Brasília tem de melhor na Cultura, Entretenimentos, Arquitetura, Design e Decoração, Feiras, Cursos, Workshops, Seminários, Gastronomia, Vinhos, Cafés, Moda, Beleza…
Operação começa com 4,6 mil restaurantes e 6 mil entregadores cadastrados e desafia a dinâmica do setor de delivery, oferecendo uma nova forma de pedir comida
A 99Food inicia oficialmente sua operação em Brasília com a oferta de serviços de delivery de comida e bebida, e as menores taxas do mercado para consumidores e restaurantes. O aplicativo segue cumprindo seu plano nacional de expansão, com investimento previsto de R$2 bilhões, destes mais de R$100 milhões são destinados a expansão em Brasília. A marca têm como premissa desafiar o ecossistema do setor de delivery, levando sua proposta única de valor ao mercado e elevando a experiência de pedir comida via app, com meta de chegar a mais 100 cidades em diferentes regiões do Brasil até junho deste ano.
“Chegar a Brasília é um passo estratégico para o nosso negócio, pois reúne um público diverso, conectado e aberto a novas experiências, provando nosso compromisso de trazer os preços baixos e oportunidade de ganhos”, afirma Bruno Rossini, Diretor Sênior de Comunicação da 99.
Na semana passada, a 99Food anunciou a chegada em Fortaleza, Maceió, Porto Alegre, Sorocaba, São José dos Campos e Manaus, somando a presença em mais de 70 cidades em todo país, incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia, Belo Horizonte, Salvador e Curitiba.
A 99Food chega a Brasília com mais de 4,6 mil restaurantes cadastrados, incluindo grandes redes como McDonald’s e Burger King, além de diversos estabelecimentos locais. Dentro do SuperApp da 99, a proposta é que todos os envolvidos na plataforma se beneficiem. Para os clientes, a chegada do serviço traz incentivos como cupons de até R$99 e entregas gratuitas nas primeiras compras, além dos menores preços do mercado.
“Além de ampliar as ofertas para quem já é atuante na categoria, a chegada da 99Food abre espaço para estabelecimentos e consumidores que atualmente não participam do mercado de delivery de comida devido aos preços e taxas altas praticados pela concorrência”, explica o executivo.
Pesquisa: A relação dos moradores e estabelecimentos de Brasília com o delivery
Em uma pesquisa exclusiva, encomendada pela 99Food ao Instituto Locomotiva, mostra que o hábito de pedir comida já está consolidado em Manaus, e revela ainda desafios importantes, especialmente em relação a preços e dependência das plataformas. Entre os consumidores, o levantamento aponta que:
● 6 em cada 10 pedem delivery ao menos 1 vez por semana ● 74% consomem principalmente no jantar ● 93% utilizam o serviço em casa ● 80% consideram os aplicativos um apoio importante na rotina
Os números reforçam o perfil ativo e exploratório do consumidor de Brasília, isto é, que gosta de experimentar novos pratos, impulsionado também pela diversidade cultural da cidade. O reflexo é claramente percebido nos pedidos e, embora pizza e lanches sigam entre os mais populares, há espaço relevante para diferentes culinárias. Sobre preferências gastronômicas:
● 55% optam por pratos regionais brasileiros com destaque para culinárias Nordestina e Mineira ● 7 em cada 10 consumidores pede pelo menos um prato da culinária internacional (japonesa, italiana e mexicana) ● Para 88% a pizza é o prato que preferido para o delivery
A pesquisa aponta ainda que a chegada de novas plataformas, como a 99Food, surge como resposta a uma demanda clara por melhores condições no mercado, especialmente em relação a preços e taxas. Do lado dos estabelecimentos, os aplicativos desempenham papel central na sustentação e crescimento dos negócios, tanto em operação quanto na aquisição de clientes. Entre os empresários, os dados mostram que:
● 82% consideram os aplicativos muito importantes para o negócio ● 93% afirmam que seria difícil manter as operações sem eles ● 95% dizem que o delivery é fundamental para conquistar novos clientes
Com esse cenário, a expansão da 99Food em Brasília busca atender a essa demanda por maior competitividade no setor, oferecendo uma alternativa com menores taxas e potencial de ampliar tanto o acesso dos consumidores quanto a rentabilidade dos restaurantes.
Para garantir o sucesso dessa operação e expansão, a marca aposta na tecnologia proprietária que otimiza a jornada de trabalho dos entregadores por meio de mapas aprimorados e inteligência artificial para realizar o “match” ideal entre pedido e motociclista. Isso torna mais eficiente e aumenta potencialmente a oportunidade de ganhos dos parceiros, tanto que o resultado é um tempo médio de 25 a 30 minutos por pedido, sendo a 99Food é o aplicativo de delivery mais rápido do mercado brasileiro. A operação em Brasília conta com aproximadamente 6 mil entregadores que poderão ter um ganho diário mínimo garantido de R$250 ao realizar 20 viagens de moto pela 99, sendo ao menos cinco de delivery de comida.
E com a chegada à capital do país, os consumidores passam a contar com um ecossistema completo em um único aplicativo, reunindo mobilidade com a 99, soluções financeiras com a 99Pay e agora o delivery de comida. “Brasília reúne características únicas, com uma cultura gastronômica forte, um gigante polo de tecnologia e um mercado em crescimento. Queremos ser a opção com mais benefícios, variedade e agilidade para os consumidores, ao mesmo tempo em que ampliamos as oportunidades de ganho para entregadores e ajudamos restaurantes a expandirem seu alcance e lucratividade”, afirma Rossini.
Sobre a 99 A 99 é uma empresa de tecnologia que oferece conveniência e soluções para as necessidades dos brasileiros. O aplicativo faz parte da companhia global Didi Chuxing (“DiDi”) e no Brasil conecta pessoas a serviços de mobilidade, pagamentos e entregas.
No YouTube, territórios por meio da arte “Culturas Urbanas” revela histórias reais de artistas que transformam
Já está disponível no YouTube o documentário “Culturas Urbanas” , uma série que mergulha nas histórias de personagens que constroem, diariamente, a cultura urbana do
Distrito Federal como espaço de pertencimento, resistência e transformação.
Com realização do IBRANOVA e produção de Juno, Nove Zero Um e Carol Cortez, o projeto apresenta diferentes expressões da arte urbana, revelando como essas manifestações vão além do entretenimento e se consolidam como ferramentas de formação, identidade e impacto social.
O primeiro episódio apresenta Fab Girl, dançarina e educadora que encontrou no breaking um caminho de reconexão com sua história e de transformação coletiva. A narrativa evidencia a dança como território de afeto, ancestralidade e construção de novas possibilidades para jovens da periferia.
No segundo episódio, o foco é a Batalha da Escada, na Universidade de Brasília (UnB), onde a rima improvisada se transforma em instrumento de pensamento crítico, expressão política e fortalecimento comunitário. Mais do que uma disputa de MCs, o espaço se consolida como um ecossistema de formação e pertencimento.
No terceiro episódio, a cidade se transforma em tela a partir da trajetória de Pedro Sangeon, artista visual que utiliza o espaço público como território de reflexão e sensibilidade. Suas obras propõem pausas no cotidiano urbano e convidam o público a ressignificar a relação com a cidade, mostrando como a arte de rua pode criar novos territórios simbólicos e ampliar o olhar sobre o mundo.
Já no quarto episódio, a narrativa se volta para a construção de identidade com Wesley Santos, criador de uma marca que nasceu no Conic e se tornou símbolo da cultura urbana brasiliense. A partir da moda, do skate e das ruas, o episódio revela como a Verdurão contribui para afirmar o orgulho de ser de Brasília e traduz, em linguagem estética, uma identidade em constante construção.
Mais do que um registro audiovisual, “Culturas Urbanas” se apresenta como um retrato sensível e potente das periferias e da cidade. Com estética vibrante e narrativa contemporânea, a série convida o público a enxergar a cultura urbana como um espaço legítimo de produção de conhecimento, identidade e transformação social.
Nova edição da competição, nos dias 28 e 29 de março, promete reunir chefs, entusiastas da culinária e apaixonados por inovação em uma experiência que mistura arte, cultura e novas formas de criação
A capital federal recebe, nos dias 28 e 29 de março, mais uma edição do Printer Chef 2026, competição que une gastronomia, criatividade e tecnologia, dentro da programação do Geek Prime, no espaço Jardim Urbano, do Shopping Conjunto Nacional. O evento promete reunir chefs, entusiastas da culinária e apaixonados por inovação em uma experiência que mistura arte, cultura e novas formas de criação.
Realizado pelo Instituto Inovatec, em apoio institucional com a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF) e apoio tecnológico da 3DBS, empresa líder em bioimpressão, o Printer Chef 2026 se consolida como um dos pontos altos do Geek Prime. A proposta central é explorar como a ciência e a tecnologia, especialmente a impressão 3D de alimentos, podem revolucionar a culinária, promovendo a sustentabilidade e a nutrição.
Esta edição mergulha profundamente no tema da gastronomia do futuro, destacando a pesquisa científica, a experimentação e o desenvolvimento de novas soluções com PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais) como base culinária obrigatória, como pilares para formas autênticas de criação e consumo alimentar.
Durante os dois dias de evento, os participantes do Printer Chef terão a oportunidade de vivenciar workshops e palestras, além de desafios que estimulam a inovação, o pensamento criativo e a experimentação, aproximando diferentes áreas como design, gastronomia e cultura maker. A competição, que ocorre ao vivo, valoriza não apenas o sabor e a apresentação dos pratos, mas também o conceito científico e a história por trás de cada criação, muitas delas utilizando Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANCs) do Cerrado e técnicas de bioimpressão.
Para Angela Oliveira, uma das idealizadoras da iniciativa, o Printer Chef representa a convergência entre diferentes formas de expressão criativa. “O Printer Chef nasceu com a ideia de mostrar que criatividade não tem limite e que quando juntamos gastronomia, design e tecnologia, surgem experiências surpreendentes e inspiradoras”, destaca.
O CEO do evento, Tonico Novaes, reforça que o encontro também tem o objetivo de estimular o ecossistema criativo do Distrito Federal. “Brasília tem um enorme potencial criativo e trazer o Printer Chef para dentro do Geek Prime é uma forma de conectar talentos, incentivar a inovação e mostrar que a criatividade pode estar em todos os lugares, inclusive na cozinha”, afirma.
Além da competição, o público que visitar o Geek Prime poderá acompanhar de perto as apresentações do Printer Chef, interagir com os participantes e conhecer tendências que unem arte, tecnologia, criatividade e gastronomia.
O Geek Prime é um evento focado na cultura pop, geek e nerd, que reúne atrações como atores, dubladores, ilustradores, influenciadores, bandas, e-sports, cosplay, ambientes temáticos, stands interativos, vila dos artistas e gastronomia temática. E com o Printer Chef 2026, a expectativa é transformar o Jardim Urbano do Conjunto Nacional em um grande laboratório de ideias, onde criatividade e experimentação serão os principais ingredientes.
Serviço Printer Chef 2026 – Geek Prime Data: 28 e 29 de março Local: Jardim Urbano do Shopping Conjunto Nacional Mais informações: printerchef.com.br/bsb26
Sobre o Printer Chef O Printer Chef é o primeiro evento do mundo dedicado à gastronomia impressa em 3D e à valorização de ingredientes nativos, especialmente os do cerrado.
Evento amplia experiência cultural, reforça práticas sustentáveis e conecta o fazer artesanal a uma agenda de desenvolvimento, inclusão e responsabilidade
Entre tradição, criatividade e um olhar cada vez mais atento à sustentabilidade, o 21º Salão do Artesanato – Raízes Brasileiras, revela sua força como uma das principais iniciativas nacionais dedicadas ao setor. Com a participação de 21 estados e do Distrito Federal, o evento reúne exposição e comercialização de peças, oficinas gratuitas de gastronomia e artesanato, praça de alimentação temática e programação cultural com música, cordel, repente, teatro infantil e palhaçaria, contemplando toda a família. O salão acontece de 1º a 5 de abril, no Pavilhão do Parque da Cidade, em Brasília, com entrada franca e conta com o apoio do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (MEMP), do Sebrae — DF, Senac -DF e dos governos de Minas Gerais e Goiás.
“Nosso papel é destacar o artesanato como parte essencial da cultura brasileira e força econômica e social. Por trás de cada peça há artistas que preservam tradições, transformam matérias-primas em expressão cultural e geram renda para suas comunidades. O que hoje o mundo chama de sustentabilidade está na origem do fazer artesanal”, afirma Leda Simone Alves, diretora-executiva da Rome Eventos e produtora do Salão.
Como uma vitrine da diversidade cultural brasileira, o Salão destaca técnicas e saberes ancestrais e criações que dialogam com o design contemporâneo. O público encontra uma gama de tipologias, como cerâmica, madeira, fibras naturais, bordados, rendas e biojoias, apresentadas em uma ambientação que valoriza cada peça e evidencia a identidade de seus criadores.
Curadorias como a do PAB e Sebrae — DF trazem para Brasília a força de mãos que tecem histórias do país a partir de matérias-primas como barro, madeira, sementes, palha, couro e pedras. São cerca de 100 mil peças que carregam memória, território e tradição, revelando um modelo produtivo que combina valor cultural, geração de renda, uso consciente de recursos e exclusividade.
Este princípio está refletido na operação do evento que trabalha com gestão de resíduos, compensação de carbono, acessibilidade e inclusão produtiva. O Salão reforça, assim, seu papel como plataforma que conecta a economia criativa a valores contemporâneos de responsabilidade social e ambiental.
Participam presencialmente mais de 500 artesãos, além de associações e coletivos que ampliam o alcance do evento. Entidades como a Confederação Brasileira de Artesãos (Conart) e a Confederação Nacional dos Artesãos do Brasil (Cnarts) também marcam presença.
“Buscamos proporcionar um evento cada vez mais completo e responsável. O Salão evolui como um espaço que integra cultura, inclusão e desenvolvimento econômico, alinhado a práticas conscientes e incremento à economia criativa. Mais do que uma feira, é um ambiente de convivência, aprendizado e valorização da criatividade brasileira”, revela Rômulo Mendonça, diretor-geral da Rome Eventos.
Além da exposição, o evento conta com brinquedoteca, áreas de descanso, espaços de convivência e praça de alimentação com opções que refletem a diversidade da culinária brasileira. A acessibilidade é prioridade e os ambientes são adaptados para garantir conforto e circulação a todos os públicos.
O artesanato como protagonista
Entre os destaques do evento, a galeria do PAB reúne estandes de 21 estados, além do Distrito Federal. “O Programa do Artesanato Brasileiro (PAB) reafirma o artesanato como eixo estratégico de política pública, impulsionando a geração de renda, a inclusão produtiva e a valorização da diversidade cultural do país. A realização do 21º Salão do Artesanato consolida o compromisso ao ampliar o acesso dos artesãos aos mercados nacionais e promover desenvolvimento econômico nos territórios”, assegura Elisabete Bacelar, diretora de Artesanato e Economia Criativa do PAB.
No espaço do Sebrae DF serão 16 empreendedores selecionados por meio de edital, sendo 12 artesãos e 4 manualistas. A curadoria seguiu critérios técnicos e evidencia a diversidade estética, técnica e cultural da produção do Distrito Federal.
Além de estar incluído na curadoria do PAB, por meio da Secretaria da Retomada de Goiás, o estado marca presença em estandes exclusivos com peças em cerâmica, fibras naturais, madeira e bordados, refletindo a identidade do artesanato goiano. Da mesma forma, o estado de Minas Gerais — um dos parceiros mais antigos do Salão do Artesanato — ocupa áreas ampliadas e de destaque, apresentando sua tradição reconhecida em trabalhos em madeira, pedra-sabão, tecelagem e bordados, evidenciando a diversidade e a excelência de sua produção artesanal.
O Salão do Artesanato é espaço de valorização tanto do artesanato, ligado à tradição e à ancestralidade, quanto da manualidade, que incorpora processos contemporâneos. Em comum, ambas têm as mãos como instrumento de expressão cultural, identidade e pertencimento.
Esse universo se materializa em uma área superior a 6 mil metros quadrados, reunindo vestuários, acessórios, objetos de decoração, instrumentos musicais e itens utilitários. São peças moldadas, esculpidas, bordadas, talhadas e forjadas pelo mais puro talento, evidenciando a diversidade de técnicas e a potência criativa brasileira.
Bom gosto e bom senso
Uma linguagem sempre muito presente — em quantidade e qualidade —no evento é a moda. “O artesanato está bombando como uma onda sustentável na moda. Cada peça é única, feita com amor e cuidado, usando materiais naturais e técnicas passadas de geração em geração. É moda com consciência”, reforça Leda.
Nesse cenário, o feito à mão ganha protagonismo ao unir estética e responsabilidade, fortalecendo cadeias produtivas locais e apontando caminhos mais sustentáveis para a indústria. No Salão, essa conexão se revela em roupas de fibras naturais, bordados, rendas, crochês, biojoias, acessórios, bolsas e calçados, que traduzem a diversidade de técnicas e territórios do país.
Programação artística e cultural
Ao longo de cinco dias, o evento apresenta um mosaico de expressões artísticas que convergem com a diversidade cultural brasileira, sob a curadoria da GRV Música, Media Ideias e Projetos. Na oralidade ancestral, o cordel ganha destaque com Tupãira Tapuia; nas artes cênicas, o público encontra teatro infantil com a Cia A Excêntrica Família Firula e Marmotagem & Cia, o mamulengo com Mamulengo Lengo Tengo, além de circo e palhaçaria com a Companhia Cosmonautas Mágicos e Oráculo da Palhaça.
Na música, as atrações se desdobram em diferentes estilos, com Jacarandá e Braúna na moda de viola, Claudivan Santiago na raiz sertaneja, Som de Minas na música mineira, Chico de Assis e João Santana no repente, Aperto de Mão no chorinho, Boi Jatobá no boi bumbá, Maísa Arantesna rabeca e pife, além de Rosana Brown e Salomão di Pádua, que transitam entre o jazz, MPB e pop, compondo uma agenda plural e pensada para todas as idades.
Oficinas e vivências
Sucesso entre o público, as oficinas convidam ao universo da criação através da experimentação de técnicas diversas. Nesta edição, o salão amplia essa frente formativa para além do público adulto, com atividades para as crianças e pessoas com deficiência.
O Ateliê Pé d’Água, com nomes como Mestre Anselmo, Geuza Joseph, Fabianca de Barros Igor Bessa, Roberta Lara, André Giga, Gabriel Guirelli, Giovanna Mee, Rafael Pederneiras e Rafael Sardinha, propõe vivências com a cerâmica e a argila. Entre as manualidades, o destaque vai para as oficinas de crochê, crochê em lacre e bonecas abayomi. Para o público infantil, o Projeto Transforme-se, oferece oficinas introdutórias e lúdicas em técnicas como crochê e feltro.
No enfrentamento ao capacitismo, o grupo “Os Eficientes”, com as artesãs Rose Elaine da Silva e Janete Rodrigues, ministra oficinas de fuxico com abordagem acessível e sensorial, promovendo expressão, autonomia e inclusão. O grupo também realiza ao Roda de Conversa: Acessibilidade e Inclusão Social da Pessoa com Deficiência, com Walter Santos, Barbara Barbosa, Cesar Ascar e Charles Jatobá, com mediação de Elma Lucia.
A programação se completa com a experiência sensorial “Cerâmica às Cegas”, que amplia a percepção por meio do tato e estimula a participação de diferentes públicos em um ambiente acolhedor e democrático. Na condução, também está o Ateliê Pé d’Água, com Marta Rufonni, Nathalia Dionisio e Carla Ariene.
A cargo do Senac — DF ficam as oficinas gastronômicas que aproximam o público das tradições culinárias brasileiras. Ministradas por chefs e cozinheiros populares, as atividades percorrem diferentes técnicas e saberes, com temas que vão do preparo de pescados brasileiros e panificação à confeitaria e ao universo do chocolate, incluindo receitas especiais para a Páscoa, como sobremesas clássicas, ovos artesanais e alternativas criativas ao uso do cacau, além de bebidas e preparações práticas para o dia a dia.
Cada oficina contará com cerca de 30 vagas, preenchidas por ordem de inscrição no local.
Praça de Alimentação
A praça de alimentação do Salão do Artesanato reúne sabores que atravessam o país e ampliam a experiência do público dentro do evento. Entre as opções, o visitante encontra desde acarajé e galinha caipira, passando por pamonha e curau, churrasco, até caldos, paella, crepes, pastéis, além do café e dos chocolates da Lugano, que ganham destaque especial no clima de Páscoa, trazendo um toque de celebração e afeto ao percurso gastronômico.
Posicionada estrategicamente próxima ao espaço onde se concentram as principais atrações musicais, artísticas e culturais do Salão, a praça se torna um ponto de encontro natural do público, acompanhando o ritmo do evento entre uma apresentação e outra.
Rome Cidadania
O compromisso social se materializa no Rome Cidadania, iniciativa que há mais de 15 anos abre espaço para projetos sociais em eventos da produtora. No campo social, o Salão reafirma seu compromisso com a inclusão e a transformação de realidades ao subsidiar a participação de instituições de grande relevância no Distrito Federal.
Entre elas estão o Lar dos Velhinhos Bezerra de Menezes, que atua no acolhimento de idosos em situação de vulnerabilidade; a ONG Vida Positiva, voltada ao apoio e à promoção da cidadania; a Associação dos Deficientes Visuais, que trabalha pela autonomia e inclusão de pessoas com deficiência visual; a Aldeia SOS, que acolhe crianças e jovens em situação de risco, oferecendo suporte integral e oportunidades de desenvolvimento; a Abrace, que presta assistência a crianças e adolescentes com câncer e doenças hematológicas, oferecendo suporte às suas famílias, e o coletivo Os Eficientes, que, formado por pessoas com deficiências diversas, promove a inclusão por meio da expressão artística, fortalecendo o protagonismo, a visibilidade e a participação social. Juntas, essas iniciativas reforçam o papel do evento como plataforma de impacto social, ampliando o acesso a oportunidades e fortalecendo vínculos com a comunidade.
Em diálogo com iniciativas públicas, como a parceria com a Secretaria da Mulher do Distrito Federal, o Salão contribui para a autonomia econômica de mulheres em situação de vulnerabilidade, valorizando o papel do artesanato como ferramenta de transformação social.
Sobre o Salão do Artesanato Realizado em Brasília desde 2008, o Salão do Artesanato soma 17 edições na capital e 4 em São Paulo. Um dos maiores eventos do segmento no país, a cada ano reúne produções de todas as regiões brasileiras, com apoio do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB) e do Sebrae. O Salão está alinhado com Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) centrais para sua atuação, como o ODS 8 (trabalho decente e crescimento econômico), o ODS 10 (redução das desigualdades), o ODS 11 (cidades e comunidades sustentáveis), o ODS 12 (consumo e produção responsáveis) e o ODS 13 (ação climática), além de contribuir para o ODS 5 (igualdade de gênero) e o ODS 16 (governança, ética e integridade).
PROGRAMAÇÃO CULTURAL
1ª de abril – Quarta-feira 18h30 – Tupãira Tapuia | Cordel / Oralidade ancestral 19h45 – Jacarandá e Braúna | Moda de viola
02 de abril – Quinta-feira 18h30 – Claudivan Santiago | Raiz sertaneja 19h45 – Som de Minas | Música mineira
03 de abril – Sexta-feira 13h45 – Cia A Excêntrica Família Firula | Teatro infantil 15h30 – Mamulengo Lengo Tengo | Mamulengo 18h30 – Maísa Arantes | Rabeca / Pife 19h45 – Aperto de Mão | Chorinho / Samba
04 de abril – Sábado 13h45 – Marmotagem & Cia | Teatro infantil 15h30 – Companhia Cosmonautas Mágicos | Circo / Palhaçaria 18h30 – Chico de Assis e João Santana | Repente / Viola nordestina 19h45 – Rosana Brown | Jazz / MPB / Pop
05 de abril – Domingo 15h30 – Oráculo da Palhaça | Palhaçaria / Circo 17h00 – Boi Jatobá | Boi bumbá / Cultura popular 18h30 – Salomão di Pádua | MPB / Samba
PROGRAMAÇÃO DE OFICINAS CRIATIVAS
1º de abril (quarta-feira) Sala 01 17h às 18h — Artes da Terra: Introdução à cerâmica e ancestralidade | Ateliê Pé d’Água (Mestre Anselmo, Igor Bessa e Roberta Lara) | Livre – infantil e adulto 19h às 20h — Amigurumi | Projeto Transforme-se – Emili Pereira | Livre – infantil
Sala 02 17h às 18h — Crochê em Lacre | Projeto MOVA-DF – Adriana Piau | Livre – infantil e adulto 19h às 20h — Crochê | TecerFios – Eliane Barroso | Livre – infantil e adulto
02 de abril (quinta-feira) Sala 01 17h às 18h — Feltro | Projeto Transforme-se – Juliana Lepletier | Livre – infantil 19h às 20h — Formas e volumes: criação de obras em argila | Ateliê Pé d’Água (André Giga e Gabriel Guirelli) | Livre – infantil e adulto
Sala 02 17h às 18h — Crochê | TecerFios – Eliane Barroso | Livre – infantil e adulto 19h às 20h — Fuxico | Projeto MOVA-DF – Kátia | Livre – infantil e adulto
03 de abril (sexta-feira) Sala 01 13h às 14h — A Arte do Belisco: Técnica Milenar | Ateliê Pé d’Água (Giovanna Mee e Rafael Pederneiras) | Livre – infantil e adulto 15h às 16h — Roda de conversa: acessibilidade e inclusão social da pessoa com deficiência | Walter Santos, Bárbara Barbosa, Cesar Ascare e Charles Jatobá (mediação: Elma Lucia) | Livre – infantil e adulto 17h às 18h — Cerâmica às Cegas: experiência sensorial com olhos vendados | Ateliê Pé d’Água (Marta Rufonni, Nathalia Dionisio e Carla Ariene) | Adulto e pessoas cegas
Sala 02 13h às 14h — Oficina de fuxico | Grupo “Os Eficientes” (Rose Elaine da Silva e Janete Rodrigues) 15h às 16h — Bonecas abayomi | Projeto Transforme-se – Maria Mendes | Crianças a partir de 10 anos 17h às 18h — Crochê | TecerFios – Eliane Barroso | Livre – infantil e adulto 19h às 20h — Crochê | Projeto MOVA-DF – Luzanira Gomes | Livre – infantil e adulto
04 de abril (sábado) Sala 01 13h às 14h — Pintura em tecido: criatividade e personalização | Oficina de Moda 15h às 16h — Máscaras de argila: montagem e colagem com barbotina | Ateliê Pé d’Água (Geuza Joseph e Fabianca de Barros) | Livre – infantil e adulto 16h às 17h — Upcycling criativo: transformação de materiais em acessórios (chaveiros) | Oficina de Moda 19h às 20h — Argila criativa: escultura livre | Ateliê Pé d’Água (Igor Bessa e André Giga) | Livre – infantil e adulto
Sala 02 13h às 14h — Sachês aromáticos | Projeto Transforme-se – Virgínia Canedo | Livre – infantil e adulto 15h às 16h — Oficina de fuxico | Grupo “Os Eficientes” (Rose Elaine da Silva e Janete Rodrigues) 17h às 18h — Pintura em MDF | Projeto MOVA-DF – Conceição | Livre – infantil e adulto 19h às 20h — Crochê | TecerFios – Eliane Barroso | Livre – infantil e adulto
05 de abril (domingo) Sala 01 17h às 18h — Vasos e blocagem: cerâmica para a família | Ateliê Pé d’Água (Nathalia Dionisio e Rafael Sardinha) | Livre – infantil e família
Sala 02 13h às 14h — Costura à mão: pintura em tecido | Projeto MOVA-DF – Ana Cristina | Livre – infantil e adulto 15h às 16h — Oficina de fuxico | Grupo “Os Eficientes” (Rose Elaine da Silva e Janete Rodrigues) 17h às 18h — Crochê | TecerFios – Eliane Barroso | Livre – infantil e adulto 19h às 20h — Laço de pontas | Projeto Transforme-se – Bruna Bessoni | Livre
PROGRAMAÇÃO DE OFICINAS GASTRONÔMICAS
Sala Senac
1º de abril (quarta-feira) 19h30 — Pescados brasileiros à mesa: a versatilidade da Pescada Amarela
02 de abril (quinta-feira) 19h30 — Colomba pascal (dicas de panificação)
03 de abril (sexta-feira – Sexta-feira Santa) 16h30 — Tarte au citron 19h30 — Panacotta com lemon curd
04 de abril (sábado) 16h30 — Ovo de brownie recheado: alternativas ao alto custo do cacau 19h30 — Temperagem de chocolates para ovos de Páscoa
05 de abril (domingo – Domingo de Páscoa) 16h30 — Coquetéis sem álcool (mocktails) para a Páscoa 19h30 — Pizzas simplificadas para o dia a dia
Serviço
21º Salão do Artesanato – Raízes Brasileiras Pavilhão do Parque da Cidade – Brasília (DF) De 1º a 5 de abril Horários: Quarta e quinta: das 16h às 22h Sexta, sábado e domingo: 11h às 22h
Como parte das comemorações da Páscoa, a cafeteria lança receita única de Pão de Frutas e promove oficina de decoração de biscoitos na unidade da Caixa Cultural
Em clima de celebração, recomeços e união, o Ernesto Cafés Especiais preparou uma novidade gastronômica para a Páscoa de 2026 e também investiu numa parceria com a
Caixa Cultural para a realização de uma oficina gratuita de confeitaria para adultos e crianças.
A novidade apresentada pela chef do Ernesto Cafés Especiais, Marta Liuzzi, é o pão de mandioquinha com frutas cristalizadas. A criação incorpora ao cardápio uma receita de família, pensada para quem busca sabores diferenciados e cheios de memória afetiva.
“Essa receita era uma tradição da minha avó. Aprendi com ela e sempre quis compartilhar esse pão, que carrega muito afeto”, afirma Marta. A unidade (300g) é vendida por R$ 36,00.
O Pão de Frutas, singular no sabor e na concepção, promete uma experiência gastronômica única. Com a massa feita de mandioquinha que agrega sabor, maciez e cor, a combinação com frutas cristalizadas e o toque de canela, garantem uma surpresa de sabores a cada mordida, ideal para acompanhar os cafés especiais do Ernesto.
“As frutas se encaixam perfeitamente, e escolhemos as melhores opções para rechear o pão com equilíbrio. A canela traz profundidade e faz com que todos os sabores se encontrem”, declarou Marta.
Experiência em família
Para quem deseja celebrar a Páscoa em um momento de aprendizagem em conjunto, a Caixa Cultural e o Ernesto Cafés promovem uma experiência única para famílias, a oficina Confeitos e Encantos – Especial de Páscoa. Com três turmas a serem ofertadas nos dias três, quatro e cinco de abril, a prática propõe um momento coletivo entre adultos e crianças para a decoração de biscoitos temáticos da Páscoa.
Com o objetivo de estimular o convívio familiar, a criatividade e o prazer de criar juntos, os participantes vão aprender técnicas simples de confeitaria, explorando cores, texturas e formas, e transformando a experiência em uma lembrança afetiva compartilhada. As práticas vão ocorrer às 11h e às 16h, com duração de uma hora, na Caixa Cultural. As inscrições são gratuitas pelo site caixacultural.gov.br
Páscoa Ernesto Cafés Especiais:
Pão de frutas: R$ 36,00 disponível em todas as unidades Ernesto – Asa Norte (CLN 108 BL A Loja 48), Asa Sul ( CLS 115 BL C) e Caixa Cultural (SBS Q. 4 BL A Lotes 3/4 Loja 1).
Oficina Confeitos e Encantos – Especial de Páscoa: 3, 4 e 5 de abril, na Caixa Cultural
Brasília, às 11h e às 16h, 20 vagas e 60 minutos de duração. Para famílias e crianças a partir de 4 anos. Inscrições gratuitas pelo site caixacultural.gov.br
Com o conceito de Newstalgia, Iconic Collection resgata a essência da marca com ícones e fragrâncias clássicas, trazendo um design minimalista e moderno que atrai novas gerações
Alguns clássicos nunca saem de cena, eles se reinventam para dar espaço ao novo. Enquanto muitas marcas nativas digitais são efêmeras, a Avon carrega um legado de 140 anos que nos permite liderar o movimento Newstalgia. Esse conceito não é apenas um olhar para o passado, mas uma ponte que conecta a herança da marca com o “fast-forward” das tendências atuais. É a partir dessa ideia que a Avon apresenta a Iconic Collection, uma coleção que revisita fragrâncias que fizeram história no portfólio da marca e retorna com releituras contemporâneas de perfumes que marcaram gerações.
O lançamento chega em um momento de transformação da própria marca. A Avon que o mundo conhecia, agora se posiciona como uma FemTech, unindo a velocidade da tecnologia às demandas do universo feminino. Mais ágil, mais digital e conectada com os novos tempos, a marca evolui de uma tradicional empresa de beleza para um sistema de inovação feito por e para mulheres.
Como parte desse movimento, a Iconic Collection traz de volta fragrâncias que atravessaram gerações e se tornaram parte da memória afetiva de milhares de consumidores. Entre os destaques estão Sweet Honesty Fun, Charisma Magnetic, Topaze Elegant e Toque de Amor Lovely. As quatro fragrâncias brilham com combinações super atuais de ingredientes e capturam a essência do tempo em um frasco.
Além disso, a coleção ganha um colecionável em edição limitada, o Batom Crystal, que traz a inovação de mudar de cor conforme o pH dos lábios, democratizando a ciência da beleza. O produto ganha uma embalagem inspirada na estética dos frascos da Iconic Collection, reforçando o brilho e a identidade da linha. A novidade chega ao portfólio como parte da celebração desses ícones da marca e estará disponível a partir de maio.
Ao revisitar esses ícones, a Avon celebra seu legado na perfumaria e reforça sua capacidade de unir tradição e inovação, conectando diferentes gerações de consumidores que já amavam essas fragrâncias e novos públicos que passam a descobri-las agora.
Mais do que revisitar sucessos do passado, a Iconic Collection reafirma o papel da Avoncomo uma marca que honra sua trajetória enquanto continua evoluindo junto com as mulheres e suas necessidades.
Os perfumes da coleção estarão disponíveis por meio das Consultoras de Beleza Avon, nas principais perfumarias e no e-commerce oficial da marca: www.avon.com.br
Sweet Honesty Fun – R$169,90 É uma fragrância que ilumina e aquece qualquer ambiente com seu buquê floral leve e alegre, misturado à doçura potente da flor de baunilha e ao calor do âmbar. Uma verdadeira joia olfativa que revela o brilho de uma personalidade divertida e espontânea.
Charisma Magnetic -R$169,90 É uma fragrância que impacta na primeira impressão. Carisma e magnetismo transbordam de sua essência floral e se atraem pelo hipnotizante jasmim e pela pureza do lírio do vale. Uma verdadeira joia olfativa que revela o brilho de quem não passa despercebida.
Topaze Elegant – R$169,90 É uma fragrância que exala confiança e elegância. A pera crocante encontra o brilho sofisticado do Ylang ylang enquanto a Flor de Laranjeira irradia uma feminilidade marcante. Uma verdadeira joia olfativa que revela o brilho de quem sabe que é referência pela sua personalidade.
Toque de Amor Lovely – R$169,90 É uma fragrância que olha para a vida com lentes cor-de-rosa. A rosa domina o coração floral, onde seu brilho é realçado pela pimenta rosa. O patchouli oferece um toque de conforto para que a fragrância floresça com suavidade. Uma verdadeira joia olfativa que revela o brilho de quem encanta com seu jeito apaixonado de viver.
Sobre Avon Fundada em 1886 com o propósito pioneiro de promover a autoestima e a emancipação feminina, a Avon consolidou-se como uma das maiores referências globais em beleza. Parte do grupo Natura desde 2020, a marca opera sob o modelo de Femtech desde 2026— uma ‘startup do feminino’ que funde seu legado de mais de mil patentes a uma estrutura ágil e cultura digital-first. Com gestão majoritariamente feminina e estratégia unificada do México à Argentina, a Avon foca na geração de valor e na democratização de tecnologias de alta performance, como o exclusivo Protinol e o Retinol. Sua operação omnicanal integra o social selling de 1,5 milhão de Consultoras de Beleza a uma rede de e-commerce e mais de 1.200 pontos de venda em varejistas multimarcas.
Equipe da unidade do Gurumê no ParkShopping, em Brasília. A operação reúne profissionais de cozinha, salão e gestão em um modelo de jornada 5×2, adotado pela casa para equilibrar desempenho operacional e qualidade de vida dos colaboradores — estratégia que busca reduzir rotatividade e sustentar o crescimento do restaurante no mercado de alimentação fora do lar, Crédito: João Macêdo/Agência MiThi
Implementação prioriza qualidade de vida dos colaboradores e eficiência operacional; grupo pretende expandir modelo para todas as unidades até 2026 sem aumento de quadro de pessoal
A cadeia de restaurantes Gurumê iniciou a implementação da escala de trabalho 5×2 — modelo no qual o colaborador trabalha cinco dias e descansa dois consecutivos — em seis unidades da rede. A iniciativa começou como projeto piloto em junho de 2025 na unidade do Rio Sul, no Rio de Janeiro, e foi posteriormente expandida para outras operações, incluindo Brasília. A empresa afirma que a mudança foi motivada principalmente pela busca de melhor qualidade de vida para os colaboradores, além de ganhos de eficiência na gestão de pessoas.
A adoção do modelo ocorre em paralelo ao debate legislativo sobre jornadas de trabalho no país. Embora ainda não exista obrigatoriedade legal para a escala no setor de alimentação fora do lar, a rede decidiu antecipar a discussão e testar o formato em suas operações.
Restaurantes operam sob uma lógica distinta de setores tradicionais da economia. A maior parte do faturamento se concentra em noites e fins de semana, o que historicamente leva a escalas fragmentadas e jornadas irregulares.
Esse modelo de trabalho contribui para níveis elevados de rotatividade e dificuldades de retenção de profissionais qualificados — um desafio recorrente em toda a indústria de alimentação fora do lar.
Nos últimos anos, empresas do setor passaram a revisar políticas de jornada e benefícios como parte de estratégias de gestão de talentos e sustentabilidade operacional, buscando reduzir custos de turnover e melhorar a experiência do funcionário.
Detalhes da implementação
No Gurumê, a escala 5×2 foi inicialmente proposta por Flávio Fernandes, Restaurateur da unidade Rio Sul da rede e apresentada à liderança do grupo e às áreas internas de Jornada e Gente & Gestão, que aprovaram a realização de um piloto operacional.
Como os restaurantes registram picos de movimento aos fins de semana, o modelo adotado pela rede distribui as folgas ao longo da semana, garantindo dois dias consecutivos de descanso sem comprometer a operação.
“Nos restaurantes, os dias de maior faturamento são justamente os fins de semana. Organizamos a escala para que os colaboradores tenham dois dias seguidos de descanso durante a semana, mantendo a cobertura nos períodos de maior movimento”, afirma Wilkys Ohara, Restauranter da unidade ParkShopping.
Segundo ele, o principal objetivo da mudança foi melhorar a qualidade de vida dos profissionais.
“A motivação foi olhar para o bem-estar do colaborador. Com dois dias consecutivos de descanso, o profissional consegue se recuperar melhor fisicamente e mentalmente, além de organizar sua vida pessoal, estudos e compromissos familiares.”
De acordo com a empresa, a implementação do novo modelo ocorreu sem aumento do QLP (quadro de lotação de pessoal). A reorganização das escalas foi feita por meio de ajustes na gestão de jornada e redistribuição de turnos.
Internamente, a rede afirma observar sinais de melhoria em indicadores de clima organizacional, além de menor queda de desempenho ao final das jornadas de trabalho.
Indicadores operacionais
A unidade do Gurumê no ParkShopping, em Brasília, registra indicadores relevantes desde sua abertura, em 2024. Em aproximadamente dois anos de operação, o restaurante:
Serviu mais de um milhão de pratos
Atendeu mais de 187 mil clientes atendendo mais de 140 mil pedidos
Gerou 90 empregos diretos
Movimentou 110 empregos indiretos na cadeia de fornecedores e serviços
Segundo a empresa, a nova escala contribui para reduzir a queda de produtividade ao final das jornadas e para manter níveis mais consistentes de atendimento ao cliente.
Além dos efeitos operacionais, a empresa afirma que o modelo vem apresentando resultados positivos na área de recursos humanos, especialmente em satisfação interna e retenção de profissionais.
A lógica é simples: jornadas previsíveis e dois dias consecutivos de descanso permitem que funcionários planejem compromissos pessoais, estudos e atividades familiares com maior antecedência.
“Quando as escalas ficam mais equilibradas, os profissionais conseguem organizar melhor sua vida fora do trabalho. Isso aumenta a satisfação com a empresa e reduz o turnover”, afirma Ohara.
Atualmente, cinco unidades do Gurumê já operam com o novo formato de jornada. O grupo pretende ampliar gradualmente o modelo para todas as casas da rede até o final de 2026, caso os resultados operacionais e de gestão de pessoas se mantenham positivos.
A iniciativa busca criar um padrão de jornada que combine previsibilidade para os colaboradores e estabilidade operacional para as unidades.
Se confirmados os ganhos de produtividade e retenção, a experiência pode servir como referência para outras operações do setor de alimentação fora do lar, que buscam equilibrar performance econômica, gestão de pessoas e qualidade de serviço.
Gurumê – onde a gastronomia japonesa encontra a alma brasileira.
O Gurumê é um consagrado restaurante de culinária oriental contemporânea, conhecido por sua qualidade excepcional e ambiente sofisticado. Com uma variedade de pratos deliciosos e uma experiência gastronômica única, o Gurumê conquista o paladar de seus clientes em todo o país.
Em dois anos de operação, a unidade do ParkShopping serviu mais de um milhão de pratos, gerando 90 empregos diretos e 110 empregos indiretos, atendendo mais de 187 mil pessoas.
Espetáculo inspirado na obra infantil de Caio Fernando Abreu fica em cartaz até 29 de março
Após uma estreia com sessões cheias e ótima resposta do público, o espetáculo A Comunidade do Arco-Íris segue em cartaz no CCBB Brasília até 29 de março. Com direção de Suzana Saldanha e supervisão de direção de Gilberto Gawronski, a peça apresenta ao público a única obra infantil de Caio Fernando Abreu, em sessões às sextas, às 16h, e aos sábados e domingos, às 11h e às 16h. A classificação indicativa é livre. Os ingressos custam R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia) e estão disponíveis no site www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília.
A montagem propõe uma reflexão sensível sobre confiança, respeito, amizade, democracia e convivência coletiva, temas centrais do único texto infantil do autor gaúcho (1948–1996). O projeto conta com patrocínio do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
No elenco estão Bianca Byington, Raquel Karro, Gab Lara, Lucas Oradovschi, Lucas Popeta, André Celant, Renato Reston, Patricia de Farias, além dos stand-ins Aisha Jambo e Maksin Oliveira. O espetáculo conta ainda com participação especial em vídeo de Malu Mader, exibido na abertura.
A trama acompanha brinquedos e seres mágicos que decidem viver em comunidade em uma floresta, longe do mundo dos humanos, da poluição e do consumo desenfreado. A chegada de três gatos ao local provoca debates sobre convivência, diferenças e democracia. O universo criado lembra uma espécie de rave ou festa hippie, onde personagens como uma sereia cansada da poluição dos mares, uma bruxa de pano, um soldadinho pacifista com vocação para jardinagem, um mágico incompreendido e um roqueiro em busca de tranquilidade convivem em harmonia.
No papel da Bruxa de Pano, Bianca Byington destaca o tom surpreendentemente leve do texto. “É um Caio que não perde o sarcasmo, mas se apresenta de forma delicada. Impressiona como, já em 1971, ele abordava a questão ambiental de maneira simples, sem militância, mas tocando no essencial: a insatisfação com o consumo e o mundo capitalista”, comenta a atriz.
O cenário interativo, criado por Sérgio Marimba, é composto por uma grande estrutura de ferro flexível, que dialoga com a iluminação de Aurélio de Simoni e os figurinos de Danielly Ramos. O espaço convida as crianças a mergulharem em um universo lúdico e colorido, permitindo que os atores se movimentem livremente pelo cenário.
Segundo Gilberto Gawronski, a obra convida o público infantil a refletir sobre coletividade e diversidade. “Não é um texto que trata diretamente de empoderamento feminino, racismo ou gênero, mas abrange tudo isso. O Arco-Íris de Caio é uma ode à diversidade, a um lugar alternativo e utópico, onde a diferença é respeitada”, afirma.
A direção musical é de João Pedro Bonfá, que mescla canções gravadas e música ao vivo. O espetáculo conta ainda com uma composição-tema assinada por Tony Bellotto e seu filho, João Mader, inspirada no hino da Comunidade do Arco-Íris citado no texto original. “Transformamos a música em um rock’n’roll no estilo Titãs, gravado ao vivo em estúdio, o que trouxe uma sonoridade potente e muito interessante para a cena”, explica Bonfá.
Suzana Saldanha e Caio Fernando Abreu
“Apesar de escrita há mais de 40 anos, trata-se de uma peça ecológica e atual. Caio denúncia, naquela época, o mesmo que denuncio hoje, em 2024”, diz Suzana Saldanha, que participou da fundação do inovador Grupo de Teatro Província de Porto Alegre, em 1970, onde trabalhou com Caio Fernando Abreu. “Além de jornalista e escritor, era um belíssimo ator”, lembra. Logo depois, em 1971, Caio escreveu “A Comunidade do Arco-Íris”.
“O texto fala de forma poética sobre esse movimento de pessoas se organizando em comunidades, no auge da ditadura. Para nós, artistas, estava muito ruim. Mas nem todos iam da cidade para o campo. Caio foi para uma comunidade em Londres. Já eu fui morar, em 1973, com colegas de faculdade no Centro de Arte Sensibilização e Aprendizagem, onde também funcionava uma escola de teatro, em Porto Alegre”, recorda.
Quando volta ao Brasil em 1979, Caio entrega A Comunidade do Arco-Íris nas mãos de Suzy Baby, como chamava a amiga Suzana. “Eu fiquei louca com o texto”, lembra a diretora, que, no mesmo ano, estreia o espetáculo sob sua direção. Em 2008, a diretora contribui para a montagem da peça com crianças da Escola Carlitos (SP).
Em 2018, um novo encontro com a obra: Suzana apresenta o texto ao amigo e produtor Flávio Helder, que se apaixona, e decidem remontá-lo. “Eu quero mostrar ao público o lado amoroso e divertido de Caio Fernando, um autor que ficou muito marcado como porta-voz do mundo gay e que não conheceu a fama em vida, mas que hoje é lido por todos, sobretudo o público jovem”, afirma a artista.
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Acessibilidade
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional.
O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van | De quinta a domingo
Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h
A Páscoa é tempo de reencontros, memórias afetivas e, claro, de boa comida compartilhada. Pensando em tornar a data ainda mais especial, o Dom Francisco Restaurante já está com as encomendas abertas para quem deseja levar para casa os sabores que marcaram gerações. As encomendas podem ser feitas pelo WhatsApp da unidade Asa Sul: (61) 99152-3836 .
A proposta é simples: permitir que cada cliente monte sua própria celebração, com pratos preparados com atenção aos detalhes e ingredientes selecionados, ideais para compor uma mesa farta e cheia de significado.
Para quem prefere viver a experiência completa no restaurante, o Dom Francisco também estará de portas abertas no domingo de Páscoa, com atendimento por ordem de chegada. A ideia é proporcionar um ambiente acolhedor, onde famílias e amigos possam celebrar juntos, sem pressa, valorizando o que realmente importa: estar à mesa.
Em 2026, a maior feira de negócios das favelas acontece em 25 e 26 de abril, pela primeira vez, em Ceilândia
A Expo Favela Innovation Brasília 2026 já está com inscrições abertas e será realizada nos dias 25 e 26 de abril, no estacionamento do SESC Ceilândia. O tema deste ano é “Oportunidade de negócio na sua quebrada”.
Organizado pela Central Única das Favelas (CUFA DF) e pelo Projeto S.A, o evento chega à sua quarta edição consolidado como a maior feira de negócios do 4º setor no Distrito Federal, conectando empreendedores, investidores, artistas e o público em geral.
Empreendedores interessados em participar podem realizar a inscrição gratuitamente pelo site do evento.
Segundo Bruno Kesseler, presidente da CUFA DF, a Expo Favela 2026 marca um movimento estratégico de descentralização ao chegar, pela primeira vez, à Ceilândia — um dos principais pólos culturais e empreendedores do DF. A escolha do território responde a uma demanda recorrente dos próprios expositores e reforça o compromisso de ampliar o acesso a oportunidades reais de negócios e crescimento profissional.
“Decidimos fazer a 4ª edição em Ceilândia, para aproximar ainda mais o nosso público de oportunidades de negócios e crescimento profissional. Essa é uma demanda que recebemos dos expositores desde a primeira edição. Vamos levar a Expo para um território que pulsa e vive a economia criativa”, afirma Kesseler.
Saiba o que rolou em 2025
Em 2025, da Expo Favela DF consagrou-se como vitrine estratégica para inovação e negócios periféricos. Entre centenas de inscritos, 50 empreendedores foram selecionados para expor e passaram por preparação conduzida pela Escola de Negócios da Favela, com foco no aprimoramento do pitch e na maturidade das propostas. Cinco finalistas garantiram vaga na etapa nacional, em São Paulo, ampliando a presença do Distrito Federal no cenário brasileiro.
Entre os destaques estiveram Ex-Devedor, Cachos Brasil, PIFF e Lela Spa, além da grande vencedora Natália Ofão, com a marca Cuidados do Cerrado, que aposta em cosméticos naturais veganos produzidos a partir de insumos do bioma e embalagens 100% sustentáveis.
“Foi um momento de muita conexão e de muita conquista. Participar dessa experiência foi valioso demais. Consegui também fazer networking e fazer com que outras pessoas, não só do DF, conhecessem os nossos produtos”, celebra Natália Ofão.
A programação também reforçou o papel da Expo como plataforma de debate e formação. Mesas temáticas reuniram especialistas para discutir empreendedorismo, economia criativa, responsabilidade social e, sobretudo, inteligência artificial aplicada a pequenos negócios, música, produção de conteúdo, políticas públicas e TV 3.0.
No palco, a força cultural deu o tom da experiência, com apresentações gratuitas de nomes como Dudu Nobre, RAPadura e Negra Flow, ampliando o alcance do evento e conectando negócios, tecnologia e cultura em um mesmo ecossistema.
Inscrições abertas para 2026
A edição de 2026 promete ser ainda maior e mais diversa. O evento premiará o negócio campeão com R$ 15 mil. Cinco finalistas garantem vaga na grande final nacional da Expo Favela Innovation Brasil, que reunirá representantes de todo o país, em São Paulo.
A programação vai reunir mesas de debates, workshops, exposições e rodadas de negócios, mantendo o formato inclusivo e interativo que já se tornou marca registrada do evento.
De acordo com Kesseler, essa edição promete ser ainda mais abrangente. “A Expo promove negócios que carregam ciência ancestral, conhecimento popular e soluções criativas que nascem nos territórios periféricos e têm enorme potencial de transformação. Isso é inovação! Esse conceito não se limita apenas a startups ou tecnologia tradicional”, finaliza Bruno
Serviço
Evento: Expo Favela Innovation Brasília 2026
Datas: 25 e 26 de abril
Local: Estacionamento, em frente ao Sesc Ceilândia
Chegada da Saga Malls e de André Camargo marca nova fase de gestão e projetos para o empreendimento
O DF Plaza Shopping, em Águas Claras, inicia um novo ciclo de gestão com a chegada da Saga Malls, empresa responsável pela nova administração do empreendimento. Além disso, o empreendimento tem André Camargo como superintendente, responsável pela condução das operações e pela gestão estratégica do empreendimento.
Com 18 anos de experiência na gestão de centros comerciais, André passa a liderar o planejamento estratégico do DF Plaza Shopping, incluindo iniciativas voltadas para fortalecimento do mix de lojas, ampliação das ações de entretenimento e desenvolvimento de novos projetos para o espaço.
A nova administração tem como objetivo consolidar o shopping como um dos principais polos compras, gastronomia e lazer da região de Águas Claras, apostando em iniciativas que ampliem a experiência do público e reforcem a presença do empreendimento na dinâmica urbana da cidade. De acordo com André Camargo, a nova fase busca fortalecer o relacionamento com os consumidores. “Temos o compromisso de valorizar o potencial do empreendimento e desenvolver projetos que ampliem as experiências oferecidas ao público. A ideia é trabalhar em parceria com os lojistas para fortalecer o shopping como um espaço de lazer, compras, gastronomia e entretenimento”, afirma.
A administração também prevê o desenvolvimento de novas ações voltadas para eventos, programação cultural e iniciativas que estimulem a circulação de visitantes, acompanhando o crescimento da região e as demandas do público que frequenta o shopping.
A gastronomia é um dos principais atrativos do DF Plaza Shopping, reunindo restaurantes que se consolidaram como referência entre os frequentadores do empreendimento. O mix gastronômico inclui casas como Coco Bambu, Outback Steakhouse, Pueblito, Terrazas, Madero, Jerônimo, L’Entrecontê, Kimura Sushi, além de opções conhecidas do público como Burger King e Taverna Viking. A diversidade de estilos, que vai de frutos do mar e culinária internacional a hambúrgueres artesanais e gastronomia japonesa, tornando o shopping um importante polo gastronômico da região de Águas Claras.
Informações: 61 99663-6939 / 61 3451-5750 Horário de funcionamento: De segunda a sexta: 10h às 22h. Aos domingos: 14h às 20h (lojas), 11h às 23h – Alimentação (todos os dias)
Em março e abril, iniciativa apoiada pela NeoenergiaBrasília e pelo Instituto Neoenergia, por meio da LIC-DF, leva cultura popular e tecnologia para as escolas de,Brazlândia,Itapoã e Estrutural.
O projeto Filhos da Terra – Circuito de Educação Patrimonial realiza, em março e abril, uma série de ações educativas em escolas públicas de três regiões administrativas do Distrito Federal: Brazlândia (Centro Educacional Vendinha – área rural), Estrutural (CEF 2) e Itapoã (Zilda Arns). A proposta une cultura popular, tecnologia e educação patrimonial em uma experiência imersiva que conecta jovens ao patrimônio imaterial brasileiro. Voltada a estudantes de 11 a 18 anos do ensino fundamental e médio, a iniciativa conta com o apoio da Neoenergia Brasília e do Instituto Neoenergia, por meio da Lei de Incentivo à Cultura (LIC).
Ao longo da programação, o projeto reforça seu interesse na preparação de professores e educadores na metodologia e nas trilhas de conhecimento que propõem para o trabalho com os alunos, apresentada por meio de um conjunto de 6vídeo aulas com apresentação da metodologia. Além da ação com os professores, em cada escola, será apresentada a coleção Cadernos de Cultura, conjunto editorial que documenta manifestações tradicionais brasileiras. Três exemplares completos da coleção serão doados às unidades escolares para uso pedagógico de professores e estudantes. As atividades incluem, além de apresentações de grupos locais de cultura popular, roda de conversa sobre cultura e identidade, exibição de documentário do projeto e vivência interativa com os jogos digitais educativos desenvolvidos pelo Filhos da Terra, que abordam manifestações como o Maracatu e a Congada.
Para garantir o acesso às atividades digitais, o projeto disponibilizará 40 tablets com acesso à internet no dia do evento em cada escola. Os estudantes também receberão uma ecobag personalizada contendo um pendrive com acesso ao conteúdo educativo completo do projeto, além de materiais que levam aos estudantes informações importantes sobre o uso consciente da energia, permitindo que o aprendizado ultrapasse o espaço escolar e chegue também às famílias.
Como forma de fortalecer as identidades culturais locais, um grupo cultural da própria comunidade será convidado para realizar apresentação presencial em cada região, promovendo o diálogo entre tradição, território e juventude. A expectativa é beneficiar aproximadamente 2.500 estudantes nas três regiões administrativas.
Cadernos de Cultura
Fruto de quase dez anos de pesquisa de campo pelo projeto Filhos da Terra – Diversidade e Cultura, a coleção Cadernos de Cultura consta de 12 unidades inspiradas na obra O Povo Brasileiro, de Darcy Ribeiro, com registros feitos pelo fotógrafo Eraldo Peres, idealizador do projeto Filhos da Terra.
O rico material está segmentado em quatro volumes principais, inspirados nas matrizes formadoras do país, como: Sertões, sobre vaqueiros, tropeiros e tradições do interior; Costa Atlântica, dedicada às culturas litorâneas e suas conexões com o mar; Mineração, que percorre os caminhos históricos da exploração mineral e suas expressões culturais; e Povos da Mata, focado nos modos de vida e espiritualidade das comunidades da floresta.
Os Cadernos revelam celebrações, rituais e práticas tradicionais que moldam os saberes populares em diferentes regiões do Brasil e se utilizam de elementos como fotografia, etnografia visual e inventário participativo. “Levar nosso Patrimônio Imaterial para os bancos escolares é de suma importância para garantir a informação e a valorização das festas populares do nosso país. E o apoio do Instituto Neoenergia é fundamental para que possamos seguir com esse legado apresentando e valorizando nossa cultura junto os jovens”, afirma Eraldo.
Game On
Na programação, uma das atividades de grande atratividade em ambientes escolares é o Game On, proposta de gamificação que transforma o aprendizado sobre cultura popular em experiência interativa. Os alunos mergulham em jogos digitais sobre o Maracatu Rural e a Congada.
A estratégia, criada por Eraldo Peres para dialogar com o universo jovem, amplia o interesse pelas festas tradicionais brasileiras. Organizados por manifestação cultural, os games convidam a uma viagem pelo Brasil, explorando símbolos, personagens e narrativas dessas celebrações.
Os mesmos módulos que serão apresentados nas escolas estão disponíveis, gratuitamente, na aba Rede Cultura Game, no site do projeto. No ambiente virtual, o jogador percorre cenários inspirados nessas festas, guiado por Beto, âncora de telejornal que atua como mestre de cerimônias e conduz desafios contra os “Inimigos da Cultura”, vilões que tentam impedir os festejos. Ao longo das fases, surgem figuras emblemáticas como o Caboclo de Lança e a Dama do Paço, em um processo educativo fluido, lúdico e contemporâneo.
Sobre Eraldo Peres
Fotojornalista e produtor cultural, Eraldo Peres nasceu no Rio de Janeiro e vive em Brasília desde a infância. Atuouem importantes jornais, revistas e agências nacionais e internacionais e, desde 1996, dedica-se a iniciativas como Festa Brasileira e Filhos da Terra, voltadas à documentação fotográfica e audiovisual do patrimônio imaterial brasileiro.
Seu trabalho foi reconhecido em premiações como o Nikon Photo Contest International, o Humanity PhotoAwards (Unesco) e recebeu menção honrosa no World Press Photo. É diretor do Festival Mês da Fotografia e atua como curador de exposições e livros de fotografia.
Sobre o projeto
Reconhecido nacionalmente, o projeto Filhos da Terra foi finalista do Prêmio Rodrigo Melo Franco, concedido pelo Iphan, e desenvolve, há quase uma década, ações de pesquisa, documentação e difusão das culturas populares brasileiras. Inspirado nos Brasis de Darcy Ribeiro, o projeto constrói uma cartografia visual das manifestações tradicionais do país, reunindo acervo editorial, documentários, jogos digitais e metodologias educativas voltadas à valorização do patrimônio imaterial.
A coleção Cadernos de Cultura, que integra o acervo do projeto, foi realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e é distribuída gratuitamente a instituições públicas de educação e cultura, além de estar disponível para acesso digital no site oficial: www.filhosdaterra.org.
Sobre o Instituto Neoenergia
Sobre o Instituto Neoenergia: Integra o investimento social privado da Neoenergia, com o propósito de fomentar iniciativas que estimulem a transformação das pessoas e do planeta, nas regiões onde a empresa opera seus negócios. O Instituto desenvolve e apoia programas e projetos que colaboram com a redução das desigualdades sociais e a luta contra as mudanças climáticas. Por meio de cinco pilares de atuação – Educação, Formação e Pesquisa, Biodiversidade e Meio Ambiente, Arte e Cultura, Ação Social e Novas Tecnologias – fomenta transformação social a partir da descentralização territorial, onde comunidades vulnerabilizadas e mulheres negras estão no centro das mudanças. Em 2025, beneficiou mais de 3,12 milhões de pessoas.
Filhos da Terra – Circuito de Educação Patrimonial
Brazlândia – Centro Educacional Vendinha (área rural) Data: 25 e 26 de março de 2026
Estrutural – CEF 2 Data: 23 e 24 de abril de 2026
Itapoã – Zilda Arns Data: 9 e 10 de abril de 2026
Público-alvo: estudantes de 11 a 18 anos do ensino fundamental e médio Patrocínio: O projeto tem apoio da Neoenergia Brasília e do Instituto Neoenergia, por meio do Edital Transformando Energia em Cultura, via Lei de Incentivo à Cultura do Governo do Estado do Distrito Federal (LIC-DF).
Montagem do Conosco Coletivo de Criadores traz à cena antiga ópera inglesa, com direção de grandes nomes das artes e uma reflexão política e feminista de mais de 300 anos
Brasília recebe um feito para a música erudita: a circulação da ópera barroca Venus and Adonis, de John Blow (1682), em montagem completamente encenada. O projeto é uma realização do Conosco Coletivo de Criadores e ocupará os palcos do Sesc Taguatinga (Teatro Paulo Autran) e do Sesc Gama (Teatro Paulo Gracindo) entre os dias 21 e 29 de março, com entrada gratuita para todos os espetáculos.
Considerada pelo dicionário Grove de Música como o mais antigo exemplo conhecido de ópera inglesa, Venus and Adonis antecede até mesmo a célebre Dido and Aeneas de Henry Purcell. No entanto, o que torna a obra disruptiva para o seu tempo é seu conteúdo subversivo. Longe de ser uma mera celebração da realeza, a peça funciona como uma crítica política velada ao rei Charles II. Com o subtítulo “A Masque for the Entertainment of a King” (Um interlúdio para entretenimento de um rei), a ópera utiliza a mitologia e a alegoria da “caça” para satirizar os costumes da corte e as aventuras amorosas do monarca.
O aspecto revolucionário da obra se estende ao seu libreto, hoje atribuído à poeta Anne Kingsmill. Em uma época em que a mulher tinha pouca ou nenhuma agência na sociedade e nas artes, Kingsmill entrega uma narrativa onde Vênus, uma figura feminina, é a força motriz de toda a tragédia. A obra subverte o mito original: na versão de Blow, não é o ímpeto masculino de Adônis, mas sim as artimanhas e a complexidade de Vênus que conduzem o destino dos amantes. Trata-se de uma das primeiras vozes do feminismo nos palcos da ópera, retratando a mulher como uma figura poderosa, multifacetada e capaz de conduzir a História.
O formato e a montagem
Venus and Adonis é classificada como um masque, uma forma de “semi-ópera” típica da Inglaterra. Diferente da ópera tradicional, a música não serve apenas para conduzir a narrativa linear, mas surge como interlúdio, criando uma estrutura de descontinuidade que se mostra extremamente moderna para o espectador de hoje. Essa característica permite à direção criar estratégias cênicas inovadoras, que mantêm o interesse do público por meio de imagens e metáforas.
Para esta montagem em Brasília, o Conosco Coletivo de Criadores—formado por Cecília Aprigliano, André Vidal e Mônica Monteiro—reuniu um time de peso. A direção musical é assinada por Cecília Aprigliano e André Vidal, que também atuarão como instrumentistas, enquanto a regência fica a cargo de David Castelo. A concepção moderna da obra, que mescla a música renascentista com o olhar do homem do século XXI, fica por conta da direção artística do premiado artista plástico Gê Orthof, responsável pela concepção plástica e cenário, e da direção cênica da coreógrafa e bailarina Giselle Rodrigues. A concepção do figurino ficou a cargo de Nina Monteiro, quanto Monica Monteiro assume a coordenação geral.
O elenco de solistas é composto por:
Joyce Moreira (soprano) como Vênus
Gustavo Freccia (barítono) como Adônis
Isabel Quintela (soprano) como Cupido
Completam a montagem um corpo estável de 16 músicos especializados em música antiga (com instrumentos como flautas doces, violas da gamba, cravo e teorba), um coro de oito vozes e uma equipe técnica de 17 profissionais, todos com larga experiência em suas áreas, em sua maioria do Distrito Federal.
Programação:
Sesc Taguatinga Norte (Teatro Paulo Autran)
21/3 (sábado): recital, às 20h
22/3 (domingo): recital, às 19h
Endereço CNB 12 Área Especial 2/3 – Taguatinga
Sesc Gama (Teatro Paulo Gracindo)
27/3 (sexta): sessão para Escolas, às 15h30, com audiodescrição
28/3 (sábado): recital, às20h
29/3 (domingo): recital, às19h
Endereço: Setor Leste Industrial, Lotes 620, 640, 660 e 680, Gama
Entrada franca, sem a necessidade de retirada de ingresso
Duração: 60 min
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Acessibilidade: as sessões serão legendadas e a sessão do dia 27/3 contará com audiodescrição
Sobre o Conosco Coletivo de Criadores Idealizado por Cecília Aprigliano, André Vidal e Mônica Monteiro, o coletivo tem como missão fomentar a produção musical e cênica no Distrito Federal, promovendo o encontro entre a música de câmara e outras linguagens artísticas.
Com curadorias de Ana Avelar e Divino Sobral, as exposições “Arquiteturas do Poder” e “Eiro” propõem um olhar crítico sobre as bases estruturais e históricas do paí
A partir do dia 1º de abril, a galeria Cerrado Cultural, em Brasília, transforma seus dois pavimentos em um espaço de potente reflexão visual e histórica. Localizado na QI 05, Chácara 10 do Lago Sul, a @cerrado.galeria inaugura, simultaneamente, as exposições Arquiteturas do Poder, de Lais Myrrha, e Eiro, de Helô Sanvoy. Embora independentes, as mostras tecem um diálogo profundo sobre os apagamentos, as memórias e as relações de trabalho e de poder que alicerçam o Brasil.
Desse modo, é estabelecido uma conversa entre os artistas. É o zeitgeist, o espírito do tempo, que se manifesta, valendo-se de materiais e linguagens tão distintas. Suas obras convergem, quase por acaso, para as mesmas temáticas. Essa troca ganha ainda mais força com a presença de dois curadores de excelência, que conduzem o público por essas narrativas com clareza e sensibilidade: a historiadora e crítica de arte Ana Avelar e o pesquisador, artista e diretor artístico da Cerrado Divino Sobral. A temporada segue de portas abertas, com visitação gratuita, até o dia 9 de maio.
O peso oculto da forma geométrica
No térreo, sob a curadoria de Ana Avelar, Lais Myrrha apresenta Arquiteturas do Poder. A artista faz de Brasília o centro de sua investigação, colocando-a como alegoria de um Estado que se projeta racional, branco e perpétuo, mas que não considera a desigualdade social sobre a qual foi constituído. Sem buscar a invalidação do modernismo, mas recusando a reverência cega, Myrrha expõe o que as superfícies lisas e os ângulos retos de nossas construções icônicas tentam esconder o trabalho dos que construíram a cidade e a herança colonial que a capital tentou apagar.
A curadora Ana Avelar destaca essa ambivalência constitutiva do modernismo nas obras da artista, onde a beleza arquitetônica seduz, mas também silencia. Séries como Estudo de Caso: Kama Sutra, Dupla Exposição, em que edifícios modernistas se sobrepõem a pinturas históricas de Debret e Portinari, e Vertebral Case, com imponentes fragmentos de colunas de concreto caídas como ruínas ósseas, convidam o visitante a medir, com o próprio corpo, o tamanho dessa utopia fraturada.
A matéria, o corpo e o trabalhador brasileiro
Já no piso superior, o público é recebido por Helô Sanvoy em Eiro, sua primeira mostra individual PM na galeria Cerrado, com curadoria de Divino Sobral. Aqui, a investigação afasta-se do concreto armado e debruça-se sobre a carga histórica e econômica dos materiais cotidianos. O artista cria atritos poéticos utilizando carvão, pó de pau-brasil, vidro estilhaçado, couro e copos americanos para falar sobre a precarização do trabalho e o corpo marginalizado pelo capital.
Divino Sobral conduz o olhar do espectador para a sutileza com que Sanvoy transforma materiais em signos. O próprio título da mostra faz referência ao sufixo latino “-eiro”, que constitui o nosso gentílico, originado da extração exploratória do pau-brasil, e nomeia tantas profissões populares, como pedreiro, boiadeiro, coveiro, lixeiro. Destacam-se obras que vão desde a utilização do vidro temperado estilhaçado em Lucidez difusa, até a instável e transparente instalação Continente, erguida com centenas de copos americanos empilhados, equilibrando a fragilidade do material e a força da memória coletiva.
Dois olhares curatoriais
Vale destacar que as mostras marcam também um encontro de visões curatoriais refinadas. Ana Avelar, com sua vasta experiência acadêmica e atuação focada na arte moderna e contemporânea brasileira, traz uma leitura afiada e histórica para as provocações de Lais Myrrha.
Já Divino Sobral, que também é artista visual, empresta sua sensibilidade estética e poética para desdobrar as materialidades de Helô Sanvoy, construindo, juntos, uma experiência imperdível na capital federal.
Quem é quem?
LaisMyrrha: Sua prática artística evidencia a relação entre o lugar físico e o lugar simbólico, abordando os discursos de poder denotados por convenções espaciais e arquitetônicas. Possui obras no acervo de instituições como Pinacoteca de São Paulo, Blanton Museum of Art (EUA) e Fundação de Serralves (Portugal). Já expôs em bienais de destaque, como a 32ª Bienal de São Paulo e a 13ª Bienal de La Habana.
HelôSanvoy: Artista goiano, mestre em Artes Visuais e membro do Grupo EmpreZa. Sua pesquisa transita por desenho, vídeo, performance, objeto e instalação, explorando as qualidades plásticas e políticas de diferentes materiais. Vencedor do Prêmio Pipa (2023), possui obras em coleções de peso, como as do MAC-USP, Museu de Arte do Rio (MAR) e MARGS.
Ana Avelar (Curadora): Historiadora da arte, curadora e professora universitária com foco em arte moderna, contemporânea e crítica curatorial. Realiza exposições em museus e galerias pelo Brasil e é conselheira do Prêmio Pipa.
Divino Sobral (Curador): Pesquisador, artista visual, curador independente e diretor artístico da Cerrado Galeria. Com vasta produção crítica no Brasil e exterior, sua prática cruza memória, história e materialidade de maneira sensível e poética, tanto em seus textos quanto em suas próprias obras.
Sobre a Cerrado
Com sedes em Brasília e Goiânia, a Cerrado consolidou-se como um dos principais espaços de difusão da arte contemporânea no Centro-Oeste. A galeria promove a circulação de artistas joven e consagrados, investe na formação de público e fomenta novas coleções. Sua programação reúne exposições, debates e ações educativas.
Serviço:
Exposições: Arquiteturas do Poder (Lais Myrrha) e Eiro (Helô Sanvoy)
Curadorias: Ana Avelar e Divino Sobral
Quando: 1º de abril a 9 de maio de 2026
Onde: Cerrado Cultural – SHIS QI 05, Chácara 10, Lago Sul, Brasília/DF
Horários: Segunda a sexta, das 10h às 19h; sábado, das 10h às 13h
Restaurantes de Brasília oferecem opções especiais para quem segue o costume de não consumir carne e sugestões para a quebra do jejum no domingo de Páscoa
A Semana Santa é um dos períodos mais simbólicos do calendário cristão, marcada por tradições que atravessam gerações. Entre elas, está o costume de não consumir carne vermelha, especialmente na Sexta-feira Santa, como forma de reflexão, respeito e espiritualidade. Durante esses dias, peixes, frutos do mar e preparações mais leves ganham protagonismo à mesa.
Já no domingo de Páscoa, a tradição dá lugar à celebração. É quando ocorre a quebra do jejum para aqueles que seguem o costume à risca, permitindo novamente o consumo de carnes, além do clássico momento de confraternização em família — que, claro, inclui as tradicionais delícias de chocolate.
Em Brasília, quem mantém essa tradição encontra nos restaurantes da cidade uma variedade de opções que atendem tanto aos dias de abstinência quanto ao almoço especial de Páscoa. Eles prepararam sugestões que combinam sabor, técnica e respeito ao período.
Restaurante Japonês Haná
Uma ótima opção para quem deseja manter a tradição da Semana Santa, especialmente com pratos à base de peixes e frutos do mar, e também celebrar o almoço de domingo de Páscoa com uma experiência diferenciada é o restaurante japonês Haná, localizado na 408 Sul, que recentemente reabriu suas portas totalmente repaginado.
A dica fica por conta do Rodízio Clássico Haná que reúne mais de 80 opções, entre entradas frias e quentes, fritos e empanados, pratos quentes, sushis tradicionais, niguiris, uramakis, prensadinhos, joys, sashimis, grelhados, sugestões do chef, temakis e sobremesas. Todas as iguarias podem ser pedidas à vontade diretamente ao garçom, de forma prática e confortável.
Entre os destaques do Rodízio estão o Nishimê (combinação de camarões, lula, kani, shimeji, queijo e abacaxi salteados na manteiga e shoyu, a Trouxinha de Camarão (frita, feita na massa harumaki, recheada com camarão e cream cheese – acompanha geleia de tamarindo), as Robatas (berinjela, brócolis, queijo, camarão e salmão) e o Mini Yakisoba de Legumes (macarrão japonês com legumes).
Outras opções que enriquecem a experiência são o Niguiri Trufado, o Joy de Anchova Defumada (sushi enrolado com anchova negra defumada e topping de cream cheese e ovas de massagô), o Joy Medalhão (sushi envolto no salmão maçaricado, recheado com camarão empanado na farinha panko, coberto com cebolinha e molho teriyaki), o Carpaccio Black Salmon (salmão defumado na casa, temperado com molho especial e topping de ovas de massagô e flor de sal), o Tataki Kimuchi(salmão picado na ponta da faca, temperado com molho kimuchi e coberto com furikake, cebolinha e flor de sal), além de outras delícias. Para finalizar, as sobremesas completam a experiência, para quem quer se esbaldar com chocolate, destaque para o Tempurá de Sorvete (sorvete de creme frito na massa de tempura e empanado com farinha panko, acompanha calda de chocolate) e a Torta Mousse de Chocolate.
O Rodízio é servido no almoço de segunda a quinta por R$139,90, de sexta a domingo por R$149,90, e no jantar todos os dias por R$149,90. Há ainda a opção de rodízio kids, para crianças de 5 a 10 anos, por R$75. O menu à la carte segue disponível, com pratos quentes, yakissobas, risotos e combinados.
Com uma proposta que valoriza ingredientes frescos, variedade e experiência, o Haná é uma alternativa ideal tanto para quem deseja respeitar os costumes da Semana Santa quanto para quem quer celebrar a Páscoa com sofisticação e sabor.
Serviço Haná Restaurante Japonês
Endereço: SCLS 408 Bloco B Loja 35 – Asa Sul
Telefone: (61) 3244-9999
Horário de funcionamento: Almoço: Segunda a
sexta-feira das 12h às 15h/ Sábados e domingos das 12h às 16h
Jantar: De domingo a quinta-feira das 18h30 às 23h
Instagram: @hanajapones
*Os valores podem sofrer alterações, sem aviso prévio
Santé 13 e Santé Lago
Nos restaurantes Santé 13, na 413 Norte, e Santé Lago, na Orla da Ponte JK, o chef Dimas de Jesus apresenta um menu que contempla tanto os dias em que não se consome carne quanto o momento de celebração no domingo.
Para quem segue a tradição durante a Semana Santa, as sugestões valorizam ingredientes leves e preparos sofisticados. Entre os destaques estão o Bacalhau à Lagareiro, servido de forma descontraída com batata ao murro, brócolis, alho, azeitonas e tomate sweet grape ao perfume de sálvia e pimenta rosa (R$152); o Polvo à Provençal, grelhado na manteiga de ervas e acompanhado de batatas bolinhas na páprica picante, alho confitado, cebola roxa, limão Siciliano, pimentões coloridos e tomate (R$196); e o Risoto ao Pesto com Camarões, com camarões flambados em redução de cassis e cebola caramelizada (R$131).
Já para a quebra do jejum no domingo de Páscoa, o cardápio traz opções mais robustas e ideais para a celebração em família. Entre elas, o Stinco de Cordeiro, marinado por 12 horas e assado lentamente, servido com purê de mandioca especial do chef e farofinha crocante com alho assado, damasco e hortelã ao perfume de salsa (R$149); e o clássico Poivre, filé temperado com pimenta verde, acompanhado de purê de batata rústica e crocante de queijo coalho (R$116).
Para encerrar a experiência, a sobremesa reforça o clima da Páscoa: o Bolo Quente de Chocolate, servido com calda de brigadeiro, chantilly salpicado com castanha de caju e duas bolas de sorvete de creme (R$49), é a pedida perfeita para adoçar a celebração.
Santé 13
CLN 413 Bloco A Loja 40 Reservas: (61) 3037-2132
Segunda: 12h às 17h Terça e quarta-feira: das 12h às 23h
Quinta-feira: das 12h à 0h
Sexta-feira e sábado: das 12h à 1h
Domingo: das 12h às 17h
Happy Hour: terça a sábado, das 16h às 20h
No Instagram: @sante13
Santé Lago
Setor de clubes Esportivos Sul, Trecho 2 – Orla da Ponte JK Reservas: (61) 2099-2460
Segunda: 12h às 23h
Terça, quarta e domingo: das 12h às 23h
Quinta: 12h à 0h
Sexta e sábado: R$12h à 1h
Happy Hour: terça a quinta, das 16h às 21h, e de sexta a domingo, das 16h às 20h No Instagram: @santelago
Ação acontece de 23 de março a 03 de abril e atende crianças e adolescentes de 6 a 17 anos com consultas oftalmológicas e odontológicas gratuitas
A cidade de Planaltina/DF recebe o Projeto Olhar Cidadão, iniciativa que oferece atendimentos oftalmológicos e odontológicos gratuitos para crianças e adolescentes de 6 a 17 anos, estudantes da rede pública de ensino. A ação acontece de 23 de março a 03 de abril, no Centro de Ensino Especial 01, Setor Educacional, Lote 1 com foco na prevenção, diagnóstico precoce e cuidado humanizado.
Antes de chegar a Planaltina, o projeto já passou pela Estrutural, Sol Nascente e Samambaia, levando atendimentos e ampliando o acesso à saúde em regiões com maior vulnerabilidade social. Após a etapa em Planaltina, a iniciativa segue para Guará, Ceilândia, Itapoã e Santa Maria, ampliando ainda mais o alcance da ação no Distrito Federal.
O projeto busca fortalecer o desenvolvimento infantil e o desempenho escolar, considerando que problemas de visão e de saúde bucal não identificados na infância podem comprometer a aprendizagem, gerar dores, infecções e impactar a autoestima e a convivência social.
Cuidado que transforma o desenvolvimento infantil
Durante a etapa em Planaltina, os estudantes terão acesso ao atendimento odontológico, com avaliação completa, aplicação de flúor, limpeza, orientações de higiene bucal e procedimentos preventivos. As ações contribuem para a redução de dores e faltas escolares, promovendo mais bem-estar e qualidade de vida.
Já o atendimento oftalmológico inclui triagem, consulta com especialista e, quando necessário, entrega gratuita de óculos, garantindo melhores condições para a concentração e o aprendizado em sala de aula.
Saúde também é um direito na infância
O Olhar Cidadão nasceu com a missão de ampliar o acesso a serviços essenciais de saúde bucal e visual em regiões com maior vulnerabilidade social. A iniciativa atua de forma estruturada, com foco em impacto social real, prevenção e cuidado integral com a infância.
Com um modelo itinerante, o projeto percorre diferentes regiões administrativas do DF, consolidando uma rede de cuidado que fortalece políticas públicas e promove transformação social por meio da saúde.
O projeto é uma realização da OSC Líderes do Brasil, com apoio da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), fortalecendo políticas públicas voltadas à proteção e ao desenvolvimento de crianças e adolescentes.
Serviço
Projeto Olhar Cidadão – Etapa Planaltina/DF Data: 23 de março a 3 de abril Onde: Centro de Ensino Especial 01, Setor Educacional. Lote 1 Público: crianças e adolescentes de 6 a 17 anos, estudantes da rede pública Atendimentos oftalmológicos e odontológicos gratuitos Inscrições: http://www.olharcidadaodf.com.br
Em abril, mês que celebra a conscientização sobre o autismo, a Artesanal Cia. de Teatro apresenta montagem premiada que mistura teatro de animação, música e poesia para falar de forma delicada e sensível sobre a neurodiversidade
A CAIXA Cultural Brasília apresenta, de 16 a 19 de abril, o espetáculo Azul, da Artesanal Cia. de Teatro. A montagem premiada mistura teatro de animação, música e poesia para falar de forma delicada e sensível sobre a neurodiversidade. A peça terá sessões às 10h e 15h (dias 16 e 17), e às 11h e 18h (dias 18 e 19). Os ingressos começam a ser vendidos a partir de sábado, 11 de abril, na bilheteria física da CAIXA Cultural, a partir das 9h, e no site da Bilheteria Cultural, a partir das 13h.
Voltado para crianças a partir de 5 anos, jovens e famílias, o espetáculo convida o público a mergulhar no universo de Violeta, uma menina curiosa que aprende a se comunicar com o irmão Azul, um garoto que enxerga e expressa o mundo de maneira única. A relação entre os dois abre espaço para reflexões sobre acolhimento, diferença e convivência.
A dramaturgia nasce de uma pesquisa cuidadosa da companhia. O processo de encenação contou com a consultoria de Cris Muñoz – atriz, pesquisadora da área de inclusão, autista e mãe de uma criança no espectro. Sua colaboração trouxe um olhar atento à acessibilidade para pessoas neurodivergentes, especialmente em aspectos sensoriais da montagem, como o cuidado com o volume do som e com as transições de luz.
Com bonecos e máscaras criados pelo artista visual Dante e uma trilha sonora original que conecta personagens e emoções, “Azul” transforma o palco em uma experiência sensorial e poética. O tempo, quase como um personagem, lembra que cada pessoa vive no seu próprio ritmo.
Azul também coloca em foco o papel da família como espaço de construção de afeto e pertencimento. A relação entre Violeta e Azul inspira o público a refletir sobre cuidado, tolerância e as muitas formas de comunicação possíveis, sobretudo na infância.
A peça tem texto e dramaturgia de Andrea Batitucci e Gustavo Bicalho, direção artística de Gustavo Bicalho e Henrique Gonçalves, e direção de produção de Marta Paiva. O elenco reúne Alexandre Scaldini, Brenda Villatoro, Carol Gomes, Edeilton Medeiros e Tatá Oliveira, com concepção visual que integra bonecos, máscaras e elementos de cena a uma iluminação sensível assinada por Rodrigo Belay.
Montagem premiada
Reconhecida pela crítica, a montagem foi eleita Espetáculo do Ano no Prêmio APCA 2024 (São Paulo) e venceu o Prêmio APTR de Teatro 2023 (Rio de Janeiro) na categoria Melhor Espetáculo. Agora, chega à CAIXA Cultural Brasília com patrocínio da CAIXA e do Governo do Brasil.
SERVIÇO
Espetáculo Azul
Companhia: Artesanal Cia. de Teatro
Local: Caixa Cultural Brasília
Datas e horários: 16 e 17 de abril, às 10h e 15h, e nos dias 18 e 19 de abril, às 11h e 18h
Classificação livre (recomendado a partir de 5 anos)
Haverá intérpretes de LIBRAS nas sessões dos dias 18 e 19
Duração: 70 minutos
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada para clientes CAIXA e demais casos previstos em lei). As vendas têm início no sábado, 11 de abril, na bilheteria física da CAIXA Cultural, a partir das 9h e no site da
Bilheteria Cultural, a partir das 13h. O público receberá tag biodegradável com sementes para plantio.
Norma técnica inédita consolida referencial nacional para a estruturação de sistemas de governança no setor público
Brasília sediou, na terça-feira, 24 de março, o lançamento oficial da ABNT NBR 17265:2026, norma técnica que estabelece um sistema estruturado de governança para o setor público brasileiro. A solenidade foi realizada no Tribunal de Contas da União (TCU), reunindo autoridades, especialistas e lideranças institucionais em torno de um marco para a gestão pública no país.
Promovido pela Rede Governança Brasil (RGB), em parceria com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e o Instituto Latino-Americano de Governança e Compliance Público (IGCP), com apoio do TCU, o evento simbolizou a consolidação de um referencial técnico nacional voltado à melhoria da gestão, ao fortalecimento da transparência e à entrega de melhores resultados à sociedade.
O presidente do TCU, Vital do Rêgo, abriu o evento destacando o desafio histórico da implementação da governança no setor público e a importância de fortalecer a cultura de gestão. “Quem está na gestão pública sabe o quanto é desafiador atuar sem processos bem definidos. E essa obstinação pela governança vem de toda uma trajetória em que nós temos autoridade para falar, porque sentimos na pele como é difícil a posição do gestor, que não tem um ensinamento, que não tem um processo”.
O ministro do TCU, Augusto Nardes, reforçou a necessidade de uma visão estratégica de longo prazo para o país, reforçando que a governança pública é um instrumento essencial para a construção de políticas públicas mais consistentes. “Governança é estratégia de nação. O Brasil precisa de uma visão estruturada, que vá além de projetos eleitorais e pense o futuro do país de forma integrada”.
O presidente da ABNT, Mario William Esper, apontou à relevância da nova diretriz para o fortalecimento da administração pública. “Trata-se de um normativo fundamental que foi construído de forma colaborativa, com a participação da Rede Governança Brasil, do Tribunal de Contas da União e de especialistas que contribuíram para o desenvolvimento de um texto alinhado às melhores práticas”.
A presidente da RGB, Cristiane Nardes, ressaltou o caráter coletivo e histórico da construção da norma. “É um dia muito importante para a Rede Governança Brasil. Essa norma foi feita a várias mãos, em um trabalho que durou quase três anos. Agora temos um modelo que vai nos ajudar a trazer gestão e governança para o Brasil”.
A ABNT NBR 17265:2026
A norma lançada estabelece o primeiro referencial técnico nacional específico para a governança pública, com diretrizes voltadas à liderança, estratégia, gestão de riscos, integridade e controles. Entre seus avanços, está a possibilidade de certificação de órgãos públicos com base em padrões verificáveis, além do alinhamento a referências internacionais. Na prática, a norma busca fortalecer a transparência, qualificar a tomada de decisão e contribuir para uma gestão pública mais eficiente, responsável e orientada a resultados.
Após o lançamento simbólico da norma, houve sua apresentação técnica conduzida pelo diretor presidente da Companhia Brasileira de Governança (CBG), Paulo Alves, coordenador da Comissão de Estudos de Governança Pública da ABNT. “A norma organiza a governança pública como um sistema integrado e coerente, com foco na aplicação prática. Mais do que reunir instrumentos ou documentos, ela busca gerar resultados concretos para a sociedade”, explicou Paulo na ocasião.
O evento reuniu contribuições técnicas e estratégicas sobre a implementação da norma – com participações de Renata Carvalho, especialista em governança pública do Tribunal de Contas da União (TCU), e Eloisa Aquino, especialista em gestão pública, sob mediação de Bruno Ferola, especialista em governança e integrante da comissão técnica responsável pela construção da norma – e um painel de cases de destaque no setor público, com Fernanda Pacobahyba, presidente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e Reynaldo Neto, diretor-geral de Governança e Projetos da Prefeitura de Salvador, além da entrega da Comenda João Augusto Ribeiro Nardes em reconhecimento a lideranças que vêm fortalecendo a governança no país.
Com o lançamento da ABNT NBR 17265:2026, a ABNT Educação passa oferecer capacitações voltadas à aplicação prática da norma, com cursos online destinados a gestores, técnicos e profissionais da área. Além disso, a norma pode ser adquirida com desconto exclusivo de lançamento, e tanto as inscrições para os cursos quanto a compra com condição especial estão disponíveis nos sites oficiais que serão informados pela organização. Mais informações em https://www.abnteducacao.com.br/17265.
Uma juíza do Afeganistão asilada no Brasil participará, na próxima sexta-feira (27), de um encontro em Brasília para discutir os desafios enfrentados pelas mulheres no mundo contemporâneo. O evento integra a programação do Mês da Mulher promovida pela Advocacia Fernanda Hernandez.
A magistrada chegou ao país em 2022, após receber asilo político em decorrência das mudanças no regime afegão ocorridas em 2021, que resultaram em restrições severas aos direitos femininos, incluindo limitações ao acesso à educação e ao mercado de trabalho.
Durante o encontro, restrito a convidadas, a juíza relatará sua trajetória e os impactos das transformações políticas em seu país sobre a vida e a atuação profissional das mulheres.
A iniciativa reunirá mulheres da advocacia, do Direito e do Poder Judiciário e será realizada em formato de café da manhã. Por razões de segurança, o nome da magistrada não será divulgado.
O Delegado de Polícia Civil do Distrito Federal, Thiago Frederico de Souza Costa, recebeu um expressivo reconhecimento nacional por sua atuação estratégica e técnica à frente da Secretaria Executiva do Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública (CONSESP).
Em nota de elogio funcional, o conselho destacou a competência e a dedicação do delegado no fortalecimento da segurança em todo o país.
O documento, assinado pelo Presidente do CONSESP, Jean Francisco Bezerra Nunes, enfatiza que o trabalho de Thiago Costa tem sido fundamental para a integração das forças de segurança em nível nacional. Entre os pontos de maior destaque, a nota cita o fortalecimento do Pacto Federativo, com sua capacidade de articulação em torno de projetos que unem os estados e o Distrito Federal, a gestão estratégica na condução de grandes projetos que posicionam o DF como referência em liderança na segurança pública brasileira e sua dedicação excepcional, com o reconhecimento por acumular os desafios da função nacional com suas responsabilidades locais no Distrito Federal.
“É por imperioso dever de justiça que registramos esta menção elogiosa por sua dedicação e determinação em contribuir para a segurança brasileira”, afirmou o presidente Jean Nunes.
Atualmente, Dr. Thiago Costa exerce o cargo de Secretário Executivo de Gestão Integrada da SSP/DF. Sua trajetória na capital federal já soma mais de seis anos de entregas relevantes, marcadas pelo desenvolvimento de projetos estratégicos e pelo uso de tecnologia e inteligência aplicadas à segurança.
Além de sua atuação no Executivo, Thiago Costa é Vice-Presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Distrito Federal (Adepol/DF).
Este reconhecimento consolida o nome do Dr. Thiago Costa como um dos principais gestores estratégicos da segurança pública atual, unindo o rigor técnico com a visão sistêmica necessária para os desafios federativos.
Conceito que prioriza luz natural, conforto acústico, texturas e integração com a natureza orienta novos projetos e valoriza o bem-estar no cotidiano
Mais do que estética ou funcionalidade, a forma como um espaço é percebido pelos sentidos tem ganhado protagonismo na arquitetura contemporânea. O chamado designsensorial, que propõe ambientes capazes de estimular visão, tato, audição e até o olfato, vem se consolidando como uma diretriz importante em projetos que priorizam bem-estar e experiência.
A proposta vai além do “como o espaço parece” e passa a considerar como ele é vivido no dia a dia. “O design sensorial busca projetar ambientes que sejam percebidos de forma completa, estimulando os sentidos e criando experiências. Não se trata apenas de estética, mas de como o espaço é sentido pelo usuário”, explica a gerente de projetos da Brasal Incorporações, Fernanda Souza.
Na prática, essa abordagem aparece em diferentes escalas do projeto, mas ganha destaque especialmente nas áreas comuns, que vêm sendo pensadas como extensões do morar. Espaços antes considerados complementares passam a concentrar soluções que estimulam os sentidos e promovem a permanência. Iluminação indireta e mais quente, escolha de materiais naturais, controle acústico e integração com o paisagismo ajudam a criar ambientes mais acolhedores e menos impessoais.
Piscinas, lounges, academias e áreas gourmet deixam de cumprir apenas funções específicas e passam a oferecer experiências. A presença de água, por exemplo, contribui não só visualmente, mas também pelo som, criando uma atmosfera mais relaxante. Já o paisagismo atua na qualidade do ar, no conforto térmico e na percepção de bem-estar, enquanto texturas e mobiliário com escala mais doméstica reforçam a sensação de pertencimento. “Esses espaços são pensados para favorecer acolhimento, relaxamento e convivência, estimulando diferentes sentidos de forma equilibrada”, destaca Fernanda Souza.
Em Brasília, características marcantes como o céu aberto, a luminosidade intensa e a relação com áreas naturais ampliam as possibilidades do design sensorial. Pensando nisso, a Brasal Incorporações tem investido em projetos que dialogam com esse contexto e tendem a criar uma integração mais fluida entre arquitetura e paisagem. “A valorização da luz natural e o cuidado com o paisagismo reforçam o padrão urbanístico da cidade e contribuem para experiências mais acolhedoras”, afirma.
Essa relação entre espaço construído e ambiente natural se traduz de diferentes formas na arquitetura contemporânea. Em projetos implantados pela incorporadora próximos ao Lago Paranoá, como o Reserva Orla, o desenho arquitetônico privilegia a paisagem como elemento ativo da experiência. A forma orgânica do edifício, associada a áreas comuns voltadas para o horizonte, contribui para uma percepção contínua entre interior e exterior, reforçando estímulos visuais e sensações de amplitude. “A ideia é que o projeto não apenas funcione, mas também emocione, promovendo uma experiência sensorial no cotidiano”, diz a gerente.
Já em regiões mais adensadas, como o Guará II, propostas como o Auster exploram o design sensorial a partir da ventilação, da presença de áreas abertas e da integração entre espaços. “A configuração dos ambientes favorece a circulação de ar e o uso de áreas externas, criando uma sensação de leveza e frescor que se contrapõe à densidade urbana”, explica Alessandra Nogueira, coordenadora de implantação de interiores da Brasal Incorporações..
No Noroeste, o Nexus 710 traduz essa abordagem em uma lógica voltada à convivência. “As áreas comuns são organizadas de forma integrada, com atenção à iluminação, ao conforto acústico e à disposição dos espaços, criando ambientes que incentivam o uso coletivo e tornam a permanência mais agradável no dia a dia”, conta Alessandra..
Áreas abertas e a experiência sensorial
As áreas abertas assumem papel central na construção dessa experiência, especialmente em uma cidade como Brasília, onde a relação com o exterior é parte da identidade urbana. Jardins, praças internas, decks e espaços ao ar livre são projetados para estimular diferentes sentidos de forma integrada.
A presença da vegetação contribui não apenas visualmente, mas também na melhoria do microclima e na qualidade do ar, enquanto a circulação de vento reforça o conforto térmico e a sensação de frescor. Elementos como espelhos d’água e fontes acrescentam estímulos sonoros que favorecem o relaxamento, criando ambientes mais tranquilos mesmo em áreas urbanas.
Além disso, a configuração desses espaços privilegia a convivência e o uso coletivo, com layouts mais abertos e flexíveis. Caminhos, áreas de estar e zonas de permanência são organizados para incentivar encontros espontâneos e ampliar a sensação de pertencimento. “As áreas abertas são fundamentais para conectar o morador com o ambiente e promover uma experiência mais completa, equilibrando estímulos e sensações no dia a dia”, reforça Fernanda Souza.
O conceito também se conecta diretamente à forma como os espaços são percebidos no cotidiano. Conforto térmico, controle acústico e escolha de materiais influenciam a experiência física, enquanto elementos como água, vegetação e iluminação contribuem para sensações de relaxamento. A integração com a natureza e a presença de luz natural ajudam a reduzir o estresse e promover equilíbrio.
Mais do que uma tendência, o design sensorial aponta para uma mudança na forma de projetar: uma arquitetura que considera não apenas a forma, mas a experiência. Em uma cidade marcada pela escala monumental e pela forte presença da paisagem, como Brasília, essa abordagem reforça a importância de criar espaços que dialoguem com os sentidos e com a vida cotidiana.
A prova acontece no dia 9 de maio, sábado, na Esplanada dos Ministérios, com percursos de 10km, 5km e 1km para as famílias. As inscrições estão abertas e podem ser feitas pelo site Central da Corrida, com duas opções de kit a partir de R$ 89
A Corrida da União Europeia retorna em 2026 para celebrar o Dia da Europa, em 9 de maio (sábado), com uma edição especial na Esplanada dos Ministérios. Em formato sunset, com largada no fim da tarde, o evento propõe uma experiência única ao pôr do sol no coração da capital federal. Integrando a programação da Semana da Europa 2026, a iniciativa reúne embaixadores, representantes do corpo diplomático europeu, instituições culturais e a comunidade local em um momento de celebração, integração e bem-estar.
Os participantes poderão escolher entre três modalidades: 10 km, 5 km e 1 km (categoria família), esta última pensada para incluir crianças, iniciantes e até pets.
As inscrições já estão abertas no portal da Central da Corrida, com duas opções de kit: o básico (R$ 89), que inclui número de peito, lanche e medalha, e o ampliado (R$ 109), com camiseta, meia esportiva, número de peito, lanche, medalha e brinde exclusivo.
Para tornar a experiência ainda mais especial, todos os participantes presentes concorrem, ao final do evento, ao sorteio de uma passagem aérea para a Europa, além de outros brindes.
Sobre a Semana da Europa
Realizada desde 2004, a Semana da Europa chega à sua 22ª edição consolidada como um dos principais eventos culturais internacionais de Brasília. A iniciativa reúne a Delegação da União Europeia no Brasil, embaixadas de 15 países europeus e importantes institutos culturais, promovendo uma ampla programação que celebra a diversidade do continente por meio da música, gastronomia, artes e esporte. Em 2025, mais de 7 mil pessoas participaram das atividades, reforçando a relevância do evento na conexão cultural entre Brasil e Europa.
A programação se estrutura em quatro grandes eventos presenciais, começando pelo EUNIC Jazz Express, nos dias 28 e 29 de abril, que abre o calendário com apresentações musicais inéditas. Para a noite do dia 28, no Clube do Choro, às 20h30, os ingressos já estão à venda, com valores a partir de R$ 30 (meia-entrada mediante a doação de 1kg de alimento, que será destinado ao programa Mesa Brasil SESC), podendo ser adquirido no site do próprio Clube do Choro.
Em seguida, será a vez da tradicional Corrida da União Europeia (9 de maio); do Festival Cultural Europeu (16 de maio), que ocupa o Museu de Arte de Brasília com experiências culturais, gastronômicas e artísticas; e a Mostra de Cinema Europeu, que será realizada no segundo semestre, encerrando as celebrações.
Serviço
Semana da Europa 2026: 19ª Corrida da União Europeia Quando: sábado, 9 de maio, Esplanada dos Ministérios, 17h As inscrições já estão abertas no portal da Central da Corrida, com duas opções de kit: o básico (R$ 89), que inclui número de peito, lanche e medalha, e o ampliado (R$ 109), com camiseta, meia esportiva, número de peito, lanche, medalha e brindes exclusivos.
Para mais informações: Para mais informações: @semanadaeuropa e @uenobrasil
Giovanna Veras irá representar o Brasil no Miss Teen Internacional, que ocorrerá de 15 a 22 de junho no Peru
Eleita em dezembro de 2025 como Miss Teen Brasília. Giovanna Veras é moradora do Gama, e venceu no último dia 14 de março, em Brasília, a 2ª edição do Miss Teen Brasil.
Figurinha carimbada nos concursos nacionais, a jovem de apenas 14 anos já conquistou também o título de Miss Gama. Agora, ela embarca para Lima, no Peru, para representar o Brasil na 10ª edição do Miss Teen Internacional.
Segundo o coordenador do Miss Top Brasil e Miss Teen Brasil, Overlan Oliveira, a preparação para esta etapa foi bem árdua. “Tivemos vários desfiles com trajes típicos, prova de cultura, entrevista, oratória. E a Gigi (Giovanna Veras) venceu quase tudo representando Brasília. Tivemos também uma representante do DF que ficou em 3º lugar”.
Com a agenda lotada, Giovanna conta mais o que mudou de modelo para Miss. “É uma sensação que eu não sei explicar! A Miss tem uma importância muito grande. Minha vida mudou completamente”, conclui.
Quer saber como tudo isso começou e como Gigi concilia a agenda com os estudos? Recomendamos uma entrevista com a jovem, que é também jogadora de capoeira e handebol.
Sobre o projeto
Desde 2008, sob a direção de Overlan Oliveira, o Miss Top Model Brasil e o Miss Teen Model Brasil vem se tornando referência nacional, ao destacar a verdadeira essência dos certames: carisma, compromisso social e amor pela cultura local.
SERVIÇO
Contatos para imprensa: Overlan – (61) 99404-5103 (também whats)
Instagram: @gigi.veras1, @missteenmodelbrasill e @missteenmodelinternacional
Protagonizado por Yeo Jin-goo e Cho Yi-hyun, o filme revisita um cult do cinema sul-coreano com sensibilidade contemporânea
Estreia nesta quinta-feira a nova versão de DITTO: CONEXÕES DO AMOR, uma das histórias românticas mais queridas do cinema sul-coreano. O longa ganha uma releitura moderna e delicada, mantendo o espírito nostálgico que conquistou o público na obra original.
Distribuído pela Sato Company, o filme entra em cartaz em: Barreiras (BA), Belo Horizonte (MG), Caxias do Sul (RS), Formosa (GO), Guanambi (BA), João Pessoa (PB), Luis Eduardo Magalhães (BA), Manaus (AM), Salvador (BA), São Luís (MA) e São Paulo (SP).
Estrelado por nomes conhecidos dos k-dramas, como Yeo Jin-goo (“Hotel del Luna” e “Apostando Alto”) e Cho Yi-hyun (“All of Us Are Dead” e “A Fada e o Pastor”), o filme é dirigido e roteirizado por Seo Eun-young, que assina seu terceiro longa-metragem.
Ambientado entre o final dos anos 1990 e os dias atuais, DITTO: CONEXÕES DO AMOR atualiza o clássico lançado em 2000, período marcante para a consolidação do cinema sul-coreano. A nova versão incorpora mudanças tecnológicas e comportamentais, sem abrir mão da essência emocional que transformou o original em um cult.
Na trama, dois estudantes universitários, um vivendo em 1999 e outro em 2022, descobrem que conseguem se comunicar por meio de um rádio amador. A partir dessa conexão improvável, eles passam a compartilhar histórias, sonhos e sentimentos, construindo uma relação que atravessa o tempo e revela afinidades surpreendentes.
Com uma narrativa sensível sobre amor, destino e conexão humana, o longa propõe um encontro entre gerações, reafirmando o poder das relações mesmo diante das barreiras do tempo.
SINOPSE Yong ouve a voz de uma estranha vinda do futuro, criando uma conexão inesperada entre os dois. À medida que passam a conversar por meio de um rádio amador, eles compartilham suas histórias de amor e descobrem que, apesar de viverem em épocas diferentes, seus sentimentos e experiências se refletem de maneira surpreendente.
A DIRETORA Seo Eun-young é diretora e roteirista sul-coreana. Ela estreou no longa-metragem com Overman (2016), drama exibido em festivais internacionais que acompanha um jovem estudante que encontra no teatro uma forma de lidar com as pressões da vida adulta. Em seguida dirigiu Go Back (2021), filme que também escreveu e produziu. Em DITTO: CONEXÕES DO AMOR (2022), seu terceiro longa-metragem como diretora e roteirista, revisita um romance cult do cinema coreano ao atualizar sua premissa para uma nova geração de espectadores. Seo também dirigiu o curta-metragem Rainy Days, reforçando uma filmografia marcada pelo interesse em histórias sobre juventude, identidade e relações afetivas.
ELENCO Yeo Jin-goo | Yong Cho Yi-hyun | Mu-nee Kim Hye-yoon | Han-sol Na In-woo | Young-ji Bae In-hyuk | Eun-sung
FICHA TÉCNICA Direção | Seo Eun-young Roteiro | Seo Eun-young Baseado em | Ditto, de Kim Jung-kwon Produção | Lee Jeong-eun Fotografia | Jeong Gi-wook Montagem | Kim Hyeong-ju Trilha sonora | Kim Hong-jib Título original | Donggam País | Coreia do Sul Ano | 2022 Duração | 114 minutos Distribuição no Brasil | SATO Company
SOBRE A SATO COMPANY Fundada em 1985, a SATO Company é pioneira e referência na distribuição de animes e tokusatsu no Brasil. Seu portfólio inclui títulos icônicos como Akira, Ghost in the Shell, Ultraman, Jaspion e Jiraiya.
A empresa atua nas áreas de produção, distribuição para cinema, televisão e plataformas digitais, além de agregação de conteúdo e licenciamento.
A SATO foi responsável por trazer ao Brasil os vencedores do Oscar Godzilla Minus One e O Menino e a Garça e, em 2025, realizou o Ghibli Fest, celebrando os 40 anos da distribuidora e do Studio Ghibli.
Realizadores podem inscrever obras preferencialmente inéditas, finalizadas em 2025 e 2026, até o dia 24 de maio, para participar da Mostra Competitiva Nacional e da Mostra Brasília do 59º FBCB
Mais tradicional e longeva mostra cinematográfica do país, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro abre as inscrições para as mostras competitivas de sua 59ª edição, a ser realizada de 11 a 19 de setembro, no Cine Brasília – com exibições paralelas e programações formativas realizadas em outros equipamentos culturais do Distrito Federal.
Produtoras e cineastas interessados em concorrer a vaga na seleção da Mostra Competitiva Nacional e da Mostra Brasília devem fazer a inscrição pelo site do festival até o dia 24 de maio. No formulário, o proponente deve optar por participar do processo seletivo apenas da Mostra Brasília, apenas da Competitiva Nacional, ou de ambas.
O lançamento do 59º Festival de Brasília foi realizado nesta quarta, 25/3, em coletiva de imprensa no Foyer do Cine Brasília, com a participação do secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal e presidente do festival, Cláudio Abrantes; a diretora-geral do festival, Sara Rocha; o representante da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Claudinei Pirelli.
Para Claudio Abrantes, o festival é um marco histórico de tradição e resistência da cultura nacional. “O Festival de Brasília reafirma o compromisso do Distrito Federal com o fortalecimento do audiovisual brasileiro, ao valorizar a produção nacional e criar oportunidades para realizadores de diferentes regiões. É uma política pública que combina tradição e continuidade, garantindo espaço para novas narrativas e ampliando o acesso da população à cultura”, reafirmou.
Esta edição, que mais uma vez ocupa o seu calendário habitual no mês de setembro, coroa o êxito do edital trianual de produção que garantiu uma continuidade saudável ao Festival de Brasília, garantido a gestão trianual, via termo de colaboração, com aprovação orçamentária para três edições do evento (2024, 2025 e 2026).
O sucesso desta parceria entre Secretaria de Cultura e Economia Criativa e o Instituto Alvorada Brasil fica evidente no crescimento exponencial do público do festival ao longo desses três anos. De 59.108 pessoas em 2023, o festival recebeu 78.722 pessoas em 2024 e, no ano passado, foram 165.706 espectadores. “Foi um acerto esta parceria, que aumentou a nossa capacidade técnica”, conclui o secretário.
Para a diretora-geral do Festival de Brasília, Sara Rocha, esta progressão ascendente do festival (que juntamente com o Cine Brasília aumentou exponencialmente a frequência de público), que já era muito qualificado, se fortaleceu, se especializou e cresceu nestas últimas três edições. “É uma grande felicidade testemunhar este momento histórico e poder valorizar o festival, mas também os filmes e o público, reposicionando o festival no mês de setembro e ter grandes títulos na programação, como foi a exibição de ‘O Agente Secreto’ no ano passado”, diz.
As inscrições abertas por dois meses (do dia 25 de março a 24 de maio) é mais um avanço contabilizado como resultado deste plano trianual. “Será um tempo maior e mais confortável para os realizadores submeterem as inscrições e também para dar à organização uma capacidade maior de articular ações do festival”, confirma.
Sobre a seleção
Todos os filmes inscritos dentro do prazo serão analisados por três comissões de seleção, constituídas por profissionais convidados, tendo a diversidade como diretriz complementar conhecimento notório do cinema brasileiro. A avaliação dos filmes concorrentes para as mostras competitivas seguirá critérios de seleção ligados à qualidade técnica e artística. A composição das comissões será divulgada na ocasião do resultado da seleção.
A direção artística do Festival de Brasília espera mais uma vez que a seleção dos filmes desta 59ª edição reflitam a diversidade nacional. “O festival tem essa característica de representar um retrato abrangente do que o cinema brasileiro tem produzido de mais relevante para pensar o nosso país e também a nossa arte. E imagino que é isso que veremos projetado na tela do Cine Brasília”, anela o diretor-artístico do festival, Eduardo Valente.
O 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro divulgará a lista dos filmes selecionados para as mostras competitivas no site oficial https://festcinebrasilia.com.br. Todos os filmes escolhidos para a Mostra Competitiva receberão cachê de seleção nos valores de R$ 30 mil (para longa-metragem) e R$ 15 mil (para curta-metragem).
Também haverá cachês de seleção para os filmes exibidos em mostras paralelas e sessões hors concours.
Mostra Brasília
Na Mostra Brasília, serão selecionados um mínimo de 5 longas e 10 curtas, que concorrerão ao 28º Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal. Além da láurea, a CLDF concederá um total de R$ 298 mil em prêmios.
Representante da CLDF, Claudinei Pirelli falou sobre a evolução da produção do cinema da cidade e também da política que a Câmara desenvolveu ao longo dos últimos 30 anos de apoio à Mostra Brasília.
Com sua importância para o cinema, o festival revelou por meio do Troféu CLDF vários talentos de Brasília para o Brasil. Este troféu existe graças ao movimento cultural da cidade articulada com o parlamento do DF e o executivo. E é um orgiulho dizer que este troféu ajudou a escrever a história do cinema de Brasília”, reiterou.
Além de oficinas e exibições de mostras paralelas, o 59º Festival de Brasília confirma a realização da oitava edição do Ambiente de Mercado, voltado para pitchings e rodadas de negócios, com participação de players do setor do audiovisual nacional e internacional.
Também estará de volta a Conferência Nacional do Audiovisual, que foi um fórum importante retomado pelo festival no ano passado, no qual o público poderá participar de debates centrais para o desenvolvimento de políticas públicas para o audiovisual brasileiro.
Os detalhes da programação do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro serão divulgados em breve.
SERVIÇO – Inscrições do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Data das inscrições: De 25 de março a 24 de maio de 2026