Brasília tem de melhor na Cultura, Entretenimentos, Arquitetura, Design e Decoração, Feiras, Cursos, Workshops, Seminários, Gastronomia, Vinhos, Cafés, Moda, Beleza…
Em celebração ao Dia Nacional do Consumidor, comemorado em 15 de março, o Procon-DF realiza, entre os dias 9 e 11 de março, das 12h às 16h, um mutirão de orientação e atendimento ao público no Venâncio Shopping. A iniciativa tem como objetivo aproximar o órgão da população e ampliar o acesso à informação sobre direitos nas relações de consumo.
Durante a ação, que acontece na praça de alimentação do shopping, das 12h às 16h, equipes do Procon-DF estarão disponíveis para tirar dúvidas dos consumidores, orientar sobre procedimentos em casos de conflito com empresas e distribuir gratuitamente cartilhas educativas e exemplares do Código de Defesa do Consumidor (CDC). A programação também inclui dinâmicas interativas, como quizzes com o público.
Consumidores que desejarem formalizar reclamações receberão orientação para realizar o atendimento na sede do Procon-DF, localizada no segundo andar do próprio Venâncio Shopping.
Para Rosângela Castro, gerente de marketing do empreendimento, a iniciativa reforça o papel do shopping como espaço de serviço e cidadania. “Receber uma ação como essa é muito importante, porque facilita o acesso da comunidade à informação e ao atendimento especializado. O Venâncio Shopping busca constantemente promover iniciativas que aproximem serviços essenciais do público e contribuam para o exercício da cidadania”, destaca.
Sobre o Venâncio Shopping
No centro da capital do país, desde 1976, o Venâncio Shopping traz em seu DNA um conceito inovador. Além de ser uma excelente opção para compras e experiências, é também um Hub de Serviços e ponto de solução de pessoas, com sua torre business atrelada a torre de Serviços, alta gastronomia da capital como Jamie Oliver Kitchen, Cantón Peruvian & Chinese Food, Confraria do Camarão, Outback Steakhouse, Zero61 Gastrobar e Starbucks. Entre os serviços oferecidos, estão opções como: Procon, Na Hora Empresarial, Polícia Federal, cartório de registro de imóveis em Brasília, clínicas, faculdades, entre outros.
Serviço
Mutirão de orientação ao consumidor – Procon-DF Local: Venâncio Shopping – Praça de Alimentação Datas: 9 a 11 de março Horário: das 12h às 16h Atividades: orientação ao consumidor, esclarecimento de dúvidas, quizzes interativos e distribuição de cartilhas e do Código de Defesa do Consumidor. A abertura de reclamações ocorre na sede do Procon-DF, no segundo andar do shopping.
O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) lançará nesta terça-feira, 10 de março, o Diário Oficial Eletrônico da Corte, o DOE-TCDF, para publicação de contratos, atas de sessões, portarias, resoluções, licitações, e demais atos oficiais da Corte. A live de lançamento oficial será às 15h, no canal do Tribunal no YouTube.
O sistema, aprovado por meio de Lei Complementar (PLC) nº 1.050/2025, servirá para garantir acessibilidade, publicidade, transparência, redução de custos, além de assegurar o cumprimento da legislação em relação aos atos oficiais do TCDF. Para o presidente do Tribunal, conselheiro Manoel de Andrade, este é um marco histórico para o órgão. “Com o Diário Oficial Eletrônico, damos mais um passo importante rumo à modernização, transparência e acessibilidade das nossas publicações. O sistema reduz custos, agiliza processos e garante que qualquer cidadão possa consultar, de forma rápida e segura, os atos oficiais da Corte. Assim, garantimos nosso compromisso com uma gestão pública mais eficiente, aberta e conectada à realidade digital, com acesso à informação sem barreiras”, pontuou.
Atualmente, as publicações do TCDF são realizadas no Diário Oficial do DF. Após o lançamento do DOE-TCDF, as divulgações serão feitas concomitantemente nos dois sistemas por 30 dias. Após esse período, os atos oficiais do Tribunal serão publicados apenas no DOE, à exceção dos casos expressamente estabelecidos em lei específica, trazendo mais autonomia, agilidade e organização para os atos da Corte de Contas.
O Diário Oficial Eletrônico do TCDF ficará com acesso disponível para toda a população. Todos os documentos serão assinados digitalmente e atenderão aos requisitos do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ICP-Brasil), garantindo que o documento é emitido pelo Tribunal de Contas, que o conteúdo não sofreu alterações, que tem validade jurídica, ou seja, produz efeitos legais, e que pode ser acessado e validado em diferentes sistemas.
O sistema cumpre com o artigo 37 da Constituição Federal, que estabelece a publicidade como princípio da administração pública, e com o artigo 19 da Lei Orgânica do Distrito Federal (LODF), que reforça o dever de transparência. Além disso, segue a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), as diretrizes da Lei de Acesso à Informação (LAI) e das Normas Brasileiras de Auditoria do Setor Público (NBASP), que orientam os Tribunais de Contas a divulgarem suas ações e resultados de forma ampla e eletrônica.
Acompanhe o lançamento e conheça o Diário Oficial Eletrônico do Tribunal de Contas do Distrito Federal.
A Galeria Karla Osorio tem o orgulho de apresentar a exposição individual de Ricardo Homem, intitulada Da cor, fez-se o silêncio, com curadoria de Carollina Lauriano.
A mostra reúne seleção de obras inéditas criadas nos 2 últimos anos, que evidenciam a força e a coerência de sua trajetória artística. O trabalho de Ricardo Luiz Homen dialoga com vertentes da arte contemporânea brasileira, combinando referências figurativas e abstratas.
Em muitas obras, percebe-se uma busca por transmitir sensações e reflexões mais do que representar fielmente a realidade. Esse diálogo entre o figurativo e o abstrato cria uma tensão: as imagens sugerem formas reconhecíveis — corpos, paisagens, símbolos — mas elas não se fecham em uma narrativa literal. Ao contrário, parecem se dissolver em camadas de cor, gestos e texturas, convidando o observador a completar os sentidos.
Sobre a exposição – Texto curatorial abreviado
As obras de Ricardo Homen são reconhecidas por sistematizar um pensamento que traz a materialidade da pintura como centro da sua pesquisa. No entanto, as cores têm um papel fundamental em sua criação artística. Uma característica significativa da obra de Ricardo Homem é a maneira como ele combina duas ou três pinturas e objetos e os apresenta como uma única obra coesa. Com planos de cores que variam entre os tons mais vivos e expressivos e uma cartela de tons pastel. O artista cria pinturas e objetos instalativos de maneira minimalista, porém ricamente expressivos, reunindo uma série de trabalhos de diversos períodos de sua carreira.
Nessa exposição, todas as obras escolhidas são apresentadas de forma que ressoem umas com as outras, mantendo uma certa conexão por meio do requintado senso de diálogo entre elas.
Em Da cor, fez-se o silêncio, as obras estão orquestradas de modo a estabelecer um senso de harmonia, permitindo assim que os espectadores experimentem o mundo da obra de Ricardo Homem como um espaço contemplativo. Aqui, o conjunto de trabalhos escolhidos para a exposição podem ser comparados a constelações, partituras musicais ou movimentos de dança. E essa sensação não é à toa.
Embora cada trabalho tenha sua própria presença única, eles parecem diferentes dependendo da posição em que estão instalados, bem como, do ângulo no qual são vistos. Nesse aspecto, há um elemento de alegria em descobrir características distintas e diferenças de cor, forma e tamanho entre as respectivas obras.
É exatamente esse movimento que torna a obra de Ricardo Homem um lugar extremamente interessante, como se o artista deslocasse nosso olhar para um ponto completamente distante daquilo que a primeira captura nos oferece. Onde achamos que a vibração da cor vai nos causar uma dissonância, porém há um acolhimento completamente meditativo. Tudo porque, na obra de Ricardo, as cores podem ser percebidas de forma muito diferente quando justapostas. As cores surgem de maneira livre e animada, juntamente com o lugar, o movimento e o tempo.
De uma pequena distância, de perto ou olhando de lado – os visitantes são convidados a explorar novas maneiras de ver suas obras enquanto fazem descobertas emocionantes, envolvendo-se com elas de uma variedade de ângulos e perspectivas.
E aqui, o silêncio se configura como um poderoso aliado. É nesse gesto que os trabalhos de Ricardo Homem parecem não só acontecer, mas tomar uma proporção subjetiva muito grande. Enquanto o mundo externo nos oferece uma polifonia de vozes e ideias, o espaço expositivo nos proporciona um lugar de respiro, de presença, de observação. Um lugar onde a vibração da cor dá espaço para o sentir. E não há momento mais valioso do que esse no contemporâneo.
Dessa forma, essa exposição vem como um convite para dedicarmos um pouco de tempo para observar o silêncio que Ricardo Homem imprime em suas obras.
Sobre o artista
Ricardo Luiz Homen (Belo Horizonte, 1961) Pintor, desenhista e artista plástico contemporâneo, com formação em artes plásticas (1984).
Homen desenvolve uma obra marcada pela expressividade, pelo gesto e pela intensidade cromática. Sua produção transita entre o figurativo e o abstrato, articulando formas, cores e texturas de maneira a criar atmosferas carregadas de emoção e reflexão. Em suas pinturas e desenhos, a matéria ganha protagonismo: camadas de tinta, sobreposições e transparências que revelam o processo criativo e conferem profundidade e ritmo às composições.
Mais do que representar a realidade, suas obras convidam o espectador a vivenciar sensações, explorar significados e completar os sentidos sugeridos pelas formas.
Serviço: “Da cor, fez-se o silêncio” exposição individual de Ricardo Homen
Abertura sábado, dia 07 de março, 11h-15h Galeria Karla Osorio – Pav. I e II, galerias 1 a 5
Visitação: segunda a sexta, 9h – 18h, sábados 9h – 14h
Em cartaz até: 18 de abril de 2026
A entrada é gratuita. Recomenda-se agendar por telefone, email, DM no Instagram ou WhatsApp.
No Dia Internacional da Mulher, vale acender um holofote sobre um problema de saúde pública que costuma andar no “modo silencioso”: a dor crônica. Ela não aparece em exames como um “X” bem marcado, não usa gesso, não sangra — mas rouba energia, autonomia e presença. E, com uma frequência incômoda, rouba isso mais das mulheres.
Uma curiosidade que deveria constranger qualquer sistema de saúde: estimativas globais apontam que cerca de 1 em cada 5 adultos convive com dor crônica — e que 10% entram nesse grupo a cada ano.
Isso não é “uma queixa”. É uma epidemia de fundo, do tipo que empurra gente produtiva para o esgotamento sem fazer barulho.
Quando a lente fecha no público feminino, a diferença fica ainda mais nítida. Fibromialgia é o exemplo clássico: em amostras clínicas, mais de 80–90% dos diagnósticos aparecem em mulheres — embora estudos mostrem que parte dessa diferença pode refletir também viés de encaminhamento e subdiagnóstico em homens.
E não é só fibromialgia. Enxaqueca é outra “assinatura” do problema: depois da puberdade, ela se torna 3 a 4 vezes mais frequente em mulheres.
A própria OMS chama atenção para a escala: distúrbios de cefaleia atingiram cerca de 3,1 bilhões de pessoas em 2021 e são mais comuns no sexo feminino.
Mas por que isso acontece?
Aqui entra a parte que quase nunca cabe numa manchete, mas explica muito. Dor crônica não é apenas “dor que demora”. Em muitos casos, é um sistema nervoso que passa a funcionar como um alarme sensível demais: dispara com facilidade, mantém o corpo em estado de alerta, altera sono, humor, tolerância ao estresse e até a forma como o cérebro “filtra” sinais do corpo. E, no caso das mulheres, esse cenário sofre influência de três camadas que se somam:
1. Biologia e hormônios, com variações ao longo do ciclo, gestação, puerpério e transição menopausal, afetando limiar de dor e processos inflamatórios.
2. Imunologia e sensibilização central, com maior propensão a certas síndromes dolorosas em mulheres.
3. Psicossocial: dupla ou tripla jornada, carga mental, sono fragmentado, pouco tempo de recuperação — e o corpo cobra isso com juros.
Para mim, como especialista em dor, o ponto mais grave é que o impacto raramente fica restrito ao sintoma.
“A dor crônica na mulher não é apenas um desconforto físico. Ela mexe com produtividade, convívio social e autoestima. Muitas pacientes param de participar de eventos familiares, reduzem atividades profissionais e vão se isolando — não por falta de vontade, mas por falta de combustível.”
E existe um detalhe que irrita pela previsibilidade: o subdiagnóstico e a desvalorização da queixa. Diversas análises discutem como vieses de gênero podem levar a interpretações apressadas (“é emocional”, “é estresse”, “é exagero”), atrasando o tratamento e prolongando sofrimento.
No Dia da Mulher, o recado é simples e sério: dor persistente não deve virar identidade, nem rotina.
Cuidar da dor feminina é cuidar de algo que sustenta tudo o resto: presença, dignidade, autonomia, família e vida social. E isso não é um “mimo” do sistema — é uma dívida antiga.
O Centro Olímpico e Paralímpico de Santa Maria realizará, no dia 7 de março de 2026, das 8h às 12h, um evento comemorativo em celebração ao aniversário da unidade. A iniciativa marca um momento importante para os alunos, colaboradores e toda a comunidade atendida pelo equipamento público.
A programação foi pensada para promover integração entre alunos, familiares e comunidade, fortalecendo os vínculos com o centro esportivo e destacando o papel social do esporte na formação cidadã.
O evento segue as diretrizes do Programa dos Centros Olímpicos e Paralímpicos e orientações da Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal (SEL-DF), com atividades esportivas, recreativas e culturais ao longo da manhã.
A expectativa é receber aproximadamente mil pessoas, entre alunos, familiares e moradores da região. Aproximadamente 800 alunos participam diretamente das atividades, com apoio de cerca de 36 profissionais, entre diretores, professores, instrutores e coordenadores.
Participação de atletas paralímpicos
O evento contará também com a presença de atletas paralímpicos que representam o impacto social e esportivo do Centro Olímpico e Paralímpico de Santa Maria.
Entre eles está Eduardo Vasconcelos (Dudu), atleta da Seleção Brasileira de Bocha Paralímpica, que iniciou sua trajetória esportiva ainda criança no próprio COP Santa Maria e hoje acumula conquistas internacionais, incluindo títulos pan-americanos e vice-campeonato mundial individual e por equipes, consolidando-se como um dos nomes de destaque da modalidade.
Outro atleta confirmado é Paulo Flaviano Pereira, atleta de Atletismo Paralímpico, campeão Parapan-Americano, referência no paradesporto brasileiro e exemplo de superação e alto rendimento no esporte.
Também participará Fabrício Amorim da Silva, atleta de Natação Paralímpica, com diversos títulos e participações em competições nacionais e circuitos paralímpicos.
Entre seus resultados de destaque estão múltiplas medalhas em etapas do Circuito
Loterias Caixa e vitórias em provas como 50m livre, 100m peito e 50m borboleta em competições nacionais e meetings paralímpicos, demonstrando alto desempenho na modalidade.
A presença desses atletas reforça o papel dos Centros Olímpicos e Paralímpicos na formação esportiva, inclusão social e desenvolvimento de talentos no Distrito Federal.
Entre as autoridades confirmadas estão: Renato Junqueira, Secretário de Estado de Esporte e Lazer do DF Wilson Cardoso, presidente do Instituto IDECACE
Deputado Federal Júlio César
Estrutura do evento
A programação inclui atividades esportivas, recreação, apresentações e momentos institucionais.
Também haverá brinquedos infláveis, recreação, decoração temática, pipoca e algodão-doce durante todo o evento, além de equipe de brigadistas para garantir a segurança do público.
Programação prevista
07h00 – Início antecipado de atividade esportiva para evitar o sol mais intenso
● Atletismo
● Corrida de 5 km e caminhada de 3 km com alunos da modalidade.
08h00 – Início das atividades principais:
● Aulão de Ritbox
● Aulão de Hidroginástica
● Vôlei – jogos entre equipes formadas por alunos de diferentes níveis
● Futebol – partidas divididas por faixa de alunos
● Aulão de Defesa Pessoal aberto aos alunos e comunidade
09h00
● Capoterapia
● Aulão coletivo com participação do Mestre Gilvan.
● Recreação aquática para alunos do núcleo PcD na piscina.
09h30 – Momento comemorativo:
● Parabéns do COP Santa Maria
● Falas institucionais das autoridades presentes
● Homenagem ao Dia da Mulher
● Apresentação musical
● Entrega do bolo comemorativo
10h00
● Recreação aquática na piscina pequena
● “2 horas nadando” – atividade recreativa com alunos de natação na piscina grande, organizada em equipes equilibradas tecnicamente
11h00
● Basquete recreativo com alunos e comunidade na quadra externa
Pilotos se destacam nas atividades de sexta-feira no Circuito dos Cristais e mostram equilíbrio do grid na abertura da temporada 2026.
A sexta-feira de atividades da etapa de abertura da TCR Brasil Banco BRB, no Circuito dos Cristais, em Curvelo (MG), foi marcada por forte ritmo e equilíbrio entre os competidores. Ao longo dos treinos livres realizados nesta sexta-feira (6), nomes experientes da categoria e do cenário internacional mostraram força na pista mineira. Nelson Piquet Jr e Tiago Pernia lideraram as sessões do dia.
No Treino Livre 1, realizado no final da manhã, o mais rápido foi Nelson Piquet Jr, que levou o Honda Civic Type R da Honda Racing ao topo da tabela com o tempo de 1min23s685. O argentino Tiago Pernia terminou na segunda posição com 1min24s300, enquanto Leonel Pernia completou o top-3 ao registrar 1min25s068.
Já no Treino 2, disputado no início da tarde, quem comandou a sessão foi Tiago Pernia, que marcou 1min23s580, garantindo a melhor volta do dia entre as duas sessões. Raphael Reis ficou com a segunda colocação ao registrar 1min24s089, seguido por Leonel Pernia, terceiro com 1min24s888, em um treino novamente bastante equilibrado.
Outro destaque foi o brasileiro Pedro Cardoso, que também marcou 1min24s888 e manteve-se entre os mais rápidos da sessão, evidenciando a competitividade do grid na abertura da temporada.
A programação de pista do TCR Brasil Banco BRB continua neste sábado com mais dois treinos livres, seguidos da sessão classificatória que definirá o grid de largada para as corridas de domingo, previstas para 9h e 13h.
CRONOGRAMA Sábado, 7 de março 09:00 às 09:20 – Foto oficial dos pilotos no grid – TCR SA / TCR Brasil 10:40 às 11:10 – Treino livre 1 – TCR SA / TCR Brasil 11:30 às 12:30 – Visita aos boxes – TCR SA / TCR Brasil 13:00 às 13:40 – Treino livre 2 – TCR SA / TCR Brasil 14:48 – Corrida 1 (30 minutos + 1 volta) – Stock Car Pro Series 16:00 às 17:00 – TV Opening – TCR SA / TCR Brasil 16:05 às 16:25 – Classificação 1 (todos) – TCR SA / TCR Brasil 16:35 às 16:45 – Classificação 2 (12 melhores) – TCR SA / TCR Brasil
Domingo, 8 de março 08:45 – Abertura de boxes 08:55 – Fechamento de boxes 09:00 às 10:00 – TV Opening 09:05 – Placa de 5 minutos 09:07 – Placa de 3 minutos 09:09 – Placa de 1 minuto 09:10 – Volta de apresentação 09:13 – Corrida 1 (25 minutos + 1 volta) 09:45 às 09:55 – Pódio 12:40 – Abertura de boxes 12:50 – Fechamento de boxes 13:00 às 14:00 – TV Opening 13:00 – Placa de 5 minutos 13:02 – Placa de 3 minutos 13:04 – Placa de 1 minuto 13:05 – Volta de apresentação 13:08 – Corrida 2 (30 minutos + 1 volta) 13:45 às 13:55 – Pódio
TV E STREAMING Sábado, 7 de março 16:00 às 17:00 – Classificação YouTube TV Gazeta / YouTube Gazeta Esportiva Bandsports, App BandPlay, Band.com.br e YouTube Esporte na Band (Brasil) TyC Sports 2 (Argentina) YouTube TCR (resto do mundo) Streaming: YouTube TCR (inglês) Parc Fermé (italiano) MTD (alemão) Domingo, 8 de março 09:00 às 10:00 – Corrida 1 YouTube TV Gazeta / YouTube Gazeta Esportiva Bandsports, App BandPlay, Band.com.br e YouTube Esporte na Band (Brasil) TyC Sports (Argentina) YouTube TCR (resto do mundo) Streaming: YouTube TCR (inglês) Parc Fermé (italiano) MTD (alemão) 13:00 às 14:00 – Corrida 2 TV Gazeta Bandsports, App BandPlay, Band.com.br e YouTube Esporte na Band (Brasil) TyC Sports (Argentina) YouTube TCR (resto do mundo) Streaming: YouTube TCR (inglês) Parc Fermé (italiano) MTD (alemão)
Pão caseiro com semente de abóbora e linhaça foto divulgação
Nutricionista do Oba Hortifruti, Thamires Lima, explica como escolhas simples à mesa elevam disposição, foco e vitalidade em todas as fases da vida da mulher
Cada vez mais conscientes da importância do autocuidado, as mulheres têm buscado reservar tempo para si e investir em hábitos que favoreçam mais energia, foco e disposição. Da fase reprodutiva ao climatério e à menopausa, a alimentação ocupa papel estratégico. O que vai ao prato pode ser determinante para melhorar o humor, a produtividade e a performance nas múltiplas jornadas que fazem parte da rotina feminina em qualquer etapa da vida.
A nutricionista do Oba Hortifruti, Thamires Lima, explica que, embora o funcionamento do cérebro seja semelhante em homens e mulheres, as variações hormonais femininas, que acontecem ao longo do ciclo menstrual, na gestação, no climatério e na menopausa, tornam a atenção à alimentação ainda mais importante. “Nosso cérebro precisa de nutrientes específicos para produzir substâncias como serotonina, dopamina, GABA e melatonina, que regulam bem-estar, motivação, relaxamento e qualidade do sono”, diz.
Essas substâncias são formadas a partir de nutrientes como triptofano, vitaminas do complexo B, magnésio, ômega-3, ferro e zinco. Na fase reprodutiva, por exemplo, a atenção ao ferro é essencial. Já no climatério e na menopausa, nutrientes como magnésio, ômega-3 e proteínas ganham ainda mais relevância para manter energia, massa muscular e qualidade do sono.
Quando a alimentação é equilibrada, rica em frutas, verduras, legumes, proteínas de qualidade e gorduras boas, os reflexos aparecem na prática. Mais estabilidade, clareza mental, disposição e melhor desempenho nas atividades diárias.
Outro ponto essencial para a energia feminina é o funcionamento intestinal. As mulheres apresentam maior tendência à constipação intestinal devido a fatores hormonais e anatômicos, quadro que pode se intensificar com o avanço da idade. Além disso, cerca de 90% da serotonina é produzida no intestino, o que reforça a importância de uma alimentação rica em fibras, vegetais, sementes e adequada ingestão de água. “Cuidar do intestino é uma estratégia fundamental para promover equilíbrio e mais leveza na rotina”, afirma Thamires.
O sono também faz parte dessa engrenagem. Alterações hormonais, especialmente no climatério e na menopausa, podem impactar a qualidade do descanso, e a alimentação pode ser uma grande aliada nesse processo. Noites bem dormidas associadas a escolhas equilibradas ao longo do dia favorecem mais energia, concentração e produtividade.
A nutricionista ensina estratégias simples que fazem diferença
• Incluir proteína no café da manhã, como ovos, queijos, frango desfiado ou iogurte natural, para aumentar a saciedade, preservar massa muscular e melhorar o foco.
• Investir em alimentos ricos em magnésio, como sementes de abóbora e girassol, folhas verdes-escuras e chocolate com 70% de cacau.
• Garantir boas fontes de ômega-3, presentes em sardinha, salmão, linhaça e chia
• Moderar o consumo de café, limitado a até duas xícaras por dia, sendo a última até as 14h, para preservar a qualidade do sono.
Para Thamires, o cuidado começa em escolhas simples, feitas diariamente. “Quando a mulher se nutre de forma adequada, ela percebe diferença real na energia, no rendimento e na forma como enfrenta os desafios da rotina. Comer bem é um gesto diário de cuidado consigo mesma”, reforça.
A proposta é olhar para o prato como aliado da energia em todas as fases da vida. E para mostrar que equilíbrio também pode ser saboroso, a nutricionista ensina preparações práticas e nutritivas para o dia a dia.
Pão caseiro com semente de abóbora e linhaça
2 xícaras de chá de farinha de trigo (pode usar metade integral) 1 colher de sopa de açúcar ou mel 1 colher de chá de sal 1 envelope (10g) de fermento biológico seco 1 xícara de chá de água morna 2 colheres de sopa de azeite 2 colheres de sopa de semente de abóbora 1 colher de sopa de linhaça
Modo de preparo:
Misture o fermento, o açúcar e a água morna e deixe descansar por 5 minutos. Acrescente o azeite, o sal e a farinha aos poucos. Adicione as sementes e misture bem. Sove por 5 a 8 minutos até formar uma massa lisa. Cubra e deixe crescer por 40 a 60 minutos. Modele o pão, coloque em forma untada e deixe crescer mais 20 minutos. Asse em forno preaquecido a 180 °C por 30 a 35 minutos.
Mousse de chocolate 70%
100g de chocolate 70% cacau 1 pote (170g) de iogurte natural ou grego 1 colher de sopa de mel ou adoçante (opcional) 1 clara em neve (opcional)
Modo de preparo:
Derreta o chocolate em banho-maria ou no micro-ondas. Misture o iogurte até formar um creme liso. Ajuste o doce se necessário. Se desejar mais leveza, incorpore delicadamente a clara em neve. Leve à geladeira por uma a duas horas antes de servir.
Filé de tilápia empanado
4 filés de tilápia Suco de ½ limão Sal e pimenta a gosto 1 colher de chá de páprica ou cúrcuma 1 ovo ½ xícara de chá de farinha de aveia ou farinha de amêndoas 2 colheres de sopa de semente de linhaça ou chia 1 fio de azeite
Modo de preparo:
Tempere os filés com limão, sal, pimenta e especiarias e deixe descansar por 10 minutos. Passe no ovo batido e empane na mistura de farinha com sementes. Disponha em assadeira com papel-manteiga, finalize com um fio de azeite e asse a 200 °C por 20 a 25 minutos, ou prepare na fritadeira elétrica a 180 °C por 12 a 15 minutos, virando na metade do tempo.
SOBRE O OBA HORTIFRUTI – A rede é referência em qualidade e variedade de produtos, e oferece diariamente um atendimento mais próximo, que prioriza o relacionamento com o cliente, garantindo o equilíbrio perfeito entre sabor e saúde para a vida das pessoas. Acredita que reunir a família e os amigos ao redor da mesa é um momento gostoso e saudável. Referência em saudabilidade e prazer em comer bem, o Oba é fonte para quem deseja manter uma boa alimentação.
Em agosto de 2025, o Oba foi eleito pelos paulistanos o melhor hortifrúti pela 5ª vez, segundo a pesquisa DataFolha.
A rede já foi premiada duas vezes pela Folha de S. Paulo, na pesquisa Top Of Mind, como a marca mais lembrada pelos brasileiros na categoria hortifrúti, pela edição da revista Veja Comer & Beber, como o estabelecimento mais amado pelos paulistanos e também no ranking IBEVAR — FIA 2020, como uma das empresas mais eficientes do varejo brasileiro.
Atualmente, a marca possui mais de 70 lojas espalhadas pelos Estados de São Paulo, Goiás e Distrito Federal.
Com mais de 45 anos de história, o Oba expandiu sua atuação no mercado com setores de frios e laticínios, açougue, adega, mercearia, importação própria, pré-lavados, lanchonete, floricultura, padaria e restaurante, que complementam o setor de hortifrúti.
Restaurantes e espaços da capital preparam experiências que vão de brindes ao pôr do sol a festas com bandas femininas para comemorar o 8 de março
O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, ganha clima de festa em Brasília. A capital preparou uma programação especial que mistura gastronomia, música ao vivo, experiências ao ar livre e brindes pensados especialmente para elas. De dose dupla de drinks a sunset em vinícola, as opções prometem agradar diferentes estilos, das que preferem agito às que buscam um fim de tarde mais intimista.
Confira algumas sugestões para celebrar a data:
Mercadito: drinks em dobro e programação animada
O Mercadito entra no clima do Dia da Mulher com dose dupla de dois clássicos da casa neste sábado (8). O colorido Ópera, preparado com purê de pitaya, gin, Curaçau Blue, Pink Lemonade, suco de limão, manga desidratada e alecrim, sai por R$ 32. Já o refrescante Aperol Spritz, feito com Aperol, espumante, água com gás e laranja, custa R$ 29,90 na promoção especial para elas. Além dos brindes, a casa aposta em uma programação musical para embalar a tarde e à noite. A partir das 13h30, o grupo DNA de Salvador abre os trabalhos. Em seguida, o DJ Jhon Ramos assume o som, intercalando com o Pagode do Crys, que se apresenta em dois sets ao longo da noite.
Vinícola Brasília: sunset especial no Cerrado
Na véspera da data, em 7 de março, a Vinícola Brasília promove o “Sunset na Vinícola: um brinde às mulheres”, uma experiência pensada para celebrar conexões e encontros ao pôr do sol. A programação inclui brunch de fim de tarde com pães, frios e embutidos, uma taça de espumante e música com DJ, tudo em meio à paisagem do Cerrado. A proposta é desacelerar e brindar em clima acolhedor. Os ingressos custam R$ 169 por pessoa. O combo com tour guiado pela vinícola sai por R$ 310. As vagas são limitadas.
Temporaneo: fim de semana com protagonismo feminino
Mesmo com o Dia da Mulher celebrado no domingo, o Temporaneo antecipa a festa e dedica o fim de semana ao talento feminino nos palcos. A programação reúne bandas formadas por mulheres e com vocais femininos à frente, reforçando a presença e a potência delas também na cena musical da capital. No sábado, o público feminino ainda é recebido com welcome drink de espumante, dando o tom da celebração. Entre as atrações estão a Banda Fuzo, e as bandas comandadas por vocalistas mulheres, a Zero 10 e a Banda Heat, que prometem repertório animado, clássicos para cantar junto e muita energia. A proposta é transformar o espaço em uma grande celebração ao ar livre, exaltando a força, a criatividade e o protagonismo das mulheres na música.
Fazenda Churrascada: brinde especial e corte inédito para compartilhar
A Fazenda Churrascada também preparou uma experiência especial para celebrar o Dia da Mulher. No sábado (8), o público feminino será recebido com welcome drink de espumante Chandon Passion, criando o clima perfeito para um almoço ou jantar em torno da brasa. A data marca ainda a estreia de um novo prato no cardápio: o Chorizo de Tira (950 g a 1,1 kg), corte do contrafilé servido em tiras longas no sentido do comprimento, preservando a suculência e o sabor marcante da carne. A novidade sai por R$ 339 e acompanha arroz da fazenda, farofa de ovos e maionese de batata. Ideal para compartilhar, o prato serve de três a quatro pessoas e reforça a proposta da casa de unir tradição, qualidade e experiência à mesa.
Serviço:
Mercadito Onde: CLS 201, Bloco A, Loja 01 – Asa Sul Mais informações: (61) 99022-7504 | @newmercadito
Onde: AABB – Asa Sul, Trecho 2, Conjunto 17/20 Horário: a partir das 19h30 Classificação: 18 anos Ingressos: Bilheteria Digital Instagram: @temporaneobrasilia
Fazenda Churrascada
Onde: Clube de Golfe de Brasília – St. de Clubes Esportivos Sul Trecho 2
Promoção de Aniversário: terça a sexta-feira, das 18h às 21h (mediante reserva)
Horário de funcionamento:
Terça a quinta-feira: 12h às 23h
Sexta-feira: 12h às 00h Sábado: 11h30 às 00h Mais informações e reservas: (61) 99000-2320
No ano passado o festival teve como eixo temático “Amazônia Latina e África”, além de diversas obras em realidade virtual e protagonismo feminino que permeou todo o evento. Ao longo dos quatro dias de Curta Brasília foram mais de 40 horas de atividades totalmente gratuitas, entre elas a exibição de mais de 120 filmes de 10 países
A cerimônia de premiação aconteceu na noite deste domingo (14), no consagrado Cine Brasília, onde reuniu cineastas, artistas, professores, estudantes, entusiastas do cinema, além do público geral, que pôde prestigiar a entrega dos 28 prêmios do festival, entre júri oficial e júri popular nas mostras competitivas Nacional e Decibéis, e os especiais: Troféu Homenagem – Zita Carvalhosa; Prêmio Casa Doc; Troféu Cinememória; Troféu Melhor Cartaz; Prêmio Cinesolar; Prêmio Calanguinho; Prêmio ABCV; Prêmio Aicon; Prêmio Uai Uai; Troféu Curta Brasília – Correio Braziliense; Melhor Filme Surdocine; Troféu Destaque Mostra Sankofa.
Durante os quatro dias de festival, mais de 4.000 pessoas passaram pelo espaço, que teve mais de 40 horas de atividades totalmente gratuitas, entre elas a exibição de mais de 120 filmes de 10 países, em uma das maiores telas de cinema da América Latina. Foram 30 curtas-metragens da Mostra Competitiva Nacional, 21 clipes da Mostra Competitiva Decibéis, 46 curtas das mostras especiais (Calanguinho Infantil; Surdocine; Provocações; Tesourinha; InterAnima Sankofa: Conexão África; Curtame Mucho: Amazônicas; Audiocine); Mostra CVR; e 24 curtas na mostra itinerante Gira Curta.
Um dos pontos altos desta 13º edição foi a homenagem que o festival prestou ao cantor brasiliense Hodari (indicado duas vezes ao Grammy Latino), inclusive, seu curta musical 3 Atos de Irmandade, foi o filme de abertura do Curta Brasília.
Realizado anualmente pela Sétima Produções Culturais, o projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). Parceria: Cine Brasília, Box Cultural, Secretaria de Turismo e Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.
Vencedores da Mostra Nacional
Na Mostra Nacional, o grande vencedor da noite foi o documentário Sebastiana (16 min, RJ, 2024), do diretor Pedro de Alencar, com duas premiações: Melhor Filme da Mostra Nacional por Júri Popular (mais premiação em dinheiro no valor de R$ 6.500,00), e Melhor Roteiro. O curta narra a história de Isaltino, um menino de 8 anos que recebe a notícia de que sua mãe havia ateado fogo em si mesma e em seus irmãos. Décadas depois, o filho de Isaltino questiona o que de fato aconteceu com sua avó e seus tios.
Enquanto na votação do Júri oficial, como Melhor Filme (mais premiação em dinheiro no valor de R$ 6.500,00), o vencedor foi a ficção Ponto Cego (19 min, CE, 2025), dos diretores Luciana Vieira e Marcel Beltrán. O filme narra a vida de Marta, uma engenheira responsável pelas câmeras de segurança do porto de Fortaleza, um ambiente onde mulheres silenciadas convivem com o anonimato e o desprezo. Mas Marta está pronta para romper o silêncio.
Menção Honrosa do Júri para o ator Wilson Rabelo pela atuação nos filmes Girassóis; Ponto e Vírgula; Presépio
Melhor Som: Veredas (Ficção, 18 min, SP, 2025, de Igor Rossato, som por Ana Paula Bonafé, Giovani Nori e Felipy Andrade)
Melhor Fotografia: Bijupirá (Ficção, 14 min, BA, 2025, de Eduardo Boccaletti, foto por Renan Benedito)
Melhor atuação: Valéria Monã (Linda do Rosário) – Ficção, 19 min, RJ, 2024, de Vladimir Seixas
Melhor Montagem: O mapa que estão meus pés (Documentário, 13 min, AL, de Luciano Pedro Jr, montagem por Matheus Farias)
Melhor Direção de Arte: Moti (Ficção, 19 min, SP, 2024, de André Okuma, arte por Reiko Otake e André Okuma)
Melhor Direção: Arame Farpado (Ficção, 22 min, SP, 2025, de Gustavo de Carvalho)
Vencedores Mostra Competitiva Decibéis
Já na Mostra Competitiva Nacional, pelo Júri oficial, o melhor videoclipe (mais premiação em dinheiro no valor de R$ 2.500,00), foi Paracetamono – Sr. Coimbra (4 min PI, 2025, de Tássia Araújo). Em cores vivas e ritmo marcante, ‘Paracetamono’ mostra um amor intenso e pulsante, entre cenários urbanos e afetos – mostrando que há remédio pra ciúme.
Enquanto no Juri Popular, o melhor videoclipe (mais premiação em dinheiro no valor de R$ 2.500,00), foi Fehlix – Ensino Médio (Freestyle, 4 min, DF, 2024, de Deidade da Vila). O clipe relembra a vida de Fehlix durante seu ensino médio.
Menção Honrosa do Júri: Esperança – Criolo ft Dino D’Santiago e Amaro Freitas (5 min, SP, 2024, de Helder Fruteira)
Menção Honrosa do Júri: Sinfonia do Adeus – Matheus Perazo (4 min, RS, 2025, de Jean Amaral e Matheus Perazo)
Prêmio Uai Uai: Jean Tassy – Acrônico — Short Film (8 min, SP, 2024, de Blue – Carol AÓ e Helder Fruteira)
Vencedores Mostras Especiais
Troféu Homenagem: Zita Carvalhosa
Prêmio Casa Doc: Huni Kuï – Povo Verdadeiro (Documentário, 21 min, AC, 2024, de Tatiana Sager e Gabriel Sager Rodrigues)
Prêmio Casa Doc: O Mapa em que estão meus pés (Documentário, 13 min, AL, 2025, de Luciano Pedro Jr)
Troféu Cinememória – Melhor Documentário: Cabeça de Boi (Documentário, 20 min, MG, 2025, de Lucas Zacarias)
Troféu Melhor Cartaz: Lança-Foguete (Ficção, 16 min, PE, 2025, de William Oliveira, por cartaz por AEVI @aevi.br)
Prêmio Cinesolar (Mostra Calanguinho): Pipa e as ruínas do tesouro (Ficção, 23 min, RJ, de Pedro Dias Lemos)
Prêmio Calanguinho (Mostra Calanguinho): Uma cidade diferente (Videoclipe, 3 min, DF, 2025, de Rui Rodrigues Neto e Karina Werkhäuser) + premiação em dinheiro de R$ 1.500;
CCBB Brasília promove mostra de cinema infanto-juvenil durante as férias
Com entrada gratuita, filmes, oficinas, contações de histórias e sessões acessíveis, programação tem lugar no Centro Cultural de 27 de janeiro a 8 de fevereiro
De 27 de janeiro a 8 de fevereiro, o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) Brasíliarealiza um grande evento dedicado ao público infanto-juvenil, transformando o período de férias escolares em uma verdadeira viagem pelo imaginário, pela aventura e pela diversidade cultural. Com 12 filmes e 24 sessões, a programação do projeto FÉRIAS NO CINEMA reúne clássicos, sucessos contemporâneos e animações premiadas de vários países, além de oficinas criativas, contação de histórias e sessões com acessibilidade. Toda a programação é gratuita, com retirada de ingressos 1 hora antes de cada sessão ou atividade.
O brincar está no centro do projeto, que foi pensado como um espaço de descoberta, convivência, formação de público e de brincadeiras, oferecendo não apenas exibições cinematográficas, mas também atividades que estimulam a criatividade e o olhar curioso de crianças e jovens. Um folder, com brincadeiras das cinco regiões do Brasil, será publicado e distribuído gratuitamente para o público.
A programação de filmes passeia por universos de fantasia, aventura, amizade, diversidade e superação. Entre os destaques, estão o clássico E.T.: O Extraterrestre, de Steven Spielberg; a épica fantasia A História Sem Fim; e sucessos como a animação Lilo e Stitch, famosa versão animada de 2002, Viva – A Vida é uma Festa e o recente e delicado Flow, animação europeia vencedora do Oscar em 2024.
A mostra também valoriza a produção nacional com títulos como Tainá – Uma Aventura na Amazônia, Menino Maluquinho, inspirado na obra do cartunista brasileiro Ziraldo, Turma da Mônica: Lições e Detetives do Prédio Azul 3 – uma aventura no fim do mundo, reforçando o cinema brasileiro como ferramenta de formação cultural desde a infância. E, ainda, os filmes do diretor premiado Alê Abreu, O menino e o mundoe Perlimps.
Além das sessões de cinema, a mostra oferece uma programação especial de oficinas e contações de histórias, aprofundando o contato das crianças com o universo do audiovisual, da imaginação e das culturas tradicionais. Entre os destaques, estão a Oficina de Fotografia Pinhole, em que os participantes constroem suas próprias câmeras artesanais e produzem imagens autorais.
As outras oficinas também prometem estimular a vivência e criatividade do público: Teatro de Sombras, que explora luz, movimento e narrativa visual; Brinquedos Ópticos, que apresenta os princípios do cinema por meio de taumatrópios e flipbooks, duas técnicas lúdicas de animação; e Oficina de Stop Motion, criando animações em massinha quadro a quadro. As atividades são conduzidas por artistas e educadores como Ádon Bicalho, Beatriz Teles, Pamella Wyla e Maria Laura.
As rodas de contação de histórias são também um atrativo especial. As apresentações com Maria das Alembranças, Kessia Daline Krahô,Fabíola Resende e Zé Regino reunirão saberes ancestrais, teatro de bonecos, música e narrativas tradicionais, em experiências de escuta, brincadeira e criação coletiva.
Todas essas atrações são abertas para pessoas de todas as idades, sozinhas, em duplas, famílias, grupos de amigos: vai ser especial para cada um.
A acessibilidade é um dos pilares do evento. Todas as contações de histórias terão acessibilidades em Libras e a programação inclui uma sessão de cinema com Libras, LSE (legendas para surdos e ensurdecidos) e audiodescrição. O filme Perlimps, no dia 30 de janeiro, às 15h, terá Libras, audiodescrição e legendagem descritiva, garantindo uma experiência plenamente inclusiva para públicos com deficiência.
Ao unir grandes histórias da cinematografia mundial, atividades educativas e políticas de inclusão, o CCBB Brasília reafirma seu compromisso com a democratização do acesso à cultura e com a formação de novas gerações de espectadores.
Programação
PRIMEIRA SEMANA
27/01 | terça-feira
15hTainá – Uma aventura na Amazônia(2001), de Tânia Lamarca e Sérgio Bloch, 90’ – Livre
17hTurma da Mônica: Lições (2021), de Daniel Rezende, 97’ – Livre
28/01 | quarta-feira
15hTito e os pássaros (2018), de Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar, André Catoto, 73′ – Livre
17hDetetives do Prédio Azul 3: Uma aventura no fim do mundo (2021), de Mauro Ribeiro de Lima, 120’- Livre
29/01 | quinta-feira
15hO menino e o mundo (2013), de Alê Abreu, 85′ – Livre
17hViva: A vida é uma festa (2017), de Lee Unkrich, 105’ – Livre
30/01 | sexta-feira
15hPerlimps (2023), de Alê Abreu, 80’ – Livre*
Sessão acessível com LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), audiodescrição e legendagem descritiva
17hA história sem fim (1984), de Wolfgang Petersen, 94’ – Livre
31/01 | sábado
10h Pinhole (oficina)
14h A História da Onça Alembrada (contação de histórias) **
Atividade com acessibilidade em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais)
15h Lilo & Stitch (2002), de Chris Sanders e Dean DeBlois, 85’ – Livre
17h Flow (2024), de Gints Zilbalodis, 85’ – Livre
01/02 | domingo
10h Teatro de Sombras (oficina)
14h A estrela mulher Caxekwyj e seus filhos plantas (contação de histórias)**
Atividade com acessibilidade em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais)
15h Menino maluquinho (1994), de Helvecio Ratton, 83’ – 12 anos
17h E.T.: O Extraterrestre (1982), de Steven Spielberg, 115’ – Livre
SEGUNDA SEMANA
03/02 | terça-feira
15hTito e os pássaros (2018), de Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar, André Catoto, 73′ – Livre
17hDetetives do Prédio Azul 3: Uma aventura no fim do mundo (2021), de Mauro Ribeiro de Lima, 120’- Livre
04/02 | quarta-feira
15hO menino e o mundo (2013), de Alê Abreu, 85′ – Livre
17hPerlimps (2023), de Alê Abreu, 80’ – Livre
05/02 | quinta-feira
15hLilo & Stitch (2002), de Chris Sanders e Dean DeBlois, 85’ – Livre
17hMenino maluquinho (1994), de Helvecio Ratton, 83’ – 12 anos
06/02 | sexta-feira
15hFlow (2024), de Gints Zilbalodis, 85’ – Livre
17hE.T.: O Extraterrestre (1982), de Steven Spielberg, 115’ – Livre
07/02 | sábado
10h Brinquedos ópticos – Antes do cinema (oficina)
14h Vereda dos Mamulengos (contação de histórias)**
Atividade com acessibilidade em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais)
15h Viva: A vida é uma festa (2017), de Lee Unkrich, 105’ – Livre
17h Turma da Mônica: Lições (2021), de Daniel Rezende, 97’ – Livre
08/02 | domingo
10h Stop Motion Animação em Massinha (oficina)
14h Histórias das origens do mundo e das coisas (contação de histórias)**
Atividade com acessibilidade em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais)
15h Tainá – Uma aventura na Amazônia(2001), de Tânia Lamarca e Sérgio Bloch, 90’ – Livre
17h A história sem fim (1984), de Wolfgang Petersen, 94’ – Livre
INFOMAÇÕES DOS FILMES
E.T.: O Extraterrestre
Direção: Steven Spielberg EUA | 1982 | Aventura/Ficção Científica | 115 min. | Livre
Sinopse Um garoto faz amizade com um ser de outro planeta, que ficou sozinho na Terra, protegendo-o de todas as formas para evitar que ele seja capturado e transformado em cobaia. Gradativamente surge entre os dois uma forte amizade.
A história sem fim
Direção: Wolfgang Petersen Alemanha/EUA | 1984 | Aventura/Fantasia | 94 min. | Livre
Sinopse Quando o jovem Bastian, pegou emprestado um misterioso livro ele jamais sonhou que ao virar uma página seria levado a um mundo de fantasia onde pudesse ver um caracol de corrida, um morcego planador, um dragão da sorte, elfos, uma Imperatriz Menina, o valente guerreiro Atreyu e uma pedra ambulante chamada Come-Pedra.
Menino maluquinho
Direção: Helvecio Ratton Brasil | 1994 | Aventura/Comédia | 83 min. | Livre
Sinopse Maluquinho (Samuel Costa), um menino travesso da classe média, adora brincar e pregar peças nos amigos, mas sofre quando seus pais se separam. Mas aí aparece o Vovô Passarinho (Luiz Carlos Arutin), que o leva para umas férias na fazenda, onde vive agitadas aventuras.
Tainá – Uma Aventura na Amazônia
Direção: Tânia Lamarca e Sérgio Bloch Brasil | 2001 | Aventura | 90 min. | Livre
Sinopse Tainá vive na Amazônia com o avô, que lhe ensina as lendas e histórias de seu povo. Aos poucos, ela se torna uma guardiã da floresta e passa a lutar contra o contrabando de animais. Quando começa a ser perseguida por caçadores, precisa se mudar para uma vila, onde conhece Joninho, um menino da cidade grande. Juntos, a dupla aprende a lidar com os valores da cidade e da floresta.
Lilo & Stitch
Direção: Chris Sanders, Dean DeBlois EUA | 2002 | Animação/Aventura/Ficção | 85 min. | Livre
Sinopse Lilo (Daveigh Chase) é uma pequena garota havaiana de 5 anos que adora cuidar de animais menos favorecidos e vive com sua irmã Nani (Tia Carrere). Lilo tem o costume de coletar lixo reciclável nas praias para, com o dinheiro recebido, comprar comida para peixes e nadar até o alto-mar para alimentá-los. Até que, num belo dia, ela encontra um cachorro e decide adotá-lo. Entretanto, este cachorro na verdade é Stitch (Chris Sanders), um ser alienígena que é um dos criminosos mais perigosos da galáxia. Stitch foi preso em um planeta distante pela polícia interplanetária, mas ao ser encaminhado para um planeta-prisão consegue escapar, caindo acidentalmente na Terra. Agora, para escapar da polícia que ainda o persegue, Stitch esconde quatro de suas seis pernas e decide se fazer passar por um cachorro comum, desenvolvendo com o tempo um laço de amizade com Lilo.
O menino e o mundo
Direção: Alê Abreu Brasil | 2013 | Animação | 85 min. | Livre
Sinopse Sofrendo com a falta do pai, um menino deixa sua aldeia e descobre um mundo fantástico dominado por máquinas-bichos e estranhos seres. Uma inusitada animação com várias técnicas artísticas que retrata as questões do mundo moderno através do olhar de uma criança.
Viva: A vida é uma festa
Direção: Lee Unkrich EUA | 2017 | Animação | 105 min. | Livre
Sinopse Miguel é um menino de 12 anos que quer muito ser um músico famoso, mas ele precisa lidar com sua família que desaprova seu sonho. Determinado a virar o jogo, ele acaba desencadeando uma série de eventos ligados a um mistério de 100 anos.
Tito e os pássaros
Direção: Gustavo Steinberg, Gabriel Bitar, André Catoto Brasil | 2018 | Animação/Aventura | 73 min. | Livre
Sinopse Tito é um menino tímido de 10 anos que vive com sua mãe. De repente, uma estranha epidemia começa a se espalhar, fazendo com que pessoas fiquem doentes quando se assustam. Tito rapidamente descobre que a cura está relacionada à pesquisa feita por seu pai ausente sobre o canto dos pássaros. Ele embarca numa jornada com seus amigos para salvar o mundo da epidemia. A busca de Tito pelo antídoto se torna uma jornada para encontrar seu pai ausente e sua própria identidade.
Detetives do Prédio Azul 3: Uma Aventura no Fim do Mundo
Direção: Mauro Ribeiro de Lima Brasil | 2021 | Aventura | 120 min. | Livre
Sinopse Severino encontra um objeto em meio aos escombros de um avião, sem saber que se trata de uma das faces do Medalhão de Uzur. O porteiro do Prédio Azul coloca o objeto no pescoço e acaba se tornando cada vez mais malvado. Com a bruxa Duvíbora e sua filha Dunhoca dispostas a roubá-lo, Pippo, Sol e Bento não têm outra saída a não ser encontrar a metade do bem do medalhão. Para tanto, eles contam com a ajuda da feiticeira Berenice, dos Inspetores de la Casa Naranja e ainda do mago Elergun.
Turma da Mônica: Lições
Direção: Daniel Rezende Brasil | 2021 | Aventura | 97 min. | Livre
Sinopse Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão fogem da escola. Agora, terão que encarar as suas consequências, e elas não serão poucas. Nesta nova jornada, a turma descobrirá o real valor e sentido da palavra amizade.
Perlimps
Direção: Alê Abreu Brasil | 2023 | Animação/Aventura/Ficção | 80 min. | Livre
Sinopse A jornada de aventura e fantasia de Claé e Bruô, agente-secretos de reinos rivais. Eles precisam superar suas diferenças e unir forças para encontrar os Perlimps, criaturas misteriosas capazes de encontrar um caminho para a paz em tempos de guerra.
Sinopse Gato é um animal solitário, mas quando seu lar é destruído por uma grande inundação, ele encontra refúgio em um barco habitado por diversas espécies, tendo que se juntar a elas apesar das diferenças.
INFORMAÇÕESS DAS OFICINAS & CONTAÇÕES DE HISTÓRIAS
Oficina: Pinhole
Sobre a oficina: Nesta oficina os participantes serão apresentados aos fundamentos primordiais da fotografia através da técnica pinhole. Cada participante constrói uma câmera a partir de uma lata e é convidado a realizar uma foto em papel fotográfico fotossensível preto e branco, que é revelada dentro de uma caixa de revelação, à luz vermelha. Os participantes levam as câmeras para casa e as fotografias realizadas serão digitalizadas e passarão a compor uma galeria de imagem virtual com autoria assinada.
Sobre Ádon Bicalho: é fotógrafo, laboratorista e arte-educador de Brasília. Mestrando do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade de Brasília, possui bacharelado em Comunicação Social com habilitação em Audiovisual pela mesma universidade (2011) e especialização em Fotografia pela Scuola Romana di Fotografia, Itália (2013). Atuou como fotógrafo de instituições e publicações como o Conselho Federal da OAB-DF, Associação Brasileira de Antropologia, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN-DF, Anistia Internacional, Anuário do DF e Revista Nova Escola. Dentre seus trabalhos de documentação fotográfica estão o acervo arqueológico Rohr doado ao IPHAN – DF (2017), o festival de cenas curtas ¼ de Cena (2017), os projetos BSB Plano das Artes (2017) e Residência Móvel (2018) além de exposições e espetáculos diversos. Foi arte-educador na Fundação Athos Bulcão (2011) e coordena desde 2016 o projeto Fotolata, que ensina fotografia para jovens e adultos através da técnica pinhole. Sócio-fundador do oBarco Estúdio desde 2015, promove cursos e encontros acerca da fotografia analógica e processos histórico-alternativos para produção de imagens, tendo atuado em espaços culturais como o Centro Cultural Banco do Brasil, Caixa Cultural, SesiLab em Brasília e Instituo Tomie Ohtake em São Paulo.
Apresentação: A História da Onça Alembrada
Maria das Alembranças abre uma roda de encantaria para alembrar uma história ancestral que andava esquecida no meio da mata. Abrindo caminho para as águas da memória, ela convida o medo e a coragem, para chegar no olho d’água que revela a guardiã do cerrado: Onça Yaya. Um feitio popular de fé e esperança: “o que é necessário, necessariamente retorna”.
“A história da onça alembrada” é uma brincadeira de contar histórias que envolve as pessoas em cantigas e danças tradicionais de fortalecimento da ancestralidade, com música ao vivo, boneco, mágica e improvisação, convidando todo o público a lembrar da valorização do cerrado, das florestas e suas comunidades originárias.
Sobre Maria das Alembranças: é uma avó ancestral, sustentadora das tradições das árvores que alembram o povo, rejuntando raízes de memórias que foram cortadas. Ela também enterra esquecimentos e, nas rodas da vida, toca o seu pandeiro, canta e dança as encruzilhadas da terra e o sangue das mulheres.
Sobre Luciana Meireles: é nascida e criada na cidade de Ceilândia (DF). É atriz e brincante da figura Maria das Alembranças. É mãe de Inácio e há 16 anos atua como griô aprendiz, escutadora e contadora de histórias e coordenadora de projetos criativos colaborativos. É formada na Pedagogia Griô, cofundadora da coletiva Casa Moringa, criadora da Oficina Mulheres Brincantes e coordenadora da Caravana das Alembranças. Trabalha a serviço da ancestralidade e do empoderamento feminino dentro da cultura popular.
Sobre Luciana Meireles:
Oficina: Teatro de sombras
Nesta oficina, as crianças são convidadas a explorar o universo do cinema a partir da luz, da sombra e da imaginação. Cada participante irá criar seu próprio mini teatro de sombras, utilizando materiais simples como papelão, papel vegetal e papel, construindo personagens, cenários e pequenas histórias. Ao experimentar a projeção das sombras, as crianças descobrem como a luz se transforma em imagem e como o movimento pode criar narrativas visuais, conectando brincadeira, arte e os princípios básicos do cinema. A oficina estimula a criatividade, a expressão corporal e o trabalho manual, valorizando o fazer artístico como jogo e invenção.
Sobre Beatriz Teles e Pamella Wyla: integram a equipe de educadoras do Quintal da Pilastra, programa educativo da Galeria-Escola A Pilastra, atuando na mediação cultural, na criação de experiências pedagógicas e no desenvolvimento de ações voltadas às infâncias, aos territórios e aos processos de aprendizagem sensível por meio da arte.
Pamella Wyla (1996), nascida e criada em Ceilândia/DF, é artista visual, arte-educadora e mediadora. Sua pesquisa se concentra nas relações entre memória, tempo e afetividade, a partir do estudo de fotografias, histórias e documentos preservados por sua família ao longo dos anos. Pamella articula sua prática artística ao trabalho educativo, compreendendo as infâncias como campo de pesquisa ativa. O brincar, a escuta e a imaginação tornam-se ferramentas fundamentais em seus processos de mediação, especialmente nos espaços expositivos, explorando suas múltiplas possibilidades de encontro, criação e aprendizado.
Beatriz Teles é fotógrafa, assistente de arte e arte-educadora. Natural de São Paulo, cresceu em Carapicuíba, onde viveu por 24 anos antes de se mudar para Brasília. Sua trajetória nas artes teve início ainda na adolescência, aos 15 anos, a partir do interesse por processos fotográficos e design gráfico. Em 2021, iniciou o bacharelado em Fotografia no Centro Universitário Senac, aprofundando-se na filosofia da imagem e na experimentação gráfica por meio de fotolivros. Ao longo da graduação, aproximou-se da educação não formal, integrando equipes educativas de exposições em instituições como o SESC São Paulo, o MuBE – Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia, e a Fundação Bienal. Essa experiência formativa a levou à pós-graduação em arte-educação. Atualmente, Beatriz atua como educadora patrimonial no Ministério das Relações Exteriores e integra a residência profissionalizante da Galeria-Escola A Pilastra, onde investiga e fortalece sua atuação na produção cultural no Distrito Federal.
Juntas, Beatriz e Pamella constroem práticas educativas comprometidas com o acesso à arte, a valorização das memórias, a escuta dos territórios e a formação de experiências significativas de aprendizagem no Quintal da Pilastra.
Apresentação: A estrela mulherCaxekwyj é seus filhos plantas
Nesta atividade, realizaremos a contação de uma história tradicional do povo Krahô, uma narrativa milenar que atravessa gerações há mais de 12 mil anos. É a história da Estrela-Mulher, Caxekwyj, e de seus filhos-planta.
Caxekwyj é uma moça que veio do céu trazendo consigo muitos saberes. Através de sua história, aprendemos sobre a origem das plantas, dos cuidados com a terra, das formas de viver em comunidade e de nos relacionarmos com o mundo. Seus ensinamentos estão na base da nossa cultura e da nossa cosmovisão, orientando a maneira como nos organizamos, pensamos e existimos até hoje.
Essa contação de história é um convite à escuta, à memória e ao reconhecimento dos saberes ancestrais como conhecimentos vivos, que continuam ensinando, nutrindo e fazendo crescer o nosso povo.
Sobre Kessia Daline Krahô: mulherindígena tocantinense residente no DF possui formação acadêmica em Serviço Social pela Universidade de Brasília (UnB), e atualmente cursa Pedagogia na Universidade Paulista (UNIP), trabalhou como educadora social indígena em uma escola pública no DF. É artista independente e desde 2018 vem caminhando e realizando trabalhos artísticos em diversas áreas, como: performance, pintura, contação de histórias para crianças, arte-educação, atriz, poetisa, modelo fotográfica, cantora e atua também entre outras linguagens artísticas. Na caminhada, já fez palco desde a rua a lugares como o Memorial dos Povos Indígenas, Unibes Cultural- SP e casas de cultura pelo país. A artista utiliza sua voz para fortalecer também o coletivo e honrar sua caminhada aqui, permitida por seus ancestrais através das artes. É por meio das artes que Kessia Daline Tavares dos Santos, mais conhecida como Kessia Daline Krahô, vem realizando alguns trabalhos, firme que seu corpo e sua arte são protagonismos para a representatividade de histórias plurais e que foge do padrão vigente na sociedade como um todo.
Oficina: Brinquedos ópticos – antes do cinema
Nesta oficina, as crianças são convidadas a conhecer o universo do cinema a partir de seus primórdios, criando brinquedos ópticos que dão a ilusão de movimento. A atividade apresenta, de forma lúdica e prática, objetos como o taumatrópio e o flipbook, explorando como imagens estáticas podem ganhar vida quando vistas em sequência. Com materiais simples e muita imaginação, cada participante poderá criar seus próprios brinquedos, desenhando, recortando, montando e experimentando os efeitos visuais. A oficina estimula a curiosidade, a criatividade e o fazer manual, aproximando as crianças da história do cinema por meio da brincadeira e da descoberta.
Sobre Maria Laura: Laura Teófilo Gonzalez (Maria Laura) é doutoranda em Educação em Artes Visuais pela Universidade de Brasília (UnB), instituição onde também obteve o título de Mestre. É bacharel em Teoria, Crítica e História da Arte pela UnB. Atuou como bolsista CNPq em pesquisas nas áreas de fotografia experimental, processos históricos e alternativos, curadoria, utopia, ficção, identidade e gênero na arte contemporânea. Integra experiências em pesquisa, arte-educação, mediação e práticas curatoriais.
Apresentação: Vereda dos Mamulengos
Apresentação do espetáculo Vereda dos Mamulengos. O mamulengo é uma brincadeira de teatro de bonecos popular do nordeste, reconhecido como patrimônio cultural imaterial pelo IPHAN desde 2015. Possui personagens característicos das culturas populares brasileiras como Benedito, cobra e Jaraguá. A brincadeira é acompanhada por trilha sonora ao vivo e é recheada de comunicação e interação com a plateia.
Sobre Fabíola Resende: Fabíola Resende nasceu em São João del Rei (1986) e cresceu em Nazareno, no interior de Minas Gerais. Ainda jovem, mudou-se para Brasília, onde se graduou em Artes Cênicas – Licenciatura pela Universidade de Brasília, em 2010. Durante a graduação, teve seu primeiro contato com a Pedagogia Griô, iniciando uma pesquisa dedicada às relações entre tradição e educação, tema de seu trabalho de conclusão de curso, desenvolvido em diálogo com mestres e mestras da tradição oral.Mamulengueira, arte-educadora e pesquisadora, Fabíola construiu uma trajetória marcada pelas caminhadas Griô, pelas ações de transmissão de saberes e pelo trabalho com narrativas populares. É cofundadora da coletiva Casa Moringa, professora da Secretaria de Educação do Distrito Federal desde 2013 e pesquisadora das influências do Mamulengo no ensino de artes, área na qual desenvolve seu mestrado na Universidade de Brasília. Seu trabalho articula educação, cultura popular e tradição oral como práticas vivas de formação e encantamento.
Oficina de Stop Motion Animação em Massinha
Nesta oficina, as crianças vão mergulhar no universo da animação e do cinema criando seus próprios personagens em massinha e dando vida a pequenas histórias por meio da técnica de stop motion. A partir da modelagem, do movimento quadro a quadro e da experimentação, cada participante poderá produzir sua própria animação, compreendendo de forma prática como o cinema transforma imagens em movimento.A atividade estimula a criatividade, a paciência e o trabalho manual, ao mesmo tempo em que apresenta noções básicas de narrativa audiovisual de forma divertida e acessível. Ao final, as crianças poderão assistir às animações criadas, celebrando o processo e o resultado coletivo da oficina.
Importante: para participar da oficina, é necessário que cada criança traga um aparelho celular com aplicativo de edição de vídeo instalado ou com memória suficiente para a instalação do aplicativo durante a atividade.
Sobre Beatriz Teles e Pamella Wyla:integram a equipe de educadoras do Quintal da Pilastra, programa educativo da Galeria-Escola A Pilastra, atuando na mediação cultural, na criação de experiências pedagógicas e no desenvolvimento de ações voltadas às infâncias, aos territórios e aos processos de aprendizagem sensível por meio da arte.
Pamella Wyla (1996), nascida e criada em Ceilândia/DF, é artista visual, arte-educadora e mediadora. Sua pesquisa se concentra nas relações entre memória, tempo e afetividade, a partir do estudo de fotografias, histórias e documentos preservados por sua família ao longo dos anos. Pamella articula sua prática artística ao trabalho educativo, compreendendo as infâncias como campo de pesquisa ativa. O brincar, a escuta e a imaginação tornam-se ferramentas fundamentais em seus processos de mediação, especialmente nos espaços expositivos, explorando suas múltiplas possibilidades de encontro, criação e aprendizado.
Beatriz Teles é fotógrafa, assistente de arte e arte-educadora. Natural de São Paulo, cresceu em Carapicuíba, onde viveu por 24 anos antes de se mudar para Brasília. Sua trajetória nas artes teve início ainda na adolescência, aos 15 anos, a partir do interesse por processos fotográficos e design gráfico. Em 2021, iniciou o bacharelado em Fotografia no Centro Universitário Senac, aprofundando-se na filosofia da imagem e na experimentação gráfica por meio de fotolivros. Ao longo da graduação, aproximou-se da educação não formal, integrando equipes educativas de exposições em instituições como o SESC São Paulo, o MuBE – Museu Brasileiro de Escultura e Ecologia, e a Fundação Bienal. Essa experiência formativa a levou à pós-graduação em arte-educação. Atualmente, Beatriz atua como educadora patrimonial no Ministério das Relações Exteriores e integra a residência profissionalizante da Galeria-Escola A Pilastra, onde investiga e fortalece sua atuação na produção cultural no Distrito Federal.
Juntas, Beatriz e Pamella constroem práticas educativas comprometidas com o acesso à arte, a valorização das memórias, a escuta dos territórios e a formação de experiências significativas de aprendizagem no Quintal da Pilastra.
Apresentação: Histórias das origens do mundo e das coisas
Roda de contação de histórias tradicionais que falam ou se referem à origem do mundo. Essa roda de contação começa com a chega do contador que chega para conduzir a roda. Ele vem de longe brincando com sua rabeca, chamando as pessoas para participarem.
Durante a contação, entre uma história e outra, o condutor provoca a plateia com perguntas e brincadeiras, com o intuito de levar a todos a assumirem uma postura ativa, formando uma roda viva, cheia de provocações, inquietude e dúvidas.
Para fechar a roda, o contador convida a todos presente para participarem de uma grande mágica, uma mágica que ele aprendeu com sua avó, que aprendeu com a vó dela, que por sua vez aprendeu com o seu avô que aprendeu com o avô da sua avó. Uma mágica criada para a adiar o fim do mundo.
Sobre Zé Regino: José Regino ou Zé Regino, é: Palhaço, Diretor de Teatro e Circo, Dramaturgo, Ator, Artista Visual,Cenógrafo, Figurinista, Arte Educador e Contador de Histórias, graduado pela Fundação Brasileira de Teatro e Mestre em Arte pela Universidade de Brasília (UnB) com a dissertação “A Dramaturgia de uma Atuação Cômica: O Desempenho do Ator na Construção do Riso”. Instrutor em Yoga do Riso certificado pela Laughter Yoga International University. Fundou o Grupo de Teatro Celeiro das Antas que tem em seu repertorio atual 4 espetáculos. Foi professor substituto de Direção Teatral na UnB. Participou com seus trabalhos de festivais pelo Brasil, Espanha, EUA, Portugal, Itália, Alemanha e Malta. Trabalhou em Berlim na Alemanha a convite da Companhia Working Party. Pesquisador da linguagem cômica, com foco no humor físico e do Teatro para Bebês. É mineiro de Corinto, apaixonado por Brasília e militante do movimento LGBTQIAPN+
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Localizado no Edifício Tancredo Neves, o prédio é uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico de autoria de Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, é oferecido o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais, aproximando o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolha públicas e particulares, universitários e instruções, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
SERVIÇO:
Férias no Cinema Curadoria: Fábio Savino
Realização:Fumaça Filmes Data: De 27 de janeiro a 8 de fevereiro
Como parte da programação alusiva ao Dia Internacional da Mulher, o Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10) promoveu, na tarde desta quinta-feira (5), no Foro Trabalhista de Brasília, a oficina “Nós, mulheres diversas, e o mundo do trabalho: existir para resistir, conhecer para transformar” e a inauguração do painel artístico “Além do Visível“, obra que convida à reflexão sobre o trabalho feminino, a diversidade e o enfrentamento das desigualdades. A agenda teve início no período da tarde com a oficina “Nós, mulheres diversas, e o mundo do trabalho: existir para resistir, conhecer para transformar”, realizada no Auditório Ministro Coqueijo Costa, no Foro Trabalhista de Brasília. A atividade foi mediada pelas integrantes representantes dos segmentos mulheres e pessoas negras do comitê, as servidoras Cynthia Ciarallo e Luana Almeida, respectivamente. A mulher e o trabalho Concebida como um espaço de autorreflexão, a oficina abordou as complexidades das relações laborais sob uma perspectiva interseccional. A atividade promoveu reflexões sobre os desafios enfrentados pelas mulheres no ambiente laboral e a necessidade de construção de espaços mais equitativos e respeitosos. Após a oficina, foi realizada a inauguração do painel “Além do Visível”, uma obra do artista plástico Antônio Carlos Euzébio Pereira, conhecido como Toninho Euzébio, que propõe uma reflexão sobre as múltiplas dimensões da presença feminina no mundo do trabalho, destacando profissões, o trabalho invisível e a diversidade das trajetórias das mulheres. Toninho Euzébio explicou que, na produção do painel, utilizou faixas como elemento estruturante da narrativa visual. Dessa forma, o painel foi concebido a partir de três planos: o primeiro retrata diferentes profissões exercidas por mulheres; o segundo evidencia o chamado trabalho invisível, como o cuidado com a casa e a família; e o terceiro destaca a diversidade feminina, com a representação de diferentes etnias e trajetórias.
Ainda segundo o artista, a escolha das profissões buscou transmitir a ideia de que a mulher pode ocupar qualquer espaço. Entre as figuras representadas está a de uma astronauta, símbolo de possibilidades historicamente consideradas improváveis, mas plenamente alcançáveis. Ele ressaltou ainda que todas as atividades retratadas possuem o mesmo valor e que o segundo plano da obra evidencia a dupla jornada feminina, frequentemente desvalorizada.
Homenagem
Durante a cerimônia, a diretora do Foro Trabalhista de Brasília, juíza Larissa Lizita Lobo Silveira, destacou a satisfação em inaugurar a obra na semana em que se celebra o Dia Internacional da Mulher e agradeceu ao artista pela criação, que classificou como sensível e impactante. Segundo a magistrada, o painel constitui uma homenagem permanente às mulheres que atuam no foro trabalhista – entre servidoras, advogadas, magistradas, estagiárias e jurisdicionadas -, bem como àquelas que vieram antes e às que ainda seguirão na luta por direitos. Ao comentar o conteúdo da obra, a diretora explicou que o painel propõe uma reflexão a partir de três perspectivas: o real, o diverso e o ideal. “No campo da diversidade, o painel retrata cinco faces da mulher brasileira: mulheres pretas, indígena, de origem asiática e branca, em diferentes faixas etárias. Retrata também a pluralidade das profissões, em cenários urbanos, rurais e em aldeias. Aqui vemos a astronauta representando as áreas científicas, a trabalhadora do campo, a professora, a profissional da limpeza e, por fim, uma líder, uma mulher que ocupa um espaço de poder”, afirmou. Ao concluir sua fala, a magistrada ressaltou que a perspectiva do ideal aponta para um horizonte ainda em construção, de mulheres livres da violência, do assédio e da opressão, inseridas em ambientes de trabalho dignos e seguros.
Valorização
Em seu discurso, o presidente do TRT-10, desembargador Ribamar Lima Junior, elogiou a sensibilidade do trabalho por retratar o cotidiano e provocar reflexões sobre uma sociedade ainda marcada pelo machismo e pela necessidade de maior inclusão. O magistrado também destacou o papel dos comitês e subcomitês da instituição na promoção de avanços institucionais, afirmando que muitas das realizações da atual gestão resultaram do trabalho coletivo desses colegiados.
O desembargador fez ainda um reconhecimento à atuação da diretora do Foro Trabalhista de Brasília, ressaltando sua condução firme e dialogada da unidade, e elogiou o trabalho da juíza Idália Rosa da Silva, coordenadora do Comitê de Equidade de Raça, Gênero e Diversidade, pelo engajamento em iniciativas que têm contribuído para tornar a instituição mais inclusiva.
Representatividade feminina
Para a presidente da Associação dos Advogados Trabalhistas do Distrito Federal (AATDF), Caroline de Sena Vieira Rosa, o momento reforça a importância de as mulheres serem vistas e de ocuparem espaços com propósito, em busca de equidade e respeito nas relações profissionais. “É uma honra estar aqui com um painel que nos emociona, porque enxergamos a potência que é ser uma mulher, mesmo quando ela é invisibilizada. Estamos aqui para dizer da importância de sermos vistas: não basta ocupar espaço por ocupar. Nós queremos equidade, respeito e relações íntegras, sem assédio”, afirmou.Caroline Sena disse ainda que as mulheres não são um “sexo frágil”, mas uma força essencial na sociedade, no Poder Judiciário e na advocacia, área que hoje conta com participação majoritariamente feminina. A advogada também parabenizou o TRT-10 e o artista Toninho Euzébio pelo “olhar sensível” sobre a importância das mulheres.
Realização
A programação alusiva ao Dia Internacional da Mulher no TRT-10 reúne a articulação de diferentes unidades e comitês, como a Ouvidoria da Mulher, o Subcomitê de Incentivo à Participação Feminina, os Subcomitês de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral e Sexual e o Comitê Gestor do Programa de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher, além das áreas administrativas responsáveis pelo suporte operacional.
No interior de Goiás, um novo capítulo da música lírica ganha vida. No dia 5 de março de 2026, às 20h, o Teatro Marie Padille, em Alexânia (GO), será o cenário da estreia de Ópera Tem Palco – Opereta do Cerrado, um espetáculo que convida o público brasileiro a redescobrir a ópera — descomplicada, íntima e profundamente humana.
Com cerca de uma hora de duração, a opereta narra a história de uma comunidade que, ao receber um teatro recém-inaugurado, encontra na música lírica um espelho afetivo de suas próprias vivências. A montagem traz um repertório que circula entre árias clássicas, elementos da Música Popular Brasileira e trilhas sonoras marcantes do cinema, criando um diálogo fluido entre tradição e contemporaneidade.
O elenco reúne a Cia de Cantores Líricos, músicos e atores em performances que misturam canto e fala, sob a batuta do diretor Arnoldo Jacaúna, com colaboração de Dyego Cesar Lima. O papel central é interpretado por Valdivino Clarindo Lima, advogado e ator querido da região, reforçando o caráter comunitário e afetivo da produção concebida por Edna Pinato.
Lançado no Dia Nacional da Música Clássica, o projeto celebra a arte como ponte entre diferentes universos, é uma ópera para quem nunca foi à ópera, e para quem ama a forma, mas quer vivê-la mais próxima, mais nossa.
Sobre o teatro Marie Padille
Inaugurado em novembro de 2025, o Teatro Marie Padille nasceu do sonho de uma família que acredita na arte como força de transformação e conexão entre as pessoas. Idealizado por Edna Pinato e Arnoldo Jacaúna, ao lado dos filhos Priscila e Henrique Pinato, o espaço foi construído com recursos próprios e priorizando a contratação de trabalhadores locais, tornando-se o primeiro teatro da região, no eixo Brasília–Anápolis.
O Teatro ultrapassa a condição de equipamento cultural e assume o papel de símbolo de identidade e desenvolvimento regional. Trata-se de um projeto inovador no interior de Goiás, concebido sob princípios ESG, que integra arte, educação, tecnologia e experiência sensorial. Em Alexânia, situada entre duas capitais e historicamente afastada dos grandes circuitos culturais, o Marie Padille se estabelece como um palco de vida, arte e esperança.
Lançamento online e gratuito conta com performance da convidada Thereza Rocha e debate com artistas-pesquisadoras do Núcleo de Formação ASQ
Em um evento online e gratuito, o Núcleo de Formação ASQ lança no próximo dia 7 de março (sábado), às 16h, o site e a publicação digital “Dança e Telas — uma pesquisa sobre o fazer artístico durante a pandemia de Covid-19”. A iniciativa revisita um dos períodos mais desafiadores para as artes presenciais a partir de investigação sobre a criação em dança para as telas durante o isolamento social imposto pela crise sanitária. O projeto reflete sobre processos de criação e a relação dos artistas com as tecnologias digitais e as questões da imagem.
Desenvolvida ao longo da pandemia, a pesquisa teórico-prática do Núcleo de Formação ASQ partiu de uma questão urgente: como seguir criando quando o corpo é impedido de estar presente? A resposta veio pelas telas. Em meio ao distanciamento físico, as artistas-pesquisadoras mergulharam em experimentações que cruzaram dança, cinema, artes visuais, performance e outras linguagens, moldando novas formas de produção e reflexão sobre o corpo e a virtualidade.
O resultado desse percurso agora é compartilhado com o público em duas frentes: um site de caráter cartográfico e poético, que convida o visitante a navegar por referências, exercícios artísticos e imagens; e uma publicação textual que reúne diários de bordo, anotações e reflexões detalhadas sobre cada etapa da investigação. Juntas, as duas obras oferecem um panorama sensível e aprofundado sobre as especificidades do fazer dança para as telas, uma reflexão como o contexto da pandemia moldou as produções, como as artistas se adaptaram a esse contexto, bem como o impacto da radicalização do uso das tecnologias nas artes.
O evento de lançamento contará com a participação da pesquisadora e professora da Universidade Federal do Ceará, Thereza Rocha, doutora em Artes Cênicas e autora do livro “O que é dança contemporânea?”. Ela apresentará a performance online “Ato de Costas”, criada em plena pandemia, que propõe uma reflexão sobre a frontalidade excessiva imposta pelas telas e o lugar do corpo nas artes vivas durante o isolamento.
Após a performance, as coordenadoras da pesquisa Luciana Lara e Fernanda Muniz, e a coordenadora editorial Mariângela Andrade, conduzem um debate com as dez artistas-pesquisadoras envolvidas no projeto e com o público.
“A arte pandêmica foi ao mesmo tempo sintoma e ação”, afirma Thereza Rocha. Para as coordenadoras da pesquisa, o contexto que prendeu os corpos dentro de casa também abriu caminho para novos formatos e experimentações. “Olhar, estudar e pensar como os recursos tecnológicos mudam nossa maneira de nos relacionar e criar é ainda mais pertinente hoje, especialmente com os desafios colocados pela inteligência artificial e as novas questões sobre subjetividade e autoria”, destacam Luciana Lara e Fernanda Muniz.
A importância da arte diante da crise sanitária também é um dos eixos centrais do projeto. Em um momento em que o contato físico foi interditado, a dança e as artes vivas encontraram nas telas não apenas um suporte, mas um novo campo de experimentação e resistência. O lançamento de “Dança e Telas” relembra e revive um fato marcante da história recente, que deve ser sempre trazido à memória como testemunho da capacidade criativa diante da adversidade.
O evento é gratuito, com tradução em Libras, e será realizado por meio da plataforma Zoom. Para participar, é necessário solicitar o link de acesso pelo e-mail: dancaetela@gmail.com.
Serviço:
Lançamento: Site e publicação digital “Dança e Telas — uma pesquisa sobre o fazer artístico durante a pandemia de Covid-19”
Data: 7 de março de 2026 (sábado)
Horário: 16h
Local: Online, via Zoom (link solicitado por e-mail)
Vencedoras são escolhidas por um Júri de 7 Mulheres Jornalistas
A Cerimônia de Entrega do Prêmio EngenhoMulher– Reconhecimento a Quem nos Transforma está marcada para o dia 25 de maio, no Museu de Arte de Brasília. Neste ano, a premiação chega à quarta edição.
A principal missão da premiação é dar visibilidade a mulheres que transformam o mundo a sua volta por meio de iniciativas de alto impacto na sociedade. No ano passado, as vencedoras foram Gina Vieira, Joice Marques e Rosane Garcia e seus projetos maravilhosos.
As vencedoras são escolhidas por um Júri qualificado e independente composto por sete mulheres jornalistas. A premiação foi instituída e é presidida pela jornalista Kátia Cubel. “Dar visibilidade, incentivo e apoio é um dos pilares para o fortalecimento de lideranças femininas”, dia Kátia Cubel. “O Prêmio Engenho Mulher abre espaço para a valorização da mulher, o fomento da equidade de gênero, o empoderamento feminino, o empreendedorismo social e as iniciativas criadas por mulheres para fortalecer a cidadania”, acrescenta ela.
Serviço:
PRÊMIO ENGENHO MULHER Reconhecimento a Quem nos Transforma 4ª edição em 2026 Cerimônia de Premiação: 25 de maio, no Museu de Arte de Brasília.
Com opções para diferentes estilos e faixas de preço, a marca destaca itens do portfólio ideais para presentear no 8 de março
A Avon celebra o Dia Internacional da Mulher com uma curadoria especial de itens presenteáveis pensados para valorizar, inspirar e reconhecer a pluralidade das mulheres. Esse momento, é mais do que uma data comemorativa. O dia 8 de março é um convite para exaltar trajetórias, fortalecer a autoestima e ampliar conversas sobre autonomia, confiança e beleza.
Com sugestões de presentes que valorizam todos os estilos e personalidades, desde as clássicas até as mais ousadas, contando com fragrâncias, itens de maquiagem e cuidados pessoais. Entre os destaques, a linha Avon Power Stay, reconhecida por sua alta performance e fixação; seus batons e máscaras de cílios de longa duração são ideais para acompanhar a rotina intensa, garantindo uma maquiagem impecável do início ao fim do dia. Em cuidados pessoais, a linha de skincare Avon Renew enfatiza a importância de atender às diversas necessidades da pele com soluções eficazes e inovadoras, garantindo uma pele rejuvenescedora.
Com quase 140 anos de história e atuação global, a Avon vem reforçando seu compromisso com as mulheres não apenas por meio de seu portfólio de produtos, mas também por iniciativas que promovem o fortalecimento financeiro, o combate à violência de gênero e o incentivo ao empreendedorismo feminino. Celebrar as mulheres é exaltar a beleza e o poder que as define.
Todos os produtos estão disponíveis para compra por meio das Consultoras de Beleza Avon, no site da marca, no Tik Tok Shop, na loja online da marca no Mercado Livre e nas lojas físicas da Soneda, Bel Cosméticos e Thalia Perfumaria.
Confira a seleção especial de presenteáveis para o Dia Internacional da Mulher:
Presente Avon Power Stay Vinil – R$110,97
Com sua textura rica e super cremosa, ele desliza nos lábios, proporcionando um acabamento vinílico e um brilho que dura até 16 horas. A cor se mantém vibrante e intensa, sem desbotar ou craquelar ao longo do dia, graças à nossa tecnologia Color-Lock. Além de ser à prova d’água, sua fórmula leve e cremosa é tão confortável que você esquece que está usando. O aplicador de alta precisão garante um contorno perfeito em uma única passada. Disponível em 10 cores deslumbrantes para um look luxuoso e cheio de atitude, ele agora acompanha a Caixa Presente Mini STD.
Presente Avon Pur Blanca Duo – R$110,90
Pur Blanca My Essence te convida a entrar em contato com sua essência e revelar sua beleza interior. Conexão com a própria essência, com um aroma que promove bem-estar e autoconhecimento. Ideal para quem busca se cuidar e se conhecer melhor. Acompanha a Caixa Presente Mini STD.
Presente Avon Power Stay Duo – R$93,90
Presente que garante estilo e cor! Contém a Mascara de Volume A Prova D’água Preto, que resiste à umidade, calor e atividades físicas sem borrar e Permite criar camadas para um efeito ainda mais alongado e destacado, e o Power Stay Batom Líquido Matte 16h que tem nova fórmula mais confortável com Complexo Power Boost (Óleo de Oliva e Extrato de Romã). Acompanha caixa de presente Mini STD.
Presente Avon Renew Duo – R$127,79
Nosso presente traz um creme hidratante preenchedor com ácido hialurônico, que oferece hidratação de até 72 horas e preparo ideal para a maquiagem. Acompanhado do Renew Solar FPS 50, que protege, trata e preenche linhas finas, deixando sua pele com acabamento matte e mais saudável a cada uso. Tudo isso embalado em uma caixa de presente exclusiva para tornar esse presente ainda mais especial.
Sobre Avon
Avon é uma das maiores marcas de beleza do mundo e pertence à Natura Cosméticos. Há 138 anos, a Avon tem em sua essência um compromisso com as mulheres, promovendo não apenas experiências em beleza e autocuidado, mas também ações concretas em prol de sua independência e bem-estar. Presente no Brasil desde 1958, concentra no país sua maior operação. Seu portfólio diversificado inclui produtos inovadores e de alta tecnologia, com marcas mundialmente reconhecidas, como as linhas de maquiagem Power Stay, Tratamake e Color Trend, as linhas de cuidados Renew e Avon Care, além dos perfumes Far Away, Love|U, Attraction, Segno e 300km/H. Além disso, a marca oferece uma variedade de itens para Casa & Estilo. Para obter mais informações sobre a Avon, visite o site: www.avon.com.br.
Tickets para a super atração, que estreia em abril, já estão à venda
Contagem regressiva. A Casa Warner está chegando ao ParkShopping. Com edição inédita no Brasil e desenvolvida especialmente para Brasília, a experiência – uma verdadeira imersão no universo das franquias mais amadas da cultura pop mundial – desembarca em abril na área externa do PKS. Mas quem quiser se antecipar, já pode garantir os ingressos. Os tickets já estão à venda pela TicketMaster Brasil e o público pode aproveitar o período de pré-venda com valores promocionais por tempo limitado.
Em um percurso cenográfico de tirar o fôlego, aliando tecnologia, interatividade e ambientações surpreendentes, a Casa Warner faz o público mergulhar em universos que marcaram gerações. Serão mais de 1.500m² de entretenimento e conexão com obras e personagens inesquecíveispara os espectadores apreciarem. A exposição será instalada no imenso espaço ocupado pela árvore iluminada, na temporada de Natal.
Da magia de Harry Potter aos heróis da DC Comics, passando por séries e clássicos como Friends, The Big Bang Theory, Looney Tunes, Game of Thrones, a atração mexe com todos os sentidos do visitante. A pré-venda começa na quinta-feira, 5 de março. Prepare-se para viver algo simplesmente inesquecível.
Ingressos individuais variam de R$30 (meia) a R$110 (inteira), dependendo do dia e do horário da visita, e também podem ser adquiridos via app Multi. Valores ficam mais vantajosos em combos de 2 a 4 ingressos.
Conecte-se em @parkshoppingbsb para acompanhar as novidades do shopping mais completo da cidade!
Doadores de Brasília podem doar via chave Pix. BH Shopping, DiamondMall e Pátio Savassi recebem doações físicas
Diante dos impactos causados pelas fortes chuvas que atingiram diversas regiões de Minas Gerais, os shoppings da Multiplan iniciam uma mobilização solidária para apoiar as famílias afetadas.
Em Brasília, o ParkShopping participa da iniciativa por meio da divulgação da chave Pix oficial do SERVAS (abraceminas@servas.org.br), responsável pelo direcionamento das doações às famílias atingidas.
Em Belo Horizonte, o BH Shopping, o DiamondMall e o Pátio Savassi receberão doações de alimentos não perecíveis, água mineral e itens de higiene pessoal.
A campanha integra o Multiplique o Bem, hub de ações sociais da Multiplan, que reúne iniciativas de apoio às comunidades onde a companhia está presente.
Conecte-se em @parkshoppingbsb para acompanhar as novidades do shopping mais completo da cidade!
Grupo Santé convida para uma experiência gastronômica que valoriza leveza, sofisticação e ingredientes que encantam
O Dia das Mulheres, celebrado em 8 de março e que neste ano cai em um domingo, é o convite perfeito para um almoço especial. Pensando na data, o Grupo Santé — formado pelo Santé 13, que fica localizado na 413 Norte, e pelo Santé Lago, localizado na Orla da Ponte JK — aposta em pratos que combinam leveza, sofisticação e ingredientes frescos, ideais para celebrar a ocasião em grande estilo.
Mais do que uma tendência, a busca por refeições equilibradas, bem apresentadas e cheias de sabor tem ganhado espaço entre o público feminino. Peixes e frutos do mar, saladas elaboradas, risotos delicados e sobremesas com chocolate meio amargo estão entre as preferências que unem experiência gastronômica e prazer à mesa.
Para o almoço de domingo, as casas destacam entradas leves e sofisticadas, como as saladas, dando destaque para a Figo & Parma, uma deliciosa combinação de fatias de figo, lâminas de parma, tomate seco, tiras de laranja e rúcula ao molho especial com base de balsâmico reduzido (R$74), além de opções como a Burrata (queijo cremoso com tomate concassé, pesto de manjericão e torradas artesanais – R$96) ou o Carpaccio (corte fino de lagarto ao molho de mostarda com rúcula, queijo parmesão, alcaparras e torradas artesanais – R$78).
Nos pratos principais, risotos aromáticos, massas artesanais e cortes selecionados ganham protagonismo, sempre valorizando ingredientes frescos e combinações equilibradas. A boa pedida fica por conta do Risoto ao Pesto com Camarões (flambados em redução de cassis e cebola caramelizada – R$121), o Fettuccine e Mignon (fettuccine ao molho madeira com tiras de filé mignon e crispy de alho-poró – R$69,90) ou o Maison Rouge (filé mignon ao molho de três mostardas com nhoque de beterraba puxado na manteiga de ervas sobre molho bechamel – R$106)
As sobremesas prometem fechar a experiência com delicadeza e intensidade na medida certa: criações com chocolate, texturas cremosas e apresentações elegantes, além de opção para as intolerantes à lactose, reforçam a proposta de transformar o momento em uma verdadeira celebração. Entre as delícias, a Torta de Café(gelada, com chocolate meio amargo, morango e creme de café – R$31), a Torta Duo de Chocolate (mousse gelado de chocolate meio amargo, chocolate branco com baunilha, polvilhado com castanha de caju caramelizado – R$38) e o Pudim sem lactose (R$19).
Para o Grupo Santé, o Dia das Mulheres vai além da homenagem simbólica. É uma oportunidade de reunir família e amigas em torno da mesa, celebrar conquistas e criar memórias. Em ambientes acolhedores e com serviço atento aos detalhes, tanto o Santé 13 quanto o Santé Lago oferecem o cenário ideal para transformar o almoço de domingo em uma experiência especial, marcada por sabor, elegância e significado.
Santé 13
CLN 413 Bloco A Loja 40 Reservas: (61) 3037-2132
Segunda: 12h às 17h Terça e quarta-feira: das 12h às 23h
Quinta-feira: das 12h à 0h
Sexta-feira e sábado: das 12h à 1h
Domingo: das 12h às 17h
Happy Hour: terça a sábado, das 16h às 20h
No Instagram: @sante13
Santé Lago
Setor de clubes Esportivos Sul, Trecho 2 – Orla da Ponte JK Reservas: (61) 2099-2460
Segunda: 12h às 23h
Terça, quarta e domingo: das 12h às 23h
Quinta: 12h à 0h
Sexta e sábado: R$12h à 1h
Happy Hour: terça a quinta, das 16h às 21h, e de sexta a domingo, das 16h às 20h No Instagram: @santelago
Doutora em Psicologia do CEUB analisa raízes emocionais e sociais das relações abusivas, diante do recorde de feminicídios no Brasil
No Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, o debate sobre violência de gênero ganha ainda mais urgência. O Brasil registrou 1.470 casos de feminicídio em 2025, média de quatro mulheres mortas por dia em contexto de violência doméstica ou familiar. Outras 3,7 milhões de brasileiras sofreram algum tipo de violência no último ano. No cenário global, dados da ONU indicam que, em 2024, 50 mil mulheres e meninas foram mortas por parceiros ou familiares, uma morte a cada 10 minutos.
Para Flávia Timm, doutora em Psicologia e professora do Centro Universitário de Brasília (CEUB), enfrentar a violência contra a mulher exige mais do que indignação pública: não é aceitável que a vida feminina esteja em risco dentro de casa. “Vivemos um genocídio de mulheres. Os mitos do amor romântico e as normas de gênero que objetificam a mulher precisam ser questionados, pois sustentam e naturalizam comportamentos abusivos.
Idealizado como solução para a solidão e promessa de felicidade, o amor romântico muitas vezes perpetua relações abusivas. A violência não é um problema individual, mas político, estruturado no sistema patriarcal e capitalista”, afirma.
Confira a entrevista na íntegra:
A violência costuma começar de forma sutil? Quais são os primeiros sinais de alerta?
FT: A violência não ocorre de forma sutil, mas de forma programada, no que chamamos de microviolências. O autor prepara a vítima para as agressões, produzindo constrangimentos, medo e até receio das alterações de humor do companheiro.
Inicialmente, começa com violência psicológica, um tipo de violência silenciosa, pois se esconde atrás da naturalização: atitudes hostis passam despercebidas. A violência psicológica busca desestabilizar ou ferir a mulher e já se apresenta como uma forma de recusa à alteridade. Esse tipo de violência ocorre quando o homem, ou autor da violência doméstica, nega o outro e o considera objeto de sua satisfação pessoal.
Quando esse tipo de abuso ocorre, é comum o autor justificar suas ações, derrapagens ou excessos com ciúmes, estresse, história de vida pregressa ou traumas familiares. E as mulheres tendem a acreditar que a pessoa não sabe se expressar ou que traumas anteriores afetam sua comunicação e suas relações. Porém, essa naturalização prepara o terreno para a intensificação das agressões. O processo envolve controle, isolamento da vítima, que deixa de se relacionar com família e amigos para evitar críticas, assédio (discussões infindáveis, extorsão de confissões injustificadas e irreais), aviltamento (com o propósito de atingir a autoestima), humilhações e indiferença.
Por que ainda se confunde ciúme com prova de amor e quando ele se torna controle?
FT: O ciúme foi naturalizado como reação frente ao objeto amoroso escolhido, como se revelasse que o amor existe. Essa naturalização foi incorporada aos costumes e práticas sociais. Está estruturada no mito do amor romântico, baseado na crença de que “amor é possessividade e exclusividade”. Dentro dessa lógica, o ciúme é interpretado como sinal do valor do parceiro e do medo de perdê-lo, sendo validado como expressão legítima e até desejável, do afeto. O ciúme não se torna controle; ele é uma estratégia de controle desde o início. A questão é que só é percebido como tal quando a sensação de sufocamento e a perda da liberdade se tornam insuportáveis para a vítima.
A dificuldade masculina de lidar com emoções e frustrações pode contribuir para comportamentos agressivos?
FT: Sim, a dificuldade masculina em lidar com emoções e frustrações é um fator que contribui para comportamentos agressivos. A antropóloga Rita Laura Segato conceitua o “mandato de masculinidade” como uma pressão social e cultural que obriga os homens a demonstrarem virilidade constantemente perante outros homens e a sociedade.
Esse mandato impõe um roteiro de comportamentos que reprime a expressão de sentimentos considerados “femininos”, como vulnerabilidade, medo e tristeza, ao mesmo tempo em que valoriza força, dominação e agressividade como provas de masculinidade.
Os grupos de reeducação de autores de violência trabalham exatamente nessa perspectiva, promovendo responsabilização a partir da desconstrução de estereótipos de gênero, conforme assegura a Lei Maria da Penha.
Por que é tão difícil romper o ciclo da violência?
FT: Romper com a violência doméstica é um processo complexo, pois envolve múltiplos fatores: econômicos, sociais, políticos, religiosos, culturais e individuais. Não existe regra única ou protocolo unificado. As experiências são singulares, e cada vítima vive uma realidade distinta que precisa ser respeitada. Algumas mães mantêm o relacionamento abusivo para não afetar os filhos. Outras acreditam que as condições financeiras influenciam o comportamento do companheiro e que o estresse vai mudar. Tem ainda quem aposte que o amor conseguirá transformar comportamentos hostis.
Não é fácil viver um relacionamento abusivo, nem rompê-lo. São muitas desconstruções necessárias: desde a idealização do amor romântico até a problematização dos modos de vida normalizadores que a sociedade e a cultura capitalista impõem. Romper com padrões repressivos de liberdade exige persistência crítica, disposição para repensar normas, rever preconceitos e estereótipos, ampliar diálogos, enfim, menos repetições que sequestram nossa potência de afirmar uma vida verdadeiramente livre.
Sair do ciclo também demanda decisões judiciais justas, acolhimento policial adequado e uma rede de apoio social que compreenda o caráter político da violência de gênero. A decisão individual sem uma estrutura institucional e social que as proteja e acolha pode se transformar em um perigo para as mulheres e seus filhos.
Quais orientações você daria para quem suspeita estar vivendo relação abusiva?
1. Confie na sua percepção: Se algo parece errado, provavelmente está. Não minimize seus sentimentos nem as atitudes do(a) parceiro(a). O desconforto é o organizá-la e percebê-la com mais clareza, quebrando o segredo que alimenta o primeiro sinal de que seus limites estão sendo violados.
2. Converse com alguém de confiança: Fale com amigos, familiares ou procure um profissional (psicólogo, assistente social). Externalizar a situação ajuda a
3. Informe-se sobre o ciclo da violência: Compreender as fases (aumento da tensão, explosão e “lua de mel”) ajuda a identificar o padrão e desmistificar a ideia de que “foi só um episódio isolado”
4. Busque ajuda especializada: Procure Centros de Referência de Atendimento à Mulher (CEAM), o programa Direitos Delas (Secretaria de Justiça), delegacias da mulher e organizações não governamentais, como o Instituto Umanizzare e a
Casa IEDA, em Brasília, que oferecem apoio psicológico, social e jurídico. O número 180 (Central de Atendimento à Mulher) é um canal fundamental de escuta e orientação.
5. Planeje sua segurança: Organize um plano de proteção, compartilhe a situação com pessoas da sua rede, acione os órgãos de segurança pública e o Judiciário, solicite medida protetiva com base na Lei Maria da Penha. A maior segurança é não estar sozinha. Busque ajuda e amplie sua rede junto às instituições que acolhem, orientam e fortalecem os direitos das mulheres. Viver sem violência é um direito!
O lançamento do livro antologia Ecos do Feminino, que reúne 108 autores, contará com programação cultural gratuita em celebração ao mês da mulher
No dia 14 de março, das 16h às 20h, o Pátio Brasil Shopping recebe o lançamento da antologia Ecos do Feminino, com tarde de autógrafos, rodas de conversa sobre “Os espaços do feminino”, declamações de poesia, momentos musicais e apresentação da Drag Condessa. A obra reúne 108 escritores do Brasil e convidados da Grécia, Portugal, Alemanha e França para refletir, em prosa e verso, sobre as múltiplas dimensões do universo feminino, ampliando vozes e promovendo diálogo.
Organizada por Gabriela Weber Buonocore, Márcia Lucindo Lages, Martha Cimiterra e Mônica Cruvinel Cavalari, a antologia nasceu do convite da escritora Márcia Lages e mobilizou 48 autores do Distrito Federal e de Goiás, integrando um projeto literário que ultrapassa fronteiras e consolida um movimento de valorização do feminino.
Mais do que exaltar a mulher, Ecos do Femininopropõe reconhecê-la em sua inteireza, grandiosidade e relevância, em um tempo que exige visibilidade, respeito e escuta ativa. A coletânea aborda temas como lutas históricas, força, amorosidade e o direito à livre escolha, reunindo diferentes gerações e perspectivas.
A publicação traz nomes de destaque da cena literária local, como Iris Borges, Débora Bianca, Adriana Araújo, Samira Iasback, Cláudia Moraes, Cláudia Dantas, Andréia Azevedo, Márcia Barros e Anaí Haeser. Entre as vozes masculinas estão Cristiano Paulo, Wellington dos Santos, Cristino Cesario, Marcelo Pio, Allan Ferreira e Natanael de Abreu. Também participam novas escritoras engajadas na temática feminina, como Leda Simone, Jessica Amorim, Ingla Faulstich, Patrícia Coelho, Ana Carolina Prado, Giovana Azevedo, Siland Dib, Kiara Coelho, Vanísia Rodrigues, Conceição Costa e Maria Perpétua. De Goiás, integram o projeto Rômulo Vaz, da Academia Goianiense de Letras, e Lionizia Goya, da Universidade Estadual de Goiás.
O livro inclui, ainda, uma entrevista com a delegada Amanda Polastreli de Souza, titular da Delegacia da Mulher de Jundiaí, e texto da vereador e ativista dos direitos humanos Mariana Janeiro, ampliando o debate para além da literatura e conectando arte e realidade social.
Com apoio especial do Pátio Brasil Shopping, o lançamento reforça o compromisso da obra com a ocupação de espaços culturais e com a construção coletiva de narrativas que reconheçam o protagonismo feminino.
Publicado pela Editora In House e coordenado pelo escritor Márcio Martelli, Ecos do Femininoconsolida-se como um movimento literário que convida a sociedade a ampliar essa voz e transformar a reflexão em ação.
Serviço Lançamento:
Lançamento Ecos do Feminino Data 14 de março de 2026 Horário 16h às 20h Local Pátio Brasil Shopping Piso P3 Entrada franca
Sobre o livroFormato 16 x 23 cm 384 páginas em papel Pólen 80g Capa brilho colorida Valor R$ 90,00
Serviço Pátio Brasil Shopping
Endereço: SCS Quadra 07 – Bloco A – Asa Sul Telefone: (61) 2107-7400
Horário de funcionamento: Lojas: Segunda a sábado, 10h às 22h | Domingos, 13h às 19h Alimentação: Segunda a sábado, 10h às 22h | Domingos, 12h às 20h
Estacionamento: Aos sábados: valor único de R$ 10 Aos domingos e feriados: gratuito
No Brasil, estima-se que a prevalência de sinais e sintomas de DTM varie entre 40 a 50% na população adulta, 20 a 30% entre os adolescentes e em torno de 16% em idosos
A disfunção temporomandibular compromete a articulação da mandíbula e pode provocar dores de cabeça recorrentes, bruxismo, dificuldade ao mastigar, zumbido, tontura e tensão na região cervical. Apesar da alta prevalência, muitos pacientes convivem com os sintomas por anos sem identificar corretamente a origem do problema.
Na fisioterapia existe uma especialidade dedicada a avaliar e tratar a DTM, que permite um diagnóstico preciso, envolve uma avaliação detalhada da articulação temporomandibular, da musculatura da face e do pescoço, da amplitude de abertura da boca, da presença de estalos ou desvios no movimento mandibular, além da análise postural e dos hábitos do paciente. Em alguns casos, exames de imagem podem ser solicitados para investigação complementar.
Sinais de alerta para procurar avaliação especializada incluem:
Dor frequente na face ou na região da mandíbula. • Estalos ao abrir ou fechar a boca. • Dificuldade ou limitação para mastigar. • Sensação de travamento da mandíbula. • Dores de cabeça recorrentes associadas à tensão no pescoço. • Zumbido, tontura ou sensação de ouvido tampado.
Segundo o fisioterapeuta Dr. Rafael Sales, do Instituto de Fisioterapia Avançada, em Brasília, a mandíbula faz parte de um sistema integrado ao crânio e à coluna cervical. “Quando há desequilíbrio muscular ou articular, outras estruturas passam a compensar, gerando sobrecarga e dor”, explica.
Quando não tratada adequadamente, a disfunção pode evoluir para dor crônica, restrição importante da abertura da boca, desgaste dentário e prejuízos à mastigação e à qualidade do sono. A fisioterapia bucomaxilofacial atua na reabilitação funcional, com foco na correção das causas e não apenas no alívio momentâneo dos sintomas.
O tratamento é individualizado e pode incluir:
Terapia manual na articulação temporomandibular e na cervical. • Liberação miofascial intra e extraoral. • Mobilizações articulares específicas. • Exercícios para reequilíbrio muscular e coordenação da mastigação. • Reeducação postural. • Treinamento respiratório. • Eletroterapia para controle da dor. • Laserterapia para redução de processos inflamatórios. • Técnicas de relaxamento muscular. • Orientações para controle do bruxismo e do apertamento dental.
“O objetivo é devolver função, reduzir a recorrência das crises e melhorar a qualidade de vida do paciente de forma global”, destaca o especialista.
A estudante Dominique Bonaparte Dahoui, da Escola Canadense de Brasília, foi aprovada em quatro universidades — Brussels School of Governance (Bélgica), Universidade de Coimbra (Portugal), UFRJ (Brasil) e a Universidade de Malmö (Suécia), divulgação
Evento reúne universidades internacionais e orienta alunos sobre processos de admissão fora do Brasil
A Escola Canadense de Brasília, escola da Inspira Rede de Educadores, realiza, em 9 de março, uma feira de oportunidades acadêmicas no exterior voltada a estudantes do Grade 9 ao Grade 12. O encontro reúne representantes de universidades internacionais e consultores educacionais para apresentar programas de graduação, esclarecer dúvidas sobre processos de admissão e orientar alunos interessados em estudar fora do país.
A programação inclui a KIC UnivAssist College Fair, com participação de instituições estrangeiras como Lees-McRae College, Stony Brook University, Sacred Heart University e IE University, entre outras. A iniciativa busca aproximar estudantes e universidades, permitindo contato direto com representantes acadêmicos e acesso a informações sobre cursos, bolsas e requisitos de candidatura.
A manhã conta também com apresentação institucional da IE University, dedicada a explicar etapas de seleção, preparação acadêmica e perspectivas de formação internacional.
Segundo a coordenação acadêmica da escola, a proposta é ampliar o repertório dos estudantes e apoiar decisões sobre o futuro universitário. “O contato direto com universidades estrangeiras ajuda os alunos a compreender melhor os caminhos possíveis para a formação internacional e os critérios de admissão em diferentes sistemas educacionais”, afirma Ana Flávia Brandão, diretora da Escola Canadense de Brasília.
A feira é um dos eventos que integra a agenda de orientação universitária da escola, que inclui programas de mentoria, preparação acadêmica e acompanhamento individual para estudantes interessados em universidades no exterior. Nos próximos meses, a agenda contará com outras feiras de estudos internacionais, reforçando o compromisso da escola com a excelência acadêmica e com a ampliação de oportunidades para os alunos do High School.
Serviço Evento: Feira de oportunidades de estudos no exterior – KIC UnivAssist College Fair Data: 9 de março Horário: 8h às 10h30 (feira) | 11h (apresentação IE University) Local: Escola Canadense de Brasília – quadra e auditório do Middle Years Endereço: SIG Quadra 8, Lote 2225, Parte F – Sudoeste, Brasília (DF) Público: Estudantes do Grade 9 ao Grade 12 Informações: Comunicação da Escola Canadense de Brasília.
Sobre a Escola Canadense de Brasília
A Escola Canadense de Brasília (ECB) é uma instituição com metodologia internacional, laica, com abordagem integral e foco no desenvolvimento acadêmico e socioemocional. Certificada pelo International Baccalaureate (IB), organização que autoriza escolas em todo o mundo a oferecer programas educacionais de padrão internacional, a ECB prepara seus alunos para atuar em contextos globais, com pensamento crítico, autonomia intelectual e consciência intercultural.
A escola é autorizada a ofertar dois dos três programas do IB: o Primary Years Programme (PYP), voltado à Educação Infantil e ao Ensino Fundamental – Anos Iniciais e o Middle Years Programme (MYP), destinado ao Ensino Fundamental – Anos Finais. Essa estrutura garante uma formação contínua, completa e coerente alinhada às melhores práticas internacionais de educação.
A Inspira Rede de Educadores está entre as maiores redes de educação básica privada do Brasil, com mais de cem escolas distribuídas em mais de 18 estados e no Distrito Federal. Sob o comando de um renomado time de educadores, que somam décadas de experiência no setor, a rede busca trazer para o grupo escolas de excelência e forte reputação, mas sempre preservando os projetos pedagógicos e o legado de cada uma. Avançando em sua estratégia de internacionalização, até o início de 2026, a Inspira será a maior rede de escolas IB (International Baccalaureate) do País, ampliando para 16 certificações. Em 2024, seus alunos conquistaram 8.309 premiações olímpicas. Além disso, ao aplicar o Pisa-S (Pisa for Schools) em suas marcas para comparar o desempenho com o Pisa mundial, teve resultados similares com os dos melhores países do mundo. Todas as escolas da Inspira ficaram acima da média Brasil. No Enem, a rede conta com escolas mais bem colocadas em diversas regiões, entre elas Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia, entre outras.
Lançado no Festival de Sundance de 2025, o filme “Depois do Fogo”, de Max Walker-Silverman (“Uma Noite no Lago”), estreia no Brasil no dia 5 de março, com distribuição da Synapse. Ambientado nas paisagens desérticas do oeste americano, o drama acompanha o caubói solitário Dusty (Josh O’Connor, de “Vivo ou Morto: Um Mistério Knives Out”), que perde seu rancho em um incêndio florestal devastador e é obrigado a recomeçar. O filme ganhou trailer nacional, disponível aqui.
Após perder tudo, incluindo o gado, Dusty passa a viver num acampamento mantido pelo governo e encontra consolo com seus novos vizinhos. A tragédia lhe dá a oportunidade de se reconectar com sua filha pequena, Callie-Rose (Lily LaTorre). O caubói também revê o relacionamento conturbado com sua ex-mulher, Ruby (Meghan Fahy, de “Sereias” e “The White Lotus”), e sua ex-sogra, Bess (Amy Madigan, de “A Hora do Mal”).
Com seu retrato humanista, “Depois do Fogo”foi reconhecido pela National Board Review (EUA) como um dos dez melhores títulos independentes de 2025. Além de Sundance, o longa participou de diversos festivais internacionais, como o de Deaville, na França; Seattle, nos Estados Unidos e Valladollid, na Espanha. No Brasil, foi exibido no Festival do Rio, na Mostra Expectativas, dedicada a trabalhos de novos cineastas.
O diretor e roteirista Max Walker-Silverman declarou que teve a ideia para o longa a partir de uma história pessoal. Sua irmã teve que fugir às pressas de um incêndio que devastou a antiga casa que pertencia à sua avó, levando consigo apenas o que coube no carro. Esse trágico episódio o fez refletir sobre um paradoxo: como pode um lugar que ardeu completamente e que está sujeito a novas queimadas, ser também chamado de lar? Segundo ele, o roteiro se desenvolveu na tentativa de conviver com esse paradoxo, sem tentar uma resolução para ele e enxergando o desastre como um momento passageiro da vida.
Sinopse:
Após perder sua fazenda em um incêndio, um cowboy solitário (Josh O’Connor) busca refúgio em um acampamento provisório. Enquanto tenta se reconectar com sua filha e ex-mulher, encontra esperança na comunidade de vizinhos que também tentam reconstruir suas vidas.
Ficha técnica:
Direção e roteiro – Max Walker-Silverman
Produção – Jesse Hope, Dan Janvey, Paul Mezey
Direção de Fotografia – Alfonso Herrera Salcedo
Direção de Arte – Juliana Barreto Barreto
Edição – Jane Rizzo, A.C.E e Ramzi Bashour
Figurinista – Lizzie Donelan
Trilha Sonora – Jake Xerxes Fussell e James Elkington
A Synapse, selo de exibição da SOFA DGTL, licencia uma média de 20 filmes por ano. Em 2025, já lançou nos cinemas ‘Sem Chão – No Other Land’, vencedor do Oscar de melhor documentário, e ‘Vermíglio – A Noiva da Montanha”, vencedor do leão de prata em Veneza. Também já lançou nos cinemas ‘Love Lies Bleeding – O Amor Sangra’, com Kristen Stewart, ‘As Vezes Quero Sumir’, com Daisy Ridley, e o último filme do diretor Ken Loach, ‘O Último Pub’.
A SOFA DGTL é uma agregadora de conteúdopremium que tem como missão conectar histórias a pessoas, ajudando o consumidor a encontrar o conteúdo certo para o seu perfil. Por meio do serviço de recomendação Filmelier.com, com mais de 17 milhões de usuários em 2024, a SOFA DGTL obtém amplo conhecimento da audiência e consegue definir a melhor estratégia para aquisição e monetização de filmes. A empresa comercializa o melhor do cinema em mais de 30 plataformas na América Latina nas modalidades Transacional – TVOD (aluguel e compra), Assinatura –SVOD e por Publicidade – AVOD, com mais de 400 milhões de horas assistidas nesse segmento em 2024.
Projeto ganha a cidade a partir de 8 de março e transforma muros e redes em território de escuta, diversidade e afirmação
Depois de quase um ano de escuta, encontros, afetos e criação coletiva, Uma Mulher é Uma Mulher inaugura oficialmente sua exposição em 8 de março, Dia Internacional da Mulher, tendo a cidade como galeria.
Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e coproduzido pela Pitanga e Rovit Filmes, o projeto transformará muros, esquinas e trajetos cotidianos em território de afirmação, diversidade e reflexão sobre o feminino. Quem passar a caminho do trabalho, quem esperar o ônibus, quem atravessar a rua distraído poderá ser impactado por figuras femininas diversas. É uma exposição que não pede silêncio, mas presença. Não exige ingresso, mas disponibilidade para olhar.
A construção do projeto começou em maio de 2025, quando foi lançada uma chamada pública que mobilizou 41 mulheres do Distrito Federal. Após etapas de análise de perfis, escutas individuais e entrevistas aprofundadas, foram escolhidas oito protagonistas que representam diferentes gerações, identidades e experiências de vida.
“Mais do que um processo técnico de produção de fotos, vídeos e murais, a trajetória desses meses foi marcada por encontros. Cada ensaio foi precedido por conversas longas, partilhas de memória, trocas sinceras e construção de confiança entre equipe e participantes. Houve tempo para ouvir, acolher e compreender as camadas de cada história antes de traduzi-las em imagens”, relata Waléria Gregório, idealizadora, diretora criativa e responsável pela fotografia do projeto.
Ao lado de Thaís Holanda, cineasta que assina o audiovisual; e Didi Colado, artista urbana responsável pelos lambe-lambes e grafites espalhados pelo Distrito Federal, ela consolidou com as participantes uma relação de afeto e entrega mútua. E o que se verá nas ruas e nas plataformas digitais não será apenas resultado estético, mas o desdobramento de vínculos construídos com respeito, sensibilidade e profundidade.
As oito protagonistas são:
Amanda Nery, que transformou experiências de violência e maternidade precoce em e construção afetiva e autonomia.
Caju, cabeleireira que fez do salão um espaço de escuta, identidade e emancipação, rompendo padrões estéticos e sociais.
Fernanda Torres, mãe atípica e sobrevivente do câncer, que ressignificou o cuidado e hoje floresce como símbolo de recomeço.
Flor Furacão, mulher trans, artista e mãe, que ocupa espaços historicamente negados e afirma a existência como ato político.
Issa Meguer, atriz e modelo de 69 anos, que enfrenta o etarismo e reafirma que potência feminina não tem prazo de validade.
Joyce, artista que vive com anemia falciforme e construiu na arte um caminho de autonomia e presença.
Malinha, jovem fotógrafa periférica que transforma vivência em linguagem visual e abre caminhos para outras meninas.
Jesus Feitosa, costureira que atravessou gerações sustentando família e futuro com linha, agulha e resistência.
A cidade como galeria
Ao longo do mês de março, serão instalados 16 painéis de lambe-lambe e 2 grafites nas regiões administrativas Guará, Águas Claras, Taguatinga e Vicente Pires. Cada obra conta com um QR Code que direciona para o Instagram e para o site oficial do projeto, com recursos de acessibilidade, ampliando a experiência da rua para o ambiente digital.
A proposta é simples e potente: provocar o encontro. Quem é essa mulher? O que ela está fazendo aqui? O que a história dela revela sobre nós? A cidade vira galeria. O Instagram torna-se extensão da rua. A imagem se transforma em pergunta.
Paralelamente, a exposição virtual apresentará vídeos, ensaios fotográficos e conteúdos criativos sobre a trajetória de cada mulher, publicados semanalmente. A cada semana, uma protagonista ocupará as redes, convidando o público a aprofundar o olhar.
Ao final desse processo, as mulheres participantes deixarão de ser apenas personagens, tornando-se referências simbólicas de um movimento que reafirma que as mulheres são múltiplas, legítimas, plurais e estão em permanente construção.
Compartilhamento de saberes
Como parte do compromisso com formação e democratização do acesso à arte, o projeto oferecerá três oficinas gratuitas voltadas exclusivamente para mulheres, conduzidas pelas próprias artistas do projeto: Waléria Gregório, Didi Colado e Thaís Holanda.
As atividades acontecerão em 28 e 29 de março, com inscrições abertas entre 16 e 21 de março, por meio do site oficial. As oficinas ampliam o diálogo do projeto para além da exposição, fortalecendo a presença feminina nos campos da fotografia, do vídeo e da arte urbana.
Ficha técnica
ARTISTAS
Waléria Gregório – Idealizadora, Diretora Criativa e Fotografia Thaís Holanda – Cineasta (Audiovisual) Didi Colado – Artista Urbana (lambe-lambe e grafite)
EQUIPE
Vittor Pinheiro – Produtor Executivo Joyce Carvalho – Diretora de Produção Pedro Pinheiro – Produtor de Set Thiago Ramos – Produtor de Frente Flávia Costa – Design e Gestão de Mídias Sociais Isaac Joshua – Acessibilidade Maura – Assessoria de Comunicação Nelma Fernanda – Produção de Arte Urbana (lambe-lambe e grafite) Renata Rangel – Designer Gráfica e Assistente de Produção de Arte Urbana (lambe-lambe)
Primeiro show será no dia 24 de abril, no Ulysses Centro de Convenções
Brasília foi escolhida para dar início à turnê 2026 de “Pai e Filho”, espetáculo que reúne Almir Sater e Gabriel Sater em um emocionante encontro entre gerações. O primeiro show do ano acontece no dia 24 de abril, no Ulysses Centro de Convenções, marcando a abertura oficial da nova temporada, que percorrerá palcos no Brasil e nos Estados Unidos.
Após o sucesso absoluto das apresentações realizadas em 2025, em São Paulo e no Rio de Janeiro, pai e filho retomam a estrada com um projeto que celebra raízes, legado e continuidade. No palco, o público vivencia um diálogo sensível entre tradição e renovação: de um lado, a experiência e a trajetória consagrada de Almir Sater, um dos maiores nomes da música brasileira; de outro, o talento e a personalidade artística de Gabriel Sater, que imprime frescor e identidade própria ao espetáculo.
Ao longo da temporada, a turnê percorrerá as principais cidades brasileiras, além de uma passagem especial pelos Estados Unidos, com apresentações em Boston e Nova York, incluindo o icônico Carnegie Hall.
“Quando a estrada é feita de música, o laço vira legado.” — Almir Sater
Cada apresentação é um momento único em que passado, presente e futuro se encontram nas vozes e nas violas de dois artistas que dividem não apenas o palco, mas o mesmo sangue e a mesma paixão pela música. Mais do que uma turnê, “Pai e Filho” reafirma a força da música sertaneja de raiz e da cultura brasileira, viva e pulsante.
“Sigo os passos de quem me ensinou a caminhar… agora, lado a lado no palco” — Gabriel Sater
SOBRE ALMIR SATER
Almir Sater, nascido em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, é um violeiro, cantor, compositor e ator brasileiro. Referência na música sertaneja, Almir apresenta em seu trabalho uma mistura de viola caipira com influências do blues, rock e música regional. Começou a tocar violão aos 12 anos e é considerado um dos responsáveis pela preservação da viola de dez cordas, agregando um toque sofisticado ao instrumento. Com mais de 40 anos na música e mais de 20 discos lançados, Almir recebeu o Grammy Latino de Melhor Álbum de Música de Raízes em Língua Portuguesa por “Ar” (2016), em parceria com Renato Teixeira. O artista também é conhecido por sua atuação em novelas como “Pantanal” e “O Rei do Gado”, sucessos da TV Globo.
SOBRE GABRIEL SATER
Cantor, compositor versátil, instrumentista virtuoso, produtor musical e ator, Gabriel Sater herdou não só o sobrenome, mas o talento musical e carisma do pai. O premiado artista usa como inspiração a convivência desde a infância com a família absolutamente musical e com nomes como Renato Teixeira, Sérgio Reis, Família Espíndola, Paulo Simões, Guilherme Rondon e Dino Rocha. Em 2023, completou 23 anos de carreira, com 06 CDs lançados. Neste mesmo ano, recebeu uma indicação ao Grammy Latino na categoria Melhor Álbum de Raiz em Língua Portuguesa. Em 2024, Gabriel ganhou o Prêmio da Música Brasileira na categoria Melhor Intérprete Canção Popular. Também trazendo no currículo trabalhos na TV brasileira, em 2022, na nova versão da novela “Pantanal”, Gabriel assumiu o papel que foi de seu pai na versão original da novela, dando vida ao violeiro Trindade, enquanto Almir interpretou o chalaneiro Eugênio. Os dois artistas, pai e filho, tiveram cenas juntos na novela, incluindo um famoso duelo de violas.
SOBRE A GROOVE
Especializada em gestão de carreiras artísticas, produção de shows, desenvolvimento de projetos especiais e festivais de música, a Groove se destaca pela inovação, criatividade e excelência na entrega de experiências únicas para o público e para os artistas. Com uma trajetória marcada por grandes conquistas, a empresa já produziu mais de 1000 shows nacionais e internacionais, consolidando-se como referência no mercado do show business. Seu portfólio inclui turnês internacionais bem-sucedidas pela América do Sul, Estados Unidos, Europa e, principalmente, em todo o território brasileiro. Mais do que uma produtora, a Groove é uma plataforma criativa e estratégica, que conecta artistas, marcas e público em experiências inesquecíveis. Com visão global e alma brasileira, seguem movidos pela paixão pela música, pela arte e pela capacidade de transformar momentos em memórias.
Serviço:
Almir Sater e Gabriel Sater –
Dia: 24 de abril de 2026 (Sexta-feira)
Local: Arena BRB Nilson Nelson (Entrada pelo estacionamento do Mercado Vírgula)
Horário: 21h30 (Abertura dos portões às 19h)
Classificação: 18 anos (Menores de 18 anos, apenas acompanhados dos responsáveis legais)