PERCA O CONTROLE! WARNER BROS. PICTURES ANUNCIA PRÉ-VENDA DE “O MORRO DOS VENTOS UIVANTES”

Divulgação

Público poderá garantir seus ingressos antecipadamente a partir de 29 de janeiro; filme chega aos cinemas em 12 de fevereiro

Warner Bros. Pictures anuncia a pré-venda de ingressos de “O Morro dos Ventos Uivantes”, que começa na próxima quinta-feira, dia 29 de janeiro. Dirigido pela aclamada cineasta Emerald Fennell, o novo olhar sobre o clássico atemporal de Emily Brontë chega aos cinemas em 12 de fevereiro.  

O filme traz Margot Robbie e Jacob Elordi como Catherine e Heathcliff, que tem suas vidas alteradas para sempre por um amor proibido que caminha lado a lado com a obsessão. Com trilha sonora original de Charli XCX, a história promete uma narrativa intensa e trágica repleta de sensualidade. 

“O Morro dos Ventos Uivantes” chega aos cinemas brasileiros em 12 fevereiro de 2026, também em IMAX e versões acessíveis. 

Sobre o filme 

Da Warner Bros. Pictures e da cineasta vencedora do Oscar e do BAFTA, Emerald Fennell, chega “O Morro dos Ventos Uivantes”, estrelado pela indicada ao Oscar e ao BAFTA Margot Robbie, ao lado do indicado ao BAFTA Jacob Elordi. 

O filme também conta com a indicada ao Oscar Hong Chau, Shazad Latif, Alison Oliver, o vencedor do BAFTA Martin Clunes e Ewan Mitchell. 

Fennell dirige a partir de seu próprio roteiro. Os produtores são o indicado ao Oscar e vencedor do BAFTA Josey McNamara, Fennell e Robbie. Sara Desmond e o indicado ao Oscar Tom Ackerley assinam a produção executiva. 

Warner Bros. Pictures e MRC apresentam uma produção da Lie Still & LuckyChap Entertainment, um filme de Emerald Fennell, “O Morro dos Ventos Uivantes”. Distribuído pela Warner Bros. Pictures, o filme chega aos cinemas em todo o país em 12 de fevereiro de 2026

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Bailinho do Terraço 2026 Terraço terá dois dias de festa e aposta em programação para crianças e adultos

Foto divulgação

A festa mais esperada do calendário do Terraço Shopping já tem data marcada e chega em 2026 com ainda mais fôlego, diversidade e novidades. O Bailinho do Terraço será realizado pela primeira vez em dois dias com uma programação gratuita pensada para toda a família, reunindo atrações infantis e experiências que também convidam o público adulto a entrar no clima da festa.

Nos dias 15 e 16 de fevereiro, domingo e a segunda-feira, o Terraço se transformará em um grande cenário de cores, música e fantasia, com atrações que passeiam pelas clássicas marchinhas, blocos carnavalescos e apresentações musicais ao vivo. A estrutura, montada na área externa, será totalmente coberta e inclui brinquedos infláveis gigantes, espaço para dança, além do já tradicional Camarim Fashion.

No palco, a programação musical valoriza a cena cultural brasiliense e diferentes expressões do Carnaval. No domingo (15), a banda “Maria Vai Casoutras” apresenta um repertório lúdico e que dialoga com o universo infantil, enquanto o “Bloco Eduardo e Mônica” leva ao público a identidade de Brasília em um show marcado por nostalgia e participação coletiva.

Na segunda-feira (16), a banda “Elas que Toquem” traz ao palco um espetáculo potente, que celebra a diversidade e a força feminina na música brasileira. Encerrando a programação, a banda “Axé do Seu Evento” garante o clima contagiante da folia, com um repertório dançante que convida crianças e adultos a celebrarem juntos.

Com entrada gratuita, o Bailinho do Terraço se consolida como uma das principais opções de Carnaval para crianças, jovens e adultos, oferecendo uma programação carnavalesca completa para quem busca diversão de qualidade durante o feriado. 

Durante o período de Carnaval, o shopping funcionará em horários especiais, permitindo que o público aproveite tanto a programação do evento quanto as opções de compras e gastronomia.

Serviço

Bailinho do Terraço 2026
Datas: 15 e 16 de fevereiro de 2026
Horário do evento: das 12h às 18h
Local: Terraço Shopping – área externa
Entrada: Gratuita

Programação Musical

15/02 – Domingo
• DJ

•Banda “Maria Vai Casoutras”

• Bloco” Eduardo e Mônica”

16/02 – Segunda-feira
• DJ 

• Banda “Elas que Toquem”

• Banda “Axé do Seu Evento”

Venâncio Shopping realiza Bloquinho Divertido com programação para toda a família

Foto divulgação

Dia 7 (sábado), das 13h às 17h30. Entrada franca

Para celebrar o Carnaval, o Venâncio Shopping promove o Bloquinho Divertido no dia 7 (sábado), das 13h às 17h30, com entrada franca. A programação reúne atrações musicais, brincadeiras, cortejo carnavalesco e atividades infantis, em um ambiente coberto, seguro e preparado para receber públicos de todas as idades.

A festa começa às 13h às 15h, com o Trio Bagunça e a Cia Teatral Néia e Nando que assumem a animação da criançada com brincadeiras e coreografias inspiradas nas trends do momento. Ao longo da tarde, a programação conta ainda com pintura de rosto express, disponível até às 16h, para completar a fantasia dos pequenos foliões.

E a folia não para por aí, às 15h, crianças e adultos são convidados a participar do desfile de Carnaval para toda a família, com premiação para as fantasias. Em seguida, das 16h às 17h30, a cantora brasiliense Mayara Dourado apresenta a May-tinê, com um repertório que mistura marchinhas, clássicos infantis e MPB. Para deixar a tarde ainda mais gostosa, haverá pipoca e algodão-doce para os foliões.

Para deixar a festa ainda mais animada, serão distribuídos kits foliões gratuitos com confetes, serpentinas e máscaras de carnaval. Os kits são limitados e deverão ser solicitados, previamente,  no instagram do shopping (@venancioshopping), a partir  do dia  04, às 10h.

Com o Bloquinho Divertido, o Venâncio Shopping amplia sua agenda cultural e de lazer, oferecendo uma opção de Carnaval pensada para o convívio familiar. “A ideia é trazer para dentro do shopping uma festa que faz parte da identidade do brasileiro, com estrutura, segurança e uma programação acessível para todas as idades”, afirma Rosângela Castro, gerente de marketing do Venâncio Shopping

Estacionamento promocional

Para maior comodidade, o shopping proporciona conforto e segurança aos clientes, que além de contar com estacionamento coberto a um preço fixo de R$ 8, de segunda a sexta-feira, das 17h às 23h, também oferece estacionamento gratuito para compras acima de R$50 aos finais de semana e feriados. Para ter acesso ao benefício de gratuidade, basta levar o comprovante da compra realizada e validar o ticket no Balcão de Informações, no piso G1. Promoção válida das 8h às 23h59 e não cumulativa com outros benefícios. Para mais informações consulte o regulamento no site www.venancioshopping.com.br.

Sobre o Venâncio Shopping

No centro da capital do país, desde 1976, o Venâncio Shopping traz em seu DNA um conceito inovador. Além de ser uma excelente opção para compras e experiências, é também um Hub de Serviços e ponto de solução de pessoas, com sua torre business atrelada a torre de Serviços, alta gastronomia da capital como Jamie Olivier Kitchen, Cantón Peruvian & Chinese Food, Chaco, Confraria do Camarão, Outback Steakhouse, Starbucks e Scada Café. Entre os serviços oferecidos, estão opções como: cartório de registro de imóveis em Brasília, clínicas, faculdades, entre outros.

Serviço:

Bailinho Divertido no Venâncio Shopping

Data: 07/02
Horário: 13h às 17h30

13h às 15h – Folia com Brincadeiras

13h às 16h – Pinturinha Express

15h às 16h – Desfile de carnaval para toda família

16h às 17h30 – May-tinê com Mayara Dourado

Entrada: Franca

Livre para todos os públicos

Kit Folião: 

Gratuito e limitado.

Solicitação a partir do dia 04/02 no: https://www.instagram.com/venancioshopping/

Entrega do Kit na hora e no  local do evento, a partir das 13h

Venâncio Shopping
SCS Quadra 8 – Asa Sul
Informações: (61) 3208-2000
Site: www.venancioshopping.com.br
Instagram: @venancioshopping

Mostra Oscar 2026 do Cine Brasília reúne 25 filmes indicados à maior premiação do cinema

Foto divulgação

Ao longo de seis semanas, o público poderá conferir uma programação com produções que concorrem à estatueta de ouro, incluindo o brasileiro “O Agente Secreto”, indicado em quatro categorias

CineSemana de 5 a 11 de fevereiro conta ainda com Sessão Circuitão, Sessão Monumental, Sessão Acessível, estreia e duas sessões especiais

De 5 a 11 de fevereiro, todas as sessões pagas do Cine Brasília contarão com ingressos a R$ 10 e R$5 em comemoração à Semana do Cinema 

De 5 de fevereiro a 18 de março, o Cine Brasília apresenta a Mostra Oscar 2026. Já consolidada no cronograma anual do cinema, a mostra retorna com uma seleção de 25 filmes indicados ao principal prêmio da indústria cinematográfica. E, pelo segundo ano consecutivo, o Brasil figura entre os destaques da premiação, após a repercussão de Ainda Estou Aqui na edição anterior, agora com O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, entre os títulos mais indicados de 2026.

Como não poderia deixar de ser, o grande destaque da mostra é O Agente Secreto, novo longa de Kleber Mendonça Filho, que entra para a história do Oscar ao conquistar quatro indicações nas categorias Melhor Filme, Melhor Filme Internacional, Melhor Elenco e Melhor Ator, para Wagner Moura. O feito iguala o recorde de Cidade de Deus como o filme brasileiro com mais indicações na história da premiação.

Ambientado no Brasil de 1977, em plena ditadura militar, o longa acompanha Marcelo, um especialista em tecnologia que retorna para o Recife para se aproximar de seu filho, tentando se esconder, mas acaba envolvido em uma atmosfera de vigilância, paranoia e ameaça constante durante o Carnaval. 

A temporada de 2026 também se destaca pelo volume inédito de indicações concentradas em alguns títulos presentes na mostra. Pecadores, dirigido por Ryan Coogler, bateu o recorde histórico ao concorrer em 16 das 24 categorias da premiação, se tornando o filme mais indicado da história do Oscar. Já Uma Batalha Após a Outra aparece com 12 indicações, figurando entre os favoritos da edição.

Outros destaques da programação incluem Marty SupremeFrankenstein e Valor Sentimental, cada um com nove indicações, além de Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, que concorre em oito categorias. 

Nesta primeira semana da Mostra, de 5 a 11 de fevereiro, além de O Agente Secreto, o público poderá assistir a Valor Sentimental, de Joachim Trier, que mergulha em relações familiares marcadas por ressentimentos acumulados ao longo de décadas, e Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, drama dirigido por Chloé Zhao que traz um olhar sensível sobre o luto de William Shakespeare após a perda do filho. O imaginário clássico também ganha novas leituras com Frankenstein, adaptação da obra de Mary Shelley feita por Guillermo del Toro, e com A Meia-Irmã Feia, que transforma o conto da Cinderela em uma fábula sombria e perturbadora.

A seleção conta ainda com Marty Supreme, cinebiografia do diretor Josh Safdie protagonizada por Timothée Chalamet, e Bugonia, sátira de ficção científica de Yorgos Lanthimos. O suspense e o terror aparecem em Pecadores, thriller sobrenatural dirigido por Ryan Coogler, enquanto Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria, de Mary Bronstein, aposta no humor ácido para retratar uma mãe à beira do colapso emocional diante de sucessivas crises.

Já A Voz de Hind Rajab, dirigido por Kaouther Ben Hania, traz para a tela uma dramatização de acontecimentos reais ocorridos em Gaza. No âmbito da aventura, tem também Jurassic World: Recomeço, de Gareth Edwards, que apresenta um novo capítulo da franquia do mundo dos dinossauros, e a animação musical Guerreiras do K-Pop: Para Cantar Junto, dirigida por Chris Appelhans e Maggie Kang, com o trio de caçadoras de monstros que formam o grupo HUNTR/X.

Ao longo das semanas seguintes, completando a lista, a Mostra segue também com os títulos Avatar 3: Fogo e CinzasZootopia 2F1 O Filme, Sonhos de Trem, SiratA Hora do Mal,ArcoKokuho: O Preço da PerfeiçãoUma Batalha Após a OutraA Pequena AmélieSong Song Blue: Um Sonho a DoisCoração de Lutador e Foi Apenas Um Acidente.

Nesta primeira semana 

SESSÃO CIRCUITÃO

Além da Mostra Oscar 2026, a programação da primeira semana de fevereiro conta com mais uma Sessão Circuitão, que neste mês exibe Anaconda, comédia de aventura que aposta no humor e na metalinguagem para contar uma história sobre nostalgia, amizade e sobrevivência. Dirigido por Tom Gormican, o filme acompanha um grupo de amigos em plena crise de meia-idade que decide se aventurar em um projeto improvável: refazer o filme favorito da juventude. A ideia, movida pelo desejo de reviver o passado, leva o grupo a uma floresta tropical, onde o que deveria ser uma experiência divertida rapidamente se transforma em uma sucessão de situações extremas. Entre desafios naturais, criminosos violentos, fenômenos climáticos e a ameaça de cobras gigantes, a jornada se converte em uma luta pela sobrevivência, equilibrando ação, aventura e humor.

O longa conta com a participação de Selton Mello, único ator brasileiro no elenco, ao lado de Paul Rudd, Jack Black e Steve Zahn. A presença de Selton reforça o destaque dos talentos brasileiros também em produções internacionais.

Dedicada a títulos mainstream, a Sessão Circuitão acontece mensalmente e, em fevereiro, Anaconda será exibido na quinta-feira, 5, às 12h10, no domingo, 8, às 16h30, e na segunda-feira, 9, às 18h15. 

SESSÃO ACESSÍVEL

Também integra a grade a primeira Sessão Acessível do mês, que, no sábado, 7, às 14h, exibe o documentário Milton Bituca Nascimento. Dirigido por Flavia Moraes, o filme toma como ponto de partida a turnê de despedida de Milton Nascimento, um dos nomes mais importantes da música brasileira, para construir um retrato de sua trajetória e de sua relação profunda com o público.

Gratuita e voltada para Pessoas com Deficiência, a Sessão Acessível conta com recursos de acessibilidade de Libras e legendas descritivas projetadas na tela e audiodescrição no sistema de som da sala.

SESSÃO MONUMENTAL

Os amantes de ficção científica de qualidade têm um encontro imperdível na Sessão Monumentalde fevereiro, que, na próxima terça, 10, exibe Matrix, clássico absoluto do cinema contemporâneo que marcou para sempre o gênero no final dos anos 1990 com a icônica cena das balas em câmera lenta. Com direção de Lana e Lilly Wachowski, o filme é protagonizado por Keanu Reeves, ao lado de Laurence Fishburne e Carrie-Anne Moss. 

Lançado em 1999, Matrix acompanha Thomas Anderson, um programador que passa a questionar a própria realidade após descobrir que o mundo em que vive é uma simulação controlada por um sistema de inteligência artificial. Ao misturar ação, ficção científica e reflexões sobre liberdade, tecnologia e controle, o filme se consolidou como uma obra seminal, influenciando gerações de cineastas e espectadores.

Com ingressos a R$10 (inteira) e R$5 (meia), a Sessão Monumental ocorre uma vez por mês, em sessão dupla às 19h e às 22h, trazendo sempre obras clássicas ou contemporâneas de grande impacto para o cinema.

ESTREIA

A estreia da semana fica por conta de O Menino e o Panda, produção franco-belga voltada dirigida por Gilles de Maistre. O filme acompanha Tian, um garoto de 12 anos que, após dificuldades na escola, é enviado para passar um tempo com a avó nas montanhas de Sichuan. Longe da cidade, ele descobre uma nova forma de viver e cria uma amizade improvável com um filhote de panda, a quem chama de Moon. Em meio à natureza, a relação entre os dois se transforma em uma jornada sobre amadurecimento.

SELEÇÃO DE CURTAS

Durante esta semana, as sessões de Guerreiras do K-Pop: Para Cantar Junto ganham um complemento especial com a exibição do curta brasileiro Felícia e Os Super-resíduos do Bem. Na história, Felícia, uma menina PCD de 8 anos, transforma sucata em brinquedos e acaba vivendo uma aventura inesperada quando um meteoro cai na cidade e dá vida aos seus heróis, e também a um vilão nada simpático, o General Chorume. 

Os curtas exibidos no Cine Brasília são selecionados na Chamada Pública de Curtas do Cine Brasília, uma iniciativa que busca ampliar a diversidade da programação e fortalecer o cinema nacional. A previsão da atual gestão é que 150 curtas de todo o Brasil sejam exibidos antes das sessões de longas-metragens em cartaz. Os filmes escolhidos recebem um cachê de R$1.300 para obras finalizadas a partir de 2025, e R$800 para as finalizadas até dezembro de 2024. As inscrições podem ser feitas até 1º de abril de 2027 pelo sitecinebrasilia.com/chamadas-publicas, onde também está disponível o edital completo. 

EM CARTAZ

Segue em cartaz A Única Saída, novo filme do diretor sul-coreano Park Chan-wook, que mistura comédia, drama e suspense. Protagonizado por Lee Byung-hun, o longa acompanha Man-Su, um funcionário exemplar que, após perder o emprego depois de 25 anos, vê sua vida ruir e passa a enfrentar de forma cada vez mais extrema a pressão econômica e social. Com humor ácido e tensão crescente, o filme constrói um retrato inquietante da precarização e das obsessões geradas pela lógica da competitividade, reafirmando o olhar crítico e incisivo do cineasta sobre a sociedade contemporânea.

SESSÃO ESPECIAL

A programação da semana também conta com duas sessões especiais. A primeira delas é Mandioca Frita, que além de integrar o projeto Cine BBB marca a pré-estreia do filme. A exibição acontece nesta quinta, 5, às 20h, com entrada gratuita.

Ambientado em Brasília, o filme acompanha Dirley, um motorista de ônibus solitário e mal-humorado que tem sua rotina atravessada pela chegada inesperada de Júlio, um idoso desmemoriado que surge em seu ônibus. O encontro, que começa como um abrigo improvisado, se transforma em uma jornada leve e bem-humorada pela cidade, ao lado da cobradora Edinalva, em busca da identidade do senhor que, pouco a pouco, revela ser o lendário palhaço Mandioca Frita. 

Já na sexta, 6, às vésperas do carnaval, o Cine entra no ritmo dos tambores com a sessão especial do documentário Na Minha Terra, Carnaval é Religião, dirigido pelo cineasta brasiliense Rodrigo Resende Coutinho. A noite começa às 19h30 com a apresentação do Batuque da Orquestra Alada Trovão da Mata, do Seu Estrelo, um dos nomes mais emblemáticos da cultura popular e do carnaval do DF, e segue às 20h com a projeção do filme.

Produzido de forma independente, o documentário acompanha a atuação de artistas e blocos brasileiros em Lisboa, revelando como o carnaval se constrói como gesto político, simbólico e de ocupação do espaço público, especialmente em um momento histórico em que a cidade passa a reconhecer oficialmente os desfiles de rua como manifestação cultural. Os ingressos custam R$10 (inteira) e R$5 (meia).

EM BREVE

Nas próximas semanas, a programação contará com a chegada de Coração De Lutador, A Hora do Mal, F1 O Filme, Foi Apenas Um Acidente, Arco, Avatar: Fogo e Cinzas, Kokuho: O Preço da Perfeição e A Pequena Amélie. Aguarde para assistir a esse filme no Cine Brasília. 

INGRESSOS E ACESSIBILIDADE

De 5 a 11, em celebração à Semana do Cinema, todas as sessões pagas do Cine Brasília custarão R$10 e R$5. Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema, às segundas e terças, das 13h e 22h, e de quarta a domingo, das 09h às 21h, ou no SITE

A Sessão Acessível com recursos de acessibilidade de Libras e legendas descritivas projetadas na tela e audiodescrição no sistema de som da sala.

ACESSIBILIDADE MOSTRA OSCAR 2026

Acessibilidade no aplicativo MLoad: Frankenstein, Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, Bugonia, A Voz de Hind Rajab, Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria, Song Sung Blue: Um Sonho a Dois, Guerreiras do K-Pop e Jurassic World: Recomeço.

Acessibilidade no aplicativo MovieReading: O Agente Secreto, Pecadores, Uma Batalha Após a Outra, Marty Supreme, Sonhos de Trem, Foi Apenas Um Acidente, Sirat, A Hora do Mal, Zootopia 2, A Pequena Amélie, Arco, Kokuho: O Preço da Perfeição, Coração de Lutador, F1 O Filme e Avatar 3: Fogo e Cinzas. 

Acessibilidade no aplicativo PingPlay: A Meia-Irmã Feia. 

Acessibilidade no aplicativo Conecta Acessibilidade: Valor Sentimental.

O Cine Brasília segue com o Programa de Fidelidade – CINELOVER que recompensa espectadores frequentes. A cada sessão assistida, os participantes acumulam carimbos no cartão fidelidade, que podem ser trocados por prêmios como entradas gratuitas, ímãs, baldes de pipoca, ecobags e camisetas exclusivas. O programa é válido para sessões regulares da grade, bem como para as especiais permanentes Sessão Contraturno e Sessão Família. Cada ingresso dessas três sessões especiais dá direito a dois carimbos no cartão fidelidade. Mais informações emcinebrasilia.com/fidelidade.

SERVIÇO – CINE BRASÍLIA
Endereço: Asa Sul Entrequadra Sul 106/107 – Brasília, DF, 70345-400.
Informações pelo WhatsApp: 61 99687-8661 (seg a sex – das 14h às 18h) –wa.me/5561996878661 ou contato@cinebrasilia.com Ingressos à venda na bilheteria ou pelo link:ingresso.com/cinema/cine-brasilia 
Mais informações: cinebrasilia.com ou@cinebrasiliaoficial

PROGRAMAÇÃO 05 A 11 DE FEVEREIRO

QUINTA-FEIRA, 05/02

10h00 — Mostra Oscar 2026 – Felícia e Os Super-resíduos do Bem (curta-metragem) + Guerreiras do K-Pop: Pra Cantar

12h10 — Sessão Circuitão – Anaconda

14h30 — Mostra Oscar 2026 – Se Eu Tivesse Pernas Eu Te Chutaria

17h00 — Mostra Oscar 2026 – Marty Supreme

20h00 — Sessão de Pré-Estreia – Mandioca Frita

SEXTA-FEIRA, 06/02

10h00 — Mostra Oscar 2026 – Felícia e Os Super-resíduos do Bem (curta-metragem) + Guerreiras do K-Pop: Pra Cantar

14h30 — Mostra Oscar 2026 – A Meia-Irmã Feia

17h00 — Mostra Oscar 2026 – Hamnet: A Vida Antes de Hamlet

20h00 — Sessão Especial – Na Minha Terra, Carnaval é Religião

SÁBADO, 07/02

11h00 — Mostra Oscar 2026 – Felícia e Os Super-resíduos do Bem (curta-metragem) + Guerreiras do K-Pop: Pra Cantar

14h00 — Sessão Acessível – Milton Bituca Nascimento

17h00 — Mostra Oscar 2026 – O Agente Secreto

20h10 — Mostra Oscar 2026 – Valor Sentimental

DOMINGO, 08/02

11h00 — Mostra Oscar 2026 – Felícia e Os Super-resíduos do Bem (curta-metragem) + Guerreiras do K-Pop: Pra Cantar

14h00 — Mostra Oscar 2026 – Bugonia

16h30 — Sessão Circuitão – Anaconda 

20h00 — Mostra Oscar 2026 – Marty Supreme

SEGUNDA-FEIRA, 09/02

15h30 — A Única Saída

18h15 — Sessão Circuitão – Anaconda 

20h30 — Mostra Oscar 2026 – Pecadores

TERÇA-FEIRA, 10/02

14h00 — Mostra Oscar 2026 – Zootopia 2

16h30 — Mostra Oscar 2026 – Hamnet: A Vida Antes de Hamlet

19h00 — Sessão Monumental – Matrix

22h00 — Sessão Monumental – Matrix

QUARTA-FEIRA, 11/02

10h00 — O Menino e o Panda

14h30 — Mostra Oscar 2026 – Jurassic World: Recomeço

17h15 — Mostra Oscar 2026 – O Agente Secreto

20h30 — Mostra Oscar 2026 – Frankenstein

‘Rita Lee – Uma Autobiografia Musical’, visto por mais de 160 mil pessoas, chega a Brasília com duas sessões em 8 de fevereiro com Mel Lisboa

Foto João Caldas

Musical revisita sucessos, histórias e a genialidade da artista que revolucionou a música brasileira

Estrelado por Mel Lisboa e dirigido por Márcio Macena e Débora Dubois, o musical “Rita Lee – Uma Autobiografia Musical” chega a Brasília em 8 de fevereiro para duas sessões, no Centro de Convenções Ulysses, após lotar temporadas em São Paulo e conquistar mais de 160 mil espectadores em pouco mais de um ano em cartaz. A superprodução, que fará uma turnê por 11 cidades em 2026, recria com humor, afeto e irreverência a trajetória da maior roqueira do país.

Com roteiro e pesquisa de Guilherme Samora e direção musical de Marco FrançaMárcio Guimarães, o espetáculo reúne um elenco que revisita personagens marcantes da música brasileira e da vida artística de Rita Lee. No palco, Bruno Fraga (Roberto de Carvalho)Fabiano Augusto (Ney Matogrosso)Tatiana Thomé (Censora Solange)Debora Reis (Hebe Camargo)Flávia Strongolli (Elis Regina)Yael Pecarovich (Gal Costa)Antonio Vanfill (Arnaldo Baptista e Charles Jones)Gustavo Rezende (Raul Seixas) e Roquildes Junior (Gilberto Gil) ajudam a reconstruir diferentes fases da artista, além dos atores Lui Vizotto e Priscila Esteves.

Mais do que uma encenação biográfica, o musical é uma celebração da força e da originalidade de Rita Lee — uma artista que atravessou gerações, desafiou padrões e transformou a cultura brasileira. Em cena, Mel Lisboa entrega uma performance vibrante, que transforma o teatro em uma grande celebração coletiva. Não é raro que o público cante, bata palmas e até dance durante o “bis” do espetáculo.

O resultado é um show teatral que mergulha na genialidade de Rita — cantora, compositora, multi-instrumentista, apresentadora, atriz, escritora e ativista — revelando suas muitas facetas e prestando homenagem a uma das maiores artistas do país.

Trajetória do espetáculo

Tudo começou quando Mel Lisboa pisou pela primeira vez em cena como Rita Lee, em 2014, no musical Rita Lee Mora ao Lado. Ela não poderia prever algumas coisas: primeiro, que seriam meses de casa cheia em um dos maiores teatros de São Paulo. Segundo, que a própria Rita Lee apareceria sem avisar, abençoaria sua performance e ainda voltaria para assistir ao espetáculo. Trabalho, aliás, que rendeu a Mel prêmios como melhor atriz e a colocou de vez entre os maiores nomes do teatro nacional, com uma frutífera e diversificada carreira. 

Desta vez, Mel conta a história de Rita com base no livro da cantora, lançado em 2016 e um dos maiores sucessos editoriais do Brasil. O livro narra os altos e baixos da carreira de Rita com uma honestidade escancarada, a ponto de ter sido apontado como “ensinamento à classe artística” pelo jornal O Estado de São Paulo. 

A ideia do novo musical surgiu quando Mel gravou a versão em audiolivro, como Rita, em 2022.  O texto de Rita, numa narrativa envolvente e perfeita para um musical biográfico, conta do primeiro disco voador avistado por ela ao último porre. Sem se poupar, ela fala da infância e dos primeiros passos na vida artística; de Mutantes e de Tutti-Frutti; de sua prisão em 1976, na ditadura; do encontro de almas com Roberto de Carvalho; das músicas e dos discos clássicos; do ativismo pelos direitos dos animais; dos tropeços e das glórias.

A vida de Rita precisa ser contada e recontada. Sua existência transformou toda uma geração. E continua a conquistar fãs cada vez mais jovens. Rita não é ‘somente’ a roqueira maior. Ela compôs, cantou e popularizou o sexo do ponto de vista feminino em uma época em que isso era inimaginável. Ousou dizer o que queria e se tornou a artista mais censurada pela ditadura militar. Na época, foi presa grávida. Deu a volta por cima e conquistou uma legião de ‘ovelhas negras’. Se tornou a mulher que mais vendeu discos no país e a grande poetisa da MPB”, declara a Mel Lisboa.

Como diz Rita no livro, seu grande gol é ter feito um monte de gente feliz. E Mel, no palco como Rita, leva a sério essa missão: todas as vezes em que interpreta Rita, as pessoas se comportam como se estivessem num show. Cantando junto, batendo palma e, não raras as vezes, correndo para dançar na frente do palco no “bis” do espetáculo. 

Ficha Técnica

Roteiro e Pesquisa: Guilherme Samora

Texto: Márcio Macena

Direção Geral: Débora Dubois e Márcio Macena

Direção Musical: Marco França e Marcio Guimarães

Coreografia: Tainara Cerqueira

Assistente de Coreografia: Priscila Borges

Figurinista: Carol Lobato e Giu Foti

Iluminação: Wagner Pinto

Elenco: Mel Lisboa, Bruno Fraga, Fabiano Augusto, Tatiana Thomé, Debora Reis, Flavia Strongolli, Yael Pecarovich, Antonio Vanfill, Gustavo Rezende, Roquildes Junior

Coordenação de Produção: Edinho Rodrigues

Realização: Brancalyone Produções

Produção Local: OH! Artes

Serviço:

Rita Lee – Uma Autobiografia Musical

Dia: 8 de fevereiro de 2026 (domingo)

Local: Centro de Convenções Ulysses

Horário: 16h30 e 20h

Ingressos: Bilheteria Digital 

Sessão 16h30: – https://checkout2.bilheteriadigital.com/rita-lee-uma-autobiografia-musical-com-mel-lisboa-sessao-extra-08-de-fevereiro

Sessão 20h – https://checkout2.bilheteriadigital.com/rita-lee-uma-autobiografia-musical-com-mel-lisboa-08-de-fevereiro

Valores: a partir de R$ 70,00

DOCUMENTÁRIO SOBRE O TORRE PALACE REGISTROU IMPLOSÃO DO EDIFÍCIO NO DIA 25

Foto divulgação

A equipe do documentário Brasília All Exclusive estará com câmeras instaladas para registrar a implosão do icônico Torre Palace Hotel, marcada para o domingo, 25 de janeiro, às 10h.

O registro audiovisual integra o longa-metragem que revisita a história do edifício, símbolo da hotelaria de luxo da capital federal, desde sua inauguração na década de 1970 até o abandono e a demolição, no Setor Hoteleiro Norte (SHN), a poucos metros do Congresso Nacional.

Dirigido e roteirizado pela documentarista Paula Santiago, o filme é financiado pelo Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC) e conta com produção de Cláudia Queiroz, da Holodeck Filmes  e coprodução de Cibele Amaral e Patrick de Jongh, da 34 Filmes .

A produção acompanha de perto todas as etapas que antecedem a implosão, incluindo a preparação do prédio, a instalação de câmeras e o envelopamento dos pilares onde os explosivos serão colocados.

“Nós vamos voltar a essa Brasília, cidade de sonho, aos anos de glória, luxo e derrocada do Torre Palace Hotel. A partir desse imóvel, o filme expõe temas como *desapropriação de imóveis sem função social , déficit habitacional e o crescimento da população em situação de rua no Distrito Federal. Desde o anúncio da compra do prédio e do início das operações para a implosão, acompanhamos cada etapa desse processo histórico”, afirma a diretora Paula Santiago.

A implosão poderá ser acompanhada pelo público em áreas delimitadas e seguras, como os arredores da Torre de TV, do relógio solar e da placa “Eu amo Brasília”, conforme orientação divulgada pelo perfil oficial do Torre Palace. Haverá interdições no trânsito da região: a via N1 será bloqueada desde a Rodoviária do Plano Piloto até a Torre de TV; a ligação entre as vias W3 Norte e Sul será interditada; e, entre 9h30 e o término da implosão, a via S1 também ficará fechada na altura da Torre de TV.

Fechado desde 2013, o Torre Palace foi idealizado pelo empresário libanês Jibran El-Hadj. Com 14 andares, 140 apartamentos e vista privilegiada para o Eixo Monumental, o hotel hospedou autoridades, diplomatas, empresários e personalidades do esporte, da música e da televisão. Após a morte do fundador, o edifício entrou em decadência, sofreu invasões e depredações e tornou-se símbolo de deterioração urbana. O terreno dará lugar a um novo empreendimento, que manterá o nome Torre Palace.

A equipe do documentário convida o público a acompanhar os bastidores da produção e a compartilhar histórias relacionadas ao hotel por meio do Instagram oficial: @torrepalacehotelofilme

Semana do Cinema traz ingressos e combos promocionais ao Cinemark do Iguatemi Brasília

Divulgação

Ação acontece de 5 a 11 de fevereiro, com ingressos a partir de R$ 10 e combos especiais

O Iguatemi Brasília, em parceria com a Cinemark, participa da Semana do Cinema, que acontece de 5 a 11 de fevereiro, com uma programação especial que inclui ingressos a preços promocionais e combos exclusivos para quem quer aproveitar a experiência completa nas salas do shopping.
 

Durante o período da ação, os ingressos para salas padrão, em sessões 2D ou 3D, terão valores reduzidos para todos os públicos. As sessões matinê, custam R$ 10, enquanto as sessões noturnas, saem por R$ 12.
 

Além dos ingressos promocionais, o público poderá aproveitar combos especiais de pipoca e bebidas, com valores diferenciados. As vendas dos combos promocionais começam exclusivamente no dia 5 de fevereiro.
 

Confira os combos disponíveis:

  • Combo 1 – R$ 39
    Pipoca pequena + 1 bebida pequena + 1 colecionável elegível
  • Combo 2 – R$ 59
    Pipoca grande + 1 bebida média + 1 M&Ms + 1 colecionável elegível
  • Combo 3 – R$ 79
    Pipoca grande + 2 bebidas grandes + 1 M&Ms + 1 colecionável elegível
  • Combo 4 – R$ 99
    1 balde de pipoca + 2 bebidas grandes + 1 M&Ms + 1 colecionável elegível

A Semana do Cinema reforça o compromisso do Iguatemi Brasília em oferecer experiências acessíveis de lazer e entretenimento, convidando o público a curtir grandes filmes com vantagens especiais.

Sobre o Iguatemi Brasília

O Iguatemi Brasília reúne, em um só local, moda, gastronomia, serviços, passeio, conforto, conveniência e entretenimento. O shopping conta com o know-how da Iguatemi S.A, uma empresa full service (administra, planeja e constrói), classificada como a 36.ª marca mais valiosa do Brasil, a única em seu segmento. São mais de 144 lojas, entre elas 23 marcas inéditas na capital federal. O shopping conta, ainda, com um dos mais modernos projetos de arquitetura e paisagismo. Grandes skylights proporcionam total integração com o exterior e permitem ao público aproximação com a natureza. Além disso, oferece mais de 3 mil vagas de estacionamento, das quais 1,8 mil cobertas.

Projeto Mulheres no Campo abre inscrições para capacitação a mulheres rurais

Foto divulgação

Iniciativa oferece cursos gratuitos de cultivo de morango, marketing e empreendedorismo rural na zona rural do DF, com foco em mulheres em situação de vulnerabilidade

O projeto Mulheres no Campo inicia suas atividades em Brazlândia, com o objetivo de promover a capacitação gratuita e o empoderamento de mulheres que vivem na zona rural da região. A iniciativa vai beneficiar diretamente 100 mulheres, por meio de oficinas práticas de cultivo sustentável de morangos e capacitações em empreendedorismo rural e marketing.

Executado pelo Instituto Sociocultural Comunitário (ISC), com o apoio do Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (SEDET-DF), o projeto busca fortalecer a autonomia financeira das participantes, ampliar oportunidades de geração de renda e valorizar o papel da mulher como agente produtora no campo.

Brazlândia é reconhecida como o principal polo de produção de morangos do Distrito Federal, sendo responsável por mais de 60% da produção local. Apesar desse protagonismo, muitas mulheres rurais ainda enfrentam dificuldades de acesso à capacitação técnica, ao empreendedorismo e aos canais de comercialização. O projeto surge justamente para enfrentar essas desigualdades, oferecendo formação prática, acompanhamento técnico e incentivo à organização produtiva feminina.

Inscrições

As inscrições serão realizadas no período de 27 de janeiro a 2 de fevereiro de 2026, preferencialmente de forma eletrônica, por meio do portal de inscrição da SEDET-DF, no endereço https://app.setrab.df.gov.br/acesso, mediante o preenchimento do Formulário de Inscrição – Mulheres no Campo.

Também será disponibilizada a opção de inscrição presencial no endereço da Organização da Sociedade Civil responsável pela execução do projeto, localizado na St. Chácara 109 B – Rodeador, Brazlândia, Brasília-DF, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, com apoio para o preenchimento do formulário eletrônico.

Cursos e vagas

Ao todo, serão ofertadas 100 vagas, distribuídas em quatro cursos de qualificação profissional, todos com aulas de segunda a sexta-feira, nos turnos matutino e vespertino.

  • Cultivo de Morango – turno matutino: 25 vagas.
  • Cultivo de Morango – turno vespertino: 25 vagas.
  • Marketing – turno matutino: 25 vagas.
  • Empreendedorismo Rural – turno vespertino: 25 vagas.

Os cursos terão carga horária total de 20 horas/aula. O turno matutino será realizado das 8h às 12h e o turno vespertino, das 14h às 18h. As atividades formativas ocorrerão no endereço St. Chácara 109 B – Rodeador, em Brazlândia.

Requisitos de participação

Para participar do processo seletivo, é necessário ser residente em Brazlândia, ter idade mínima de 16 anos e atender aos critérios estabelecidos no edital. No caso de candidatas entre 16 e 17 anos, será exigida autorização dos pais ou responsáveis legais.

O projeto é direcionado prioritariamente a mulheres negras, jovens, pessoas com deficiência, imigrantes e demais grupos historicamente vulnerabilizados, respeitando todos os níveis de escolaridade.

Processo de seleção

A seleção será realizada em duas etapas. Na primeira, as candidatas serão classificadas e ranqueadas com base nas informações autodeclaradas no formulário de inscrição. Em caso de empate, terão prioridade aquelas que demonstrarem maior interesse ou aptidão para atividades relacionadas ao cultivo agrícola e ao empreendedorismo rural.

O resultado final da seleção e eventuais convocações poderão ser acompanhados no site da SEDET-DF. Caso o número de inscritas ultrapasse o total de vagas disponíveis, será formado cadastro reserva.

Matrícula e certificação

As candidatas convocadas deverão comparecer ao local do curso entre os dias 5 e 8 de fevereiro de 2026 para confirmação da matrícula, apresentando documento de identificação com foto, CPF e comprovante de residência.

Ao final da formação, as participantes que cumprirem, no mínimo, 75% da carga horária e demonstrarem aproveitamento satisfatório nas atividades práticas receberão certificado, validado pela entidade qualificadora e pela SEDET-DF.

Início das atividades

O início das aulas está previsto para o dia 9 de fevereiro de 2026, podendo haver alteração mediante justificativa da SEDET-DF, com divulgação prévia em seu portal oficial.

Mais informações

Outras informações podem ser obtidas junto à Subsecretaria de Economia Solidária da SEDET-DF, pelos telefones (61) 3777-9345 e (61) 3777-9324, ou pelo site http://www.sedet.df.gov.br.

SERVIÇO

Projeto: Mulheres no Campo
Local: Zona rural de Brazlândia – DF (Chácara 109 B, Rodeador)
Público-alvo: Mulheres rurais em situação de vulnerabilidade social
Cursos: Cultivo de morango, marketing e empreendedorismo rural
Vagas: 100
Realização: Instituto Sociocultural Comunitário (ISC)
Parceria/Fomento: Governo do Distrito Federal / SEDET-DF
Inscrições: Site da SEDET
(https://sedet.df.gov.br/) – até dia 02/02

Adiamento do PSBSB25 e informações sobre seu ingresso

Querida comunidade criativa,

Com transparência e respeito por todos que fazem parte dessa jornada, informamos que o Pixel Show Brasília, originalmente marcado para os dias 8 e 9 de novembro de 2025, será adiado para os dias 20 a 22 de março de 2026.

Essa foi uma decisão difícil, tomada apenas depois de analisarmos todas as possibilidades para manter a data original. 

Apesar dos esforços, não conseguimos concluir a tempo algumas parcerias fundamentais para garantir a sustentabilidade e a qualidade que o evento merece. Por isso, optamos por adiar a edição para o início do ano próximo — para que possamos entregar uma experiência completa e à altura da comunidade criativa de Brasília.

Pedimos sinceras desculpas por qualquer transtorno e agradecemos de coração a compreensão e o apoio de todos.

Estamos trabalhando para manter a maior parte das atrações já confirmadas e preparar um evento ainda mais inspirador, que valorize e impulsione os empreendedores e criadores da economia criativa local.

Nosso compromisso continua o mesmo: fazer do Pixel Show Brasília um encontro vibrante, diverso e transformador.

Esperamos reencontrar vocês nos dias 20 a 22 de março de 2026 na Arena BRB Mané Garrincha, para celebrar juntos o poder da criatividade e da inovação.

Com carinho,

Tonico Novaes
CEO do Pixel Show Brasília
CEO da Next Gen Experience


🎟️ Sobre o seu ingresso

Se você já havia adquirido um ingresso pago, ele continua automaticamente válido para a nova data, sem necessidade de nenhum procedimento adicional.

Mas, caso prefira solicitar o reembolso do valor pago, basta acessar o link abaixo e preencher corretamente o formulário:

 [Solicitar Reembolso] – pixelshow.co/reembolso-PSBSB25

🔸 Prazo para análise e devolução: até 90 dias após o envio completo das informações.


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Exposição “Corpo-coisa-planta-bicho” instaura diálogo sensível entre cerâmica e arte contemporânea em Brasília

Foto divulgação

A mostra, com curadoria de Gisele Lima e Camila Netto, reúne obras dos artistas Isabel Se Oh e Rodrigo Machado na galeria A Pilastra, questionando fronteiras entre corpo, objeto, natureza e cultura.

Em um cenário onde a cerâmica contemporânea ainda é rara no circuito artístico de Brasília, a exposição “Corpo-coisa-planta-bicho” se apresenta como um marco reflexivo e sensível. Com obras de Isabel Se Oh e Rodrigo Machado, a mostra utiliza o barro não como fim, mas como ponto de partida para um debate sobre as delimitações porosas entre o humano, o animal, o vegetal e o objeto. A curadoria propõe um exercício de escuta e percepção, convidando o público a reconhecer as várias naturezas que coexistem dentro e fora de si.

Corpo-coisa-planta-bicho será aberta à visitação dia 29 de janeiro, às 19h, com a presença das curadoras e dos artistas para um brinde. A mostra fica em cartaz até 28 de fevereiro, sempre de quarta a sábado das 14h às 19h, com entrada franca e livre para todos os públicos. Nesses dias e horários, visitantes contam com a presença de monitoras para apresentar a exposição.

A escolha dos artistas não é casual. Isabel Se Oh, nascida em Uruguaiana (RS) e filha de imigrantes coreanos, hoje radicada em Brasília, desenvolve uma pesquisa artística que explora narrativas de tempo e espaço internos, trabalhando sobretudo com a porcelana e a cerâmica. Seu trabalho orbita temas como espera, convalescença, resiliência e luto, resgatando memórias pessoais e coletivas de forma sensível e autobiográfica.

Rodrigo Machado, natural de Sobradinho (DF), traz para a cerâmica uma trajetória singular que conjuga sua atuação de quase 25 anos como assessor de imprensa cultural com uma prática artística intuitiva e investigativa. Suas formas orgânicas e exuberantes emergem de um diálogo sensível com o barro, recusando-se a limites técnicos e convidando a múltiplas interpretações a partir de uma poética do estranhamento. Juntos, eles elevam o barro à condição de pensamento e transformam a exposição em uma experiência que vai além da contemplação, propondo um campo de reflexão sobre existência e sensibilidade.

Descentralização como gesto político

Realizada na galeria A Pilastra, localizada em área periférica da cidade, a exposição assume claramente uma postura política de descentralização do acesso à arte. A curadoria defende que a produção contemporânea de qualidade deve ocupar diversos territórios, rompendo com a lógica de que a “arte de elite” pertence apenas a espaços tradicionais. A iniciativa reforça o compromisso de democratizar a fruição artística, entendendo-a como ferramenta de educação, crítica e ampliação do repertório simbólico para todos.

A cerâmica como linguagem conceitual

Questionando historicamente a separação entre artesanato e arte, “Corpo-coisa-planta-bicho” apresenta a cerâmica como suporte de discurso crítico e investigação poética. As obras expostas são esculturas que flertam com a instalação, nas quais o barro deixa de ser utilitário para se tornar linguagem. A materialidade – e seu processo lento, manual e imprevisível – é aqui entendida como um contraponto ao ritmo acelerado e digital da contemporaneidade, reconectando o espectador a noções de tempo, ancestralidade e presença.

Cenário futuro e impacto cultural

A exposição surge em um momento de crescente interesse pela cerâmica artística em Brasília, refletindo um movimento global de retomada de práticas manuais e processos reflexivos. Para a curadoria, a mostra não apenas legitima o barro como meio expressivo relevante no circuito contemporâneo, mas também fortalece a ideia de uma cena cultural mais plural e descentralizada. Espera-se que o visitante saia atravessado por perguntas sobre as animalidades e naturezas internas muitas vezes silenciadas no cotidiano.

O título “Corpo-coisa-planta-bicho” funciona como uma sequência aberta e não hierarquizada, espelhando a própria proposta das obras: borrar categorias e convidar a uma leitura sensorial e afetiva. A exposição permanece em cartaz na A Pilastra, reafirmando o poder da arte como espaço de encontro, questionamento e transformação do olhar.

Sobre a curadoria:

Gisele Lima é curadora, pesquisadora e diretora da galeria-escola A Pilastra. Formada em Teoria, Crítica e História da Arte pela Universidade de Brasília, investiga desde 2015 processos de criação e curadoria a partir de perspectivas dissidentes, com atenção às narrativas plurais, pedagogias experimentais e à arte como prática crítica e coletiva. À frente da Pilastra desde 2019, coordena programas de formação e residências artísticas, articulando exposições e experiências educativas em diálogo com territórios periféricos e saberes decoloniais. Foi idealizadora do projeto Sinestesia (2021–2024) e co-curadora de mostras como “Triangular – Arte deste Século” na Casa Niemeyer – UnB, eleita a melhor exposição coletiva institucional pela revista Select em 2019.

Camila Netto é curadora cuja prática se dedica a investigar as camadas sensíveis que emergem entre a intimidade, a morada e os territórios de pertencimento e êxodo. Sua atuação parte da compreensão da exposição como linguagem que revela tensões profundas entre rigidez e sutileza, brutalidade e delicadeza, força e fragilidade. Interessa-lhe a exposição enquanto gesto de acolhimento capaz de revelar silêncios, gestos íntimos e as marcas de quem transita entre lugares. Sua prática curatorial opera na intersecção entre o político e o sensível, pensando a poética do habitar e as formas pelas quais a arte pode tensionar, reconfigurar e ampliar percepções.

Sobre os artistas:

Isabel Se Oh nasceu em Uruguaiana (RS) e é filha de imigrantes coreanos, residindo atualmente em Brasília. Sua investigação artística dedica-se às narrativas de um tempo e espaço internos, operando sobretudo na materialidade da porcelana e da cerâmica. Seu trabalho circunda as temáticas da espera, da convalescença e da resiliência em processos de luto e ressignificação, tangenciando também tensões reprimidas e desejos não realizados. Como descendente de imigrantes sul-coreanos, seus tópicos de interesse perpassam a herança cultural multifacetada, a memória, a transferência e questões acerca do afeto, da sobrevivência, do cuidado e da tradição.

Rodrigo Machado, natural de Sobradinho (DF), constrói uma trajetória singular que entrelaça profissionalismo e expressão artística. Com quase 25 anos de atuação como assessor de imprensa especializado em cultura, desenvolveu um olhar aguçado e uma profunda conexão com o universo das artes. Foi na cerâmica, no entanto, que descobriu sua própria voz criativa. Sua produção emerge de maneira intuitiva, a partir do diálogo sensível com o material, recusando a limitação a uma única técnica e apresentando-se como um campo de experimentação plural. Sua inspiração alinha-se a uma poética do estranhamento, onde se encontram fascínio, desejo e um certo incômodo.

Serviço:

Corpo-coisa-planta-bicho

Local: A Pilastra

Endereço: Guará II – QE 40 Rua 09 Lote 8

Abertura: 29 de janeiro, quinta-feira, às 19h

Visitação: até 28 de fevereiro, sempre de quarta a sábado, das 14h às 19h

Entrada franca e livre para todos os públicos

Mais informações: https://www.instagram.com/a.pilastra/

Entrevista com Gisele Lima

Diante da raridade de mostras de cerâmica contemporânea em Brasília, qual a tese central ou o questionamento que esta exposição propõe ao público e ao circuito de arte da cidade?

A materialidade é o ponto de partida da exposição, mas não seu destino. Corpo-coisa-planta-bicho propõe uma reflexão sensível sobre as fronteiras — porosas e instáveis — entre corpo e objeto, entre o reino animal e o vegetal, entre aquilo que é natureza e aquilo que se torna cultura pelas mãos humanas.

A partir do barro, matéria ancestral e carregada de memória, a exposição convida o público a pensar as naturezas em que existimos: as que habitamos, as que criamos e aquelas que habitam dentro de nós. Em um circuito pouco habituado à cerâmica como linguagem da arte contemporânea, a mostra afirma o barro como pensamento, gesto e discurso crítico.

Por que escolher Isabel Se Oh e RodrigoMachado? O que no trabalho de cada um cria um diálogo potente para esta exposição coletiva?

A escolha de Isabel Se Oh e Rodrigo Machado parte de uma aproximação estética e conceitual que se revela de maneira sutil, porém consistente para além da afinidade formal. O diálogo entre os dois artistas se estabelece no modo como cada um se relaciona com a matéria. Em suas pesquisas, o barro deixa de ser apenas suporte e se torna pensamento. Isabel opera a partir de uma poética do gesto, acessando camadas sensíveis ligadas ao corpo, à memória e ao inconsciente. Rodrigo, por sua vez, constrói formas orgânicas e exuberantes que tensionam a ideia de corpo e de natureza, sugerindo estados de transformação contínua.

O encontro desses dois percursos permite que a exposição seja pensada não apenas como um conjunto de obras, mas como uma experiência para o visitante — onde a materialidade da cerâmica sustenta um campo de reflexão sobre criação, existência e sensibilidade contemporânea.

Realizar uma exposição de arte contemporânea em um espaço periférico é também um ato político. De que forma a curadoria pretende descentralizar o acesso e desafiar a ideia de onde a “arte de elite” deve acontecer?

Democratizar o acesso à arte é um valor central da A Pilastra e, consequentemente, da curadoria assinada por mim e por Camila. Levar uma exposição de arte contemporânea para um espaço periférico é um posicionamento político claro: afirmar que a arte não pertence a um território exclusivo, nem a um público restrito.

Acreditamos que a arte é educação, provocação ao pensamento crítico, lazer e fruição sensível. Proporcionar exposições de qualidade fora dos espaços tradicionalmente elitizados contribui para a construção de repertório cultural, amplia horizontes simbólicos e reafirma o direito de todas as pessoas ao acesso à produção artística contemporânea.

A cerâmica tradicionalmente carrega heranças do artesanato e do utilitário. Como Isabel Se Oh e Rodrigo Machado subvertem essas tradições em suas obras, afirmando-a como uma linguagem da arte contemporânea?

Existe uma discussão histórica — e ainda muito presente — sobre a separação entre artesanato e arte com “A” maiúsculo, assim como entre arte popular, naïf e arte contemporânea. Partindo desse debate, é importante afirmar que, nesta exposição, não estamos diante de objetos utilitários e sim de esculturas, e que também se aproximam das ideias de instalação e do pensamento espacial.

No entanto, mais do que superar uma classificação formal, o que legitima essas obras como arte contemporânea é o pensamento poético e conceitual depositado no fazer. Isabel Se Oh e Rodrigo Machado materializam reflexão, pesquisa e discurso crítico por meio da cerâmica. Aqui, o barro não é suporte funcional, mas linguagem — pensamento que se torna forma.

Poderia detalhar um aspecto técnico ou conceitual específico no trabalho de cada artista que você, como curadora, considera fundamental para que o público compreenda a profundidade da proposta?

A escolha cromática de ambos os artistas é um elemento central da exposição. Os tons esbranquiçados, desaturados e por vezes opacos criam uma atmosfera comum, quase suspensa, que desloca a cerâmica de uma leitura tradicional e imediata.

No trabalho de Rodrigo Machado, destaco a técnica e a construção formal marcada por uma organicidade exuberante, que intriga o olhar e sugere corpos em transformação, volumes que parecem pulsar ou crescer. Já em Isabel Se Oh, a poética do gesto é fundamental: suas peças acessam camadas profundas do inconsciente, do identitário e do âmago da existência, evocando afetos, memórias e estados sensíveis difíceis de nomear, mas fáceis de sentir.

Esta exposição é um marco por seu recorte. Que caminhos ou possibilidades você vislumbra para o cenário da cerâmica artística em Brasília tendo esta mostra como reflexo?

A cerâmica artística tem ganhado espaço na cena contemporânea mundial e, localmente, já é possível perceber o surgimento de ateliês, coletivos e iniciativas dedicadas a essa linguagem. Entendo esse movimento como uma resposta direta aos tempos acelerados em que vivemos, marcados pela tecnologia, pela inteligência artificial e pela lógica da produtividade imediata.

A cerâmica exige tempo, escuta e presença. Ela não responde a comandos rápidos: depende da manualidade, do acaso, do fogo, da matéria e de uma complexa equação de fatores até se concluir. Nesse sentido, a cerâmica artística opera como um gesto contracorrente, um respiro diante de um modelo social que nos adoece. Ela reconecta o presente à terra, à natureza, ao passado e à ancestralidade que esse fazer carrega.

Qual é a principal impressão ou reflexão que você espera que o visitante leve para casa após percorrer esta exposição?

Espero que o visitante saia da exposição atravessado por uma pergunta: quais animalidades, naturezas e universos internos temos deixado de acessar dentro de nós mesmos?

Mais do que respostas, a exposição propõe um estado de escuta e de reconhecimento dessas camadas sensíveis que muitas vezes silenciamos no cotidiano.

Qual você acredita que seja o significado ou a importância desta mostra para a cena cultural brasiliense?

Corpo-coisa-planta-bicho afirma a cerâmica como linguagem legítima da arte contemporânea em Brasília, ampliando o repertório do circuito local e tensionando hierarquias ainda presentes na cena cultural.

Além disso, a exposição fortalece a ideia de que produções conceituais, experimentais e potentes podem — e devem — ocupar espaços diversos da cidade, contribuindo para uma cena mais plural, descentralizada e conectada com as urgências do nosso tempo.

Que diálogo se estabelece entre o título da exposição e as obras, e como ele convida o público a construir suas reflexões ao longo desse percurso?

O título Corpo-coisa-planta-bicho funciona como uma sequência aberta, sem hierarquia, que sugere estados de existência em constante trânsito. Ele reflete diretamente o universo das obras, que borram fronteiras entre o humano, o objeto, o vegetal e o animal.

Ao percorrer a exposição, o público é convidado a construir suas próprias conexões entre essas categorias, percebendo como elas se atravessam, se contaminam e coexistem. O título não oferece uma chave de leitura fechada, mas um convite à experiência — sensorial, afetiva e reflexiva.

Grammy 2026: veja a lista completa de vencedores da maior premiação da música


Grammy 2026 veja a lista completa de vencedores da maior premiação da música (David BeckerGetty Images for The Recording Academy)

Premiação consagrou Kendrick Lamar e Lady Gaga, maiores vencedores da noite com sete e cinco prêmios, respectivamente

A 68ª edição do Grammy Awards aconteceu neste domingo (1º) e consagrou Kendrick Lamar, maior vencedor da noite com sete prêmios, que ultrapassou o feito de Jay-Z e agora é o rapper com mais Grammys na história da premiação. Outros destaques foram Lady Gaga, com cinco prêmios, entre eles o de Melhor Álbum Vocal Pop, com MayhemBad Bunny, eleito o Melhor Álbum do ano com Debí Tirar Más Fotos e os irmãos Billie Eilish & Finneas O’Connell, vencedores do prêmio de Música do ano com “Wildflower“.

E o Brasil não saiu de mãos vazias. Caetano Veloso e Maria Bethânia levaram o Grammy de Melhor Álbum de Música Global por “Caetano e Bethânia Ao Vivo“. Confira a lista de vencedores a seguir:

Álbum do Ano

  • Debí Tirar Más Fotos – Bad Bunny – VENCEDOR
  • Swag – Justin Bieber
  • Man’s Best Friend – Sabrina Carpenter
  • Let God Sort Em Out – Clipse, Pusha T & Malice
  • Mayhem – Lady Gaga
  • GNX – Kendrick Lamar
  • Mutt – Leon Thomas
  • Chromakopia – Tyler, the Creator

Gravação do Ano

  • DtMF, Bad Bunny
  • Manchild, Sabrina Carpenter
  • Anxiety, Doechii
  • Wildflower, Billie Eilish
  • Abracadabra, Lady Gaga
  • Luther, Kendrick Lamar com SZA – VENCEDOR
  • The Subway, Chappell Roan
  • APT., Rosé, Bruno Mars

Música do Ano

  • “Abracadabra” – Lady Gaga, Henry Walter e Andrew Watt, compositores (Lady Gaga)
  • “Anxiety” – Jaylah Hickmon, compositora (Doechii)
  • “APT.” – Amy Allen, Christopher Brody Brown, Rogét Chahayed, Omer Fedi, Philip Lawrence, Bruno Mars, Chae Young Park, Theron Thomas e Henry Walter, compositores (Rosé, Bruno Mars)
  • “DtMF” – Marco Daniel Borrero, Scott Dittrich, Benjamin Falik, Benito Antonio Martínez Ocasio, Hugo René Sención Sanabria, Tyler Thomas Spry e Roberto José Rosado Torres, compositores (Bad Bunny)
  • “Golden [From “KPop Demon Hunters”]” – EJAE e Mark Sonnenblick, compositores (HUNTR/X: EJAE, Audrey Nuna, Rei Ami)
  • “Luther” – Jack Antonoff, Roshwita Larisha Bacha, Matthew Bernard, Scott Bridgeway, Sam Dew, Ink, Kendrick Lamar, Solána Rowe, Mark Anthony Spears e Kamasi Washington, compositores (Kendrick Lamar com SZA)
  • “Manchild” – Amy Allen, Jack Antonoff e Sabrina Carpenter, compositores (Sabrina Carpenter)
  • “Wildflower” – Billie Eilish O’Connell & Finneas O’Connell, compositores (Billie Eilish) – VENCEDOR

Artista Revelação

  • Olivia Dean – VENCEDOR
  • Katseye
  • The Marias
  • Addison Rae
  • Sombr
  • Leon Thomas
  • Alex Warren
  • Lola Young

Produtor do Ano, Não Clássico

  • Dan Auerbach
  • Cirkut – VENCEDOR
  • Dijon
  • Blake Mills
  • Sounwave

Compositor(a) do Ano, categoria Não Clássica

  • Amy Allen – VENCEDOR
  • Edgar Barrera
  • Jessie Jo Dillon
  • Tobias Jesso Jr.
  • Laura Veltz

Melhor Performance Solo Pop

  • “Daisies” — Justin Bieber
  • “Manchild” — Sabrina Carpenter
  • “Disease” — Lady Gaga
  • “The Subway” — Chappell Roan
  • “Messy” — Lola Young – VENCEDOR

Melhor Performance de Duo/Grupo Pop

  • “Defying Gravity” – Cynthia Erivo e Ariana Grande – VENCEDOR
  • “Golden [From “KPop Demon Hunters”]” – HUNTR/X: EJAE, Audrey Nuna, Rei Ami
  • “Gabriela” – Katseye
  • “APT.” – Rosé, Bruno Mars
  • “30 for 30” – SZA com Kendrick Lamar

Melhor Álbum Vocal Pop

  • Swag – Justin Bieber
  • Man’s Best Friend – Sabrina Carpenter
  • Something Beautiful – Miley Cyrus
  • Mayhem – Lady Gaga – VENCEDOR
  • I’ve Tried Everything But Therapy (Part 2) – Teddy Swims

Melhor Gravação de Dance/Eletrônica

  • “No Cap” — Disclosure & Anderson .Paak
  • “Victory Lap” — Fred Again.., Skepta & PlaqueBoyMax
  • “Space Invader” — Kaytranada
  • “Voltage” — Skrillex
  • “End of Summer” — Tame Impala – VENCEDOR

Melhor Gravação de Dance Pop

  • “Bluest Flame” – Selena Gomez e Benny Blanco
  • “Abracadabra” — Lady Gaga – VENCEDOR
  • “Midnight Sun” – Zara Larsson
  • “Just Keep Watching (From “F1 The Movie”)”
  • “Illegal” – PinkPantheress

Melhor Álbum de Dance/Eletrônica

  • Eusexua ‘ — FKA Twigs – VENCEDOR
  • Ten Days — Fred Again..
  • Fancy That — PinkPantheress
  • Inhale / Exhale — Rüfüs Du Sol
  • F*** U Skrillex You Think Ur Andy Warhol But Ur Not!! ❤ — Skrillex

Melhor Gravação Remixada

  • “Abracadabra (Gesaffelstein Remix)” — Gesaffelstein, remixer (Lady Gaga, Gesaffelstein) – VENCEDOR
  • “Don’t Forget About Us” — Kaytranada, remixer (Mariah Carey & Kaytranada)
  • “A Dreams A Dream – Ron Trent Remix” — Ron Trent, remixer (Soul II Soul)
  • “Galvanize” — Chris Lake, remixer (The Chemical Brothers & Chris Lake)
  • “Golden – David Guetta REM/X” — David Guetta, remixer (HUNTR/X: EJAE, Audrey Nuna, Rei Ami)

Melhor Música de Rock

  • “As Alive as You Need Me to Be” – Trent Reznor e Atticus Ross, compositores (Nine Inch Nails) – VENCEDOR
  • “Caramel” – Vessel1 e Vessel2, compositores (Sleep Token)
  • “Glum” – Daniel James e Hayley Williams, compositores (Hayley Williams)
  • “Never Enough” – Daniel Fang, Franz Lyons, Pat McCrory, Meg Mills e Brendan Yates, compositores (Turnstile)
  • “Zombie” – Dominic Harrison e Matt Schwartz, compositores (Yungblud)

Melhor Álbum de Rock

  • Private Music — Deftones
  • I Quit — Haim
  • From Zero — Linkin Park
  • Never Enough — Turnstile – VENCEDOR
  • Idols — Yungblud

Melhor Performance de Música Alternativa

  • “Everything Is Peaceful Love” — Bon Iver
  • “Alone” — The Cure – VENCEDOR
  • “Seein’ Stars” — Turnstile
  • “Mangetout” — Wet Leg
  • “Parachute” — Hayley Williams

Melhor Álbum de Música Alternativa

  • Sable, Fable – Bon Iver
  • Songs of a Lost World – The Cure – VENCEDOR
  • Don’t Tap the Glass – Tyler, the Creator
  • Moisturizer – Wet Leg
  • Ego Death at a Bachelorette Party – Hayley Williams

Melhor Performance de R&B

  • “Yukon” – Justin Bieber
  • “It Depends” – Chris Brown com participação de Bryson Tiller
  • “Folded” – Kehlani – VENCEDOR
  • “Mutt (Ao vivo do Tiny Desk da NPR)” – Leon Thomas
  • “Heart of a Woman” – Summer Walker

Melhor Performance de R&B Tradicional

  • “Here We Are” — Durand Bernarr
  • “Uptown” — Lalah Hathaway
  • “Love You Too” — Ledisi
  • “Crybaby” — SZA
  • “Vibes Don’t Lie” — Leon Thomas – VENCEDOR

Melhor Música de R&B

  • “Folded” — Darius Dixson, Andre Harris, Kehlani Parrish, Donovan Knight, Don Mills, Khris Riddick-Tynes e Dawit Kamal Wilson, compositores (Kehlani) – VENCEDOR
  • “Heart of a Woman” — David Bishop e Summer Walker, compositores (Summer Walker)
  • “It Depends” — Nico Baran, Chris Brown, Ant Clemons, Ephrem Lopez Jr., Ryan Press, Bryson Tiller, Elliott Trent e Dewain Whitmore Jr., compositores (Chris Brown com participação de Bryson Tiller)
  • “Overqualified” — James John Abrahart Jr e Durand Bernarr, compositores (Durand Bernarr)
  • “Yes It Is” — Jariuce Banks, Lazaro Andres Camejo, Mike Hector, Peter Lee Johnson, Rodney Jones Jr., Ali Prawl e Leon Thomas, compositores (Leon Thomas)

Melhor Álbum de R&B Progressivo

  • Bloom — Durand Bernarr – VENCEDOR
  • Adjust Brightness — Bilal
  • Love on Digital — Destin Conrad
  • Access All Areas — Flo
  • Come as You Are — Terrace Martin & Kenyon Dixon

Melhor Álbum de R&B

  • Beloved — Giveon
  • Why Not More? — Coco Jones
  • The Crown — Ledisi
  • Escape Room — Teyana Taylor
  • Mutt — Leon Thomas – VENCEDOR

Melhor Performance de Rap

  • “Outside” — Cardi B
  • “Chains & Whips” — Clipse, Pusha T & Malice com participação de Kendrick Lamar & Pharrell Williams – VENCEDOR
  • “Anxiety” — Doechii
  • “TV Off” — Kendrick Lamar com participação de Lefty Gunplay
  • “Darling, I” — Tyler, the Creator com participação de Teezo Touchdown

Melhor Performance de Rap Melódico

  • “Proud of Me” — Fridayy com participação de Meek Mill
  • “Wholeheartedly” — JID com participação de Ty Dolla $ign e 6Lack
  • “Luther” — Kendrick Lamar com participação de SZA – VENCEDOR
  • “WeMaj” — Terrace Martin e Kenyon Dixon com participação de Rapsody
  • “Somebody Loves Me” — Partynextdoor e Drake

Melhor Música de Rap

  • “Anxiety” — Jaylah Hickmon, compositora (Doechii)
  • “The Birds Don’t Sing” — Gene Elliott Thornton Jr., Terrence Thornton, Pharrell Williams e Stevie Wonder, compositores (Clipse, Pusha T e Malice com John Legend e Voices of Fire)
  • “Sticky” — Aaron Bolton, Dudley Alexander Duverne, Gloria Woods, Dwayne Carter Jr., Janae Wherry, Tyler Okonma e Rex Zamor, compositores (Tyler, the Creator com GloRilla, Sexyy Red e Lil Wayne)
  • “TGIF” — Lucas Alegria, Dillon Brophy, Yakki Davis, Gloria Woods, Jess Jackson, Ronnie Jackson, Mario Mims e Jorge M. Taveras, compositores (GloRilla)
  • “TV Off” — Jack Antonoff, Larry Jayy, Kendrick Lamar, Dijon McFarlane, Sean Momberger, Mark Anthony Spears e Kamasi Washington, compositores (Kendrick Lamar com participação de Lefty Gunplay) – VENCEDOR

Melhor Álbum de Rap

  • Let God Sort Em Out – Clipse, Pusha T & Malice
  • Glorious – GloRilla
  • God Does Like Ugly – JID
  • GNX – Kendrick Lamar – VENCEDOR
  • Chromakopia – Tyler, the Creator

Melhor Álbum de Poesia Falada

  • A Hurricane in Heels: healed people don’t act like that (partially recorded live @City Winery & other places) — Queen Sheba
    Black Shaman — Marc Marcel
  • Pages — Omari Hardwick & Anthony Hamilton
  • Saul Williams meets Carlos Niño & Friends at Treepeople — Saul Williams, Carlos Niño & Friends
  • Words for Days Vol. 1 — Mad Skillz – VENCEDOR

Melhor Performance de Jazz

  • “Noble Rise” — Lakecia Benjamin com Immanuel Wilkins e Mark Whitfield
  • “Windows – Ao Vivo” — Chick Corea, Christian McBride e Brian Blade – VENCEDOR
  • “Peace of Mind / Dreams Come True” — Samara Joy
  • “Four” — Michael Mayo
  • “All Stars Lead to You – Ao Vivo” — Nicole Zuraitis, Dan Pugach, Tom Scott, Idan Morim, Keyon Harrold e Rachel Eckroth

Melhor Álbum Vocal de Jazz

  • Elemental — Dee Dee Bridgewater & Bill Charlap
  • We Insist 2025! — Terri Lyne Carrington & Christie Dashiel
  • Portrait — Samara Joy – VENCEDOR
  • Fly — Michael Mayo
  • Live at Vic’s Las Vegas — Nicole Zuraitis, Dan Pugach, Tom Scott, Idan Morim, Keyon Harrold & Rachel Eckroth

Melhor Álbum Instrumental de Jazz

  • Trilogy 3 (Live) — Chick Corea, Christian McBride & Brian Blade
  • Southern Nights — Sullivan Fortner Featuring Peter Washington & Marcus Gilmore – VENCEDOR
  • Belonging — Branford Marsalis Quartet
  • Spirit Fall — John Patitucci Featuring Chris Potter & Brian Blade
  • Fasten Up — Yellowjackets

Melhor Álbum para Grande Conjunto de Jazz

  • Orchestrator Emulator — The 8-Bit Big Band
  • Without Further Ado, Vol 1 — Christian McBride Big Band – VENCEDOR
  • Lumen — Danilo Pérez & Bohuslän Big Band
  • Basie Rocks! — Deborah Silver & The Count Basie Orchestra
  • Lights on a Satellite — Sun Ra Arkestra
  • Some Days Are Better: The Lost Scores — Kenny Wheeler Legacy Featuring the Royal Academy of Music Jazz Orchestra & Frost Jazz Orchestra

Melhor Álbum de Jazz Latino

  • La Fleur de Cayenne — Paquito D’Rivera & Madrid-New York Connection Band
  • The Original Influencers: Dizzy, Chano & Chico — Arturo O’Farrill & the Afro Latin Jazz Orchestra Featuring Pedrito Martinez, Daymé Arocena, Jon Faddis, Donald Harrison & Melvis Santa
  • Mundoagua – Celebrating Carla Bley — Arturo O’Farrill & the Afro Latin Jazz Orchestra
  • A Tribute to Benny Moré and Nat King Cole — Gonzalo Rubalcaba, Yainer Horta & Joey Calveiro – VENCEDOR
  • Vanguardia Subterránea: Live at The Village Vanguard — Miguel Zenón Quartet

Melhor Álbum de Jazz Alternativo

  • Honey From a Winter Stone — Ambrose Akinmusire
  • Keys to the City Volume One — Robert Glasper
  • Ride into the Sun — Brad Mehldau
  • Live-Action — Nate Smith – VENCEDOR
  • Blues Blood — Immanuel Wilkins

Melhor Álbum Vocal Pop Tradicional

  • Wintersongs — Laila Biali
  • The Gift of Love — Jennifer Hudson
  • Who Believes in Angels? — Elton John & Brandi Carlile
  • Harlequin — Lady Gaga
  • A Matter of Time — Laufey – VENCEDOR
  • The Secret Of Life: Partners, Volume 2 — Barbra Streisand

Melhor Álbum Instrumental Contemporâneo

  • Brightside – ARKAI – VENCEDOR
  • Ones & Twos – Gerald Clayton
  • BEATrio – Béla Fleck, Edmar Castañeda, Antonio Sánchez
  • Just Us – Bob James e Dave Koz
  • Shayan – Charu Suri

Melhor Álbum de Teatro Musical

  • Buena Vista Social Club – VENCEDOR
  • Death Becomes Her
  • Gypsy
  • Just In Time
  • Maybe Happy Ending

Melhor Performance Solo de Música Country

  • “Nose on the Grindstone” – Tyler Childers
  • “Good News” – Shaboozey
  • “Bad as I Used to Be [From “F1 The Movie”]” – VENCEDOR
  • “I Never Lie” – Zach Top
  • “Somewhere Over Laredo” – Lainey Wilson

Melhor Performance Country em Dupla/Grupo

  • “A Song to Sing” — Miranda Lambert e Chris Stapleton
  • “Trailblazer” — Reba McEntire, Miranda Lambert, Lainey Wilson
  • “Love Me Like You Used to Do” — Margo Price e Tyler Childers
  • “Amen” — Shaboozey e Jelly Roll – VENCEDOR
  • “Honky Tonk Hall of Fame” — George Strait, Chris Stapleton

Melhor Música Country

  • “Bitin’ List” — Tyler Childers, compositor (Tyler Childers) – VENCEDOR
  • “Good News” — Michael Ross Pollack, Sam Elliot Roman e Jacob Torrey, compositores (Shaboozey)
  • “I Never Lie” — Carson Chamberlain, Tim Nichols e Zach Top, compositores (Zach Top)
  • “Somewhere Over Laredo” — Andy Albert, Trannie Anderson, Dallas Wilson e Lainey Wilson, compositores (Lainey Wilson)
  • “A Song to Sing” — Jenee Fleenor, Jesse Frasure, Miranda Lambert e Chris Stapleton, compositores (Miranda Lambert e Chris Stapleton)

Melhor Álbum de música country tradicional

  • Dollar a Day — Charley Crockett
  • American Romance — Lukas Nelson
  • Oh What a Beautiful World — Willie Nelson
  • Hard Headed Woman — Margo Price
  • Ain’t in It for My Health — Zach Top – VENCEDOR

Melhor Álbum de Música Country Contemporânea

  • Patterns — Kelsea Ballerini
  • Snipe Hunter — Tyler Childers
  • Evangeline vs. the Machine — Eric Church
  • Beautifully Broken — Jelly Roll – VENCEDOR
  • Postcards From Texas — Miranda Lambert

Melhor Performance de Música Tradicional Americana

  • “Lonely Avenue” — Jon Batiste com participação de Randy Newman
  • “Ancient Light” — I’m With Her
  • “Crimson and Clay” — Jason Isbell
  • “Richmond on the James” — Alison Krauss & Union Station
  • “Beautiful Strangers” — Mavis Staples – VENCEDOR

Melhor Performance Americana

  • “Boom” — Sierra Hull
  • “Poison in My Well” — Maggie Rose & Grace Potter
  • “Godspeed” — Mavis Staples – VENCEDOR
  • “That’s Gonna Leave a Mark” — Molly Tuttle
  • “Horses” — Jesse Welles

Melhor Canção de Raízes Americanas

  • “Ancient Light” — Sarah Jarosz, Aoife O’Donovan e Sara Watkins, compositoras (I’m With Her) – VENCEDOR
  • “Big Money” — Jon Batiste, Mike Elizondo e Steve McEwan, compositores (Jon Batiste)
  • “Foxes in the Snow” — Jason Isbell, compositor (Jason Isbell)
  • “Middle” — Jesse Welles, compositor (Jesse Welles)
  • “Spitfire” — Sierra Hull, compositora (Sierra Hull)

Melhor Álbum de Americana

  • Big Money – Jon Batiste – VENCEDOR
  • Bloom – Larkin Poe
  • Last Leaf on the Tree – Willie Nelson
  • So Long Little Miss Sunshine – Molly Tuttle
  • Middle – Jesse Welles

Melhor Álbum de Bluegrass

  • Carter & Cleveland — Michael Cleveland & Jason Carter
  • A Tip Toe High Wire — Sierra Hull
  • Arcadia — Alison Krauss & Union Station
  • Outrun — The Steeldrivers
  • Highway Prayers — Billy Strings – VENCEDOR

Melhor Álbum de Blues Tradicional

  • Ain’t Done With the Blues — Buddy Guy – VENCEDOR
  • Room on the Porch — Taj Mahal & Keb’ Mo’
  • One Hour Mama: The Blues of Victoria Spivey — Maria Muldaur
  • Look Out Highway — Charlie Musselwhite
  • Young Fashioned Ways — Kenny Wayne Shepherd & Bobby Rush

Melhor Álbum de Blues Contemporâneo

  • Breakthrough — Joe Bonamassa
  • Paper Doll — Samantha Fish
  • A Tribute to LJK — Eric Gales
  • Preacher Kids — Robert Randolph – VENCEDOR
  • Family — Southern Avenue

Melhor Álbum de Folk

  • What Did the Blackbird Say to the Crow — Rhiannon Giddens & Justin Robinson
  • Crown of Roses — Patty Griffin
  • Wild and Clear and Blue — I’m With Her – VENCEDOR
  • Foxes in the Snow — Jason Isbell
  • Under the Powerlines (Abril 2024 – Setembro 2024) — Jesse Welles

Melhor Álbum de Música Regional de Raízes

  • Live at Vaughan’s — Corey Henry & the Treme Funktet
  • For Fat Man — Preservation Brass & Preservation Hall Jazz Band
  • Church of New Orleans — Kyle Roussel
  • Second Line Sunday — Trombone Shorty and New Breed Brass Band
  • A Tribute to the King of Zydeco (Vários Artistas) – VENCEDOR

Melhor Performance/Canção Gospel

  • “Do It Again” — Kirk Franklin; Kirk Franklin, compositor
  • “Church” — Tasha Cobbs Leonard, John Legend; Anthony S. Brown, Brunes Charles, Annatoria Chitapa, Kenneth Leonard Jr., Tasha Cobbs Leonard e Jonas Myrin, compositores
  • “Still (Live)” — Jonathan McReynolds e Jamal Roberts; Britney Delagraentiss, Jonathan McReynolds, David Lamar Outing III, Orlando Joel Palmer e Terrell Demetrius Wilson, compositores
  • “Amen” — Pastor Mike Jr.; Adia Andrews, Michael McClure Jr., David Lamar Outing II e Terrell Anthony Pettus, compositores
  • “Come Jesus Come” — Cece Winans com Shirley Caesar – VENCEDOR

Melhor Performance/Canção de Música Cristã Contemporânea

  • “I Know a Name” — Elevation Worship, Chris Brown, Brandon Lake; Hank Bentley, Steven Furtick, Brandon Lake e Jacob Sooter, compositores
  • “Your Way’s Better” — Forrest Frank; Forrest Frank e Pera, compositores
  • “Hard Fought Hallelujah” — Brandon Lake com Jelly Roll; Chris Brown, Steven Furtick, Benjamin William Hastings, Jason Bradley Deford e Brandon Lake, compositores – VENCEDOR
  • “Headphones” — Lecrae, Killer Mike, T.I.; Tyshane Thompson, Bongo ByTheWay, Michael Render, Lecrae Moore, William Roderick Miller e Clifford Harris, compositores
  • “Amazing” — Darrel Walls, PJ Morton; PJ Morton e Darrel Walls, compositores

Melhor Álbum Gospel

  • Sunny Days — Yolanda Adams
  • Tasha — Tasha Cobbs Leonard
  • Live Breathe Fight — Tamela Mann
  • Only On The Road (Ao Vivo) — Tye Tribbett
  • Heart Of Mine — Darrel Walls, PJ Morton – VENCEDOR

Melhor Álbum de Música Cristã Contemporânea

  • Child of God II — Forrest Frank
  • Coritos Vol. 1 — Israel & New Breed – VENCEDOR
  • King Of Hearts — Brandon Lake
  • Reconstruction — Lecrae
  • Let The Church Sing — Tauren Wells

Melhor Álbum de Gospel Tradicional

  • I Will Not Be Moved (Ao vivo) — The Brooklyn Tabernacle Choir – VENCEDOR
  • Then Came The Morning — Gaither Vocal Band
  • Praise & Worship: More Than a Hollow Hallelujah — The Isaacs
  • Good Answers — Karen Peck & New River
  • Back To My Roots — Candi Staton

Melhor Álbum de Pop Latino

  • Cosa Nuestra – Rauw Alejandro
  • Bogotá (Deluxe) – Andrés Cepeda
  • Tropicoqueta – Karol G
  • Cancionera – Natalia Lafourcade – VENCEDOR
  • ¿Y ahora qué? – Alejandro Sanz

Melhor Álbum de Música Urbana

  • DeBÍ TiRAR MáS FOToS — Bad Bunny – VENCEDOR
  • Mixteip — J Balvin
  • FERXXO VOL X: Sagrado — Feid
  • NAIKI — Nicki Nicole
  • EUB DELUXE — Trueno
  • SINFÓNICO (En Vivo) —Yandel

Melhor Album de Rock Latino ou Alternativo

  • Genes Rebeldes — Aterciopelados
  • ASTROPICAL — Bomba Estéreo, Rawayana, ASTROPICAL
  • PAPOTA — CA7RIEL & Paco Amoroso – VENCEDOR
  • ALGORHYTHM — Los Wizzards
  • Novela — Fito Paez

Melhor Álbum de Música Mexicana (incluindo Tejano)

  • MALA MÍA — Fuerza Regida, Grupo Frontera
  • Y Lo Que Viene — Grupo Frontera
  • Sin Rodeos — Paola Jara
  • Palabra De To’s (Seca) — Carín León – VENCEDOR
  • Bobby Pulido & Friends Una Tuya Y Una Mía – Por La Puerta Grande (En Vivo) — Bobby Pulido

Melhor Álbum Tropical Latino

  • Fotografías — Rubén Blades, Roberto Delgado & Orquesta
  • Raíces — Gloria Estefan – VENCEDOR
  • Clásicos 1.0 — Grupo Niche
  • Bingo — Alain Pérez
  • Debut y Segunda Tanda, Vol. 2 — Gilberto Santa Rosa

Melhor Performance Musical Global

  • EoO — Bad Bunny – VENCEDOR
  • Cantando en el Camino — Ciro Hurtado
  • JERUSALÉM — Angélique Kidjo
  • Imigrante Y Que? — Yeisy Rojas
  • Shrini’s Dream (Ao vivo) — Shakti
  • Daybreak — Anoushka Shankar com Alam Khan e Sarathy Korwar

Melhor Performance de Música Africana

  • “Love” — Burna Boy
  • “With You” — Davido com participação de Omah Lay
  • “Hope & Love” — Eddy Kenzo e Mehran Matin
  • “Gimme Dat” — Ayra Starr com participação de Wizkid
  • “Push 2 Start” — Tyla – VENCEDOR

Melhor Álbum de Música Global

  • Sounds Of Kumbha — Siddhant Bhatia
  • No Sign of Weakness — Burna Boy
  • Eclairer le monde – Light the World — Youssou N’Dour
  • Mind Explosion (50th Anniversary Tour Live) — Shakti
  • Chapter III: We Return to Light — Anoushka Shankar Featuring Alam Khan & Sarathy Korwar
  • Caetano e Bethânia Ao Vivo — Caetano Veloso and Maria Bethânia – VENCEDOR

Melhor Álbum de Reggae

  • Treasure Self Love — Lila Iké
  • Heart & Soul — Vybz Kartel
  • BLXXD & FYAH — Keznamdi – VENCEDOR
  • From Within — Mortimer
  • No Place Like Home — Jesse Royal

Melhor Álbum de New Age, Ambient ou Chant

  • Kuruvinda — Kirsten Agresta-Copely
  • According To The Moon — Cheryl B. Engelhardt, GEM, Dallas String Quartet
  • Into The Forest — Jahnavi Harrison
  • Nomadica — Carla Patullo Featuring The Scorchio Quartet & Tonality – VENCEDOR
  • The Colors In My Mind — Chris Redding

Melhor Álbum de Música Infantil

  • Ageless: 100 Years Young — Joanie Leeds & Joya
  • Buddy’s Magic Tree House — Mega Ran
  • Harmony — FYÜTCH & Aura V – VENCEDOR
  • Herstory — Flor Bromley
  • The Music of Tori and the Muses — Tori Amos

Melhor Álbum de Comédia

  • Drop Dead Years — Bill Burr
  • PostMortem — Sarah Silverman
  • Single Lady — Ali Wong
  • What Had Happened Was… — Jamie Foxx
  • Your Friend, Nate Bargatze — Nate Bargatze – VENCEDOR

Melhor Gravação de Audiolivro, Narração e Contação de Histórias

  • Elvis, Rocky & Me: The Carol Connors Story — Kathy Garver
  • Into the Uncut Grass — Trevor Noah
  • Lovely One: A Memoir — Ketanji Brown Jackson
  • Meditations: The Reflections of His Holiness the Dalai Lama — Dalai Lama – VENCEDOR
  • You Know It’s True: The Real Story of Milli Vanilli — Fab Morvan

Melhor Trilha Sonora para Mídia Visual (Inclui Cinema e Televisão)

  • How to Train Your Dragon – John Powell, compositor
  • Severance: Season 2 – Theodore Shapiro, compositor
  • Sinners – Ludwig Göransson, compositor – VENCEDOR
  • Wicked – John Powell & Stephen Schwartz, compositores
  • The Wild Robot – Kris Bowers, compositor

Melhor Trilha Sonora para Videogames e Outras Mídias Interativas

  • Avatar: Frontiers of Pandora – Secrets of the Spires — Pinar Toprak, compositor
  • Helldivers 2 — Wilbert Roget, II, compositor
  • Indiana Jones and the Great Circle — Gordy Haab, compositor
  • Star Wars Outlaws: Wild Card & a Pirate’s Fortune — Cody Matthew Johnson & Wilbert Roget, II, compositores
  • Sword of the Sea — Austin Wintory, compositor – VENCEDOR

Melhor Canção Escrita para Mídia Visual

  • “As Alive as You Need Me to Be” [De “Tron: Ares”] — Trent Reznor e Atticus Ross, compositores (Nine Inch Nails)
  • “Golden” [De “KPop Demon Hunters”] — EJAE e Mark Sonnenblick, compositores (HUNTR/X: EJAE, Audrey Nuna, Rei Ami) – VENCEDOR
  • “I Lied to You” [De “Sinners”] — Ludwig Göransson e Raphael Saadiq, compositores (Miles Caton)
  • “Never Too Late” [De “Elton John: Never Too Late”] — Brandi Carlile, Elton John, Bernie Taupin e Andrew Watt, compositores (Elton John, Brandi Carlile)
  • “Pale, Pale Moon” [De “Sinners”] — Ludwig Göransson e Brittany Howard, compositores (Jayme Lawson)
  • “Sinners” [De “Sinners”] — Leonard Denisenko, Rodarius Green, Travis Harrington, Tarkan Kozluklu, Kyris Mingo e Darius Povilinus, compositores (Rod Wave)

Melhor Videoclipe

  • “Young Lion” — Sade / Sophie Muller, direção de vídeo; Sade e Aaron Taylor Dean, produção de vídeo.
  • “Manchild” — Sabrina Carpenter / Vania Heymann e Gal Muggia, direção de vídeo; Aiden Magarian, Nathan Scherrer e Natan Schottenfels, produção de vídeo
  • “So Be It” — Clipse / produção de Hannan Hussain, direção de vídeo; Daniel Order, produção de vídeo
  • “Anxiety” — Doechii / James Mackel, direção de vídeo; Pablo Feldman, Jolene Mendes e Sophia Sabella, produção de vídeo – VENCEDOR
  • “Love” — OK Go / direção de Aaron Duffy, Miguel Espada e Damian Kulash Jr.; Petra Ahmann, produção de vídeo

Melhor Filme Musical

  • Devo — Devo
  • Chris Smith, diretor do vídeo; Danny Gabai, Anita Greenspan, Chris Holmes e Chris Smith, produtores do vídeo Live at the Royal Albert
  • Hall — Raye
  • Paul Dugdale, diretor do vídeo; Stefan Demetriou e Amy James, produtores do vídeo
  • Relentless — Diane Warren
  • Bess Kargman, diretora do vídeo; Peggy Drexler, Michele Farinola e Kat Nguyen, produtoras do vídeo
  • Music by John Williams — John Williams – VENCEDOR
  • Laurent Bouzereau, diretor do vídeo; Sara Bernstein, Laurent Bouzereau, Justin Falvey, Darryl Frank, Brian Grazer, Ron Howard, Meredith Kaulfers, Kathleen Kennedy, Frank Marshall, Steven Spielberg e Justin Wilkes, produtores do vídeo
  • Piece by Piece — Pharrell Williams
  • Morgan Neville, diretor do vídeo; Morgan Neville, Caitrin Rogers, Mimi Valdes e Pharrell Williams, produtores do vídeo

Melhor Pacote de Gravação

  • And The Adjacent Possible — Hà Trinh Quoc Bao, Damian Kulash, Jr., Claudio Ripol, Wombi Rose & Yuri Suzuki, art directors (OK Go)
  • Balloonerism — Bráulio Amado & Alim Smith, art directors (Mac Miller)
  • Danse Macabre: De Luxe — Rory McCartney, art director (Duran Duran)
  • Loud Is As — Farbod Kokabi & Emily Sneddon, art directors (Tsunami)
  • Sequoia — Tim Breen & Ken Shipley, art directors (Various Artists)
  • The Spins (Picture Disc Vinyl) — Miller McCormick, art director (Mac Miller)
  • Tracks II: The Lost Albums — Meghan Foley & Michelle Holme, art directors (Bruce Springsteen) – VENCEDOR

Melhor Capa de Álbum

  • Chromakopia — Shaun Llewellyn e Luis “Panch” Perez, diretores de arte (Tyler, the Creator) – VENCEDOR
  • The Crux — William Wesley II, diretor de arte (Djo)
  • Debí Tirar Más Fotos — Benito Antonio Martinez Ocasio, diretor de arte (Bad Bunny)
  • Glory — Cody Critcheloe e Andrew JS, diretores de arte (Perfume Genius)
  • Moisturizer — Hester Chambers, Ellis Durand, Henry Holmes, Matt de Jong, Jamie-James Medina, Joshua Mobaraki e Rhian Teasdale, diretores de arte (Wet Leg)

Melhores Notas de Álbum

  • Adios, Farewell, Goodbye, Good Luck, So Long: On Stage 1964-1974 — Scott B. Bomar, autor das notas do álbum (Buck Owens And His Buckaroos)
  • After the Last Sky — Adam Shatz, autor das notas do álbum (Anouar Brahem, Anja Lechner, Django Bates, Dave Holland)
  • Árabe — Amanda Ekery, autora das notas do álbum (Amanda Ekery)
  • The First Family: Live At Winchester Cathedral 1967 — Alec Palao, autor das notas do álbum (Sly & The Family Stone)
  • A Ghost Is Born (20th Anniversary Deluxe Edition) — Bob Mehr, autor das notas do álbum (Wilco)
  • Miles ’55: The Prestige Recordings — Ashley Kahn, autora das notas do álbum (Miles Davis) – VENCEDOR

Melhor Album Histórico

  • Joni Mitchell Archives – Volume 4: The Asylum Years (1976-1980) — Patrick Milligan & Joni Mitchell, compilation producers; Bernie Grundman, mastering engineer (Joni Mitchell) – VENCEDOR
  • The Making Of Five Leaves Left — Cally Callomon & Johnny Chandler, compilation
    producers; Simon Heyworth & John Wood, mastering engineers (Nick Drake)
  • Roots Rocking Zimbabwe – The Modern Sound Of Harare’ Townships 1975-1980 (Analog Africa No.41) — Samy Ben Redjeb, compilation producer; Michael Graves, mastering engineer (Various Artists)
  • Super Disco Pirata – De Tepito Para El Mundo 1965-1980 (Analog Africa No. 39) — Samy Ben Redjeb, compilation producer; Michael Graves, mastering engineer (Various Artists)
  • You Can’t Hip A Square: The Doc Pomus Songwriting Demos — Will Bratton, Sharyn Felder & Cheryl Pawelski, compilation producers; Michael Graves, mastering engineer (Doc Pomus)

Melhor Álbum de Engenharia de Som, Não Clássico

  • All Things Light — Jesse Brock, Jon Castelli, Tyler Johnson, Nick Lobel, Simon Maartensson, Lawrence “Boo” Mitchell, Anders Mouridsen, Ryan Nasci, Ernesto Olivera-Lapier, Ethan Schneiderman e Owen Stoutt, engenheiros; Dale Becker, engenheiro de masterização (Cam)
  • Arcadia — Neal Cappellino e Gary Paczosa, engenheiros; Brad Blackwood, engenheiro de masterização (Alison Krauss e Union Station)
  • For Melancholy Brunettes (& sad women) — Joseph Lorge, Blake Mills e Sebastian Reunert, engenheiros; Patricia Sullivan, engenheira de masterização (Japanese Breakfast)
  • That Wasn’t A Dream — Joseph Lorge e Blake Mills, engenheiros; Patricia Sullivan, engenheira de masterização (Pino Palladino, Blake Mills) – VENCEDOR

Melhor Álbum de Engenharia de Som, Clássico

  • Cerrone: Don’t Look Down — Mike Tierney, engenheiro de som; Alan Silverman, engenheiro de masterização (Sandbox Percussion) – VENCEDOR
  • Eastman: Sinfonia nº 2; Tchaikovsky: Sinfonia nº 2 — Gintas Norvila, engenheiro de som; Jennifer Nulsen, engenheira de masterização (Franz Welser-Möst e a Orquestra de Cleveland)
  • Shostakovich: Lady Macbeth do Distrito de Mtsensk — Shawn Murphy e Nick Squire, engenheiros de som; Tim Martyn, engenheiro de masterização (Andris Nelsons, Kristine Opolais, Günther Groissböck, Peter Hoare, Brenden Gunnell e a Orquestra Sinfônica de Boston)
  • Standard Stoppages — Sean Connors, Robert Dillon, Peter Martin, Bill Maylone, Judith Sherman e David Skidmore, engenheiros de som; Joe Lambert, engenheiro de masterização (Third Coast Percussion)
  • Yule — Morten Lindberg, engenheiro de som; Morten Lindberg, engenheiro de masterização (Trio Mediæval)

Produtor do Ano, Música Clássica

  • Blanton Alspaugh
  • Sergei Kvitko
  • Morten Lindberg
  • Dmitriy Lipay
  • Elaine Martone – VENCEDOR

Melhor Álbum de Áudio Imersivo

  • All American F***boy — Andrew Law, engenheiro de mixagem imersiva (Duckwrth)
  • Immersed — Justin Gray, engenheiro de mixagem imersiva; Michael Romanowski, engenheiro de masterização imersiva; Justin Gray, Drew Jurecka e Morten Lindberg,produtores imersivos (Justin Gray) – VENCEDOR
  • An Immersive Tribute To Astor Piazzolla (Ao vivo) — Andrés Mayo e Martín Muscatello, engenheiros de mixagem imersiva; Andrés Mayo e Martín Muscatello, produtores imersivos (Vários artistas)
  • Tearjerkers — Hans-Martin Buff, engenheiro de mixagem imersiva; Hans-Martin Buff, produtor imersivo (Tearjerkers)
  • Yule — Morten Lindberg, engenheiro de mixagem imersiva; Morten Lindberg, engenheiro de masterização imersiva; Arve Henriksen e Morten Lindberg, produtores imersivos (Trio Mediæval)

Melhor Composição Instrumental

  • “First Snow” — Remy Le Boeuf, compositor (Nordkraft Big Band, Remy Le Boeuf e Danielle Wertz) – VENCEDOR
  • “Live Life This Day: Movement I” — Miho Hazama, compositora (Miho Hazama, Danish Radio Big Band e Danish National Symphony Orchestra)
  • “Lord, That’s A Long Way” — Sierra Hull, compositora (Sierra Hull)
  • “Openin”g — Zain Effendi, compositor (Zain Effendi)
  • “Train To Emerald City” — John Powell e Stephen Schwartz, compositores (John Powell e Stephen Schwartz)
  • “Why You Here / Before The Sun Went Down” — Ludwig Göransson, compositor (Ludwig Göransson com Miles Caton)

Melhor Arranjo, Instrumental ou A Cappella

  • “Be Okay” — Cynthia Erivo, arranjadora (Cynthia Erivo)
  • “A Child Is Born” — Remy Le Boeuf, arranjador (Nordkraft Big Band & Remy Le Boeuf)
  • “Fight On” — Andy Clausen, Addison Maye-Saxon, Riley Mulherkar & Chloe Rowlands, arranjadores (The Westerlies)
  • “Super Mario Praise Break” — Bryan Carter, Charlie Rosen & Matthew Whitaker, arranjadores (The 8-Bit Big Band) – VENCEDOR

Melhor Arranjo, Instrumentos e Vocais

  • “Big Fish” — Erin Bentlage, Sara Gazarek, Johnaye Kendrick, Nate Smith e Amanda Taylor, arranjadores (Nate Smith com participação de säje) – VENCEDOR
  • “How Did She Look?” — Nelson Riddle, arranjador (Seth MacFarlane)
  • “Keep An Eye On Summer” — Jacob Collier, arranjador (Jacob Collier)
  • “Something In The Water (Acoustic-Ish)” — Clyde Lawrence, Gracie Lawrence e Linus Lawrence, arranjadores (Lawrence)
  • “What A Wonderful World” — Cody Fry, arranjador (Cody Fry)

Melhor Performance Orquestral

  • Coleridge-Taylor: Toussaint L’Ouverture; Balada Op. 4; Suites de ’24 Negro Melodies’ – Michael Repper, maestro (Filarmônica Nacional)
  • Messiaen: Turangalîla-Symphonie – Andris Nelsons, maestro (Orquestra Sinfônica de Boston) – VENCEDOR
  • Ravel: Boléro, M. 81 – Gustavo Dudamel, maestro (Orquestra Sinfônica Simón Bolívar da Venezuela)
  • Still & Bonds – Yannick Nézet-Séguin, maestro (Orquestra de Filadélfia)
  • Stravinsky: Symphony In Three Movimentos — Esa-Pekka Salonen, maestro (Sinfonia de São Francisco)

Melhor Gravação de Ópera

  • Heggie: Intelligence — Kwamé Ryan, regente; Jamie Barton, J’Nai Bridges e Janai Brugger; Blanton Alspaugh, produtor (Houston Grand Opera; Gene Scheer) – VENCEDOR
  • Huang Ruo: An American Soldier — Carolyn Kuan, regente; Hannah Cho, Alex DeSocio, Nina Yoshida Nelsen e Brian Vu; Adam Abeshouse, Silas Brown e Doron Schachter, produtores (American Composers Orchestra; David Henry Hwang)
  • Kouyoumdjian: Adoration — Alan Pierson, regente; Miriam Khalil, Marc Kudisch, David Adam Moore, Omar Najmi, Naomi Louisa O’Connell e Karim Sulayman; Mary Kouyoumdjian, produtora (Silvana Quartet; The Choir Of Trinity Wall Street)
  • O’Halloran: Trade & Mary Motorhead — Elaine Kelly, regente; Oisín Ó Dálaigh e John Molloy; Alex Dowling e Emma O’Halloran, produtores (Orquestra da Ópera Nacional Irlandesa; Mark O’Halloran)
  • Tesori: Grounded — Yannick Nézet-Séguin, maestro; Ben Bliss, Emily D’Angelo, Greer Grimsley e Kyle Miller; David Frost, produtor (Orquestra da Ópera Metropolitana; Coro da Ópera Metropolitana; George Brant)

Melhor Performance Coral

  • Advena – Liturgies For A Broken World — Craig Hella Johnson, conductor (Simon Barrad, Emily Yocum Black & Michael Hawes; Conspirare)
  • Childs: In The Arms Of The Beloved — Grant Gershon, conductor (Billy Childs, Dan Chmlellnskl, Christian Euman, Larry Koonse, Lyris Quartet, Anne Akiko Meyers, Carol Robbins & Luciana Souza; Los Angeles Master Chorale)
  • Lang: Poor Hymnal — Donald Nally, conductor (Steven Bradshaw, Michael
  • Hawes, Lauren Kelly, Rebecca Siler & Elisa Sutherland; The Crossing)
  • Ortiz: Yanga — Gustavo Dudamel, conductor; Grant Gershon, chorus master (Los Angeles Philharmonic & Tambuco Percussion Ensemble; Los Angeles Master Chorale) – VENCEDOR
  • Requiem Of Light —Steven Fox, conductor; Emily Drennan & Patti Drennan, chorus masters (Brian Giebler & Sangeeta Kaur; The Clarion Choir)

Melhor Performance de Música de Câmara/Conjunto de Pequeno Porte

  • Dennehy: Land Of Winter — Alan Pierson & Alarm Will Sound – VENCEDOR
  • La Mer – French Piano Trios — Neave Trio
  • Lullabies For The Brokenhearted — Lili Haydn & Paul Cantelon
  • Slavic Sessions — Mak Grgić & Mateusz Kowalski
  • Standard Stoppages — Third Coast Percussion

Melhor Solo Instrumental Clássico

  • Coleridge-Taylor: 3 Selections From ’24 Negro Melodies’ — Curtis Stewart; Michael Repper, conductor (National Philharmonic)
  • Hope Orchestrated — Mary Dawood Catlin; Jesús David Medina & Raniero Palm, conductors (Venezuela Strings Recording Ensemble)
  • Inheritances — Adam Tendler
  • Price: Piano Concerto In One Movement In D Minor — Han Chen; John Jeter, conductor (Malmö Opera Orchestra)
  • Shostakovich: The Cello Concertos — Yo-Yo Ma; Andris Nelsons, conductor (Boston Symphony Orchestra) – VENCEDOR
  • Shostakovich: The Piano Concertos; Solo Works — Yuja Wang; Andris Nelsons, conductor (Boston Symphony Orchestra)

Melhor Álbum de Música Clássica Solo Vocal

  • Alike – My Mother’s Dream — Allison Charney, solista; Benjamin Loeb, regente (Orquestra Sinfônica Nacional)
  • Black Pierrot — Sidney Outlaw, solista; Warren Jones, pianista
  • In This Short Life — Devony Smith, solista; Danny Zelibor, pianista; Michael Nicolas, acompanhador
  • Kurtág: Kafka Fragments — Susan Narucki, solista; Curtis Macomber, acompanhador
  • Schubert Beatles — Theo Hoffman, solista; Steven Blier, pianista (Rupert Boyd, Julia Bullock, Alex Levine, Andrew Owens, Rubén Rengel e Sam Weber)
  • Telemann: Ino – Opera Arias For Soprano — Amanda Forsythe, solista; Robert Mealy, Paul O’Dette e Stephen Stubbs, regentes (Orquestra do Festival de Música Antiga de Boston) – VENCEDOR

Melhor Compêndio Clássico

  • Cerrone: Don’t Look Down — Sandbox Percussion; Jonathan Allen, Victor Caccese
  • Christopher Cerrone, Ian Rosenbaum, Terry Sweeney e Mike Tierney, produtores
  • The Dunbar/Moore Sessions, Vol. II — Will Liverman; Jonathan Estabrooks, produtor
  • Ortiz: Yanga — Gustavo Dudamel, maestro; Dmitriy Lipay, produtor – VENCEDOR
  • Seven Seasons — Janai Brugger, Isolde Fair, MB Gordy e Starr Parodi; Nicholas Dodd, maestro; Jeff Fair, Starr Parodi e Kitt Wakeley, produtores
  • Tombeaux — Christina Sandsengen; Shaun Drew e Christina Sandsengen, produtores

Melhor Composição Clássica Contemporânea

  • Cerrone: Don’t Look Down — Christopher Cerrone, compositor (Conor Hanick e Sandbox Percussion)
  • Dennehy: Land Of Winter — Donnacha Dennehy, compositor (Alan Pierson e Alarm Will Sound)
  • León: Raíces (Origins) — Tania León, compositora (Edward Gardner e Orquestra Filarmônica de Londres)
  • Okpebholo: Songs In Flight — Shawn E. Okpebholo, compositor (Will Liverman, Paul Sánchez e Vários Artistas)
  • Ortiz: Dzonot — Gabriela Ortiz, compositora (Alisa Weilerstein, Gustavo Dudamel e Filarmônica de Los Angeles) – VENCEDOR

Por Ângelo Cordeiro – Rolling Stone

Carnaval infantil movimenta o DF Plaza Shopping com música, teatro e programação gratuita

Divulgação

Agenda começa no início de fevereiro com espetáculos infantis e culmina em um bailinho de Carnaval no dia 15, com banda de frevo e atividades para toda a família

O DF Plaza Shopping preparou uma programação especial de Carnaval voltada ao público infantil, com atividades gratuitas que combinam música e teatro ao longo do mês de fevereiro. A agenda inclui apresentações teatrais nos dias 1º e 8 de fevereiro e culmina no Bailinho de Carnaval, marcado para o dia 15 de fevereiro, na Praça Central do shopping.

Nos dias 1 e 8 de fevereiro,  às 15h, a Cia Néia e Nando apresenta espetáculos infantis na Praça de Alimentação. No dia 01/02, o público confere a peça “Uma Aventura no Mar”, e no dia 08/02, a programação segue com “Uma Aventura Congelante”. As apresentações são voltadas para crianças e utilizam linguagem lúdica, com personagens e interação com o público.

Já no domingo, 15 de fevereiro, o shopping recebe o Bailinho de Carnaval do DF Plaza, das 15h às 18h, na Praça Central (Piso Térreo). A atração musical ficará por conta da banda Quinteto Mágico do Frevo, que traz ao público um repertório com ritmos tradicionais do Carnaval, adaptados para o público infantil.

De acordo com Mariane Moura, gerente de Marketing do DF Plaza Shopping, a proposta da programação é oferecer atividades culturais acessíveis para as famílias durante o período carnavalesco. “Pensamos em uma agenda que permita às crianças vivenciarem o Carnaval de forma lúdica, com teatro e música, em um ambiente familiar e seguro. A ideia é ampliar as opções de lazer para quem busca programas culturais com os pequenos”, afirma.

A programação integra o calendário de eventos do DF Plaza Shopping para o mês de fevereiro e amplia as opções de lazer cultural voltadas ao público infantil. Com atividades distribuídas em diferentes datas, o shopping oferece alternativas de entretenimento gratuito para famílias de Águas Claras e região durante o período de Carnaval.

SERVIÇO:

DF Plaza Shopping

Rua Copaíba, lote 1 – Águas Claras

Informações: 61 99663-6939 / 61 3451-5750 
Horário de funcionamento: De segunda a sexta: 10h às 22h. Aos domingos: 14h às 20h (lojas), 11h às 23h – Alimentação (todos os dias)

Canais digitais: http://www.dfplaza.com.br/

Instagram: @dfplazashopping

Programa em dança e artes performáticas de longa duração, “Mergulhos na Criação” está com inscrições abertas

Foto divulgação

Iniciativa do Núcleo de Formação ASQ, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF, oferece seis meses de imersão gratuita e prática com mentoria de referências nacionais e internacional

Brasília, fevereiro de 2026 – O Núcleo de Formação da Anti Status Quo Companhia de Dança lança o programa “Mergulhos na Criação”, uma formação intensiva e gratuita voltada para criadores, bailarinos, intérpretes e performers. Com duração de seis meses (de fevereiro a julho de 2026), o projeto tem como objetivo desenvolver a dança investigativa no Distrito Federal, por meio de uma prática de criação continuada que privilegia o aprofundamento e a maturação de projetos autorais. A iniciativa é realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).

Sob a condução da coreógrafa e diretora Luciana Lara, referência com 37 anos de carreira, o programa se destaca pela proposta de imersão prolongada e pela qualidade das facilitadoras envolvidas. Além da mentoria principal, os participantes contarão com a expertise de duas grandes convidadas: a artista mineira Dudude Herrmann, especialista em improvisação, e a coreógrafa internacional Suzannah McCreight, da Irlanda do Norte. As inscrições gratuitas já estão abertas e devem ser feitas pelo e-mail oficinaslucianalara@gmail.com. As vagas são limitadas.

SOBRE O PROGRAMA

O “Mergulhos na Criação” é direcionado a artistas de várias linguagens em diferentes estágios da carreira que tenham o corpo, o movimento e a interdisciplinaridade como eixos centrais de seu trabalho. A proposta é desafiar estruturas da criação para dança, ampliar o repertório criativo e fomentar a produção de trabalhos coreográficos inovadores.

Ao longo de seis meses, os selecionados terão encontros semanais (terças, quintas e sextas, das 12h15 às 14h) e imersões mensais de fim de semana como a residência artística com Dudude Hermann, totalizando 200 horas de atividades. Cada participante desenvolverá um solo autoral, recebendo mentoria individualizada constante, feedback coletivo e participando de dois compartilhamentos públicos de processo, seguidos de debates com recursos de acessibilidade (Libras e audiodescrição). As atividades ocorrerão no Centro de Dança do DF.

DIFERENCIAIS

O programa se notabiliza por sua estrutura de criação continuada, oferecendo tempo e espaço qualificados para o amadurecimento de projetos, o que é raro em formações de curta duração. Outro pilar é a mentoria de referência, assegurada pela condução de Luciana Lara e pela participação especial de duas artistas consagradas. A gratuidade total, viabilizada pelo fomento público, garante acesso democrático. 

Seu foco investigativo estimula uma produção autoral, não convencional e interdisciplinar, contribuindo para a cena local. Além disso, o compromisso com a acessibilidadeé evidente nos compartilhamentos abertos ao público, que contarão com tradução em Libras e audiodescrição.

SOBRE AS ORIENTADORAS

A frente do programa está Luciana Lara, diretora e fundadora da Anti Status Quo Companhia de Dança. Com uma trajetória sólida de 37 anos dedicados à criação, Lara é uma das principais referências da dança contemporânea no Centro-Oeste e no Brasil, tendo formado gerações de artistas através do seu Núcleo de Formação ASQ.

Como convidada especial, o programa recebe Dudude Herrmann, artista mineira premiada e reconhecida nacionalmente como uma das pioneiras e maiores estudiosas da improvisação em dança no país. Sua obra é conhecida pelas intersecções com o teatro, a performance e a música. Herrmann dirige o consagrado Atelier de Criação em Casa Branca (MG), espaço referência que há quase uma década recebe residências artísticas nacionais e internacionais.

Completando o time de facilitadoras, a convidada internacional Suzannah McCreighttraz uma perspectiva inovadora. Coreógrafa, dançarina e diretora da Green Light Dance Company, sediada em Belfast (Irlanda do Norte), McCreight possui extensa pesquisa em abordagens somáticas aplicadas à coreografia e ao coaching artístico, oferecendo uma prática de conexão sensória na criação e execução do movimento, oferecendo uma nova visão fresca que agrega questões relevantes sobre presença cênica na dança.

ATIVIDADES ABERTAS AO PÚBLICO

O programa se inicia com um workshop gratuito e aberto à comunidade, intitulado “Quando o Corpo Escuta”, ministrado por Suzannah McCreight. A atividade, que acontece no dia 3 de fevereiro (terça-feira), das 12h15 às 14h, no Centro de Dança do DF, propõe uma imersão na escuta e na percepção do corpo.

Através da sensibilização somática, os participantes são convidados a refinar sua atenção aos ritmos internos, conexões corporais e fluxos de energia, usando essa escuta como ponto de partida para um movimento orgânico e integrado. A vinda da artista é apoiada pelo Arts Council of Northern Ireland e pela National Lottery do Reino Unido em parceria com o British Council.

Em abril, nos dias 11 e 12, a artista Dudude Herrmann comandará a residência “Instalações Efêmeras”. A proposta, que acontece no mesmo local, visa alargar o entendimento sobre a improvisação como linguagem artística final e não apenas como parte do processo criativo. Por meio de exercícios que estimulam a fisicalidade, a espacialidade, o ritmo e a percepção sensorial, os participantes serão conduzidos a um treinamento prático da improvisação, investigando a composição em tempo real de “estados de dança” e desenvolvendo estratégias pessoais de criação. A residência terá carga horária intensiva, das 9h às 13h e das 15h30 às 18h, no sábado e no domingo.

As inscrições para ambas as atividades abertas são gratuitas e devem ser feitas pelo e-mail oficinaslucianalara@gmail.com, sujeitas à disponibilidade de vagas limitadas.

SERVIÇO

Programa: Mergulhos na Criação – Programa para Criadores em Dança e Artes Performativas.

Período: De 3 de fevereiro a 30 de julho de 2026.

Dias e Horários: Encontros semanais às terças, quintas e sextas-feiras, das 12h15 às 14h, além de imersões mensais em finais de semana.

Workshop de abertura: “Quando o corpo escuta” com Suzannah McCreight  

Dia e Horário: 3 de fevereiro, terça-feira, das 12h15 às 14h.

Residência: Instalações Efêmeras com Dudude Herrmann

Dias e horário: 11 e 12 de abril, sábado e domingo, das 9 às 13h e das 15h30 às 18h

Local: Centro de Dança do DF.

Público-alvo: Artistas, criadores, bailarinos/intérpretes e performers em diferentes estágios da carreira.

Carga horária total: 200 horas.

Certificado: Será emitido para participantes com frequência mínima de 80%.

Inscrições: Gratuitas, por e-mail (oficinaslucianalara@gmail.com). Vagas limitadas.

Realização: Núcleo de Formação ASQ da Anti Status Quo Companhia de Dança.

Patrocínio: Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).

Renata Weber lança O Ano Um, um livro-objeto que une texto, imagem e som na DeCurators

Foto divulgação

Publicado pela Editora Quelônio, o livro-objeto chega a Brasília neste sábado (31 de janeiro), em evento com miniexposição das monotipias originais e apresentação de livro sonoro com desenho e trilha de Wagner Morales

A artista e escritora Renata Weber lança em Brasília, neste sábado (31 de janeiro), o romance experimental O Ano Um, publicado pela Editora Quelônio (SP). O evento acontece na DeCurators (412 Norte) e apresenta um trabalho que é, ao mesmo tempo, objeto, texto, imagem e som: além do lançamento do livro, o público poderá ver de perto as monotipias originais (técnica de gravura de impressão única) que dão forma às imagens da obra e conhecer o livro sonoro narrado pela própria autora.

Em O Ano Um, a protagonista Regina escreve notas para “ancorar o fio da memória”, enquanto o esquecimento se aproxima e embaralha as referências do cotidiano. O romance se constrói como uma antessala da desaparição: uma juntada de registros que tentam segurar o que escapa.

“O Ano Um parte da minha inquietação e curiosidade pessoal com o tornar-se pessoa velha, com os embaralhos e os embaraços que se criam ao sermos catapultados ou insidiosamente conduzidos à velhice.”, conta a autora Renata Weber.

O projeto gráfico leva essa ideia ao limite. Em vez de páginas numeradas e encadernação tradicional, O Ano Um se apresenta como livro-objeto: folhas soltas, presas no alto por uma estrutura de bloco, convidam a pessoa a desfolhar, correr riscos, perder e reencontrar a narrativa, como quem tenta reorganizar lembranças.

“O Ano Um é o ano em que a personagem Regina, passa a lidar cotidianamente com o tema do desaparecimento, não só da memória, mas também, possivelmente, da pessoa que ela era antes. Registrar os fatos do dia, escrever o que é importante, organizar papéis, é o jeito que Regina inventa para resistir ao que é incontornável. Ao meu modo também faço isso ao escrever”, explica Renata.

As oito monotipias abstratas foram feitas por Renata Weber a partir de tinta de carimbo impressa em papel pólen e, no lançamento, serão apresentadas numa miniexposição.

A obra ganha ainda uma segunda camada: O Ano Um também existe como livro sonoro, com narração da autora, desenho e trilha sonora de Wagner Morales e audiodescrição com roteiro de Rita Louzeiro. O resultado vai além da simples gravação do texto, usando percussão, efeitos e guitarra para criar atmosferas e conduzir o “desaparecimento” das palavras e memórias. Para ouvir, basta acessar o QR Code no final do livro, com duração de 1h20. Também disponível no site da autora: O Ano Um – Renata Weber.

“É para que a pessoa entre em contato com a obra e experimente em alguma medida o que atravessa a personagem – a perda da ilusão de controle sobre as coisas e sobre o destino. Quem ouve o livro sonoro, quem lê e manipula o livro-objeto, vai se deparar com uma massa de texto, de papel e de som que é delicada e instável. Regina é divertida também. No livro há passagens ternas, há passagens raivosas e também aflitivas”, ressalta.

No dia 31, após a apresentação do livro e do trabalho sonoro, haverá bate-papo com Renata Weber e a convidada Sílvia Roncador.

Renata Weber (1971) vive e trabalha em Brasília e transita entre literatura, música e artes visuais, além de atuar como psicóloga e pesquisadora em saúde mental. O Ano Um é seu primeiro romance e é viabilizado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

SERVIÇO
Lançamento O Ano Um        
Data:
 31 de janeiro de 2026
Horário: 19h  
Local: DeCurators  (412 Norte, Bloco C)       
Preço de lançamento (desconto da autora): R$ 40
Mais informações: 
@_renata_weber@editoraquelonio               
Informações do livro
Título:
 O Ano Um      
Autora: Renata Weber          
Editora: Quelônio (SP)          
Gênero: romance      
Formato: 15 x 21 cm 
Páginas: 64    
Preço: R$ 70 (capa)   

Simmons Colchões expande atuação no DF e anuncia mega showroom na Asa Norte

Glauter Suassuna, foto divulgação

Nova loja terá projeto sensorial assinado pelo arquiteto Glauter Suassuna e promete transformar a experiência de compra em uma imersão no “sono perfeito”.

A Simmons Colchões vai ampliar sua presença no Distrito Federal com a inauguração de um novo e moderno showroom na Asa Norte, em Brasília. Localizada na Quadra 708 Norte, a loja terá cerca de 200 metros quadrados e aposta em um conceito inovador que vai além da exposição tradicional de colchões.

O projeto de design é assinado por Glauter Suassuna, profissional com atuação em diversas regiões do Brasil, conhecido por criar ambientes que estimulam sensações e experiências. A proposta da nova unidade é transportar para dentro da loja o conforto e o acolhimento que os clientes buscam em casa.

A ideia é que o espaço funcione como uma imersão no universo do sono e do bem-estar. O showroom contará com ambientes temáticos inspirados em cenários como praia, casa de campo, regiões frias e quartos infantis, recriando situações do cotidiano e momentos de lazer. Tudo para ajudar o consumidor a se imaginar usando os produtos no dia a dia.

Um dos destaques do projeto é o espaço dedicado ao colchão Black, principal produto da marca. No subsolo, será criada uma “sala do sono perfeito”, pensada para simular a fase REM do sono. A experiência será personalizada: ao chegar à loja, o cliente poderá informar suas preferências musicais, que serão automaticamente reproduzidas no ambiente durante a visita, junto a cenários controlados por tecnologia e automação.

Mesmo com um pavimento térreo mais compacto, o colchão Black também ficará exposto na parte superior da loja, em um ambiente cenográfico que remete a um quarto de realeza. A proposta é reforçar a mensagem de conforto, exclusividade e valorização do cliente.

Segundo Antônio Vicente, à frente da marca Simmons, o objetivo é criar um espaço acolhedor e sensorial, capaz de transformar a compra em uma experiência marcante. A expectativa é que o novo showroom fortaleça a conexão emocional com o público e impulsione as vendas no mercado brasiliense.

Sobre a Kasa dos Colchões
Fundada em Brasília, a Kasa dos Colchões é referência no segmento de descanso e bem-estar no Distrito Federal. Liderada pelo empresário Antônio Júnior, a empresa construiu sua trajetória ao longo de mais de duas décadas, unindo resiliência, conhecimento técnico e atendimento consultivo. Com um portfólio que reúne marcas premium como Simmons, Epeda e Flex, a Kasa oferece soluções completas em colchões, camas, travesseiros e acessórios, sempre com foco na qualidade do sono e na saúde. Atualmente, conta com mais de 70 colaboradores e unidades estrategicamente localizadas na capital.

https://kasadoscolchoes.com/

Sobre a Simmons Park Sul
Com mais de 150 anos de história, a Simmons é uma das marcas mais respeitadas do mercado global de colchões premium, reconhecida por ser pioneira na tecnologia de molas ensacadas individuais. Presente em mais de 100 países, a marca combina tradição e inovação para oferecer produtos de alto desempenho. Em 2025, inaugurou em Brasília, no Park Sul, a primeira loja conceito da Simmons no Brasil, em parceria com o especialista Antônio Júnior, proporcionando uma experiência de compra personalizada e focada em conforto, saúde e bem-estar.

https://simmonsbrasilia.com.br/

VITRINE FILMES REVELA PÔSTER DE ‘ZAFARI’, DISTOPIA QUE TESTA OS LIMITES ENTRE HUMANO E ANIMALESCO

Distribuído pela Vitrine Filmes, ZAFARI, sexto longa-metragem da cineasta venezuelana Mariana Rondón, acaba de revelar seu pôster oficial. O filme chega aos cinemas brasileiros em 05 de fevereiro.

Dirigido pela venezuelana Mariana Rondón e com coprodução brasileira da Klaxon Cultura Audiovisual, o filme chega aos cinemas no dia 05/02

“Quantos dias você consegue ficar sem comer antes de se transformar em um animal selvagem?”, pergunta um personagem de ZAFARI. Dona de uma obra sempre atravessada pelas crises sociais e econômicas que atingem seu país, Rondón imagina um país distópico, onde a população que ainda não fugiu para o exterior enfrenta a ausência das regras sociais, a falta de trabalho e, sobretudo, de comida.

No longa, o personagem que atravessa a crise do país com mais conforto é o hipopótamo que batiza o longa. Ele, que acaba de chegar ao zoológico da cidade, é quem come mais e melhor. Sua rotina alimentar e seu corpo arredondado despertam sentimentos inesperados em quem encara privações — especialmente os membros de duas famílias: uma rica, que perdeu seus privilégios, e outra pobre, que decide que não precisa mais se sujeitar a regras sociais. Rondón explica que decidiu contar o filme como uma fábula distópica. “A chegada do hipopótamo a um lugar aparentemente idílico vai elevando os instintos mais básicos dos vizinhos: a fome, o desejo e o medo. A vida é cada vez mais grotesca e uma moralidade duvidosa toma conta deles. Propomos ao espectador se ver nesse espelho enquanto acompanha os personagens observando a vida dos outros  fascinados, horrorizados e excitados”.

Para Marité Ugás, corroteirista do filme, o encontro da ironia com o cinema de gênero ajuda a tocar nos temas que são caros à dupla de cineastas: “Todos os elementos apontavam para a necessidade de dar um passo em direção ao suspense e também um pouco ao terror. Mostrar a sensação física da fome nos pareceu importante para contar a história”, explica.

A trajetória de ZAFARI começou na seção Horizontes Latinos do Festival de San Sebastián, onde o filme teve sua première. O longa circulou por festivais na Alemanha, Grécia, Índia e Brasil, com sua primeira exibição nacional na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Povoado por um elenco que reúne profissionais e amadores, ZAFARI é uma co-produção entre Brasil, Venezuela, Peru, México, França, Chile e República Dominicana e será lançado nos cinemas brasileiros pela Vitrine Filmes, com previsão de estreia no dia 5 de fevereiro.

SINOPSE
Num pequeno zoológico em Caracas, a chegada do hipopótamo Zafari é comemorada por vizinhos de diferentes classes sociais. Uma família acompanha as comemorações da janela de seu apartamento em um condomínio decadente de classe alta. Em meio ao caos gerado pela escassez de alimentos, água e energia elétrica, a família precisa resolver problemas cotidianos enquanto tenta encontrar uma solução para deixar o país. A mãe, Ana, percorre o prédio à procura de comida nos apartamentos abandonados, mas ruídos estranhos pelos corredores escuros a amedrontam cada vez mais. Num mundo cada vez mais selvagem, Zafari é o único que ainda tem o que comer.
A DIRETORA
A venezuelana Mariana Rondón nasceu em Barquisimeto, em 1966. Depois de estudar animação em Paris, formou-se pela Escuela Internacional de Cine y Televisión (EICTV), em Cuba. É uma das fundadoras da produtora multinacional Sudaca Films, espaço colaborativo que reúne realizadores latino-americanos interessados em narrativas regionais e na afirmação de identidades culturais.

Rondón estreou no comando de um longa-metragem com a ficção-científica de cunho social A la Medianoche y Media (1999), codirigido com a cineasta peruana Marité Ugás, com quem mantém uma parceria duradoura, atuando no roteiro, produção e direção de cinema. O filme foi selecionado para o Festival Internacional de Tóquio e para a Mostra de Cinema de São Paulo, onde todos os seus longas foram exibidos.

Entre suas obras, Postais de Leningrado(2007), que lhe rendeu um prêmio para jovens cineastas na Mostra, e Pelo Malo(2013), longa premiado nos festivais de Havana e Mar del Plata, além de vencedor da Concha de Ouro no Festival de San Sebastián. Depois de Zafari (2024), Rondón dirigiu Ainda é Noite em Caracas (2025), que teve estreia no Festival de Veneza e também foi exibido no Festival de Toronto.

FILMOGRAFIA
• A la medianoche y media (1999) – codireção
• Postdata: Crónica Roja (2003) – direção (série de TV)
• Bodas de oro (2005) – codireção (telefilme)
• Lo que se hereda no se hurta (2007) – direção (telefilme)
• Postais de Leningrado (2007) – direção
• Pelo Malo (2013) – direção
• Zafari (2024) – direção
• Ainda é Noite em Caracas (2025) – codireção
ELENCO
• Daniela Ramírez | Ana
• Francisco Denis | Edgar
• Samantha Castillo | Natalia
• Alí Rondón | Ali
• Varek La Rosa | Bruno
• Beto Benites | Flaco
• Claret Quea | Mataperro
• Juan Carlos Colombo | Francisco
• José Andrés Díaz | Tito
FICHA TÉCNICA
Ficção, 100 minutos 
Classificação indicativa: 12 anos
Direção: Mariana Rondón
Roteiro: Mariana Rondón, Marité Ugás
Fotografia: Alfredo Altamirano
Montagem: Isabela Monteiro de Castro
Som: Franklin Hernandéz, Graciela Barrault
Desenho de Som: Lena Esquenazi
Música: Pauchi Sasaki
Design de Produção: Diana Quiróz
Elenco: Daniela Ramirez, Francisco Denis, Samantha Castillo, Varek La Rosa, Claret Quea, Juan Carlos Colombo, Alí Rondón
Produção: Mariana Rondón, Sterlyn Ramírez, Giancarlo Nasi, Juliette Lepoutre, Pierre Menahem, Rafael Sampaio, Cristina Velasco L., Jorge Hernández Aldana, Marité Ugás
Produzido por: Sudaca Films, Paloma Negra Films, Klaxon Cultura Audiovisual, Still Moving, Quijote Films
Coproduzido por: Selene Films, Artefactos Films, Spcine
Distribuição no Brasil: Vitrine Filmes
SOBRE A KLAXON
A Klaxon Cultura Audiovisual foi fundada por Rafael Sampaio com a missão de contribuir para o desenvolvimento da cultura e da indústria audiovisual nos diferentes segmentos em que atua: formação, difusão e produção audiovisual, sendo a responsável pelo evento de mercado BrLab, um dos mais importantes da América Latina.
SOBRE A SPCINE
A Spcine é a empresa pública de cinema e audiovisual da Prefeitura de São Paulo, vinculada à Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa. Atua como um escritório de desenvolvimento, financiamento e implementação de programas e políticas para os setores de cinema, TV, games e novas mídias. Seu objetivo é reconhecer e estimular o potencial econômico e criativo do audiovisual paulista e seu impacto em âmbito cultural e social.
SOBRE A VITRINE FILMES
A Vitrine Filmes é uma distribuidora de cinema independente que, há 15 anos, promove e valoriza o audiovisual brasileiro e latino-americano. Foi pioneira na descentralização do circuito exibidor com o projeto Sessão Vitrine Petrobras e, desde 2020, vem ampliando sua atuação com iniciativas como a Vitrine España, dedicada à produção e distribuição de filmes na Europa; o selo Manequim, voltado a títulos para grandes públicos; o curso online Vitrine Lab; e a Vitrine Produções, focada no desenvolvimento de novos projetos brasileiros.

Mais de 6 milhões de pessoas já assistiram aos filmes da Vitrine nos cinemas. Um dos grandes sucessos é “O Agente Secreto”, obra do cineasta Kleber Mendonça Filho que recebeu os prêmios de melhor direção e melhor ator (Wagner Moura) no Festival de Cannes em 2025 e foi escolhido para representar o Brasil no Oscar em 2026. Entre os demais destaques estão “O Último Azul”, de Gabriel Mascaro e vencedor do Urso de Prata em Berlim; “Baby”, de Marcelo Caetano, premiado com ator revelação (Ricardo Teodoro) na Semana da Crítica em Cannes; “Jovens Mães”, mais recente longa dos Irmãos Dardenne e Melhor Roteiro em Cannes; “Bacurau”, vencedor do Prêmio do Júri em Cannes; “Druk – Mais Uma Rodada”, ganhador do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro; e “Nosso Sonho”, a cinebiografia de Claudinho e Buchecha, maior bilheteria nacional em 2023

Para 2026, a Vitrine prepara o lançamento de “Ato Noturno”, thriller erótico dos diretores Filipe Matzembacher e Marcio Reolon; “O Riso e a Faca”, coprodução Brasil-Portugal premiada em Cannes (Melhor Atriz para Cleo Diára na mostra Un Certain Regard); “Criadas”, primeiro longa de Carol Rodrigues; “Copan”, documentário vencedor do É Tudo Verdade; “Xica da Silva”, clássico de Cacá Diegues protagonizado por Zezé Motta em cópia restaurada em 4K. Pelo selo Manequim, lança “O Rei da Internet”, história do hacker brasileiro Daniel Nascimento com João Guilherme; e “Quinze Dias”, baseado no bestseller de Vitor Martins.

‘(Des)controle’, com Carolina Dieckmmann, estreia dia 5 de fevereiro marcando o início da Semana do Cinema

Foto divulgação

O longa-metragem “(Des)controle” chega aos cinemas de todo o Brasil no dia 5 de fevereiro. A estreia nacional coincide com o início da Semanado Cinema, campanha que ocorre de 5 a 11 de fevereiro e democratiza o acesso às salas com preços reduzidos, tornando-se uma oportunidade imperdível para o público conferir a produção na tela grande. Os ingressos custarão entre R$10 e R$12. 

“(Des)controle” acompanha a escritora Kátia Klein (Carolina Dieckmmann) em um momento turbulento na vida e na carreira. Sobrecarregada e em busca de um alívio, Kátia volta a beber após um período de 15 anos de sobriedade, mas vai de uma simples taça de vinho ao total descontrole, reativando o alcoolismo. Ela precisa então lidar com a antiga adicção enquanto a vida segue seu curso, numa corda bamba em busca do controle e tentando desesperadamente preservar suas conquistas, responsabilidades e afetos. 

O elenco também conta com Irene Ravache e Daniel Filho, como pais da escritora; Caco Ciocler, como o ex-marido; e Júlia Rabello no papel da melhor amiga e agente de Kátia. Stefano Agostini e Rafael Fuchs Müller interpretam os filhos da escritora. “(Des)controle” tem as participações especiais de Mouhamed Harfouch e Assucena, entre outros.

“(Des)controle” foi exibido pela primeira vez nas telonas durante o Festival do Rio 2025. Também passou pelo 46° Festival Internacional del Nuevo Cine Latinoamericano, em Havana. O roteiro é de Felipe Sholl, Rosane Svartman e Iafa Britz, que também assina o argumento. O filme conta com investimento do FSA e da Riofilme, apoio da Globo Filmes, e é produzido pela Migdal Filmes em coprodução com a Sony Pictures e a Elo Studios – responsáveis também pela distribuição.

Sinopse

“(Des)controle” acompanha a história de Kátia Klein, escritora bem-sucedida e mãe dedicada, que vê sua vida sair do eixo quando passa por um bloqueio criativo que a impede de trabalhar, além de um casamento em ruína. Isso tudo ao mesmo tempo que administra o acúmulo das demandas de seus dois filhos e de seus pais. Sobrecarregada e em busca de um alívio, ela passa de uma simples taça de vinho ao descontrole total, reativando seu alcoolismo. Protagonizado por Carolina Dieckmmann, acompanhada de grande elenco, (Des)controle é um drama envolvente, com pitadas de humor que busca discutir o alcoolismo e mostrar a vida como ela é.

Ficha técnica:

Direção: Rosane Svartman e Carol Minêm

Produção: Iafa Britz e Sabrina Nudeliman Wagon

Roteiro: Felipe Sholl, Rosane Svartman e Iafa Britz

Colaboração no roteiro: Bia Crespo e Gabriel Meyohas

Argumento: Iafa Britz

Produção Executiva: Bárbara Isabella Rocha e Mauro Pizzo

Direção de Fotografia: Mauro Pinheiro Jr, ABC

Direção de Arte: André Weller

Figurino: Márcia Tacsir e Mel Akerman

Montagem: Marcelo Moraes, edt.

Trilha Sonora Original: Ruben Feffer e Gustavo Monteiro

Elenco: Carolina Dieckmmann, Caco Ciocler, Júlia Rabello, Irene Ravache, Daniel Filho e grande elenco

Produção: Migdal Filmes

Coprodução: Elo Studios, Sony Pictures, RioFilme

Distribuição: Elo Studios, Sony Pictures

Apoio: Globo Filmes

O filme conta com investimento do Fundo Setorial do Audiovisual

Sobre a Migdal Filmes

A Migdal Filmes, criada há 15 anos pela produtora Iafa Britz, é referência no mercado audiovisual, tendo levado mais de 30 milhões de espectadores aos cinemas. A produtora equilibra em seu line-up entretenimento com impacto social. Com sucessos de crítica e público, a Migdal vem desenvolvendo franquias e IPs importantes em parceria com grandes players e talentos. Foi responsável pela trilogia de “Minha Mãe é uma Peça”, além de importantes títulos como “Cássia Eller”, “M-8 – Quando a Morte Socorre a Vida, “As Polacas”, “Linda de Morrer”, “Irmã Dulce”, entre seus mais de 30 filmes e séries. Em 2025 e 2026, destacam-se os lançamentos de “(Des)controle”, dirigido por Rosane Svartman e Carol Minêm, “Agentes Muito Especiais” (em parceria com A Fábrica), “Capoeiras”, série coproduzida com a INTRO Pictures para a Disney+, “Caramelo”, dirigido por Diego Freitas, que se tornou o filme brasileiro de maior audiência na Netflix global, e “Geni e o Zepelim”, de Anna Muylaert, inspirado na canção homônima de Chico Buarque.

Sobre a Sony Pictures

A Sony Pictures Entertainment (SPE) é uma subsidiária da Sony Corporation of America, uma subsidiária da japonesa Sony Corporation. As operações globais da SPE abrangem produção, aquisição e distribuição de filmes em cinema, home entertainment, televisão e mídias digitais; uma rede global de canais; operação de estúdio, desenvolvimento de novos produtos audiovisuais, serviços e tecnologias. Tudo isto representa a distribuição de entretenimento em mais de 140 países.

Com presença marcante no mercado nacional,  a Sony Pictures distribuiu  e/ou co-produziu no Brasil, 22 dos 25 filmes nacionais lançados na década de 90, momento da retomada. Em 2024, através do investimento em inúmeras produções, apostando em novos talentos e diferentes gêneros ao longo dos últimos anos, a Sony chega à marca de mais de 70 filmes nacionais distribuídos e/ou co-produzidos, entre eles: Deus é Brasileiro, O Auto da Compadecida, Carandiru, Cazuza, 2 Filhos de Francisco, Meu Nome Não é Johnny, Chico Xavier, Xingu, Tainá, Um Tio Quase Perfeito, Entre Irmãs, Kardec, Ninguém é de Ninguém, Vitória e o premiado Ainda Estou Aqui, primeiro filme brasileiro a ganhar o Oscar de Filme Internacional.

Sobre a Elo Studios

A ELO STUDIOS acredita que histórias movem o mundo. Produzimos e distribuímos conteúdos que inspiram,provocam, conectam e reinventam perspectivas, levando narrativas impactantes a públicos diversos. Atuamos como ponte entre criadores e audiências globais, entregando entretenimento que desperta emoções, desafia e ressoa.

São mais de 20 produções originais, incluindo Caindo na Real (Telecine, TV Globo), Avenida Beira-Mar (vencedor do Festival de Guadalajara), Divinas (Lifetime), Desafio Impossível (Disney+) e Lupi & Baduki (Max), além de diversos projetos em diferentes estágios de desenvolvimento e produção.

Sempre com foco em inovação, autenticidade e impacto, produzimos branded entertainment, criando histórias envolventes em parceria com marcas, agências e canais. Entre os títulos, estão Mulheres no Comando (formato sobre empreendedorismo feminino apresentado por Fabi Saad) e Contar para Viver (Unesco/Cappuccino).

Desde 2005, a ELO STUDIOS distribuiu mais de 500 títulos de todas as regiões do Brasil, levando histórias brasileiras a mais de 100 países. Entre eles, O Menino e o Mundo, indicado ao Oscar. No cinema, mais de 120 filmes foram lançados, incluindo Medida Provisória, de Lázaro Ramos, o filme nacional mais assistido em 2022. O lineup dos próximos anos inclui grandes produções em parceria com Claro, Globo Filmes, Funcine Investimage, Paramount, Sony, Telecine e Warner.

Liderada por Ruben Feffer, Flavia Feffer e Sabrina Nudeliman Wagon (CEO), a ELO STUDIOS promove a inovação tanto em termos criativos quanto nos modelos de negócio, impulsionando narrativas que transcendem fronteiras e deixam um legado.

Sobre a Rio Filme 

Fundada em 1992, a Rio Filme é a empresa pública municipal responsável por apoiar e promover o setor audiovisual no Rio de Janeiro. Sua missão é fomentar o desenvolvimento do setor em toda a cadeia de valor, fortalecendo tanto a economia quanto a identidade cultural da cidade. A RioFilme investe em todas as etapas do ecossistema audiovisual — da formação e desenvolvimento à produção, distribuição, exibição e promoção internacional. Também atua na democratização do acesso às salas de cinema e oferece apoio estratégico a produtores brasileiros e estrangeiros que desejam filmar no Rio, por meio da Rio Film Commission.

Sobre a Globo Filmes 

Há mais de 25 anos, a Globo Filmes constrói parcerias que impulsionam o audiovisual brasileiro, levando grandes histórias nacionais ao público de todas as gerações. Desde 1998, atua como a maior coprodutora e uma das principais investidoras do cinema nacional, com mais de 560 títulos lançados e mais de 270 milhões de espectadores acumulados nas salas de cinema.

O portfólio da Globo Filmes reúne produções que marcaram o cinema brasileiro. Entre os sucessos de público estão “Minha Mãe é uma Peça 3” e “Tropa de Elite 2”, ambos com mais de 11 milhões de espectadores, e grandes bilheterias recentes como “Minha Irmã e Eu”, “Os Farofeiros 2” e “Vitória”. A trajetória inclui ainda obras aclamadas pela crítica dentro e fora do país, como “2 Filhos de Francisco”, “Carandiru”, “Cidade de Deus” (quatro indicações ao Oscar) e “Bacurau” (Prêmio do Júri em Cannes). Mais recentemente, títulos como “O Último Azul” (vencedor do Urso de Prata na Berlinale) e “Manas” (GDA Director’s Award no Festival de Veneza) reforçam a diversidade e a potência das narrativas nacionais.

A Globo Filmes segue acreditando na força das salas de cinema e no impacto das boas histórias. Com foco na qualidade artística e na pluralidade de conteúdos, leva ao público o melhor do cinema brasileiro nos mais variados gêneros.

Associações especializadas:

O alcoolismo é uma doença séria que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, independente de gênero, raça, classe social. Com ou sem gatilhos. Se você ou alguém próximo estiver enfrentando problemas com o álcool, procure ajuda profissional.

Listamos abaixo algumas associações especializadas:

Alcoólicos Anônimos (Apoio ao Alcoólatra) – https://www.aa.org.br/ – aa@aa.org.br

Al-Anon (Apoio aos familiares)  – https://al-anon.org.br/ – alanon@al-anon.org.br   

Natura traz de volta fragrâncias que foram sucessos e marcaram na memória dos brasileiros

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Ícones olfativos que atravessaram gerações retornam ao portfólio da Natura, em um movimento guiado pela memória afetiva e pela conexão com o público

Alguns cheiros ficam. Eles atravessam o tempo, acompanham histórias e despertam emoções antes mesmo de serem reconhecidos racionalmente. Do ponto de vista da neurociência, o olfato tem um caminho único no cérebro, com acesso direto às áreas ligadas à emoção e à memória. É a partir desse entendimento, científico e emocional, que aNatura, líder absoluta em perfumaria no Brasil¹, anuncia o retorno de fragrâncias marcantes da sua perfumaria, em um movimento que valoriza o cheiro como parte essencial da construção de vínculos, identidade e bem-estar.

Ao entrar em contato com uma fragrância marcante do passado, o corpo tende a reagir de forma quase imediata. “É comum que a respiração se torne mais lenta, a frequência cardíaca diminua e surja uma sensação afetiva de conforto”, explica Artur Placeres Neto, Ph.D., Gerente Científico Sêniorde Ciência de Fragrâncias da Natura.

Esse entendimento se conecta a um movimento comercial criado a partir de um desejo claro dos consumidores: o de reencontrar fragrâncias que marcaram diferentes momentos de suas vidas. Atenta a essa demanda, a Natura anuncia o retorno de fragrâncias icônicas de sua perfumaria, reforçando o papel do cheiro como parte essencial da construção de vínculos, identidade e bem-estar

Segundo Artur, isso acontece porque o cérebro armazena o cheiro junto com a emoção vivida naquele momento. “Quando o cheiro reaparece, a memória volta inteira, não só a lembrança, mas o sentimento associado a ela”, explica.

Entre as fragrâncias mais lembradas nesse movimento ‘cheiro de saudade’ estão Natura Shiraz, um amadeirado especiadocom jasmim e rosas; Natura Revelar, clássico da perfumaria da marca; Natura Hoje Masculino e Hoje Feminino, deocolônias ideais para o dia a dia; e Urbano, fragrância que intensifica personalidades fortes e traduz o homem contemporâneo. Antigos sucessos e recorrente solicitados pelos consumidores, essas fragrâncias tão pedidas retornam ao portfólio da Natura, atendendo ao desejo do público e trazendo de volta o que foi sucesso!

“Ao trazer esses clássicos de volta, a Natura reforça seu compromisso com uma perfumaria que valoriza histórias, conexões e emoções, respeitando seu legado e dialogando com o presente. Porque alguns cheiros não desaparecem; são atemporais “, afirma Verônica Kato, perfumista da Natura.

Os produtos podem ser encontrados com as Consultoras de Beleza, nas lojas físicas da Natura ou no e-commerce (http://www.natura.com.br​).

Confira os perfumes que retornam por período limitado:

Revelar – R$ 199,00

Fragrância envolvente, intensa e sofisticada, onde à doçura licorosa da baunilha e do cumaru se entrelaçam ao bouquet floral e ao toque aveludado das madeiras.

Shiraz – R$168,90

Amadeirado especiado. Jasmin e rosa se unem à sensualidade da canela e do cardamomo, envoltos pelas madeiras nobres de sândalo e cedro, com o toque sedutor do âmbar que revela sua sofisticação

Hoje Masculino – R$168,90

Amadeirado aromático. Combinação elegante das madeira de cedro e sândalo com o toque único de cardamomo com o frescor de limão e menta.

Hoje Feminino – R$168,90

Floral cítrico. Uma harmonia elegante de notas de rosa e violeta, revelada pelo frescor luminoso do toque cítrico da bergamota.

Urbano – R$168,90

Aromático Aquoso. Frescor inesperado de nuances borbulhantes de cítricos e especiarias se unem ao exclusivo akigalawood, madeira inédita na perfumaria mundial, trazendo uma assinatura única e surpreendente.

¹Fonte: Kantar, Divisão Worldpanel | Painel de Consumidores l Participação do Mercado em Valor, Volume e Penetração | Total Canal | Período: FY2024 | Total Brasil l Categoria: Perfumaria. Validade: 17/03/2026

Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. Por 11 anos consecutivos é a companhia de melhor reputação do Brasil e mais responsável em ESG pelo ranking Merco. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura foi pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidadebrasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber, em 2014, a certificação de Empresa B pelo B Lab, organização que reconhece globalmente negócios que combinam a geração de lucro ao impacto socioambiental positivo. Com operações em 14 países na América Latina, os produtos da marca podem ser adquiridos através das mais de 3 milhões de consultoras na região, via e-commerce, aplicativo Natura, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br  ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedInFacebook e Instagram

Samba Urgente leva bloco gratuito ao centro de Brasília no pré-carnaval de 2026

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Evento acontece em 8 de fevereiro, das 14h às 22h, no SBS Quadra 02, na região central da capital

Brasília recebe no dia 8 de fevereiro de 2026 o Bloco Faz Amor Urgente, iniciativa do movimento cultural Samba Urgente, que ocupará o centro da capital no pré-carnaval com programação gratuita e aberta ao público. Para participar, é necessário retirar ingresso gratuito antecipadamente pela plataforma Sympla. O evento terá capacidade máxima para 5.100 pessoas.

A folia acontece das 14h às 22h, no SBS Quadra 02, atrás do Bloco A do Edifício Sede I do Banco do Brasil, na Asa Sul.

A ação integra o calendário do pré-carnaval brasiliense e tem como proposta estimular a ocupação do espaço público, fortalecer o turismo cultural e gerar impacto econômico por meio da cadeia produtiva do carnaval. A expectativa é atrair foliões de diferentes regiões administrativas do Distrito Federal para o centro da cidade.

“Nosso objetivo é oferecer um evento de qualidade, em que as pessoas se sintam acolhidas e possam viver o carnaval de forma tranquila e coletiva”, afirma Victor Angeleas, integrante do grupo.

Criado em 2018 por jovens músicos brasilienses, o Samba Urgente nasceu de forma espontânea, inspirado nas rodas de samba e choro entre amigos em casas e bares da cidade. O encontro, realizado inicialmente durante o carnaval, conquistou rapidamente o público e cresceu de maneira orgânica, impulsionando a consolidação do coletivo.

A partir de 2019, o grupo consolidou presença no calendário oficial do carnaval de Brasília. Entre 2019 e 2025, o bloco saiu às ruas em edições gratuitas, com apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, reunindo milhares de foliões e apostando em uma programação musical diversa, que combina samba, choro, pagode, axé, frevo, funk, piseiro e carimbó.

Atualmente, o Samba Urgente é formado por uma equipe de 16 profissionais e músicos que atuam de forma coletiva na criação e execução do projeto. A formação reúne voz, cordas e percussão e inclui Arthur Fernandes Nobre (voz e banjo), Victor Angeleas (voz e bandolim), Dudu Sete Cordas (voz e violão de sete cordas), Márcio Marinho (voz e cavaquinho), Valério Xavier (voz e pandeiro), André Costa (bateria), Igor Diniz (baixo), Lene Black (percussão) e Junior Viegas (percussão).

Ao longo da trajetória, o grupo já dividiu o palco com artistas como Leci Brandão, Sombrinha, Roberta Sá, Maestro Spok, Ellen Oléria, Toninho Geraes, Paula Lima, Mestrinho, Alice Caymmi, Moyseis Marques e Serginho Meriti.

Serviço
Bloco: Faz Amor Urgente
Data: 8 de fevereiro de 2026
Horário: das 14h às 22h
Entrada: gratuita, mediante retirada antecipada de ingresso pelo Sympla
Capacidade: até 5.100 pessoas
Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/bloco-faz-amor-urgente/3291217
Local: SBS Quadra 02, estacionamento atrás do Bloco A (Ed. Sede I do Banco do Brasil) – Asa Sul – Brasília (DF)
Instagram: @sambaurgente

Carreta de Mamografia retorna a Brasília para ofertar 700 exames gratuitos a partir de amanhã (29). Ação passará por Estrutural, Ceilândia e Plano Piloto

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Iniciativa da Fundação Laço Rosa, com patrocínio da Betano e apoio do GDF, promove a conscientização e o diagnóstico precoce do câncer de mama. Veja como agendar!

A Carreta de Mamografia da Fundação Laço Rosa retorna a Brasília a partir desta quinta-feira (29) para oferecer exames gratuitos de mamografia, principal forma de diagnóstico precoce do câncer de mama. Com patrocínio master da Betano e parceria do Governo do Distrito Federal, a unidade móvel passará por Estrutural, Ceilândia, estacionamento do Planetário, Rodoviária e Congresso Nacional, entre os dias 29 de janeiro a 4 de fevereiro. A expectativa é ofertar 700 exames gratuitos ao longo da semana. Os agendamentos devem ser feitos com antecedência pelo site: www.mamografiasalva.com.br.

“Foram mais de 2.400 inscritos para realizar o exame quando a carreta visitou o DF em novembro do ano passado para oferta de 564 exames. Destas, 419 pessoas compareceram e 145 faltaram ao agendamento, que poderia ter beneficiado mulheres que precisam. O absenteísmo ainda é um desafio, mas com apoio e a parceria das Secretarias envolvidas e órgãos públicos, trabalhamos para que a segunda temporada tenha um número bem menor de pessoas que agendam e não comparecem” , destaca Marcelle Medeiros, presidente da Fundação Laço Rosa.

A mamografia é a ferramenta capaz de detectar o câncer em estágios iniciais, o que aumenta em até 95% as chances de cura. Para a realização do exame, podem se inscrever:

  • Mulheres a partir de 40 anos, beneficiárias do SUS, que não tenham feito mamografia nos últimos 12 meses.
  • Mulheres abaixo de 40 anos, beneficiárias do SUS, apenas com pedido médico ou indicação clínica.

As inscrições devem ser feitas no site http://www.mamografiasalva.com.br, por meio de formulário, ressaltando que o cadastro não garante a vaga. O exame é gratuito e as vagas são limitadas.

Entre os critérios para seleção de beneficiárias estão: idade, data do último exame, indicação clínica e ordem de inscrição. As usuárias contempladas serão contactadas via whatsapp pela equipe da Fundação Laço Rosa para confirmar o agendamento e indicar data e horário do exame.

Veja os horários e locais de atendimento na Carreta de Mamografia em Brasília de 29/1 a 4/2:

  • 29 e 30/1 (quinta e sexta-feira): Entrada da Região Administrativa da Estrutural ao lado do posto de saúde – Das 09h às 17h (último horário de agendamento às 16h)
  • 31/1 (sábado): Casa da Mulher Brasileira, CNM O1, Ceilândia – Das 09h às 16h
  • 1/2 (domingo): Estacionamento do Planetário, Eixo Monumental – Das 09h às 14h
  • 2/1 (segunda-feira): Ceilândia Casa da Mulher Brasileira, CNM O1, Ceilândia – Das 09h às 17h
  • 3/1 (terça-feira): Rodoviária, Eixo Monumental – Das 09h às 18h
  • 4/2 (quarta-feira): Em frente ao Congresso Nacional – Das 09h às 16h

A ação faz parte da campanha nacional “O Laço que nos une é o autocuidado”, projeto que recebe o patrocínio master da Betano e, em 2025, ofertou 3 mil exames, passando por Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília.

“Os números de 2025 nos mostraram a necessidade e a importância de uma iniciativa como esta. Decidimos renovar a nossa parceria com a Laço Rosa, agora por todo o ano de 2026, para que mais mulheres e cidades do Brasil possam ser atendidas pelo projeto. Usaremos a força e o alcance da marca Betano para apoiar a conscientização sobre este tema tão relevante e para salvar vidas”, destaca Fernanda Brunsizian, Diretora de Comunicação e Responsabilidade Social da Betano.

SERVIÇO
Carreta de mamografia da Fundação Laço Rosa | Brasília
Inscrições: Agendamento gratuito de mamografia pelo site: http://www.mamografiasalva.com.br
Atendimentos: de 29 de janeiro a 4 de fevereiro, conforme cronograma:

  • 29 e 30/1 (quinta e sexta-feira): Entrada da Região Administrativa da Estrutural ao lado do posto de saúde – Das 09h às 17h (último horário de agendamento às 16h)
  • 31/1 (sábado): Casa da Mulher Brasileira, CNM O1, Ceilândia – Das 09h às 16h
  • 1/2 (domingo): Estacionamento do Planetário, Eixo Monumental – Das 09h às 14h
  • 2/1 (segunda-feira): Ceilândia Casa da Mulher Brasileira, CNM O1, Ceilândia – Das 09h às 17h
  • 3/1 (terça-feira): Rodoviária, Eixo Monumental – Das 09h às 18h
  • 4/2 (quarta-feira): Em frente ao Congresso Nacional – Das 09h às 16h

Quem pode participar:

  • Mulheres a partir de 40 anos, beneficiárias do SUS, que não tenham feito mamografia nos últimos 12 meses.
  • Mulheres abaixo de 40 anos, beneficiárias do SUS, apenas com pedido médico ou indicação clínica.

Sobre a Fundação Laço Rosa
A Laço Rosa é feita por um grupo de pessoas que luta diariamente para mudar a realidade do câncer de mama no Brasil e no mundo. Empoderamento feminino, influência de políticas públicas, resgate de autoestima e defesa de direitos de pacientes são os pilares da instituição que mantêm programas e atividades com esses objetivos. Entre os números de impacto 2023/2024 estão mais de 25.000 pessoas impactadas diretamente pelas ações da instituição; 5.100 exames de mamografia doados em um dos projetos; 2.200 jovens impactados em escolas com informação segura sobre a doença; 1.900 voluntários envolvidos. 8.547 perucas doadas. Mais de 6 milhões de pessoas foram impactadas nas redes sociais.

A Fundação Laço Rosa nasceu no ano de 2011, pelas mãos de Aline Lopes, suas irmãs, Marcelle Medeiros e Andréa Ferreira, familiares e amigos. Com a missão de ajudar o paciente com câncer de mama e seus familiares a atravessarem os impactos do diagnóstico com leveza, conhecimento e sem perder a fé de que dias melhores sempre virão, a Laço Rosa é referência no cenário nacional quando o assunto é empatia e humanização do câncer de mama.

Hoje, a instituição tem Marcelle Medeiros como Presidente e conta com o apoio de uma diretoria dedicada, voluntários e colaboradores empenhados em ajudar a mudar o cenário da doença no Brasil. Com sede em Ipanema, na comunidade do Pavão -Pavãozinho-Cantagalo, no Rio de Janeiro, fruto de uma cooperação técnica entre Secretaria de Estado da Mulher e FAETEC, as ações da instituição possuem abrangência nacional. Anualmente as contas da instituição são auditadas e os relatórios de impacto publicados no site para consulta pública seguindo o compromisso de transparência e as boas práticas de gestão do terceiro setor.

Sobre a Betano
A Betano, uma das maiores casas de apostas esportivas do Brasil, é uma marca criada para oferecer excelentes experiências por meio de sua plataforma, disponível para desktop, laptop, tablet, celular e aplicativo Android. O objetivo da operadora é evoluir continuamente a experiência de apostas que oferece a milhões de clientes e entreter os fãs de esportes de forma divertida e responsável. No Brasil, a Betano detém os naming rights de competições como o Brasileirão Betano, a Copa Betano do Brasil e a Supercopa Betano Rei 2025, além de ser a patrocinadora master do Clube de Regatas do Flamengo. A Betano é operada pelo Kaizen Gaming Group, uma das maiores e mais rápidas operadoras do mundo, com presença em 19 países e um plano estratégico de expansão para 26 mercados até 2026. Saiba mais:Link | betano_brasil

Vestido de Rainha: Lua Castanho transforma afeto, resistência e feminino em estreia potente

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Álbum de estreia da cantora será lançado em 02 de fevereiro, com participações especiais e uma sonoridade que atravessa o Cerrado com forró, samba e ritmos afro

Depois de duas décadas de trajetória na música, Lua Castanho prepara o lançamento de Vestido de Rainha, seu primeiro álbum. Com oito faixas que nascem do encontro entre memória, território e força feminina, o disco propõe uma escuta sensível e vibrante, costurando poesia, ritmos genuinamente brasileiros com forte influência afro  e um gesto artístico que é, ao mesmo tempo, íntimo, político e coletivo.

Com lançamento marcado para 02 de fevereiro, Vestido de Rainha chegará às principais plataformas de streaming musical como uma estreia madura e consistente. O álbum é atravessado pelas vivências da artista nas águas do Cerrado da Chapada dos Veadeiros, território que inspira tanto a sonoridade quanto a poética do trabalho.

As canções, os arranjos e a produção musical são assinados por Conrado Pera, parceiro de longa data da artista. A sonoridade do disco transita com liberdade entre o forró pé-de-serra, o samba e ritmos de matriz africana, alinhavados por arranjos orgânicos, pulsantes e atentos aos ciclos da natureza e do tempo.

Mais do que um lançamento musical, Vestido de Rainha se apresenta como uma celebração da mulher como centro criador: sensível, potente e consciente de sua história. O álbum aborda temas como amor, pertencimento, resistência e transformação, propondo a ocupação de espaços a partir da delicadeza, da coragem e da memória.

“Esse disco nasce do que foi vivido de verdade. Ele fala de vulnerabilidade, de força e de se reconhecer inteira. Vestido de Rainha é um estado de espírito, um convite para ocupar o próprio lugar com coragem e afeto”, destaca  Lua Castanho

O álbum contará com participações especiais que ampliam e aprofundam sua paleta sonora, entre elas a cantora Carla Casarim, o violonista Gabriel Selvage, o sanfoneiro Nonato Lima e o violoncelista Federico Puppi. As participações surgem como camadas vivas que transitam do intimismo à pulsação rítmica coletiva.

Faixa a faixa: caminhos que se abrem

A abertura do álbum acontece com “Kryptonita”, uma canção que quase ficou de fora do repertório, mas acabou encontrando seu lugar com precisão. Em formato voz, violão e violoncelo, a faixa inaugura o disco em clima íntimo, falando de amor, afeto e vulnerabilidade. A Kryptonita surge como metáfora do ponto fraco: aquilo que atravessa, desarma e revela.

Na sequência, “Detona” mete o pé na porta. É a canção mais incendiária do disco, trazendo rasgos sociais e uma letra de resistência que convoca nomes e histórias fundamentais, como Marielle e Dandara. Com refrão forte e direto, a música evoca a força da transformação.

“Giram Sóis”, segundo single do álbum, reúne muitas das mensagens centrais do projeto. A canção fala de movimento, do giro do universo e da vida em constante transformação, com arranjos marcantes e a sanfona de Nonato Lima em destaque.

Em “Baobá”, a mistura brasileira ganha corpo e alegria, celebrando influências africanas, indígenas e populares. “Debaixo de Sete Mares” mergulha em um território mais introspectivo, enquanto “Adubo” apresenta um samba-canção profundo e emotivo, que fala de amor, saudade e transcendência.

O forró ganha protagonismo em “Forró das Majestades”, uma celebração do empoderamento feminino que saúda mestras, compositoras, cantoras e lideranças que marcaram a história do gênero. A participação especial de Carla Casarim reforça o caráter coletivo da faixa.

Encerrando o disco, “Vestido de Rainha” coroa toda a alma do projeto. A canção fala de um empoderamento que nasce de dentro, do reconhecimento da própria história e do valor que se carrega. Um fechamento afirmativo, pulsante e cheio de vida.

Sobre a artista

Embora Vestido de Rainha marque sua estreia em álbum, Lua Castanho construiu uma trajetória sólida ao longo de mais de 20 anos de atuação artística. Sua caminhada inclui passagens por importantes festivais e eventos culturais, como a Virada Cultural de São Paulo e o Encontro de Culturas, além da integração em projetos como Viajarte, Flores d’Água e Chapada Samba Clube.

Ao longo de sua carreira, a artista realizou colaborações e feats com diversos músicos e coletivos, entre eles o Pé de Cerrado, contribuindo ativamente para a cena musical do Cerrado e do Brasil. Em 2022, Lua Castanho recebeu a Medalha ao Mérito dos Saberes e Fazeres da Cultura Cerratense, concedida pela Academia de Letras e Artes do Nordeste Goiano.

Este projeto é realizado com recursos da Política Nacional Aldir Blanc, operacionalizado pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura.

SERVIÇO | Lançamento do álbum Vestido de Rainha de Lua Castanho

Data: 02 de fevereiro.

Disponível nas principais plataformas de streaming musical.

Acesso em http://tratore.ffm.to/vestidoderainha 

Formato: Álbum digital (8 faixas)

Vestido de Rainha marca a estreia fonográfica de Lua Castanho, reunindo canções que transitam entre o forró pé-de-serra, o samba e ritmos afro-brasileiros, com produção musical de Conrado Pera. O álbum propõe uma escuta sensível, potente e contemporânea, colocando o feminino, o território e a memória como centro da narrativa artística.

Fevereiro Roxo: conscientização sobre dores crônicas, um problema que afeta milhões de brasileiros

Dr. Carlos Gropen

Campanha alerta para a importância do diagnóstico precoce, do tratamento interdisciplinar e do combate ao estigma da dor persistente.

O Fevereiro Roxo é um mês dedicado à conscientização sobre as dores crônicas — condições que persistem por mais de três meses e impactam de forma profunda a vida de milhões de pessoas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 30% da população mundial convive com algum tipo de dor crônica, o que representa mais de 45 milhões de brasileiros. Estamos falando de dores musculoesqueléticas, neuropáticas, lombalgias e doenças como a fibromialgia, muitas vezes invisíveis aos exames tradicionais, o que contribui para atrasos no diagnóstico e no início do tratamento adequado.

Uma curiosidade pouco conhecida ajuda a compreender a complexidade do problema: a dor crônica não “mora” apenas no local que dói. Com o passar do tempo, ela passa a ser processada de forma diferente pelo sistema nervoso central, envolvendo áreas cerebrais ligadas à memória, às emoções e à tomada de decisão. Nesse contexto, a dor deixa de ser apenas um sinal de alerta e passa a se comportar como uma doença em si, com mecanismos próprios de manutenção e amplificação.

Por isso, a dor crônica não deve ser encarada apenas como um sintoma. Trata-se de uma condição clínica complexa, capaz de comprometer o sono, a saúde mental, a capacidade funcional, a produtividade e as relações sociais. Seu impacto econômico também é expressivo, com aumento de afastamentos do trabalho, maior uso dos serviços de saúde e custos elevados para o sistema público e privado. Ainda assim, muitos pacientes seguem tendo seus relatos desvalorizados ou tratados como exagero.

Para o especialista em dor Dr. Carlos Gropen, a conscientização é o primeiro passo para romper esse ciclo. “A dor crônica ainda é subdiagnosticada e subtratada. Muitos pacientes passam anos em sofrimento antes de receberem um diagnóstico correto e um plano terapêutico estruturado. Campanhas como o Fevereiro Roxo são essenciais para dar visibilidade a essa condição e reforçar que dor persistente é uma questão séria de saúde”, afirma.

O tratamento da dor crônica exige uma abordagem interdisciplinar, e essa diferença não é apenas semântica. Enquanto o modelo multidisciplinar frequentemente soma intervenções paralelas, o cuidado interdisciplinar integra saberes, decisões e estratégias em torno do mesmo paciente. Médico, fisioterapeuta, psicólogo, educador físico e outros profissionais constroem juntos o plano terapêutico, de forma coordenada e contínua. “Não tratamos partes isoladas do paciente, mas a pessoa como um todo. A integração entre as áreas é o que gera resultados duradouros”, explica Dr. Gropen.

Estudos demonstram que pacientes acompanhados por equipes interdisciplinares apresentam melhora significativa da funcionalidade, da autonomia e da autoestima. Em contrapartida, a ausência de intervenção adequada está associada a maior risco de depressão, ansiedade e isolamento social. “Quando a dor não é reconhecida e tratada de forma integrada, ela passa a ocupar o centro da vida do paciente. Ouvir, acreditar e agir de forma coordenada é um ato de dignidade e de responsabilidade em saúde pública”, reforça o especialista.

Outro objetivo central do Fevereiro Roxo é o combate ao estigma. Ainda persiste a falsa ideia de que a dor crônica seja fruto de exagero ou fragilidade emocional. Na realidade, ela possui bases fisiológicas bem estabelecidas, envolvendo inflamação persistente, alterações neurológicas, processos de sensibilização central e fatores genéticos. “Desacreditar o paciente intensifica o sofrimento e atrasa o acesso ao cuidado adequado. Combater o estigma é parte essencial do tratamento”, alerta Dr. Gropen.

A campanha também chama atenção para a necessidade de políticas públicas e investimentos em serviços especializados em dor, com foco em modelos interdisciplinares de cuidado. O acesso ao diagnóstico correto e ao acompanhamento contínuo ainda é limitado para grande parte da população. “A dor crônica precisa ser tratada como prioridade em saúde pública. Sem estrutura, formação profissional e integração entre áreas, milhões de pessoas continuarão sofrendo em silêncio”, conclui.

O Fevereiro Roxo surge, assim, como um convite à reflexão coletiva. A dor crônica não deve ser normalizada, ignorada ou subestimada. Informação de qualidade, acolhimento e tratamento interdisciplinar baseado em ciência são capazes de transformar vidas e reduzir impactos sociais e econômicos. “Conscientizar é dar voz aos pacientes, validar sua experiência e mostrar que é possível viver melhor, mesmo convivendo com dor crônica”, finaliza Dr. Carlos Gropen.

Diálogos da Liberdade na Coleção Brasília | MAB

Foto Gilberto Evangelista

Na última terça-feira, 28, o Museu de Arte de Brasília (MAB) realizou uma visita guiada exclusiva para convidados à exposição “Diálogos da Liberdade na Coleção Brasília”, com mediação do curador Cláudio Pereira. A atividade proporcionou um percurso aprofundado pela mostra, que reúne obras do acervo do MAB e da Coleção Brasília – Acervo Izolete e Domício Pereira, articulando arte, memória e história na construção do imaginário da capital federal.

Durante a visita, os convidados puderam conhecer os principais eixos curatoriais da exposição, que propõe uma reflexão sensível e crítica sobre a noção de liberdade em suas dimensões estética, política, poética e histórica. O percurso parte do álbum “Brasília 1960 – O Mais Arrojado Plano Arquitetônico do Mundo”, de Mário Fontenelle, e estabelece diálogos com obras de artistas fundamentais para a consolidação visual da Nova Capital, como Oscar Niemeyer, Lúcio Costa, Athos Bulcão, Marianne Peretti, entre outros, além de produções contemporâneas.

Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Cláudio Abrantes, a visita guiada reforça o papel do museu como espaço de preservação e difusão da memória da cidade. “O MAB é um espaço de celebração da arte contemporânea que conta a história da capital federal. Uma visita como essa, guiada pelo curador Cláudio Pereira, é um privilégio. Com conhecimento e sabedoria, ele nos apresenta a trajetória dessa cidade modernista, tombada como patrimônio histórico mundial”, afirmou.

Já o subsecretário de Patrimônio Cultural, Felipe Ramón, destacou o momento de renovação institucional vivido pelo museu. “Essa visita marca a renovação pela qual o Museu de Arte de Brasília está passando, por meio de obras que representam a relação de Brasília com as artes visuais e o design”, ressaltou.

Para o curador Cláudio Pereira, a visita representa um marco em sua trajetória no museu. “Esse momento é muito importante para o MAB, especialmente com as duas exposições que tive o privilégio de curar: ‘Diálogos da Modernidade’ e agora ‘Diálogos da Liberdade’. Contamos ainda com a doação da obra ‘Museu Imaginado’, do artista Carlos Bracher, que retrata a fachada do Museu de Arte de Brasília”, destacou.

A exposição “Diálogos da Liberdade na Coleção Brasília” permanece em cartaz até o dia 26 de fevereiro, reafirmando o compromisso do MAB com a preservação da memória artística, o estímulo ao pensamento crítico e a promoção de diálogos entre diferentes gerações e linguagens artísticas

EXPOSIÇÃO “NOSSOS BRASIS: ENTRE O SONHO E A REALIDADE” É PRORROGADA ATÉ 1º DE FEVEREIRO NA CAIXA CULTURAL BRASÍLIA 

‘O Mamoeiro’ (1925), Tarsila do Amaral | Pintura, óleo sobre tela, 65 x 70 cm

Mostra reúne 100 anos da história da arte brasileira em um encontro inédito de acervos

A exposição “Nossos Brasis: entre o sonho e a realidade”, em cartaz na CAIXA Cultural Brasília, foi prorrogada até 1º de fevereiro. Antes prevista para terminar em 18 de janeiro, a exposição permanece aberta ao público e apresenta um panorama de 100 anos da arte brasileira (1920–2020). Reúne 79 obras de 50 artistas em um encontro inédito de acervos provenientes do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília.

Pela primeira vez, peças de instituições e coleções particulares são exibidas lado a lado, formando uma nova narrativa visual sobre o país. Pinturas, esculturas, tapeçarias, fotografias, instalações e objetos guiam o visitante por um século de produção artística, revelando um Brasil diverso, complexo e inventivo, entre utopias e realidades.

Diálogos entre tempos, linguagens e territórios 

O diferencial da mostra está tanto na reunião inédita dos acervos quanto nas conexões criadas entre períodos e linguagens. O percurso estabelece conversas entre o modernismo dos anos 1920 e a força da arte urbana contemporânea, cruzando elementos clássicos e populares, do ateliê à rua. Obras consagradas convivem com produções atuais, ampliando a compreensão sobre a identidade visual brasileira.

Três núcleos que se interconectam 

A curadoria de Denise Mattar, idealizada a partir do conceito artístico de Rafael Dragaud, organiza a exposição em três eixos que se interconectam:

Vozes dos Trópicos

Explora o imaginário que construiu a visão de um Brasil exuberante, atravessado por tensões entre natureza e colonização, beleza e violência, mito e crítica. Reúne obras de Tarsila do Amaral, Burle Marx, Beatriz Milhazes, Lygia Pape, Hélio Oiticica, Glauco Rodrigues, Denilson Baniwa, Ernesto Neto, Adriana Varejão, Rosana Paulino e outros.

Vozes da Rua

Retrata o Brasil popular e suas expressões coletivas: festas, rituais, cotidiano e cultura urbana. Obras de Di Cavalcanti, Heitor dos Prazeres, Djanira, Volpi, Portinari, Beatriz Milhazes, Eduardo Kobra e outros revelam a potência criativa que emerge do convívio social.

Vozes do Silêncio

Aborda temas íntimos e psicológicos, memória, espiritualidade, dor e exclusão, transformados em poesia visual. Estão presentes artistas como Maria Auxiliadora, Arthur Bispo do Rosário, Ismael Nery, Maria Lídia Magliani, Farnese de Andrade, Flávio Cerqueira, Vik Muniz e Nelson Leirner.

Experiência ampliada e acessível

A exposição também se destaca por sua proposta educativa e inclusiva, com recursos como audiodescrição, Libras, materiais táteis e visitas mediadas, além de oficinas profissionalizantes em comunidades.

Em seus últimos dias, “Nossos Brasis: entre o sonho e a realidade” reafirma sua relevância ao convidar o público a revisitar, ou descobrir, um século de arte brasileira sob novas perspectivas, em uma experiência plural que faz o Brasil pulsar em cores, formas e histórias.

A mostra é uma realização da CAIXA Cultural Brasília e da Agência Pira, com patrocínio da CAIXA e do Governo do Brasil.

Serviço:

Exposição: Nossos Brasis: entre o sonho e a realidade 

Local: CAIXA Cultural Brasília – SBS Q. 4 Lotes 3/4 – Asa Sul, Brasília – DF, 70092-900 

Galerias: Galeria Principal, Galeria Piccola I e Galeria Piccola II 

Período: 21 de outubro de 2025 a 01 de fevereiro de 2026 

Horários: terça a domingo, das 9h às 21h (segunda-feira fechado) 

Entrada: gratuita | Classificação indicativa: livre 

Acessibilidade: audiodescrição, Libras, materiais táteis e visitas mediadas

Patrocínio: CAIXA e Governo do Brasil 

Mais informações sobre toda a programação no perfil do Instagram ou no site da CAIXA Cultural Brasília.

Últimos dias das oficinas Brincar de Plantar no Boulevard Shopping Brasília

Foto divulgação

Atividade gratuita que une lazer e educação ambiental foi sucesso de público durante as férias e segue até 31 de janeiro

As férias no Boulevard Shopping Brasília entram na reta final, mas ainda dá tempo de participar das oficinas Brincar de Plantar, que conquistaram grande adesão do público infantil ao longo do mês de janeiro. A programação gratuita segue até o dia 31 de janeiro, oferecendo às crianças uma experiência lúdica de contato com a natureza, com atividades de customização de vasos reciclados e plantio de hortaliças.

Realizadas diariamente, das 14h às 20h, no Piso 2, na Praça da Renner, as oficinas funcionam em formato de minicircuito e recebem grupos de até dez crianças por vez, com duração média de 20 minutos. Ao final da atividade, cada participante leva para casa a muda plantada, prolongando o aprendizado para além do espaço do shopping.

Voltada para crianças de 4 a 12 anos, a ação se consolidou como uma alternativa de lazer educativo durante o recesso escolar, estimulando a consciência ambiental, a criatividade e hábitos mais saudáveis desde a infância. O sucesso de público ao longo do período reforça o interesse das famílias por atividades que aliam diversão e aprendizado.

A iniciativa integra o compromisso do Boulevard Shopping Brasília com práticas sustentáveis e ações de impacto social, reconhecidas recentemente com nove certificações do Instituto Selo Social, referência nacional em projetos alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU. “Buscamos oferecer experiências que gerem aprendizado e conexão com temas importantes para a sociedade, indo além do entretenimento”, destaca Rafael Mendonça, gerente de marketing do Boulevard Shopping Brasília.

Ao vivenciar cada etapa do plantio, as crianças desenvolvem autonomia e curiosidade, além de envolverem toda a família no cuidado com as hortaliças em casa, fortalecendo o vínculo com a natureza no dia a dia.

 

Serviço – Oficinas Brincar de Plantar

Data: até 31 de janeiro
Horário: das 14h às 20h (grupos de até 10 crianças)
Local: Piso 2 – Praça da Renner
Classificação: crianças de 4 a 12 anos
Entrada: gratuita, por ordem de chegada

Boulevard Shopping Brasília
Setor Terminal Norte, Conj. J – Asa Norte
Informações: (61) 3448-3300
Site: https://www.boulevardbrasilia.com.br
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