Especialistas reforçam que investir em prevenção e qualidade de vida é uma das formas mais importantes de cuidar de quem se ama; Ligamar orienta casais sobre opções de proteção para toda a família
Em meio às celebrações do mês dos namorados, cresce a reflexão sobre presentes que vão além do valor material e representam cuidado, proteção e bem-estar. Nesse cenário, o plano de saúde surge como uma alternativa cada vez mais valorizada por casais que desejam investir na qualidade de vida e na segurança de quem amam.
O acesso a consultas, exames preventivos e acompanhamento médico regular é fundamental tanto para a saúde do homem quanto da mulher. A prevenção continua sendo uma das principais ferramentas para o diagnóstico precoce de doenças, aumentando significativamente as chances de tratamento e recuperação.
Para os homens, a realização periódica de exames clínicos, cardiológicos e laboratoriais auxilia na identificação de fatores de risco relacionados a doenças cardiovasculares, diabetes e diversos tipos de câncer. Já para as mulheres, o acompanhamento ginecológico, exames de rotina e ações preventivas são essenciais para a manutenção da saúde e da qualidade de vida em todas as fases da vida.
Segundo o CEO da Ligamar, Manoel Alexandre, presentear com um plano de saúde representa uma demonstração concreta de cuidado e responsabilidade.
“Quando falamos em amor, falamos também em proteção. Um plano de saúde oferece tranquilidade para enfrentar imprevistos e garante acesso mais rápido a atendimentos médicos, exames e tratamentos. É um presente que gera benefícios durante todo o ano e contribui diretamente para a qualidade de vida das pessoas”, destaca.
Referência no mercado de seguros e benefícios, a Ligamar tem se consolidado como uma das principais corretoras do Distrito Federal e Entorno, oferecendo soluções personalizadas para indivíduos, casais, famílias e empresas. A empresa atua com as principais operadoras do mercado, auxiliando clientes na escolha do plano mais adequado às suas necessidades e orçamento.
Além da assistência médica, a contratação de um plano de saúde proporciona mais segurança financeira diante de emergências e amplia o acesso a uma rede de atendimento especializada, garantindo maior tranquilidade para toda a família.
Neste mês de junho, a Ligamar reforça a importância de transformar o cuidado com a saúde em um gesto de amor. Afinal, mais do que flores, chocolates ou presentes tradicionais, investir na saúde de quem se ama é oferecer proteção, bem-estar e a oportunidade de viver mais e melhor ao lado de quem faz a diferença todos os dias.
Sobre a Ligamar
A Ligamar Corretora de Seguros atua no segmento de planos de saúde, seguros e benefícios, oferecendo atendimento especializado no Distrito Federal e Entorno. Sob a liderança do CEO Manoel Alexandre, a empresa se destaca pela consultoria personalizada e pelo compromisso em conectar clientes às melhores soluções de proteção e qualidade de vida disponíveis no mercado.
O best-seller, do autor Junior Rostirola, foi um dos grandes destaques do Prêmio PublishNews 2025, uma das principais premiações do mercado editorial brasileiro.
O livro Café com Deus Pai 2025, do autor Junior Rostirola, conquistou o 1º lugar na categoria Não Ficção, Autores Nacionais e também esteve entre os destaques da categoria Não Ficção Trade, reforçando sua relevância entre os livros mais vendidos do país.
O desempenho reforça o espaço cada vez maior ocupado por obras voltadas à fé, conexão com Deus e transformação de vida no mercado editorial brasileiro. Em um cenário dominado por títulos internacionais e best-sellers de diferentes segmentos, o livro Café com Deus Pai se consolidou como um fenômeno nacional de vendas e presença contínua nas listas dos livros mais vendidos do Brasil.
Com mensagens diárias e linguagem acessível, o projeto editorial já ultrapassou a marca de 10 milhões de cópias vendidas. O alcance também se expandiu para fora do país: traduzida para sete idiomas, entre eles inglês, espanhol, francês, italiano e alemão, a obra chega atualmente a leitores da Europa, Estados Unidos e países da América Latina.
Para Junior Rostirola, o reconhecimento representa muito mais do que uma conquista editorial. Para ele, esse momento reflete a conexão construída com milhões de leitores ao longo dos últimos anos através de mensagens de fé, esperança e transformação.
“Me sinto honrado por viver tudo isso e profundamente grato a Deus por cada porta aberta ao longo dessa trajetória. Também sou muito grato a cada pessoa que acompanha, acredita e faz parte dessa caminhada diariamente. Tudo isso vai muito além de números ou premiações. Representa histórias, vidas e mensagens que encontraram espaço no coração de milhões de pessoas. Cada página e cada leitor fazem parte dessa trajetória construída com dedicação, constância e propósito”, afirma o autor.
O resultado também chama atenção para a força do segmento religioso no mercado editorial brasileiro, especialmente entre livros que abordam fé, acolhimento e saúde emocional em uma linguagem cotidiana. Nos últimos anos, títulos devocionais passaram a ocupar espaço recorrente entre os mais vendidos do país, impulsionados por leitores em busca de conteúdos ligados à espiritualidade e ao bem-estar.
“Seguimos acreditando na força da literatura e em tudo o que ainda pode ser alcançado através de cada página. Para nós, não são apenas livros vendidos, mas vidas alcançadas”, completa Rostirola.
Publicado pela Editora Vélos, Café com Deus Pai mantém presença frequente em rankings nacionais e se tornou um dos principais cases editoriais da literatura cristã contemporânea no Brasil.
A trajetória pessoal do autor também contribui para a identificação do público com a obra. Nascido em Itajaí, Junior Rostirola viveu uma infância marcada por violência, abusos psicológicos e bullying escolar. Aos 13 anos, abandonou os estudos e enfrentou um período de depressão profunda. Anos depois, encontrou na fé cristã uma forma de ressignificar a própria história, experiência que passou a compartilhar em livros e encontros que hoje alcançam milhões de pessoas.
Em celebração às festas juninas, o projeto Café Som Viola retorna no sábado, 13 de junho, para mais uma edição especial. O encontro será realizado a partir das 9h, no Museu Vivo da Memória Candanga, localizado no Núcleo Bandeirante (DF).
Nesta quarta edição de 2026, o público poderá prestigiar apresentações da dupla Macedo & Mariano e do violeiro Idelbrando Calazancio. Com entrada gratuita e classificação livre, o evento convida a comunidade para uma manhã dedicada à cultura, à memória e às tradições populares.
A programação inclui café da manhã colaborativo, apresentações musicais, roda de prosa e palco aberto para artistas e apreciadores de diferentes formas de expressão cultural.
Com o propósito de levar arte às comunidades por meio da música, o Café Som Viola nasce do desejo de dar voz e visibilidade a talentos locais, valorizando a viola caipira como uma expressão viva da cultura brasileira. O projeto também amplia seu alcance ao acolher manifestações como dança, artesanato, poesia, literatura e pintura, promovendo um ambiente diverso, acolhedor e repleto de significados.
A proposta é consolidar o Café Som Viola como mais do que um evento: um ponto de encontro permanente e uma tradição construída coletivamente, onde a cultura circula de forma gratuita e acessível, despertando pertencimento, memória e inspiração em pessoas de todas as idades.
Artistas convidados
A dupla Macedo & Mariano é reconhecida por sua autenticidade e por preservar as tradições da música sertaneja raiz. Formada em 2005, construiu ao longo dos anos uma identidade própria, levando seu trabalho a diversos estados brasileiros, como Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo.
Com mais de 20 anos de carreira, o violeiro IdelbrandoCalazancio possui uma trajetória marcada pela valorização da música de raiz, unindo a tradição mineira à vivência no Distrito Federal. Cantor, compositor e instrumentista, é um dos grandes defensores da viola caipira, com mais de 100 obras registradas na Biblioteca Nacional. Suas composições já foram interpretadas por diversos artistas do gênero, e seu trabalho foi reconhecido com Moções de Louvor pela Câmara Legislativa do Distrito Federal, em razão de sua relevante contribuição à música brasileira.
Um encontro de memória, afeto e tradição
O Café Som Viola é uma iniciativa do produtor cultural e presidente emérito do Clube do Violeiro Caipira, VolmiBatista. O projeto surgiu da necessidade de fortalecer os laços entre as comunidades do chamado Núcleo Pioneiro, que engloba Candangolândia, Núcleo Bandeirante e Park Way.
Realizado em formato de café da manhã colaborativo, o evento convida o público a participar ativamente, compartilhando iguarias, artesanato, prosa e música em um espaço simbólico para a história e a cultura do Distrito Federal: o Museu Vivo da Memória Candanga.
Ao longo do ano, estão previstas oito edições no mesmo local, contemplando datas comemorativas como o aniversário de Brasília, o Dia das Mães, os festejos juninos, o Dia Nacional da Música e da Viola Caipira, além dos aniversários da Candangolândia e do Núcleo Bandeirante.
Serviço
Café Som Viola Data: Sábado, 13 de junho Horário: A partir das 9h Local: Museu Vivo da Memória Candanga – Núcleo Bandeirante (DF) Entrada gratuita | Classificação livre
Maior festa junina do Guará será realizada entre 12 e 14 de junho, com atrações musicais, quadrilhas e espaços temáticos, reforçando a tradição cultural já consagrada no calendário do Distrito Federal
O Grande São João do Guará, reconhecido como o festejo junino mais tradicional da cidade, chega à 10ª edição em 2026 com uma programação voltada à valorização da cultura popular brasileira e das tradições nordestinas. O evento será realizado entre os dias 12 e 14 de junho, em frente ao Edifício Consei, e contará com atrações musicais, quadrilhas juninas, espaço infantil e parque de diversões, além de um telão temático para acompanhar a estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo.
A edição deste ano irá revisitar temas marcantes apresentados ao longo da trajetória da festa, como o cangaço, os bois do Brasil, o cordel encantado e as homenagens a Luiz Gonzaga e às mulheres nordestinas, sucessos do evento em edições anteriores. Em 2026, o Grande São João do Guará também prestará homenagem ao mestre Espedito Seleiro, referência nacional na arte do couro e símbolo da cultura popular nordestina.
Com estrutura voltada ao público de todas as idades, a programação contará com apresentações dos cantores Thiago Nascimento, Tay Gomes e Roniel e Rafael, além das quadrilhas juninas Si Bobiá a Gente Pimba e Paixão Cangaço. O evento ainda terá um Espaço Kids com shows diários para crianças, parque de diversões e ambientação temática inspirada nas grandes festas juninas do Nordeste.
A organização é da Confraria Diversão e Arte e do projeto Kombinando Cultura e Ideias, com apoio da Administração Regional do Guará e do Sindicato dos Bancários de Brasília. Idealizador e organizador do evento, Miguel Edgar destacou o compromisso da festa com a preservação das tradições culturais brasileiras: “Como nos anos anteriores, iremos priorizar a cultura popular e os festejos juninos nordestinos, que são a nossa maior inspiração”.
Calendário oficial do DF
Ao longo de dez edições, o Grande São João do Guará consolidou-se entre os principais eventos juninos do Distrito Federal, reunindo mais de 30 mil pessoas em cada realização e promovendo manifestações artísticas ligadas à música, à dança, à gastronomia e às tradições populares brasileiras. O reconhecimento obtido ao longo do tempo resultou na inclusão oficial do evento no calendário do DF, aprovada por unanimidade na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), destacando a sua relevância cultural e social para a capital do país.
SERVIÇO: 10ª edição do Grande São João do Guará Data: 12, 13 e 14 de junho de 2026 Horário: a partir das 17h; exceto no sábado, com abertura dos portões às 16h Local: Guará II (em frente ao Edifício Consei) Atrações confirmadas: Thiago Nascimento, Tay Gomes, Roniel e Rafael, Quadrilha Si Bobiá a Gente Pimba e Quadrilha Paixão Cangaço Ingressos: vendas em breve pelo Sympla e na bilheteria do evento
A partir da máxima ‘Descobrir, Provar, Ficar’, a Vinhosde Lisboa reforça seu posicionamento e estratégias comerciais no Brasil com uma degustação exclusiva em Brasília, que vai reunir, na Embaixada de Portugal, produtores de uma das mais tradicionais regiões vitivinícolas portuguesas.
Entre mar e serras, esteterritório vinhateiro ímparconfere aos vinhos uma diversidade inigualável. ARegião Demarcada dos Vinhos de Lisboa conta com dez mil hectares de vinha certificada em um vasto território nomeado pelo topônimo da capital de Portugal e marcado pela heterogeneidade e identidade das suas nove Denominações de Origem*.
Algumas de suas castas mais expressivas serão representadas pelos rótulos selecionados para a degustação que acontece na capital federal. “Selecionamos vinhos que expressam a elegância, a diversidade e a autenticidade dos Vinhos de Lisboa para apresentar aos profissionais, que serão convidados a desafiarem seus sentidos com nossos rótulos”, adianta André Teodoro, Coordenador de Marketing dos Vinhos de Lisboa.
Ele destaca que a região produz anualmente 70 milhões de garrafas e os maiores compradores são o Brasil e os Estados Unidos.
A história dos vinhos de Lisboa, anteriormente conhecida como Estremadura, remonta aos romanos no século I d.C., evoluindo de uma região de grande produção a granel para um polo de vinhos de qualidade com influência atlântica. Marcada por tradições seculares como o vinho de Carcavelos (século XVIII) e a influência das ordens religiosas, a região atualmente é destacada pela diversidade de suas sub-regiões.
O Sunset Vinhos de Lisboa será realizado no dia 2 de junho.
Obras do fotógrafo ocuparão a sede do Superior Tribunal de Justiça, onde haverá também lançamento editorial comemorativo
No próximo dia 01 de junho, o fotógrafo Araquém Alcântara abre exposição e faz noite de autógrafos na sede do Superior Tribunal de Justiça(STJ), em Brasília. A exposição reunirá imagens em grandes formatos (2,20 m x 1,50 m), selecionadas para celebrar 50 anos de carreira do artista. Há registros da Amazônia, da Mata Atlântica e de outros biomas, bem como cenas do cotidiano do povo brasileiro.
Dedicado à sensibilização do público em relação a questões ambientais, Araquém Alcântara foi o primeiro fotógrafo a registrar todos os parques nacionais brasileiros, tendo sido também pioneiro na documentação visual dos ecossistemas e unidades de conservação do país.
Araquém Alcântara lança obra-manifesto
Livro de 50 anos de carreira é uma “crônica visual da beleza e do horror”
O fotógrafo Araquém Alcântara comemora, aos 75 anos, cinco décadas de trajetória, com o lançamento de um livro seminal que, segundo o curador Eder Chiodetto, pontua imagens de flagrante beleza do povo brasileiro, o desmatamento das florestas e os efeitos das mudanças climáticas nos biomas nacionais.
Reunindo 220 imagens em mais de 500 páginas, o volume sintetiza um percurso que começou em Santos, no litoral paulista, nos anos 1970, e atravessa florestas, rios e serras, em um projeto de vida dedicado à documentação e à defesa da natureza brasileira.
Araquém construiu um acervo com cerca de 500 mil imagens, que forma hoje um dos mais importantes patrimônios visuais da biodiversidade do país, desvendando a Mata Atlântica, o Cerrado, a Caatinga, o Pantanal, os Pampas, a Amazônia e seus povos.
Com 62 livros autorais, 75 exposições individuais, mais de 40 prêmios nacionais e internacionais, obras nos acervos do Masp, Pinacoteca de São Paulo, MAM-SP, Centro Georges Pompidou e Museu Britânico, o inquieto artista consolidou a dimensão ética e estética rara de seu trabalho — um manifesto pela vida, que se mantém pulsante e necessário.
“O verdadeiro fotógrafo deve escolher o caminho com o coração e nele viajar incansavelmente”, escreveu Araquém em um de seus textos. “Só na Amazônia, estive mais de 100 vezes, desde 1971.” Todo esse movimento se tornou o eixo espiritual de sua produção, marcada pela devoção à luz, à paisagem e à consciência.
Da epifania à insurgência: as origens de um olhar
O livro revisita as primeiras imagens feitas no cais de Santos, onde prostitutas, marinheiros e estivadores inauguraram o universo do fotógrafo, e avança até as fotos mais recentes das queimadas na Amazônia e no Pantanal. Entre esses extremos, destaca-se a fotografia que se tornaria um ícone — a foto de capa feita em 1980, retratando seu pai, Manoel Alcântara, em protesto contra a instalação de usinas nucleares na Juréia.
A imagem — hoje símbolo da crítica à política energética e à destruição ambiental — marca o início da fase autoral de Araquém, que revela sua vocação para a fotografia como ato de combate e gesto poético.
A cena, descrita por Chiodetto como “um instante de epifania e insurgência”, foi o ponto de inflexão que transformou o repórter em um “andarilho da luz”. “Ali se consolidou o caminho a ser seguido — investir toda sua energia de artista em nome de uma causa que, mesmo quando parece fadada ao fracasso, segue ecoando nas elipses do tempo”, escreve o curador.
A obra-manifesto
“Entre epifanias e apocalipses”, como resume um dos textos críticos, o livro revela a grande travessia de Araquém — 50 anos de fotografia para iluminar os 500 anos da terra chamada Brasil. São imagens que registram a beleza da flora e fauna e também a miséria, o terror causado pela poluição em Cubatão, a devastação das matas e dos biomas.
Fotografias que impõem a reflexão: “Sou um artista de combate, cúmplice dos injustiçados. Minhas fotos são um canto de amor à natureza e ao povo brasileiro”, escreve Araquém.
Adolescente nos final dos anos 1960, quando leu Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa, Araquém gravou na memória um dos trechos, que norteou seu foco: “Como é que posso com este mundo? A vida é ingrata no macio de si; mas transtraz a esperança mesmo no meio do fel do desespero.” O escritor forjou o percurso do fotógrafo, que transformou sua câmera em instrumento de resistência.
SERVIÇO:
Inauguração da exposição “O Brasil de Araquém Alcântara” e lançamento do livro “50 anos de fotografia”
Data: 1º/06/2026
Horário: 19h
Local: Mezanino do Edifício dos Plenários – Superior Tribunal de Justiça
Mostra no Espaço Oscar Niemeyer apresenta projetos históricos e inéditos, incluindo propostas em desenvolvimento para a cidade de Maricá (RJ)
A cidade que consagrou a obra de Oscar Niemeyer como símbolo da arquitetura moderna brasileira recebe uma exposição que propõe um novo olhar sobre seu legado.
A mostra “Niemeyer por Niemeyer”, em cartaz no Espaço Oscar Niemeyer, reúne desenhos, fotografias, maquetes e estudos que revelam não apenas as obras consagradas do arquiteto, mas também um vasto conjunto de projetos concebidos ao longo de décadas e nunca construídos.
A exposição é conduzida por Carlos Eduardo Niemeyer, neto do arquiteto, inventariante de seu espólio e responsável pela continuidade do escritório fundado em 1951 e Kleyton Rigon, pós-graduado em Design do Entretenimento e possui trajetória consolidada no audiovisual, atuando no desenvolvimento de narrativas visuais, direção criativa e projetos culturais.
Atualmente graduando em Arquitetura e Urbanismo, integra o escritório Oscar Niemeyer, onde atua na pesquisa, organização e preservação do acervo arquitetônico do mestre, colaborando diretamente em processos de catalogação, memória e difusão da obra de Oscar Niemeyer.
Como curador da exposição “Niemeyer por Niemeyer”, desenvolve uma abordagem que aproxima arquitetura, imagem e experiência, propondo ao público um olhar contemporâneo sobre o legado de Oscar Niemeyer a partir do registro fotográfico de Kadu Niemeyer e da força poética dos croquis e projetos do arquiteto.
“A ideia não é olhar para o passado como algo encerrado, mas entender que essa arquitetura continua viva e pode ser realizada hoje”, afirma Kadu Niemeyer.
A exposição está organizada em núcleos que conduzem o visitante desde o traço original de Niemeyer até sua reinterpretação contemporânea. Croquis, registros históricos e maquetes revelam o processo criativo do arquiteto, marcado pela liberdade formal e pelo uso expressivo da curva.
Um dos destaques da mostra é o núcleo dedicado aos projetos desenvolvidos para a cidade de Maricá, no estado do Rio de Janeiro. As propostas, baseadas em estudos originais de Niemeyer, vêm sendo atualizadas tecnicamente para atender às condições atuais de implantação.
Entre os projetos apresentados estão o Memorial João Goulart, o Centro Administrativo, o Teatro Municipal, o Museu de Arte, o Centro de Convenções e o Estádio João Saldanha. As obras são exibidas por meio de maquetes físicas, imagens e estudos que indicam a possibilidade concreta de sua execução.
Se Brasília representa a materialização de um projeto moderno de nação, Maricá surge, na exposição, como território contemporâneo onde parte desse legado pode finalmente ganhar forma construída.
Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe uma reflexão sobre a continuidade da arquitetura e o papel do acervo como instrumento de futuro.
“A arquitetura do meu avô nunca foi sobre repetição. Sempre foi sobre invenção. E é essa invenção que buscamos preservar e dar continuidade”.
A realização da exposição em Brasília reforça o vínculo entre a obra de Niemeyer e a cidade que ele ajudou a projetar, criando um diálogo entre o passado, o presente e as possibilidades futuras da arquitetura brasileira.
Quem é Kadu Niemeyer
Fotógrafo, guardião de um legado inestimável e testemunha ocular da história da arquitetura moderna, Kadu Niemeyer (Carlos Eduardo Niemeyer Attademo) consolida-se como a principallente dedicada a traduzir o concreto em poesia visual. Neto e fotógrafo oficial de Oscar Niemeyer por mais de cinco décadas, Kadu não apenas registrou obras prontas, mas capturou a gênese dotraço que definiu a identidade visual do Brasil.
Diferente de uma fotografia documental estática, o trabalho do Kadu é uma extensão do diálogo que mantinha com seu avô. “Ele me ensinou a ver o que os outros não viam: a sombra, o ângulo inusitado, a leveza do que é pesado”, afirma o fotógrafo. Esse aprendizado resultou em um acervo que percorre desde os canteiros de obras da Argélia e da França até a consolidação de Brasília e das curvas da Pampulha.
Trajetória e Exposições
A parceria entre o avô e o neto teve início em 1968, no laboratório de fotografia que o arquiteto criou em sua casa na capital federal. Aos 18 anos, Kadu Niemeyer realizou sua primeira exposição na Bulgária em 1972 onde apresentou fotografias das obras de Oscar Niemeyer. Assim, o fotógrafo, guardião de um legado inestimável e testemunha ocular da história da arquitetura moderna, Kadu Niemeyer consolida-se como a principal lente dedicada a traduzir o concreto em poesia visual. Suas exposições já passaram por prestigiadas Instituições no Brasil e no mundo como o Museu da República de Brasília (inauguração do museu), o Museu Oscar Niemeyer (PR) e centros culturais no Chile, Espanha, Estados Unidos, Portugal, Itália, Japão, Rússia, Venezuela entre outros. A maior e mais famosa exposição sobre o trabalho de Oscar Niemeyer no país ocorreu na Galeria de Arte da empresa TOTO (Tóquio). Intitulada “Oscar Niemeyer – O Homem Que Construiu Brasília”, a mostra apresentou plantas, maquetes e fotografias das obras icônicas do arquiteto. Em 2007 Kadu apresenta um novo projeto em suas mostras intitulada “Niemeyer por Niemeyer” em homenagem aos 100 anos de seu avô, expondo uma perspectiva íntima da história de um grande arquiteto e acima de tudo seu avô. Suas imagens revelam a escala humana diante dos monumentos e a obsessão pela curva perfeita.
No conteúdo, foram reunidas 14 fotografias de icônicos projetos, selecionadas pelo próprio Oscar Niemeyer e que, por isso, registram seus ângulos de observação preferidos. Para Kadu, a fotografia é uma forma de manter vivo o “espírito do traço”.
Onde suas exposições são mais do que exibições de arquitetura; são convites para enxergar o mundo com a sensibilidade de quem cresceu entre pranchetas e horizontes infinitos.Exposição – Espaço Oscar Niemeyer, Brasília
O Espaço Oscar Niemeyer, localizada na Praça dos Três Poderes, apresenta a imperdível exposição “Niemeyer por Niemeyer”, de 18 de maio a 8 de agosto de 2026. Curada por Kadu Niemeyer, fotógrafo e neto do icônico arquiteto, a mostra reunirá fotografias autorais, croquís e maquetes originais que revelam a genialidade de Oscar Niemeyer.
Esta exposição é um tributo ao meu avô e à sua visão inovadora que moldou a arquitetura brasileira. Os visitantes terão a oportunidade única de explorar o legado imortal de Niemeyer e a profundidade de sua obra através de uma narrativa visual rica.
A exposição será aberta diariamente, das 10:00 às 18:00 horas, com entrada gratuita. Uma experiência única para todos que desejam se conectar com a arte e a história.
Serviço
Data: 2 de junho a 2 de setembro
Hora: 9h às 17h
Local: Espaço Oscar Niemeyer – Praça dos Três Poderes Lote J
De 4 a 14 de junho, tradicional evento da cultura gaúcha, realizado em Brasília
Reúne música, dança, mostra de cinema, gastronomia e experiências culturais inspiradas no legado missioneiro do Sul do Brasil
A Expotchê chega à 33ª edição inspirada nos 400 anos das Missões Jesuíticas Guaranis, marco histórico, cultural e arquitetônico do Sul da América Latina. De 4 a 14 de junho, o Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade abrigará um grande encontro da cultura gaúcha, reunindo música, dança, gastronomia, tradição, uma inédita mostra de filmes e até futebol em uma programação pensada para toda a família. Entre os destaques estão os shows da banda Nenhum de Nós, referência do rock gaúcho; do cantor Vitor Kley, um dos nomes mais populares da nova geração da música brasileira, e da Família Ortaça, importante representante da cultura missioneira gaúcha. Realizada pela Rome Eventos, a Expotchê evidencia a força e a diversidade da cultura do Sul do país, aproximando gerações em torno de um legado que também criou raízes no Distrito Federal. Os ingressos podem ser adquiridos pelo site ou diretamente na bilheteria local.
“Brasília tem um carinho genuíno com as tradições gaúchas, e a Expotchê se orgulha de fazer parte dessa aproximação há 33 anos. Ao longo desse período, o público passou a conhecer mais de perto os costumes, os sabores, a música e a identidade do povo sulista por meio das experiências proporcionadas pelo evento. Em um país com dimensões continentais como o Brasil, incentivar esse intercâmbio faz todo sentido para nós. A Expotchê vai muito além de uma exposição, pois desperta identificação, memória e admiração pela cultura gaúcha, inclusive em pessoas que nunca estiveram no Rio Grande do Sul”, afirma Rômulo Mendonça, diretor-geral da Rome Eventos.
Uma das mais arrojadas dos últimos anos, a ambientação promete causar impacto. O estande da Secretaria de Turismo do Rio Grande do Sul (Setur – RS) reproduzirá as ruínas da Igreja de São Miguel Arcanjo, localizada em São Miguel das Missões, no Rio Grande do Sul, emblemático sítio arqueológico do período missioneiro, reconhecido como Patrimônio Mundial da Unesco.
“A proposta é transportar o visitante para uma experiência imersiva, conectando passado e presente e contando um pouco dessa rica história através de ações especiais sobre o tema”, revela Leda Simone, diretora-executiva da Rome Eventos.
Dança, música, arte circense, cinema e futebol!
Para receber parte da programação artística, a 33ª Expotchê contará com três palcos (Principal, Tchê Bier e Churras Tchê) e uma sala de projeção audiovisual. Ao longo do evento, serão 54 apresentações, a maioria delas voltada a diferentes expressões da cultura gaúcha e regional. Além dos shows da Família Ortaça, Nenhum de Nós e Vitor Kley, a parte musical conta com nomes como Cristiano Quevedo (RS), Bernardo Fortes (RS), Maskavo (DF), Le Farfalle (RS), Coração Gaúcho (RS), Couro e Cordas (DF), Cancioneiros do Planalto (DF) e Peão Farrapo (DF).
As danças tradicionais ganham espaço com apresentações de grupos como Ana Terra, de São Francisco de Paula (RS) e dos Centros de Tradição Gaúcha (CTG’s) Estância Gaúcha do Planalto (DF) e Sinuelo da Saudade (DF), reforçando a presença e a continuidade da cultura gaúcha muito além das fronteiras do Rio Grande do Sul. Para todos e, especialmente, para as crianças, o grupo circense Burzum (RS), da cidade missioneira de Santo Ângelo, marca presença com várias apresentações voltadas ao público infantil ao longo do evento.
Em sintonia com a temática dos 400 anos das Missões Jesuíticas Guaranis, a 33ª Expotchê, em parceria com a Secretária de Cultura do Rio Grande do Sul, também contará com uma mostra audiovisual. Diariamente, em uma sala com capacidade para 20 pessoas, serão exibidas produções que dialogam com a formação histórica e cultural da região missioneira, ampliando a experiência do evento. As obras selecionadas são: Trinta Povos (Brasil, 2020, 80min), dirigido por Zeca Brito; Cantata Sete Povos – Episódios 1 e 2 (Brasil, 2022, 40min), com direção de Omar L. de Barros Filho, e Pará Yxapy (Brasil, 2021, 28min), dirigido por Luiz Alberto Cassol, Ricardo Almeida e Richard Serraria. A iniciativa reforça o compromisso da Expotchê em promover reflexão, valorização da memória e reconhecimento das múltiplas identidades que compõem a herança cultural do Sul do país.
“Essa edição da Expotchê representa mais uma oportunidade de amplificarmos, nacionalmente, a divulgação dos 400 Anos das Missões Jesuíticas Guaranis. Visitantes de todo o país terão contato com a cultura missioneira, fortalecendo ainda mais o interesse turístico pela região”, reforça o Secretaria de Cultura – RS, André Kryszczun. “O governo do Estado investiu cerca de R$ 80 milhões nas celebrações dos 400 anos, pois acredita que o legado Jesuíta e Guarani é fundamental para a economia, o turismo e a perpetuação da cultura e da história do Rio Grande do Sul e do Brasil”, explica, ao comentar as ações comemorativas que vêm mobilizando diferentes cidades gaúchas e expandindo a visibilidade das Missões Brasil afora.
O evento também será ponto de encontro para os apaixonados por futebol. Na estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, o público poderá acompanhar a transmissão de Brasil x Marrocos em clima de torcida coletiva, com exibição simultânea em mega telões de LED instalados nos palcos Principal e Tchê Bier.
Caminhos do Sul
Se por um lado a Expotchê traz o melhor do Rio Grande Sul a Brasília, por outro desperta no público o desejo de vivenciar o estado diretamente nos territórios que mantêm vivas suas tradições, paisagens e modos de vida. No estande da Setur – RS serão apresentados diversos destinos do estado, incluindo os caminhos das Missões, os tradicionais roteiros de inverno e experiências ligadas ao enoturismo da Serra Gaúcha.
No estande, os visitantes também poderão participar de rodas de chimarrão, vivenciando uma das tradições mais simbólicas da cultura gaúcha e o espírito de acolhimento tão característico da região.
“Neste ano, com a inspiração dos 400 anos das Missões Jesuítica, vamos apresentar na Expotchê um Rio Grande do Sul diverso, acolhedor e repleto de experiências que conectam história, tradição, gastronomia, música, cultura e natureza. O Rio Grande do Sul vive um momento importante de crescimento do turismo, com resultados acima da média nacional, fortalecimento da promoção turística e ampliação da presença do Estado em eventos estratégicos dentro e fora do Brasil”, destaca o secretário de Turismo do Rio Grande do Sul, Raphael Ayub.
Do Fogo de Chão aos Sabores Coloniais
O evento confirma a manutenção do Espaço e Palco Churras Tchê, lançado em 2025 e mais que aprovado pelos visitantes. A atração reunirá mestres churrasqueiros e estabelecimentos especializados nesse patrimônio da culinária brasileira, que encontra no Rio Grande do Sul o seu maior expoente. O ambiente propõe uma celebração da convivência, da música regional e da tradição campeira, reunindo estações de preparo ao vivo, grandes estruturas de parrilha e fogo de chão, apresentações culturais e área de convivência com mesas e cadeiras para acomodar centenas de pessoas.
Mas se a ideia é levar para casa o que há de melhor dos sabores do Sul, a agroindústria familiar gaúcha traz para Brasília produtos coloniais, orgânicos e itens derivados de origem animal, vegetal e artesanal. Entre os sabores típicos estão salames, copas defumadas, torresmo, embutidos, queijos, massas, pães, cucas, antepastos, chimias, geleias, mel, própolis e doce de leite. A carta de bebidas reúne vinhos, espumantes, sucos, hidromel, cachaças, grappa, licores, limoncello e erva-mate. A exposição também apresenta peças e utilidades ligadas à tradição gaúcha, como facas artesanais, cuias, bainhas, tábuas, colheres, petisqueiras, artesanato em madeira, além de chinelos, pantufas e peças em lã.
Por meio da articulação da Secretaria de Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul (SDR-RS), Emater-RS e Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (FETAG-RS), marcarão presença produtores e agroindústrias familiares. Entre os municípios representados estão Frederico Westphalen, Garibaldi, Venâncio Aires, Santa Tereza, Veranópolis, Canela, Ivoti, São Lourenço do Sul, Vista Gaúcha, Paraí, Nova Pádua, Bagé, Soledade, Passo do Sobrado, Colorado, Agudo, Bento Gonçalves, Farroupilha, Estrela, Teutônia, Harmonia, Ilópolis, Dois Lajeados, Nova Bassano e Três de Maio.
“A presença na Expotchê demonstra a capacidade da agricultura familiar gaúcha de preservar sua identidade, reafirmando sua excelência. A inovação desses produtos está na tradição que carregam, materializada em receitas e modos de fazer transmitidos entre gerações e que dialogam com a história gaúcha. Além da qualificação profissional e produtos de elevado padrão, nossa agroindústria possui forte valor agregado e capacidade de competir em diferentes mercados sem perder sua essência cultural”, destaca o secretário Gustavo Paim, da SDR – RS.
O Sabor das Tradições do Sul
Áreas temáticas levam os visitantes a uma viagem pelos sabores e história gaúchos. OTchê Bier promove encontros regados a chopes especiais, como o da monumental carreta da Heineken. Já na Praça do Vinho, a Vinícola Monte Reale, de Flores da Cunha, oferece os melhores vinhos da Serra Gaúcha. Na Praça do Pão, conduzida por colonos de Presidente Lucena e a Praça do Chocolate, com indústrias de Gramado,despertam memórias afetivas com cucas, pães coloniais, doces, chocolates artesanais, fondues e receitas típicas que remetem às festas das colônias do Sul do Brasil.
Próximos aos palcos Principal e Tchê Bier, o menu se completa com opções de crepes, espetinhos, hambúrgueres, arroz carreteiro, galinhada entre outras delícias.
Em mais de uma centena de estandes, o público ainda encontrará variedade de moda — incluindo as famosas jaquetas de couro e peças em lã —, artesanato e acessórios típicos, desde peças tradicionalistas até artigos contemporâneos.
Sustentabilidade e responsabilidade social
A Expotchê reafirma, a cada edição, seu compromisso com práticas sustentáveis, inclusão social e fortalecimento da economia criativa. Alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, o evento adota ações voltadas à responsabilidade ambiental, social e econômica, buscando gerar impacto positivo e legado para além dos dias de realização.
Entre as iniciativas estão campanhas educativas para público e expositores, incentivo ao uso de iluminação LED para redução do consumo de energia e gestão seletiva de resíduos, com metas voltadas à diminuição do descarte. A dimensão social também ocupa lugar de destaque, com inclusão produtiva de jovens, pessoas com deficiência e público LGBTQIA+, além da valorização de micro e pequenos empreendedores locais.
Outro destaque é o Espaço Rome Cidadania, que oferece gratuitamente visibilidade e oportunidades de negócios a projetos sociais e iniciativas do Distrito Federal voltadas ao impacto positivo.
Sobre a Expotchê
Ao longo de mais de três décadas, a Expotchê se consolidou como um espaço de promoção de lazer e cultura não apenas para a população do Distrito Federal e Entorno, mas para turistas de outros estados e público estrangeiro, principalmente o da comunidade diplomática residente na capital do país.
Criada em 1992, o evento é o mais antigo do Calendário Oficial de Eventos do Distrito Federal, conforme publicação no Diário Oficial do DF, Lei nº 3.622, de 18 de julho de 2005.
Realizada pela Rome Eventos, a 33ª edição conta com o apoio das Secretarias do Turismo, da Cultura e do Desenvolvimento Rural (SDR) do Governo do Rio Grande do Sul, da Emater e Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul; da Secretaria de Esporte do Governo do Distrito Federal.
A Expotchê é viabilizada a partir da venda de estandes e de ingressos.
PROGRAMAÇÃO CULTURAL DA 33ª EXPOTCHÊ
04/06 – Quinta-feira 13h – Trinta Povos (Brasil, 2020, 80min), dirigido por Zeca Brito (mostra de cinema) 13h30 – Grupo Burzum (performance circense) 14h30 – Le Farfalle (música) 15h30 – Grupo de Dança Ana Terra 16h30 – Grupo Burzum (performance circense) 17h – Pará Yxapy (Brasil, 2021, 28min), dirigido por Luiz Alberto Cassol, Ricardo Almeida e Richard Serraria (mostra de cinema) 18h30 – Grupo Coração Gaúcho (dança) 20h30 – Família Ortaça (música)
05/06 – Sexta-feira 16h30 – Grupo Burzum (performance circense) 17h30 – Grupo Ana Terra (dança) 18h30 – Grupo Coração Gaúcho (dança) 18h30 – Cantata Sete Povos – Episódios 1 e 2 (Brasil, 2022, 40min), com direção de Omar L. de Barros Filho (mostra de cinema) 19h30 – Le Farfalle (música) 20h30 – Cristiano Quevedo (música)
06/06 – Sábado 12h30 – Grupo Ana Terra (dança) 13h – Trinta Povos (Brasil, 2020, 80min), dirigido por Zeca Brito (mostra de cinema) 13h30 – Grupo Sinuelo da Saudade (dança) 14h30 – Grupo Circense Burzum (performance circense) 16h – Grupo Coração Gaúcho (dança) 17h – Grupo Ana Terra (dança) 17h – Pará Yxapy (Brasil, 2021, 28min), dirigido por Luiz Alberto Cassol, Ricardo Almeida e Richard Serraria (mostra de cinema) 18h30 – Grupo Circense Burzum (performance circense) 20h30 – Le Farfalle (música)
07/06 – Domingo 12h30 – Grupo Ana Terra (dança) 13h – Trinta Povos (Brasil, 2020, 80min), dirigido por Zeca Brito (mostra de cinema) 13h30 – Grupo Coração Gaúcho (dança) 14h30 – Grupo Burzum (performance circense) 17h – Cancioneiros do Planalto (música) 17h – Cantata Sete Povos – Episódios 1 e 2 (Brasil, 2022, 40min), com direção de Omar L. de Barros Filho (mostra de cinema) 18h30 – Le Farfalle (música) 20h30 – A confirmar
08/06 – Segunda-feira 16h30 – Grupo Burzum (performance circense) 18h30 – Le Farfalle (música) 18h30 – Pará Yxapy (Brasil, 2021, 28min), dirigido por Luiz Alberto Cassol, Ricardo Almeida e Richard Serraria (mostra de cinema) 20h30 – Grupo Ana Terra (dança)
09/06 – Terça-feira 16h30 – Grupo Burzum (performance circense) 18h30 – Le Farfalle (música) 18h30 – Cantata Sete Povos – Episódios 1 e 2 (Brasil, 2022, 40min), com direção de Omar L. de Barros Filho (mostra de cinema) 20h30 – Bernardo Fortes (música)
10/06 – Quarta-feira 16h30 – Grupo Burzum (arte circense) 18h00 – Le Farfalle (música) 18h30 – Trinta Povos (Brasil, 2020, 80min), dirigido por Zeca Brito (mostra de cinema) 19h30 – Grupo Ana Terra (dança) 20h30 – Nenhum de Nós (música)
11/06 – Quinta-feira 16h30 – Grupo Burzum (performance circense) 17h30 – Grupo Ana Terra (dança) 18h30 – Grupo Coração Gaúcho (dança) 18h30 – Pará Yxapy (Brasil, 2021, 28min), dirigido por Luiz Alberto Cassol, Ricardo Almeida e Richard Serraria (mostra de cinema) 19h30 – Le Farfalle (música) 20h30 – Maskavo (música)
12/06 – Sexta-feira 16h30 – Grupo Burzum (performance circense) 17h30 – Grupo Ana Terra (dança) 18h30 – Grupo Burzum (performance circense) 18h30 – Cantata Sete Povos – Episódios 1 e 2 (Brasil, 2022, 40min), com direção de Omar L. de Barros Filho (mostra de cinema) 19h30 – Couro e Cordas (música) 20h30 – Vitor Kley (música)
13/06 – Sábado 12h30 – Grupo Ana Terra (dança) 13h – Trinta Povos (Brasil, 2020, 80min), dirigido por Zeca Brito (mostra de cinema) 13h30 – Grupo de Dança CTG Estância do Planalto (dança) 14h30 – Grupo Coração Gaúcho (dança) 16h – Grupo Burzum (performance circense) 17h – Pará Yxapy (Brasil, 2021, 28min), dirigido por Luiz Alberto Cassol, Ricardo Almeida e Richard Serraria (mostra de cinema) 17h30 – Grupo Ana Terra (dança) 18h30 – Grupo Coração Gaúcho (dança) 19h – Transmissão do jogo Brasil x Marrocos – palcos Tchê Bier e Principal 21h – Peão Farrapo (música)
14/06 – Domingo 12h30 – Grupo Ana Terra (dança) 13h – Pará Yxapy (Brasil, 2021, 28min), dirigido por Luiz Alberto Cassol, Ricardo Almeida e Richard Serraria (mostra de cinema) 13h30 – CTG Estância Gaúcha do Planalto (dança) 14h30 – Grupo Burzum (performance circense) 16h00 – Grupo Coração Gaúcho (dança) 17h – Cantata Sete Povos – Episódios 1 e 2 (Brasil, 2022, 40min), com direção de Omar L. de Barros Filho (mostra de cinema) 18h30 – Grupo Ana Terra (dança) 20h30 – Grupo Coração Gaúcho (dança)
A sala de projeção audiovisual comporta 20 pessoas por sessão (entrada livre por ordem de chegada)
SERVIÇO
33ª Expotchê
Data: 04 a 14 de junho
Local: Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade
Horário:
De segunda a sexta: das 16h às 23h (entrada gratuita das 16 às 17h)
Sábados, domingos e feriado (Corpus Christi): das 11h às 23h
Ingresso: R$30,00 (inteira), R$15,00 (meia) nos casos garantidos por lei.
Além da imersão promovida em Brasília, com início no dia 04, movimento fortalece projetos humanitários no Brasil e na África
O feriado será uma oportunidade para que participantes do movimento Legendários vivenciem uma experiência voltada ao desenvolvimento pessoal, à reflexão e ao fortalecimento de valores ligados à liderança e ao serviço ao próximo. Em Brasília, a jornada acontece no dia 04, reunindo integrantes em uma programação que combina desafios, aprendizado e convivência.
Presente em 24 países e com mais de 189 mil participantes ao redor do mundo, o Legendários tem ampliado sua atuação ao conectar espiritualidade, crescimento humano e mobilização social. No Brasil, o movimento já reúne mais de 110 mil integrantes e segue expandindo sua presença em diferentes estados.
Durante o feriado, os participantes são convidados a se desconectar da rotina para viver uma experiência imersiva composta por desafios físicos, atividades em equipe e momentos de reflexão. A proposta é estimular o desenvolvimento de competências como disciplina, resiliência, liderança e propósito, promovendo aprendizados que possam ser aplicados na vida pessoal, familiar e profissional.
Além das jornadas, o movimento mantém projetos sociais e humanitários que beneficiam comunidades em diferentes partes do mundo. Uma das iniciativas é o Águafrica, programa dedicado à construção de poços artesianos em Angola e Guiné-Bissau. A expectativa é entregar 100 poços até o final do ano, ampliando o acesso à água potável para milhares de pessoas.
A atuação social também alcança a área da saúde emocional. Em parceria com o psiquiatra e escritor Augusto Cury, o Legendários apoia o aplicativo gratuito Touch Peace, desenvolvido para oferecer acolhimento e orientação a pessoas que enfrentam desafios relacionados à ansiedade, depressão e sofrimento emocional.
No Brasil, os integrantes também participam de campanhas solidárias e ações emergenciais. Em 2026, durante as enchentes que atingiram Minas Gerais, centenas de voluntários ligados ao movimento atuaram em cidades como Juiz de Fora e Ubá, colaborando na distribuição de doações, refeições e kits de higiene para famílias afetadas.
De acordo com a organização, o objetivo é que as experiências vividas durante as jornadas inspirem um compromisso contínuo com a transformação social, incentivando atitudes de solidariedade, empatia e responsabilidade coletiva mesmo após o encerramento dos desafios.
Produção é inspirada no livro As 100 Noites de Hero, de Isabel Greenberg
A Paris Filmes lança nesta quinta-feira, dia 4 de junho, nos cinemas o filme“100 Noites de Desejo” (100 Nights of Hero), estrelado por Emma Corrin, Nicholas Galitzine e Maika Monroe. A produção é inspirada no livro As 100 Noites de Hero,de Isabel Greenberg. Baixe o cartaz aqui, imagens aqui e assista ao trailer neste link.
Quando um hóspede encantador chega a um castelo isolado, a delicada dinâmica entre um marido negligente, sua inocente noiva Cherry e a dedicada criada Hero vira um caos. O longa conta ainda com Amir El-Masry, Charli XCX, Richard E. Grant e Felicity Jones no elenco. A direção é de Julia Jackman, que também assina o roteiro.
SOBRE A PARIS FILMES
A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H”, “Manas”, “Pedágio”, “Ritas” , “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, “A Empregada”, a franquia “Truque de Mestre” e “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia.
Entre os próximos lançamentos estão “Feito Pipa”, “Geni e o Zepelim”, “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, “Minha Melhor Amiga”, “Minha Vida com Shurastey” e “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita”.
Acompanhe as novidades sobre esse e outros lançamentos por meio das redes sociais:
O evento reunirá nomes como Thiaguinho, Wesley Safadão, Caetano Veloso, Marisa Monte, Nattan, entre outros grandes artistas da música nacional
Idealizado e desenvolvido pelo Grupo R2, o Na Praia Festival celebra sua 10ª edição em 2026. Com o conceito “Brasil”, o evento — que acontece em Brasília entre 13 de junho a 19 de setembro — reunirá uma programação diversa, com shows que percorrem diferentes gêneros musicais, como pagode, samba, sertanejo, funk, MPB, entre outros.
Entre as novidades desta edição, destaca-se a transformação da arena principal de shows que deixa de contar com o tradicional piso de areia. Em sintonia com o clima de celebração que deve tomar conta do país durante a Copa do Mundo, o festival também irá transmitir os jogos da seleção brasileira, permitindo que o público acompanhe as partidas enquanto aproveita apresentações de alguns dos maiores nomes da música nacional.
Além de se consolidar como um dos maiores festivais de música do país, o evento também se destaca como um verdadeiro polo gastronômico, reunindo mais de 20 operações de restaurantes comandados por alguns dos chefs mais renomados de Brasília.
Os ingressos já estão disponíveis para compra exclusivamente no site oficial do festival ou através do aplicativo: https://r2.com.vc/napraiafestival/
Confira o line-up completo:
Junho
13 de junho, sábado, às 18h: Thiaguinho e Léo Foguete
14 de junho, domingo, às 18h: Banda Eva
19 de junho, sexta-feira, às 18h: Rogerinho e Fica Comigo
24 de junho, quarta-feira, às 18h: Surra de Modão
26 de junho, sexta-feira, às 18h: Emicida convida Mano Brown e Duquesa
27 de junho, sábado, às 18h: Saulo Fernandes e Péricles
Julho
03 de julho, sexta-feira, às 18h: João Gomes, Dorgival Dantas e Falamansa
05 de julho, domingo, às 18h: Felipe Amorim e Clayton & Romário
10 de julho, sexta-feira, às 18h: Caetano Veloso e Jorge Vercilo
11de julho, sábado, às 18h: Wesley Safadão, Natanzinho e Rey Vaqueiro
12 de julho, domingo, às 18h: Diego e Victor Hugo
18 de julho, sábado, às 18h: Maria Rita, Martinho da Vila e Martinália
19 de julho, domingo, às 18h: Belo e Pixote
24 de julho, sexta-feira, às 18h: Zé Vaqueiro, Henry Freitas e Syon Trio
25 de julho, sábado, às 18h: Panda e Ícaro & Gilmar
31 de julho, sexta-feira, às 18h: Baco Exu do Blues, Veigh, Djonga, WIU e Teto
Agosto
– 01 de agosto, sábado, às 18h: Nattan, Matheus & Kauan e Bia Frazzo
– 07 de agosto, sexta-feira, às 18h: Titãs e Os Paralamas do Sucesso
– 08 de agosto, sábado, às 18h: Simone Mendes, Filho do Piseiro e Eric Land
– 14 de agosto, sexta-feira, às 18h: Gabe & Roddy Lima, Catdealers, Departamento, Victor Lou e Blazy
– 15 de agosto, sábado, às 18h: Bell Marques, Léo Santana e MatheusFernandes
– 21 de agosto, sexta-feira, às 18h: Pablo, Zezo e Patrick Costa
– 22 de agosto, sábado, às 18h: Marisa Monte e Silva
– 23 de agosto, domingo, às 18h: Xand Avião
– 28 de agosto, sexta-feira, às 18h: Mc Livinho, Kayblack e Mc Hariel
– 29 de agosto, sexta-feira, às 18h: Pedro Sampaio, Luísa Sonza e Carol Biazin
Setembro
– 19 de setembro, sábado, às 18h: Cabaré
SERVIÇO
Na Praia Festival 2026
Local: Na Praia Parque (Setor de Clubes Sul, trecho 2, entre a Agepol e o Centrejufe)
Holding de Brasília, o Grupo R2 é referência no setor de entretenimento, gastronomia e experiências culturais. Fundado em 2005, nasceu da trajetória de promoters que se tornaram sócios de grandes eventos, construindo marcas de sucesso como Na Praia Festival, Mané Mercado — em expansão para São Paulo — e Esfera, que oferece escritórios privativos nas áreas de camarote do Estádio Nacional Mané Garrincha.
Ao longo de 20 anos, o grupo mobilizou milhões de pessoas, movimentou o turismo e a economia local e consolidou sua presença como um player inovador. Além disso, integra práticas de ESG em seus projetos, com iniciativas voltadas à sustentabilidade, inclusão social e desenvolvimento comunitário, reforçando seu compromisso em tornar o entretenimento mais responsável e positivo para a sociedade e o meio ambiente.
Espetáculo que transforma – fraturas em beleza – utiliza a metáfora da arte japonesa Kintsugi para tratar de memória, política e superação. Com Ana Cristina Colla, Jesser de Souza, Renato Ferracini e a brasiliense Raquel Scotti Hirson, direção do argentino
Emilio García Wehbi e dramaturgia de Pedro Kosovski, montagem fica em cartaz de 4 a 14 de junho de 2026.
O que fazer com os fragmentos do que se quebrou? Como lidar com as memórias que preferíamos esquecer? O LUME Teatro apresenta o espetáculo “KINTSUGI, 100 memórias” no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília. A obra, que celebra os 40 anos do grupo paulista (fundado em 1985), une o pessoal e o político em uma dramaturgia autoficcional e fragmentária, com direção do argentino Emilio García Wehbi (do grupo El Periférico de Objetos) e dramaturgia do carioca Pedro Kosovski, vencedor dos principais prêmios de artes cênicas do país, incluindo Shell e APCA.
A temporada acontece de 4 a 14 de junho de 2026, de quinta a sábado às 20h e aos domingos às 18h (com exceção na semana de jogos da Copa, quando a sessão de sábado será transferida para quarta-feira, 10/6, às 20h), no Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). Haverá sessões com tradução em Libras.
Associado à temporada, o Lume irá oferecer o curso gratuito “Treinamento Técnico para Atuadores”, sob a orientação de Jesser de Souza de 4 a 7 de junho (quinta a domingo), das 10h às 13h. Serão 24 vagas e as inscrições estarão abertas de 5 a 25/5, via preenchimento do formulário: https://forms.gle/yWtuqRkNmPqStdcm9. A lista de selecionados será divulgada dia 27/5.
O workshop oferece uma visão geral do treinamento cotidiano sistematizado pela equipe de atrizes e atores-pesquisadores do LUME. Através de metodologias concretas, o workshop aborda temas fundamentais do trabalho de atuação: ética (autodisciplina e autonomia); preparação e prontidão (aquecimento do corpo-mente e presença); reconhecimento e dilatação das capacidades expressivas do corpo, aspectos energéticos e técnicos do ofício (transformação do peso em energia, dinâmica das ações no espaço e no tempo, articulações e segmentação corporal, modulação da energia, jogo entre atuadores).
A beleza da imperfeição: o Kintsugi como metáfora central
Kintsugi, em japonês, significa literalmente “emenda com ouro”. Filosoficamente, representa “a beleza da imperfeição”: a técnica consiste em reparar cerâmicas quebradas com uma mistura de laca e pó de ouro, tornando a peça restaurada mais valiosa e resistente do que a original que não sofreu rupturas.
Essa metáfora está no cerne do espetáculo. Logo na primeira ação em cena, os atores fazem um brinde e, em seguida, um vaso de cerâmica é estilhaçado no palco. A ação cobra dos artistas uma tomada de posição: de que modo juntar os fragmentos daquilo que um dia representou um contorno estável que os uniu enquanto grupo durante tantos anos?
A peça propõe, então, uma ressignificação positiva da ruptura: assim como o Kintsugi transforma fraturas em ornamentos dourados, “KINTSUGI, 100 memórias” busca iluminar cicatrizes individuais e coletivas – do Brasil da ditadura à redemocratização, passando por memórias pessoais e do próprio grupo – para torná-las mais valiosas do que a integridade que nunca se quebrou.
Como resume o dramaturgo Pedro Kosovski: “A peça propõe uma utopia do mover-se, não estagnar: a vida é movimento; nesse sentido, acontece a restauração do desejo de estarmos juntos na diferença.”
Da pesquisa sobre o Alzheimer à metáfora do esquecimento político
O ponto de partida da pesquisa foi a Doença de Alzheimer. Um dado publicado em revista sobre o povoado de Angostura, na Colômbia – onde mais de 12% dos cerca de 12 mil habitantes apresentam uma mutação genética que leva a um tipo raro e precoce da doença – despertou a curiosidade do grupo.
Durante vários meses, os atores Ana Cristina Colla, Jesser de Souza, Raquel Scotti Hirson e Renato Ferracini visitaram a ala neurológica do Hospital das Clínicas da UNICAMP, conversando com especialistas, familiares e pacientes com demência.
Era 2018, “época em que o Brasil mergulhava em um momento de apagamento histórico, obscurantismo e irracionalidades políticas”, contextualiza Renato Ferracini.
Era 2018, “época em que o Brasil mergulhava em um momento de apagamento histórico, obscurantismo e irracionalidades políticas”, contextualiza Renato Ferracini.
O grupo, então, expandiu a patologia para o campo social. Ao tratar o Alzheimer mais como metáfora do que como doença, os artistas passaram a investigar o esquecimento por opção: aquelas sombras que queremos deixar quietas, as memórias que machucam e preferimos não tocar. Vasculharam também, além do esquecimento provocado pela doença, o apagamento da memória como projeto político – algo que se reflete na irracionalidade política do país.
Segundo o ator Jesser de Souza: “Reconhecimento e acolhimento são os primeiros passos para viabilizar a reparação, a reconstrução daquilo que um dia foi íntegro e cujos contornos se apresentavam bem delineados e intactos. “Alinhavando-se a isso, o diretor argentino Emilio García Wehbi, convidado para conduzir a construção da cena, trouxe questões como: seria essa política obscura fruto de uma doença degenerativa ou de uma ação manipulada e calculada? Quais lembranças queremos esquecer ou sequer tocar?
A música como fagulha de memória – um destaque especial
Um dos aspectos mais singulares do espetáculo é o tratamento dado à música. Estudos científicos comprovam que canções antigas e conhecidas conseguem driblar o hipocampo – primeira área do cérebro afetada pelo Alzheimer – ativando áreas emocionais e motoras preservadas, promovendo o resgate da identidade pela via do afeto e da sensibilidade, não da memória concreta e objetiva.
Inspirados por essa descoberta, os músicos e pesquisadores Janete El Haouli e José Augusto Mannis criaram um verdadeiro “bordado sonoro” para “KINTSUGI, 100 memórias”. A partir de releituras eletroacústicas dos Noturnos de Chopin, na interpretação de Brigitte Engerer, eles manipularam timbres, criaram colagens e sobreposições, explorando texturas que se sobrepõem ao espetáculo como uma obra à parte. O resultado é um “vapor de som” com a potência de despertar lembranças tanto nas atrizes e atores quanto em cada espectador.
Como explica Renato Ferracini: “A música e a projeção acústica buscam criar pontes entre elenco e plateia, entre a autoficção apresentada e as memórias eventualmente revisitadas, criando um bordado sonoro que conduz o espectador em uma jornada.” Esse desenho sonoro, que age como uma fagulha para acionar afetos e memórias perdidas, está em sintonia com a encenação, a dramaturgia, a interpretação e a iluminação, elevando a energia de reflexão e convidando o público à contemplação.
Autoficção, memórias e objetos em cena
No palco, o público se depara com uma obra autoficcional e desconstruída, sem narrativa linear. São apresentadas 100 memórias – do grupo LUME, individuais bem como sociais – materializadas em objetos, que resistiram ao tempo: relíquias de família, fotografias, diários, uma coleção de moedas, revistas e peças de roupa. Itens, que servem de suporte para as lembranças dos intérpretes e da história do Brasil, desde a ditadura à atualidade.
A atriz Raquel Scotti Hirson resume: (desses objetos) “Nasceram os fios dessa trama ancorada no trinômio memória-esquecimento-apagamento, engenhosamente engendrados por Kosovski e potencializados pela encenação de Wehbi.” E Ana Cristina Colla, também atriz, complementa: “As memórias apresentadas buscam revelar cicatrizes, escancarar fissuras, expor as imperfeições que nos constituem, promovendo sua reparação. Somente após deitarmos nosso olhar sobre a imperfeição é que podemos agir sobre ela, restaurando-a e transformando-a em algo mais valioso que o perfeito que não experimentou a ruptura.” Apesar do momento político sombrio que o país atravessava no início da criação (2016), e dos ecos de uma frágil democracia resgatada em 1985 – mesmo ano de fundação do LUME –, o espetáculo escolhe a resistência pela arte. Como define Pedro Kosovski: “KINTSUGI, 100 memórias é um gesto de resistência e utopia que nos faz seguir em frente. A arte é transformadora, e é nisso que o LUME acredita.”
Sobre o LUME Teatro
“… Trabalhar o ator é, sobretudo e antes de mais nada, preparar seu corpo não para que ele diga, mas para que ele permita dizer. A arte de ator é uma viagem para dentro de nós mesmos, um reatar contato com recantos secretos, esquecidos, com a memória. A verdadeira técnica da arte de ator é aquela que consegue esculpir o corpo e as ações físicas no tempo e no espaço, acordando memórias, dinamizando energias potenciais e humanas, tanto para o ator quanto para o espectador.” – Luís Otávio Burnier (1956–1995), fundador do LUME.
O LUME é um núcleo interdisciplinar de pesquisas teatrais da UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas) e, ao mesmo tempo, é um coletivo de três atrizes, quatro atores e uma equipe técnica e administrativa diversificada, que se tornou referência internacional para artistas e pesquisadores no redimensionamento técnico e ético do ofício de ator. Um espaço de multiplicidade de visões que refletem as diferenças, impulsos e sonhos de cada um.
Ao longo de mais de 40 anos, tornou-se conhecido em mais de 30 países, tendo atravessado quatro continentes, desenvolvendo parcerias especiais com mestras e mestres da cena artística nacional e mundial. Criou mais de 20 espetáculos e mantém 14 em repertório, com os quais atinge públicos diversos de maneiras não-convencionais. Com sede no Distrito de Barão Geraldo, Campinas (SP), o grupo difunde sua arte e metodologia por meio de oficinas, demonstrações técnicas, intercâmbios de trabalho, projetos itinerantes, trocas culturais, assessorias, simpósios acadêmicos, reflexões teóricas e publicações de livros, que celebram o teatro como a arte do encontro.
Acessibilidade CCBB
A ação Vem pro CCBB conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.
A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van, de quinta a domingo:
Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Sinopse
“Kintsugi – 100 memórias” é uma obra que celebra a beleza da imperfeição e a força das cicatrizes transformadas em ouro. Inspirada na técnica japonesa Kintsugi, que restaura cerâmicas quebradas com traços dourados, a peça constrói um inventário de 100 memórias pessoais e coletivas no palco. Histórias íntimas se revelam, convidando o público a refletir sobre o que permanece em nós e sobre o valor das lembranças, mesmo quando dolorosas. A pesquisa sobre o Alzheimer vem como ponto de partida para tratar de memória, apagamento e superação. O espetáculo é um convite poético para descobrir como nossas marcas e recordações podem se tornar preciosas, revelando a beleza que nasce da imperfeição.
Serviço:
Espetáculo “KINTSUGI, 100 memórias” – LUME Teatro
Gênero: autoficção
Local: Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Endereço: SCES Trecho 2 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves
Temporada: de 4 a 14 de junho de 2026
Dias e horários: de quinta a sábado, às 20h; domingo, às 18h (na semana de jogos da Copa, a sessão de sábado acontecerá excepcionalmente na quarta-feira (10/6), às 20h)
Ingresso: R$ 30 (inteira), e R$ 15 (meia para estudantes, professores, profissionais da saúde, pessoa com deficiência e acompanhante, quando indispensável para locomoção, adultos maiores de 60 anos e clientes Ourocard), à venda no site: http://www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília, a partir das 12h de 30 de maio.
Duração: 120 minutos
Classificação indicativa: não recomendado para menores de 14 anos
CCBB Brasília: aberto de terça a domingo, das 9h às 21h
Com patrocínio da Neoenergia e do Instituto Neoenergia, 11ª edição recebe inscrições gratuitas até 30 de maio em quatro categorias
O Festival Mês da Fotografia está com inscrições abertas para a convocatória pública que irá selecionar trabalhos para sua Exposição Coletiva. Em sua 11ª edição, o evento — que acontece em agosto — reforça seu compromisso com a valorização da fotografia contemporânea e amplia seu alcance ao receber inscrições de fotógrafos e artistas visuais do Brasil e do exterior. A participação é gratuita e o prazo segue até o dia 30 de maio de 2026.
Com o tema “Retratos de um Brasil Plural: Origem, Território e Diversidade”, o festival propõe uma reflexão sobre as múltiplas identidades que compõem o país, incentivando trabalhos que revelem narrativas ainda pouco discutidas, que questionem desigualdades e apresentem novos olhares sobre o território brasileiro. A curadoria é assinada por Denise Camargo, artista visual e pesquisadora, que busca propostas com consistência estética e conceitual, além de abordagens inovadoras e críticas.
A convocatória contempla quatro categorias: Ensaio, voltada a séries fotográficas com narrativa estruturada; Fotografia Individual, para imagens únicas; Jovens Fotógrafos, destinada a participantes entre 16 e 25 anos; e Fotografia Inclusiva, exclusiva para pessoas com deficiência. Ao todo, serão selecionadas 60 obras para compor a exposição coletiva, uma das principais ações do festival desde 2012.
Aberta a profissionais e amadores, a seleção aceita diferentes linguagens e estéticas dentro da fotografia documental, excetuando trabalhos produzidos com inteligência artificial. O processo seletivo será realizado em etapas, com avaliação baseada na coerência com o tema, qualidade técnica e estética, originalidade e diversidade de narrativas e territórios, garantindo também anonimato dos participantes nas fases iniciais.
O Festival Mês da Fotografia incentiva especialmente aparticipação de artistas de grupos historicamente sub-representados, como pessoas negras, indígenas, quilombolas, LGBTQIA+, mulheres, jovens e pessoas com deficiência, reforçando seu compromisso com a inclusão e a democratização do acesso à cultura.
Os artistas selecionados terão suas obras exibidas durante o festival, ampliando sua visibilidade no cenário nacional e internacional. O resultado será divulgado até o dia 30 de junho de 2026, no site e nas redes sociais do evento.
O Festival Mês da Fotografia 2026 conta com patrocínio da Neoenergia e do Instituto Neoenergia, por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal, e é realizado pela Lente Cultural, com produção da Photo Agência e IDEIA Prática.
Mais informações e inscrições estão disponíveis no site oficial https://www.festivalmesdafotografia ou no instagram @festivalmesdafotografia.
Experiência inédita no festival garante acesso a uma área reservada junto ao palco com uma visão privilegiada para quem quer viver cada performance intensamente, além de contar com bares e banheiros exclusivos. Público já poderá garantir a nova modalidade na pré-venda e veda geral de ingressos
Ficar próximo do ídolo sempre desperta fortes emoções nos fãs e, nesta edição do Rock in Rio, o público poderá sentir de perto essa energia única de estar frente a frente com seu artista favorito. Em 2026, o festival contará com o Comfort Zone: nova modalidade de ingresso de gramado do Rock in Rio que permite que o público que adquirir acesse uma área exclusiva no front stage do Palco Mundo. Perfeito para os fãs que sonham em acompanhar os shows de um lugar privilegiado, o novo espaço de 674 m² e com capacidade limitada para 2 mil pessoas também contará com bares e banheiros exclusivos. Mais do que um novo formato de ingresso, a Comfort Zone nasce como um convite para estar ainda mais perto do que realmente importa: a energia ao vivo, a conexão que é criada entre artistas e público e a sensação única de fazer parte de cada segundo no Palco Mundo – do primeiro acorde ao último grito da plateia.
O Comfort Zone estará disponível para ser adquirido dentro do fluxo oficial de venda de ingressos do festival, integrando tanto a pré-venda quanto a venda geral. A pré-venda acontece no dia 02 de junho, às 12h, destinada a clientes Itaú e membros do Rock in Rio Club, enquanto a venda geral será aberta no dia 08 de junho, às 19h. A partir destas datas o público já poderá garantir um lugar na Cidade do Rock, exclusivamente online, por meio da plataforma Ticketmaster Brasil (rockinrio.ticketmaster.com.br).
Os ingressos para o Comfort Zone terão valor de R$ 1.950 (inteira), R$ 975 (meia-entrada) e R$ 1.657,50 para clientes Itaú, com 15% de desconto. O pagamento poderá ser efetuado com cartões de crédito ou PIX. Clientes que efetuarem o pagamento com os cartões de créditos emitidos pelo Itaú Unibanco Holding S.A. têm 15% de desconto na compra de ingressos (não cumulativos com a meia-entrada) e poderão parcelar sua compra em até 8x sem juros. Nos demais cartões aceitos, o pagamento poderá ser feito em até 6x sem juros. Exceção para cartões internacionais que não possuem parcelamento. Para pagamento com PIX, basta utilizar o QR Code apresentado na tela final do processo de compra e realizar o pagamento. O prazo para efetuar a compra são 10 minutos após a geração do código para pagamento. Os ingressos estarão garantidos e disponíveis apenas após a confirmação do pagamento.
Na venda de ingressos do Rock in Rio para o público em geral, os clientes podem comprar até 4 (quatro) ingressos por dia, podendo combinar ingressos de Gramado e Comfort Zone, com limite de até 1 meia-entrada por setor. Exclusivamente, Pessoas com deficiência poderão selecionar, além do seu ingresso, 01 ingresso meia-entrada adicional para o seu acompanhante para cada dia comprado. Respeitando o limite de no máximo 04 ingressos por dia de festival em seu CPF.
A classificação etária do evento é de 16 (dezesseis) anos. A entrada de menores de 16 (dezesseis) anos será permitida desde que estejam acompanhados dos pais ou representantes legais.
Os grupos que têm direito ao benefício são: Estudantes, menores de 21 anos, maiores de 60 anos, deficientes e seu acompanhante, profissionais e professores da rede de ensino do Rio de Janeiro, jovens de baixa renda e garis da Companhia Municipal de Limpeza Urbana.
Para evitar filas, a organização indica que o documento esteja em mãos ao se dirigir até a catraca. Saiba qual documento é indispensável para cada categoria:
– Maiores de 60 anos com Documento de identidade oficial com foto;
– Estudantes de ensino fundamental, médio ou superior da rede pública ou particular: Carteira de Identificação Estudantil (CIE), emitida pela ANPG, UNE, Ubes, entidades estaduais e municipais, Diretórios Centrais dos Estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos, conforme modelo único nacionalmente padronizado. Os elementos indispensáveis da CIE são: nome completo e data de nascimento do estudante; foto recente do estudante; nome da instituição de ensino na qual o estudante esteja matriculado; grau de escolaridade; e data de validade até́ o dia 31 de março do ano subsequente ao de sua expedição. Não serão aceitos em nenhuma hipótese boleto bancário ou comprovante de mensalidade;
– Jovens pertencentes a famílias de Baixa Renda (com idades de 15 a 29 anos): Carteira de Identidade Jovem, emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto;
– Pessoas com Deficiência (e um acompanhante): Documento de identidade oficial com foto e Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social – INSS que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar no 142, de 8 de maio de 2013 ou laudo médico atestando a deficiência com o número da CID;
– Professores das Redes Públicas Estadual e Municipais de Ensino de São Paulo: Professores, Diretores, Coordenadores pedagógicos, Supervisores e Titulares de cargos do quadro de apoio das escolas das redes públicas estadual e municipais de ensino de São Paulo – Apresentação da carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação ou pela apresentação do holerite do servidor (comprovante de pagamento do salário);
– Aposentados: Comprovação da condição de aposentado mediante a apresentação de documento hábil (exemplo: apresentação de documento de identidade oficial com foto e/ou cartão de benefício do INSS que comprove a condição).
Pré-venda para clientes Itaú e membros do Rock in Rio Club começa no dia 2 de junho, ao meio-dia
Enquanto a venda geral de ingressos não começa, clientes que possuem cartões de créditos emitidos pelo Itaú Unibanco Holding S.A., além de membros do Rock in Rio Club, têm a oportunidade de adquirir o ingresso antes do público geral: a pré-venda acontece no dia 2 a 8 de junho, a partir do meio-dia, e é realizada exclusivamente no site da Ticketmaster. As condições de parcelamento serão com Cartão de Crédito ou PIX. Clientes que efetuarem o pagamento com os cartões Itaú Unibanco Holding S.A poderão parcelar sua compra em até 8x sem juros. Nos demais cartões aceitos, o pagamento poderá ser feito em até 6x sem juros. Exceção para cartões internacionais que não possuem parcelamento. Para pagamento com PIX, basta utilizar o QR Code apresentado na tela final do processo de compra e realizar o pagamento. O prazo para efetuar a compra são 10 minutos após a geração do código para pagamento. Os ingressos estarão garantidos e disponíveis apenas após a confirmação do pagamento. Também se aplicam na pré-venda e são válidos até o final da cota de ingressos disponibilizada para a mesma.
As condições promocionais da pré-venda Club são válidas para aquisição de até 02 (dois) ingressos, por dia, podendo escolher entre gramado e Comfort Zone, sendo no máximo 1 (uma) meia-entrada por setor e por dia. Durante o período de pré-venda, os ingressos para Gramado têm compra garantida e não se esgotam. Já os ingressos da Comfort Zone estão sujeitos à disponibilidade. O desconto de 15% não é cumulativo com a meia-entrada ou outros descontos. Lembrando que dentro do período da pré-venda Club, os ingressos não esgotam.
Para a pré-venda Itaú, as condições promocionais desta pré-venda são válidas para aquisição de até 04 (quatro) ingressos por dia de festival, por CPF, podendo combinar ingressos de Gramado e Comfort Zone, com limite de até 1 meia-entrada por setor. Máximo de 10 (dez) ingressos por CPF. O desconto de 15% não é cumulativo com a meia-entrada ou outros descontos. Vale lembrar que essa pré-venda esgota, diferente do Club.
Prazo para escolha do Rock in Rio Card vai até 8 de junho, ao meio-dia
Para quem já adquiriu o Rock in Rio Card, o prazo para escolher o dia de uso do ingresso vai até 8 de junho, ao meio-dia – etapa essencial para garantir presença na data desejada, antes que as opções se esgotem. Todo o line-up do festival já foi anunciado, dando a segurança para que os fãs decidam com calma quando viver a experiência na Cidade do Rock.
Após esgotar em menos de uma hora, o Rock in Rio Card – ingresso de gramado sem data pré-definida – já está na etapa de escolha do dia: os fãs que garantiram o Card têm até 8 de junho, ao meio-dia, para definir quando irão ao festival. A escolha deve ser realizada exclusivamente pelo titular da compra, por meio do site da Ticketmaster Brasil, acessando a área “Meus Pedidos” dentro do histórico de compras. Cada Rock in Rio Card é válido para um único dia de festival, podendo o cliente optar por datas iguais ou diferentes, conforme a quantidade adquirida. Uma vez definida, a data não poderá ser alterada.
Durante o período de escolha o público poderá selecionar qualquer um dos dias do festival, sem risco de esgotamento. Após esse prazo, a definição ficará condicionada à disponibilidade de ingressos para cada data, o que reforça a importância de realizar o processo com antecedência, especialmente para os dias mais concorridos. A dinâmica também permitiu que os fãs acompanhassem os anúncios de atrações ao longo do período, e todos os artistas de cada dia foram divulgados antes do encerramento da janela de escolha, ajudando o público a decidir com mais segurança qual dia viver na Cidade do Rock.
Rock in Rio chega repleto de novidades em 2026
Marcado para acontecer na Cidade do Rock, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro de 2026, o Rock in Rio já divulgou seu line-up completo.
Entre os confirmados no primeiro fim de semana do Rock in Rio, o dia 4 de setembro tem no Palco Mundo Foo Fighters como headliner, Rise Against, The Hives e Nova Twins. Na mesma data, o Sunset tem Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos, Hot Milk, Detonautas convidam Biquini e Di Ferrero, e o Espaço Favela tem MC Rodrigo do CN, Hitmaker e GBZ7N. No New Dance Order, Steve Angello é o headliner, além de apresentações de GIU x Carola, ATKÖ e Cat Dealers. Já o Global Village recebe Paulinho Moska, Leela e Giovanna Moraes, enquanto o Supernova traz Diogo Defante, Venere Vai Venus, Rock in Gil com Larissa Luz e Chady.
No dia 5, o Palco Mundo recebe Avenged Sevenfold fechando os shows do espaço, além da apresentação do Bring Me The Horizon, mgk (Machine Gun Kelly) e Sepultura. Ainda no dia 5, o Sunset recebe Bad Omens, Poppy, Black Pantera convida Nervosa, além de Malvada convida Day Limns, e o Espaço Favela tem Major RD, Canto Cego e Quantum. Já no New Dance Order, James Hype é a principal atração, com shows de Volkoder, Camila Jun x Eli Iwasa e Victor Lou. O Global Village terá Korzus, Noturnall + Russell Allen e Rhegia, enquanto o Supernova recebe Supercombo, Lvcas, MC Taya e Zero.
No dia 6 de setembro, Calvin Harris é o headliner do Palco Mundo, que também recebe Black Eyed Peas, Nelly e Barão Vermelho Encontro Formação Original. O Palco Sunset recebe NE-YO, Jota Quest toca Tim Maia, BaianaSystem e Calema. o Espaço Favela tem Xamã, Rael e Budah. No New Dance Order, MEDUZA³ encerra a noite, além de apresentações de Liu, Casa Bonita – Brisotti e Viot, e Sofi Tukker. Já o Global Village conta com Mohamed Ramadan, Mãeana e Bento Gil convida Flor Gil, enquanto o Supernova traz João Gordo & Asteroides Trio em “Blitzkrieg Psycho Bop Ramones 50”, Matanza Ritual, Bayside Kings e O Escritório.
Já no feriado de 7 de setembro, o Palco Mundo terá como principal atração Elton John, além de shows de Gilberto Gil, Jon Batiste e Luísa Sonza convida Roberto Menescal. Na mesma data, no Palco Sunset o público poderá assistir as apresentações de Laufey, Péricles canta Motown, Roupa Nova convidando Guilherme Arantes, e Vanessa da Mata convidando Rubel. Já o Espaço Favela tem Belo, Mart’nália e Tiee. No New Dance Order, Fatboy Slim encerra a noite, além de apresentações de Aline Rocha, Leo Janeiro & simo not simon e Max Styler. O Global Village recebe João Bosco, Joyce Moreno, Leila Pinheiro e Fernanda Takai, além de Wanda Sá, enquanto o Supernova traz Alee, Zeca Veloso, Melly e Maui.
No segundo fim de semana do Rock in Rio, o dia 11 de setembro traz ao Palco Mundo Stray Kids como headliner, além de shows de Alok, HWASA e NEXZ. Na mesma data, a programação do Palco Sunset inclui Jamiroquai, PJ Morton, Os Garotin convidando Duquesa, e Jota.pê convidando Luedji Luna e Zaynara, a do Espaço Favela tem MC Cabelinho convida TZ da Coronel, além de Puterrier, MC Carol e Caio Luccas. No New Dance Order, o encerramento fica por conta do b2b entre Neelix e Vegas, além de apresentações de Omiki, DEPARTAMENTO e ANNA. Já o Global Village conta com Soulidified, Rio Bronx e Lambateria convida Félix Robatto, enquanto o Supernova recebe Nandatsunami, Ananda, Isa Buzzi e Muse Maya.
No dia 12 de setembro, o Palco Mundo tem Maroon 5 fechando os shows do espaço no dia, além de Demi Lovato, J Balvin e Pedro Sampaio. Ainda no dia 12, no Palco Sunset se apresentam Mumford & Sons, João Gomes com a Orquestra Brasileira, Gilsons convidando Daniela Mercury e Olodum, além do encontro entre Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago, enquanto o Espaço Favela tem Timbalada, Priscilla Senna e Soul de Brasileiro. No New Dance Order, Alok encerra a noite com o projeto inédito Rave The World, além de apresentações de Alok & Family – Ekanta e Swarup, Gabe, Adam Sellouk e Bhaskar. O Global Village recebe Mestrinho, Hamilton de Holanda e Badi Assad, enquanto o Supernova traz Delacruz, Milo J, Yago Oproprio e Celo Dut.
Por fim, no dia 13 de setembro, o Palco Mundo tem Twenty One Pilots como headliner, além de Halsey, Lola Young e Ivete Sangalo. O Palco Sunset tem Zara Larsson como principal atração, Marina Sena convida Céu, Joelma convida Viviane Batidão e Carol Biazin convida Joyce Alane. O Espaço Favela recebe DENNIS, Suel e Marvvila. No New Dance Order, John Summit comanda o último show da Cidade do Rock, além de apresentações de Roddy Lima, Illusionize e Dawn Patrol – Maz, Antdot, Riascode e Bakka. Já o Global Village recebe Haley Smalls, Lucy Alves e Kinnie, enquanto o Supernova traz Lourena, Sant, Bruna Black e AR Baby.
Além dos artistas, o festival chega com novidades marcantes: o Palco Mundo ganha uma cenografia totalmente inédita e, pela primeira vez, toda sua estrutura frontal será revestida por 2.400 m² de painéis de LED de altíssima definição, transformando o espaço em um único e imenso painel visual. A maior pista de dança da Cidade do Rock, o New Dance Order também retorna em 2026 com uma cenografia totalmente nova, com 56,50 metros de largura e 22,5 metros de altura, reforçando sua presença monumental no festival. O palco amplia ainda mais a experiência do público, enquanto os 502m² de painéis de LED são um dos grandes destaques do projeto visual, criando uma atmosfera imersiva que integra música, luz e movimento.
Outra novidade é a Gourmet Square, que contará com uma curadoria assinada pelo chef Pedro Siqueira, reconhecido entre os 100 melhores pizzaiolos do mundo pelo The Best Pizza Awards 2025, que também levará a gastronomia do Sìsì em um dos restaurantes do espaço. Outro destaque é o retorno do espetáculo aéreo The Flight, um dos momentos mais pedidos pelo público e que volta após apresentações históricas no festival – prometendo ainda mais emoção com manobras acrobáticas sincronizadas, trilha sonora especial e 756 disparos de fogos diurnos. Neste ano, a Babilônia Feira Hype retorna ao Rock in Rio para celebrar 30 anos de história desde sua primeira edição. Nesta edição, o espaço ganha uma nova localização, próximo ao palco New Dance Order, em uma estrutura projetada pelo arquiteto João Uchôa. Ao todo, serão 20 tendas que, durante os sete dias de festival, receberão 60 expositores, com curadoria de marcas realizada pelo Instituto Brasileiro de Cultura, Moda e Design (Inbracultmode). Além das tendas, o público também poderá aproveitar uma programação com DJs convidados e uma instalação de arte urbana, ampliando a experiência do espaço e fazendo da Feira parte do percurso criativo do festival.
O Rock in Rio, em parceria com a LightWire, anunciou um espetáculo grandioso que emocionou o mundo e que agora ocupa uma arena na Cidade do Rock para envolver toda a plateia: o ECCO. A atração é mais um dos projetos da Fábrica de Sonhos do Rock in Rio – a engrenagem criativa que, desde a primeira edição, se reinventa para surpreender o público com experiências que vão muito além da música e transformam ideias em momentos inesquecíveis para milhões de pessoas. A LightWire fará sua estreia no festival e vai transformar a apresentação em uma experiência sensorial inédita para o público. O projeto nasce como uma jornada imersiva em 360°, em que luz, som, tecnologia, corpo, aromas e natureza se fundem para criar uma narrativa profunda e envolvente. Na Cidade do Rock, o espetáculo chega inspirado na ideia de que a floresta é a verdadeira origem do som, propondo uma reflexão sobre as vibrações primordiais do planeta – vento, água, raízes e fogo – e sobre a forma como o ser humano transforma essas vibrações em música, arte e emoção. Combinando bailarinos, coreografias precisas, trilha sonora original com tecnologia surround, projeções mapeadas, holografia, áudio imersivo e figurinos tecnológicos em LED e fibra ótica – que se destacam pelo uso do PixelWear, com mais de 1.500 pixels de LED controlados individualmente, e do NewDress, que utiliza 1.000 metros de fibra óptica iluminados por LED –, cada uma das cinco apresentações diárias no festival terá 20 minutos de duração e uma capacidade para 1.000 pessoas dentro do espaço.
Sobre o Rock in Rio
1985 marca a primeira edição do evento idealizado por Roberto Medina e que hoje, 41 anos depois, é considerado o maior festival de música e entretenimento do mundo – o Rock in Rio. A história do evento se entrelaça com a do entretenimento no Brasil, sendo responsável por colocar o país na rota dos eventos internacionais, já que pela primeira vez, um país da América do Sul sediou um evento musical dessa magnitude. Em uma área de 250 mil m2, em Jacarepaguá, durante dez dias, 1 milhão e 380 mil pessoas foram iluminadas pela primeira vez e começaram a fazer parte do grande espetáculo. No palco – o maior do mundo na época, com 80m de boca de cena – 15 atrações nacionais e 16 internacionais. Originalmente organizado no Rio de Janeiro, o festival ganhou o mundo chegando a Lisboa (Portugal), onde é realizado até hoje, passando por Madrid (Espanha) e Las Vegas (USA).
Desde a primeira edição, já gerou mais de 297,6 mil empregos diretos e indiretos e, apenas na última, em 2024, um impacto econômico de R$ 2.9 bilhões na cidade do Rio de Janeiro. Em 2022, o Rock in Rio foi considerado patrimônio cultural imaterial do estado do Rio de Janeiro. Pelas Cidades do Rock, desde 1985, já passaram mais de 12.3 milhões de visitantes, que assistiram a mais de 4.667 artistas em 141 dias de magia. Dentre os números gigantes do festival, mais de 146 milhões de pessoas alcançadas pelas comunicações nas redes sociais na edição que celebrou os 40 anos do Rock in Rio.
Gerando impactos positivos nos países onde é realizado e consciente do poder disseminador da marca, o Rock in Rio pauta-se por ser um evento com o propósito de construir um mundo melhor para pessoas mais felizes, confiantes e empáticas num planeta mais saudável. Adotando e incentivando práticas que apoiam o coletivo, se une a empresas que possuem este mesmo olhar e diretriz. O festival investiu, junto com seus parceiros, mais de R$ 118 milhões em diferentes projetos, passando por temas como sustentabilidade, educação, música, florestas, entre outros. Apenas na Amazônia, mais de 4 milhões de árvores foram plantadas. A marca foi pioneira em ter a certificação ISO 20121 – Eventos Sustentáveis, é neutra em carbono desde 2006 e, em 2022, começou a trabalhar ambiciosas metas para 2030, alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Das 24 edições, dez ocorreram no Brasil (1985, 1991, 2001, 2011, 2013, 2015, 2017, 2019, 2022 e 2024), dez em Portugal (2004, 2006, 2008, 2010, 2012, 2014, 2016, 2018, 2022 e 2024), três na Espanha (2008, 2010 e 2012) e uma nos Estados Unidos (2015).
Demanda por maior controle de origem em meio a crise do metanol impulsionou a criação do selo, que fortalece a segurança e a credibilidade da cachaça de alambique
A cadeia produtiva da cachaça de alambique deu um passo importante em direção à transparência e à valorização da bebida mais tradicional do Brasil. Durante a 3ª edição do Festival da Cachaça de Brasília, que segue até domingo (31), foi apresentado oficialmente ao público o Selo Nacional da Cachaça de Alambique, desenvolvido pela Associação Nacional da Cachaça de Alambique (Anpaq), iniciativa que indica a origem, a autenticidade e os métodos tradicionais de produção da bebida.
A criação do selo começou a ser debatida em outubro do ano passado, durante a participação da Anpaq no Festival Curicaca, realizado na Arena Mané Garrincha, em Brasília. Naquele momento, o setor acompanhava com preocupação os desdobramentos da crise provocada por casos envolvendo contaminação por metanol em bebidas alcoólicas, situação que gerou insegurança entre consumidores e colocou em evidência a necessidade de mecanismos capazes de diferenciar produtores sérios e produtos com origem comprovada.
Foi nesse contexto que ganhou força a proposta de criar um selo nacional voltada especificamente para a cachaça de alambique, oferecendo ao mercado uma ferramenta de identificação do produtor, da origem, da autenticidade e da valorização dos produtores comprometidos com as boas práticas de fabricação e regulamentadas pelo MAPA.
“O selo nasce para mostrar ao consumidor exatamente o que ele está comprando. Queremos dar visibilidade aos produtores que preservam a tradição da cachaça de alambique, além de oferecer uma garantia adicional de autenticidade e procedência”, destaca o presidente da ANPAQ, Sérgio Maciel.
Para Edilane Oliveira, organizadora do Festival da Cachaça de Brasília, o lançamento do selo durante o evento representa mais um avanço para toda a cadeia produtiva com o palco de apresentação no festival. “O Festival da Cachaça de Brasília foi criado para valorizar produtores, promover conhecimento, aproximar o consumidor da cultura da cachaça e trazer as principais demandas do setor para o centro das discussões políticas do país. Receber o lançamento do Selo Nacional da Cachaça de Alambique reforça o papel do evento como um espaço estratégico para fortalecer a cadeia produtiva, ampliar o diálogo com o poder público, gerar negócios e valorizar a autenticidade de uma das maiores expressões da cultura brasileira”, afirma.
O Selo identifica bebidas produzidas em alambique de cobre, com destilação em bateladas – separação da cabeça, calda e coração da cachaça com processos controlados que preservam características regionais e sensoriais. Além da certificação visual, cada produtor receberá um QR Code próprio e um código serial exclusivo, permitindo ao consumidor acessar informações sobre o produtor, a origem da bebida, os processos produtivos e a autenticidade.
Apresentada em abril deste ano na Universidade Federal de Lavras (UFLA), durante o III Simpósio Brasileiro da Cachaça, uma das principais referências nacionais em estudos e pesquisas relacionados à cachaça, a iniciativa chega ao mercado como uma ferramenta estratégica para fortalecer a competitividade do setor, ampliar a confiança dos consumidores e agregar valor às marcas participantes.
O lançamento ocorre em um momento de expansão da cadeia produtiva da cachaça, que registra crescimento no número de produtores, estabelecimentos e rótulos, ao mesmo tempo em que consumidores demonstram interesse crescente por produtos “artesanais”, de controle comprovado de origem conhecida e identidade regional. Para a Anpaq, o lançamento representa mais do que um selo de qualidade: trata-se de uma ação de proteção ao patrimônio cultural brasileiro, de fortalecimento da imagem da cachaça de alambique e de incentivo à profissionalização do mercado.
Mais do que uma certificação, o selo representa um compromisso com a autenticidade, a transparência e a valorização da verdadeira cachaça de alambique brasileira.
Na foto: Edilane Oliveira (presidente do IBI e organizadora do evento), Sérgio Maciel (Presidente da Anpaq) e Adão de Faria (produtor da cachaça Canela de Ema – MG. Primeiro a obter o Sele Nacional)
Serviço | Festival da Cachaça de Brasília
Data: 27 a 31 de maio Local: Estacionamento da Arena Mané Garrincha Entrada: Gratuita Classificação: Livre 30/05 – 11 às 23h 31/05 – 11h às 23h
Quanto mais gente, maior a vantagem: grupo de 7 a 8 pessoas garante 20% de desconto nos ingressos; recreação especial acontece todos os dias do feriado
Goiás, maio de 2026 – O Águas Correntes Park, localizado na Cidade Ocidental (GO), a cerca de 40 minutos de Brasília, preparou uma campanha especial para o feriado de Corpus Christi, celebrado entre os dias 4 e 7 de junho. A promoção segue o conceito de desconto progressivo: quanto maior o grupo, maior a vantagem. As compras devem ser realizadas até o dia 3 de junho, exclusivamente pelo site oficial do parque. Além dos descontos, o parque oferecerá recreação especial em todos os dias do feriado.
“Essa é a nossa forma de incentivar os encontros em família e entre amigos para o feriado de Corpus Christi. Preparamos uma campanha que valoriza o grupo e ainda oferece recreação especial todos os dias. É a oportunidade perfeita para reunir todo mundo e curtir um dia completo no parque”, afirma Rafael Toledo, Gerente Executivo do Águas Correntes Park.
A mecânica da promoção é simples e progressiva. Na compra de três ingressos, o cliente garante 10% de desconto. Com quatro ingressos, o desconto sobe para 12%. Grupos de cinco ou seis pessoas têm 15% de desconto. Já quem comprar sete ou oito ingressos alcança o maior patamar da promoção: 20% de desconto. A ação é ideal para encontros de famílias, grupos de amigos e até mesmo para quem deseja realizar pequenas confraternizações e aproveitar o feriado prolongado com economia e diversão. Além dos descontos nos ingressos, o parque preparou uma programação especial de recreação para os dias 4, 5, 6 e 7 de junho.
Atrações do Águas Correntes Park
Acqua Park Área que reúne diversão para todas as idades, com escorregadores de diferentes alturas e velocidades adaptados para crianças a partir de cinco anos, além de brinquedos interativos como jatos d’água. A piscina com profundidade controlada e supervisão de salva-vidas completa o espaço.
Soláris Park Destinado ao relaxamento e bem-estar, oferece piscinas aquecidas com temperaturas controladas, hidromassagem com jatos direcionáveis, cascatas artificiais que proporcionam massagem natural, além de espreguiçadeiras. O espaço conta ainda com sauna seca e ofurôs, mediante disponibilidade.
Rampa Aquática Atração para os aventureiros, consiste em uma estrutura inclinada revestida com material especial que permite deslize suave e seguro diretamente para piscinas de água natural, sem uso de produtos químicos, simulando um mergulho em corredeiras. É permitida para maiores de oito anos acompanhados por responsável e para adultos sozinhos, sempre com monitoria.
Cachoeira Saia Velha e Retiro do Templo Acesso exclusivo para clientes do parque por meio de uma trilha pavimentada de baixa dificuldade com cerca de 15 minutos de duração. O percurso atravessa o Retiro do Templo, área que resgata elementos históricos de antigas fazendas, incluindo roda d’água em funcionamento, moinho de pedra original do século XIX restaurado, gruta natural com pequena queda d’água e mirante com vista panorâmica para o vale.
Infraestrutura de apoio O parque disponibiliza estacionamento gratuito e vigiado, vestiários com chuveiros e armários individuais mediante locação, fraldário equipado com trocadores e pias na área infantil, quiosques com alimentação variada, loja de conveniência e primeiros socorros durante todo o horário de funcionamento.
Sobre o Águas Correntes Park Em uma área de mais de 800 mil metros quadrados em meio ao Cerrado, o Águas Correntes Park, parque aquático localizado a cerca de 40 minutos de Brasília, na Cidade Ocidental em Goiás, reúne 16 piscinas, trilha com acesso à cachoeira e atrações para todas as idades, incluindo áreas pensadas especialmente para as crianças. O parque aquático disponibiliza a compra antecipada de ingressos pelo site https://aguascorrentes.com.br/, e também o Passaporte, para quem quer ter acesso a melhor diversão pertinho de casa o ano todo. https://aguascorrentes.com.br/
A montagem os praias de praias da montanha, Melhor Espetáculo, Melhor Melhor, Melhor Dramaturgia e Melhor, consolidando-se como destaque desta do festival.
Ao longo de dez dias de programação, o Festival Dulcina apresentação de oito a mais por exemplo, entre 68 inscritos, reafirmado é papel como espaço de de, eftorgy e fazendo das artes cênicas locais.
Na categoria principal da noite, galhada, em tempos de fissura o Troémedo Dulcina e premiação de R$ 10 mil de levading o Alugar de Melhor Espetáculo. Segundo o, a obra se destaque por abordagem “uma atual temática e urgente” com “excelência técnica, humor, densidade e ”.
Outro destaque da premiação foi Baraúna Boi Valente, do grupo Raízes do Encanto, nas vencedor categorias Melhoroplastia Son, Melhor Figura Melhor e Cenografia. Já o Desde sempre, do CeinCena, o recebe de Melhor Produção.
Nas categorias de interpretação, os vencedores Dere foramnis Camargo, por Um Lapso de Ouro e Vinho, eleito A Melhortor, e Juliana Drummond, de Se Eu Fosse Eu, Clarices, vencedora como Melhor Atriz.
O setizou deteção foro foro Sheila Campos, Silvia Paes e Nei Ci profissionais da companhia, comaram artes cênicas e na tetral do Distrito Federal.
Realizado pela C1 Arte & Entretenimento, o Festival Dulcina contorno com patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federalda Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (FAC/DF) e parceria do SESC/DF.
Prêmios – 4o Festival Dulcina
• Melhor Sonoplastia — Baraúna Boi Valente • Melhor Figurino — Baraúna Boi Valente • Melhor Cenografia — Baraúna Boi Valente • Melhor Iluminação — galhada, em tempos de fissura • Melhor Produção — Desde Sempre • Melhor Dramaturgia — galhada, em tempos de fissura • Melhor Ator — Dízio Camargo (Um Lapso de Ouro e Vinho) • Melhor Atriz — Juliana Drummond (Se Eu Fosse Eu, Clarices) • Melhor Direção — galhada, em tempos de fissura • Melhor Espetáculo — galhada, em tempos de fissura
Brasília ganha web série documental “Setorial Rock Shots” para debater a pluralidade, os bastidores e os desafios da cena rock no DF e Entorno
Com o objetivo de radiografar uma das manifestações culturais mais emblemáticas da capital federal, o projeto Setorial Rock Shots chega ao formato de podcast com estilo telejornalístico para jogar luz sobre as engrenagens, a história e o futuro do movimento. Dividida em 10 episódios, com gravação de 30 minutos cada, e lançamento previsto para este sábado (30), a produção reúne uma seleção expressiva de cerca de 30 convidados de destaque — entre músicos consagrados, produtores da periferia, comunicadores, especialistas e ativistas — para discutir tópicos essenciais como protagonismo feminino, inclusão, sustentabilidade urbana, economia e preservação de patrimônio.
Mais do que celebrar a trajetória musical do Distrito Federal e da Região Integrada de Desenvolvimento (RIDE), o Setorial Rock Shots – idealizado pelo Setorial Cultura Rock – funciona como um espaço de diálogo e reflexão sobre as políticas públicas, as barreiras de acessibilidade e os novos caminhos de fomento para manter acesa a chama da cultura independente.
De pioneiros que moldaram a identidade “Capital do Rock” às novas bandas do metal extremo e do circuito pop regional, o programa costura o peso das guitarras com debates cruciais de direitos humanos e transformação social.
EPISÓDIOS E CONVIDADOS
Episódio 1 – Mulheres na Produção: Desafios e Conquistas
Um debate com grandes lideranças femininas dos bastidores que movem a cadeia produtiva, coordenando desde a regularização documental até grandes festivais locais e internacionais.
Eliane América: Produtora cultural, DJ, ex-proprietária do clássico América Rock Club e gestora pública com mais de 26 anos de atuação na cena independente de Brasília. Atualmente é Gerente de Cultura do Plano Piloto.
Analine Ramos: Produtora e publicitária especializada em regularização, licenciamento e prestação de contas de megaeventos (como Expomix e Brasília Tattoo Festival). Lidera a “Esfera Cultural” com foco no rock periférico e gerencia a banda Podrera.
Táta Cavalcanti: Produtora cultural com mais de 30 anos de experiência na realização de shows nacionais e internacionais. É sócia de Philippe Seabra (Plebe Rude) na Capital do Rock Produções e acumula cerca de 40 produções audiovisuais no currículo.
Episódio 2 – Ocupação e Resistência no Rock
Uma imersão na cultura underground e na identidade de contestação do rock do DF, abordando a manutenção de zines e espaços autônomos.
Felipe CDC: Histórico fanzineiro, músico (Death Slam, Terror Revolucionário, Caligo), produtor do Headbangers Attack e Vomitando a Ceia, apresentador do programa Zine-se e membro ativo do Centro Cultural Ferrock.
Ticones: Músico e produtor cultural nascido na capital e graduado pela renomada Faculdade de Artes Dulcina de Moraes.
Soroh Navvar: Diretor de arte, jornalista e designer com 27 anos de carreira. Ativista e colaborador do underground de Brasília, atua sob uma firme militância antifascista e comunista no Guará.
Episódio 3 – Legado no Rock e Reconhecimento
O resgate histórico de pioneiros das décadas de 1980 e as discussões jurídicas fundamentais sobre o Direito Cultural aplicados à música.
Dra. Veranne Magalhães: Advogada especialista em Direito Cultural, Presidente da Comissão Especial de Cultura e Arte do CFOAB e da Comissão de Cultura e Economia Criativa da OAB-DF (2025/2027).
João Bosco: Aos 64 anos, é um dos punks mais antigos do Centro-Oeste. Cofundou em 1983 a histórica banda Detrito Federal, um pilar de resistência pioneiro no punk antifascista de Brasília.
Gilmar Batista: Baixista, vocalista e letrista da banda A.R.D. (ativa desde 1984), com a qual já realizou três turnês internacionais por países como Rússia e Finlândia. É também professor de literatura e gerente do Ponto de Cultura Cia Lábios da Lua.
Dra. Hanelise Justo: Advogada especialista em Direito Previdenciário, CEO da HJ Advocacia e Presidente da Comissão de Direito Previdenciário da OAB/DF (2025/2027).
Episódio 4 – A Transversalidade do Rock
Uma reflexão sobre como o rock está para além da música, se conectando com múltiplas linguagens e atividades, rádio, moda, atuação cultural e social, backstage, design e patrimônio
Paulo Atos: Pioneiro da cultura de Samambaia (desde 1989), arte-educador e ex-servidor da Diretoria de Patrimônio Cultural da Secult-DF. Fundador do movimento Samamba Rock e do Instituto Solid’Art.
Marcos Pinheiro: Jornalista (UnB) e radialista há 35 anos. Criador, produtor e apresentador do renomado programa Cult 22 (no ar desde 1991 na Rádio Cultura FM), além de ex-coordenador de imprensa e curador do festival Porão do Rock.
Nina Puglia: Convidada é pesquisadora e integrante do debate sobre a transversalidade e a circulação da comunicação e arte na cena.
Episódio 5 – Protagonismo Feminino em Cena
A força das vozes e instrumentos femininos nas apresentações ao vivo, nos vocais potentes e na técnica de som, quebrando barreiras estéticas.
Jazz Kaipora: Técnica de som, guitarrista da banda de metal extremo feminista Murderess e comunicadora à frente do programa A Hora da Saúde Metal (Rádio Cultura/Cult22), com foco em saúde mental e direitos humanos.
Luciana Melo (Lucy): Jornalista, multiartista e experiente produtora (trabalhou com o rapper GOG e no coletivo Mulherau). É diretora da Agência Todas (composta exclusivamente por mulheres) e conecta arte com transformação social.
Mariana Coelho: Vocalista brasiliense de canto erudito e rock. Desde 2005 lidera a aclamada banda Quinta Essência (tributo a Janis Joplin e outras divas do rock/soul), preparando o lançamento de suas composições autorais.
Episódio 6 – Inclusão e Integração Social/Racial/Gênero
O rock como ponte para debater representatividade negra, de minorias LGBTQIAP+, acessibilidade e a presença de pessoas com deficiência (PCD) na cultura.
Miriam Gomes Alves: Graduada e Mestre em Educação (UFMG), atua diretamente na Coordenação-Geral de Educação e Cultura em Direitos Humanos do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.
Alê Capone: Produtora cultural, consultora em acessibilidade, membro do Setorial Cultura Rock, presidente da ANTE, coordenadora do LABFAZ e articuladora do Comitê de Cultura DF/MinC.
Elias Augusto: Multi-instrumentista, cantor e compositor ceilandense. Premiado como melhor Instrumentista Popular no Prêmio Profissionais da Música (2025), já tocou com Marcelo D2 e Hodari, em grandes palcos como o festival The Town e Capital Moto Week.
Episódio 7 – Consciência Ambiental e Urbana do Rock
O debate sobre sustentabilidade em festivais, eco-urbanismo e o papel do movimento ecofeminista e regenerativo na ocupação consciente das cidades.
Ari de Barros: Produtor cultural com base na Ceilândia desde 1982, idealizador dos históricos festivais Ferrock e Ferrock Ecologia. É membro da diretoria da COMDEMA (Comissão de Defesa do Meio Ambiente de Ceilândia).
Clarissa Carvalho: Antropóloga, musicista (baixista na Murderess e ex-Poena/Estamira) e produtora do Festival Bruxaria. É ativista ecofeminista e integrante do Instituto Inspira Verde, focado na relação ecológica com o DF.
Episódio 8 – Rock como ESP (Economia, Saúde e Patrimônio)
As estratégias de geração de renda, o cuidado com a saúde física/mental dos trabalhadores da cultura e os caminhos de captação por editais públicos no DF e RIDE.
Dayse Hansa: Produtora e gestora de projetos desde 2002, acumulando mais de 1.000 realizações. Foi co-gestora do Espaço Cultural Mapati por quase duas décadas, diretora da ABRAFIN e é fundadora da Sala de Produções (desde 2012).
Geldo Araújo (Wolverine): Professor de matemática, engenheiro de agrimensura, produtor e agente cultural credenciado desde 2003. Criador de gincanas ecológicas, do Clube de Ciência CEM 111 e do festival “1 Kg de Rock”, que une difusão científica com a cultura rocker periférica.
Episódio 9 – Moda Rocker e Cultura Geek
A estética alternativa como fator de identidade, pertencimento e mercado econômico de resistência de vestuário e performances.
Thaís Yanagisawa Yamanaka: Gestora estratégica da tradicional loja Porão Rockwear, fundada nos anos 2000 por sua mãe, Dona Clarice, em Taguatinga, atuando há 26 anos como ponto de apoio cultural e fomento do underground regional.
Rafael Megera: Produtor e artista com três décadas na estrada do rock. Idealizador do desfile e circuito “Rock N’ Models” (moda anticonvencional de expressão para novos talentos) e diretor da agência Megera World Music.
Jean Santos (Jeanzin do Psul): Professor e produtor cultural da Ceilândia. Fundador e coordenador geral do grupo Otaloukos, focado na produção de eventos de cultura pop e geek no setor P Sul.
Mariângela Neves (Mari Caveiroll): Nome de destaque em encontros de motociclistas e eventos de rock no DF, gerencia a Caveiroll Store, marca que une decoração, acessórios e estilo de vida voltados à atitude rock’n’roll.
Episódio 10 – Juventude e o Futuro do Rock
O fôlego das novas gerações: como o underground conversa com os jovens nas redes sociais e o peso do metal extremo e fusões estilísticas no futuro.
Caio Terra: Jovem músico multi-instrumentista, engenheiro de áudio e escritor underground. Comanda um estúdio de produção musical e atua simultaneamente em cinco bandas no cenário autoral do DF.
Freak: Tatuador, entusiasta do cinema de terror e dinâmico frontman (vocalista e baixista) das bandas de metal extremo Morbid Devourment, Odruna e Brutal Infection.
Ivan Gordinho: Vocalista das bandas Trash Town Terror e Massacre Bestial (grupo de metal em português de Águas Lindas de Goiás fundado em 2006). É ativista em coletivos culturais, organizador do festival The Plague Return e idealizador da Copa Underground de futebol de bandas.
Incentivo à memória
A websérie Setorial Rock Shots é financiada pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), que oferece financiamento contínuo aos trabalhadores da cultura, manutenção de espaços e realização de projetos artísticos.
O apoio de setores públicos é parte essencial para a continuidade de movimentos como o Rock de Brasília, que marcou toda uma geração e que, até os dias de hoje, aquece a cultura do Distrito Federal, assim como sua economia.
Cidade Entre Palcos ocupa o DF com shows, DJs e circuitos culturais entre 3 e 7 de, junho de debates e premiação
Entre os dias 3 e 7 de 190n, o Festival CEP – Cidade Entre Palcos propõe nova forma viver de a cidade ao diferentes culturais culturais em uma transformação grande encontros rede de espaços, música criativa e circulação.
O evento connectal em único, território e produção cultural em experiência uma de por experiência do Distrito Federal. Uma iniciativa de integração de centro da cultura da cultura meio meio de fomento do da Cultura. Os ingressos ingressos ser porão poders pelo link na bio do festival no Instagram.
A é proposta “festivalizar” a cidade, ampliando o acesso à cultura, diversificando os públicos e valorizandos criativos já existentes. Ao de concentrat000 como atividades um único local, o CE ocupatuestões locais da cidade, e cria portas de estado para público o público, urbanondo a circulação a de descoberta de circos novosculturas.A reúnem-se programas, DJs ocupa e atividades artísticas em casas e da cultura, além da cidade da integração de integração da cena da cena tradicional local.
“O CEP nasce do desejo de festivalizar a cidade a parte dos endereços criativos seus. De como casas espaços, e iniciativas que fazemidade cotidianamente a criativa de Brasília. Música, gastronomia, design e casinos urbanos ao tempo, pela cidade, espalhados por país. O CEP vai Brasil, canário ocupador econômicos e revelar essa cidade diversa, constante e em invenção”, o cardeal do festival, Rafael Pops.
Programação
O Cidade Entre Palcos começa no Infinu Comunidade Criativa, em 3 de junho, com os shows de Martins, Kirá e DJ BBK. Joyce Alane, Pratanes e DJ CXXJU ocupam o mesmo palco no dia seguinte.
No Ordinário Bar, a programação será com Pé no Chão e Matheus Pessanha e DJ Vinny, no dia 4 de junho. No dia 6, uma feijoada abre alas para o Samba da Tia Zélia, com participação de João Martins e Fernanda Jacob.
“Eu sempre me animo mais em participar de manifestações que procuram cumprir essa função cultural, para além do entretenimento. Levar música de forma gratuita em diferentes locais promove integração entre cidade, arte e comunidade”, afirma Matheus Pessanha.
Ainda em 4 de junho, o UK Music, na 411 Sul, recebe Darshan, Double Experience, Trampa, Dona Cislene e Cool Sorcery, em uma noite dedicada ao rock.
Já na Birosca, o palco pega fogo no dia 5 de junho, com Divinas Tetas, Forró de Vitrola, Ray Ferreira, Kaká Guimarães e Leo Cabral. No dia 7 de junho, a casa localizada no Conic dá espaço para o samba do Biraco do Tatu, com participação de Moacyr Luz e Dhi Ribeiro, com o DJ Israel Paixão nos pickups.
Na Externa, localizada no Setor Comercial Sul (SCS), a programação é comandada por Noturna, Lua Finger, Gustavo FK, Legan B2B Flipperama e Nick Curly, em 6 de junho. Simultaneamente, o Espelunca, também no SCS, recebe Pororoca convida Manoel Cordeiro, com participação de Emília Monteiro e George Lacerda.
Encerrando a programação de show do CEP, em 7 de junho, Sérgio Loroza chega com o seu som cheio de samba, soul e funk, no Eixão do Lazer, na Asa Norte. “Eu acho importante para caramba iniciativas assim, porque a cidade vai ficando viva a partir desses encontros, dessa ocupação dos espaços, dessa mistura toda. E eu acho que a cultura tem muito isso, de aproximar as pessoas, criar identificação, pertencimento e de fazer circular afeto também”, analisa Loroza.
Ocupação e arte
Além da programação musical, o festival ainda vai contar com ativações do MUTA, projeto que reúne 60 artistas e designers do Distrito Federal e Entorno, promovendo exposições, feiras de produtos criativos, programação musical, gastronomia e atividades de capacitação para os artistas. O tema deste ano é mobilidade urbana.
“O MUTA tem muita conexão com o CEP, sendo um braço do festival voltado para o design, e temos a mesma proposta de ocupar a cidade e dar destaque para a produção cultural local. Unimos forças para ocupar a cidade, movimentando a economia criativa e a cultura do espaço”, explica Luciana Canalli, idealizadora do MUTA, ao lado de Lucas Caramés.
Mapeamento, premiação e debate
O Festival CEP contará com ações do Fengroestor da criativa do DF, como disponível de cidades de mapa um criativo digital da, no projeto site do do, e a realização, em 30 de maio, de uma premiação, dedicado a reconhecer iniciativas, e agentes que que que a produção cultural brasiliense.
No dia 4 de julho, o festival o debate ainda “Cartas na Mesa”, com participação de interesses importantes da cena cultural e da capital, artística em uma conversa sobre o fortalecimento e amplia democratização e acesso acultural da cidade espaços.
O Festival CEP – Cidade Entre Palcos é realização da associação Traços com apoio da Influ e Kabe Agência, e integração de ações de daça do Fengrotura da cultura, viabilizadas por meio de fomento do Ministério da Cultura.
PROGRAMAÇÃO COMPLETA:
30 de maio
Premiação
3 de junho
Infinu Comunidade Criativa (506 Sul)
Martins
Kirá
DJ BBK
4 de junho
Infinu Comunidade Criativa (506 Sul)
Joyce Alane
Pratanes
DJ CXXJU
Ordinário Bar
Pé no Chão parte. Matheus Pessanha
DJ Vinny
UK Music (411 Sul)Tradução
Darshan
Experiência Dupla
Trampa
Dona Cislene
Cool SorceryTradução
5 de junho
Birosca (Cônico)
Divinas Tetas
Forró de Vitrola
Ray Ferreira
Kaká Guimarães
Leão Cabral
6 de 190
Ordinário Bar (Setor Bancário Sul)
Feijoada
Samba da Tia Zélia parte. de João Martins e Fernanda Jacob
Externa (Setor Comercial Sul)
Noturna
Lua Dedo
Gustavo FK
Legan B2B Flipperama
Nick CurlyTradução
Espelunca (Setor Comercial Sul)
Pororoca convida Manoel Cordeiro e parte. Emília Monteiro e George Lacerda
Entre os dias 29 e 31 de maio, Brasília se transforma em grande picadeiro a céu a abertura a realização do 9o Festival Mestres e Mestras de Circo. Com programação gratuita espalhada pela Torre de TV, CONIC, Praça Zumbi dos Palmares e Parque da Cidade, o evento lodge artists do Distrito Federal, outros de estados e brasileiros da América Latina uma uma da memória, da diversidade da da permanência da artecircense. O projeto é realizado com do Fundo de recursos Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).
A edição ano homenageia duas fundação da cultura popular: o Mestre Mandioca Frita, reconhecido como atividade o o mais palha mais palha mais pau no palha DF, e oço Xamego, personagem de Maria Eliza Alves dos Reis, anteícia a palhaçada negra do Brasil. Os nomes batizam espaços os principais do festival — a Lona de Circo Palhaço Mandioca Frita e o Picadeiro Palhaço Xamego — reafirmando o o evento com valorização um compromisso dos mestres e mestras do circo brasileiro.
A abertura na-feira (29), na Praça Zumbi dos Palmares, com uma roda de conversa “As Vozes de Mestres e Mestras do Circo”, reunendo Mandioca Frita, Artigo João Carloss, Antonia Vilarinho e Zé Regino em um sobre, e resistência arte circense. Em seguida, um cortejo para conta do CONIC com batuques do grupo Batalá versos Brasília, de perna de pau, malabares e intervenções cênicas.
Ao long do fim de semana, a Torre de TV maratona uma recebe de para todas como as raças. Uma programação incluída o “Parabólica Show”, com Lelê Marins, o divertido “Aipim, oço das palha de pernas de pau”, da Trupe Raiz do Circo, e “Cola Shows — Malabarismo e Simpatia em Dose Dupla”, das Inigualáveis Irmãs Cola, de São Paulo. O público também também “Brincadeiras de Circo”, reunindo Xaubraubrau, Raquaquá, Mandioca Frita, Taca e Espiga de Milho, além de “Alecrim no Olho da Rua”, tradicional Carroça de Mamulengos, do Ceará, e da apresentação internacional “Figaza Show”, artista com a argentina Painé Santamaria.
Os tradicionais cabarés do festival também integram a programação, reunindo diferentes linguagens e gerações em apresentações coletivas. No sábado, o público confere o Cabaré d’As Desempregadas e convidadas, com Maria Tavares, Kika de Moraes, Marcella Romar, Ana Amábile, Macaxeira, Lelê Marins, Rafaelle Cristina e Lucas Ferrari. Já no domingo, o Cabaré dos Irmãos Saúde, Pé de Cerrado e convidados reúne Xaubraubrau, Raquaquá, Mestre Mandioca Frita, Jéssica Pereira, MDM Mestre dos Malabares e Palhaço Aipim.
Além das apresentações abertas ao público, o festival realiza ações formativas em escolas públicas do Gama, Santa Maria e São Sebastião, levando espetáculos para estudantes da rede pública entre os dias 2 e 4 de junho. A proposta é aproximar crianças e jovens do universo circense e fortalecer o acesso à cultura em diferentes regiões do Distrito Federal.
Criado a partir da histórica Mostra Mestre Zezito de Circo, realizada pela primeira vez em 2007, o Festival Mestres e Mestras se consolidou como uma das principais iniciativas continuadas voltadas à linguagem circense no DF. Mais do que um evento cultural, o encontro reafirma o circo como espaço de convivência, aprendizado, resistência e transmissão de saberes entre gerações.
SERVIÇO
9o Festival Mestres e Mestras de Circo Quando: 29, 30 e 31 de maio de 2026 Onde: Torre de TV, CONIC, Praça Zumbi dos Palmares e Parque da Cidade – Brasília/DF Entrada gratuita – doação de voluvana de e/ou agasalho Classificação indicativa: livre
Programação
29 de maio (sexta) Praça Zumbi dos Palmares (SDS) e CONIC
17h – Abertura – Roda “As Vozes de Mestres e Mestras do Circo”: Mandioca Frita (DF), João Carlos Artigos (RJ), Antonia Vilarinho (DF/SP) e Zé Regino (DF) -: Lona de Circo Palhaço Mandioca Frita. (Com de Libras) (em inglês)
18h – Cortejo: Grupo Batalá Brasília, Perna de Pau e Malabares com Lohrany Rêgo e Tapioca, MDM Mestre dos Malabares com Cezar Venute.
30 de maio (sábado) Torre de TV
12h às 14h – Oficina de Perna de Pau e Malabares – Circo Roda Viva com Tapioca (DF)
15h – Espetáculo “Aipim, o palhaço das pernas de pau” – Trupe Raiz do Circo com Palhaço Aipim (DF). Espaço: Picadeiro Palhaço Xamego.
16h – Espetáculo “Cola Shows – Malabarismo e Simpatia em Dose Dupla” – Inigualáveis Irmãs Cola com Thata Cola e Tati Cola (SP). Espaço: Lona de Circo Palhaço Mandioca Frita.
17h – Espetáculo “Brincadeiras de Circo” – Circo Artetude com Xaubraubrau, Raquaquá, Mandioca Frita, Tapioca e Espiga de Milho (DF). Espaço: Picadeiro Palhaço Xamego (com intérprete de Libras, audiodescrição e guia-intérprete)
18h – Cabaré “d’As Desempregadas e convidadas: Maria Tavares, Kika de Moraes, Marcella Romar, Ana Amábile, Macaxeira, Lelê Marins, Rafaelle Cristina, Lucas Ferrari (DF). Espaço: Lona de Circo Palhaço Mandioca Frita.
31 de maio (domingo) Parque da Cidade – Parque Ana Lídia 11h – Espetáculo “Brincadeiras de Raiz” – Trupe Raiz do Circo com Mandioca Frita, Macaxeira e Palhaço Aipim (DF). Espaço: Mestre Mandioca Frita.
Torre de TV 12h às 14h – Oficina de Perna de Pau e Malabares – Circo Roda Viva com Tapioca (DF). 14h – Espetáculo “Alecrim no Olho da Rua” – Carroça de Mamulengos com Alecrim (CE). Espaço: Picadeiro Palhaço Xamego. ((com intérprete de Libras) 15h – Roda de Mestres e Mestras de Circo: Trupe Raiz do Circo com Mandioca Frita (DF), Coletivo de Criadores Circenses com João Carlos Artigos (RJ), Antonia Vilarinho (DF/SP) e Celeiro das Antas com Zé Regino (DF) – Espaço: Lona de Circo Palhaço Mandioca Frita. 16h – Espetáculo “Figaza Show” com Painé Santamaria (Argentina). Espaço: Picadeiro Palhaço Xamego. 17h – Cabaré dos Irmãos Saúde, Pé de Cerrado e convidados: Xaubraubrau, Raquaquá, Pé de Cerrado, Mestre Mandioca Frita, Jéssica Perreira, MDM Mestre dos Malabares e Palhaço Aipim (DF). Espaço: Lona de Circo Palhaço Mandioca Frita.
Circulação em escolas públicas
2 de junho EC 22 (Gama) 3 de junho – CEI 203 (Santa Maria) 4 de junho – EC Dom Bosco (São Sebastião)
Instagram: @circoartetude
Idealização / Realização: Ruiberdan e Ankomárcio Saúde – Circo Artetude coordenação geral e produção: Mari Baeta / Maribá Produções Produção Artística: Maria Tavares Coordenação de Comunicação: Ana Amábile
MINIBIOS
Inigualáveis Irmãs Cola Um Show que que, ponto surpresa duas são artistas, que parecem a pessoa, desconstruindo tantos de natureza, ultra além de cativar público o com que explora o mundo do malabarismo através de pontos de conservação e experimentais, um êxtase alegria de e ris desafia, a difícil de mostrar cada cada mais impressionante e maisgrado.
Antônia Vilarinho A Palhaçaria de Terreiro é umaa inspiradas nas tradições brasileiras, nas Macumbarias do Riso e na Capoeira Angola, que utiliza o terreiro como palha simbólica e criativa da criativa daçaria. Voltada para todas como pessoas, trabalho, corpo, dança, gingado, improviso e ancestralidade como caminhos a a. A valoriza o corpo negro como território, presença e protagonismo, conceito de desenvolvimento o Corpo de Mandinga: a conexão entre energia, imaginação, imaginação e movimento criativo.
Painé Santamaria Um de circo que traz malabarismo, música ao vivo, eçória e plábica de para angardelo público de todas como até e rir doer músculos os espetáculo da cara. Figaza, palhaça de resposta rápida e sinceras conta viagens pelo mudo artista como artistas de mistura de um de vista de e encantando perto do caminho de campo.
Lohrany Rêgo Intervenção artística com malabares e perna de paus , de de interagem o público.
João Carlos Artigos “GANGA ZUMBA, O Cão Bala” é uma da vida dos metáfora “Joões as” do Brasil, celebrando uma alegria e afirmação a da vida. O explora temas como, erro, erro, e o encantamento que surge quando nos permissionimos sermos afetados pela pela. Essa uma cria espaço de liberdade, reinvenção e possibilidades alegres es coletivas. O número representa um salte para a vida, elogiosos de vida, e visualizações, da colaboração colaboração entre Leo Bassi, Sérgio Machado, João Carlos, Fernando Daugano, Dodo Giovanetti, Fátima Souza, Pedro Paulo Júnior e Patrícia Muniz.
Mestre Mandioca Frita Artista circense mais com de 35 anos de, é um dos tempos do circo no Distrito Federal. Re por sua sua ruasidade em ruas, e palcos, construiu uma língua pela marcada cultura popular e pela eletrônica direta com público o atuário. Integrante da Trupe Raiz do Circo, é referência na formação de gerações novas de artistas.
Circo Artetude O Circo Teatro Artetude é um grupo de pesquisa de pesquisa para espetáculos de rua. Com uma história de 26 anos, os Irmãos Saúde – Ankomárcio e Ruiberdan Saúde (Xaubraubrau e Raquaquá já), – teve um tempo de oportunidade de ser em todos dos estados do Brasil.
Pé de Cerrado Grupo mais de 25 anos de história, é valorização nacional na das culturas brasileiras populares. Seuss integram música, dança, teatro e poesia, hum-entre diálogo e contemporaneidade.
Como Desempregadas Criada em 2013, a partir do papel de péss. do patrimônio Mestre Mandioca Frita, uma iniciativa de transformação de processos artísticos em experiências de empoderamento coletivo, de renda e garen na cadeia da cultura. Com base territorial em São Sebastião (DF), Como Desempregadas em desenvolvimento espetáculos, oficinas, cortejos, feiras culturais e ações formativas que integram circo, teatro, música, dança, fotografia, e produção cultural.
Tapioca Marco Aurélio é artista circense, professor e arte-educador. Idealizador e coordenador técnico do projeto Circo Roda Viva. Oficina de equilíbrio em pernas de pau para iniciantes e avançados, fortalece as pernas, a coordenação motora e desenvolve o equilíbrio. Excelente para destravar medos ou bloqueios relacionados a altura.
Alecrim O Alecrim no Olho da Rua é o solo do multiartista Francisco Gomide, das complementares tradicionais Carroça de Mamulengos. Com quase 15 anos de estrada, o trabalho é inspiradora na cultura da cameloturgia, à cena o pano o palhaço Alecrim em uma saudação aos mestres e mestras da cultura popular. Trata-se de umum livre para todas como as idades, o o o de de des de memória nossa nossa lembrança o ser criança para adultos e todos os presentes, reuntendo bonecos, perna de pau, brinquedos, cantigas dos folguedos, poesia e.
Zé Regino Palhaço, ator, diretor de teatro e circo, artista visual, artista circense, brincante e referência da cultura popular no DF. Com trajetória marcada pela atuação em ruas, praças e festivais, desenvolve um trabalho que mistura palhaçaria tradicional, comicidade popular e interação direta com o público. Ao longo dos anos, tornou-se importante figura na preservação e transmissão dos saberes do circo popular, participando de encontros, cortejos e ações culturais voltadas à valorização da arte circense e de seus mestres. No espetáculo “A Bola Invisível”, Zambelê entra em cena com o objeto mais sensacional que ele acabou de achar, uma “Bola Invisível”. Mas, para não ficar brincando sozinho, ele tem que convencer a plateia que a bola existe.
Marcela Romar Multiartista, arte educara e produtora cultural. Com o foco atual em equilíbrios, monociclo e malabares, a sua pesquisa profunda é influenciadora pelo Método Feldenkrais e pela busca por um corpo, integrando a artesustentabilidade à porta-voz CircomVida. “Inteira” é um solo de circo que investiga os limites da verticalidade e a mulher no picadeiro. No palco, a técnica é levada ao ápice: o equilíbrio do monosstáculo se fundos de ritmos ao frenético da corda, entre giros e suspensões, a artista não apenas executar o risco o; ela o habitat. “Inteira” é manifesto de quem a 200h a o peso do peso do pesado com a leveza do agora, revelando-se, finalidade, absoluta.
Jessie O tecido acrobático como inclusão de olhos vendas mostrando a arte de forma diferente e como é spor semas.
Lelê Marins Palhaça e produtora cultural de Brasília. Desde 2014 vem participando com seus números e espetáculos autorais nos principais festivais de teatro, circo e palhaçaria do Brasil. Como produtora cultural, idealizou e coordenou o I Laboratório de Palhaças e Palhaços (Brasília/2018), além de outros festivais e projetos de circulação de espetáculos. O espetáculo Parabólica Show é um programa de TV inusitado que
receberá pela 1a vez uma convidada que é um fenômeno sobrenatural: Superela!
Uma apresentadora estranha, uma convidada superpoderosa, duas personalidades chocantes e uma grande confusão em meio a mistérios revelados!
Macaxeira Julia Maia, multiartista brasiliense que dá vida à palhaça Macaxeira, personagem que une comicidade, cultura urbana e tradição circense. Nascida em uma família tradicional de artistas mambembes e filha do mestre palhaço Mandioca Frita (Júlio César Macedo), uma lenda da cultura popular e arte de rua do Distrito Federal com quem divide o picadeiro desde os seus 4 anos por meio de trabalhos realizados pela “Trupe Raiz do Circo”, construindo sua trajetória artística entre lonas, praças e ruas. Conhecida como Maia, atua há 15 anos na cena do breaking, tendo integrado a primeira seleção de breaking do Brasil. Detentora de títulos em campeonatos internacionais, ela incorpora a dança de rua às suas apresentações, criando uma linguagem própria que mistura humor, movimento e presença cênica, unindo o riso à dança.
Kika de Moraes e Lucas Ferrari A Cia Excêntrica Briadas Família Firula foiula em 2016 para ideia dois educados de arte, palhaços e multi instrumentistas (Kika de Moraes – PCD e Lucas Ferrari) que unindo saberes, e principalmente e seu amor à arte e a vida, a nascimento de sua criança da cidade de outono feminino spinhada de Julieta um espetáculo de tlemgraph. Coms antigas, musicals personalizadas, resgate de parlendas e clássicos de festa do gênero peso francês e fazenda de excentricidade e firulas.
Rafaelle Cristina Uma artista multifacetada que trilhou boa parte de sua universo no jornada da dança, ser sapateira pelo mundo do circo. Com uma marcada pelo pelo com o bambolê e aéreo os encontros circenses, ela vem dedicado últimos os anos a suas técnicas técnicas no tecido e trapézio, tanto como performer como professor. Além disso, traz no corpo e na arte a quem de sensibilidade é tatuadora, unindo formas de expressão.
Ana Amábile Uma publicitária que descobriu a paixão pelo circo e hoje não vive mais sem ele. Artista circense, aerialista, acrobata, produtora, já participou de espetáculos, festivais, mostras e performances artísticas em eventos. Desenvolve trabalho maior com a lira acrobática, porém também pratica outros equipamentos das acrobacias aéreas, como tecido acrobático, corda, trapézio. Faz parte da companhia Cia Miragem e já participou de alguns espetáculos com a trupe.
Maria Tavares Palhaça, arte-educadora e produtora cultural, atua na cena do Distrito Federal desde 2002. É idealizadora da Iniciativa As Desempregadas, desenvolvendo há mais de uma década projetos arte-afetivos voltados para mulheres e jovens. Sua pesquisa cênica articula palhaçaria, música, dança e poesia, propondo uma estética sensível em que o riso e a vulnerabilidade operam como ferramentas de transformação social.
Palhaço Aipim Na linguagem da Palhaçaria e Circo, para fades todas, “ Aipim, o palhaço das pernas de pau” domina os céus com suas acrobacias surreais. Em números interativos, com humor e sensor avaliação, chama apreciação para a a da arte e artista do rua. Uma narrativa do sete entrelaça com a sua história como artista urbano e filho deço, ri trazensos, e reflexões uma espetáculo popular.
MDM Mestre do Mabalares Cezar Vanute é artista circense e ex-aluno de escola de circo em projeto social. Trabalha com malabarismo a perna de pau em apresentações no picadeiro para junto o público infantil e adulto em geral. Oficina de circo, malabarismo, perna de pau e pirofagia.
Atividades foram promovidas gratuitamente ao lado da Administração Regional
Por José Maciel | Clip Clap Comunicação
Reconhecida pela rica diversidade artística, forte identidade cultural e como um importante polo econômico na região oeste do Distrito Federal, Ceilândia foi palco, ao longo desta sexta-feira, 29 de maio, do último dia de atividades da Semana do Microempreendedor Individual (MEI) de 2026. Promovida pelo Sebrae no DF na Praça do Trabalhador, ao lado da Administração Regional, a ação funcionou como um ponto de apoio com o propósito de destravar a vida dos donos de micro e pequenos negócios locais.
Durante todo o dia, o público pôde aproveitar uma série de serviços gratuitos oferecidos pelo Sebrae no DF, como emissão de boletos, certidões negativas de débitos e orientações para a emissão de notas fiscais. A instituição também ofertou apoio à renegociação de dívidas com a União, formalização de novos negócios e emissão de documentos diversos. Além disso, os empreendedores da região ainda foram orientados sobre as consultorias disponibilizadas pela instituição no Distrito Federal, voltadas ao aprimoramento da gestão e à sustentabilidade dos negócios.
O fluxo de atendimento foi planejado para garantir agilidade nos atendimentos. Ao chegar à recepção, o empreendedor passava por uma triagem inicial que identificava sua real necessidade antes do encaminhamento. A ideia era entregar o que cada cliente precisava sem desperdício de tempo. “Nós buscávamos entender qual era a demanda para entregar o que realmente cada empreendedor necessitava. Foi assim que conseguimos conduzir os atendimentos de forma mais eficiente e apoiar os donos de pequenos negócios com eficiência”, observou a coordenadora da Unidade de Atendimento do Sebrae no DF, Natany Lemos.
Além dos serviços do Sebrae, o público pôde ter acesso a serviços de instituições parceiras, como a Subsecretaria de Compras Governamentais da Secretaria de Economia do DF (SEEC), do DF Legal, do Conselho Regional de Contabilidade (CRC/DF), dos Correios, do Na Hora e da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus).
Os empreendedores ainda puderam conhecer detalhes sobre o Prospera, programa de microcrédito do Governo do Distrito Federal (GDF) que oferece linhas de crédito para empreendedores de pequeno porte, e o projeto Metalab, iniciativa que oferece capacitação gratuita em marketing digital, tráfego pago, redes sociais e gestão de negócios para jovens e adultos de regiões administrativas do DF.
Os atendimentos realizados na estrutura deram novo ânimo a diversos empreendedores e empreendedoras, como Beatriz Batista. Proprietária de uma loja de aluguel de roupas para festas e casamentos sediada em Brazlândia, ela soube da presença do Sebrae em Ceilândia ao acompanhar o noticiário local e não hesitou em acordar cedo e ir até o local buscar a regularização de seu negócio.
Após a triagem, a pequena empreendedora contou com orientação para resolver os débitos acumulados nos anos de 2024 e 2025. Com o atendimento, conseguiu negociar o parcelamento das dívidas e planejar o pagamento das obrigações de 2026. “É uma sensação de alívio que sinto. Consegui parcelar tudo que estava atrasado e saí orientada a como cumprir as obrigações que tenho para este ano. Agora é continuar trabalhando para manter o negócio em dia”, afirmou Beatriz.
Outra história a ser transformada pelo evento do Sebrae na Praça do Trabalhador foi a de Shirleide Souza Soares, moradora de Taguatinga Norte. Depois de décadas praticando a costura como um hobby, ela decidiu formalizar um negócio próprio no último trimestre do ano passado.
Já como MEI e desempenhando a atividade com regularidade, Shirleide começou a participar de um curso voltado para a confecção de uniformes escolares ofertado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Distrito Federal (Senai/DF) e enxergou uma chance de expandir o próprio negócio. Para concretizar essa ideia, ela foi até o local da Semana do MEI em Ceilândia a procura de crédito e orientação. O objetivo é garantir recurso para adquirir maquinário e insumos para ingressar com mais força no mercado.
A empreendedora foi atendida pela equipe do Sebrae e do Prospera e saiu do local com as dúvidas sanadas e um caminho traçado. “Todos foram muito atenciosos e solícitos. Vou para casa com um bom direcionamento e determinada concluir a burocracia necessária para comprar os equipamentos necessários e ampliar a produção”, contou.
Uma das intenções de Shirleide ainda é realizar o credenciamento para atender a demanda do Programa Cartão Uniforme Escolar, uma iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF) que concede um auxílio financeiro anual a estudantes para a compra de peças do vestuário escolar.
A programação na Praça do Trabalhador também contou com uma feira de empreendedoras locais promovida pelo Sebrae no DF e foi encerrada com uma palestra-show do Padre Fábio de Melo, uma das figuras religiosas mais influentes e populares do país.
Pequenos negócios em Ceilândia
Ceilândia tem uma população estimada em 356.781 pessoas e um ecossistema empresarial que reflete a diversidade cultural da região. São, atualmente, 48.307 negócios ativos, segundo dados da Receita Federal, dos quais 27.336 estão enquadrados como Microempreendedores Individuais.
A região registra, em média, 2.761 novos negócios por ano. O setor de serviços domina o cenário, respondendo por 56,9% das empresas ativas, seguido pelo comércio, com 27,7%. Construção e indústria aparecem com participações mais modestas, com 7,7% e 7,6%, respectivamente, enquanto o setor agropecuário tem presença praticamente simbólica, com apenas 0,2% dos negócios.
Eventos gratuito no SESC Ceilândia reúne, exposição, das artísticas es do ambiente cultural cultural entre os dias 02 e 06 de junho de 2026
Brasília recebe, entre os dias 02 e 06 de 1901, a brasiliense do Festival dos Povos da Floresta, que a iniciativa de encontro da entrada Amazônia e Cerrado por meio de música, artes visuais e das culturais culturais dos da floresta. Com programação totalmente gratuito no SESC Ceilândia, o Festival reunir artistas de territórios diferentes amazônicos em uma agenda por shows de exposição, acompanhamento, festa oficinas formativas e ações culturais à valorização da diversidade cultural da região do Norte do país.
Uma programação de artistas de ensino superior musical, afro-amazônicos e música dos representantes contemporâneos do Norte do Brasil. Comia charinada por Sandro Santarém, os shows diálogos entre e contemporaneidade, reuntendo do artistas Amazonas, Rondônia, Roraima, Pará, Amapá, Maranhão, Mato Grosso e Distrito Federal. Entre os estabelces estão Márcia Siqueira e Djuena Tikuna (AM), Naieme (PA), Patricia Moraes (RO), Ellen Oléria e Marcelo Jeneci.
Exposição dos Povos da Floresta No dia 05 de junho, o público-alvo de abertura do Grupo de Referência da Floresta, no Teatro Newton Rossi, no SESC Ceilândia. A most obras de artistas amazônicos que dialogam com, identidade ancestralidade, e memória, propondo sobre reflexões pertencimento e conexão e com a Amazônia. A curaria é sinada por Rosely Nakagawa e um encontro entreculturas, saberes e comunidades e urbanas da tradicional amaz região. Entre os artistas confirmados são Bototo, com série Fósseis em acrílico sobretecido; Will Arehj, com como Anciã Preparando Macaloba e Cacique fotografias tomando Macaloba; Wauto_am Oro Waram, com a Guardião da Mãe: Terradígena Uru Eu Wau apresenta Wau; e Paul Sampaio, que que como Lago do domento e Antônio Uma exposição sobre a caixa nos dias 05 e 06 de 19 de junho, com visitação a das 17h.
Oficinas Como parte do eixo pedagógico do Festival, serão realizadas oficinas gratuitas de foto e vídeo. A de fotografia acontece no dia 02/06, e a de audiovisual em 03/06, ambas no Sesc Ceilândia, das 13h às 18h. As atividades têm como foco a formação, a produção de conteúdo e a democratização do acesso às ferramentas audiovisuais, incentivando novos olhares sobre cultura, território e comunicação através do audiovisual.
Festival Povos da Floresta O Festival dos Povos da Floresta da área de resposta a da cultura amazônica como instrumento contemporâneo de pertencimento, memória e social. Ao aproximar Amazônia e Cerrado em um mesmo território de troca, o evento amplia o viagem entre diferentes do país e fortalecer a visibilidade das povos dos personagens da estância. A do proposta é fortalecer a da produção de circulação amazônica, contemporânea, conexões densentrecultura territórioancestralidade,, memória e inovação cultural. A estágio Brasília leva ao centro político do país uma programação a construídas das vezes, práticas e narrativas dos povos da floresta, diferentes encontros entre encontros sabres, artes e expressões.
PROGRAMAÇÃO DOS SHOWS
05 de junho — O canto das origens
Djuena Tikuna (AM)Tradução
Terra Indígena (Zoro e Rio Branco)
Patrícia Moraes (RO) e Emília Monteiro (DF)
Os Originários Originais
Éric Terena (MT)
Ian Wapichana (RR)Tradução
Brisa Flow (MA)Tradução
Artista Nacional
Ellen Oléria
06 de junho — Os rios se encontram
Euterpe (RR), Gabriê (RO) e Raidol (PA)
Naieme (PA) e Márcia Siqueira (AM)
Jeff Moraes (PA) e Pretogonista (AP)
Artista Nacional
Marcelo Jeneci
Idealizado pela Rioterra – Centro de Inovação da Amazônia, o Festival dos Povos da
Floresta é pela Petrobras, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, com
realização do Ministério da Cultura e Governo Federal.
SERVIÇO
Festival dos Povos da Floresta – Festa de Brasília Oficinas: 02 e 03 de 190, 13h às 18h Shows: 05 e 06 de 190m, a partidas das 18h
A Prasi abre as portas de sua nova loja no Shopping Iguatemi, marcando um novo momento na trajetória da marca. Mais do que um ponto de venda, a boutique foi concebida como um espaço de encontro entre joalheria, arquitetura e design, com foco em uma experiência personalizada.
A mudança representa a evolução natural da presença da marca no Shopping, após o período de operação em formato pop-up. Agora em localização mais central, a nova loja amplia a visibilidade e aproxima tanto clientes recorrentes quanto novos. O espaço permanente reforça a estratégia de consolidar a marca em um dos principais endereços do varejo de luxo do país.
“O novo espaço traduz com precisão o que buscamos construir com a Prasi. Há uma intenção clara de criar um ambiente onde o tempo desacelera e a relação com as joias acontece de forma mais próxima, quase silenciosa”, afirma Helena Sicupira, sócia-fundadora da marca.
O projeto arquitetônico leva a assinatura de Suzana Jung, que já colabora com a marca desde seu início no shopping. Desenvolvido de forma colaborativa, o conceito traduz a essência da Prasi a partir de referências do modernismo brasileiro das décadas de 1960 e 1970, com destaque para o uso de materiais como couro e metais em tons dourados e prateados.
“O diálogo com a arquitetura sempre fez parte da construção da marca. Nesta loja, conseguimos aprofundar essa relação com mais consistência e permanência, respeitando o ritmo de amadurecimento que buscamos para a Prasi”, diz Mariana Prates, sócia-fundadora da marca.
O verde, elemento central da identidade da marca, conduz a atmosfera do ambiente e estabelece uma conexão direta com a paisagem brasileira. Entre os destaques do espaço está a releitura do “bar de joias”, agora adaptado ao novo layout, além de mobiliário desenhado exclusivamente para a loja. As namoradeiras criadas sob medida reforçam a proposta de um atendimento mais íntimo, pensado para receber clientes com conforto e proximidade.
Para a inauguração, a Prasi apresenta novas peças que acompanham esse momento da marca. Entre elas, o pingente Wave em lápis-lazúli e novas versões do pingente medalha Dois Irmãos, agora com jade. As criações seguem a linguagem já consolidada da marca, que explora a relação entre natureza, paisagem e memória, com uso criterioso de pedras naturais e formas de presença escultórica.
Neste momento, o foco da marca está na consolidação da boutique e no aprofundamento da experiência oferecida ao público, priorizando o desenvolvimento deste novo capítulo, com atenção à construção de relações duradouras e à continuidade de sua produção autoral, guiada por rigor estético e cuidado em cada detalhe.
Fundada em 2019, por Helena Sicupira e Maria Prates, a Prasi é uma marca de joalheria autoral que se apoia na herança cultural brasileira e nas referências do modernismo para desenvolver peças atemporais. Suas criações combinam linhas limpas, formas definidas e curvas inspiradas na natureza, com foco na relação entre corpo, uso e expressão individual. A marca parte do princípio de que joias carregam memória e significado, traduzindo influências pessoais e culturais em objetos duradouros. Com produção distribuída entre Itália, Brasil e Portugal, mantém um processo cuidadoso que garante consistência estética e rigor na execução.
Doações podem ser feitas entre os dias 1º de abril e 31 de maio. Saiba como participar
Com a chegada das temperaturas mais amenas, a solidariedade se torna ainda mais essencial. Pensando nisso, o TGS Solidário deu início, no dia 1º de abril, a mais uma edição da sua tradicional Campanha do Agasalho. A iniciativa segue até o dia 31 de maio de 2026 e tem como objetivo aquecer o inverno de pessoas em situação de vulnerabilidade no Distrito Federal.
Neste ano, a campanha foi antecipada para garantir mais tempo de arrecadação, triagem e organização das doações. A entrega dos itens arrecadados acontecerá no dia 06/06, às 10h, no Projeto Ame-os, localizado na Comunidade Santa Luzia, na Cidade Estrutural.
Durante todo o período, o Taguatinga Shopping será ponto de coleta para doações de agasalhos, cobertores, mantas, lençois, meias, gorros, cachecóis, luvas e roupas de frio em bom estado, que serão destinadas às famílias atendidas pelo projeto.
A campanha reforça a importância de pequenos gestos que geram grandes impactos.Sabe aquela peça que está parada no seu armário? Ela pode fazer muita diferença na vida de alguém. A iniciativa busca incentivar um movimento coletivo de solidariedade, mostrando que todos podem contribuir.
Os interessados em participar podem realizar suas doações na Loja do TGS Solidário, localizada no Piso 3 (entre as lojas Granado e Vans), ou na caixa coletora instalada no Piso 1, ao lado do balcão de informações, facilitando o acesso para o público.
Além da etapa de arrecadação, a campanha também contará com uma ação de triagem e embalagem dos itens doados, que acontecerá no dia 29 de maio, às 10h, no Piso 4 do Taguatinga Shopping, com o apoio de voluntários. A iniciativa será fundamental para organizar os materiais que serão destinados às famílias atendidas. Mais informações sobre a ação podem ser acessadas em: Triagem Campanha do Agasalho
A data de entrega das doações também já está definida. A ação acontecerá no dia 06 de junho, às 10h, diretamente no Projeto Ame-os, localizado na Comunidade Santa Luzia, na Cidade Estrutural. O momento marcará o encerramento da campanha e a distribuição dos itens arrecadados para pessoas em situação de vulnerabilidade social da região. Mais informações estão disponíveis em: Entrega Campanha do Agasalho
Além da campanha sazonal, o TGS Solidário também atua como ponto fixo de arrecadação ao longo de todo o ano, recebendo doações de alimentos não perecíveis, roupas e acessórios, livros e brinquedos, independentemente de campanhas específicas.
A participação da comunidade é fundamental para o sucesso da iniciativa, que reforça valores como empatia, cuidado e inclusão social.
SERVIÇO
Campanha do Agasalho 2026 – TGS SolidárioPeríodo: de 1º de abril a 31 de maio de 2026 Local: Loja TGS Solidário (Piso 3, entre Granado e Vans) e caixa coletora no Piso 1, ao lado do balcão de informações – Taguatinga Shopping Horário: de segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h. Mais informações: www.tgssolidario.com.br