CAMOCIM transforma memórias de mãe e filha em experiência poética sobre afeto e pertencimento

Foto Thais Mallom

Criado e interpretado por Cristina e Tatiana Carvalhedo, espetáculo realiza 12 apresentações gratuitas no Distrito Federal, em setembro

Há lembranças que permanecem guardadas em objetos, gestos, silêncios e histórias repetidas ao longo do tempo. Outras já não podem ser recuperadas por inteiro e, atravessadas pela imaginação, aproximam-se da fábula. É nesse território entre o vivido e o inventado que nasce CAMOCIM, espetáculo criado e interpretado por Cristina Carvalhedo e Tatiana Carvalhedo, mãe e filha na vida e parceiras na construção de uma obra que ativa afetos e memórias.

Nova produção da Carvalhedo Produções, a montagem realiza uma circulação gratuita pelo Distrito Federal entre os dias 4 e 26 de setembro. Ao todo, serão 12 apresentações no Gama, em Taguatinga, Planaltina e no Plano Piloto, acompanhadas por ações de acessibilidade, mediações destinadas a escolas públicas e atividades formativas abertas à comunidade.

Com dramaturgia autoral, CAMOCIM parte das experiências compartilhadas por Cristina e Tatiana para conduzir o público por uma narrativa na qual as lembranças tangíveis convivem com a ficção. Fragmentos do cotidiano, histórias familiares, ausências e silêncios compõem uma espécie de paisagem afetiva, capaz de despertar também as recordações de quem assiste.

Embora tenha como ponto de partida a relação entre mãe e filha, a obra ultrapassa os contornos desse vínculo. Ao contrário, abre espaço para a escuta, a cumplicidade e o afeto, revelando as diferentes formas pelas quais uma história familiar pode ser transmitida, preservada.

A direção artística e musical de Fernanda Jacob acompanha esse movimento entre realidade e fabulação. Humor e emoção se encontram em uma encenação construída por pequenos acontecimentos, atmosferas e lembranças que alcançam experiências reconhecíveis. Assim, CAMOCIM não pretende reconstruir o passado, mas perceber aquilo que se mantém vivo no presente.

Idealizadoras, dramaturgas e atrizes da montagem, Cristina e Tatiana Carvalhedo compartilham uma trajetória dedicada à criação artística. Em CAMOCIM, esse encontro entre gerações torna-se também matéria teatral: mãe e filha escrevem e ocupam juntas a cena, transformando a experiência familiar em uma criação sobre memória, ancestralidade e continuidade.

Encontro com diferentes públicos

Além das apresentações abertas ao público, a circulação contará com sessões voltadas a estudantes de escolas públicas. Realizadas em cada uma das regiões visitadas, elas serão precedidas por mediações culturais e terão interpretação em Libras e audiodescrição. O público em geral também poderá participar, mediante retirada de ingresso.

O projeto contempla ainda oficinas e outras ações formativas destinadas a diferentes públicos. A partir dos temas presentes no espetáculo, as atividades propõem experiências de criação, escuta e compartilhamento, ampliando o encontro entre artistas, comunidades e territórios.

CAMOCIM é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF).

Sinopse

Camocim é um espetáculo que transita entre memórias e heranças afetivas, revelando a potência daquilo que, parece desimportante. Em cena, mãe e filha atravessam lembranças, despedidas e histórias por meio de silêncios, gestos e ausências. A cena revela o que permanece vivo com o passar do tempo. Entre a realidade e a fábula, o espetáculo convida o público a reconhecer, nas experiências mais íntimas, um território comum de afeto.

Serviço

CAMOCIM — circulação gratuita pelo Distrito Federal
Classificação indicativa: 14 anos
Ingressos: gratuitos, mediante doação de 1kg de alimento, retirada pela plataforma Sympla
Acessibilidade: as sessões das 16h terão interpretação em Libras e audiodescrição

SESC Gama — Teatro Paulo Gracindo
4 de setembro, às 16h; 5 de setembro, às 20h; e 6 de setembro, às 18h

Bilheteria: https://www.sympla.com.br/evento/camocim-sesc-gama/3552550

SESC Taguatinga Norte — Teatro Paulo Autran
11 de setembro, às 16h; 12 de setembro, às 20h; e 13 de setembro, às 18h

Bilheteria: https://www.sympla.com.br/evento/camocim-sesc-taguatinga-norte/3552575

Mini Teatro Lieta de Ló — Planaltina
17 de setembro, às 16h; 18 de setembro, às 20h; e 19 de setembro, às 20h

Bilheteria: https://www.sympla.com.br/evento/camocim-mini-teatro-lieta-de-lo/3552610

Espaço Cultural Renato Russo — Teatro Hugo Rodas — 508 Sul
24 de setembro, às 16h; 25 de setembro, às 20h; e 26 de setembro, às 20h

Bilheteria: https://www.sympla.com.br/evento/camocim-ecrr-508-sul/3552648

Ficha técnica:

Idealização, dramaturgia e atuação: Cristina Carvalhedo e Tatiana Carvalhedo. Direção artística e musical: Fernanda Jacob. Coordenação geral: Cristina Carvalhedo. Coordenação administrativa: Carvalhedo Produções. Coordenação de produção: Tatiana Carvalhedo. Coordenação pedagógica: Marcelo Nenevê. Produção executiva: Janaína Azevedo e Marcelo Nenevê. Cenografia: Fernanda Jacob e Marley Oliveira. Figurino: Cristina Carvalhedo e Tatiana Carvalhedo. Iluminação: Manu Maia. Operação de luz: Manu Maia e Shirley Araújo. Técnico de Som: Damião dos Santos. Sonoplastia: Diogo Vanelli. Provocação cênica: Ana Flávia Garcia e Francis Wilker. Designer gráfico: Pedro de Oliveira. Fotografia: Diego Bresani, Jordana Mascarenhas, Mariana Guedes, Mila Petrillo e Thaís Mallon. Coordenação de acessibilidade: Iury Ferraz. Gestão de mídias sociais e registro audiovisual: Vitor Ambrosio. Oficinas: Cristina Carvalhedo, Tatiana Carvalhedo, Fernanda Jacob, Virgínia Nenevê e Luiza Guimarães. Mediação cultural: Bruna Paz e Pedro Ribeiro. Assessoria de imprensa: Rodrigo Machado.

Beleza que respira: por que a rinoplastia moderna une estética e função

O otorrinolaringologista e cirurgião cérvico-facial Dr. Vitor Abrão em procedimento cirúrgico: a rinoplastia moderna integra a correção de desvios estruturais e conchas nasais ao refinamento estético da face em um único planejamento anatômico, foto divulgaçao

Muito além da estética de fotografia: investigamos o impacto do clima seco nas vias aéreas e a abordagem cirúrgica que entrega beleza por fora e função por dentro

Com a chegada dos meses de estiagem e a queda brusca da umidade relativa do ar, o desconforto respiratório passa a fazer parte da rotina. A sensação persistente de nariz entupido e o ressecamento das vias aéreas levam milhares de pessoas a recorrerem automaticamente aos frascos de descongestionantes nasais em busca de alívio rápido. No entanto, o que parece um gesto inofensivo de autocuidado pode desencadear um ciclo silencioso de dependência tecidual e mascarar alterações estruturais que exigem avaliação médica especializada.

A conversa contemporânea sobre bem-estar e beleza facial superou a busca por padrões artificiais de fotografia. Hoje, o verdadeiro luxo reside na saúde funcional e na harmonia anatômica. Investigamos como o clima seco afeta a respiração, quais são os limites do uso de medicamentos tópicos e de que maneira a cirurgia nasal moderna consegue integrar a correção funcional à estética em um único planejamento cirúrgico.

O perigo do alívio imediato: soro fisiológico não é descongestionante

A confusão cotidiana mais frequente durante o período de seca é tratar vasoconstritores como se fossem soro fisiológico. As duas formulações atuam de maneiras completamente distintas na mucosa nasal.

A solução salina isotônica (cloreto de sódio a 0,9%) age por hidratação física e limpeza mecânica, removendo secreções e impurezas sem interferir no calibre vascular. Já os descongestionantes contêm substâncias vasoconstritoras sintéticas que contraem rapidamente os vasos sanguíneos da mucosa, reduzindo o volume dos cornetos nasais (a popular “carne esponjosa”) e liberando a passagem de ar em poucos minutos.

O problema surge quando o uso pontual se transforma em hábito diário.

“Com o uso prolongado e indiscriminado, o paciente passa a apresentar o chamado efeito rebote: quando o efeito da medicação termina, a mucosa volta a congestionar e o nariz entope novamente. Cria-se o ciclo da rinite medicamentosa. O descongestionante pode abrir o nariz em minutos, mas não necessariamente trata a causa do nariz entupido”, explica o médico otorrinolaringologista e cirurgião cérvico-facial Dr. Vitor Abrão, mestre pela Universidade de São Paulo (USP).

Os sinais da rinite medicamentosa e o alerta anatômico

A dependência do medicamento costuma manifestar sinais claros na rotina: o frasco passa a acompanhar a pessoa no bolso ou na mesa de cabeceira, a aplicação torna-se mandatória para conseguir dormir e a frequência de uso aumenta progressivamente.

Mais do que o vício farmacológico na mucosa, o uso crônico de vasoconstritores costuma mascarar problemas pré-existentes. Quando a dificuldade respiratória é constante, predomina em um dos lados do nariz, prejudica o sono ou obriga a respiração pela boca, a causa pode ser anatômica — como um desvio de septo pronunciado, hipertrofia de conchas nasais ou alterações da válvula nasal.

“O descongestionante não corrige anatomia. Se existe um desvio importante do septo, pingar vasoconstritor repetidamente produz apenas alívio temporário, mas não elimina a obstrução física. Precisamos parar de perguntar apenas qual remédio usar e começar a investigar por que aquele nariz não está respirando”, ressalta o especialista.

Nariz integrado: bonito por fora, funcional por dentro

A visão contemporânea da cirurgia facial estabelece que o nariz não é apenas uma estrutura estética central na face, mas sim um órgão respiratório complexo. As mesmas cartilagens e estruturas ósseas que definem o contorno, o dorso e a projeção da ponta nasal participam ativamente da manutenção da passagem aérea.

Diretrizes médicas internacionais recomendam que todo paciente interessado em procedimentos estéticos passe por uma avaliação funcional detalhada antes da cirurgia. Quando existem queixas associadas, a rinoplastia combinada permite alinhar o refinamento visual da face à correção de desvios e à redução do volume excessivo das conchas nasais em um único tempo cirúrgico.

“Em vez de pensar em uma cirurgia estética e uma funcional como dois narizes diferentes, planejamos um único nariz. Um bom resultado precisa ser bonito por fora e funcional por dentro, garantindo que o paciente passe por uma única anestesia e uma recuperação unificada”, pontua o Dr. Vitor Abrão.

Ganhos reais na qualidade de vida

Muitas pessoas convivem com a respiração oral e a má qualidade do sono há tanto tempo que deixam de perceber o impacto desse quadro na rotina. No pós-operatório da cirurgia combinada, o restabelecimento da via aérea nasal proporciona benefícios diretos:

  • Sono mais reparador: redução de despertares noturnos e da sensação incômoda de acordar com a boca ressecada.
  • Rendimento físico: melhora na oxigenação durante a prática de exercícios e atividades diárias.
  • Liberdade terapêutica: interrupção do ciclo contínuo de dependência de frascos descongestionantes para conseguir respirar.

O especialista reforça que a cirurgia nasal tem como meta exclusiva devolver a respiração adequada, não devendo ser vendida como solução isolada para quadros multifatoriais complexos, como apneia obstrutiva do sono.

Guia de autocuidado seguro durante o clima seco

Para proteger as vias aéreas sem colocar a saúde da mucosa em risco, algumas medidas clínicas simples devem orientar a rotina durante a estiagem:

  • Hidratação salina contínua: utilize sprays de soro fisiológico estéril várias vezes ao dia para umidificar a mucosa e remover partículas e alérgenos.
  • Ingestão hídrica: aumente o consumo diário de água para manter a hidratação tecidual do organismo.
  • Controle ambiental: utilize umidificadores no quarto durante a noite (mantendo a higienização rigorosa do aparelho contra fungos) e evite exposição direta a ar-condicionado excessivo, fumaça ou poeira.
  • Avaliação médica: caso a obstrução persista, ocorram sangramentos frequentes ou haja necessidade de uso diário de medicamentos vasoconstritores, consulte um otorrinolaringologista. “A seca pode piorar os sintomas, mas nem todo nariz entupido durante a estiagem é culpa apenas do clima”.

Sobre o Dr. Vitor Abraão

Dr. Vitor Abraão é médico otorrinolaringologista, cirurgião cérvico-facial e mestre pela Universidade de São Paulo (USP). Com ampla atuação em cirurgia da face e rinoplastia de alta precisão, seu trabalho alia rigor anatômico e planejamento personalizado para unir equilíbrio estético, função respiratória e naturalidade.

Revivendo os clássicos: Gigio Teixeira homenageia raízes do country em Nashville

Foto divulgação

Novo projeto conecta a identidade musical brasileira à experiência de músicos renomados na cena country americana

O cantor brasileiro Gigio Teixeira transformou uma viagem à capital mundial da country music em uma oportunidade para registrar seis clássicos do gênero ao lado de músicos norte-americanos. O resultado é o projeto Nashville Sessions, que une a sonoridade tradicional do country à interpretação e influências brasileiras do artista.

Com mais de quatro anos de carreira profissional, o artista se tornou uma das principais referências da música country em Brasília e passou por importantes palcos da capital, como o Capital Moto Week, Feitiço das Artes e Galpão 17, consolidando uma identidade artística que ganha novas dimensões com o projeto gravado em Nashville (EUA).

O intercâmbio cultural se tornou uma das principais características das gravações e um diferencial para quem já curte os clássicos do gênero: “A mixagem entre o trabalho de um brasileiro com músicos dos Estados Unidos, que entendem dessa linguagem do country, trouxe uma identidade muito singular para o Nashville Sessions. É uma forma de combinar nossa cultura latina com a tradição e a essência do country norte-americano”, explicou Gigio. 

O repertório do projeto passeia principalmente por clássicos do country das décadas de 1970, 1980 e 1990, incluindo releituras de músicas lançadas originalmente por músicos como Johnny Cash, Alan Jackson, Brooks & Dunn, Garth Brooks e Mark Chesnutt. 

A gravação busca preservar a estética tradicional do gênero. Por isso, em vez de uma produção marcada por efeitos e recursos digitais, as sessões foram registradas com uma banda formada por músicos que atuam profissionalmente no cenário country norte-americano.

As gravações foram realizadas no Top Track Studios, em Nashville, com participação da Gonzalez Media e produção musical de Gilbran Sponchiado. Entre os músicos envolvidos estão profissionais com experiência ao lado de grandes nomes da música country internacional. O time inclui Eddy Dunlap, que toca pedal steel para artistas como George Strait e Luke Bryan, Paul Bowen, com trabalhos para a banda Lady A, e Chris Condon, guitarrista e diretor musical de Billy Ray Cyrus, além de Tommy Harden, baterista da banda Alabama e indicado a Drummer of the Year pela Academy of Country Music (ACM), em 2025.

A primeira música escolhida para chegar ao público no dia 18 de setembro é Neon Moon, da dupla Brooks & Dunn, considerada por Gigio uma de suas favoritas e um dos grandes sucessos do country dos anos 1990.

As músicas serão lançadas quinzenalmente no Spotify e no Youtube, com os clipes também gravados em Nashville.

Estou muito feliz de finalmente poder compartilhar esse projeto com nossos fãs brasileiros. Foi uma experiência muito especial gravar nos Estados Unidos e espero de verdade que o público goste das músicas e curta esse trabalho tanto quanto eu gostei de fazê-lo”, diz Gigio.

TÁ NO AR: Primeira temporada do Podcast Favela Talks reúne diferentes olhares sobre como se constrói uma carreira na música periférica

Composta
por quatro episódios, temporada completa traz conversas com MU540,
Valesca Popozuda, Priscila Melo e Puterrier sobre criação, mercado,
gestão, identidade e os desafios de fazer uma trajetória durar


Gravados
ao vivo no Museu Nacional, durante o Favela Talks 2026, os quatro
episódios são apresentados por Ana Paula Paulino e Dennis Novaes e já
estão disponíveis nas principais plataformas de áudio

OUÇA TODOS OS EPISÓDIOS:
Spotify | Deezer | Apple Podcasts | Amazon Music

O que existe entre fazer música e transformar esse trabalho em uma carreira? Não há uma resposta única, e a primeira temporada do Podcast Favela Talks parte justamente de quatro trajetórias, com suas diferenças e similaridades, para falar sobre os caminhos possíveis dentro do mercado musical brasileiro. Com MU540, Valesca Popozuda, Priscila Melo e Puterrier, os quatro primeiros episódios já estão disponíveis nas principais plataformas de streaming de áudio e trazem conversas sobre criação, gestão, identidade artística, longevidade, construção de público e tudo aquilo que acontece antes, durante e depois de uma música chegar aos ouvidos de quem está do outro lado dos fones e caixas de som. 

As conversas foram gravadas ao vivo no dia 31 de julho, no Museu Nacional da República, durante a quinta edição do Favela Talks, conferência ligada ao Favela Sounds, o maior festival de música de periferia do Brasil. Pela primeira vez, os debates que fazem parte da história do projeto ganharam formato de podcast, fazendo com que as trocas realizadas presencialmente em Brasília possam continuar circulando e chegar a artistas, produtores, empreendedores criativos e pessoas interessadas em compreender melhor os bastidores da música brasileira.

A temporada começa com MU540, que leva para a conversa a perspectiva de quem construiu sua trajetória a partir da produção musical. Referência no funk, no trap e na música eletrônica, ele fala “dos corres” que o levaram da Baixada Santista a pistas e festivais dentro e fora do país, passando por processo criativo, pesquisa sonora e pelo espaço ocupado pelo produtor na cadeia da música.

Se com MU540 o ponto de partida está na criação, Valesca Popozuda traz a experiência de quem precisou construir e sustentar uma voz própria diante do público dentro de um estilo hoje consolidado, mas ainda em construção na época em que ela começou. Uma das artistas que ajudaram a transformar o funk brasileiro, ela revisita sua trajetória para falar sobre protagonismo feminino, desejo, liberdade artística, preconceitos e a capacidade de se reinventar sem abrir mão da própria identidade.

Já o terceiro episódio muda um pouco o ponto de vista e coloca os bastidores no centro da conversa. Priscila Melo, empresária de Liniker e Anelis Assumpção, fala sobre o trabalho necessário para fazer uma carreira acontecer longe dos holofotes. Gestão, planejamento, formação de equipe e estratégia aparecem na conversa, mas sem a promessa de uma fórmula pronta.

Fechando essa temporada, Puterrier parte de sua própria história para discutir o momento em que identidade, repertório e repercussão começam a se transformar em carreira. Cria de Del Castilho, na Zona Norte do Rio de Janeiro, o rapper fala sobre a construção de hits, as misturas entre funk, grime e drill que deram origem ao seu “atabagrime”, presença digital, construção de marca e os desafios de fazer o interesse do público permanecer para além de um lançamento.

As quatro conversas são conduzidas por Ana Paula Paulino, gerente de A&R da Warner Music Brasil e sócia da Ubuntu Produções, e Dennis Novaes, professor da Escola de Belas Artes da UFRJ, escritor e co-idealizador do Favela Sounds. A dupla acompanha o Favela Talks desde suas primeiras edições e conduz os convidados por histórias pessoais e questões que atravessam diferentes etapas de uma carreira musical.

Conversas para além do Talks

A criação do podcast amplia uma proposta que acompanha o Favela Talks desde seu surgimento: transformar experiência e conhecimento em ferramentas que possam circular entre novos artistas, produtores e empreendedores.

Em 2026, o projeto chegou à quinta edição reunindo cerca de 3 mil pessoas em três dias de atividades. Além das gravações do podcast, a programação contou com shows e showcases, LAB de Mentorias, Bancas de Ideias e a maior Rodada de Negócios já realizada pelo projeto, com mais de 300 reuniões entre artistas e profissionais de diferentes setores do mercado musical.

Os quatro episódios do Podcast Favela Talks estão disponíveis gratuitamente no Spotify, Deezer, Apple Music, YouTube Music e Amazon Music.

SERVIÇO
Podcast Favela Talks – 1ª temporadaApresentação: Ana Paula Paulino e Dennis Novaes
Convidados: MU540, Valesca Popozuda, Priscila Melo e Puterrier
Disponível em: Spotify | Deezer | Apple Podcasts | Amazon Music
Mais informações: favelasounds.com.br
Instagram: instagram.com/favelatalks // instagram.com/favelasounds
Facebook: facebook.com/favelasounds
X: x.com/favelasounds
YouTube: youtube.com/favelasounds 

“Amor em Rosa” ganha mais lugares e mais sessões

Divulgação

.A montagem vai migrar da Galeria 4 para o Teatro 1, aumentando a capacidade de espectadores

“Amor em Rosa”, direção de Sérgio Maggio, propõe uma imersão no universo criativo de Noel Rosa por meio de uma encenação inspirada na estética vibrante do teatro de revista dos anos 1930.

Em cena, 21 canções do compositor ganham nova dimensão em uma narrativa marcada pela irreverência, pela crítica social e pelo espírito popular que consagraram sua obra. As sessões acontecem de 28 a 30 de agosto, na sexta, às 20h; sábado, às 19h e às 21h; e domingo, às 19h e às 21h. Ingressos à venda a partir de quinta (27/8) ao meio-dia no site e na bilheteria física do CCBB. 

Poucos artistas traduziram tão bem o espírito do Brasil urbano quanto Noel Rosa (1910–1937). Conhecido por clássicos como Último Desejo e Feitio de Oração, o compositor também manteve uma relação profunda com o teatro de revista e com o universo radiofônico, duas linguagens fundamentais para a construção da cultura popular brasileira no século XX. 

“Este é um projeto acalentado há 20 anos, que se beneficiou da pesquisa que o coletivo Criaturas Alaranjadas desenvolve sobre o Teatro Musical Popular Brasileiro (TMPB). É uma narrativa que se apropria da estética das revistas dos anos 1930 e da consolidação do rádio como meio de comunicação de massa que integra o Brasil”, aponta Jones Schneider, idealizador do projeto, que tem patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) e apoio do Banco do Brasil.

A dramaturgia parte de um recorte de canções de Noel Rosa e organiza esse material em um libreto que não segue a chave biográfica. Em cena, as músicas são articuladas a uma narrativa picaresca, atravessada por sátira social típica das revistas e por uma radionovela sobre a relação entre Noel Rosa e Ceci, sua musa. O repertório inclui ainda Tico-tico no fubá, de Zequinha de Abreu, transformado na paródia Melô dos penduricalhos.

Amor em Rosa mobiliza processos artísticos ligados ao teatro de revista brasileiro e a radionovela, duas linguagens populares de forte memória afetiva, histórica e cultural das pessoas e dos grupos sociais de uma época de abruptas mudanças técnicas que alteraram as formas de circulação, escuta e performance da canção. “Noel Rosa estava nesse lugar entre a magia da tradição do samba de mesa e o assombro das novas tecnologias nos estúdios de rádio. Não hesitou em partir para os registros elétricos dos fonogramas, com microfones e amplificadores. A década de 1930, auge de sua produção, marca essa massificação dos bens culturais”, destaca o dramaturgo Sérgio Maggio, que divide a direção com Jones Schneider.

– “O trio de atores está afiado em cena. Jones Schneider conduz o jogo com ginga de malandro e ótimo tempo de comédia; e, além de nos presentear com sua surpreendente voz, assume a responsabilidade de encarnar o próprio Noel Rosa. Ao seu lado, Wol Nunnes brilha intensamente como Marly Temporal e também vive as principais mulheres que orbitaram a vida do compositor. Jeff Moreira, encarnando com puro glamour e deboche a fabulosa Condessa Genoveva, fã inveterada de Noel, envolta em plumas e paetês, sambando na cara da sociedade e brindando o público com a celebração da vida e obra de Noel e expondo os babados da rídicula “alta sociedade” de Brasília; concatenada com as críticas e denúncias em grande parte autobiográficas das músicas do Poeta da Vila, sua língua de cobra chicoteia sem pudores a hipocrisia dessa gente que só cai pra cima”, revela Rodrigo Ferret,  crítico de teatro.

SERVIÇO:

[Teatro] Amor em Rosa

Gênero: revista musical

Local: TEATRO 1 do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília

EndereçoSCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF

Temporada: prorrogada: de 28 a 30 de agosto de 2026

Dias e horários: na sexta, às 20h; sábado, às 19h e às 21h; e domingo, às 19h e às 21h. 

Ingresso: R$ 30 (inteira), e R$ 15 (meia para estudantes, professores, profissionais da saúde, pessoa com deficiência e acompanhante, quando indispensável para locomoção, adultos maiores de 60 anos e clientes Ourocard), à venda a partir de quinta (27/8) ao meio-dia no site e na bilheteria física do CCBB.  Site www.bb.com.br/cultura.

Duração: 80 minutos
Classificação indicativa: não recomendado para menores de 16 anos

Capacidade: 327 lugares.

 Inscrições abertas para cursos gratuitos de tecnologia em Ceilândia e Santa Maria

Projeto Digital City abre vagas para capacitação em inteligência artificial, marketing digital e segurança da informação, com aulas gratuitas a partir do dia 27 em duas regiões administrativas.

Moradores de Ceilândia e Santa Maria já podem se inscrever em uma nova edição do projeto Digital City, que oferece cursos gratuitos voltados à qualificação profissional na área de tecnologia. As aulas começam no próximo dia 27 e serão realizadas simultaneamente nas duas regiões administrativas, nos períodos matutino e vespertino.

A iniciativa busca ampliar o acesso à formação em competências ligadas à economia digital, preparando jovens e adultos para oportunidades de emprego, recolocação profissional e empreendedorismo em um mercado cada vez mais orientado pela tecnologia.

Com carga horária de 40 horas, o curso reúne conteúdos em cinco áreas: inteligência artificial aplicada, gestão e marketing digital, rotinas administrativas digitais, tecnologia no celular e segurança da informação. A proposta combina aulas teóricas e atividades práticas voltadas ao uso de ferramentas presentes no cotidiano de empresas e profissionais.

Entre os conteúdos, os participantes aprenderão a utilizar recursos de inteligência artificial para automatizar tarefas, aumentar a produtividade, produzir conteúdos e desenvolver soluções para diferentes atividades. O programa também inclui estratégias de marketing digital, gestão de redes sociais, digitalização de processos administrativos e práticas de proteção de dados.

Além da formação técnica, o projeto prevê palestras e workshops com especialistas em tecnologia, inovação e empreendedorismo. Os encontros abordarão tendências do setor, aplicações das ferramentas digitais e possibilidades de atuação profissional, permitindo que os alunos desenvolvam projetos ao longo da capacitação.

O curso também terá foco no desenvolvimento de habilidades comportamentais valorizadas pelo mercado de trabalho, como comunicação, criatividade, organização, pensamento crítico e resolução de problemas.

Nesta edição, o Digital City funcionará em dois polos. Em Santa Maria, as atividades ocorrerão no Centro Empresarial da cidade. Já em Ceilândia, as aulas serão realizadas na unidade do Pró-DF Sul.

Os participantes que cumprirem os critérios de frequência e aproveitamento receberão certificado de conclusão, documento que poderá ser utilizado para fortalecer o currículo e ampliar as possibilidades de inserção no mercado de trabalho.

Serviço

Projeto Digital City

Início das aulas: 27 de julho

Horários: turmas nos períodos matutino e vespertino.

Realização:  Instituto Restaurando Vidas (IRV)

Fomento: Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação – SECTI-DF

Locais:

Bailão no Cerrado reúne artistas nacionais e locais da cultura popular

Foto divulgação

Festival gratuito promovido pelo grupo As Fulô do Cerrado acontece nos dias 05 e 06 de setembro no estacionamento da CAIXA Cultural Brasília, com nove atrações, como João do Pife de Caruaru (PE), Coco Raízes de Arcoverde (PE) e Vitória do Pife (PE).

O mês do Cerrado começa com muita celebração e a força das tradições populares. É o Bailão no Cerrado, evento que promove o encontro de artistas da cultura popular do Distrito Federal e Pernambuco. A programação contempla manifestações como bandas de pífanos, coco, forró, samba de roda, mamulengo e bumba meu boi, estabelecendo encontros entre tradição e contemporaneidade, mestres reconhecidos e novas gerações. O projeto também oferece oficinas formativas e destaca a transmissão dos saberes populares, além das relações entre cultura, território, memória e o Cerrado.

Entre os nomes confirmados estão o Mestre João do Pife de Caruaru (PE), o consagrado Coco Raízes de Arcoverde (PE), a pifeira da nova geração caruaruense Vitória do Pife (PE), e as idealizadoras do Bailão, As Fulô do Cerrado (DF), que fazem o show de lançamento de seu primeiro álbum, “De Rio a Rua” – uma celebração dos dez anos de trajetória do grupo brasiliense, formado por cinco mulheres que pesquisam e difundem ritmos, instrumentos e saberes da cultura popular brasileira.

A cena local conta ainda com a força do Boi de Seu Teodoro, o encanto do Vereda dos Mamulengos, a energia das Sambadeiras de Roda, a alegria do Ventoinha de Canudo e a batida de Tawá Tingá. Nos intervalos, a DJ Beira Mundo traz sua originalidade aos palcos.


O Bailão no Cerrado acontece nos dias 5 e 6 de setembro (sábado e domingo), na CAIXA Cultural Brasília e no Centro Tradicional de Invenção Cultural. A entrada é franca, com classificação indicativa livre, espaço reservado para pessoas com deficiência e recursos de acessibilidade em Libras e audiodescrição.

PROGRAMAÇÃO

05/09  – sábado
Oficinas Gratuitas

  • Oficina de Fabricação de Pife, com Mestre João do Pife e Vitória do Pife (PE) – das 10h às 12h, no Centro Tradicional de Invenção Cultural (813 Sul). Nesta oficina prática, os participantes aprenderão a confeccionar artesanalmente o pífano, do preparo dos materiais ao acabamento. 20 Vagas – Classificação indicativa: 14 anos.
  • Oficina Coco Trupé, com Coco Raízes de Arcoverde (PE) – das 10h às 12h, na CAIXA Cultural Brasília. A oficina traz dança, percussão e vivência coletiva, abordando a história e os movimentos dessa tradicional manifestação pernambucana.  25 Vagas. Classificação indicativa: Livre.
  • Oficina de Toques de Pife, com Vitória do Pife (PE) – das 14h às 15h50, na CAIXA Cultural Brasília. A oficina é uma vivência prática de aperfeiçoamento do pífano, com foco em técnica, sonoridade e repertório tradicional das bandas de pífanos. 15 Vagas. Classificação indicativa: Livre.
  • Oficina de Percussão no Forró, com As Fulô do Cerrado (DF) –  das 16h30 às 18h30, na CAIXA Cultural Brasília. A atividade é uma oficina prática de xote e baião com triângulo, zabumba e pandeiro, explorando ritmo, coordenação, improviso e criação coletiva.  25 Vagas. Classificação indicativa: Livre

06/09 – domingo
Apresentações

15h00 – Vereda dos Mamulengos
15h40 – Cortejo Tawá Tingá
16h40 – Sambadeiras de Roda
17h40 – Mestre João do Pife e Vitória do Pife
19h00 – Boi de Seu Teodoro
20h00 –  As Fulô do Cerrado
21h00 – Ventoinha de Canudo
21h40 – Coco Raízes de Arcoverde
DJ Beira Mundo nos intervalos das apresentações

Bailão no Cerrado
O Bailão no Cerrado promove um encontro gratuito entre mestres, mestras, grupos tradicionais e novas gerações da cultura popular brasileira. A programação reúne música, dança, oficinas e outras expressões, aproximando diferentes gerações e fortalecendo a circulação de saberes, práticas e formas de expressão que fazem parte da diversidade cultural do Cerrado.

O festival é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Distrito Federal.

SERVIÇO
Bailão no Cerrado
Quando: 05 e 06 de setembro , sábado e domingo
Classificação indicativa: Livre
Entrada gratuita com retirada de ingresso pelo link
https://www.sympla.com.br/evento/bailao-no-cerrado/3554745

Sábado (5/09) – Oficinas

  • CAIXA Cultural Brasília – das 10h às 18h30
    Oficinas gratuitas de Coco Trupé, Toques de Pife e Percussão no Forró
  • Centro Tradicional de Invenção Cultural (813 Sul)  – 10h às 12h
    Oficina gratuita de Fabricação de Pife

Domingo (6/09) – Apresentações

  • Estacionamento da CAIXA Cultural Brasília – das 15h às 23h
    Pife, rabeca, coco, forró, samba de roda, mamulengo e bumba meu boi

Evento gratuito reúne especialistas, profissionais e atletas e debate futuro da equinocultura no Distrito Federal

Encontro acontece nos dias 8 e 9 de setembro e contará com palestras e atividades práticas

Seminário do cavalo terá dois dias de programação no Parque Granja do Torto, com debates sobre bem-estar animal, biomecânica, nutrição, treinamento, medicina esportiva e manejo de equinos

O Distrito Federal recebe, nos dias 8 e 9 de setembro, o Seminário do Cavalo, evento gratuito que reunirá no Parque Granja do Torto profissionais, estudantes, médicos-veterinários, criadores, atletas e demais interessados no universo da equinocultura. Durante dois dias, especialistas de diferentes áreas vão discutir temas relacionados ao desenvolvimento da atividade, como bem-estar animal, biomecânica, nutrição, treinamento, saúde esportiva e preparação dos cavalos e atletas para o esporte equestre.
 

Organizadora do Seminário do Cavalo, Lydia Costa explica que a iniciativa busca fortalecer e dar mais visibilidade à equinocultura no Distrito Federal, além de promover a integração entre os diferentes segmentos ligados à atividade. “Queremos reunir profissionais, estudantes, criadores e pessoas que convivem com cavalos, aproximando o conhecimento científico das experiências práticas. A ideia é criar um espaço de troca de informações sobre criação, manejo, saúde e utilização dos equinos”, afirma.
 

No dia 8 de setembro, a programação terá como tema central “Bem-estar Animal e Bases da Equinocultura Moderna”. A abertura será às 8h30, com credenciamento e coffee break. Às 9h30, a médica-veterinária Cláudia Leschonski, da Universidade do Cavalo, em São Paulo, ministra a palestra magna “Um relacionamento em movimento – os desafios da equinocultura no século XXI”.
 

Na sequência, o painel “Biomecânica dos Equinos: Movimento, Conformação e Saúde” vai abordar a relação entre a estrutura corporal, o movimento e a saúde dos cavalos. Entre os participantes previstos estão a fisioterapeuta Leandra Leal, mestre e doutoranda pela Universidade de Brasília (UnB), e a médica-veterinária Gabriela Guenka, especialista em ortopedia e biomecânica equina, cuja participação ainda consta como a confirmar. A moderação será do coronel Jorge Dornelles, presidente da Associação Nacional de Equoterapia (ANDE Brasil).
 

Bem-estar e alta performance
A programação da tarde inclui o painel “Ambiência e Manejo: Construindo um Ambiente Saudável para o Cavalo”, com a participação de Rodrigo Oliveira, docente permanente e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Saúde Animal da UnB.
 

Outro destaque será a discussão “Bem-estar x Alta Performance: Existe Conflito?”, que vai colocar em debate a relação entre os cuidados com os animais e as exigências do esporte de alto rendimento. Participam do painel Almir Vieira, presidente da Federação Hípica de Brasília, e Antônio Raphael, médico-veterinário e docente na Universidade de Brasília. A moderação ficará a cargo de Fernando Gonçalves, presidente do Sindicato de Criadores de Bovinos, Bubalinos e Equídeos.
 

Nutrição, treinamento e saúde esportiva
No dia 9 de setembro, o seminário terá como tema central “Nutrição, Treinamento e Saúde Esportiva”. A programação começa às 8h com coffee break e, às 8h30, será realizado o painel “Nutrição de Equinos: Alimentação para Saúde e Performance”. Participam da discussão Mariana Bonow, médica-veterinária graduada pela UnB, e Wender Ferreira da Silva Ponte, zootecnista e docente na UPIS.
 

Às 9h45, o painel “Esporte Equestre: Treinamento Baseado em Evidências” vai discutir a preparação para a prática esportiva a partir de conhecimentos técnicos e científicos. Estão entre os participantes Luiza Khodr, especialista em ensino da equitação desde 2002, e Cláudia Leschonski, médica-veterinária. O seminário também abre espaço para discutir a dimensão econômica da atividade. Às 11h, Alexandre Bezerra Nabholz, líder da Equine Capital, ministra palestra sobre mercado financeiro equestre.
 

Medicina esportiva e atividades práticas
No período da tarde, o painel “Medicina Esportiva e Longevidade dos Equinos Atletas” abordará os cuidados com a saúde dos animais submetidos à atividade esportiva. A partir das 15h, o conhecimento deixa as salas de discussão e ganha espaço também nas oficinas práticas. A programação inclui atividades sobre casqueamento e doma, sob responsabilidade do Senar-DF; marcha, morfologia e julgamento do Mangalarga Marchador, com Júlio Rafael e o Núcleo Mangalarga Marchador; e caracterizações raciais, sob responsabilidade da Associação de Zootecnistas do Distrito Federal.
 

Também será realizada uma oficina de horsemanship, voltada ao respeito e à confiança na relação com os cavalos. A atividade será conduzida pela médica-veterinária Cláudia Leschonski, da Universidade do Cavalo (SP), que destaca que os avanços no conhecimento sobre comportamento e bem-estar animal têm provocado mudanças na forma como os cavalos são manejados e treinados. Para ela, esse novo olhar é um dos principais desafios da equinocultura contemporânea. “Precisamos buscar bons resultados sem perder de vista as necessidades e os limites de cada cavalo. Conhecer melhor o animal nos permite construir práticas de manejo e treinamento mais responsáveis e adequadas.”
 

Cláudia também ressalta que bem-estar e desempenho não precisam estar em lados opostos, especialmente quando o treinamento considera as características individuais e o comportamento dos equinos. “Quando existe respeito aos limites do cavalo e uma relação construída com confiança, é possível conciliar desempenho, segurança e bem-estar. Isso contribui para um trabalho mais consistente e para uma relação mais equilibrada entre o animal e quem lida com ele.”
 

A participação no Seminário do Cavalo é gratuita. A organização solicita apenas, de forma voluntária, a doação de ração para cavalos. As inscrições podem ser feitas pelo site oficial do evento.
 

Serviço
Seminário do Cavalo
Data: 8 e 9 de setembro de 2026
Local: Parque Granja do Torto – Brasília (DF)
Entrada: gratuita
Doação: contribuição voluntária de ração para cavalos
Inscrições: seminariodocavalo.com.br
Programação: palestras, painéis e oficinas práticas sobre bem-estar animal, biomecânica, manejo, nutrição, treinamento, medicina esportiva, esporte equestre e equinocultura

CINEMA BRASILEIRO AMPLIA COPRODUÇÕES INTERNACIONAIS EM BUSCA DE CRESCIMENTO E MAIOR PRESENÇA NO EXTERIOR

Foto Rayane Mainara

Após títulos nacionais ganharem destaque mundo afora, players do mercado brasileiro se articulam por meio da Plataforma Brasil de Audiovisual para ampliar parcerias internacionais

O audiovisual brasileiro viu seu número de parcerias internacionais mais do que dobrar nos últimos três anos. É em meio a esse contexto que o país vem apostando em projetos como a Plataforma Brasil de Audiovisual, criada para promover a aproximação entre players do mercado brasileiro, investidores, fundos e empresas internacionais. Segundo a Agência Nacional do Cinema (Ancine), os pedidos de Reconhecimento Provisório de Coprodução Internacional saltaram de 56 para 140 entre 2023 e 2025, período em que o Brasil protagonizou conquistas importantes no cenário internacional, como o primeiro Oscar do país, reforçando a necessidade de iniciativas voltadas ao fortalecimento do cinema brasileiro.

Em 2026, um ano depois da vitória de Ainda Estou Aqui no Oscar, o Brasil levou ao Festival Internacional de Cinema de Xangai (SIFF), atualmente um dos principais do continente asiático, a maior delegação de profissionais do audiovisual de sua história, com um total de 80 membros. A comitiva viajou à China a convite da Plataforma, em busca de impulsionar e facilitar a internacionalização do cinema brasileiro a médio e longo prazo. Inicialmente organizada para levar 16 empresas ao Mercado Internacional de Cinema e TV de Xangai, o evento de mercado do SIFF, a missão contou com 22 empresas para representar o país, adquirindo um alcance ainda maior e ampliando a possibilidade de novos negócios.

Membro da delegação que foi a Xangai, Nelson Sato, presidente da distribuidora Sato Company, conta que os encontros propiciados pela Plataforma demonstram oportunidades tanto para a Sato quanto para as demais empresas brasileiras. Referência na distribuição de obras asiáticas, animes e animações de empresas como o Studio Ghibli, a Sato Company trabalha com a China desde a década de 1990, como explica Nelson Sato. “O endosso de ser convidado numa missão oficial do Brasil na China contribui na construção de credibilidade que, na Ásia em geral, somente o tempo e a conduta correta constroem”, afirma.

De 2023 a 2025 a Ancine registrou um total de 124 obras realizadas em coprodução internacional. O número aponta para um crescimento se comparado com dados gerais da Agência sobre o período de 2015 até 2024, que contou com 242 coproduções ao todo. Iniciativas como a Plataforma só tendem a fortalecer esse quadro, como explica Zé Brandão, sócio-fundador do Copa Studio que também participou da missão no continente asiático: “Rodando o mundo a gente consegue mais recursos para financiar nossas produções e também é uma divulgação do país como um todo. Nessas viagens a gente aprende novas formas de trabalhar, amplia nossa rede de contatos e consegue levar as histórias brasileiras para públicos que talvez nunca tivessem contato com elas. Iniciativas como a missão empresarial para a China são essenciais para mostrar nossa força como grupo, de maneira profissional, organizada e com objetivos comuns”.

Especializado em animações, o Copa Studio é conhecido pelo sucesso “Irmão do Jorel”, uma coprodução com a norte-americana Cartoon Network que está no ar desde 2014, sendo a série latino-americana mais longeva do canal. “O audiovisual brasileiro tem vocação para rodar o mundo. Sobretudo as animações, que uma vez dubladas conseguem se conectar ao público sem barreiras culturais e idiomáticas”, explica Brandão. Apesar disso, parcerias como a de “Irmão do Jorel” são casos mais raros.  Ao longo de uma década, segundo o Panorama Coproduções Internacionais Brasil 2015-2024, grande parte das coproduções ocorre com países latinos, sendo a Argentina o maior parceiro do Brasil. Isso se dá por conta do Acordo Latino-Americano, como explica o estudo da Ancine, que liderou o período como o instrumento legal mais utilizado, representando 32% dos reconhecimentos de coprodução. Exemplos do tipo apontam para caminhos que podem fortalecer ainda mais o audiovisual brasileiro: os acordos internacionais.  Hoje considerada um dos maiores mercados cinematográficos do mundo, a China disputa frente a frente com países com tradição no audiovisual, como os Estados Unidos, chegando a ultrapassá-los em bilheteria. Acenando para esse novo cenário internacional, o Brasil firmou com a China o Acordo de Coprodução de Filmes em 2017 e, em 2023, ampliou ainda mais a relação com o Acordo de Coprodução Televisiva. Para Clarissa Appelt, codiretora de “A Herança de Narcisa”, que foi a Xangai junto da protagonista Paolla Oliveira para representar o longa: “Temos que fazer esse showcase do cinema brasileiro no mundo. A China é um parceiro do Brasil em vários aspectos, então precisamos trabalhar também o aspecto cultural. A iniciativa foi uma forma incrível de fortalecer esse vínculo”.
Entre empresas e entidades do mercado audiovisual, participaram representantes de seis estados diferentes. São eles: Vitrine Filmes, Gullane, Sato Company, ORI Imagem e Som, Otto Desenhos Animados, Flamma Produções, Copa Studio, Pinguim Content, Coração da Selva, Olhar Filmes, Estúdio Giz, Movioca, Mixer Films, Quanta Works, Moveo e FICA – Federação da Indústria e Comércio Audiovisual. 
A Plataforma Brasil de Audiovisual é uma realização do Ministério da Cultura (MinC), em parceria com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), o Ministério do Turismo (MTur), a Funarte, a Embratur, o Sebrae, o Instituto Guimarães Rosa, o Consulado-Geral do Brasil em Xangai e a Embaixada do Brasil em Pequim. O projeto tem patrocínio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), da Petrobras e da Caixa Econômica Federal, com produção executiva da Quitanda Soluções Criativas e do Instituto Ibero Culturas e cooperação da UNESCO.

99Food: Com Sabrina Sato, plataforma de delivery lança seção no app com preços acessíveis

Cardápio diário presente no aplicativo conta com curadoria de pratos durantes as principais refeições do dia e frete grátis

A 99Food, plataforma de delivery de comida da 99, lançou, nesta terça-feira (18), o UAU, seleção de pratos com descontos de até 60% em opções de café da manhã; almoço; lanche da tarde e jantar. Para anunciar a novidade, a marca conta com Sabrina Sato como nova embaixadora e estrela da campanha “Quem pede mais, pede 99Food”, em uma provocação focada nos consumidores a abandonarem os antigos hábitos de consumo.

A nova frente de negócios chega para atender às necessidades dos usuários. Segundo pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada no ano passado em parceria com a 99Food, 75% dos paulistas afirmam que a comida no delivery está cara e mais de 60% já deixaram de comprar por esse motivo. 

Com o lançamento da categoria UAU, a plataforma passa a oferecer uma curadoria variada de pratos com descontos de até 60%. “Seja na hora do almoço, no decorrer da tarde ou no jantar, o consumidor poderá escolher sua refeição com preço justo, acessível e até mesmo conhecer novos restaurantes e culinárias por valores mais baixos. Essa é nossa proposta desde que lançamos a 99Food. Queremos que cada vez mais pessoas peçam no delivery e o UAU é um novo marco no nosso compromisso com o crescimento do setor”, afirma Ana Verroni, CMO da 99.

Na campanha, a empresa escuta outra demanda de mais da metade dos consumidores, que associam o delivery de comida a ganhar tempo no dia a dia, de acordo com a pesquisa. “Além de preços acessíveis, o cliente também quer que seu pedido chegue logo. Com a tecnologia da 99, que otimiza todo o processo desde o pedido até a logística, conseguimos entregar o prato em um tempo médio de 29 minutos, para entregas em um raio de até 5 km. Assim, a pessoa recebe a comida ainda quente e fresca”, explica a executiva.

Conceito da campanha

Desenvolvida pela agência Crispin, a campanha traz Sabrina Sato para tirar o consumidor da inércia e o convida a experimentar um delivery atual e repleto de novidades. Ao cantar a música “Quem pede, pede” — lançada em collab inédita entre Pedro Sampaio e Ivete Sangalo no ano passado —, a apresentadora rompe  o estado inicial de “hipnose” do consumidor com hábitos passados. Além de anunciar a aba UAU, ela também mostra ao público que a 99Food é a plataforma para quem pede preços mais acessíveis e mais agilidade. 

“Quem pede mais, pede 99Food” não é a primeira colaboração com Sabrina Sato e faz parte da construção de marca associada à embaixadora. No Rio Carnaval 2026, a atriz e apresentadora participou do desfile surpresa de abertura na Marquês da Sapucaí realizada pela marca, que foi patrocinadora oficial do evento. “A Sabrina representa o que nossa marca quer transmitir. Com um carisma inconfundível, ela sabe conversar com o brasileiro e é a pessoa certa para anunciar essa novidade”, finaliza Verroni.

Sobre a 99

A 99 é uma empresa de tecnologia focada em conveniência e soluções para o dia a dia dos brasileiros. Parte da DiDi Global Inc., líder mundial em mobilidade, conecta pessoas em todo o Brasil com serviços de transporte, pagamentos e delivery — tudo em um único aplicativo.

Corumbá de Goiás vive a era do turismo de experiência

Foto divulgação

Entre os rios Corumbá e Ribeirão Bagagem, em 1731, nascia um povoado que, séculos depois, viria a se tornar um dos cartões postais do estado de Goiás, com atrações que vão de cachoeiras exuberantes, ao ecoturismo, à vitivinicultura

Com quase três séculos de existência, o Corumbá de Goiás participou – e testemunhou – mais da metade da história do Brasil.  O município foi um dos destinos das primeiras expedições iniciais da busca de ouro pelos bandeirantes. Em 1931, iniciou-se a ocupação nas imediações do Rio Corumbá, onde o metal foi encontrado.

O ciclo do minério passou, mas a cidade descobriu uma nova riqueza: o turismo sustentável e de experiência. O charme da arquitetura colonial, os casarios que guardam histórias e  memórias, suas paisagens serranas e cachoeiras, o vinho produzido na região atraem milhares de turistas anualmente. Hoje, aos 296 anos, a cidade integra a Rota dos Pirineus, que atrai 80 mil visitantes por mês na baixa temporada, e 120 mil visitantes por mês na alta temporada.

Só o Salto Corumbá, um dos maiores parques de ecoturismo do Estado situado no município, recebe cerca de 120 mil visitantes a cada ano. No local estão seis cachoeiras, entre elas a que dá nome ao parque, com 50 metros de altura. O que hoje atrai tanta gente, no passado, foi um empecilho para os portugueses, que desviaram o curso do rio e secaram a queda d’água para facilitar a exploração do ouro

A geografia serrana da região tem alguns pontos com altitude que chegam a 1.200 metros, o trouxe um clima mais ameno e também favoreceu o desenvolvimento da vitivinicultura nos últimos anos. A produção de queijos acompanhou este movimento e também se tornou reconhecida, com premiações nacionais e internacionais. Razão pela qual a região serrana integra a Rota dos Pirineus, destino para quem quer realizar uma rota gastronômica. A cidade também é início do Caminho de Cora Coralina, trilha de mais de 300 quilômetros que termina na Cidade de Goiás.

O proprietário do Salto Corumbá, Rodrigo Estivallet, conta que “as pessoas vão até Corumbá de Goiás em busca de contato com a natureza, viver experiências, e estar em um contexto de desaceleração e contemplação”, diz.

A rede de hospitalidade da cidade também está em fase de expansão com a chegada de condomínios horizontais, voltados para a construção de casas de veraneio, para locação e até segunda moradia. É o caso do Salto Imperial, o primeiro empreendimento da cidade, que teve a primeira etapa praticamente esgotada.

“Os terrenos acidentados são os queridinhos do público, os primeiros a acabar porque a intenção dos proprietários é fazer casas instagramáveis e inspiradoras”, diz o coordenador de vendas Rodrigo Ribeiro.

A secretária de turismo do  município, Gheovanna Lowrranny,  explica que esta expansão imobiliária é reflexo deste novo momento da cidade, sendo estratégica para o desenvolvimento turístico uma vez que aumenta os locais de hospedagem e de experiências. “E este condomínio abriu as portas para a chegada de outros”, diz. Ela informa que, além de mais um lançamento, o volume de consultas para a implantação de novos projetos vem aumentando.

Atualmente, o município também está desenvolvendo junto ao Sebrae um plano de ação para se tornar um Destino Turístico Inteligente, certificado concedido pelo Ministério de Turismo para municípios que usam a inovação, sustentabilidade e acessibilidade para gerir seu território. “Estamos implementando as mudanças necessárias para que nosso destino alcance mais pessoas”, diz.

Cultura e patrimônio histórico
O professor de história Ramir Curado, o que mais ressalta aos olhos dos estudiosos da história do município é como Corumbá conseguiu preservar a sua cultura através dos tempos.

O centro histórico é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan) e conta com uma centena de edificações coloniais bem preservadas e o Museu de Arte Sacra, que fica na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Penha de França.

É da cidade a Corporação Musical 13 de Maio, banda civil fundada em 1890 e considerada a mais antiga em atividade no estado. E os amantes da história tem oportunidade de ter contato com objetos históricos raros, como um crucifixo doado pelos jesuítas durante o ciclo do ouro.

“Entre as tradições folclóricas da região estão as cavalhadas que acontecem em setembro, na festa de Nossa Senhora da Penha, as  folias em maio e junho na Festa do Divino Espírito Santo e a popular semana santa da cidade”, lista.

A cidade também guarda a efervescência literária. Vem de seus berços o escritor Bernardo Élis, único goiano a integrar a Academia Nacional de Letras, e José J. Veiga, que teve seus livros publicados nos Estados Unidos, Inglaterra, México, Espanha, Dinamarca, Suécia, Noruega e Portugal. Ganhou, pelo conjunto de sua obra, a versão 1997 do Prêmio Machado de Assis, outorgado pela Academia Brasileira de Letras. A Academia Corumbaense de Letras promove uma série de atividade para manter viva a tradição na cidade.

“Caminho Sagrado Peru” propõe nova forma de vivenciar o país andino a partir da espiritualidade e do autoconhecimento 

Foto divulgação

Jornada do Viva Instituto, idealizado pela terapeuta Cris Garcia, de São Paulo, reúne meditação, rituais e contato com saberes ancestrais. Inscrições para a edição 2027 já estão abertas

Uma viagem ao Peru que combina turismo, imersão cultural e experiências de espiritualidade e autoconhecimento é a proposta do Caminho Sagrado Peru, jornada organizada pelo Viva Instituto desde 2020. Conduzida pela terapeuta Cris Garcia, a experiência se propõe a levar um grupo de até 15 pessoas, de diferentes locais do país, para uma programação que inclui meditação, rituais, cerimônias ancestrais e contato com tradições e saberes locais. 

Durante a viagem, Cris acompanha o grupo em diferentes processos, apresentando experiências relacionadas aos saberes tradicionais do Peru. A iniciativa busca oferecer uma alternativa aos roteiros turísticos convencionais, com maior contato com práticas culturais e espirituais do país e momentos destinados à reflexão e ao desenvolvimento pessoal.

A experiência é resultado da trajetória de Cris Garcia com processos de autoconhecimento e práticas integrativas. Terapeuta Transpessoal e Centrada no Ser, formada pela DEP (Dinâmica Energética do Psiquismo), Deekshagiver e reikiana, ela iniciou seus estudos de autotransformação por meio do Pathwork, de Eva Pierrakos. Ao longo da carreira, aprofundou conhecimentos em desenvolvimento humano, espiritualidade do conhecimento, filosofia e bioenergética. Também estuda e facilita Constelações Sistêmicas Familiares há mais de 18 anos.

Em 2015, uma experiência pessoal levou Cris a rever a maneira como conduzia sua relação consigo mesma e com outras pessoas. A partir desse processo, passou a ampliar sua atuação na criação de espaços voltados ao acolhimento e a processos de autoconhecimento, além de conduzir grupos em experiências de imersão.

A relação com o Peru começou a ganhar espaço nesse trabalho há cerca de seis anos, quando Cris viajou ao país e participou de experiências junto a xamãs. Na ocasião, conheceu diferentes locais associados às tradições espirituais peruanas e teve contato com práticas como o Munay Ki e a Medicina do Cacau. A vivência contribuiu para que ela estruturasse uma proposta de viagem voltada também à aproximação dos participantes com esses conhecimentos.

Desde então, Cris passou a conduzir grupos anualmente ao país andino. Os roteiros combinam visitas e experiências culturais com atividades relacionadas à meditação, espiritualidade e autoconhecimento. A ideia é que os participantes tenham contato não apenas com os espaços visitados, mas também com elementos das tradições que fazem parte da cultura local.

O jornalista Flávio Resende, de Brasília, esteve na imersão deste ano e voltou encantado. “O grupo com o qual viajei foi de um nível altíssimo, pessoas muito espiritualizadas e especiais. Achei que foi um mergulho dentro de mim mesmo”, afirma.

Por que o Peru?

“Há lugares que escolhemos conhecer. Outros parecem nos escolher antes mesmo de sabermos que precisamos ir. Para mim, o Peru foi assim. Em 2020, recebi esse chamado através de um amigo. Naquele momento, foi uma grande surpresa. Não era simplesmente uma viagem que estava nos meus planos. Havia algo diferente naquela aproximação, uma sensação de que aquele país guardava uma conexão que eu ainda não compreendia”, conta Cris.

E ela complementa: “Talvez seja justamente isso que aconteça com tantas pessoas. Passamos anos, às vezes uma vida inteira, sem estabelecer determinadas conexões e, de repente, algo nos conduz ao Peru. Pessoas que jamais imaginaram estar ali se veem diante de suas montanhas, de seus templos, de seus caminhos ancestrais e sentem que existe algo familiar naquele encontro. Tenho a sensação de que o Peru não é apenas um lugar para onde se vai. É um lugar que chama”, afirma.

E esse chamado ganhou ainda mais força quando Cris percebeu possíveis conexões entre os povos andinos e os povos nativos brasileiros. “São culturas separadas por fronteiras que não existiam para seus ancestrais, unidas por uma relação profunda com a terra, com as montanhas, com os ciclos da natureza e com conhecimentos transmitidos através das gerações”, pontua.

“Também me despertou a atenção a presença, em diferentes tradições e relatos, da ideia de que existem determinados pontos no planeta considerados centros energéticos, lugares de passagem ou portais de conexão com dimensões mais sutis da consciência”, afirma. O Peru reúne alguns desses lugares que, há séculos, despertam reverência e fascínio.

No Brasil, existe ainda a referência ao Paralelo 14, uma linha imaginária de latitude que passa 14 graus abaixo da linha do equador. No Brasil, ele é muito famoso por cortar a na Chapada dos Veadeiros, em Goiás, dividindo fama mística por cruzar na mesma faixa o santuário de Machu Picchu, no Peru. “Para mim, mais do que uma coincidência geográfica, essa ideia passou a representar simbolicamente uma ponte entre territórios, culturas e conhecimentos ancestrais”, analisa.

Há também uma antiga narrativa sobre a existência de um caminho subterrâneo ligando a região central do Brasil a Machu Picchu. Alguns relatos associam essa tradição aos povos Xavante e à existência de conhecimentos ancestrais sobre esses caminhos. “Não sei onde termina a história e começa o mistério — e talvez seja justamente essa fronteira que torne tudo tão fascinante”, diz.

A edição de 2027 já tem data marcada: de 21 a 30 de abril.

Mais informações pelo Instagram @vivaInstitut8 ou pelo Whatsapp: 11 98358-6666.

Pesquisadores brasileiros terão papel estratégico no processamento de dados do novo telescópio espacial da Nasa

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LAB-IA, do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), desenvolve o Arandu, sistema que usará inteligência artificial para filtrar e classificar alertas gerados pelo Nancy Grace Roman

  • Telescópio será lançado neste domingo (30), às 8h26, no horário de Brasília
  • Com campo de visão pelo menos 100 vezes maior que o do Hubble, Roman investigará energia escura, exoplanetas e fenômenos transitórios do Universo

O Brasil terá participação estratégica no processamento do grande volume de dados que será produzido pelo Telescópio Espacial Nancy Grace Roman, novo observatório da Nasa, com lançamento previsto para este domingo, 30 de agosto, às 8h26, no horário de Brasília. O Laboratório de Computação e Inteligência Artificial (LAB-IA) do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) desenvolve o Arandu, um broker de alertas astronômicos que ajudará pesquisadores a identificar e selecionar fenômenos registrados pelo telescópio.

Os brokers são sistemas computacionais que recebem os alertas gerados a partir das observações, cruzam essas informações com catálogos e registros anteriores, classificam os eventos e entregam aos astrônomos dados relacionados aos objetos que desejam estudar. Esse processo será essencial para transformar o fluxo de informações do Roman em descobertas científicas.

Desenvolvido com participação do LAB-IA no Brasil, o Arandu, que significa sabedoria em tupi-guarani, será especializado na análise de fenômenos que mudam com o tempo, conhecidos como eventos transitórios ou variáveis. Entre eles estão explosões estelares, oscilações no brilho de estrelas e outros acontecimentos que exigem identificação rápida para que possam ser acompanhados por pesquisadores e outros observatórios.

“O Roman produzirá um volume de dados que torna inviável examinar cada detecção manualmente. O Arandu usará inteligência artificial para organizar e classificar esse fluxo, ajudando os cientistas a encontrar os eventos mais relevantes para suas pesquisas. Sugestão desenvolvida e operada localmente, insere a ciência brasileira em uma etapa decisiva da astronomia contemporânea: a transformação de grandes volumes de dados em conhecimento científico”, afirma Clécio Roque De Bom, cientista e coordenador científico do CBPF e coordenador científico do LAB-IA.

Um Hubble com visão muito mais amplaEquipado com um espelho principal de 2,4 metros, o mesmo diâmetro do Hubble, o Roman produzirá imagens com sensibilidade e resolução comparáveis às do telescópio lançado em 1990. A diferença está na amplitude: seu campo de visão será pelo menos 100 vezes maior, permitindo observar extensas regiões do céu com elevado nível de detalhe.

Durante sua missão primária de cinco anos, o observatório poderá medir a luz de mais de 1 bilhão de galáxias. Um de seus principais levantamentos cobrirá mais de 5 mil graus quadrados, aproximadamente 12% de todo o céu, combinando imagens e espectroscopia para investigar a formação e a evolução do Universo.

O Roman também realizará observações repetidas de regiões próximas ao centro da Via Láctea. A estratégia permitirá detectar mudanças no céu em intervalos curtos e produzir um levantamento estatístico de sistemas planetários da galáxia. A expectativa da Nasa é que a missão revele mais de 100 mil mundos, incluindo exoplanetas e corpos que vagam pelo espaço sem orbitar uma estrela.

Fora da Via Láctea, o telescópio deverá identificar milhares de supernovas do tipo Ia. Por funcionarem como referências para medir distâncias cósmicas, essas explosões ajudarão os pesquisadores a investigar como a expansão do Universo mudou ao longo do tempo e a compreender melhor a energia escura, associada à aceleração dessa expansão.

“O diferencial do Roman não está apenas na quantidade de objetos que poderá observar, mas na possibilidade de acompanhar um Universo em transformação. Sistemas como o Arandu serão fundamentais para reconhecer essas mudanças no meio de um fluxo contínuo de dados e permitir que a comunidade científica reaja a elas”, acrescenta De Bom.

Lançamento e operaçãoO Roman será lançado a bordo de um foguete Falcon Heavy, da SpaceX, a partir do Complexo de Lançamento 39A do Centro Espacial Kennedy, na Flórida. A Nasa prevê a decolagem para não antes das 8h26 deste domingo, no horário de Brasília, sujeita às condições técnicas e meteorológicas.

Após o lançamento, o observatório seguirá para uma região localizada a cerca de 1,5 milhão de quilômetros da Terra, nas proximidades do ponto de Lagrange L2, também utilizado pelo Telescópio Espacial James Webb. Antes do início das observações científicas, o equipamento passará pelas etapas de viagem, posicionamento e comissionamento.

A transmissão começará às 7h20, no horário de Brasília, e poderá ser acompanhada pelos canais oficiais da Nasa, incluindo o NASA+ e o canal da agência no YouTube.

Sobre o LAB-IAO Laboratório de Computação e Inteligência Artificial (LAB-IA) do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) desenvolve pesquisas e soluções tecnológicas na interseção entre inteligência artificial, computação de alto desempenho e medicina. Formado por uma equipe multidisciplinar, o laboratório cria e aplica algoritmos para analisar grandes volumes de dados, modelar sistemas complexos e apoiar descobertas em áreas como astrofísica, cosmologia, geofísica, petrofísica, física de partículas, novos materiais, energia e medicina. Para saber mais, acesse: labia.cbpf.br/pt

Rock in Rio 2026: Falta uma semana para a grande festa começar e a Cidade do Rock se prepara para viver mais uma edição histórica

Foto divulgação

Enquanto portões não abrem para o público, leds do Palco Mundo e demais palcos são testados, cenografias recebem últimos reparos e brinquedos e estandes entram em fase final de montagem

Falta apenas uma semana para o Rock in Rio abrir seus portões para mais uma edição histórica! Depois de semanas de preparação, a Cidade do Rock entra em sua reta final para receber os milhares de fãs que vão aproveitar os sete dias de festa neste ano. Entre os destaques de 2026 está a nova cenografia do Palco Mundo, que já está recebendo testes no gigante painel de 2.400 m² de LED. Outros espaços, como Sunset, Global Village, New Dance Order, Supernova e Espaço Favela, também já estão quase prontos para receber grandes nomes da música. Na parte de experiências, a Roda Gigante, a Tirolesa, a Montanha Russa, o Mega Download e o Discovery deixam a jornada do público ainda mais emocionante. A Gourmet Square, a Rota 85, a Babilônia Feira Hype e Rock in Rio Club Lounge recebem os últimos ajustes para o festival.

Palco Mundo ganha uma nova cenografia e recebe grandes nomes da música

Com 107 metros de largura e 31,5 metros de altura, o Palco Mundo mostrou toda a sua potência na noite desta sexta-feira (28) ao ser aceso e transmitir suas primeiras imagens no gigante telão de led que ocupa toda a sua extensão. São 24 metros de boca de cena, 16,85 toneladas de cenografia, 3,2 milhões de watts de potência sonora e 200 amplificadores. Mais do que receber atrações como Foo Fighters, Avenged Sevenfold, Calvin Harris, Elton John, Stray Kids, Maroon 5 e Twenty One Pilots, o espaço também será cenário para momentos que fazem parte da identidade do festival, como o tradicional espetáculo de fogos sincronizados com a música-tema ao final de cada dia e o retorno do The Flight, com manobras acrobáticas sincronizadas, trilha sonora especial e 756 disparos de fogos diurno

Se programe para viver cada momento

Pelo aplicativo oficial do festival, os fãs já podem consultar os horários de todos os shows e montar sua própria programação para não perder nenhuma das atrações que estarão nos palcos e espaços da Cidade do Rock. Como novidade desta edição, também será possível compartilhar a agenda criada no aplicativo diretamente no Instagram, facilitando os encontros entre amigos e permitindo que cada pessoa mostre o que vai viver no festival. O público também poderá realizar a compra antecipada de comidas e bebidas, uma facilidade que já está disponível para produtos de marcas como Heineken, Coca-Cola, Schweppes Mixed, Red Bull, Crystal e Bob’s. Para comprar, basta acessar o aplicativo oficial do Rock in Rio, selecionar a opção “Comprar Antecipadamente”, preencher ou confirmar o cadastro, escolher o dia em que o produto será consumido e realizar o pagamento, que poderá ser feito por PIX ou cartão de crédito. A compra é exclusiva pelo aplicativo e não está vinculada à aquisição do ingresso, que precisa ter sido garantido previamente para que o produto possa ser retirado na Cidade do Rock.

O aplicativo oficial reúne ainda informações e serviços que ajudam o público a se preparar para os dias de festa. Por meio da plataforma, já é possível garantir os lockers, comprar qualquer uma das opções de transporte para o festival, adquirir as modalidades disponíveis do Rock in Rio Club, conferir os serviços de acessibilidade e conhecer tudo sobre o novo espetáculo ECCO by Lightwire.

Até o dia 4 de setembro, primeiro dia do Rock in Rio, o aplicativo ainda ganhará novas funcionalidades. O público poderá consultar o mapa completo da Cidade do Rock e informações sobre as ativações das marcas parceiras, além dos horários das experiências do festival, como o The Flight.

Se programe: diferentes opções de transporte levam o público à Cidade do Rock

Para que o público possa planejar não apenas o que vai viver dentro da Cidade do Rock, mas também sua chegada e retorno para casa, o Rock in Rio contará com um esquema especial de mobilidade durante os sete dias de festival. Entre as alternativas estão o BRT Expresso Rock in Rio, a operação especial do MetrôRio e o Primeira Classe, com opções que atendem diferentes regiões do Rio de Janeiro, Grande Rio e também fãs que partem de outras cidades.

BRT Expresso Rock in Rio

Em parceria com o Rock in Rio, a Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR) e da MOBI-Rio, preparou uma operação especial do BRT para os dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro. O BRT Expresso Rock in Rio contará com ônibus articulados circulando pelos corredores exclusivos do sistema em três serviços: o SE008, direto entre o Terminal Jardim Oceânico e o Terminal Centro Olímpico; o SE009, direto entre o Terminal Alvorada e a Estação Morro do Outeiro; e o SE010, semidireto entre o Terminal Paulo da Portela e a Estação Morro do Outeiro, com paradas na Praça Seca, Tanque e Taquara.

Os bilhetes já estão à venda por R$ 29, exclusivamente pelo aplicativo Jaé. Para utilizar o serviço, o passageiro deve estar cadastrado na plataforma e realizar a compra com o saldo da Conta Transporte, que pode ser recarregado via PIX ou cartão de crédito. Cada usuário pode adquirir até dez bilhetes por dia de evento, inclusive para familiares e amigos. No dia escolhido, o passageiro deverá apresentar o QR Code para embarque e, ao chegar ao Terminal Centro Olímpico ou à Estação Morro do Outeiro, fará a validação para receber uma pulseira individual que permitirá utilizar os serviços especiais na volta.

MetrôRio

O MetrôRio também terá uma operação especial durante o Rock in Rio, funcionando de forma integrada ao BRT para facilitar o deslocamento dos fãs. A estação Jardim Oceânico, principal ponto de conexão com o BRT Expresso Rock in Rio, permanecerá aberta 24 horas para embarque durante os dias de festival. As demais estações funcionarão normalmente para embarque durante o horário regular e, durante a madrugada, permanecerão abertas para desembarque, permitindo que o público retorne após o encerramento da programação.

As linhas 1 e 4 circularão entre Uruguai e Jardim Oceânico, enquanto a Linha 2 fará o trajeto entre Pavuna e Botafogo, com transferência entre as linhas 1 e 2 disponível durante todo o período do festival no trecho compartilhado entre Central do Brasil e Botafogo. A integração com o BRT Expresso será feita exclusivamente pela estação Jardim Oceânico. A tarifa do metrô será de R$ 7,90 por trecho, com pagamento por Jaé, Riocard ou aproximação (NFC); considerando ida e volta de metrô e o serviço especial do BRT, o valor total será de R$ 44,80.

Primeira Classe

Já para quem busca uma alternativa com ainda mais conforto e conveniência, o Primeira Classe retorna após o sucesso das edições anteriores. O serviço, realizado em ônibus executivos e com percurso sem paradas, é a única opção de transporte que deixa os passageiros em uma entrada exclusiva dentro da Cidade do Rock, próxima ao New Dance Order. São 20 pontos de embarque no Rio de Janeiro e Grande Rio e mais de 18 pontos confirmados fora da cidade. Para a ida, o passageiro escolhe previamente seu ponto de embarque e o horário de saída, com partidas entre 11h e 19h.

Na volta, quem utiliza as rotas do Rio e Grande Rio conta com mais flexibilidade: não é necessário agendar horário, e os ônibus começam a sair a partir das 22h, mediante demanda, com os últimos embarques acontecendo até duas horas após o término do Palco Mundo. Além dos diferentes pontos espalhados pelo Rio e Grande Rio, como Copacabana, Ipanema, Botafogo, Barra da Tijuca, Recreio, Tijuca, Niterói e São Gonçalo, nesta edição o Primeira Classe amplia sua cobertura para atender quem vem de outras cidades, com partidas de localidades como São Paulo, Belo Horizonte, Petrópolis, Búzios, Cabo Frio, Campinas, Sorocaba, Nova Friburgo, Resende, Volta Redonda e outras regiões.

Rock in Rio Brasil chega repleto de novidades em 2026

Marcado para acontecer na Cidade do Rock, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, o Rock in Rio acontece nos dias 4, 5, 6 (esgotado), 7, 11, 12 (esgotado) e 13 de setembro de 2026. Confira o line up completo do festival:

Entre os confirmados no primeiro fim de semana do Rock in Rio, o dia 4 de setembro tem no Palco Mundo Foo Fighters como headliner, Rise Against, The Hives e Nova Twins. Na mesma data, o Sunset tem Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos, Hot Milk, Detonautas convidam Biquini e Di Ferrero, e o Espaço Favela tem MC Rodrigo do CN, Hitmaker e GBZ7N. No New Dance Order, Steve Angello é o headliner, além de apresentações de GIU x Carola, ATKÖ e Cat Dealers. Já o Global Village recebe Paulinho Moska, Leela e Giovanna Moraes, enquanto o Supernova traz Diogo Defante, Venere Vai Venus, Rock in Gil com Larissa Luz e Chady.

No dia 5, o Palco Mundo recebe Avenged Sevenfold fechando os shows do espaço, além da apresentação do Bring Me The Horizon, mgk (Machine Gun Kelly) e Sepultura. Ainda no dia 5, o Sunset recebe Bad Omens, Poppy, Black Pantera convida Nervosa, além de Malvada convida Day Limns, e o Espaço Favela tem Major RD, Canto Cego e Quantum. Já no New Dance Order, James Hype é a principal atração, com shows de Volkoder, Camila Jun x Eli Iwasa e Victor Lou. O Global Village terá Korzus, Noturnall + Russell Allen e Rhegia, enquanto o Supernova recebe Supercombo, Lvcas, MC Taya e ZeRO.

No dia 6 de setembro, Calvin Harris é o headliner do Palco Mundo, que também recebe Black Eyed Peas, Nelly e Barão Vermelho – Encontro Formação Original convida Fernando Magalhães. O Palco Sunset recebe NE-YO, Jota Quest toca Tim Maia, BaianaSystem e Calema. O Espaço Favela tem Xamã, Rael e Budah. No New Dance Order, MEDUZA³ encerra a noite, além de apresentações de Liu, Casa Bonita – Brisotti e Viot, e Sofi Tukker. Já o Global Village conta com Mohamed Ramadan, Mãeana e Bento Gil convida Flor Gil, enquanto o Supernova traz Blitzkrieg Psycho Bop – Ramones 50 Years – João Gordo & Asteroides Trio, Matanza Ritual, Bayside Kings e O Escritório.

Já no feriado de 7 de setembro, o Palco Mundo terá como principal atração Elton John, além de shows de Gilberto Gil, Jon Batiste e Luísa Sonza convida Roberto Menescal. Na mesma data, no Palco Sunset o público poderá assistir as apresentações de Laufey, Péricles canta Motown, Roupa Nova convidando Guilherme Arantes, e Vanessa da Mata convidando Rubel. Já o Espaço Favela tem Belo, Mart’nália e Tiee. No New Dance Order, Fatboy Slim encerra a noite, além de apresentações de Aline Rocha, Leo Janeiro & simo not simon e Max Styler. O Global Village recebe João Bosco, Joyce Moreno, Leila Pinheiro e Fernanda Takai, além de Wanda Sá, enquanto o Supernova traz Alee, Zeca Veloso, Melly e Maui.

No segundo fim de semana do Rock in Rio, o dia 11 de setembro, traz ao Palco Mundo Stray Kids como headliner, além de shows de Alok, HWASA e NEXZ. Na mesma data, a programação do Palco Sunset inclui Jamiroquai, PJ Morton, Os Garotin convidando Duquesa, e Jota.pê convidando Luedji Luna e Zaynara, a do Espaço Favela tem CABELINHO convida TZ da Coronel, além de Puterrier, MC Carol e Caio Luccas. No New Dance Order, o encerramento fica por conta do b2b entre Neelix e Vegas, além de apresentações de Omiki, DEPARTAMENTO e ANNA. Já o Global Village conta com Soulidified, Rio Bronx e Lambateria com Félix Robatto, enquanto o Supernova recebe NandaTsunami, Ananda, Isa Buzzi e Muse Maya.

No dia 12 de setembro, o Palco Mundo tem Maroon 5 fechando os shows do espaço no dia, além de Demi Lovato, J Balvin e Pedro Sampaio. Ainda no dia 12, no Palco Sunset se apresentam Mumford & Sons, João Gomes com a Orquestra Brasileira, Gilsons convidando Daniela Mercury e Olodum, além do encontro entre Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago, enquanto o Espaço Favela tem Timbalada, Priscilla Senna e Soul de Brasileiro. No New Dance Order, Alok encerra a noite com o projeto inédito Rave The World, além de apresentações de Alok & Family – Ekanta e Swarup, Gabe, Adam Sellouk e Bhaskar. O Global Village recebe Mestrinho, Hamilton de Holanda e Badi Assad, enquanto o Supernova traz Delacruz, Milo J, Yago Oproprio e Celo Dut.

Por fim, no dia 13 de setembro, o Palco Mundo tem Twenty One Pilots como headliner, além de Halsey, Lola Young e Ivete Sangalo. O Palco Sunset tem Zara Larsson como principal atração, Marina Sena convida Céu, Joelma convida Viviane Batidão e Carol Biazin convida Joyce Alane. O Espaço Favela recebe DENNIS, Suel e Marvvila. No New Dance Order, John Summit comanda o último show da Cidade do Rock, além de apresentações de Roddy Lima, Illusionize e Dawn Patrol – Maz, Antdot, Riascode e Bakka. Já o Global Village recebe Haley Smalls, Lucy Alves e Kinnie, enquanto o Supernova traz Lourena, Sant, Bruna Black e AR Baby.

Além dos artistas, o festival chega com novidades marcantes: o Palco Mundo ganha uma cenografia totalmente inédita e, pela primeira vez, toda sua estrutura frontal será revestida por 2.400 m² de painéis de LED de altíssima definição, transformando o espaço em um único e imenso painel visual. A maior pista de dança da Cidade do Rock, o New Dance Order também retorna em 2026 com uma cenografia totalmente nova, com 56,50 metros de largura e 22,5 metros de altura, reforçando sua presença monumental no festival. O palco amplia ainda mais a experiência do público, enquanto os 502m² de painéis de LED são um dos grandes destaques do projeto visual, criando uma atmosfera imersiva que integra música, luz e movimento.

Na gastronomia, a Gourmet Square contará com uma curadoria assinada pelo chef Pedro Siqueira, reconhecido entre os 100 melhores pizzaiolos do mundo pelo The Best Pizza Awards 2025, que também levará a gastronomia do Sìsì em um dos restaurantes do espaço. Com funcionamento de 12 horas por dia, a Gourmet Square será composta por oito restaurantes na edição de 2026: Sìsì Pizza, Pepe Hot Dogs, Gurumê, TT.Burguer, Albis, Bora Baião, Chicharrón e Cumbuca. Já na Área Vip, a experiência gastronômica exclusiva é assinada pela chef Heaven Delhaye by GSH, que estará pela primeira vez à frente da gastronomia do espaço. Heaven comanda restaurantes como Chez Heaven Bistrot, D’Heaven, Heaven Cucina e Nonna per Heaven.

Outro destaque é o retorno do espetáculo aéreo The Flight, um dos momentos mais pedidos pelo público e que volta após apresentações históricas no festival – prometendo ainda mais emoção com manobras acrobáticas sincronizadas, trilha sonora especial e 756 disparos de fogos diurnos. Neste ano, a Babilônia Feira Hype retorna ao Rock in Rio para celebrar 30 anos de história desde sua primeira edição. Nesta edição, o espaço ganha uma nova localização, próximo ao palco New Dance Order, em uma estrutura projetada pelo arquiteto João Uchôa. Ao todo, serão 20 tendas que, durante os sete dias de festival, receberão 60 expositores, com curadoria de marcas realizada pelo Instituto Brasileiro de Cultura, Moda e Design (Inbracultmode). Além das tendas, o público também poderá aproveitar uma programação com DJs convidados e uma instalação de arte urbana, ampliando a experiência do espaço e fazendo da Feira parte do percurso criativo do festival.

O Rock in Rio, em parceria com a LightWire, anunciou um espetáculo grandioso que emocionou o mundo e que agora ocupa uma arena na Cidade do Rock para envolver toda a plateia: o ECCO. A atração é mais um dos projetos da Fábrica de Sonhos do Rock in Rio – a engrenagem criativa que, desde a primeira edição, se reinventa para surpreender o público com experiências que vão muito além da música e transformam ideias em momentos inesquecíveis para milhões de pessoas. A LightWire fará sua estreia no festival e vai transformar a apresentação em uma experiência sensorial inédita para o público. O projeto nasce como uma jornada imersiva em 360°, em que luz, som, tecnologia, corpo, aromas e natureza se fundem para criar uma narrativa profunda e envolvente. Na Cidade do Rock, o espetáculo chega inspirado na ideia de que a floresta é a verdadeira origem do som, propondo uma reflexão sobre as vibrações primordiais do planeta – vento, água, raízes e fogo – e sobre a forma como o ser humano transforma essas vibrações em música, arte e emoção. Combinando bailarinos, coreografias precisas, trilha sonora original com tecnologia surround, projeções mapeadas, holografia, áudio imersivo e figurinos tecnológicos em LED e fibra ótica – que se destacam pelo uso do PixelWear, com mais de 1.500 pixels de LED controlados individualmente, e do NewDress, que utiliza 1.000 metros de fibra óptica iluminados por LED –, cada uma das cinco apresentações diárias no festival terá 20 minutos de duração e uma capacidade para 1.000 pessoas dentro do espaço.

O Rock in Rio 2026 amplia a experiência do público com 8 mil horas de experiências de marcas, mais de 100 ativações e cerca de 1 milhão de brindes ao longo dos sete dias. Para além do evento, cerca de 400 produtos licenciados levam a identidade do Rock in Rio para o cotidiano dos fãs. Já a linha de Produtos Oficiais poderá ser encontrada nas lojas espalhadas pelo festival, com itens como bonés, chaveiros, cangas e lenços, além das emblemáticas camisetas “Eu Fui”, disponíveis exclusivamente nas lojas físicas durante a edição.

Sobre o Rock in Rio

1985 marca a primeira edição do evento idealizado por Roberto Medina e que hoje, 41 anos depois, é considerado o maior festival de música e entretenimento do mundo – o Rock in Rio. A história do evento se entrelaça com a do entretenimento no Brasil, sendo responsável por colocar o país na rota dos eventos internacionais, já que pela primeira vez, um país da América do Sul sediou um evento musical dessa magnitude. Em uma área de 250 mil m2, em Jacarepaguá, durante dez dias, 1 milhão e 380 mil pessoas foram iluminadas pela primeira vez e começaram a fazer parte do grande espetáculo. No palco – o maior do mundo na época, com 80m de boca de cena – 15 atrações nacionais e 16 internacionais. Originalmente organizado no Rio de Janeiro, o festival ganhou o mundo chegando a Lisboa (Portugal), onde é realizado até hoje, passando por Madrid (Espanha) e Las Vegas (USA).

Desde a primeira edição, já gerou mais de 297,6 mil empregos diretos e indiretos e, apenas na última, em 2024, um impacto econômico de R$ 2.9 bilhões na cidade do Rio de Janeiro. Em 2022, o Rock in Rio foi considerado patrimônio cultural imaterial do estado do Rio de Janeiro. Pelas Cidades do Rock, desde 1985, já passaram mais de 12.3 milhões de visitantes, que assistiram a mais de 4.667 artistas em 141 dias de magia. Dentre os números gigantes do festival, mais de 146 milhões de pessoas alcançadas pelas comunicações nas redes sociais na edição que celebrou os 40 anos do Rock in Rio.

Gerando impactos positivos nos países onde é realizado e consciente do poder disseminador da marca, o Rock in Rio pauta-se por ser um evento com o propósito de construir um mundo melhor para pessoas mais felizes, confiantes e empáticas num planeta mais saudável. Adotando e incentivando práticas que apoiam o coletivo, se une a empresas que possuem este mesmo olhar e diretriz. O festival investiu, junto com seus parceiros, mais de R$ 118 milhões em diferentes projetos, passando por temas como sustentabilidade, educação, música, florestas, entre outros. Apenas na Amazônia, mais de 4 milhões de árvores foram plantadas. A marca foi pioneira em ter a certificação ISO 20121 – Eventos Sustentáveis, é neutra em carbono desde 2006 e, em 2022, começou a trabalhar ambiciosas metas para 2030, alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Das 25 edições, dez ocorreram no Brasil (1985, 1991, 2001, 2011, 2013, 2015, 2017, 2019, 2022 e 2024), onze em Portugal (2004, 2006, 2008, 2010, 2012, 2014, 2016, 2018, 2022, 2024 e 2026), três na Espanha (2008, 2010 e 2012) e uma nos Estados Unidos (2015).

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35 ANOS DE LEGADO NOS CINEMAS: CLÁSSICO ANIME AKIRA VOLTOU ÀS TELONAS EM 4K REMASTERIZADO

Foto divulgação

Influenciando diretamente os rumos da cultura pop nas últimas décadas, o filme revolucionário ganha evento especial pela Sato Company

AKIRA é um anime que dispensa apresentações: lançado no Japão em 1988, o filme chegou ao Brasil em 1991 com distribuição Sato Company, e desde então conquistou toda uma legião de fãs e marcou para sempre a cultura pop, influenciando obras em todo o mundo até os dias atuais. Agora, os fãs e as novas gerações ganham uma nova oportunidade de experienciar o clássico nos cinemas com o relançamento da animação em formato 4K remasterizado em 27 de agosto

O filme conta a história de uma versão futurista de Tóquio após uma explosão causada pelo misterioso e poderoso Akira. A cidade é palco da disputa entre duas gangues de motoqueiros – os Cápsulas e os Palhaços –, e em meio a uma perseguição, o jovem Cápsula Tetsuo colide com uma misteriosa criança e é levado pelo Exército para um hospital onde estranhos experimentos acontecem. A partir de então, Kaneda, também membro  da gangue e amigo do garoto, embarca em uma jornada para descobrir o que aconteceu ao colega. Enquanto isso, Tetsuo parece ter desenvolvido poderes impressionantes que começam a gerar comparações com o lendário Akira.  O legado de AKIRA se estende para além da própria obra: a animação é influência direta de inúmeros filmes, séries, jogos e tendências estéticas até o dia de hoje. O anime Demon Slayer e o jogo de vídeo game Cyberpunk 2077 são sempre lembrados como herança de AKIRA, mas inúmeros outros fazem referências ao filme. São os casos de Stranger Things, Matrix, Pokémon, Ilha dos Cachorros (e a obra de Wes Anderson no geral), Poder Sem Limites, Looper – Assassinos do Futuro e até o clipe de Scream, canção de Michael Jackson e Janet Jackson.  Apesar de sua fama não ter diminuído – pelo contrário – com o passar dos anos, muitos fãs de animações japonesas não tiveram a oportunidade de assistir nos cinemas ao clássico que abriu as portas ao gênero no país. Agora, com o relançamento especial de aniversário, AKIRA ganha uma nova versão remasterizada em 4K, tornando ainda mais impressionante o espetáculo visual futurista do filme.  Com distribuição Sato Company, referência em produções asiáticas no Brasil, AKIRA 4K remasterizado chega aos cinemas a partir de 27 de agosto. Sinopse: Em 2019, três décadas após o governo japonês destruir Tóquio com uma bomba nuclear para encobrir um experimento com crianças paranormais, o motoqueiro cyberpunk Kaneda embarca em uma missão perigosa para salvar seu amigo Tetsuo de uma conspiração governamental de proporções inimagináveis. Ficha técnica Japão, 1988, 124 min Direção: Katsuhiro Otomo Roteiro: Katsuhiro Otomo e Izo Hashimoto
Sobre a Sato Company Fundada em 1985, a Sato Company é pioneira na distribuição e referência em Animes e Tokusatsu, tendo em seu portfólio conteúdos asiáticos de sucesso de público e crítica como Akira, Ghost in the Shell, National Kid, Ultraman, Jaspion, Jiraiya, dentre muitos outros. Sua constante inovação hoje se traduz na produção e distribuição para cinema, televisão, OTT (SVOD/TVOD/AVOD). Atua também como agregadora de conteúdo e no licenciamento de produtos. Em 2024 foi responsável por trazer ao Brasil os filmes vencedores do Oscar ‘Godzilla Minus One’ e ‘O Menino e a Garça’.

Mulheres do rock defendem mais espaço, segurança e políticas públicas em solenidade na CLDF


Musicistas executam hino nacional durante sessão solene “Mulheres do Rock” no plenário da Câmara Legislativa

Sessão solene presta homenagens e debate representatividade, segurança e políticas públicas para fortalecer a participação feminina na cena independente

Ao som de uma versão do Hino Nacional executada com guitarra distorcida, teclado e voz, a Câmara Legislativa homenageou as roqueiras do Distrito Federal na noite desta quinta-feira (27). Com o tema “Mulheres do Rock: cultura, trabalho e políticas públicas para o fortalecimento da cena independente no DF”, a solenidade reconheceu as contribuições de artistas, produtoras, técnicas de som, roadies, fotógrafas, gestoras culturais, comunicadoras e demais profissionais que integram a cadeia produtiva do rock na capital.

>> Confira mais imagens da sessão no Flickr da CLDF

A sessão solene, no plenário da Casa, foi proposta pela deputada Dayse Amarilio (PSB) para debater desafios e reivindicar maior reconhecimento ao segmento. Entre as principais dificuldades encontradas pelas fãs e profissionais do rock estão a insegurança, a desigualdade de oportunidades, a baixa representatividade em grandes festivais e a ausência de mecanismos específicos de incentivo.

Em seu pronunciamento, Dayse Amarilio destacou a importância histórica do Distrito Federal para o gênero musical e defendeu a organização coletiva para ampliar a visibilidade do movimento. “Nós somos a capital nacional do rock e vocês fazem muito mais do que música. Mantêm um sonho vivo, transformam vidas e formam um movimento muito grande que, neste momento, está sendo inviabilizado”, afirmou a parlamentar. Ela também ressaltou que a homenagem representa um ponto de partida para a construção de políticas públicas voltadas ao setor.

Trajetórias e representatividade

A guitarrista da banda Estamira e produtora cultural, Sara Abreu, relembrou sua trajetória de superação até se tornar profissional da música. A artista, que adquiriu seu primeiro instrumento com a venda de amendoim em semáforos, destacou o papel de mulheres que a incentivaram ao longo do caminho.

“Hoje vivo da música graças ao incentivo de mulheres fortes que acreditaram em mim e me ajudaram a chegar a um lugar que eu jamais imaginei alcançar quando era criança”, relatou. Para ela, o fortalecimento de outras mulheres passa pela capacidade de inspirar novas gerações. “Vamos nos colocar para cima. Onde estivermos estaremos influenciando alguém com algo de bom que a gente faz”, afirmou.

Já a pesquisadora e produtora cultural Nina Puglia Oliveira apresentou reflexões a partir de estudos sobre a cadeia produtiva da música e a economia da cultura no DF. Segundo ela, as questões de gênero atravessam todo o setor cultural.

Nina argumentou que a cultura é importante fonte de renda para mulheres, mas que a insegurança ainda limita o acesso e a participação feminina nos espaços culturais. “As pesquisas mostram que muitas mulheres têm medo de consumir cultura. Em eventos noturnos e de grande porte, a segurança continua sendo uma questão fundamental para que possamos usufruir desses espaços como cidadãs”, comentou.

Origens do rock e protagonismo feminino

A atriz, comunicadora e pesquisadora Sheila Campos, por sua vez, defendeu o reconhecimento das raízes negras do rock e do protagonismo das mulheres na construção do gênero musical. Ao lembrar a trajetória da cantora e guitarrista norte-americana Sister Rosetta Tharpe, precursora do rock, Sheila destacou que a contribuição feminina foi historicamente invisibilizada.

“Se o rock é preto e seu primeiro registro é criação de uma mulher, é mais do que legítima a nossa presença não apenas aqui na CLDF, mas em todos os espaços culturais, econômicos e criativos relacionados ao rock”, afirmou.

Ela também reivindicou maior participação das mulheres em posições de comando. “Não queremos ser apenas musas ou vocalistas. Queremos mulheres instrumentistas, mulheres compositoras, empresárias, produtoras, responsáveis por estúdios, gravadoras, meios de comunicação, academia e ocupando os espaços de poder”, disse.

Políticas públicas e participação social

A pesquisadora e professora Ludmila Gaudad, vocalista da banda Estamira, ressaltou a importância da representatividade de gênero no rock e da presença feminina nos espaços de decisão. “É preciso sair do discurso para construção de política pública. E onde a gente consegue isso? Estando aqui dentro, fazendo controle social”, afirmou.

Já a jornalista, produtora cultural e multiartista Luciana Ribeiro apresentou o trabalho do coletivo Roqueiras BR, criado em 2025 no Distrito Federal com o objetivo de fortalecer e ampliar a participação feminina no rock, tanto nos palcos quanto nos bastidores. Segundo ela, além de visibilidade, as mulheres do setor reivindicam condições concretas para trabalhar.

“Como produzir cultura sem rede de apoio? Essa rede precisa vir também do Estado. Precisamos de creches. Muitas vezes a mulher fica presa num relacionamento nocivo, pois não consegue deixar o filho para trabalhar. A gente está buscando representatividade, visibilidade, mais segurança, mais espaço para a gente tocar, produzir, para a gente estar”, defendeu.

A produtora cultural Ivanete Feitosa destacou o caráter coletivo da mobilização e lembrou a importância da união e da resistência entre as mulheres da cena cultural. “Vai dizer que eu não realizei o sonho de ser revolucionária? É isso que a gente faz todos os dias sendo mulher”, afirmou.

Também presente ao evento, a deputada federal Erika Kokay (PT-DF) destacou que a presença feminina no rock representa uma forma de enfrentamento ao machismo e à exclusão. “As mulheres no rock significam a luta contra uma sociedade sexista e a defesa do direito de ocupar todos os espaços que a nossa humanidade permite”, declarou.

Bruno Sodré – Agência CLDF

Câmara recebe exposição do artista plástico Gabriel Duran

A Câmara dos Deputados recebe na próxima semana a mostra “Como Dançam as Sombras”, na Galeria Décimo, no Anexo IV da instituição. É a primeira exposição individual do artista plástico Gabriel Duran e estará aberta de 3 de setembro a 15 de outubro. A entrada é gratuita.

“Como Dançam as Sombras” reúne um conjunto de obras recentes do artista. São desenhos, pinturas, esculturas e colagens, que compõem um percurso em torno de questões que atravessam sua produção: o tempo, a matéria, o corpo e o que permanece como vestígio.

Entre carvão, madeira, cimento, tinta e papéis, a exposição aproxima gestos humanos, arqueologia, processos geológicos e visões do cosmos. As obras procuram colocar esses elementos em relação, fazendo coexistir o instante de um movimento vivo e o tempo profundo da matéria.

A exposição também traz as fotografias produzidas pelo artista em 2025 sobre o patrimônio rupestre da Serra da Capivara, no sul do Piauí.

O autor

Gabriel Duran nasceu em São Paulo, em 1985. É pós-graduado em Artes Visuais pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP-SP) e participou da mostra coletiva do Museu de Arte Brasileira. Sua produção recente aproxima arte contemporânea e patrimônio arqueológico brasileiro, identificando a persistência dos gestos humanos através do tempo.

Serviço

Exposição “Como Dançam as Sombras”, de Gabriel Duran
Local: Galeria Décimo, Anexo IV da Câmara dos Deputados
Data: de 3 de setembro a 15 de outubro
Dias e horários: de segunda a sexta, das 9h às 17h30
Entrada gratuita

30ª Festa do Morango celebra produção de Brazlândia e aproxima agricultores dos consumidores

Foto Sítio Bem Viver


Evento reúne produtores, gastronomia, turismo rural e espaços de comercialização; Emater-DF promove Dia de Campo, concurso de receitas, Colha & Pague e 36ª Exposição Agrícola

A festa mais gostosa de Brasília celebra três décadas de tradição e valorização do produtor rural do Distrito Federal. Vem aí a 30a Festa do Morango de Brasília. O evento ocorre em dois finais de semana, e com direito a feriado: de 5 a 7 e de 10 a 13 de setembro, no Parque de Exposições de Brazlândia. A realização é da Associação Cultural Rural Alexandre Gusmão (Arcag) e Instituto Alvorada Brasil, com correalização da Emater-DF e apoio da Administração Regional de Brazlândia e Governo do Distrito Federal. E o morango produzido em Brazlândia é o grande protagonista.

A programação valoriza quem produz, amplia as oportunidades de comercialização e apresenta ao público a diversidade e a qualidade da agricultura do Distrito Federal. A festa também oferece uma programação diversificada para toda a família, com atrações culturais, praça de alimentação com culinária japonesa, espaço gastronômico com diferentes opções, além de áreas dedicadas à comercialização de flores e plantas ornamentais, artesanato e outros produtos.

Correalizadora da festa, a Emater-DF participa de diferentes frentes da programação, criando oportunidades de aproximação entre produtores e consumidores e destacando o trabalho dos agricultores assistidos pela empresa. Entre as ações estão a Morangolândia, espaço de comercialização de morangos e produtos derivados; a Florabraz, dedicada à comercialização de flores; o Concurso de Receitas com Morango; o Colha & Pague do Morango; e a 36ª Exposição Agrícola de Brazlândia, que apresenta a diversidade e a qualidade da produção rural da região.

A Festa do Morango é realizada pela Associação Rural Cultural Alexandre de Gusmão (ARCAG) e pelo Instituto Alvorada, com correalização da Emater-DF e apoio da Administração Regional de Brazlândia e do Governo do Distrito Federal (GDF).

Produção que movimenta a economia rural
Brazlândia é referência na produção de morangos no Distrito Federal, e a festa se consolida como um dos principais espaços de valorização e divulgação dessa produção. Em 2025, o DF produziu cerca de 5,3 mil toneladas de morango, considerando os sistemas convencional e orgânico, em uma área de aproximadamente 169 hectares. A atividade movimentou mais de R$ 105,2 milhões em Valor Bruto da Produção (VBP).

Mais do que apresentar a fruta ao consumidor, a programação busca mostrar o trabalho que existe por trás de cada produção e criar oportunidades para que os agricultores apresentem e comercializem seus produtos diretamente ao público.

Um dos principais espaços para isso será a Morangolândia, que reunirá 42 estandes de agricultores assistidos pela Emater-DF. No local, os visitantes poderão comprar morangos frescos e uma variedade de produtos derivados da fruta, conhecendo diferentes formas de transformar e agregar valor à produção rural. A proposta fortalece a comercialização direta e cria uma oportunidade para que o consumidor conheça produtos, histórias e empreendimentos de quem vive da agricultura.

Florabraz amplia a vitrine da agricultura local
A diversidade da produção rural também estará representada na Florabraz, que reunirá 32 estandes de floricultores selecionados pela Emater-DF. Flores, plantas ornamentais, mudas frutíferas e outros produtos da floricultura vão ocupar o espaço durante a festa, ampliando a presença da agricultura local e apresentando ao público uma atividade que também gera renda e oportunidades para produtores do Distrito Federal.

Do campo para a mesa: morango ganha novas possibilidades
O morango também será apresentado como matéria-prima para produtos com maior valor agregado durante o Concurso de Receitas com Morango, no dia 6 de setembro, domingo, das 10h às 12h.

Produtores e participantes poderão apresentar receitas criativas que valorizem a fruta e mostrem ao público diferentes possibilidades de preparo e comercialização. A iniciativa estimula o aproveitamento da produção e demonstra como a transformação de alimentos pode abrir novos mercados e gerar renda para os agricultores.

As receitas serão avaliadas por chefs, estudantes de gastronomia de instituições de ensino credenciadas e pelo júri popular. A premiação das três melhores receitas será realizada após a degustação.

Colha & Pague leva visitantes para dentro das propriedades
A experiência com o morango não ficará restrita ao espaço da festa. Nos dias 5, 6, 12 e 13 de setembro, o público poderá participar do Colha & Pague do Morango, iniciativa que aproxima consumidores das propriedades rurais e permite conhecer de perto o cultivo da fruta.

Neste ano, três propriedades participam da ação: Chácara Fukushi, Sítio Bem Viver e Morangos Oliveira. Nestas propriedades, os visitantes poderão conhecer as lavouras, colher os próprios morangos e vivenciar uma experiência de turismo rural diretamente com os produtores.

As reservas e os pagamentos são feitos diretamente com cada propriedade, de acordo com a disponibilidade de vagas.

36ª Exposição Agrícola mostra a diversidade do que é produzido na região
Nos dias 11 e 12 de setembro, a produção rural ganha outro espaço de destaque com a 36ª Exposição Agrícola de Brazlândia. A mostra reúne produtos cultivados por agricultores de Brazlândia e Ceilândia e deve apresentar cerca de 400 amostras de frutas, hortaliças e outros produtos agrícolas.

Além de revelar a diversidade da agricultura regional, a exposição estimula os produtores a selecionar e apresentar o melhor de sua produção. Os produtos são avaliados em diferentes categorias, com premiação para os primeiros colocados.

Com 36 edições, a exposição tem ainda um significado histórico: é mais antiga que a própria Festa do Morango, que chega neste ano à 30ª edição, e se tornou uma tradição do calendário rural de Brazlândia.

Tecnologia e conhecimento para quem produz
Antes da festa e ainda dentro da programação, a Emater-DF promoveu, nesta sexta-feira (28), o Dia de Campo com Produtores de Morango, no Núcleo Rural Betinho, em Brazlândia. A atividade reuniu cerca de 80 produtores rurais para discutir tecnologias, manejo e inovação na produção de morangos.

Realizado em parceria com a Embrapa Hortaliças, o encontro foi dividido em três estações técnicas. Especialistas da Emater-DF abordaram análise e correção do solo e adubação; a Embrapa Hortaliças apresentou informações sobre mudas, variedades e cultivares; e a terceira estação tratou de nutrição foliar e irrigação.

Rainha do Morango
Um dos momentos mais esperados e glamourosos da Festa é o concurso da Rainha do Morango de Brasília 2026. As premiações em dinheiro são de R$ 3 mil para o primeiro lugar, mais R$ 2 mil para o segundo e R$ mil para o terceiro. Todas as vencedoras receberão outros prêmios, em roupas, acessórios, produtos de beleza e muito mais. As inscrições estão abertas até o dia 31 de agosto (ver número no serviço), e podem ser feitas por mulheres de 18 a 35 anos.

Serviço
30ª Festa do Morango de Brasília
Datas: 5, 6, 7, 10, 11, 12 e 13 de setembro de 2026
Horários: a partir das 18h (sextas) e a partir das 10h (sábados e domingos)
Local: Associação Rural Cultural Alexandre de Gusmão (ARCAG) – Núcleo Rural Alexandre de Gusmão, BR-080, km 13, Brazlândia (DF)

Realização: Associação Rural Cultural Alexandre de Gusmão (ARCAG) e Instituto Alvorada – Correalização: Emater-DF – Apoio: Administração Regional de Brazlândia e Governo do Distrito Federal (GDF)

Concurso de Receitas com Morango
Data: 6 de setembro
Horário: 10h às 12h

36ª Exposição Agrícola de Brazlândia
Datas: 11 e 12 de setembro

Colha & Pague do Morango
Chácara Fukushi: reservas diretamente com a propriedade – https://reservas.chacarafukushi.com.br/p/colha-e-pague ou pelo telefone (61) 99684-6661

Sítio Bem Viver: informações e reservas – (61) 99937-4169

Morangos Oliveira: informações e reservas – (61) 99817-3453

Concurso Rainha do Morango de Brasília 2026
Inscrições: (61) 99926-2733, com Rayany França (organizadora)

Classificação indicativa da Festa: livre (menores de 16 anos deverão estar acompanhados pelos responsáveis)

Por que amamos tanto nossos cachorros e quando esse vínculo pode fazer mal?

Foto Pexels

Especialistas do CEUB explicam como a convivência com os cães influencia o bem-estar e alertam para dependência emocional e humanização excessiva

Companhia nos dias difíceis, festa na chegada do tutor e presença garantida no sofá ou na cama. Para muitas pessoas, os cachorros passaram de animais de estimação e ocupam um lugar importante na vida afetiva da família. Mas o que explica uma ligação tão forte entre cães e humanos? E existe um limite para esse afeto? No Dia do Cachorro, celebrado em 26 de agosto, especialistas do Centro Universitário de Brasília (CEUB) explicam como esse vínculo é construído, quais benefícios a convivência pode trazer e quando a relação começa a provocar prejuízos para o tutor ou para o próprio animal.

Segundo Adriane Rayde, pesquisadora do curso de Psicologia do CEUB, e Michelle Andrade, professora e orientadora da instituição, a conexão não surge de uma hora para outra. Ela se desenvolve na convivência e nas experiências compartilhadas ao longo do tempo. “O vínculo é construído na convivência. O cão está presente na rotina, recebe e oferece interação, participa de momentos bons e acompanha o tutor em períodos difíceis. Com o tempo, essa presença ganha significado emocional. Muitas vezes, o tutor encontra no animal companhia, carinho e relação de confiança”, explicam.

Os cães também passam a fazer parte das memórias e dos hábitos familiares. Participam de mudanças, viagens, comemorações, perdas e diferentes fases da vida. Essa presença constante ajuda a explicar por que tantos tutores os consideram integrantes da família. “Quando uma pessoa diz que seu cão é da família, precisamos compreender o significado afetivo dessa fala. Para aquele tutor, existe uma história compartilhada e um vínculo que merece ser respeitado”, afirma Adriane.

A convivência pode favorecer o bem-estar
Ter um cachorro envolve responsabilidades diárias, como oferecer alimentação, organizar passeios, brincar e acompanhar a saúde do animal. Esses compromissos podem ajudar a estabelecer uma rotina mais organizada e ativa. “Um simples passeio pode estimular a pessoa a sair de casa, caminhar e encontrar outras pessoas. A convivência também proporciona momentos de brincadeira, carinho e companhia. Tudo isso pode favorecer o bem-estar”, observa a psicóloga do CEUB.

Os passeios também podem contribuir para a socialização. Encontros entre cães frequentemente aproximam seus tutores e criam oportunidades para conversas, troca de experiências e novos vínculos. Segundo Adriane Rayde, isso não significa, no entanto, que a companhia do animal substitua cuidados médicos ou psicológicos quando eles são necessários. O cachorro pode fazer parte de uma rede de afeto e apoio, mas não deve ser colocado como única fonte de segurança emocional do tutor.

Quando o apego se torna prejudicial?
Amar muito um cachorro não representa, por si só, um problema. O alerta aparece quando a relação começa a limitar a vida do tutor ou comprometer o bem-estar do animal. De acordo com a psicóloga do CEUB, é importante observar situações em que a pessoa se afasta de familiares e amigos, abandona atividades importantes, sofre excessivamente diante de pequenas separações ou depende do cachorro para se sentir segura e acolhida.

“Precisamos ter cuidado para não considerar todo apego intenso como algo prejudicial. O ponto principal não é a quantidade de amor, mas o impacto que essa relação está tendo na vida de ambos”, explica. Do lado do cão, sofrimento intenso quando fica sozinho, dificuldade para se afastar do responsável e necessidade constante de contato podem indicar dependência excessiva ou ansiedade. Mudanças persistentes de comportamento devem ser avaliadas por um médico-veterinário.

Humanizar não é o mesmo que amar
Outro risco aparece quando o tutor passa a tratar o cachorro como se ele tivesse as mesmas necessidades e emoções que uma pessoa. “Podemos amar profundamente um animal, considerá-lo parte da família e ainda assim respeitar sua natureza. Um vínculo saudável envolve carinho, cuidado e responsabilidade, mas também o reconhecimento de que o cão possui necessidades próprias”, afirma Adriane.

Segundo o médico-veterinário do CEUB Taynã Matos, os cães também estabelecem vínculos afetivos com seus responsáveis. “Isso pode ser percebido quando o animal busca proximidade, acompanha o responsável pela casa, demonstra alegria ao reencontrá-lo e apresenta redução do estresse em sua presença. Muitos demonstram sinais de tristeza ou ansiedade na ausência”, explica. De acordo com o docente do CEUB, esses comportamentos podem indicar que o animal associa o tutor a proteção, previsibilidade e segurança.

Como construir uma relação saudável?
A convivência equilibrada combina afeto, cuidados com a saúde, limites e respeito às características da espécie. Alimentação adequada, vacinação e vermifugação em dia, acompanhamento veterinário, exercícios, brincadeiras, estímulos mentais, socialização e um ambiente seguro são essenciais. O tutor também deve permitir que o cachorro exerça comportamentos naturais, como farejar, explorar ambientes, passear, mastigar objetos apropriados, descansar e interagir.

Esse equilíbrio resume o que o animal precisa para ter qualidade de vida: “Cão feliz é aquele que se sente amado, mas que pode agir como cão”. O especialista alerta que a humanização excessiva pode trazer consequências para a saúde e o comportamento do animal. Ansiedade, insegurança, dependência, falta de limites e obesidade provocada pela oferta de alimentos inadequados estão entre os possíveis problemas. “O cão precisa ser tratado com carinho, mas respeitando sua natureza de animal”, reforça o veterinário.


Projeto Viver 60+ chega ao Itapoã com atividades gratuitas para pessoas idosas

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Iniciativa promove saúde, bem-estar e convivência social; inscrições estão abertas e atividades seguem até 16 de outubro

O Projeto Viver 60+ chegou ao Itapoã com uma programação voltada à promoção da saúde, qualidade de vida, autonomia e integração social das pessoas idosas. As atividades acontecem até o dia 16 de outubro de 2026, com participação gratuita.

A iniciativa oferece aos participantes um espaço de convivência e cuidado, estimulando hábitos mais saudáveis e proporcionando momentos de integração. A proposta é contribuir para um envelhecimento mais ativo, fortalecendo vínculos sociais e incentivando a participação das pessoas com 60 anos ou mais em atividades que beneficiam a saúde física e emocional.

Depois de passar por outras regiões administrativas do Distrito Federal, o Viver 60+ amplia sua atuação e chega ao Itapoã, aproximando as ações do projeto dos moradores da região.

As atividades são realizadas na Quadra 2, Conjunto A, Lote 19, Loja 2, Fazendinha, Itapoã.

Os interessados podem realizar a inscrição ou obter mais informações pelo telefone/WhatsApp (61) 98229-5490.

Serviço

Projeto Viver 60+ – Itapoã
Até 16 de outubro de 2026
Quadra 2, Conjunto A, Lote 19, Loja 2, Fazendinha – Itapoã/DF
Participação gratuita
Inscrições e informações: (61) 98229-5490

Duda Duarte une forças ao Trio Parada Dura em “Não Tem Cachaça Que Cura”

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Cantora aposta em parceria com um dos nomes mais emblemáticos do sertanejo brasileiro e apresenta novo single acompanhado de clipe oficial Um encontro entre diferentes gerações do sertanejo brasileiro marca o novo
momento da carreira de Duda Duarte. A cantora acaba de lançar “Não Tem Cachaça Que Cura”, música que conta com a participação especial do Trio Parada Dura, referência de um gênero que atravessa décadas e permanece presente na memória afetiva do público. Com um título forte, popular e fácil de lembrar, a canção parte de uma situação conhecida por muita gente: a tentativa de superar uma desilusão amorosa. Mas, como o próprio refrão sugere, existem dores para as quais nem a cachaça consegue ser remédio.

A música é assinada pelos compositores Chico Amado e Zé Moreira, com produção musical de Francisco Carlos de Rezende. Para Duda Duarte, a parceria representa um passo importante em sua trajetória artística. Ao dividir a gravação com o Trio Parada Dura, a cantora aproxima seu trabalho da tradição sertaneja e, ao mesmo tempo, apresenta essa sonoridade para uma nova geração de ouvintes. UM ENCONTRO ENTRE GERAÇÕES DO SERTANEJO A presença do Trio Parada Dura transforma o lançamento em mais do que uma nova faixa no repertório de Duda Duarte. O encontro simboliza uma ponte entre a história do sertanejo e artistas que seguem renovando o gênero. Ao longo de sua trajetória, o Trio Parada Dura construiu um repertório reconhecido pelo público brasileiro e tornou-se uma das referências da música sertaneja. Agora, essa experiência encontra a voz e a personalidade artística de Duda Duarte em “Não Tem Cachaça Que Cura”. O resultado é uma música que preserva elementos afetivos do sertanejo — amor, sofrimento, histórias e identificação popular — enquanto busca conversar também com o público atual.


CLIPE OFICIAL
“Não Tem Cachaça Que Cura” também ganhou um clipe oficial, ampliando a experiência do lançamento.
A produção audiovisual é assinada pela Harmonia Filmes, enquanto a distribuição digital é realizada pela ONErpm. O clipe já está disponível no YouTube e a faixa pode ser ouvida nas principais plataformas digitais.


POR QUE ESSA HISTÓRIA PODE VIRAR PAUTA?
Além do lançamento musical, a parceria abre espaço para uma conversa sobre a própria transformação do sertanejo brasileiro. Como artistas de diferentes gerações podem trabalhar juntos sem perder suas
identidades? Qual é a importância das referências do sertanejo tradicional para quem está construindo uma nova trajetória? E o que faz músicas sobre amor e desilusões continuarem atravessando gerações?
Duda Duarte pode falar sobre esses temas e revelar os bastidores da parceria com o Trio Parada Dura.


SUGESTÕES DE ABORDAGEM PARA REPORTAGENS E ENTREVISTAS

 O encontro de gerações entre Duda Duarte e Trio Parada Dura;
 Como nasceu a parceria para “Não Tem Cachaça Que Cura”;
 Bastidores da gravação da música e do clipe;
 A emoção e a responsabilidade de gravar com um nome histórico do
sertanejo;
 Por que as histórias de amor e “sofrência” continuam conquistando o
público;
 A influência do sertanejo tradicional sobre novos artistas;
 A trajetória e o atual momento profissional de Duda Duarte;
 Os próximos projetos da cantora.
DISPONIBILIDADE PARA IMPRENSA

Duda Duarte está disponível para entrevistas, participações e pautas especiais em emissoras de TV, rádios, podcasts, jornais, revistas, portais e veículos de entretenimento.


FICHA TÉCNICA
Música: Não Tem Cachaça Que Cura
Artista: Duda Duarte
Participação especial: Trio Parada Dura
Compositores: Chico Amado e Zé Moreira
Produção musical: Francisco Carlos de Rezende
Produção audiovisual: Harmonia Filmes
Distribuição digital: ONErpm
Assista: clipe oficial disponível no YouTube.
Ouça: disponível nas principais plataformas digitais.
SOBRE DUDA DUARTE
Duda Duarte segue construindo sua trajetória na música sertaneja com um
trabalho voltado à conexão com o público, buscando unir personalidade,
emoção e referências de um dos gêneros mais populares do Brasil.
Com “Não Tem Cachaça Que Cura”, a artista abre um novo capítulo de sua
carreira ao lado do Trio Parada Dura e reforça sua aposta em músicas capazes
de transformar histórias de amor, saudade e desilusão em identificação com o
público.

Superprodução “A Odisseia”, de Christopher Nolan, à Sessão Circuitão do Cine Brasília

Foto divulgação

Adaptação do de Homero com Matt Damon, Tom Holland, Anne Hathaway, Zendaya e Robert Pattinson Tere duas exibições na programação na desta semana

CineSemana pás. celebra os 35 anos do lançamento de “Akira” no Brasil com versão remasterizada em 4K e os 25 anos de “Harry Potter e a Pedra Filosofal”

A adaptação mais aguardente de uma narrativa das narrativas mais influentes estrealistas da costa chegada final à tela do Cine Brasília. A jornada de Odisseu no longa A Odisseia, novo filme de Christopher Nolan, é exibido na Sessão Circuito nesta quinta-feira, 27, às 19h, e sábado no, 29, às 14h30.

O longa, no poema poema épico de Homero, traz Matt Damon interpretando Odisseu, guerreiro que tenta à ilha de Ítaca da Guerra da Tróia. A para viagem entanto casa, no, se transformar em uma extensa travessia por territórios e desconhecidos, marcado por por pessoas, criaturas mitológicas e sucessivas provações. Odiss Anêsumo da paisagem dos perigos, sua estação caminho também sua terra natal, Ítaca. Lá, Telêmaco, filho do seu, por thominho de Londres, notícias do país,éns de Penélope, por Anne Hathaway, resistem aos pretendentes que disputam o do marido pelo.

Com um elenco de peso, alcomango, Holland e Hathaway, um superprodução conta,, ainda com Robert Pattinson, Zendaya, Lupita Nyong’o,Charlize Theron, Samantha Morton, Mia Goth, Elliot Page, entre outros.

ESTREIAS

Já entre como estreias, um dos títulos mais e influentes da animação conhecidas japonesa à tela grande. Akira, de Katsuhiro Otomo, entra para grau a do Cine Brasília em versão remasterizada em 4K, num relançamento que celebra os 35 anos da chegada ao filme brasileiros. Lançada em 1988 no Japão, a produção desembarcou no Brasil três anos depois, em 1991, e semária um marco para uma popular das animações japonesas no país.

Robé no mangá homônimo criado pelo Otomo, que masina o ficção da adaptação, o filme combinação de ação, drama e dis se passa em Neo-Tóquio, em 2019, três após a destruição da capital japonesa por explosão de mistério. Em mima a uma cidade marca pelo caos, o motoqueirogado Kana envolvido se em uma organização de contribução aos conspiratórios seu amigo Tetsuo, experimentos a a poderes para envolvendonormais.

Quem também integra as estreias da semana é Patrulha Canina: Uma Aventura Dino, nova animação dirigida por Cal Brunker. A aventura se passa depois de uma tempestade, onde os filhotes chegam a uma ilha habitada por dinossauros e conhecem Rex, um novo aliado. Quando as ações de Humdinger provocam a erupção de um vulcão, a equipe precisa enfrentar uma de suas maiores missões de resgate para salvar os habitantes do local.

SESSÃO ÚNICA

No dia 30 de agosto, o Cine Brasília se junta às comemorações pelos 25 anos de Harry Potter e a Pedra Filosofal com uma sessão única do primeiro filme da saga, a partir das 14h45. O longa retorna aos cinemas brasileiros em uma ação especial de aniversário que celebra um quarto de século desde o início da franquia nas telonas.

Dirigido por Chris Columbus e lançado originalmente em 2001, o filme apresenta Harry Potter, vivido por Daniel Radcliffe, um garoto órfão que descobre aos 11 anos que é bruxo e passa a estudar na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Ao lado de Rony Weasley e Hermione Granger, interpretados por Rupert Grint e Emma Watson, ele se envolve no mistério em torno da Pedra Filosofal e tem seu primeiro contato com as forças sombrias que marcariam toda a saga. Além da exibição do longa em si, a sessão comemorativa contará também com 12 minutos inéditos de bastidores ao final do filme.

EM CARTAZ

Seguindo na programação, Pequenas Criaturas, de Anne Pinheiro Guimarães, é ambientado em Brasília, em 1986, e acompanha Helena, vivida por Carolina Dieckmann, e seus dois filhos no momento em que a família chega a uma cidade em transformação e tenta se adaptar a uma nova rotina.

SESSÃO COM DEBATE

Nesta sexta, 28, às 19h, a  Sala Vladimir Carvalho recebe uma sessão especial com debate após a exibição de Nosso Segredo, primeiro longa dirigido por Grace Passô. Filmado em Belo Horizonte, o longa acompanha uma família negra que tenta reconstruir a rotina após uma perda recente, enquanto cada integrante enfrenta o luto à sua maneira e o filho caçula guarda um segredo capaz de transformar a forma como todos vivenciam esse processo.

DIAS DE CINEMA UCRANIANO 2026

O Cine recebe Brasília, nos dias 29 e 30, filmes da três da programação de programação gratuita Dias de Cinema Ucraniano 2026, que leva a diversidade da cinematografia do país a oito cidades brasileiras. A mostra em tora das celebrações de 24 de agosto, data da restauração da Ucrânia, e do Dia Nacional da Comunidade Ucraniana no Brasil.

No sábado, 29, às 18h, exibido o longa Sombras dos Antepassados Esquecidos, de 1965 pordiado por Serhii Parajanov e inspirado em no folclore hutsul dos Cárpatos. Já no domingo, 30, uma programação contínua com Pamfir, de Dmytro Sukholytkyy-Sobchuk, às 18h, com a da produtora Sasha Kostina. O longa um homem homem que retorna à sua comunidade na fronteira ocidental da Ucrânia e se vê de familiares param conflitos. Na, Nós, Nós Pets e a Guerra, de Anton Ptushkin, conta a história de pessoas que arriscam suas vidas para animais de para animais a invasão da Ucrânia.

OFICINA DE SUSTENTABILIDADE SEM AUDIOVISUAL

Práticas de material às formas espaciais audiovisuais e cultural-sábios na Oficina de Sustentabilidade no Audiovisual, online e gratuitaativoativa online e gratuita do Cine Brasília, que caminhos para um resumo de meio ambiente de impacto e social social social no setor. Uma programação de átrios de vossa vez mais iniciativas que ser ser implementaras no, equipamentondo o do cinema com a sustentabilidade.

A oficina no dia dia 4 de Setembro, das 10h às 12h, e ministrada por Ariene Ferreira, audiovisual e cultural e social só-fundadora da Cinema Verde, e por Carolina Hanashiro,, educadora ambiental e consultora de sustentabilidade.

Ao todo, são 50 vagas, com parte delas reservadas a pessoas com deficiência, negras, indígenas, quilombolas e trans, residentes do DF e estudantes da UnDF. Para participar, é necessário realizar inscrição, até 2 de setembro, através de formulário online no link forms.gle/pngRD2HznigrXmv58. Ao final, haverá emissão de certificado para os participantes. 

FESTIVAL DE BRASÍLIA

Entre os dias 1º e 23 de setembro, o Cine Brasília estará cedido para a realização do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, sendo: de 1 a 10, fechado para montagem; de 11 a 19, realização do festival; e de 20 a 23, reprises dos filmes premiados no FBCB e desmontagem da estrutura.   

INGRESSOS E ACESSIBILIDADE

Os ingressos poder sers na bilheteria do cinema, de tera de quinta-feira, das 13h às 22h, sexta, das 9h às 22h, e sábado e domingo, das às 10h   22h, ou no no no SITE OFICIAL. Às segundas, o Cine manutenção Brasília para de rotina.

Como sessões, bem como a Sessão Clássicos, Monumental e Circuitão custam R$20 (inteira) e R$10 (meia). Àss terass os são R$10 valores e R$5.

O filme A Odisseia possui recursos de acessibilidade de Libras, audiodescrição e legendas através do aplicativo MLoad; Patrulha Canina no Greta; Nosso Segredo no MovieReading; e Pequenas Criaturas no Conecta Acessibilidade.

PROGRAMA DE FIDELIDADE

O Cine Brasília segue com o Programa de Fidelidade – CINELOVER que recompensa espectadores frequentes. A cada sessão assistida, os participantes acumulam carimbos no cartão fidelidade, que podem ser trocados por prêmios como entradas gratuitas, ímãs, canetas, baldes de pipoca e bonés exclusivos. O programa é válido para sessões regulares da grade, bem como para a Sessão Família onde cada ingresso dá direito a dois carimbos no cartão fidelidade. Mais informações em cinebrasilia.com/fidelidade.

SERVIÇO – CINE BRASÍLIA
Endereço: Asa Sul Entrequadra Sul 106/107 – Brasília, DF, 70345-400.
Informações pelo WhatsApp: 61 99687-8661 (seg a sex – das 14h às 18h) – wa.me/5561996878661 ou contato@cinebrasilia.com 
Ingressos à venda na bilheteria ou pelo link: ingresso.com/cinema/cine-brasilia 
Mais informações: cinebrasilia.com ou @cinebrasiliaoficial

PROGRAMAÇÃO DE 27 DE AGOSTO A 2 DE SETEMBRO DE 2026

QUINTA-FEIRA, 27/08
16h20 — Akira (legendado)
19h00 — Sessão Circuitão – A Odisseia (legendado)

SEXTA-FEIRA, 28/08
10h00 — Patrulha Canina: Uma Aventura Dino (dublado)
14h00 — Pequenas Criaturas (nacional)
16h30 — Akira (legendado)
19h00 — Sessão Especial – Nosso Segredo (nacional) + debate

SÁBADO, 29/08

11h00 — Patrulha Canina: Uma Aventura Dino (dublado)
14h30 — Sessão Circuitão – A Odisseia (lendado)
18h00 — Dias de Cinema Ucraniano – Sombras dos Antepassados Esquecidos (legendado)

DOMINGO, 30/08

11h00 — Patrulha Canina: Uma Aventura Dino (dublado)
14h45 — Sessão Única – Harry Potter e a Pedra Filosofal (lendando)
18h00 — Dias de Cinema Ucraniano – Pamfir (lendado)
20h20 — Dias de Cinema Ucraniano – Nós, Nós Animais de Estimação e a Guerra (lendendado)

SEGUNDA-FEIRA, 31/08Cinema para manutenção

TERÇA-FEIRA, 01/09 Cinema para desmontagem Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

QUARTA-FEIRA, 02/09 Cinema para desmontagem Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

Instalação imersiva o convida um visitante em um coração gigante e uma viver experiência única na arte contemporânea

Foto divulgação

Exposição de Eny Junia transformar escultura em espaço de interação, tecnologia, música e reflexão sobre uma vida

Entrar em uma grande escultura – em formato de coração humano – e ouvir batimentos cardíacos. Essa é a proposta de experiência pela artista visual Eny Junia na Coração instalação, obra de início que ser apresentada ao em uma grânula pública reunirá exposição performances, musicos artísticos e participação visitantes.

Com uma altura de 2,2 metros, a escultura foi concebida paraoma pessoa em interior, rompendo a tradicional entre obra e aspectar. Mais do que observar, o passar o visitante a Integrado de instalação,-se parte da experiência.

Uma combinação de obras de escultura, tecnologia e inter paraatividade para provocação uma reflexão sobre vida, o cuidado o símpo e a importância das humanas em um tempo pela velocidade, marcado pela superficialidade e pelo excesso de estímulos.

em estrutura e revestida com papel machê a partuda a de cerca de 380 quilos de exemplares de papel de trabalho, Coração nasceu de uma experiência pessoal viva por Eny Junia. Após um terra de intenso estresse, a artista de seu uma médica pergunta que ecoando anos: “Você não tem dó do seu coração?” das thericling prescrição: “Você aprender precisa a care dele”. Uma medição dessastentiva, iniciou um processo criativo que acabou se tornando tão porta um de transformação interior.

Durante hoje a execução da obra, Eny conto com a orientação do artista Lourenço de Bem, por responsável o projeto e por share os necessários para necessários a construção da escultura em grande escala. “A obra foi crescendo ao mesmo tempo em que eu compreendia melhor o significado de cuidar da vida e das humanas», resume a artista, que foiada com o 1° no lugar 45° Salão de Artes Riachuelo 2025, Marinha do Brasil, com a obra “Força interior”.

Arte, tecnologia e

Além da dimensão da escultura, uma instalação incorporar recursos tecnológicos desenvolvidos pelo artista multimídia Alexandre Rangel. Pulsações de visualizações, cardíacos que perigam arróias e veias e ambiente uma interação sonora transformar uma estrutura em um organismo vivo, ampliando a do público.

Dois momentos marcantes da experiência acontecem quando o visitante está dentro do Coração e quando pode escutar batimentos cardíacos como se estivesse no interior de um corpo vivo.

Como crianças também também é especial. A instalação apresenta elementos lúdicos que simulam o do sangue pelo artérias por meio de bolinhas coloridas, de oficinas de machê e atividades de mediação a a.

Abertura reúne música, inclusão e celebração coletiva

A inauguração da exposição foi concebida como uma grande experiência participativa, reunindo diferentes linguagens artísticas em torno do tema central da obra. Entre os destaques está a apresentação dos Batucadeiros, grupo formado por crianças que interpretará a composição inédita O Som do Coração em interação com o público.

A programação contará ainda com apresentação do Coral do Senado, leitura de uma crônica sobre Brasília por uma filha de pioneira da capital e uma interpretação coletiva da canção Carinhoso, de Pixinguinha e Braguinha, sob regência do maestro Eldom Soares.

Ao longo da temporada, a exposição também oferecerá oficinas de papel machê, contação de histórias para crianças e palestra com cardiologista voltada ao público acima de 60 anos.

Ao reunir escultura, tecnologia, música, educação e, Coração uma experiência de experiência que os os limites da contemplação. Uma instalação transform o Visitante em de protagonista uma quensu reflexão sobre que pulsa de cada pessoa e sobre a a de preservar o que nos tornados coletivos Céstico humano.

SERVIÇO

Exposição: Coração – Eny Junia

Abertura: 3 de setembro de 2026

Local: do Museu da República

Visitação: de 3/9/26 a 1/11/26, tera de a domingo, das 9h às 18h30

Entrada: franca

Informações: @ exposicaocoracao

Amplitude e integração marcam novo da unidade Garden do Auster Brasal

Foto divulgação

Brasal Incorporações apresenta o ambiente em um brunch no dia 29 de agosto, com finger foods assinados pelo Thai Buffet e condição especial para aquisição de unidades

Mais espaço para a convivência, ambientes integrados e uma área externa que amplia as possibilidades de uso de onde morar. É com essa proposta que a Brasal Incorporações apresenta, no dia 29 de agosto, o novo decorado da unidade Garden do Auster Brasal, empreendimento de alto padrão localizado no Guará II. O evento será realizado a partir das 10h, com um brunch composto por finger foodsassinados pelo Thai Buffet.

Pronto para morar, o Auster Brasal reúne apartamentos de 3 e 4 quartos, com metragens de 97m² a 349m². São três torres, além de mais de 5 mil m² de áreas destinadas ao lazer e à convivência ao ar livre. A localização facilita o acesso ao Plano Piloto e coloca o residencial próximo ao metrô, à Feira do Guará e à rede de comércio e serviços da região.

Para a apresentação do dia 29, a unidade Garden ganhou uma nova ambientação, pensada para mostrar como os espaços podem ser aproveitados no cotidiano. O decorado conta com mobiliário e projeto de paisagismo, explorando principalmente a integração entre as áreas internas e externas.

A configuração busca aproximar o visitante da experiência de morar em uma unidade com dimensões amplas, privacidade e espaços que podem assumir diferentes funções ao longo do dia, do descanso aos encontros com amigos e familiares. A proposta também evidencia uma característica das unidades Garden: reunir atributos associados a uma casa, como uma área externa privativa, com as facilidades e a estrutura de um condomínio.

A arquitetura contemporânea e as plantas generosas integram o conceito do Auster Brasal, concebido para atender famílias que procuram mais espaço e conforto sem abrir mão da vida urbana. O empreendimento está inserido em uma região consolidada do Guará, com acesso facilitado a diferentes pontos de Brasília.

Durante o brunch, o público poderá visitar o novo decorado e conhecer mais detalhes do empreendimento. No dia do evento, a Brasal Incorporações também oferecerá condições especiais para aquisição de unidades.

Serviço

Apresentação do novo decorado Garden do Auster Brasal
Data:
 29 de agosto de 2026
Horário: a partir das 10h
Local: Auster Brasal – AE 4, Lotes C e D, Guará II – Brasília/DF

Paris Filmes anuncia reexibição da saga “Jogos Vorazes” e divulga cartazes especiais

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Sucesso de público, todos os cinco filmes retornam aos cinemas em outubro

A Paris Filmes acaba de anunciar que reexibirá “Jogos Vorazes”, “Jogos Vorazes: Em Chamas”, “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1”, “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 2” e “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, longas baseados nos best-sellers de Suzanne Collins. O relançamento contará com conteúdos exclusivos do elenco de “Jogos Vorazes – Amanhecer Na Colheita” antes de cada exibição.As produções, que voltam aos cinemas a partir de 15 de outubro, ganharam cartazes especiais. Baixe neste link.

No primeiro filme, Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) se oferece no lugar da sua irmã para competir nos Jogos Vorazes, onde jovens dos doze distritos de Panem são escolhidos aleatoriamente para lutar um contra o outro até que um sobrevivente permanece. “Em Chamas” mostra Katniss e Peeta Mellark (Josh Hutcherson) ao tornarem-se alvos da Capital após a vitória do 74º Jogos Vorazes, o que resulta em uma rebelião dos distritos.

Em “A Esperança – Parte 1”, Katniss é resgatada pelos rebeldes e levada ao Distrito 13 depois que quebra os Jogos Vorazes para sempre. Sob a liderança da Presidente Coin (Julianne Moore) e de Plutarch Heavensbee (Philip Seymour Hoffman), Katniss abre as suas asas e torna-se Mockingjay, o líder simbólico da rebelião. “A Esperança – O Final” traz Katniss percebendo que as apostas não são mais apenas para a sobrevivência, são para o futuro. Com a nação de Panem em guerra, ela enfrenta o Presidente Snow (Donald Sutherland).

Por fim, em “A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, anos antes de se tornar o tirânico Presidente de Panem, Coriolanus Snow (Tom Blyth), aos 18 anos, vê uma chance de mudança de sorte quando é escolhido para ser mentor de Lucy Gray Baird (Rachel Zegler), uma garota tributo do empobrecido Distrito 12.

Juntos, os cinco filmes já levaram mais de 16 milhões de espectadores aos cinemas do país. O elenco conta ainda com Stanley Tucci, Liam Hemsworth, Lenny Kravitz, Woody Harrelson, Elizabeth Banks, Sam Claflin, Viola Davis, Hunter Schafer e mais. A direção de “Jogos Vorazes” é de Gary Ross e dos filmes seguintes de Francis Lawrence. A distribuição nacional é da Paris Filmes.

SOBRE A PARIS FILMES

A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H”, “Manas”, “Pedágio”, “Ritas”, “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, “A Empregada”, a franquia “Truque de Mestre” e “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia. 

Entre os próximos lançamentos estão “Feito Pipa”, “Geni e o Zepelim”, “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, “Minha Melhor Amiga”, “Minha Vida com Shurastey” e “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita”.

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