Mulheres do rock defendem mais espaço, segurança e políticas públicas em solenidade na CLDF


Musicistas executam hino nacional durante sessão solene “Mulheres do Rock” no plenário da Câmara Legislativa

Sessão solene presta homenagens e debate representatividade, segurança e políticas públicas para fortalecer a participação feminina na cena independente

Ao som de uma versão do Hino Nacional executada com guitarra distorcida, teclado e voz, a Câmara Legislativa homenageou as roqueiras do Distrito Federal na noite desta quinta-feira (27). Com o tema “Mulheres do Rock: cultura, trabalho e políticas públicas para o fortalecimento da cena independente no DF”, a solenidade reconheceu as contribuições de artistas, produtoras, técnicas de som, roadies, fotógrafas, gestoras culturais, comunicadoras e demais profissionais que integram a cadeia produtiva do rock na capital.

>> Confira mais imagens da sessão no Flickr da CLDF

A sessão solene, no plenário da Casa, foi proposta pela deputada Dayse Amarilio (PSB) para debater desafios e reivindicar maior reconhecimento ao segmento. Entre as principais dificuldades encontradas pelas fãs e profissionais do rock estão a insegurança, a desigualdade de oportunidades, a baixa representatividade em grandes festivais e a ausência de mecanismos específicos de incentivo.

Em seu pronunciamento, Dayse Amarilio destacou a importância histórica do Distrito Federal para o gênero musical e defendeu a organização coletiva para ampliar a visibilidade do movimento. “Nós somos a capital nacional do rock e vocês fazem muito mais do que música. Mantêm um sonho vivo, transformam vidas e formam um movimento muito grande que, neste momento, está sendo inviabilizado”, afirmou a parlamentar. Ela também ressaltou que a homenagem representa um ponto de partida para a construção de políticas públicas voltadas ao setor.

Trajetórias e representatividade

A guitarrista da banda Estamira e produtora cultural, Sara Abreu, relembrou sua trajetória de superação até se tornar profissional da música. A artista, que adquiriu seu primeiro instrumento com a venda de amendoim em semáforos, destacou o papel de mulheres que a incentivaram ao longo do caminho.

“Hoje vivo da música graças ao incentivo de mulheres fortes que acreditaram em mim e me ajudaram a chegar a um lugar que eu jamais imaginei alcançar quando era criança”, relatou. Para ela, o fortalecimento de outras mulheres passa pela capacidade de inspirar novas gerações. “Vamos nos colocar para cima. Onde estivermos estaremos influenciando alguém com algo de bom que a gente faz”, afirmou.

Já a pesquisadora e produtora cultural Nina Puglia Oliveira apresentou reflexões a partir de estudos sobre a cadeia produtiva da música e a economia da cultura no DF. Segundo ela, as questões de gênero atravessam todo o setor cultural.

Nina argumentou que a cultura é importante fonte de renda para mulheres, mas que a insegurança ainda limita o acesso e a participação feminina nos espaços culturais. “As pesquisas mostram que muitas mulheres têm medo de consumir cultura. Em eventos noturnos e de grande porte, a segurança continua sendo uma questão fundamental para que possamos usufruir desses espaços como cidadãs”, comentou.

Origens do rock e protagonismo feminino

A atriz, comunicadora e pesquisadora Sheila Campos, por sua vez, defendeu o reconhecimento das raízes negras do rock e do protagonismo das mulheres na construção do gênero musical. Ao lembrar a trajetória da cantora e guitarrista norte-americana Sister Rosetta Tharpe, precursora do rock, Sheila destacou que a contribuição feminina foi historicamente invisibilizada.

“Se o rock é preto e seu primeiro registro é criação de uma mulher, é mais do que legítima a nossa presença não apenas aqui na CLDF, mas em todos os espaços culturais, econômicos e criativos relacionados ao rock”, afirmou.

Ela também reivindicou maior participação das mulheres em posições de comando. “Não queremos ser apenas musas ou vocalistas. Queremos mulheres instrumentistas, mulheres compositoras, empresárias, produtoras, responsáveis por estúdios, gravadoras, meios de comunicação, academia e ocupando os espaços de poder”, disse.

Políticas públicas e participação social

A pesquisadora e professora Ludmila Gaudad, vocalista da banda Estamira, ressaltou a importância da representatividade de gênero no rock e da presença feminina nos espaços de decisão. “É preciso sair do discurso para construção de política pública. E onde a gente consegue isso? Estando aqui dentro, fazendo controle social”, afirmou.

Já a jornalista, produtora cultural e multiartista Luciana Ribeiro apresentou o trabalho do coletivo Roqueiras BR, criado em 2025 no Distrito Federal com o objetivo de fortalecer e ampliar a participação feminina no rock, tanto nos palcos quanto nos bastidores. Segundo ela, além de visibilidade, as mulheres do setor reivindicam condições concretas para trabalhar.

“Como produzir cultura sem rede de apoio? Essa rede precisa vir também do Estado. Precisamos de creches. Muitas vezes a mulher fica presa num relacionamento nocivo, pois não consegue deixar o filho para trabalhar. A gente está buscando representatividade, visibilidade, mais segurança, mais espaço para a gente tocar, produzir, para a gente estar”, defendeu.

A produtora cultural Ivanete Feitosa destacou o caráter coletivo da mobilização e lembrou a importância da união e da resistência entre as mulheres da cena cultural. “Vai dizer que eu não realizei o sonho de ser revolucionária? É isso que a gente faz todos os dias sendo mulher”, afirmou.

Também presente ao evento, a deputada federal Erika Kokay (PT-DF) destacou que a presença feminina no rock representa uma forma de enfrentamento ao machismo e à exclusão. “As mulheres no rock significam a luta contra uma sociedade sexista e a defesa do direito de ocupar todos os espaços que a nossa humanidade permite”, declarou.

Bruno Sodré – Agência CLDF

Câmara recebe exposição do artista plástico Gabriel Duran

A Câmara dos Deputados recebe na próxima semana a mostra “Como Dançam as Sombras”, na Galeria Décimo, no Anexo IV da instituição. É a primeira exposição individual do artista plástico Gabriel Duran e estará aberta de 3 de setembro a 15 de outubro. A entrada é gratuita.

“Como Dançam as Sombras” reúne um conjunto de obras recentes do artista. São desenhos, pinturas, esculturas e colagens, que compõem um percurso em torno de questões que atravessam sua produção: o tempo, a matéria, o corpo e o que permanece como vestígio.

Entre carvão, madeira, cimento, tinta e papéis, a exposição aproxima gestos humanos, arqueologia, processos geológicos e visões do cosmos. As obras procuram colocar esses elementos em relação, fazendo coexistir o instante de um movimento vivo e o tempo profundo da matéria.

A exposição também traz as fotografias produzidas pelo artista em 2025 sobre o patrimônio rupestre da Serra da Capivara, no sul do Piauí.

O autor

Gabriel Duran nasceu em São Paulo, em 1985. É pós-graduado em Artes Visuais pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP-SP) e participou da mostra coletiva do Museu de Arte Brasileira. Sua produção recente aproxima arte contemporânea e patrimônio arqueológico brasileiro, identificando a persistência dos gestos humanos através do tempo.

Serviço

Exposição “Como Dançam as Sombras”, de Gabriel Duran
Local: Galeria Décimo, Anexo IV da Câmara dos Deputados
Data: de 3 de setembro a 15 de outubro
Dias e horários: de segunda a sexta, das 9h às 17h30
Entrada gratuita

30ª Festa do Morango celebra produção de Brazlândia e aproxima agricultores dos consumidores

Foto Sítio Bem Viver


Evento reúne produtores, gastronomia, turismo rural e espaços de comercialização; Emater-DF promove Dia de Campo, concurso de receitas, Colha & Pague e 36ª Exposição Agrícola

A festa mais gostosa de Brasília celebra três décadas de tradição e valorização do produtor rural do Distrito Federal. Vem aí a 30a Festa do Morango de Brasília. O evento ocorre em dois finais de semana, e com direito a feriado: de 5 a 7 e de 10 a 13 de setembro, no Parque de Exposições de Brazlândia. A realização é da Associação Cultural Rural Alexandre Gusmão (Arcag) e Instituto Alvorada Brasil, com correalização da Emater-DF e apoio da Administração Regional de Brazlândia e Governo do Distrito Federal. E o morango produzido em Brazlândia é o grande protagonista.

A programação valoriza quem produz, amplia as oportunidades de comercialização e apresenta ao público a diversidade e a qualidade da agricultura do Distrito Federal. A festa também oferece uma programação diversificada para toda a família, com atrações culturais, praça de alimentação com culinária japonesa, espaço gastronômico com diferentes opções, além de áreas dedicadas à comercialização de flores e plantas ornamentais, artesanato e outros produtos.

Correalizadora da festa, a Emater-DF participa de diferentes frentes da programação, criando oportunidades de aproximação entre produtores e consumidores e destacando o trabalho dos agricultores assistidos pela empresa. Entre as ações estão a Morangolândia, espaço de comercialização de morangos e produtos derivados; a Florabraz, dedicada à comercialização de flores; o Concurso de Receitas com Morango; o Colha & Pague do Morango; e a 36ª Exposição Agrícola de Brazlândia, que apresenta a diversidade e a qualidade da produção rural da região.

A Festa do Morango é realizada pela Associação Rural Cultural Alexandre de Gusmão (ARCAG) e pelo Instituto Alvorada, com correalização da Emater-DF e apoio da Administração Regional de Brazlândia e do Governo do Distrito Federal (GDF).

Produção que movimenta a economia rural
Brazlândia é referência na produção de morangos no Distrito Federal, e a festa se consolida como um dos principais espaços de valorização e divulgação dessa produção. Em 2025, o DF produziu cerca de 5,3 mil toneladas de morango, considerando os sistemas convencional e orgânico, em uma área de aproximadamente 169 hectares. A atividade movimentou mais de R$ 105,2 milhões em Valor Bruto da Produção (VBP).

Mais do que apresentar a fruta ao consumidor, a programação busca mostrar o trabalho que existe por trás de cada produção e criar oportunidades para que os agricultores apresentem e comercializem seus produtos diretamente ao público.

Um dos principais espaços para isso será a Morangolândia, que reunirá 42 estandes de agricultores assistidos pela Emater-DF. No local, os visitantes poderão comprar morangos frescos e uma variedade de produtos derivados da fruta, conhecendo diferentes formas de transformar e agregar valor à produção rural. A proposta fortalece a comercialização direta e cria uma oportunidade para que o consumidor conheça produtos, histórias e empreendimentos de quem vive da agricultura.

Florabraz amplia a vitrine da agricultura local
A diversidade da produção rural também estará representada na Florabraz, que reunirá 32 estandes de floricultores selecionados pela Emater-DF. Flores, plantas ornamentais, mudas frutíferas e outros produtos da floricultura vão ocupar o espaço durante a festa, ampliando a presença da agricultura local e apresentando ao público uma atividade que também gera renda e oportunidades para produtores do Distrito Federal.

Do campo para a mesa: morango ganha novas possibilidades
O morango também será apresentado como matéria-prima para produtos com maior valor agregado durante o Concurso de Receitas com Morango, no dia 6 de setembro, domingo, das 10h às 12h.

Produtores e participantes poderão apresentar receitas criativas que valorizem a fruta e mostrem ao público diferentes possibilidades de preparo e comercialização. A iniciativa estimula o aproveitamento da produção e demonstra como a transformação de alimentos pode abrir novos mercados e gerar renda para os agricultores.

As receitas serão avaliadas por chefs, estudantes de gastronomia de instituições de ensino credenciadas e pelo júri popular. A premiação das três melhores receitas será realizada após a degustação.

Colha & Pague leva visitantes para dentro das propriedades
A experiência com o morango não ficará restrita ao espaço da festa. Nos dias 5, 6, 12 e 13 de setembro, o público poderá participar do Colha & Pague do Morango, iniciativa que aproxima consumidores das propriedades rurais e permite conhecer de perto o cultivo da fruta.

Neste ano, três propriedades participam da ação: Chácara Fukushi, Sítio Bem Viver e Morangos Oliveira. Nestas propriedades, os visitantes poderão conhecer as lavouras, colher os próprios morangos e vivenciar uma experiência de turismo rural diretamente com os produtores.

As reservas e os pagamentos são feitos diretamente com cada propriedade, de acordo com a disponibilidade de vagas.

36ª Exposição Agrícola mostra a diversidade do que é produzido na região
Nos dias 11 e 12 de setembro, a produção rural ganha outro espaço de destaque com a 36ª Exposição Agrícola de Brazlândia. A mostra reúne produtos cultivados por agricultores de Brazlândia e Ceilândia e deve apresentar cerca de 400 amostras de frutas, hortaliças e outros produtos agrícolas.

Além de revelar a diversidade da agricultura regional, a exposição estimula os produtores a selecionar e apresentar o melhor de sua produção. Os produtos são avaliados em diferentes categorias, com premiação para os primeiros colocados.

Com 36 edições, a exposição tem ainda um significado histórico: é mais antiga que a própria Festa do Morango, que chega neste ano à 30ª edição, e se tornou uma tradição do calendário rural de Brazlândia.

Tecnologia e conhecimento para quem produz
Antes da festa e ainda dentro da programação, a Emater-DF promoveu, nesta sexta-feira (28), o Dia de Campo com Produtores de Morango, no Núcleo Rural Betinho, em Brazlândia. A atividade reuniu cerca de 80 produtores rurais para discutir tecnologias, manejo e inovação na produção de morangos.

Realizado em parceria com a Embrapa Hortaliças, o encontro foi dividido em três estações técnicas. Especialistas da Emater-DF abordaram análise e correção do solo e adubação; a Embrapa Hortaliças apresentou informações sobre mudas, variedades e cultivares; e a terceira estação tratou de nutrição foliar e irrigação.

Rainha do Morango
Um dos momentos mais esperados e glamourosos da Festa é o concurso da Rainha do Morango de Brasília 2026. As premiações em dinheiro são de R$ 3 mil para o primeiro lugar, mais R$ 2 mil para o segundo e R$ mil para o terceiro. Todas as vencedoras receberão outros prêmios, em roupas, acessórios, produtos de beleza e muito mais. As inscrições estão abertas até o dia 31 de agosto (ver número no serviço), e podem ser feitas por mulheres de 18 a 35 anos.

Serviço
30ª Festa do Morango de Brasília
Datas: 5, 6, 7, 10, 11, 12 e 13 de setembro de 2026
Horários: a partir das 18h (sextas) e a partir das 10h (sábados e domingos)
Local: Associação Rural Cultural Alexandre de Gusmão (ARCAG) – Núcleo Rural Alexandre de Gusmão, BR-080, km 13, Brazlândia (DF)

Realização: Associação Rural Cultural Alexandre de Gusmão (ARCAG) e Instituto Alvorada – Correalização: Emater-DF – Apoio: Administração Regional de Brazlândia e Governo do Distrito Federal (GDF)

Concurso de Receitas com Morango
Data: 6 de setembro
Horário: 10h às 12h

36ª Exposição Agrícola de Brazlândia
Datas: 11 e 12 de setembro

Colha & Pague do Morango
Chácara Fukushi: reservas diretamente com a propriedade – https://reservas.chacarafukushi.com.br/p/colha-e-pague ou pelo telefone (61) 99684-6661

Sítio Bem Viver: informações e reservas – (61) 99937-4169

Morangos Oliveira: informações e reservas – (61) 99817-3453

Concurso Rainha do Morango de Brasília 2026
Inscrições: (61) 99926-2733, com Rayany França (organizadora)

Classificação indicativa da Festa: livre (menores de 16 anos deverão estar acompanhados pelos responsáveis)

Por que amamos tanto nossos cachorros e quando esse vínculo pode fazer mal?

Foto Pexels

Especialistas do CEUB explicam como a convivência com os cães influencia o bem-estar e alertam para dependência emocional e humanização excessiva

Companhia nos dias difíceis, festa na chegada do tutor e presença garantida no sofá ou na cama. Para muitas pessoas, os cachorros passaram de animais de estimação e ocupam um lugar importante na vida afetiva da família. Mas o que explica uma ligação tão forte entre cães e humanos? E existe um limite para esse afeto? No Dia do Cachorro, celebrado em 26 de agosto, especialistas do Centro Universitário de Brasília (CEUB) explicam como esse vínculo é construído, quais benefícios a convivência pode trazer e quando a relação começa a provocar prejuízos para o tutor ou para o próprio animal.

Segundo Adriane Rayde, pesquisadora do curso de Psicologia do CEUB, e Michelle Andrade, professora e orientadora da instituição, a conexão não surge de uma hora para outra. Ela se desenvolve na convivência e nas experiências compartilhadas ao longo do tempo. “O vínculo é construído na convivência. O cão está presente na rotina, recebe e oferece interação, participa de momentos bons e acompanha o tutor em períodos difíceis. Com o tempo, essa presença ganha significado emocional. Muitas vezes, o tutor encontra no animal companhia, carinho e relação de confiança”, explicam.

Os cães também passam a fazer parte das memórias e dos hábitos familiares. Participam de mudanças, viagens, comemorações, perdas e diferentes fases da vida. Essa presença constante ajuda a explicar por que tantos tutores os consideram integrantes da família. “Quando uma pessoa diz que seu cão é da família, precisamos compreender o significado afetivo dessa fala. Para aquele tutor, existe uma história compartilhada e um vínculo que merece ser respeitado”, afirma Adriane.

A convivência pode favorecer o bem-estar
Ter um cachorro envolve responsabilidades diárias, como oferecer alimentação, organizar passeios, brincar e acompanhar a saúde do animal. Esses compromissos podem ajudar a estabelecer uma rotina mais organizada e ativa. “Um simples passeio pode estimular a pessoa a sair de casa, caminhar e encontrar outras pessoas. A convivência também proporciona momentos de brincadeira, carinho e companhia. Tudo isso pode favorecer o bem-estar”, observa a psicóloga do CEUB.

Os passeios também podem contribuir para a socialização. Encontros entre cães frequentemente aproximam seus tutores e criam oportunidades para conversas, troca de experiências e novos vínculos. Segundo Adriane Rayde, isso não significa, no entanto, que a companhia do animal substitua cuidados médicos ou psicológicos quando eles são necessários. O cachorro pode fazer parte de uma rede de afeto e apoio, mas não deve ser colocado como única fonte de segurança emocional do tutor.

Quando o apego se torna prejudicial?
Amar muito um cachorro não representa, por si só, um problema. O alerta aparece quando a relação começa a limitar a vida do tutor ou comprometer o bem-estar do animal. De acordo com a psicóloga do CEUB, é importante observar situações em que a pessoa se afasta de familiares e amigos, abandona atividades importantes, sofre excessivamente diante de pequenas separações ou depende do cachorro para se sentir segura e acolhida.

“Precisamos ter cuidado para não considerar todo apego intenso como algo prejudicial. O ponto principal não é a quantidade de amor, mas o impacto que essa relação está tendo na vida de ambos”, explica. Do lado do cão, sofrimento intenso quando fica sozinho, dificuldade para se afastar do responsável e necessidade constante de contato podem indicar dependência excessiva ou ansiedade. Mudanças persistentes de comportamento devem ser avaliadas por um médico-veterinário.

Humanizar não é o mesmo que amar
Outro risco aparece quando o tutor passa a tratar o cachorro como se ele tivesse as mesmas necessidades e emoções que uma pessoa. “Podemos amar profundamente um animal, considerá-lo parte da família e ainda assim respeitar sua natureza. Um vínculo saudável envolve carinho, cuidado e responsabilidade, mas também o reconhecimento de que o cão possui necessidades próprias”, afirma Adriane.

Segundo o médico-veterinário do CEUB Taynã Matos, os cães também estabelecem vínculos afetivos com seus responsáveis. “Isso pode ser percebido quando o animal busca proximidade, acompanha o responsável pela casa, demonstra alegria ao reencontrá-lo e apresenta redução do estresse em sua presença. Muitos demonstram sinais de tristeza ou ansiedade na ausência”, explica. De acordo com o docente do CEUB, esses comportamentos podem indicar que o animal associa o tutor a proteção, previsibilidade e segurança.

Como construir uma relação saudável?
A convivência equilibrada combina afeto, cuidados com a saúde, limites e respeito às características da espécie. Alimentação adequada, vacinação e vermifugação em dia, acompanhamento veterinário, exercícios, brincadeiras, estímulos mentais, socialização e um ambiente seguro são essenciais. O tutor também deve permitir que o cachorro exerça comportamentos naturais, como farejar, explorar ambientes, passear, mastigar objetos apropriados, descansar e interagir.

Esse equilíbrio resume o que o animal precisa para ter qualidade de vida: “Cão feliz é aquele que se sente amado, mas que pode agir como cão”. O especialista alerta que a humanização excessiva pode trazer consequências para a saúde e o comportamento do animal. Ansiedade, insegurança, dependência, falta de limites e obesidade provocada pela oferta de alimentos inadequados estão entre os possíveis problemas. “O cão precisa ser tratado com carinho, mas respeitando sua natureza de animal”, reforça o veterinário.


Projeto Viver 60+ chega ao Itapoã com atividades gratuitas para pessoas idosas

Foto divulgação

Iniciativa promove saúde, bem-estar e convivência social; inscrições estão abertas e atividades seguem até 16 de outubro

O Projeto Viver 60+ chegou ao Itapoã com uma programação voltada à promoção da saúde, qualidade de vida, autonomia e integração social das pessoas idosas. As atividades acontecem até o dia 16 de outubro de 2026, com participação gratuita.

A iniciativa oferece aos participantes um espaço de convivência e cuidado, estimulando hábitos mais saudáveis e proporcionando momentos de integração. A proposta é contribuir para um envelhecimento mais ativo, fortalecendo vínculos sociais e incentivando a participação das pessoas com 60 anos ou mais em atividades que beneficiam a saúde física e emocional.

Depois de passar por outras regiões administrativas do Distrito Federal, o Viver 60+ amplia sua atuação e chega ao Itapoã, aproximando as ações do projeto dos moradores da região.

As atividades são realizadas na Quadra 2, Conjunto A, Lote 19, Loja 2, Fazendinha, Itapoã.

Os interessados podem realizar a inscrição ou obter mais informações pelo telefone/WhatsApp (61) 98229-5490.

Serviço

Projeto Viver 60+ – Itapoã
Até 16 de outubro de 2026
Quadra 2, Conjunto A, Lote 19, Loja 2, Fazendinha – Itapoã/DF
Participação gratuita
Inscrições e informações: (61) 98229-5490

Duda Duarte une forças ao Trio Parada Dura em “Não Tem Cachaça Que Cura”

Foto divulgação

Cantora aposta em parceria com um dos nomes mais emblemáticos do sertanejo brasileiro e apresenta novo single acompanhado de clipe oficial Um encontro entre diferentes gerações do sertanejo brasileiro marca o novo
momento da carreira de Duda Duarte. A cantora acaba de lançar “Não Tem Cachaça Que Cura”, música que conta com a participação especial do Trio Parada Dura, referência de um gênero que atravessa décadas e permanece presente na memória afetiva do público. Com um título forte, popular e fácil de lembrar, a canção parte de uma situação conhecida por muita gente: a tentativa de superar uma desilusão amorosa. Mas, como o próprio refrão sugere, existem dores para as quais nem a cachaça consegue ser remédio.

A música é assinada pelos compositores Chico Amado e Zé Moreira, com produção musical de Francisco Carlos de Rezende. Para Duda Duarte, a parceria representa um passo importante em sua trajetória artística. Ao dividir a gravação com o Trio Parada Dura, a cantora aproxima seu trabalho da tradição sertaneja e, ao mesmo tempo, apresenta essa sonoridade para uma nova geração de ouvintes. UM ENCONTRO ENTRE GERAÇÕES DO SERTANEJO A presença do Trio Parada Dura transforma o lançamento em mais do que uma nova faixa no repertório de Duda Duarte. O encontro simboliza uma ponte entre a história do sertanejo e artistas que seguem renovando o gênero. Ao longo de sua trajetória, o Trio Parada Dura construiu um repertório reconhecido pelo público brasileiro e tornou-se uma das referências da música sertaneja. Agora, essa experiência encontra a voz e a personalidade artística de Duda Duarte em “Não Tem Cachaça Que Cura”. O resultado é uma música que preserva elementos afetivos do sertanejo — amor, sofrimento, histórias e identificação popular — enquanto busca conversar também com o público atual.


CLIPE OFICIAL
“Não Tem Cachaça Que Cura” também ganhou um clipe oficial, ampliando a experiência do lançamento.
A produção audiovisual é assinada pela Harmonia Filmes, enquanto a distribuição digital é realizada pela ONErpm. O clipe já está disponível no YouTube e a faixa pode ser ouvida nas principais plataformas digitais.


POR QUE ESSA HISTÓRIA PODE VIRAR PAUTA?
Além do lançamento musical, a parceria abre espaço para uma conversa sobre a própria transformação do sertanejo brasileiro. Como artistas de diferentes gerações podem trabalhar juntos sem perder suas
identidades? Qual é a importância das referências do sertanejo tradicional para quem está construindo uma nova trajetória? E o que faz músicas sobre amor e desilusões continuarem atravessando gerações?
Duda Duarte pode falar sobre esses temas e revelar os bastidores da parceria com o Trio Parada Dura.


SUGESTÕES DE ABORDAGEM PARA REPORTAGENS E ENTREVISTAS

 O encontro de gerações entre Duda Duarte e Trio Parada Dura;
 Como nasceu a parceria para “Não Tem Cachaça Que Cura”;
 Bastidores da gravação da música e do clipe;
 A emoção e a responsabilidade de gravar com um nome histórico do
sertanejo;
 Por que as histórias de amor e “sofrência” continuam conquistando o
público;
 A influência do sertanejo tradicional sobre novos artistas;
 A trajetória e o atual momento profissional de Duda Duarte;
 Os próximos projetos da cantora.
DISPONIBILIDADE PARA IMPRENSA

Duda Duarte está disponível para entrevistas, participações e pautas especiais em emissoras de TV, rádios, podcasts, jornais, revistas, portais e veículos de entretenimento.


FICHA TÉCNICA
Música: Não Tem Cachaça Que Cura
Artista: Duda Duarte
Participação especial: Trio Parada Dura
Compositores: Chico Amado e Zé Moreira
Produção musical: Francisco Carlos de Rezende
Produção audiovisual: Harmonia Filmes
Distribuição digital: ONErpm
Assista: clipe oficial disponível no YouTube.
Ouça: disponível nas principais plataformas digitais.
SOBRE DUDA DUARTE
Duda Duarte segue construindo sua trajetória na música sertaneja com um
trabalho voltado à conexão com o público, buscando unir personalidade,
emoção e referências de um dos gêneros mais populares do Brasil.
Com “Não Tem Cachaça Que Cura”, a artista abre um novo capítulo de sua
carreira ao lado do Trio Parada Dura e reforça sua aposta em músicas capazes
de transformar histórias de amor, saudade e desilusão em identificação com o
público.

Superprodução “A Odisseia”, de Christopher Nolan, à Sessão Circuitão do Cine Brasília

Foto divulgação

Adaptação do de Homero com Matt Damon, Tom Holland, Anne Hathaway, Zendaya e Robert Pattinson Tere duas exibições na programação na desta semana

CineSemana pás. celebra os 35 anos do lançamento de “Akira” no Brasil com versão remasterizada em 4K e os 25 anos de “Harry Potter e a Pedra Filosofal”

A adaptação mais aguardente de uma narrativa das narrativas mais influentes estrealistas da costa chegada final à tela do Cine Brasília. A jornada de Odisseu no longa A Odisseia, novo filme de Christopher Nolan, é exibido na Sessão Circuito nesta quinta-feira, 27, às 19h, e sábado no, 29, às 14h30.

O longa, no poema poema épico de Homero, traz Matt Damon interpretando Odisseu, guerreiro que tenta à ilha de Ítaca da Guerra da Tróia. A para viagem entanto casa, no, se transformar em uma extensa travessia por territórios e desconhecidos, marcado por por pessoas, criaturas mitológicas e sucessivas provações. Odiss Anêsumo da paisagem dos perigos, sua estação caminho também sua terra natal, Ítaca. Lá, Telêmaco, filho do seu, por thominho de Londres, notícias do país,éns de Penélope, por Anne Hathaway, resistem aos pretendentes que disputam o do marido pelo.

Com um elenco de peso, alcomango, Holland e Hathaway, um superprodução conta,, ainda com Robert Pattinson, Zendaya, Lupita Nyong’o,Charlize Theron, Samantha Morton, Mia Goth, Elliot Page, entre outros.

ESTREIAS

Já entre como estreias, um dos títulos mais e influentes da animação conhecidas japonesa à tela grande. Akira, de Katsuhiro Otomo, entra para grau a do Cine Brasília em versão remasterizada em 4K, num relançamento que celebra os 35 anos da chegada ao filme brasileiros. Lançada em 1988 no Japão, a produção desembarcou no Brasil três anos depois, em 1991, e semária um marco para uma popular das animações japonesas no país.

Robé no mangá homônimo criado pelo Otomo, que masina o ficção da adaptação, o filme combinação de ação, drama e dis se passa em Neo-Tóquio, em 2019, três após a destruição da capital japonesa por explosão de mistério. Em mima a uma cidade marca pelo caos, o motoqueirogado Kana envolvido se em uma organização de contribução aos conspiratórios seu amigo Tetsuo, experimentos a a poderes para envolvendonormais.

Quem também integra as estreias da semana é Patrulha Canina: Uma Aventura Dino, nova animação dirigida por Cal Brunker. A aventura se passa depois de uma tempestade, onde os filhotes chegam a uma ilha habitada por dinossauros e conhecem Rex, um novo aliado. Quando as ações de Humdinger provocam a erupção de um vulcão, a equipe precisa enfrentar uma de suas maiores missões de resgate para salvar os habitantes do local.

SESSÃO ÚNICA

No dia 30 de agosto, o Cine Brasília se junta às comemorações pelos 25 anos de Harry Potter e a Pedra Filosofal com uma sessão única do primeiro filme da saga, a partir das 14h45. O longa retorna aos cinemas brasileiros em uma ação especial de aniversário que celebra um quarto de século desde o início da franquia nas telonas.

Dirigido por Chris Columbus e lançado originalmente em 2001, o filme apresenta Harry Potter, vivido por Daniel Radcliffe, um garoto órfão que descobre aos 11 anos que é bruxo e passa a estudar na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Ao lado de Rony Weasley e Hermione Granger, interpretados por Rupert Grint e Emma Watson, ele se envolve no mistério em torno da Pedra Filosofal e tem seu primeiro contato com as forças sombrias que marcariam toda a saga. Além da exibição do longa em si, a sessão comemorativa contará também com 12 minutos inéditos de bastidores ao final do filme.

EM CARTAZ

Seguindo na programação, Pequenas Criaturas, de Anne Pinheiro Guimarães, é ambientado em Brasília, em 1986, e acompanha Helena, vivida por Carolina Dieckmann, e seus dois filhos no momento em que a família chega a uma cidade em transformação e tenta se adaptar a uma nova rotina.

SESSÃO COM DEBATE

Nesta sexta, 28, às 19h, a  Sala Vladimir Carvalho recebe uma sessão especial com debate após a exibição de Nosso Segredo, primeiro longa dirigido por Grace Passô. Filmado em Belo Horizonte, o longa acompanha uma família negra que tenta reconstruir a rotina após uma perda recente, enquanto cada integrante enfrenta o luto à sua maneira e o filho caçula guarda um segredo capaz de transformar a forma como todos vivenciam esse processo.

DIAS DE CINEMA UCRANIANO 2026

O Cine recebe Brasília, nos dias 29 e 30, filmes da três da programação de programação gratuita Dias de Cinema Ucraniano 2026, que leva a diversidade da cinematografia do país a oito cidades brasileiras. A mostra em tora das celebrações de 24 de agosto, data da restauração da Ucrânia, e do Dia Nacional da Comunidade Ucraniana no Brasil.

No sábado, 29, às 18h, exibido o longa Sombras dos Antepassados Esquecidos, de 1965 pordiado por Serhii Parajanov e inspirado em no folclore hutsul dos Cárpatos. Já no domingo, 30, uma programação contínua com Pamfir, de Dmytro Sukholytkyy-Sobchuk, às 18h, com a da produtora Sasha Kostina. O longa um homem homem que retorna à sua comunidade na fronteira ocidental da Ucrânia e se vê de familiares param conflitos. Na, Nós, Nós Pets e a Guerra, de Anton Ptushkin, conta a história de pessoas que arriscam suas vidas para animais de para animais a invasão da Ucrânia.

OFICINA DE SUSTENTABILIDADE SEM AUDIOVISUAL

Práticas de material às formas espaciais audiovisuais e cultural-sábios na Oficina de Sustentabilidade no Audiovisual, online e gratuitaativoativa online e gratuita do Cine Brasília, que caminhos para um resumo de meio ambiente de impacto e social social social no setor. Uma programação de átrios de vossa vez mais iniciativas que ser ser implementaras no, equipamentondo o do cinema com a sustentabilidade.

A oficina no dia dia 4 de Setembro, das 10h às 12h, e ministrada por Ariene Ferreira, audiovisual e cultural e social só-fundadora da Cinema Verde, e por Carolina Hanashiro,, educadora ambiental e consultora de sustentabilidade.

Ao todo, são 50 vagas, com parte delas reservadas a pessoas com deficiência, negras, indígenas, quilombolas e trans, residentes do DF e estudantes da UnDF. Para participar, é necessário realizar inscrição, até 2 de setembro, através de formulário online no link forms.gle/pngRD2HznigrXmv58. Ao final, haverá emissão de certificado para os participantes. 

FESTIVAL DE BRASÍLIA

Entre os dias 1º e 23 de setembro, o Cine Brasília estará cedido para a realização do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, sendo: de 1 a 10, fechado para montagem; de 11 a 19, realização do festival; e de 20 a 23, reprises dos filmes premiados no FBCB e desmontagem da estrutura.   

INGRESSOS E ACESSIBILIDADE

Os ingressos poder sers na bilheteria do cinema, de tera de quinta-feira, das 13h às 22h, sexta, das 9h às 22h, e sábado e domingo, das às 10h   22h, ou no no no SITE OFICIAL. Às segundas, o Cine manutenção Brasília para de rotina.

Como sessões, bem como a Sessão Clássicos, Monumental e Circuitão custam R$20 (inteira) e R$10 (meia). Àss terass os são R$10 valores e R$5.

O filme A Odisseia possui recursos de acessibilidade de Libras, audiodescrição e legendas através do aplicativo MLoad; Patrulha Canina no Greta; Nosso Segredo no MovieReading; e Pequenas Criaturas no Conecta Acessibilidade.

PROGRAMA DE FIDELIDADE

O Cine Brasília segue com o Programa de Fidelidade – CINELOVER que recompensa espectadores frequentes. A cada sessão assistida, os participantes acumulam carimbos no cartão fidelidade, que podem ser trocados por prêmios como entradas gratuitas, ímãs, canetas, baldes de pipoca e bonés exclusivos. O programa é válido para sessões regulares da grade, bem como para a Sessão Família onde cada ingresso dá direito a dois carimbos no cartão fidelidade. Mais informações em cinebrasilia.com/fidelidade.

SERVIÇO – CINE BRASÍLIA
Endereço: Asa Sul Entrequadra Sul 106/107 – Brasília, DF, 70345-400.
Informações pelo WhatsApp: 61 99687-8661 (seg a sex – das 14h às 18h) – wa.me/5561996878661 ou contato@cinebrasilia.com 
Ingressos à venda na bilheteria ou pelo link: ingresso.com/cinema/cine-brasilia 
Mais informações: cinebrasilia.com ou @cinebrasiliaoficial

PROGRAMAÇÃO DE 27 DE AGOSTO A 2 DE SETEMBRO DE 2026

QUINTA-FEIRA, 27/08
16h20 — Akira (legendado)
19h00 — Sessão Circuitão – A Odisseia (legendado)

SEXTA-FEIRA, 28/08
10h00 — Patrulha Canina: Uma Aventura Dino (dublado)
14h00 — Pequenas Criaturas (nacional)
16h30 — Akira (legendado)
19h00 — Sessão Especial – Nosso Segredo (nacional) + debate

SÁBADO, 29/08

11h00 — Patrulha Canina: Uma Aventura Dino (dublado)
14h30 — Sessão Circuitão – A Odisseia (lendado)
18h00 — Dias de Cinema Ucraniano – Sombras dos Antepassados Esquecidos (legendado)

DOMINGO, 30/08

11h00 — Patrulha Canina: Uma Aventura Dino (dublado)
14h45 — Sessão Única – Harry Potter e a Pedra Filosofal (lendando)
18h00 — Dias de Cinema Ucraniano – Pamfir (lendado)
20h20 — Dias de Cinema Ucraniano – Nós, Nós Animais de Estimação e a Guerra (lendendado)

SEGUNDA-FEIRA, 31/08Cinema para manutenção

TERÇA-FEIRA, 01/09 Cinema para desmontagem Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

QUARTA-FEIRA, 02/09 Cinema para desmontagem Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

Instalação imersiva o convida um visitante em um coração gigante e uma viver experiência única na arte contemporânea

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Exposição de Eny Junia transformar escultura em espaço de interação, tecnologia, música e reflexão sobre uma vida

Entrar em uma grande escultura – em formato de coração humano – e ouvir batimentos cardíacos. Essa é a proposta de experiência pela artista visual Eny Junia na Coração instalação, obra de início que ser apresentada ao em uma grânula pública reunirá exposição performances, musicos artísticos e participação visitantes.

Com uma altura de 2,2 metros, a escultura foi concebida paraoma pessoa em interior, rompendo a tradicional entre obra e aspectar. Mais do que observar, o passar o visitante a Integrado de instalação,-se parte da experiência.

Uma combinação de obras de escultura, tecnologia e inter paraatividade para provocação uma reflexão sobre vida, o cuidado o símpo e a importância das humanas em um tempo pela velocidade, marcado pela superficialidade e pelo excesso de estímulos.

em estrutura e revestida com papel machê a partuda a de cerca de 380 quilos de exemplares de papel de trabalho, Coração nasceu de uma experiência pessoal viva por Eny Junia. Após um terra de intenso estresse, a artista de seu uma médica pergunta que ecoando anos: “Você não tem dó do seu coração?” das thericling prescrição: “Você aprender precisa a care dele”. Uma medição dessastentiva, iniciou um processo criativo que acabou se tornando tão porta um de transformação interior.

Durante hoje a execução da obra, Eny conto com a orientação do artista Lourenço de Bem, por responsável o projeto e por share os necessários para necessários a construção da escultura em grande escala. “A obra foi crescendo ao mesmo tempo em que eu compreendia melhor o significado de cuidar da vida e das humanas», resume a artista, que foiada com o 1° no lugar 45° Salão de Artes Riachuelo 2025, Marinha do Brasil, com a obra “Força interior”.

Arte, tecnologia e

Além da dimensão da escultura, uma instalação incorporar recursos tecnológicos desenvolvidos pelo artista multimídia Alexandre Rangel. Pulsações de visualizações, cardíacos que perigam arróias e veias e ambiente uma interação sonora transformar uma estrutura em um organismo vivo, ampliando a do público.

Dois momentos marcantes da experiência acontecem quando o visitante está dentro do Coração e quando pode escutar batimentos cardíacos como se estivesse no interior de um corpo vivo.

Como crianças também também é especial. A instalação apresenta elementos lúdicos que simulam o do sangue pelo artérias por meio de bolinhas coloridas, de oficinas de machê e atividades de mediação a a.

Abertura reúne música, inclusão e celebração coletiva

A inauguração da exposição foi concebida como uma grande experiência participativa, reunindo diferentes linguagens artísticas em torno do tema central da obra. Entre os destaques está a apresentação dos Batucadeiros, grupo formado por crianças que interpretará a composição inédita O Som do Coração em interação com o público.

A programação contará ainda com apresentação do Coral do Senado, leitura de uma crônica sobre Brasília por uma filha de pioneira da capital e uma interpretação coletiva da canção Carinhoso, de Pixinguinha e Braguinha, sob regência do maestro Eldom Soares.

Ao longo da temporada, a exposição também oferecerá oficinas de papel machê, contação de histórias para crianças e palestra com cardiologista voltada ao público acima de 60 anos.

Ao reunir escultura, tecnologia, música, educação e, Coração uma experiência de experiência que os os limites da contemplação. Uma instalação transform o Visitante em de protagonista uma quensu reflexão sobre que pulsa de cada pessoa e sobre a a de preservar o que nos tornados coletivos Céstico humano.

SERVIÇO

Exposição: Coração – Eny Junia

Abertura: 3 de setembro de 2026

Local: do Museu da República

Visitação: de 3/9/26 a 1/11/26, tera de a domingo, das 9h às 18h30

Entrada: franca

Informações: @ exposicaocoracao

Amplitude e integração marcam novo da unidade Garden do Auster Brasal

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Brasal Incorporações apresenta o ambiente em um brunch no dia 29 de agosto, com finger foods assinados pelo Thai Buffet e condição especial para aquisição de unidades

Mais espaço para a convivência, ambientes integrados e uma área externa que amplia as possibilidades de uso de onde morar. É com essa proposta que a Brasal Incorporações apresenta, no dia 29 de agosto, o novo decorado da unidade Garden do Auster Brasal, empreendimento de alto padrão localizado no Guará II. O evento será realizado a partir das 10h, com um brunch composto por finger foodsassinados pelo Thai Buffet.

Pronto para morar, o Auster Brasal reúne apartamentos de 3 e 4 quartos, com metragens de 97m² a 349m². São três torres, além de mais de 5 mil m² de áreas destinadas ao lazer e à convivência ao ar livre. A localização facilita o acesso ao Plano Piloto e coloca o residencial próximo ao metrô, à Feira do Guará e à rede de comércio e serviços da região.

Para a apresentação do dia 29, a unidade Garden ganhou uma nova ambientação, pensada para mostrar como os espaços podem ser aproveitados no cotidiano. O decorado conta com mobiliário e projeto de paisagismo, explorando principalmente a integração entre as áreas internas e externas.

A configuração busca aproximar o visitante da experiência de morar em uma unidade com dimensões amplas, privacidade e espaços que podem assumir diferentes funções ao longo do dia, do descanso aos encontros com amigos e familiares. A proposta também evidencia uma característica das unidades Garden: reunir atributos associados a uma casa, como uma área externa privativa, com as facilidades e a estrutura de um condomínio.

A arquitetura contemporânea e as plantas generosas integram o conceito do Auster Brasal, concebido para atender famílias que procuram mais espaço e conforto sem abrir mão da vida urbana. O empreendimento está inserido em uma região consolidada do Guará, com acesso facilitado a diferentes pontos de Brasília.

Durante o brunch, o público poderá visitar o novo decorado e conhecer mais detalhes do empreendimento. No dia do evento, a Brasal Incorporações também oferecerá condições especiais para aquisição de unidades.

Serviço

Apresentação do novo decorado Garden do Auster Brasal
Data:
 29 de agosto de 2026
Horário: a partir das 10h
Local: Auster Brasal – AE 4, Lotes C e D, Guará II – Brasília/DF

Paris Filmes anuncia reexibição da saga “Jogos Vorazes” e divulga cartazes especiais

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Sucesso de público, todos os cinco filmes retornam aos cinemas em outubro

A Paris Filmes acaba de anunciar que reexibirá “Jogos Vorazes”, “Jogos Vorazes: Em Chamas”, “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1”, “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 2” e “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, longas baseados nos best-sellers de Suzanne Collins. O relançamento contará com conteúdos exclusivos do elenco de “Jogos Vorazes – Amanhecer Na Colheita” antes de cada exibição.As produções, que voltam aos cinemas a partir de 15 de outubro, ganharam cartazes especiais. Baixe neste link.

No primeiro filme, Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) se oferece no lugar da sua irmã para competir nos Jogos Vorazes, onde jovens dos doze distritos de Panem são escolhidos aleatoriamente para lutar um contra o outro até que um sobrevivente permanece. “Em Chamas” mostra Katniss e Peeta Mellark (Josh Hutcherson) ao tornarem-se alvos da Capital após a vitória do 74º Jogos Vorazes, o que resulta em uma rebelião dos distritos.

Em “A Esperança – Parte 1”, Katniss é resgatada pelos rebeldes e levada ao Distrito 13 depois que quebra os Jogos Vorazes para sempre. Sob a liderança da Presidente Coin (Julianne Moore) e de Plutarch Heavensbee (Philip Seymour Hoffman), Katniss abre as suas asas e torna-se Mockingjay, o líder simbólico da rebelião. “A Esperança – O Final” traz Katniss percebendo que as apostas não são mais apenas para a sobrevivência, são para o futuro. Com a nação de Panem em guerra, ela enfrenta o Presidente Snow (Donald Sutherland).

Por fim, em “A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, anos antes de se tornar o tirânico Presidente de Panem, Coriolanus Snow (Tom Blyth), aos 18 anos, vê uma chance de mudança de sorte quando é escolhido para ser mentor de Lucy Gray Baird (Rachel Zegler), uma garota tributo do empobrecido Distrito 12.

Juntos, os cinco filmes já levaram mais de 16 milhões de espectadores aos cinemas do país. O elenco conta ainda com Stanley Tucci, Liam Hemsworth, Lenny Kravitz, Woody Harrelson, Elizabeth Banks, Sam Claflin, Viola Davis, Hunter Schafer e mais. A direção de “Jogos Vorazes” é de Gary Ross e dos filmes seguintes de Francis Lawrence. A distribuição nacional é da Paris Filmes.

SOBRE A PARIS FILMES

A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H”, “Manas”, “Pedágio”, “Ritas”, “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, “A Empregada”, a franquia “Truque de Mestre” e “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia. 

Entre os próximos lançamentos estão “Feito Pipa”, “Geni e o Zepelim”, “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, “Minha Melhor Amiga”, “Minha Vida com Shurastey” e “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita”.

Acompanhe as novidades sobre esse e outros lançamentos por meio das redes sociais:

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” Maré Alta”: Ane Êoketu e Fernanda Jacob lançam álbum, primeiro em parceria, nas plataformas digitais no dia 28 de agosto

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Cantoras unem influências dos urbanos, latin africanos, e o samba em um que trabalho que transtração uma construídas longas ao longo de anos

O que há primaze cerca de 15 anos, na cena musical e ganha do samba, agora um novo: lançamento o capítulo de “Maré primeiro Alta”, em parceria pelas cantoras Ane Êoketu (sergipana), de São Sebastião e Fernanda Jacob (brasiliense), de Sobradinho. O trabalho a todas como a chegada no plataformas digitais 28 de agosto, reundo cinco faixas de cinco anos de série e história de que ultrapassou os palcos e se transformar em arte em criação.

Pro longo ao dois de anos, onsão nasuma do duas entre encontros, diferentes mas38elas pelatúcia. De um ladoar artístico, a identidade de Ane Êketu ; de outro, a experiência da atriz e cantora, Fernanda Jacob. Juntas, elastroem um trabalho que percorre urbanos, ratsor latinos-americanas e características africanas, uma sonoridade sem contemporâneas das brasileiras. Foi o universo do samba que como artistas e deu aproximou-se da empresa com o passatempo, ultrapassou os palcos.

Uma que que vira música

Uma história de Ane e Jacob aproximadamente 15 anos atrás, como duas como se conhecer na cena musical. A pelo samba de elaboração de uma amizade uma amizade que fortalecedora se sedo com o do passar tempo e que que moda a ultrapassa profissional.

Essamittim também é presente no processador criativo de “Maré Alta”. A confiança entretus como duas permissão que o álbum desenvolvido a parter de uma troca profunda vez-antista, em que que referências e experiências diferentes de bronsar a música se.

Para Jacob, a admiração por Ane estágrade às confiança, à e ao amor que artista a demonstra pelo que faz. Ela água de destaque a visão de Ane sobre a música e sua forma de construir o teatro tematro-através.

A devastar também no sentido contribuir com inverso. Ane Êoketu reconhece em Jacob uma alguém e referência com quem aprendeu muito sobre arte. Foi, inclusive, Ane quem fez o para que como duas convites um EPEP, o infinito que o que crescendo e dando dando dandoaventuras ao álbum.

O processo foi desafiador, mas também marcado pela leveza da relação entre as duas amigas. A experiência de criar juntas permitiu que a parceria profissional se misturasse à amizade construída ao longo dos anos.

Cinco faixas, diferentes territórios sonoros

“Maré Alta” reúne as músicas “Cumbia Negra”, “O Barbante”, “Eu Amo Você”, “Maré Alta” e “Voltar pra Lar”. As faixas transitam por diferentes referências e mostram a disposição das artistas para experimentar sonoridades e aproximar universos musicais distintos. A música “O Barbante” tem composição de Thiago de Lima.

Mais do que reunir gêneros diferentes, o álbum traduz experiências e vivências acumuladas pelas duas cantoras ao longo de suas trajetórias. O resultado é um trabalho que aproxima tradição e contemporaneidade, mantendo a personalidade de Ane e Fernanda enquanto explora novas possibilidades de criação.

O álbum do vídeo da ideia de remete de movimento. Assim como a maré, o projeto se se entresinfluto diferente de influências, e territórios, sentimentos para levais a música parte da história construídas por duas artistas. O lançamento pendido foi potência com carinho em cada detalhe, inclusive na muito da escolha, que coincide com a energia da Lua Cheia, símbolo de essência, plenitude e versão profissional de formação de música que que desem a dese EP.

Mulheres à frente das etapas

Além da parceria entre as intérpretes, “Maré Alta” também chama atenção pela presença de mulheres em diferentes funções da produção artística e audiovisual do projeto. E conta com a participação especial da artista trans Ava Sher, que empresta sua voz a um poema presente no álbum. Sua recitação amplia a dimensão poética do trabalho e estabelece um diálogo entre música, palavra e identidade, trazendo para o projeto uma presença marcada pela sensibilidade e pela força de sua expressão artística.

O álbum é realizações com da Política Nacional recursos Aldir Blanc (PNAB) e contam acesso Acessibilidade da Audiodescrição e da Libras. A técnica é formação por Larissa Umaytá e JP Mansur na produção musical; Larissa Umaytá e Felipe Fiuza na percussão; JP Mansur nass; e Daniel Rodrigues no trombone, trompete e piano. Ane Êoketu e Fernanda Jacob são ass, e Ricardo responsável Ponte é pela pela mixagem e masterização.

Os clipes do projeto de formas de formas de formação de formação de formas profissionais: áreas diferentes de Jordana Mascarenhas e Fernanda Jacobsinas e roteiro; Mona Fiuza produção, de; Cláus didaria CostaLorena RodriguesFernanda Furtado, executiva; Lorena esdroida Rodrigues; assistência de; produção Fernanda Furtado, de fotografia, de fotografia Luiz Felipe Lira, e edição; e ane Êoketu, geral. E para a equipe, Elen Carol da Silva, assessora de Imprensa de e Lúcia de Lima, como social media e Fábio Setti, e Keka fotografia Balduino, designer.

“Maré Alta” à todas como plataformas de viagem um digital parasitano parasporidades que unemidades e tradição contemporaneidade, celebrando a força da parceria feminina, da da música como de encontro.

Serviço:

O que: Maré Alta – EP audiovisual

Quando: 28/08 (sexta-feira)

Onde: plataformas digitais

Classificação livrelivre

Foto: Fábio Setti

Informações: @fejacob e @ane.eoketu

Fonte: Entre Tons e Letras

22° Prêmio Engenho de Comunicação

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O 22o PRÊMIO ENGENHO DE COMUNICAÇÃO SERÁ NO ESPAÇO CULTURAL DO TCU EM BRASÍLIA

Kátia Cubel anuncia uma cerimônia de premiação para 10 de novembro

Jornalista e empresária Kátia Cubel eire a realizar de entrega do 22o Prêmio Engenho de Comunicação – O Dia em que o Jornalista Vira Notícia no Espaço Cultural do TCU, em Brasília – one ano ano badalada obras das da brasileiras Tarsila do Amaral. “O Espaço Cultural do TCU é um lugar que vem se firmado como um ponto de cultural na capital do país. É um projeto artiônico belíssimo,, e de autoria de profissionais de que em Brasília. como gamas comômicas de Prêmio Engenho, prioriza o que é da cidade”, conta Kátia Cubel. Uma cerimônia de premiação no dia 10 de novembro, às 19h.

Tradicional de reconhecimento de reconhecimento ao jornalismo e profissionais da capital da comunicação do país, uma premiação em óstimos para celebridades como práticas do Jornalismo produzido a partir de Brasília. “Mais de 90% das manchetes sobre Brasil são resultado de fatos que em ocorrem Brasília. O Prêmio Engenho foistingsuger para trabalho o desenvolvido por profissionais veículos, e da comunicação que que noticiário o património a partir de capitais da Capital Federal”, explica ela. Nesta edição, já estão confirmadas como as parteiras da realização como Sistema CNA-Senar, Fibra-Federação das Indústrias de Brasília e Sistema Cofeci-Creci. A cerimônia de abertura, a restrita, ire cerca de 500 de receber, convidados convidados, autoridades três dos Poderes da República, instituições institucionais e sociedade.

Considerado O Oscar do Jornalismo e em sua 22a, edição o Prêmio Engenho de Comunicação umalidares aotragetória da da reconhecimento da Imprensa. Uma iniciativa-se em cinco estruturas: liberdade de imprensa, transparência, cidadania e democracia. . Já conquistaram uma premiação de nomes de destaque do. Jornalismo Brasileiro: Ana Dubeux, Andrea Sadi, Basília Rodrigues, Camila Bonfim, Carlos Chagas, Dad Squarisi, Denise Rotenburg, Heraldo Pereira, José Maria Trindade, Lilian Tahan, Luiz Carlos Azedo, Neila Medeiros, Nilson Klava, Valdo Cruz, entre outros do Jornalismo Brasileiro. Como escolhas de finalistas é é é uma vencedores da forma julgadora comissão independente, por formaduras notáveis, que é anunciado nos dias.

Natura Ekos leva o lançamento Baunilha Amazônica ao Rock in Rio

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Baunilha Amazônica, linha nova de Natura Ekos, transformar do tendência de uso em uma experiência de perfumação no festival

O Rock in Rio será palco de um dos principais lançamentos da Natura em 2026. A marca #1 de beleza
e cuidados pessoais na América Latina¹, apresenta Natura Ekos Baunilha Amazônica, nova linha de cuidados corporais que chega ao festival acompanhando um dos movimentos que vêm ganhando força na beleza e na perfumaria: a valorização da baunilha em novas formas de perfumação, expressão e experiências sensoriais.

Atenta às tendências que movimentam o mercado e aos novos desejos dos consumidores, a Natura traz uma leitura própria para esse movimento ao revelar a Baunilha Amazônica, bioativo da floresta que combina uma perfumação quente, doce e envolvente a fórmulas de cuidado para a pele. Assim, Natura Ekos transforma um ingrediente que está em alta globalmente em uma experiência genuinamente brasileira, conectando a tendência à assinatura da marca de valorizar a biodiversidade por meio de ativos da floresta.

Inspirada na perfumação naturalmente exalada pelas sementes maduras da Baunilha Amazônica na floresta, a linha traduz uma experiência completa, com produtos que acompanham novos rituais de beleza e bem-estar.

“A beleza está em constante transformação, e acompanhar esses movimentos é também entender os novos desejos e formas de se relacionar com o autocuidado. A baunilha é um exemplo de tendência que ganhou força e despertou diferentes possibilidades de experimentação. Na Natura, olhamos para esse movimento a partir da nossa própria identidade: encontramos na Baunilha Amazônica um bioativo que nos permite trazer uma nova interpretação para esse ingrediente, conectando a potência da nossa biodiversidade a uma experiência contemporânea, sensorial e desejável”, afirma Liliane Franco, Diretora Global de Cuidados Pessoais e Beleza da Natura.

A novidade chega em um momento em que a hidratação perfumada e os body splashes conquistam cada vez mais espaço nas rotinas de beleza, impulsionando novos rituais de autocuidado e camadas de perfumação. Composta por creme hidratante corporal, creme para as mãos, óleo corporal, sabonete em barra e Frescor, a linha convida o consumidor a construir um ritual completo, combinando os produtos em diferentes ocasiões com texturas para prolongar a fixação enquanto fortalece 3X mais a barreira cutânea para proteção da pele.

Entre os destaques da coleção, o hidratante corporal oferece ação imediata contra o ressecamento e 2x mais hidratação profunda, que duram até 72 horas. O creme para as mãos promove 48 horas de hidratação, fortalece as unhas e possui textura cremosa de rápida absorção. Já o óleo corporal proporciona pele intensamente hidratada e iluminada, enquanto o Frescor entrega 14 horas de duração, revelando uma fragrância intensa e sofisticada, marcada pelas notas doces e amendoadas da Baunilha Amazônica.

Ao unir um ingrediente que está em evidência na beleza mundial – comprovado pelo faturamento global de U$ 2,5 a U$ 3,5 bilhões gerado em 2024 no universo da beleza, segundo dados da consultoria Deep Market Insights²  – a um bioativo único da floresta brasileira, Natura Ekos Baunilha Amazônica mostra como tendências globais podem ganhar novas expressões quando encontram a biodiversidade amazônica.

É nesse encontro entre tendência, beleza e bem-estar que Natura leva Ekos Baunilha Amazônica ao Rock in Rio. No festival, a linha será um dos destaques da experiência da marca, com um espaço de experimentação em que o público poderá conhecer a novidade e vivenciar diferentes formas de cuidado, perfumação e sensorialidade.

Ao levar Ekos Baunilha Amazônica para um dos maiores festivais de música do mundo, a Natura amplia a conversa sobre bem-estar para além dos tradicionais momentos de autocuidado e aproxima a biodiversidade amazônica de experiências contemporâneas de beleza. A presença da linha no evento também traduz a capacidade de Natura Ekos de acompanhar as transformações do mercado sem abrir mão de sua essência: transformar a potência dos ingredientes da biodiversidade brasileira em produtos desejados e relevantes para diferentes momentos e públicos.

¹Euromonitor, Beleza e Cuidado Pessoal, marca guarda-chuva de Natura, edição Beleza e Cuidado Pessoal 2026 , vendas ao varejo em valor (RSP), dados de 2025

²Deep Market Insights, Perfumaria e Cuidados Corporais, mercado global de fragrâncias de baunilha, edição Projeto Caupé 2026, faturamento global em valor, dados de 2024

Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. Por 11 anos consecutivos é a companhia de melhor reputação do Brasil e mais responsável em ESG pelo ranking Merco. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura foi pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber, em 2014, a certificação de Empresa B pelo B Lab, organização que reconhece globalmente negócios que combinam a geração de lucro ao impacto socioambiental positivo. Com operações em 14 países na América Latina, os produtos da marca podem ser adquiridos através das mais de 3 milhões de consultoras na região, via e-commerce, aplicativo Natura, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram.

Feira Lampejo: venda de fotografias autorais acontece neste fim de semana no Taguatinga Shopping

Foto civulgação

Projeto promove encontro entre artistas e público do DF, nos dias 29 e 30 de agosto.

Amantes de arte e fotografia têm programação garantida para o fim de semana. O TGS vai receber a Feira Lampejo de fotografia autoral, nos dias 29 e 30 de agosto, evento gratuito que reúne fotógrafas e fotógrafos
independentes para comercialização de seus trabalhos. A programação acontece durante o horário de funcionamento do shopping, na Praça Central, e convida o público do Distrito Federal a conhecer diferentes
olhares, técnicas, formatos e temas de fotografia.


A proposta é aproximar a arte do cotidiano e criar um espaço de encontro
entre quem produz e quem aprecia fotografia. A Feira busca ainda contribuir para a democratização da arte e para a formação de redes entre artistas, ao mesmo tempo em que apresenta a fotografia autoral a novos
públicos.

Para Mayce Tranquillini, gerente de Marketing do TGS, receber a Lampejo também é uma oportunidade de ampliar o acesso à produção cultural da cidade. “Queremos que o shopping seja também um espaço de encontro com a arte e com diferentes expressões da nossa cidade. Receber a Lampejo é também uma forma de dar visibilidade a artistas independentes e permitir que pessoas que talvez não frequentem os circuitos tradicionais de arte tenham esse contato de maneira espontânea e acessível”, afirma.

Criada em Brasília pelos fotógrafos Juliana Caribé e Marcus Amorim, a Lampejo nasceu com os propósitos de levar a fotografia para além das galerias tradicionais e de alcançar novos públicos. Desde 2023, já foram
sete edições, em locais como Infinu e Espaço Cultural Renato Russo. Mais do que um ambiente para exposição e venda, a iniciativa entende aquisição de uma fotografia também como forma de reconhecimento e valorização do trabalho autoral.


Serviço:

Feira Lampejo de fotografia autoral Data: 29 e 30 de agosto
Horário: sábado – 10h às 22h; domingo – 12h às 20h.
Local: Praça Central – TGS
Entrada: gratuita


Sobre Taguatinga Shopping:

Inaugurado em novembro de 2000, o Taguatinga
Shopping é um empreendimento das Organizações PaulOOctavio e da JC Gontijo Engenharia. É um dos maiores centros de compras do Distrito Federal, tendo como principal reflexo a geração de 2,5 mil empregos diretos. A área total construída do empreendimento – que engloba shopping center, duas torres com 330 salas
comerciais e seis pisos de estacionamentos com 2,5 mil vagas cobertas – totaliza a marca de 160 mil m2 de área construída, que abrigam 250 operações comerciais, com qualificado mix de produtos, serviços e entretenimento, distribuídas em quatro pisos. O empreendimento é importante referência de consumo para toda a família,
e recebe público de 1 milhão de pessoas por mês, em média. É o shopping center mais lembrado pela população do DF, segundo pesquisas realizadas pelo prêmio Top of Mind, no qual foi agraciado em 16 edições. Atualmente, desenvolve o projeto TGS Solidário, com diversas ações que promovem a cultura de voluntariado, consciência de cidadania e mobilizam pessoas e recursos para o bem coletivo.


Site: www.taguatingashopping.com.br
Redes Sociais: Instagram – Facebook – Youtube
Informações: (61) 3451-6000
Informações para Imprensa:

Plano de saúde: veja 5 dicas para evitar que reajustes e despesas pesem no orçamento

Foto divulgação

Especialista recomenda avaliar modalidade do contrato, frequência de uso, coparticipação e impacto dos aumentos ao longo dos anos

As despesas com assistência médica voltaram a exigir atenção no planejamento financeiro das famílias. No Brasil, 52,97 milhões de pessoas têm algum tipo de plano de assistência médica. Desse total, 44,49 milhões estão vinculadas a planos coletivos, enquanto 8,45 milhões possuem contratos individuais ou familiares.

A diferença entre as modalidades é importante principalmente na hora de analisar os reajustes. Enquanto os planos individuais e familiares regulamentados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) seguem um teto definido pela agência, os contratos coletivos não estão sujeitos ao mesmo limite.

Para Manoel Alexandre, especialista em planos de saúde há quase 20 anos, o planejamento deve levar em conta não apenas o valor da mensalidade atual, mas também a evolução das despesas ao longo do tempo.

“Uma mensalidade que cabe no bolso hoje pode deixar de ser sustentável após aumentos anuais, mudanças de faixa etária ou alterações na rotina. A análise precisa considerar o desembolso ao longo do ano, a modalidade contratada, a frequência de utilização e os objetivos de médio e longo prazo”, afirma.

Confira cinco pontos que devem ser considerados antes de contratar, renovar ou trocar um plano de saúde:

1. Some todas as despesas relacionadas à saúde

O primeiro passo é calcular quanto a família realmente gasta com saúde. Além da mensalidade do plano, entram nessa conta coparticipações, medicamentos, consultas particulares, exames e tratamentos recorrentes.

Segundo o especialista, quando esse conjunto de despesas se aproxima de 15% a 20% da renda, é importante reavaliar o orçamento. O percentual, porém, não é uma regra ou limite estabelecido para as famílias, mas uma referência para verificar o impacto da despesa na capacidade de poupança.

“O problema aparece antes da inadimplência. Se a pessoa interrompe investimentos, consome a reserva de emergência ou assume dívidas para manter a proteção, o valor já deixou de ser sustentável”, explica.

2. Saiba qual é a modalidade do plano antes de avaliar o reajuste

Nos planos individuais e familiares regulamentados, o reajuste anual segue o teto definido pela ANS. Para o período citado no material, o índice é de 5,11%.

Já nos planos coletivos, não há esse mesmo teto. Nos contratos com 30 ou mais beneficiários, por exemplo, o percentual é negociado entre a empresa contratante e a operadora ou administradora de benefícios.

Além do reajuste anual, o valor da mensalidade também pode mudar em razão da mudança de faixa etária, conforme as regras previstas no contrato.

Por isso, antes de questionar ou aceitar um aumento, o consumidor deve verificar qual é o tipo de contrato, a data de aniversário do plano e os critérios utilizados para chegar ao novo valor.

3. Avalie a portabilidade se o plano deixar de valer a pena

A portabilidade pode ser uma alternativa quando a rede credenciada já não atende às necessidades do beneficiário, o preço fica incompatível com a renda ou aparece uma opção mais adequada ao perfil de utilização.

Pelas regras da ANS, a troca pode ser feita sem o cumprimento de novas carências ou cobertura parcial temporária, desde que os requisitos exigidos sejam cumpridos.

A comparação, no entanto, não deve considerar apenas o preço. É importante verificar a abrangência geográfica, hospitais e laboratórios credenciados, tipo de acomodação, possibilidade de reembolso, histórico de reajustes e eventual continuidade de tratamentos.

Outro cuidado é não cancelar o plano atual antes da conclusão da portabilidade. A antecipação pode deixar o consumidor sem cobertura durante o processo.

4. Compare a coparticipação com a frequência de utilização

Nos planos com coparticipação, o beneficiário paga um valor adicional quando utiliza determinados serviços, além da mensalidade.

O modelo pode ser interessante para quem utiliza pouco o plano e consegue reservar dinheiro para eventuais consultas e exames. Para quem realiza terapias, acompanhamentos ou procedimentos frequentes, porém, a economia na mensalidade pode ser anulada pelo aumento dos gastos durante o ano.

A recomendação é analisar o histórico dos últimos 12 meses e fazer simulações considerando períodos de baixa, média e alta utilização.

“Uma mensalidade menor não significa necessariamente uma despesa total mais baixa. A escolha deve considerar a rotina de uso e a oscilação que as finanças conseguem absorver”, afirma o especialista.

5. Considere o impacto do envelhecimento no orçamento

O planejamento também deve levar em conta os reajustes anuais e as mudanças de faixa etária previstas no contrato.

Nos planos contratados a partir de 2004, por exemplo, a última faixa etária começa aos 59 anos. Pela regulamentação, o valor dessa faixa não pode ser superior a seis vezes o preço cobrado na primeira faixa.

Mesmo com essa regra, o custo total com saúde pode aumentar ao longo dos anos, principalmente pela combinação entre mensalidades mais altas, maior utilização dos serviços e gastos com medicamentos.

Por isso, a recomendação é fazer projeções para os próximos cinco, dez e 20 anos e criar reservas financeiras específicas para despesas médicas.

Também é importante revisar o plano diante de mudanças na vida familiar, como casamento, nascimento de filhos, saída de dependentes ou aposentadoria.

Planejamento deve ser revisto periodicamente

Para Manoel Alexandre, a escolha de um plano de saúde deve responder a três questões: se a cobertura é adequada, se a despesa cabe no orçamento sem comprometer outros objetivos e se a modalidade escolhida corresponde ao perfil de utilização da família.

“Não existe uma solução universalmente barata ou cara, mas aquela que entrega a assistência necessária de forma sustentável. Planejar a saúde é evitar decisões apressadas justamente nos momentos de maior vulnerabilidade”, conclui.

Sobre a Ligamar Seguros

A Ligamar Seguros atua na consultoria e comercialização de planos de saúde, odontológicos, seguros de vida e soluções em proteção patrimonial, oferecendo atendimento personalizado para pessoas físicas e empresas. A empresa orienta seus clientes na escolha das coberturas mais adequadas às suas necessidades, sempre priorizando prevenção, segurança e qualidade de vida.

Conheça as soluções da Ligamar https://ligamarseguros.com.br/ 

Estudantes da rede pública discutem solidão e violência simbólica a partir de clássico do teatro brasileiro

Dirigida por Cléber Lopes, “Há Vagas para Moças de Fino Trato” cumpre dez sessões no Sesi Taguatinga, de 31 de agosto a 4 de setembro, com mediação antes e debate com o elenco depois

Antes mesmo de entrar no teatro, há uma conversa mediada com a turma. Não é aquecimento de elenco: é a primeira parte da programação. E quando as luzes se apagam pela última vez, ninguém vai embora. Atrizes, diretor e equipe técnica ficam para responder ao que a plateia quiser perguntar.

É assim que funcionam as dez sessões do Laboratório de Narrativas Vivas – Grandes Autores do Teatro Brasileiro, que ocupa a Sala Yara Amaral, no Sesi Taguatinga, entre 31 de agosto e 4 de setembro de 2026. A obra escolhida é “Há Vagas para Moças de Fino Trato”, de Alcione Araújo (1945-2012), na montagem dirigida por Cléber Lopes. As sessões são exclusivas para turmas de escolas públicas, e cada estudante sai com material educativo impresso sobre a peça e o autor.

O projeto volta ao mesmo teatro onde cumpriu temporada em maio de 2025. O laboratório se organizou como iniciativa educativa e passou a construir as ações em torno de três temas que atravessam o texto de Alcione Araújo e a vida de quem está assistindo: liberdade, moralidade e solidão.

A escolha cênica ajuda nesse trabalho. Nesta versão, o público não fica na plateia: senta no palco, a poucos metros das atrizes. Nalu Miranda, Carol Nemetala e Rosanna Viegas atuam no limite entre o que está escrito e o que acontece ali, naquela sessão, com aquelas pessoas olhando de perto. Para um estudante que nunca foi ao teatro, é uma estreia sem proteção nenhuma: dá para ver a respiração, o cansaço, o olhar que escapa.

O som completa o cerco. O músico e pesquisador lisboeta João Lucas assina uma sonorização em quadrifonia que reproduz os ruídos da casa e da rua, a água correndo pelo encanamento, os passos no cômodo ao lado, e acrescenta camadas simbólicas que deslocam a cena para outro lugar. O espectador não observa um apartamento: está dentro dele.

Escrita em 1974, sob a ditadura militar, “Há Vagas para Moças de Fino Trato” é a obra mais cultuada de Alcione Araújo, dramaturgo, roteirista, escritor e um dos intérpretes mais afiados do comportamento brasileiro. A peça acompanha a convivência de três mulheres e o que essa convivência vai produzindo: hierarquia, julgamento, uma violência que não se apresenta como violência porque está diluída na rotina. É exatamente aí que o texto encontra a sala de aula.

“Há Vagas Para Moças de Fino Trato foi escrita há meio século e, ainda hoje, (in)felizmente produz sentido muito similar ao seu contexto político-comportamental original. No discurso, radicalismos negligenciam o respeito e adoecem as individualidades. Comportamentos pautados por premissas, crenças e vivências são defendidos como verdades absolutas, ditos pelo prisma da violência moral. Tudo isso à luz do cotidiano, onde agressões simbólicas são naturalizadas em meio às demandas do dia a dia”, afirma o diretor Cléber Lopes.

Lopes persegue esse texto desde o início da carreira. São cinco montagens ao longo de 25 anos, uma especialização concluída em 2011 (FADM) e um mestrado defendido em 2016 (UnB). Cada remontagem incorporou as inquietações do momento em que foi feita, o que ajuda a explicar por que a peça segue produzindo sentido em salas de aula formadas por gente que nasceu três décadas depois da redemocratização.

A aposta do Laboratório é que o estudante não apenas assista, mas analise, discorde e se posicione. Por isso a mediação e o bate-papo são parte da programação, e não um apêndice: todas as dez sessões são precedidas de uma conversa preparatória antes de entrar no teatro e seguidas de debate aberto entre público e equipe do projeto, após o espetáculo.

A direção de cena é de Nei Cirqueira, que trabalha ao lado de Cléber Lopes para garantir que cada sessão continue fiel aos princípios formulados na pesquisa de mestrado do diretor.

A programação prevê recursos de acessibilidade de audiodescrição e LIBRAS em três sessões. O projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

Programação:

Segunda-feira, 31 de agosto — sessões às 15h e 20h.
Terça-feira, 1º de setembro — sessões às 9h30 e 15h.
Quarta-feira, 2 de setembro — sessões às 15h e 20h.
Quinta-feira, 3 de setembro — sessões às 9h30 e 15h.
Sexta-feira, 4 de setembro — sessões às 9h30 e 15h.

Todas as dez sessões são precedidas de mediação e seguidas de bate-papo entre o público e a equipe do projeto. Os estudantes recebem material educativo sobre o espetáculo.

Fotos e vídeos: https://drive.google.com/drive/folders/1rrvKtZkLZjwIG8x8YNdBtmyIHHbQHDpx?usp=sharing

Ficha Técnica
Elenco: Nalu Miranda, Carol Nemetala e Rosanna Viegas

Direção: Cléber Lopes

Direção de cena: Nei Cirqueira

Cenografia e figurino: Roustang Carrilho

Sonoplastia e música de cena: João Lucas

Coordenação de produção: Paula Jacobson

Assistente de produção: Rui Miranda

Monitora / assistente de produção: Nilza Lopes

Coordenação técnica e iluminação: Rodrigo Lelis

Montagem de luz: Davi Marcelino

Operação de luz: Jefferson Landim

Coordenação de acessibilidade: Fernando Rodrigues

Intérpretes de Libras: Celma da Silva Souza e Marcelo Rocha

Mediação educativa: Todo Público

Fotografia: Diego Bresani e Marcos Venicius

Design: Henrique Marinelli

Social media: Lunares Ayla

Assessoria de comunicação: Camila Maxi

Gestão administrativa: C1 Arte e Entretenimento

Assistente administrativo: Gleidson Lopes

Auxiliar de escritório: Vagner Lopes

Apoio: Kacus Martins / Espaço Cultural H2O

SERVIÇO
Laboratório de Narrativas Vivas – Grandes Autores do Teatro Brasileiro

Espetáculo: Há Vagas para Moças de Fino Trato
Local: Sala Yara Amaral – Sesi Taguatinga
Período: 31 de agosto a 4 de setembro de 2026
Sessões exclusivas para turmas de escolas públicas
Classificação indicativa: 14 anos
Informações: @C1produtora

A acústica do paladar: Gurumê estreia selo GuruSounds em Brasília com welcome drink inédito e alta curadoria sonora

Os músicos Rafa Monte Rosa e Renato Azambuja, nomes à frente do projeto InTrio, são a atração principal da estreia do selo GuruSounds no Gurumê ParkShopping. A noite do dia 23 de setembro reúne arranjos refinados de jazz pop, alta gastronomia japonesa contemporânea e coquetelaria autoral., divulgação

Há uma dimensão do luxo contemporâneo que transcende o tangível e se revela na harmonia dos sentidos, no tempo suspenso e na delicadeza dos encontros. No coração da arquitetura modernista de Brasília, o Gurumê ParkShopping inaugura uma nova etapa em sua jornada de hospitalidade com a estreia do GuruSounds. Concebido não apenas como uma noite musical, mas como uma declaração estética e sensorial, o projeto transforma o salão da casa em um ateliê cosmopolita, onde a precisão da culinária japonesa dialoga fluidamente com a música ao vivo e a mixologia autoral. Para celebrar a chegada da iniciativa à Capital Federal, a casa desenvolveu o inédito coquetel autoral Arpo Sunset — um welcome drink exclusivo que combina 60 ml de vodka Voa, 20 ml de monin de tangerina, 15 ml de licor Cointreau, 20 ml de polpa de maracujá fresco, 50 ml de água de coco e 10 ml de vermouth Rosso, coroado com uma cereja sobre kushi de bambu — servido como gesto de boas-vindas aos clientes que efetuarem reserva prévia.

A sinergia entre o gesto e o acorde

A inspiração do GuruSounds nasce da busca por rituais que celebrem o estilo de vida urbano sob uma perspectiva intimista e sofisticada. Para sua estreia na capital no dia 23 de setembro, o Gurumê une sua assinatura ao virtuosismo do InTrio, projeto encabeçado pelos músicos Rafa Monte Rosa e Renato Azambuja. Com mais de 15 anos de trajetória na cena cultural do Distrito Federal, o duo apresenta uma formação compacta e versátil — unindo guitarra, baixo, bateria eletrônica e vozes — para recriar clássicos do jazz pop, rock vintage e da música internacional em arranjos elegantes e contemporâneos. A colaboração traduz a mesma filosofia que rege a cozinha do restaurante: o respeito aos fundamentos clássicos reinterpretados por um olhar inventivo e autoral.

A poética do ambiente e a matéria-prima

A atmosfera da noite ganha contornos de lounge refinado através de uma iluminação cênica de penumbra suave, desenhada para destacar o contraste das madeiras nobres e as curvas orgânicas do espaço. À mesa, o luxo silencioso se materializa em uma gastronomia desenhada para o compartilhamento: lâminas milimétricas de peixes frescos, as consagradas “brisas” da casa e a crocância icônica da Pipoca de Camarão. Cada prato funciona como uma extensão do ritmo musical, harmonizado com uma carta de coquetelaria que explora infusões botânicas e bases de saquê, como o Sakura e o Satori Martini.

O rito de bem-receber

O GuruSounds posiciona o salão físico como o destino definitivo para quem busca exclusividade e conexão cultural no meio da semana. Para inaugurar esse rito de celebração e reforçar o compromisso da casa com a alta hospitalidade, o welcome drink Arpo Sunset foi milimetricamente estruturado em camadas: o frescor hidratante da água de coco e o toque cítrico da tangerina e do maracujá equilibram-se com a elegância botânica do vermouth Rosso, da vodka Voa e do Cointreau, criando uma recepção multissensorial logo no primeiro contato à mesa.

Com esta estreia, o Gurumê reafirma seu papel como polo de experiências memoráveis na capital, unindo rigor técnico, conforto sensorial e arte em sua forma mais pura.

Serviço

Estreia GuruSounds Brasília — Com InTrio

  • Data: 23 de setembro de 2026 (quarta-feira)
  • Horário: a partir das 19h
  • Local: Gurumê ParkShopping – Espaço Gourmet (SAI/SO Área 6580, EPIA Sul, Brasília – DF)
  • Condição especial: Welcome drink autoral Arpo Sunset de cortesia mediante reserva antecipada
  • Informações e reservas: www.gurume.com.br | @gurume_oficial

Sobre o Gurumê

O Gurumê é um consagrado restaurante de gastronomia japonesa contemporânea, reconhecido por sua qualidade excepcional, design de vanguarda e ambiente sofisticado. Unindo o rigor técnico oriental e a hospitalidade acolhedora do DNA brasileiro, a marca integra o portfólio de marcas do Grupo Trigo e proporciona experiências de alta gastronomia focadas no consumo consciente e na entrega de valor justo.

Serviço

Gurumê Brasília

Onde: ParkShopping Brasília-Setor de Áreas Isoladas (SAI/SO) Área 6580-Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA Sul) Brasília – DF

Horário de funcionamento:

De segunda a quinta das 12h às 23h

Sexta e sábado, das 12h às 00h

Domingo, das 12h às 22h

Site: www.gurume.com.br

Instagram: @gurume_oficial

Avóz dos Tambores encerra projeto com apresentação de alunas, entrega de certificados e show no Parque da Cidade

Foto divulgação

Projeto de formação em percussão para pessoas idosas celebra conclusão de atividades neste domingo (30/8), no Estacionamento 13 

O projeto Avóz dos Tambores encerra sua edição neste domingo (30/8), com uma programação gratuita que celebra o processo de formação de pessoas idosas em oficinas de percussão brasileira. O encontro acontece das 10h30 às 12h, no Estacionamento 13 do Parque da Cidade, e reúne apresentação de Monikota faz o que gosta, das alunas, entrega de certificados e show de encerramento.

A programação começa às 10h30, com a abertura oficial do encerramento do projeto e a apresentação de Monikota faz o que gosta. Às 11h, as alunas que participaram da formação sobem ao palco para uma apresentação coletiva e recebem os certificados de conclusão. O encerramento fica por conta de um show, das 11h20 às 12h, celebrando junto ao público os resultados do percurso desenvolvido ao longo do projeto.

Idealizado a partir de ações socioculturais realizadas no território desde 2020, o Avóz dos Tambores se consolidou como uma proposta de formação cultural que coloca a pessoa idosa no centro da cena. Conduzida pelo arte-educador Celin do Batuk, as oficinas trabalharam a prática coletiva da percussão a partir de ritmos e manifestações da cultura popular brasileira, criando um espaço de aprendizado, convivência e expressão artística.

A metodologia parte de uma abordagem integradora, conectando as referências musicais trazidas pelos próprios participantes aos conteúdos apresentados durante as aulas. Em vez de concentrar a formação em um único instrumento, a oficina percorre diferentes sonoridades da percussão brasileira, proporcionando uma experiência coletiva que valoriza tanto a escuta quanto a criação.

O projeto

Ao longo do projeto, iniciado em abril deste ano, as participantes vivenciaram práticas em grupo, exercícios individuais, momentos de troca e reflexão e ensaios voltados para a apresentação de encerramento. A formação também contou com rodas de conversa que contextualizam os ritmos trabalhados a partir de suas dimensões históricas, sociais e culturais, aproximando a prática musical de questões relacionadas à memória e à cultura popular.

Para além do aprendizado musical, o Avóz dos Tambores se insere em uma perspectiva de transformação social. O projeto aposta na cultura como ferramenta de integração, bem-estar e valorização da pessoa idosa, criando oportunidades para que esse público ocupe espaços de protagonismo e participação na vida cultural.

A iniciativa também dialoga com um cenário de envelhecimento acelerado da população brasileira. Com o número de pessoas idosas em crescimento, ações de formação cultural voltadas a esse público contribuem para o enfrentamento do etarismo e para a promoção de um envelhecimento ativo, reconhecendo pessoas idosas não apenas como público consumidor de cultura, mas como agentes, criadoras e protagonistas da produção cultural.

“Essa edição foi muito especial porque pudemos acompanhar de perto o envolvimento e a transformação de cada participante ao longo do processo. A percussão cria esse lugar de encontro, de escuta e de troca, e foi muito bonito perceber como as alunas foram se apropriando dos ritmos, dos instrumentos e, principalmente, desse espaço de criação coletiva. O encerramento é uma celebração de tudo que construímos juntos, mas também mostra que a música não tem idade e que sempre é tempo de aprender, experimentar e ocupar a cena”, afirma Celin. 

O encerramento no Parque da Cidade marca, assim, não apenas o fim de mais uma etapa do projeto, mas a celebração de um processo construído coletivamente por meio do ritmo, da convivência e da valorização dos saberes e experiências de suas participantes.

O projeto Avóz dos Tambores é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC), viabilizados por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec).

Programação completa: 

10h30 – Abertura oficial do encerramento do projeto

10h30 – Apresentação da agente cultural Monikota faz o que gosta

11h – Apresentação das alunas e entrega de certificados

11h20 – Show de encerramento

Serviço – Avóz dos Tambores – Encerramento

Data: Domingo, 30 de agosto

Horário: 10h30 às 12h

Local: Estacionamento 13 do Parque da Cidade

Entrada: Gratuita

Redes: https://www.instagram.com/avozdostambores/ 

Fitas clareadoras, receitas caseiras e produtos sem procedência podem comprometer a saúde bucal em busca de dentes mais brancos

Foto divilgação

Alerta da Anvisa e do Conselho Federal de Odontologia sobre fitas clareadoras reforça a importância do acompanhamento odontológico antes e durantes tratamentos dentais

A busca por clareamentos dentais, tem levado muitas pessoas a testarem receitas caseiras e produtos encontrados na internet que prometem resultados imediatos. Bicarbonato de sódio, carvão ativado e até limão estão entre as alternativas de receitas caseiras mais comuns nas redes sociais. Além disso, fitas e géis clareadores são facilmente encontrados em plataformas de vendas online. Apesar da promessa de grande praticidade, o uso sem orientação profissional pode causar danos à estrutura dos dentes e gengiva. 

O alerta dado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em julho de 2026, determinou o recolhimento de marcas de fitas clareadoras dentais, chamando atenção para a importância da verificação da procedência e a segurança desses produtos antes do uso. As fitas clareadoras e outros produtos semelhantes, contém peróxido de hidrogênio, agente químico responsável pela ação clareadora que quando utilizado de maneira incorreta ou sem orientação, pode provocar sensibilidade intensa, irritação, queimaduras, lesões nos tecidos bucais e agravamento de problemas já existentes.

De acordo com a especialista em ortodontia, Dra. Luísa Casado, o clareamento não deve ser encarado como um procedimento estético simples que pode ser realizado de maneira indiscriminada. 

Antes de se submeter a qualquer tratamento de clareamento dental, é fundamental que o paciente procure um cirurgião-dentista para avaliação. É necessário analisar as condições da saúde bucal e identificar possíveis fatores que possam interferir no procedimento ou exigir cuidados específicos. A partir dessa avaliação, o profissional poderá indicar a técnica mais adequada e segura para cada caso.”, explica Dra. Luísa Casado.

O bicarbonato de sódio, por exemplo, possui ação agressiva e pode contribuir para a remoção de manchas superficiais, mas não promove um clareamento saudável e adequado para a estrutura dos dentes. Quando feito em grande frequência ou de maneira inadequada, pode aumentar o desgaste do esmalte do dente. O carvão ativado, também ganhou espaço nas redes sociais como suposto agente clareador, embora a capacidade de promover um clareamento efetivo, também seja limitada, de efeito cinderela.

O bicarbonato e o carvão ativado podem dar uma impressão superficial de dentes mais limpos e claros porque removem algumas manchas externas, mas isso não significa que estejam de fato clareando a estrutura dental”, alerta Dra. Luísa Casado.

Outro método abrasivo é o uso do limão, sozinho ou combinado com bicarbonato. Por ser uma fruta ácida, o contato frequentemente com os dentes podem favorecer a erosão do esmalte. Quando associado a uma substância abrasiva, o risco pode ser ainda maior. Assim como as receitas caseiras, a concentração de ativos, a procedência, a indicação e a forma de aplicação são tópicos que precisam ser considerados antes de qualquer tratamento.

Quando a pessoa utiliza uma substância ácida e depois associa a um produto abrasivo, pode criar uma combinação que agride o esmalte dos dentes. Da mesma forma, o fato de um produto estar disponível na internet não significa que ele seja adequado para todos os pacientes. Para realizar um clareamento, é necessário avaliar a condição dos dentes, a saúde da gengiva e o histórico de cada pessoa. A alternativa mais segura é realizar o procedimento com avaliação e acompanhamento de um cirurgião-dentista.”, ressalta.

O Conselho Federal de Odontologia (CFO) reforça que o clareamento deve ser realizado com acompanhamento do cirurgião-dentista, garantindo segurança, eficácia e preservação da saúde bucal durante o tratamento. A recomendação é que o paciente procure avaliação profissional antes de iniciar qualquer método, inclusive os que são vendidos como alternativas rápidas e de uso diário.

O clareamento dental pode ser realizado com diferentes técnicas, como o clareamento de consultório, feito com aplicação de um agente clareador com concentração adequada e sob supervisão e manuseio do dentista, e o clareamento caseiro supervisionado, em que o paciente utiliza uma moldeira personalizado de acordo com a própria arcada. Dependendo do caso, as técnicas podem ser associadas, de acordo com o objetivo e condições de cada paciente.

Existem formas de realizar o clareamento dental, mas não existe uma técnica única que seja ideal para todo mundo. O procedimento em consultório e o caseiro supervisionado são opções seguras se forem indicadas e acompanhadas pelo profissional. A escolha depende da avaliação e das expectativas que precisam ser alinhadas entre dentista e paciente”, explica Dra. Luísa Casado.

Teatro de rua transforma Praça de Sobradinho I em território de magia e reflexão sobre a vida em um mundo em colapso

Integrantes do coletivo Truvação. Foto: Miss Ferr

De uma árvore mágica, em um mundo que flerta vertiginosamente com o próprio fim, brota a esperança. É para resgatar a capacidade humana de sonhar diante do colapso climático que o Coletivo Truvação estreia a obra Quando os Umbigos Brilham, em Sobradinho no dia 3 de setembro (quinta), na Pracinha da Quadra 3, Sobradinho I, às 20h. A peça seguirá nos dias 4 (às 20h), e 5 e 6 de setembro (às 19h), e contará com audiodescrição, Libras e infraestrutura para pessoas com mobilidade reduzida. A classificação indicativa é livre.

Guiados por um misterioso brilho que lhes pulsa no ventre, três seres improváveis, uma humana, uma menina-máquina e um cachorro-cogumelo, despertam sem memórias, mas com a missão de impedir que o universo seja engolido pela terrível “Grande Fenda”. Para isso, a trupe lúdica precisa garimpar e registrar o que ainda resta de mais especial na humanidade. O percurso, contudo, entra em curto-circuito com os interesses da poderosa FIM Tech, uma corporação tecnológica disposta a apagar qualquer centelha de vida autêntica que ameace seu domínio. A narrativa tece uma crítica afiada, porém banhada em esperança, sobre a crise hídrica, o consumo desenfreado e o adoecimento das relações entre a humanidade e a Terra.

Misturando fantasia, música ao vivo, comicidade popular, poesia e participação do público, o espetáculo convida crianças, jovens e adultos a embarcarem em uma jornada que faz o público refletir sobre uma das perguntas mais urgentes do nosso tempo: como seguir produzindo vida em um mundo atravessado por guerras, crises ambientais e pelo desencanto?

A linguagem do teatro de rua potencializa essa experiência ao transformar a praça pública em um lugar de convivência, imaginação e celebração. Ana Matuza, que dirige e encena a peça, reflete que “a rua deixa de ser apenas cenário para tornar-se protagonista de uma criação que rompe fronteiras entre artistas e espectadores, convidando o público a ocupar coletivamente o espaço urbano como território de encontro e transformação”.

Para garantir que o encantamento não encontre barreiras, Quando os Umbigos Brilham integra recursos de acessibilidade à sua encenação. As apresentações contam com intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras) e serviço de audiodescrição em todas as apresentações, além de acolhimento preparado para acomodar pessoas com deficiência física e neurodivergentes.

Trilogia do Infinito

Quando os Umbigos Brilham faz parte de uma sequência iniciada em 2022 chamada Trilogia do Infinito, dedicada à construção de uma dramaturgia original para o teatro de rua brasileiro. Fazem parte da obra, os espetáculos Umbigo do Infinito e A Batalha do Portal.

Ao longo da trilogia, o Coletivo Truvação constrói uma narrativa em que o corpo humano, a terra e a memória compartilham um mesmo destino. A devastação ambiental, a violência, a lógica da exploração e o rompimento das relações entre humanidade e natureza atravessam a obra como sintomas de uma mesma ruptura. Em contraponto, Quando os Umbigos Brilham aponta para a possibilidade da reparação: restaurar vínculos, reconstruir comunidades e reconhecer que o cuidado com a vida depende da responsabilidade coletiva diante do mundo que habitamos.

Coletivo Truvação

Nascido da urgência de investigar o teatro popular contemporâneo, o Coletivo Truvação consolida, com esta estreia, um projeto dramatúrgico ambicioso, iniciado em 2022 com a Trilogia do Infinito. O grupo, que tem a fantasia como arma crítica e a cultura popular como invenção, reafirma a crença de que reparar o planeta exige a reparação dos nossos afetos. Onde houver amizade, coragem e um umbigo a brilhar, a vida continuará pulsando.

Ficha técnica

Direção e Encenação: Ana Matuza 

Texto: Ana Matuza, Isabella Barros, João Ricken e Lu Matias

Elenco: Alê Arautas, Daniel Landim, Isabella Barros, João Ricken, Luana Lebazi, Lu Matias, Tauã Franco, Thays Oak, Similião. 

Elenco Coro: Ana Afonso, Sandro Araújo, Talita Rangel, Cadu Marques, Sophia Tibiriçá, Magma Serejo, Ana Kaíta, Vinicius Rollo, Dante. 

Musicistas: Gabriel Feitosa, Mar Nóbrega e Vitória Bartholo

Figurinos: Beatriz Villar e Marley Oliveira

Cenografia: Ana Matuza e João Quinto 

Criações de video: Jesso Alves

Técnico de som e luz: Alessandro Moska

Produção e Coordenação Geral: Ana Matuza, Marina Olivier e Mila Ellen 

Assistente de Produção: Dandara Alves 

Assessoria de Imprensa: ECD Comunicação

Arte Gráfica: Jesso Alves

Realização: Circuito Cultural e Coletivo Truvação

Serviço:

Quando os Umbigos Brilham

Dias: 3 e 4 de setembro (20h) // 5 e 6 de setembro (19h)

Local: Pracinha da Quadra 3, Sobradinho I (próximo à Escola Classe 15 de Sobradinho e à UBS 2 de Sobradinho)

Classificação indicativa: livre

Entrada gratuita

Audiodescrição, Libras e infraestrutura para pessoas com mobilidade reduzida.

SESI Lab e Instituto Moreira Salles apresentam exposição de Hans Gunter Flieg

Foto divulgação

O SESI Lab e o Instituto Moreira Salles (IMS), com apoio do Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e do Ministério da Cultura, apresentam a exposição Flieg. Tudo que é sólido, dedicada à obra de Hans Gunter Flieg (1923-2024), um dos principais nomes da fotografia do país. O artista dedicou a carreira ao registro da industrialização do Brasil, especialmente de São Paulo, a partir dos anos 1940, destacando-se também na publicidade e na arquitetura. A mostra, em cartaz a partir de 2 de setembro, inaugura a nova galeria de exposições temporárias do SESI Lab e fica em cartaz até 28 de fevereiro de 2027, reunindo cerca de 180 imagens.

“O trabalho de Flieg foi profundamente influenciado pela modernidade europeia, aliando o domínio na elaboração formal da imagem fotográfica ao absoluto controle da iluminação, da exposição e do processamento da película”, diz Sergio Burgi, coordenador de fotografia do IMS. “Com alto rigor formal, sua fotografia de indústria permite igualmente que estruturas, equipamentos e objetos industriais registrados de maneira objetiva e direta conduzam, em muitos casos, a imagens de forte viés abstrato, ampliando e atualizando a relevância da produção do fotógrafo no âmbito da fotografia moderna e contemporânea no Brasil”.

A curadoria de Flieg. Tudo que é sólido é de Sergio Burgi, com assistência de Mariana Newlands. O acervo de Flieg está sob a guarda do IMS desde 2006. Esta é a primeira vez que a exposição viaja para outra cidade e marca o início da parceria entre SESI Lab e IMS.

“O trabalho de Hans Gunter Flieg é um importante registro das transformações da indústria brasileira e de seu impacto na sociedade. Para o SESI Lab, receber esta exposição significa conectar arte, memória e indústria, valorizando esse patrimônio e, ao mesmo tempo, provocando novos olhares sobre o futuro. A parceria com o Instituto Moreira Salles torna esse encontro ainda mais potente”, afirma Claudia Ramalho, superintendente de Cultura do Serviço Social da Indústria (SESI).

“A exposição traduz, por meio do olhar de Flieg, um capítulo importante da transformação da indústria brasileira. Para o IEL, apoiar essa iniciativa é também valorizar a memória, a criatividade e o conhecimento que impulsionam a inovação e ajudam a formar os profissionais que constroem o futuro da indústria”, completa Sarah Saldanha, superintendente nacional do IEL.

A exposição do SESI Lab apresenta um aparato inédito: o público poderá entrar em uma câmera escura e entender como é feita a captação de imagens pela fotografia. Trata-se de um dispositivo vedado à luz externa, no qual a luz penetra de forma controlada através de uma pequena abertura, projetando uma imagem luminosa e invertida do mundo exterior na superfície interna da câmera.

Se dissolve no ar…

A obra e a vida de Flieg se misturam à própria história do século 20. Nascido em uma família judia de classe média, na Alemanha, estudou fotografia em 1939, aos 16 anos, antes de migrar juntamente com a família para o Brasil, fugindo da perseguição do regime nazista. A partir de 1945, estabelece-se como fotógrafo em São Paulo, trabalhando para empresas como Willys-Overland e Mercedes-Benz, pioneiras da indústria automobilística no Brasil, além de registrar momentos marcantes do período, como a 1ª Bienal Internacional de Arte de São Paulo, em 1951, e a construção da sede do Masp, na década de 1960.

A exposição Flieg. Tudo que é sólido é dividida em três núcleos. O primeiro traz imagens de arquitetura industrial, como a construção do Ginásio do Ibirapuera (1955) e das hidrelétricas de Ilha Solteira e Jupiá, no Rio Paraná, e a Fábrica Duchen, em Guarulhos (SP), projeto de Oscar Niemeyer. No segundo núcleo, o olhar de Flieg se volta para o interior das fábricas, com foco nos maquinários. As fotografias tinham fim comercial, mas captam os detalhes escultóricos destes equipamentos.

Por fim, no terceiro núcleo, o visitante poderá apreciar o trabalho realizado pelo fotógrafo para o mercado publicitário, com imagens marcantes de objetos cotidianos, como pneus, máquina de escrever, ferramentas, calculadora e mobiliário. São imagens feitas de forma meticulosa, com contrastes de luz e sombra, com o objetivo de evidenciar as qualidades de cada objeto.

Em entrevista concedida em 2014 ao IMS, o fotógrafo enfatiza: “A importância é mostrar o produto da melhor forma possível. O que você tem que fazer tem que ser bem-feito.”

“O olhar que nos oferece Flieg sobre uma sociedade industrial que se quis e se fez moderna na São Paulo do pós-guerra, sem romper, entretanto, com os mecanismos de reificação, alienação e poder de seu tempo, nos leva a refletir agora, décadas depois, sobre uma sociedade pós-industrial igualmente imersa em profundas e radicais transformações e contradições, onde mais uma vez tudo que é sólido desmancha no ar”, afirma Burgi, curador da mostra.

Sobre o IMS – O Instituto Moreira Salles (IMS) é uma instituição cultural, fundada em 1987, dedicada à preservação, pesquisa e difusão do patrimônio cultural brasileiro. Ao longo de sua atuação, constituiu um amplo acervo, distribuído nas áreas de fotografia, literatura, iconografia, música e arte contemporânea. O IMS mantém centros culturais nas cidades de São Paulo, Poços de Caldas e Rio de Janeiro. Além disso, conta com site institucional, que reúne diversos materiais de acervo, informações sobre programação e outros conteúdos. Também realiza extensa programação cultural, que inclui exposições, sessões de cinema, shows, debates e atividades educativas, e lança publicações, entre revistas e livros.

Flieg. Tudo que é sólido

SESI Lab – ao lado da Rodoviária do Plano Piloto

2 de setembro de 2026 a 28 de fevereiro de 2027

De terça a sexta, das 9h às 18h; sábado, domingo e feriados, das 10h às 19h

Classificação: livre

Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia)

Press kit

@sesi.lab

Planaltina recebe o EducAtiva Espaços Museais, em encontro participativo

Foto divulgação

Iniciativa reúne agentes culturais locais para criar materiais educativos e de educação patrimonial comunitária

No dia 30 de agosto (domingo), Planaltina (DF) recebe a quarta etapa do projeto EducAtiva Espaços Museais. O encontro abrirá uma roda de validação e de escuta participativa, onde será apresentado o material de educação patrimonial do território construído junto à comunidade e agentes culturais locais. O encontro ocupará o Pé Vermelho – Espaço Contemporâneo, a partir das 17h e com entrada franca e livre. 

Criado no Distrito Federal, o EducAtiva Espaços Museais objetiva desenvolver dispositivos de mediação e educação patrimonial que fortaleçam o reconhecimento e a valorização dos patrimônios culturais locais. A iniciativa acontece através de quatro etapas colaborativas, em parceria com espaços de memória, educadores, artistas e agentes comunitários. Todos os envolvidos são mobilizados a pesquisar, experimentar e produzir conteúdos sensíveis que dialoguem com as histórias e contextos culturais da comunidade. 

O projeto é realizado pela Simpoiese Projetos Culturais, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). Em Planaltina, as ações são mobilizadas em parceria com o Espaço Pé Vermelho, desde o mês de julho, com a participação de Ana Mago, Camila Soato, João Angelini, Lu Férriz, Lua Cavalcante, Luamar Ronan Nunes da Silva, Luciana Paiva, Marley Medeiros, Nelcilene Santos Gama, Pamella Wyla, Raissa Studart, Sabrina May, Tainam Malta Sousa e Viviane Pinto.

Segundo a coordenadora do projeto, Viviane Pinto, o EducAtiva busca ampliar repertórios, práticas e reflexões em arte, educação, patrimônio e comunidade, a partir de temas urgentes e de interesse comum. “Queremos que os materiais criados façam sentido à comunidade e sirvam de base para ações futuras de educação patrimonial e circulação das memórias locais”, completa. 

Em setembro, o projeto segue para a região administrativa do Sol Nascente/Pôr do Sol, em parceria com a Cozinha Popular Mara Maria de Jesus e em diálogo com a Coordenação Distrital do Movimento de Trabalhadoras e Trabalhadores por Direitos (MTD-DF). Por lá, o Laboratório de Cocriação de Materiais Educativos será realizado nos dias 05 e 06/09, das 9h às 17h, e o Encontro de Validação no dia 08 de novembro, às 10h.

Inventário e criação colaborativa

O caráter colaborativo do projeto propicia a criação de um inventário cultural afetivo em cada território. Na etapa 1, é realizado o diagnóstico, mapeamento e levantamento de memórias, buscando identificar práticas, saberes e referências que constituem a memória cultural local, incluindo imagens, textos, documentos, depoimentos e conversas. Na etapa 2, inicia-se o Laboratório de Cocriação dos materiais educativos, através da escuta, reflexão e cocriação com todos os agentes envolvidos.

A etapa 3 é voltada ao Design Colaborativo, onde todo o conteúdo sistematizado é editado de forma gráfica, dando vida a um protótipo de material educativo voltado à educação patrimonial e à produção compartilhada do conhecimento. Na etapa 4, acontece o último encontro para apresentação, escuta crítica e validação coletiva dos materiais desenvolvidos, que seguirão abertos para reuso e adaptação segundo as agendas próprias de cada território.

SERVIÇO
EducAtiva Espaços Museais – Planaltina
Quando: 30 de agosto (domingo), às 17h
Onde: Pé Vermelho – Espaço Contemporâneo
Endereço: Av. 13 de Maio, Praça São Sebastião, Quadra 57, Lote 6 – Planaltina (DF)
Entrada e classificação: franca e livre
Nas redes: @simpoiese

Avon Renew lança bastão multifuncional que une proteção e tratamento contra os danos causados pelo sol

Foto divulgação

Com versão incolor com FPS50 e a versão com seis tonalidades e FPS70, sua fórmula com vitamina C e tecnologia Renew ajuda a reduzir manchas solares e linhas finas

Queridinhos nas redes sociais, os produtos em bastão transformaram a rotina do consumidor: além de não ocupar espaço na necessaire, não vazam e são práticos para retoques ao longo do dia. Atenta a essa demanda crescente, a Avon, com sua expertise no desenvolvimento de produtos que combinam alta tecnologia e acessibilidade, acaba de lançar o novo Avon Renew Stick Protege e Trata, que tem vitamina C, alta proteção UVA/UV e auxilia na redução de manchas solares.

Para o consumidor que busca praticidade e resultados visíveis, a novidade conta com a versão de protetor solar Incolor FPS 50, que oferece um acabamento 100% invisível na pele, toque seco imediato e se adapta perfeitamente a todos os tons de pele, sem deixar resíduos brancos. Já para quem procura cobertura, alto FPS e tratamento em um único produto, Avon Renew apresenta a versão do multiprotetor com cor e FPS 70. Essa versão conta com 6 opções de ton, oferecendo cobertura média, com toque seco e acabamento matte. Indicada para peles mistas a secas, o produto melhora a textura da pele em 90%, além de reduzir as linhas finas em 85% das consumidoras. 

“Há mais de 30 anos, Renew constrói sua trajetória com base em ciência e inovação para oferecer soluções de alta performance em cuidados com a pele. O Renew Stick Solar é mais um passo nessa evolução: reunimos toda a expertise da marca em um formato que alia proteção solar diária aos benefícios do skincare. Em um mercado com diversas opções de bastão, nosso diferencial está não só na qualidade e tecnologia, mas somos pioneiros a ter a vitamina C em um produto cosmético”, afirma Andrea  Echeverri, Head head Global de Marketing de Maquiagem, Cabelos e Skincare da Avon

Rotina Avon Renew

Além da praticidade para a reaplicação da proteção solar ao longo do dia, o Renew Solar Stick passa a integrar a rotina de cuidados faciais de Avon Renew. Após a limpeza da pele com outros produtos da linha como o Gel de Limpeza Avon Renew e a aplicação do Creme Facial Avon Renew Power, o bastão entra como o terceiro passo do ritual de skincare, reforçando a importância da proteção solar diária para potencializar os benefícios do tratamento e ajudar a prevenir os sinais do envelhecimento da pele.

O novo Avon Renew Stick Solar chega ao mercado por R$99,90 e está disponível por meio das Consultoras de Beleza Avon, nas principais perfumarias e no e-commerce oficial da marca: www.avon.com.br

Avon Renew Multiprotetor Stick FPS 70 com cor (6 tonalidades disponíveis)  – R$ 99,90
Tem 6 opções de cores equivalentes a cartela de tons da base da Avon e alta proteção solar com construção de cobertura. É praticidade com tecnologia Renew, todos os dias. Com concentração ativa de vitamina C, reduz manchas solares e combate os radicais livres que aceleram o envelhecimento da pele. Textura matte que desliza facilmente no rosto, perfeito para retoques ao longo do dia, até por cima da maquiagem.

Avon Renew Solar Stick FPS 50 incolor – R$ 99,90
Alta proteção solar com acabamento invisível sem resíduo branco. É praticidade com tecnologia Renew, todos os dias. Com concentração ativa de vitamina C, reduz manchas solares e combate os radicais livres que aceleram o envelhecimento da pele. Textura matte que desliza facilmente no rosto, perfeito para retoques ao longo do dia, até por cima da maquiagem.

Sobre Avon
Fundada em 1886 com o propósito pioneiro de promover a autoestima e a emancipação feminina, a Avon consolidou-se como uma das maiores referências globais em beleza. Parte do grupo Natura desde 2020, a marca opera sob o modelo de Femtech desde 2026— uma ‘startup do feminino’ que funde seu legado de mais de mil patentes a uma estrutura ágil e cultura digital-first. Com gestão majoritariamente feminina e estratégia unificada do México à Argentina, a Avon foca na geração de valor e na democratização de tecnologias de alta performance, como o exclusivo Protinol e o Retinol. Sua operação omnicanal integra o social selling de 1,5 milhão de Consultoras de Beleza a uma rede de e-commerce e mais de 1.200 pontos de venda em varejistas multimarcas.

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Arezzo reinaugurou loja no Iguatemi Brasília com novo conceito e evento especial foi aberto ao público

Divulgação

Marca retorna ao seu endereço original, no Piso Térreo do shopping, com projeto renovado e programação especial no dia 4 de agosto

A Arezzo, uma das principais referências em calçados, bolsas e acessórios femininos no Brasil, reinaugurou sua loja no Iguatemi Brasília em 4 de agosto, apresentando um espaço totalmente renovado, que traduz o novo momento da marca. Para celebrar a novidade, a operação promoveu um evento especial aberto ao público, com DJ e coquetel volante para os convidados.
 

A loja retornou ao seu endereço original, no Piso Térreo do shopping, ao lado da Granado e da Drogasil. O novo projeto arquitetônico trouxe um ambiente mais contemporâneo, sofisticado e acolhedor, alinhado ao posicionamento da marca e pensado para oferecer uma experiência de compra ainda mais agradável às clientes.
 

“Estamos muito felizes em acompanhar esta novidade da Arezzo no Iguatemi Brasília. A reinauguração reforça o compromisso do shopping em proporcionar experiências cada vez mais qualificadas, reunindo marcas que investem constantemente em inovação, conforto e excelência no atendimento”, enfatiza Bianca Marinho, Gerente de Marketing do mall.
 

A reinauguração integrou o movimento contínuo de qualificação do mix do Iguatemi Brasília, que segue investindo na renovação de suas operações para oferecer ao público ambientes modernos e uma curadoria de marcas reconhecidas nacional e internacionalmente.
 

Para saber mais sobre o empreendimento e sua programação geral, acesse o site do empreendimento e as redes sociais.

Serviço:

Reinauguração da Arezzo no Iguatemi Brasília
Data: 4 de agosto (terça-feira)
Horário: A partir das 16h
Local: Loja Arezzo – Piso Térreo, ao lado da Grando e da Drogasil, Iguatemi Brasília
Evento: DJ e coquetel volante, aberto ao público.

Prorrogação AMOR EM ROSA, CCBB de 28 a 30 de agosto

Foto divulgação

Devido ao sucesso de público, o CCBB Brasília vai realizar mais cinco sessões do espetáculo “Amor em Rosa”. A montagem vai migrar da Galeria 4 para o Teatro 1, aumentando a capacidade de espectadores. “Amor em Rosa”, direção de Sérgio Maggio, propõe uma imersão no universo criativo de Noel Rosa por meio de uma encenação inspirada na estética vibrante do teatro de revista dos anos 1930. Em cena, 21 canções do compositor ganham nova dimensão em uma narrativa marcada pela irreverência, pela crítica social e pelo espírito popular que consagraram sua obra. As sessões acontecem de 28 a 30 de agosto, na sexta, às 20h; sábado, às 19h e às 21h; e domingo, às 19h e às 21h. Ingressos à venda a partir de quinta (27/8) ao meio-dia no site e na bilheteria física do CCBB. 

Poucos artistas traduziram tão bem o espírito do Brasil urbano quanto Noel Rosa (1910–1937). Conhecido por clássicos como Último Desejo e Feitio de Oração, o compositor também manteve uma relação profunda com o teatro de revista e com o universo radiofônico, duas linguagens fundamentais para a construção da cultura popular brasileira no século XX. 

“Este é um projeto acalentado há 20 anos, que se beneficiou da pesquisa que o coletivo Criaturas Alaranjadas desenvolve sobre o Teatro Musical Popular Brasileiro (TMPB). É uma narrativa que se apropria da estética das revistas dos anos 1930 e da consolidação do rádio como meio de comunicação de massa que integra o Brasil”, aponta Jones Schneider, idealizador do projeto, que tem patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) e apoio do Banco do Brasil.

A dramaturgia parte de um recorte de canções de Noel Rosa e organiza esse material em um libreto que não segue a chave biográfica. Em cena, as músicas são articuladas a uma narrativa picaresca, atravessada por sátira social típica das revistas e por uma radionovela sobre a relação entre Noel Rosa e Ceci, sua musa. O repertório inclui ainda Tico-tico no fubá, de Zequinha de Abreu, transformado na paródia Melô dos penduricalhos.

Amor em Rosa mobiliza processos artísticos ligados ao teatro de revista brasileiro e a radionovela, duas linguagens populares de forte memória afetiva, histórica e cultural das pessoas e dos grupos sociais de uma época de abruptas mudanças técnicas que alteraram as formas de circulação, escuta e performance da canção. “Noel Rosa estava nesse lugar entre a magia da tradição do samba de mesa e o assombro das novas tecnologias nos estúdios de rádio. Não hesitou em partir para os registros elétricos dos fonogramas, com microfones e amplificadores. A década de 1930, auge de sua produção, marca essa massificação dos bens culturais”, destaca o dramaturgo Sérgio Maggio, que divide a direção com Jones Schneider.

– “O trio de atores está afiado em cena. Jones Schneider conduz o jogo com ginga de malandro e ótimo tempo de comédia; e, além de nos presentear com sua surpreendente voz, assume a responsabilidade de encarnar o próprio Noel Rosa. Ao seu lado, Wol Nunnes brilha intensamente como Marly Temporal e também vive as principais mulheres que orbitaram a vida do compositor. Jeff Moreira, encarnando com puro glamour e deboche a fabulosa Condessa Genoveva, fã inveterada de Noel, envolta em plumas e paetês, sambando na cara da sociedade e brindando o público com a celebração da vida e obra de Noel e expondo os babados da rídicula “alta sociedade” de Brasília; concatenada com as críticas e denúncias em grande parte autobiográficas das músicas do Poeta da Vila, sua língua de cobra chicoteia sem pudores a hipocrisia dessa gente que só cai pra cima”, revela Rodrigo Ferret,  crítico de teatro.

SERVIÇO:

[Teatro] Amor em Rosa

Gênero: revista musical

Local: TEATRO 1 do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília

Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF

Temporada: prorrogada: de 28 a 30 de agosto de 2026

Dias e horários: na sexta, às 20h; sábado, às 19h e às 21h; e domingo, às 19h e às 21h. 

Ingresso: R$ 30 (inteira), e R$ 15 (meia para estudantes, professores, profissionais da saúde, pessoa com deficiência e acompanhante, quando indispensável para locomoção, adultos maiores de 60 anos e clientes Ourocard), à venda a partir de quinta (27/8) ao meio-dia no site e na bilheteria física do CCBB.  Site www.bb.com.br/cultura.

Duração: 80 minutos
Classificação indicativa: não recomendado para menores de 16 anos

Capacidade: 327 lugares.