Coração Partido” (Your Heart Will Be Broken) chega aos cinemas brasileiros em 20 de agosto, com distribuição da Paris Filmes. A produção aposta num roteiro voltado ao público juvenil, porém não apenas
O longa dirigido por Mikhail Vaynberg e baseado no livro best-seller de Anna Jane conta a estória da adolescente Polina, que tenta recomeçar a vida em uma nova cidade. A adolescente enfrenta uma dupla violência: o bullying no ambiente escolar e a violência doméstica vivenciada dentro de casa. São temas bastante recorrentes e talvez não superados, todavia a medida que o filme avança, essas questões ganham novas camadas e revelam não apenas a angústia da personagem, mas também sua capacidade de coragem, enfrentamento e surpresas…
Sinopse
Baseado no romance best-seller de Anna Jane, “Coração Partido” acompanha Polina, uma adolescente que tenta recomeçar a vida em uma nova cidade, mas logo se torna alvo de bullying na escola. Tudo muda quando Bars, o aluno mais temido e misterioso do colégio, oferece proteção em troca de que ela siga suas próprias regras. O que começa como uma amizade de conveniência evolui para uma relação intensa e emocionalmente complexa, marcada por dependência, vulnerabilidade e uma crescente necessidade de pertencimento. Distante das fórmulas tradicionais do romance adolescente, o filme explora os limites entre afeto, controle e obsessão
Ficha Técnica Básica:
Título Original: Your Heart Will Be Broken Título no Brasil: Coração Partido Data de Lançamento: 20 de agosto de 2026 Gênero: Romance /Drama adolescente Distribuição: Paris Filmes Direção: Mikhail Vaynberg Origem da História: Baseado no livro homônimo de Anna Jane
Elenco Principal
Veronika Zhuravleva como Polina Daniel Vegas como Bars Alya Mayer como Dilara Maksim Saprykin como Lyokha Evgeniya Loza Pavel Kuzmin
Elenco de Apoio:
Ivan Trushin Alexandra Tikhonova Margarita Dyachenkova Anton Solomatin Diana Gil
SOBRE A PARIS FILMES
A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H”, “Manas”, “Pedágio”, “Ritas” , “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, “A Empregada”, a franquia “Truque de Mestre” e “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia.
Livrarias das capitais do Rio de Janeiro e São Paulo terão exemplares disponíveis a partir de amanhã, sábado dia 15 de agosto, e a editora já anuncia uma segunda edição
Livro de estreia da jornalista Caro Claire Burke satiriza o universo das influenciadoras americanas do movimento “tradwives”, e terá versão cinematográfica com a atriz Anne Hathaway no papel principal
Diante da alta procura, a editora Rocco decidiu antecipar para a próxima segunda-feira, dia 17 de agosto, o início oficial das vendas no Brasil de “‘Bons Tempos: Yesteryear’”. Sucesso nos Estados Unidos — onde alcançou a impressionante marca de cerca de um 1,4 milhão de cópias vendidas em apenas cinco meses desde o seu lançamento —, o romance de estreia da jornalista americana Caro Claire Burke, promete repetir o feito no mercado brasileiro. A pré-venda no país levou o título a figurar entre os assuntos mais comentados do mercado editorial brasileiro, e uma segunda edição já está à caminho.
Líder absoluto nos principais rankings literários do mundo, como a lista de best-sellers do The New York Times e as paradas do BookTok Charts – ranking oficial do TikTok -, a publicação conquista o público ao oferecer uma narrativa repleta de sátira e crítica bem-humorada sobre a obsessão pela perfeição estética na internet e as contradições por trás do movimento tradwives (esposas tradicionais).
Antes mesmo do livro chegar às prateleiras, a Amazon MGM Studios comprou os direitos de adaptação cinematográfica, após uma disputa acirrada, e tem a atriz Anne Hathaway confirmada para estrelar e produzir o filme.
De Influenciadora Digital a Pioneira de 1855
Escrito com uma tensão envolvente, humor ácido e reviravoltas, Bons Tempos: Yesteryear conta a história de Natalie, uma influenciadora que construiu um verdadeiro império digital. Milhões de seguidores seguem sua rotina impecável: uma fazenda dos sonhos, uma família perfeita e uma fé inabalável. A fantasia se desfaz abruptamente quando ela acorda no passado, especificamente no ano de 1855.
Sem eletricidade, sem confortos modernos e sem a equipe de bastidores que sustentava sua imagem nas redes sociais, a personagem se vê obrigada a viver a realidade brutal daquilo que costumava romantizar: trabalho físico extenuante e exaustivo, filhos difíceis e sem filtros, e um marido, antes um figurante bonito e sem graça, que se torna um homem real e rústico.
Ficha Técnica
Bons Tempos: Yesteryear
Autora: Caro Claire Burke
Tradução: Anna Castro
Dimensões: 16 x 2 x 23 cm
Nº de páginas: 368
Preço: R$ 69,90
Data de publicação: 17 de agosto 2026
Sinopse:
Sua vida perfeita é coisa do passado. Bons tempos: Yesteryear ― o romance mais aguardado e polêmico do ano.
Uma esposa tradicional e mãe norte-americana acorda, de repente, suja, com frio, num lugar que se parece com sua casa e ao lado de pessoas que dizem ser sua família, mas presa à brutal realidade de 1855. Agora, ela precisa desvendar se esse pesadelo é uma farsa elaborada, um bizarro reality show ou algo muito mais sinistro.
Natalie tem tudo: sua fé imovível, uma linda fazenda digna de Hollywood, seis filhos disputando sua atenção e um marido que, pelo menos, fica bem de botas de caubói. Não importa tanto o fato de que ela também tem babás e produtores atuando nos bastidores de sua vida perfeita, de que sua cozinha rústica esconde geladeiras e fornos industriais, nem de que seu marido é um herdeiro sem muitas habilidades. Eles são 100% tementes a Deus – se Ele proveu, ela fez por merecer!
Não é de se admirar, portanto, que seus milhões de seguidores desejem a vida dela. Natalie lhes oferece o que eles mais querem: um mundo ideal. Escândalos são varridos para debaixo do tapete, onde devem ficar. E as “mulheres raivosas”? As elites privilegiadas da costa leste com diplomas da Ivy League que a chamam de iconoclasta antifeminista? Estão, todos eles, morrendo de inveja. Porque Natalie não apenas leva uma vida boa, ela tem a vida perfeita – e, por acaso, está usando isso para construir um império.
Até que um dia ela acorda e se depara com uma realidade que não é a sua, apesar de parecer. A casa, o marido, os filhos – todos estão ali, mas algo está errado. Não há eletricidade, as crianças estão sujas e seu marido, antes um mauricinho inútil, agora é um fazendeiro idôneo. Se no dia anterior Natalie estava posando com potes de geleia caseira para o Instagram, agora precisa carregar lenha e lavar roupa à mão até seus dedos sangrarem.
Teria se transformado, sem saber, na estrela do próprio reality show? Viajado no tempo? Está sendo testada por Deus? Pelo Diabo? E se, de repente, Nat realmente tiver que viver a vida que sempre fingiu ter? Seja qual for o motivo, essa não é a vida perfeita pela qual ela tanto batalhou – e da qual agora precisa escapar.
Uma estreia arrebatadora e eletrizante, um romance tão engraçado quanto assustador, Bons tempos é um olhar perspicaz sobre tradição, fama, fé e a grande performance que é a feminilidade.
A Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles (BDB) realiza, no dia 21 de agosto, às 19h30, o 2º Encontro da Segunda Temporada do [Setor Poético], clube de leitura dedicado à poesia. Nesta edição, o grupo irá discutir a obra Apontamentos de história sobrenatural, de Mário Quintana, um dos mais importantes nomes da literatura brasileira.
Publicado em 1976, Apontamentos de história sobrenatural reúne poemas que transitam entre o cotidiano, a memória, a infância, o tempo e o mistério. Com a linguagem sensível, irônica e bem-humorada que consagrou Quintana, a obra convida o leitor a enxergar o extraordinário nas experiências mais simples, combinando lirismo e reflexões sobre a existência. O livro é considerado um dos marcos da maturidade literária do autor e recebeu o Prêmio Jabuti no ano de seu lançamento.
O encontro acontece poucas semanas após o aniversário de nascimento de Mário Quintana, celebrado em 30 de julho. Nascido em 1906, na cidade de Alegrete (RS), o poeta, tradutor e jornalista construiu uma das trajetórias mais marcantes da literatura brasileira. Autor de uma extensa produção poética, Quintana conquistou leitores de diferentes gerações por sua escrita delicada, marcada pela simplicidade, pela profundidade filosófica e pelo olhar atento sobre a vida cotidiana. Sua obra permanece como uma referência da poesia em língua portuguesa.
Sobre o [Setor Poético]
Aberto ao público, o [Setor Poético] é um espaço de leitura, troca de experiências e diálogo em torno da produção poética, reunindo leitores, escritores e apreciadores do gênero em encontros conduzidos pelos escritores Lívia Milanez, Kuzman e T. H. Wellington, curadores do clube de leitura. A participação é gratuita e não exige inscrição prévia. O encontro será realizado na Biblioteca Demonstrativa, localizada na EQS 506/507, Asa Sul, em Brasília.
Para participar e ficar por dentro da programação cultural da BibliotecaDemonstrativa, acompanhe as redes sociais da @bdbcultural no Instagram, Facebook eYouTube.
Sobre a programação cultural da BDB
A programação cultural da BibliotecaDemonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles é realizada por meio do Termo de Colaboração nº 950548/2023 com o Instituto Incluir, uma organização da sociedade civil.
Serviço:
[Setor Poético] – 2 º Encontro da Segunda Temporada
Obra: Apontamentos de história sobrenatural, de Mário Quintana
Projeto gratuito no Gama reúne palestras, oficinas de criação de jogos e arenas com realidade virtual, consoles, simuladores de corrida, Just Dance e games retrô
Durante cinco dias, o universo dos jogos digitais será utilizado como ferramenta de inclusão, aprendizado e participação social no Gama. Entre os dias 17 e 21 de agosto, o Centro de Ensino Especial 01 do Gama recebe o Missão Inclusiva, projeto gratuito que promove uma programação educativa, cultural, social e tecnológica especialmente voltada aos alunos: crianças, adolescentes, jovens e adultos com deficiência.
Com o apoio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação, a iniciativa do Instituto Anjos Games em parceria com o Governo do Distrito Federal pretende atender diretamente cerca de 500 pessoas com deficiência, oferecendo experiências adaptadas e acessíveis com tecnologia, jogos digitais e inovação. A programação será realizada das 8h às 17h, com atividades planejadas para estimular a criatividade, o desenvolvimento de habilidades, a autonomia e o interesse por ciência e tecnologia.
Ao longo do período, o público poderá participar de palestras, oficinas de desenvolvimento de jogos digitais e arenas interativas, com equipamentos, softwares e recursos pensados para ampliar a acessibilidade. Entre as ferramentas previstas estão controles adaptados, personalização de comandos, legendas, audiodescrição e outras tecnologias assistivas.
Para Lucas Vinícius, presidente da Anjo Games e coordenador-geral do projeto, a proposta vai além do entretenimento e busca mostrar como os games podem contribuir para a educação e para a inclusão. “Mais do que proporcionar momentos de lazer, o projeto utiliza os games como uma poderosa ferramenta de desenvolvimento cognitivo, social e emocional, estimulando habilidades como raciocínio lógico, coordenação motora, trabalho em equipe, criatividade, comunicação e resolução de problemas”.
Da tecnologia assistiva aos jogos digitais Um dos destaques da programação serão as palestras “Tecnologia Assistiva e Inovação: Caminhos para uma Educação Mais Inclusiva”. Serão realizadas duas apresentações por dia, uma pela manhã e outra à tarde, com duração de 60 minutos. O sistema de rodízio dos estudantes pelo auditório permitirá que diferentes grupos tenham acesso ao conteúdo de maneira equilibrada.
As palestras abordarão como ciência, tecnologia e inovação podem contribuir para o desenvolvimento de ferramentas capazes de ampliar as possibilidades de aprendizagem e participação de pessoas com deficiência. Também serão apresentados exemplos de recursos digitais, aplicativos acessíveis e estratégias pedagógicas inclusivas, destacando a participação de professores e famílias no desenvolvimento acadêmico, social e emocional dos estudantes.
A programação também contará com 10 oficinas práticas de desenvolvimento de jogos digitais, realizadas com a plataforma Construct. As atividades terão duração de 60 minutos por turma e deverão atender aproximadamente 100 participantes. De forma adaptada e acessível, os alunos terão contato com conceitos básicos de lógica de programação, design de jogos, criatividade e construção de narrativas.
Arenas de games Outra atração do Missão Inclusiva será o conjunto de arenas tecnológicas e interativas. A proposta é permitir que os participantes experimentem diferentes modalidades de jogos em ambientes preparados para receber pessoas com diferentes necessidades de acessibilidade.
Na Arena Just Dance, música e movimento estarão no centro da experiência, com uma atividade voltada à diversão, à interação social e à prática de atividades físicas. Já a Arena Corrida contará com um cockpit de simulador, proporcionando uma experiência de automobilismo virtual com jogos de corrida.
A Arena Console reunirá jogos atuais e controles adaptados para pessoas com deficiência, enquanto a Arena PC Gamer oferecerá computadores de alto desempenho para experiências com jogos competitivos e cooperativos. Arena Retrô e Museu apresentará consoles clássicos, jogos icônicos e conteúdos relacionados à história dos videogames. O espaço contará ainda com recursos de acessibilidade e QR Codes com conteúdos visuais e auditivos.
Completando a programação, a Arena de Realidade Virtual (VR) proporcionará experiências imersivas, ampliando o contato dos participantes com diferentes possibilidades oferecidas pelas tecnologias digitais.
Acessibilidade como parte da experiência A estrutura do projeto foi planejada para contemplar diferentes dimensões da acessibilidade, incluindo aspectos físicos, comunicacionais e atitudinais. Entre as medidas previstas estão rampas de acesso onde necessárias, vagas reservadas, intérpretes de Libras, comunicação acessível, tecnologias assistivas e capacitação da equipe para um atendimento humanizado.
A proposta é garantir que os participantes possam vivenciar as atividades com autonomia, dignidade e segurança, independentemente de suas necessidades específicas. O Missão Inclusiva está alinhado à Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), à Lei de Acessibilidade (Lei nº 10.098/2000), ao Decreto nº 37.843/2016 e à Portaria SECTI nº 117/2023.
SERVIÇO Missão Inclusiva De 17 a 21 de agosto, de segunda a sexta-feira Das 8h às 17h No Centro de Ensino Especial 01 do Gama – Setor Central EQ 55/56 – Gama Entrada gratuita Informações: www.instagram.com/missao_inclusiva
Evento será no dia 19 de agosto, no restaurante Coco Bambu do Lago Sul, e terá anúncio e premiação dos vencedores da etapa do DF do concurso “O Quilo é Nosso”
Representantes do setor de alimentação fora do lar se reunirão no workshop organizado pela Associação de Bares e Restaurantes (Abrasel) e pelo Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes (Sindhobar) no dia 19 de agosto, a partir das 15h, no Coco Bambu do Lago Sul.
A programação contará com a palestra do Presidente Executivo da Abrasel, Paulo Solmucci, sobre “O que mudou e o que ainda vai mudar na alimentação fora do lar no Brasil”; e de Daniel Coêlho, ex-presidente da Fenacon e um dos protagonistas da Reforma Tributária no Brasil, abordará o tema “Reforma Tributária: impactos, oportunidades e como preparar sua empresa”.
Premiação do concurso “O Quilo é Nosso”
Além do workshop, que reunirá autoridades e lideranças dos setores gastronômico e tributário, o evento anunciará, ao final, os restaurantes vencedores da etapa do DF do concurso “O Quilo é Nosso”, realizado entre os dias 21 e 31 de julho.
O momento também será marcado pela premiação dos três primeiros colocados e pelo anúncio do restaurante campeão, que representará o DF na etapa nacional do concurso, marcada para os dias 14 e 15 de setembro durante o Salão Abrasel, em São Paulo.
Serviço:
3º Workshop Abrasel & Sindhobar e premiação do concurso “O Quilo é Nosso” Quando: 19 de agosto, a partir das 15h Onde: Coco Bambu Lago Sul Endereço: St. de Clubes Esportivos Sul, Trecho 2, Ícone Parque, Conjunto 36, Parte C 301 Apoio: Sebrae Patrocínio: CheckUp, Izzi, DF Carvalho e Voxel Mais informações: @abrasel_df (Instagram)
É uma alegria anunciar que, na sua 59ª edição, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro exibirá tanto na sua sessão de abertura como na sessão de encerramento novas obras inéditas de cineastas do Distrito Federal.
É muito sintomático que o Festival possa se iniciar e finalizar com obras de cineastas locais, dando sinais da força e variedade da cena brasiliense, que estará exemplificada também ao longo de toda a duração do evento, como anunciaremos em mais detalhes em breve. Ainda mais significativo por serem ambas obras realizadas por estes cineastas fora de Brasília como cenário, num dos casos inclusive com filmagens fora do Brasil: é um símbolo forte da expansão das fronteiras da atuação dos artistas locais.
A primeira sessão de cinema do Festival, no dia 11 de setembro, verá o longa A PELE MORTA, com direção dos irmãos Bruno Fatumbi Torres e Denise Moraes. Este road movie começa no Mato Grosso do Sul, e segue por estradas até o Paraguai, acompanhando a relação entre um caminhoneiro uruguaio (interpretado pelo multipremiado ator Cesar Troncoso) e um jovem de origem indígena (Luan Iturve) que trabalha como ajudante dele ao longo da viagem.
Para além da direção dos dois realizadores com longa trajetória ligada ao cinema de Brasíilia, o filme é ainda mais relevante para o DF por ter sido um projeto gestado e desenvolvido por um dos grandes nomes históricos do cinema candango, Geraldo Moraes, pai de ambos os diretores. Quando Geraldo infelizmente falece antes das filmagens, seus filhos assumiram a direção do projeto, que tem produção da companheira de Geraldo, Solange Moraes, através da produtora baiana Araçá Filmes.
Vida longa ao Festival de Brasília do Cinema Brasileiro!
Serão R$ 40 mil distribuídos em quatro categorias. Inscrições podem ser feitas até o dia 2 de outubro.
Os profissionais de imprensa do Distrito Federal já podem inscrever suas reportagens no III Prêmio Sesc-DF de Jornalismo. O concurso receberá materiais veiculados em rádio, TV, impresso e internet. A iniciativa distribuirá R$ 40 mil nesta edição, pagando o valor de R$ 10 mil por categoria.
Com o tema central “Iniciativas que Transformam: ações integradas realizadas por entidades do setor produtivo do comércio na promoção do bem-estar no DF”, a terceira edição do prêmio convida os jornalistas a explorarem narrativas que fujam do atendimento isolado. O foco está em reportagens que mostrem como áreas como esporte, saúde, cultura, educação, turismo social e inclusão se articulam em uma mesma proposta para gerar impacto real e sustentável nas comunidades locais.
“O Prêmio Sesc-DF de Jornalismo é o nosso reconhecimento aos profissionais que, com ética e sensibilidade, dão voz às histórias de transformação social no Distrito Federal. A imprensa é uma parceira fundamental para mostrar como o investimento do setor produtivo do comércio se traduz, na prática, em mais saúde, cultura, educação e dignidade para a nossa população.”, afirmou Valcides de Araújo, Diretor Regional do Sesc-DF.
Banco com sugestões de Pauta
Para inspirar os participantes, o Sesc-DF disponibilizou em seu novo hotsite um Banco de Pautas exclusivo. Entre as sugestões de cobertura estão o balanço de arrecadações do programa Mesa Brasil, o impacto das Caravanas Sociais, a atuação das Unidades Móveis de Saúde que levam exames gratuitos para as Regiões Administrativas e a agenda de descentralização da cultura, que levou grandes shows de nível nacional para fora do eixo do Plano Piloto em 2026.
Quem pode participar?
Podem concorrer reportagens e registros de imagem publicados ou transmitidos originalmente entre 1º de novembro de 2025 e 1º de outubro de 2026 por veículos sediados ou com sucursais ativas no Distrito Federal. Cada jornalista profissional poderá inscrever um único trabalho.
Para garantir a total lisura e isonomia do certame, o edital veda a participação de assessores de imprensa, jornalistas vinculados a sindicatos e associações de classe, além de funcionários diretos ou colaboradores terceirizados do Sesc-DF.
As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas exclusivamente por meio eletrônico até o dia 02 de outubro de 2026. O anúncio dos grandes vencedores ocorrerá no dia 22 de outubro de 2026, durante a cerimônia oficial do Prêmio do Comerciário.
Ao lado de Sandra Costa, do Laboratório Sabin, a empresária falou sobre mulheres empreendedoras em espaço criado para congregar iniciativas voltadas para este público
A empresária Janine Brito, presidente do LIDE Mulher Brasília e CEO da Pinheiro Ferragens e do Grupo Pinheiro de Brito, participou nesta quinta-feira (13) da inauguração do Hub de Empreendedorismo Feminino, em Brasília. A iniciativa foi criada para reunir entidades que atuam no fortalecimento do empreendedorismo feminino e oferecer um espaço colaborativo para conexões, capacitações, eventos e desenvolvimento de novas parcerias.
Durante a programação de inauguração, Janine participou do talk show ao lado de Sandra Costa, do Grupo Sabin, apresentado pela jornalista Samanta Sallum em um encontro dedicado à troca de experiências e à discussão sobre liderança, empreendedorismo e os caminhos para ampliar a participação das mulheres no ambiente empresarial.
O hub funcionará como um espaço de uso compartilhado para entidades parceiras, disponibilizando estrutura para coworking, reuniões institucionais, palestras, workshops, mentorias, rodas de conversa e produção de conteúdo. A proposta é aproximar organizações que desenvolvem iniciativas voltadas ao empreendedorismo feminino e estimular a construção de projetos conjuntos.
Para Janine Brito, a criação de um ambiente dedicado à conexão entre entidades representa um avanço para o fortalecimento da rede de mulheres empreendedoras no Distrito Federal. “O empreendedorismo feminino cresce quando deixamos de caminhar de forma isolada e passamos a construir redes. Um espaço como esse permite compartilhar conhecimento, experiências e oportunidades, aproximando mulheres e instituições que têm o mesmo propósito de transformar o ambiente de negócios. Tenho muita satisfação em participar desse momento e contribuir com a minha experiência”, declara.
A inauguração foi realizada no dia 13 de agosto, no Castelo de Vidro, no quarto andar do Estádio Mané Garrincha, em Brasília. A iniciativa busca consolidar um ecossistema colaborativo capaz de ampliar o acesso das empreendedoras a conhecimento, conexões e oportunidades de desenvolvimento.
Sobre a Pinheiro Ferragens – Fundada em 1960, a empresa nasceu com o objetivo de comercializar aço para a construção civil. De base familiar e pioneira na capital, foi responsável por oferecer grande parte dos materiais para a construção de Brasília. Atualmente, a empresa trabalha com um mix de mais de dois mil produtos comercializados e industrializados. Localizada no Setor de Indústrias de Brasília e Taguatinga, a loja possui moderna estrutura e serviços diferenciados.
Assista os vídeos institucionais da Pinheiro Ferragens:
Depois de uma primeira temporada com ingressos esgotados em poucos minutos, o musical Os Miseráveis in Concert retorna ao Teatro POUPEX para três sessões. O espetáculo será encenado em 28 e 29 de agosto, como parte da programação do POUPEX Cultural.
Em português, a montagem reúne cerca de 100 artistas do Empório Cultural de Brasília, da Companhia de Teatro Musical de Brasília e da Orquestra Sinfônica da Força Aérea Brasileira (OSFAB), sob regência da maestrina Michelle Fiuza.
Inspirado no clássico do francês Victor Hugo, o musical acompanha a trajetória de Jean Valjean, condenado a 19 anos de prisão por roubar um pão para alimentar os irmãos. Ao deixar a prisão e tentar recomeçar, ele enfrenta os desafios de uma sociedade que o rejeita, enquanto é perseguido pelo inspetor Javert.
A história se passa em meio às transformações sociais e políticas da França e aborda questões como justiça, desigualdade, compaixão, esperança e redenção.
Com duração de 1h40, Os Miseráveis in Concert combina música, teatro e interpretação para dar vida a uma das histórias mais marcantes da literatura mundial.
Sexta Cultural Após a apresentação de 28 de agosto, o público poderá aproveitar a praça principal da Sede da FHE POUPEX, com _food trucks _oferecendo vinhos, cervejas artesanais e diversas opções gastronômicas.
Os Miseráveis in Concert 28 de agosto (sexta-feira), às 20h 29 de agosto (sábado), às 16h e às 20h Local: Teatro POUPEX – Sede da FHE POUPEX, Av. Duque de Caxias, s/nº, Setor Militar Urbano, Brasília (DF) Duração: 1h40 Ingressos: R$ 80 (inteira) e R$ 40 (meia-entrada), 1º lote Vendas: Sympla, a partir das 12h de 14 de agosto
Ambiente reúne cerca de 45 artesãos e apresenta peças autorais em uma experiência inspirada na casa brasiliense
O artesanato produzido no Distrito Federal ganhou, a partir desta quarta-feira, 12 de agosto, um espaço pensado não apenas para expor produtos, mas para mostrar ao público como eles podem fazer parte da vida cotidiana. Inaugurado na noite desta terça-feira, 11, durante a Avant Première da 34ª CASACOR Brasília, o Espaço Sebrae Feito à Mão reúne cerca de 45 profissionais do artesanato local, entre nomes que já participaram de outras edições e novos talentos.
A proposta deste ano parte de uma mudança na forma de apresentar as peças. Em vez de concentrar os produtos exclusivamente em uma loja, o ambiente foi dividido entre espaços de convivência e exposição comercial, permitindo que o visitante veja objetos artesanais inseridos em uma sala de estar, sala de jantar e cozinha antes de chegar à área de venda. A estratégia acompanha o tema da CASACOR Brasília 2026, “Mente e Coração”, que convida à reflexão sobre a casa como espaço de reconexão, acolhimento e bem-estar.
A 34ª edição da mostra será realizada até 12 de outubro, na Casa do Candango, na 603 Sul. São 50 ambientes assinados por 50 profissionais, entre arquitetos, designers de interiores e paisagistas veteranos e estreantes. O percurso proposto pela mostra explora diferentes formas de morar, com projetos que dialogam com a ideia de desacelerar e resgatar elementos considerados essenciais no cotidiano.
No Espaço Sebrae, essa discussão também aparece a partir do artesanato e da produção local. O arquiteto responsável pelo ambiente, Rick Hudson, participa pela primeira vez da criação do espaço.
A ideia amadureceu ao longo do último ano a partir de uma percepção sobre a relação entre o visitante e os objetos artesanais. Segundo o profissional, muitas vezes o público conhece a peça, mas não consegue imaginar como ela pode ser incorporada à própria casa. Por isso, o projeto foi concebido para criar duas experiências complementares: primeiro, a ambientação de produtos em espaços de uma residência; depois, a possibilidade de adquiri-los na loja.
“Eu gosto da loja, gosto dos produtos, mas acho que tem gente que, às vezes, vem aqui e não consegue visualizar o produto dentro de casa. Então, surgiu a proposta dos dois ambientes. É a primeira vez que o Sebrae, não só na CASACOR, mas aqui em Brasília e em nível nacional, tem um espaço com essa proposta”, explicou Rick.
A ambientação foi construída para que o visitante reconheça diferentes possibilidades de uso das peças. O filtro de água, por exemplo, deixa de ser apenas um objeto exposto e passa a integrar a composição de uma casa; a mesa posta permite visualizar jogos americanos, toalhas e outros itens em conjunto. Ao final do percurso, os mesmos produtos podem ser encontrados na loja.
A concepção do ambiente também exigiu um trabalho de curadoria realizado em conjunto com os artesãos. Segundo Rick, a organização das peças levou em consideração aspectos como materiais, peso, funcionalidade e origem de cada produto.
Outro aspecto incorporado ao projeto foi a identificação dos autores. As coleções foram organizadas de maneira a manter juntas as peças de cada artesão, com placas informativas e QR Codes direcionando para as redes sociais dos profissionais.
“Para valorizar o artesanato, precisamos saber de onde ele veio, qual a história dele e quem está por trás daquela peça. Então, este ano, além de setorizarmos os produtos, as coleções estão juntas e é possível saber de qual região do DF esse produto saiu”, afirmou Rick.
O gestor do projeto de artesanato no Sebrae no DF e analista da Gerência de Negócios em Rede, Felipe Fernandes, explica que a integração entre ambientação e comercialização foi um dos pontos considerados na concepção do espaço. “Entendemos que esse não é apenas um espaço de exposição, mas também um espaço de venda. E esse projeto integra muito bem esses dois ambientes para que os artesãos possam vender seus produtos”, analisou.
Para esta edição, o Sebrae também criou o espaço Novos Talentos, destinado prioritariamente a artesãos que nunca haviam participado da CASACOR e àqueles que trabalham com produtos menores. A iniciativa surgiu a partir da análise dos resultados de vendas das edições anteriores.
“Quando analisamos os relatórios de venda dos artesãos, percebemos que muitos, principalmente os que têm produtos maiores e de maior valor agregado, conseguem uma venda muito expressiva. Já os artesãos que têm produtos menores, com um ticket médio um pouco mais baixo, às vezes têm dificuldade de alcançar um volume de vendas expressivo. Então, neste ano, quisemos oportunizar esse espaço Novos Talentos, com uma condição especial de pagamento e um valor mais acessível”, acrescentou Felipe.
A presença na CASACOR também passou a ser trabalhada pelo Sebrae como uma oportunidade de posicionamento dos artesãos diante de um público específico, e não apenas como alternativa de comercialização.
“Não estamos simplesmente alugando um espaço de venda para o artesão. Aqui é uma oportunidade para ele se posicionar no mercado, chegar a um público muito específico, lançar novas coleções e se comunicar com quem, de fato, tem interesse em comprar o produto”, complementou o gestor.
Produtos que contam histórias de Brasília
A proposta também levou os artesãos a desenvolverem novas coleções especialmente para a mostra. Segundo Rick Hudson e Felipe Fernandes, boa parte das peças foi criada ou lançada com exclusividade para o ambiente, a partir de referências ao território e à identidade de Brasília.
As consultorias promovidas pelo Sebrae neste ano foram direcionadas à criação dessas coleções, orientando artesãos e manualistas a transformar referências da vida cotidiana da cidade em produtos. O resultado aparece em uma série de lançamentos inéditos apresentados pela primeira vez na mostra.
Essa identidade territorial também está presente na forma como os produtos são apresentados ao público. As placas de identificação trazem, além do nome de cada artesão, a região administrativa onde ele desenvolve seu trabalho. A proposta é mostrar que a produção artesanal do Distrito Federal não se concentra apenas nas referências do centro da capital, mas também incorpora identidades próprias de regiões como Vicente Pires e Guará.
A própria seleção de peças reflete esse movimento. Entre os produtos desenvolvidos especialmente para a CASACOR está a Coleção Casa Candanga, criada pela artesã e designer de estampas Lorene Neves, do Guará.
Há quatro anos participando do Espaço Feito à Mão do Sebrae na CASACOR, Lorene desenvolveu uma coleção inspirada no Museu Vivo da Memória Candanga. O trabalho começou com aquarelas produzidas por sua filha, Anita Celidônio, estudante de Arquitetura da Universidade de Brasília, que serviram de base para os padrões de estampas.
A partir dos desenhos, foram criados jogos americanos, toalhas e caminhos de mesa, guardanapos, capas de almofadas, aventais e porta-guardanapos. “Foi um divisor de águas estar presente numa importante vitrine de decoração e design, apresentando nosso trabalho autoral, feito à mão e inspirado no que Brasília tem de melhor a oferecer, arte, design e criatividade. Assim nasceu a Coleção Casa Candanga”, contou Lorene.
Entre os profissionais que retornam ao espaço está também Tiemi Okata, artesã de Santa Maria, que participa pela terceira vez do Espaço Feito à Mão. Seu trabalho com origami ganhou uma identidade própria a partir de elementos associados à paisagem de Brasília.
A coleção começou com a série Athos em Origami e, ao longo das participações na CASACOR, incorporou diferentes representações das árvores encontradas no Distrito Federal. Para 2026, Tiemi também preparou novas versões de referências arquitetônicas da capital.
“É a terceira vez dentro do Sebrae, Espaço Feito à Mão. A cada edição eu fui entendendo que a paixão do público por Brasília era intensa. Athos em Origami já era algo que encantava e, aos poucos, fui aumentando o leque de variações de árvores que encontramos em abundância no quadradinho”, relatou.
A produção exige planejamento, testes e aperfeiçoamento da técnica. Cada árvore é montada individualmente, o que mantém características únicas mesmo quando as peças fazem parte de uma mesma coleção.
“O origami é delicado e requer tempo desde a sua criação, que envolve estudo e testes. A parte da execução é otimizada a cada entrega. Cada vez mais ficamos mais rápidos, treinando e especializando cada par de mãos em um tipo de origami. Cada processo também é planejado e organizado para otimização do tempo. Mas, mesmo assim, não consigo enxergar os nossos quadros deixando de ser únicos, porque cada árvore sai diferente. São montadas uma a uma”, explicou Tiemi.
Nesta edição, o público poderá encontrar novamente o azulejo do Brasília Palace Hotel em origami e conhecer uma versão em miniatura do padrão Aeroporto, considerado pela artesã o trabalho mais complexo desenvolvido até agora. “Eu acredito que seja isso que encanta as pessoas, elas saberem que aquele quadro é o delas, único. Mesmo que outros apresentem o mesmo colorido. Eu desejo bater o recorde na edição 2026 e ser, novamente, a campeã de vendas”, afirmou.
Já a ceramista Juçara Rubem participa pelo quarto ano consecutivo do Espaço Sebrae Feito à Mão e, nesta edição, preparou uma coleção exclusiva para a CASACOR Brasília. Batizada de Athos em Outras Formas, a linha traduz elementos, formas e grafismos da obra de Athos Bulcão para objetos utilitários e decorativos produzidos artesanalmente em cerâmica.
“A proposta é levar a arte de Athos para dentro das casas, transformando seus elementos, formas e grafismos em peças que dialogam com o cotidiano de maneira afetiva e contemporânea”, explicou. Para a artesã, a participação na mostra também amplia as possibilidades de aproximação com arquitetos, designers, paisagistas e outros profissionais ligados ao mercado de interiores e decoração. “A presença do artesanato na CASACOR mostra todo o seu potencial para além do tradicional, apresentando a cerâmica artesanal como uma linguagem contemporânea, capaz de integrar projetos de interiores, arquitetura e paisagismo”, ponderou.
Preparação para o mercado
A participação na CASACOR é precedida por um processo de orientação e capacitação desenvolvido pelo Sebrae para os artesãos. Segundo o gerente de Negócios em Rede do Sebrae no DF, Carlos Cardoso, o trabalho busca conciliar a preservação das características autorais das peças com a compreensão sobre o comportamento do consumidor e as tendências do mercado.
“A cada ano, o Sebrae busca orientar e capacitar esses empreendedores que estão aqui, justamente para que eles produzam suas peças sem perder a originalidade e a criatividade, mas também desenvolvendo um olhar cada vez mais atento às tendências de consumo”, sustentou o gerente.
A preparação também envolve questões diretamente relacionadas à gestão do negócio, como análise dos insumos, custos de produção e formação do preço de venda.
“Às vezes, uma peça demora uma semana para ficar pronta. Ou seja, o artesão se dedicou durante uma semana inteira, mas acaba colocando uma precificação muito baixa. Então, orientamos esses empreendedores a precificar corretamente para que, em um evento como este, que terá uma grande circulação de pessoas até meados de outubro, eles possam, de fato, ter essa valorização. Mostramos que a questão não é preço, mas valor agregado”, pontuou Carlos.
A 34ª CASACOR Brasília permanece aberta ao público até 12 de outubro, na Casa do Candango, na 603 Sul. No Espaço Sebrae, a visita permite conhecer o trabalho de dezenas de artesãos do Distrito Federal, visualizar as peças aplicadas em ambientes de uma residência e conhecer os profissionais responsáveis por cada produção.
Evento gratuito reúne cervejarias de quatro estados, Beer Talks com especialistas e programação especial em comemoração ao mês dos Pais
O Terraço Shopping realizará, entre os dias 14 e 16 de agosto, uma edição especial da Beer Week, que celebrará os dez anos de um dos eventos mais tradicionais do calendário gastronômico do Terraço. Com entrada gratuita, a programação reúne cervejarias artesanais de várias regiões do país, gastronomia, música ao vivo e encontros com especialistas, transformando a Praça Central em um ponto de encontro para quem aprecia boa cerveja e experiências diferenciadas.
Durante três dias, o público poderá conhecer novos rótulos, descobrir diferentes estilos cervejeiros, participar de bate-papos com profissionais reconhecidos do setor e aproveitar apresentações musicais, em um ambiente pensado para reunir famílias e amigos. Integrando a programação especial de Dia dos Pais, a Beer Week reforça a proposta do Terraço Shopping de ser muito mais do que um centro de compras.
Nesta edição, o festival contará com cervejarias de Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais e Bahia, ampliando a diversidade de sabores e experiências. Participam do evento as cervejarias Urban Cervejaria (DF), Gont’s (DF), Órbita Brewing (DF), GrossBrau (DF), Dourado Beer (DF), Louvada (GO), Ayres (MG) e Rodada (BA).
Um dos destaques da programação são as Beer Talks, encontros gratuitos que aproximam o público de nomes importantes do mercado cervejeiro. No sábado (15), às 16h, o fundador da GrossBrau, Douglas Herlemann, compartilhará sua trajetória, falando também sobre o universo da produção artesanal. Já no domingo (16), às 15h, a mestre cervejeira e sócia da Urban Cervejaria, Marina Lima, conduzirá uma conversa sobre processos, estilos e tendências do segmento.
A experiência também será embalada por música ao vivo. Na sexta-feira (14), às 19h, a banda Harmonautas subirá ao palco com clássicos do rock em versão acústica. No sábado (15), também às 19h, o cantor Daniel Kallazans apresentará um repertório de pop rock acústico, criando o clima perfeito para acompanhar a programação.
Para harmonizar com os diferentes estilos de cerveja, a Beer Week contará ainda com expositores gastronômicos selecionados. Entre as opções estão a culinária belga do Chef David Lemberger, os queijos artesanais do Trem de Minas, as tradicionais Empanadas Argentinas e os produtos da Molhos Curitiba.
Com programação gratuita e aberta ao público, a Beer Week proporcionará, a visitantes e apreciadores da cultura cervejeira, três dias de experiências, descobertas e celebração, em um dos ambientes mais acolhedores da cidade.
Serviço
Beer Week 2026 – Terraço Shopping
Data: 14 a 16 de agosto
Local: Praça Central – Terraço Shopping
Entrada: Gratuita
Horários
Sexta-feira (14/08): das 14h às 22h
Sábado (15/08): das 14h às 22h
Domingo (16/08): das 12h às 20h
Beer Talks
Sábado (15/08) – 16h: Douglas Herlemann, fundador da GrossBrau
Domingo (16/08) – 15h: Marina Lima, mestre cervejeira e sócia da Urban Cervejaria
Música ao vivo
Sexta-feira – 19h: Harmonautas – Rock Acústico
Sábado – 19h: Daniel Kallazans – Pop Rock Acústico
Realizada pelo MOHCIPED/DF, a iniciativa leva palestras sobre direitos humanos, combate ao capacitismo e apresentações culturais protagonizadas por pessoas com deficiência.
Combinando formação cidadã, orientação sobre direitos fundamentais e a valorização do protagonismo de artistas com deficiência, o projeto “Inclusão Sobre Rodas” chega ao Centro de Ensino Especial 02 de Ceilândia (CEE 02), no Setor O, nesta sexta-feira (14), das 9h às 12h.
O Projeto “Inclusão Sobre Rodas”
O “Inclusão Sobre Rodas” foi idealizado para enfrentar diretamente o capacitismo e desconstruir as barreiras atitudinais, físicas e sociais que restringem a participação plena das pessoas com deficiência na sociedade. A iniciativa é composta por um circuito de 12 encontros presenciais realizados em unidades escolares públicas do DF e em espaços comunitários.
Paralelamente às ações nas escolas, o projeto executa um levantamento comunitário de dados para mapear o nível de informação e a percepção da população sobre o capacitismo, gerando diagnósticos para subsidiar futuras políticas públicas na região.
Ações no CEE 02 de Ceilândia
Durante o encontro nesta sexta-feira no CEE 02, a comunidade escolar participará de uma programação didática e multifacetada, organizada em frentes integradas:
Direitos Humanos e Legislação: Palestras explicativas sobre os direitos assegurados pela Lei Brasileira de Inclusão (LBI) e orientação direta sobre os canais oficiais para denúncias de violações de direitos;
Conscientização e Combate ao Capacitismo: Rodas de conversa e dinâmicas interativas focadas no combate a preconceitos, estereótipos e barreiras atitudinais do cotidiano;
Ações Culturais e Protagonismo: Performances artísticas e apresentações musicais (incluindo vertentes inclusivas do Hip-Hop/Rap) protagonizadas por artistas com deficiência;
Material Didático Acessível: Entrega de cartilhas e informativos instruindo estudantes, educadores e famílias sobre cidadania e proteção social.
“O ‘Inclusão Sobre Rodas’ age na raiz das barreiras sociais. Levar essas ações ao CEE 02 fortalece a luta contra o capacitismo ao unir o conhecimento da legislação com a força transformadora da arte feita por pessoas com deficiência”, diz Diogo Rocha Ribeiro, Presidente do MOHCIPED/DF.
A História e Atuação do MOHCIPED/DF
O Movimento Habitacional de Cidadania das Pessoas com Deficiência do DF (MOHCIPED/DF) é uma organização da sociedade civil fundada com o propósito de promover a defesa de direitos, a inclusão social e o desenvolvimento comunitário no Distrito Federal.
Com sede na região administrativa de Ceilândia Norte, a entidade possui um histórico consolidado de trabalho voltado a populações em contexto de vulnerabilidade social em territórios periféricos. A instituição desenvolve ações socioeducativas, culturais e de formação cidadã focadas no fortalecimento de redes locais, no combate às desigualdades e na ampliação do acesso a garantias fundamentais de pessoas com deficiência.
Serviço: PROJETO “INCLUSÃO SOBRE RODAS” NO CEE 02
Data: 14 de agosto de 2026 (sexta-feira)
Horário: Das 09h às 12h
Local: Centro de Ensino Especial 02 de Ceilândia (CEE 02)
Endereço: QNO 12, Área Especial G, Setor O – Ceilândia/DF
Fotos cortesia de Elvis Presley Enterprises, Inc. / Authentic Brands Group
Espetáculo chega ao Ulysses Centro de Convenções em 1º de novembro e terá Jerry Scheff, baixista de Elvis Presley
Começa nesta quinta-feira (13) a pré-venda de ingressos para a turnê brasileira de Elvis in Concert, que retorna ao país em outubro para sua maior temporada no Brasil. Os ingressos adquiridos na pré-venda terão 10% de desconto. Para ter acesso, o público deve se inscrever no grupo VIP, disponível na bio de @eusouwowexibicoes. A venda geral começa no dia 17 de agosto, às 10h.
Elvis Presley será celebrado em grande estilo no Brasil com uma grande exposição e turnê. O país sai na frente e antecipa as homenagens que o Rei doRock & Roll receberá por ocasião do cinquentenário de sua morte em 2027.
A partir de outubro deste ano, o espetáculo Elvis in Concert retorna ao país para sua maior turnê, quando visitará 6 capitais brasileiras: São Paulo (23/10), Belo Horizonte (30/10), Brasília (01/11), Rio de Janeiro (05/11), Porto Alegre (07/11) e Curitiba (09/11).
Elvis estará presente nos telões com imagem e som renovados em apresentações memoráveis. O Rei do Rock & Roll será acompanhado ao vivo por uma orquestra de 30 músicos com a mesma configuração de seus shows, com a presença ilustre de Jerry Scheff, baixista da TCB Band entre 1969 e 1977, representando seus companheiros de época no palco. Além de Elvis Presley, Jerry colaborou com Bob Dylan, Roy Orbison e Neil Diamond. É ele também quem está tocando o baixo nas antológicas “L.A Woman” e “Riders on the Storm” do The Doors.
O concerto é uma superprodução e foi recriado exatamente no mesmo formato musical desenhado por Elvis Presley. O espetáculo chegou a lotar os ginásios do Ibirapuera e Maracanãzinho em 2012 quando passou pelo Brasil pela primeira vez, sendo visto por mais de 50 mil pessoas.
Dividido em dois atos, o concerto desfila mais de 35 temas que passam pelas diversas fases da carreira do cantor e que incluem clássicos como “Burning Love”, “Don’t Be Cruel”, “Blue Suede Shoes”, “Love Me Tender”, “Bridge Over Troubled Water”, “Suspicions Mind”, “My Way”, “Can’t Help Falling In Love”. entre outros. O espetáculo traz a voz do próprio artista em imagens históricas carregadas de carisma e emoção, retiradas dos especiais de TV “The 68 Comeback Special”, “Elvis: Aloha from Hawaii” de 1973 e dos filmes da MGM, “Elvis: That’s The Way It Is”, de 1970, e “Elvis On Tour”, de 1972.
Além da música, os fãs brasileiros ainda terão a oportunidade de prestigiar uma grande exposição com mais de 400 itens pessoais do astro, que incluem carros, motos, roupas, objetos pessoais, prêmios e muito mais. Uma mostra capaz de ilustrar e explicar o tamanho de seu legado e história.
A exposição oficial ELVIS – DIRETO DE GRACELAND visitará Porto Alegre, São Paulo e Curitiba entre 2026 e 2027. A estreia acontecerá no dia 02 de outubro de 2026 no MultiversoExperience, no Cais Embarcadero, em Porto Alegre. Ingressos também estarão disponíveis em pré-venda a partir de 13 de agosto às 10h, com 10% de desconto. Para acessar a pré-venda, o público pode se inscrever no grupo VIP (acesso pela bio de @eusouwowexibicoes). A venda geral começa a partir de 17 de agosto às 10h, ambas em Bilheteria Digital.
Trata-se da mais abrangente coleção que já atravessou os portões de Graceland nos últimos tempos e que ocupará uma área de 1.000 metros quadrados.
A exposição reunirá centenas de itens originais vindos diretamente dos Arquivos de Graceland, incluindo o uniforme militar de Elvis, uniforme de futebol americano, figurinos de palco e roupas de uso cotidiano, joias, móveis, livros, instrumentos musicais, sua Ferrari Dino GT4 de 1975 e o MG vermelho que aparece no filme Feitiço Havaiano (Blue Hawaii).
A mostra vai além da carreira de Elvis na música e no cinema ao apresentar um retrato mais íntimo de sua vida pessoal, por meio de roupas e acessórios usados ao longo de sua trajetória, objetos pessoais de Graceland, produtos licenciados vintage com a marca Elvis, figurinos, roteiros originais de filmes de Hollywood e muitas outras peças raras.
Angie Marchese, vice-presidente de Arquivos e Exposições da Elvis Presley Enterprises, comenta: “Através de nossos arquivos e acervo, mantemos o passado vivo, preservando e, principalmente, compartilhando as histórias que esses objetos representam por meio de exposições incríveis como essa. Elvis dedicou muito de si a seu trabalho e se comunicou profundamente com seu público em um nível íntimo. É maravilhoso poder compartilhar essa jornada através de sua história com seus fãs.”
A vinda dos eventos é fruto de uma parceria entre a Elvis Presley Enterprise e o grupo WOW do Brasil.
“O Brasil possui uma das maiores bases de fãs de Elvis no mundo, os brasileiros receberão dois dos maiores eventos internacionais assinados pela Elvis Presley Enterprises. Temos muito orgulho em poder levar a exposição para três grandes cidades do país, e o concerto para 6 capitais. Serão eventos históricos que mobilizarão diferentes gerações e todos aqueles que apreciam música e a história de ícones universais “, resume Sandro Horta, vice-presidente de conteúdo do grupo WOW.
ELVIS IN CONCERT
SÃO PAULO
Local: Espaço Unimed / R. Tagipuru, 795 – Barra Funda, São Paulo – SP
Curso Arte COM Acessibilidade faz parte da etapa formativa da edição 2026 e apresenta metodologia voltada às experiências artísticas
O Festival Trilha da Inclusão está com inscrições abertas para o curso Arte COM Acessibilidade, último da etapa formativa da edição 2026. Ministrado pela pesquisadora Karen Montija, mestre em Acessibilidade Estética pela USP e referência nacional na área, o curso será realizado de 3 a 29 de setembro, de forma on-line, pela plataforma Google Meet.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas de 17 a 31 de agosto, pelo perfil oficial do projeto no Instagram, @trilha.dainclusao. São oferecidas 30 vagas, com reserva de 30% para pessoas com deficiência.
Baseado na metodologia Proposta de Acessibilidade à Experiência Estética (PAEE), desenvolvida por Karen Montija, o curso reúne estudos de caso, atividades práticas e discussões sobre mediação cultural acessível. A proposta é ampliar as possibilidades de acesso às artes visuais para pessoas com e sem deficiência e estimular novas formas de fruição e participação nas experiências artísticas.
A etapa formativa do Trilha da Inclusão 2026 já promoveu as capacitações Introdução à Audiodescrição, ministrada por Gabriela Passos e Fernando Rodrigues, e Visão na Palma da Mão: Introdução ao Braille, conduzida por Viviane Queiroz. A proposta é qualificar profissionais para incorporar a acessibilidade desde o planejamento de iniciativas culturais.
Festival Trilha da Inclusão
Realizado desde 2024 pela Guia de Acessibilidade Inclusiva, com apoio da Secretaria de Cultura do Distrito Federal, o Festival Trilha da Inclusão é uma iniciativa voltada à promoção da acessibilidade cultural e à formação de profissionais que atuam no setor. Em duas edições, o projeto já impactou mais de três mil pessoas e desenvolveu uma programação integralmente acessível, com protagonismo de pessoas com deficiência como artistas, produtores, gestores e formadores.
Em 2026, o festival é desenvolvido em quatro etapas — formação, exposição de artes visuais, seminário e festival cultural — com o objetivo de fortalecer a acessibilidade como elemento essencial da produção artística, estimular a qualificação profissional e ampliar o acesso da população às manifestações culturais.
Para Cássia Lemes, idealizadora do Trilha da Inclusão e diretora da Guia de Acessibilidade, iniciativas culturais devem ser pensadas, desde o início, para promover experiências mais democráticas, acessíveis e acolhedoras. “A acessibilidade não é um detalhe que se acrescenta no final, ela é a forma como escolhemos receber as pessoas. Quando nasce junto com o projeto, a cultura se torna um espaço onde todos podem participar e se reconhecer”, afirma.
Serviço
Festival Trilha da Inclusão – Etapa Formativa Curso: Arte COM Acessibilidade Ministrante: Karen Montija Inscrições gratuitas: de 17 a 31 de agosto Inscrições: Instagram @trilha.dainclusao Período do curso: 3 a 29 de setembro Modalidade: on-line, pela plataforma Google Meet Aulas: terças e quintas-feiras, das 19h30 às 22h Vagas: 30, sendo 30% reservadas para pessoas com deficiência.
Eduardo Nery, CEO da Every Cybersecurity, GRC and Privacy Solutions, analisa a decisão inédita da agência e alerta: a proteção de crianças e adolescentes precisa ser prioridade no desenho dos produtos digitais — e não uma resposta tardia a tragédias
A Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) determinou, nesta quarta-feira (12), a suspensão das transmissões ao vivo do Discord em todo o território brasileiro. A medida é preventiva e alcança também os recursos de compartilhamento de vídeo em tempo real, mas não bloqueia o aplicativo no país: os demais serviços seguem em funcionamento.
Para Eduardo Nery, CEO e sócio-fundador da Every Cybersecurity, GRC and Privacy Solutions, o caso é um alerta de que empresas de tecnologia precisam avaliar os riscos de seus produtos antes e depois de colocá-los no ar — sobretudo quando esses produtos são acessados por crianças e adolescentes.
“Estamos falando da parcela mais vulnerável dos usuários. Crianças e adolescentes não têm como avaliar sozinhos os riscos de um ambiente digital, e por isso a responsabilidade recai sobre quem projeta e opera essas plataformas. Segurança, aqui, é também uma questão de proteção à vida”, afirma Nery.
A fiscalização começou na última sexta-feira (7), diante de suspeitas de falhas na proteção de menores contra conteúdos e práticas relacionados à violência, à automutilação e ao suicídio. A atuação ocorre em meio à entrada em vigor do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), que ampliou as obrigações das plataformas em relação à segurança desse público.
“O caso mostra que a segurança precisa fazer parte da concepção de uma funcionalidade, e não ser tratada apenas como uma etapa posterior. Antes de colocar um recurso no ar, a empresa precisa avaliar como ele pode ser utilizado, quais riscos pode gerar e se os mecanismos de prevenção e resposta são suficientes para reduzir essas ameaças”, completa.
Discord ainda pode recorrer da decisão
A suspensão das lives não encerra o processo de fiscalização. O Discord terá dez dias úteis para apresentar recurso contra a decisão da ANPD e já apresentou ao governo propostas para ampliar a proteção de crianças e adolescentes na plataforma.
O caso ganhou repercussão após a morte de uma adolescente de 13 anos, em julho, em Naviraí (MS), em situação investigada pelas autoridades. Segundo informações do processo, integrantes de um grupo teriam coagido a jovem a atentar contra a própria vida durante uma transmissão ao vivo.
Dados da SaferNet Brasil citados pela ANPD apontaram 406 denúncias relacionadas ao Discord nos primeiros sete meses de 2026, contra 264 no mesmo período de 2025 — um aumento de cerca de 54%.
Na avaliação de Nery, o episódio mostra que a gestão de riscos precisa acompanhar a evolução dos produtos digitais.
“Uma avaliação de risco não pode considerar apenas se uma tecnologia funciona. É preciso entender como aquela ferramenta pode ser explorada, quem está mais vulnerável, quais consequências podem surgir e se os controles existentes conseguem responder a esses cenários. Isso envolve tecnologia, segurança da informação, privacidade, compliance e governança de forma integrada”, explica.
O que outras plataformas podem aprender
A fiscalização acontece em um momento de ampliação das obrigações das plataformas digitais na proteção de crianças e adolescentes, impulsionada pelo ECA Digital. Para o especialista, o principal aprendizado é não esperar um incidente ou uma intervenção regulatória para revisar os mecanismos de segurança.
“A empresa precisa conseguir demonstrar quais riscos identificou, quais controles implementou e como verifica a efetividade dessas medidas. Quando o público envolve crianças e adolescentes, essa responsabilidade é ainda maior. A capacidade de prevenir, monitorar, responder e prestar contas será cada vez mais decisiva diante de um ambiente regulatório mais rigoroso”, conclui Nery.
A medida da ANPD é cautelar e pode ser revista conforme o Discord comprove a implementação e a efetividade das ações exigidas pela agência. Caso a fiscalização evolua para um processo administrativo sancionador e sejam confirmadas irregularidades, a plataforma poderá ficar sujeita às penalidades previstas na legislação.
SOBRE A EVERY CYBERSECURITY
A Every Cybersecurity, GRC and Privacy Solutions é uma empresa brasileira fundada em 2014, especializada em cibersegurança, privacidade, proteção de dados, governança, riscos e compliance. Com sede em Brasília (DF) e filial no Rio de Janeiro (RJ), é líder nacional em adequação à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e em governança de privacidade, com certificações ISO/IEC 27001 e ISO/IEC 27701 renovadas por edições consecutivas e expertise em frameworks como NIST CSF, PCI DSS e nas normas do Banco Central.
Com mais de 1.100 projetos executados, 1.200 atestados de capacidade técnica e mais de 200 organizações atendidas — sem qualquer multa aplicada pela ANPD a seus clientes —, a Every Cybersecurity atende instituições como a Petróleo Brasileiro S.A. (Petrobras), a AXIA Energia (antiga Centrais Elétricas Brasileiras S.A. – Eletrobras), o Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO), a Stone Pagamentos S.A. (Stone) e a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), entre outras. Vencedora do Prêmio Notabile no CIO Brasil GOV em edições consecutivas, atua na interseção entre cibersegurança, privacidade, governança, riscos e compliance, entregando às grandes organizações confiança, resiliência e vantagem competitiva sustentável.
O avanço da cannabis medicinal amplia a necessidade de controle de qualidade e segurança em toda a cadeia produtiva, da extração dos canabinoides à formulação de produtos destinados à saúde, crédito: Marcelo Camargo/ Agência Brasil
Conselho Federal de Química destaca papel da padronização, extração e controle de qualidade para a expansão regulada do setor durante evento em Florianópolos
O mercado de cannabis medicinal movimentou cerca de R$ 971 milhões no Brasil em 2025, segundo dados da consultoria Kaya Mind, em um cenário marcado pelo aumento do número de pacientes, pela diversificação das vias de acesso aos produtos e pela ampliação da prescrição por profissionais de saúde. O país chegou a aproximadamente 873 mil pacientes em tratamento com canabinoides no período, enquanto mais de 55 mil médicos e dentistas atuavam na prescrição desses produtos, como atesta o anuário mais recente da mesma consultoria.
O avanço do mercado coloca em primeiro plano uma questão que vai além da expansão da demanda: como garantir escala, padronização e segurança em uma cadeia produtiva que envolve insumos químicos, processos de extração, formulação, controle laboratorial e requisitos regulatórios. Esse será um dos temas discutidos no Cannabis Summit 2026, realizado de 12 a 14 de agosto, em Florianópolis.
No dia 14 de agosto, das 11h40 às 12h, o conselheiro federal e membro do Comitê de Apoio à Cadeia Produtiva de Insumos Químicos do Conselho Federal de Química (CFQ), Ubiracir Fernandes Lima Filho, participa da programação técnica do evento para abordar os aspectos químicos da cadeia produtiva da cannabis medicinal.
Por que o crescimento do mercado exige maior controle da cadeia?
A expansão do acesso aos produtos à base de cannabis aumenta também a necessidade de profissionais e processos capazes de assegurar precisamente identidade, qualidade, composição e segurança dos produtos destinados aos pacientes.
A produção insumos e medicamentos à base de cannabis envolve etapas como extração e purificação de canabinoides, caracterização química, desenvolvimento de formulações e controle laboratorial. Em cada uma delas, parâmetros técnicos são determinantes para garantir a padronização dos produtos e o cumprimento das normas aplicáveis.
Para o CFQ, o crescimento do setor deve ser acompanhado pelo fortalecimento da capacidade técnica da cadeia produtiva, especialmente à medida que novas pesquisas, formulações e modelos de acesso avançam no país.
“O avanço da cannabis medicinal no Brasil exige um rigor técnico inegociável. A atuação do profissional da química é o pilar que sustenta qualidade desde a extração correta dos insumos até a entrega de um medicamento padronizado e seguro, garantindo a proteção da saúde pública e a consolidação de uma indústria nacional inovadora e transparente”, afirma Ubiracir Fernandes Lima Filho, conselheiro federal do CFQ.
Cannabis medicinal entra em uma nova etapa de desenvolvimento
O mercado brasileiro de cannabis medicinal passou por uma expansão relevante nos últimos anos, impulsionada pelo crescimento da demanda e pela abertura de diferentes canais de acesso. Além das importações, os produtos chegam aos pacientes por meio de farmácias e associações, enquanto cresce o número de profissionais habilitados a prescrever tratamentos com canabinoides.
Esse movimento cria oportunidades para diferentes elos da cadeia, incluindo pesquisa, desenvolvimento farmacêutico, produção de insumos, controle de qualidade e serviços laboratoriais. Ao mesmo tempo, amplia a necessidade de infraestrutura técnica e de profissionais especializados.
A discussão ganha relevância em um momento em que a cannabis medicinal deixa de ser tratada apenas sob a perspectiva de acesso e passa a envolver também questões industriais, regulatórias e de desenvolvimento tecnológico.
Controle de qualidade é estratégico para a indústria nacional
A programação do Cannabis Summit 2026 reúne especialistas e representantes do setor para discutir temas relacionados ao desenvolvimento do mercado, às boas práticas de fabricação, ao controle laboratorial e ao ambiente regulatório.
Nesse contexto, a participação do CFQ busca reforçar a dimensão científica da discussão e o papel da química na construção de uma cadeia produtiva capaz de atender aos requisitos de qualidade, segurança e conformidade técnica.
A consolidação desse ecossistema também pode ampliar oportunidades para a indústria nacional de insumos, especialmente em atividades relacionadas à pesquisa, formulação, análise e desenvolvimento tecnológico.
O papel do profissional da Química
A atuação do profissional da Química está presente em diferentes etapas da cadeia produtiva, desde a análise dos insumos até os processos de extração, caracterização e controle de qualidade.
Para o setor, a qualificação técnica ganha importância à medida que aumenta a escala de produção e diversificam-se os produtos disponíveis. O desafio passa a ser combinar expansão de mercado com mecanismos capazes de assegurar consistência e rastreabilidade.
A atuação técnica também contribui para o aprimoramento dos processos industriais e para a construção de parâmetros que permitam maior previsibilidade na qualidade dos produtos destinados à saúde.
Serviço
Evento: Cannabis Summit 2026
Data: 12 a 14 de agosto de 2026
Palestra do CFQ: 14 de agosto, das 11h40 às 12h
Local: Florianópolis (SC)
Tema: Papel da Química no controle de qualidade, segurança e inovação na cadeia produtiva da cannabis medicinal
Porta-voz: Ubiracir Fernandes Lima Filho, conselheiro federal do CFQ
Entrevistas: o porta-voz está disponível para entrevistas presenciais e remotas antes e após a apresentação.
Sobre o Conselho Federal de Química
Criado pela Lei nº 2.800, de 18 de junho de 1956, o Sistema CFQ/CRQs é formado pelo Conselho Federal de Química e por 21 Conselhos Regionais, com atuação em todo o território nacional. O sistema regulamenta, orienta e fiscaliza o exercício das atividades da Química no país, contribuindo para padrões de qualidade, segurança e conformidade técnica em produtos e serviços.
Performance solo de Aisha Britto une mastro chinês, dança e artes visuais para debater memória, corpo e reconstrução
Após uma estreia de sucesso no Galpoa: Centro de Pesquisa e Difusão das Artes Circenses, o espetáculo Pelle: A Maripoza segue sua itinerância e aterrissa no Espaço Pé Direito (Vila Telebrasília), nesta sexta-feira (14/08). A performance solo da artista Aisha Britto combina circo contemporâneo, dança, sonoridades e elementos visuais para criar uma dramaturgia centrada no corpo e em suas memórias, propondo uma reflexão sobre ressignificação das marcas visíveis e invisíveis deixadas pela violência.
Pesquisa artística O trabalho começou a tomar forma durante a passagem de Aisha Britto pela Scuola di Circo FLIC, na Itália. A partir da percepção de que seu corpo suportava impactos considerados incomuns, ela passou a investigar as expectativas sociais construídas em torno do corpo feminino, especialmente a associação entre feminilidade e fragilidade. A pesquisa, inicialmente pessoal, ganhou novas camadas a partir do contato com histórias compartilhadas por outras mulheres. Esses relatos contribuíram para ampliar a dramaturgia de Pelle: A Maripoza e deslocar o foco da violência em si para as possibilidades de reconstrução e ressignificação.
No palco, o Mastro Chinês e o Mastro Pendular funcionam como elementos centrais desta investigação. O risco, o equilíbrio, a força e o movimento são utilizados para construir imagens sobre resistência e transformação, sem recorrer à representação explícita da violência.
Turnê acessível Além da proposta artística, Pelle: A Maripoza incorpora a acessibilidade como parte da própria temporada. Todas as apresentações contam com intérprete de Libras, e a sessão de 14 de agosto terá também audiodescrição para pessoas com deficiência visual.
A temporada começou no dia 7 de agosto, com uma sessão exclusiva para mulheres cis e trans. As apresentações são seguidas de uma conversa com Aisha Britto, criando um espaço para que o público conheça mais sobre o processo de criação e possa dialogar sobre os temas presentes na obra.
Viabilizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, da Secretaria de Economia Criativa, o projeto encerra a programação com uma ação formativa. No dia 29, Aisha Britto ministra a Oficina de Consciência Corporal e Mobilidade, no Galpoa. A ação é voltada prioritariamente para pessoas com deficiência física, deficiência motora e pessoas com mobilidade reduzida, reafirmando o compromisso do projeto com a acessibilidade e a democratização da experiência artística.
SERVIÇO: Estreia de Pelle – A Maripoza Quando: De 14 a 16 de agosto. Sexta-feira a domingo, às 20h Onde: Espaço Pé Direito (Vila Telebrasília) Quanto: entrada franca, mediante retirada de ingressos Ingressos disponíveis:https://linktr.ee/amaripoza Instagram: @amaripoza_pelle
PROGRAMAÇÃO: Espaço Pé Direito – Vila Telebrasília – 14 de agosto, às 20h — com Libras e audiodescrição – 15 de agosto, às 20h — com Libras – 16 de agosto, às 20h — com Libras
Oficina de Consciência Corporal e Mobilidade 29 de agosto, das 14h às 17h Galpoa – Vila Planalto
Atividade será realizada no dia 14 de agosto, na Escola Classe Córrego das Corujas, com entrada gratuita e recursos de acessibilidade
A 12ª edição da Mostra de Literatura e Artes Integradas realiza, no dia 14 de agosto, a partir das 14h, uma oficina gratuita de contação de histórias no Sol Nascente, na Escola Classe Córrego das Corujas.
A atividade contará com a participação de Mariath Oliveira, Gorete Gomes e Andrey do Amaral, que conduzirão o público por uma experiência de incentivo à leitura, à imaginação e à valorização da literatura e da oralidade.
Voltada à comunidade escolar e ao público interessado, a programação busca aproximar crianças e jovens do universo literário de forma lúdica e participativa, utilizando a contação de histórias como ferramenta de formação, expressão e estímulo à criatividade.
A iniciativa também reforça o compromisso com a acessibilidade e a inclusão, contando com audiodescrição e recursos acessíveis para ampliar a participação do público.
A Mostra de Literatura e Artes Integradas é realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e promove ações de democratização do acesso à cultura e à literatura em diferentes territórios do Distrito Federal.
SERVIÇO:
– Data: 14 de agosto de 2026, sexta-feira
– Horário: a partir das 14h
– Local: Escola Classe Córrego das Corujas – Núcleo Rural Raul Machado, BR-070, Sol Nascente/DF
– Entrada: gratuita
– Acessibilidade: Audiodescrição e recursos de acessibilidade
– Participantes: Mariath Oliveira, Gorete Gomes e Andrey do Amaral
– Realização: Mostra de Literatura e Artes Integradas, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF)
Pesquisa do MEC mostra que limitar o uso dos aparelhos deixou de ser a principal preocupação dos gestores. Agora, o foco está em preparar estudantes para conviver de forma saudável com a tecnologia dentro e fora da escola
Poucos meses depois de a restrição ao uso de celulares ganhar espaço no debate nacional, gestores da educação apontam que o maior desafio já não é apenas retirar os aparelhos das salas de aula, mas ensinar crianças e adolescentes a construir uma relação equilibrada com a tecnologia.
Levantamento realizado pelo Ministério da Educação (MEC) confirma essa mudança de percepção. Entre os gestores consultados, 67% afirmam que o principal caminho para reduzir os impactos do excesso de telas é fortalecer a parceria com as famílias. Na sequência aparecem a formação de professores em mediação tecnológica, saúde mental e bem-estar (61%), a ampliação de espaços de convivência (60%) e a inclusão da Educação Digital e Midiática no currículo (49%).
Os números revelam uma mudança de foco. Se o debate recente esteve concentrado na proibição dos celulares, agora cresce o entendimento de que a medida, sozinha, não modifica hábitos nem prepara os estudantes para viver em um mundo cada vez mais conectado.
Essa percepção também encontra respaldo em pesquisas internacionais. O relatório Global Education Monitoring Report, da UNESCO, alerta que a tecnologia na educação precisa estar vinculada a objetivos pedagógicos claros e ao desenvolvimento de competências digitais. Já estudos da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) mostram que o uso excessivo de telas pode prejudicar a concentração, o desempenho escolar e o bem-estar quando não existe acompanhamento de adultos.
“Discutir o uso dos celulares foi importante porque trouxe à tona uma situação que as escolas já vivenciam há bastante tempo. O aparelho já faz parte da rotina da maioria dos alunos e, por isso, essa discussão precisa ir além de permitir ou proibir o uso. As restrições são importantes para organizar o ambiente escolar, mas também precisamos preparar os estudantes para lidar com a tecnologia de forma responsável e equilibrada. Esse processo envolve a escola, os educadores e as famílias”, afirma a supervisora pedagógica Mariana Cardoso, do Colégio Ideal, no Distrito Federal.
A família passa a ser protagonista
O fato de a parceria com as famílias liderar as prioridades apontadas pelo MEC não é por acaso. A maior parte do tempo de exposição às telas acontece fora da escola, especialmente à noite, nos fins de semana e durante as férias.
Por isso, diversas escolas têm criado estratégias para aproximar pais e responsáveis desse debate. Entre as ações estão palestras sobre saúde digital, oficinas para orientar a configuração de controles parentais, cartilhas com sugestões de acordos familiares sobre horários de uso dos celulares, desafios semanais para reduzir o tempo de tela e encontros em que pais e filhos constroem juntos regras para o uso da tecnologia em casa.
A proposta é que os limites não existam apenas dentro da escola, mas façam parte da rotina familiar, criando referências consistentes para crianças e adolescentes.
Professores assumem um novo papel
Outra mudança observada é a ampliação do papel dos educadores. Mais do que utilizar recursos tecnológicos em sala de aula, os professores passam a atuar como mediadores da vida digital dos estudantes.
Na prática, muitas escolas já promovem formações continuadas sobre uso consciente das redes sociais, prevenção ao cyberbullying, combate à desinformação, inteligência artificial, saúde mental e cidadania digital. Algumas também desenvolvem projetos interdisciplinares nos quais os próprios alunos analisam notícias falsas, refletem sobre o funcionamento dos algoritmos das plataformas e discutem os impactos do excesso de telas no cotidiano.
“Os alunos recebem informações o tempo todo, dentro e fora da escola. Porisso, o professor também precisa ajudá-los a questionar o que estão vendo, entender o que é confiável e perceber os impactos que a tecnologia pode ter no dia a dia. Não é só ensinar a usar uma ferramenta, mas também ajudar os alunos a entender como e quando usá-la.”, avalia a supervisora pedagógica.
Mais convivência, menos dependência das telas
Seis em cada dez gestores defendem investimentos em espaços de convivência, esporte, cultura e atividades coletivas como estratégia para reduzir a dependência dos dispositivos eletrônicos.
Em vez de apenas proibir o celular, muitas escolas estão tornando os intervalos mais atrativos. Jogos de tabuleiro, campeonatos esportivos, clubes de leitura, oficinas de música, hortas escolares, projetos de voluntariado, rodas de conversa, salas de convivência e desafios colaborativos têm ocupado o tempo que antes era dedicado quase exclusivamente às telas.
A ideia é simples: quando os estudantes encontram oportunidades reais para brincar, conversar, criar e fortalecer vínculos presenciais, o celular deixa de ser o centro das relações sociais.
Educação digital deixa de ser tema complementar
A quarta prioridade apontada pelo MEC representa uma transformação estrutural na educação brasileira.
Cada vez mais escolas incorporam a Educação Digital e Midiática ao currículo por meio de aulas específicas ou integrada às demais disciplinas. Os estudantes aprendem, por exemplo, a identificar notícias falsas, compreender como funcionam os algoritmos das redes sociais, proteger seus dados pessoais, reconhecer golpes virtuais, respeitar direitos autorais, utilizar ferramentas de inteligência artificial de forma ética e construir uma presença digital responsável.
Mais do que ensinar o funcionamento das tecnologias, a proposta busca desenvolver competências que acompanharão os jovens durante toda a vida.
“Hoje, não dá para pensar na formação dos alunos sem considerar a relação que eles têm com a tecnologia. A escola também precisa ajudá-los a entender como usar a tecnologia de forma responsável e a fazer boas escolhas no dia a dia. Por isso, trabalhar o letramento digital é também prepará-los para situações que vão encontrar dentro e fora do ambiente escolar”, destaca a porta-voz.
A leitura feita por gestores e especialistas é que a discussão sobre permitir ou proibir celulares foi apenas o primeiro passo de uma transformação mais ampla. Os dados do MEC indicam que as escolas começam a substituir uma lógica baseada apenas na restrição por outra centrada na educação, no diálogo e na construção de hábitos digitais saudáveis, compartilhando essa responsabilidade entre estudantes, famílias e educadores.
Por trás do bem-estar e da vitalidade dos animais de estimação, a ciência e o rigor técnico da química atuam em cada detalhe, da nutrição aos cuidados diários, foto Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Presente na Pet Vet Expo 2026, em São Paulo, o Conselho Federal de Química destaca a importância da qualificação profissional e do rigor laboratorial na cadeia de saúde animal, unindo inovação e prevenção de riscos domésticos
O mercado pet brasileiro consolidou-se como o terceiro maior do mundo, conforme apontam os dados do levantamento mais recente do Health for Animals (2023), entidade que representa desenvolvedores e fabricantes de produtos do setor. Com esse desempenho, o país ocupa a terceira posição no ranking global, atrás apenas dos Estados Unidos e da China, movimentando bilhões de reais em um ecossistema impulsionado pelo afeto e pela busca por longevidade e bem-estar para cães e gatos.
No entanto, o que poucos tutores percebem é que, por trás de cada rotina de cuidados, existe uma engrenagem invisível e altamente técnica: a Química está por trás de tudo isso. Seja no shampoo dermatológico de alta performance, no suplemento nutracêutico ou no medicamento de última geração, a atuação do profissional da química é o alicerce que garante a eficácia e a segurança de ponta a ponta na cadeia produtiva. Para abordar o tema, o Conselho Federal de Química (CFQ) participa da Pet Vet Expo 2026, realizada entre os dias 12 e 14 de agosto, em São Paulo.
É essa centralidade que o CFQ destaca para reforçar o papel estratégico da profissão e, ao mesmo tempo, alertar sobre os cuidados fundamentais com a saúde animal em todas as esferas.Durante os três dias de programação, o Conselho conta com um estande institucional no evento para apresentar a atuação do Sistema CFQ/CRQs e reforçar uma premissa básica: a Química está por trás de tudo isso.
O cuidado que vai da fábrica ao chão de casa
Se o rigor laboratorial é inegociável na bancada da indústria para garantir a eficácia de um fármaco ou cosmético pet, a mesma atenção precisa se estender aos produtos de limpeza utilizados na rotina dos lares. Substâncias tradicionais de faxina como água sanitária, amônia e desinfetantes pesados, escondem armadilhas químicas que podem colocar os animais em risco.
De acordo com Maria Inez Auad Moutinho, conselheira federal e coordenadora do Comitê de Apoio à Cadeia Produtiva de Insumos Químicos (CAIQ) do Conselho Federal de Química (CFQ), a segurança de cães e gatos exige uma leitura minuciosa do cotidiano e a compreensão de que nenhum produto é isento de riscos sem o manejo correto:
“O primeiro ponto é compreender que ‘seguro para pets’ não é uma propriedade absoluta de um ingrediente. A segurança depende da concentração, da dose, da forma de aplicação, do tempo de ventilação, da necessidade de enxágue e, principalmente, da possibilidade de o animal caminhar sobre a superfície ainda molhada e depois lamber as patas”, alerta a especialista.
Maria Inez também reforça o perigo de um erro doméstico comum e reprovado pelos órgãos reguladores: as misturas caseiras de produtos de limpeza, que podem transformar a faxina em um grave incidente toxicológico:
“Hipoclorito com ácidos pode liberar gás cloro; hipoclorito com amônia pode formar cloraminas; e diferentes desinfetantes também podem reagir, perder eficácia ou gerar vapores irritantes. A regra deve ser simples: utilizar um produto por vez e exatamente conforme o rótulo”, destaca.
Da bancada ao mercado: o papel da Química na cadeia produtiva
No espaço institucional montado na feira, o CFQ destaca o papel estratégico da profissão em um mercado que exige alta qualificação. Essa jornada passa por frentes fundamentais:
Pesquisa e Desenvolvimento (P&D): Criação de novas moléculas e matrizes de liberação prolongada para tratamentos avançados.
Produção: Escalonamento industrial com exatidão e preservação do sabor, cheiro e textura.
Controle de Qualidade: O guardião que assegura a pureza, a estabilidade e a conformidade de cada lote com as normas dos órgãos reguladores.
Segurança e Inovação: Mitigação de riscos toxicológicos e introdução de tecnologias sustentáveis e de alto desempenho no mercado pet.
A participação na Pet Vet Expo integra as ações do CFQ voltadas à valorização dos profissionais da área e à aproximação com os setores produtivos. Para o Conselho, valorizar o profissional da química e conscientizar o consumidor sobre os princípios ativos e as orientações de uso são passos inegociáveis para sustentar a credibilidade do setor e garantir que o amor pelos animais venha sempre acompanhado de máxima segurança técnica.
Sobre o Conselho Federal de Química (CFQ)
Criado pela Lei nº 2.800, de 18 de junho de 1956, o Sistema CFQ/CRQs é composto pelo Conselho Federal de Química e por 21 Conselhos Regionais, com atuação em todo o território nacional. O sistema tem como missão regulamentar, orientar e fiscalizar o exercício da atividade da química no país, garantindo à sociedade padrões de qualidade, segurança e conformidade técnica em produtos e serviços.
Raízes do Povo: Caminhos da Alma Afro-Brasileira chega às plataformas em 27 de agosto; pré-lançamento será realizado em Sobradinho, território de origem do artista
As experiências de um artista negro e periférico, nascido em Sobradinho e formado no encontro entre a música, as culturas populares e o terreiro, atravessam o primeiro EP autoral de Jope Chaves. Em Raízes do Povo: Caminhos da Alma Afro-Brasileira, o cantor, compositor e instrumentista reúne cinco faixas que percorrem ancestralidade, fé, resistência, afeto e conhecimentos transmitidos entre gerações. O trabalho chega às plataformas digitais em 27 de agosto, dia do aniversário do artista.
Antes da estreia digital, Jope apresenta o repertório em show gratuito no Festival Raízes do Povo, em 22 de agosto, naPraç a das Artes Teodoro Freire, conhecida como Praça da Quadra 8, em Sobradinho I. A apresentação, prevista para às 20h20, marca o primeiro encontro do público com as canções.Cantor, compositor, arranjador, instrumentista e diretor musical, Jope Chaves atua há cerca de 17 anos na cena cultural do Distrito Federal. Sua trajetória inclui a passagem pelos grupos Musubi e Soul Mandinga, nos quais trabalhou como vocalista, guitarrista, arranjador e diretormusical, além de gravações e colaborações com artistas e projetos como Venttura, Cerradims, Chamat, Eduardo Bahia Canta Djavan e o EP Pele, de Venusto. Em 2022, foi semifinalista do Brasília Independente com a canção “A Sina de um Malandro”.
O novo trabalho consolida essa trajetória em um repertório dedicado à sua identidade autoral. A criação parte das vivências de Jope como integrante das culturas populares e ogã do Candomblé Nagô-Vodum.Essas referências não aparecem apenas nos temas das composições, mas orientam sua maneira de compreender a memória, o pertencimento e a permanência das culturas de matrizes africanas no presente.
“O título fala do que recebemos de quem veio antes de nós e continuamos transmitindo: a música, a oralidade, a fé, os tambores e os ensinamentos ancestrais afro-brasileiros. As raízes não estão paradas no passado. Elas continuam vivas, multiplicando-se e abrindo novos caminhos para a experiência humana e, principalmente, para a experiência negra contemporânea, que, ainda nos dias de hoje, precisa resistir aos preconceitos com a afirmação da sua própria cultura”, explica Jope.
Musicalmente, o EP aproxima samba, samba-rock, samba-canção, ijexá, maracatu e soul. A instrumentação estabelece diálogos entre a canção popular, os ritmos afro-brasileiros e diferentes vertentes da música brasileira, com arranjos que combinam cordas, percussões, metais e vozes.
Cinco caminhos de uma mesma raiz
As cinco faixas percorrem diferentes dimensões da experiência negra e afro-brasileira. O caminho começa com “Ato de Fé”, que aproxima tambor, dança, samba e Candomblé ao apresentar a fé como força de resistência e continuidade cultural. “O samba aparece como expressão artística, manifestação de memória e forma de enfrentamento ao preconceito”, comenta Jope Chaves.
Essa relação com o passado se aprofunda em “Raízes”, composição sobre as tradições orais, a terra, o uso das plantas e os ensinamentos preservados pelos mais velhos. “Gira Mundo” (ou viramundo), um método de tortura na época da escravização no Brasil Colônia e Império, foi escrita por Jope relatando a memória de um negro escravizado que sonhava na liberdade, assim como foi o território de resistência Quilombo dos Palmares.“Gira Mundo” fala, em tom de saudade e sofrimento, da vontade de liberdade de viver a própria cultura, cultivar a espiritualidade, celebrar, dançar e preservar costumes em contraponto à escravização que foi imposta”, explica o artista.
O repertório segue com “Ponto de Luz”, com letra de Gui Cerradim e melodia e harmonia de Jope, onde reúnem esperança, proteção e aprendizado espiritual com a entidade Zé Pilintra das Almas.“A fé é um aprendizado permanente, construído com o tempo e com a escuta”, resume. Por fim, em “Maria” segue pensando a memória coletiva com uma dimensão íntima em uma homenagem à sua avó, Maria de Nazaré, e que celebra também a identidade, a beleza e a força de tantas outras “Marias” desses Brasis.
A unidade entre esses diferentes caminhos é construída pelos arranjos e pela produção musical de Alberto Salgado. O EP reúne Jope Chaves na voz e na guitarra; Márcio Marinho no cavaquinho; Kai Kundrat no baixo; Léo Sena na bateria; Carlos Pial e Larissa Umaytá nas percussões; Felipe de Paulo no trombone; Paulo Black no trompete; Paula Vidal na sanfona; e Ana Quésia Silva, Carol Senna e Tarry Gonçalves nos coros. Tem produção executiva da Machado Produção Cultural. A direção artístico-musical do trabalho é compartilhada por Jope Chaves e pela Machado Produção Cultural, representada por Igor Machado, também conhecido como Igu Malagueta.
Responsável pela co-produção musical, gravação, mixagem e masterização, Valerinho Xavier também participa de duas faixas: Ponto de Luz no violão sete cordas e Ato de Fé como cantor, enquanto Gui Cerradim divide a interpretação de “Ponto de Luz”.
Pré-lançamento no território de origem
A escolha de Sobradinho para apresentar o EP pela primeira vez recupera o território onde Jope nasceu, cresceu e estabeleceu sua relação com as culturas populares e afro-brasileiras. O show integra o Festival Raízes do Povo, evento gratuito que reúne música e atividades formativas ao longo do dia.“Apresentar essas músicas primeiro em Sobradinho é devolver ao meu lugar de origem um trabalho que nasceu das experiências construídas aqui. É onde estão parte das pessoas, das memórias e das referências que ajudaram a formar o artista que sou”, ressalta.
Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, o festival contará com interpretação em Libras, com Luana Neves e Edilene Silva e audiodescrição com Cinema Cego. O projeto do EP também prevê a disponibilização das faixas no YouTube com interpretação em Libras, além de conteúdos com legendas.
Serviço:
Pré-lançamento do EP Raízes do Povo: Caminhos da Alma Afro-Brasileira Artista: Jope Chaves Evento: Festival Raízes do Povo Data: 22 de agosto de 2026 Horário do show: 20h20 Local: Praça das Artes Teodoro Freire – Praça da Quadra 8, Sobradinho I, Distrito Federal Entrada: gratuita Acessibilidade: interpretação em Libras e audiodescrição
Lançamento digital:
EP: Raízes do Povo: Caminhos da Alma Afro-Brasileira Faixas: “Ato de Fé”, “Raízes”, “Gira Mundo”, “Ponto de Luz” e “Maria” Data: 27 de agosto de 2026, à 0h Disponibilidade: principais plataformas digitais Conteúdo acessível: faixas com interpretação em Libras no YouTube Instagram: @jopechaves
Projeto realizado com recursos d o Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal – FAC-DF, da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. Produção: Machado Produção Cultural.
Séruns e óleos da linha Avon Advance Techniques que unem tratamento e finalização para todos os tipos de cabelo
Séruns e óleos conquistaram um espaço definitivo na rotina de cuidados capilares. Ao controlar o frizz, selar as cutículas e preservar a hidratação, esses produtos ajudam a potencializar o resultado do tratamento. De olho nessa tendência, Avon reúne seis finalizadores da linha Advance Techniques por até R$49,99, oferecendo soluções para diferentes tipos e necessidades de cabelo.
Com fórmulas leves, sem enxágue e livres de parabenos, o portfólio inclui séruns e óleos desenvolvidos para nutrição, reconstrução, efeito liso e definição dos cachos. Combinando tratamento e acabamento, os produtos ajudam a proteger os fios, controlar o frizz e proporcionar brilho e maciez, tornando a etapa de finalização um complemento essencial da rotina capilar.
Depois do banho, os fios ainda pedem um passo a mais. Com óleos de argan e milho e betacaroteno, este sérum sela a cutícula e elimina o frizz, deixando os cabelos macios e brilhantes desde a primeira aplicação.
Para fios que já passaram por química ou calor em excesso, a finalização certa faz diferença. Este sérum sem enxágue ajuda a reconstruir a fibra capilar e devolve o acabamento liso e saudável.
Com a tecnologia Lotus Shield, este sérum forma uma camada resistente à água que mantém o efeito liso e livre de frizz mesmo entre lavagens, alinhando os fios com um só passo.
A versão família do óleo hidratante Nutrição Completa, para quem faz da finalização um hábito diário e não abre mão do rendimento.
Os itens para cuidados capilares estão disponíveis com as Consultoras de Beleza Avon, nas lojas físicas, no aplicativo e no e-commerce oficial da marca: www.avon.com.br
Sobre Avon
Fundada em 1886 com o propósito pioneiro de promover a autoestima e a emancipação feminina, a Avon consolidou-se como uma das maiores referências globais em beleza. Parte do grupo Natura desde 2020, a marca opera sob o modelo de Femtech desde 2026 — uma ‘startup do feminino’ que funde seu legado de mais de mil patentes a uma estrutura ágil e cultura digital-first. Com gestão majoritariamente feminina e estratégia unificada do México à Argentina, a Avon foca na geração de valor e na democratização de tecnologias de alta performance, como o exclusivo Protinol e o Retinol. Sua operação omnicanal integra o social selling de 1,5 milhão de Consultoras de Beleza a uma rede de e-commerce e mais de 1.200 pontos de venda em varejistas multimarcas.
Festival reúne artistas brasileiros em quatro dias de programação gratuita com performances, instalações, música, oficinas e encontros de experimentação artística não convencional
Museu Nacional da República será tomado por sons, luzes, performances, instalações e diferentes experiências sensoriais durante o Eixo do Fora Vol. 6 Festival de Arte Som e Arte Luz. Em sua sexta edição, o festival propõe uma imersão na produção contemporânea experimental, aproximando 14 artistas, coletivos e público em uma programação que explora novas formas de criar, escutar e perceber a arte.
Com curadoria de Alexandre Rangel, Dalton Camargos, Gisel Carriconde, Krishna Passos e Priscila Arantes, foram selecionadas, por meio de Chamada Pública Nacional, 14 apresentações de artistas, coletivos e pesquisadores do Distrito Federal e de todo o Brasil, com processos que valorizam linguagens que combinam matéria sonora e luminosa em apresentações inusitadas. O festival também contará com atividades formativas, oficinas, rodas de conversa e debates, que se aprofundam em pesquisa artística
De acordo com Krishna Passos, idealizador e coordenador geral do projeto, o festival pretende questionar de que forma a arte pode estar realmente conectada conosco dentro da nossa rotina. “O público pode esperar uma grande diversidade de formas, para a compreensão e o experimentar a arte, seus suportes, seus locais de ação e as matérias-primas das quais são feitas. Assim, esperamos contribuir com a formação de público e de artistas na capital, fortalecendo também o papel de Brasília como um lugar surgido de experimentações estéticas, artísticas e sociais, como é sua vocação”, afirma
A programação vai reunir experiências que aproximam corpo, som, luz, espaço e formas em propostas de criações livres. Em “Eu.Morfose”, o movimento do corpo interfere diretamente na criação sonora e visual, em uma jornada sensorial. Já “INÍCIO 2, Primeira Voz” transforma vocalizações, choros e respirações de um bebê em luz, ritmo e arquitetura enquanto “Vagalumens” propõe uma simbiose entre o natural e o artificial sobre o concreto do museu, com seres luminosos e sonoros criando um ambiente que aproxima tecnologia, natureza, vida e cidade.
O público também encontrará trabalhos que exploram a relação entre música experimental, tecnologia e percepção, com experiências de improvisação electroacústica que transitam entre música concreta, krautrock, noise e ambient. A programação ainda inclui “BAILE IMPROVISADO”, performance construída ao vivo a partir de samples e trechos de funk brasileiro, sem composição fixa, com o público e o artista compartilhando o mesmo espaço de escuta criativa.
Com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC), o festival tem como princípio criar espaço para manifestações artísticas que encontram pouca visibilidade nos circuitos tradicionais. Além de promover o intercâmbio entre artistas de diferentes regiões do país, como Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul e Distrito Federal, ampliando o contato do público com pesquisas em arte que transitam por linguagens não convencionais da arte contemporânea.
SERVIÇO
Festival Eixo do Fora Vol. 6 – Festival de Arte Som e Arte Luz
De 12 a 15 de agosto de 2026
Local: Museu Nacional da República e áreas externas – Brasília/DF
Programação de shows começa nesta sexta (14), ao lado da Administração de Ceilândia, e segue até domingo (16). Polos culturais funcionam normalmente
Os grandes shows do Maior São João do Cerrado começam nesta sexta-feira (14), em Ceilândia, com a apresentação de Alceu Valença, na Arena São João, montada na Praça do Trabalhador, ao lado da Administração Regional da cidade. Um dos maiores nomes da música brasileira, o cantor pernambucano apresenta o espetáculo “80 Girassóis”, em comemoração aos seus 80 anos, reunindo sucessos que marcaram sua trajetória.
No sábado (15), será a vez de Michele Andrade, Grupo Benzadeus e Ju Marques subirem ao palco. Artista de Ceilândia, Ju Marques representa a força e a diversidade da produção musical do Distrito Federal e divide a programação com atrações de destaque nacional.
O encerramento do evento será no domingo (16), com Mari Fernandez e Michel Teló, responsável por fechar a programação do O Maior São João do Cerrado. O cantor sul-mato-grossense promete colocar o público para dançar em uma apresentação que reúne sertanejo, forró e piseiro.
Para a organizadora do evento, Edilane Oliveira, os grandes shows são uma forma de celebrar o retorno do Maior São João do Cerrado à Ceilândia em grande estilo. “A gente estava com saudade de Ceilândia e sabe que muita gente também estava com saudade do Maior São João do Cerrado. Queremos que o público sinta que está chegando a uma festa que conhece, que faz parte da cidade e que agora está de volta para matar a saudade”, afirma.
Polos culturais
Além do grande palco na Arena São João do Cerrado, polos espalhados pela cidade garantem a diversão.
Após seis anos, o Sítio Seu João voltou a integrar a programação do evento, recriando uma comunidade típica do sertão nordestino, com construções em taipa e pau a pique, bodega, comidas típicas, música e elementos que remetem às tradições do interior. O espaço funciona na Casa do Cantador.
Na Praça do Mamulengo, montada na Praça da Bíblia, a diversão fica por conta do circo, oficinas, parque de diversões, apresentações culturais, gastronomia e atividades voltadas para crianças e adultos.
Já a Vila Borborema rememora o ambiente das tradicionais cidades do interior, com casas cenográficas, Capela de Santo Antônio, feira de artesanato e apresentações de trios de forró em um coreto. O espaço fica na praça da Estação Ceilândia Centro do Metrô.
O Maior São João do Cerrado é realizado pelo Instituto Brasileiro de Integração (IBI), apresentado pelo Ministério da Cultura e pela Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), em parceria com o Ministério do Turismo e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. O projeto conta ainda com o apoio da CiaNet, Casas Bahia, JK Shopping e Administração Regional de Ceilândia.
Serviço
Arena São João do Cerrado – Palco principal Praça do Trabalhador – QNM 13, ao lado da Administração Regional de Ceilândia 14 a 16 de agosto | 17h às 02h
Vila Borborema Praça da Estação Ceilândia Centro do Metrô – CNN 2, Avenida Hélio Prates 7 a 16 de agosto | 14h às 22h
Sítio Seu João Casa do Cantador – QNN 32, Ceilândia Sul (Via da Fundação Bradesco) 7 a 9 e 12 a 16 de agosto | 16h às 23h
Praça do Mamulengo Praça da Bíblia – QNP 19, Ceilândia Norte 7 a 9 e 12 a 16 de agosto | 16h à 0h
Quinta etapa do campeonato será realizada nos dias 15 e 16 de agosto e deve acirrar a disputa pelas primeiras posições da classificação geral
O Brasília Kart Series (BKS) chega à quinta etapa da temporada nos dias 15 e 16 de agosto, no Kartódromo do Paranoá, em um momento decisivo do campeonato. Com a classificação cada vez mais apertada após quatro etapas, pilotos de diferentes categorias voltam à pista em busca de pontos importantes na corrida pelo título da temporada de 2026.
Promovido pela Federação de Automobilismo do Distrito Federal (FADF), com apoio da Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) e da Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal, o campeonato reúne desde jovens
talentos até pilotos experientes e vem consolidando o Distrito Federal como uma das principais referências do kartismo no Centro-Oeste. A programação terá treinos livres no sábado (15) e, no domingo (16), tomadas de tempo e baterias oficiais.
“Entramos em uma fase importante do campeonato, em que cada etapa passa a ter um peso ainda maior na disputa pelo título. O equilíbrio entre os pilotos tem sido uma das marcas desta temporada, e a expectativa é de mais um fim de semana de grandes corridas. Além da competição, o Brasília Kart Series continua fortalecendo o kartismo no Distrito Federal e incentivando a formação de novos talentos”, destaca Renato Constantino, presidente da Federação de Automobilismo do Distrito Federal.
Considerado a principal porta de entrada para o automobilismo profissional, o kart segue desempenhando papel fundamental na formação de pilotos e vive um momento de expansão no país. Em 2025, o Campeonato Brasileiro de Kart registrou sua maior edição da história, com mais de 650 inscrições, enquanto as competições nacionais organizadas pela Confederação Brasileira de Automobilismo ultrapassaram a marca de mil inscrições ao longo da temporada. Nesse cenário de crescimento, o Brasília Kart Series também vem ampliando seu alcance e já reuniu mais de 8 mil espectadores nas quatro primeiras etapas de 2026. Serviço