Com a participação de 675 trabalhos de diferentes estados brasileiros, a comissão analisou as propostas inscritas no projeto
O 3º Prêmio MD’Azevedo de ArtesVisuais – Diálogos Decoloniais encerrou o período de inscrições e entrou em uma etapa decisiva de sua programação: a seleção das 35 obras que irão integrar a exposição coletivadesta edição. Foram recebidas 274 inscrições de artistas de diferentes estados do Brasil, ampliando o alcance nacional de uma iniciativa que tem como propósito reconhecer a diversidade da produção artística contemporânea e estimular a arte como espaço de reflexão, expressão e transformação social.
O desafio foi selecionar, entre essa pluralidade, as 35 obras que irão representar a terceira edição e construir, por meio delas, um conjunto capaz de expressar a diversidade da produção.
Com o tema “Diálogos Decoloniais”, o prêmio propõe ampliar as possibilidades de leitura sobre arte, identidade, memória, território, pertencimento e diversidade. A iniciativa parte da compreensão de que as artesvisuais podem abrir espaço para diferentes narrativas e perspectivas, colocando em diálogo experiências, territórios e formas distintas de produzir e compreender a cultura brasileira.
Sete linguagens e espaço para novas tecnologias
Uma das características desta edição é a diversidade de linguagens contempladas. O edital recebeu trabalhos em pintura, desenho, gravura, escultura, arte digital, fotografia e mosaico, com técnicas livres. Cada artista pôde inscrever até três trabalhos, ampliando as possibilidades de participação e representação das diferentes vertentes da produção visual contemporânea.
O prêmio também acompanha as transformações dos processos de criação artística e aceita obras concebidas com o apoio de Inteligência Artificial. Nesses casos, a utilização da tecnologia deveria ser declarada como parte do processo criativo no momento da inscrição.
A presença da IA amplia o espaço para experimentações dentro das artes visuais.
Gildred Nascimento: arte negra, memória e protagonismo feminino
Entre os principais destaques da terceira edição está o Prêmio Destaque Artista Mulher Negra – Gildred Nascimento, criado especialmente para reconhecer, valorizar e incentivar a produção de mulheres negras nas artes visuais.
A premiação destina R$ 1.500 à artista vencedora, além de um Troféu Exclusivo Gildred, estabelecendo um reconhecimento específico para uma mulher negra artista dentro da programação do prêmio e Menção Honrosa para mais duas mulheres negras. A iniciativa integra uma perspectiva de valorização da diversidade e de ampliação da presença de mulheres negras nos espaços de reconhecimento, circulação e legitimação da produção artística.
A homenagem carrega a memória de Gildred Nascimento, mulher negra, artista plástica e arte-educadora que construiu sua trajetória a partir da arte, da educação e da formação de pessoas. Fundadora do Centro de Artes, Gildred fez da cultura uma ferramenta de educação, inclusão, autonomia e valorização das identidades culturais.
Por isso, o reconhecimento dedicado a uma mulher negra artista estabelece uma conexão direta entre memória, representatividade e protagonismo feminino. Em um campo historicamente marcado por desigualdades de acesso e visibilidade, destacar a produção de mulheres negras significa também reconhecer a contribuição dessas artistas para a construção da cultura e da história da arte brasileira.
O próprio troféu destinado à vencedora carrega essa dimensão simbólica: a peça é uma escultura original de autoria de Gildred Nascimento, fazendo com que sua produção artística permaneça presente na premiação e dialogue com a trajetória da artista que dá nome à homenagem.
A proposta se aproxima ainda do próprio conceito de “Diálogos Decoloniais”, ao abrir espaço para narrativas, experiências e perspectivas que historicamente nem sempre ocuparam os centros de reconhecimento da produção artística.
Premiação e menções honrosas
Além do Prêmio Destaque Artista Mulher Negra – Gildred Nascimento, o 3º Prêmio MD’Azevedo contempla três primeiras colocações. O primeiro lugar recebe R$ 2 mil e o Troféu MD’Azevedo; o segundo, R$ 1,3 mil e o Troféu MD’Azevedo; e o terceiro, R$ 900 e o Troféu MD’Azevedo.
Os artistas classificados em quarto e quinto lugares recebem Menção Honrosa, enquanto os 30 selecionados para a exposição coletiva recebem certificado de participação. As obras selecionadas também integrarão um catálogo impresso com recursos de acessibilidade.
A cerimônia de premiação está prevista para 3 de novembro de 2026, durante a abertura da exposição, que será realizada no Centro de Artes, na Vila Telebrasília, em Brasília. A mostra permanecerá aberta ao público de 3 de novembro a 3 de dezembro de 2026.
Da inscrição à exposição
Com o encerramento das inscrições, centenas de trabalhos vindos de diferentes partes do país passaram diante de uma comissão formada por profissionais com experiências diversas na produção, pesquisa, educação e gestão das artes visuais.
As cidades foram Florianópolis-SC , Vila Gustavo-SP, Tijuca, RJ, Belford Roxo-RJ, Pelotas-RS, São Paulo, Teresina-PI, Brasília – DF, Botafogo-RJ, Cuiabá-MT, Engenho Novo – RJ, João Pessoa – PB, Itacorubi, Florianópolis – SC, Campo – SP, Goiânia -GO, Caiçara – MG, Porto Velho – RO, Canabrava – Salvador – BA, Campinas – SP, Austin Nova Iguaçu – RJ e Cabo Frio – RJ.
A iniciativa é realizada pelo Centro de Artes, localizado na Vila Telebrasília, em Brasília, Distrito Federal, e conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), em iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF).
Mais do que um concurso, o Prêmio MD’Azevedo se apresenta como um espaço de encontro entre artistas, linguagens, territórios e diferentes formas de criação. Ao lado da seleção das obras, a homenagem a Gildred Nascimento acrescenta à edição uma dimensão de memória e representatividade, colocando em evidência a produção de mulheres negras artistas e seu protagonismo na construção da cultura brasileira.
Serviço:
O que: 3º Prêmio MD’Azevedo – Diálogos Decoloniais
Espaço reúne, de 5 a 7 de novembro, vozes do campo, da cozinha e do empreendedorismo para mostrar como a origem de um produto pode gerar valor
Por José Maciel | Clip Clap Comunicação
Produtores rurais, chefs e empresários do setor de alimentação fora do lar vão encontrar no Alimenta 2026 um espaço dedicado a mostrar como a origem de um produto gera valor no mercado.
Nos dias 5, 6 e 7 de novembro, o evento vai abrigar o Palco Territórios e reunir, no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, vozes de destaque do campo, da cozinha e do empreendedorismo em atividades que abordarão temas como o cultivo de frutas no Distrito Federal e Entorno, a trajetória de empreendedores e as razões que levam o consumidor a pagar mais por produtos com procedência e história.
Cultivo das berries no DF e Entorno
As atividades do palco começam às 8hh do dia 5 de novembro, com o Seminário Berry Day, evento voltado para a produção de frutas vermelhas da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride/DF). A iniciativa será promovida pela Rota da Fruticultura e tem como proposta debater e expandir o cultivo de mirtilos, morangos e outras berries.
O Berry Day tem apoio do Sebrae no DF, do Sistema Fape/Senar/Sindicatos, da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri/DF), da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater/DF).
Às 17h, Francisco Ansiliero, nome à frente do restaurante Dom Francisco e um dos chefs mais influentes da capital federal, discutirá por que os consumidores estão dispostos a pagar mais por produtos que carregam origem e história.
Inspiração e trajetórias de sucesso
No segundo dia, 6 de novembro, a programação do Palco Territórios abre às 15h com Giordano Bomfim, diretor de marca do Ernesto Cafés Especiais, cafeteria e torrefação de Brasília. Ele apresentará a palestra “A Receita do Ernesto: Moendo desafios e extraindo resultados”.
Às 17h, o palco recebe a cantora Sula Miranda, conhecida como Rainha dos Caminhoneiros, que contará a sua trajetória empreendedora na palestra “A Estrada do Sucesso: lições de quem nunca parou”.
Diversidade, inovação e sustentabilidade
O último dia de programação no Palco Territórios, 7 de novembro, começa às 11h, com uma apresentação de João Gabriel Amaral e sua mãe, Alba Amaral, proprietários do Café e um Chêro, rede de cafeterias de Brasília que ganhou destaque por combinar cafés especiais com uma culinária afetiva e de raízes nordestinas. Eles compartilharão as lições de quem construiu uma história de sucesso.
Às 14h, o gastrólogo Davi Laranjeira conduzirá uma conversa sobre os fatores que influenciam as escolhas de consumo. A partir do universo da alimentação e da gastronomia, ele tratará de criatividade, experiência, produtos, comunicação e geração de valor, com reflexões práticas para empreendedores que querem entender melhor os clientes e fazer seus negócios se destacarem.
Às 15h30, Richard Rasmussen, conhecido por sua relação com a natureza e a biodiversidade brasileira, vai conduzir a palestra “Entre Florestas, Fazendas e Negócios”. Na ocasião, ele refletirá sobre a conexão entre conservação, campo e empreendedorismo e mostrará como o uso responsável dos recursos naturais, a valorização dos territórios e a inovação podem gerar oportunidades e negócios mais sustentáveis.
A força do churrasco brasileiro
A programação do palco se encerra às 17h, com o chef Vinícius Rossignoli, ex-participante do MasterChef Brasil e integrante da Seleção Brasileira de Churrasco. Na palestra “O melhor churrasco do mundo é do Brasil”, ele detalhará o percurso que levou o país ao título inédito do Mundial de Churrasco de 2025.
Durante a apresentação, o chef também vai abordar a união entre técnica, criatividade e identidade brasileira, além dos sabores do país, da valorização dos ingredientes do Cerrado e dos caminhos para transformar gastronomia, cultura e produtos locais em experiências e oportunidades de negócio.
Sobre o Alimenta 2026
O Sebrae no Distrito Federal promove a edição deste ano do Alimenta com a proposta de ser o maior evento de gastronomia de Brasília.
Ao todo, a realização contará com mais de 100 palestrantes, 14 espaços de conhecimento e centenas de expositores, além de rodadas de negócios, cozinhas-show e outras experiências interativas voltadas à geração de conhecimento, conexões e oportunidades.
Os interessados em participar devem acessar a programação e o site oficial do Alimenta Sebrae 2026 para consultar as atividades, horários e orientações de inscrição.
Evento no Museu Nacional da República terá ingressos gratuitos e transmissão ao vivo pelo YouTube; encontro propõe diálogo entre ciência e espiritualidade sobre a busca pela felicidade
O Café Filosófico CPFL, em parceria com a Papirus Editora, retorna a Brasília para uma edição especial com a Monja Coen e o especialista em estudos sobre felicidade Gustavo Arns. O encontro acontece no dia 21 de outubro, às 19h, no Museu Nacional da República, e marca o lançamento do livro “Ser feliz é possível? Um diálogo entre ciência e espiritualidade”, com ingressos gratuitos (ver serviço abaixo) e transmissão ao vivo pelo canal do programa no YouTube.
O que significa, afinal, ser feliz? A felicidade é apenas reflexo das circunstâncias, uma habilidade que pode ser desenvolvida ou uma maneira singular de interpretar a própria existência? A partir dessas questões, os convidados irão aproximar os ensinamentos da tradição budista e os estudos da psicologia positiva para refletir sobre bem-estar, satisfação pessoal e a construção de uma vida com mais sentido.
A conversa será realizada das 19h às 20h30. Quem acompanhar a transmissão online também poderá participar, enviando perguntas pelo chat do YouTube.
Diferentes caminhos para uma vida mais plena
Uma das principais referências do zen-budismo no Brasil, Monja Coen levará ao encontro reflexões construídas ao longo de uma trajetória dedicada à meditação, ao autoconhecimento e ao desenvolvimento de uma relação mais consciente com a vida.
Gustavo Arns apresentará a perspectiva da psicologia positiva, área que investiga os fatores e mecanismos relacionados ao bem-estar, à satisfação pessoal e ao desenvolvimento das potencialidades humanas.
Ao reunir essas duas visões, o Café Filosófico CPFL propõe uma conversa entre saberes que, embora partam de tradições e métodos distintos, encontram pontos de convergência ao abordar questões essenciais da experiência humana.
Ciência e espiritualidade em diálogo
O encontro irá explorar como práticas contemplativas, relações humanas, escolhas cotidianas e descobertas da psicologia podem contribuir para uma existência mais equilibrada e significativa.
Mais do que oferecer respostas definitivas sobre a felicidade, a proposta é convidar o público a refletir sobre suas diferentes dimensões: o quanto ela depende das condições externas e em que medida também pode estar relacionada a atitudes, percepções e habilidades cultivadas ao longo da vida.
O diálogo entre Monja Coen e Gustavo Arns permitirá observar como ensinamentos de tradições milenares e estudos científicos contemporâneos podem se aproximar na busca por caminhos que favoreçam o autoconhecimento, o bem-estar e uma relação mais saudável consigo mesmo, com as outras pessoas e com o mundo.
Uma experiência de reflexão e troca de ideias
Criado para aproximar o pensamento contemporâneo da vida cotidiana, o Café Filosófico CPFL promove encontros com pesquisadores, filósofos, escritores, artistas e pensadores de diferentes áreas.
Nesta edição especial em Brasília, o público poderá vivenciar a experiência do programa em um dos principais espaços culturais da capital federal. A iniciativa amplia a circulação nacional do Café Filosófico CPFL e reforça seu compromisso com a democratização do acesso ao conhecimento.
Após a transmissão ao vivo, o encontro será editado para exibição pela TV Cultura e permanecerá disponível no canal oficial do Café Filosófico CPFL no YouTube.
SERVIÇO
Café Filosófico CPFL – edição especial em Brasília
Tema: “Ser feliz é possível? Um diálogo entre ciência e espiritualidade” Convidados: Monja Coen e Gustavo Arns Data: 21 de outubro de 2026 (quarta-feira) Horário: das 19h às 20h30 Local: Museu Nacional da República – Setor Cultural Sul, Lote 2 – Brasília (DF) Ingressos: gratuito (retirada de dois ingressos por cpf pelo site icones.com.br no dia 20/10, a partir do meio-dia) Transmissão: ao vivo pelo canal do Café Filosófico CPFL no YouTube Classificação etária: 14 anos
Sobre o Café Filosófico CPFL
Criado em 2003, o Café Filosófico CPFL é o broadcast de reflexões do Instituto CPFL, com encontros abertos ao público, transmissões ao vivo pelo YouTube e programas exibidos pela TV Cultura aos domingos, às 20h, com reprises às quartas-feiras, à 1h. Os conteúdos também permanecem disponíveis no canal oficial do programa.
Sobre o Instituto CPFL
Desde 2003, o Instituto CPFL é a plataforma de investimento social privado do Grupo CPFL Energia, desenvolvendo projetos nas áreas de esporte e cultura como instrumentos estratégicos de transformação social nas comunidades onde o grupo atua. Alinhado à estratégia ESG do Grupo CPFL, o Instituto apoia e incentiva programas que utilizam a cultura, o conhecimento e o esporte para gerar impactos positivos e duradouros na sociedade. Entre suas principais iniciativas estão o CPFL Jovem Geração, o CPFL Intercâmbio Brasil-China, o Circuito CPFL, o CPFL nos Hospitais e o Café Filosófico CPFL.
Produzido pelos Maîtres Chocolatiers Lindt, o Choco Wafer combina camadas crocantes de wafer de chocolate com um cremoso chocolate ao leite aerado. O produto integra o portfólio de snacks da marca, ao lado de opções como Nuxor e Nocciolate, e leva a tradição do chocolate Lindt para um formato prático. A combinação de texturas é um dos destaques, unindo a crocância do wafer à cremosidade do chocolate em diferentes opções de consumo.
Disponível nas lojas Lindt de todo o Brasil, o Choco Wafer pode ser encontrado nos sabores chocolate ao leite e chocolate ao leite com avelã, nos formatos unitário, Duo e Bag, além da Bag Sortida, que reúne os dois sabores e a versão chocolate Dark. A versão unitária está disponível no espaço Pick&Mix das lojas Lindt. As diferentes opções de embalagem tornam o produto uma alternativa para diferentes momentos do dia, seja em uma pausa, como lanche ou para levar na bolsa, ampliando as possibilidades de consumo da marca na categoria de snacks.
Serviço – Lindt Choco Wafer
Choco Wafer Duo – Chocolate ao Leite e Avelã e Chocolate ao Leite (30g) – R$ 14,99
Choco Wafer Bag – Chocolate ao Leite e Avelã, Chocolate ao Leite e Sortido (135g) – R$ 64,99
Sobre a Lindt & Sprüngli
Fundada há 181 anos, em Zurique, a Lindt & Sprüngli é líder mundial no setor de chocolates premium e, atualmente, possui doze unidades de produção na Europa e nos EUA e mais de 14 mil funcionários. Os produtos da marca são distribuídos por 36 subsidiárias e filiais pelo mundo, além de uma rede global de cerca de 100 distribuidores independentes. No Brasil, a Lindt & Sprüngli é distribuída desde 1969 nos melhores supermercados e empórios e, desde 2014, possui operação própria no país. Atualmente a filial brasileira emprega mais de 700 funcionários e opera 100 lojas próprias.
Em meio às transformações do consumo e à expansão do setor no país, especialistas destacam a importância de uma formação que integre produção, territórios e negócios
O mercado brasileiro de vinhos registrou crescimento de 41,9% no consumo em 2025, na contramão da tendência mundial. Segundo dados atribuídos à Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), o país consumiu 440 milhões de litros no período, enquanto o consumo global apresentou retração de 2,7%. O cenário amplia a discussão sobre os desafios de profissionalização de um setor que reúne produção agrícola, indústria, comércio e serviços.
Para Rafael Sá, sommelier internacional, as transformações do mercado reforçam a importância da formação especializada.
“O mercado do vinho está cada vez mais complexo e exige profissionais que compreendam toda a cadeia, desde a produção até o consumidor final. Hoje, conhecer os rótulos não é suficiente. É preciso entender os territórios, as transformações do consumo e as oportunidades de negócios.”
O movimento brasileiro ocorre em um contexto internacional marcado por mudanças nos hábitos de consumo, pressões econômicas e desafios climáticos. Segundo os dados de mercado levantados para esta pauta, as importações brasileiras de vinhos alcançaram aproximadamente US$ 558,7 milhões em 2025, ante US$ 523,4 milhões no ano anterior. Em volume, as compras teriam passado de 159,6 milhões para 165,1 milhões de litros.
A diversidade de rótulos disponíveis no país e as transformações no comportamento do consumidor colocam em discussão a necessidade de profissionais capazes de compreender não apenas as características sensoriais da bebida, mas também os territórios produtores, as estratégias de comercialização e a dinâmica dos negócios.
É nesse contexto que o professor e consultor Marcelo Vargas, com mais de 15 anos de experiência no setor de alimentos e bebidas, desenvolveu o MBA em Vinho: Territórios, Estilos e Mercado. A pós-graduação, realizada pela Sensory Business em parceria com a Universidade Anhanguera, do grupo Cogna Educação, terá início em outubro de 2026.
“Conhecer vinho é o ponto de partida. O desafio está em conectar território, produção, análise sensorial, estilos e mercado”, afirma Vargas.
A proposta é reunir conhecimentos tradicionalmente abordados em diferentes áreas da cadeia vitivinícola, conectando fundamentos científicos, características dos territórios produtores, análise sensorial e estratégias comerciais.
Da produção ao consumidor: os desafios de um mercado em transformação
A cadeia vitivinícola envolve fatores que ultrapassam a produção da bebida. Clima, solo, variedades de uvas e técnicas de vinificação influenciam as características dos vinhos, enquanto aspectos culturais, econômicos e comerciais interferem em seu posicionamento no mercado.
No cenário internacional, o setor enfrenta mudanças nos padrões de consumo, incertezas econômicas e os efeitos de eventos climáticos sobre a produção.
No Brasil, a diversidade de regiões produtoras e a presença de vinhos importados ampliam o universo de conhecimentos envolvidos nas atividades de produção, distribuição, comercialização e serviço.
Essa complexidade também está relacionada ao perfil dos profissionais que atuam no setor. Além do domínio técnico, atividades ligadas à gestão, ao marketing e à experiência do consumidor exigem conhecimentos de diferentes áreas.
O MBA desenvolvido por Vargas busca integrar esses conteúdos em uma formação acadêmica de 400 horas, distribuídas ao longo de 12 meses, em formato integralmente online.
A grade curricular está organizada em dez disciplinas, que abrangem fundamentos de viticultura e enologia, análise sensorial, variedades de uvas, estilos de vinhos e características dos territórios produtores do Velho e do Novo Mundo, incluindo o Brasil.
O programa também contempla marketing, comércio eletrônico, comportamento de consumo, serviço, elaboração de cartas de vinhos e identificação de oportunidades de negócios.
Além das disciplinas regulares, estão previstos seminários com especialistas brasileiros e internacionais e workshops online de degustação realizados trimestralmente.
Formação reúne especialistas brasileiros e internacionais
O corpo docente reúne pesquisadores, doutores, mestres, sommeliers e profissionais com experiência em diferentes segmentos do mercado vitivinícola.
Entre os professores anunciados estão Fernanda Spinelli, Bruno Cisilotto, Caroline Dani, Jessica Marinzeck, Fernanda Cattani e Vinícius Caliari. O programa também contará com a participação de docentes internacionais, como Karine de Souza, professora de Wine Business da Università di Salerno, na Itália.
Responsável pela criação do curso, Marcelo Vargas é mestre em Wine Management pela Università di Camerino, na Itália, e possui MBA em Marketing e Negócios do Vinho pela ESPM e CIAS Innovation, além de especialização em vinhos com ênfase em análise sensorial.
Foi coordenador técnico e professor do MBA em Negócios e Marketing do Vinho da ESPM e atualmente leciona em programas de pós-graduação da Università di Camerino, ESPM e PUCRS.
Em 2023, recebeu da revista Prazeres da Mesa o reconhecimento de Melhor Sommelier Consultor do Brasil.
Com a criação da pós-graduação, a Sensory Business amplia sua atuação na área educacional e leva para o ambiente acadêmico sua experiência em pesquisa, formação profissional e desenvolvimento de projetos relacionados a vinhos, bebidas e alimentos.
O programa é direcionado a profissionais que já atuam no setor e àqueles que desejam ingressar no mercado, reunindo conhecimentos técnicos e comerciais em uma mesma formação.
A aula magna está prevista para 3 de outubro de 2026, enquanto o início das atividades acadêmicas da primeira turma está marcado para o dia 15 do mesmo mês.
O investimento é de R$ 19.990, e as inscrições estão disponíveis no site oficial da Sensory Business.
SERVIÇO
MBA em Vinho: Territórios, Estilos e Mercado
Realização: Sensory Business em parceria com a Universidade Anhanguera
Programação especial reuniu brincadeiras, registros em cabine de fotos e atividades para a criançada no dia 12 de outubro
O Dia das Crianças foi de muita diversão no Nicolândia. Na segunda-feira do dia 12, o parque preparou uma programação especial para receber as famílias e transformar a data em um dia cheio de brincadeiras, encontros e momentos para guardar na memória.
Durante todo o funcionamento do parque, das 10h15 às 20h, a criançada poderá encontrar alguns dos mascotes do Nicolândia circulando pelo espaço e interagindo com o público. A programação também terá distribuição de brindes, como balões, broches e tatuagens, para deixar o passeio ainda mais divertido.
Entre as ativações preparadas especialmente para a data estão uma cabine de fotos, que promete render registros divertidos em família, e um painel interativo, onde as crianças poderão desenhar e deixar sua criatividade tomar conta do espaço.
Para completar a experiência, alguns produtos também estarão disponíveis para venda de forma itinerante dentro do parque, incluindo bonés e máquinas de bolinha de sabão — uma opção para quem quiser levar uma lembrança ou continuar a brincadeira durante o passeio.
A programação especial ocorre ao longo de todo o dia, acompanhando o horário de funcionamento do parque. A proposta é oferecer uma experiência que combine as atrações do Nicolândia com atividades pensadas especialmente para celebrar a infância.
Serviço – Dia das Crianças no Nicolândia
Data: segunda-feira, 12 de outubro Horário: das 10h15 às 20h Local: Nicolândia — Brasília (DF)
Passaportes: a partir de R$125,96 AQUI Programação: interação com mascotes, distribuição de brindes, cabine de fotos e painel interativo para desenhos, além de produtos à venda de forma itinerante.
Obra de Benjamin Britten com elenco formado por artistas da cidade será apresentada nos dias 17 e 18 de outubro.
No mês das crianças, Brasília recebe “Vamos fazer uma Ópera!”, espetáculo cênico-musical com a ópera “O Menino da Chaminé” de Benjamin Britten especialmente pensado para o público infantil e que também promete conquistar espectadores de todas as idades. A montagem marca os 50 anos da morte do compositor britânico e integra as homenagens realizadas em torno de sua obra.
Com direção artística, cênica e cenografia de Hyandra Ello e direção musical e regência do maestro Ricardo Sousa-Castro, o espetáculo reúne cantores adultos de destaque na cena operística de Brasília e seis crianças selecionadas por audição. Os jovens integrantes do elenco participaram de um processo de preparação que incluiu 40 horas de oficinas de canto e teatro, além dos ensaios para a montagem.
Para o maestro Ricardo Sousa-Castro, a obra foi concebida para ser acessível ao público infantil, sem abrir mão do estilo e da complexidade harmônica característicos de Britten. “A Orquestra Metropolitana de Brasília seguirá a formação original do compositor: um piano a quatro mãos, quarteto de cordas e percussão. Essa combinação resulta em uma sonoridade muito particular, com uma especial importância da percussão como elemento dramático. Além da participação de solistas adultos e crianças, a ópera também tem a participação do público, que é convidado a cantar em alguns momentos específicos. O Coro de Câmara de Brasília será o ponto de ligação entre os solistas e o público, ajudando a interpretar as canções da plateia”, explica.
O maestro também destaca o tratamento musical dado ao personagem João, protagonista da história. “O compositor dá um tratamento especial ao personagem João, que tem maior incidência de semitons e cromatismos, que contrastam com as melodias mais diatônicas e alegres das outras crianças. O tratamento melódico evidencia a diferença entre a sofrida vida de João e a das crianças que tiveram uma infância melhor. A ópera também apresenta momentos de maior complexidade harmônica, como na ária da Rita, com maior densidade musical e psicológica. No final, o compositor retoma, de maneira mais sutil, a dissonância de semitom do início, como se quisesse mostrar que há uma ferida em João que ainda não foi curada, deixando claro que o final feliz ainda não garante o futuro do personagem”, complementa Ricardo.
A história começa em Planaltina, nos anos 1990, quando um grupo de crianças brinca de queimada na rua. Por acidente, a bola cai na casa de Dona Meire, uma senhora misteriosa. Ao entrarem discretamente para recuperá-la, as crianças encontram um baú repleto de objetos antigos e uma partitura de ópera. Fascinada pela descoberta, Joana leva a partitura para casa e adormece.
É a partir desse sonho que a narrativa ganha novos contornos. Joana se transforma no pequeno João, um menino abandonado e obrigado a trabalhar limpando chaminés. Ao ficar preso dentro de uma delas, João pede socorro e acaba encontrando outras crianças, que ouvem sua história e decidem ajudá-lo. A partir daí, começa uma aventura que mistura música, imaginação e situações surpreendentes.
A montagem é dividida em três momentos — prólogo, interlúdio e ópera — e utiliza o sonho como elemento central da encenação. Para a diretora artística, cênica e cenógrafa Hyandra Ello, a proposta é criar um espaço em que tempo, lugar e realidade possam se transformar livremente. “Mais do que contar uma história sobre uma menina que sonha, a montagem propõe ao público sonhar junto com ela. Recuperar, por alguns instantes, a liberdade da infância, quando imaginar era uma forma natural de compreender o mundo e quando uma porta podia ser um portal, uma janela podia revelar outro universo e um imprevisto podia simplesmente abrir caminho para uma nova possibilidade”, explica Hyandra.
Visualmente, a encenação dialoga com o universo surrealista do artista René Magritte, especialmente por meio de portas e janelas que funcionam como portais entre diferentes espaços e estados de imaginação. Esses elementos se movimentam no palco e ajudam a criar, diante do público, um cenário em constante transformação.
A montagem também retoma uma história pessoal do produtor e cantor Hugo Lemos, que participou da primeira montagem da obra em Brasília, realizada em 2013. Na época, um edital da Secretaria de Cultura voltado para o público infantil possibilitou a realização do projeto, apresentado por sugestão do professor de canto e diretor de ópera Francisco Frias.
Treze anos depois, Lemos decidiu retomar a proposta e convidou novamente o maestro Ricardo Sousa-Castro, único outro integrante da equipe original que permanece nesta nova montagem. “Sempre foi uma vontade repetir esse mesmo projeto, fazendo uma seleção de seis novas crianças e oferecendo 40 horas de oficinas de canto e de teatro. Nesses dois meses de preparação para a ópera, nas oficinas e nos primeiros ensaios, percebemos que, a cada dia, elas evoluem e se entregam ao processo com muita dedicação”, conta Hugo Lemos, que admite que essa é uma das óperas favoritas dele.
A seleção das seis crianças foi realizada em julho, por meio de audição, entre 12 candidatos, todos estudantes de música. Para Hugo, a escolha foi uma das etapas mais desafiadoras da produção, mas o resultado tem confirmado a aposta no novo elenco. “Garanto que o público ficará satisfeito e pode esperar um espetáculo divertido, encantador e profissional”, afirma.
Além de apresentar a ópera ao público infantil, a montagem aposta no contato das novas gerações com o canto lírico, o teatro e a música de concerto, aproximando crianças e famílias de uma linguagem artística muitas vezes associada apenas ao público adulto.
“Vamos fazer uma Ópera!” é um projeto realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e será apresentado no Teatro Madre Carmen Salles nos dias 17 e 18 de outubro. A classificação é livre e a duração aproximada é de 1h10. A sessão do dia 17 às 16h contará com audiodescrição, libras e programa em braile.
Elenco
Adultos Dona Meire – Janette Dornellas Rita – Gabriela Ramos Julia – Isabel Quintela Beto/Tonho – Hugo Lemos Cláudio/Aldo – Roger Vieira
Direção Artística, Cênica e Cenografia: Hyandra Ello Direção Musical e Regência: Maestro Ricardo Sousa-Castro Direção de Produção: Hugo Lemos Figurinos: Janette Dornellas Iluminação: Lidianne Carvalho Maquiagem: Ju Welasco Orquestra Metropolitana de Brasília
Coro de Câmara de Brasília
Serviço:
Vamos fazer uma Ópera!
17 e 18 de outubro de 2026 às 16h e 19h Teatro Madre Carmen Salles, 604 norte
Ingressos: R$ 20 (inteira) | R$ 10 (meia) Antecipados: hl.art.br/vfo Bilheteria local: uma hora antes de cada sessão (dinheiro ou pix)
Informações importantes:
• Ingressos gratuitos para crianças e jovens até 14 anos, maiores de 60 anos e PCD. • Meia-entrada para estudantes, professores e profissionais da saúde • Meia solidária mediante doação de alimentos • Lugares por ordem de chegada (com fila preferencial prevista em lei)
A sessão do dia 17 às 16h contará com audiodescrição, libras e programa em braile.
Classificação: Livre Duração: 1h10
Este projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal
Agência brasiliense participa da 2026PLPEX, na China, e aposta no conhecimento da cultura brasileira para aproximar marcas e mercados
Peter Sola e André Vasquez, sócios-proprietários da Radiola Propaganda e Publicidade, sediada em Brasília, dão mais um passo rumo ao processo de internacionalização, em outubro. A agência brasiliense participa, de 21 a 24 de outubro, da 2026PLPEX — Exposição de Produtos e Serviços dos Países de Língua Portuguesa (Macau) 2026, realizada no Cotai Expo, no The Venetian Macao, na China. Representando a empresa, Peter integra uma missão empresarial voltada à criação de conexões comerciais e institucionais entre Brasil, Macau, China e países de língua portuguesa.
A 2026PLPEX reúne empresas, instituições e representantes de diferentes mercados sob o tema “Macau: Hub Global de Negócios”. A programação contempla setores como comércio eletrônico transfronteiriço, serviços profissionais, novas energias, economia azul, agronegócio, alimentos e bebidas, em um ambiente voltado à conexão entre a China e os países de língua portuguesa.
Em Macau, a Radiola terá espaço próprio para apresentar sua atuação em estratégia, criação, posicionamento de marcas, campanhas, conteúdo e comunicação integrada. O objetivo é estabelecer relações com empresas e instituições interessadas no mercado brasileiro, identificar demandas e abrir caminho para futuros projetos e parcerias.
A estratégia parte de uma percepção que vem orientando o movimento de expansão da agência: para uma empresa estrangeira entrar no Brasil, traduzir a comunicação para o português não é suficiente. É necessário compreender a cultura, os códigos, o comportamento e a linguagem de quem está do outro lado.
“Falar português não significa necessariamente falar brasileiro. Uma marca pode ter um excelente produto e uma estratégia que funciona muito bem em seu país de origem, mas isso não garante que ela vá conseguir conversar com o público daqui. Existe uma camada cultural que precisa ser compreendida, e é justamente nessa aproximação que acreditamos que a Radiola pode contribuir”, afirma Peter Sola, sócio-diretor geral da Radiola.
Para a Radiola, a participação também permite testar, em ambiente internacional, uma frente de atuação voltada a empresas chinesas, macaenses e de outros países interessados em ingressar ou ampliar sua presença no Brasil. A proposta inclui desde posicionamento e adaptação de marcas até campanhas, conteúdo, comunicação B2B, apresentações institucionais e materiais comerciais adequados ao mercado brasileiro.
Internacionalização já em marcha
A viagem a Macau acontece poucas semanas depois de outra experiência internacional da Radiola. Em setembro, a agência participou de uma missão empresarial a Lima, no Peru, promovida pelo Sebrae-DF em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e a Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra).
A programação incluiu a Expoalimentaria, principal feira internacional de alimentos e bebidas da América Latina, além de agendas técnicas e institucionais. Para a Radiola, a participação serviu como primeiro teste desse movimento de aproximação com outros mercados e permitiu apresentar a empresas estrangeiras sua experiência em branding, estratégia, naming, embalagem e comunicação voltada ao consumidor brasileiro.
A experiência também ajudou a aprimorar a preparação para Macau. “Internacionalização é um processo. A cada contato você entende melhor como apresentar a empresa, quais materiais funcionam, como adaptar o discurso e onde estão as oportunidades. O Peru foi um primeiro passo e agora chegamos a Macau com novos aprendizados e uma proposta estruturada”, explica André.
O movimento internacional acompanha uma fase de expansão da Radiola no próprio mercado brasileiro, com participação em concorrências, conquista de novas contas e presença em ambientes de inovação e negócios. Agora, a agência começa a testar as oportunidades de levar seu conhecimento do mercado e da comunicação brasileira para além das fronteiras do país.
“Estamos construindo relações, conhecendo demandas e entendendo onde a nossa experiência pode gerar valor. Macau é uma oportunidade muito interessante porque funciona justamente como uma ponte entre a China e os países de língua portuguesa”, conclui Peter.
Sobre a Radiola
Fundada há 24 anos, a Radiola Propaganda e Publicidade é uma agência brasileira com atuação em estratégia, planejamento, criação, branding, campanhas, conteúdo e comunicação integrada. Com sede em Brasília, desenvolve projetos para clientes públicos e privados e vem ampliando sua atuação em diferentes mercados e segmentos.
Instalação no Pavilhão de Vidro utiliza 9 projetores laser sincronizados para transportar o público ao universo de Deva Loka
Luzes, imagens em movimento, criaturas fantásticas e constelações douradas tomam conta do Pavilhão de Vidro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília). É nesse espaço que acontece a sala imersiva de Yoshitaka Amano – Além da Fantasia, que encerra o percurso da exposição e vem despertando o interesse de milhares de visitantes desde a abertura da mostra na capital.
Com 11 minutos e 40 segundos de duração e nove projetores laser sincronizados, a instalação articula vídeo, luz, som, automação e projeção em uma sequência audiovisual construída a partir das obras do artista japonês. Desenvolvida especialmente para a mostra em parceria com a AYA Studio, a sala encerra o percurso expositivo e propõe uma passagem para dentro das imagens de Amano. Com patrocínio da BB Asset, a exposição fica em cartaz no CCBB Brasília até 1º de novembro.
A instalação toma como ponto de partida Deva Loka, termo sânscrito que significa “mundo dos deuses” e designa, nas cosmologias hindu e budista, o plano onde habitam os devas. Desenvolvida desde o fim dos anos 2000, a série reúne referências orientais e ocidentais em uma mitologia pessoal, povoada por figuras aladas, divindades, demônios, criaturas psicodélicas e elementos de ficção científica. Treze obras foram selecionadas por sua potência visual, e seis pinturas ganham movimento ao longo da sequência audiovisual.
A criação partiu de uma pergunta: como levar Amano para além das molduras sem apenas transformar as pinturas em animações? O trabalho buscou identificar e revelar movimentos, ritmos e atmosferas já latentes nas imagens, preservando a autoria e a força visual das obras originais.
Para isso, cada imagem foi digitalizada, recortada e separada em camadas. Ondas se expandem, serpentes circulam e personagens respiram, sempre preservando a delicadeza e a fluidez do traço de Amano. O mapeamento de projeção em paredes e piso, sincronizado ao design sonoro e à luz, transforma a sala em um ambiente que o público não apenas observa, mas habita.
A direção geral da exposição é de Felipe Sztutman. O desenvolvimento da obra imersiva é assinado por AYA Studio. Ihon Yadoya responde pela produção técnica; Raphael Minhoso, João Alencar e Thiago Daudt; pela produção de conteúdo em motion graphics. Juvi Chagas assina a trilha sonora original. Antonio Curti assina a concepção e curadoria da exposição.“Desde o início, a pergunta era como levar Amano para além das molduras sem substituir a força das obras originais. Em vez de simplesmente animar as pinturas, buscamos revelar movimentos que já estavam latentes nelas. A tecnologia funciona como uma passagem: permite que o público deixe de apenas observar e, por alguns minutos, habite o universo de Amano”, afirma Felipe Sztutman, diretor geral da exposição.
Além da experiência imersiva
Em cartaz até 1º de novembro, Yoshitaka Amano – Além da Fantasia reúne 218 obras originais vindas diretamente do Japão e percorre mais de cinco décadas da trajetória do artista. A mostra apresenta pinturas, ilustrações, objetos e trabalhos que revelam diferentes momentos de uma produção que atravessa animação, videogames, literatura, quadrinhos, moda e artes visuais. Nascido em 1952, na província japonesa de Shizuoka, Amano iniciou a carreira ainda adolescente na Tatsunoko Production. Ao longo das décadas, desenvolveu uma linguagem própria, marcada por linhas fluidas, figuras etéreas e pelo encontro entre referências da tradição japonesa e diferentes influências da arte e da cultura contemporânea.
Entre seus trabalhos mais conhecidos estão sua contribuição para a identidade visual de Final Fantasy, os projetos Vampire Hunter D e Angel’s Egg e colaborações com Neil Gaiman, DC Comics, Magic: The Gathering e Vogue Itália. Com curadoria de Antonio Curti, a exposição está organizada em sete núcleos temáticos: Tatsunoko, Final Fantasy, Candy Girl, Deva Loka, Vampire Hunter D, Angel’s Egg e Colaborações.
Sobre a BB Asset
A BB Asset, maior gestora de fundos do país, administra cerca de R$ 1,79 trilhão em patrimônio líquido e é responsável pela gestão de mais de 1.200 fundos de investimento, atendendo milhões de pessoas que buscam realizar seus objetivos financeiros. A empresa é reconhecida pela excelência de sua gestão, com as maiores notas das agências de classificação de risco Fitch Ratings e Moody’s. Detém aproximadamente 17,4% de participação no mercado, consolidando sua liderança no setor. Seus produtos são distribuídos pela maior rede de atendimento bancário do país, o Banco do Brasil, e pelas principais plataformas de investimento. A BB Asset acredita que seu papel vai além da gestão de ativos. Com soluções desenvolvidas para diferentes perfis e objetivos, a empresa assume a responsabilidade de contribuir para uma sociedade mais inclusiva, participativa e conectada com o que realmente importa, investindo em iniciativas que promovem desenvolvimento ambiental, social, de governança e cultural.
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Localizado no Edifício Tancredo Neves, o prédio é uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico de autoria de Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizadas exposições, shows, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, o CCBB Brasília oferece o Programa Educativo, projeto contínuo de arte-educação que desenvolve ações educativas e culturais. O programa aproxima os visitantes da programação em cartaz, acolhe o público espontâneo e atende especialmente estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições por meio de visitas mediadas e agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Acessibilidade
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional.
O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta no vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. Mais informações em: Serviços Oferecidos | CCBB Brasília
Horário da van – De quinta-feira a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h. | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.
Serviço
Yoshitaka Amano – Além da Fantasia Até 1º de novembro de 2026
Horários: De terça-feira a domingo, das 9h às 21h
Ingressos gratuitos, mediante retirada no site www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília.
Local: Galerias 3, 5 e Pavilhão de Vidro do CCBB Brasília
Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul
Do movimento dos olhos à força das mãos, da memória aos reflexos: neurologista explica como o exame clínico funciona como um verdadeiro mapa do cérebro, da medula e dos nervos
Quando uma pessoa procura um neurologista com queixas como dor de cabeça, tontura, formigamento, perda de força, alterações de memória ou dificuldade para caminhar, a investigação não começa necessariamente em um aparelho de ressonância ou em uma bateria de exames. Antes de qualquer imagem, existe uma ferramenta que pode oferecer pistas importantes sobre o que está acontecendo: o exame neurológico. Muito mais do que bater o tradicional martelo no joelho, o procedimento reúne uma série de avaliações capazes de ajudar o médico a identificar alterações no cérebro, na medula espinhal, nos nervos periféricos e até nos músculos.
“O exame neurológico é uma forma de conversar com o sistema nervoso. Cada resposta do paciente conta uma história e ajuda o médico a entender onde pode estar o problema”, explica o neurologista Dr. Heitor Lima. Durante a avaliação, o especialista pode observar a marcha, o equilíbrio, a coordenação, a força muscular, a sensibilidade, os movimentos dos olhos, a fala, a memória, a atenção e os reflexos. O conjunto dessas informações é o que permite formular hipóteses e direcionar a investigação. Os reflexos, por exemplo, podem fornecer pistas sobre o funcionamento de diferentes vias nervosas, mas precisam ser interpretados dentro de todo o contexto clínico.
Para o especialista, o grande diferencial está justamente no raciocínio clínico. “Não existe um exame neurológico isolado que dê todas as respostas. O neurologista precisa juntar a história contada pelo paciente com aquilo que observa e encontra durante a avaliação. É como montar um quebra-cabeça: um reflexo alterado, uma mudança na marcha ou uma diferença de força entre os lados do corpo podem ajudar a localizar em que região do sistema nervoso está a alteração”, afirma Dr. Heitor. A avaliação clínica também ajuda a definir quais exames complementares realmente são necessários, evitando que o paciente seja submetido a uma investigação sem direção.
Um dos pontos que mais chama atenção é que o exame começa antes mesmo de o paciente perceber. A maneira de caminhar até o consultório, sentar, movimentar os braços, responder às perguntas e interagir com o médico já pode oferecer informações relevantes. “Às vezes, o paciente ainda nem começou a responder às perguntas e o neurologista já está observando postura, marcha, expressão facial, fala e movimentos espontâneos. Não é uma questão de adivinhação, mas de reconhecer sinais que podem indicar como diferentes partes do sistema nervoso estão funcionando”, explica.
O exame também pode ajudar a diferenciar sintomas que parecem semelhantes, mas possuem origens completamente diferentes. Uma queixa de fraqueza, por exemplo, pode estar relacionada ao cérebro, à medula, a um nervo periférico ou até não representar uma perda real de força. Da mesma forma, alterações de sensibilidade, equilíbrio ou coordenação podem ajudar o especialista a localizar a região afetada e definir os próximos passos da investigação.
“Hoje temos exames de imagem e tecnologias extremamente importantes, mas nenhum deles substitui uma boa história clínica e um exame neurológico bem feito. A tecnologia confirma e complementa aquilo que o raciocínio clínico levanta como hipótese”, ressalta Dr. Heitor Lima. Para o neurologista, entender essa etapa também ajuda o paciente a compreender por que a consulta pode envolver testes aparentemente simples, como caminhar em linha reta, tocar o dedo no nariz, acompanhar um objeto com os olhos ou responder perguntas de memória e orientação.
Mais do que uma sequência de testes, o exame neurológico é uma ferramenta de investigação que transforma sintomas em pistas. “O neurologista não está apenas verificando se o reflexo do joelho está presente. Ele está tentando entender como o sistema nervoso inteiro está funcionando e, principalmente, onde pode estar a origem daquela queixa”, conclui Dr. Heitor.
Diagnóstico e tratamento podem afetar rotina, renda e permanência no mercado de trabalho, colocando empresas diante do desafio de criar ambientes mais preparados para acolher e reintegrar profissionais
O Outubro Rosa tradicionalmente coloca em evidência a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama. Mas, para muitas mulheres, os efeitos da doença ultrapassam o consultório e chegam a outras dimensões da vida, entre elas a profissional. O tratamento pode exigir afastamentos, mudanças na rotina, adaptações físicas e emocionais e, em alguns casos, até interromper temporariamente uma trajetória construída ao longo de anos.
A dimensão do problema ajuda a explicar por que essa discussão merece espaço também dentro das empresas. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), são estimados 78.610 novos casos de câncer de mama feminina para cada ano do triênio 2026-2028, o que faz da doença o câncer mais incidente entre as mulheres brasileiras, desconsiderando os tumores de pele não melanoma.
A relação entre câncer de mama e trabalho também envolve a própria exposição ocupacional. Segundo o INCA, a eliminação de determinados agentes cancerígenos presentes em processos de trabalho poderia evitar até 5,13% dos casos de câncer de mama em mulheres no Brasil. Entre os fatores associados estão exposições a radiações ionizantes, determinados agentes químicos e o trabalho noturno.
Mas o impacto profissional não se limita à prevenção dos riscos. Estudos publicados na Revista Brasileira de Cancerologia apontam que o tratamento do câncer de mama pode provocar alterações funcionais, sociais e psicológicas capazes de afetar papéis relacionados ao trabalho. Outro estudo do periódico identificou que as consequências do tratamento podem estar relacionadas à diminuição ou interrupção de atividades, incluindo o trabalho remunerado.
Para Janine Brito, presidente do LIDE Mulher Brasília e CEO da Pinheiro Ferragens e do Grupo Pinheiro de Brito, esse cenário exige que as empresas ampliem a forma como enxergam o Outubro Rosa. Para ela, a campanha não deveria terminar nas ações de conscientização realizadas durante o mês. “Quando uma mulher recebe um diagnóstico de câncer, ela não deixa de ser profissional, líder, empreendedora ou parte importante de uma equipe. Ela passa a enfrentar uma situação que pode exigir adaptações e um período diferente na sua trajetória. A empresa precisa entender isso e estar preparada para acolher essa profissional, sem fazer com que o diagnóstico signifique o fim de uma carreira”, afirma.
A empresária defende que políticas de acolhimento sejam pensadas antes de situações como essa acontecerem. Flexibilidade de horários, possibilidade de adaptação das atividades, respeito ao período de tratamento e planejamento para o retorno são algumas das medidas que podem contribuir para preservar o vínculo entre profissionais e organizações.“Uma empresa verdadeiramente preparada não é aquela que faz uma campanha bonita em outubro. É aquela que sabe como agir quando uma colaboradora precisa se afastar para cuidar da saúde e, principalmente, como recebê-la quando ela estiver pronta para voltar. É preciso ter escuta, respeito e flexibilidade”, explica a empresária.
A discussão também passa pela saúde ocupacional. O dado do INCA sobre fatores relacionados ao trabalho mostra que o ambiente profissional pode fazer parte tanto da prevenção quanto do debate sobre saúde das trabalhadoras. A identificação de riscos e a adoção de medidas de proteção são responsabilidades que precisam estar incorporadas à gestão das organizações.
Para Janine, porém, existe ainda uma dimensão humana que não pode ser esquecida. O retorno ao trabalho pode representar para uma mulher não apenas a retomada de uma fonte de renda, mas também de autonomia, identidade e vínculos construídos ao longo da vida. “O trabalho muitas vezes representa independência financeira, autoestima e pertencimento. Quando uma mulher passa por um tratamento longo, preservar esse vínculo pode ser muito importante. Por isso, precisamos falar sobre câncer de mama também sob a perspectiva da carreira e da autonomia econômica”, afirma.
A empresária acredita que o tema também deve estimular uma mudança na cultura organizacional. Em vez de tratar o diagnóstico como uma questão exclusivamente individual, as empresas podem criar mecanismos que permitam enfrentar períodos de adoecimento sem romper automaticamente os vínculos profissionais.
Com isso, o Outubro Rosa ganha uma dimensão que vai além da prevenção: discutir como as mulheres podem continuar tendo acesso à autonomia, à renda e às suas carreiras mesmo diante de um diagnóstico de câncer de mama. Para as empresas, o desafio é transformar o acolhimento em prática permanente, e não apenas em uma campanha de calendário. Por outro lado, a colaboradora que está em um tratamento tão importante, precisa ocupar seu lugar na empresa, de forma a não ter seu cargo definitivamente ocupado por quem a substitua durante o tratamento. Neste caso, a minha recomendação é que a lei não imponha total afastamento das colaboradoras, e, nem estas, se mostrem totalmente inábeis a exercerem determinadas funções que, cujo trabalho somente lhes trará ânimo e força para enfrentar a doença.
Sobre a Pinheiro Ferragens – Fundada em 1960, a empresa nasceu com o objetivo de comercializar aço para a construção civil. De base familiar e pioneira na capital, foi responsável por oferecer grande parte dos materiais para a construção de Brasília. Atualmente, a empresa trabalha com um mix de mais de dois mil produtos comercializados e industrializados. Localizada no Setor de Indústrias de Brasília e Taguatinga, a loja possui moderna estrutura e serviços diferenciados.
Assista os vídeos institucionais da Pinheiro Ferragens:
De arancini de risoto à carpaccio, Santé 13 e Santé Lago contam com opções variadas no cardápio que podem ser compartilhadas
Para quem gosta de experimentar diferentes sabores, o momento da entrada pode se transformar em uma degustação à mesa. No Santé 13 (413 norte) e no Santé Lago (Orla da Ponte JK), a variedade do cardápio permite reunir diferentes opções.
O Grupo Santé oferece seis opções de entradas individuais, que podem ser colocadas no centro da mesa, criando uma experiência com diferentes combinações, ingredientes e técnicas presentes no cardápio. Nos restaurantes, a variedade permite que cada cliente peça uma preparação diferente. Ao escolher as entradas, é possível experimentar mais de uma opção, ou até compartilhar um pedaço com os que estiverem à mesa, e transformar o início da refeição no momento principal.
Entre as opções individuais do cardápio estão o Carpaccio, corte fino de lagarto ao molho de mostarda com rúcula, queijo parmesão, alcaparras e torradas artesanais (R$42); o Arancini, bolinhos de risoto com funghi, recheados com queijo e servidos com geleia de tomate verde (R$ 28); e o Brienne (R$ 29), trouxinha de massa filo com brie sobre torradinha artesanal, vai com fio de mel e lâminas de pimenta dedo de moça.
O cardápio também reúne preparações como croquetas de Carne-Seca & Pequi (R$ 26); Bruschettas, servidas em duo (R$ 35) ou trio (R$ 49), com opções de cogumelos, caponata de berinjela e pétalas de tomate assado ao pesto de manjericão; e Pasteizinhos (R$ 49), em porção com seis unidades nos sabores palmito, carne e queijo.
Para acompanhar, os restaurantes contam com cartas de drinques e vinhos que podem ser harmonizados perfeitamente com os pratos.
Serviço:
Santé 13
CLN 413 Bloco A Loja 40 Reservas: (61) 3037-2132 Terça e quarta e quinta-feira: das 12h às 22h30
Sexta-feira e sábado: das 12h à 0h
Domingo: das 12h às 16h30
Happy Hour: terça a sábado, das 16h às 20h
No Instagram: @sante13
Santé Lago
Setor de clubes Esportivos Sul, Trecho 2 – Orla da Ponte JK Reservas: (61) 2099-2460
Terça, quarta: das 12h às 22h30
Quinta: 12h à 23h
Sexta e sábado: R$12h à 0h
Domingo: 12h às 22h
Happy Hour: terça a quinta, das 16h às 21h, e de sexta a domingo, das 16h às 20h No Instagram: @santelago
Evento teve centenas de miniaturas de carros, dioramas, peças em 3D e action figures, além de roda de conversa sobre colecionismo e automobilismo. Entrada franca
Os apaixonados por carros e colecionismo têm encontro marcado no Venâncio Shopping no dia 17 (sábado). O empreendimento recebe uma edição em formato Mini do Encontro Brasília Diecast (EBD), considerado o maior evento de miniaturas de carros e cultura automotiva do Centro-Oeste. A programação é gratuita e acontece das 10h às 17h, na praça de alimentação, no térreo, com atrações para toda a família.
Durante o encontro, o público poderá conferir milhares de miniaturas de carros, participar de atividades de compra, venda e troca, além de conhecer dioramas, peças em 3D e action figures. A programação inclui ainda uma roda de conversa sobre cultura automotiva e miniaturas, criando oportunidades para colecionadores e entusiastas compartilharem conhecimentos e experiências.
Há cinco anos, o Encontro Brasília Diecast reúne apaixonados por miniaturas e cultura automotiva no Distrito Federal, consolidando-se como ponto de encontro para colecionadores, expositores e entusiastas de diferentes gerações. Ao longo de sua trajetória, o evento vem ampliando o espaço dedicado ao colecionismo, com miniaturas de diferentes modelos e escalas, peças especiais e atividades que celebram o universo automobilístico. A iniciativa também contribui para aproximar pessoas que compartilham esse interesse, transformando a paixão por carros em uma experiência de convivência e troca.
Para Rosângela Castro, gerente de Marketing do Venâncio Shopping, a realização do evento amplia as opções de lazer e convivência oferecidas pelo empreendimento. “O Encontro Brasília Diecast traz uma programação que reúne diferentes gerações em torno de uma paixão em comum. É uma oportunidade para conhecer o universo das miniaturas, trocar experiências e aproveitar uma atividade gratuita em família”, afirma.
Estacionamento promocional
Para oferecer comodidade aos visitantes, o Venâncio Shopping disponibiliza estacionamento coberto por valor fixo de R$ 8, de segunda a sexta-feira, das 17h às 23h. Aos fins de semana e feriados, clientes que realizarem compras a partir de R$ 50 têm direito à gratuidade no estacionamento, mediante validação do tíquete no Balcão de Informações, localizado no piso G1. O benefício é válido das 8h às 23h59, conforme regulamento disponível no site do empreendimento.
Sobre o Venâncio Shopping
No centro da capital do país desde 1976, o Venâncio Shopping reúne comércio, serviços, gastronomia e negócios. O empreendimento abriga uma torre empresarial e funciona como um hub de serviços, com opções como Procon, Na Hora Empresarial, Polícia Federal, cartório de registro de imóveis, clínicas e faculdades. Na área gastronômica, estão restaurantes como Jamie Oliver Kitchen, Cantón Peruvian & Chinese Food, Confraria do Camarão, Outback Steakhouse, Starbucks e Távola.
Serviço Encontro Brasília Diecast (EBD) | Edição Mini Data: 17 de outubro (sábado) Horário: das 10h às 17h Local: praça de alimentação, térreo, Venâncio Shopping Entrada: gratuita Classificação: livre
Após reunir mais de 1.800 idosos na primeira etapa, evento chega à Praça do Cidadão, em 1º de novembro. Inscrições estão abertas para pessoas com 60 anos ou mais
A primeira etapa da Corrida do Idoso 2026 foi um sucesso e reuniu mais de 1.800 idosos na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. O resultado reforça a importância de iniciativas que incentivam a prática de atividades físicas, a convivência social e a promoção de um envelhecimento mais saudável e ativo.
Agora, a programação segue para Ceilândia, que recebe a segunda etapa do evento no dia 1º de novembro, na Praça do Cidadão, com largada às 7h. As inscrições estão abertas para pessoas com 60 anos ou mais e podem ser realizadas pelo site corridadoidoso.com.br.
Realizada pelo Instituto Brasília World, com fomento do Ministério do Esporte, a Corrida do Idoso 2026 é uma iniciativa pioneira no país, com três etapas no Distrito Federal. Mais do que uma competição esportiva, o projeto busca estimular hábitos saudáveis, fortalecer a autonomia e ampliar as oportunidades de participação da população idosa em atividades coletivas.
A iniciativa também destaca a importância do envelhecimento ativo, incentivando os participantes a manter uma rotina mais dinâmica e a aproveitar os benefícios da atividade física para a mobilidade, a disposição e a qualidade de vida.
Os inscritos na etapa de Ceilândia poderão retirar seus kits nos dias 30 e 31 de outubro, na Praça do Cidadão.
Taguatinga recebe a terceira e última etapa
Depois de passar por Ceilândia, a Corrida do Idoso 2026 será encerrada em Taguatinga, no dia 29 de novembro, no Taguaparque, com largada às 7h.
A terceira etapa também será voltada a pessoas com 60 anos ou mais. A retirada dos kits está prevista para os dias 27 e 28 de novembro, no local da corrida. As inscrições podem ser feitas pelo site corridadoidoso.com.br.
Com a realização das três etapas, o evento busca valorizar a população idosa e reforçar a importância de políticas e iniciativas que promovam saúde, inclusão, autonomia e participação social.
Clube de Leitura recebe os escritores em 4 de novembro, com mediação de Suzana Vargas e Mauricio Melo Junior; votação dos livros acontece de 14 a 19 de outubro
Histórias de vida, personagens que marcaram a cultura brasileira e lembranças transformadas em literatura estarão no centro do próximo encontro do Clube de Leitura CCBB Brasília. No dia 4 de novembro, às 18h30, o projeto recebe os escritores Ruy Castro e Heloisa Seixas para uma conversa sobre biografia e memória, no Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil. A mediação será compartilhada pela curadora Suzana Vargas e pelo escritor, jornalista e crítico literário Mauricio Melo Junior, que tem uma trajetória de destaque na cena literária de Brasília. A entrada é gratuita.
O público poderá participar da construção do encontro antes mesmo de chegar ao teatro. Entre os dias 14 e 19 de outubro, uma votação nas redes sociais do CCBB Brasília definirá as obras que servirão de ponto de partida para a conversa. Serão dois títulos de cada autor, e os leitores poderão escolher um livro de Ruy Castro e outro de Heloisa Seixas.
De Ruy Castro, estarão na disputa Trincheira Tropical: a Segunda Guerra Mundial no Rio e O ouvidor do Brasil: 99 vezes Tom Jobim. Já Heloisa Seixas participa com O livro dos pequenos nãos e O oitavo selo: quase romance. Os títulos escolhidos orientarão a conversa, que também abordará experiências de escrita, processos criativos e diferentes maneiras de transformar a memória em narrativa.
A escolha dos livros pelo público é uma das características do Clube de Leitura, que propõe uma experiência diferente da tradicional apresentação literária. A cada edição, os participantes são convidados a conhecer previamente as obras, contribuir para a definição da leitura e, depois, conversar diretamente com os autores.
Dois autores, diferentes caminhos pela memória
Escritor e jornalista, Ruy Castro começou a carreira como repórter em 1967, no Rio de Janeiro, e passou por importantes veículos da imprensa brasileira antes de se dedicar, a partir de 1990, principalmente à produção de livros. Sua obra reúne biografias de nomes como Nelson Rodrigues, Garrincha e Carmen Miranda, além de reconstituições históricas sobre a bossa nova, o samba-canção e o Rio de Janeiro dos anos 1920. Também escreveu livros sobre cinema e literatura e três romances.
Em 2021, recebeu o Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, instituição para a qual foi eleito no ano seguinte, ocupando a cadeira 13. Atualmente, é colunista da Folha de S.Paulo.
Heloisa Seixas construiu uma trajetória que transita pelo jornalismo, pela ficção e pela dramaturgia. Formada em jornalismo pela Universidade Federal Fluminense, trabalhou em O Globo, na agência de notícias UPI e na assessoria de imprensa da Organização das Nações Unidas (ONU). Estreou na literatura em 1995, com o livro de contos Pente de Vênus: histórias do amor assombrado, seguido, no ano seguinte, pelo romance A porta.
Desde então, publicou romances, contos e novelas e também se dedicou ao teatro, com a peça O lugar escuro e os musicais Era no tempo do rei e Bilac vê estrelas, escritos em parceria com Julia Romeu. Durante sete anos, assinou a coluna Contos mínimos, no Jornal do Brasil.
O encontro no CCBB Brasília aproxima duas trajetórias literárias que, por diferentes caminhos, exploram as relações entre experiências individuais, personagens, acontecimentos históricos e a construção da memória.
A conversa será conduzida por Suzana Vargas, curadora do Clube de Leitura, e Mauricio Melo Junior, escritor, jornalista e crítico literário com forte atuação na cena cultural de Brasília. A presença dos dois mediadores amplia as perspectivas do encontro, reunindo diferentes experiências de criação, crítica literária e formação de leitores.
Escritor, jornalista, crítico literário e documentarista, Maurício trabalhou no Correio Braziliense, publicou mais de 20 livros e participou de diversas antologias de contos. Também teve duas peças teatrais encenadas e apresenta o programa Leituras, na TV Senado. Colabora com o jornal literário Rascunho, de Curitiba, e com a revista Pernambuco, do Recife.
Sua relação com a cena literária da capital inclui a curadoria da Feira do Livro de Brasília, em 2018 e 2019. Também esteve à frente das Festas Literárias de Pirenópolis (GO) e Penedo (AL). Desde 2020, preside o Instituto Cultural Casa de Autores.
Já Suzana Vargas é poeta, ensaísta, escritora, professora e especialista em leitura. Criadora e coordenadora do Instituto Estação das Letras, tem uma trajetória dedicada à formação de leitores e à realização de projetos literários. Nos anos 2000, idealizou o Roda de Leitura, que integrou a programação do CCBB durante cinco anos.
A edição de novembro dá continuidade à temporada do Clube de Leitura CCBB Brasília, iniciada em 7 de outubro com Ana Miranda e Andressa Marques. Na estreia, o romance Boca do Inferno, de Ana Miranda, foi escolhido pelo público para orientar a conversa.
Criado em 2021 no CCBB Rio de Janeiro, o Clube de Leitura reuniu cerca de quatro mil pessoas presencialmente ao longo de cinco anos. Em Brasília, o projeto promove encontros mensais entre escritores e leitores e com a participação da plateia. A programação também prevê distribuição de livros e sessões de autógrafos para os 20 primeiros que chegarem ao teatro.
Ao todo, serão seis encontros na capital até abril de 2027. Depois de Ruy Castro e Heloísa Seixas, o projeto recebe Itamar Vieira Junior, em 2 de dezembro. A programação continua em 3 de fevereiro, 3 de março e 7 de abril, com convidados e obras que serão anunciados posteriormente.
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizadas exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Acessibilidade
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.
A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou, ainda, pelo QR Code na própria van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code, que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van – de quinta a domingo:
Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h
Mediação: Suzana Vargas e Maurício Melo Junior Data: 4 de novembro (quarta-feira)
Local: Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília Endereço:SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul
Horário: 18h30 Ingressos: gratuito mediante retirada de ingressos, a partir das 12h do dia anteriorClassificação indicativa: 14 anos
Documentário será exibido nos dias 19 e 21 de outubro durante edição histórica do evento, que reúne 380 produções de 93 países
O documentário “Nação Ubuntu – A Voz dos Silenciados” integra a programação da 50ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Depois de participar do Festival do Rio, o filme, que apresenta a trajetória de quatro refugiados congoleses e a mobilização que deu origem à Nação Ubuntu no Malawi, será exibido em duas sessões, nos dias 19 e 21 de outubro, antes da estreia nacional nos cinemas, marcada para 12 de novembro.
Dirigido por Paulo Henrique Fontenelle, produzido por Iafa Britz, com produção da Migdal Filmes, distribuição da Downtown Filmes e apoio da Fraternidade Sem Fronteiras (FSF), o documentário acompanha as histórias de Maick Mutej, Prince Kalolo, Felly Bazibuhe Zihalirwa e Frank Donatien, refugiados da República Democrática do Congo que se tornaram conhecidos como líderes Ubuntu.
A participação ocorre em uma edição simbólica da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, que completa 50 anos em 2026. Entre os dias 15 e 29 de outubro, o evento apresenta 380 títulos de 93 países, entre longas, curtas e séries, distribuídos por 57 salas de cinema, espaços culturais e Centros Educacionais Unificados da capital paulista, além de atividades e comemorações relacionadas à edição histórica.
Uma história que nasceu em um campo de refugiados
“Nação Ubuntu – A Voz dos Silenciados” tem como cenário o Campo de Refugiados de Dzaleka, no Malawi, onde as trajetórias de Maick, Prince, Felly e Frank se encontraram depois que eles precisaram deixar a República Democrática do Congo.
Em meio aos desafios do refúgio, os quatro encontraram na mobilização comunitária e nos princípios da filosofia Ubuntu, resumida pela expressão “eu sou porque nós somos”, uma forma de construir novas perspectivas para a comunidade.
Em 2018, essa trajetória se encontrou com a Fraternidade Sem Fronteiras e deu origem ao projeto Nação Ubuntu, localizado ao lado do Campo de Refugiados de Dzaleka no Malawi, que desenvolve ações de educação, alimentação, formação e geração de oportunidades para refugiados e para a comunidade local.
O documentário coloca os quatro líderes no centro da narrativa e apresenta uma história que vai além do deslocamento forçado. O protagonismo, a capacidade de mobilização e a construção coletiva mostram como as pessoas que tiveram de deixar seus países passaram a atuar diretamente na transformação das comunidades onde vivem.
Das histórias de Dzaleka às telas brasileiras
A participação na 50ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo amplia a trajetória de “Nação Ubuntu – A Voz dos Silenciados” pelos festivais brasileiros antes da chegada aos cinemas, marcada para 12 de novembro.
Serviço:
“Nação Ubuntu – A Voz dos Silenciados” na 50ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo
Sobre a Fraternidade Sem Fronteiras – A FSF é uma Organização humanitária e Não-Governamental, com sede em Campo Grande (MS) e atuação brasileira e internacional em nove países, em alguns dos lugares mais pobres do planeta, com esperança e profundo desejo de ajudar, acabar com a fome e construir um mundo de paz. A instituição possui 77 polos de trabalho, mantém centros de acolhimento, oferece alimentação, saúde, formação profissionalizante, educação, cultivo sustentável, construção de casas e ainda, abraça projetos de crianças com divergências neurais e doenças raras. Todos os trabalhos são mantidos por meio de doações e principalmente pelo apadrinhamento com valor a partir de R$35. Mais informações podem ser obtidas pelo site http://www.fraternidadesemfronteiras.org.br.
Encontro aconteceu na última quinta (15), às 19h, no Paranoá Parque, e aproxima jovens da cultura hip-hop por meio da trajetória de um artista que encontrou nas batalhas de rima seu lugar de pertencimento
A música que nasce nas ruas, nos encontros entre amigos e na vontade de se expressar também pode abrir caminhos e transformar histórias. É a partir dessa conexão que o artista JP participa, nesta quinta-feira, 15 de outubro, às 19h, de uma palestra presencial do projeto Re Soar – Iniciação Musical, no Centro Comunitário da quadra 366, no Paranoá Parque. A atividade integra a programação do projeto, que promove a formação musical gratuita e o acesso à cultura para adolescentes e jovens da região.
Criado no Núcleo Rural Rajadinha 2, território de periferia rural do Distrito Federal, o artista JP cresceu ouvindo funk e rap. Antes de subir aos palcos e participar de competições, suas primeiras experiências com a música aconteciam de maneira espontânea, rimando com amigos na rua e durante os intervalos da escola. Mais do que escrever letras, descobriu que sua habilidade estava em improvisar, criar versos na hora e desafiar outros MCs nas batalhas de rima.
Foi em 2017, ao conhecer a Batalha do Paranoá, que essa relação ganhou um novo significado. Mesmo sendo eliminado na primeira fase de sua estreia, JP encontrou naquele espaço uma sensação de acolhimento e pertencimento que marcaria sua trajetória. A partir dali o hip-hop passou a ocupar um lugar central em sua vida.
Em 2023, o artista conquistou classificação para o duelo regional de rimas da Batalha da V1, ampliando sua experiência nas competições e fortalecendo sua caminhada na cultura urbana.
Durante o encontro com os participantes do Re Soar, a trajetória de JP abre espaço para uma conversa sobre expressão artística, improvisação, identidade e os caminhos possíveis dentro da cultura hip-hop. A proposta é aproximar os jovens de experiências reais da cena cultural do DF, mostrando como os talentos desenvolvidos no cotidiano podem se transformar em oportunidades de aprendizado, criação e participação cultural.
Música, juventude e território
Realizado pela Pungar Projetos, o Re Soar – Iniciação Musical tem como objetivo ampliar o acesso à formação musical e fortalecer o vínculo dos jovens com a arte e a cultura em seu próprio território. A iniciativa oferece atividades gratuitas e busca estimular a criatividade, a expressão e o desenvolvimento artístico dos participantes.
Ao receber artistas com diferentes experiências e trajetórias, o projeto também valoriza a diversidade das manifestações musicais e reconhece a cultura produzida nas periferias como espaço de criação, conhecimento e transformação social.
O projeto conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), da Secretaria Especial de Cultura do DF.
Serviço:
O quê: Projeto Re Soar – Iniciação Musical
Quem: Pungar Projetos
Quando: 15/10 (presencial)
Onde: Centro Comunitário da Quadra 366, Paranoá Parque – DF
Show abre a terceira edição do festival em 30 de outubro, no Ulysses Centro de Convenções, com repertório do álbum “Criolo, Amaro & Dino”, indicado ao Grammy Latino 2026.
A terceira edição do Festival Estilo Brasilcomeça em 30 de outubro com um encontro que aproxima diferentes sonoridades e tradições musicais. Criolo, Amaro Freitas e Dino d’Santiago sobem ao palco do Ulysses Centro de Convenções para apresentar o projeto Criolo, Amaro & Dino, que reúne hip-hop, jazz, música brasileira e influências de Cabo Verde. A noite contará ainda com a participação especial de Iza, uma das principais vozes do pop nacional.
Apresentado pelo Banco do Brasil Estilo, realizado pelo Metrópoles e produzido pela Oh Artes, o festival chega à terceira edição com uma programação que reúne artistas de diferentes gerações e estilos musicais. O show de abertura apresenta ao público brasiliense o resultado de uma colaboração que começou de maneira inesperada, em um estúdio de Lisboa, e se transformou em um dos projetos musicais de destaque de 2026.
O encontro aconteceu quando Criolo e Dino d’Santiago desenvolviam um trabalho conjunto na capital portuguesa e receberam a visita do pianista Amaro Freitas. Da reunião nasceu a canção “Esperança”, indicada ao Grammy Latino, que acabou abrindo caminho para uma colaboração mais ampla. O resultado foi o álbum Criolo, Amaro & Dino, lançado em janeiro deste ano e indicado a duas categorias do Grammy Latino 2026.
Gravado entre Rio de Janeiro, Recife, São Paulo e Lisboa, o disco reúne referências que vão do rap e da MPB ao jazz, à morna e ao funaná. A obra estabelece conexões entre as culturas brasileira, portuguesa e cabo-verdiana, tendo a herança musical africana como um dos principais pontos de encontro.
Cada artista contribui com uma identidade própria. Criolo, um dos nomes mais importantes do hip-hop brasileiro, traz a força de suas composições e a experiência de uma trajetória marcada pelo diálogo entre diferentes gêneros musicais. Amaro Freitas, pianista pernambucano reconhecido internacionalmente, incorpora ao jazz influências do maracatu, do frevo e do baião. Já Dino d’Santiago, cantor português de ascendência cabo-verdiana, aproxima sonoridades tradicionais de Cabo Verde de elementos do pop, do R&B e da música eletrônica.
Essa diversidade está presente nas faixas do álbum, como “E Se Livros Fossem Líquidos?”, “Você Não Me Quis”, “Menina do Côco de Garipé”, “No Vento de Nós”, “Seka” e “Amazônia”. As composições transitam por temas como identidade, memória, ancestralidade e questões contemporâneas, em uma proposta que ultrapassa as fronteiras entre gêneros musicais.
A apresentação em Brasília terá ainda a participação especial de Iza, cantora que conquistou espaço de destaque na música brasileira ao combinar pop, R&B e outras influências em seu repertório. Sua presença amplia o encontro de vozes e estilos que marca a abertura do Festival Estilo Brasil.
Festival reúne diferentes gerações da música
Depois da apresentação de abertura, o Festival Estilo Brasil continua em novembro com outros quatro espetáculos. No dia 13,Flávio Venturini e Samuel Rosa dividem o palco em um encontro dedicado à música mineira. Em 19 de novembro, será a vez de Marina Sena.
No dia 22, o espetáculo Bossa Sempre Novareúne Roberto Menescal, Danilo Caymmi e Patty Ascher, com participação especial de Luísa Sonza. O encerramento acontece em 25 de novembro, com o cantor britânico Seal, vencedor de quatro prêmios Grammy.
Os ingressos para as apresentações estão disponíveis na plataforma Ticket and Go. Clientes Banco do Brasil com cartões BB Visa têm 15% de desconto durante a venda geral, além da possibilidade de parcelamento em até oito vezes sem juros e outros benefícios previstos para o festival.
Serviço
Festival Estilo Brasil 2026 — Show de abertura
Atrações: Criolo, Amaro Freitas e Dino d’Santiago, com participação especial de Iza
Três chamamentos vão apoiar 28 projetos e premiar 31 iniciativas culturais que já transformam as comunidades do Distrito Federal. Inscrições vão até 26 de outubro.
Das rodas de capoeira aos saraus das periferias, das festas tradicionais às oficinas de bairro, a cultura que nasce nas comunidades do Distrito Federal ganha um novo impulso. A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) está com inscrições abertas para três editais da Política Nacional de Cultura Viva, que somam R$ 5,79 milhões em recursos do Governo Federal, repassados pelo Ministério da Cultura por meio do segundo ciclo da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB).
As inscrições são gratuitas e vão de 5 a 26 de outubro de 2026, até as 23h59, exclusivamente pela plataforma PNAB-DF (pnabdf.org.br). Ao todo, serão apoiados 28 projetos, sendo 24 de Pontos de Cultura e quatro de Pontões de Cultura, além de 31 prêmios para iniciativas culturais já realizadas.
Os editais priorizam a cultura de base comunitária e os territórios que historicamente tiveram menos acesso às políticas culturais: periferias, zonas rurais, assentamentos, territórios quilombolas e indígenas e regiões com poucos espaços culturais públicos.
Pontos de Cultura: R$ 3,6 milhões para a cultura nos territórios
O Edital nº 19/2026 é o maior do ciclo. Ele vai selecionar 24 projetos de Pontos de Cultura, com R$ 150 mil cada, para ações de 12 meses, prorrogáveis por igual período, nas comunidades onde as entidades atuam.
Ponto de Cultura é uma entidade sem fins lucrativos, com CNPJ e certificada pelo Ministério da Cultura, que faz e organiza atividades culturais em seu território. Para concorrer, é preciso comprovar pelo menos três anos de CNPJ e de atividade cultural, experiência em ações semelhantes e capacidade técnica para executar o projeto. O certificado só é exigido na fase de habilitação.
Os projetos devem cumprir três metas. A primeira é a formação e educação cultural, com oficinas, cursos e rodas de saberes gratuitos e regulares, que podem aproximar escolas e universidades dos conhecimentos de mestres e mestras. A segunda é a mostra artística e cultural: festivais, apresentações e exposições que reúnem artistas locais, grupos culturais e a comunidade. A terceira é o registro e a divulgação, com ações de comunicação e de memória em fotos, vídeos, áudios e relatórios.
Cada projeto contará ainda com um Comitê Gestor, formado por pelo menos quatro grupos ou entidades da comunidade e um serviço público do território, como escola, unidade de saúde, CRAS ou biblioteca. Das 24 vagas, sete são reservadas a entidades lideradas por pessoas negras, três por pessoas indígenas e duas por pessoas com deficiência. Outras oito são destinadas às culturas tradicionais e populares.
Pontões de Cultura: R$ 1,29 milhão para fortalecer a rede
O Edital nº 21/2026 vai selecionar quatro projetos de Pontões de Cultura, entidades que articulam, formam e conectam os Pontos de Cultura e os grupos culturais do DF. Três projetos receberão R$ 300 mil cada, nas categorias de ampla concorrência, cota para pessoas negras e culturas tradicionais e populares. Um projeto receberá R$ 390 mil para fazer a gestão da Rede Distrital de Pontos e Pontões de Cultura.
Podem concorrer Pontos e Pontões certificados, sem fins lucrativos, com pelo menos três anos de CNPJ e de atividade cultural e com atuação comprovada em rede. Os projetos, de 12 meses, têm quatro metas: formação; articulação e mobilização de redes; registro e divulgação; e a Bolsa Agente Cultura Viva, que vai apoiar pelo menos cinco jovens de 18 a 24 anos, com ao menos uma vaga para pessoa negra e outra para pessoa indígena.
Premiação: reconhecimento a quem já faz cultura
Com R$ 900 mil, o Edital nº 20/2026 vai premiar 31 iniciativas culturais já realizadas no Distrito Federal. É um reconhecimento à trajetória de quem mantém a cultura viva nos territórios: os prêmios não exigem novo projeto, contrapartida nem prestação de contas.
É também o edital mais aberto do ciclo. Podem participar Pontos e Pontões certificados, entidades sem fins lucrativos ainda não certificadas e coletivos culturais sem CNPJ, representados por uma pessoa maior de 18 anos. É preciso comprovar pelo menos dois anos de atuação cultural na comunidade. Os prêmios são de R$ 40 mil para quem tem CNPJ (14 prêmios) e de R$ 20 mil para coletivos sem CNPJ (17 prêmios).
O edital também abre uma porta de entrada para a Rede Cultura Viva: grupos ainda não certificados que alcançarem pelo menos 50 pontos na avaliação poderão ser reconhecidos como Pontos de Cultura pelo Ministério da Cultura, mesmo que não sejam premiados. Há vagas reservadas para pessoas negras (oito), indígenas (três), pessoas com deficiência (duas) e culturas tradicionais e populares (dez).
Inscrição acessível
Para ampliar o acesso, quem tiver dificuldade com a escrita pode responder o formulário de inscrição em vídeo. Os projetos de Pontos e Pontões também devem prever medidas de acessibilidade e estimular o protagonismo de agentes culturais com deficiência.
Como será a seleção
As candidaturas passam por duas etapas: seleção e habilitação. Na seleção, uma comissão paritária, com representantes do poder público e da sociedade civil, avalia cada proposta, que é analisada por pelo menos duas pessoas. A pontuação máxima é de 105 pontos. A nota mínima é de 60 pontos nos editais de Pontos e Pontões e de 50 pontos na Premiação. Os resultados serão publicados no Diário Oficial do DF, no site da Secec-DF e na plataforma PNAB-DF, com prazo de cinco dias úteis para recurso.
Nos editais de Pontos e Pontões, os recursos serão repassados em parcela única, em conta exclusiva aberta em banco público. A prestação de contas será feita por meio do Relatório de Execução do Objeto, em até 90 dias após o fim do projeto.
Serviço
Editais Cultura Viva – PNAB-DF Ciclo 2
Edital nº 19/2026 – Pontos de Cultura: 24 projetos de R$ 150 mil, totalizando R$ 3,6 milhões.
Edital nº 21/2026 – Pontões de Cultura:quatro projetos, sendo três de R$ 300 mil e um de R$ 390 mil, totalizando R$ 1,29 milhão.
Edital nº 20/2026 – Premiação: 31 prêmios, sendo 14 de R$ 40 mil e 17 de R$ 20 mil, totalizando R$ 900 mil.
Valor total: R$ 5,79 milhões.
Inscrições: de 5 a 26 de outubro de 2026, até as 23h59.
Onde se inscrever: plataforma PNAB-DF – pnabdf.org.br.
Programa é ampliado para as mais de mil lojas da Natura e reforça papel do consumidor em um elo fundamental na reciclagem
Quando um produto chega ao fim, a história da embalagem não precisa terminar. A Natura reforça a importância da economia circular ao convidar os consumidores a levarem suas embalagens vazias de cosméticos às lojas e participarem do NaturaRecicla, programa voltado à reciclagem de resíduos pós-consumo. Neste Dia do Consumo Consciente, celebrado neste 15 de outubro, a marca anuncia a expansão da iniciativa para todas as suas mais de mil lojas no Brasil.
O programa oferece um benefício para o bolso: a cada três embalagens entregues, de qualquer marca, o consumidor recebe R$15 de desconto em compras a partir de R$150, realizadas no momento da devolução. Para participar, basta levar as embalagens, de qualquer marca de cosméticos, para a loja Natura mais próxima.
O incentivo responde ao desafio socioambiental de dar um destino adequado às embalagens depois do uso e, ao mesmo tempo, representa um impacto positivo para os negócios. Dados da companhia aliados à escuta ativa da sociedade mostram que os consumidores que participam da logística reversa visitam as lojas físicas com mais frequência quando comparado aos demais consumidores.
“O desafio da circularidade está, justamente, em gerar valor para todos os agentes da cadeia. Queremos incentivar o interesse e participação consciente do consumidor, oferecendo um benefício que faça diferença no bolso e gere um verdadeiro ganha a ganha para todos,incluindo as cooperativas de catadores, que têm um papel fundamental neste processo.” afirma Ana Costa, vice-presidente de Sustentabilidade, Jurídico e Reputação Corporativa da Natura.
Da loja para um novo ciclo
Depois da entrega, as embalagens são encaminhadas às cooperativas de catadores parceiras, responsáveis pela separação e pelo direcionamento dos materiais à reciclagem. Esse trabalho permite que plástico, vidro e alumínio sejam reaproveitados como matéria-prima.
Para valorizar essa etapa, a Natura remunera as cooperativas pelo serviço de triagem, apoia a capacitação das equipes e segurança operacional, contribuindo para fortalecer o trabalho e a geração de renda na cadeia da reciclagem.
Logística reversa amplia resultado em lojas
O engajamento dos consumidores em logística reversa impulsiona diretamente os resultados da Natura. Um exemplo marcante ocorreu no semestre passado com a arrecadação de liners — verso siliconado de figurinhas de álbuns colecionáveis, com alto grau de dificuldade de reciclagem. As lojas recolheram mais de 80 quilos do material (equivalente a mais de 250 mil unidades ou cerca de 390 álbuns de 1.000 figurinhas cheios). Ação foi uma parceria com a Polpel Fibras, uma das poucas empresas no mundo especializada na reciclagem de liner, esses papéis foram transformados em matéria-prima para embalagens e cartuchos da marca.
A iniciativa, entre junho e julho, movimentou R$4,45 milhões em receita bruta, em cerca de 21 mil transações, mostrando como as ações de reciclagem podem mobilizar os consumidores e gerar resultados para o negócio. O ticket médio registrado foi cerca de 50% maior.
Como participar do NaturaRecicla:
● Separe três embalagens vazias e limpas de cosméticos, de qualquer marca.
● Leve os materiais a uma loja Natura, própria ou franquia, e procure a equipe, mesmo que não haja urna de coleta.
● Receba R$15 de desconto em compras a partir de R$150, realizadas no momento da entrega.
● O benefício pode ser combinado com outras promoções e com o cashback da marca, com limite de um resgate diário por CPF.
Sobre a Natura
Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. É a companhia de melhor reputação do Brasil e a mais responsável em ESG pelo ranking Merco há 12 anos consecutivos. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura é pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. Os produtos da marca podem ser adquiridos através das 2,8 milhões de consultoras, via e-commerce, aplicativo, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram.
Profissionais podem identificar mudanças de comportamento e sinais de vulnerabilidade e contribuir para o encaminhamento de crianças e adolescentes à rede de proteção
A escola é um dos espaços onde crianças e adolescentes passam boa parte da rotina. Por isso, além da função pedagógica, professores podem ocupar uma posição importante na identificação de situações que afetam o bem-estar e a segurança dos estudantes. Mudanças repentinas de comportamento, dificuldades de interação, queda no rendimento, isolamento ou alterações emocionais podem ser percebidas no cotidiano escolar e, quando observadas com atenção, servir como sinais de que algo precisa ser investigado.
A atuação, entretanto, não significa transformar o professor em psicólogo, assistente social ou responsável por solucionar situações de violência e vulnerabilidade. Seu papel está principalmente na observação, no acolhimento e na comunicação adequada com a equipe escolar e com os serviços que integram a rede de proteção.
Para Juliana Miranda, coordenadora do Serviço Família Acolhedora, a proximidade estabelecida entre professores e estudantes pode fazer da escola um espaço importante para a identificação precoce de situações que exigem atenção. “O professor convive diariamente com a criança e, muitas vezes, percebe mudanças que podem passar despercebidas em outros ambientes. Isso não significa que ele precise diagnosticar o que está acontecendo, mas que pode reconhecer um sinal, acolher aquela criança e acionar os profissionais e serviços responsáveis”, afirma.
A atenção ganha ainda mais importância quando se trata de crianças e adolescentes que vivem situações de vulnerabilidade ou estão inseridos em serviços de acolhimento. Mudanças familiares, afastamento temporário da família de origem, adaptação a uma nova rotina ou experiências anteriores de violência podem repercutir no comportamento e na vida escolar.
Nesses casos, a escola pode contribuir para a construção de um ambiente de segurança e pertencimento. Manter uma rotina, estabelecer relações de confiança e evitar situações de exposição ou estigmatização são atitudes que ajudam a criança a se adaptar e preservar sua trajetória escolar. “Para uma criança que está passando por uma mudança importante na vida familiar, a escola pode representar um dos poucos espaços de continuidade. Por isso, é fundamental que ela seja recebida sem julgamentos e tenha sua história respeitada. O acolhimento precisa acontecer também no cotidiano, nas pequenas relações e na forma como essa criança é tratada”, explica Juliana.
A comunicação entre escola, família e rede de proteção também é fundamental. Quando uma situação de risco é identificada, o encaminhamento deve seguir os protocolos existentes e envolver os profissionais capacitados para avaliar cada caso. A articulação entre educação, assistência social, saúde, Conselho Tutelar e demais integrantes da rede permite que a criança ou o adolescente não fique sozinho diante de uma situação de violação de direitos.
Outro desafio é evitar que crianças em situação de vulnerabilidade sejam marcadas pelo estigma. Para Juliana, a escola precisa ser um espaço capaz de reconhecer as necessidades individuais sem reduzir o estudante à situação que ele vivencia. “Uma criança não pode ser definida pelo acolhimento, pela condição da família ou por uma situação de violência que tenha enfrentado. Ela continua sendo uma criança, com potencialidades, desejos, dificuldades e direito de participar da vida escolar como qualquer outra”, ressalta.
A construção de uma rede de proteção efetiva depende, portanto, de diferentes atores trabalhando de maneira articulada. O professor não ocupa sozinho a linha de frente desse trabalho, mas pode ser um importante elo entre a criança e os serviços que têm a responsabilidade de protegê-la. “Proteger uma criança é uma responsabilidade compartilhada. Quando o professor sabe observar, quando a escola sabe acolher e quando os serviços conseguem trabalhar de forma articulada, aumentamos as possibilidades de identificar uma situação de vulnerabilidade e oferecer a resposta adequada”, conclui Juliana.
Sobre o Grupo Aconchego – O Aconchego é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, fundada em dezembro de 1997, que trabalha em prol da convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes em acolhimento familiar e institucional.
Filiado à Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção – ANGAAD o Aconchego é reconhecido como referência em Brasília e conta com grande projeção nacional na criação de tecnologias sociais com vistas à garantia do direito das crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária, por meio de ações de intervenção com potencial para a transformação social e cultural.
Espetáculos, oficinas, workshops, filmes e muito mais
*Programação na Sala Martins Pena do Teatro Nacional, no Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul e na Universidade de Brasília
Uma parceria entre o Cena Contemporânea– Festival Internacional de Teatro de Brasília e o First Body Programme vai promover um mês inteiro voltado às artes cênicas no Distrito Federal. Serão espetáculos e várias atividades formativas como oficinas, workshops, encontros, visando o aperfeiçoamento e a troca de experiências. Dentre as apresentações artísticas, a demonstração de trabalho de A Errante: Uma Mãe Coragem, coprodução Itália-Brasil, com a atriz Bidô Galvão pela primeira vez protagonizando um monólogo; e “4.48 Psicose de Sarah Kane”, espetáculo francês, com a atriz e diretora Nadia Robinet numa adaptação do último e mais radical texto da dramaturga britânica.
As atividades começam com a programação da Ocupação Cena, de 30 de outubro a 14 de novembro, e seguem com o First Body Programme celebrando 10 anos de trajetória, com 10 atrações, de 12 a 21 de novembro.
Ocupação Cena e Ocupação First Body Programme – 10 Anos trazem para Brasília convidados de diferentes países – Itália, Colômbia, Estados Unidos, França e República Dominicana –, para protagonizar espetáculos, ministrar oficinas, realizar demonstrações de trabalho e participar de encontros com coletivos de Brasília, que também estarão em cena com alguns de seus trabalhos mais recentes. Um novembro para espalhar arte pelo DF.
As atividades começam no dia 30 de outubro, com a oficina gratuita “O Ator, O Subtexto e As Reações Físicas – Um Estudo Sobre “Homero, Ilíada”, de Alessandro Baricco”, promovida pela Ocupação Cena, que será conduzida pelo diretor internacional Gianluca Barbadori. E no dia 3 de novembro, apresentação do espetáculo “Senhora P”, criado e protagonizado pela premiada atriz Adriana Lodi, na Sala Martins Pena do Teatro Nacional, com entrada franca. Ocupação Cena tem coordenação geral de Alaor Rosa, direção artística de Carmem Moretzsohn, coordenação administrativa e financeira de Michele Milani e coordenação de atividades formativas de Daniela Diniz.
A Ocupação First Body Programme – 10 Anos é coordenada pelos artistas Diego Borges, Lara Santos, Pablo Magalhães e Cesar Ferreira, possui uma vasta programação que inclui exposição, mostra de filmes, oficinas, residência artística, apresentação de espetáculos, demonstração de trabalhos e ensaios abertos. Toda a programação acontecerá nos diversos palcos do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul. A abertura, em 12/11, será com o vernissage da exposição “Corpo Primordial: quando o processo é a obra”, que repassa, os principais momentos da caminhada de 10 anos do projeto, construída entre encontros, processos criativos e intercâmbios culturais em diferentes partes do mundo. São 80 fotografias, objetos de cena, registros em vídeo e arquivos sonoros, colhidos ao longo de atividades realizadas em 12 países, convidando o espectador a percorrer os bastidores da criação artística.
OCUPAÇÃO CENA
De 30/10 a 14/11
Etapa essencial do projeto “Formativas em Cena – Programa de Formação em Artes da Cena”, Ocupação Cena reforça o compromisso do festival Cena Contemporânea, um dos maiores e mais longevos do Brasil, com a formação e o aperfeiçoamento de artistas e público em geral. Nesta etapa de seu calendário, o festivaloferece uma programação composta por três espetáculos, uma demonstração de trabalho, uma residência e oito oficinas. Com exceção de um espetáculo, todo o restante tem entrada franca.
Dentre as atrações estão uma coprodução Itália-Brasil, que leva para a cena uma adaptação de “Mãe Coragem”, de Bertold Brecht, assinada por Michele Santeramo e com direção de Gianluca Barbadori, ambos italianos. O clássico brechtiano surge num formato de monólogo, sob o título “A Errante: Uma Mãe Coragem”, protagonizado pela atriz Bidô Galvão, uma das mais consagradas de Brasília, em sua volta aos palcos após uma ausência de quase 10 anos, e participação especial de Beatriz Gama. Além do espetáculo, Gianluca Barbadori, cuja trajetória como diretor inclui passagens por diferentes países da Europa, Ásia e Américas, vai ministrar duas oficinas gratuitas, de nível avançado, para atores e estudantes de artes cênicas sob o título “O Ator, o Subtexto e as Reações Físicas – um estudo sobre “Homero, Ilíada”, de Alessandro Baricco”, com direito a certificado de participação.
A programação de espetáculos da Ocupação Cena inclui ainda três trabalhos do Distrito Federal que arrastam grandes plateias por onde passam. “Senhora P”, monólogo criado e protagonizado pela atriz, diretora e mestre Adriana Lodi, leva para a cena uma reflexão sobre as violências cometidas cotidianamente contra as mulheres. Adriana Lodi fará apresentações gratuitas e conduzirá a oficina “Autobiograficções – Nossas histórias que não estão contadas”.
“Frankenstein de Mary Shelley”, trabalho que celebra 15 anos de atividade do Grupo Liquidificador, tem direção de Fernanda Alpino sobre dramaturgia de Fernando Carvalho e leva para o palco uma atualização do clássico romance, incorporando discussões sobre tecnologia, Inteligência Artificial e os limites da condição humana. O espetáculo fará duas apresentações e o grupo vai convidar estudantes e artistas para participar da oficina “Corpo-Luz”, que será conduzida pela atriz e iluminadora Ana Quintas. Trata-se de uma oficina prática de sensibilização e experimentação, que investiga os encontros entre o corpo humano e a luz na criação cênica.
Encerrando a programação artística, Ocupação Cena apresenta o mais recente trabalho do conceituado diretor Adriano Guimarães. “Sonho de uma noite de verão” aposta num olhar contemporâneo sobre o clássico de Shakespeare, mesclando humor, poesia, fantasia e metateatro para tocar em questões como liberdade, imaginação, convenções sociais e instabilidade das relações humanas.
Como parte do projeto “Formativas em Cena – Programa de Formação em Artes da Cena”, o programa oferece, para artistas, estudantes e pesquisadores a oficina “First Body –workshop de criação”, em parceria com o First Body Programme, que será ministrada pelos artistas Diego Borges, Lara Santos e Pablo Magalhães.
Da Áustria vem o diretor, dançarino e performer William Lopes, que iniciou sua carreira em Brasília e desde 2018, reside em Viena. Ele conduz a oficina que celebra os 40 anos da primeira vinda de Kazuo Ohno, o mestre do Butoh, ao Brasil: “Ohno 40 – Memória e criação no Butoh brasileiro”, com inscrições gratuitas.
Sob a condução de Teidy Hanada, produtor, realizador e cofundador das produtoras REALIZE.CONTENT e MINKA Filmes e Produções, a oficina “IA aplicada à elaboração de projetos para teatro” convida produtores, integrantes de coletivos teatrais, gestores culturais e artistas da cena a uma prática da escrita de projetos de captação teatral. Como eixo central, o uso de uma ferramenta de inteligência artificial desenvolvida especialmente para dar suporte a esse processo.
E especialmente voltada para profissionais e professores de artes cênicas, a oficina “Todos em Cena – Estratégias de criação teatral com/para pessoas com deficiência intelectual” quer ajudar a preencher uma lacuna na formação pedagógica de profissionais no que tange à acessibilidade cultural. O trabalho será conduzido pelos professores da Pipa Pedagogia Inclusiva, espaço de apoio pedagógico que trabalha com arte educação e inclusão.
OCUPAÇÃO FIRST BODY PROGRAMME – 10 ANOS
De 12 a 21/11
First Body Programme é um projeto de pesquisa internacional contínuo que nasceu na Universidade de Brasília e, ao longo de uma década, chegou a 12 países de três continentes, conectando artistas, pesquisadores e comunidades. Para comemorar 10 anos de trajetória, seus criadores montaram uma ocupação artística internacional, com 10 ações a serem desenvolvidas ao longo de 10 dias. A programação estreia no dia 12, com abertura da exposição “Corpo Primordial: quando o processo é a obra, 10 anos de First Body Programme”, que revisita um pouco da história do projeto.
Quatro espetáculos internacionais vão se revezar nos palcos do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul, além de apresentação do resultado da Residência Artística. Da França, Nadia Robinet traz “4.48 Psicose de Sarah Kane”, uma adaptação do último e mais radical texto da dramaturga britânica que oferece uma experiência da potência poética e política da obra de Kane. O colombiano Juan Esteban apresenta “Beso Negro”, que investiga vestígios do passado que permanecem inscritos no corpo e na memória.
Nascido do desejo de rebelar-se e viver de forma não convencional, “Carne Premium” é um ritual de dedicação da vida à negritude — um paradoxo entre o inclusivo e o extrativo, produzido na República Dominicana, com concepção, coreografia, cenografia e figurino de Yadhira De León Matos. E em “Personal – Uma Instalação”, a cia italiana Labirion Officine Trasversali constrói uma ação influenciada pelo tempo, pelo espaço e pela presença de cada espectador. É no diálogo que a performance surge, sempre diferente.
Especialmente voltada para estudantes das artes cênicas e artistas, o programa inclui uma Residência Artística Internacional ministrada pelo coletivo Labirion Officine Trasversali, da Itália e pelo First Body Programme, reunindo os artistas dos Estados Unidos, Colômbia, França e República Dominicana. A cia italiana ainda ministra uma oficina de quatro horas chamada “Ecos e Vestígios”. A diretora, atriz e dramaturga francesa Nadia Robinet vai ministrar a Oficina de Dramaturgia “É preciso imaginar Sísifo feliz”, estimulando a escrita sensível e autoral, compreendendo a dramaturgia como um território de liberdade, escuta e invenção.
A multi-artista Lara Santos conduzirá a oficina “Corpografia”, propondo uma investigação entre performance, escrita e design gráfico, compreendendo o corpo como território de criação e produção de conhecimento. Artista Julie Becker vem de Nova York – EUA, para propor a artistas, estudantes de artes cênicas e curiosos a oficina de Canto “A Canção em Ação” como ferramenta para o desenvolvimento da voz, da escuta e da presença cênica. Também com foco na voz e na respiração como fundamentos da presença cênica, a oficina “Respirar o Som: Laboratório Ressonante Corpo-Vocal” será conduzida pelo colombiano Juan Esteban, de Medellín.
Vindo de Campinas -SP, o artista Wesley Ribeiro ministra a Oficina de Máscaras “Mascaramento” com Wesley Ribeiro (Brasil), trabalhando técnicas de atuação com máscaras. Sob a condução do fotógrafo, ator e diretor César Ferreira, a oficina Através da Câmera propõe exercícios práticos de fotografia, composição de imagem e direção do olhar como ferramenta para a criação artística e a construção do olhar. E a inédita oficina “Interpretação para a Câmera”, uma parceria da Claraboia Filmes e First Body Programme, vai trabalhar cenas e personagens a partir de processos metodológicos de criação do First Body Programme. Ao final, cada participante gravará um vídeo de apresentação, reunindo material para seu portfólio artístico.
A OcupaçãoFirst Body Programme – 10 anos se complementa com as apresentações dos espetáculos locais nascidos na Universidade de Brasília, “Calango” do Coletivo ARAR e “Infinitum” do Coletivo Organa. E ainda o Ensaio aberto do espetáculo “Decomposição”, a partir da obra homônima de Matei Visniec realizada pelo grupo de pesquisa do First Body Programme na Universidade de Brasília e “Suca! Cão Tinhoso”, com Gabriel Rosa, Lara Santos e Lorenza Rezende (DF). O programa também inclui as demonstrações de trabalhos dos artistas internacionais convidados: Labirion Officine Trasversali (Itália), Julie Becker (EUA), Juan Esteban (Colômbia) e do anfitrião Diego Borges (First Body Programme – Brasil).
Os ingressos já estão à venda via Sympla e serão vendidos no local do evento, o Espaço Cultural Renato Russo 508 sul.
PROGRAMAÇÃO OCUPAÇÃO CENA
ESPETÁCULOS
SALA MARTINS PENA DO TEATRO NACIONAL CLÁUDIO SANTORO
03 e 04/11 – Senhora P – 20h – entrada franca
10 e 11/11 – Frankenstein de Mary Shelley– 20h – ingressos a R$ 30,00 e R$ 15,00
14/11 – Sonho de uma noite de verão – às 16h e às 20h – entrada franca
TEATRO GALPÃO HUGO RODAS – ESPAÇO CULTURAL RENATO RUSSO 508 SUL
6/11 – 20h Demonstração de trabalho –A Errante: Uma Mãe Coragem – Com Bidô Galvão. Direção de Gianluca Barbadori e assistência de Diego Borges.
8/11 – O Ator, o Subtexto e as Reações Físicas – um estudo sobre a obra “Homero, Ilíada”, do italiano Alessandro Baricco – apresentação de resultado da oficina – 20h – entrada franca
ATIVIDADES FORMATIVAS GRATUITAS
(inscrição mediante preenchimento de formulários. Vagas limitadas.)
01/08 a 09/11 – Residência A Errante: Uma Mãe Coragem –Com Bidô Galvão. Direção de Gianluca Barbadori e assistência de Diego Borges.
30/10 e 02/11 – dia 30, de 9h às 15h, de 31/10 a 02, das 18h às 22h – Oficina “O Ator, o Subtexto e as Reações Físicas” – Desenvolvimento da pesquisa e do trabalho criativo sobre o texto “Homero, Ilíada”, de Alessandro Baricco – Condução: Gianluca Barbadori – entrega de certificado ao final do processo
31/10 e 01/11 – dia 31, das 16h às 19; dia 01/11, das 10h às 13h – First Body – workshop de criação (em parceria com First Body Programme)
03 e 04/11 – das 9h às 11h – Oficina Autobiograficções – Nossas Histórias Que Não Estão Contadas – Condução: Adriana Lodi
04 a 08/11 – das 18h às 22h – Oficina Introdução aos instrumentos de trabalho e ao texto “Homero, Ilíada”, de Alessandro Baricco – Condução: Gianluca Barbadori – entrega de certificado ao final do processo
05 e 06/11 – 18h às 22h – Oficina Corpo-Luz– Condução: Ana Quintas
Data: 9/11 e 14/11 – de 14h às 17h – OficinaIa Aplicada à elaboração de projetos para teatro – Condução: Teidy Hanada
14/11 – 12h às 18h – Oficina Todos em Cena – Estratégias de Criação Teatral com/para Pessoas Com Deficiência Intelectual – Condução: Professores da Pipa Pedagogia Inclusiva
PROGRAMAÇÃO OCUPAÇÃO FIRST BODY PROGRAMME
Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul
ABERTURA – 19h – 22h
12/11 – Vernissage exposição Corpo Primordial: Quando o Processo é a Obra
ESPETÁCULOS INTERNACIONAIS
13 e 14/11 – Beso Negro – Juan Esteban – Medellin – Colômbia – 21h
15 e 17/11 – 4.48 Psicose de Sarah Kane – Nadia Robinet – França – 19h
17/11 – Calango – Coletivo Arar – DF – 21h
18 e 19/11 – Personale – Uma Instalação – Labirion Officine Transversali – Itália – 21h
19/11 – Infinitum – Coletivo Organa – DF – 19h
20 e 21/11 – Carne Premium – Yadhira De León Matos – República Dominicana – às 21h, no dia 20; às 19h, no dia 21/11
21/11 – O corpo que deixa rastros –Resultado Residência Artística Labirion Officine Trasversali – Itália e First Body Programme – Brasil – 21h
ENSAIO ABERTO
14/11 – Decomposição – Grupo de Pesquisa First Body Programme / UnB – 19h
20/11 – Suca! Cão Tinhoso – Lorenza Rezende, Gabriel Rosa e Lara Santos – DF – 19h
OFICINAS
Sexta-feira — 13/11 – 10h às 13h: Oficina de Fotografia “Através da Câmera” com César Ferreira (DF)
Sábado — 14/11 – 10h às 13h: Oficina Audiovisual “Interpretação para Câmera”com Claraboia Filmes e First Body Programme
Domingo — 15/11 – 14h às 18h: Oficina de Voz “Respirar o Som: Laboratório Ressonante Corpo-Vocal” com Juan Esteban (Colômbia)
Segunda-feira — 16/11 – 19h às 22h: Oficina de Máscaras “Mascaramento” com Wesley Ribeiro (Campinas – SPl)
Terça-feira — 17/11 – 10h às 13h: Oficina de Dramaturgia “É Preciso Imaginar Sísifo Feliz” com Nadia Robinet (França)
Quarta-feira — 18/11 – 14h às 18h: Oficina de Canto “A Canção em Ação” com Julie Becker (Estados Unidos)
Quinta-feira — 19/11 – 10h às 13h: Oficina “Ecos e Vestígios” com Labirion Officine Trasversali (Itália)
Sexta-feira — 20/11 – 10h às 13h: Oficina de Corpo “Corpografia” com Lara Santos (Brasil)
RESIDÊNCIA ARTÍSTICA INTERNACIONAL
Residência artística internacional dedicada à criação de um espetáculo, reunindo artistas do Brasil, Colômbia, Estados Unidos, França e Itália.
18/11 – 19h – Anatomia de uma Luta (Lituânia, 20min, Livre)
SERVIÇO
OCUPAÇÃO CENA
Data: 30 de outubro a 14 de novembro
Locais: Sala Martins Penna do Teatro Nacional, Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul (Teatro Galpão Hugo Rodas e Sala Multiuso) e UnB – Universidade de Brasília (Núcleo de Dança e Anfiteatro 9)
Entrada franca – exceto para Frankenstein de Mary Shelley, com ingressos a R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)
OCUPAÇÃO FIRST BODY PROGRAMME
Data: 12 a 21 de novembro
Local: Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul
Taxa de inscrição para as oficinas: R$ 200,00 (alunos de artes cênicas da UnB têm desconto de 50%)
Ingressos espetáculos: R$ 30,00 (inteira) e R% 15,00 (meia)
Jornalista e criador de conteúdo @EldoGomes comanda, pela segunda vez, o palco do evento, que chega ao Teatro Nacional Cláudio Santoro no dia 31 de outubro com o tema “A Construção do Futuro”
O jornalista e influenciador digital Eldo Gomesserá o mestre de cerimônias do TEDxBrasília 2026, marcado para o sábado, 31 de outubro, a partir das 18h, no Teatro Nacional Cláudio Santoro. Esta é a segunda vez que ele participa do evento. A missão dele é conduzir a noite e fazer a ponte entre palestrantes, artistas e público em um dos palcos mais emblemáticos da capital.
A organização e a curadoria são do jornalista Rafael Souza, organizador licenciado da marca no Distrito Federal.
Com o tema “A Construção do Futuro”, a edição deste ano reúne diferentes olhares sobre o amanhã. Tecnologia, ciência, cultura, criatividade e relações humanas estão no centro da conversa, com uma pergunta que atravessa toda a programação: como inovar sem deixar de lado a ética, a empatia e o cuidado com as pessoas?
O tema conversa com a própria história da cidade. Brasília foi concebida, nos anos 1950, como símbolo de um país que olhava para frente. Mais de seis décadas depois da inauguração, a capital volta a ser palco desse debate.
O que é o TEDx
Os eventos TEDx são iniciativas independentes, realizadas sob licença do TED, organização sem fins lucrativos conhecida pelo lema “ideias que merecem ser espalhadas”. O formato é inspirado nas TED Talks: apresentações curtas, focadas em uma única ideia, que transformam experiências, pesquisas e histórias em reflexões que seguem repercutindo depois que o público deixa o teatro.
Além das palestras de especialistas de diferentes áreas, a programação do TEDxBrasília inclui intervenções artísticas. No foyer da Sala Martins Pena, o público também poderá conferir a exposição “2D: do Daltonismo à Dislexia”, de Wós Rodrigues e Murilo Frade.
Brasiliense de coração, Eldo Gomes é jornalista especializado em novas mídias. Blogueiro desde 2007, comanda desde 2014 o portal EldoGomes.com.br e assina a coluna multimídia #TechComEldo, dedicada a tecnologia, inovação, empreendedorismo digital e tendências. Também cria conteúdo sobre carros, mobilidade e veículos elétricos. Soma mais de 150 mil seguidores no Instagram (@EldoGomes) e mais de 110 mil inscritos no YouTube, onde mantém o canal EldoGomesTV. É ainda o apresentador do videocast Papo com Eldo, que hoje leva insta-reportagens para as ruas do DF.
Serviço
TEDxBrasília 2026: “A Construção do Futuro” Data: sábado, 31 de outubro de 2026, a partir das 18h Local: Teatro Nacional Cláudio Santoro, Setor Cultural Norte, via N2, ao lado da Rodoviária do Plano Piloto Organização e curadoria: Rafael Cavalcante Mais informações: tedxbrasilia.com e @tedx.brasilia no Instagram
Indicada ao Grammy Latino 2026, Zanna apresenta Reflexo pela primeira vez em Brasília
A cantora, compositora e produtora musical Zanna faz sua primeira apresentação em Brasília no dia 22 de outubro, às 21h, no Clube do Choro. No show de lançamento de Reflexo, seu segundo álbum, ela chega à cidade com mais um reconhecimento internacional: “Nilo”, faixa do novo trabalho, foi indicada a Canção do Ano no Grammy Latino 2026. Zanna é a única representante brasileira na categoria.
A indicação dá continuidade a uma trajetória que alcançou forte receptividade já no lançamento de seu primeiro álbum solo, Zanna, gravado entre o Rio de Janeiro e Los Angeles com produção de Moogie Canazio. O disco recebeu três indicações ao Grammy Latino. Agora, a artista apresenta as canções de Reflexo, lançado em novembro de 2025, em um espetáculo que percorre a MPB contemporânea, o samba-rock, o pop acústico e sonoridades do soul, do jazz e da música brasileira raiz.
O novo álbum tem produção de Zanna, coprodução de Alexandre Kassin e arranjos de cordas de Eduardo Farias. No palco, a cantora assume voz e violão, acompanhada por Janaína Salles no violoncelo e vocais, Hamilton Pinheiro no baixo e Misael Barros na bateria. O repertório reúne faixas dos dois discos e presta homenagens a Ivan Lins, Djavan e Preta Gil. A lembrança de Preta vem por meio de “Drão”, canção escolhida por ela e por seu pai, Gilberto Gil, para integrar o repertório do show no Rio de Janeiro da turnê de despedida do músico.
Mesmo para quem ainda não associa seu nome ao rosto, a voz de Zanna pode ser familiar. É dela a voz ouvida no MetrôRio, em linhas do metrô de São Paulo e no Aeroporto Santos Dumont. A artista também compôs o Tema do Metrô, que ganhou ampla circulação nas redes sociais. Em Brasília, o público poderá conhecer essa voz como intérprete e compositora de suas próprias canções.
“Um show para sentir e vibrar”, resume Zanna. A apresentação no Clube do Choro marca o primeiro encontro da cantora com a plateia brasiliense.
De texto e direção assinados por André Curti e Artur Luanda Ribeiro, a peça reflete sobre o corpo que resiste e o desejo de pertencimento em um tempo em colapso total.
Com narrativa visual impactante, ator em cena pedala em uma bicicleta que gera energia para abastecer a própria luz do espetáculo
Conhecida internacionalmente por seu trabalho de teatro gestual e visual, a Cia. Dos à Deux explora pela primeira vez a palavra em cena em CONFUZO (está escurecendo dentro de mim), que estreou no Rio de Janeiro, cumpriu temporada em São Paulo e chega ao CCBB Brasília em 22 de outubro.
O espetáculo fica em cartaz até 8 de novembro, com apresentações de quinta a sábado, às 20h, e aos domingos, às 16h30 e 20h. Haverá ainda duas sessões extras nos dias 28 de outubro, às 20h, e 2 de novembro, às 18h. Não haverá sessão no dia 1º de novembro (domingo). Em paralelo à temporada, a companhia lança o documentário O Gesto Entre Nós, em sessões de estreia nos dias 24 e 31 de outubro, e 7 novembro, sempre às 16h30 e no Cinema do CCBB, e a dupla de diretores ministra uma palestra, com entrada franca, dia 5 de novembro, no Teatro, às 17h.
Com direção, dramaturgia, cenografia e performance de André Curti e Artur Luanda Ribeiro, o texto inédito de CONFUZO nasce do gesto e retorna a ele, não como explicação, mas como matéria poética, fricção e pensamento encarnado. A encenação articula teatro gestual, palavra, luz, som e artes visuais, criando uma experiência sensorial e simbólica em que o escurecimento não representa o fim, mas o início de outra forma de ver, de dizer e de existir.
Além disso, a tecnologia também se torna dramaturgia: em cena, Artur Luanda Ribeiro pedala em uma bicicleta que gera energia para abastecer a própria iluminação da peça. “O corpo funciona como usina, o cansaço transforma-se em matéria cênica. A luz nunca é plena ou estável — é intermitente, precária, vulnerável. Uma luz que pode falhar a qualquer instante, como falha o fôlego, como falha a esperança. Ao tornar visível o custo físico da iluminação, o espetáculo explicita aquilo que normalmente permanece oculto: o esforço humano necessário para manter o mundo – e a si próprio – aceso”, define o criador.
Na trama, o Homem-Árvore insiste em lançar raízes sobre um solo que o rejeita. Sua existência desafia um mundo que decide quem pode ou não pertencer. Ao seu lado, o Homem-Luz pedala sem descanso uma bicicleta que produz a energia elétrica da própria cena. Cada volta mantém a luz acesa. Cada volta também o esgota. Enquanto ilumina o mundo, escurece por dentro. Sua luz torna-se, ao mesmo tempo, potência e desgaste, sobrevivência e sacrifício. CONFUZO (está escurecendo dentro de mim) é uma fábula contemporânea sobre o corpo que resiste e sobre o desejo de pertencimento em um tempo de colapso social, ambiental e emocional.
A encenação
A imagem desse Homem-Árvore, deslocada do solo, torna-se o
símbolo central do espetáculo. “Ela representa o humano contemporâneo — suspenso entre o desejo de enraizar-se e a impossibilidade de permanecer. É um corpo em
exílio, que tenta sustentar o peso da memória sem perder o equilíbrio diante de um mundo em constante movimento. A árvore cresce onde não deve, e se torna o retrato da condição humana — bela, frágil, deslocada”, revela André Curti.
“Metaforicamente, para mim, carregar a árvore é carregar aquilo que insiste em crescer dentro da gente: memória, tempo, desejo, raízes, perdas. Em muitos momentos sinto o peso físico dela como o peso das próprias escolhas e das histórias que atravessamos sem perceber. É quase como transportar um mundo inteiro nas
costas. No espetáculo, essa árvore leva o personagem à exclusão da sociedade, apontado como ‘o diferente’, o ‘não pertencente’ e, portanto, proibido de se enraizar, mesmo sendo dessa terra como todos os outros”, acrescenta.
E sobre a figura do Homem-luz, Artur Luanda Ribeiro comenta: “Existe algo profundamente pessoal no fato de a luz depender do meu próprio movimento, porque muitas vezes tenho a sensação de que também sigo pedalando na vida para que
certas luzes não se apaguem — dentro de mim, no trabalho, nos afetos, na criação. O corpo acaba revelando aquilo que as palavras nem sempre conseguem dizer: o desgaste, a insistência, a fragilidade e, ao mesmo tempo, a vontade de continuar. O Homem-Luz me atravessa justamente por isso. Ele transforma em imagem uma sensação que conheço intimamente: a de que parar às vezes parece impossível. E talvez a própria dramaturgia tenha nascido daí — desse lugar onde esforço,
resistência e escuridão interior convivem o tempo todo”. Já a música, assinada por Federico Puppi, também é trançada organicamente ao movimento, à palavra e à luz.
Documentário “O Gesto entre Nós”
A temporada da peça contará também com as primeiras exibições do documentário O Gesto entre Nós, dirigido por Roberto Bomtempo e produzido pelo Canal Curta! e Matizar Filmes. O filme acompanha a vida e a obra de André Curti e
Desde a criação da companhia, os artistas fazem da câmera uma companheira, registrando suas vidas, deslocamentos pelo mundo e processos criativos. Esse acervo íntimo, construído ao longo de 28 anos de ensaios e turnês, reúne arte e amor dentro e fora do palco e se soma a entrevistas para contar a história do premiado casal.
Oficina “A Utopia da Pesquisa”
Conduzida pelos diretores André Curti e Artur Luanda Ribeiro, o encontro com o público tem por objetivo desvendar, questionar, descobrir as diferentes direções e fundamentos da pesquisa cênica da companhia. Entre os diversos pontos a serem abordados, utilizando suporte audiovisual estão: A musicalidade do movimento; A cenografia como fio condutor estético; O corpo-objeto; A dramaturgia visual; Iluminação como dramaturgia; e O corpo/boneco.
Sobre a Cia. Dos à Deux
Com 28 anos de trajetória, a Cia. Dos à Deux já se apresentou em mais de 50 países e mantém hoje sua sede no Rio de Janeiro, onde desenvolve também ações formativas e residências artísticas.
Fundada em Paris, em 1998, por André Curti e Artur Luanda Ribeiro, a Cia. nasceu de uma pesquisa inspirada na obra “Esperando Godot”, de Samuel Beckett. Descobertos no Festival de Avignon, os artistas conquistaram reconhecimento internacional apresentando suas criações mundo afora. Em 2015, após duas décadas na França, retornaram ao Brasil e criaram o Espaço Dos à Deux, na Glória, RJ — um casarão de 1846, restaurado pelos artistas e transformado em centro de criação, residência e formação artística.
Ficha técnica:
Patrocínio: Banco do Brasil | Realização: Governo do Brasil e Centro Cultural Banco do Brasil | Texto, dramaturgia, cenografia, direção e performance: André Curti e Artur Luanda Ribeiro | Música Original e Sound design: Federico Puppi | Desenho de luz
/iluminação: Artur Luanda Ribeiro | Figurino: Karen Brusttolin | Cenotecnia (engenharia poética) e objetos insólitos: Dodô Giovanetti | Pesquisa – Projeto de Engenharia Elétrica / Poética (Bicicleta): Dodô Giovanetti, André Batistela, Robson de Souza Nascimento e Artur Luanda Ribeiro | Realização do projeto da engenharia elétrica / poética: André Batistela | Assistente de Figurino: Maïa Flores | Alfaiate: Leonardo Ramos | Costureira Cenário: Rizo | Aderecista: Gabriel Barros | LAPE | Direção de Palco de Contrarregragem: Dodô Giovanetti | Operação de Som: Tiago Rodrigues e André Menezes | Mídias Sociais: Nathalia Alves | Fotografia: Renato Mangolin e Victor Pollak | Programação Visual: Thiago Ristow | Assessoria de Imprensa: Território Comunicação | Produção Local: DECA Produções | Produtor Executivo: Fernando Queiroz | Direção de produção: Silvio Batistela | Financeiro: Alex Nunes | Idealização e Coordenação Geral: Cia Dos à Deux
Sinopse:
CONFUZO (está escurecendo dentro de mim)
Dois corpos atravessam um mundo em colapso — um mundo onde a diferença se transforma em fronteira, onde pertencer, para alguns, tornou-se proibido, onde existir pode ser julgado e onde até o direito de criar raízes precisa ser defendido. Entre luz e escuridão, movimento e exaustão, surge o Homem-Árvore, que insiste em fincar raízes em um solo que o rejeita, e o Homem-Luz, que pedala sem parar para manter acesa uma existência ameaçada de apagamento. Juntos, atravessam um território instável, onde luz e sombra, matéria e imaginação, absurdo, sonho e realidade coexistem em permanente tensão.
Acessibilidade CCBB
A ação Vem pro CCBB conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.
A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van, de quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h; CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30
O CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Serviço:
Espetáculo:CONFUZO (está escurecendo dentro de mim) – Cia. Dos à Deux
Gênero: Teatro Visual
Local: Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Temporada: de 22 de outubro a 8 de novembro de 2026
Dias e horários: quinta a sábado, às 20h; domingos, às 16h30 e às 20h. Sessões extras nos dias 28 de outubro, às 20h, e 2 de novembro, às 18h. Não haverá sessão às 16h30 no dia 1º de novembro (domingo)
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada), disponíveis no site bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB Brasília
Duração: 65 minutos
Classificação indicativa: não recomendado para menores de 14 anos
Serviço:
Documentário: O Gesto entre Nós Gênero: Teatro e LGBTQIAPN+ Local: Cinema do CCBB Brasília
Sessões: sábados, 24 e 31 de outubro e 7 de novembro de 2026, às 16h30 Ingressos: entrada franca, com retirada de ingresso, na bilheteria ou nos totens, a partir de uma hora antes de cada sessão
Duração: 103 minutos
Classificação indicativa: não recomendado para menores de 12 anos
Serviço:
Oficina: A Utopia da Pesquisa
Local: Teatro do CCBB Brasília
Dia e horário: quinta-feira, 5 de novembro, das 14h às 17h
Público-alvo: estudantes, professores e artistas de instituições públicas de ensino, pesquisadores do corpo e das artes cênicas, atores, bailarinos, performers, diretores, artistas visuais, marionetistas, iluminadores, cenógrafos, artistas circenses, entusiastas.
Ingressos: entrada franca, com retirada de ingresso, na bilheteria ou nos totens, a partir de uma hora antes do início da palestra
Classificação indicativa: não recomendado para menores de 17 anos
Acessibilidade: a palestra contará com interprete de Libras
CCBB Brasília: aberto de terça a domingo, das 9h às 21h