Brasília recebe, no dia 27 de maio, o lançamento do livro “Sozinho eu não consigo!”, da autora Elizete Souza, com coautoria de Gabriel Gontijo, Janaína Araújo e Diogo Gontijo. A obra parte de uma questão sensível e urgente: o que acontece com crianças e adolescentes que crescem longe da família e precisam construir, muitas vezes fora dos laços de sangue, alguma ideia possível de pertencimento? O exemplar físico estará disponível para venda durante o lançamento e também pelo site da editora Uiclap. A versão digital pode ser adquirida na Amazon.
Com uma narrativa que mistura memória, ficção e reflexão social, o livro acompanha trajetórias atravessadas por vulnerabilidades, conflitos, abandono, amadurecimento precoce e busca por apoio emocional. Mais do que contar uma história individual, a publicação abre espaço para discutir o apadrinhamento afetivo como uma alternativa de convivência, presença e referência para jovens acolhidos em instituições.
A temática ganha ainda mais relevância diante de dados recentes do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). De acordo com levantamento baseado no Censo SUAS de 2023, 368 jovens entre 18 e 21 anos ainda vivem em serviços de acolhimento destinados a crianças e adolescentes, além de outros 952 adultos entre 22 e 59 anos. A presença desse público nesses espaços revela fragilidades nas políticas de suporte aos egressos do sistema de acolhimento, especialmente na transição para a vida adulta. Embora o número de repúblicas para jovens egressos tenha aumentado, a estrutura ainda é insuficiente diante da demanda.
É nesse contexto que “Sozinho eu não consigo!” propõe uma reflexão sobre vínculos, permanência e responsabilidade coletiva. A partir da própria experiência como madrinha afetiva, Elizete trata de uma realidade que, embora prevista em políticas públicas e programas de acolhimento, ainda é pouco compreendida pela sociedade.
“Escrever este livro foi revisitar uma história que me transformou profundamente. Quando falamos de crianças e adolescentes em acolhimento, muitas vezes pensamos na falta material, mas existe uma ausência ainda mais silenciosa: a de alguém que permaneça. O apadrinhamento afetivo me ensinou que vínculo não se constrói de uma hora para outra. Ele nasce da convivência, da escuta, dos limites, das frustrações e, principalmente, da decisão de continuar presente mesmo quando a relação se torna desafiadora”, afirma a autora.
O livro também foge de uma visão idealizada sobre o tema. Ao longo da narrativa, os personagens enfrentam as complexidades de relações construídas depois de perdas, rupturas e desconfianças. Há carinho, mas também há medo. Há desejo de aproximação, mas também resistência. Há cuidado, mas também limites.
Para Gabriel Gontijo, coautor da obra, a história mostra como um vínculo pode alterar a forma como alguém passa a enxergar a própria vida. “Quando a gente cresce acostumado a se virar sozinho, demora a acreditar que alguém pode permanecer. O apadrinhamento me mostrou que apoio não é só estar perto nos momentos fáceis. É também continuar quando a vida fica difícil”, destaca.
A coautora Janaína Araújo ressalta que a obra ajuda a humanizar jovens que muitas vezes são vistos apenas pela ótica da vulnerabilidade. “A nossa história não pode ser resumida ao abandono, ao abrigo ou às dificuldades. A gente também tem sonhos, personalidade, vontade de crescer e de ser reconhecido para além da dor”, afirma.
Já Diogo Gontijo destaca que o livro é também um chamado à responsabilidade coletiva. “Muitas pessoas acham que ajudar é fazer algo grande, mas, às vezes, o que transforma é saber que existe alguém ali, disposto a ouvir, orientar e caminhar junto”, completa.
Ao tratar do apadrinhamento afetivo, a obra amplia o debate sobre acolhimento institucional, adoção tardia, adolescência, autonomia e redes de apoio. A narrativa também provoca uma reflexão sobre o papel da sociedade na construção de caminhos mais humanos para jovens que, ao completarem a maioridade, muitas vezes precisam deixar os abrigos sem uma base familiar estruturada.
Serviço – Lançamento do livro “Sozinho eu não consigo!”
Data: 27 de maio, quarta-feira Horário: das 18h30 às 21h30 Local: Bar Beirute, 109 Sul, Brasília Entrada: gratuita
Evento reúne mais de 600 rótulos, produtores de 15 estados, música ao vivo e gastronomia no estacionamento da Arena Mané Garrincha
Entre os dias 27 e 31 de maio, o estacionamento da Arena Mané Garrincha será palco da terceira edição do Festival da Cachaça de Brasília. O evento reunirá produtores, especialistas e apreciadores da bebida mais tradicional do país em uma grande celebração da cultura, da gastronomia e da música brasileira.
Ao longo de cinco dias, o público poderá conhecer mais sobre a história e o processo de produção da cachaça, degustar diferentes rótulos e participar de workshops com especialistas do setor. Ao todo, serão 90 expositores, representando 15 estados brasileiros, com mais de 600 rótulos disponíveis para apreciação.
“O Festival da Cachaça nasceu com o propósito de aproximar o brasiliense da riqueza cultural, histórica e econômica que existe por trás da cachaça. Queremos mostrar a qualidade da produção nacional, valorizar os produtores e ajudar a quebrar preconceitos que ainda cercam a bebida, que é um dos maiores patrimônios culturais do Brasil”, destaca Edilane Oliveira, diretora do Instituto Brasileiro de Integração (IBI) e organizadora do evento.
Considerada um dos maiores símbolos da cultura brasileira, a cachaça tem conquistado cada vez mais espaço no mercado nacional e internacional, com produtos de qualidade reconhecida mundialmente.
Para Edilane Oliveira, a realização de um evento voltado à cachaça na capital do país reforça a importância da discussão sobre a valorização da bebida também na esfera política e econômica. “Antes de chegar às prateleiras, existe uma cadeia enorme que envolve desde o plantio até o transporte da cachaça. É preciso ampliar o incentivo, fortalecer a legislação e, sobretudo, valorizar o destilado brasileiro. Temos que nos orgulhar da cachaça que produzimos”, completa a organizadora.
Além das experiências gastronômicas e culturais, o festival também oferecerá uma programação musical diversificada e espaço kids para toda a família. O Festival da Cachaça de Brasília promete reunir tradição, entretenimento e oportunidades de negócios em um ambiente pensado para todas as idades, celebrando uma das maiores riquezas culturais do Brasil.
A cerimônia de abertura será realizada no dia 27, apenas para convidados. O evento será aberto ao público a partir da quinta-feira, 28 de maio. A entrada é gratuita e a classificação é livre. O consumo de bebidas alcoólicas será restrito a pessoas com idade a partir de 18 anos.
O Festival da Cachaça de Brasília é organizado pelo Instituto Brasileiro de Integração (IBI), em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (SEDET). O festival contará ainda com a participação de associações ligadas ao segmento, fortalecendo a valorização da produção artesanal e da cadeia produtiva nacional.
Programação musical
27/05 – Quarta-feira 16h às 23h * Claudivan – Duo * Karika
28/05 – Quinta-feira * Karika
29/05 – Sexta-feira 16h às 23h * Claudivan – Trio * Karika
30/05 – Sábado 11h às 23h * Encontro dos Violeiros – Violada Original * Karika
31/05 – Domingo 11h às 19h * Sereníssima * Karika
Serviço | Festival da Cachaça de Brasília Data: 27 a 31 de maio Local: Estacionamento da Arena Mané Garrincha Entrada: Gratuita Classificação: Livre
Horários
27/05 – 19h, restrito a convidados 28/05 – 16h às 23h 29/05 – 16h às 23h 30/05 – 11 às 23h 31/05 – 11h às 23h
Hotel cinco estrelas oferece jantar temático, menu sofisticado, música ao vivo e hospedagem com vista privilegiada da capital
O Royal Tulip Brasília Alvorada, da rede Louvre Hotels Group Brasil, prepara uma experiência exclusiva para celebrar o Dia dos Namorados, 12 de junho, em grande estilo. O jantar temático vai oferecer alta gastronomia, ambientação romântica e uma das vistas mais privilegiadas de Brasília para brindar o amor. Com decoração especial e música ao vivo, o evento tem como objetivo proporcionar momentos inesquecíveis aos casais em um ambiente sofisticado e acolhedor.
O menu especial começa com couvert de pasta de alcachofra, pasta de salmão curado com gergelim, blinis e pães tostados na grelha. Entre as entradas, destaque para a salada de presunto cru com burrata, tomate confit, nozette de frutas e molho tapenade.
Como prato intermediário, os convidados poderão apreciar camarão flambado com morango, arroz piagui com creme de aspargos e ovas de peixe. Já o prato principal traz escalope de filé mignon curado, servido com purê de castanha-do-Brasil, tomate farcie com cogumelos e molho rôti.
O hotel de luxo também prepara opções veganas especiais, como escondidinho de escabeche de palmito pupunha com cogumelos, ora-pro-nóbis e cará com coco.
Para finalizar a experiência gastronômica, a sobremesa inclui coração de chocolate cremoso servido com frutas do bosque ao champanhe. Entre as opções veganas, cheesecake de tofu com geleia de frutas e cacau ou frutas laminadas.
Além da imersão gastronômica, os casais poderão tornar a comemoração ainda mais especial com opções de hospedagem no Royal Tulip Brasília Alvorada, aproveitando toda a sofisticação do hotel cinco estrelas e a vista deslumbrante da capital federal.
“Preparamos um dia para reunir os apaixonados e celebrar o amor e o afeto, apreciando um menu refinado, plural e saboroso, com decoração temática e muita música para um Dia dos Namorados memorável”, destaca a diretora comercial Centro Oeste do Louvre Hotels Group – Brazil, Aryane Borges.
Inovação, sofisticação e lazer para toda a família
O Royal Tulip Brasília Alvorada oferece estrutura completa de lazer e sofisticação. O hotel de luxo disponibiliza área vip Guest – exclusiva para hóspedes das categorias luxo –, camarim de noivas e o pub totalmente reformados, além de uma nova adega, novo mobiliário para piscina e salão de jogos remodelado.
Há serviços de spa que vão desde massagens relaxantes e terapêuticas até programação para casais e cuidados corporais, como massagem modeladora. Sua piscina aquecida já se consolidou como uma famosa atração instagramável e uma das principais opções de lazer na região.
Além de espaço kids, SPA, sauna, academia, bar de piscina e um Pub temático, a localização é outro ponto alto: às margens do Lago Paranoá, vizinho ao Palácio da Alvorada e próximo a pontos estratégicos como o centro comercial de Brasília.
A gastronomia é outro destaque das últimas inovações do hotel. Um dos mais tradicionais bares de Brasília, o The Old Barr, tem seu cardápio inspirado nas comidas de boteco francês. Com funcionamento diário, das 19h até a meia-noite, o espaço foi repaginado, migrando da culinária inglesa para a francesa e trazendo ao público do hotel o DNA da marca, administrada pela rede hoteleira francesa Louvre Hotels Group.
É uma empresa do segmento hoteleiro, subsidiada à francesa Louvre Hotels Group e responsável pela administração e comercialização de hotéis das marcas Royal Tulip, Golden Tulip e Tulip Inn. A rede reúne em seu portfólio atual 17 hotéis distribuídos estrategicamente pelo país: Natal (RN), Goiânia (GO), Sete Lagoas (MG), São José dos Campos (SP), Bauru (SP), Holambra (SP), Guarujá (SP), Itaguaí (RJ), Campos dos Goytacazes (RJ), Macaé (RJ), Vitória (ES), Vila Velha (ES), Alagoinhas (BA), Canela (RS) e Brasília (DF), onde tem duas unidades.
Mais de 40 mil pessoas passaram pela Arena Mané Garrincha durante os três dias de um dos maiores festivais de criatividade da América Latina
O Pixel Show 2026 transformou a capital federal em um dos principais centros de criatividade, inovação, tecnologia, arte e cultura do país, reunindo visitantes de todos os estados brasileiros em uma programação voltada para profissionais do mercado criativo, estudantes, empreendedores e famílias. Durante os três dias, o público participou de palestras, workshops, exposições, ativações interativas, games, experiências imersivas, live arts e atrações ligadas ao universo digital e criativo.
O evento gratuito foi realizado por meio da parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (SECTI-DF) e o Instituto de Pesquisa e Estudos de Desenvolvimento do Varejo. Segundo o secretário da pasta, Rafael Vitorino, eventos como o Pixel Show ajudam a consolidar Brasília como um polo nacional de inovação, tecnologia e economia criativa. “Mais do que apresentar tendências, eles criam oportunidades, aproximam talentos do mercado, incentivam o empreendedorismo e mostram como a tecnologia pode transformar a vida das pessoas. É esse ambiente de inovação que queremos fortalecer cada vez mais no Distrito Federal.”
A edição de 2026 apostou em uma programação diversa e intergeracional, reunindo convidados de diferentes áreas da economia criativa, tecnologia, audiovisual, humor, internet e cultura pop. Na noite de abertura, contou com a participação do humorista Maurício Meirelles, que levou ao público reflexões sobre comunicação, comportamento e as novas formas de interação no ambiente digital.
Entre os destaques estiveram o pesquisador Alexandre Kieling, o apresentador Rogério Vilela, o diretor da TV Globo, Chico Leão, o rapper e criador de conteúdo, Victor Massaki, além da atriz e dubladora Bianca Alencar e da dubladora Feh Dubs. O festival também reuniu influenciadores, criadores de conteúdo e artistas reconhecidos nacionalmente, como Bibi Tatto, Yasmin Yassine, Dani Molo, além dos artistas Sebá Tapajós e Tiago Palma.
Além dos talks e painéis, a programação contou com experiências em XR, instalações interativas, games, exposições criativas e a Creative Market, espaço dedicado a 60 artistas independentes, entre ilustradores, designers e marcas autorais. O evento também ofereceu Espaço Kids, atividades educativas e recursos de acessibilidade, como intérpretes de Libras e sala de acolhimento sensorial.
Para Tonico Novaes, CEO do Pixel Show Brasília e da Next Gen, o festival cumpriu o objetivo de democratizar o acesso à inovação e à criatividade por meio da arte e da cultura, além de aproximar diferentes públicos. “Brasília mostrou mais uma vez sua força criativa e sua capacidade de receber grandes eventos de inovação e cultura”, destacou. “Recebemos pessoas de praticamente todo o Brasil e isso nos deixa extremamente felizes. O nosso agradecimento especial ao público brasiliense, aos visitantes de outros estados, parceiros, artistas, profissionais e ao Governo do Distrito Federal, que fizeram desta edição um grande sucesso”, ressaltou.
Pixel Show
Realizado desde 2005, o Pixel Show já soma mais de duas décadas conectando ideias inovadoras, tendências globais e mentes criativas em diferentes regiões do Brasil, com edições realizadas em cidades como São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Recife e Brasília, além de negociações em andamento para levar o festival à Argentina e ao Canadá em 2027.
Ao longo de sua trajetória, consolidou-se como a principal referência da América Latina para quem busca inspiração, conhecimento e oportunidades na economia criativa, apresentando de forma prática e inspiradora todo o processo criativo, da concepção da ideia ao produto final em áreas como design gráfico, ilustração, motion graphics, animação, games, XR (realidade estendida), tecnologia, cultura visual, empreendedorismo e projetos que unem inovação, ciência e arte.
“O Pixel Show se consolida como um dos principais festivais de criatividade da América Latina, promovendo conteúdos ligados à arte, design, tecnologia, games, comunicação, cultura visual, audiovisual e empreendedorismo criativo. E prova que fortalece o ecossistema de inovação e economia criativa do DF ao aproximar talentos, empresas, estudantes e profissionais de experiências ligadas à criatividade, artes, tecnologia e transformação cultural”, afirmou Tonico Novaes.
Segunda etapa do evento promete movimentar a região com quatro dias de atrações musicais, competições, gastronomia e diversão para toda a família
A emoção do rodeio, grandes shows e diversão para toda a família prometem movimentar o Riacho Fundo II no fim de maio. Entre os dias 28 e 31 de maio, a AGROSAT realiza a 2ª Etapa da Tour 2026, levando ao público quatro noites de programação gratuita na QS 20, no Caub 1, sempre a partir das 19h.
Depois do sucesso da primeira etapa, realizada em Ceilândia, o evento chega ainda maior ao Riacho Fundo II. Segundo a organização, a edição anterior gerou mais de 800 empregos diretos, fortalecendo a economia local e movimentando diversos setores ligados ao entretenimento, gastronomia e serviços.
O coordenador do evento, Orleans Araujo, destaca o impacto social e econômico da iniciativa. “A AGROSAT mostra que é possível realizar um grande evento, gerar empregos, fortalecer a cultura popular e oferecer lazer gratuito para a população, tudo isso sem utilização de recurso público”, afirma.
Durante os quatro dias, o público poderá acompanhar atrações musicais, rodeio, parque de diversões, fazendinha rural e uma ampla vila gastronômica. A proposta é reunir famílias, amigos e amantes da cultura sertaneja em um ambiente seguro, acessível e preparado para todas as idades.
Programação
Entre os destaques da programação estão os shows de Andrezin – O Príncipe, Talvanes e Tiago, Forró Cerrado, Banda Imagem, Balbino – O Balbino do Rodeio, Bob Júnior e Bob Nickson, artistas que prometem animar as noites do evento com muito sertanejo, forró e música popular.
Outro grande atrativo é o Circuito T&T de Rodeio, que vem ganhando força no Distrito Federal e atraindo competidores e espectadores por onde passa. A arena promete adrenalina, emoção e disputas eletrizantes ao longo da programação.
Além das competições e dos shows, a estrutura da AGROSAT contará com espaço kids, fazendinha rural para as crianças e praça de alimentação com opções variadas da culinária brasileira, oferecendo conforto e entretenimento para toda a família.
A AGROSAT é realizada pela T&T Produções e Eventos. A entrada é franca durante todos os dias. Menores de idade somente poderão entrar acompanhados dos responsáveis.
SERVIÇO AGROSAT – 2ª Etapa da Tour 2026 Local: QS 20 – Caub 1 – Riacho Fundo II Data: 28 a 31 de maio Horário: A partir das 19h Entrada franca Realização: T&T Produções e Eventos Classificação: Menores somente acompanhados pelos responsáveis.
O Senac-DF e o Escritório Oscar Niemeyer assinaram, na quarta-feira (20), no Rio de Janeiro, um Acordo de Cooperação Técnica (ACT) para a criação do Ateliê Niemeyer Brasília. O espaço será inaugurado no segundo semestre, no Centro de Educação Profissional de Economia Criativa, Ennius Muniz, no Setor Comercial Sul, com a exposição de peças do maior nome da arquitetura brasileira.
O encontro contou com a presença de Kadu Niemeyer, neto e atual administrador do escritório, do presidente da Fecomércio-DF, José Aparecido Freire, do diretor regional do Senac-DF, Vitor Corrêa, além dos conselheiros do Senac-DF, Antônio Rabello, Ennius Muniz e José Fernando da Silva. O acordo prevê a disponibilização inicial de itens históricos utilizados por Niemeyer ao longo de sua trajetória, reforçando ações de preservação da memória arquitetônica e cultural do país.
Segundo o presidente do Sistema Fecomércio-DF, José Aparecido Freire, trata-se de um acordo de extrema relevância para a preservação da história nacional. “Oscar Niemeyer ajudou a desenhar a identidade de Brasília e do Brasil para o mundo, e receber parte desse acervo representa um compromisso do Sistema Fecomércio e do Senac-DF com a educação, a cultura e a valorização da nossa memória arquitetônica”, afirma.
Já o diretor regional do Senac-DF, Vitor Corrêa, ressalta o potencial educativo da iniciativa. “Esse acordo aproxima os estudantes, pesquisadores e toda a sociedade de um legado único da arquitetura mundial e, mais do que objetos históricos, estamos falando de peças que ajudam a contar a trajetória criativa de Oscar Niemeyer e sua contribuição para a construção de Brasília”, destaca.
Entre as peças que farão parte do acervo estão diversos croquis originais, fotografias, cartas, cerca de 20 livros relacionados à arquitetura e à trajetória de Niemeyer, além de objetos pessoais.
Para Kadu Niemeyer, a iniciativa vai aproximar as novas gerações do legado do seu avô. “Este acordo permitirá que estudantes e todas as pessoas interessadas conheçam um pouco mais sobre a trajetória e o pensamento do meu avô”, destaca. “Oscar Niemeyer sempre teve uma relação muito próxima com os estudantes, gostava de conversar, trocar ideias e incentivar novos olhares sobre a arquitetura e a sociedade e, com essa iniciativa, mantemos viva a sua obra, suas ideias e sua contribuição para a cultura brasileira.”
O Ateliê Niemeyer Brasília fará parte do Circuito Criativo de Arte & Educação do Senac-DF que possui obras de artistas renomados e estão presentes em unidades e polos do Senac em todo o Distrito Federal. A assinatura do ACT marca um importante passo para fortalecer iniciativas de educação, cultura e valorização da arquitetura brasileira no Distrito Federal.
Filmado ao longo de um ano com uma câmera na mão, o longa de Guily Machovec também terá exibições gratuitas no MIS-SP, dia 23 de maio, às 19h
Quando chegou a Brasília, o diretor, roteirista e ator Guily Machovec atravessava um intenso processo de mudança de vida. Depois de anos vivendo em Alto Paraíso de Goiás, ele passou a caminhar diariamente pela capital federal, observando a arquitetura, os vazios urbanos, os encontros cotidianos e os silêncios do Plano Piloto.Foi nesse período que nasceu Memórias Sobre o Espaço e o Tempo, longa-metragem filmado entre Brasília e Alto Paraíso ao longo de um ano e desenvolvido a partir de uma dinâmica de produção autoral, incorporando ao processo criativo as conexões humanas construídas durante a própria realização.
O filme terá exibições gratuitasno Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS-SP), em 23 de maio, às 19h, e no Cine Brasília, em 27 de maio, às 19h30.Misturando drama psicológico, ficção científica e relações profundamente humanas, o longa acompanha Luan, um editor de vídeos que, após o fim traumático de um relacionamento, passa a experimentar estranhas rupturas espaço-temporais. Entre projeções inconscientes, memórias difusas e conflitos emocionais, ele mergulha em uma jornada íntima onde presente, lembranças e percepções deixam de obedecer a qualquer lógica.Conforme os lapsos se intensificam, Luan passa a viver entre diferentes camadas da própria consciência. Pessoas reais assumem novas formas, memórias se confundem com projeções emocionais e a percepção do tempo começa a colapsar. Aos poucos, o protagonista mergulha em um território onde desejo, trauma e imaginação coexistem simultaneamente.
“Às vezes uma obra de arte ajuda a gente a ver uma saída. Eu gostaria que esse filme chegasse justamente nas pessoas que precisam dessa mensagem agora”, afirma o diretor.
Mais do que uma ficção científica sobre distorções da realidade, o filme conduz o público por uma experiência emocional sobre perdas, recomeços e a dificuldade contemporânea de permanecer conectado consigo mesmo.
Entre silêncios, vazios urbanos e encontros inesperados, o longa constrói uma experiência íntima sobre pessoas que seguem vivendo enquanto tentam reorganizar emocionalmente aquilo que perderam.
Brasília deixa de ser apenas um cenário e se transforma em personagem central da narrativa. Monumentos, apartamentos, cafés, academias, restaurantes e espaços cotidianos da cidade foram incorporados organicamente ao filme, criando uma relação afetiva entre a paisagem urbana e o estado emocional do protagonista.
•O filme acabou virando uma carta de amor a Brasília. Existe uma beleza muito própria aqui. A arquitetura, os espaços abertos, os silêncios da cidade… tudo isso atravessou a narrativa”, afirma Machovec.
O roteiro surgiu em julho de 2024, durante um processo de terapia vivido pelo diretor. Pouco tempo depois, uma pergunta feita por Luciana Martuchelli em um curso de interpretação mudaria completamente os rumos do projeto: “Se você tivesse seis meses de vida, o que ainda gostaria de fazer?”. A resposta veio quase imediatamente. Após anos atuando em peças de teatro, curtas e longas-metragens, Machovec percebeu que nunca havia protagonizado uma obra audiovisual.
“Eu me dei conta que queria viver essa experiência. Então pensei: por que não fazer eu mesmo o filme que gostaria de assistir e protagonizar?”, relembra.
O que começou como a ideia de filmar “apenas os primeiros minutos” acabou se transformando em um longa realizado ao longo de um ano. Enquanto escrevia, dirigia, atuava e editava simultaneamente, o diretor passou a incorporar ao filme os encontros e experiências reais vividos no caminho.
Sem estrutura convencional de produção, “Memórias Sobre o Espaço e o Tempo” foi construído a partir da força criativa dos próprios espaços disponíveis e das pessoas que surgiam ao redor do projeto.
“O mais bonito desse processo foi perceber como o filme foi absorvendo os encontros, os espaços e as pessoas que surgiam no caminho. Nada parecia totalmente planejado, mas tudo acabava encontrando um lugar dentro da narrativa”, destaca Jonathas Joba.
A produção reuniu antigos parceiros artísticos, atores conhecidos em cursos de interpretação, amigos de diferentes cidades e pessoas que acabaram participando do longa de maneira espontânea. Em uma das cenas, por exemplo, o proprietário de uma pousada em Alto Paraíso não apenas cedeu a locação como também entrou em cena como figurante após descobrir o projeto.
O elenco reúne Luciana Bollina, Jonathas Joba, Renata Bittencourt e Ana Flora Drumond, artista oriunda de área quilombola do interior de Goiás que faz sua estreia no cinema.
Ao mesmo tempo em que construía o longa, Machovec também atravessava profundas mudanças pessoais. O filme foi finalizado um mês antes do nascimento de seu filho, experiência que acabou atravessando emocionalmente toda a obra.
Com estética sensorial e narrativa fragmentada, o longa utiliza a ficção científica como ferramenta emocional para discutir luto, percepção, saúde mental e os impactos do excesso de estímulos na experiência humana contemporânea.
Diretor e roteirista brasileiro, Guily Machovec teve trabalhos exibidos em canais como Sundance Channel, Film & Arts, AMC Brasil e Amazon Prime Video, além de participações em festivais nacionais e internacionais, incluindo o Short Film Corner do Festival de Cannes com o curta Teu Lugar na Varanda.
A produção é assinada pela Lince Art Experience, produtora independente sediada em Goiás voltada ao fortalecimento do audiovisual e de projetos culturais no Centro-Oeste brasileiro.
Estrelado por Cláudia Mauro e Édio Nunes, o espetáculo conta a história de uma sólida amizade entre uma mulher e um homem de estratos sociais distintos
Há 10 anos em cartaz e assistida por mais de 150 mil espectadores, A Vida Passou por Aqui acumula prêmios e indicações: vencedora do APTR 2016 de Melhor
Texto; e indicada ao APTR de Melhor Atriz 2016; ao Cesgranrio 2016 de Melhor Texto e Melhor Atriz; e ao Bibi Ferreira 2024 de Melhor Dramaturgia Original.
A temporada da prestigiada obra em Brasília será no Teatro Royal Tulip dias 30 e 31 de maio, com sessões sábado, às 17h30 e às 20h, e domingo, às 19h30.
“A Vida Passou Por Aqui” é uma obra teatral que celebra, acima de tudo, a vida, a alegria e a força transformadora da amizade. A peça acompanha a relação profunda e duradoura entre Sílvia (Cláudia Mauro), professora e artista plástica dedicada à educação, aos projetos culturais e aos filhos, e Floriano (Édio Nunes), contínuo e faxineiro de hábitos simples, apaixonado por livros e dança.
Enquanto ela viveu grande parte da vida às voltas com crises no casamento, angústias e preocupações do dia a dia, ele sempre encarou a existência com leveza, bom humor e simplicidade.
Após quase cinco décadas de convivência, Silvia surge como uma mulher solitária, recuperando-se de um AVC. Floriano torna-se então seu único amigo ainda presente. Aos poucos, sua alegria de viver e seu senso de humor contagiam a amiga, devolvendo-lhe não apenas os movimentos, mas também a saúde emocional. Juntos, eles rememoram os altos e baixos de uma amizade que resistiu ao tempo.
Porque essa história importa
Em uma sociedade que frequentemente segrega pessoas por classe social, idade ou condições de saúde “A Vida Passou Por Aqui” destaca-se por abordar, com sensibilidade e humor, a força dos vínculos humanos que transcendem essasbarreiras.
A peça nos lembra que a amizade verdadeira pode florescer entre diferentes estratos sociais e que o cuidado, a presença e a leveza são elementos essenciais para a superação de adversidades como a solidão na velhice e as sequelas de doenças graves.
Mais do que um tributo à amizade, a obra convida o público a refletir sobre o papel do afeto e da memória na recuperação da dignidade e da alegria de viver — mostrando que, mesmo depois de quase 50 anos, ainda é possível recomeçar com a ajuda de quem realmente fica ao nosso lado.Ficha técnica:
Texto: Cláudia Mauro | Direção: Alice Borges | Elenco: Claudia Mauro e Alice Borges |
Cenário: Nello Marrese | Figurino: Ana Roque | Iluminação: Paulo César Medeiros |
Trilha sonora e Pesquisa musical: Claudio Lins e Patricia Mauro | Supervisão de movimento: Paula Águas | Coach: Larissa Bracher | Técnico de luz: Valdeci Correia | Técnico de Palco: Antonio Matos | Produção executiva: Junior Godim | Direção de produção: Cláudia Mauro e Junior Godim | Assessoria de imprensa em Brasília: Território Comunicação | Produção em Brasília: DECA Produções | Patrocínio Local: Brasal e Ministério da Cultura, Governo do Brasil – do lado do povo brasileiro
Serviço:
A Vida Passou por Aqui
Teatro Royal Tulip (SHTN Trecho 1)
Temporada: dias 30 e 31 de maio
Horários: sábado, às 17h30 e às 20h e domingo, às 19h30
Não será permitida a entrada após o início da sessão
A semana do MEI começou hoje em Planaltina, amanhã estaremos no Recanto das Emas!
A Semana do Microempreendedor Individual (MEI) 2026 começa nesta segunda-feira(25) em Planaltina. Promovida pelo Sebrae no Distrito Federal, a programação é realizada no Complexo Cultural de Planaltina, na Avenida Uberdan Cardoso, desde às 9h, oferecendo gratuitamente orientações sobre formalização de empresas, declaração anual do MEI, emissão de notas fiscais, regularização de débitos, acesso a crédito, gestão financeira e estratégias de marketing para pequenos negócios.
Às 19h, o encerramento das atividades contará com uma palestra-show da cantora e empresária Roberta Miranda, que compartilhará experiências sobre trajetória profissional, empreendedorismo e construção de carreira. Durante o evento, os participantes também poderão garantir participação no sorteio de duas motocicletas Honda CG 160 Start 0 km promovido pelo Sebrae no DF.
Planaltina abre programação da Semana do MEI com atendimentos gratuitos e palestra de Roberta Miranda
A Semana do Microempreendedor Individual (MEI) 2026 começa nesta segunda-feira(25) em Planaltina. Promovida pelo Sebrae no Distrito Federal, a programação é realizada no Complexo Cultural de Planaltina, na Avenida Uberdan Cardoso, desde às 9h, oferecendo gratuitamente orientações sobre formalização de empresas, declaração anual do MEI, emissão de notas fiscais, regularização de débitos, acesso a crédito, gestão financeira e estratégias de marketing para pequenos negócios.
Às 19h, o encerramento das atividades contará com uma palestra-show da cantora e empresária Roberta Miranda, que compartilhará experiências sobre trajetória profissional, empreendedorismo e construção de carreira. Durante o evento, os participantes também poderão garantir participação no sorteio de duas motocicletas Honda CG 160 Start 0 km promovido pelo Sebrae no DF.
A arte, a memória e a identidade de Brasília se encontraram em uma noite especial, na quinta-feira (21), que marcou a inauguração do monumental painel “Brasília em Linhas do Tempo”, do artista Jailson Belfort, na fachada do Arquivo Público do Distrito Federal.
O evento reuniu autoridades locais e nacionais, representantes do setor cultural, designers, artistas e convidados apaixonados pelas artes em uma celebração à história e ao patrimônio da capital federal.
A iniciativa, realizada pela Adegraf, celebra os 40 anos do Arquivo Público do DF e os 66 anos de Brasília com uma obra de grandes proporções — 72 metros de largura por 8 metros de altura — que transformou a obra original do artista feita com canetas esferográficas, em um painel monumental.
O painel apresenta uma linha do tempo visual com alguns dos principais monumentos da cidade, entre eles o Congresso Nacional, a Catedral Metropolitana, a Ponte JK e a Torre Digital, transformando a fachada do Arquivo Público em um verdadeiro marco artístico urbano.
Além da inauguração do painel, os convidados também puderam conhecer a exposição “Brasília em Linhas do Tempo”, aberta ao público até o dia 21 de junho. A mostra reúne cerca de 30 obras de Jailson Belfort, além de croquis, fotografias, vídeos e materiais históricos que revelam os bastidores do processo criativo e reforçam a conexão entre arte e memória.
A noite foi marcada pelo encontro entre cultura, design e patrimônio, reafirmando o papel de Brasília como Cidade Criativa do Design reconhecida pela UNESCO e fortalecendo o compromisso das instituições envolvidas com a valorização da arte e da história da capital.
No próximo dia 30 de maio a cena urbana de Planaltina ganha um novo fôlego com a realização da 3ª edição do Festival Quebradas: Arte, Literatura e Hip-Hop. Com uma programação inteiramente gratuita e focada no protagonismo feminino, o evento ocupa o Half no Jardim Roriz a partir das 15h, promovendo um encontro intergeracional que une a leveza das oficinas infantis ao impacto social do rap nacional.
O festival não é apenas um evento de entretenimento, mas um manifesto de resistência que utiliza os quatro elementos do Hip-Hop para pautar temas urgentes como o combate à violência de gênero e a saúde nas periferias.
Formação e Futuro: O Espaço Cria A tarde começa ao som da DJ Nilma, que embala o Espaço Cria. Enquanto os pequenos aproveitam pipoca e algodão doce, o festival investe no legado da cultura de rua com atividades formativas:
Oficina de Grafite com Negonica: Expressão visual e cores ocupando o imaginário infantil.
Oficina de Escrita Criativa com Njow: O poder das palavras e da rima desde cedo. Literatura como Ferramenta de Luta
Às 17h, o festival abre espaço para o pensamento crítico com o lançamento do livro “Hip-Hop pelo fim do feminicídio” e da Revista Saúde nas Quebradas. O debate reúne vozes fundamentais da resistência cultural e acadêmica:
“O diálogo entre a arte e a sobrevivência é o que mantém a periferia viva. Trazer nomes como Vera Eunice de Jesus (filha da escritora e poetisa Carolina Maria de Jesus), Lunna Rabetti e Vera Veronika para este debate é honrar nossa ancestralidade e projetar um futuro mais seguro para as nossas.”, diz Rebeca Carmo, Coordenadora do projeto.
Já para Ravena Carmo, umas das idealizadoras da iniciativa, lançar este livro é um marco temporal em meio à grave crise da epidemia de feminicídio que temos vivido.
“Mais do que uma obra, este livro é um manifesto. Que ele provoque incômodo, que faça as pessoas olharem com atenção para o que estamos dizendo e que ecoe como um grito coletivo: nenhuma a menos”, conclui.
Palco: Do Talento Local à Lenda Viva A partir das 18h, a música e a dança assumem o controle com um line-up majoritariamente feminino, que abre caminhos e celebra a diversidade da cultura de rua: Aline MC: Traz a lírica afiada para abrir os shows. Batalha das Gurias: A arena onde o improviso e a rapidez de raciocínio das mulheres ganham destaque.
BSB Girls: Performance de breaking que desafia a gravidade e o preconceito. Sharylaine: A pioneira. Uma oportunidade rara de ver de perto uma das figuras centrais da história do rap brasileiro.
Para coroar a noite, mostrando que a luta pelo protagonismo feminino também se faz em parceria e sintonia, o encerramento fica por conta do grupo Subconsciente. Com uma formação mista que une vozes masculinas e feminina, o grupo sela a 2ª edição do Conexões de Quebrada com a força e a união do rap local.
PROGRAMAÇÃO DO FESTIVAL QUEBRADAS 15h Abertura com DJ Nilma 15h Espaço Cria (destinado às crianças)
Oficina de Grafite com Negonica
Oficina de Escrita Criativa com Njow
Algodão doce + Pipoca 17h Lançamento do livro “Hip-Hop pelo fim do feminicídio” e Revista Saúde nas Quebradas Com as organizadoras do Livro Ravena Carmo e Eulla Yaá + Vera Eunice de Jesus, Lunna Rabetti, Vera Veronika e Osvaldo Bonetti (FioCruz Brasília) 18h Aline MC 18h30 Batalha das Gurias 19h40 BSB Girls (Breaking) 19h50 Sharylaine 20h40 Encerramento – Subconsciente
Serviço Evento: Festival Quebradas: Arte, Literatura e Hip-Hop Data: 30 de maio de 2026 Horário: Das 15h às 21h Local: Half – Jardim Roriz – Planaltina – DF Entrada: Gratuita – só chegar e colar! Classificação: Livre para todos os públicos
It’s Time Brechó ocupa novo espaço cultural da capital, reunindo expositores de moda, acessórios, arte e gastronomia, além de atrações com DJs convidados
A Varanda BSB realiza, nos dias 23 e 24 de maio, sua estreia no foyer da Sala Martins Pena, do Teatro Nacional, consolidando a proposta de ocupar espaços culturais da capital com experiências que integram moda, economia criativa, arte e gastronomia. Com entrada gratuita, o evento acontece das 11h às 19h e reúne cerca de 30 expositores, entre brechós, joalherias autorais, eyewear, macramê, body chains e marcas independentes.
Entre os nomes confirmados estão Vinovi Brechó, Fios da Gaby, Brechó da Maria, Use Brechó, Garimpei Brechó, Lus Brechó, Arquivo 2.0, Caveirou!, Deby & Dany Brechó, Chica Chic Brechó, Só o Ouro Brechó, GD Moda Feminina, Cara Nova Brechó, Magnólias Brechó, Brechó da Glória, Jane & Jane Brechó, Bonita Chic Brechó, Urbanoise Jewelry, Dipapíer, R Lima Joias, Sap Joias, Urbanoise Eyewear, Rodrigo Nardotto (pintura em tela), Ma.Bel com Arte, Ateliê Adrianna B., Armazém Purple, Adriana Pratas e Josy Oliveira Store. Além desses, na gastronomia marcarão presença o Help Restaurante e Delícias da Lu. E trazendo produtos esotéricos a Arcana Nery Tarot.
Além da curadoria voltada à moda circular, ao consumo consciente e ao design independente, a programação conta com apresentações musicais durante os dois dias de evento. No sábado (24), a DJ Sarahecanela se apresenta às 13h, seguida pelo DJ Chickão, às 16h. Já no domingo (25), Marina Moraes assume o som a partir das 13h e o encerramento fica por conta do DJ Maraskin, às 16h.
Reconhecida por transformar espaços culturais da cidade em pontos de encontro para a economia criativa local, a Varanda amplia sua atuação ao ocupar um dos ambientes mais tradicionais do circuito cultural brasiliense. A proposta é fortalecer marcas independentes e incentivar experiências de convivência, arte e consumo autoral. Acompanhe outras informações sobre a Varanda BSB pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=jWc2nVOv4uA .
Serviço:
Evento: It’s Time Brechó (Encontro de Brechós)
Realização: Varanda BSB – Feira Cultural
Quando: 23 e 24/05
Onde: foyer da Sala Martins Pena – Teatro Nacional – Setor Cultural Norte (SCN), Via N2, s/n (próximo à rodoviária do Plano Piloto)
Por Silvana Sousa, Beatriz Bonfim, Marina Ferreira, Claudia Meireles – Metropoles vida & estilo
Foto divulgação
Iniciativa do Metrópoles Artes, a exposição Constelações Contemporâneas evidencia a diversidade da cena artística em Brasília
Em uma noite marcada pela valorização da arte produzida no Distrito Federal, a exposição Constelações Contemporâneas da Cena Artística de Brasília foi oficialmente aberta nessa terça-feira (19/5), no Foyer da Sala Villa-Lobos, um dos espaços culturais mais emblemáticos da capital. Realizada pelo Metrópoles Arte, a iniciativa reuniu artistas, autoridades e convidados em uma grande celebração da produção cultural brasiliense.
Com curadoria de Monica Tachotte, a mostra gratuita apresenta cerca de 200 obras assinadas por 40 artistas de diferentes gerações, evidenciando a diversidade, a força e a pluralidade da cena artística local. O projeto também reforça a ocupação de espaços icônicos de Brasília por manifestações culturais, aproximando o público da produção desenvolvida no DF.
Entre os presentes na abertura, esteve a governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP-DF), que destacou a relevância da iniciativa para ampliar a visibilidade dos artistas da capital e fortalecer e posicionar a capital como uma referência na produção de artes visuais.
“Muitos desses artistas já são reconhecidos internacionalmente e pouco conhecidos aqui no Distrito Federal. Essa iniciativa dá vida ao Teatro Nacional, ao trazer pessoas para cá e chamar o meio cultural. Tenho certeza de que isso é muito importante para que Brasília tenha a vocação de ser a capital da República. Esse espaço foi pensado para isso. Uma exposição como essa mostra a força que é a nossa cultura”, frisou Celina Leão.
Constelações Contemporâneas exalta artistas brasilienses em celebração da potência local
A coluna acompanhou a abertura da exposição e conversou com os artistas participantes sobre a importância do projeto para a valorização da arte brasiliense.
André Santangelo trouxe para Constelações Contemporâneas uma série de fotografias sobrepostas feita a partir de uma técnica própria desenvolvida há 20 anos
“Eu fiz uma exposição aqui no mezanino em 1999 e, em 2000, levei essa mesma exposição para Londres. Esse é um espaço que estava fechado há muitos anos e, para mim, voltar aqui e expor é superlegal. Quanto mais eventos acontecem na cidade, mais a gente aumenta o público e, consequentemente, o segmento. É melhor para todo mundo.”
Reconhecido por seu trabalho de reconfiguração do imaginário, Antonio Obá apresenta obras da série Sonambúlicas — feitas no limiar entre sono e vigília durante a preparação de uma exposição
“É uma honra estar nesse lugar com esse grupo de artistas — uma boa parte conheço, são amigos de caminhada, pessoas muito queridas — e que, com o passar dos anos e decorrido do trabalho, a gente acaba perdendo o contato. Ter essa possibilidade tão bonita de celebrar isso conjuntamente é, para mim, muito honroso.”
Bruna Zanatta apresenta quatro obras têxteis, feitas a partir da técnica tufting, na qual explora a relação entre textura, cor e movimento como forma de expressão emocional e espacial
“Depois de passar muito tempo me reconhecendo só como uma fazedora, eu entendi que existia um pouco além, que era a inevitabilidade de criar. Eu acho que todo artista tem isso, independente do como, do onde ou do porquê. Existe uma força que te faz querer criar e se descobrir por meio desse processo de criação. Eu acho que ser artista é um pouco disso e aqui tem muitos artistas já são superreconhecidos. Quando eu descobri que a gente ia participar com eles, foi uma honra muito grande.”
Carlos Lin destaca o uso dos materiais in natura nas obras como um resgate do seu “eu criança”, que cresceu em meio à zona rural e contato com a natureza
“O convite da Monica, curadora, para participar da exposição, para mim, foi um presente da vida. Ela foi minha estudante na universidade. Tive o privilégio e a honra de ser professor dela. Depois, a gente trabalhou junto. E, quando ela me fez o convite, meu coração ficou quentinho.”
Em Constelações Contemporâneas, Camila Soato traz quatro Óleos sobre tela, nos quais explora a arte contemporânea a partir do conceito de fuleragem, que propõe a precariedade, o humor e a gambiarra como métodos legítimos de produção poética
“Antes mesmo de entrar na faculdade era um espaço que eu vinha, que eu permeia. Retomar esse lugar com as minhas obras e de vários colegas celebra o Distrito Federal […]. Aqui, você tem referência do Athos Bulcão, de Brasília, das brincadeiras debaixo do bloco. Ao mesmo tempo, Brasília, o Plano Piloto, em volta, tem todas as RAs — as cidades satélites, como se dizia. E o cotidiano também, essa mistura da roça com o urbano, das brincadeiras que vêm de lá e vêm para cá”, disse.
A artista e pesquisadora Capra Maia compõe a exposição com a instalação Arkhé e a obra Pele do Tempo: descamações. Ela utiliza a técnica de cianotipia para imprimir de forma artesanal as fotografias antigas da família
“É um evento grande, a gente fica feliz de estar participando. Movimenta mesmo a cena da cidade, sem dúvida. E de ter um público tão grande, não é? Porque muitas vezes a gente monta exposições e acaba sendo sempre um mesmo público que frequenta. Acho que é interessante a gente ter uma circulação e uma relevância maior, de fato ser visto.
Celso Junior é fotojornalista e tem uma linguagem sensível e direta, focada na atenção ao cotidiano e ao registro documental
“Para o circuito de artes de Brasília, Constelações Contemporâneas representa um deslocamento importante de eixo. A mostra articula produções que dialogam diretamente com a matriz modernista da cidade, ampliando o debate estético da capital ao inserir novas gramáticas visuais em um território historicamente vinculado ao patrimônio arquitetônico. Para a cena local, significa atualização do nosso repertório de arte.”
Artista e professor da Universidade de Brasília, Christus Nóbrega expõe a série a Roupa Nova do Rei, inspirada no conto de Hans Christian, feita a partir da técnica milenar chinesa Jianzhi
“Esse é um espaço que nasce com um DNA do Teatro, das danças, das artes cênicas, mas que agora se expande, se conecta. Uma cenografia muito bonita, muito bem executada, uma cenografia do Gerivaldo Tavares que se conecta com o prédio — parece que sempre existiu aqui. E parabenizar também o Metrópoles por trazer, produzir, como mais um agente da cultura de Brasília”, disse.
A obra apresentada por Daniel Jacaré na mostra Constelações Contemporâneas integra a Série Luzes, pesquisa em que o artista retrata a cidade por meio de pontos luminosos, cores e movimentos, sem representar diretamente suas formas
“Desde o momento em que fui convidado para participar da exposição até agora, a ansiedade permaneceu a mesma. A reabertura do Teatro Nacional, voltada para uma iniciativa tão importante de valorização do cenário artístico de Brasília, torna tudo ainda mais simbólico. Sinto-me muito lisonjeado. Mais do que sobre as minhas obras, esta exposição fala sobre a força coletiva dos mais de 40 artistas reunidos aqui para impulsionar a arte produzida na cidade.”
Brasiliense, Daniel Toys é um dos nomes mais reconhecidos da arte urbana e pintura contemporânea da capital federal
O trabalho exposto estabelece um diálogo entre o Cerrado e o Sertão nordestino, reunindo referências de origem, memória e pertencimento. A proposta parte da ideia de “pintar um sonho”, transformando desejos, lembranças, poesia e símbolos cotidianos em composições marcadas por ícones que representam a trajetória humana e os diferentes caminhos da vida.
“É uma troca muito rica e uma experiência especial ver uma exposição que aborda a caminhada e a trajetória de cada artista a partir de diferentes visões. Iniciativas como essa são muito importantes para a cultura, para a cena artística e para o público, além de ampliarem a visibilidade dos talentos que Brasília apresenta.”
As obras de Desirée Feldmann incorporam técnicas de manufatura, como costura, modelagem e encadernação, reinterpretadas em uma linguagem contemporânea que valoriza saberes manuais transmitidos entre gerações
“Se você observar com atenção, o trabalho carrega diversos detalhes ligados a técnicas tradicionais de manufatura, como costura, modelagem e encadernação. São processos manuais que atravessam gerações e que eu gosto de chamar de ‘tecnologias atemporais’, porque permanecem vivos através das pessoas e das memórias. É muito legal estar nesse espaço ao lado de tantos artistas importantes para a cena de Brasília. Me sinto muito honrada.”
O projeto colaborativo DUPLAplus surge da parceria de Luisa Günther e Ary Coelho — falecido em 2017. Juntos, exploram fotodanças como objeto de memória, afeto e permanência. Hoje o projeto segue com a ajuda das filhas, Emilia Gunther, Betina Gunther e Flora Gunther
“Num primeiro momento, eu tirava a foto dele, uma foto nossa. E aí quando ele desencarnou, eu falei: ‘Gente, como é que eu vou continuar sendo DUPLAPlus se eu não tenho mais o meu par?’. Foi quando entendi que a minha dupla era qualquer outro fotógrafo — uma pessoa do outro lado da câmera. Então, aqui o espectador, ou uma pessoa tirando foto, já era minha dupla. Todo mundo que passou aqui pela frente virou minha dupla nesse momento. Virou um trabalho mais de abraço, em coletivo.”
Nascido em Ceilândia e criado em Minas, Gabriel Matos explora a trajetória de exílio rural por meio de obras que passeiam entre a fotografia, o bordado, a colagem e a escultura
“Acredito que boa parte do que a Monica quis trazer com meu trabalho foi mostrar esse perpasso através do exílio do rural, que é muito o que minha poética fala. Nasci em Ceilândia, mas não me considero ceilandense naturalmente, porque eu só nasci lá. Me considero fruto do exílio do rural — que eu preciso sair para nascer, porque na minha cidade não tem infraestrutura. As pessoas não nascem lá, lá não entra na taxa de natalidade. A gente acaba vindo para a capital, que é a cidade maior e mais próxima.”
Orgulhosamente “cria de Ceilândia”, Gu carrega na arte e no nome o orgulho da região em que nasceu. Para Constelações Contemporâneas, explora fotografia, intervenção urbana e audiovisual para refletir a cidade e o pertencimento
“Ceilândia é minha inspiração diária. As ruas de Ceilândia, o movimento de Ceilândia, a cultura que ela proporciona para a gente — que é também a cultura do Distrito Federal. Eu gosto de pensar essa ideia do Distrito Federal como um todo, porque a gente sabe que são diferentes territórios, cada um carregando a sua verdade, que contribui para ser tudo isso, para pulsar. E essa ideia também de entender e valorizar esse território como um território”, destaca.
A série Do Chão para o Chão, aposta de Helena Lopes em Constelações Contemporâneas, é resultado de uma experiência física e existencial, na qual explora memória, ausências e permanência por meio do observar e fotografar o chão
“Quando chego a 2019, eu visito a Polônia e visitamos um campo de concentração. Então, esse chão que está nas fotografias é o chão do campo de concentração da Polônia. São muitas fotografias. Eu demorei quatro anos para resolver essa série. A fotografia é feita de forma digital — no celular.”
Formada em artes visuais pela Universidade Federal da Paraíba, Íris Helena investiga criticamente a paisagem urbana de Brasília. Na obra Primeira Pedra, exposta na mostra, ela utiliza impressão sob Pedras Portuguesas coletadas na Praça dos Três poderes
“Eu sou uma artista que tem muito interesse sobre ruínas, sobre aquilo que se transforma. Inclusive, os próprios materiais que eu uso. Eu sempre utilizo materiais que são não usuais para fotografia, como, por exemplo, um lembrete, um papel higiênico. Então, são coisas muito frágeis. Ou então uma pedra, né? Em tudo isso eu fico tentando trabalhar: a memória, a imagem fotográfica e essas histórias que eu conheço da cidade, de uma forma em que vai agregar um significado diferente.”
Natural do Rio Grande do Sul, Léo Tavares revela que acolheu Brasília como lar e que grande parte de seu repertório criativo nasceu no Planalto Central
“Eu fiz faculdade de artes plásticas na UnB, atualmente chamada de artes visuais. Foi no campus que desenvolvi interesse pela ligação entre a escrita e a imagem. Eu transitava entre dois mundos: o da palavra e o da visualidade. Aqui, estão expostos trabalhos de assemblagem que fazem parte de uma produção mais recente. Embora não integrem uma série e sejam independentes entre si, ainda existe uma ligação pela técnica e pelos elementos da literatura e da poesia.”
Em Brasília desde os 11 anos, a paraíbana Luíza Gunter é professora do Departamento de Artes Visuais da Universidade de Brasília (UnB) e traz para a exposição a obra Sobre o acúmulo das intenções insistentes diante o incerto, que traz camadas temporais e afetivas
As obras expostas de Luisa Günther dizem muito sobre suas paixões. “Temos duas entradas de produção: pinturas e fotoperformance. As pinturas que trago, na verdade, são ‘desenhuras’. É justamente essa mistura entre o desenho e a pintura. Espero que as pessoas se divertem e mergulhem nos trabalhos”, disse.
Maria Porto é brasiliense e vê na cidade um potencial de referência nas artes visuais. Para Constelações Contemporâneas, traz as obras Primeiro Pedaço, Uma Festa de Adeus e Surpresa, em que explora metáforas e texturas
“Brasília ainda é uma cidade muito jovem e, por isso, muitas vezes existe esse movimento de olhar para fora. Ter exposições e iniciativas como essa fortalece a cena local e faz a gente criar mais laços e raízes aqui. É muito bonito ver artistas de diferentes gerações coexistindo nesse espaço — nomes mais antigos, artistas da minha idade e até mais jovens. Ver tudo isso acontecendo em Brasília mostra que a produção contemporânea daqui também tem força, sem precisar sair para São Paulo ou Rio. Vivenciar a cidade é bem importante.”
Radicada em Brasília, Marina Fontana usa a paisagem de Brasília como campo de pesquisa para criação de seus acrílicos, bem como fotografias e colagens. Para Constelações Contemporâneas, exibe a série Pau-ferro e a obra Rizomas da Alma
“O meu campo de pesquisa é a paisagem de Brasília. Me aprofundo muito nos detalhes, fotografo muitos detalhes. E o pau-ferro é um campo de investigação. Eu fotografo os troncos e me inspiro neles. A série Pau-ferro é isso: é a inspiração desses troncos, das texturas, nas cores, nas formas.”
Artista plástico e professor aposentado de desenho, pintura e história da arte da Universidade de Brasília, Nelson Maravalhas expõe três pinturas hipnagógicas na mostra
“A abertura da exposição é um sucesso de público e promove um encontro entre diferentes gerações de artistas da cidade. Acredito que eu seja um dos mais experientes da mostra, ao lado de muitos artistas jovens, o que deixa interessante a cena cultural de Brasília.”
Patrícia Monteiro usa as paisagens do Cerrado para construir imagens como território de memória
“Fiquei muito feliz com o convite do Metrópoles e por ver meu trabalho como artista plástica sendo valorizado. O Cerrado está muito presente nas minhas obras, nesse resgate das paisagens e das memórias afetivas que carrego, principalmente da minha relação com a Chapada dos Veadeiros. Trago tudo isso de forma abstrata, deixando o espectador livre para interpretar. Muitas vezes, o que eu vejo não é o que o outro vê e é justamente essa troca de percepções e memórias que eu me interesso em provocar.”
De Sobradinho, Pamella Anderson investiga a cultura digital brasileira como campo simbólico e político. Para as exposição Constelações Contemporâneas, provoca o observador com as obras Alguém tem que chorar pros mlk sorrir e Deu a louca no gerente
“É importante ter um novo espaço dando visibilidade tanto para jovens artistas quanto para artistas mais experientes. As minhas pinturas nascem da influência dos rage comics, dos memojis e da linguagem dos emojis e smiles da internet. Elas misturam humor, exagero e excesso visual, quase como um ‘vômito ultraprocessado’ de referências digitais e emoções contemporâneas.”
Formada pela Universidade de Brasília, PatríciaBagniewski investiga o vidro como matéria orgânica e simbólica, explorando luz, transparência e transformação
“É especial estar cercada de colegas com quem estudei ou com quem divido outras mostras. Acho que existe uma felicidade coletiva de estarmos juntos neste momento histórico de reabertura de um espaço que amamos e que simboliza tanto para Brasília. As pessoas vinham muito aqui ver orquestra e agora ele é dedicado também às artes visuais. É superemocionante.”
Paula Calderón, artista visual brasiliense desenvolve a pintura como investigação da paisagem do Cerrado e construção de Brasília — uma forma de explorar a memória da cidade e as camadas que moldam o território
“Eu vim com cinco trabalhos. São pinturas sobre tela, todas telas relativamente grandes, e nelas eu retrato cenas da construção de Brasília. Nessa série, eu queria trabalhar muito essa questão das pessoas que vieram para a construção, sabe? Pessoas que vieram de vários lugares diferentes e largaram a vida para tentar um negócio novo em uma cidade que nem existia ainda.”
O ciclo da matéria orgânica e inorgânica e o papel dos processos de contaminação e transformação são o ponto central do trabalho da artista, Raquel Nava, que tensiona a natureza e os resíduos nas obras que compõem a exposição
“Brasília tem muitos artistas, mas ainda poucos espaços dedicados à arte. Existem instituições importantes, como o CCBB Brasília e a Caixa Cultural Brasília, mas as galerias independentes ficam abertas e, depois de um tempo, fecham. Quando estão funcionando, são espaços bastante frequentados e vivos. Existe uma rede artística muito unida em Brasília. Os artistas se acompanham, se frequentam e se fortalecem.”
Sobre a obra apresentada em Constelações Contemporâneas, Raylton Praga explicou que sua pesquisa é baseada em formas geométricas e na liberdade de interpretação do público
“Está tudo muito bonito, e fazer parte de uma exposição com tanta gente bacana é uma alegria imensa. Quando cheguei e fui procurar meu trabalho, fiquei muito contente com o resultado. Quando recebi o convite, apresentei vários trabalhos para a curadoria, e fico muito feliz com a escolha feita e com a forma como a obra dialoga com a exposição.”
Rogério Roseo desenvolve a pintura centrada na experiência humana e na introspecção
“Eu sou um jovem artista e, quando recebi o convite da Mônica, fiquei realmente muito honrado. De fato, a exposição reúne artistas de altíssimo nível. Você vê a qualidade dos trabalhos apresentados. Para qualquer artista, estar nesse ambiente, nesse espaço, é muito especial.”
Mestre em Poéticas Visuais pela Universidade Paulista, Samantha Canovas investiga o têxtil como linguagem e a relação com o vestuário, propondo reflexões sobre as fronteiras entre arte e artesanato
“É uma seleção de artistas muito ampla e que representa o que a arte do Centro-Oeste vem se tornando. Poder acompanhar a repercussão, ver as fotos da exposição e perceber como as minhas obras estão inseridas nesse contexto me deixa muito feliz. Uma delas é um trabalho muito significativo para mim: o Projeto 366, uma performance realizada ao longo de um ano. Na verdade, foram 367 dias em que usei apenas uma única roupa: o macacão que agora está exposto na mostra.”
Mestre em artes visuais pela Universidade de Brasília, Taigo Meireles dialoga com a tradição de pintura histórica, cenografia clássica e cinema
“Eu acho que é uma iniciativa excelente. Contempla gerações diferentes, produções diferentes, faz com que as pessoas se encontrem, ponham as obras lado a lado, cria contato, diálogo estético e coloca isso à disposição de um público que também reivindica a cidade.”
Artistas visual, fotógrafa e designer de moda, Thamires Moreira investiga memória, afeto e paisagem como territórios simbólicos. Para Constelações Contemporâneas, trouxe a série Serra Dentro
“Comecei a pintar profissionalmente, digamos assim, em 2021, quando vendi meu primeiro quadro. As obras expostas hoje têm tudo a ver com as minhas origens: o Cerrado, a natureza e um pé de pequi em que eu subia quando era criança. Os quadros Ingá, Ingá 1 e Ingá 2 estão entre os meus preferidos. Eles foram feitos em homenagem à minha avó, que morreu na pandemia de Covid.”
Valéria Pena-Costa desenvolve uma pesquisa centrada o tempo com força ativa sobre a matéria. Quando eu ainda era estudante da UnB, fez exposições no Teatro Nacional e destaca o desejo de contribuir positivamente o público brasiliense
“São quatro obras aqui, porque uma delas é um díptico. Meus trabalhos falam de fabulações, de memórias infantis. Eu espero, realmente, que as minhas obras emocionem as pessoas e que as pessoas busquem um pouco além daquilo que veem. Porque o meu trabalho sempre propõe algo por trás daquilo que é visível. Essa é a minha intenção.”
Natural de Brasília, Victoria Serednicki é um prodígio da cena artística brasiliense, com produções que transitam entre o figurativo e o abstrato
“As minhas obras presentes na mostra propõem uma reflexão sobre a paisagem como construção simbólica da vida. Minha prática artística se constrói a partir da experiência direta com o mundo, das vivências, dos deslocamentos e do tempo dedicado à observação. A filosofia está profundamente presente nesse processo, orientando reflexões sobre o tempo, a impermanência, o silêncio e a forma como nos relacionamos com aquilo que nos cerca”, compartilha.
Virgílio Neto trabalha com arte há 15 anos e se destaca pelo olhar autêntico e uso de diversos materiais e narrativas
“Os trabalhos que foram escolhidos têm muito a ver com o momento em que eu estou. Eu tenho reunido várias temáticas, mas elas têm se afunilado em paisagem, partindo da ideia do Cerrado, da terra, que se mistura também a questões de memória, questões oníricas. Eu tento fazer nas minhas pinturas um retrato, mas que não é óbvio, não é cartesiano. Inclusive, esses trabalhos que eu faço sobre Brasília são tudo, menos cartesianos”, detalha.
A atividade integra o ciclo de oficinas do projeto realizado pelo Zenga Baque Angola; o encontro é no domingo (24), às 10h
O som pulsante da caixa de maracatu será o centro da próxima atividade do Ecos Ancestrais, do grupo Zenga Baque Angola. Neste domingo (24), às 10h, a Casa de Cultura do Guará recebe uma oficina gratuita dedicada ao instrumento, conduzida pelo percussionista Leonardo Balbino. As inscrições podem ser realizadas pelo formulário eletrônico.
Presente nas tradições do Maracatu-Nação, a caixa é um dos instrumentos responsáveis por sustentar o ritmo e conduzir a energia dos cortejos. De origem afro-brasileira, ela carrega influências das práticas musicais trazidas pelos povos africanos ao Brasil e ocupa papel essencial na identidade sonora do Maracatu de Baque Virado, como também é conhecido Maracatu-Nação.
No maracatu, cada nação desenvolve formas próprias de tocar a caixa, criando levadas características e modos distintos de diálogo entre os instrumentos da percussão. O toque da caixa se conecta diretamente com alfaias, gonguês e agbês, formando a base rítmica que marca a manifestação cultural. Além da força sonora, o instrumento exige técnica, resistência física e sintonia coletiva entre os batuqueiros.
A oficina proposta por Leonardo Balbino busca apresentar fundamentos do instrumento, técnicas de execução e noções de prática coletiva, aproximando participantes da tradição do Maracatu-Nação. A atividade é aberta tanto para iniciantes quanto para pessoas que já possuem experiência com percussão.
O encontro integra um ciclo de oficinas promovido pelo Zenga Baque Angola ao longo de 2026. O Ecos Ancestrais prevê atividades formativas sobre instrumentos do Maracatu de Baque Virado, além de ações de confecção e manutenção de instrumentos, produção de figurinos e fortalecimento das práticas culturais do grupo. A programação contará ainda com oficinas conduzidas por integrantes da Nação de Maracatu Leão da Campina, referência na tradição pernambucana do maracatu.
Zenga Baque Angola
Fundado em 2017, o Zenga Baque Angola nasceu a partir do encontro entre batuqueiros de Brasília e o mestre Hugo Leonardo, regente da Nação de Maracatu Leão da Campina. Desde então, o coletivo constrói uma trajetória de conexão entre o Distrito Federal e Pernambuco, mantendo vínculos culturais e espirituais com a tradição do maracatu-nação. O grupo é filiado à Nação Leão da Campina e recebe orientação espiritual da Mametu Nadja Baléginam, matriarca do terreiro Kaiangu Kia Ítembu e sacerdotisa do Candomblé Angola Goméia.
Além das oficinas, o projeto também contará com a produção de registros audiovisuais das atividades, que serão divulgados nas redes sociais do grupo como forma de ampliar o alcance das ações e difundir a cultura do maracatu.
O Ecos Ancestrais é realizado pelo Grupo Zenga Baque Angola, com fomento do Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF) e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa.
Programação do Ecos Ancestrais:
24 de maio: Oficina de Caixa, com Leonardo Balbino
28 de junho: Oficina de Gonguê, com Jorge do Pandeiro
16 de agosto: Oficina de Alfaia, com Alessandra Rosa
Serviço – Oficina de Caixa de Maracatu Com Leonardo Balbino
A cantora e compositora brasiliense Rebecca Pacheco fará a abertura da cerimônia de premiação do 4º Prêmio Engenho Mulher na próxima segunda, dia 25 de maio. “Ela é uma jovem artista muito talentosa, convidada para a ocasião por ter tido sua formação no Instituto Reciclando Sons, projeto lindamente conduzido há mais de 26 anos pela maestrina Rejane Pacheco, lá na Estrutural. Rejane é vencedora do Prêmio Engenho Mulher, edição 2024”, conta Kátia Cubel, que dirige o Prêmio Engenho.
A solenidade trará outras surpresas, protagonizadas por mulheres que lideram iniciativas em suas respectivas áreas, entre elas a estilista Ana Paula Ávila, da Confraria, e a presidente da Abrabe e líder do programa de economia circular Glass is Good, Cristiane Foja.
A cerimônia acontece na segunda, dia 25 de maio, numa solenidade para convidados, no Museu de Arte de Brasília.
Evento nos dias 27 e 28 de maio, no Pátio Brasil Shopping, reúne potências da modalidade e promete jogos intensos com entrada gratuita
O basquete urbano vai tomar conta da capital federal com a realização do Challenger internacional de basquete 3×3, que acontece nos dias 27 e 28 de maio, no Pátio Brasil Shopping. O evento reúne algumas das principais equipes da modalidade no mundo e promete dois dias de disputas intensas, aproximando o público brasileiro de um dos esportes que mais cresce globalmente.
Com formato dinâmico, partidas rápidas e alto nível técnico, o torneio contará com a participação de times de diferentes países, reforçando o caráter internacional da competição. Estão confirmadas equipes da Bélgica, Reino Unido, Espanha, Estados Unidos, com três times na disputa, Suíça, República Tcheca, Alemanha, Lituânia, Brasil, também com três representantes, além da República Dominicana.
O basquete 3×3, modalidade reconhecida pela Federação Internacional de Basquetebol e que ganhou ainda mais visibilidade após sua estreia nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, tem conquistado fãs ao redor do mundo por sua proposta ágil e acessível. Disputado em meia quadra, com três jogadores de cada lado, o jogo exige estratégia, velocidade e precisão, tornando cada partida imprevisível até o último segundo.
“Uma grande honra para nós do Pátio Brasil sediarmos o FIBA 3 x 3 Challenger Brasília 2026, renovando nossa exitosa parceria iniciada na edição 2025. Já estávamos com saudade daquela contagiante energia que nos foi proporcionada pelos grandes jogadores, de tantas nacionalidades, e pelo público que respondeu com enorme entusiasmo a cada lance dos maiores astros mundiais desta modalidade que tanto cresce. A renovação da nossa parceria com a FIBA, com Secretaria de Esporte do DF e com a MCS Sports para a edição 2026 do FIBA 3 x 3 Challenger Brasília, reforça todo compromisso do Pátio Brasil Shopping, através do selo Pátio Sports, com o esporte na capital de todos os brasileiros”, comenta Augusto Brandão, Superintendente do Pátio Brasil Shopping.
A etapa de Brasília integra o circuito Challenger, que reúne algumas das melhores equipes do ranking mundial e serve como porta de entrada para competições ainda mais disputadas do calendário internacional. Além do alto nível esportivo, o evento também reforça o papel da cidade como palco de grandes encontros esportivos e culturais, ampliando o acesso do público a experiências globais.
“Trazer novamente um Challenger internacional de basquete 3×3 para Brasília é motivo de muito orgulho para nós da MCS Sports. A edição anterior mostrou a força da cidade como palco de grandes eventos esportivos e o enorme interesse do público pela modalidade. A renovação dessa parceria com a FIBA, o Pátio Brasil Shopping e a Secretaria de Esporte do Distrito Federal reforça a grandiosidade do projeto e o compromisso conjunto de promover experiências esportivas de nível internacional para os fãs brasileiros. Ter equipes de diferentes partes do mundo competindo aqui consolida Brasília no calendário global do basquete 3×3 e fortalece ainda mais o crescimento da modalidade no país”, afirma Mauricio Souza.
Com entrada gratuita e programação ao longo dos dois dias, o Challenger no Pátio Brasil Shopping deve atrair fãs de esporte, famílias e curiosos que querem conhecer de perto a energia do basquete 3×3. A expectativa é de jogos eletrizantes e arquibancadas cheias, consolidando o evento como um dos destaques do calendário esportivo de maio no país.
Shopping inaugura área dedicada aos fãs dos álbuns da Copa e mantém agenda gratuita de apresentações para a criançada aos domingos
Com a movimentação em torno dos álbuns da Copa do Mundo 2026 dominando as rodas de conversa entre crianças, adolescentes e colecionadores, o DF Plaza Shopping aposta em um novo espaço voltado à troca de figurinhas para transformar o hobby em experiência de convivência. A novidade chega em parceria com a Panini e a Livraria Leitura, reforçando a programação voltada para famílias e o público infantil no empreendimento.
O espaço de troca da Panini está localizado no 1º piso do shopping, em frente à loja Usaflex, e conta com mesas e cadeiras disponíveis durante todo o horário de funcionamento do empreendimento para receber colecionadores interessados em completar seus álbuns e trocar figurinhas. O local também reúne um ponto de vendas com opções de álbuns brochura e envelopes de figurinhas da Copa.
Já a Livraria Leitura, conhecida também pelas ações do Clube do Livro Infantil promovidas mensalmente no shopping, disponibiliza diferentes opções de boxes, incluindo versões com álbum capa dura e kits com dezenas de envelopes para começar a coleção. A livraria também conta com um espaço próprio para trocas de figurinhas, localizado em frente à loja, ampliando as opções de encontro e interação entre os colecionadores.
“Buscamos criar experiências que façam parte da rotina das famílias e incentivem momentos de interação. O espaço de troca de figurinhas e os teatrinhos fortalecem justamente essa proposta de convivência e diversão para diferentes idades”, destaca Nathália Amarante, coordenadora de Marketing do DF Plaza Shopping.
Teatrinhos de maio
A novidade complementa a programação fixa de teatrinhos infantis gratuitos promovida pelo shopping todos os domingos, às 14h, na Praça de Alimentação. Neste mês, a agenda inclui as apresentações Heróis de Pijama, no dia 17 de maio; Barbie: A Princesa e a Popstar, no dia 24 de maio; e Ursinho Pooh, no dia 31 de maio, levando personagens conhecidos do universo infantil para tornar o passeio em família ainda mais divertido, com momentos de interação, música e fantasia para as crianças.
Realizadas na Praça de Alimentação, também no 1º piso, as apresentações contam com distribuição gratuita de pipoca para o público infantil, tornando a experiência ainda mais divertida para as crianças. O espaço também traz mais conveniência para as famílias, que podem aproveitar a programação enquanto desfrutam das opções gastronômicas do shopping em um ambiente confortável e integrado.
Programação
Teatrinho Infantil – DF Plaza Shopping
Datas: 17, 24 e 31 de maio Horário: 14h Local: Praça de Alimentação – DF Plaza Shopping Entrada: Gratuita
Programação: 17/05 — Heróis de Pijama 24/05 — Barbie: A Princesa e a Popstar 31/05 — Ursinho Pooh
Espaço de trocas Panini e Livraria Leitura – DF Plaza Shopping Horário de Funcionamento: Das 10h às 22h — Segunda a sábado Das 14h às 20h — Domingo e Feriados
Filme de Mel Gibson, dividida em duas partes, estreia em 2027 e 2028
A Paris Filmes e a Lionsgate acabam de divulgar a primeira imagem de Jaakko Ohtonen no papel de Jesus Cristo nos filmes “A Ressurreição de Cristo: Partes I e II” (The Resurrection of Christ). Com Mel Gibson de volta na direção, a primeira parte do filme estreia em 6 de maio de 2027 e a segunda parte em 25 de maio de 2028. Baixe a imagem aqui.
O elenco ainda trará nomes como Mariela Garriga, Pier Luigi Pasino, Kasia Smutniak, Riccardo Scamarcio e Rupert Everett. O primeiro filme, “A Paixão de Cristo” (2004), fez mais de U$610.000 mundialmente e levou 5 milhões de brasileiros aos cinemas.
SOBRE A PARIS FILMES
A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H”, “Manas”, “Pedágio”, “Ritas” , “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, “A Empregada”, a franquia “Truque de Mestre” e “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia.
Entre os próximos lançamentos estão “Feito Pipa”, “Geni e o Zepelim”, “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, “Minha Melhor Amiga”, “Minha Vida com Shurastey” e “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita”.
Acompanhe as novidades sobre esse e outros lançamentos por meio das redes sociais:
Goiaba, uva e morango são exemplos de culturas que têm mudado o perfil do DF, gerando empregos e renda no campo e nos eventos
Enquanto o mundo olha para Brasília pelos monumentos, o Distrito Federal responde com sabor, tradição e uma produção agrícola que cresce cada vez mais. Vista internacionalmente como o centro político do país, Brasília também tem chamado a atenção pelo agronegócio e pela produção de frutas que cresce ano após ano no coração do cerrado brasileiro.
Dados da Emater-DF apontam que o Distrito Federal produziu mais de 40 mil toneladas de frutas em 2025, como resultado do trabalho de cerca de 5 mil produtores rurais. Esses trabalhadores vêm transformando o DF em uma referência nacional em qualidade, tecnologia e produtividade. O destaque é a produção de goiaba em Brazlândia. A cidade também lidera a oferta do morango no Distrito Federal.
Essa força do campo não aparece apenas na produção. Ela também ganha vida nas grandes feiras, que movimentam centenas de milhares de pessoas todos os anos e já se tornaram tradição no calendário turístico e cultural da capital.
Um dos maiores exemplos é a tradicional Feira da Uva e do Vinho de Brasília, realizada em Planaltina-DF. O evento reúne produtores, expositores, gastronomia, cultura, turismo rural e grandes shows nacionais, fortalecendo o setor vitivinícola do Cerrado e atraindo visitantes de outras regiões do país.
Outro grande sucesso é a Feira do Morango de Brazlândia, considerada uma das festas mais tradicionais do Distrito Federal. O evento celebra a força da produção de morangos da região, movimenta a economia local e recebe milhares de visitantes todos os anos com gastronomia típica, doces artesanais, atrações culturais e exposições.
Também em Brazlândia, a Feira da Goiaba se tornou símbolo da potência da goiaba produzida no Cerrado brasiliense. O evento destaca os derivados da fruta, fortalece os pequenos produtores e mostra como a agricultura familiar tem papel fundamental no desenvolvimento econômico da região.
Somadas, as três festas foram responsáveis, no ano passado, pela geração de 50 mil empregos diretos e indiretos e movimentaram mais de R$ 500 milhões na economia do DF.
Mais do que eventos, essas feiras representam a identidade de um novo momento vivido por Brasília: uma capital que deixa de ser conhecida apenas pela política e passa a ser reconhecida também pelo agro, pela agricultura familiar e pela capacidade de transformar o cerrado em vitrine nacional de produção e turismo rural.
Mostra inédita na Casa da Cultura da América Latina, no Setor Comercial Sul, expõe cerca de 120 itens do Acervo Doéthiro, com objetos etnológicos, fotografias históricas e obras raras. Programação gratuita inclui roda de conversa e oficina de gestão de acervos digitais
Álvaro Tukano, liderança indígena do povo Yepá-Mahsã é respeitosamente uma das grandes vozes pela luta dos direitos indígenas no Brasil e na América Latina.
A exposição “Vida e Luta de Álvaro Tukano: Acervo Doéthiro” rememora sua trajetória através de seu acervo particular que reúne mais de três décadas de militância e liderança. A mostra ocupará a Casa da Cultura da América Latina (CAL/UnB) de 28 de maio a 25 de junho de 2026, com abertura no dia 28 de maio às 19h.
Objetos oriundos do Xingu, como um chapéu de palha da etnia Karaja, cestos de fibra de arumã, da etnia Baniwa fazem parte da coleção etnológica, já na coleção de obras raras, uma seleção inédita de livros escritos na língua do povo Yepa Mahsã, a língua tukano.. O Acervo Doéthiro reúne objetos etnológicos, documentos históricos, fotografias, obras literárias raras.
O nome Doéthiro, inspirado na cosmologia do povo Yepa Mahsã, refere-se ao espírito do primeiro homem, o nome de batismo de Álvaro Tukano que se refere aquele que atravessa mundos e conecta tempos. É sob essa simbologia que o acervo se organiza: como um dispositivo de memória viva, tecido por redes de parentesco, cuidado, luta e conhecimento tradicional.
Preservação e apresentação do acervo
Mais do que uma coleção particular, o Acervo Doéthiro transforma a memória individual de Álvaro Tukano em patrimônio coletivo. Sua apresentação ao público cumpre funções fundamentais para a sociedade como um todo. Primeiro, o acervo reflete a sua luta em prol do movimento indígena nas últimas cinco décadas, período de grandes transformações e conquistas de direitos no Brasil.
Segundo, oferece material concreto para que estudantes, pesquisadores e comunidades indígenas possam conhecer e se reconhecer em sua própria história.
Terceiro, propõe um modelo descolonizado de gestão de acervos, baseado na gestão compartilhada entre a comunidade indígena e especialistas em ciência da informação.
Por fim, insere a memória indígena em um diálogo continental, reafirmando que os povos originários são parte viva e fundamental da América Latina. Todas as peças que compõem a exposição passaram por rigoroso processo de higienização, acondicionamento, inventário e digitalização, garantindo sua preservação física e documental. O acervo está disponível online na plataforma Tainacan, tecnologia desenvolvida na Universidade de Brasília, assegurando acesso público e qualificado a esse patrimônio no endereço http://www.acervo.doethiro.com
Álvaro Tukano: seu papel histórico na luta dos povos indígenas Álvaro Tukano é liderança indígena do povo Yepá-Mahsã, da região do Alto Rio Negro (AM). Sua trajetória atravessa momentos decisivos da história recente do Brasil.
Desde os anos 1970, atuou na articulação política nacional e internacional, participou da construção de políticas públicas para povos indígenas e ocupou cargos de destaque, como o de diretor do Memorial dos Povos Indígenas, em Brasília.
Sua vida é marcada por um duplo movimento: o de lutar por direitos em espaços institucionais e o de manter vivas as tradições, rituais e saberes de seu povo.
Foi justamente nesse atravessamento entre mundos – o da aldeia e o da cidade, o da cosmologia indígena e o das políticas públicas – que nasceu o Acervo Doéthiro.
Seu papel histórico inclui a participação em assembleias nacionais e encontros interétnicos que ajudaram a consolidar os direitos indígenas na Constituição de 1988, além de décadas de resistência contra a violência e o apartheid territorial que ainda afetam os povos originários na América Latina.
Outros itens em destaque na exposição
Objetos fabricados manualmente por comunidades de diversas etnias — como o chapéu de palha dos Karajás e as cestas de fibra de arumã dos Baniwa e dos Warao — são algumas das peças adquiridas por Álvaro Tukano ao longo de suas viagens para a produção da exposição “Séculos Indígenas”, à qual ele se dedicou por mais de três décadas.
Destacam-se, em sua trajetória, livros de sua autoria como “Doéthiro: Álvaro Tukano e os Séculos Indígenas no Brasil” e “O mundo Tukano antes dos brancos”, além de obras de sua própria etnia, como “Nirãkahse Ukuri Turii Yepa Piroporãtuanase Bueri Turi”, escrito por Yepa Piroparã em tukano sobre os costumes tradicionais do povo Yepa Mahsã.
As fotos reunidas ao longo de sua vida estão organizadas por viagens, encontros, projetos, comunidade e família. Registros de sua viagem à Holanda para denunciar a imposição religiosa e punitiva em seu território, atos contra o sucateamento e abandono da FUNAI, reuniões de lideranças indígenas e comunitárias, além de projetos culturais como o Moitará, são algumas das imagens e documentos históricos expostos no acervo.
Por fim, a exposição conta com a projeção da mais recente produção cinematográfica sobre a vida de Álvaro Tukano: o filme “Cobra Canoa”
Programação gratuita
Além da exposição, o projeto promove duas atividades abertas ao público:
No dia 15 de junho de 2026, das 14h às 18h, será realizada a oficina “Gestão de Acervos Digitais no Tainacan” no Laboratório de Informática da Faculdade de Ciência da Informação (FCI/UnB). A atividade oferece uma introdução prática à plataforma Tainacan com testagem colaborativa do site do Acervo Doéthiro, sendo voltada a estudantes, profissionais e interessados em museologia, arquivologia e biblioteconomia. As vagas são limitadas.No dia 16 de junho de 2026, também das 14h às 18h, o auditório da FCI/UnB recebe a roda de conversa com Álvaro Tukano, um diálogo direto e aberto ao público sobre memória, cultura, território e trajetória política dos povos indígenas.
Ambas as atividades são gratuitas e integram o esforço do projeto de fortalecer o diálogo entre comunidade indígena, universidade e sociedade civil.
Serviço:
A exposição “Vida e Luta de Álvaro Tukano: Acervo Doéthiro” acontece de 28 de maio a 25 de junho de 2026, com abertura no dia 28 de maio às 19h, na Casa da Cultura da América Latina (CAL) da Universidade de Brasília (UnB). Localizada no Setor
Comercial Sul (SCS), Quadra 04, Bloco A, Edifício Anápolis.
Serão apresentados cerca de 120 itens do acervo.
A entrada é gratuita e a classificação indicativa é livre.
Para mais informações, o público pode acompanhar as redes sociais @acervodoethiro
O projeto Memórias Indígenas das Etnias da América Latina é uma iniciativa colaborativa entre a comunidade indígena Yepa Mahsã, a Casa de Cerimônias
Indígenas Bahsakewií e especialistas em gestão documental e cultural. Sua segunda edição é realizada com recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB/2024), dando continuidade ao trabalho de memória, cuidado e difusão das culturas indígenas da América Latina.
Iniciativa da Secretaria de Justiça e Cidadania do DF, em parceria com o Instituto IDECACE, une educação, esporte e acompanhamento social para fortalecer a prevenção e a formação cidadã de crianças e adolescentes
Durante o mês de maio, o CEU das Artes amplia as ações de conscientização, acolhimento e prevenção voltadas a crianças e adolescentes no Distrito Federal. A mobilização integra a campanha nacional Maio Laranja e reforça o trabalho desenvolvido ao longo de todo o ano pela Secretaria de Justiça e Cidadania do DF (Sejus-DF), em parceria com o Instituto IDECACE.
A proposta é fortalecer o debate sobre prevenção à violência sexual contra crianças e adolescentes por meio de atividades educativas, escuta qualificada e ações voltadas ao fortalecimento de vínculos familiares e comunitários.
“Projetos esportivos e de lazer oferecem espaços seguros de convivência, fortalecem valores como respeito, disciplina e autoestima, além de criarem vínculos familiares e comunitários. Essas ações ajudam a reduzir vulnerabilidades sociais e se tornam ferramentas essenciais na conscientização, prevenção de abusos e combate à exploração sexual de crianças e adolescentes”, afirmou Jaime Santana, secretário interino de Justiça e Cidadania do DF (Sejus-DF).
As atividades seguem a metodologia DNA do Brasil, aplicada pelo Instituto IDECACE, com foco no desenvolvimento integral de crianças e adolescentes. O trabalho está alinhado às diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e prioriza o desenvolvimento de competências socioemocionais, pensamento crítico, empatia, cidadania e participação social.
Ao longo do ano, o projeto aborda temas transversais de forma integrada às atividades pedagógicas, esportivas e culturais. Entre os assuntos trabalhados estão equidade de gênero, diversidade étnico-racial, saúde mental, sustentabilidade e direitos da criança e do adolescente.
Em maio, esse trabalho ganha reforço com o tema transversal “Amor e Proteção”, que orienta atividades voltadas à conscientização e ao reconhecimento de situações de risco. A iniciativa busca estimular autonomia, diálogo e a construção de uma cultura de cuidado coletivo. A conscientização também é trabalhada continuamente durante as aulas e atividades regulares desenvolvidas nos polos do projeto.
“O enfrentamento à violência contra crianças e adolescentes exige ações permanentes e articuladas. Nosso compromisso é garantir espaços seguros e preparados para promover aprendizagem, acolhimento e proteção efetiva”, afirma Wilson Cardoso, presidente do Instituto IDECACE.
Acompanhamento social e atuação preventiva
Um dos diferenciais do CEU das Artes está no trabalho da Gerência de Apoio Social (GAS), formada por psicólogos e assistentes sociais que acompanham de forma contínua crianças, adolescentes e suas famílias.
A equipe realiza escuta qualificada, identifica situações de vulnerabilidade e, quando necessário, faz o encaminhamento à rede oficial de proteção, incluindo equipamentos como CRAS e CREAS.
Esse acompanhamento permite identificar situações sensíveis com agilidade e garantir encaminhamentos responsáveis e articulados.
Paralelamente, o Instituto IDECACE mantém a formação contínua de educadores e equipes técnicas por meio de capacitações voltadas à Promoção, Proteção e Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (PPDDCA), ampliando a preparação dos profissionais para reconhecer sinais de violência e atuar em articulação com a rede de apoio.
Programação amplia mobilização nos territórios
Ao longo de maio, o CEU das Artes reforça ações educativas e de conscientização voltadas à proteção integral de crianças e adolescentes nos territórios atendidos pelo projeto.
As atividades são desenvolvidas de forma integrada às aulas e práticas regulares oferecidas nos polos, utilizando esporte, cultura e educação como ferramentas de fortalecimento de vínculos, promoção da cidadania e prevenção de vulnerabilidades sociais.
Com as ações do Maio Laranja, o CEU das Artes reforça seu papel como espaço de formação cidadã e proteção integral, integrando educação, esporte e acompanhamento social para ampliar a rede de cuidado às crianças e adolescentes no Distrito Federal.
As inscrições para participação nas atividades do projeto seguem abertas. Mais informações sobre matrículas e inscrições podem ser obtidas diretamente nos polos participantes do CEU das Artes e nos canais oficiais da Sejus-DF e do Instituto IDECACE.
Cosplayers e fãs caracterizados de personagens dos universos DC, Harry Potter, Looney Tunes, Cartoon e sucessos da Warner Bros. Discovery têm entrada gratuita na experiência imersiva em cartaz no ParkShopping
A Casa Warner continua conquistando os apaixonados pela cultura pop em Brasília. A partir de 22 de maio, uma novidade celebra com os fãs o sucesso da temporada em cartaz na área externa do ParkShopping. Crianças e adultos aficionados pelo universo Warner Bros. Discovery se preparem! É hora de viver a imersão na pele de um protagonista. De quarta a sexta-feira, visitantes caracterizados como personagens da DC, Harry Potter, Looney Tunes, Cartoon e outrosícones da marca terão entrada gratuita naexperiência imersiva.
A entrada gratuita é válida até 5 de junho, para uma pessoa caracterizada (não inclui acompanhantes), mediante disponibilidade de sessões e capacidade de atendimento. Por questões de segurança, não será permitido o uso de acessórios que ofereçam risco, como objetos metálicos, cortantes ou inflamáveis, e a equipe da Casa Warner validará os figurinos na entrada da exposição. A ação é por tempo limitado e não cumulativa com outras promoções.
A novidade abraça o espírito criativo do público geek e convida fãs de todas as idades a mergulharem ainda mais fundo nas obras que marcaram gerações. Vale desde cosplay elaborado até caracterizações simples e criativas inspiradas em heróis, vilões, bruxos, personagens clássicos e figuras icônicas da cultura pop.
“Casa Warner é uma experiência desenvolvida para os fãs viverem emoções, ativarem memórias e conexões com personagens que fazem parte da nossa vida. Essa promoção chega para tornar a experiência ainda mais divertida, incentivando o público a participar ativamente desse universo fantástico”, destaca Anna Aimée Codeço, gerente de marketing do ParkShopping.
Instalada em uma estrutura de 1.700 m², a Casa Warner reúne ambientes cenográficos imersivos, experiências interativas, efeitos especiais, figurinos, adereços e ativações inspiradas em franquias consagradas da Warner Bros. Discovery. Entre os destaques da edição em Brasília estão a homenagem aos 25 anos de Harry Potter e uma área dedicada ao lançamento de Supergirl.
Desenvolvida pela Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) em parceria com a 2a1 Cenografia, a exposição já passou por cidades como Rio de Janeiro, São Paulo e até pelo Equador, sempre com grande sucesso de público.
A visita é autoguiada e convida o público a explorar cenários instagramáveis e experiências multissensoriais que encantam fãs de todas as gerações. Agora, com a nova promoção, a experiência ganha ainda mais emoção e promete transformar as quartas, quintas e sextas-feiras em verdadeiros encontros de personagens icônicos da cultura pop.
A 2a1 é especialista em soluções cenográficas para diversos temas. Com mais de 25 anos de experiência pautados em criatividade e inovação, a empresa é uma das maiores do segmento e a única a oferecer serviços completos (full-service), desde a criação de cenários até confecção, logística e montagem. A empresa desenvolve projetos licenciados de grandes marcas do entretenimento mundial como Warner Bros. Discovery, Disney, Universal, Paramount e Nickelodeon, entre outras, atuando sempre dentro de rigorosos padrões criativos e operacionais. Oferece uma linha completa de exposições, serviços, promoções e recreações para shopping centers e eventos em geral. Em 1999, iniciou suas atividades no competitivo mercado norte-americano. A 2a1 está instalada em um galpão de 14 mil metros quadrados que abriga toda a parte de produção e criação, permitindo um trabalho mais alinhado, já que todos os setores estão em um mesmo espaço. Atualmente, a 2a1 atende cerca de 400 shopping centers em todo o país e na América Latina.
A Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) é líder mundial na criação, desenvolvimento, licenciamento e operação de experiências de entretenimento presenciais, baseadas nas maiores franquias, histórias e personagens dos renomados estúdios de cinema, televisão, animação e games da Warner Bros., HBO, Discovery, Cartoon Network, entre outros. A WBDGE é responsável por atrações icônicas como The Wizarding World of Harry Potter nos parques da Universal ao redor do mundo; os premiados tours dos estúdios Warner Bros. em Londres, Hollywood e Tóquio; a loja-conceito Harry Potter New York; o parque Warner Bros. World Abu Dhabi; o hotel The WB Abu Dhabi; The FRIENDS Experience; The Game of Thrones Studio Tour; e inúmeras outras experiências inspiradas em Harry Potter, DC, Looney Tunes, Scooby-Doo, Game of Thrones, FRIENDS e muito mais. A WBDGE faz parte da divisão de Receita e Estratégia da Warner Bros. Discovery.
ParkShopping – Inaugurado em 1983, o ParkShopping é referência na capital do País e conta com um mix diverso e qualificado de marcas, ampla oferta de serviços e excelentes opções de lazer e entretenimento para os brasilienses. Os empreendedores do ParkShopping são Multiplan e Previ, com administração da Multiplan. O PKS foi certificado por dois anos consecutivos no Experience Awards (2023 e 2024), no segmento Shoppings, que recebeu milhares de votos de consumidores. A premiação indica o ranking NPS (Net Promoter Score), uma métrica de lealdade do cliente, e visa reconhecer as empresas com os melhores índices do Brasil em diversos segmentos.
O ParkShopping atende a região que lidera o ranking de PIB per capita nacional. Maior e mais completo shopping de Brasília, o PKS vem contando uma história de sucesso, crescimento e inovação. O shopping representa hoje 3,4% da ABL do Centro-Oeste, segundo a Abrasce, enquanto suas vendas anuais totalizaram 10,4% das vendas totais dos shoppings na mesma região, alcançando R$1,6 bilhão em 2023 e ocupando o quinto lugar no portfólio Multiplan.
Sobre a Multiplan – Fundada em 1974 como empresa full service, a Multiplan é responsável pelo planejamento, desenvolvimento, propriedade e administração de um dos melhores portfólios de empreendimentos do país. Atua estrategicamente no desenvolvimento de shopping centers e imóveis comerciais e residenciais, por meio de projetos multiuso que oferecem conveniência e comodidade aos usuários e geram valor a seus ativos. Desde 2007 na Bolsa de Valores Brasileira, é a maior empresa imobiliária da B3, em valor de mercado.
A Companhia também representa uma das maiores empresas do setor de shopping centers do Brasil. Tem, atualmente, 20 shoppings centers em operação, em 7 estados brasileiros, e gera cerca de 80 mil empregos no país. Hoje, os empreendimentos da Companhia já somam mais de 6 mil lojas, com um variado mix, e recebem aproximadamente 200 milhões de visitas por ano. A Multiplan prioriza em suas propostas o desenvolvimento econômico e social das regiões onde atua e mantém diversos projetos com foco nas comunidades vizinhas às suas construções.
O shopping Conjunto Nacional segue ampliando sua programação cultural e reforçando o compromisso com experiências que vão além das compras. Como parte das comemorações pelos 55 anos do empreendimento, o Clube do Livro – Leitura em Conjunto realiza uma nova edição no próximo domingo (18), a partir das 15h, no Jardim Urbano.
O livro escolhido para o encontro deste mês é Orgulho e Preconceito, clássico romance da escritora britânica Jane Austen, considerado uma das obras mais importantes da literatura mundial. A proposta do clube é reunir leitores de diferentes idades para compartilhar impressões, interpretações e experiências a partir da leitura da obra.
A iniciativa faz parte da agenda cultural do shopping e busca incentivar o hábito da leitura de forma leve, acessível e participativa, além de fortalecer a comunidade literária do Distrito Federal em um ambiente acolhedor e descontraído.
“Queremos criar momentos de conexão por meio da literatura, aproximando pessoas que gostam de ler e também quem deseja começar esse hábito. O Clube do Livro já se tornou um espaço de troca, convivência e experiências culturais dentro do Conjunto Nacional”, destaca a superintendente do shopping, Renata Salino.
Os encontros do Clube do Livro acontecem mensalmente e são abertos ao público. Para participar, é necessário realizar inscrição gratuita pelo aplicativo oficial do shopping Conjunto Nacional.Serviço Clube do Livro — Leitura em Conjunto Livro do mês: Orgulho e Preconceito Data: 18 de maio (domingo) Horário: 15h Local: Jardim Urbano – Shopping Conjunto Nacional Inscrições gratuitas pelo aplicativo do shopping.
Com uma leitura transversal de mais de 60 anos da produção de Claudio Tozzi e a coletiva “Abismal… Abissal“, a galeria abre temporada com curadorias que investigam a imagem, o tempo e a interioridade.
A Cerrado Cultural inaugura, no dia 23 de maio, às 11h, em Brasília, as exposições Uma continuidade como respiro, de Claudio Tozzi, com curadoria de Cristiano Raimondi, e Abismal…Abissal, coletiva com curadoria de Tálisson Melo. As mostras ocupam espaços distintos da galeria e apresentam investigações em torno da imagem, do tempo e da interioridade na produção contemporânea. As exposições permanecem em cartaz até 25 de julho. A entrada é gratuita e a visitação acontece de segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 13h.
Claudio Tozzi – Uma continuidade como respiro
Em Uma continuidade como respiro, Claudio Tozzi reúne mais de vinte obras realizadas entre 1963 e os dias atuais, entre pinturas e esculturas, configurando um recorte que abrange mais de seis décadas de produção. Em vez de uma leitura cronológica, a exposição evidencia a permanência de um mesmo campo de investigação, no qual determinadas questões formais e conceituais se reorganizam ao longo de sua trajetória.
O título da mostra propõe a continuidade a partir de uma analogia com a respiração: um fluxo constante, natural e inevitável, que atravessa o tempo de maneira quase inconsciente, mas permanece aberto a pequenas variações e intensificações. Atuando como um prólogo, a histórica tela Paz II (1963–1964) já apresenta elementos que atravessam toda a sua produção: a fragmentação da imagem, a relação entre figura e estrutura e a presença de uma dimensão política inscrita na própria construção visual.
Claudio Tozzi (São Paulo, 1944) é um nome central da arte brasileira contemporânea. Sua trajetória se desenvolve em estreita relação com processos industriais de imagem, como as retículas derivadas da impressão gráfica em quadricromia, articulando relações entre arquitetura, urbanismo e percepção. Ao longo de sua carreira, participou de exposições em instituições como a Tate Modern, o MALBA e a Pinacoteca de São Paulo.
Com curadoria de Cristiano Raimondi, a mostra foi desenvolvida a partir de um longo diálogo com o artista e propõe uma leitura transversal de sua produção.
Abismal…Abissal (coletiva)
Já Abismal…Abissal, coletiva com curadoria de Tálisson Melo, parte das múltiplas camadas de sentido presentes nos termos que dão título à exposição. Derivadas da mesma raiz grega, ábyssos (“sem fundo”), “abismal” e “abissal” evocam ideias de profundidade, vertigem e interioridade.
Reunindo obras de 12 artistas de diferentes origens e trajetórias, a mostra articula figurações híbridas, paisagens, arquiteturas e estruturas geométricas atravessadas por memória, espiritualidade e imaginação.
As obras elaboram o interior não como espaço fixo, mas como condição instável e movediça, que desestabiliza qualquer noção rígida de origem.
Participam da mostra:
– Manuela Costa e Silva e Raquel Nava, com trabalhos que exploram figurações animais e híbridas;
– Abraão Veloso, Estevão Parreiras e Rebeca Miguel, em investigações sobre introspecções afetivas, escrevivência e questões metafísicas;
– Ana Hortides, Isabela Seifarth e Talles Lopes, em pesquisas sobre arquitetura e urbanismo vernacular em relação com a vida comum;
– Walter Pimentel, com obras voltadas a aparições e à espiritualização da matéria;
– Genor Sales e Tor Teixeira, com trabalhos que abordam paisagens do trabalho e relações entre terra, água e corpo;
– Raylton Parga, com investigações em abstração geométrica e linguagem das formas.
Curadoria
Cristiano Raimondi (Bolonha, Itália, 1978) é curador e historiador da arte, com formação em arquitetura pelo IUAV de Veneza. Atua internacionalmente com uma abordagem interdisciplinar que cruza arte contemporânea, design e ciências sociais, tendo desenvolvido projetos no Nouveau Musée National de Monaco, na Artissima (Turim) e na Fondation Prince Pierre. Sua pesquisa dedica atenção à produção brasileira, com publicações e projetos curatoriais voltados à obra de Alfredo Volpi, incluindo o livro Alfredo Volpi: A Poética da Cor, além de estudos sobre Rubem Valentim e Eleonore Koch.
Tálisson Melo (Juiz de Fora – MG, 1991) é curador, pesquisador e crítico de arte. Atua no desenvolvimento de projetos curatoriais e textos críticos voltados às práticas contemporâneas, articulando relações entre arte, imagem e pensamento. É curador-pesquisador no Memorial da Resistência de São Paulo e no Programa MASP Pesquisa. Doutor em Antropologia e Sociologia pela UFRJ, com estágio na Yale University, e pós-doutor pelo IEB-USP, onde pesquisou a noção de “cronopolítica” nas artes visuais. Assinou as mostras Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil (CCBB, Prêmio APCA) e Atualização do sistema(Museu Nacional da República, Prêmio ABCA).
Sobre a Cerrado Galeria
Com sedes em Brasília e Goiânia, a Cerrado Galeria atua na descentralização do mercado de arte e na valorização da produção do Centro-Oeste. Inaugurada em 2023, desenvolve um programa voltado à diversidade de linguagens, gerações e territórios, reunindo artistas consagrados e novos nomes da produção contemporânea em diálogo com diferentes contextos da arte brasileira. Seus espaços, instalados em edifícios singulares nas duas cidades, abrigam exposições, intervenções site-specific e ações educativas.
Serviço
Exposições: Uma continuidade como respiro, de Claudio Tozzi, e Abismal…Abissal, coletiva Curadoria: Cristiano Raimondi e Tálisson Melo
Abertura: 23 de maio de 2026, às 11h
Período expositivo: 23 de maio a 25 de julho de 2026
Local: Cerrado Cultural – SHIS QI 05, Chácara 10, Lago Sul, Brasília – DF
Visitação: segunda a sexta, das 10h às 19h; sábado, das 10h às 13h
Evento acontece no dia 6 de junho, sábado, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, e vai reunir músicos e coreógrafos que trabalharam com o artista ao longo de sua carreira. Os ingressos estão à venda pelo site da Bilheteria Digital e custam a partir de R$ 130
O espetáculo “Tributo ao Rei do Pop”, estrelado por Rodrigo Teaser, entra na reta final de preparação para a apresentação em Brasília. O show acontece no próximo dia 6 de junho, sábado, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.
A edição deste ano traz à capital federal participações de profissionais que fizeram parte da trajetória de Michael Jackson, entre eles Jennifer Batten e Kevin Dorsey, músicos que integraram a banda original do artista em turnês mundiais. O espetáculo também contará com a presença inédita em Brasília de LaVelle Smith Jr., coreógrafo e dançarino que trabalhou ao lado de Michael Jackson por mais de 20 anos.
LaVelle participou diretamente de produções marcantes da carreira do cantor, como Smooth Criminal, Scream e Ghosts, além de apresentações e turnês internacionais. Já Jennifer Batten ficou mundialmente conhecida como guitarrista das turnês Bad, Dangerous e HIStory.
Com banda ao vivo, bailarinos, elevadores de palco, efeitos especiais e figurinos inspirados nas performances originais de Michael Jackson, o espetáculo busca recriar no palco a atmosfera das grandes turnês do artista. A produção surge também como uma oportunidade para os fãs reviverem clássicos e elementos marcantes da carreira do Rei do Pop, especialmente após o lançamento do filme “Michael”, cinebiografia estrelada por Jaafar Jackson, sobrinho do cantor.
Nos últimos três anos, mais de 8 mil pessoas acompanharam as apresentações de Rodrigo Teaser em Brasília. A expectativa da organização é novamente reunir fãs de diferentes gerações para uma noite dedicada aos principais sucessos do artista norte-americano, incluindo Thriller, Billie Jean, Beat It, Black or White e Human Nature.
Os ingressos seguem à venda pelo site e aplicativo da Bilheteria Digital, com valores a partir de R$ 130 (meia-entrada).
Serviço
Tributo ao Rei do Pop – Brasília
Onde: Centro de Convenções Ulysses Guimarães (Eixo Monumental)
Quando: 6 de junho, sábado, a partir das 22h
Os ingressos já estão à venda e custam a partir de Poltrona Superior (R$ 130), Poltrona Especial (R$ 150), Poltrona Vip (R$ 160), Poltrona Gold (180), Poltrona Premium (R$ 200), Camarote all inclusive (R$ 450), Lounge para quatro pessoas com bebidas (R$ 3.200). Os valores dos ingressos individuais são referentes ao primeiro lote e meia-entrada, podendo ser adquirido pelo site e app da Bilheteria Digital.