para receber, sendo organizado em torno do convívio, onde cozinhar, receber e permanecer deixam de ser funções isoladas para se tornar experiência contínua.

Assinado por Yasodhara Chaibub e Ricardo Secunho, do escritório Rysc Arquitetura, o projeto equilibra integração e privacidade. A área social se estrutura em planos fluidos, com continuidade visual e funcional, enquanto a área íntima é discretamente protegida por soluções de marcenaria que desenham limites sem impor barreiras.

A marcenaria assume papel arquitetônico. Painéis ripados, nichos iluminados e soluções sob medida organizam os ambientes e reforçam a unidade estética. A materialidade natural, madeira, pedra, tecidos texturizados e pontos de vegetação, afasta excessos e aposta no acolhimento. A iluminação indireta reforça essa leitura, revelando profundidade e enfatizando o desenho dos planos. A paleta aposta em tons neutros e pastéis, como bege, areia, off-white e nuances suaves de cinza, ampliando a sensação de continuidade. As cores suaves e texturas naturais reforçam a proposta de refúgio urbano.

O mobiliário de desenho orgânico, da Líder Interiores, suaviza a arquitetura e tensiona as linhas retas predominantes. Sofá e mesa de contornos suaves e generosos, assim como cadeiras de traços limpos, estabelecem diálogo entre gesto e função. Os espelhos ampliam perspectivas, enquanto a adega climatizada integrada à marcenaria e o painel curvo na suíte evidenciam escolhas autorais

Em sintonia com discussões atuais da arquitetura e do design para 2026, o projeto reafirma a integração como experiência sensorial, valoriza a materialidade natural e utiliza a iluminação como ferramenta de construção espacial. As amplas esquadrias, ao favorecer luz natural e ventilação cruzada, reforçam um entendimento de conforto que vai além da estética.

Sobre o Reserva Celebrare

Com arquitetura e interiores assinados pela Dávilla, o Reserva Celebrare foi concebido a partir de uma leitura contemporânea do morar, unindo sofisticação, funcionalidade e soluções sustentáveis. As plantas vazadas privilegiam iluminação natural e ventilação generosa, enquanto a integração entre sala de estar, jantar, varanda e cozinha reforça a área social como núcleo da vida familiar. A área de serviço permanece separada na maioria das unidades, garantindo organização.

O empreendimento conta com 60 unidades privativas, com apartamentos de três quartos, de uma a três suítes, entre 98 m² e 128 m², além de coberturas duplex. As plantas oferecem opções flexíveis que permitem personalizações em fases específicas da obra, possibilitando integração ou ampliação de ambientes conforme o estilo de vida do morador.

A fachada atemporal combina grandes planos de vidro com granito branco e cinza, marcando a horizontalidade da edificação. Nos espaços de lazer, distribuídos no pilotis e nas coberturas sociais, o projeto reúne academia, piscinas adulto e infantil, sauna, espaço gourmet, churrasqueira, salão de festas, brinquedoteca, área pet e vagas para carregamento de veículos elétricos.

O paisagismo, assinado por Mariana Pimentel, valoriza a presença do verde como elemento de acolhimento e contemplação. Inspirado no paisagismo tropical, o projeto combina espécies perenes, curvas suaves e variações de texturas, integrando natureza e arquitetura de forma harmoniosa.

Sobre a Brasal Incorporações

Com mais de 60 anos de história, a Brasal é um grupo multissegmentado que atua nos mercados de incorporação e construção imobiliária; produção e distribuição de bebidas; concessionária de veículos, comercialização de combustíveis e geração de energia limpa e renovável.
Em 2003, a Brasal Incorporações iniciou sua operação no mercado de Brasília. Carregando atributos que valorizam o lazer, a segurança, a tecnologia e a boa localização, com projetos que proporcionam tempo de qualidade para quem compra, vivencia ou investe em um Brasa, chegou ao mercado de Goiânia em 2011. Em 2015, também lançou seu primeiro empreendimento em Uberlândia.

Nos seus 22 anos de operação com foco em empreendimentos residenciais, comerciais e loteamentos, conta com mais de 10.000 unidades entregues, em obra e lançadas, cerca de 1,6 milhão de m² construídos e aproximadamente R$8 bilhões em VGV (volume geral de vendas) lançados.

Atualmente, totaliza mais de 1.600 colaboradores diretos e é reconhecida como uma das Melhores Empresas para Trabalhar no Centro-Oeste (Great Place to Work). Além disso, seu Sistema de Gestão foi aprovado em uma das mais importantes e respeitadas certificações de excelência: Bureau Veritas, para norma PBQP-H/SIAC nível A e ISO 9001, com auditorias anuais de conformidade.

Cada lançamento de produto traz consigo a característica de oferecer projetos inspiradores, com tecnologia, atemporalidade e o cliente no centro do negócio. Todos eles feitos sob os mais exigentes critérios de inteligência e excelência construtiva, que visam processos sustentáveis no âmbito social e ambiental.

A Brasal Incorporações trabalha para que a satisfação seja o elo entre sua marca e seus clientes, internos e externos. Pois confiança gera resultado.

Serviço – inauguração novo decorado Reserva Celebrare

Horário: a partir das 10h

Local: Espaço Brasal Noroeste – CLNW 2/3 Lote E – Setor Noroeste

Mais informações https://www.brasal.com.br/incorporacoes/empreendimentos/brasilia/reserva-celebrare

Festival Arranha-Céu apresenta espetáculos circenses solos no Espaço Renato Russo 

Foto divulgação

Serão quatro espetáculos de circo apresentados entre os dias 4 e 8 de março, além de exibição de filmes, oficinas e um colóquio 

O Arranha-Céu — Festival de Circo Atual, que chega a sua quarta edição em 2026, promove um encontro do público com o universo da arte circense. Com o tema “Solos do Picadeiro”, esta edição é voltada para espetáculos com uma pessoa no picadeiro, experiências que potencializam a relação com o artista em cena. 

O festival ocorre entre os dias 4 e 8 de março, no Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul. Serão quatro espetáculos apresentados no evento, sessão de filmes circenses e um colóquio. 

As inscrições para as 20 vagas das duas oficinas – que serão ministradas na Vila Telebrasília – começam em 24 de fevereiro, com valores acessíveis. As informações sobre retirada de ingressos para as oficinas, espetáculos e filmes estarão no perfil do festival nas redes sociais

Solos e picadeiros 

O mote desta edição do Arranha-Céutraduz parte da complexidade do universo circense. A curadoria propõe um olhar atento aos espetáculos solos como expressões potentes do circo, destacando a força do corpo como linguagem, criação e encontro. Aproveitando esta edição em formato mais intimista, o festivalconvida o público a se aproximar dessa dimensão mais próxima dos solos, criando um espaço de troca mais sensível e direta entre artista e plateia.

A diversidade das emoções, a riqueza das expressões e a variedade das técnicas compõem a programação que conta com malabarismo com piões, lira aérea, contorcionismo e música. “O circo pode ser tudo isso”, é o que assinala Beatrice Martins, organizadora do festival: “Os espetáculos solos também são expressões circenses. O corpo está no circo. É o corpo do artista que cria, sente, realiza e se apresenta, junto ao público, que recebe, que ativa a sua memória afetiva. A gente quer mostrar que o circo é uma linguagem, além de ser um espaço”, diz a organizadora. 

“A Sanfonástica Mulher-Lona” – um dos espetáculos confirmados –  é um exemplo quase literal de “o corpo está no circo”. Criada e performada por Lívia Mattos, a Mulher-Lona mistura música e circo em um mini-concerto ambulante. Vestida com uma lona de circo iluminada, ela transforma espaços públicos em picadeiros, tocando sanfona e contando histórias. 

Natasha Jascalevich é autora e performer de “Faminta”, uma homenagem à potência feminina e ao seu poder de criação, expressos por meio de múltiplas linguagens: teatro, dança, música e circo contemporâneo.

Emerson Noise sobe ao picadeiro para apresentar “Sobretudo”, transformando a solidão em cena e a ausência em poesia. O malabarista solitário convida o público a mergulhar na fragilidade da memória e a reconhecer a força da imaginação diante daquilo que se desfez.

No espetáculo Dita Cuja, Luiza Adjuto brinca com diferentes estereótipos, a partir de uma pesquisa que investiga a lira acrobática, a dança e a interação com os objetos. Transitando entre a ameaça e o risco da transformação e da mobilidade, o espetáculo leva para a cena a monstruosidade e a beleza da mulher como pistas para outras possibilidades de estar no mundo. 

A programação, culminando no Dia Internacional da Mulher, tem todas as suas atrações com direção feminina, além de uma equipe majoritariamente composta por mulheres.

Oficinas

Luiza também vai ministrar a oficina de lira acrobática, focada em entendimento de postura e ativação do corpo na execução de exercícios dinâmicos, a fim de ampliar as habilidades dos participantes. Emerson Noise é responsável pela oficina de criação, encontro que propõe um espaço de experimentação e investigação, oferecendo ferramentas práticas que impulsionam os participantes no desenvolvimento de suas ideias. 

O Arranha-Céu — Festival de Circo Atual é uma idealização do coletivo brasiliense Instrumento de Ver, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). 

Serviço – Arranha-Céu — Festival de Circo Atual 

Quando: 4 a 8 de março 

Onde: Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul, e Cia Miragem, na Vila Telebrasília 

Redes: https://www.instagram.com/festivalarranhaceu/ 

Site: https://www.instrumentodever.com/arranhaceu 

Superjazz lança Contrastes II com “Jahzz Revolta”, faixa do novo álbum do BaianaSystem

Divulgação

Quarta, 25 de fevereiro, às 20h, na Infinu

Brasília recebe, na quarta-feira, 25 de fevereiro, uma noite especial de celebração da música instrumental contemporânea com o lançamento do álbum Contrastes II, novo trabalho do Coletivo Superjazz. O show acontece às 20h, no Infinu 506 Sul, e traz como um de seus principais destaques a execução ao vivo de “Jahzz Revolta”, composição do coletivo que integra o novo álbum do BaianaSystem.

A presença da faixa no repertório reforça o diálogo entre o jazz instrumental, a música urbana e as sonoridades contemporâneas que atravessam a produção musical brasileira atual. “Jahzz Revolta” simboliza esse encontro de linguagens, conectando o Superjazz a uma das bandas mais relevantes da cena nacional e ampliando o alcance criativo do álbum Contrastes II.

Conhecido por romper fronteiras entre o jazz, a música eletrônica e a cultura urbana, o Coletivo Superjazz apresenta um espetáculo marcado por improvisação, groove e energia coletiva, com referências que passeiam por universos distintos — da música instrumental às narrativas das ruas. Mais do que um show, o lançamento se configura como um encontro festivo entre artistas e público, celebrando a liberdade estética e a força da criação autoral.

Criado pelo DJ e produtor Dudão Melo, o Superjazz nasceu do desejo de ressignificar o jazz e aproximá-lo das pistas, das ruas e do presente. A série de álbuns Contrastes traduz essa proposta ao reunir composições autorais, dançantes e conectadas aos contrastes sociais e culturais do país, resultando em uma linguagem sonora pulsante e contemporânea.

A programação da noite foi pensada como uma jornada musical.  Início às 19h com audição comentada dos discos conduzida por Dudão Melo  e culminando em show dividido em dois sets ao vivo. No palco, DJ Dudão Melo, Bruno Portella, Henrique Alvim e Paulo Black conduzem uma apresentação intensa, convidando o público a experimentar a música de forma livre, coletiva e transformadora.

O lançamento de Contrastes II reafirma Brasília como território fértil para encontros artísticos e novas sonoridades, em uma noite que promete celebração, troca e conexão entre diferentes cenas da música brasileira.

Serviço

Coletivo Superjazz | Lançamento do álbum Contrastes II
Quarta-feira, 25 de fevereiro – a partir das 19h
Infinu 506 Sul

Ingressos
• Antecipados (entrada em qualquer horário):
R$ 20 (em pé) | R$ 35 (mesa – 1º lote)
• 50 primeiras pessoas que chegarem até 20h e retirarem pulseira: entrada gratuita (em pé, sujeito à disponibilidade)
• Após: valores conforme lote na bilheteria

Sabadinho Divertido retoma temporada no Venâncio Shopping

Foto divulgação

Cia Néia e Nando comanda a programação teatral gratuita, sempre aos sábados, às 14h

Clássicos infantis, aventuras cheias de fantasia e histórias que ensinam sobre amizade e escolhas fazem parte da nova temporada do Sabadinho Divertido, que está de volta ao Venâncio Shopping. Todos os sábados, às 14h, a Cia Teatral Néia e Nando apresenta espetáculos gratuitos, interativos e para toda a família.

Com montagens pensadas para envolver diferentes gerações, o projeto reforça o compromisso do shopping com o acesso à cultura e com a oferta de atrações que unem entretenimento e conteúdo educativo, em um ambiente acolhedor. “O Sabadinho Divertido é uma oportunidade de proporcionar momentos de lazer de qualidade para as famílias, incentivando o contato das crianças com o teatro e fortalecendo o Venâncio como um espaço de convivência, cultura e experiências compartilhadas”, destaca Rosângela Castro,  gerente de marketing do empreendimento.

Confira a programação:

21/02 – O Casamento da Dona Baratinha
Após encontrar uma moeda de prata, Dona Baratinha decide se casar e atrai pretendentes curiosos. Com a ajuda da amiga Dona Baratona, ela descobre que nem sempre o mais bonito é o melhor. Uma história divertida sobre não julgar pelas aparências.

28/02 – Tinker Bell
 Sininho embarca em uma aventura para resgatar uma fada que se junta aos piratas do Capitão Gancho. Uma jornada mágica sobre amizade e coragem.

07/03 – Chapeuzinho Vermelho
A menina desobedece aos conselhos da mãe e pega um atalho pela floresta, onde encontra o lobo mau. Um clássico que fala sobre atenção e responsabilidade.

14/03 – Tom & Jerry
 A famosa dupla vive mais uma perseguição cheia de confusões em um hotel de luxo, ameaçando um grande casamento. Humor e rivalidade em ritmo acelerado.

21/03 – Rapunzel
 Uma releitura que mistura o conto tradicional com a versão moderna. Presa em uma torre, Rapunzel sonha em conhecer o mundo e descobre sua força e liberdade.

28/03 – A Onça e o Bode
 Inimigos naturais precisam lidar com situações inesperadas ao tentar construir suas casas. A comédia mostra que é melhor viver em harmonia do que brigar.

Sobre a Cia Néia e Nando
Há 29 anosa Cia Teatral Néia e Nando foi idealizada pelo casal Armando Villardo e Alcinéia Paz. Desde então, Nando Villardo e Néia Paz dirigem e atuam à frente de uma trupe com cerca de 60 profissionais e um repertório de aproximadamente 200 produções prontas para a encenação. Com atuação diversificada, o portfólio da Cia inclui teatro itinerante, projetos educacionais, adaptações literárias, ações sociais, festivais de dança e montagens para o público adulto. A companhia também investe na formação artística por meio da Escola de Teatro Néia e Nando, que já atendeu cerca de 5 mil alunos, a partir dos 4 anos. A interatividade com a plateia e a expertise no público infantil são marcas do grupo.

Sobre o Venâncio Shopping 

No centro da capital do país, desde 1976, o Venâncio Shopping traz em seu DNA um conceito inovador. Além de ser uma excelente opção para compras e experiências, é também um Hub de Serviços e ponto de solução de pessoas, com sua torre business atrelada a torre de Serviços, alta gastronomia da capital como Jamie Oliver Kitchen, Cantón Peruvian & Chinese Food, Confraria do Camarão,Outback Steakhouse, Zero61 Gastrobar e  Starbucks. Entre os serviços oferecidos, estão opções como: Procon, Na Hora Empresarial, Polícia Federal, cartório de registro de imóveis em Brasília, clínicas, faculdades, entre outros.

SERVIÇO:

Sabadinho Divertido 
Data:
 Todos os sábados 
Horário:
 sempre às 14h
Local: Venâncio Shopping – Piso Térreo            
Entrada: Gratuita            
Indicação: Livre 

Venâncio Shopping    
SCS Q 8 – Asa Sul            
Informações: (61) 3208-2000                   
Canais digitais: www.venancioshopping.com.br                 
Instagram: @venancioshopping  

Primeira edição do Prêmio de Fotografia Onça Pintada está com inscrições abertas

Divulgação

Iniciativa vai distribuir R$ 17,5 mil e destacar a biodiversidade dos parques do DF por meio da fotografia

Estão abertas as inscrições para a primeira edição do Prêmio de Fotografia Onça Pintada, que vai distribuir R$ 17.500,00 em premiações com fomento do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC). O projeto convida fotógrafos, amadores e profissionais, a retratarem a biodiversidade dos parques ecológicos do DF, por meio de obras no formato quadríptico – isto é, composições formadas por quatro imagens que se unem em uma narrativa visual única.

Dentre as obras recebidas, serão selecionadas 20, as quais integrarão uma exposição coletiva – presencial e virtual – e um catálogo impresso e digital. Entre essas, três serão premiadas por votação popular nas redes sociais, recebendo R$ 3.500,00 (1º lugar), R$ 2.500,00 (2º) e R$ 1.500,00 (3º). Já todos os demais selecionados receberão um prêmio de participação de R$ 500,00, garantindo reconhecimento a cada artista incluído na mostra.

Para participar, é preciso ser maior de 18 anos e residir no DF ou na RIDE-DF, podendo cada autor inscrever até duas obras. As inscrições, gratuitas, seguem abertas até 10 de março de 2026 e exclusivamente por meio do formulário online disponível na bio do perfil oficial do Prêmio no Instagram. A seleção das 20 obras, por sua vez, será feita por uma comissão avaliadora com base em critérios como adequação ao tema, qualidade técnica, criatividade e potencial de reflexão sobre a preservação ambiental.

Após a seleção, as obras concorrerão aos três primeiros lugares por meio de uma votação pública, entre 1º e 30 de abril diretamente nas redes sociais do projeto. Por fim, a exposição com todas as obras selecionadas seguirá em cartaz até 14 de maio, no hall do Edifício Ana Maria Primavesi no Campus da Faculdade UnB Planaltina (FUP), data em que também serão anunciados os vencedores e lançado o catálogo digital.

Para acessar o edital completo, obter o link de inscrição e acompanhar todas as atualizações, os interessados podem visitar o perfil oficial: @premio_onca_pintada.

Serviço:

Prêmio de Fotografia Onça Pintada

Inscrições: até 10 de março de 2025

Votação pública: entre 1º e 30 de abril

Exposição: de 1º de abril a 14 de maio no hall do Edifício Ana Maria Primavesi no Campus da Faculdade UnB Planaltina (FUP)

Anúncio dos vencedores: 14 de maio de 2025

Mais informações, edital e formulário de inscrição: https://www.instagram.com/premio_onca_pintada/

Patrocínio: FAC-DF

Quintal Cultural 2026 celebra 5ª Edição com feira literária, arte e autocuidado em jardim bucólico na 716 Norte

Um sábado de imersão no jardim do Ateliê Umbigo de Eros

No dia 28 de fevereiro de 2026, um sábado, o Ateliê Umbigo de Eros abre suas portas para a quinta edição do Quintal Cultural, um evento que transforma o espaço da casa-ateliê, localizada na 716 Norte, em um ponto de encontro vibrante entre arte, saúde e comunidade.

Com entrada franca e programação das 9h às 19h, o Quintal oferece um dia repleto de atividades que celebram o início das atividades do ano no espaço, dedicado à arteterapia, criatividade, movimento somático e saúde.

O ambiente é um convite à parte: um jardim bucólico, sombreado por árvores frondosas, onde um gazebo abriga o Café Buxixo, enquanto algumas atrações da programação ocorrem no interior do ateliê, garantindo maior conforto e privacidade aos participantes.

Feira Literária reúne seis autoras de Brasília

Neste ano, o Quintal Cultural se consolida como uma Feira Literária, reunindo seis autoras de Brasília cujos livros estarão à venda. O público poderá conhecer de perto obras que transitam entre o autoconhecimento, a espiritualidade, a saúde da mulher e a resistência cotidiana, além de contar com o Don Caixote, um sebo de livros selecionados que promete agradar aos leitores mais exigentes. A programação literária se entrelaça com as demais atividades, criando uma atmosfera de troca e descoberta.

Consultas holísticas com valores sociais abrem o dia

As atividades começam cedo, às 9h, com a abertura da feira e o início das consultas holísticas com valores sociais, que acontecem ao longo do dia mediante agendamento prévio. Cláudia Cobelo oferece o Tarô Terapêutico, uma ferramenta de autoconhecimento que não se propõe a prever o futuro, mas sim a ampliar a consciência sobre padrões, medos e potenciais, ajudando o consulente a fazer escolhas mais alinhadas com sua essência; o valor da consulta é R$ 60,00 e os agendamentos podem ser feitos pelo telefone 61 98223 3168.

Já Carolina Santos realiza o ritual Sanación con Rosas, um atendimento que utiliza a energia das rosas rosadas para atuar no campo emocional profundo, auxiliando na liberação de feridas antigas e na reconexão com o feminino e o amor-próprio; os agendamentos para esse ritual, também no valor de R$ 60,00, devem ser feitos pelo telefone 62 99244 0105.

Vivências gratuitas: um mergulho no autoconhecimento

Ao longo do dia, o público pode participar de vivências e aulas abertas gratuitas, que exigem inscrição prévia pelo WhatsApp 61 98154 8023. Às 10h, Alessandra Zacharias, bióloga com pós-graduação em Fitoterapia e Aromaterapia e terapeuta Ayurveda, conduz a roda de prosa “Ayurveda e Autocuidado”, onde compartilha conhecimentos do seu livro “Āyurveda: caminho de saúde e felicidade”, escrito em parceria com outras autoras, e apresenta os produtos de sua marca @organicaveda, inspirados nessa medicina tradicional milenar.

Em seguida, às 11h, Anasha Gelli, arteterapeuta, atriz e coordenadora do Ateliê Umbigo de Eros, convida as mulheres para uma vivência de Arteterapia, um mergulho criativo no universo feminino por meio de dança, colagem, desenho, pintura e escrita, experimentando o processo que fará parte do grupo que acontecerá às terças-feiras, de março a julho.

Ao meio-dia, a programação se volta para as crianças com a vivência Ateliê ArteYoga, conduzida por Amara Hurtado, atriz, arteterapeuta e professora de Kundalini Yoga. A atividade oferece um espaço lúdico e acolhedor para crianças de 6 a 10 anos, que, por meio de brincadeiras e jogos, têm contato com a prática do Yoga e da meditação, desenvolvendo autonomia, concentração e equilíbrio emocional. Os pequenos ainda podem conhecer o grupo regular que acontecerá às quartas-feiras no Espaço Mahan Deva, na 607 norte.

Bate-papos abordam cuidado feminino e envelhecimento

Às 13h, é a vez de um bate-papo essencial com o Coletivo Filhas da Mãe, criado em 2019 por cuidadoras familiares de mães com demências e Alzheimer. O coletivo atua de forma online e presencial no Distrito Federal, estimulando o cuidado e o autocuidado entre mulheres que enfrentam o desafio de cuidar, e implementou até mesmo um bloco carnavalesco. A conversa, mediada por Cosette Castro, é uma oportunidade para conhecer o trabalho e quem sabe fazer parte.

Na sequência, às 14h, Lívia Penna, nutricionista, doula e facilitadora de círculos femininos, autora do livro “Mais feliz na menopausa”, propõe o bate-papo “O que vem depois da menopausa?”, desmistificando a transição climatérica e convidando as mulheres a refletir sobre o envelhecimento com leveza e protagonismo.

Teatroterapia e relacionamento saudável fecham as vivências

Às 15h, Anasha Gelli retorna com a vivência Teatroterapia para adultos, um processo de autoconhecimento lúdico e expressivo que utiliza teatro, dança, escrita e movimento somático para acessar a vida simbólica do corpo. Indicada para maiores de 24 anos, a atividade dispensa experiência prévia em teatro e apresenta a proposta do grupo que acontecerá às segundas-feiras, de março a julho.

Fechando as vivências do dia, às 16h, Nartan Lemos, neuropsicóloga e psicoterapeuta, criadora do método Dança Vital e autora do livro “Dança Vital – Recuperando a alegria de viver”, conduz a vivência “Relacionamento Saudável”, trazendo princípios da terapia de casal como caminho para o autodesenvolvimento pessoal e a renovação da alegria na parceria.

Feira multicultural anima o jardim durante todo o dia

Enquanto as vivências acontecem, a feira segue animada durante todo o período. A chef Samara Dória oferece um delicioso almoço com PF árabe vegano e outras delícias da culinária árabe vegana. No gazebo, o Café Buxixo serve cafezinho e quitutes para quem quer pausar e apreciar o ambiente.

O Brechó da Vovó convida à garimpagem, enquanto os expositores de arte local exibem suas obras: o ceramista Rodrigo Machado apresenta suas peças em cerâmica e a desenhista Glady Duarte expõe seus quadros.

O ceramista Rodrigo Machado, natural de Sobradinho (DF), apresenta suas peças escultóricas. Sua produção, que floresceu durante o período da pandemia, emerge de um diálogo sensível e intuitivo com a argila, resultando em formas orgânicas e exuberantes que convidam à contemplação. Com trabalhos já expostos na galeria A Pilastra (na mostra “Corpo-coisa-planta-bicho”) e no Quanto Café (na coletiva “Intemperismos — Barro, fogo e arte”), Rodrigo firma-se como um dos nomes em ascensão da cerâmica artística brasiliense, e no Quintal o público poderá conhecer de perto a delicadeza e a potência de suas criações.

Programação cultural: leitura dramática e teatro para todas as idades

A programação cultural da tarde tem início às 17h, com entrada franca, e promete emocionar o público. Carolina Santos, socióloga com mestrado em literatura moderna, realiza uma leitura dramática itinerante do seu livro “A Outra Mãe”, uma obra que atravessa literatura, espiritualidade e cuidado, convidando à escuta interior e à travessia do feminino como força de cura.

A leitura transforma o espaço urbano da 716 Norte em território simbólico de encontro entre palavra, corpo e presença. Para encerrar o evento, às 18h30, Anasha Gelli sobe ao palco (ou melhor, ao jardim) com o espetáculo “A Moça Redonda”, um dos contos que compõem “Contos do Interior”. Narrado pela personagem Véia, “a mais véia das véias!”, o espetáculo brincante fala da mulher e do seu corpo como um caldeirão de vida e morte, num ciclo eterno de expansão e contração, como o mar, a Lua e a própria vida. Uma apresentação para a criança que vive dentro de cada adulto, com censura livre.

Livros das autoras à venda durante todo o evento

Ao longo de todo o dia, os visitantes também poderão adquirir livros das autoras presentes: Alessandra Zacharias, Carolina Santos, Cláudia Cobelo (com sua obra “Sabedoria Iorubá”, que imerge no universo mítico-religioso iorubá), Leandra Lofego (com “Finja de Morto. Tanatose: para sobreviver na vida”, um relato criativo sobre estratégias de sobrevivência), Lívia Penna e Nartan Lemos.

O Quintal Cultural 2026 é, assim, um convite irrecusável para um sábado de imersão em arte, cuidado e comunidade, em um dos espaços mais acolhedores de Brasília.

Serviço

Quintal Cultural 2026
Data: 28 de fevereiro de 2026 (sábado)
Horário: 9h às 19h
Local: Ateliê Umbigo de Eros – SCRLN 716, em frente à loja Shizen (entrada pelo comércio)
Entrada: franca
Inscrições para vivências gratuitas: WhatsApp 61 98154 8023
Site: http://atelieumbigo.com/eventos
Instagram: @umbigoderos

Referência Galeria de Arte apresenta A expografia como método curatorial para coleções | Conversa com Emerson Dionísio de Oliveira

Foto divulgação

A expografia como método curatorial para coleções | Conversa com Emerson Dionísio de Oliveira

No dia 25 de fevereiro, das 17h às 19h, a Referência Galeria de Arte realiza a conversa “A expografia como método curatorial para coleções”, com o curador Emerson Dionísio de Oliveira. Durante o encontro, serão abordadas questões sobre projetos expográficos que costumam ser negligenciadas na curadoria de coleções e acervos. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos.

Em Sussurros, a curadoria propõe uma mostra em que as obras constroem alianças provisórias por afinidade, adaptando-se a outras obras e aos espaços para além das intenções de seus criadores. A proposta parte da ideia de que as obras se conhecem, partilham segredos e sussurram pelas bordas, frestas e ruídos. Trata-se de um jogo poético que busca instigar o público a “sussurrar” para as obras.

A exposição foi construída por meio de um processo dialógico, que prioriza a força do conjunto em vez da interpretação isolada de cada obra. “Neste encontro, detalharemos como o desenho da exposição Sussurros construiu o processo de seleção das obras de forma colaborativa e ativa. Buscamos explicitar os jogos e as decisões espaciais e sua relação com novas compreensões sobre as obras expostas”, informa o curador.

Em exibição até 14 de março, a mostra convida o público a uma experiência de escuta sensível e imaginativa, na qual as obras dialogam de forma sutil e não monumental. O sentido emerge da atenção às relações e percepções entre elas, mais do que de significados explícitos ou revelações objetivas. A visitação ocorre de segunda a sexta-feira, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 14h, com entrada gratuita. A Referência Galeria de Arte está localizada na CLN 202, Bloco B, Loja 11, Subsolo, Asa Norte, Brasília (DF). Telefone: +55 (61) 3963-3501; WhatsApp: +55 (61) 98162-3111. Instagram: @referenciagaleria.

Sobre o curador

Emerson Dionísio de Oliveira é historiador da arte, doutor em História pela Universidade de Brasília (UnB) e professor do Departamento de Artes Visuais da mesma instituição. Foi diretor do Museu de Arte Contemporânea de Campinas (SP) e editor das revistas Em Tempo de HistóriasMuseologia e Interdisciplinaridade e VIS. Atualmente, é editor da revista MODOS. História da Arte.

É autor de Museus de Fora (2010) e organizador de publicações como Instituições da Arte (2012), Histórias da Arte em Exposições (2015), Histórias da Arte em Coleções (2016), Histórias da Arte em Museus (2020), Musealização da Arte (2023) e Políticas da Diferença: colaborações, cooperações e alteridades na arte (2024).

Sobre a Referência Galeria de Arte

Fundada em 25 de novembro de 1995 por Onice Moraes e José Rosildete de Oliveira, a Referência Galeria de Arte iniciou sua trajetória com uma exposição inédita de Amilcar de Castro em Brasília. Ao longo de seus 30 anos de atuação, realizou mostras de artistas consagrados, como Athos Bulcão, Carlos Vergara e Claudio Tozzi, além de apresentar jovens artistas que hoje ocupam lugar de destaque na cena contemporânea.

Desde 2004, Paulo Moraes de Oliveira integra a sociedade, participando da administração e das decisões estratégicas da galeria. A Referência atua na promoção de artistas em diferentes estágios de carreira, com especial atenção à produção de Brasília e do Centro-Oeste, reafirmando seu compromisso com a diversidade, a representatividade e o fortalecimento do sistema da arte fora dos eixos hegemônicos.

Em 2026, a galeria dá continuidade aos projetos iniciados em 2025, como os cursos livres e as mostras de acervo, e aprofunda o diálogo com instituições de arte para a realização de exposições de artistas representados. A programação expositiva do ano já está definida, com exposições de maior duração, visando ampliar e qualificar a experiência de visitação. Além das atividades em sua sede, a Referência desenvolve projetos externos em importantes instituições culturais do país, reafirmando sua atuação para além do espaço físico e seu compromisso com a circulação da arte contemporânea.

Serviço:

A expografia como método curatorial para coleções 

Conversa com o curador Emerson Dionísio de Oliveira

Quando | 25/02, das 17h às 19h

Onde | Referência Galeria de Arte

Entrada | Gratuita

“Sussurros”

Mais de 100 obras de 30 artistas visuais em pequenos formatos

Curadoria | Emerson Dionísio de Oliveira

Montagem com assistência dos alunos do curso livre da Referência “Montagem: a condição expositiva”

Sala Principal e Sala Acervo

Visitação | Até 14/03/2026

                    De segunda a sexta, das 10h às 19h

                    Sábado, das 10h às 14h

Entradas | GratuitaClassificação indicativa | Livre para todos os públicos

Onde | Referência Galeria de Arte

Endereço | CLN 202 Bloco B Loja 11 Subsolo

                     Asa Norte – Brasília – DF

Telefone | +55 (61) 3963-3501

WhatsApp | +55 (61) 981623-111

E-mail| referenciagaleria@gmail.com

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