Jantar Joyas a la Mesa acontece em 25 de setembro, no ParkShopping, com degustação de dois jamóns ibéricos, menu assinado pelo chef Geraldo Ribeuiro e corte ao vivo de peça com mais de 96 meses de cura
Brasília foi uma das seis cidades brasileiras a receber, em setembro, a série de jantares Joyas a la Mesa, realizada pelo Pobre Juan em parceria com a espanhola Joselito e com os vinhos Tempos Vega Sicilia. Na capital federal, o jantar aconteceu no dia 25 de setembro, na unidade do Pobre Juan no ParkShopping, reunindo o raríssimo Jamón Joselito Vintage, com mais de 96 meses de cura, o Joselito Gran Reserva, um menu elaborado pelo chef Geraldo Ribeiro e uma seleção de cinco vinhos.
A ocasião marcou uma oportunidade rara de reunir, no Brasil, os jamones Joselito e os vinhos do universo Tempos Vega Sicilia em um mesmo jantar. A noite contou ainda com a presença da espanhola Raquel Acosta, mestre-jamonera, responsável pelo corte manual do jamón diante dos convidados, e de Jesús García, Diretor Comercial Global da Joselito.
Produzido pela Joselito, casa espanhola fundada em 1868, em Guijuelo, Salamanca, o presunto ibérico é resultado de um processo que envolve origem, alimentação, tempo de cura e preparo. O Jamón Joselito Vintage se destaca pelo longo período de maturação, com peças que passam por 96 meses ou mais de cura, característica que faz dele uma produção rara mesmo entre os grandes jamones ibéricos.
Tradição e sabor:
A história começa na dehesa espanhola, paisagem típica da Península Ibérica formada por campos abertos e árvores espaçadas. Durante a montanera, período final de engorda dos animais, os suínos pata negra circulam livremente pela região e têm nas bellotas, frutos das azinheiras, parte importante de sua alimentação. O clima, o território, a alimentação e o longo processo de cura contribuem para as características de cada peça.
Antes da apresentação do Vintage, os convidados poderão degustar o Joselito Gran Reserva, com 48 meses ou mais de cura. Assim como o Vintage, o produto é 100% natural, sem aditivos ou conservantes. A proposta da degustação é apresentar dois momentos distintos do processo de maturação da Joselito, permitindo perceber as particularidades de cada peça.
O corte manual terá papel central na noite. Realizado pela mestre-jamonera Raquel Acosta, o procedimento considera aspectos como espessura, brilho, temperatura e proporção de gordura de cada fatia. A apresentação será feita diante dos convidados, permitindo acompanhar de perto uma etapa fundamental do serviço do jamón.
Para acompanhar os jamones, o chef Geraldo Ribeiro criou um menu que começa com uma seleção de itens espanhóis, segue para uma salada de jamón ibérico e chega à degustação do Gran Reserva e do Vintage. O prato principal será o Bife Pobre Juan, servido com Risoto de Jamón e Guanciale, seguido pelos tradicionais Churros com Doce de Leite.
A seleção de vinhos percorre diferentes regiões e estilos. Entre os rótulos estão Oremus Mandolás 2023, Macán Clásico 2021, Alión 2021, Pintia 2020 e Oremus Tokaji Late Harvest 2020, pertencentes ao universo Tempos Vega Sicilia, com vinhos de Rioja, Ribera del Duero, Toro e Tokaj, na Hungria.
O Pobre Juan é o único restaurante no Brasil a oferecer Jamón Joselito em seu cardápio. Em Brasília, o jantar no ParkShopping integra a programação nacional do Joyas a la Mesa, aproximando o público da capital de uma tradição gastronômica espanhola marcada pelo tempo de maturação, pela origem dos produtos e pela precisão do preparo.
Serviço: Joyas a la Mesa, Pobre Juan + Jamón Joselito + Tempos Vega Sicilia Data: 25 de setembro Horário: 20h Local: Pobre Juan ParkShopping, Brasília Valor: R$ 1.394 por pessoa + serviço opcional Reservas: WhatsApp (61) 3049-9636 Lugares limitados
O Encontros Culturais deste fim de semana no Centro Cultural TCU tem programação gratuita com manifestações da cultura popular brasileira.
👉 Sábado (26/9), tem apresentação do Boi Refletido, o boi de Brasília. 👉 Domingo (27/9), show do grupo Forró do Dengo e aulão de forró com Amanda Souza do projeto Forr’ol.
A programação inclui ainda oficinas educativas e visitas mediadas à exposição “Festa de Luz” .
Traga 1kg de alimento não perecível e divirta-se com a gente!
Espaço do evento dedicado ao consumo terá palestras sobre tendências, marcas com propósito, inteligência artificial no marketing, experiência, inclusão e o futuro da coquetelaria
Por José Maciel | Clip Clap Comunicação
Entender quem é o consumidor de hoje, e o que ele vai desejar amanhã, é o ponto de partida do Palco Consumo, um dos 14 espaços de difusão de conhecimento que serão montados para a realização do Alimenta 2026. O evento, promovido pelo Sebrae no Distrito Federal, acontece nos dias 5, 6 e 7 de novembro, no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, com entrada gratuita.
O palco reunirá nomes da cena gastronômica local e nacional, além de especialistas em consumo e experiência do cliente para trazer tendências de mercado e de sustentabilidade, debater o comportamento do público e compartilhar estratégias práticas que ajudem os empreendedores a elevar o nível de seus negócios.
No dia 5, a programação será aberta com a futurista Andrea Bisker. Palestrante TEDx e especialista em comportamento de consumo e ciências do consumo, ela irá falar sobre o novo comportamento do consumidor na gastronomia e explicar como as mudanças sociais e as novas formas de viver redefinem as expectativas dos clientes. A palestra vai oferecer uma visão para adaptar a estratégia hoje e construir uma marca forte e conectada com os desejos do consumidor de amanhã.
Ainda no dia 5, o Palco Consumo contará com Marcus Tonin, que irá conduzir a palestra “O Futuro do Marketing na Gastronomia Já Começou”. Formado em Marketing pela Universidade de Caxias do Sul (UCS), ele é o nome por trás do projeto Marketeiro Confesso, uma iniciativa voltada a disseminar estratégias práticas e humanas de marketing para pequenos empreendedores e profissionais em todo o Brasil. Além disso, Marcus atua como consultor do Sebrae/RS e foi eleito The Best Speaker Brasil 2024, na categoria Comunicação e Marketing.
No dia 6, a programação terá André Carvalhal, comunicador, professor, consultor e autor. Especialista em marketing e branding, ele atua no ensino e em projetos para grandes marcas. Autor de best-sellers, é referência em propósito, comportamento e construção de marcas. Ele vai falar sobre o restaurante com propósito e a nova economia.
O segundo dia do Alimenta também receberá Fred Alecrim, empresário, escritor, palestrante e especialista em varejo, inovação e liderança, com mais de 26 anos de experiência no mercado brasileiro. Ele vai apresentar a palestra “Marcas que Marcam”, sobre tendências globais e gestão com propósito. O conteúdo vai reunir as principais tendências do varejo mundial e ensinar, por meio de uma metodologia prática, a alinhar propósito e estratégia para construir um negócio de alimentação que dura, encanta e se consolida como um empreendimento consciente, forte e altamente rentável no mercado local.
No terceiro e último dia do evento, 7 de novembro, o palco receberá Breno Oliveira, fundador da il Sordo Gelato, uma rede de gelaterias brasileiras que une a tradição do gelato artesanal italiano a um forte propósito de inclusão social. Ele vai tratar da experiência do consumo sob a perspectiva da acessibilidade e da inclusão em “Como Comunicar, Incluir e Conectar Pessoas”, com destaque para as barreiras enfrentadas por pessoas surdas no atendimento ao cliente. A palestra irá propor a inclusão como vantagem competitiva e também humana e indicar caminhos para criar ambientes e serviços acessíveis que geram conexão genuína e transformam clientes em fãs da marca.
O futuro da coquetelaria também terá espaço no Alimenta 2026, com Mia Rossi. Ela vai explorar o crescente mercado de bebidas sem álcool, falar sobre o novo perfil de consumidor e mostrar como criar cartas sofisticadas de drinks que diversificam o público e abrem novas linhas de receita para bares e restaurantes.
Empresário, professor e especialista em growth marketing e comportamento do consumidor, Fernando Peron é outro nome confirmado pelo Sebrae no DF para difundir conhecimento no espaço. Ele vai ministrar a palestra “Marketing de Resultado 2.0”, sobre técnicas de marketing e ferramentas de Inteligência Artificial (IA) para vender. A proposta é unir técnicas modernas de marketing às mais novas ferramentas disponíveis no mercado para criar estratégias eficientes e focadas em conversão, capazes de alavancar as vendas de forma escalável.
A experiência do cliente também vai ganhar destaque na programação. Empresária, palestrante e especialista em experiência do cliente no Brasil, Gisele Paula irá conduzir a palestra “Cliente Feliz Dá Lucro”, sobre a era da experiência no consumo, e defender que a satisfação do consumidor é o novo grande diferencial competitivo do mercado. O objetivo é detalhar como colocá-la no centro da estratégia e transformar o atendimento de excelência em motor de lucratividade e fidelização da marca.
Por fim, o jornalista Marcelo Baccarini, com mais de 30 anos de trajetória no programa Pequenas Empresas & Grandes Negócios (PEGN), da TV Globo, vai abordar a lógica atual do mercado e como as experiências de empreendedores de todo o Brasil podem servir de lição para o negócio de quem empreende. Por meio de histórias, insights e aprendizados absorvidos ao longo da carreira, ele vai demonstrar como as transformações no cenário empresarial exigem novas posturas e estratégias diante dos desafios contemporâneos.
Sobre o Alimenta
O Alimenta é o maior evento da cadeia de alimentação do Distrito Federal, e será realizado com uma proposta ampliada e alinhada aos desafios e oportunidades do futuro, funcionando como um espaço para compartilhar conhecimento, fortalecer conexões e valorizar quem faz a cadeia da alimentação acontecer.
Para esta nova edição, a 14ª da história, o evento apresentará uma estrutura robusta, com foco em tendências, inovação, alimentação saudável, produção orgânica, políticas públicas, turismo gastronômico, IA, foodtechs, entre outros assuntos.
Ao todo, o Alimenta 2026 contará com mais de 100 palestrantes, 14 espaços de conhecimento e mais de 260 expositores, além de rodadas de negócios, cozinhas-show e outras experiências interativas voltadas à geração de conhecimento, conexões e oportunidades.
O Alimenta 2026 também irá envolver produtores rurais, agroindústrias, chefs, pesquisadores, instituições, compradores e consumidores, valorizando a produção do Distrito Federal e as oportunidades de desenvolvimento sustentável.
Os sucessos do grupo sueco ABBA vão ganhar uma nova versão no POUPEX Cultural. Nos dias 1º, 2 e 3 de outubro, o Teatro POUPEX recebe Mamma Mia in Concert, musical inédito que faz parte da programação especial em comemoração aos 45 anos da FHE POUPEX.
O espetáculo reúne artistas do Empório Cultural de Brasília, da Companhia de Teatro Musical de Brasília e da Orquestra Sinfônica da Força Aérea Brasileira (OSFAB), sob regência da maestrina Michelle Fiuza.
A história se passa na Grécia e acompanha Sophie, que está prestes a se casar e decide descobrir quem é seu pai. Ao consultar o diário da mãe, Donna, a jovem encontra três possibilidades e resolve convidá-los para a cerimônia, sem revelar seus planos. O reencontro transforma os preparativos do casamento e dá início a uma trama de amor, amizade, descobertas e situações inesperadas.
Na montagem, com 1h20 de duração, os diálogos serão apresentados em português e as canções, em inglês, preservando as versões originais do ABBA.
Mamma Mia in Concert 1º de outubro (quinta-feira), às 20h 2 de outubro (sexta-feira), às 20h 3 de outubro (sábado), às 17h e às 20h Teatro POUPEX, no Setor Militar Urbano (SMU), em Brasília Ingressos: a partir de R$ 40 (meia-entrada) Vendas: a partir de 17 de setembro, às 12h, no Sympla Duração: aprox. 1h20 Classificação indicativa: 12 anos
150 influenciadores, 50 marcas e uma noite de pré-Réveillon para conectar pessoas que podem fazer negócios juntas
Você pode passar o ano inteiro produzindo conteúdo, construindo audiência e fortalecendo sua presença digital. Mas existem oportunidades que não acontecem no feed.
Elas acontecem quando você encontra a pessoa certa, na hora certa, no mesmo lugar. É essa proposta que vai levar 150 influenciadores e 50 marcas ao LANOLA 2026, no dia 23 de novembro, no Espaço Jardins, no Gama/DF. Em sua sexta edição, o evento será realizado em clima de pré-Réveillon e terá como conceito “Inspirados pela Grécia. Conectados pelo futuro“
Mais do que uma celebração, o LANOLA foi pensado como um grande encontro entre quem influencia, quem empreende e quem investe em marcas.
Por que você, influenciador, precisa estar no LANOLA?
Porque audiência é importante. Mas relacionamento também é. Estar no LANOLA significa sair do ambiente digital e colocar sua presença diante de empresários, marcas, outros criadores de conteúdo e profissionais que podem fazer parte dos seus próximos projetos.
É uma oportunidade para:
● conhecer marcas que podem se tornar futuras parceiras;
● ampliar sua rede de contatos profissionais;
● apresentar seu trabalho pessoalmente;
● encontrar outros influenciadores e criadores de conteúdo;
● trocar experiências e ideias;
● descobrir possibilidades de collabs e projetos;
● fortalecer sua presença no mercado;
● gerar conteúdos em um ambiente pensado para ser fotografado, compartilhado e lembrado;
● e, principalmente, criar relações que podem continuar muito depois da festa.
Para quem vive do digital, estar presente também é conteúdo, já que influência não acontece apenas quando você publica. Acontece também nos lugares que você frequenta, nas pessoas com quem se relaciona e nas oportunidades que consegue construir fora da tela.Uma ágora contemporânea em Brasília
A inspiração desta sexta edição vem da Grécia Antiga e, especialmente, da ideia de ágora. Na Antiguidade, a ágora era um espaço de encontro, comércio, circulação de pessoas e troca de ideias.
O LANOLA traz esse conceito para Brasília. Só que, desta vez, a ágora é digital, empresarial e social.
De um lado, estão os influenciadores e criadores, com suas comunidades, histórias, conteúdos e capacidade de comunicação.
Do outro, estão marcas e empresários, com produtos, serviços, projetos e negócios. No meio disso tudo, existe aquilo que nenhum algoritmo consegue substituir: o encontro entre pessoas.
150 influenciadores, 50 marcas e muitas possibilidades
Uma oportunidade de estar em um lugar onde você pode conhecer, em uma única noite, pessoas que normalmente encontraria separadamente ou talvez nem encontrasse.
Você não vai apenas para ser visto, mas para ver quem está fazendo, criando, empreendendo e movimentando o mercado do DF.
Outra ideia que inspira o LANOLA 2026 é o conceito de “ilhas diferentes e um mesmo horizonte.
“Assim como as ilhas gregas, cada influenciador possui sua própria história, comunidade, linguagem e território de atuação. Cada marca também possui seu próprio universo. O LANOLA cria uma ponte entre essas diferentes “ilhas”
O objetivo é colocar todos diante de um mesmo horizonte: o futuro dos negócios, da comunicação e das conexões.
Você pode chegar como influenciador e sair de lá com novos contatos, novas ideias, novos conteúdos e novas possibilidades de parceria.
E ainda tem a experiência… O LANOLA também é uma celebração. O evento terá clima de pré-Réveillon, com recepção, jantar e festa. Uma noite para fazer networking, mas também para se divertir, produzir conteúdo, encontrar pessoas e viver uma experiência diferente.
Então, já reserve a data e faça sua pré-inscrição no link da Bio do Instagram @lanolaoficial.LANOLA 2026 – Pré-Réveillon
Serviço
Data: 23 de novembro de 2026
Horário: a partir das 18h30
Local: Espaço Jardins, Ponte Alta, Gama/DF
Participantes: 150 influenciadores e 50 marcas/empresas
Conceito: Inspirados pela Grécia. Conectados pelo futuro.
PEC 221/2019, que prevê redução da jornada para 40 horas semanais e dois dias de descanso remunerado, avançou no Senado e pode exigir readequação de custos e equipes nas empresas
A discussão sobre o fim da escala 6×1 ganhou um novo capítulo no Congresso Nacional. A PEC 221/2019, que prevê a redução da jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais e a garantia de dois dias de repouso semanal remunerado, foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado no início de setembro e agora segue para análise do Plenário.
A proposta, que já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados em maio, estabelece uma transição para a nova jornada, sem redução salarial. A mudança reacende o debate sobre os efeitos econômicos da medida, especialmente para empresas que precisarão reorganizar escalas, redistribuir equipes ou ampliar o número de trabalhadores para manter o funcionamento das operações.
Para Janine Brito, presidente do LIDE Mulher Brasília e empresária, o debate sobre a redução da jornada precisa considerar também a realidade financeira dos negócios e as diferenças existentes entre empresas de portes e setores distintos. “É importante discutir a qualidade de vida do trabalhador e buscar relações de trabalho cada vez mais equilibradas, mas precisamos olhar também para a realidade financeira das empresas. Uma mudança na jornada não significa apenas alterar a quantidade de horas trabalhadas. Em muitos negócios, será necessário reorganizar equipes, contratar mais pessoas e absorver novos custos. Para uma grande empresa, isso pode ter um impacto diferente daquele enfrentado por uma pequena ou média empresa”, explica.
A PEC aprovada na CCJ prevê que, dois meses após a eventual promulgação da emenda, a jornada máxima passe para 42 horas semanais. Depois de um ano, o limite chegaria às 40 horas. O texto também preserva a possibilidade de acordos e convenções coletivas para estabelecer mecanismos de compensação e regimes diferenciados.
Para Janine, o período de transição será determinante para que as empresas possam calcular os impactos e adaptar seus modelos de operação. “O risco é construirmos uma solução olhando apenas para a jornada, sem discutir como essa transição será absorvida pelas empresas. O empresário precisa saber qual será o impacto sobre a folha, sobre a contratação e sobre a produtividade. Principalmente para os pequenos negócios, qualquer aumento significativo de custo pode fazer diferença na sustentabilidade da operação”, argumenta.
Outro ponto de atenção está nos segmentos que dependem de funcionamento aos finais de semana ou de atendimento contínuo. Nesses casos, a mudança na escala pode exigir uma reorganização mais complexa dos turnos para garantir os dois dias de descanso sem comprometer o funcionamento das empresas. “Precisamos sair de uma discussão polarizada entre empresário e trabalhador. O desafio é encontrar um modelo que melhore as condições de trabalho sem inviabilizar quem gera emprego. Isso passa por produtividade, planejamento, qualificação e, principalmente, por uma transição que considere as diferenças entre os setores e o porte das empresas”, pontua.
A proposta ainda precisa ser votada pelo Plenário do Senado. Para ser aprovada, uma PEC precisa obter três quintos dos votos dos senadores, em dois turnos de votação.
Para o setor empresarial, portanto, a discussão sobre o fim da escala 6×1 não se limita à quantidade de dias trabalhados. A eventual mudança envolve questões como folha de pagamento, contratação, produtividade, organização das equipes e competitividade, colocando o impacto financeiro da transição entre os principais pontos do debate.
Sobre a Pinheiro Ferragens – Fundada em 1960, a empresa nasceu com o objetivo de comercializar aço para a construção civil. De base familiar e pioneira na capital, foi responsável por oferecer grande parte dos materiais para a construção de Brasília. Atualmente, a empresa trabalha com um mix de mais de dois mil produtos comercializados e industrializados. Localizada no Setor de Indústrias de Brasília e Taguatinga, a loja possui moderna estrutura e serviços diferenciados.
Assista os vídeos institucionais da Pinheiro Ferragens:
Sob o tema “Museus para Todas as Pessoas”, a 20ª edição da campanha do Ibram encontra no Rolê Cultural mediações sem agendamento, vivências em LIBRAS e uma caça às obras pela arquitetura de Oscar Niemeyer
Entre os dias 21 e 27 de setembro, museus de todo o país participam da 20ª Primavera dos Museus, campanha anual promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) para aproximar essas instituições da vida cotidiana das cidades. O tema desta edição, “Museus para Todas as Pessoas”, propõe uma pergunta prática a cada instituição: quem, de fato, atravessa suas portas, e o que é preciso mudar para que mais gente atravesse. No Centro Cultural Banco do Brasil Brasília, aberto de terça a domingo, a semana começa no dia 22 e reúne atividades gratuitas do Rolê Cultural, o programa educativo. Ingressos disponíveis em ingressos.ccbb.com.br ou na bilheteria do CCBB Brasília.
A porta de entrada é o Rolê Espontâneo, visita mediada que dispensa agendamento e sai de hora em hora, das 10h às 19h, da Sala do Rolê Cultural. Quem chega ao CCBB sem planejar pode se juntar ao próximo grupo e percorrer as exposições em cartaz com um educador, em mediações que se adaptam às idades e aos interesses de quem está ali. Cada visita dura uma hora e recebe até 30 pessoas.
A acessibilidade, que dá o tom do tema deste ano está presente no Rolê com LIBRAS, que acontece toda sexta-feira e reúne pessoas surdas e ouvintes em encontros conduzidos por educadores e intérpretes. No dia 25, às 16h, dentro da semana da campanha, a atividade propõe uma vivência em LIBRAS na exposição Yoshitaka Amano – Além da Fantasia, com 25 vagas.
O acervo e o próprio edifício também entram na conversa. Nos dias 25 e 26, às 18h, o Rolê no Jogo Coleção de Arte BB convida o público a montar sua própria coleção a partir de obras de artistas como Oscar Niemeyer, Athos Bulcão e Roberto Burle Marx. Já a Visita-Espetáculo, nos dias 26 e 27, às 16h, conduz os participantes por uma caça às cartas deixadas por Niemeyer, com músicas, cantigas e brincadeiras que revelam obras de arte e detalhes da arquitetura do Edifício Tancredo Neves.
Encontro com professores
O desdobramento do tema chega ainda aos professores. No dia 30, às 19h, o encontro Arte em Jogo recebe docentes e arte-educadores para uma visita mediada à Coleção de Arte do Banco do Brasil, seguida da experimentação do Jogo da Coleção, material educativo criado pelo Rolê Cultural e de uma roda de conversa sobre o ensino de Arte na escola. São 20 vagas.
O projeto tem realização do Ministério da Cultura e patrocínio do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).
Sobre o CCBB Brasília O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Acessibilidade A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van – De quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.
Programação:
Rolê Espontâneo Aberta ao público e sem necessidade de agendamento, essa atividade acontece de hora em hora e propõe mediações interativas adaptadas às diferentes faixas etárias, promovendo diálogos sensíveis com as exposições em cartaz. Em setembro, integra a programação da Primavera dos Museus. Data: Terça-feira a domingo, das 10h às 19h (de hora em hora). Ingresso único válido das 10h às 19h Duração: 1h Capacidade: 30 pessoas Classificação: Livre Ponto de encontro: Sala do Educativo
Rolê no Jogo Coleção de Arte BB Os participantes criam sua própria coleção a partir de pinturas, esculturas e gravuras de artistas como Oscar Niemeyer, Athos Bulcão e Roberto Burle Marx. A atividade estimula percepção estética, sensibilidade e valorização do acervo. Data: Sextas e sábados, às 18h Duração: 1h Capacidade: 30 pessoas Classificação: Livre Ponto de encontro: Sala do Educativo
Visita Espetáculo Conduzidos por personagens, os participantes percorrem o CCBB em busca das cartas deixadas por Oscar Niemeyer, pistas de uma divertida caça às obras e aos detalhes da arquitetura. A cada descoberta, músicas, cantigas e brincadeiras dão vida aos ambientes. Data: Sábados e domingos, às 16h (com retirada de ingressos) Duração: 40 minutos Capacidade: 30 pessoas Classificação: Livre
Arte em Jogo – Encontro para professores Encontro que convida professores a conhecer a exposição Coleção de Arte do Banco do Brasil por meio de visita mediada e da experimentação do Jogo da Coleção, material educativo do Educativo CCBB. Ao final, uma roda de conversa sobre o ensino de Arte na escola. Data: 30/09, às 19h Duração: 1h Capacidade: 20 pessoas Classificação: Adultos, professores e arte-educadores Ponto de encontro: Hall Coleção de Arte
Após a boa receptividade por onde passou, espetáculo criado e interpretado por Cristina e Tatiana Carvalhedo realiza as últimas sessões
Depois de percorrer diferentes Regiões Administrativas do Distrito Federal, CAMOCIM chega à etapa final de sua temporada com três apresentações gratuitas no Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul. As sessões serão realizadas no Teatro Hugo Rodas, nos dias 24, às 16h; 25, às 20h; e 26 de setembro, às 20h, encerrando uma circulação marcada pelo encontro com públicos de diferentes territórios.
Criado e interpretado por Cristina Carvalhedo e Tatiana Carvalhedo, mãe e filha na vida e parceiras na construção da obra, o espetáculo passou pelo Gama, por Taguatinga e por Planaltina antes de chegar ao Plano Piloto. As apresentações alcançaram as expectativas do projeto e tiveram boa receptividade do público, que acompanhou com interesse uma narrativa construída entre memórias, afetos e fabulação.
Com dramaturgia autoral, CAMOCIM parte das experiências compartilhadas por Cristina e Tatiana para conduzir o público por uma narrativa na qual as lembranças das histórias vividas convivem com a ficção. Fragmentos do cotidiano, histórias familiares, ausências e silêncios compõem uma espécie de paisagem afetiva, capaz de despertar também as recordações de quem assiste.
Embora tenha como ponto de partida a relação entre mãe e filha, a obra ultrapassa os contornos desse vínculo. Ao contrário, abre espaço para a escuta, a cumplicidade e o afeto, revelando as diferentes formas pelas quais uma história familiar pode ser transmitida, preservada.
A direção artística e musical de Fernanda Jacob acompanha esse movimento entre realidade e fabulação. Humor e emoção se encontram em uma encenação construída por pequenos acontecimentos, atmosferas e lembranças que alcançam experiências reconhecíveis. Assim, CAMOCIM não pretende reconstruir o passado, mas perceber aquilo que se mantém vivo no presente e aponta um futuro.
Idealizadoras, dramaturgas e atrizes da montagem, Cristina e Tatiana Carvalhedo compartilham uma trajetória dedicada à criação artística. Em CAMOCIM, esse encontro entre gerações torna-se também matéria teatral: mãe e filha escrevem e ocupam juntas a cena, transformando a experiência familiar em uma criação sobre memória, ancestralidade e continuidade.
Encontro com diferentes públicos
Ao longo da circulação, CAMOCIM também promoveu sessões especiais para estudantes da rede pública. A atenção e o envolvimento dos alunos durante as apresentações evidenciaram a importância das ações de formação de plateia nas escolas, capazes de aproximar os jovens das artes cênicas e ampliar o acesso à experiência teatral.
Além das sessões destinadas às escolas, o projeto reuniu mediações culturais, recursos de acessibilidade, oficinas e outras ações formativas voltadas a diferentes públicos. Dessa forma, os temas presentes no espetáculo deram origem a experiências de criação, escuta e compartilhamento, fortalecendo o encontro entre artistas, comunidades e territórios. CAMOCIM é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF).
Sinopse
Camocim é um espetáculo que transita entre memórias e heranças afetivas, revelando a potência daquilo que parece desimportante. Em cena, mãe e filha atravessam lembranças, despedidas e histórias por meio de silêncios, gestos e ausências. A cena revela o que permanece vivo com o passar do tempo. Entre a realidade e a fábula, o espetáculo convida o público a reconhecer, nas experiências mais íntimas, um território comum de afeto.
Serviço
CAMOCIM Espaço Cultural Renato Russo — Teatro Hugo Rodas — 508 Sul 24 de setembro, às 16h; 25 de setembro, às 20h; e 26 de setembro, às 20h
Acessibilidade: a sessão do dia 24 de setembro, às 16h, contará com a presença de estudantes da rede pública de ensino na plateia e terá interpretação em Libras e audiodescrição
Classificação indicativa: 14 anos
Ficha técnica:
Idealização, dramaturgia e atuação: Cristina Carvalhedo e Tatiana Carvalhedo. Direção artística e musical: Fernanda Jacob. Coordenação geral: Cristina Carvalhedo. Coordenação administrativa: Carvalhedo Produções. Coordenação de produção: Tatiana Carvalhedo. Coordenação pedagógica: Marcelo Nenevê. Produção executiva: Janaína Azevedo e Marcelo Nenevê. Cenografia: Fernanda Jacob e Marley Oliveira. Figurino: Cristina Carvalhedo e Tatiana Carvalhedo. Iluminação: Manu Maia. Operação de luz: Manu Maia e Shirley Araújo. Técnico de Som: Damião dos Santos. Sonoplastia: Diogo Vanelli. Provocação cênica: Ana Flávia Garcia e Francis Wilker. Designer gráfico: Pedro de Oliveira. Fotografia: Diego Bresani, Jordana Mascarenhas, Mariana Guedes, Mila Petrillo e Thaís Mallon. Coordenação de acessibilidade: Iury Ferraz. Gestão de mídias sociais e registro audiovisual: Vitor Ambrosio. Oficinas: Cristina Carvalhedo, Tatiana Carvalhedo, Fernanda Jacob, Virgínia Nenevê e Luiza Guimarães. Mediação cultural: Bruna Paz e Pedro Ribeiro. Assessoria de imprensa: Rodrigo Machado.
Obra de R.C. Ballerini parte de um manuscrito enviado de 2042 para 2026 e terá 10 mil exemplares distribuídos gratuitamente no Distrito Federal
E se uma mensagem chegasse do futuro? Em A Distopia: 2026 e o futuro do Brasil, o escritor R.C. Ballerini parte dessa pergunta para imaginar os acontecimentos que podem transformar o Brasil após as eleições de 2026. Na narrativa, um escritor em 2042 encontra uma forma de enviar um manuscrito para o passado. O destino é 2026. O que chega é um livro.
Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), o projeto terá 10 mil exemplares deA Distopiadistribuídos gratuitamente no Distrito Federal. Diferentemente de um lançamento convencional, a obra não terá uma única data ou local para chegar ao público. Os exemplares começam a circular gratuitamente em diferentes eventos culturais do Distrito Federal, fazendo com que a mensagem criada na ficção também percorra, aos poucos, o presente.
Na história, o ponto de partida está em 2042, em Chiapas, no México, dezesseis anos depois de uma grande crise que transformou o Brasil e o mundo. O narrador encontra um artefato de aparência misteriosa, associado à cultura maia, que permite enviar ao passado objetos produzidos a partir de matéria vegetal, como papel, madeira e plantas. É por meio desse dispositivo que um manuscrito produzido em 2042 é enviado para 2026, com a intenção de fazer a história chegar ao maior número possível de brasileiros antes que os acontecimentos narrados se concretizem.
O manuscrito se transforma em uma espécie de linha do tempo imaginada entre 2026 e 2042, acompanhando acontecimentos políticos, sociais, sanitários e ambientais que modificam o país e suas relações com o mundo. Entre eles está a chamada Covid-26, uma nova pandemia iniciada na China e que se espalha internacionalmente. Ao longo da narrativa, surgem personagens, conflitos e redes de resistência, enquanto territórios como Chiapas, Rojava e a Amazônia aparecem como espaços de organização e experimentação de outras formas de vida coletiva.
A obra também imagina possibilidades de reconstrução. Ao lado dos conflitos e das crises, aparecem experiências de organização comunitária, cultura, arte e cooperação. Entre elas está o Festival de Artes do Solstício, celebração que integra esse futuro imaginado pelo autor e apresenta uma sociedade que também encontra formas de reorganizar a vida depois das rupturas.
Da pandemia ao futuro imaginado
A ideia de A Distopia surgiu em 2021, durante a pandemia de Covid-19. Segundo R.C. Ballerini, o contexto daquele período, somado ao cenário político e social brasileiro, despertou o desejo de imaginar para onde poderiam levar determinados caminhos políticos. O livro foi escrito naquele momento e posteriormente reescrito, incorporando elementos do presente. Para o autor, 2026 ganhou importância na narrativa por ser um ano eleitoral e concentrar disputas que podem ter consequências para o futuro do país.
“Em 2026, me parece que temos uma situação geopolítica mais acirrada e as atenções estão muito mais voltadas ao Brasil. O grande capital internacional está ávido por interferir no processo eleitoral brasileiro, e os candidatos alinhados à direita, e em especial à extrema direita, representam claramente os interesses dessas grandes corporações. Isso faz com que as eleições de 2026 representem um possível ponto de definição muito importante para o nosso futuro”, afirma.
Segundo Ballerini, a distribuição gratuita do livro tem o objetivo de alcançar o maior número possível de pessoas e contribuir para a discussão política do momento.
“Os rumos do país não estão seguros nas mãos da extrema direita. O livro apresenta uma caricatura de situações extremas e traz a compreensão de que, de forma geral, a atuação desse campo político realmente não se importa com meio ambiente, cultura, justiça social e distribuição de renda. Uma atuação nesse registro acaba resultando em uma destruição total muito mais agressiva do que o senso comum imagina, gerando consequências em muitos outros aspectos”, destaca.
Sobre o autor
R.C.Ballerini é músico, escritor, radialista e piloto de ideias. Publicou Fragmentos, uma obra de escritos curtos experimentais, em 2019. É idealizador e diretor artístico do DF-instrumental-FEST, que desde 2023 promove a música instrumental do DF e do Brasil em territórios de periferia. É compositor e instrumentista do Duo Palco-céu, que já atendeu a mais de 40 mil crianças da rede pública de ensino do DF, foi instrumentista, é o produtor do Satanique Samba Trio, com 23 anos de carreira, 16 álbuns produzidos e 4 turnês europeias, e é co-idealizador, curador e apresentador do Programa Brasil instrumental, na Cultura FM Brasília.
SERVIÇO
A Distopia: 2026 e o futuro do Brasil
De R.C. Ballerini
Páginas: 88
Tiragem: 10 mil exemplares
Distribuição: gratuita, em diferentes eventos culturais do Distrito Federal
Nos dias 26 e 27 de setembro, projeto promove oficinas, apresentações musicais e espetáculos teatrais gratuitos na Asproeste
O Encontro de Artes do Lago Oeste chega ao último fim de semana de programação com uma agenda dedicada ao teatro. Nos dias 26 e 27 de setembro, a Asproeste recebe oficinas de atuação, apresentações musicais e dois espetáculos do Coletivo Truvação. Todas as atividades são gratuitas e fazem parte do projeto que, ao longo de quatro finais de semana, levou diferentes linguagens artísticas ao Lago Oeste.
No sábado (26), a programação começa às 14h com a oficina Brincando de Atuar, ministrada por Ana Matuza. Das 16h às 18h, Luciana Martins conduz a oficina Atuação para o Teatro: Exercícios e Jogos. As atividades propõem uma aproximação prática com o fazer teatral, explorando exercícios e jogos de atuação.
Às 18h30, a Fanfarra Me Chame Pelo Nome abre a programação artística da noite. Na sequência, às 19h30, o Coletivo Truvação apresenta Umbigo do Infinito, espetáculo com duração de 90 minutos.
No domingo (27), as duas oficinas são novamente realizadas, mantendo a programação de formação teatral. Às 18h30, a música fica por conta da Fanfarra Maluvidas. O encerramento do projeto acontece às 19h30, com a apresentação de A Batalha do Portal, também do Coletivo Truvação, com duração de 75 minutos. As inscrições para as oficinas são feitas pelo formulário eletrônico.
Cultura para além do Plano Piloto
Realizado ao longo de setembro, o Encontro de Artes do Lago Oeste foi estruturado em quatro finais de semana temáticos. A programação passou por dança, cinema e audiovisual, música, circo e teatro, combinando atividades de formação e apresentações artísticas gratuitas.
Além de levar diferentes linguagens para o Lago Oeste, o projeto buscou criar condições para que o público de outras regiões do Distrito Federal também pudesse participar. Por isso, foi disponibilizado transporte gratuito entre a Rodoviária do Plano Piloto e a Asproeste durante os finais de semana de programação.
Para o último fim de semana, os horários previstos são:
13h: Rodoviária do Plano Piloto → Asproeste
16h15: Asproeste → Rodoviária do Plano Piloto
17h15: Rodoviária do Plano Piloto → Asproeste
21h30: Asproeste → Rodoviária do Plano Piloto
O transporte é gratuito, mas é necessário realizar inscrição prévia por formulário eletrônico disponível na página oficial do projeto. As vagas estão sujeitas à capacidade dos veículos.
A acessibilidade também integra o projeto, com recursos disponibilizados de acordo com a programação, incluindo Libras, audiodescrição e legendas descritivas.
Ao longo da edição, o Encontro de Artes do Lago Oeste criou espaços de contato com a produção cultural no próprio território, reunindo artistas, moradores e visitantes em uma programação que apostou na descentralização do acesso à cultura e na valorização da comunidade do Lago Oeste.
“Mais do que levar uma programação cultural para o Lago Oeste, o Encontro de Artes ajudou a mostrar a potência que já existe no território e a importância de criar oportunidades para que a arte circule por regiões que nem sempre estão no roteiro dos grandes eventos de Brasília. Ao longo dessas semanas, tivemos contato com moradores, artistas e públicos diferentes, ocupamos espaços e criamos encontros a partir da dança, do audiovisual, da música, do circo e do teatro. O impacto que fica é justamente esse: aproximar a cultura das pessoas, fortalecer o vínculo com o território e mostrar que o Lago Oeste também é lugar de produção, encontro e experiência artística”, assinala a idealizadora Bruna Martins.
Este projeto é realizado pela Rang Cultural, pela Ana Martins Produções e pela Joana Piantino Produções, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). O encontro conta com apoio da Asproeste, da Horta do Preto, da La Pauta Comunicações e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec).
Programação gratuita:
Sábado, 26/9
14h às 16h – Oficina Brincando de Atuar, com Ana Matuza
16h às 18h – Oficina Atuação para o Teatro: Exercícios e Jogos, com Luciana Martins
18h30 – Fanfarra Me Chame Pelo Nome
19h30 – Umbigo do Infinito, do Coletivo Truvação
Domingo, 27/9
14h às 16h – Oficina Brincando de Atuar, com Ana Matuza
16h às 18h – Oficina Atuação para o Teatro: Exercícios e Jogos, com Luciana Martins
Iniciativa realiza encontro neste sábado (26), na Universidade do Distrito Federal, após percorrer diferentes regiões do DF, alcançando centenas de estudantes da rede pública
O projeto Nossa Vez realiza, neste sábado (26/9), aulão gratuito de preparação para o Enem. O encerramento da iniciativa será em Ceilândia, na Universidade do Distrito Federal, localizada na QNN 31, Áreas Especiais B/C/D/E, Ceilândia Norte. A programação ocorre das 7h45 às 12h30 e reúne aulas de diferentes áreas do conhecimento, além de apresentação do rapper Japão Viela 17 durante o intervalo. As inscrições podem ser feitas pelo formulário eletrônico.
Realizado pelo Instituto Rosa dos Ventos em parceria com a Secretaria Nacional de Juventude do Governo Federal, o Nossa Vez promoveu encontros gratuitos em diferentes regiões do Distrito Federal, levando conteúdos, estratégias de prova e orientação para estudantes do terceiro ano do Ensino Médio, da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e para quem já concluiu o Ensino Médio em escolas públicas.
Ao longo da programação, o projeto passou por Brazlândia, Gama, Recanto das Emas, Planaltina, Taguatinga, Samambaia e Ceilândia, que recebe o segundo encontro neste sábado. A circulação por diferentes territórios buscou aproximar a preparação para o Enem das comunidades e ampliar as possibilidades de participação de estudantes que nem sempre conseguem acessar cursos preparatórios.
Durante os encontros, os participantes tiveram acesso a aulas de Língua Portuguesa, Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Redação, além de orientações sobre resolução de questões, organização do tempo de prova e estratégias relacionadas ao modelo de avaliação do Enem. A programação também incorporou apresentações culturais, aproximando a preparação acadêmica de outras formas de conhecimento e expressão.
“Levar o Nossa Vez em Ceilândia é também olhar para tudo o que aconteceu nos territórios por onde passamos. Cada encontro teve uma dinâmica própria, com estudantes diferentes, histórias diferentes e maneiras diferentes de se relacionar com o Enem. Acho que esse é um dos maiores aprendizados do projeto: quando a gente sai do lugar comum e vai até onde os jovens estão, a educação deixa de ser uma ideia abstrata e ganha rosto, conversa e troca”, afirma a presidente do Instituto Rosa dos Ventos, Stéffanie Oliveira.
A professora de Química Luana Bezerra participou do aulão em Ceilândia, no último 12 de setembro. Ela destaca temas que muito provavelmente devem ser cobrados no exame, como terras raras e jogos de aposta. “Se você é um aluno da rede pública, pode vir participar com a gente. Sabemos o tanto que é importante estarmos atualizados com todos esses assuntos”, convida a docente.
Programação do encerramento
O encontro começa às 7h45, com aula de Português ministrada pela professora Kássia Braga. Na sequência, o professor Waldizar Borges conduz a aula de Matemática. A programação segue com Ciências da Natureza, reunindo os professores Cleiton, de Química; Alexandre, de Biologia; e Kitéria, de Física.
Às 10h, durante o intervalo, o público poderá acompanhar a apresentação do rapper Japão Viela 17, artista com trajetória ligada à cultura hip-hop do Distrito Federal. Depois da apresentação, às 10h15, será realizada a primeira aula de Ciências Humanas, com Saulo, em Sociologia, e Luís Ferrara, em Filosofia.
Às 11h, a programação continua com Leonardo C., em Geografia, e Keilla, em História. O encerramento das atividades será com a aula de Redação, ministrada pela professora Andressa Soares.
O Nossa Vez é uma realização do Instituto Rosa dos Ventos, em parceria com a Secretaria Nacional de Juventude do Governo Federal.
Serviço – Projeto Nossa Vez – Ceilândia
Data: sábado (26 de setembro)
Horário: das 7h45 às 12h30
Local: Universidade do Distrito Federal — QNN 31, Áreas Especiais B/C/D/E, Ceilândia Norte
Sucesso de público, todos os cinco filmes retornam aos cinemas em outubro
A Paris Filmes acaba de abrir pré-venda de ingressos para reexibição especial de “Jogos Vorazes”, “Jogos Vorazes: Em Chamas”, “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1”, “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 2” e “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”. O relançamento dos longas baseados nos best-sellers de Suzanne Collins contará ainda com conteúdos exclusivos do elenco de “Jogos Vorazes – Amanhecer Na Colheita” antes de cada exibição. As produções voltam aos cinemas a partir de 15 de outubro. Baixe os cartazes neste link. Assista ao teaser aqui.
No primeiro, Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) se oferece no lugar da sua irmã para competir nos Jogos Vorazes, onde jovens dos doze distritos de Panem são escolhidos aleatoriamente para lutar um contra o outro até que um sobrevivente permanece. “Em Chamas” mostra Katniss e Peeta Mellark (Josh Hutcherson) ao tornarem-se alvos da Capital após a vitória do 74º Jogos Vorazes, o que resulta em uma rebelião dos distritos.
Em “A Esperança – Parte 1”, Katniss é resgatada pelos rebeldes e levada ao Distrito 13 depois que quebra os Jogos Vorazes para sempre. Sob a liderança da Presidente Coin (Julianne Moore) e de Plutarch Heavensbee (Philip Seymour Hoffman), Katniss abre as suas asas e torna-se Mockingjay, o líder simbólico da rebelião. “A Esperança – O Final” traz Katniss percebendo que as apostas não são mais apenas para a sobrevivência, são para o futuro. Com a nação de Panem em guerra, ela enfrenta o Presidente Snow (Donald Sutherland).
Por fim, em “A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, anos antes de se tornar o tirânico Presidente de Panem, Coriolanus Snow (Tom Blyth), aos 18 anos, vê uma chance de mudança de sorte quando é escolhido para ser mentor de Lucy Gray Baird (Rachel Zegler), uma garota tributo do empobrecido Distrito 12.
Juntos, os cinco filmes já levaram mais de 16 milhões de espectadores aos cinemas do país. O elenco conta ainda com Stanley Tucci, Liam Hemsworth, Lenny Kravitz, Woody Harrelson, Elizabeth Banks, Sam Claflin, Viola Davis, Hunter Schafer e mais. A direção de “Jogos Vorazes” é de Gary Ross e dos filmes seguintes de Francis Lawrence. A distribuição nacional é da Paris Filmes.
SOBRE A PARIS FILMES
A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H”, “Manas”, “Pedágio”, “Ritas”, “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, “A Empregada”, a franquia “Truque de Mestre”, “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia – “Minha Melhor Amiga”.
Entre os próximos lançamentos estão “Feito Pipa”, “Geni e o Zepelim”, “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, “Minha Vida com Shurastey” e “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita”.
Acompanhe as novidades sobre esse e outros lançamentos por meio das redes sociais:
Possibilidade de ver e tocar produtos, atendimento presencial e disponibilidade imediata ajudam a explicar permanência dos pontos de venda mesmo diante do crescimento das compras digitaisPossibilidade de ver e tocar produtos, atendimento presencial e disponibilidade imediata ajudam a explicar permanência dos pontos de venda mesmo diante do crescimento das compras digitais
O comércio eletrônico alcançou em 2026 o maior patamar de penetração já registrado em levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil. A pesquisa aponta que 85% dos consumidores digitais residentes nas capitais fizeram ao menos uma compra pela internet nos 12 meses anteriores ao estudo, o equivalente a uma estimativa de 139 milhões de compradores. Ao mesmo tempo, a experiência presencial continua pesando na escolha: para 49% dos entrevistados, não poder ver ou tocar o produto é a principal desvantagem das compras online.
Em segmentos como o de materiais de construção, essa necessidade de contato com o produto é ainda mais evidente. A pesquisa da área de Negócios da Globo, em parceria com a MindMiners, apontou que 64% dos entrevistados preferiam comprar materiais de construção e reforma exclusivamente em lojas físicas. Entre os principais motivos estavam conferir a qualidade do produto, citado por 56%, recebê-lo imediatamente, por 50%, e a proximidade do estabelecimento, mencionada por 48%. O levantamento ouviu 980 pessoas em agosto de 2022.
Os números mostram que o avanço do comércio eletrônico não necessariamente elimina o espaço do varejo presencial. Em vez disso, os diferentes canais passam a ser utilizados conforme o tipo de produto, a urgência e a necessidade do consumidor em cada compra.
Na Irmãos Soares, que tem sede em Goiânia e mais de 18 lojas em Goiás e Minas Gerais, essa convivência entre os canais é percebida no comportamento dos clientes. Segundo o gerente nacional de vendas da empresa, Caio Barbosa, há compras que são resolvidas de maneira mais rápida pelo WhatsApp e outras em que o consumidor prefere ir até a loja, conhecer o produto e conversar com um vendedor.
“O cliente tem momentos de compras distintos. Em alguns, quer resolver tudo rapidamente pelo WhatsApp, com uma entrega rápida e o fechamento do pedido. Em outros, prefere ir à loja, tocar e ver o produto e conversar com alguém”, afirma.
De acordo com Barbosa, nos últimos três anos as vendas nas unidades físicas da empresa cresceram, em média, entre 17% e 18%. No ambiente digital, o avanço foi superior a três dígitos, embora o executivo ressalte que o percentual parte de uma base histórica menor.
O cenário acompanha uma mudança na própria função da loja. Se preço, praticidade e rapidez favorecem a compra pela internet, o espaço físico concentra atributos difíceis de reproduzir integralmente no meio digital, como experimentação, orientação e contato direto com quem vende.
“O físico não vai acabar, não vai morrer. Ele vai se adaptar”, avalia Barbosa.
Para o executivo, o atendimento presencial também tem papel importante especialmente em compras que exigem mais informações sobre o produto ou acompanhamento durante a escolha. No segmento de construção e reforma, por exemplo, uma ida à loja pode permitir que o consumidor compare peças, pisos, revestimentos e acabamentos antes de decidir.
“Na loja, o cliente conversa com o vendedor, que entende como está a obra e propõe um produto personalizado para aquilo que ele precisa”, diz.
A confiança é outro fator apontado por Barbosa. Para ele, mesmo diante da ampliação dos canais digitais e do uso de ferramentas tecnológicas no varejo, o contato presencial permanece relevante para uma parcela dos consumidores.
“Nada substitui a confiança, nada substitui o olho no olho, nem o cliente ir até a loja, falar com o vendedor e conversar com alguém do nosso time”, afirma.
A tendência também aparece na integração entre os próprios canais. No levantamento da Globo e da MindMiners, 76% dos consumidores de materiais de construção disseram que gostariam de montar uma lista de produtos e receber o orçamento pela internet, enquanto 64% demonstraram interesse em comprar online e retirar na loja.
Na prática, os dados indicam uma jornada de consumo cada vez menos dividida entre “físico” e “digital”. O cliente pode pesquisar pela internet, tirar dúvidas pelo WhatsApp, comparar preços e, depois, visitar uma unidade para conferir o produto ou fazer o caminho inverso e concluir online uma compra iniciada presencialmente.
Em cartaz até 30 de setembro, mostra reúne seis instalações integradas à paisagem do Cerrado e celebra o envolvimento do público com uma experiência de arte em meio à natureza
O público tem até 30 de setembro para visitar o II Festival Galeria Aberta: Arte da Terra, no Jardim Botânico de Brasília e como última ação, Patrícia Bagniewski, que assina também assina a curadoria e tem obra exposta, conduz uma visita orientada pela mostra, domingo (27), a partir das 11h. A mostra reúne instalações inéditas de Adriane Kariú, Coletivo Vaga-mundo – poéticas nômades, Daisy Barros, Nina Coimbra, Patricia Bagniewski e Valéria Pena-Costa, concebidas especialmente para o local. Ao longo do percurso, as obras se relacionam com árvores, luz, vento, sons e outros elementos do Cerrado, convidando cada visitante a perceber a paisagem como parte da criação artística.
Com curadoria de Renata Azambuja e Patricia Bagniewski, o Festival retomou, nesta segunda edição, a proposta iniciada em 2012: deslocar a experiência da arte contemporânea dos espaços expositivos tradicionais e aproximá-la do ambiente natural. A visitação transforma a caminhada pelo Jardim Botânico em um exercício de observação, escuta e descoberta, no qual as mudanças da paisagem também modificam a maneira de ver e sentir cada obra.
Nesta reta final, as curadoras destacam a satisfação com a resposta dos visitantes e com a capacidade do projeto de envolver diferentes públicos em uma forma menos habitual de fruição artística. “É muito gratificante perceber que o público aceitou o convite para desacelerar, caminhar e se deixar atravessar por obras que não estão apenas instaladas na natureza, mas que se transformam com ela. Esse envolvimento confirma a potência de criar encontros entre arte, Cerrado e vida cotidiana”, afirma Patricia Bagniewski.
Para Renata Azambuja, a adesão do público também revela o interesse por experiências culturais que estimulam novas relações com o espaço. “A maior conquista desta edição foi engajar o público em uma experiência de fruição construída no contato direto com as obras e com o meio ambiente. Vimos pessoas de diferentes idades percorrendo o circuito com curiosidade, permanecendo diante das instalações e descobrindo outras maneiras de olhar para o Jardim Botânico”, celebra a curadora.
As seis instalações aproximam arte contemporânea, ancestralidade, memória, ciência e sustentabilidade. O circuito reúne desde painéis inspirados na cosmologia Kariú Kariri e uma composição têxtil feita com materiais reaproveitados até esculturas que convidam à pausa, a escuta das frequências internas de uma árvore, uma criação inspirada na árvore lunar de Brasília e pequenas casas construídas com elementos naturais. Em comum, os trabalhos propõem uma relação sensível com o território e fazem do Cerrado uma presença ativa na experiência artística.
Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), o II Festival Galeria Aberta pode ser visitado de terça a domingo, das 7h às 16h30. A classificação é livre para todos os públicos.
Serviço
II Festival Galeria Aberta: Arte da Terra
Curadoria: Renata Azambuja e Patricia Bagniewski
Local: Jardim Botânico de Brasília
Visita orientada: domingo, 27, a partir das 11h (de graça e sem inscrição prévia)
Visitação: até 30 de setembro, de terça a domingo, das 9h às 16h30
Tratamentos para estimular colágeno, melhorar manchas, flacidez e contorno corporal podem começar agora; especialista explica como se planejar
Quem pretende chegar ao verão com a pele mais viçosa, o rosto mais uniforme e o corpo mais contornado ainda tem tempo para investir em tratamentos estéticos, mas o planejamento deve começar o quanto antes. Isso porque muitos procedimentos dependem da resposta gradual do organismo, podem exigir mais de uma sessão e precisam respeitar períodos de recuperação.
De acordo com a médica dermatologista Tainah de Almeida, tratamentos que estimulam a produção de colágeno, tanto no rosto quanto no corpo, começam a apresentar resultados nas primeiras três a quatro semanas, mas a evolução fica mais evidente ao longo dos três a seis meses seguintes. Por isso, para quem pensa nas férias de verão, uma janela de aproximadamente três meses pode ser adequada para iniciar protocolos.
“Quando pensamos em ações que envolvem estímulo de colágeno, tanto no rosto quanto no corpo, é importante lembrar que o resultado não é imediato. O organismo precisa de um tempo para produzir e remodelar esse colágeno, e muitos protocolos também envolvem mais de uma sessão. Por isso, começar com alguns meses de antecedência é o ideal”, explica a médica.
Para quem quer mais viço e uma pele uniforme
No rosto, quem deseja melhorar textura, hidratação, manchas, linhas finas e viço pode encontrar diferentes possibilidades de tratamento. Entre elas estão alguns tipos de laser, peelings e microagulhamento, escolhidos de acordo com a necessidade da pele.
A associação de técnicas também pode ser uma estratégia. Segundo Tainah, tratamentos mais profundos, voltados para sustentação e estímulo de colágeno, podem ser combinados com procedimentos que atuam em camadas mais superficiais, contribuindo para textura, hidratação e aparência da pele.
Nos casos de flacidez, por exemplo, bioestimuladores de colágeno podem ser associados, quando indicados, a tecnologias como ultrassom microfocado e radiofrequência. A Sociedade Brasileira de Dermatologia também reconhece diferentes tecnologias para o tratamento de flacidez e celulite, incluindo radiofrequência, infravermelho, ondas acústicas e ultrassom microfocado.
“Hoje trabalhamos muito com a associação de tratamentos porque técnicas diferentes podem atuar em mecanismos complementares e profundidades distintas da pele. Uma combinação bem planejada pode apresentar um resultado mais completo do que simplesmente repetir várias vezes uma única técnica”, afirma.
A especialista ressalta que combinar procedimentos não significa fazer o maior número possível de tratamentos. O protocolo deve ser individualizado, considerando a indicação, o intervalo entre as sessões e o período de recuperação.
Manchas e melasma: quanto antes, melhor
Quem deseja aproveitar o verão e tem manchas ou melasma também deve começar a se preparar por agora. A exposição solar é um dos fatores que podem agravar o melasma, e a Sociedade Brasileira de Dermatologia destaca que o tratamento deve envolver proteção solar contínua e acompanhamento dermatológico. Para períodos de maior exposição solar e viagens, por exemplo, podem ser buscadas estratégias para proteger mais a pele, como antioxidantes em creme e em comprimido, idealmente iniciado algumas semanas antes da exposição.
Para quem tem uma viagem marcada para a praia e quer fazer algum tratamento para uniformizar a pele, o planejamento ganha ainda mais importância. Peelings, microagulhamento e lasers podem ser utilizados em casos específicos, mas protocolos que provocam descamação, vermelhidão ou irritação intensa podem exigir quatro semanas ou mais de restrição solar, dependendo da profundidade e intensidade.
“Se o paciente tem uma viagem próxima para a praia programada, por exemplo, provavelmente não é o melhor momento para realizar um procedimento mais agressivo, mas existem outras alternativas seguras que podem ser feitas mais perto do verão”, orienta a médica.
E para quem quer melhorar o corpo?
A preparação não precisa se limitar ao rosto. Técnicas corporais também podem ser planejadas para quem deseja melhorar firmeza, qualidade da pele, sustentação e contorno de regiões como abdômen e glúteos.
Segundo a médica, começar cerca de três meses antes permite organizar o número de sessões necessário e aguardar a evolução dos resultados. Dependendo da técnica escolhida e da indicação, os tratamentos podem atuar em diferentes aspectos do contorno corporal.
Para queixas como flacidez e celulite, combinações de bioestimuladores de colágeno com tecnologias como radiofrequência e ultrassom microfocado estão entre as opções utilizadas na dermatologia. Mesmo com diferentes opções, a médica reforça a importância
O objetivo, no entanto, não é buscar uma transformação imediata. A avaliação médica vai determinar qual tratamento pode oferecer uma melhora realista para cada caso e definir a melhor estratégia. Mesmo assim, a médica reforça que o paciente também precisa fazer a parte dele: “para um bom resultado, além dos procedimentos, é indispensável manter uma alimentação equilibrada, ingerir bastante água, dormir bem e fazer atividade física regularmente”.
Ainda dá tempo, mas não para tudo
Quem está pensando em realizar procedimentos antes do verão deve considerar não apenas o resultado esperado, mas também o tempo de recuperação. Peelings e microagulhamento, por exemplo, podem sensibilizar a pele e exigem cuidados específicos com a exposição solar. A SBD também alerta que ações estéticas mal indicadas podem causar manchas, queimaduras, cicatrizes e outras complicações.
Procedimentos injetáveis, como preenchimentos, bioestimuladores e toxina botulínica, também merecem planejamento. Eventuais hematomas precisam estar completamente protegidos do sol, já que a exposição direta durante esse período pode favorecer alterações de pigmentação.
Por isso, quem deseja chegar ao verão com os resultados mais avançados possíveis deve procurar avaliação com antecedência. Em vez de concentrar vários procedimentos nas semanas que antecedem as férias, o planejamento permite distribuir as sessões, respeitar o tempo de recuperação e acompanhar a evolução natural do tratamento.
“O mais importante é entender o que aquela pele realmente precisa e montar um protocolo individualizado, respeitando também o intervalo e a recuperação de cada tratamento. Fazer os tratamentos com antecedência permite não apenas chegar ao verão com o resultado já em evolução, mas também passar pelo período de recuperação com mais segurança”, finaliza Tainah.
De 22 a 25 de setembro, evento terá exposição com mais de 40 obras em homenagem ao artista, Feira do Fuga com mais de 50 artistas e coletivos, além de talks, lançamentos, exposições e experiências em diferentes espaços da capital
Brasília entra mais uma vez no calendário nacional de “Semanas de Design”, com a realização da segunda edição da DW! Brasília, que acontece de 22 a 25 de setembro de 2026. As atividades serão realizadas em dois “distritos de design”: o Casapark e o Lago Sul.
O festival insere a capital no circuito organizado pela plataforma DW! Semana de Design, que há 15 anos organiza “Design Weeks” pelo Brasil, com destaque para as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Balneário Camboriú.
A edição paulistana, realizada anual e ininterruptamente desde 2012, é um dos maiores eventos mundiais do gênero e única representante brasileira na associação mundial do segmento, a WDW – World Design Weeks.
Ao longo de quatro dias, a DW! Brasília reúne exposições, talks, lançamentos de produtos e coleções, encontros com profissionais e outras ações promovidas pelas marcas participantes. A programação também amplia o diálogo com a arte e a produção autoral, reunindo diferentes áreas da economia criativa.
Lauro Andrade, idealizador e CEO da DW!, afirma que “voltar a Brasília para a segunda edição da DW! tem um significado muito especial, especialmente por poder homenagear Athos Bulcão, um artista que traduz como poucos a relação entre arte, arquitetura e a própria identidade da cidade. A proposta da DW! é justamente criar essas conexões e mostrar como o design está presente em diferentes territórios, linguagens e negócios. Nesta edição, ampliamos o circuito pela capital e reunimos marcas, profissionais, artistas, colecionadores e criativos em uma programação que convida o público a olhar para Brasília a partir dessas diferentes perspectivas”.
DW! Brasília homenageia Athos Bulcão
Um dos eixos desta edição é a relação de Brasília com a obra de Athos Bulcão, artista cuja produção se tornou parte da identidade visual e arquitetônica da capital. A homenagem aparece tanto no conceito que orienta o festival quanto na programação, que inclui a exposição Entre Tempos, realizada pelo Casapark em parceria com a Fundação Athos Bulcão.
Exposição apresenta um Athos pouco conhecido
A DW! Brasília tem como um de seus principais destaques a exposição Entre Tempos, realizada pelo Casapark em parceria com a Fundação Athos Bulcão
Com mais de 40 obras, algumas delas nunca exibidas publicamente, a mostra inaugura em 22 de setembro e poderá ser visitada até 13 de outubro. Com curadoria de Valéria Cabral, presidente da Fundação Athos Bulcão, a exposição percorre quase seis décadas da produção do artista, de 1943 aos anos 2000, a partir de obras pertencentes a colecionadores particulares.
A seleção permite observar diferentes momentos da trajetória de Athos, incluindo desenhos, pinturas e trabalhos relacionados a temas como Carnaval e medicina. A exposição conta ainda com pesquisa historiográfica de Caetano Xavier de Albuquerque e texto de Marília Panitz.
“Nós escolhemos apresentar essas obras pertencentes a colecionadores a partir da relação afetiva e significativa que eles construíram com Athos. Essa conexão pessoal revela não apenas o valor artístico, mas também as histórias, as memórias e os vínculos que existem por trás de cada escolha. Tenho certeza de que será uma exposição muito especial e importante para Brasília”, afirma Ivana Valença, diretora de Marketing do Casapark.
Para Valéria Cabral, a seleção também revela aspectos menos conhecidos da produção do artista. “Quando fui ver a coleção, encontrei obras de 1943 e coisas que nunca tinha visto na vida. Antes de mais nada, Athos era um desenhista. Era o que ele gostava de fazer”, conta.
Feira do Fuga reúne mais de 50 artistas e coletivos
Em sua 13ª edição, a Feira do Fuga participa pela primeira vez da programação da DW! Brasília no Casapark. Com curadoria de Valéria Pena-Costa, a feira reúne mais de 50 artistas e coletivos, com mais de 100 obras em diferentes linguagens, entre pinturas, gravuras e objetos.
A feira tem trajetória ligada à cena independente e contemporânea de Brasília e mantém como uma de suas propostas aproximar artistas, público e agentes do mercadode arte. A edição especial na DW! Brasília também terá uma premiação no encerramento, como forma de reconhecimento e incentivo a um dos artistas participantes.
“A Feira do Fuga conta com o apoio e a frequência dos principais agentes do mercadoda arte em Brasília, entre galeristas, curadores e colecionadores, com um olhar atento
à cena artística e à produção local. Nosso principal objetivo é ampliar o público da arte e aprimorar o relacionamento entre os artistas, como um lugar de encontro e de aprendizado. Uma escola de referências, técnicas e mercado que envolve diversas gerações de artistas, em várias fases da carreira. Fazemos uma ou duas edições anuais no ateliê, e a participação na DW! abre novos caminhos para a feira e para a circulação dos trabalhos autorais”, afirma Valéria.
ADEPRO assina identidade visual e tema “Do Chão nasce o Horizonte”
O tema desta edição da DW!, “Do Chão nasce o Horizonte”, e a identidade visual do festival foram desenvolvidos pela Associação dos Designers de Produto do Distrito Federal (ADEPRO/DF). O trabalho parte de referências ligadas ao território, à arquitetura e ao design da capital, além de estabelecer um diálogo visual com a produção de Athos Bulcão.
Segundo Victor Grimaldi, vice-presidente da Associação, a criação dá continuidade à relação da associação com o festival e às pesquisas desenvolvidas sobre a identidade de Brasília. “Já realizamos eventos e criações inspirados na planta da cidade, no conceito das superquadras e até no bioma local. Na DW! Brasília de 2025, por exemplo, fizemos a exposição Materialidade em Território Cerratense, reunindo no Casapark a produção de 27 criativos das mais diversas vertentes do design independente, em uma cenografia que mergulhava no imaginário do cerrado. Agora damos sequência ao nosso trabalho junto com a DW! Brasília e chegamos à frase Do Chão nasce o Horizonte, que traz um ponto de vista sobre o território”, afirma Grimaldi.
A identidade visual desenvolvida pela designer gráfica Taís Pires utiliza mosaicos, linhas orgânicas e referências às formas presentes na arquitetura e na paisagem de Brasília.
Taís explica que “o mosaico tem muita conexão visual com Brasília e também simboliza a formação da cidade, com pessoas e histórias vindas de toda parte. Ao mesmo tempo, as linhas orgânicas de Athos Bulcão têm tudo a ver com as formas predominantes na capital, representando a arquitetura, a natureza, o vento. Captamos algumas das principais características em quatro cores principais e fragmentos de suas obras,dialogamos com a Fundação Athos Bulcão e chegamos à expressão visual de mosaicos e variações, que respeitam o legado e a memória de Athos e dos pioneiros do design”.
A proposta também ganha uma exposição na Casa Brasília, projeto da ADEPRO/DF instalado no Casapark. A mostra Do Chão nasce o horizonte reúne mobiliário, objetos, instalações e outras produções contemporâneas de designers e escritórios a partir de uma reflexão sobre o território e a relação do design brasiliense com a cidade. A inauguração acontece em 23 de setembro, às 18h, com visitação das 10h às 20h.
Programação reúne talks, lançamentos e experiências
Além das exposições e dos encontros promovidos pelo festival, as marcas participantes apresentam lançamentos, instalações, mostras, oficinas e conversas ao longo da DW! Brasília.
A Breton Brasília abre a programação em 22 de setembro com o talk “Novos olhares do design brasileiro: os processos criativos e as inspirações por trás de uma nova geração de talentos”, com Gabriel Rosa, Karol Suguikawa e Nicholas Oher. A programação acontece das 10h às 15h e acompanha a apresentação do novo showroom e dos lançamentos 2026 da marca.
Na Lumini, a programação de 22 de setembro inclui o DW! Talk “Entre Escalas”, comMartin Corullon, diretor e sócio-fundador do METRO Arquitetos, em conversa com a curadora Clarissa Schneider. A loja também apresenta os principais lançamentos da marca em 2026 e a reedição da arandela PMR, criada originalmente por Paulo Mendes da Rocha em parceria com o METRO Arquitetos, agora com tecnologia LED e atualização técnica.
A Franccino recebe, em 22 de setembro, o pré-lançamento do livro “Concretus”, de Celso Júnior. A programação da marca segue ao longo da DW! Brasília com palestra de Eliene Lucindo, oficina de aquarela com Mirian Lindgren e outras atividades.
O estudiobola promove, no dia 22, um talk com Maurício Lamosa, um dos fundadores da marca, Carlos Alberto, da Hill House, e Lauro Andrade, da DW!. O encontro aborda pesquisa, proporções, acabamentos e caminhos do design contemporâneo, além da atuação da marca no Brasil e no mercado internacional.
Na Tidelli Brasília, a programação inclui a instalação Laboratório de Cores e o lançamento da coleção Jasmine, assinada pelos designers italianos Valerio Sommella e Simone Bonanni, em 22 de setembro. Nos dias seguintes, a marca também promove palestra com Vanessa Testoni e Alessandra Araújo, oficina de customização de velas e oficina de macramê.
A Hill House apresenta exposições e vitrines com obras de artistas e recebe, em 24 de setembro, um talk com Vivian Coser, da Sette7. A programação inclui ainda a apresentação de peças da Sette7 e outras exposições e instalações artísticas.
A Jader Almeida participa da programação em 23 de setembro, com recepção com Jader Almeida e apresentação de lançamentos 2026.
A Smeg promove, em 24 de setembro, uma celebração que reúne legado, inovação e excelência estética. A marca também participa da programação em parceria com a Porsche, aproximando design, estilo de vida e o universo automotivo.
No Lago Sul, a Ornare recebe, em 24 de setembro, uma edição dos DW! Talks com Denise Zuba e Tarik Faraj, sobre o projeto Vila Raiô, e José Ricardo Basiches, que aborda processos criativos.
A programação de DW! Talks no Casapark continua em 25 de setembro com o artista Nuno Ramos, que apresenta o projeto Athos, inspirado na obra O Sol Faz a Festa, deAthos Bulcão, em conversa mediada por Lúcio Albuquerque, da Cerrado Cultural. No mesmo dia, Sávio Jobim, do Architects Office, participa do talk “Arquitetura e Ecossistemas Urbanos”, com apresentação do Casapark.
A programação completa reúne mais de 35 eventos entre 22 e 25 de setembro, com atividades gratuitas e algumas atrações mediante inscrição prévia.Circuito Gastronômico integra programação
A experiência da DW! Brasília também se estende à gastronomia. Durante o período do evento, o Casapark recebe o Circuito Gastronômico DW!, com cardápios e promoções especiais nos restaurantes e cafés Casa Baco, Marietta & Marvin, Saborella, Tête à Tête Restaurante e Scada Café.Serviço
DW! Brasília 2026
Data: 22 a 25 de setembro de 2026
Locais: Casapark e Lago Sul, Brasília/DF
Programação: DW! Brasília: monte sua agenda diária com exposições, palestras e eventos com inscrições abertas – DW!
Instagram: @dwsemanadedesign
Entrada: gratuita. Algumas atividades exigem inscrição prévia
Festival reúne música, cultura, gastronomia e entretenimento no Parque da Cidade
Com apoio do Ministério da Cultura, Brasília recebe novamente o Festival Folklore. Após dez anos, o evento está de volta à cidade para escrever um novo capítulo de sua história.
O festival acontece nos dias 25 e 26 de setembro e 2 e 3 de outubro, no Estacionamento 2 do Parque da Cidade, reunindo música, cultura, dança, gastronomia e entretenimento em uma programação pensada para diferentes públicos.
Para marcar o retorno do Festival Folklore à capital, o evento apresenta o show do Falamansa, uma das bandas de destaque do forró brasileiro. Com uma trajetória de 28 anos que atravessa gerações, o grupo leva ao palco sucessos como “Xote da Alegria”, “Rindo à Toa” e “Xote dos Milagres”, músicas que fazem parte da memória afetiva do público. O repertório também inclui o novo sucesso “Mais um Dia de Sol”, prometendo uma noite para cantar e dançar.
O show do Falamansa acontece na sexta-feira, 25 de setembro, a partir das 18h, no Estacionamento 2 do Parque da Cidade, em Brasília. A entrada é gratuita, mediante retirada de ingresso na plataforma http://www.meubilhete.com.br.
Mais do que uma programação de shows, o Festival Folklore propõe uma experiência que reúne diferentes formas de celebrar a cultura e os encontros. Durante os quatro dias de festival, o público poderá aproveitar apresentações musicais e de dança, opções gastronômicas, bares, brinquedos de parque e muito mais.
O retorno do Folklore marca uma nova fase de um festival que já fez parte da história de Brasília. Dez anos depois, o evento volta ao Parque da Cidade com a proposta de reunir pessoas, valorizar a cultura brasileira e proporcionar momentos de celebração e novas experiências por meio de uma programação diversificada.
SERVIÇO
Festival Folklore – @festival.folklore
Data: 25 e 26 de setembro e 2 e 3 de outubro
Local: Estacionamento 2 do Parque da Cidade, Brasília
Kátia Cubel, da Engenho, anuncia novas iniciativas de fortalecimento do Jornalismo brasileiro
Fundada há 30 anos em Brasília, com atuação nacional e trabalhos realizados em países da América Latina e da Europa, a Engenho Comunicação vem se tornando um hub de causas vinculadas à cidadania e à valorização do Jornalismo. “Nascemos como uma assessoria de imprensa tradicional, mas hoje nos dedicamos prioritariamente a projetos de incremento de reputação e a iniciativas de valorização do Jornalismo brasileiro e de impulsionamento da cidadania”, conta Kátia Cubel, fundadora e diretora da Engenho.
Uma das novidades é a realização do Festival de Jornalismo criado em Brasília em 2024 na capital pernambucana, no dia 28 de outubro de 2026. Na capital do país, a iniciativa chama-se Festival de Jornalismo do Prêmio Engenho. Em Pernambuco, o evento foi batizado de Festival de Jornalismo Recife. Em sua primeira edição fora de Brasília, o Festival de Jornalismo Recife terá a seguinte programação
Em 2027, a edição do Festival de Jornalismo do Prêmio Engenho será nos dias 13 e 14 de abril, em Brasília.
QUAL A PROPOSTA DO FESTIVAL DE JORNALISMO
Reunir jornalistas consagrados, professores universitários, pesquisadores e profissionais da comunicação para compartilhar experiências e conhecimentos com estudantes de Jornalismo, contribuindo para a formação das futuras gerações de profissionais da imprensa brasileira. O objetivo é levar à formação dos futuros jornalistas conteúdos, causas e abordagens que o currículo acadêmico ainda não cobre. Além de abordar aspectos técnicos, práticos, éticos e comportamentais da profissão de Jornalista, as atividades formativas vão estimular o pensamento crítico, o compromisso com a correta construção do noticiário, a responsabilidade social da imprensa e o fortalecimento da democracia.
Mais do que um evento acadêmico, o Festival constitui um espaço permanente de diálogo entre universidades, veículos de comunicação, organizações públicas e privadas e a sociedade, promovendo reflexões sobre o papel do Jornalismo na construção de uma sociedade mais informada, democrática e participativa.
OUTRAS INICIATIVAS DA ENGENHO
– Prêmio Engenho de Comunicação – O Dia em que o Jornalismo Vira Notícia: instituído em 2004 e com sua 22ª edição a ser realizada no dia 10 de novembro próximo, no Espaço Cultural do TCU, a premiação destaca jornalistas e veículos de comunicação que atuam a partir da Capital do país. Fortalece a atuação jornalística, a confiança no jornalismo profissional e valoriza cinco pilares que constituem o Jornalismo: liberdade de imprensa, ética, transparência, cidadania e democracia. As escolhas de finalistas e vencedores é feita por uma comissão independente de um Júri de notáveis.
– Prêmio Engenho Mulher – Reconhecimento a Quem nos Transforma: com a quinta edição será realizada em maio de 2027, a premiação contempla mulheres que em silêncio mudam o mundo à sua volta, agregando cidadania a espaços onde a escassez em geral predomina. São agraciadas três mulheres do Distrito Federal, escolhidas por uma comissão julgadora independente formada por sete mulheres jornalistas. Entre os atributos do Prêmio Engenho Mulher: fomento da equidade de gênero, do empoderamento feminino e de iniciativas criadas por mulheres, iniciativa aderente aos atributos ESG, difunde respeito, tolerância e diversidade, gera empatia junto a vários perfis de públicos na sociedade, que apoiam, valorizam e se juntam para também promover a equidade de gênero
Engenho Comunicação – Um hub de cidadania
Engenho Comunicação – Um hub de cidadania (61) 3242.1095 / 99250.2385
Idealizada por Mestra Martinha do Coco e integrada ao projeto Patrimônio Brincante, mostra comunitária exalta a memória viva com entrada franca.
O pulsar dos tambores e o canto ancestral encontram morada certa no próximo dia 26 de setembro. A Casa de Cultura Martinha do Coco recebe a XIII Mostra de Diversidade e Cultura Popular do Paranoá, que nesta edição traz como tema central as “Artes Afro-Indígenas”. A iniciativa integra a programação do projeto Patrimônio Brincante, realizado pelo Instituto Alvorada Brasil, transformando o território em um grande espaço de celebração comunitária, diálogo e valorização do patrimônio cultural imaterial.
Nascida do olhar afetuoso e da liderança comunitária da Mestra Martinha do Coco, a Mostra chega à sua 13ª edição reafirmando a potência das periferias do Distrito Federal. A realização no âmbito do projeto Patrimônio Brincante fortalece essa caminhada ao colocar os saberes originários e de matriz africana no centro da roda, promovendo encontros intergeracionais e conectando a vizinhança aos mestres da cultura de raiz.
“A Mostra nasceu do desejo de ver a nossa comunidade reunida, cantando, dançando e celebrando aquilo que a gente é”, destaca a Mestra Martinha do Coco. “Trazer os saberes indígenas para caminhar junto com a cultura popular e com a nossa ancestralidade negra fortalece a Casa de Cultura e lembra a todo mundo que o nosso patrimônio está vivo no povo, na partilha e no terreiro cultural que construímos no Paranoá todo dia”, completa.
A programação começa às 14h, com foco na infância e na formação lúdica: o contador de histórias Rego Junior comanda uma sessão de contos para a criançada. Das 16h às 22h, o público poderá conferir e adquirir peças exclusivas na Feira de Artesanato Indígena, fortalecendo o protagonismo e a economia criativa dos povos originários.
Ao entardecer, às 17h, o espaço ganha a mandinga e o ritmo ancestral com a apresentação de Capoeira Angola do Grupo BECA. Às 18h30, a reflexão ganha corpo na Roda de Saberes Afro-Indígenas, facilitada por Nayara Tukano e Cristiane Sobral, abrindo espaço para diálogos fundamentais sobre identidade, território e ancestralidade.
A partir das 20h, a festa toma conta do palco sob a condução da mestra de cerimônia Guaja. A noite musical traz um encontro vibrante de linguagens e ancestralidades com o peso e a poesia de Thabata Lorena (AFRODRILL BRASIL), a força percussiva do Cortejo Tawá Tingá (Casa Moringa) e o grande encerramento com Martinha do Coco e Banda, convidando toda a comunidade para cirandar na pisada contagiante do coco.
A XIII Mostra de Diversidade e Cultura Popular do Paranoá integra o projeto Patrimônio Brincante, realizado pelo Instituto Alvorada Brasil. A atividade conta com o apoio da Casa de Cultura Martinha do Coco e da KALI, além do fomento da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (SECEC-DF). O evento tem entrada franca e classificação indicativa livre.
PROGRAMAÇÃO COMPLETA 14h – Contação de Histórias para Crianças | Rego Junior 16h às 22h – Feira de Artesanato Indígena 17h – Roda de Capoeira Angola | Grupo BECA 18h30 – Roda de Saberes Afro-Indígenas | Nayara Tukano e Cristiane Sobral 20h às 23h – Noite de Shows: Mestra de Cerimônia: Guaja Thabata Lorena (AFRODRILL BRASIL) Cortejo Tawá Tingá (Casa Moringa) Martinha do Coco e Banda
SERVIÇO Evento: XIII Mostra de Diversidade e Cultura Popular do Paranoá – Artes Afro-Indígenas Projeto: Patrimônio Brincante Data: 26 de setembro de 2026 (sábado) Horário: Das 14h às 23h Local: Casa de Cultura Martinha do Coco Endereço: Quadra 28, Conjunto E, Lote 28 – Paranoá, DF Entrada: Gratuita Classificação indicativa: Livre Realização: Instituto Alvorada Brasil Apoio: Casa de Cultura Martinha do Coco e KALI Fomento: Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (SECEC-DF) Redes Sociais: Instagram e Facebook @martinhadococo e @patrimoniobrincante
Após temporadas no Teatro Castro Alves, em Salvador, e no Teatro Luiz Mendonça, em Recife, o musical que celebra a obra de Moraes Moreira chega a Brasília para apresentações de 24 a 26 de setembro, na Sala Martins Pena.
Depois de reunir mais de 12 mil espectadores em 14 sessões nas temporadas de Salvador e Recife, o espetáculo Moraes Musical Moreira chega a Brasília para dar continuidade à circulação nacional que celebra a trajetória de um dos grandes nomes da Música Popular Brasileira. Entre os dias 24 e 26 de setembro, a Sala Martins Pena do Teatro Nacional Cláudio Santoro recebe a montagem que transforma em teatro, música e dança a história de Moraes Moreira, artista baiano que ajudou a reinventar a música brasileira e que completaria 79 anos em 2026. Os ingressos já estão disponíveis pelo meubilhete.
A capital federal é a terceira parada da turnê, que começou em Salvador, onde o espetáculo estreou nacionalmente no Teatro Castro Alves, e passou pelo Recife, no Teatro Luiz Mendonça. As duas primeiras temporadas marcaram o início da circulação com casa cheia e levaram ao público uma experiência cênica construída a partir das memórias, das influências e das canções que atravessaram a trajetória de Moraes. Agora, a montagem segue para Brasília antes de chegar ao Rio de Janeiro, última cidade do circuito.
Natural de Ituaçu, na Bahia, Moraes Moreira construiu uma obra que atravessou diferentes gerações e linguagens. Fundador dos Novos Baianos, pioneiro como cantor de trio elétrico e responsável por aproximar diferentes ritmos em sua produção, o artista transitou pelo frevo, choro, rock, samba, forró, MPB e pela poética do cordel. Canções como Pombo Correio, Bloco do Prazer, Chão da Praça e Chame Gente permanecem no repertório popular e ajudam a contar a história de um compositor que levou a música nordestina para diferentes espaços do país.
Dirigido pela atriz e coreógrafa Ana Paula Bouzas, o espetáculo não se limita a reproduzir episódios da biografia do cantor, mas cria uma narrativa poética inspirada em sua personalidade, em sua obra e na relação que estabeleceu com a cultura popular brasileira. Em cena, teatro, música e dança se encontram para apresentar diferentes dimensões de um artista conhecido pela liberdade criativa e pela capacidade de misturar referências.
A narrativa apresenta duas faces de Moraes Moreira: o Poeta-Cantador, interpretado pelo músico e cordelista Rodrigo Sestrem, e o Vaqueiro do Som, vivido pelo ator Cris Meirelles. Os dois personagens percorrem uma jornada em busca da Musa Música, interpretada por Júlia Tizumba, enquanto são acompanhados pelo Bloco do Prazer. O percurso transforma a trajetória do artista em uma espécie de cordel trieletrizado, em que realidade, memória, fantasia e música se misturam.
“Sou ouvinte de Moraes Moreira desde a minha infância. Meu corpo se formou em movimento pela música popular brasileira: em casa, nos auditórios das escolas, nas festas de rua, nos teatros. Entendi que pra viver a riqueza da obra de Moraes no palco – em teatro, dança e música – a gente precisaria trazer, junto com ele, o povo que inspirou e eternizou sua criação, porque Moraes é um artista da massa. Cidadão brasileiro que nos falou de liberdade, democracia, amor e alegria. ‘Moraes Musical Moreira’ é nossa declaração carinhosa a esse assombro criativo que ele é, o nosso desejo de partilhar a presença de um patrimônio musical brasileiro em nossos corpos, celebrar a magnitude de quem viveu em estado constante de inspiração, numa conexão profunda, sincera e refinada entre a sua arte e seu povo”, destaca Ana Paula Bouzas.
A montagem reúne 12 artistas em cena, entre atores, atrizes, cantoras, cantores e multiartistas. Além de Cris Meirelles, Rodrigo Sestrem e Júlia Tizumba, integram o elenco Diana Ramos, Luisa Muricy, Kadu Veiga, Mano Leone, Nana Nevez, Ofámirô, Rapha Gouveia, Sabiá, Saulo Ilogoní e Marcos Lopes. A experiência também é acompanhada pela banda composta por Carla Suzart, Regente e assistente de Direção Musical e pelos músicos, Mistro, Tarcísio Santos, Indira Dourado, Antenor Cardoso e Fredinho, que conduzem ao vivo as canções e os diferentes ritmos presentes na obra de Moraes Moreira.
A identidade artística do espetáculo é construída por uma equipe que reúne diferentes áreas das artes cênicas. A direção de Arte é de Renata Mota, a Direção Musical é assinada por João Milet Meirelles e Ronei Jorge, e a direção de Coreografia conta com Ronei Jorge, além do bailarino e performer Jai Bispo e da professora de danças brasileiras Isis Carla. A direção assistente é de Jaya Batista, com Vinícius Bustani e Edu Coutinho como assistentes de direção. Os figurinos são assinados por Alexandre Guimarães e Diana Moreira.
A dramaturgia de Fábio Espírito Santo conduz essa viagem pelo universo do artista a partir da diversidade que marcou sua produção. Moraes não foi apenas cantor e compositor: também produziu livros, escreveu crônicas, poemas e cordéis. Por isso, a narrativa incorpora diferentes elementos de sua produção artística e utiliza a literatura de cordel como uma das referências para construir a trajetória do personagem em cena.
“A dramaturgia foi pensada para colocar em cena toda diversidade musical do Moraes Moreira, na verdade não só sonora, porque Moraes também produziu livros, foi cronista, poeta, cordelista… Então essa multiplicidade guiou de certa forma a escrita, a estrutura narrativa e a seleção das músicas. E parto também, como mote inicial, de uma canção do disco ‘SerTão’, de 2018, onde tem a faixa ‘De Cantor Pra Cantador’, um cordel onde ele narra a passagem dele de uma função para a outra. Então, brinco com isso de maneira invertida: imagino que Moraes agora é um experiente Cantador e, na praça de Ituaçu, canta um cordel sobre o Vaqueiro do Som, um personagem que capta, laça as melodias… inspirado nele mesmo, mas dentro do universo onírico que a literatura de cordel permite, um gênero que Moraes também tem uma forte produção. Então, digo que é uma realidade fantasiada, um cordel trieletrizado onde o eixo é a diversidade musical do Moraes!”, afirma Fábio Espírito Santo.
No palco, a diversidade sonora é acompanhada por uma cenografia alegórica, figurinos e visagismo que transitam entre o real e o fantástico. As danças populares brasileiras também têm papel central na construção da narrativa, ampliando a experiência do público e estabelecendo um diálogo entre os diferentes territórios culturais presentes na obra do compositor. A proposta coreográfica parte justamente do encontro entre a música de Moraes, os movimentos de cada artista e as manifestações populares brasileiras.
A força da obra também aparece na recepção do público desde o início da circulação. Antes mesmo da estreia, a montagem mobilizou 250 inscritos nos testes para o elenco, demonstrando o alcance do nome de Moraes Moreira e a permanência de sua obra no imaginário cultural brasileiro. Depois da estreia, as temporadas em Salvador e Recife reuniram 12 mil espectadores em 14 sessões, consolidando as primeiras etapas da turnê e preparando o espetáculo para chegar a novas regiões do país.
Para a Coordenadora Geral do espetáculo, Fernanda Bezerra, a circulação reforça a proposta de apresentar a obra de Moraes para públicos de diferentes gerações e localidades. “A passagem por Salvador e Recife confirma a força e a atualidade da obra de Moraes Moreira. Ver o público se reconhecendo nas músicas, nas histórias e nessa mistura de linguagens que marcou a trajetória dele é muito significativo para todos nós. O espetáculo nasceu no Nordeste, mas foi pensado para circular pelo Brasil e apresentar diferentes gerações a esse legado. Agora, seguir para Brasília e Rio de Janeiro amplia essa homenagem e nos aproxima ainda mais das comemorações dos 80 anos de nascimento de Moraes, em 2027”, afirma.
A temporada em Brasília integra ainda as comemorações que antecedem os 80 anos de nascimento de Moraes Moreira, em 2027. A homenagem é realizada pela Maré Produções Culturais, responsável por iniciativas relacionadas à memória do artista, e dá continuidade a um projeto que busca manter viva sua contribuição para a cultura brasileira. Depois da capital federal, a montagem segue para o Rio de Janeiro, cidade onde Moraes viveu por quase meio século e que será a última parada da primeira circulação nacional.
Após Brasília, a turnê segue para o Rio de Janeiro, com temporada de 5 a 29 de novembro, no Teatro Carlos Gomes. Ao final das quatro etapas, o espetáculo terá passado por quatro cidades e 33 sessões, ampliando para diferentes públicos a homenagem a um dos artistas que ajudaram a construir a música brasileira contemporânea.
O espetáculo Moraes Musical Moreira é apresentado pelo Ministério da Cultura e pela BB Seguros, com produção da Maré Produções Culturais e patrocínio da BB Seguros. Projeto realizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).
[Turnê nacional do ‘Moraes Musical Moreira’]
BRASÍLIA
Quando: 24 a 26 de setembro, de quinta a sábado;
Horários: quinta e sexta-feira às 20h e no sábado às 16h e às 20h.
Onde: Sala Martins Pena, do Teatro Nacional Cláudio Santoro, SCTN – Plano Piloto, Brasília;
Ingressos: a partir de R$ 25,00;
Clientes BB Seguros: 45% de desconto sobre o valor da inteira utilizando o cupom BBSEGUROSMORAESMUSICAL;
Clientes Banco do Brasil: 20% de desconto no pagamento com cartões Banco do Brasil;
Faltam poucos dias para garantir a inscrição no concurso que distribui R$ 40 mil em quatro categorias de jornalismo
Os jornalistas do Distrito Federal têm até o dia 2 de outubro para inscrever suas reportagens no III Prêmio Sesc-DF de Jornalismo. Com o prazo se aproximando, o SESC-DF reforça o convite aos profissionais de rádio, TV, impresso e internet que ainda não submeteram seus trabalhos: a inscrição é gratuita, feita exclusivamente pela internet, e cada jornalista pode concorrer com um único material.
Parte do Prêmio do Comerciário do Sistema Fecomércio-DF, a premiação distribuirá R$ 40 mil nesta edição — R$ 10 mil líquidos para o vencedor de cada uma das quatro categorias (TV, Rádio, Impresso e Online).
Sobre o que deve tratar a reportagem
O tema central desta edição é “Iniciativas que Transformam: ações integradas realizadas por entidades do setor produtivo do comércio na promoção do bem-estar no DF”. Concorrem reportagens que mostrem como diferentes frentes — esporte, saúde, cultura, educação, turismo social e inclusão — se conectam em ações capazes de gerar impacto real e duradouro nas comunidades locais, evitando abordagens de atendimento isolado.
Podem participar materiais publicados ou transmitidos entre 1º de novembro de 2025 e 1º de outubro de 2026, por veículos sediados ou com sucursais ativas no Distrito Federal.
Para ajudar quem ainda está em busca de um bom ângulo, o Sesc-DF mantém um Banco de Pautas no hotsite oficial do prêmio, com sugestões como o balanço do programa Mesa Brasil, o impacto das Caravanas Sociais, a atuação das Unidades Móveis de Saúde nas Regiões Administrativas e a agenda de descentralização cultural de 2026.
“O Prêmio Sesc-DF de Jornalismo é o nosso reconhecimento aos profissionais que, com ética e sensibilidade, dão voz às histórias de transformação social no Distrito Federal. A imprensa é uma parceira fundamental para mostrar como o investimento do setor produtivo do comércio se traduz, na prática, em mais saúde, cultura, educação e dignidade para a nossa população.” — Valcides de Araújo, Diretor Regional do Sesc-DF.
Quem não pode participar
O edital veda a participação de assessores de imprensa, jornalistas vinculados a sindicatos e associações de classe, além de funcionários diretos ou colaboradores terceirizados do Sesc-DF.
O que vem depois do prazo
Encerradas as inscrições em 2 de outubro, os vencedores serão conhecidos em 21 de outubro de 2026, durante a cerimônia oficial do Prêmio do Comerciário.
Exibição exclusiva nos cinemas celebra o encerramento de um ciclo e antecipa a chegada de um novo projeto, com EP inédito, nova gravadora e ações até o Carnaval
Ludmilla se prepara para uma das transições mais simbólicas de sua carreira: encerrar o ciclo de “Fragmentos” e abrir uma nova fase com o “Fervo da Lud”. Para celebrar essa passagem, a cantora reunirá milhares de fãs em sessões exclusivas nos cinemas de São Paulo e do Rio de Janeiro.
Na première de “Fragmentos – A Experiência, Ao Vivo”, o público assistirá ao registro audiovisual do espetáculo e conhecerá, em primeira mão, o álbum completo. Na sequência, Ludmilla dará início ao “Fervo da Lud”, projeto que chega com novas músicas, uma nova gravadora e uma plataforma de experiências pensada para movimentar o verão brasileiro até o Carnaval.
Realizada em parceria com a Vivo e o Apple Music, a experiência oferecerá aos fãs acesso antecipado ao projeto antes de sua estreia na plataforma. Mais informações serão disponibilizadas no App Vivo e nas redes sociais da marca nos próximos dias.
O último capítulo de “Fragmentos”
“Fragmentos – A Experiência, Ao Vivo” celebra a história de Ludmilla, revisita momentos marcantes de sua carreira e conclui uma fase de maneira simbólica: ao lado do público que acompanhou sua caminhada.
A première transforma esse encerramento em uma experiência coletiva. Na tela grande, os fãs poderão acompanhar os detalhes do espetáculo, a força da performance da artista e toda a atmosfera da gravação.
Mais do que antecipar um lançamento, o encontro representa a despedida de uma fase importante e reforça a conexão construída entre Ludmilla e seus fãs ao longo dos anos.
Começa a era “Fervo da Lud”
Encerrado o ciclo de “Fragmentos”, Ludmilla abre um novo capítulo com o “Fervo da Lud”. O projeto nasce com o lançamento de um EP inédito, mas vai além da música ao se transformar em uma grande plataforma de verão.
A proposta será desenvolvida por meio de músicas, ações e diferentes experiências, culminando no Carnaval, com blocos do Fervo da Lud já confirmados no Rio de Janeiro e em Salvador.
O EP “Fervo da Lud” também será o primeiro lançamento da cantora em seu novo vínculo musical com a Sony Music, marcando oficialmente o início de uma nova etapa de sua trajetória.
De “Fragmentos” ao “Fervo”, Ludmilla conecta passado, presente e futuro: encerra um ciclo celebrando sua história ao lado dos fãs e, na sequência, inaugura uma era de movimento, novidade e expansão.
Faixa que chega às plataformas em 23 de outubro nasceu como homenagem a um amigo de Glen e se transformou em uma celebração aos profissionais que mantêm a cena eletrônica em movimento
Goiânia, setembro de 2026 – Uma história que começou como uma homenagem pessoal ganhou novas dimensões ao longo de três anos de produção. DJ Glen, ICARUZ (YVES V) e Alok unem forças em “Weekend Warriors”, faixa que chega às plataformas no próximo 23 de outubro, pela Experts Only.
A colaboração reúne três trajetórias distintas da música eletrônica em uma produção que nasceu de uma memória pessoal e acabou se transformando em uma homenagem coletiva às pessoas que trabalham para que a experiência da música aconteça dentro e fora dos palcos.
Uma música que nasceu de uma história pessoal
A origem de “Weekend Warriors” está ligada à trajetória de DJ Glen e a uma homenagem a Ortega, amigo e VJ que faleceu há aproximadamente dez anos durante um show.
A partir dessa experiência, Glen começou a desenvolver uma faixa que pudesse traduzir a relação entre memória, música e a vida de quem dedica parte de sua trajetória à cena eletrônica.
O projeto permaneceu em desenvolvimento por cerca de três anos, passando por diferentes etapas até encontrar novos caminhos criativos. Foi nesse processo que a música chegou a ICARUZ (YVES V), dando início a uma colaboração que ampliou a proposta original. Posteriormente, Alok também se juntou ao projeto, contribuindo para a evolução da produção e para a construção das versões finais da faixa.
Três trajetórias em uma mesma produção
O encontro entre DJ Glen, Alok e ICARUZ (YVES V) trouxe diferentes referências e experiências para “Weekend Warriors”.
Musicalmente, a faixa combina elementos analógicos e orgânicos, vocais e sintetizadores, construindo uma produção voltada para a pista e para grandes apresentações. A sonoridade também acompanha a própria história da música: mantém elementos presentes em sua concepção original enquanto incorpora novas camadas e uma escala maior a partir da colaboração entre os três artistas. Uma homenagem aos “guerreiros do fim de semana”
Mais do que contar a história de sua criação, “Weekend Warriors” amplia seu significado para homenagear as pessoas que trabalham nos bastidores da música e dos eventos. Artistas, DJs, produtores, VJs, técnicos, equipes de montagem, roadies, promoters e profissionais de produção fazem parte de uma cadeia que permite que cada show, festival e noite de música eletrônica aconteça. São profissionais que, muitas vezes, estão trabalhando enquanto o público vive a experiência do outro lado da pista.
É justamente essa ideia que dá nome à faixa: os “Weekend Warriors”, ou “guerreiros do fim de semana”, que dedicam tempo, energia e trabalho para manter a cena em movimento.
Um novo capítulo para DJ Glen
Para DJ Glen, a colaboração representa mais um capítulo de uma trajetória iniciada no ano 2000 e construída a partir de uma relação próxima com diferentes vertentes da música eletrônica.
Com referências que passam por House, Techno, Electro e Indie Dance, o artista mantém também uma forte ligação com equipamentos analógicos, sintetizadores modulares e o uso de vinil em seu processo artístico. Ao longo de mais de duas décadas de carreira, Glen acumulou apresentações em eventos e espaços como Universo Paralello, Só Track Boa, Dirtybird Campout, Space Miami, Laroc, Surreal Park, D-EDGE e Burning Man, além de lançamentos por selos como Spinnin’, Armada, Musical Freedom e Dirtybird.
Sobre “Weekend Warriors”
Com lançamento marcado para 23 de outubro de 2026, pela Experts Only, gravadora do DJ e produtor musical americano John Summit, “Weekend Warriors” conecta a história pessoal que deu origem à faixa com uma mensagem dedicada a todos aqueles que trabalham para que a música eletrônica aconteça.
O projeto reúne DJ Glen, ICARUZ (YVES V) e Alok em uma produção que atravessou diferentes etapas de criação até chegar à sua versão final. Mais do que uma colaboração entre três artistas, a faixa transforma uma memória individual em uma homenagem a toda uma comunidade que trabalha, muitas vezes longe dos holofotes, para manter a música viva.
Sobre DJ Glen
DJ Glen é DJ e produtor brasileiro com trajetória iniciada no ano 2000. Seu trabalho transita por House, Techno, Electro e Indie Dance, combinando referências da música eletrônica com o uso de equipamentos analógicos, sintetizadores e novas tecnologias de produção.
Entre suas referências estão The Chemical Brothers, The Prodigy, Rage Against the Machine, Anthony Rother e Kraftwerk.
Ao longo da carreira, passou por eventos e espaços como Universo Paralello, Só Track Boa, Dirtybird Campout, Space Miami, D-EDGE e Burning Man. Sua discografia inclui lançamentos por gravadoras como Spinnin’, Armada, Musical Freedom e Dirtybird, além de faixas como “First Time”, “Brava”, “Oscillator” e “Alone”. Em 2006, foi indicado na categoria de artista revelação e, em 2010, ficou em segundo lugar em uma competição latino-americana de DJs. Em 2011, venceu um concurso de remixes promovido pelo Resident Advisor. Agora, ao lado de ICARUZ (YVES V) e Alok, DJ Glen apresenta “Weekend Warriors”, faixa que conecta uma história pessoal a uma homenagem coletiva àqueles que fazem parte da construção da cena eletrônica.
Projeto da CAL/UnB recebe inscrições até 2 de outubro para reunir fotografias, fotolivros, zines e publicações impressas.
A Casa da Cultura da América Latina da Universidade de Brasília (CAL/UnB) está com inscrições abertas para a Chamada Pública Unificada do projeto Foto Central, iniciativa que busca mapear, reunir e dar visibilidade à produção fotográfica contemporânea e à memória visual do Distrito Federal e seu entorno.
As inscrições podem ser realizadas até 2 de outubro de 2026. A chamada é aberta e não competitiva, sem processo de seleção. Qualquer pessoa pode participar, desde que tenha um trabalho que se enquadre em uma das modalidades propostas. A iniciativa busca reunir a diversidade de produções e trajetórias relacionadas à fotografia e ao território.
A chamada contempla duas modalidades:
Modalidade I — Ocupação Digital de Fotografias: destinada à inscrição de fotografias autorais que serão apresentadas em projeções digitais.
Modalidade II — Fotolivros, Zines e Publicações Impressas: destinada a trabalhos e publicações físicas finalizadas que tenham a fotografia como principal eixo narrativo.
As pessoas interessadas podem se inscrever em uma ou nas duas modalidades. Para participar das duas, é necessário preencher o formulário novamente.
A iniciativa também dará início à estruturação da Coleção Foto Central, que fará parte do acervo da CAL/UnB, contribuindo para o registro e a preservação da produção visual do Distrito Federal e do entorno.
Como encerramento da ação, no dia 19 de novembro de 2026, os trabalhos reunidos pelo projeto serão projetados na Casa da Cultura da América Latina (CAL/UnB), criando um momento de encontro e visibilidade para essa produção.
Serviço
Chamada Pública Unificada — Foto Central
Realização: Casa da Cultura da América Latina da Universidade de Brasília (CAL/UnB)
Inscrições: até 2 de outubro de 2026
Participação: aberta a qualquer pessoa que tenha trabalho relacionado às modalidades da chamada
Modalidades: Ocupação Digital de Fotografias; Fotolivros, Zines e Publicações Impressas
Projeção dos trabalhos: 19 de novembro de 2026, na CAL/UnB
Formulário de inscrição: disponível no link da bio do Instagram da Casa da Cultura da América Latina: @cal_unb
Dúvidas: Entrar em contato pelo e-mail estefdaliah@gmail.com.
Ação apoiada via Edital Rede CUC 2026 — Casas Universitárias de Cultura, Diretoria de Difusão Cultural e Decanato de Extensão da Universidade de Brasilia
Longa será exibido em 18 de setembro; cineasta retorna ao festival, onde já venceu dois Candangos por seu trabalho como diretora de arte
A cineasta Denise Vieira chega pela primeira vez à Mostra Competitiva Nacional de longas do Festival de Brasília como diretora de longa-metragem. SABES DE MIM, AGORA ESQUEÇA, seu primeiro longa como diretora e roteirista, integra a seleção da 59ª edição do evento e será exibido em 18 de setembro, às 21h, no Cine Brasília. O título, distribuído pela Embaúba Filmes, é o único representante do Distrito Federal entre os sete longas que disputam a competição nacional em 2026.
Ambientado em uma Ceilândia distópica, o filme acompanha Rubia, uma mulher em fuga que encontra abrigo em um cabaré que sobrevive à repressão dos Lanternas. A produção reúne elementos de fantasia e ficção científica a partir de uma pesquisa desenvolvida por Vieira sobre profissionais do sexo no período da construção de Brasília.
Arquiteta formada pela Universidade de Brasília (UnB), Denise integra desde 2010 o Coletivo de Cinema em Ceilândia e tem na direção de arte uma parte importante de sua carreira no audiovisual. Em 2014, recebeu o prêmio de Melhor Direção de Arte da Mostra Competitiva Nacional por Branco Sai, Preto Fica, de Adirley Queirós. Oito anos depois, voltou a vencer na mesma categoria por Mato Seco em Chamas, de Adirley Queirós e Joana Pimenta. Seu curta Meio fio, também realizado em 2014, participou da Mostra Brasília daquele ano e recebeu o prêmio de Melhor Fotografia.
SABES DE MIM, AGORA ESQUEÇA foi rodado em um edifício que havia funcionado anteriormente como cabaré, no centro de Ceilândia. Embora a cidade seja central para a origem do projeto, Denise decidiu restringir quase toda a ação aos interiores do local. Apenas um plano do filme mostra diretamente a cidade, enquanto elementos de sua história aparecem nas conversas entre as personagens e nos materiais de arquivo.
O filme teve sua estreia mundial em janeiro, na Mostra Aurora da 29ª Mostra de Cinema de Tiradentes, dedicada aos primeiros longas. Em julho, realizou sua estreia internacional no 37º FIDMarseille, na França, onde integrou as competições Internacional e de Primeiro Filme. O longa recebeu o Prêmio da Competição de Primeiro Filme do festival francês.
Agora, o filme retorna ao Distrito Federal para integrar a Mostra Competitiva Nacional do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. A edição acontece de 11 a 19 de setembro e reúne mais de 70 produções em diferentes mostras, além de debates, atividades de formação e programação de mercado. A competição nacional deste ano é formada por sete longas e 12 curtas selecionados entre quase 2 mil inscrições.
Serviço: SABES DE MIM, AGORA ESQUEÇA no 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro Sessão da Mostra Competitiva Nacional: 18 de setembro, às 21h Local: Sala Vladimir Carvalho – Cine Brasília Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
Reprise: 19 de setembro, às 10h Local: Sala 2 – Cine Cultura Liberty Mall Entrada gratuita
Debate com a equipe: 19 de setembro, às 10h Local: Hotel Ramada Mediação: Yasmine Evaristo
SINOPSE Rubia estava em fuga quando o comboio em que viajava quebrou. Resgatada por Margô, dona de um dos poucos cabarés que sobrevivem à repressão dos Lanternas, Rubia descobre um segredo guardado por séculos, no fundo de um corredor.
FICHA TÉCNICA SABES DE MIM, AGORA ESQUEÇA (Brasil, 2026, 96’) Direção: Denise Vieira Roteiro: Denise Vieira Produção: Denise Vieira e Maria Tereza Urias Preparação de Elenco: RENAN ROVIDA Assistente de Direção: ANA LARYSSA GOMES Produção Executiva: MARIA TEREZA URIAS e ADIRLEY QUEIRÓS Direção de Produção: LUCIANA VECCHI Direção de fotografia: Victor de Melo Direção de arte: Sarah Noda Montagem: Frederico Benevides Som: Maíra Romero e Lucas Coelho Trilha sonora: Piero Bianchi Figurino: Julia Kali e Otto Campos Elenco: Pietra Sousa, Cida Souza, Aysha Layon, Erica Mailane, Tainá Cary, Sanara Medeiros, Laura Ferreira, Jirlene Pascoal e Denize Passos Produção: Corriola Coprodução: Desalambrar Filmes Distribuição: Embaúba Filmes
SOBRE A DIRETORA Realizadora residente em Ceilândia desde 2012, Denise Vieira integra o Coletivo de Cinema em Ceilândia e é sócia da produtora Corriola. Seu curta Meio fio foi premiado no 47º Festival de Brasília (Melhor Fotografia) no 4º Curta Brasília (Melhor Roteiro). Como Diretora de Arte, recebeu Troféu Candango no 47º e 55º Festival de Brasília por seu trabalho em Branco sai, Preto fica (Adirley Queirós) e Mato Seco em Chamas (Adirley Queirós, Joana Pimenta). Sabes de mim, agora esqueça é seu primeiro longa como diretora e roteirista, premiado no 37 FID Marseille.
SOBRE A PRODUTORA Corriola é uma produtora de cinema de Ceilândia/DF composta por Denise Vieira e Adirley Queirós, integrantes do Coletivo de Cinema em Ceilândia/CEICINE. Sabes de mim, agora esqueça (2026), de Denise Vieira, é o primeiro longa-metragem da produtora. Estreou na Mostra Aurora da 29 Mostra de Cinema de Tiradentes, foi premiado no 37 FIDMarseille como Melhor Primeiro Filme, e selecionado para a Mostra Competitiva Nacional do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Recentemente, captamos recursos para a produção do nosso segundo longa metragem: BR2071: C.E.I. Corpo Estranho Invasor, de Adirley Queirós e Joana Pimenta. Os sócios da produtora têm uma ampla trajetória dentro do cinema Brasileiro, realizando filmes que foram premiados tanto no Brasil como no exterior, ganhando prêmios de melhor filme, melhor direção, melhor fotografia, melhor trilha, melhor direção de arte e melhor roteiro. Dentre esses festivais estão Festival de Cinema de Brasília, Festival do Rio de Janeiro, Mostra de Cinema de Tiradentes, Festival de Havana, Berlim, Toronto, entre tantos outros.
SOBRE A PRODUTORA A Desalambrar Filmes é uma produtora brasileira independente criada em 2015 pela produtora Maria Tereza Urias e pelo cineasta Renan Rovida, que trabalha com projetos artísticos, inventivos e autorais. Dentre as obras produzidas estão SABES DE MIM, AGORA ESQUEÇA (2026) de Denise Vieira, IDADE DA PEDRA (2024), PÃO E GENTE (2020) e SEM RAIZ (2017) de Renan Rovida, QUINZE QUASE DEZESSEIS (2023) de Thais Fujinaga e A MÁQUINA INFERNAL (2021) de Francis Vogner dos Reis. Seus filmes foram exibidos em festivais como Locarno Film Festival, FID Marseille, Festival de Cinema de Brive, Leeds Film Festival, Filmfest Hamburgo, Festival de Havana, FicViña, FicValdívia, Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Mostra de Cinema de Tiradentes, Festival de Brasília e Olhar de Cinema. Em 2026 a Desalambrar finaliza a coprodução do longa RAPINA, com direção de Bruno Risas e Francis Vogner dos Reis, em parceria com O Bosque, e a coprodução do longa DINOSSAUROS, de Luiz Pretti e Ricardo Pretti, em parceria com a Errante Filmes, ambos com estreia prevista para 2027.
SOBRE A DISTRIBUIDORA A Embaúba Filmes é uma distribuidora especializada em cinema brasileiro, criada em 2018 e sediada em Belo Horizonte. Seu objetivo é contribuir para a maior circulação de filmes autorais brasileiros. Diferencia-se pela qualidade de seu catálogo, que já conta com mais de 50 títulos, investindo em obras de grande relevância cultural e política. A empresa também atua na exibição de filmes pela internet por meio da plataforma Embaúba Play, que reúne mais de 1.000 títulos entre curtas, médias e longas do cinema brasileiro contemporâneo.