Etapa brasiliense contou com apresentações de Chico César, Os Garotin, Esdras Nogueira, Samba Delas, Calango Careta e DJ GG Tentação no Eixo Cultural Ibero-Americano; circuito passou por quatro cidades brasileiras
Brasília encerrou, no último sábado (15), a primeira edição nacional do Festival Multiversos com um público de mais de 6 mil pessoas no gramado do Eixo Cultural Ibero-Americano. Em quase oito horas de programação, a capital federal recebeu uma combinação de música brasileira, artistas de diferentes gerações, manifestações culturais do Distrito Federal e ações voltadas à sustentabilidade, acessibilidade e economia criativa.
A etapa brasiliense contou com shows de Chico César, Os Garotin, Esdras Nogueira, Samba Delas, Calango Careta e DJ GG Tentação, consolidando a proposta do festival de promover encontros entre diferentes estilos, trajetórias e públicos. O resultado marcou o encerramento do circuito que percorreu, ao longo de 2026, as cidades mineiras de Belo Horizonte, Divinópolis, Betim e Brasília.
“O Multiversos nasce do encontro. Queremos aproximar artistas, públicos e ideias em um ambiente onde cultura, diversidade e sustentabilidade caminhem juntas. Brasília encerra essa primeira edição nacional representando exatamente esse espírito de conexão e pluralidade”, afirma Wagner Luis Gonçalves, presidente do Instituto Iniciativa Global e idealizador do projeto.
A circulação por diferentes cidades é parte central da identidade do Multiversos. Em vez de concentrar a programação em um único território, o projeto busca estabelecer conexões utilizando a cultura como ponto de partida para discutir temas contemporâneos.
Cultura, sustentabilidade e inclusão
Além dos shows, o festival incorporou ao longo de sua primeira edição iniciativas relacionadas à sustentabilidade, acessibilidade e economia criativa.
A proposta foi demonstrar que grandes eventos culturais podem incorporar práticas responsáveis em sua realização, estimulando o consumo consciente e a redução de impactos ambientais. Nas diferentes etapas, também foram adotadas medidas de acessibilidade, como espaços reservados para pessoas com deficiência, rampas, banheiros adaptados, tradução em Libras e audiodescrição.
Sobre o Festival Multiversos
O Festival Multiversos é um projeto itinerante de música e cultura brasileira realizado pelo Instituto Iniciativa Global, organização sem fins lucrativos sediada em Belo Horizonte (MG), que atua em projetos culturais, educacionais e de direitos humanos. O evento tem patrocínio da Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
Após temporada de sucesso em Portugal, monólogo dirigido por Luciana Paes chega ao Ulysses Centro de Convenções nos dias 10 e 11 de setembro.
Quem tem medo de poesia? Gregório Duvivier certamente não. Apaixonado pelas palavras, o ator, humorista e escritor apresenta em Brasília o espetáculo “O Céu da Língua”, nos dias 10 e 11 de setembro, no Ulysses Centro de Convenções. A comédia poética, dirigida por Luciana Paes, mostra que a poesia está muito mais presente no cotidiano do que costumamos perceber.
Depois de estrear com sucesso em Portugal, o monólogo chega à capital federal propondo um encontro divertido entre literatura, humor e língua portuguesa. No palco, Gregório utiliza seu discurso ágil e sedutor para convencer a plateia de que tropeçamos diariamente na poesia, nas conversas, nas músicas, nas expressões populares e até nas palavras que provocam sensações estranhas.
A montagem recebeu elogios da imprensa portuguesa. “Uma ode à língua portuguesa e ao poder da palavra”, definiu a crítica Suzana Verde, do jornal Observador. Já o cronista Miguel Esteves Cardoso escreveu, no Público, que “Gregório Duvivier é um artista completo, no sentido mais renascentista do termo”.
O espetáculo marcou o retorno de Gregório ao teatro com um texto inédito após cinco anos. Criada inicialmente em homenagem aos 500 anos de Luís de Camões, a peça encontrou em Portugal um público que compartilha com o artista a paixão pela língua portuguesa.
Formado em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e autor de três livros de poesia, Gregório reconhece que o gênero literário ainda costuma ser encarado como algo distante ou excessivamente complexo. Em “O Céu da Língua”, ele procura mudar esse olhar.
“A poesia é uma fonte de humor involuntário, motivo de chacota. Escrevi uma peça que pode ajudar alguém a enxergar melhor o que os poetas querem dizer e, para isso, a gente precisa trocar os óculos de leitura”, afirma Duvivier.
Na esquina do poema com a piada
A direção é de Luciana Paes, parceira de Gregório no espetáculo de improvisação “Portátil” e em produções do canal Porta dos Fundos. Uma das fundadoras da Cia. Hiato, Luciana estreia na direção teatral com uma encenação minimalista, sem elementos tradicionais de cenário.
No palco praticamente vazio, o instrumentista Pedro Aune cria a ambientação musical ao vivo com o contrabaixo, enquanto a designer Theodora Duvivier, irmã de Gregório, conduz as projeções exibidas ao fundo. O restante fica por conta do artista e de sua devoção pelas palavras.
“‘O Céu da Língua’ não é um recital. O stand-up comedy aqui é uma pegadinha para falar de literatura”, explica Luciana. Gregório completa: “A peça fica na esquina do poema com a piada”.
Ao longo de 85 minutos, o humorista brinca com os códigos particulares criados entre pais e filhos ou casais apaixonados, as mudanças provocadas pelas reformas ortográficas e a ressurreição de palavras como “irado”, “sinistro” e “brutal”, que retornaram ao vocabulário dos jovens com novos significados.
Nem os termos corporativos ou repetidos à exaustão escapam. Palavras como “atravessamento”, “disruptivo” e “briefing” dividem espaço com outras que despertam sensações apenas pelo som, como “afta”, “íngua” e “seborreia”. De todas elas, Gregório extrai reflexões e humor.
A poesia escondida no cotidiano
Para mostrar que usamos poesia mesmo sem perceber, o espetáculo chama a atenção para metáforas presentes em expressões corriqueiras, como “batata da perna”, “céu da boca” e “pisando em ovos”. O texto também celebra a tradição dos grandes letristas da música brasileira, com referências a Orestes Barbosa e Caetano Veloso e às canções “Chão de Estrelas” e “Livros”.
A proposta é mostrar que a poesia não é hermética nem está restrita aos livros. Ela aparece nas músicas, nas conversas e nas palavras usadas todos os dias. Em cumplicidade com a plateia, Gregório conduz o público por esse vasto repertório, lembrando que, apesar das diferenças, a língua portuguesa cria laços, aproxima pessoas e também pode provocar muitas gargalhadas.
Serviço
Espetáculo: “O Céu da Língua” Datas: 10 e 11 de setembro Local: Ulysses Centro de Convenções
Espaço à beira do Lago Paranoá tem abertura antecipada aos domingos para contemplação do pôr do sol, descontos exclusivos, promoções especiais e programação musical
A temporada do Trust Love segue movimentando a cidade e ganha novidades para complementar a experiência. Até 17 de outubro, o espaço localizado na orla do Lago Paranoá, no Clube Almirante Alexandrino (CAALEX), reúne alta gastronomia, coquetelaria autoral e música ao vivo. Nesta edição, além das tradicionais cabanas à beira lago, o projeto apresenta novas ações, como o Festival de Inverno, programação especial aos domingos e vantagens para confraternizações. As reservas são realizadas mediante taxa de R$50 por pessoa, pelo site www.trustbsb.com.br.
“O Trust Love foi criado para proporcionar algo além de um jantar. Com o conceito ‘Acreditamos no Amor’, queremos oferecer um espaço para conexões e histórias que merecem ser comemoradas”, destaca Maurício Rodrigues, sócio do Trust e idealizador do projeto.
Neste ano, o funcionamento acontece de terça à sábado, das 18h à 0h, e aos domingos, das 17h às 23h. Aos fins de semana, o Trust abre mais cedo para que o público possa contemplar o pôr do sol, acompanhado de dose dupla de qualquer drinque do cardápio, das 17h às 19h.
“O céu de Brasília é um dos grandes destaques para os brasilienses, e o pôr do sol à beira lago é um espetáculo à parte. Queríamos que os visitantes tivessem a oportunidade de chegar mais cedo para aproveitar esse momento, sendo um complemento da experiência Trust Love.”, afirma Ygor Brito, também sócio e idealizador do projeto.
2º edição da Rua do Amor
A Rua do Amor está de volta ao Trust Love. Após a primeira edição, o espaço realiza no dia 22 de agosto a segunda edição do encontro, mantendo a proposta de reunir amigos solteiros, grupos e para quem busca uma programação descontraída para aproveitar o fim de tarde em Brasília. A experiência combina sunset, gastronomia e música boa com DJ Maffra e Júlia Moreno. A proposta inicia à partir das 17h e para movimentar o espaço, os primeiros 50 homens que chegarem à Rua do Amor ganham um Whiskey Sour do Zaya Drinks por conta da casa. Os ingressos podem ser adquiridos pela plataforma Ticket and Go, por R$25.
Festival de Inverno
Outra novidade da temporada é o Festival de Inverno do Trust. De 11 de agosto até o fim de setembro, sempre de terça a quinta-feira, todas as reservas terão 50% de desconto. Além disso, cada cliente receberá um chocolate quente especial da casa como cortesia, tornando a experiência mais aconchegante durante os meses mais frios na capital.
A iniciativa busca incentivar os visitantes a aproveitar as noites de inverno em um ambiente que une conforto, boa gastronomia e uma vista do Lago Paranoá de tirar o fôlego.
Espaço para confraternizações
O Trust também passou a oferecer condições especiais para aniversários, confraternizações e encontros entre amigos e familiares. O espaço tem capacidade para grupos de dez a 30 pessoas, em uma área exclusiva.
Como benefício, a cada 10 convidados o grupo ganha uma cortesia, podendo escolher entre uma garrafa de espumante ou uma sobremesa da casa.
Gastronomia autoral
Para completar a experiência, o Trust mantém um de seus principais atrativos, o cardápio assinado pelo chef Erivanio Souza, que combina ingredientes selecionados e preparos exclusivos. O cardápio contempla entradas, massas, risotos, carnes, frutos do mar, opções vegetarianas e sobremesas.
Coquetelaria
A experiência é complementada pela carta de drinques desenvolvida pela Zaya Drinks, com curadoria de Gustavo Guedes. Com cerca de 15 drinques autorais, além de clássicos da coquetelaria e uma carta de vinhos cuidadosamente selecionada.
Serviço:
Trust Love
Local: Clube Almirante Alexandrino – SCES Trecho 2, Conjunto 16, Asa Sul, Brasília – DF
Período: Até 17 de outubro, de terça a sábado, das 18h às 0h e domingo de 17h às 23h
Encontro gratuito sobre som, arte e outras espécies será seguido por visita mediada à exposição “Selva Elétrica”
É possível escutar outras espécies? E o que o som pode revelar sobre as relações entre humanos, natureza e cultura? Essas são algumas das questões que atravessam a palestra “Escutar outras espécies”, que a artista Vivian Caccuri e o curador Bernardo José de Souza realizam nesta quarta-feira (19), às 15h, na CAIXA Cultural Brasília. A atividade é gratuita, tem vagas limitadas e oferece certificado de participação.
O encontro propõe uma aproximação com os conceitos, pesquisas e processos de “Selva Elétrica”, exposição de Vivian Caccuri em cartaz no espaço até 22 de novembro. Artista e curador conversam sobre as relações entre humanos e outras formas de vida e sobre o papel do som e da escuta em uma pesquisa que, há mais de uma década, atravessa o trabalho da artista.
Às 16h30, a programação continua com “Por dentro da Selva Elétrica”, visita mediada conduzida também por Vivian e Bernardo. O público poderá percorrer a exposição ao lado dos dois, conhecer as obras e descobrir aspectos do processo de criação e das escolhas curatoriais. A mostra reúne instalações, vídeos, esculturas e trabalhos têxteis em uma experiência na qual a escuta ocupa um papel tão importante quanto o olhar.
As duas atividades têm participação gratuita, mediante inscrição, e vagas limitadas.
Serviço
Palestra “Escutar outras espécies” 19 de agosto, às 15h “Por dentro da Selva Elétrica” – visita mediada 19 de agosto, às 16h30 Com: Vivian Caccuri e Bernardo José de Souza Local: CAIXA Cultural Brasília – Setor Bancário Sul, Quadra 4 – Asa Sul Participação gratuita | Vagas limitadas | Certificado de participação Inscrições:https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Programacao.aspx?idEvento=4836
III Simpósio Nacional reúne entidades representante de quadrilhas de todo o Brasil em espaço histórico para consolidar agenda de inovação, sustentabilidade e políticas públicas
A Confederação Brasileira de Entidades de Quadrilhas Juninas (CONFEBRAQ) realiza o III Simpósio Nacional de Quadrilhas Juninas nos dias 20, 21 e 22 de agosto de 2026, no Eixo Cultural Ibero-Americano (antiga sede da Fundação Nacional de Artes – Funarte), em Brasília. O evento, com fomento do Ministério da Cultura e co-realizado pela Liga Independente de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno (LINQ-DFE), marca um momento de convergência política, acadêmica e institucional para o maior movimento cultural festivo do Brasil.
A escolha do Eixo Cultural Ibero-Americano é simbólica: trata-se de um dos espaços mais importantes de produção e debate sobre políticas culturais brasileiras. Ocupar essa sede significa afirmar que as quadrilhas juninas não estão à margem das decisões sobre o futuro da cultura no país, elas ocupam o centro.
Sob o tema “Tradição que se reinventa: cultura, inovação e futuro do movimento junino”, o Simpósio reunirá presidentes de entidades, gestores de ligas, pesquisadores, coreógrafos, avaliadores e brincantes para refletir sobre salvaguarda, financiamento, espetacularização, governança e desenvolvimento social do movimento junino.
SETE EIXOS TEMÁTICOS PARA TRANSFORMAÇÃO
O Simpósio estrutura-se em torno de sete eixos temáticos que refletem os principais desafios contemporâneos:
·Economia Criativa e Sustentabilidade Financeira: Análise de leis de incentivo, editais, prestação de contas, mapeamento da cadeia produtiva junina, elaboração de projetos culturais e estratégias de captação de patrocínios.
·Estética, Inovação e Espetacularização dos Festivais Juninos: Debate sobre critérios técnicos, inovação estética e o equilíbrio entre tradição cultural e espetacularização, garantindo qualidade artística sem perder identidade.
·Tradição em Movimento: Identidade, Memória e Narrativas Contemporâneas: Reflexão sobre como a tradição pode dialogar com expressões contemporâneas, ampliando o reconhecimento das quadrilhas como patrimônio vivo.
·Concursos e Circuitos Competitivos: Discussão profunda sobre critérios de avaliação, formação de avaliadores, construção de quesitos, regulamentos, transparência e ética nos processos competitivos.
·Formação, Inclusão e Desenvolvimento Humano nas Quadrilhas: Foco em protagonismo juvenil, inclusão de pessoas com deficiência, equidade de gênero e prevenção de lesões.
·Tecnologia, Comunicação e Presença Digital: Estratégias em redes sociais, transmissões ao vivo, métricas digitais, produção audiovisual acessível, direitos autorais e segurança digital.
·Encontro Nacional de Avaliadores: Espaço exclusivo para qualificação, atualização e troca de experiências entre julgadores do movimento.
CARTA DE BRASÍLIA 2026
O resultado final do Simpósio será consolidado na Carta de Brasília 2026, um documento que sistematizará as propostas coletivas do movimento e servirá como base para decisões institucionais nos próximos anos. A Plenária Final, marcada para 22 de agosto (15h30 às 17h30), será responsável pela aprovação do documento e pelos encaminhamentos estratégicos.
SOBRE AS INSTITUIÇÕES
CONFEBRAQ – Confederação Brasileira de Entidades de Quadrilhas Juninas
Entidade máxima de representação do movimento junino brasileiro, articulando federações de quadrilhas em todo o país. Trabalha na defesa, salvaguarda e fortalecimento da cultura festiva junina como patrimônio vivo e expressão de identidade cultural brasileira.
LINQ-DFE – Liga Independente de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno
Entidade anfitriã do III Simpósio, responsável pela organização, logística e coordenação do evento em Brasília.
Serviço
Projeto: III Simpósio Nacional de Quadrilhas Juninas — “Tradição que se reinventa: cultura, inovação e futuro do movimento junino”
Data: 20, 21 e 22 de agosto de 2026
Local: Eixo Cultural Ibero-Americano (antiga Fundação Nacional de Artes – Funarte)
Endereço: Setor de Divulgação Cultural, Lote 02 – Plano Piloto, Brasília/DF
Personalidades como Kris Jenner, Brad Pitt, Lindsay Lohan e Demi Moore exemplificam a busca pelo Deep Plane Facelift (também chamado de facelift, lifting facial ou ritidoplastia). A técnica atua abaixo da camada do camada anatômica profunda de sustentação da face para reposicionar os tecidos e ligamentos profundos, garantindo definição mandibular e harmonia sem o estigma de pele repuxada — procedimento dominado e realizado pelo otorrinolaringologista e cirurgião cérvico-facial Dr. Vitor Abraão, foto divulgaçaõ
Técnica atua em planos profundos da face e busca restaurar proporções e identidade, em vez de apenas tracionar a pele
O Deep Plane Facelift ganhou espaço nas discussões sobre rejuvenescimento facial ao propor uma abordagem baseada na anatomia profunda do rosto. O procedimento, que voltou ao centro do debate público com a repercussão de cirurgias de celebridades como Kris Jenner, atua abaixo da superfície da pele, trabalhando diretamente em planos profundos — como músculos e ligamentos — para permitir o reposicionamento dos tecidos de forma harmônica. Para o otorrinolaringologista, cirurgião cérvico-facial e mestre pela USP, Dr. Vitor Abraão, o objetivo não é criar um novo rosto, mas restaurar estruturas que sofreram alterações ao longo dos anos.
Por que o Deep Plane Facelift é diferente do lifting facial tradicional?
Segundo o Dr. Vitor Abraão, a grande mudança está na compreensão de que o envelhecimento facial não acontece apenas na superfície da pele. Técnicas mais antigas eram focadas predominantemente na retirada do excesso de pele e na tração superficial. A evolução cirúrgica levou à atuação sobre as camadas de sustentação mais profundas do rosto.
No Deep Plane Facelift, o cirurgião atua diretamente nessas camadas profundas, liberando pontos de fixação e ligamentos para devolver os tecidos que cederam à sua posição original.
“O objetivo não é esticar o rosto para trás, mas devolver os tecidos para uma posição mais próxima daquela que ocupavam antes do envelhecimento”, explica o especialista.
A abordagem é indicada para tratar alterações como a queda das bochechas, o aprofundamento do “bigode chinês”, a perda do contorno mandibular (formação do “bulldog”) e a flacidez na região do pescoço.
O especialista ressalta, porém, que o termo Deep Plane ganhou forte apelo nas redes sociais, mas não deve ser visto como a única solução para todos os casos. Existem diferentes técnicas de sustentação profunda capazes de entregar resultados muito naturais, cabendo ao cirurgião avaliar a anatomia e a necessidade de cada paciente.
Envelhecimento facial é um processo tridimensional
A visão médica contemporânea entende que o rosto envelhece em múltiplas camadas. Com o passar do tempo, ocorre a perda de sustentação óssea, alterações no volume e na posição dos compartimentos de gordura, além do afrouxamento de músculos e ligamentos profundos. Na superfície, a pele apenas acompanha essas mudanças ao perder colágeno e elasticidade.
“Nós envelhecemos da profundidade para a superfície”, afirma o Dr. Vitor Abraão.
Essa combinação de fatores altera a harmonia facial tridimensional. Por isso, tentar corrigir a flacidez apenas repuxando a pele não resolve a causa do problema. A lógica do Deep Plane reside justamente em reorganizar as estruturas musculares e ligamentares na raiz da alteração.
Existe uma idade ideal para fazer um facelift?
Para o Dr. Vitor Abraão, a cirurgia não deve ser orientada pela idade cronológica.
“Nós não operamos idade; operamos anatomia”, resume.
A indicação depende do grau de flacidez estrutural, perda da linha da mandíbula e alterações do pescoço, fatores que variam amplamente conforme a genética, exposição solar, variações de peso e estilo de vida. Além disso, o médico destaca que o facelift trata a posição dos tecidos; queixas superficiais como manchas, poros e rugas finas demandam outros cuidados complementares.
Na semana dedicada aos estagiários, estudantes encontram vagas em diferentes áreas de formação; Administração, Educação, Saúde, Ensino Médio e Direito concentram as maiores ofertas
Na semana em que é celebrado o Dia do Estagiário, em 18 de agosto, o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE está com 680 vagas de estágio abertas no Distrito Federal. As vagas contemplam estudantes do ensino médio, cursos técnicos e graduação e representam um caminho para unir formação acadêmica, experiência prática e desenvolvimento profissional.
A área Administrativa lidera a oferta nesta semana, com 179 vagas, seguida por Educação (96), Saúde (67), Ensino Médio (61), Campo do Direito (45), Informática (36), Construção Civil (26) e Contabilidade (24).
Há ainda vagas em Marketing (20), Comunicação (17), Esportes (17), Administração Técnica (16), Psicologia (14), Design (12), Saúde Técnica (8), Arquitetura e Urbanismo (4), Letras (4), Produção Mecânica (3), Química (3), Licenciatura (5), Nutrição (3), Economia (2), Indústria Técnica (2), entre outras áreas de formação.
Celebrado em 18 de agosto, o Dia do Estagiário chama a atenção para a importância dessa etapa na formação dos estudantes. O estágio aproxima o conhecimento adquirido em sala de aula da prática profissional e permite o desenvolvimento de competências importantes para a inserção no mundo do trabalho.
Para as empresas, a contratação de estagiários também contribui para a formação profissional da juventude e para a aproximação com novos conhecimentos e diferentes perspectivas. O Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE atua nessa conexão entre estudantes, instituições de ensino e organizações parceiras.
As inscrições são gratuitas e podem ser ser realizadas pelo portal www.ciee.org.br ou presencialmente na unidade do CIEE-DF, localizada na EQSW 304/504, no Sudoeste.
CIEE 62 anos: Imparável
Desde sua fundação, o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, maior ONG de inclusão social e trabalho jovem da América Latina, se dedica à inserção de jovens no mundo do trabalho. Além disso, a instituição, responsável pela inserção de 7 milhões de brasileiros no mundo do trabalho, mantém cursos online gratuitos para qualificar a juventude e uma série de ações socioassistenciais voltada à promoção do conhecimento e fortalecimento de vínculos de populações prioritárias.
O STJ reinaugurou, nessa terça-feira (18/8), às 18h, o icônico painel O Homem é a Medida de Todas as Coisas, localizado no Salão de Recepções do tribunal. A obra passou por restauração após serem identificadas, em 2017, rachaduras na sua estrutura. Um projeto minucioso aliou inovação científica e responsabilidade cultural, alinhando-se à política de conservação preventiva da corte.
A obra, que possui 30 metros de largura e 5,5 metros de altura, foi pintada à mão pelo artista Vallandro Keating, em 1995, na época da inauguração da corte. A criação nasceu de uma ideia do próprio Oscar Niemeyer, que projetou o conjunto arquitetônico do tribunal ao lado de Hermano Montenegro. Vallandro Keating concebeu o mural como uma ampliação informal de um desenho a lápis.
“O grafismo informal do mural contrasta com a arquitetura do salão para, em oposição, valorizá-la”, destacou o artista que faleceu em 2023. O painel foi executado com bastão de tinta a óleo sobre gesso e traz uma forte carga conceitual.
Preservação do patrimônio
Para viabilizar a recuperação física e estética da obra, o STJ contou com o apoio técnico do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e com uma proposta de pesquisa aplicada desenvolvida por especialistas da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).
Os trabalhos foram acompanhados de perto por duas comissões instituídas no tribunal: uma liderada pelas ministras Nancy Andrighi e Maria Thereza de Assis Moura e pelo ministro Sebastião Reis Júnior, e outra, de ordem técnica, envolvendo as principais secretarias e coordenadorias do órgão.
Sobre o artista
Nascido no Rio de Janeiro (1940) e formado em arquitetura pela Universidade de São Paulo (USP), Vallandro Keating construiu uma carreira multifacetada que transitou entre o planejamento urbano, o desenho e a pintura. Aluno de grandes mestres da gravura como Marcelo Grassmann e Darel, o artista consolidou seu nome no cenário cultural brasileiro a partir da década de 1960.
Ao longo de sua trajetória, participou da prestigiada 7ª Bienal de São Paulo, realizou diversas mostras individuais e foi agraciado com prêmios de relevância nacional, como o Prêmio Aquisição na 1ª Bienal da Bahia e o Prêmio Abril de Jornalismo.
Além das telas, Keating deixou sua marca na história do cinema nacional e no design gráfico. Ele colaborou com os diretores Hector Babenco, assinando efeitos especiais no consagrado longa “O Beijo da Mulher Aranha”, e Nelson Pereira dos Santos – experiência que incluiu um estágio nos estúdios da Universal Films, em Los Angeles. Em Brasília, foi o criador da identidade visual do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (Ecad), em 1981, e, no mercado editorial, assinou projetos gráficos de livros em parceria com grandes ícones da literatura e da música brasileira, como Chico Buarque e Ignácio de Loyola Brandão.
Serviço
Reinauguração do Painel, O Homem é a Medida de Todas as Coisas, de Vallandro Keating
Onde: Salão de Recepções da sede do STJ, situada na SAFS – Quadra 06 – Lote 01 – CEP: 70095-900 – Brasília – DF.
Depois de passar por cidades de Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte, projeto apresenta espetáculos de Teatro Lambe-Lambe nos dias 19 e 22 de agosto
Depois de percorrer cidades do Nordeste, o projeto “Teatro Lambe-Lambe na Rota do Sol” chega ao fim de sua circulação com duas apresentações em Brasília, cidade de origem de As Caixeiras Cia. de Bonecas. O grupo ocupa a Biblioteca Braille Dorina Nowill, no dia 19 de agosto, às 10h, e no dia 28, às 17h30, no Espaço Cultural Renato Russo dentro do evento “Jornadas do Patrimônio”. A programação reúne espetáculos da companhia e de artistas convidadas do Distrito Federal.
Realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC), a turnê passou por Arcoverde (PE), João Pessoa (PB), Ipueira (RN) e São João do Sabugi (RN). Em praças, equipamentos culturais, universidade, associação comunitária quilombola e espaços de convivência, as pequenas caixas de espetáculo aproximaram artistas e públicos de diferentes territórios.
“Foi uma bela experiência, marcada por encontros valiosos e muitas trocas. Levar a arte do Teatro Lambe-Lambe a outras localidades é sempre uma rica oportunidade para nós”, destacam as integrantes de As Caixeiras. Ao longo do percurso, as apresentações e rodas de conversa favoreceram o compartilhamento de processos criativos, memórias e modos de fazer entre o grupo brasiliense, artistas locais e comunidades.
Criado na Bahia, em 1989, o Teatro Lambe-Lambe é uma vertente contemporânea do teatro de animação. Suas narrativas são apresentadas dentro de pequenas caixas portáteis, para uma pessoa por vez, combinando bonecos, objetos, iluminação e trilha sonora em experiências breves e intimistas.
A etapa final em Brasília
Na capital federal, As Caixeiras apresentam “Amor – Título Provisório e Inalterável”, de Mariana Baeta; “Revoar”, de Amara Hurtado; e “Amor de Cão!”, de Jirlene Pascoal. O repertório sintetiza a pesquisa desenvolvida pela companhia a partir do encontro entre memória, objetos, dramaturgia e formas animadas.
“Amor – Título Provisório e Inalterável” – Construído a partir de fotografias, memórias e objetos pessoais que pertenceram à linhagem de mulheres como bisavó, avós, mãe, tias e filha, o espetáculo conta a história de uma família comum pelo olhar de uma mulher.
Revoar – Uma mulher mergulhada em sons internos não consegue respirar. Ao quebrar o ruído e cair no silêncio de si mesma a transformação pode aflorar.
Amor de Cão! – Uma senhora, carregada de tristeza e solidão, debilitada fisicamente, está totalmente entregue, ou seja, caminha para a morte. Eis que, na agonia surge um cão. A partir desse encontro, a mulher cria forças para se afastar da morte e reabraçar a vida.
A programação conta ainda com duas convidadas locais. Kika Moraes apresenta “O Buraco”, história de Jacinto Dolores que aborda a experiência da perda e a possibilidade de se reencontrar nas lembranças. Com três minutos de duração, a obra tem classificação indicativa de 14 anos.
Já Érica Rodrigues, da Cia. Sagrada Brincadeira, leva “Casa de Encantaria”. Na narrativa, um boizinho morre após se engasgar com plástico em uma mata tomada por lixo e é trazido de volta à vida por Dolores, uma palhaça encantada. O espetáculo propõe uma reflexão sobre o descarte de resíduos e homenageia a palhaça e bonequeira Julieta Hernandez. A montagem dura três minutos e tem classificação livre.
Uma rota construída pelo encontro
Durante a circulação, As Caixeiras dividiram a programação com artistas e grupos de cada localidade. Em Arcoverde, participaram Danielly Lima e a Cia. Pé de Vento; em João Pessoa, Joana Vieira, Amanda Viana, Ana Cristina Figueiredo e Thaisy Santos; e, no Rio Grande do Norte, Catarina Calungueira e Lourdinha Medeiros, das Calungas de Avuá. A presença das convidadas ampliou o diálogo entre diferentes gerações, trajetórias e modos de criação no Teatro Lambe-Lambe e no teatro de bonecos.
Rodas de conversa realizadas em Arcoverde, João Pessoa e São João do Sabugi complementaram as apresentações. Os encontros reuniram integrantes da companhia, artistas locais e público para falar sobre processos criativos, circulação, teatro de animação e as relações entre a produção artística e cada território visitado.
Acessibilidade
O projeto mantém, no perfil @lambe.lambenarotadosol, uma campanha sobre o Teatro Lambe-Lambe com vídeos que contam com janela de Libras, audiodescrição e legenda descritiva. A circulação também inclui vídeos-convite em Libras, intérprete de Libras nas apresentações e espetáculos com audiodescrição.
Sobre As Caixeiras Cia. de Bonecas
Criado em Brasília, em 2007, o grupo é formado pelas atrizes e bonequeiras Amara Hurtado, Jirlene Pascoal e Mariana Baeta. Dedicada à pesquisa do Teatro Lambe-Lambe e do Teatro de Formas Animadas, a companhia realiza espetáculos, projetos e encontros que contribuem para a difusão e a renovação dessas linguagens no Brasil e no exterior.
Serviço
Teatro Lambe-Lambe na Rota do Sol — encerramento da circulação em Brasília
19 de agosto, às 10h
Local: Biblioteca Braille Dorina Nowill (St. B Norte CNB 1 – Taguatinga)
28 de agosto, às 17h30
Local: Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul – Plano Piloto)
Espetáculos de As Caixeiras Cia. de Bonecas: “Amor – Título Provisório e Inalterável”; “Revoar”; e “Amor de Cão!”
Convidadas: Kika Moraes, com “O Buraco”; e Érica Rodrigues/Cia. Sagrada Brincadeira, com “Casa de Encantaria”
Conferência reúne estudantes em Brasília para simulações diplomáticas, debates sobre desafios globais e atividades de liderança
Pela primeira vez, uma conferência da Yale International Relations Association, voltada à simulação das Nações Unidas, será realizada no Brasil. O Yale Model United Nations Brasil (YMUNB) acontece de 14 a 16 de agosto, em Brasília (DF), e reúne centenas de estudantes do Ensino Médio de todo o país e também de outros países para três dias de debates, negociações diplomáticas, intercâmbio cultural e desenvolvimento de habilidades de liderança.
Entre os estudantes que participam da estreia estão 14 alunos do Rio de Janeiro, do 10th Grade — equivalente ao 3° Ano do Ensino Médio — da Rio International School (RIS). Durante a conferência, os estudantes assumem o papel de representantes de países, líderes e diplomatas e participam de comitês que reproduzem processos de negociação e tomada de decisão semelhantes aos encontrados em organismos internacionais.
“Ao assumir o papel de um diplomata e precisar pesquisar, construir argumentos, ouvir diferentes perspectivas, negociar e buscar consensos, o estudante é desafiado a pensar de forma crítica e a compreender que questões complexas não têm respostas simples. Para nós, da RIS, proporcionar esse contato com uma conferência internacional dessa dimensão, realizada pela primeira vez no Brasil, também significa ampliar os horizontes dos alunos e prepará-los para atuar em um mundo cada vez mais conectado, diverso e globalizado”, afirma Camila Loureiro, diretora da Rio International School.
Realizado em Brasília, considerada pela própria organização o coração diplomático da América Latina, o YMUNB nasce apoiado em mais de cinco décadas de tradição do Yale Model United Nations (YMUN). O evento combina a tradição acadêmica da universidade de Yale com temas relacionados a alguns dos principais desafios contemporâneos.
Ao longo dos três dias, a programação inclui sessões de comitês, workshops, painel sobre admissões em universidades internacionais, feira universitária e atividades culturais. A agenda contempla discussões que passam por questões de paz e segurança, justiça climática e governança tecnológica, além de momentos voltados ao desenvolvimento de liderança.
A proposta é trabalhar competências como argumentação, pensamento crítico, pesquisa, negociação, construção de consenso e comunicação. Para participar, os delegados precisam, inclusive, preparar documentos de posicionamento sobre os temas que serão debatidos, reunindo pesquisas sobre a posição de seus países e os objetivos que pretendem defender durante as sessões.
Para a direção da Rio International School, a participação dos seus alunos amplia a experiência de uma formação que busca conectar o aprendizado em sala de aula a situações práticas e a questões de alcance internacional. Em um ambiente que reúne jovens de diferentes origens e perspectivas, a conferência também proporciona contato com outras culturas e formas de pensar, enquanto coloca os estudantes diante do desafio de defender posições, ouvir diferentes argumentos e buscar soluções por meio do diálogo — competências cada vez mais relevantes para uma formação acadêmica de caráter internacional.
,O cotidiano de um figurante do audiovisual dá luz aos invisibilizados, de todos os seguimentos da sociedade, que nem sempre se percebem apagados dentro de um coletivo
A comédia dramática, com direção de Miguel Thiré, parceiro de Mateus Solano também na dramaturgia ao lado de Isabel Teixeira, cumpre breve temporada no Teatro Royal Tulip dias 22 e 23 de agosto. Os ingressos já estão à venda em https://bileto.sympla.com.br/event/121946/d/391490. O espetáculo tem duração de 70 minutos e classificação indicativa de 12 anos.
“Somos um animal que cria histórias para viver e um mundo para acreditar. Na ânsia em fazer parte desse mundo, acabamos por nos afastar de nós mesmos a ponto de não saber se somos protagonistas ou figurantes de nossa própria história”, reflete Mateus Solano sobre a criação da peça.
Augusto (Mateus Solano) é um figurante dedicado, experiente e acostumado a atuar em produções audiovisuais. Vive uma rotina previsível como se fosse figurante de sua própria história. Aos poucos, ele vai despertando e questionando a importância de seu trabalho e de sua vida. Como ressignificar sua existência?
A peça dá continuidade à pesquisa de linguagem desenvolvida há anos por Miguel Thiré e Mateus Solano: uma encenação essencial, que se vale basicamente do corpo e da voz como balizas do jogo cênico. No palco nu, Mateus dá vida ao Figurante e demais personagens através do trabalho mímico.
“Sempre acreditei em um teatro que debate direto com a sociedade, que toca o público. O que queremos dizer? Como vamos dizer?”, indaga Miguel Thiré, que descreve: “neste quinto trabalho juntos, ao invés de dividirmos o palco, passo eu para esse lugar de ‘espectador profissional’ que é a direção”, pontua. “Neste trabalho, acompanho o brilhante ator (Mateus Solano) que dá vida a um outro ator (o personagem) que, por sua vez, não consegue brilhar”, detalha o diretor.
Ficha técnica:
Dramaturgia: Isabel Teixeira, Mateus Solano e Miguel Thiré | Atuação: Mateus Solano | Direção: Miguel Thiré | Direção de produção: Carlos Grun | Direção de movimento: Toni Rodrigues | Desenho de luz: Dani Sanches | Direção musical e trilha original: João Thiré | Design gráfico: Rita Ariani | Desenho de som: João Thiré | Fotos: Guto Costa | Equipe de produção: Flavia Espírito Santo, Glauce Guima, Kakau Berredo, Cleidinaldo Alves | Idealização e realização: Mateus Solano, Miguel Thiré e Carlos Grun | Uma produção Bem Legal Produções | Assessoria de imprensa em Brasília: Território Comunicação | Produção em Brasília: DECA Produções | Patrocínio local: BRASAL
Serviço:
O Figurante, com Mateus Solano
Gênero: comédia dramática
Local: Teatro Royal Tulip – Hotel Royal Tulip Alvorada
Dias: 22 e 23 de agosto
Horários: sábado, às 17h30 e às 20h, e domingo, às 17h e às 19h30
Após recorde de inscrições, com quase 2 mil obras, seleção oficial do 59º FBCB apresenta um mosaico do Brasil e do Distrito Federal, distribuídas nas tradicionais Mostras Competitivas Nacional e Brasília
Além da Caleidoscópio e Festival dos Festivais, esta edição ganha novas mostras paralelas, além de sessões especiais e lançamento da série inédita “Delegado”, produzida por Kleber Mendonça Filho e Emilie Lesclaux
Em 2026, Festival de Brasília homenageia a atriz Julia Lemmertz, a diretora Tata Amaral e a museóloga e conservadora audiovisual Fernanda Coelho
A mais tradicional e longeva mostra cinematográfica do país, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro anuncia a seleção de sua 59ª edição, a ser realizada de 11 a 19 de setembro, no Cine Brasília, exibindo produções marcadas pela diversidade temática, de linguagem e de regiões. Com novas sessões especiais e mostras paralelas, o festival ainda conta com programações formativas, atividades de mercado e ações em outros equipamentos culturais do Distrito Federal.
O 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro conta com apoio da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Cine Brasília, Canal Brasil, Canal Like,, Embaixada da Espanha, Instituto Goethe, Projeto Paradiso, Rio2C, Estúdios Aicon, FAC-UnB, Abraccine e Fipresci. Conta com o apoio de mídia do Correio Braziliense e tem a TV Globo como Emissora Oficial, o Metrópoles como Media Partner. É realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal e pelo Instituto Alvorada Brasil, em gestão compartilhada que se estende por três anos, culminando em 2026, nesta 59ª edição. Conta com recursos de incentivo federal da Petrobras. Tem patrocínio do BNDES, Sebrae e patrocínio especial do Banco de Brasília (BRB).
Sob a presidência do secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto, com direção geral de Sara Rocha, o 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro tem direção artística do crítico, cineasta e programador Eduardo Valente. A edição apresenta um panorama do mais novo cinema brasileiro, com produções de Norte a Sul do país, além de exibir alguns clássicos e materiais raros históricos…
SERVIÇO
59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Data: De 11 a 19 de setembro de 2026
Cine Brasília: EQS 106/107, Asa Sul, Brasília – DF
Outros locais:
Complexo Cultural de Planaltina: Av. Uberdan Cardoso, Setor Administrativo, Lote 02, Planaltina – DF
Universidade Católica de Brasília (UCB – Campus Taguatinga): QS 07, Lote 01, EPCT, Taguatinga Sul – DF
Complexo Cultural Samambaia: QS 301, Conjunto 05, Lote 01, Samambaia Sul – DF
Cine Cultura Liberty Mall: SCN Quadra 02, Bloco D, Shopping Liberty Mall, Asa Norte, Brasília – DF
Do papelão do Seu Cocó à amarelinha e ao peão, o Rolê Cultural leva o brincar para os jardins nas tardes de agosto.
O Rolê Cultural – CCBB Educativo recebe um universo inteiramente construído de papelão: o palhaço Seu Cocó conduz crianças e famílias por uma sequência de jogos, músicas e descobertas em que a imaginação é a principal matéria-prima. Criado e interpretado por Pedro Caroca, o Seu Cocó apresenta canções inventadas, adivinhas e cantigas de roda, sempre com a participação do público, que é parte fundamental da cena. A apresentação acontece no Dia de Rolê, em 22 de agosto, a partir das 16h, nos jardins do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília. Ingressos disponíveis pelo site ingressos.ccbb.com.br ou presencialmente na bilheteria do CCBB Brasília.
Antes dele, em 16 de agosto, das 14h às 18h, o Dia de Rolê Brincadeiras de Rua reúne amarelinha, corre-cotia, pular corda e rodas cantadas em uma tarde dedicada à cultura popular brasileira. As duas atividades são gratuitas, abertas a todas as idades e acontecem nos jardins, próximo ao Casulo.
O projeto tem realização do Ministério da Cultura e patrocínio do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Acessibilidade A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van – De quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.
Programação:
Dia de Rolê: Brincadeiras de Rua A atividade resgata jogos tradicionais como amarelinha, pular corda e corre-cotia para todas as idades. Um convite a se desconectar das telas e reconectar com a cultura popular, o movimento e a memória afetiva. Data: 16/08 das 14h às 18h Duração: 4h Classificação: Livre Ponto de encontro: Próximo ao Casulo
Dia de Rolê: Palhaço Seu Cocó Em um universo inteiramente construído de papelão, o palhaço Seu Cocó conduz crianças e famílias por jogos, músicas e descobertas em que a imaginação é a principal matéria-prima. Criado e interpretado por Pedro Caroca, o personagem apresenta canções inventadas, adivinhas e cantigas de roda, sempre com a participação do público. Com humor e interação constante, transforma brincadeiras tradicionais em uma experiência coletiva. Data: 22/08, das 16h às 17h Duração: 1h Classificação: Livre Ponto de encontro: Jardins próximo ao Casulo
Patrocínio da Pinheiro Ferragens à escultura “A queda de Atlas”, de Anderson Schneider, aproxima indústria, arquitetura e cultura e evidencia o potencial do aço para além da construção civil
O aço costuma ser associado a obras, estruturas, máquinas e grandes projetos de infraestrutura. Em Brasília, no entanto, o material também ganha uma dimensão artística. Presente em esculturas, monumentos e intervenções urbanas, o aço permite que artistas e arquitetos explorem formas, volumes, resistência e movimento, transformando um elemento industrial em linguagem artística.
Um exemplo dessa combinação entre arte e engenharia é “A queda de Atlas”, obra do arquiteto, fotógrafo e artista visual Anderson Schneider que será instalada em frente ao SESI Lab. Com quase sete toneladas, a escultura é produzida em aço corten e concreto e utiliza cabos de aço galvanizado para criar a impressão de que a estrutura está suspensa e desafiando a gravidade. A obra também possui caráter interativo e propõe uma reflexão sobre a exaustão e a cobrança por desempenho na vida contemporânea.
A instalação, cuja inauguração está prevista para a Noite no SESI Lab, em 25 de agosto, ganha ainda outro significado ao aproximar a iniciativa privada da produção cultural. A Pinheiro Ferragens participa como patrocinadora do projeto, contribuindo para a presença de uma obra de grandes dimensões no espaço urbano de Brasília.
Para Janine Brito, presidente do LIDE Mulher Brasília e CEO da Pinheiro Ferragens e do Grupo Pinheiro de Brito, o patrocínio cultural também representa uma forma de reconhecer a relação entre indústria, criatividade e desenvolvimento econômico. “O aço faz parte da nossa história e está presente em praticamente tudo o que construímos, mas ele também pode ser matéria-prima para a expressão artística. Quando vemos uma obra como ‘A queda de Atlas’, percebemos que indústria, engenharia, arquitetura e arte não são universos separados. Eles podem se encontrar e produzir algo que transforma a relação das pessoas com a cidade”, afirma.
A escolha do aço para a obra também evidencia a versatilidade do material. Tradicionalmente utilizado em estruturas e construções pela resistência e durabilidade, ele pode assumir diferentes formas e acabamentos quando incorporado à produção artística. No caso de A queda de Atlas, a materialidade do aço é parte fundamental da experiência visual e da própria narrativa da obra.
Arte também movimenta a economia
A iniciativa ocorre em um momento em que a economia criativa ganha relevância no Distrito Federal. Dados do Panorama da Economia Criativa do DF, desenvolvido pela Universidade Católica de Brasília com apoio da FAP-DF, apontam mais de 130 mil agentes criativos formais, geração de mais de R$ 9 bilhões em riqueza e participação de 3,5% no PIB local.
O número evidencia que cultura e criatividade não são apenas campos de expressão, mas também integram uma cadeia econômica formada por profissionais, empresas, fornecedores, produtores, espaços culturais e patrocinadores. Reportagem do Correio Braziliense também destaca que a economia criativa representa cerca de R$ 10 bilhões por ano no DF.
Nesse contexto, o patrocínio privado pode desempenhar um papel importante na viabilização de projetos culturais e na ocupação qualificada dos espaços urbanos. Para Janine, apoiar uma obra de arte também significa investir na cidade e ampliar o acesso da população à produção cultural. “Quando uma empresa apoia a cultura, ela não está simplesmente colocando sua marca ao lado de uma obra. Está ajudando a criar experiências, preservar a identidade da cidade e tornar a arte mais acessível. Existe uma cadeia econômica por trás de cada projeto cultural, e o setor privado pode contribuir para que essa cadeia continue crescendo”, afirma.
A empresária também destaca que a aproximação entre empresas e artistas pode gerar novas possibilidades de colaboração, especialmente em uma cidade como Brasília, cuja arquitetura e paisagem urbana já possuem forte relação com a arte e com o concreto, o aço e as grandes estruturas. “Brasília nasceu de uma combinação muito particular entre arquitetura, engenharia e arte. Trazer o aço para esse universo é, de certa maneira, continuar essa conversa com a própria identidade da cidade. É interessante perceber que um material tão associado à indústria pode também provocar reflexão, emoção e novas formas de enxergar o espaço urbano”, conclui.
A instalação de A queda de Atlas amplia essa relação ao transformar um material industrial em uma obra que convida o público a parar, observar e questionar. A escultura faz referência ao mito de Atlas, condenado a sustentar os céus, e utiliza essa imagem para abordar a sobrecarga e a pressão por desempenho na vida contemporânea. Assim, o projeto cria uma ponte entre indústria, arte e economia criativa, mostrando que o aço pode ultrapassar sua função estrutural e se transformar também em instrumento de criação, identidade e ocupação cultural da cidade.
Sobre a Pinheiro Ferragens – Fundada em 1960, a empresa nasceu com o objetivo de comercializar aço para a construção civil. De base familiar e pioneira na capital, foi responsável por oferecer grande parte dos materiais para a construção de Brasília. Atualmente, a empresa trabalha com um mix de mais de dois mil produtos comercializados e industrializados. Localizada no Setor de Indústrias de Brasília e Taguatinga, a loja possui moderna estrutura e serviços diferenciados.
Assista os vídeos institucionais da Pinheiro Ferragens:
Espetáculo autobiográfico mistura circo, teatro e memória ao revisitar uma vida marcada pela interrupção de um sonho e a reinvenção por meio da arte.
O que acontece quando um sonho é interrompido de forma abrupta? Em POR UM TRIZ, a acrobata Beatrice Martins revisita a própria história para transformar uma experiência marcada pela dor em uma celebração da potência do corpo, da memória e da arte. Com realização do coletivo Instrumento de Ver e direção de Raquel Karro, o espetáculo será apresentado no sábado (15/8), às 18h, e no domingo (16/8), às 17h, no Galpão Hugo Rodas, do Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul). A entrada é gratuita, com retirada de ingressos pelo Sympla, tanto no sábado, quanto no domingo.
A montagem parte da trajetória de Beatrice, que teve a carreira na ginástica artística interrompida após sobreviver ao acidente envolvendo a equipe do Clube de Regatas do Flamengo, em 1997, uma tragédia que marcou a história do esporte brasileiro. Anos depois, é no circo que ela encontra um novo caminho. O espetáculo converte a experiência da ruptura em matéria para a criação artística.
Mais do que narrar um episódio biográfico, POR UM TRIZ propõe uma autoficção em que a memória é revisitada, reinventada e ressignificada. Em cena, a artista percorre a travessia entre o ginásio e o picadeiro, conduzindo o público por uma narrativa que mistura acrobacia, teatro e poesia, em uma celebração aos circos clássico e contemporâneo.
A trajetória da artista é o fio condutor do espetáculo, mas não a principal motivação para materializá-lo no palco. “O espetáculo perpassa a minha trajetória porque é, também, documental. Mas a minha motivação principal veio da vontade de voltar aos palcos para apresentar a minha pesquisa com a dança, as acrobacias e os trapézios. Em seguida, o desejo de voltar a trabalhar com a Raquel, com quem eu sinto muita afinidade na pesquisa da linguagem cênica, mais especificamente circense”, revela Beatrice.
Após a apresentação de sábado, a artista e a equipe participarão de um bate-papo com o público, aberto a comentários e perguntas sobre o espetáculo e o processo de criação da obra. As duas apresentações contarão com intérpretes de Libras. No sábado, a montagem também contará com audiodescrição.
A remontagem
O primeiro encontro com Raquel foi ainda em 2009, quando Beatrice a convidou para dirigir um número de trapézio. Em 2015, a dupla cria a primeira versão do espetáculo que retorna aos palcos este mês.
“O que é mais desafiante é também o que dá mais prazer, é o que me nutre como diretora e dramaturga: contar uma história enquanto exercito meu olhar pra cena, enquanto esgarçamos as linguagens, descobrimos uma linguagem. Fazer com que a história se perca nas fisicalidades, teatralidades e estados de presença. Inventar um mundo, um recorte, dentro dos tantos limites que o tempo e os meios de produção nos apresentam, limites esses que se impõem e nos orientam, ou re-orientam. A realidade do corpo, do alcance da voz, da potência da cena para cada intérprete, porque eu crio para e com a Bia, mas também estico a corda e provoco ela em novas zonas de risco”, avalia a Raquel.
Raquel Karro é mestre em Artes da Cena pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), com pesquisa acerca de possíveis atravessamentos entre teatro e performance, é graduada em dança pela Faculdade Angel Vianna, e em circo pela Escola Nacional de Circo do Rio de Janeiro. No circo, Raquel tem passagens pelas companhias Intrépida Trupe e Cirque du Soleil. Como dramaturga e coreógrafa de circo, assinou cinco espetáculos cujas temáticas investigam a relação cena/intérprete, entre eles: O que me toca é meu também (2012) e POR UM TRIZ (2015), ambos com os membros do coletivo Instrumento de Ver, do Distrito Federal; CAVALA e CONSOLO, ambos com Alice Cunha de Salvador BH; e Ilustre Desconhecido, com Carol Cony, do Rio de Janeiro.
A remontagem reafirma o espetáculo como uma investigação sobre o tempo, o corpo e a permanência. Um corpo que insiste, resiste e se deixa atravessar pelas experiências vividas. Uma história que continua sendo escrita, mesmo quando retorna ao passado para reler um acontecimento sob perspectivas mais maduras.
Ao transformar a própria biografia em linguagem cênica, Beatrice convida o público a refletir sobre os caminhos inesperados da vida e sobre a capacidade humana de reinventar o futuro a partir das interrupções. O resultado é uma obra sensível, potente e profundamente humana, em que o circo deixa de ser apenas técnica para tornar-se espaço de elaboração, memória e liberdade.
“Por Um Triz é um espetáculo em que estou só em cena, mas envolve todo o coletivo Instrumento de Ver, desde a sua criação até a esta remontagem”, completa a artista.
A artista
Beatrice Martins é acrobata com mais de três décadas de trajetória. Iniciou na ginástica artística aos 5 anos de idade, integrou a Seleção Nacional na adolescência e consolidou sua atuação no circo a partir do início dos anos 2000. Com o coletivo Instrumento de Ver, participa de criações com circulação nacional e internacional, atuando como intérprete-criadora, diretora, realizadora, comunicadora e um pouco mais.
Com o curta-metragem EXUFRIDA, dirigido por Cícero Fraga, os artistas receberam os prêmios de Melhor Filme pela escolha da audiência, no Raksa Ciné-Danse du Monde 2019 (França); Melhor Filme pela escolha da audiência, no Sans Souci Dance Film Festival edição drive-in 2020 (EUA); e Melhor Performer pela escolha do júri, no no FuoriFormato Festival 2021 (Itália).
O projeto Remontagem POR UM TRIZ é realizado pelo coletivo Instrumento de Ver, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec).
Ficha Artística:
Com BEATRICE MARTINS | Direção e dramaturgia de RAQUEL KARRO | Assistência de direção de JULIA HENNING | Direção técnica e rigger LUKAS MARTT | Coreografias de BEATRICE MARTINS e RAQUEL KARRO | Figurino e cenografia de ROUSTANG CARRILHO | Desenho de luz de EULER OLIVEIRA | Trilha sonora original de LUIZ OLIVIERI | Fotografias de ESTEFÂNIA DÁLIA e JOÃO SAENGER | Vídeos projetados de CÍCERO FRAGA e COMOVA
Serviço – Espetáculo Por um Triz
15 de agosto (sábado)
Horário: 18h
Acessibilidade: Libras e audiodescrição
16 de agosto (domingo)
Horário: 17h
Acessibilidade: Libras
Local: Galpão Hugo Rodas – Espaço Cultural Renato Russo
Evento gratuito na Casa Natura Musical (SP) reúne expoentes da música brasileira para democratizar a cultura. Com curadoria da Rock World, os cerca de 500 convites estarão disponíveis no Sympla a partir de 12 de agosto
No dia 20 de agosto, a Casa Natura Musical, em São Paulo, recebe um spoiler exclusivo do Rock inRio. O evento reúne João Gomes (referência do forró e piseiro), a paraense Zaynara (revelação do beat melody) e o trio carioca Os Garotin (destaque do soul e R&B). Intitulado “Especial Palco Sunset”, o show é fruto de uma parceria entre a Natura e o festival, com curadoria de Zé Ricardo, Vice-Presidente Artístico da Rock World. A apresentação é gratuita e aberta ao público, com limite de 500 lugares. Os ingressos poderão ser retirados a partir de 12 de agosto.
A proposta é levar para fora da Cidade do Rock a vocação do Palco Sunset —palco co-patrocinado pela Natura e conhecido por promover encontros improváveis e celebrar a diversidade da música brasileira. A apresentação reúne três artistas que estarão na programação do palco durante o Rock In Rio 2026. “O Especial Palco Sunset traduz uma trajetória que a Natura vem construindo há mais de 20 anos, com a criação da plataforma Natura Musical e o apoio contínuo a diferentes expressões da cultura brasileira. Para nós, a cultura é um espaço de encontro, de diversidade e de construção de novas perspectivas. A parceria com o Rock in Rio, que se renova em 2026, amplia esse compromisso e permite levar a diferentes públicos a experiência de encontros musicais que valorizam a pluralidade e força da cultura brasileira”, afirma Julia Ceschin, Head Global de Brand Experience de Natura e Avon.
“O Palco Sunset nasceu com a vocação de ser esse território onde a gente provoca encontros improváveis e celebra o que a nossa música tem de mais potente. Trazer esse momento de esquenta para a Casa Natura Musical com o João Gomes recebendo a Zaynara e Os Garotin é dar o tom exato do que vai acontecer no festival. É sobre misturar sotaques, ritmos e gerações. Ter a Natura ao nosso lado, fortalecendo essa ponte e acreditando na cultura como força transformadora, torna essa prévia ainda mais especial e nos deixa prontos para fazer história na Cidade do Rock mais uma vez”, aponta Zé Ricardo, Vice Presidente Artístico da Rock World, Zé Ricardo,
João Gomes faz sua estreia no Palco Sunset no Rock in Rio 2026, enquanto Zaynara volta à Cidade do Rock após sua participação no Palco Supernova em 2024. Para Os Garotin, o Especial Palco Sunset esquenta os motores para a estreia do trio no festival, onde se apresentam no Palco Sunset.
“O Palco Sunset sempre foi sobre misturar mundos e criar algo totalmente novo no palco. Estar com a Zaynara e Os Garotin aqui em São Paulo, esquentando os motores com a Natura e o Rock in Rio, é uma amostra da festa bonita que a gente está preparando. A música brasileira é gigantesca, e poder juntar o piseiro com o ritmo do Pará e o soul carioca é a mais pura demonstração do que o Brasil tem de melhor”, celebra João Gomes.
Natura no Rock in Rio
Nesta quarta edição consecutiva de patrocínio ao festival, a Natura prepara uma presença histórica na Cidade do Rock sob o lema “Tem cultura, tem mistura, tem Natura”. Próximo ao Palco Mundo, o público encontrará um Stand principal assinado pelo renomado arquiteto Marko Brajovic, com experiências imersivas, ativações de produto, photo opportunities e distribuição de brindes exclusivos. A estrutura da marca conta ainda com uma Loja Pop-Up dedicada à experimentação e venda de produtos, além de ações volantes com promotores circulando por todo o festival oferecendo retoques de maquiagem e aplicação de protetor solar, garantindo bem-estar e praticidade para o público durante a maratona de shows.
Toda essa jornada de experiências é sustentada por uma forte estratégia de portfólio e lançamentos. O grande destaque é a nova linha de Natura Ekos Baunilha Amazônica, que será anunciada pela marca no dia do show. Ao lado do lançamento, a companhia leva a tecnologia olfativa de Natura Humor Mood Boosters — desenvolvida com neurociência para despertar ânimo e vibração ao longo dos dias de evento — e a maquiagem jovem e vibrante de Natura Faces, que chega em nova identidade visual e portfólio repaginado, especialmente para o festival.
Sobre a Natura
Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. É a companhia de melhor reputação do Brasil e a mais responsável em ESG pelo ranking Merco há 12 anos consecutivos. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura é pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. Os produtos da marca podem ser adquiridos através das 2,8 milhões de consultoras, via e-commerce, aplicativo, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visitewww.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram
SERVIÇO
João Gomes part. Zaynara e Os Garotin
Data: 20.08 (quinta-feira)
Abertura da casa: 19:30h
Show: 21h
Classificação: 18 anos
Convites::
Gratuitos, via Sympla
Retirada de 01 ingresso por CPF a partir do dia 12.08 às 12h
O cotidiano de um figurante do audiovisual dá luz aos invisibilizados, de todos os seguimentos da sociedade, que nem sempre se percebem apagados dentro de um coletivo
A comédia dramática, com direção de Miguel Thiré, parceiro de Mateus Solano também na dramaturgia ao lado de Isabel Teixeira, cumpre breve temporada no Teatro Royal Tulip dias 22 e 23 de agosto. Os ingressos já estão à venda em https://bileto.sympla.com.br/event/121946/d/391490. O espetáculo tem duração de 70 minutos e classificação indicativa de 12 anos.
“Somos um animal que cria histórias para viver e um mundo para acreditar. Na ânsia em fazer parte desse mundo, acabamos por nos afastar de nós mesmos a ponto de não saber se somos protagonistas ou figurantes de nossa própria história”, reflete Mateus Solano sobre a criação da peça.
Augusto (Mateus Solano) é um figurante dedicado, experiente e acostumado a atuar em produções audiovisuais. Vive uma rotina previsível como se fosse figurante de sua própria história. Aos poucos, ele vai despertando e questionando a importância de seu trabalho e de sua vida. Como ressignificar sua existência?
A peça dá continuidade à pesquisa de linguagem desenvolvida há anos por Miguel Thiré e Mateus Solano: uma encenação essencial, que se vale basicamente do corpo e da voz como balizas do jogo cênico. No palco nu, Mateus dá vida ao Figurante e demais personagens através do trabalho mímico.
“Sempre acreditei em um teatro que debate direto com a sociedade, que toca o público. O que queremos dizer? Como vamos dizer?”, indaga Miguel Thiré, que descreve: “neste quinto trabalho juntos, ao invés de dividirmos o palco, passo eu para esse lugar de ‘espectador profissional’ que é a direção”, pontua. “Neste trabalho, acompanho o brilhante ator (Mateus Solano) que dá vida a um outro ator (o personagem) que, por sua vez, não consegue brilhar”, detalha o diretor.
Ficha técnica:
Dramaturgia: Isabel Teixeira, Mateus Solano e Miguel Thiré | Atuação: Mateus Solano | Direção: Miguel Thiré | Direção de produção: Carlos Grun | Direção de movimento: Toni Rodrigues | Desenho de luz: Dani Sanches | Direção musical e trilha original: João Thiré | Design gráfico: Rita Ariani | Desenho de som: João Thiré | Fotos: Guto Costa | Equipe de produção: Flavia Espírito Santo, Glauce Guima, Kakau Berredo, Cleidinaldo Alves | Idealização e realização: Mateus Solano, Miguel Thiré e Carlos Grun | Uma produção Bem Legal Produções | Assessoria de imprensa em Brasília: Território Comunicação | Produção em Brasília: DECA Produções | Patrocínio local: BRASAL
Serviço:
O Figurante, com Mateus Solano
Gênero: comédia dramática
Local: Teatro Royal Tulip – Hotel Royal Tulip Alvorada
Dias: 22 e 23 de agosto
Horários: sábado, às 17h30 e às 20h, e domingo, às 17h e às 19h30
Projeto com curadoria de Alva Pinheiro une exposição “Identidades em Movimento” com oficinas de marketing e inclusão nas artes
O projeto “Dentro do Quadrado“, idealizado pela curadora cultural Alva Pinheiro, inaugura sua nova fase a partir de 18 de agosto com a abertura da exposição “Identidades em Movimento”, seguida de oficinas temáticas que acontecem em setembro. A iniciativa, financiada pelo Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), reúne dez artistas do DF em uma trajetória de formação, exposição e reflexão sobre o lugar da arte visual e periférica no circuito brasiliense.
Uma exposição que dialoga com trajetórias reais
“Identidades em Movimento” reúne pesquisas visuais e narrativas de dez artistas selecionados através de acompanhamento curatorial de Elsa Paranaguá Elvas, apresentando diferentes abordagens da arte contemporânea. Mais que uma mostra convencional, a exposição representa a etapa inicial de um percurso de formação e acompanhamento curatorial voltado ao fortalecimento de artistas visuais do Distrito Federal.
Abertura: 18 de agosto
Local: Espaço Cultural Renato Russo – Sala Aquário (2º piso)
Horário: 19h às 22h
Visitação: 18 de agosto a 18 de setembro
Oficinas: formação prática para inserção no mercado
Paralelo à exposição, o “Dentro do Quadrado” oferece oficinas temáticas gratuitas, conduzidas por Alva Pinheiro, voltadas para artistas iniciantes, profissionais da cultura e pessoas com deficiência.
Oficina I: Marketing para Artistas Plásticos e Visuais
8 e 9 de setembro de 14h às 18h
Aborda estratégias de autopromoção, presença em redes sociais, construção de portfólio digital, precificação e conexões com colecionadores e galeristas. O conteúdo inclui estudos de caso, exercícios práticos e ferramentas digitais acessíveis.
Oficina II: Inclusão nas Artes Visuais
10 e 11 de setembro de 14h às 18h
Discute acessibilidade, visibilidade e políticas de inclusão no campo das artes visuais, com foco em ferramentas práticas para que artistas com deficiência ocupem espaços de circulação e comercialização da arte. Combina teoria, diálogo aberto e exemplos reais de trajetórias.
12 de setembro de 9h às 13h: Encerramento, debates e trocas de experiências
Dia dedicado ao diálogo entre artistas, públicos e agentes do circuito para refletir sobre os aprendizados e os próximos passos.
Arte como ferramenta de emancipação
Para Alva Pinheiro, o “Dentro do Quadrado” surge da necessidade de criar pontes reais entre artistas periféricos e o circuito de arte e design. “Queremos que artistas saiam de um lugar de invisibilidade ou marginalidade para ocupar espaços de legitimação e circulação. Isso só acontece com ferramentas práticas, mentorias sinceras e conexões que funcionam de verdade”, explica.
O projeto rejeita soluções superficiais. Busca educar não apenas sobre “como vender”, mas sobre por que a arte importa, como se posicionar no mercado com dignidade, e como a produção visual pode dialogar com a arquitetura, design e vida real das pessoas.
Serviço
Projeto: “Dentro do Quadrado – Inserção no Mercado de Arte”
Idealização: Alva Pinheiro
Financiamento: FAC-DF (Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal)
Restaurante oferece menus exclusivos de almoço e jantar e apresenta ao público o novo Ticiana Werner AutumnIcon Malbec, criado para celebrar os 18 anos da casa.
O Ticiana Werner Restaurant & Wine Bar está entre os participantes do Restaurant Week, que acontece de 30 de julho a 30 de agosto com o tema “Brasil de Norte a Sul – uma celebração dos sabores que nascem da nossa terra”. Durante o festival, o restaurante oferece menus exclusivos para almoço e jantar, reunindo receitas que valorizam ingredientes, sabores e diferentes influências da gastronomia brasileira.
Menus do festival
No almoço, os clientes poderão escolher como entrada o Buffet de Salada ou a Salada caprese. Entre os pratos principais, o menu reúne opções como Nhoque de Batata Baroa ao Funghi, Tilápia e Geléia de Alho Negro, Cavatelli do Cerrado, Prime Rib de Duroc e Ravioli de Ossobuco. Para a sobremesa, as opções são Mousse de Chocolate, Creme de Papaya com licor de Jabuticaba ou Taça de sorbet de frutas vermelhas. O menu completo custa R$ 95, com doação opcional de R$ 2 para a instituição Amigos da Vida.
No jantar, o restaurante oferece como entradas o Buffet de Antepastos ou a Salada com Shimeji e Balsâmico. Os pratos principais incluem Risoto Caprese, CasarecceNegro e Camarão, Risoto de Galinha-d’Angola, Filé De Salmão ao Molho Pesto e Ossobuco & Polenta. As sobremesas são Brownie de Chocolate com Frutas Vermelhas, Tiramisú ou Taça de sorbet de frutas vermelhas. O menu custa R$ 115, também com doação opcional de R$ 2 para a instituição Amigos da Vida.
Vinho exclusivo
A participação no Restaurant Week acontece em um momento especial para o Ticiana Werner. Nesta semana, o restaurante lançou oficialmente o Ticiana Werner AutumnIcon Malbec, vinho exclusivo desenvolvido em parceria com a Vinícola Tittarelli, da Argentina, e a importadora Del Maipo. O rótulo foi idealizado para ser gastronômico, fácil de degustar e harmonizar com todos os pratos da casa. O vinho já está disponível no Empório TicianaWerner e também no restaurante.
“Sempre sonhei em oferecer aos nossos clientes um vinho que traduzisse a essência do Ticiana Werner. Depois de 18 anos, sentimos que era o momento certo. Mais do que um rótulo comemorativo, queríamos um vinho elegante, gastronômico e capaz de representar tudo o que construímos ao longo dessa trajetória”, afirma a chef e empresária Ticiana Werner.
Último dia de festa terá shows na Arena São João, enquanto os polos culturais seguem abertos ao público
O Maior São João do Cerrado chega ao último dia de programação neste domingo (16), em Ceilândia, com shows de Mari Fernandez e Michel Teló na Arena São João, montada na Praça do Trabalhador, ao lado da Administração Regional da cidade.
Uma das principais vozes do forró e do piseiro da atualidade, Mari Fernandez abre a noite de apresentações. Na sequência, Michel Teló assume o palco para encerrar a festa em clima de celebração, com um repertório que reúne sucessos do sertanejo e músicas que prometem colocar o público para dançar.
Além da programação na Arena São João, os demais polos culturais do Maior São João do Cerrado também estarão abertos ao público neste domingo. Depois de receberem milhares de pessoas ao longo dos últimos dias, o Sítio Seu João, a Praça do Mamulengo e a Vila Borborema encerram a programação com atrações culturais, gastronomia, atividades para crianças e toda a ambientação que marca a festa.
Polos culturais
Na Casa do Cantador, o Sítio Seu João recria uma comunidade típica do sertão nordestino, com construções em taipa e pau a pique, bodega, comidas típicas, música e elementos que remetem às tradições do interior.
Na Praça da Bíblia, a Praça do Mamulengo reúne circo, oficinas, parque de diversões, apresentações culturais, gastronomia e atividades para crianças e adultos.
Já a Vila Borborema, na praça da Estação Ceilândia Centro do Metrô, rememora as tradicionais cidades do interior, com casas cenográficas, Capela de Santo Antônio, feira de artesanato e apresentações de trios de forró em um coreto.
O Maior São João do Cerrado é realizado pelo Instituto Brasileiro de Integração (IBI), apresentado pelo Ministério da Cultura e pela Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), em parceria com o Ministério do Turismo e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. O projeto conta ainda com o apoio da CiaNet, Casas Bahia, JK Shopping e Administração Regional de Ceilândia.
Serviço
*Arena São João do Cerrado – Palco principal
Praça do Trabalhador – QNM 13, ao lado da Administração Regional de Ceilândia*
16 de agosto | 17h às 02h
Vila Borborema
Praça da Estação Ceilândia Centro do Metrô – CNN 2, Avenida Hélio Prates
16 de agosto | 14h às 22h
Sítio Seu João
Casa do Cantador – QNN 32, Ceilândia Sul (Via da Fundação Bradesco)
Coração Partido” (Your Heart Will Be Broken) chega aos cinemas brasileiros em 20 de agosto, com distribuição da Paris Filmes. A produção aposta num roteiro voltado ao público juvenil, porém não apenas
O longa dirigido por Mikhail Vaynberg e baseado no livro best-seller de Anna Jane conta a estória da adolescente Polina, que tenta recomeçar a vida em uma nova cidade. A adolescente enfrenta uma dupla violência: o bullying no ambiente escolar e a violência doméstica vivenciada dentro de casa. São temas bastante recorrentes e talvez não superados, todavia a medida que o filme avança, essas questões ganham novas camadas e revelam não apenas a angústia da personagem, mas também sua capacidade de coragem, enfrentamento e surpresas…
Sinopse
Baseado no romance best-seller de Anna Jane, “Coração Partido” acompanha Polina, uma adolescente que tenta recomeçar a vida em uma nova cidade, mas logo se torna alvo de bullying na escola. Tudo muda quando Bars, o aluno mais temido e misterioso do colégio, oferece proteção em troca de que ela siga suas próprias regras. O que começa como uma amizade de conveniência evolui para uma relação intensa e emocionalmente complexa, marcada por dependência, vulnerabilidade e uma crescente necessidade de pertencimento. Distante das fórmulas tradicionais do romance adolescente, o filme explora os limites entre afeto, controle e obsessão
Ficha Técnica Básica:
Título Original: Your Heart Will Be Broken Título no Brasil: Coração Partido Data de Lançamento: 20 de agosto de 2026 Gênero: Romance /Drama adolescente Distribuição: Paris Filmes Direção: Mikhail Vaynberg Origem da História: Baseado no livro homônimo de Anna Jane
Elenco Principal
Veronika Zhuravleva como Polina Daniel Vegas como Bars Alya Mayer como Dilara Maksim Saprykin como Lyokha Evgeniya Loza Pavel Kuzmin
Elenco de Apoio:
Ivan Trushin Alexandra Tikhonova Margarita Dyachenkova Anton Solomatin Diana Gil
SOBRE A PARIS FILMES
A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H”, “Manas”, “Pedágio”, “Ritas” , “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, “A Empregada”, a franquia “Truque de Mestre” e “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia.
Livrarias das capitais do Rio de Janeiro e São Paulo terão exemplares disponíveis a partir de amanhã, sábado dia 15 de agosto, e a editora já anuncia uma segunda edição
Livro de estreia da jornalista Caro Claire Burke satiriza o universo das influenciadoras americanas do movimento “tradwives”, e terá versão cinematográfica com a atriz Anne Hathaway no papel principal
Diante da alta procura, a editora Rocco decidiu antecipar para a próxima segunda-feira, dia 17 de agosto, o início oficial das vendas no Brasil de “‘Bons Tempos: Yesteryear’”. Sucesso nos Estados Unidos — onde alcançou a impressionante marca de cerca de um 1,4 milhão de cópias vendidas em apenas cinco meses desde o seu lançamento —, o romance de estreia da jornalista americana Caro Claire Burke, promete repetir o feito no mercado brasileiro. A pré-venda no país levou o título a figurar entre os assuntos mais comentados do mercado editorial brasileiro, e uma segunda edição já está à caminho.
Líder absoluto nos principais rankings literários do mundo, como a lista de best-sellers do The New York Times e as paradas do BookTok Charts – ranking oficial do TikTok -, a publicação conquista o público ao oferecer uma narrativa repleta de sátira e crítica bem-humorada sobre a obsessão pela perfeição estética na internet e as contradições por trás do movimento tradwives (esposas tradicionais).
Antes mesmo do livro chegar às prateleiras, a Amazon MGM Studios comprou os direitos de adaptação cinematográfica, após uma disputa acirrada, e tem a atriz Anne Hathaway confirmada para estrelar e produzir o filme.
De Influenciadora Digital a Pioneira de 1855
Escrito com uma tensão envolvente, humor ácido e reviravoltas, Bons Tempos: Yesteryear conta a história de Natalie, uma influenciadora que construiu um verdadeiro império digital. Milhões de seguidores seguem sua rotina impecável: uma fazenda dos sonhos, uma família perfeita e uma fé inabalável. A fantasia se desfaz abruptamente quando ela acorda no passado, especificamente no ano de 1855.
Sem eletricidade, sem confortos modernos e sem a equipe de bastidores que sustentava sua imagem nas redes sociais, a personagem se vê obrigada a viver a realidade brutal daquilo que costumava romantizar: trabalho físico extenuante e exaustivo, filhos difíceis e sem filtros, e um marido, antes um figurante bonito e sem graça, que se torna um homem real e rústico.
Ficha Técnica
Bons Tempos: Yesteryear
Autora: Caro Claire Burke
Tradução: Anna Castro
Dimensões: 16 x 2 x 23 cm
Nº de páginas: 368
Preço: R$ 69,90
Data de publicação: 17 de agosto 2026
Sinopse:
Sua vida perfeita é coisa do passado. Bons tempos: Yesteryear ― o romance mais aguardado e polêmico do ano.
Uma esposa tradicional e mãe norte-americana acorda, de repente, suja, com frio, num lugar que se parece com sua casa e ao lado de pessoas que dizem ser sua família, mas presa à brutal realidade de 1855. Agora, ela precisa desvendar se esse pesadelo é uma farsa elaborada, um bizarro reality show ou algo muito mais sinistro.
Natalie tem tudo: sua fé imovível, uma linda fazenda digna de Hollywood, seis filhos disputando sua atenção e um marido que, pelo menos, fica bem de botas de caubói. Não importa tanto o fato de que ela também tem babás e produtores atuando nos bastidores de sua vida perfeita, de que sua cozinha rústica esconde geladeiras e fornos industriais, nem de que seu marido é um herdeiro sem muitas habilidades. Eles são 100% tementes a Deus – se Ele proveu, ela fez por merecer!
Não é de se admirar, portanto, que seus milhões de seguidores desejem a vida dela. Natalie lhes oferece o que eles mais querem: um mundo ideal. Escândalos são varridos para debaixo do tapete, onde devem ficar. E as “mulheres raivosas”? As elites privilegiadas da costa leste com diplomas da Ivy League que a chamam de iconoclasta antifeminista? Estão, todos eles, morrendo de inveja. Porque Natalie não apenas leva uma vida boa, ela tem a vida perfeita – e, por acaso, está usando isso para construir um império.
Até que um dia ela acorda e se depara com uma realidade que não é a sua, apesar de parecer. A casa, o marido, os filhos – todos estão ali, mas algo está errado. Não há eletricidade, as crianças estão sujas e seu marido, antes um mauricinho inútil, agora é um fazendeiro idôneo. Se no dia anterior Natalie estava posando com potes de geleia caseira para o Instagram, agora precisa carregar lenha e lavar roupa à mão até seus dedos sangrarem.
Teria se transformado, sem saber, na estrela do próprio reality show? Viajado no tempo? Está sendo testada por Deus? Pelo Diabo? E se, de repente, Nat realmente tiver que viver a vida que sempre fingiu ter? Seja qual for o motivo, essa não é a vida perfeita pela qual ela tanto batalhou – e da qual agora precisa escapar.
Uma estreia arrebatadora e eletrizante, um romance tão engraçado quanto assustador, Bons tempos é um olhar perspicaz sobre tradição, fama, fé e a grande performance que é a feminilidade.
A Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles (BDB) realiza, no dia 21 de agosto, às 19h30, o 2º Encontro da Segunda Temporada do [Setor Poético], clube de leitura dedicado à poesia. Nesta edição, o grupo irá discutir a obra Apontamentos de história sobrenatural, de Mário Quintana, um dos mais importantes nomes da literatura brasileira.
Publicado em 1976, Apontamentos de história sobrenatural reúne poemas que transitam entre o cotidiano, a memória, a infância, o tempo e o mistério. Com a linguagem sensível, irônica e bem-humorada que consagrou Quintana, a obra convida o leitor a enxergar o extraordinário nas experiências mais simples, combinando lirismo e reflexões sobre a existência. O livro é considerado um dos marcos da maturidade literária do autor e recebeu o Prêmio Jabuti no ano de seu lançamento.
O encontro acontece poucas semanas após o aniversário de nascimento de Mário Quintana, celebrado em 30 de julho. Nascido em 1906, na cidade de Alegrete (RS), o poeta, tradutor e jornalista construiu uma das trajetórias mais marcantes da literatura brasileira. Autor de uma extensa produção poética, Quintana conquistou leitores de diferentes gerações por sua escrita delicada, marcada pela simplicidade, pela profundidade filosófica e pelo olhar atento sobre a vida cotidiana. Sua obra permanece como uma referência da poesia em língua portuguesa.
Sobre o [Setor Poético]
Aberto ao público, o [Setor Poético] é um espaço de leitura, troca de experiências e diálogo em torno da produção poética, reunindo leitores, escritores e apreciadores do gênero em encontros conduzidos pelos escritores Lívia Milanez, Kuzman e T. H. Wellington, curadores do clube de leitura. A participação é gratuita e não exige inscrição prévia. O encontro será realizado na Biblioteca Demonstrativa, localizada na EQS 506/507, Asa Sul, em Brasília.
Para participar e ficar por dentro da programação cultural da BibliotecaDemonstrativa, acompanhe as redes sociais da @bdbcultural no Instagram, Facebook eYouTube.
Sobre a programação cultural da BDB
A programação cultural da BibliotecaDemonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles é realizada por meio do Termo de Colaboração nº 950548/2023 com o Instituto Incluir, uma organização da sociedade civil.
Serviço:
[Setor Poético] – 2 º Encontro da Segunda Temporada
Obra: Apontamentos de história sobrenatural, de Mário Quintana
Projeto gratuito no Gama reúne palestras, oficinas de criação de jogos e arenas com realidade virtual, consoles, simuladores de corrida, Just Dance e games retrô
Durante cinco dias, o universo dos jogos digitais será utilizado como ferramenta de inclusão, aprendizado e participação social no Gama. Entre os dias 17 e 21 de agosto, o Centro de Ensino Especial 01 do Gama recebe o Missão Inclusiva, projeto gratuito que promove uma programação educativa, cultural, social e tecnológica especialmente voltada aos alunos: crianças, adolescentes, jovens e adultos com deficiência.
Com o apoio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação, a iniciativa do Instituto Anjos Games em parceria com o Governo do Distrito Federal pretende atender diretamente cerca de 500 pessoas com deficiência, oferecendo experiências adaptadas e acessíveis com tecnologia, jogos digitais e inovação. A programação será realizada das 8h às 17h, com atividades planejadas para estimular a criatividade, o desenvolvimento de habilidades, a autonomia e o interesse por ciência e tecnologia.
Ao longo do período, o público poderá participar de palestras, oficinas de desenvolvimento de jogos digitais e arenas interativas, com equipamentos, softwares e recursos pensados para ampliar a acessibilidade. Entre as ferramentas previstas estão controles adaptados, personalização de comandos, legendas, audiodescrição e outras tecnologias assistivas.
Para Lucas Vinícius, presidente da Anjo Games e coordenador-geral do projeto, a proposta vai além do entretenimento e busca mostrar como os games podem contribuir para a educação e para a inclusão. “Mais do que proporcionar momentos de lazer, o projeto utiliza os games como uma poderosa ferramenta de desenvolvimento cognitivo, social e emocional, estimulando habilidades como raciocínio lógico, coordenação motora, trabalho em equipe, criatividade, comunicação e resolução de problemas”.
Da tecnologia assistiva aos jogos digitais Um dos destaques da programação serão as palestras “Tecnologia Assistiva e Inovação: Caminhos para uma Educação Mais Inclusiva”. Serão realizadas duas apresentações por dia, uma pela manhã e outra à tarde, com duração de 60 minutos. O sistema de rodízio dos estudantes pelo auditório permitirá que diferentes grupos tenham acesso ao conteúdo de maneira equilibrada.
As palestras abordarão como ciência, tecnologia e inovação podem contribuir para o desenvolvimento de ferramentas capazes de ampliar as possibilidades de aprendizagem e participação de pessoas com deficiência. Também serão apresentados exemplos de recursos digitais, aplicativos acessíveis e estratégias pedagógicas inclusivas, destacando a participação de professores e famílias no desenvolvimento acadêmico, social e emocional dos estudantes.
A programação também contará com 10 oficinas práticas de desenvolvimento de jogos digitais, realizadas com a plataforma Construct. As atividades terão duração de 60 minutos por turma e deverão atender aproximadamente 100 participantes. De forma adaptada e acessível, os alunos terão contato com conceitos básicos de lógica de programação, design de jogos, criatividade e construção de narrativas.
Arenas de games Outra atração do Missão Inclusiva será o conjunto de arenas tecnológicas e interativas. A proposta é permitir que os participantes experimentem diferentes modalidades de jogos em ambientes preparados para receber pessoas com diferentes necessidades de acessibilidade.
Na Arena Just Dance, música e movimento estarão no centro da experiência, com uma atividade voltada à diversão, à interação social e à prática de atividades físicas. Já a Arena Corrida contará com um cockpit de simulador, proporcionando uma experiência de automobilismo virtual com jogos de corrida.
A Arena Console reunirá jogos atuais e controles adaptados para pessoas com deficiência, enquanto a Arena PC Gamer oferecerá computadores de alto desempenho para experiências com jogos competitivos e cooperativos. Arena Retrô e Museu apresentará consoles clássicos, jogos icônicos e conteúdos relacionados à história dos videogames. O espaço contará ainda com recursos de acessibilidade e QR Codes com conteúdos visuais e auditivos.
Completando a programação, a Arena de Realidade Virtual (VR) proporcionará experiências imersivas, ampliando o contato dos participantes com diferentes possibilidades oferecidas pelas tecnologias digitais.
Acessibilidade como parte da experiência A estrutura do projeto foi planejada para contemplar diferentes dimensões da acessibilidade, incluindo aspectos físicos, comunicacionais e atitudinais. Entre as medidas previstas estão rampas de acesso onde necessárias, vagas reservadas, intérpretes de Libras, comunicação acessível, tecnologias assistivas e capacitação da equipe para um atendimento humanizado.
A proposta é garantir que os participantes possam vivenciar as atividades com autonomia, dignidade e segurança, independentemente de suas necessidades específicas. O Missão Inclusiva está alinhado à Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), à Lei de Acessibilidade (Lei nº 10.098/2000), ao Decreto nº 37.843/2016 e à Portaria SECTI nº 117/2023.
SERVIÇO Missão Inclusiva De 17 a 21 de agosto, de segunda a sexta-feira Das 8h às 17h No Centro de Ensino Especial 01 do Gama – Setor Central EQ 55/56 – Gama Entrada gratuita Informações: www.instagram.com/missao_inclusiva
Evento será no dia 19 de agosto, no restaurante Coco Bambu do Lago Sul, e terá anúncio e premiação dos vencedores da etapa do DF do concurso “O Quilo é Nosso”
Representantes do setor de alimentação fora do lar se reunirão no workshop organizado pela Associação de Bares e Restaurantes (Abrasel) e pelo Sindicato de Hotéis, Bares e Restaurantes (Sindhobar) no dia 19 de agosto, a partir das 15h, no Coco Bambu do Lago Sul.
A programação contará com a palestra do Presidente Executivo da Abrasel, Paulo Solmucci, sobre “O que mudou e o que ainda vai mudar na alimentação fora do lar no Brasil”; e de Daniel Coêlho, ex-presidente da Fenacon e um dos protagonistas da Reforma Tributária no Brasil, abordará o tema “Reforma Tributária: impactos, oportunidades e como preparar sua empresa”.
Premiação do concurso “O Quilo é Nosso”
Além do workshop, que reunirá autoridades e lideranças dos setores gastronômico e tributário, o evento anunciará, ao final, os restaurantes vencedores da etapa do DF do concurso “O Quilo é Nosso”, realizado entre os dias 21 e 31 de julho.
O momento também será marcado pela premiação dos três primeiros colocados e pelo anúncio do restaurante campeão, que representará o DF na etapa nacional do concurso, marcada para os dias 14 e 15 de setembro durante o Salão Abrasel, em São Paulo.
Serviço:
3º Workshop Abrasel & Sindhobar e premiação do concurso “O Quilo é Nosso” Quando: 19 de agosto, a partir das 15h Onde: Coco Bambu Lago Sul Endereço: St. de Clubes Esportivos Sul, Trecho 2, Ícone Parque, Conjunto 36, Parte C 301 Apoio: Sebrae Patrocínio: CheckUp, Izzi, DF Carvalho e Voxel Mais informações: @abrasel_df (Instagram)