LUME Teatro celebra 40 anos com “KINTSUGI, 100 memórias”  no Centro Cultural do Banco do Brasil Brasília

Foto divulgação

Espetáculo que transforma – fraturas em beleza – utiliza a metáfora da arte japonesa Kintsugi para tratar de memória, política e superação. Com Ana Cristina Colla, Jesser de Souza, Renato Ferracini e a brasiliense Raquel Scotti Hirson, direção do argentino

Emilio García Wehbi e dramaturgia de Pedro Kosovski, montagem fica em cartaz de 4 a 14 de junho de 2026.

O que fazer com os fragmentos do que se quebrou? Como lidar com as memórias que preferíamos esquecer? O LUME Teatro apresenta o espetáculo “KINTSUGI, 100 memórias” no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília. A obra, que celebra os 40 anos do grupo paulista (fundado em 1985), une o pessoal e o político em uma dramaturgia autoficcional e fragmentária, com direção do argentino Emilio García Wehbi (do grupo El Periférico de Objetos) e dramaturgia do carioca Pedro Kosovski, vencedor dos principais prêmios de artes cênicas do país, incluindo Shell e APCA.

A temporada acontece de 4 a 14 de junho de 2026, de quinta a sábado às 20h e aos domingos às 18h (com exceção na semana de jogos da Copa, quando a sessão de sábado será transferida para quarta-feira, 10/6, às 20h), no Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). Haverá sessões com tradução em Libras.

Associado à temporada, o Lume irá oferecer o curso gratuito “Treinamento Técnico para Atuadores”, sob a orientação de Jesser de Souza de 4 a 7 de junho (quinta a domingo), das 10h às 13h. Serão 24 vagas e as inscrições estarão abertas de 5 a 25/5, via preenchimento do formulário: https://forms.gle/yWtuqRkNmPqStdcm9. A lista de selecionados será divulgada dia 27/5.

O workshop oferece uma visão geral do treinamento cotidiano sistematizado pela equipe de atrizes e atores-pesquisadores do LUME. Através de metodologias concretas, o workshop aborda temas fundamentais do trabalho de atuação: ética (autodisciplina e autonomia); preparação e prontidão (aquecimento do corpo-mente e presença); reconhecimento e dilatação das capacidades expressivas do corpo, aspectos energéticos e técnicos do ofício (transformação do peso em energia, dinâmica das ações no espaço e no tempo, articulações e segmentação corporal, modulação da energia, jogo entre atuadores).

A beleza da imperfeição: o Kintsugi como metáfora central

Kintsugi, em japonês, significa literalmente “emenda com ouro”. Filosoficamente, representa “a beleza da imperfeição”: a técnica consiste em reparar cerâmicas quebradas com uma mistura de laca e pó de ouro, tornando a peça restaurada mais valiosa e resistente do que a original que não sofreu rupturas.

Essa metáfora está no cerne do espetáculo. Logo na primeira ação em cena, os atores fazem um brinde e, em seguida, um vaso de cerâmica é estilhaçado no palco. A ação cobra dos artistas uma tomada de posição: de que modo juntar os fragmentos daquilo que um dia representou um contorno estável que os uniu enquanto grupo durante tantos anos?

A peça propõe, então, uma ressignificação positiva da ruptura: assim como o Kintsugi transforma fraturas em ornamentos dourados, “KINTSUGI, 100 memórias” busca iluminar cicatrizes individuais e coletivas – do Brasil da ditadura à redemocratização, passando por memórias pessoais e do próprio grupo – para torná-las mais valiosas do que a integridade que nunca se quebrou.

Como resume o dramaturgo Pedro Kosovski: “A peça propõe uma utopia do mover-se, não estagnar: a vida é movimento; nesse sentido, acontece a restauração do desejo de estarmos juntos na diferença.”

Da pesquisa sobre o Alzheimer à metáfora do esquecimento político

O ponto de partida da pesquisa foi a Doença de Alzheimer. Um dado publicado em revista sobre o povoado de Angostura, na Colômbia – onde mais de 12% dos cerca de 12 mil habitantes apresentam uma mutação genética que leva a um tipo raro e precoce da doença – despertou a curiosidade do grupo.

Durante vários meses, os atores Ana Cristina Colla, Jesser de Souza, Raquel Scotti Hirson e Renato Ferracini visitaram a ala neurológica do Hospital das Clínicas da UNICAMP, conversando com especialistas, familiares e pacientes com demência.

Era 2018, “época em que o Brasil mergulhava em um momento de apagamento histórico, obscurantismo e irracionalidades políticas”, contextualiza Renato Ferracini.

Era 2018, “época em que o Brasil mergulhava em um momento de apagamento histórico, obscurantismo e irracionalidades políticas”, contextualiza Renato Ferracini.

O grupo, então, expandiu a patologia para o campo social. Ao tratar o Alzheimer mais como metáfora do que como doença, os artistas passaram a investigar o esquecimento por opção: aquelas sombras que queremos deixar quietas, as memórias que machucam e preferimos não tocar. Vasculharam também, além do esquecimento provocado pela doença, o apagamento da memória como projeto político – algo que se reflete na irracionalidade política do país.

Segundo o ator Jesser de Souza: “Reconhecimento e acolhimento são os primeiros passos para viabilizar a reparação, a reconstrução daquilo que um dia foi íntegro e cujos contornos se apresentavam bem delineados e intactos. “Alinhavando-se a isso, o diretor argentino Emilio García Wehbi, convidado para conduzir a construção da cena, trouxe questões como: seria essa política obscura fruto de uma doença degenerativa ou de uma ação manipulada e calculada? Quais lembranças queremos esquecer ou sequer tocar?

A música como fagulha de memória – um destaque especial

Um dos aspectos mais singulares do espetáculo é o tratamento dado à música. Estudos científicos comprovam que canções antigas e conhecidas conseguem driblar o hipocampo – primeira área do cérebro afetada pelo Alzheimer – ativando áreas emocionais e motoras preservadas, promovendo o resgate da identidade pela via do afeto e da sensibilidade, não da memória concreta e objetiva.

Inspirados por essa descoberta, os músicos e pesquisadores Janete El Haouli e José Augusto Mannis criaram um verdadeiro “bordado sonoro” para “KINTSUGI, 100 memórias”. A partir de releituras eletroacústicas dos Noturnos de Chopin, na interpretação de Brigitte Engerer, eles manipularam timbres, criaram colagens e sobreposições, explorando texturas que se sobrepõem ao espetáculo como uma obra à parte. O resultado é um “vapor de som” com a potência de despertar lembranças tanto nas atrizes e atores quanto em cada espectador.

Como explica Renato Ferracini: “A música e a projeção acústica buscam criar pontes entre elenco e plateia, entre a autoficção apresentada e as memórias eventualmente revisitadas, criando um bordado sonoro que conduz o espectador em uma jornada.” Esse desenho sonoro, que age como uma fagulha para acionar afetos e memórias perdidas, está em sintonia com a encenação, a dramaturgia, a interpretação e a iluminação, elevando a energia de reflexão e convidando o público à contemplação.

Autoficção, memórias e objetos em cena

No palco, o público se depara com uma obra autoficcional e desconstruída, sem narrativa linear. São apresentadas 100 memórias – do grupo LUME, individuais bem como sociais – materializadas em objetos, que resistiram ao tempo: relíquias de família, fotografias, diários, uma coleção de moedas, revistas e peças de roupa. Itens, que servem de suporte para as lembranças dos intérpretes e da história do Brasil, desde a ditadura à atualidade.

A atriz Raquel Scotti Hirson resume: (desses objetos) “Nasceram os fios dessa trama ancorada no trinômio memória-esquecimento-apagamento, engenhosamente engendrados por Kosovski e potencializados pela encenação de Wehbi.” E Ana Cristina Colla, também atriz, complementa: “As memórias apresentadas buscam revelar cicatrizes, escancarar fissuras, expor as imperfeições que nos constituem, promovendo sua reparação. Somente após deitarmos nosso olhar sobre a imperfeição é que podemos agir sobre ela, restaurando-a e transformando-a em algo mais valioso que o perfeito que não experimentou a ruptura.” Apesar do momento político sombrio que o país atravessava no início da criação (2016), e dos ecos de uma frágil democracia resgatada em 1985 – mesmo ano de fundação do LUME –, o espetáculo escolhe a resistência pela arte. Como define Pedro Kosovski: “KINTSUGI, 100 memórias é um gesto de resistência e utopia que nos faz seguir em frente. A arte é transformadora, e é nisso que o LUME acredita.”

Sobre o LUME Teatro

“… Trabalhar o ator é, sobretudo e antes de mais nada, preparar seu corpo não para que ele diga, mas para que ele permita dizer. A arte de ator é uma viagem para dentro de nós mesmos, um reatar contato com recantos secretos, esquecidos, com a memória. A verdadeira técnica da arte de ator é aquela que consegue esculpir o corpo e as ações físicas no tempo e no espaço, acordando memórias, dinamizando energias potenciais e humanas, tanto para o ator quanto para o espectador.” – Luís Otávio Burnier (1956–1995), fundador do LUME.

O LUME é um núcleo interdisciplinar de pesquisas teatrais da UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas) e, ao mesmo tempo, é um coletivo de três atrizes, quatro atores e uma equipe técnica e administrativa diversificada, que se tornou referência internacional para artistas e pesquisadores no redimensionamento técnico e ético do ofício de ator. Um espaço de multiplicidade de visões que refletem as diferenças, impulsos e sonhos de cada um.

Ao longo de mais de 40 anos, tornou-se conhecido em mais de 30 países, tendo atravessado quatro continentes, desenvolvendo parcerias especiais com mestras e mestres da cena artística nacional e mundial. Criou mais de 20 espetáculos e mantém 14 em repertório, com os quais atinge públicos diversos de maneiras não-convencionais. Com sede no Distrito de Barão Geraldo, Campinas (SP), o grupo difunde sua arte e metodologia por meio de oficinas, demonstrações técnicas, intercâmbios de trabalho, projetos itinerantes, trocas culturais, assessorias, simpósios acadêmicos, reflexões teóricas e publicações de livros, que celebram o teatro como a arte do encontro.

Acessibilidade CCBB

A ação Vem pro CCBB conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.

A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.

Horários da van, de quinta a domingo:

Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h

CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30

O CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

Sinopse

“Kintsugi – 100 memórias” é uma obra que celebra a beleza da imperfeição e a força das cicatrizes transformadas em ouro. Inspirada na técnica japonesa Kintsugi, que restaura cerâmicas quebradas com traços dourados, a peça constrói um inventário de 100 memórias pessoais e coletivas no palco. Histórias íntimas se revelam, convidando o público a refletir sobre o que permanece em nós e sobre o valor das lembranças, mesmo quando dolorosas. A pesquisa sobre o Alzheimer vem como ponto de partida para tratar de memória, apagamento e superação. O espetáculo é um convite poético para descobrir como nossas marcas e recordações podem se tornar preciosas, revelando a beleza que nasce da imperfeição.

Serviço:

Espetáculo “KINTSUGI, 100 memórias” – LUME Teatro

Gênero: autoficção

Local: Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília

Endereço: SCES Trecho 2 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves

Temporada: de 4 a 14 de junho de 2026

Dias e horários: de quinta a sábado, às 20h; domingo, às 18h (na semana de jogos da Copa, a sessão de sábado acontecerá excepcionalmente na quarta-feira (10/6), às 20h)

Ingresso: R$ 30 (inteira), e R$ 15 (meia para estudantes, professores, profissionais da saúde, pessoa com deficiência e acompanhante, quando indispensável para locomoção, adultos maiores de 60 anos e clientes Ourocard), à venda no site: http://www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília, a partir das 12h de 30 de maio.

Duração: 120 minutos

Classificação indicativa: não recomendado para menores de 14 anos

CCBB Brasília: aberto de terça a domingo, das 9h às 21h

Informações: fone: (61) 3108-7600 | e-mail: ccbbdf@bb.com.br | site/ bb.com.br/cultura | Instagram/ @ccbbbrasilia | Tiktok/@ccbbcultura | YouTube/Bancodobrasil

FESTIVAL MÊS DA FOTOGRAFIA ABRE CONVOCATÓRIA PARA EXPOSIÇÃO COLETIVA DA EDIÇÃO 2026

Foto divulgação

Com patrocínio da Neoenergia e do Instituto Neoenergia, 11ª edição recebe inscrições gratuitas até 30 de maio em quatro categorias

O Festival Mês da Fotografia está com inscrições abertas para a convocatória pública que irá selecionar trabalhos para sua Exposição Coletiva. Em sua 11ª edição, o evento — que acontece em agosto — reforça seu compromisso com a valorização da fotografia contemporânea e amplia seu alcance ao receber inscrições de fotógrafos e artistas visuais do Brasil e do exterior. A participação é gratuita e o prazo segue até o dia 30 de maio de 2026.

Com o tema “Retratos de um Brasil Plural: Origem, Território e Diversidade”, o festival propõe uma reflexão sobre as múltiplas identidades que compõem o país, incentivando trabalhos que revelem narrativas ainda pouco discutidas, que questionem desigualdades e apresentem novos olhares sobre o território brasileiro. A curadoria é assinada por Denise Camargo, artista visual e pesquisadora, que busca propostas com consistência estética e conceitual, além de abordagens inovadoras e críticas.

A convocatória contempla quatro categorias: Ensaio, voltada a séries fotográficas com narrativa estruturada; Fotografia Individual, para imagens únicas; Jovens Fotógrafos, destinada a participantes entre 16 e 25 anos; e Fotografia Inclusiva, exclusiva para pessoas com deficiência. Ao todo, serão selecionadas 60 obras para compor a exposição coletiva, uma das principais ações do festival desde 2012.

Aberta a profissionais e amadores, a seleção aceita diferentes linguagens e estéticas dentro da fotografia documental, excetuando trabalhos produzidos com inteligência artificial. O processo seletivo será realizado em etapas, com avaliação baseada na coerência com o tema, qualidade técnica e estética, originalidade e diversidade de narrativas e territórios, garantindo também anonimato dos participantes nas fases iniciais.

O Festival Mês da Fotografia incentiva especialmente aparticipação de artistas de grupos historicamente sub-representados, como pessoas negras, indígenas, quilombolas, LGBTQIA+, mulheres, jovens e pessoas com deficiência, reforçando seu compromisso com a inclusão e a democratização do acesso à cultura.

Os artistas selecionados terão suas obras exibidas durante o festival, ampliando sua visibilidade no cenário nacional e internacional. O resultado será divulgado até o dia 30 de junho de 2026, no site e nas redes sociais do evento.

O Festival Mês da Fotografia 2026 conta com patrocínio da Neoenergia e do Instituto Neoenergia, por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Governo Federal, e é realizado pela Lente Cultural, com produção da Photo Agência e IDEIA Prática.

Mais informações e inscrições estão disponíveis no site oficial https://www.festivalmesdafotografia  ou no instagram @festivalmesdafotografia.

Rock in Rio anuncia Comfort Zone, nova modalidade de ingresso para viver a emoção dos shows do Palco Mundo de perto e com ainda mais conforto 

Foto divulgação

Experiência inédita no festival garante acesso a uma área reservada junto ao palco com uma visão privilegiada para quem quer viver cada performance intensamente, além de contar com bares e banheiros exclusivos. Público já poderá garantir a nova modalidade na pré-venda e veda geral de ingressos

Ficar próximo do ídolo sempre desperta fortes emoções nos fãs e, nesta edição do Rock in Rio, o público poderá sentir de perto essa energia única de estar frente a frente com seu artista favorito. Em 2026, o festival contará com o Comfort Zone: nova modalidade de ingresso de gramado do Rock in Rio que permite que o público que adquirir acesse uma área exclusiva no front stage do Palco Mundo. Perfeito para os fãs que sonham em acompanhar os shows de um lugar privilegiado, o novo espaço de 674 m² e com capacidade limitada para 2 mil pessoas também contará com bares e banheiros exclusivos. Mais do que um novo formato de ingresso, a Comfort Zone nasce como um convite para estar ainda mais perto do que realmente importa: a energia ao vivo, a conexão que é criada entre artistas e público e a sensação única de fazer parte de cada segundo no Palco Mundo – do primeiro acorde ao último grito da plateia. 

O Comfort Zone estará disponível para ser adquirido dentro do fluxo oficial de venda de ingressos do festival, integrando tanto a pré-venda quanto a venda geral. A pré-venda acontece no dia 02 de junho, às 12h, destinada a clientes Itaú e membros do Rock in Rio Club, enquanto a venda geral será aberta no dia 08 de junho, às 19h. A partir destas datas o público já poderá garantir um lugar na Cidade do Rock, exclusivamente online, por meio da plataforma Ticketmaster Brasil (rockinrio.ticketmaster.com.br). 

Os ingressos para o Comfort Zone terão valor de R$ 1.950 (inteira), R$ 975 (meia-entrada) e R$ 1.657,50 para clientes Itaú, com 15% de desconto. O pagamento poderá ser efetuado com cartões de crédito ou PIX. Clientes que efetuarem o pagamento com os cartões de créditos emitidos pelo Itaú Unibanco Holding S.A. têm 15% de desconto na compra de ingressos (não cumulativos com a meia-entrada) e poderão parcelar sua compra em até 8x sem juros. Nos demais cartões aceitos, o pagamento poderá ser feito em até 6x sem juros. Exceção para cartões internacionais que não possuem parcelamento. Para pagamento com PIX, basta utilizar o QR Code apresentado na tela final do processo de compra e realizar o pagamento. O prazo para efetuar a compra são 10 minutos após a geração do código para pagamento. Os ingressos estarão garantidos e disponíveis apenas após a confirmação do pagamento.  

   

Na venda de ingressos do Rock in Rio para o público em geral, os clientes podem comprar até 4 (quatro) ingressos por dia, podendo combinar ingressos de Gramado e Comfort Zone, com limite de até 1 meia-entrada por setor. Exclusivamente, Pessoas com deficiência poderão selecionar, além do seu ingresso, 01 ingresso meia-entrada adicional para o seu acompanhante para cada dia comprado. Respeitando o limite de no máximo 04 ingressos por dia de festival em seu CPF. 

   

A classificação etária do evento é de 16 (dezesseis) anos. A entrada de menores de 16 (dezesseis) anos será permitida desde que estejam acompanhados dos pais ou representantes legais.  

   

Os grupos que têm direito ao benefício são: Estudantes, menores de 21 anos, maiores de 60 anos, deficientes e seu acompanhante, profissionais e professores da rede de ensino do Rio de Janeiro, jovens de baixa renda e garis da Companhia Municipal de Limpeza Urbana.  

   

Para evitar filas, a organização indica que o documento esteja em mãos ao se dirigir até a catraca. Saiba qual documento é indispensável para cada categoria:  

   

– Maiores de 60 anos com Documento de identidade oficial com foto;  

   

– Estudantes de ensino fundamental, médio ou superior da rede pública ou particular: Carteira de Identificação Estudantil (CIE), emitida pela ANPG, UNE, Ubes, entidades estaduais e municipais, Diretórios Centrais dos Estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos, conforme modelo único nacionalmente padronizado. Os elementos indispensáveis da CIE são: nome completo e data de nascimento do estudante; foto recente do estudante; nome da instituição de ensino na qual o estudante esteja matriculado; grau de escolaridade; e data de validade até́ o dia 31 de março do ano subsequente ao de sua expedição. Não serão aceitos em nenhuma hipótese boleto bancário ou comprovante de mensalidade;  

   

– Jovens pertencentes a famílias de Baixa Renda (com idades de 15 a 29 anos): Carteira de Identidade Jovem, emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto;  

   

– Pessoas com Deficiência (e um acompanhante): Documento de identidade oficial com foto e Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social – INSS que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar no 142, de 8 de maio de 2013 ou laudo médico atestando a deficiência com o número da CID;  

   

– Professores das Redes Públicas Estadual e Municipais de Ensino de São Paulo: Professores, Diretores, Coordenadores pedagógicos, Supervisores e Titulares de cargos do quadro de apoio das escolas das redes públicas estadual e municipais de ensino de São Paulo – Apresentação da carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação ou pela apresentação do holerite do servidor (comprovante de pagamento do salário);  

   

– Aposentados: Comprovação da condição de aposentado mediante a apresentação de documento hábil (exemplo: apresentação de documento de identidade oficial com foto e/ou cartão de benefício do INSS que comprove a condição).  

   

Pré-venda para clientes Itaú e membros do Rock in Rio Club começa no dia 2 de junho, ao meio-dia   

   

Enquanto a venda geral de ingressos não começa, clientes que possuem cartões de créditos emitidos pelo Itaú Unibanco Holding S.A., além de membros do Rock in Rio Club, têm a oportunidade de adquirir o ingresso antes do público geral: a pré-venda acontece no dia 2 a 8 de junho, a partir do meio-dia, e é realizada exclusivamente no site da Ticketmaster. As condições de parcelamento serão com Cartão de Crédito ou PIX.  Clientes que efetuarem o pagamento com os cartões Itaú Unibanco Holding S.A poderão parcelar sua compra em até 8x sem juros. Nos demais cartões aceitos, o pagamento poderá ser feito em até 6x sem juros. Exceção para cartões internacionais que não possuem parcelamento.  Para pagamento com PIX, basta utilizar o QR Code apresentado na tela final do processo de compra e realizar o pagamento. O prazo para efetuar a compra são 10 minutos após a geração do código para pagamento. Os ingressos estarão garantidos e disponíveis apenas após a confirmação do pagamento. Também se aplicam na pré-venda e são válidos até o final da cota de ingressos disponibilizada para a mesma. 

As condições promocionais da pré-venda Club são válidas para aquisição de até 02 (dois) ingressos, por dia, podendo escolher entre gramado e Comfort Zone, sendo no máximo 1 (uma) meia-entrada por setor e por dia. Durante o período de pré-venda, os ingressos para Gramado têm compra garantida e não se esgotam. Já os ingressos da Comfort Zone estão sujeitos à disponibilidade. O desconto de 15% não é cumulativo com a meia-entrada ou outros descontos. Lembrando que dentro do período da pré-venda Club, os ingressos não esgotam.  

  

Para a pré-venda Itaú, as condições promocionais desta pré-venda são válidas para aquisição de até 04 (quatro) ingressos por dia de festival, por CPF, podendo combinar ingressos de Gramado e Comfort Zone, com limite de até 1 meia-entrada por setor. Máximo de 10 (dez) ingressos por CPF. O desconto de 15% não é cumulativo com a meia-entrada ou outros descontos. Vale lembrar que essa pré-venda esgota, diferente do Club.  

   

Prazo para escolha do Rock in Rio Card vai até 8 de junho, ao meio-dia  

   

Para quem já adquiriu o Rock in Rio Card, o prazo para escolher o dia de uso do ingresso vai até 8 de junho, ao meio-dia – etapa essencial para garantir presença na data desejada, antes que as opções se esgotem. Todo o line-up do festival já foi anunciado, dando a segurança para que os fãs decidam com calma quando viver a experiência na Cidade do Rock.  

   

Após esgotar em menos de uma hora, o Rock in Rio Card – ingresso de gramado sem data pré-definida – já está na etapa de escolha do dia: os fãs que garantiram o Card têm até 8 de junho, ao meio-dia, para definir quando irão ao festival. A escolha deve ser realizada exclusivamente pelo titular da compra, por meio do site da Ticketmaster Brasil, acessando a área “Meus Pedidos” dentro do histórico de compras. Cada Rock in Rio Card é válido para um único dia de festival, podendo o cliente optar por datas iguais ou diferentes, conforme a quantidade adquirida. Uma vez definida, a data não poderá ser alterada.  

   

Durante o período de escolha o público poderá selecionar qualquer um dos dias do festival, sem risco de esgotamento. Após esse prazo, a definição ficará condicionada à disponibilidade de ingressos para cada data, o que reforça a importância de realizar o processo com antecedência, especialmente para os dias mais concorridos. A dinâmica também permitiu que os fãs acompanhassem os anúncios de atrações ao longo do período, e todos os artistas de cada dia foram divulgados antes do encerramento da janela de escolha, ajudando o público a decidir com mais segurança qual dia viver na Cidade do Rock.  

   

Rock in Rio chega repleto de novidades em 2026     

      

Marcado para acontecer na Cidade do Rock, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro de 2026, o Rock in Rio já divulgou seu line-up completo.    

   

Entre os confirmados no primeiro fim de semana do Rock in Rio, o dia 4 de setembro tem no Palco Mundo Foo Fighters como headliner, Rise Against, The Hives e Nova Twins. Na mesma data, o Sunset tem Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos, Hot Milk, Detonautas convidam Biquini e Di Ferrero, e o Espaço Favela tem MC Rodrigo do CN, Hitmaker e GBZ7N. No New Dance Order, Steve Angello é o headliner, além de apresentações de GIU x Carola, ATKÖ e Cat Dealers. Já o Global Village recebe Paulinho Moska, Leela e Giovanna Moraes, enquanto o Supernova traz Diogo Defante, Venere Vai Venus, Rock in Gil com Larissa Luz e Chady. 

No dia 5, o Palco Mundo recebe Avenged Sevenfold fechando os shows do espaço, além da apresentação do Bring Me The Horizon, mgk (Machine Gun Kelly) e Sepultura. Ainda no dia 5, o Sunset recebe Bad Omens, Poppy, Black Pantera convida Nervosa, além de Malvada convida Day Limns, e o Espaço Favela tem Major RD, Canto Cego e Quantum. Já no New Dance Order, James Hype é a principal atração, com shows de Volkoder, Camila Jun x Eli Iwasa e Victor Lou. O Global Village terá Korzus, Noturnall + Russell Allen e Rhegia, enquanto o Supernova recebe Supercombo, Lvcas, MC Taya e Zero. 

No dia 6 de setembro, Calvin Harris é o headliner do Palco Mundo, que também recebe Black Eyed Peas, Nelly e Barão Vermelho Encontro Formação Original. O Palco Sunset recebe NE-YO, Jota Quest toca Tim Maia, BaianaSystem e Calema. o Espaço Favela tem Xamã, Rael e Budah. No New Dance Order, MEDUZA³ encerra a noite, além de apresentações de Liu, Casa Bonita – Brisotti e Viot, e Sofi Tukker. Já o Global Village conta com Mohamed Ramadan, Mãeana e Bento Gil convida Flor Gil, enquanto o Supernova traz João Gordo & Asteroides Trio em “Blitzkrieg Psycho Bop Ramones 50”, Matanza Ritual, Bayside Kings e O Escritório. 

Já no feriado de 7 de setembro, o Palco Mundo terá como principal atração Elton John, além de shows de Gilberto Gil, Jon Batiste e Luísa Sonza convida Roberto Menescal. Na mesma data, no Palco Sunset o público poderá assistir as apresentações de Laufey, Péricles canta Motown, Roupa Nova convidando Guilherme Arantes, e Vanessa da Mata convidando Rubel. Já o Espaço Favela tem Belo, Mart’nália e Tiee. No New Dance Order, Fatboy Slim encerra a noite, além de apresentações de Aline Rocha, Leo Janeiro & simo not simon e Max Styler. O Global Village recebe João Bosco, Joyce Moreno, Leila Pinheiro e Fernanda Takai, além de Wanda Sá, enquanto o Supernova traz Alee, Zeca Veloso, Melly e Maui. 

No segundo fim de semana do Rock in Rio, o dia 11 de setembro traz ao Palco Mundo Stray Kids como headliner, além de shows de Alok, HWASA e NEXZ. Na mesma data, a programação do Palco Sunset inclui Jamiroquai, PJ Morton, Os Garotin convidando Duquesa, e Jota.pê convidando Luedji Luna e Zaynara, a do Espaço Favela tem MC Cabelinho convida TZ da Coronel, além de Puterrier, MC Carol e Caio Luccas. No New Dance Order, o encerramento fica por conta do b2b entre Neelix e Vegas, além de apresentações de Omiki, DEPARTAMENTO e ANNA. Já o Global Village conta com Soulidified, Rio Bronx e Lambateria convida Félix Robatto, enquanto o Supernova recebe Nandatsunami, Ananda, Isa Buzzi e Muse Maya. 

No dia 12 de setembro, o Palco Mundo tem Maroon 5 fechando os shows do espaço no dia, além de Demi Lovato, J Balvin e Pedro Sampaio. Ainda no dia 12, no Palco Sunset se apresentam Mumford & Sons, João Gomes com a Orquestra Brasileira, Gilsons convidando Daniela Mercury e Olodum, além do encontro entre Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago, enquanto o Espaço Favela tem Timbalada, Priscilla Senna e Soul de Brasileiro. No New Dance Order, Alok encerra a noite com o projeto inédito Rave The World, além de apresentações de Alok & Family – Ekanta e Swarup, Gabe, Adam Sellouk e Bhaskar. O Global Village recebe Mestrinho, Hamilton de Holanda e Badi Assad, enquanto o Supernova traz Delacruz, Milo J, Yago Oproprio e Celo Dut. 

Por fim, no dia 13 de setembro, o Palco Mundo tem Twenty One Pilots como headliner, além de Halsey, Lola Young e Ivete Sangalo. O Palco Sunset tem Zara Larsson como principal atração, Marina Sena convida Céu, Joelma convida Viviane Batidão e Carol Biazin convida Joyce Alane. O Espaço Favela recebe DENNIS, Suel e Marvvila. No New Dance Order, John Summit comanda o último show da Cidade do Rock, além de apresentações de Roddy Lima, Illusionize e Dawn Patrol – Maz, Antdot, Riascode e Bakka. Já o Global Village recebe Haley Smalls, Lucy Alves e Kinnie, enquanto o Supernova traz Lourena, Sant, Bruna Black e AR Baby. 

    

Além dos artistas, o festival chega com novidades marcantes: o Palco Mundo ganha uma cenografia totalmente inédita e, pela primeira vez, toda sua estrutura frontal será revestida por 2.400 m² de painéis de LED de altíssima definição, transformando o espaço em um único e imenso painel visual. A maior pista de dança da Cidade do Rock, o New Dance Order também retorna em 2026 com uma cenografia totalmente nova, com 56,50 metros de largura e 22,5 metros de altura, reforçando sua presença monumental no festival. O palco amplia ainda mais a experiência do público, enquanto os 502m² de painéis de LED são um dos grandes destaques do projeto visual, criando uma atmosfera imersiva que integra música, luz e movimento.      

     

Outra novidade é a Gourmet Square, que contará com uma curadoria assinada pelo chef Pedro Siqueira, reconhecido entre os 100 melhores pizzaiolos do mundo pelo The Best Pizza Awards 2025, que também levará a gastronomia do Sìsì em um dos restaurantes do espaço. Outro destaque é o retorno do espetáculo aéreo The Flight, um dos momentos mais pedidos pelo público e que volta após apresentações históricas no festival – prometendo ainda mais emoção com manobras acrobáticas sincronizadas, trilha sonora especial e 756 disparos de fogos diurnos.  Neste ano, a Babilônia Feira Hype retorna ao Rock in Rio para celebrar 30 anos de história desde sua primeira edição. Nesta edição, o espaço ganha uma nova localização, próximo ao palco New Dance Order, em uma estrutura projetada pelo arquiteto João Uchôa. Ao todo, serão 20 tendas que, durante os sete dias de festival, receberão 60 expositores, com curadoria de marcas realizada pelo Instituto Brasileiro de Cultura, Moda e Design (Inbracultmode). Além das tendas, o público também poderá aproveitar uma programação com DJs convidados e uma instalação de arte urbana, ampliando a experiência do espaço e fazendo da Feira parte do percurso criativo do festival. 

O Rock in Rio, em parceria com a LightWire, anunciou um espetáculo grandioso que emocionou o mundo e que agora ocupa uma arena na Cidade do Rock para envolver toda a plateia: o ECCO. A atração é mais um dos projetos da Fábrica de Sonhos do Rock in Rio – a engrenagem criativa que, desde a primeira edição, se reinventa para surpreender o público com experiências que vão muito além da música e transformam ideias em momentos inesquecíveis para milhões de pessoas. A LightWire fará sua estreia no festival e vai transformar a apresentação em uma experiência sensorial inédita para o público. O projeto nasce como uma jornada imersiva em 360°, em que luz, som, tecnologia, corpo, aromas e natureza se fundem para criar uma narrativa profunda e envolvente. Na Cidade do Rock, o espetáculo chega inspirado na ideia de que a floresta é a verdadeira origem do som, propondo uma reflexão sobre as vibrações primordiais do planeta – vento, água, raízes e fogo – e sobre a forma como o ser humano transforma essas vibrações em música, arte e emoção. Combinando bailarinos, coreografias precisas, trilha sonora original com tecnologia surround, projeções mapeadas, holografia, áudio imersivo e figurinos tecnológicos em LED e fibra ótica – que se destacam pelo uso do PixelWear, com mais de 1.500 pixels de LED controlados individualmente, e do NewDress, que utiliza 1.000 metros de fibra óptica iluminados por LED –, cada uma das cinco apresentações diárias no festival terá 20 minutos de duração e uma capacidade para 1.000 pessoas dentro do espaço.     

   

Sobre o Rock in Rio          

      

1985 marca a primeira edição do evento idealizado por Roberto Medina e que hoje, 41 anos depois, é considerado o maior festival de música e entretenimento do mundo – o Rock in Rio. A história do evento se entrelaça com a do entretenimento no Brasil, sendo responsável por colocar o país na rota dos eventos internacionais, já que pela primeira vez, um país da América do Sul sediou um evento musical dessa magnitude. Em uma área de 250 mil m2, em Jacarepaguá, durante dez dias, 1 milhão e 380 mil pessoas foram iluminadas pela primeira vez e começaram a fazer parte do grande espetáculo. No palco – o maior do mundo na época, com 80m de boca de cena – 15 atrações nacionais e 16 internacionais. Originalmente organizado no Rio de Janeiro, o festival ganhou o mundo chegando a Lisboa (Portugal), onde é realizado até hoje, passando por Madrid (Espanha) e Las Vegas (USA).         

       

Desde a primeira edição, já gerou mais de 297,6 mil empregos diretos e indiretos e, apenas na última, em 2024, um impacto econômico de R$ 2.9 bilhões na cidade do Rio de Janeiro. Em 2022, o Rock in Rio foi considerado patrimônio cultural imaterial do estado do Rio de Janeiro. Pelas Cidades do Rock, desde 1985, já passaram mais de 12.3 milhões de visitantes, que assistiram a mais de 4.667 artistas em 141 dias de magia. Dentre os números gigantes do festival, mais de 146 milhões de pessoas alcançadas pelas comunicações nas redes sociais na edição que celebrou os 40 anos do Rock in Rio.      

       

Gerando impactos positivos nos países onde é realizado e consciente do poder disseminador da marca, o Rock in Rio pauta-se por ser um evento com o propósito de construir um mundo melhor para pessoas mais felizes, confiantes e empáticas num planeta mais saudável. Adotando e incentivando práticas que apoiam o coletivo, se une a empresas que possuem este mesmo olhar e diretriz. O festival investiu, junto com seus parceiros, mais de R$ 118 milhões em diferentes projetos, passando por temas como sustentabilidade, educação, música, florestas, entre outros. Apenas na Amazônia, mais de 4 milhões de árvores foram plantadas. A marca foi pioneira em ter a certificação ISO 20121 – Eventos Sustentáveis, é neutra em carbono desde 2006 e, em 2022, começou a trabalhar ambiciosas metas para 2030, alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).      

       

Das 24 edições, dez ocorreram no Brasil (1985, 1991, 2001, 2011, 2013, 2015, 2017, 2019, 2022 e 2024), dez em Portugal (2004, 2006, 2008, 2010, 2012, 2014, 2016, 2018, 2022 e 2024), três na Espanha (2008, 2010 e 2012) e uma nos Estados Unidos (2015).      

         

Selo Nacional da Cachaça de Alambique é lançado em Brasília

Foto Robinson Jamal

Demanda por maior controle de origem em meio a crise do metanol impulsionou a criação do selo, que fortalece a segurança e a credibilidade da cachaça de alambique

A cadeia produtiva da cachaça de alambique deu um passo importante em direção à transparência e à valorização da bebida mais tradicional do Brasil. Durante a 3ª edição do Festival da Cachaça de Brasília, que segue até domingo (31), foi apresentado oficialmente ao público o Selo Nacional da Cachaça de Alambique, desenvolvido pela Associação Nacional da Cachaça de Alambique (Anpaq), iniciativa que indica a origem, a autenticidade e os métodos tradicionais de produção da bebida.

A criação do selo começou a ser debatida em outubro do ano passado, durante a participação da Anpaq no Festival Curicaca, realizado na Arena Mané Garrincha, em Brasília. Naquele momento, o setor acompanhava com preocupação os desdobramentos da crise provocada por casos envolvendo contaminação por metanol em bebidas alcoólicas, situação que gerou insegurança entre consumidores e colocou em evidência a necessidade de mecanismos capazes de diferenciar produtores sérios e produtos com origem comprovada.

Foi nesse contexto que ganhou força a proposta de criar um selo nacional voltada especificamente para a cachaça de alambique, oferecendo ao mercado uma ferramenta de identificação do produtor, da origem, da autenticidade e da valorização dos produtores comprometidos com as boas práticas de fabricação e regulamentadas pelo MAPA.

“O selo nasce para mostrar ao consumidor exatamente o que ele está comprando. Queremos dar visibilidade aos produtores que preservam a tradição da cachaça de alambique, além de oferecer uma garantia adicional de autenticidade e procedência”, destaca o presidente da ANPAQ, Sérgio Maciel.

Para Edilane Oliveira, organizadora do Festival da Cachaça de Brasília, o lançamento do selo durante o evento representa mais um avanço para toda a cadeia produtiva com o palco de apresentação no festival. “O Festival da Cachaça de Brasília foi criado para valorizar produtores, promover conhecimento, aproximar o consumidor da cultura da cachaça e trazer as principais demandas do setor para o centro das discussões políticas do país. Receber o lançamento do Selo Nacional da Cachaça de Alambique reforça o papel do evento como um espaço estratégico para fortalecer a cadeia produtiva, ampliar o diálogo com o poder público, gerar negócios e valorizar a autenticidade de uma das maiores expressões da cultura brasileira”, afirma.

O Selo identifica bebidas produzidas em alambique de cobre, com destilação em bateladas –  separação da cabeça, calda e coração da cachaça com processos controlados que preservam características regionais e sensoriais. Além da certificação visual, cada produtor receberá um QR Code próprio e um código serial exclusivo, permitindo ao consumidor acessar informações sobre o produtor, a origem da bebida, os processos produtivos e a autenticidade.

Apresentada em abril deste ano na Universidade Federal de Lavras (UFLA), durante o III Simpósio Brasileiro da Cachaça, uma das principais referências nacionais em estudos e pesquisas relacionados à cachaça, a iniciativa chega ao mercado como uma ferramenta estratégica para fortalecer a competitividade do setor, ampliar a confiança dos consumidores e agregar valor às marcas participantes.

O lançamento ocorre em um momento de expansão da cadeia produtiva da cachaça, que registra crescimento no número de produtores, estabelecimentos e rótulos, ao mesmo tempo em que consumidores demonstram interesse crescente por produtos “artesanais”, de controle comprovado de origem conhecida e identidade regional. Para a Anpaq, o lançamento representa mais do que um selo de qualidade: trata-se de uma ação de proteção ao patrimônio cultural brasileiro, de fortalecimento da imagem da cachaça de alambique e de incentivo à profissionalização do mercado.

Mais do que uma certificação, o selo representa um compromisso com a autenticidade, a transparência e a valorização da verdadeira cachaça de alambique brasileira.

Na foto: Edilane Oliveira (presidente do IBI e organizadora do evento), Sérgio Maciel (Presidente da Anpaq) e Adão de Faria (produtor da cachaça Canela de Ema – MG. Primeiro a obter o Sele Nacional)

Serviço | Festival da Cachaça de Brasília

Data: 27 a 31 de maio
Local: Estacionamento da Arena Mané Garrincha
Entrada: Gratuita
Classificação: Livre
30/05 – 11 às 23h
31/05 – 11h às 23h

Elza Soares cantou até o fim!

Falta divulgação

O aclamado musical ‘ELZA’ chega a Brasília para apresentações no Teatro da CAIXA Cultural

Visto por mais de 100 mil espectadores, espetáculo, que teve a aprovação irrestrita

da homenageada, chega a Brasília. O musical é vencedor do PRÊMIO BIBI

FERREIRA nas categorias: Melhor Musical Brasileiro, Melhor Atriz em Musicais,

Melhor Direção em Musicais, Melhor Arranjo Original em Musicais e Melhor Roteiro

Original em Musicais. Também é vencedor do PRÊMIO SHELL de Melhor Música. Do

PRÊMIO REVERÊNCIA nas categorias Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor

Autor e Especial – Arranjos. Vencedor do PRÊMIO APCA de Melhor Dramaturgia. E

vencedor do PRÊMIO CESGRANRIO nas categorias Melhor Direção e Categoria

Especial – Elenco.

CAIXA Cultural apresenta o musical: ELZA

A trajetória de Elza Soares é sinônimo de resistência e reinvenção. As

múltiplas facetas apresentadas ao longo de sua majestosa carreira foram o ponto de

partida para o musical “Elza”

, que estreou em julho de 2018 no Rio de Janeiro e

passou por 15 cidades. Agora, após imenso sucesso popular e a aprovação irrestrita

da homenageada, fará apresentações de Brasília no Teatro da CAIXA Cultural. De 27

a 31 de maio, Janamô, Josy.Anne, Júlia Sanchez, Julia Tizumba, Sara Chaves,

Sara Hana e a atriz convidada Naruna Costa sobem ao palco para celebrar a

memória de Elza Soares.

Em cena, as atrizes se dividem ao viver Elza Soares em suas mais diversas

fases e interpretam outros personagens, como os familiares e amigos da cantora, além

de personalidades marcantes, como Ary Barroso (1903-1964), apresentador do

programa onde se apresentou pela primeira vez, e Garrincha (1933-1983), que

protagonizou com ela um notório relacionamento.

Naruna Costa terá sua estreia nessa temporada do projeto e terá papel de

destaque no espetáculo consagrando sua trajetória como atriz, cantora, diretora

artística e diretora musical. Naruna é vencedora do prêmio Shell 2024 na categoria de

Melhor Diretora Musical. Ao longo de sua carreira, já foi indicada e ganhou diversos

prêmios como o de Melhor Diretora no Prêmio APCA e Aplauso Brasil e Melhor Atriz

nos prêmios CPT e APCA e VI FBCI Festival Brasileiro de Cinema Internacional.

Com texto de Vinícius Calderoni e direção de Duda Maia, o espetáculo tem a

direção musical de Larissa Luz. Além disso, o maestro Letieres Leite (in

memoriam), da Orquestra Rumpilezz, foi o responsável pelos novos arranjos para

clássicos do repertório da cantora, tais como Lama, O Meu Guri, A Carne e Se Acaso Você Chegass

Ainda que muitos dos conhecidos episódios da vida da homenageada estejam

no palco, a estrutura de ELZA foge do formato convencional das biografias musicais.

Se os personagens podem ser vividos por várias atrizes ao mesmo tempo, a estrutura

do texto também não é necessariamente cronológica. Da mesma forma que músicas

recentes (A Mulher do Fim do Mundo), e emblemáticas (A Carne e Maria da Vila

Matilde), se embaralham aos sucessos das mais de seis décadas de carreira da

cantora, como Se Acaso Você Chegasse, Lama, Malandro, Lata D’Água e Cadeira

Vazia.

Marcada por uma série de tragédias pessoais – a morte dos filhos e de

Garrincha, a violência doméstica e a intolerância –

, a jornada de Elza é contada com

alegria.

“A Elza me disse: ‘sou muito alegre, viva, debochada. Não vai me fazer um

musical triste, tem que ter alegria’

. Isso foi ótimo, achei importante fazer o espetáculo a

partir deste encontro, pois assim me deu base para saber como Elza se via e como ela

gostaria de ser retratada”

, conta Vinicius Calderoni, que leu e assistiu a infindáveis

entrevistas que a cantora deu ao longo da vida e também pesquisou a obra de

pensadoras negras, como Angela Davis e Conceição Evaristo, cujos fragmentos de

textos aparecem na peça.

O espetáculo foi desenvolvido ao longo de um período em que Elza se

encontra no auge de uma carreira marcada por reviravoltas e renascimentos. Ao

lançar seus últimos dois discos, A Mulher do Fim do Mundo (2015) e Deus é Mulher

(2018), a cantora não somente ampliou ainda mais seu repertório e sua base de fãs,

como conquistou, mais uma vez, a crítica internacional, e se consolidou como uma das

principais vozes da mulher negra brasileira.

Vinícius Calderoni, autor do texto, chama a atenção para a coletividade

presente em todo o processo de criação da montagem. Após ter escrito as primeiras

páginas, ele começou a frequentar os ensaios e estabeleceu um rico intercâmbio com

Duda Maia e as sete atrizes.

‘Hoje poderia dizer que elas são coautoras e

colaboradoras do texto. São sete atrizes negras e múltiplas, como a Elza é. Diante da

responsabilidade enorme, eu estabeleci limites de fala para mim, por exemplo, em

relação a alguns temas. Limitei a minha voz e disse que não escreveria nada, queria

os relatos delas e as opiniões. Pedi a colaboração delas, das experiências vividas por

uma mulher negra. Do mesmo jeito que a Duda propôs muitas coisas, as atrizes

também tiveram este espaço’

, conta o dramaturgo.

Tal processo colaborativo se estendeu para a música, com a participação ativa

das atrizes e das musicistas nos ensaios com os diretores musicais, e o maestro

Letieres Leite, que liderou algumas oficinas com o grupo no período dos ensaios. O

processo gerou ainda duas canções inéditas que estão na peça: Ogum, de Pedro Luís,

e Rap da Vila Vintém, de Larissa Luz.

Sobre a equipe de criação e produção

A estreia de ELZA marca o encontro da dramaturgia de Vinícius Calderoni

com a direção de Duda Maia, dois nomes que se destacaram no recente panorama

teatral brasileiro. Pela direção de Auê (2016), estrelado pela Cia. Barca dos Corações

Partidos, ela conquistou os prêmios Shell, Cesgranrio e Botequim Cultural de Melhor

Direção, além dos prêmios APTR e Cesgranrio de Melhor Espetáculo e o Bibi Ferreira

de Melhor Musical Nacional. Enquanto isso, Vinicius já ganhou o Prêmio Shell de

Melhor Autor por Ãrrã (2015), o APCA por Os Arqueólogos (2016) e coleciona outras

indicações e troféus por espetáculos da companhia Empório de Teatro Sortido, que lidera ao lado de Rafael Gomes

Em paralelo à carreira de escritor, Vinícius é também ator e músico – ele

integra a banda 5 a Seco e tem dois discos lançados. A experiência musical foi

determinante no processo de criação do texto. Já Duda trouxe todo o seu trabalho

corporal para o desenvolvimento da linguagem da encenação.

A sintonia entre Duda e Larissa Luz foi determinada por uma característica

fundamental: a escuta e a participação das intérpretes.

‘Foi um processo de ensaios

muito vivo, em que partimos do princípio de que a voz não é nossa, é das atrizes.

Fizemos este trabalho para elas e a partir de propostas delas também. Precisamos

olhar para o grupo, para a troca’

, conta Duda, ressaltando que tudo só foi possível

graças à parceria com a Sarau.

Nos últimos anos, a Sarau foi responsável por montagens tais como As

Centenárias, Nossa História com Chico Buarque, Azira

´i, A Hora da Estrela ou O

Canto de Macabéa, Jacksons do Pandeiro, Gonzagão – A Lenda, Ópera do Malandro,

Auê e Suassuna – O Auto do Reino do Sol, da Cia. Barca dos Corações Partido, e

Gota D’Água [a seco]. Sempre comprometida com a cultura nacional em seus mais

variados aspectos, a produtora também assina a direção do Festival TOCA que trouxe

a canção brasileira para o centro da discussão, através de shows gratuitos, oficinas e

debates.

Ficha técnica

Direção: Duda Maia | Texto: Vinícius Calderoni | Direção musical e arranjos vocais:

Larissa Luz | Arranjos: Letieres Leite | Idealização e direção de produção: Andréa

Alves | Diretora de projetos: Leila Maria Moreno | Elenco: Janamô, Josy.Anne, Júlia

Sanchez, Julia Tizumba, Sara Chaves, Sara Hana. Atriz convidada: Naruna Costa |

Musicistas: Lorena Martins, Ana MaGa, Marfa Kurakina e Cris Ariel | Diretora

assistente: Ana Carbatti | Produção musical e codireção musical: Danillo Panda |

Design de som: Gabriel D’Angelo | Cenário: André Cortez | Figurinos: Kika Lopes e

Rocio Moure | Iluminação: Renato Machado | Visagismo: Uirandê de Holanda |

Coordenadora de produção: Hannah Jacques | Produtora executiva: Cissa Moreira

Serviço:

De 27 a 31 de maio de 2026

Quarta a sexta as 20h, sábado às 16h e à 20h, e domingo às 19h.

Sessão acessível em Libras no sábado 30/5 às 16h.

Ingresso: R$ 30,00 / R$ 15,00

Site vendas: bilheteriacultural.com.br

Ingressos à venda a partir de 23 de maio: às 9h, na bilheteria do teatro; às 13h, no site

bilheteriacultural.com.br

Bilheteria: terça a sexta e domingo, das 13h às 21h, sábados das 9h às 21h.

CAIXA Cultural Brasília (SBS Q. 4, Lotes 3/4 – Asa Sul)

Informações: (61) 3206-9448 | caixacultural.gov.br | @caixaculturalbrasilia

Estacionamento gratuito aos finais de semana e feriados, e de terça a sexta a partir

das 18h.

Classificação etária: 14 anos.

Duração: 150 minutos.

Águas Correntes Park terá recreação especial e desconto progressivo para quem quer curtir o feriado de Corpus Christi

Foto divulgação

Quanto mais gente, maior a vantagem: grupo de 7 a 8 pessoas garante 20% de desconto nos ingressos; recreação especial acontece todos os dias do feriado

Goiás, maio de 2026 – O Águas Correntes Park, localizado na Cidade Ocidental (GO), a cerca de 40 minutos de Brasília, preparou uma campanha especial para o feriado de Corpus Christi, celebrado entre os dias 4 e 7 de junho. A promoção segue o conceito de desconto progressivo: quanto maior o grupo, maior a vantagem. As compras devem ser realizadas até o dia 3 de junho, exclusivamente pelo site oficial do parque. Além dos descontos, o parque oferecerá recreação especial em todos os dias do feriado.

“Essa é a nossa forma de incentivar os encontros em família e entre amigos para o feriado de Corpus Christi. Preparamos uma campanha que valoriza o grupo e ainda oferece recreação especial todos os dias. É a oportunidade perfeita para reunir todo mundo e curtir um dia completo no parque”, afirma Rafael Toledo, Gerente Executivo do Águas Correntes Park.

A mecânica da promoção é simples e progressiva. Na compra de três ingressos, o cliente garante 10% de desconto. Com quatro ingressos, o desconto sobe para 12%. Grupos de cinco ou seis pessoas têm 15% de desconto. Já quem comprar sete ou oito ingressos alcança o maior patamar da promoção: 20% de desconto. A ação é ideal para encontros de famílias, grupos de amigos e até mesmo para quem deseja realizar pequenas confraternizações e aproveitar o feriado prolongado com economia e diversão. Além dos descontos nos ingressos, o parque preparou uma programação especial de recreação para os dias 4, 5, 6 e 7 de junho.

Atrações do Águas Correntes Park

Acqua Park
Área que reúne diversão para todas as idades, com escorregadores de diferentes alturas e velocidades adaptados para crianças a partir de cinco anos, além de brinquedos interativos como jatos d’água. A piscina com profundidade controlada e supervisão de salva-vidas completa o espaço.

Soláris Park
Destinado ao relaxamento e bem-estar, oferece piscinas aquecidas com temperaturas controladas, hidromassagem com jatos direcionáveis, cascatas artificiais que proporcionam massagem natural, além de espreguiçadeiras. O espaço conta ainda com sauna seca e ofurôs, mediante disponibilidade.

Rampa Aquática
Atração para os aventureiros, consiste em uma estrutura inclinada revestida com material especial que permite deslize suave e seguro diretamente para piscinas de água natural, sem uso de produtos químicos, simulando um mergulho em corredeiras. É permitida para maiores de oito anos acompanhados por responsável e para adultos sozinhos, sempre com monitoria.

Cachoeira Saia Velha e Retiro do Templo
Acesso exclusivo para clientes do parque por meio de uma trilha pavimentada de baixa dificuldade com cerca de 15 minutos de duração. O percurso atravessa o Retiro do Templo, área que resgata elementos históricos de antigas fazendas, incluindo roda d’água em funcionamento, moinho de pedra original do século XIX restaurado, gruta natural com pequena queda d’água e mirante com vista panorâmica para o vale.

Infraestrutura de apoio
O parque disponibiliza estacionamento gratuito e vigiado, vestiários com chuveiros e armários individuais mediante locação, fraldário equipado com trocadores e pias na área infantil, quiosques com alimentação variada, loja de conveniência e primeiros socorros durante todo o horário de funcionamento.

Sobre o Águas Correntes Park
Em uma área de mais de 800 mil metros quadrados em meio ao Cerrado, o Águas Correntes Park, parque aquático localizado a cerca de 40 minutos de Brasília, na Cidade Ocidental em Goiás, reúne 16 piscinas, trilha com acesso à cachoeira e atrações para todas as idades, incluindo áreas pensadas especialmente para as crianças. O parque aquático disponibiliza a compra antecipada de ingressos pelo site https://aguascorrentes.com.br/, e também o Passaporte, para quem quer ter acesso a melhor diversão pertinho de casa o ano todo. https://aguascorrentes.com.br/

“galhada, em tempos de fissura” é o grande do 4o Festival Dulcina

Foto Cristiano Costa

A montagem os praias de praias da montanha, Melhor Espetáculo, Melhor Melhor, Melhor Dramaturgia e Melhor, consolidando-se como destaque desta do festival.

Ao longo de dez dias de programação, o Festival Dulcina apresentação de oito a mais por exemplo, entre 68 inscritos, reafirmado é papel como espaço de de, eftorgy e fazendo das artes cênicas locais.

Na categoria principal da noite, galhada, em tempos de fissura o Troémedo Dulcina e premiação de R$ 10 mil de levading o Alugar de Melhor Espetáculo. Segundo o, a obra se destaque por abordagem “uma atual temática e urgente” com “excelência técnica, humor, densidade e ”.

Outro destaque da premiação foi Baraúna Boi Valente, do grupo Raízes do Encanto, nas vencedor categorias Melhoroplastia Son, Melhor Figura Melhor e Cenografia. Já o Desde sempre, do CeinCena, o recebe de Melhor Produção.

Nas categorias de interpretação, os vencedores Dere foramnis Camargo, por Um Lapso de Ouro e Vinho, eleito A Melhortor, e Juliana Drummond, de Se Eu Fosse Eu, Clarices, vencedora como Melhor Atriz.

O setizou deteção foro foro Sheila Campos, Silvia Paes e Nei Ci profissionais da companhia, comaram artes cênicas e na tetral do Distrito Federal.

Realizado pela C1 Arte & Entretenimento, o Festival Dulcina contorno com patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federalda Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (FAC/DF) e parceria do SESC/DF.

Prêmios – 4o Festival Dulcina

• Melhor Sonoplastia — Baraúna Boi Valente
• Melhor Figurino — Baraúna Boi Valente
• Melhor Cenografia — Baraúna Boi Valente
• Melhor Iluminação — galhada, em tempos de fissura
• Melhor Produção — Desde Sempre
• Melhor Dramaturgia — galhada, em tempos de fissura
• Melhor Ator — Dízio Camargo (Um Lapso de Ouro e Vinho)
• Melhor Atriz — Juliana Drummond (Se Eu Fosse Eu, Clarices)
• Melhor Direção — galhada, em tempos de fissura
• Melhor Espetáculo — galhada, em tempos de fissura

SETORIAL ROCK SHOTS conta a história do gênero

Foto divulgação

Brasília ganha web série documental “Setorial Rock Shots” para debater a pluralidade, os bastidores e os desafios da cena rock no DF e Entorno

Com o objetivo de radiografar uma das manifestações culturais mais emblemáticas da capital federal, o projeto Setorial Rock Shots chega ao formato de podcast com estilo telejornalístico para jogar luz sobre as engrenagens, a história e o futuro do movimento. Dividida em 10 episódios, com gravação de 30 minutos cada, e lançamento previsto para este sábado (30), a produção reúne uma seleção expressiva de cerca de 30 convidados de destaque — entre músicos consagrados, produtores da periferia, comunicadores, especialistas e ativistas — para discutir tópicos essenciais como protagonismo feminino, inclusão, sustentabilidade urbana, economia e preservação de patrimônio.

Mais do que celebrar a trajetória musical do Distrito Federal e da Região Integrada de Desenvolvimento (RIDE), o Setorial Rock Shots – idealizado pelo Setorial Cultura Rock – funciona como um espaço de diálogo e reflexão sobre as políticas públicas, as barreiras de acessibilidade e os novos caminhos de fomento para manter acesa a chama da cultura independente. 

De pioneiros que moldaram a identidade “Capital do Rock” às novas bandas do metal extremo e do circuito pop regional, o programa costura o peso das guitarras com debates cruciais de direitos humanos e transformação social.

EPISÓDIOS E CONVIDADOS

Episódio 1 – Mulheres na Produção: Desafios e Conquistas

Um debate com grandes lideranças femininas dos bastidores que movem a cadeia produtiva, coordenando desde a regularização documental até grandes festivais locais e internacionais.

  • Eliane América: Produtora cultural, DJ, ex-proprietária do clássico América Rock Club e gestora pública com mais de 26 anos de atuação na cena independente de Brasília. Atualmente é Gerente de Cultura do Plano Piloto.
  • Analine Ramos: Produtora e publicitária especializada em regularização, licenciamento e prestação de contas de megaeventos (como Expomix e Brasília Tattoo Festival). Lidera a “Esfera Cultural” com foco no rock periférico e gerencia a banda Podrera.
  • Táta Cavalcanti: Produtora cultural com mais de 30 anos de experiência na realização de shows nacionais e internacionais. É sócia de Philippe Seabra (Plebe Rude) na Capital do Rock Produções e acumula cerca de 40 produções audiovisuais no currículo.

Episódio 2 – Ocupação e Resistência no Rock

Uma imersão na cultura underground e na identidade de contestação do rock do DF, abordando a manutenção de zines e espaços autônomos.

  • Felipe CDC: Histórico fanzineiro, músico (Death Slam, Terror Revolucionário, Caligo), produtor do Headbangers Attack e Vomitando a Ceia, apresentador do programa Zine-se e membro ativo do Centro Cultural Ferrock.
  • Ticones: Músico e produtor cultural nascido na capital e graduado pela renomada Faculdade de Artes Dulcina de Moraes.
  • Soroh Navvar: Diretor de arte, jornalista e designer com 27 anos de carreira. Ativista e colaborador do underground de Brasília, atua sob uma firme militância antifascista e comunista no Guará.

Episódio 3 – Legado no Rock e Reconhecimento

O resgate histórico de pioneiros das décadas de 1980 e as discussões jurídicas fundamentais sobre o Direito Cultural aplicados à música.

  • Dra. Veranne Magalhães: Advogada especialista em Direito Cultural, Presidente da Comissão Especial de Cultura e Arte do CFOAB e da Comissão de Cultura e Economia Criativa da OAB-DF (2025/2027).
  • João Bosco: Aos 64 anos, é um dos punks mais antigos do Centro-Oeste. Cofundou em 1983 a histórica banda Detrito Federal, um pilar de resistência pioneiro no punk antifascista de Brasília.
  • Gilmar Batista: Baixista, vocalista e letrista da banda A.R.D. (ativa desde 1984), com a qual já realizou três turnês internacionais por países como Rússia e Finlândia. É também professor de literatura e gerente do Ponto de Cultura Cia Lábios da Lua.
  • Dra. Hanelise Justo: Advogada especialista em Direito Previdenciário, CEO da HJ Advocacia e Presidente da Comissão de Direito Previdenciário da OAB/DF (2025/2027).

Episódio 4 – A Transversalidade do Rock

Uma reflexão sobre como o rock está para além da música, se conectando com múltiplas linguagens e atividades, rádio, moda, atuação cultural e social, backstage, design e patrimônio

  • Paulo Atos: Pioneiro da cultura de Samambaia (desde 1989), arte-educador e ex-servidor da Diretoria de Patrimônio Cultural da Secult-DF. Fundador do movimento Samamba Rock e do Instituto Solid’Art.
  • Marcos Pinheiro: Jornalista (UnB) e radialista há 35 anos. Criador, produtor e apresentador do renomado programa Cult 22 (no ar desde 1991 na Rádio Cultura FM), além de ex-coordenador de imprensa e curador do festival Porão do Rock.
  • Nina Puglia: Convidada é pesquisadora e integrante do debate sobre a transversalidade e a circulação da comunicação e arte na cena.

Episódio 5 – Protagonismo Feminino em Cena

A força das vozes e instrumentos femininos nas apresentações ao vivo, nos vocais potentes e na técnica de som, quebrando barreiras estéticas.

  • Jazz Kaipora: Técnica de som, guitarrista da banda de metal extremo feminista Murderess e comunicadora à frente do programa A Hora da Saúde Metal (Rádio Cultura/Cult22), com foco em saúde mental e direitos humanos.
  • Luciana Melo (Lucy): Jornalista, multiartista e experiente produtora (trabalhou com o rapper GOG e no coletivo Mulherau). É diretora da Agência Todas (composta exclusivamente por mulheres) e conecta arte com transformação social.
  • Mariana Coelho: Vocalista brasiliense de canto erudito e rock. Desde 2005 lidera a aclamada banda Quinta Essência (tributo a Janis Joplin e outras divas do rock/soul), preparando o lançamento de suas composições autorais.

Episódio 6 – Inclusão e Integração Social/Racial/Gênero

O rock como ponte para debater representatividade negra, de minorias LGBTQIAP+, acessibilidade e a presença de pessoas com deficiência (PCD) na cultura.

  • Miriam Gomes Alves: Graduada e Mestre em Educação (UFMG), atua diretamente na Coordenação-Geral de Educação e Cultura em Direitos Humanos do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.
  • Alê Capone: Produtora cultural, consultora em acessibilidade, membro do Setorial Cultura Rock, presidente da ANTE, coordenadora do LABFAZ e articuladora do Comitê de Cultura DF/MinC.
  • Elias Augusto: Multi-instrumentista, cantor e compositor ceilandense. Premiado como melhor Instrumentista Popular no Prêmio Profissionais da Música (2025), já tocou com Marcelo D2 e Hodari, em grandes palcos como o festival The Town e Capital Moto Week.

Episódio 7 – Consciência Ambiental e Urbana do Rock

O debate sobre sustentabilidade em festivais, eco-urbanismo e o papel do movimento ecofeminista e regenerativo na ocupação consciente das cidades.

  • Ari de Barros: Produtor cultural com base na Ceilândia desde 1982, idealizador dos históricos festivais Ferrock e Ferrock Ecologia. É membro da diretoria da COMDEMA (Comissão de Defesa do Meio Ambiente de Ceilândia).
  • Clarissa Carvalho: Antropóloga, musicista (baixista na Murderess e ex-Poena/Estamira) e produtora do Festival Bruxaria. É ativista ecofeminista e integrante do Instituto Inspira Verde, focado na relação ecológica com o DF.

Episódio 8 – Rock como ESP (Economia, Saúde e Patrimônio)

As estratégias de geração de renda, o cuidado com a saúde física/mental dos trabalhadores da cultura e os caminhos de captação por editais públicos no DF e RIDE.

  • Dayse Hansa: Produtora e gestora de projetos desde 2002, acumulando mais de 1.000 realizações. Foi co-gestora do Espaço Cultural Mapati por quase duas décadas, diretora da ABRAFIN e é fundadora da Sala de Produções (desde 2012).
  • Geldo Araújo (Wolverine): Professor de matemática, engenheiro de agrimensura, produtor e agente cultural credenciado desde 2003. Criador de gincanas ecológicas, do Clube de Ciência CEM 111 e do festival “1 Kg de Rock”, que une difusão científica com a cultura rocker periférica.

Episódio 9 – Moda Rocker e Cultura Geek

A estética alternativa como fator de identidade, pertencimento e mercado econômico de resistência de vestuário e performances.

  • Thaís Yanagisawa Yamanaka: Gestora estratégica da tradicional loja Porão Rockwear, fundada nos anos 2000 por sua mãe, Dona Clarice, em Taguatinga, atuando há 26 anos como ponto de apoio cultural e fomento do underground regional.
  • Rafael Megera: Produtor e artista com três décadas na estrada do rock. Idealizador do desfile e circuito “Rock N’ Models” (moda anticonvencional de expressão para novos talentos) e diretor da agência Megera World Music.
  • Jean Santos (Jeanzin do Psul): Professor e produtor cultural da Ceilândia. Fundador e coordenador geral do grupo Otaloukos, focado na produção de eventos de cultura pop e geek no setor P Sul.
  • Mariângela Neves (Mari Caveiroll): Nome de destaque em encontros de motociclistas e eventos de rock no DF, gerencia a Caveiroll Store, marca que une decoração, acessórios e estilo de vida voltados à atitude rock’n’roll.

Episódio 10 – Juventude e o Futuro do Rock

O fôlego das novas gerações: como o underground conversa com os jovens nas redes sociais e o peso do metal extremo e fusões estilísticas no futuro.

  • Caio Terra: Jovem músico multi-instrumentista, engenheiro de áudio e escritor underground. Comanda um estúdio de produção musical e atua simultaneamente em cinco bandas no cenário autoral do DF.
  • Freak: Tatuador, entusiasta do cinema de terror e dinâmico frontman (vocalista e baixista) das bandas de metal extremo Morbid Devourment, Odruna e Brutal Infection.
  • Ivan Gordinho: Vocalista das bandas Trash Town Terror e Massacre Bestial (grupo de metal em português de Águas Lindas de Goiás fundado em 2006). É ativista em coletivos culturais, organizador do festival The Plague Return e idealizador da Copa Underground de futebol de bandas.

Incentivo à memória

A websérie Setorial Rock Shots é financiada pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), que oferece financiamento contínuo aos trabalhadores da cultura, manutenção de espaços e realização de projetos artísticos.

O apoio de setores públicos é parte essencial para a continuidade de movimentos como o Rock de Brasília, que marcou toda uma geração e que, até os dias de hoje, aquece a cultura do Distrito Federal, assim como sua economia. 

Acompanhe e confira nossas redes sociais

@setorialrockshots
@setorialculturarock
http://rockshots.setorialculturarock.art.br

Festival CEP ocupa palcos de Brasília, com programação gratuita valorização e da criativa economia

Foto divulgação

Cidade Entre Palcos ocupa o DF com shows, DJs e circuitos culturais entre 3 e 7 de, junho de debates e premiação

Entre os dias 3 e 7 de 190n, o Festival CEP – Cidade Entre Palcos propõe nova forma viver de a cidade ao diferentes culturais culturais em uma transformação grande encontros rede de espaços, música criativa e circulação.

O evento connectal em único, território e produção cultural em experiência uma de por experiência do Distrito Federal. Uma iniciativa de integração de centro da cultura da cultura meio meio de fomento do da Cultura. Os ingressos ingressos ser porão poders pelo link na bio do festival no Instagram.

A é proposta “festivalizar” a cidade, ampliando o acesso à cultura, diversificando os públicos e valorizandos criativos já existentes. Ao de concentrat000 como atividades um único local, o CE ocupatuestões locais da cidade, e cria portas de estado para público o público, urbanondo a circulação a de descoberta de circos novosculturas.A reúnem-se programas, DJs ocupa e atividades artísticas em casas e da cultura, além da cidade da integração de integração da cena da cena tradicional local.

“O CEP nasce do desejo de festivalizar a cidade a parte dos endereços criativos seus. De como casas espaços, e iniciativas que fazemidade cotidianamente a criativa de Brasília. Música, gastronomia, design e casinos urbanos ao tempo, pela cidade, espalhados por país. O CEP vai Brasil, canário ocupador econômicos e revelar essa cidade diversa, constante e em invenção”, o cardeal do festival, Rafael Pops.

Programação 

O Cidade Entre Palcos começa no Infinu Comunidade Criativa, em 3 de junho, com os shows de Martins, Kirá e DJ BBK. Joyce Alane, Pratanes e DJ CXXJU ocupam o mesmo palco no dia seguinte. 

No Ordinário Bar, a programação será com Pé no Chão e Matheus Pessanha e DJ Vinny, no dia 4 de junho. No dia 6, uma feijoada abre alas para o Samba da Tia Zélia, com participação de  João Martins e Fernanda Jacob. 

“Eu sempre me animo mais em participar de manifestações que procuram cumprir essa função cultural, para além do entretenimento. Levar música de forma gratuita em diferentes locais promove integração entre cidade, arte e comunidade”, afirma Matheus Pessanha. 

Ainda em 4 de junho, o UK Music, na 411 Sul, recebe Darshan, Double Experience, Trampa, Dona Cislene e Cool Sorcery, em uma noite dedicada ao rock. 

Já na Birosca, o palco pega fogo no dia 5 de junho, com Divinas Tetas, Forró de Vitrola, Ray Ferreira, Kaká Guimarães e Leo Cabral. No dia 7 de junho, a casa localizada no Conic dá espaço para o samba do Biraco do Tatu, com participação de Moacyr Luz e Dhi Ribeiro, com o DJ Israel Paixão nos pickups. 

Na Externa, localizada no Setor Comercial Sul (SCS), a programação é comandada por Noturna, Lua Finger, Gustavo FK, Legan B2B Flipperama e Nick Curly, em 6 de junho. Simultaneamente, o Espelunca, também no SCS, recebe Pororoca convida Manoel Cordeiro, com participação de Emília Monteiro e George Lacerda. 

Encerrando a programação de show do CEP, em 7 de junho, Sérgio Loroza chega com o seu som cheio de samba, soul e funk, no Eixão do Lazer, na Asa Norte. “Eu acho importante para caramba iniciativas assim, porque a cidade vai ficando viva a partir desses encontros, dessa ocupação dos espaços, dessa mistura toda. E eu acho que a cultura tem muito isso, de aproximar as pessoas, criar identificação, pertencimento e de fazer circular afeto também”, analisa Loroza. 

Ocupação e arte

Além da programação musical, o festival ainda vai contar com ativações do MUTA, projeto que reúne 60 artistas e designers do Distrito Federal e Entorno, promovendo exposições, feiras de produtos criativos, programação musical, gastronomia e atividades de capacitação para os artistas. O tema deste ano é mobilidade urbana. 

“O MUTA tem muita conexão com o CEP, sendo um braço do festival voltado para o design, e temos a mesma proposta de ocupar a cidade e dar destaque para a produção cultural local. Unimos forças para ocupar a cidade, movimentando a economia criativa e a cultura do espaço”, explica Luciana Canalli, idealizadora do MUTA, ao lado de Lucas Caramés. 

Mapeamento, premiação e debate 

O Festival CEP contará com ações do Fengroestor da criativa do DF, como disponível de cidades de mapa um criativo digital da, no projeto site do do, e a realização, em 30 de maio, de uma premiação, dedicado a reconhecer iniciativas, e agentes que que que a produção cultural brasiliense.

No dia 4 de julho, o festival o debate ainda “Cartas na Mesa”, com participação de interesses importantes da cena cultural e da capital, artística em uma conversa sobre o fortalecimento e amplia democratização e acesso acultural da cidade espaços.

O Festival CEP – Cidade Entre Palcos é realização da associação Traços com apoio da Influ e Kabe Agência, e integração de ações de daça do Fengrotura da cultura, viabilizadas por meio de fomento do Ministério da Cultura.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA: 

30 de maio 

Premiação

3 de junho

Infinu Comunidade Criativa (506 Sul)

Martins

Kirá

DJ BBK

4 de junho

Infinu Comunidade Criativa (506 Sul)

Joyce Alane

Pratanes

DJ CXXJU

Ordinário Bar

Pé no Chão parte. Matheus Pessanha

DJ Vinny

UK Music (411 Sul)Tradução

Darshan

Experiência Dupla

Trampa

Dona Cislene

Cool SorceryTradução

5 de junho

Birosca (Cônico)

Divinas Tetas

Forró de Vitrola

Ray Ferreira

Kaká Guimarães

Leão Cabral

6 de 190

Ordinário Bar (Setor Bancário Sul)

Feijoada

Samba da Tia Zélia parte. de João Martins e Fernanda Jacob

Externa (Setor Comercial Sul)

Noturna

Lua Dedo

Gustavo FK

Legan B2B Flipperama

Nick CurlyTradução

Espelunca (Setor Comercial Sul)

Pororoca convida Manoel Cordeiro e parte. Emília Monteiro e George Lacerda

7 de junho

Birosca (Cônico)

Buraco do Tatu part. de Moacyr Luz e Dhi Ribeiro

DJ Israel Paixão

Eixão do Lazer (Eixão Norte)

Sérgio Loroza

4 de julho  

Debate Cartas na Mesa

Serviço – Festival CEP- Cidade Entre Palcos

3 a 7 de junho

Ingressos: nenhum link na bio do InstagramRedes: https://www.instagram.com/cidadeentrepalcos/

“Mestres e Mestras de Circo” ocupam Torre de TV, CONIC e Parque da Cidade com três dias de programação gratuitaFestival artistas do Brasil e da América Latina em resistência do circo popular, com espetáculos, cortejos, oficinas e encontros entre gerações

Foto divulgação

Entre os dias 29 e 31 de maio, Brasília se transforma em grande picadeiro a céu a abertura a realização do 9o Festival Mestres e Mestras de Circo. Com programação gratuita espalhada pela Torre de TV, CONIC, Praça Zumbi dos Palmares e Parque da Cidade, o evento lodge artists do Distrito Federal, outros de estados e brasileiros da América Latina uma uma da memória, da diversidade da da permanência da artecircense. O projeto é realizado com do Fundo de recursos Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).

A edição ano homenageia duas fundação da cultura popular: o Mestre Mandioca Frita, reconhecido como atividade o o mais palha mais palha mais pau no palha DF, e oço Xamego, personagem de Maria Eliza Alves dos Reis, anteícia a palhaçada negra do Brasil. Os nomes batizam espaços os principais do festival — a Lona de Circo Palhaço Mandioca Frita e o Picadeiro Palhaço Xamego — reafirmando o o evento com valorização um compromisso dos mestres e mestras do circo brasileiro.

A abertura na-feira (29), na Praça Zumbi dos Palmares, com uma roda de conversa “As Vozes de Mestres e Mestras do Circo”, reunendo Mandioca Frita, Artigo João Carloss, Antonia Vilarinho e Zé Regino em um sobre, e resistência arte circense. Em seguida, um cortejo para conta do CONIC com batuques do grupo Batalá versos Brasília, de perna de pau, malabares e intervenções cênicas.

Ao long do fim de semana, a Torre de TV maratona uma recebe de para todas como as raças. Uma programação incluída o “Parabólica Show”, com Lelê Marins, o divertido “Aipim, oço das palha de pernas de pau”, da Trupe Raiz do Circo, e “Cola Shows — Malabarismo e Simpatia em Dose Dupla”, das Inigualáveis Irmãs Cola, de São Paulo. O público também também “Brincadeiras de Circo”, reunindo Xaubraubrau, Raquaquá, Mandioca Frita, Taca e Espiga de Milho, além de “Alecrim no Olho da Rua”, tradicional Carroça de Mamulengos, do Ceará, e da apresentação internacional “Figaza Show”, artista com a argentina Painé Santamaria.

Os tradicionais cabarés do festival também integram a programação, reunindo diferentes linguagens e gerações em apresentações coletivas. No sábado, o público confere o Cabaré d’As Desempregadas e convidadas, com Maria Tavares, Kika de Moraes, Marcella Romar, Ana Amábile, Macaxeira, Lelê Marins, Rafaelle Cristina e Lucas Ferrari. Já no domingo, o Cabaré dos Irmãos Saúde, Pé de Cerrado e convidados reúne Xaubraubrau, Raquaquá, Mestre Mandioca Frita, Jéssica Pereira, MDM Mestre dos Malabares e Palhaço Aipim.

Além das apresentações abertas ao público, o festival realiza ações formativas em escolas públicas do Gama, Santa Maria e São Sebastião, levando espetáculos para estudantes da rede pública entre os dias 2 e 4 de junho. A proposta é aproximar crianças e jovens do universo circense e fortalecer o acesso à cultura em diferentes regiões do Distrito Federal.

Criado a partir da histórica Mostra Mestre Zezito de Circo, realizada pela primeira vez em 2007, o Festival Mestres e Mestras se consolidou como uma das principais iniciativas continuadas voltadas à linguagem circense no DF. Mais do que um evento cultural, o encontro reafirma o circo como espaço de convivência, aprendizado, resistência e transmissão de saberes entre gerações.

SERVIÇO

9o Festival Mestres e Mestras de Circo
Quando: 29, 30 e 31 de maio de 2026
Onde: Torre de TV, CONIC, Praça Zumbi dos Palmares e Parque da Cidade – Brasília/DF
Entrada gratuita – doação de voluvana de e/ou agasalho
Classificação indicativa: livre

Programação

29 de maio (sexta)
Praça Zumbi dos Palmares (SDS) e CONIC

17h – Abertura – Roda “As Vozes de Mestres e Mestras do Circo”: Mandioca Frita (DF), João Carlos Artigos (RJ), Antonia Vilarinho (DF/SP) e Zé Regino (DF) -: Lona de Circo Palhaço Mandioca Frita. (Com de Libras) (em inglês)

18h – Cortejo: Grupo Batalá Brasília, Perna de Pau e Malabares com Lohrany Rêgo e Tapioca, MDM Mestre dos Malabares com Cezar Venute.

30 de maio (sábado)
Torre de TV

12h às 14h – Oficina de Perna de Pau e Malabares – Circo Roda Viva com Tapioca (DF)

14h – Espetáculo “Parabólica Show” – Circo Travessia com Lelê Marins (DF). Espaço: Picadeiro Palhaço Xamego.

15h – Espetáculo “Aipim, o palhaço das pernas de pau” – Trupe Raiz do Circo com Palhaço Aipim (DF). Espaço: Picadeiro Palhaço Xamego.

16h – Espetáculo “Cola Shows – Malabarismo e Simpatia em Dose Dupla” – Inigualáveis Irmãs Cola com Thata Cola e Tati Cola (SP). Espaço: Lona de Circo Palhaço Mandioca Frita.

17h – Espetáculo “Brincadeiras de Circo” – Circo Artetude com Xaubraubrau, Raquaquá, Mandioca Frita, Tapioca e Espiga de Milho (DF). Espaço: Picadeiro Palhaço Xamego (com intérprete de Libras, audiodescrição e guia-intérprete)

18h – Cabaré “d’As Desempregadas e convidadas: Maria Tavares, Kika de Moraes, Marcella Romar, Ana Amábile, Macaxeira, Lelê Marins, Rafaelle Cristina, Lucas Ferrari (DF). Espaço: Lona de Circo Palhaço Mandioca Frita.

31 de maio (domingo)

Parque da Cidade – Parque Ana Lídia
11h – Espetáculo “Brincadeiras de Raiz” – Trupe Raiz do Circo com Mandioca Frita, Macaxeira e Palhaço Aipim (DF). Espaço: Mestre Mandioca Frita.

Torre de TV
12h às 14h – Oficina de Perna de Pau e Malabares – Circo Roda Viva com Tapioca (DF).
14h – Espetáculo “Alecrim no Olho da Rua” – Carroça de Mamulengos com Alecrim (CE). Espaço: Picadeiro Palhaço Xamego. ((com intérprete de Libras)
15h – Roda de Mestres e Mestras de Circo: Trupe Raiz do Circo com Mandioca Frita (DF), Coletivo de Criadores Circenses com João Carlos Artigos (RJ), Antonia Vilarinho (DF/SP) e Celeiro das Antas com Zé Regino (DF) – Espaço: Lona de Circo Palhaço Mandioca Frita.
16h – Espetáculo “Figaza Show” com Painé Santamaria (Argentina). Espaço: Picadeiro Palhaço Xamego.
17h – Cabaré dos Irmãos Saúde, Pé de Cerrado e convidados: Xaubraubrau, Raquaquá, Pé de Cerrado, Mestre Mandioca Frita, Jéssica Perreira, MDM Mestre dos Malabares e Palhaço Aipim (DF). Espaço: Lona de Circo Palhaço Mandioca Frita.

Circulação em escolas públicas

2 de junho EC 22 (Gama)
3 de junho – CEI 203 (Santa Maria)
4 de junho – EC Dom Bosco (São Sebastião)

Instagram: @circoartetude

Idealização / Realização: Ruiberdan e Ankomárcio Saúde – Circo Artetude
coordenação geral e produção: Mari Baeta / Maribá Produções
Produção Artística: Maria Tavares
Coordenação de Comunicação: Ana Amábile

MINIBIOS

Inigualáveis Irmãs Cola
Um Show que que, ponto surpresa duas são artistas, que parecem a pessoa, desconstruindo tantos de natureza, ultra além de cativar público o com que explora o mundo do malabarismo através de pontos de conservação e experimentais, um êxtase alegria de e ris desafia, a difícil de mostrar cada cada mais impressionante e maisgrado.

Antônia Vilarinho
A Palhaçaria de Terreiro é umaa inspiradas nas tradições brasileiras, nas Macumbarias do Riso e na Capoeira Angola, que utiliza o terreiro como palha simbólica e criativa da criativa daçaria. Voltada para todas como pessoas, trabalho, corpo, dança, gingado, improviso e ancestralidade como caminhos a a. A valoriza o corpo negro como território, presença e protagonismo, conceito de desenvolvimento o Corpo de Mandinga: a conexão entre energia, imaginação, imaginação e movimento criativo.

Painé Santamaria
Um de circo que traz malabarismo, música ao vivo, eçória e plábica de para angardelo público de todas como até e rir doer músculos os espetáculo da cara. Figaza, palhaça de resposta rápida e sinceras conta viagens pelo mudo artista como artistas de mistura de um de vista de e encantando perto do caminho de campo.

Lohrany Rêgo
Intervenção artística com malabares e perna de paus , de de interagem o público.

João Carlos Artigos
“GANGA ZUMBA, O Cão Bala” é uma da vida dos metáfora “Joões as” do Brasil, celebrando uma alegria e afirmação a da vida. O explora temas como, erro, erro, e o encantamento que surge quando nos permissionimos sermos afetados pela pela. Essa uma cria espaço de liberdade, reinvenção e possibilidades alegres es coletivas. O número representa um salte para a vida, elogiosos de vida, e visualizações, da colaboração colaboração entre Leo Bassi, Sérgio Machado, João Carlos, Fernando Daugano, Dodo Giovanetti, Fátima Souza, Pedro Paulo Júnior e Patrícia Muniz.

Mestre Mandioca Frita
Artista circense mais com de 35 anos de, é um dos tempos do circo no Distrito Federal. Re por sua sua ruasidade em ruas, e palcos, construiu uma língua pela marcada cultura popular e pela eletrônica direta com público o atuário. Integrante da Trupe Raiz do Circo, é referência na formação de gerações novas de artistas.

Circo Artetude
O Circo Teatro Artetude é um grupo de pesquisa de pesquisa para espetáculos de rua. Com uma história de 26 anos, os Irmãos Saúde – Ankomárcio e Ruiberdan Saúde (Xaubraubrau e Raquaquá já), – teve um tempo de oportunidade de ser em todos dos estados do Brasil.  

Pé de Cerrado
Grupo mais de 25 anos de história, é valorização nacional na das culturas brasileiras populares. Seuss integram música, dança, teatro e poesia, hum-entre diálogo e contemporaneidade.

Como Desempregadas
Criada em 2013, a partir do papel de péss. do patrimônio Mestre Mandioca Frita, uma iniciativa de transformação de processos artísticos em experiências de empoderamento coletivo, de renda e garen na cadeia da cultura. Com base territorial em São Sebastião (DF), Como Desempregadas em desenvolvimento espetáculos, oficinas, cortejos, feiras culturais e ações formativas que integram circo, teatro, música, dança, fotografia, e produção cultural.

Tapioca
Marco Aurélio é artista circense, professor e arte-educador. Idealizador e coordenador técnico do projeto Circo Roda Viva. Oficina de equilíbrio em pernas de pau para iniciantes e avançados, fortalece as pernas, a coordenação motora e desenvolve o equilíbrio. Excelente para destravar medos ou bloqueios relacionados a altura.

Alecrim
O Alecrim no Olho da Rua é o solo do multiartista Francisco Gomide, das complementares tradicionais Carroça de Mamulengos. Com quase 15 anos de estrada, o trabalho é inspiradora na cultura da cameloturgia, à cena o pano o palhaço Alecrim em uma saudação aos mestres e mestras da cultura popular. Trata-se de umum livre para todas como as idades, o o o de de des de memória nossa nossa lembrança o ser criança para adultos e todos os presentes, reuntendo bonecos, perna de pau, brinquedos, cantigas dos folguedos, poesia e.

Zé Regino
Palhaço, ator, diretor de teatro e circo, artista visual, artista circense, brincante e referência da cultura popular no DF. Com trajetória marcada pela atuação em ruas, praças e festivais, desenvolve um trabalho que mistura palhaçaria tradicional, comicidade popular e interação direta com o público. Ao longo dos anos, tornou-se importante figura na preservação e transmissão dos saberes do circo popular, participando de encontros, cortejos e ações culturais voltadas à valorização da arte circense e de seus mestres. No espetáculo “A Bola Invisível”, Zambelê entra em cena com o objeto mais sensacional que ele acabou de achar, uma “Bola Invisível”. Mas, para não ficar brincando sozinho, ele tem que convencer a plateia que a bola existe.

Marcela Romar
Multiartista, arte educara e produtora cultural. Com o foco atual em equilíbrios, monociclo e malabares, a sua pesquisa profunda é influenciadora pelo Método Feldenkrais e pela busca por um corpo, integrando a artesustentabilidade à porta-voz CircomVida. “Inteira” é um solo de circo que investiga os limites da verticalidade e a mulher no picadeiro. No palco, a técnica é levada ao ápice: o equilíbrio do monosstáculo se fundos de ritmos ao frenético da corda, entre giros e suspensões, a artista não apenas executar o risco o; ela o habitat. “Inteira” é manifesto de quem a 200h a o peso do peso do pesado com a leveza do agora, revelando-se, finalidade, absoluta.

Jessie
O tecido acrobático como inclusão de olhos vendas mostrando a arte de forma diferente e como é spor semas.

Lelê Marins
Palhaça e produtora cultural de Brasília. Desde 2014 vem participando com seus números e espetáculos autorais nos principais festivais de teatro, circo e palhaçaria do Brasil. Como produtora cultural, idealizou e coordenou o I Laboratório de Palhaças e Palhaços (Brasília/2018), além de outros festivais e projetos de circulação de espetáculos. O espetáculo Parabólica Show é um programa de TV inusitado que

receberá pela 1a vez uma convidada que é um fenômeno sobrenatural: Superela!

Uma apresentadora estranha, uma convidada superpoderosa, duas personalidades chocantes e uma grande confusão em meio a mistérios revelados!

Macaxeira
Julia Maia, multiartista brasiliense que dá vida à palhaça Macaxeira, personagem que une comicidade, cultura urbana e tradição circense. Nascida em uma família tradicional de artistas mambembes e filha do mestre palhaço Mandioca Frita (Júlio César Macedo), uma lenda da cultura popular e arte de rua do Distrito Federal com quem divide o picadeiro desde os seus 4 anos por meio de trabalhos realizados pela “Trupe Raiz do Circo”, construindo sua trajetória artística entre lonas, praças e ruas. Conhecida como Maia, atua há 15 anos na cena do breaking, tendo integrado a primeira seleção de breaking do Brasil. Detentora de títulos em campeonatos internacionais, ela incorpora a dança de rua às suas apresentações, criando uma linguagem própria que mistura humor, movimento e presença cênica, unindo o riso à dança. 

Kika de Moraes e Lucas Ferrari
A Cia Excêntrica Briadas Família Firula foiula em 2016 para ideia dois educados de arte, palhaços e multi instrumentistas (Kika de Moraes – PCD e Lucas Ferrari) que unindo saberes, e principalmente e seu amor à arte e a vida, a nascimento de sua criança da cidade de outono feminino spinhada de Julieta um espetáculo de tlemgraph. Coms antigas, musicals personalizadas, resgate de parlendas e clássicos de festa do gênero peso francês e fazenda de excentricidade e firulas.

Rafaelle Cristina
Uma artista multifacetada que trilhou boa parte de sua universo no jornada da dança, ser sapateira pelo mundo do circo. Com uma marcada pelo pelo com o bambolê e aéreo os encontros circenses, ela vem dedicado últimos os anos a suas técnicas técnicas no tecido e trapézio, tanto como performer como professor. Além disso, traz no corpo e na arte a quem de sensibilidade é tatuadora, unindo formas de expressão.

Ana Amábile
Uma publicitária que descobriu a paixão pelo circo e hoje não vive mais sem ele. Artista circense, aerialista, acrobata, produtora, já participou de espetáculos, festivais, mostras e performances artísticas em eventos. Desenvolve trabalho maior com a lira acrobática, porém também pratica outros equipamentos das acrobacias aéreas, como tecido acrobático, corda, trapézio. Faz parte da companhia Cia Miragem e já participou de alguns espetáculos com a trupe.

Maria Tavares
Palhaça, arte-educadora e produtora cultural, atua na cena do Distrito Federal desde 2002. É idealizadora da Iniciativa As Desempregadas, desenvolvendo há mais de uma década projetos arte-afetivos voltados para mulheres e jovens. Sua pesquisa cênica articula palhaçaria, música, dança e poesia, propondo uma estética sensível em que o riso e a vulnerabilidade operam como ferramentas de transformação social.

Palhaço Aipim
Na linguagem da Palhaçaria e Circo, para fades todas, “ Aipim, o palhaço das pernas de pau” domina os céus com suas acrobacias surreais. Em números interativos, com humor e sensor avaliação, chama apreciação para a a da arte e artista do rua. Uma narrativa do sete entrelaça com a sua história como artista urbano e filho deço, ri trazensos, e reflexões uma espetáculo popular.

MDM Mestre do Mabalares
Cezar Vanute é artista circense e ex-aluno de escola de circo em projeto social. Trabalha com malabarismo a perna de pau em apresentações no picadeiro para junto o público infantil e adulto em geral. Oficina de circo, malabarismo, perna de pau e pirofagia.

Ceilândia recebe o último dia da Semana do MEI 2026 com atendimento a centenas de empreendedores


Foto: Wesley Lima | Focus Produção de Imagem

Atividades foram promovidas gratuitamente ao lado da Administração Regional

Por José Maciel | Clip Clap Comunicação

Reconhecida pela rica diversidade artística, forte identidade cultural e como um importante polo econômico na região oeste do Distrito Federal, Ceilândia foi palco, ao longo desta sexta-feira, 29 de maio, do último dia de atividades da Semana do Microempreendedor Individual (MEI) de 2026. Promovida pelo Sebrae no DF na Praça do Trabalhador, ao lado da Administração Regional, a ação funcionou como um ponto de apoio com o propósito de destravar a vida dos donos de micro e pequenos negócios locais.

Durante todo o dia, o público pôde aproveitar uma série de serviços gratuitos oferecidos pelo Sebrae no DF, como emissão de boletos, certidões negativas de débitos e orientações para a emissão de notas fiscais. A instituição também ofertou apoio à renegociação de dívidas com a União, formalização de novos negócios e emissão de documentos diversos. Além disso, os empreendedores da região ainda foram orientados sobre as consultorias disponibilizadas pela instituição no Distrito Federal, voltadas ao aprimoramento da gestão e à sustentabilidade dos negócios.

O fluxo de atendimento foi planejado para garantir agilidade nos atendimentos. Ao chegar à recepção, o empreendedor passava por uma triagem inicial que identificava sua real necessidade antes do encaminhamento. A ideia era entregar o que cada cliente precisava sem desperdício de tempo. “Nós buscávamos entender qual era a demanda para entregar o que realmente cada empreendedor necessitava. Foi assim que conseguimos conduzir os atendimentos de forma mais eficiente e apoiar os donos de pequenos negócios com eficiência”, observou a coordenadora da Unidade de Atendimento do Sebrae no DF, Natany Lemos.

Além dos serviços do Sebrae, o público pôde ter acesso a serviços de instituições parceiras, como a Subsecretaria de Compras Governamentais da Secretaria de Economia do DF (SEEC), do DF Legal, do Conselho Regional de Contabilidade (CRC/DF), dos Correios, do Na Hora e da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus).

Os empreendedores ainda puderam conhecer detalhes sobre o Prospera, programa de microcrédito do Governo do Distrito Federal (GDF) que oferece linhas de crédito para empreendedores de pequeno porte, e o projeto Metalab, iniciativa que oferece capacitação gratuita em marketing digital, tráfego pago, redes sociais e gestão de negócios para jovens e adultos de regiões administrativas do DF.

Os atendimentos realizados na estrutura deram novo ânimo a diversos empreendedores e empreendedoras, como Beatriz Batista. Proprietária de uma loja de aluguel de roupas para festas e casamentos sediada em Brazlândia, ela soube da presença do Sebrae em Ceilândia ao acompanhar o noticiário local e não hesitou em acordar cedo e ir até o local buscar a regularização de seu negócio.

Após a triagem, a pequena empreendedora contou com orientação para resolver os débitos acumulados nos anos de 2024 e 2025. Com o atendimento, conseguiu negociar o parcelamento das dívidas e planejar o pagamento das obrigações de 2026. “É uma sensação de alívio que sinto. Consegui parcelar tudo que estava atrasado e saí orientada a como cumprir as obrigações que tenho para este ano. Agora é continuar trabalhando para manter o negócio em dia”, afirmou Beatriz.

Outra história a ser transformada pelo evento do Sebrae na Praça do Trabalhador foi a de Shirleide Souza Soares, moradora de Taguatinga Norte. Depois de décadas praticando a costura como um hobby, ela decidiu formalizar um negócio próprio no último trimestre do ano passado.

Já como MEI e desempenhando a atividade com regularidade, Shirleide começou a participar de um curso voltado para a confecção de uniformes escolares ofertado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Distrito Federal (Senai/DF) e enxergou uma chance de expandir o próprio negócio. Para concretizar essa ideia, ela foi até o local da Semana do MEI em Ceilândia a procura de crédito e orientação. O objetivo é garantir recurso para adquirir maquinário e insumos para ingressar com mais força no mercado.

A empreendedora foi atendida pela equipe do Sebrae e do Prospera e saiu do local com as dúvidas sanadas e um caminho traçado. “Todos foram muito atenciosos e solícitos. Vou para casa com um bom direcionamento e determinada concluir a burocracia necessária para comprar os equipamentos necessários e ampliar a produção”, contou.

Uma das intenções de Shirleide ainda é realizar o credenciamento para atender a demanda do Programa Cartão Uniforme Escolar, uma iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF) que concede um auxílio financeiro anual a estudantes para a compra de peças do vestuário escolar.

A programação na Praça do Trabalhador também contou com uma feira de empreendedoras locais promovida pelo Sebrae no DF e foi encerrada com uma palestra-show do Padre Fábio de Melo, uma das figuras religiosas mais influentes e populares do país.

Pequenos negócios em Ceilândia

Ceilândia tem uma população estimada em 356.781 pessoas e um ecossistema empresarial que reflete a diversidade cultural da região. São, atualmente, 48.307 negócios ativos, segundo dados da Receita Federal, dos quais 27.336 estão enquadrados como Microempreendedores Individuais.

A região registra, em média, 2.761 novos negócios por ano. O setor de serviços domina o cenário, respondendo por 56,9% das empresas ativas, seguido pelo comércio, com 27,7%. Construção e indústria aparecem com participações mais modestas, com 7,7% e 7,6%, respectivamente, enquanto o setor agropecuário tem presença praticamente simbólica, com apenas 0,2% dos negócios.

Festival dos Povos da Floresta da Promoção entre Amazônia e Cerrado em Brasília

Foto divulgação

Eventos gratuito no SESC Ceilândia reúne, exposição, das artísticas es do ambiente cultural cultural entre os dias 02 e 06 de junho de 2026

Brasília recebe, entre os dias 02 e 06 de 1901, a brasiliense do Festival dos Povos da Floresta, que a iniciativa de encontro da entrada Amazônia e Cerrado por meio de música, artes visuais e das culturais culturais dos da floresta. Com programação totalmente gratuito no SESC Ceilândia, o Festival reunir artistas de territórios diferentes amazônicos em uma agenda por shows de exposição, acompanhamento, festa oficinas formativas e ações culturais à valorização da diversidade cultural da região do Norte do país.

Uma programação de artistas de ensino superior musical, afro-amazônicos e música dos representantes contemporâneos do Norte do Brasil. Comia charinada por Sandro Santarém, os shows diálogos entre e contemporaneidade, reuntendo do artistas Amazonas, Rondônia, Roraima, Pará, Amapá, Maranhão, Mato Grosso e Distrito Federal. Entre os estabelces estão Márcia Siqueira e Djuena Tikuna (AM), Naieme (PA), Patricia Moraes (RO), Ellen Oléria e Marcelo Jeneci.

Exposição dos Povos da Floresta
No dia 05 de junho, o público-alvo de abertura do Grupo de Referência da Floresta, no Teatro Newton Rossi, no SESC Ceilândia. A most obras de artistas amazônicos que dialogam com, identidade ancestralidade, e memória, propondo sobre reflexões pertencimento e conexão e com a Amazônia. A curaria é sinada por Rosely Nakagawa e um encontro entreculturas, saberes e comunidades e urbanas da tradicional amaz região. Entre os artistas confirmados são Bototo, com série Fósseis em acrílico sobretecido; Will Arehj, com como Anciã Preparando Macaloba e Cacique fotografias tomando Macaloba; Wauto_am Oro Waram, com a Guardião da Mãe: Terradígena Uru Eu Wau apresenta Wau; e Paul Sampaio, que que como Lago do domento e Antônio Uma exposição sobre a caixa nos dias 05 e 06 de 19 de junho, com visitação a das 17h.

Oficinas
Como parte do eixo pedagógico do Festival, serão realizadas oficinas gratuitas de foto e vídeo. A de fotografia acontece no dia 02/06, e a de audiovisual em 03/06, ambas no Sesc Ceilândia, das 13h às 18h. As atividades têm como foco a formação, a produção de conteúdo e a democratização do acesso às ferramentas audiovisuais, incentivando novos olhares sobre cultura, território e comunicação através do audiovisual.

Festival Povos da Floresta
O Festival dos Povos da Floresta da área de resposta a da cultura amazônica como instrumento contemporâneo de pertencimento, memória e social. Ao aproximar Amazônia e Cerrado em um mesmo território de troca, o evento amplia o viagem entre diferentes do país e fortalecer a visibilidade das povos dos personagens da estância. A do proposta é fortalecer a da produção de circulação amazônica, contemporânea, conexões densentrecultura territórioancestralidade,, memória e inovação cultural. A estágio Brasília leva ao centro político do país uma programação a construídas das vezes, práticas e narrativas dos povos da floresta, diferentes encontros entre encontros sabres, artes e expressões.

PROGRAMAÇÃO DOS SHOWS

05 de junho — O canto das origens

  • Djuena Tikuna (AM)Tradução
  • Terra Indígena (Zoro e Rio Branco)
  • Patrícia Moraes (RO) e Emília Monteiro (DF)

Os Originários Originais

  • Éric Terena (MT)
  • Ian Wapichana (RR)Tradução
  • Brisa Flow (MA)Tradução

Artista Nacional

  • Ellen Oléria

06 de junho — Os rios se encontram

  • Euterpe (RR), Gabriê (RO) e Raidol (PA)
  • Naieme (PA) e Márcia Siqueira (AM)
  • Jeff Moraes (PA) e Pretogonista (AP)

Artista Nacional

  • Marcelo Jeneci

Idealizado pela Rioterra – Centro de Inovação da Amazônia, o Festival dos Povos da

Floresta é pela Petrobras, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, com

realização do Ministério da Cultura e Governo Federal.

SERVIÇO

Festival dos Povos da Floresta – Festa de Brasília
Oficinas: 02 e 03 de 190, 13h às 18h
Shows: 05 e 06 de 190m, a partidas das 18h

Local: SESC Ceilândia – Teatro Newton Rossi

Entrada gratuito em toda uma programação

Prasi inaugura nova boutique no Shopping Iguatemi e consolida fase de expansão da marca

Foto divulgação

A Prasi abre as portas de sua nova loja no Shopping Iguatemi, marcando um novo momento na trajetória da marca. Mais do que um ponto de venda, a boutique foi concebida como um espaço de encontro entre joalheria, arquitetura e design, com foco em uma experiência personalizada.

A mudança representa a evolução natural da presença da marca no Shopping, após o período de operação em formato pop-up. Agora em localização mais central, a nova loja amplia a visibilidade e aproxima tanto clientes recorrentes quanto novos. O espaço permanente reforça a estratégia de consolidar a marca em um dos principais endereços do varejo de luxo do país.

“O novo espaço traduz com precisão o que buscamos construir com a Prasi. Há uma intenção clara de criar um ambiente onde o tempo desacelera e a relação com as joias acontece de forma mais próxima, quase silenciosa”, afirma Helena Sicupira, sócia-fundadora da marca.

O projeto arquitetônico leva a assinatura de Suzana Jung, que já colabora com a marca desde seu início no shopping. Desenvolvido de forma colaborativa, o conceito traduz a essência da Prasi a partir de referências do modernismo brasileiro das décadas de 1960 e 1970, com destaque para o uso de materiais como couro e metais em tons dourados e prateados.

“O diálogo com a arquitetura sempre fez parte da construção da marca. Nesta loja, conseguimos aprofundar essa relação com mais consistência e permanência, respeitando o ritmo de amadurecimento que buscamos para a Prasi”, diz Mariana Prates, sócia-fundadora da marca.

O verde, elemento central da identidade da marca, conduz a atmosfera do ambiente e estabelece uma conexão direta com a paisagem brasileira. Entre os destaques do espaço está a releitura do “bar de joias”, agora adaptado ao novo layout, além de mobiliário desenhado exclusivamente para a loja. As namoradeiras criadas sob medida reforçam a proposta de um atendimento mais íntimo, pensado para receber clientes com conforto e proximidade.

Para a inauguração, a Prasi apresenta novas peças que acompanham esse momento da marca. Entre elas, o pingente Wave em lápis-lazúli e novas versões do pingente medalha Dois Irmãos, agora com jade. As criações seguem a linguagem já consolidada da marca, que explora a relação entre natureza, paisagem e memória, com uso criterioso de pedras naturais e formas de presença escultórica.

Neste momento, o foco da marca está na consolidação da boutique e no aprofundamento da experiência oferecida ao público, priorizando o desenvolvimento deste novo capítulo, com atenção à construção de relações duradouras e à continuidade de sua produção autoral, guiada por rigor estético e cuidado em cada detalhe.

Serviços:

Site: https://prasi.com.br/ 

Instagram: @prasiofficial

Sobre a Prasi:

Fundada em 2019, por Helena Sicupira e Maria Prates, a Prasi é uma marca de joalheria autoral que se apoia na herança cultural brasileira e nas referências do modernismo para desenvolver peças atemporais. Suas criações combinam linhas limpas, formas definidas e curvas inspiradas na natureza, com foco na relação entre corpo, uso e expressão individual. A marca parte do princípio de que joias carregam memória e significado, traduzindo influências pessoais e culturais em objetos duradouros. Com produção distribuída entre Itália, Brasil e Portugal, mantém um processo cuidadoso que garante consistência estética e rigor na execução.

Informações à Imprensa

Azzi+Co

Joaquim Andrade – joaquim@azziandco.com 

Samantha Dias – samantha@azziandco.com 

Giovanna Moretti – giovanna@azziandco.com

TGS Solidário lança Campanha do Agasalho 2026 para aquecer o inverno de quem mais precisa

Doações podem ser feitas entre os dias 1º de abril e 31 de maio. Saiba como participar

Com a chegada das temperaturas mais amenas, a solidariedade se torna ainda mais essencial. Pensando nisso, o TGS Solidário deu início, no dia 1º de abril, a mais uma edição da sua tradicional Campanha do Agasalho. A iniciativa segue até o dia 31 de maio de 2026 e tem como objetivo aquecer o inverno de pessoas em situação de vulnerabilidade no Distrito Federal.

Neste ano, a campanha foi antecipada para garantir mais tempo de arrecadação, triagem e organização das doações. A entrega dos itens arrecadados acontecerá no dia 06/06, às 10h, no Projeto Ame-os, localizado na Comunidade Santa Luzia, na Cidade Estrutural.

Durante todo o período, o Taguatinga Shopping será ponto de coleta para doações de agasalhos, cobertores, mantas, lençois, meias, gorros, cachecóis, luvas e roupas de frio em bom estado, que serão destinadas às famílias atendidas pelo projeto.

A campanha reforça a importância de pequenos gestos que geram grandes impactos.Sabe aquela peça que está parada no seu armário? Ela pode fazer muita diferença na vida de alguém. A iniciativa busca incentivar um movimento coletivo de solidariedade, mostrando que todos podem contribuir.

Os interessados em participar podem realizar suas doações na Loja do TGS Solidário, localizada no Piso 3 (entre as lojas Granado e Vans), ou na caixa coletora instalada no Piso 1, ao lado do balcão de informações, facilitando o acesso para o público.

Além da etapa de arrecadação, a campanha também contará com uma ação de triagem e embalagem dos itens doados, que acontecerá no dia 29 de maio, às 10h, no Piso 4 do Taguatinga Shopping, com o apoio de voluntários. A iniciativa será fundamental para organizar os materiais que serão destinados às famílias atendidas. Mais informações sobre a ação podem ser acessadas em: Triagem Campanha do Agasalho

A data de entrega das doações também já está definida. A ação acontecerá no dia 06 de junho, às 10h, diretamente no Projeto Ame-os, localizado na Comunidade Santa Luzia, na Cidade Estrutural. O momento marcará o encerramento da campanha e a distribuição dos itens arrecadados para pessoas em situação de vulnerabilidade social da região. Mais informações estão disponíveis em: Entrega Campanha do Agasalho

Além da campanha sazonal, o TGS Solidário também atua como ponto fixo de arrecadação ao longo de todo o ano, recebendo doações de alimentos não perecíveis, roupas e acessórios, livros e brinquedos, independentemente de campanhas específicas.

A participação da comunidade é fundamental para o sucesso da iniciativa, que reforça valores como empatia, cuidado e inclusão social.

SERVIÇO

Campanha do Agasalho 2026 – TGS SolidárioPeríodo: de 1º de abril a 31 de maio de 2026
Local: Loja TGS Solidário (Piso 3, entre Granado e Vans) e caixa coletora no Piso 1, ao lado do balcão de informações – Taguatinga Shopping
Horário: de segunda a sábado, das 10h às 22h;
domingos e feriados, das 14h às 20h.
Mais informações: www.tgssolidario.com.br

Oswaldo Montenegro traz “A Dança dos Signos” a Brasília em apresentação Categoria:

Foto Daniela Santos

Espetáculo ao Ulysses Centro de Convenções no dia 30 de maio, em turnê que celebra os 70 anos do artista

Um dos trabalhos mais emblemáticos da carreira de Oswaldo Montenegro, “A Dança dos Signos” volta à cena em 2026, ano em que o artista 70 comemoração de vida. O é é espetáculo em Brasília em 30 de maio, às 21h30, Ulysses Centro de Convenções.

Público desde sua estreia, a montagem de música combinada, teatro e poesia em um formato que gerações. Sem palco, Montenegro conduz o público por uma narrativa que mistura histórias, reflexões e canções, explorando os signos do zodíaco como ponto de para partida falar sobre , comportamento e identidade.

A apresentação com “A Lista”, canção que abre o espetáculo e introdução o tom intimista da narrativa. A partir de dalí, o artista os signos em um que alterna momentos de música e conversas e conversas com o público, referências a nomes como Elton John, John Lennon, Paul McCartney, Bob Dylan e Chico Buarque, escom os seus sucessos, como “Bandolins”, “Lua e Flor”, “Intuição” e poema “Metade”.

Aola da flautista Madalena Salles, de marela longa data, Montenegro no constrói palco uma atmosfera que equilíbrio humor, lirismo e improviso. Nesta nova turnê, o ainda uma dimensão multimídia, com a projeções de presenças em led, jogos luz de e interações visuais que ampliar a experiência do público.

O elenco conta como o multi-instrumentista Alexandre Meu Rei e a violoncelista Janaína Salles, em uma que combinação formação diferente sonoridades e reforçar caráter de caráter da demongem.

Mais do que uma leitura sobre astrologia, “A Dança dos Signos” propõe uma reflexão poética sobre as diferenças humanas, convidando o público a reconhecer, na diversidade dos perfis, um espaço de encontro e identificação.

Com concepção, texto, música e direção assinados por Oswaldo Montenegro, o espetáculo reúne uma equipe de mais de cinquenta profissionais e reafirma a força criativa de um artista que segue em constante diálogo com seu público.

SERVIÇO
Oswaldo Montenegro – “A Dança dos Signos”

Dados: 30 de maio (sábado)
Horário: 21h30
Local: Ulysses Centro de Convenções
Classificação: 12 anos
: 90 minutos do Duramento
Ingressos: Bilheteria Digital
www.bilheteriadigital.com/oswaldo-montenegro-em-sua-nova-turne-2026-30-de-maio

Arraiá Casapark celebra tradição junina com forró, quadrilha e cenografia assinada por Valéria Leão

Programação acontece nos dias 26 e 27 de junho, no estacionamento ao lado da Cobasi, reunindo experiências gastronômicas, música ao vivo, decoração típica e atrações para diferentes públicos

O clima das festas juninas vai tomar conta do Casapark nos dias 26 e 27 de junho com mais uma edição do tradicional Arraiá do Casapark. O evento será realizado no estacionamento ao lado da Cobasi e contará com dois dias de programação especial, reunindo música ao vivo, quadrilhas, gastronomia típica e ambientação temática em uma celebração que já integra o calendário afetivo da cidade.

Como já é tradição no evento, a cenografia será assinada pela designer Valéria Leão, responsável por transformar o espaço em um grande arraial típico de festa junina, valorizando elementos da cultura popular brasileira com criatividade, cores, texturas e referências visuais que dialogam com o universo do Casapark e sua conexão com design e decoração.

A abertura acontece na sexta-feira, 26 de junho, das 18h às 00h, com uma edição especial voltada para arquitetos, decoradores, lojistas do Casapark Prime e convidados da RP Cláudia Salomão. O evento contará com apresentação musical da banda de forró Só Pra Xamegar, show da quadrilha profissional Arroxa o Nó e apresentação da quadrilha formada por integrantes do Casapark Prime e convidados. Durante a noite, haverá ainda uma votação da roupa junina mais original, com prêmio especial para o vencedor.

A experiência da sexta-feira inclui open bar e open food, com buffet típico de festa junina assinado pelo Coffee Break, vinho premium tinto Safras, variedade merlot, da vinícola Altino, além de chope Hope Capital. Os ingressos custam R$ 350,00 e poderão ser adquiridos pelo Sympla. A proposta do evento é voltada ao público adulto e, nessa data, não haverá programação infantil.

Já no sábado, 27 de junho, das 15h30 às 22h, o Arraiá do Casapark será aberto ao público, com expectativa de receber cerca de duas mil pessoas ao longo do dia. A programação terá show da banda Só Pra Xamegar, apresentação da tradicional quadrilha Arroxa o Nó e uma área kids gratuita, com brinquedos infláveis e brincadeiras juninas em parceria com o Roteiro Baby.

O público também poderá aproveitar barraquinhas com comidas típicas, bem como as vendidas pelas operações gastronômicas do Casapark, além de bar de bebidas, reforçando o clima de convivência e celebração ao ar livre. Os ingressos para o sábado estão à venda pelo Sympla e custam R$ 70,00 (inteira) e R$ 35,00 (meia social), mediante doação de alimento ou agasalho. Crianças de até 12 anos não pagam. As arrecadações serão destinadas a instituições que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade social.

“O Arraiá do Casapark já faz parte do calendário afetivo da cidade. É uma celebração que une cultura popular, música, gastronomia e convivência em um ambiente pensado com muito cuidado estético e acolhimento para diferentes públicos”, destaca Ivana Valença, diretora de marketing do Casapark.

Serviço

Arraiá do Casapark 2026

26 de junho | Sexta-feira | das 18h às 00h
Evento para arquitetos, decoradores, lojistas do Casapark Prime e convidados
Open bar e open food
Ingresso: R$ 350,00 – disponíveis no https://www.sympla.com.br/evento/arraia-casapark-prime–abertura-exclusiva-para-convidados/3433239?token=369aab3e90ffcc04ddc25f7b5ccb2cc2

27 de junho | Sábado | das 15h30 às 22h
Evento aberto ao público
Ingressos: R$ 70,00 (inteira) e R$ 35,00 (meia social mediante doação de alimento ou agasalho)
Crianças até 12 anos não pagam – disponíveis no https://www.sympla.com.br/evento/arraia-casapark–2026/3433256
Área kids gratuita
Classificação indicativa: livre

Local: Estacionamento ao lado da Cobasi – Casapark
Endereço: SGCV Sul Lote 22, Park Sul – Brasília/DF

Ingressos:
Sympla – Arraiá CasaPark 2026

Canais digitais:

Instagram: @casapark

Site: www.casapark.com.br

Terraço Shopping brilha no Prêmio Colunistas e conquista troféu de ouro

Foto divulgação

O Terraço Shopping brilhou no Prêmio Colunistas, uma das mais tradicionais, rigorosas e importantes premiações da publicidade brasileira.

O grande destaque da noite foi o troféu de ouro conquistado com o evento Halloween Solidário, vencedor na categoria Ação Promocional Social ou Comunitária. A celebração ficou ainda mais especial com a conquista do troféu de prata para o projeto O Natal da Fábrica de Estrelas, reconhecido na categoria Evento Relacionado à Data Comemorativa.

Ambos os projetos foram desenvolvidos em parceria com a Agência Look’n Feel, reforçando a força da criatividade, da estratégia e da construção de experiências que geram conexão com o público.

“Mais do que prêmios, essa conquista valoriza iniciativas que impactam positivamente a experiência dos nossos clientes e transformam o shopping em um espaço de vivências únicas”, destaca Ricardo Vieira, superintendente do Terraço Shopping.

Com essa dupla conquista, o empreendimento celebra o reconhecimento dos jurados e reforça seu posicionamento como uma marca que vai além do varejo, criando experiências, fortalecendo vínculos e construindo memórias inesquecíveis para o público.

Fest Verão BSB – Edição Arraiá agita o Gama com shows de Patrick Costa e Mariana Fagundes

Foto divulgação

Evento gratuito é realizado nos dias 29 e 30 de maio, no estacionamento do Centro Olímpico do Gama, com programação programação para toda família

O Fest Verão BSB chega em uma edição especial inspirada em uma das épocas mais queridas do calendário brasileiro. Neste ano, o evento ganha formato de arraiá e aposta em uma experiência temática que mistura o clima vibrante do festival com a energia das festas juninas, em dois dias de programação gratuita no estacionamento do Centro Olímpico do Gama.

Marcado para os dias 29 e 30 de maio, o Fest Verão BSB – Edição Arraiá reúne shows nacionais e locais, comidas típicas, quadrilha, brinquedoteca e uma ambientação pensada para transformar o espaço em um grande encontro de música, tradição e diversão. A proposta é unir o melhor da atmosfera junina à identidade festiva que já faz parte do evento, criando uma edição especial com clima de celebração e memória afetiva.

“Essa edição nasceu justamente desse encontro entre duas atmosferas muito queridas pelo público: a energia do Fest Verão e a força simbólica das festas juninas. A ideia é proporcionar uma experiência completa para toda família, com música, tradição, diversão e um ambiente pensado para receber famílias, amigos e toda a comunidade do Gama”, destaca o Instituto HDUn, organizador do evento.

Na sexta-feira, 29 de maio, a programação começa com Patrick Costa, Diego e Ray, Junior Ferreira e Nego Rainer. Já no sábado, 30 de maio, é a vez de Mariana Fagundes subir ao palco ao lado de Dj Thaís Boddah, Boka de Sergipe, Leandro Kato e Banda Imagem.

Com entrada franca mediante a doação de 1 kg de alimento, a expectativa é reunir o público do Gama e de outras regiões do Distrito Federal em uma celebração que une entretenimento, tradição popular e o clima gostoso das festas de maio. Em uma edição especial, o Fest Verão BSB se reinventa sem perder sua essência: continua sendo sobre festa, encontro e experiência, agora com sotaque junino.

Serviço

Fest Verão BSB – edição arraiá
Data: 29 e 30 de maio
Local: estacionamento do Centro Olímpico do Gama
Entrada: franca, mediante doação de 1 kg de alimento
Atrações: shows nacionais e locais, comidas típicas, quadrilha e brinquedoteca
Programação: 

  • Sexta-feira, 29 de maio: Patrick Costa, Diego e Ray, Junior Ferreira e Nego Rainer
  • Sábado, 30 de maio: Mariana Fagundes,  Dj Thaís Boddah, Boka de Sergipe, Leandro Kato e Banda Imagem

Apostas online na Copa do Mundo: como torcer com segurança e fugir das bets ilegais

A regulamentação das apostas no Brasil entrou em vigor em 1 de janeiro de 2025, estabelecendo regras para o setor e medidas de proteção aos consumidores. Com essa nova lei, apenas as bets reguladas foram autorizadas a seguir em operação, tendo que se adequar a uma série de normativas para funcionamento no país.

Apesar da regulamentação avançada brasileira, que é considerada uma das melhores do mundo, muitos sites e plataformas ilegais continuam disponíveis e tentam aproveitar o momento do mundial para atrair clientes: estima-se que as plataformas ilegais correspondam a de 41% a 51% do mercado.

Além disso, pesquisa do Instituto Locomotiva ainda apontou que 72% dos consumidores não sabem distinguir uma bet legal de outra ilegal, um perigo real durante o maior evento de futebol do planeta.

Para fazer suas apostas online na Copa do Mundo com segurança e evitar fraudes e golpes, conheça as regras para as bets operarem no Brasil, as medidas de proteção ao consumidor e como identificar uma bet ilegal. E não se esqueça: as apostas devem ser entretenimento e lazer para acompanhar os jogos, e nunca uma forma de renda extra ou investimento.

Mercado regulado: o que é e como identificar as bets legalizadas
As bets legalizadas são aquelas autorizadas pela Secretaria de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda (SPA-MF). Para se regulamentar, as plataformas devem pagar uma outorga de R$ 30 milhões à pasta, que permite o seu funcionamento por 5 anos no país.

Uma das formas de identificar se uma bet é legal para colocar seus palpites da Copa do Mundo é observar o seu domínio: as empresas regulamentadas têm autorização para usar o domínio “.bet.br”. Já as operadoras ilegais podem ter endereços com outros domínios, como “.com” e “.net”. Além disso, somente as plataformas reguladas podem ficar disponíveis para download em lojas de apps oficiais, como a App Store e a Google Play Store.

Outra forma de identificar uma bet ilegal e proteger seu dinheiro são as ferramentas do Ministério da Fazenda e do Instituto Brasileiro do Jogo Responsável (IBJR). No portal do Governo Federal, você pode encontrar a lista de bets atualmente regulamentadas no Brasil.

Já a plataforma do IBJR, a Bet Alert, permite que o consumidor busque pelo nome específico da bet que quer encontrar antes de abrir sua conta para o mundial. Com o objetivo de orientar os consumidores, o site também conta com informações e dicas para o jogo responsável.

Vantagens do mercado regulado de apostas esportivas
As regras seguidas pelo mercado legal têm como objetivo proteger os consumidores, evitar fraudes, golpes e lavagem de dinheiro. Também servem para garantir transparência no pagamento de prêmios — fundamental para quem acertar o placar dos jogos — e fornecer informações das operadoras para o governo, o que garante a cooperação entre empresas e poder público, e o monitoramento de possíveis atividades suspeitas.

Entre as obrigações que as operadoras legais devem seguir estão a implementação de ferramentas de proteção ao consumidor, como o uso de reconhecimento facial e biometria para identificação dos apostadores e restrição a menores de idade na plataforma. Além disso, também precisam estar alinhadas à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), seguir regras rígidas em relação à publicidade e a restrição de cadastro para beneficiários do Bolsa Família.

As bets regulamentadas também oferecem a opção de autoexclusão do apostador. Neste caso, o consumidor que perceber que passou dos limites com os jogos da Copa pode optar, por meio de canais do governo, pela restrição do seu CPF nas plataformas. Sendo assim, ele fica impedido de se cadastrar em novas empresas.

O mercado regulado também gera investimentos em outras áreas fundamentais à sociedade. Segundo a nova regulamentação e a partir do recolhimento de impostos sobre as apostas do mundial e de outros campeonatos, estes recursos são destinados a áreas como Educação e Segurança Pública.

O perigo das bets ilegais
Ao contrário das bets regulamentadas, as casas de apostas ilegais não oferecem nenhuma proteção ao consumidor, começando pela falta de garantia de pagamento do seu palpite premiado na Copa. Enquanto as empresas legais têm auditorias internas para integridade de resultados e fiscalização, as ilegais não dispõem deste mecanismo, e, portanto, o pagamento de prêmios não pode ser garantido.

Por operar fora das vistas do governo, essas operadoras também são uma porta aberta para crimes de lavagem de dinheiro e golpes, já que não têm mecanismos de transparência e monitoramento de dados. O vazamento de dados e a falta de segurança digital de informações pessoais é outro risco a que os consumidores são expostos nas bets ilegais, o que pode encurtar o caminho para outros golpes digitais.

Ademais, devido à falta de controles de tempo de tela e depósito, presentes nas bets do mercado regulado, as empresas ilegais não têm ferramentas de jogo responsável disponíveis para os usuários, o que pode deixar os consumidores mais vulneráveis.

Dicas de Jogo Responsável para torcer com segurança
Todas essas medidas são implementadas com o objetivo de proteger os usuários de fraudes e golpes, além de garantir o jogo responsável dentro da plataforma. Entre as orientações para fazer suas apostas online na Copa do Mundo de forma consciente durante o mundial, é recomendado que os usuários:

  • Respeitem seus limites, sempre jogando com valores dentro da sua realidade financeira.
  • Deem pausas no jogo para que acompanhar a Copa não se torne uma rotina intensa e prejudicial.
  • Sempre joguem por diversão, sem confundir o entretenimento do futebol com uma forma de complemento de renda.

Rock Saloon segue agitando Brasília em mais uma semana de muito blues e country rock

Foto divulgação

Espaço temático no Bosque da Arena Mané Garrincha reúne música ao vivo, gastronomia, touro mecânico e experiências imersivas inspiradas no universo biker

A atmosfera única do Rock Saloon, instalada no bosque da Arena BRB Mané Garrincha, vem conquistando os frequentadores do Capital Moto Week e surpreendendo quem ainda não conhecia o universo da Cidade da Moto. Criado pelos organizadores do festival, o espaço chega à 4º semana da temporada, de 28 a 31 de maio, como ponto de encontro do brasiliense que valoriza o melhor do rock, da gastronomia e do ambiente inspirado no velho oeste. Os ingressos, a partir de R$ 45, estão disponíveis na BilheteriaDigital.com ou direto no local.

A programação deste fim de semana começa na quinta-feira (28), com shows da Cabaré Blues e Blue Drive. Na sexta-feira (29), a noite ganha clima country rock com apresentações de Cerrado Kentucky, Tequila Shot Band e Starace. O sábado (30) mantém o ritmo acelerado com Roadside Gamblers, Old Play e mais um show da Starace. Encerrando a programação, o domingo (31) reúne Old Is Cool e Blues Container Countryside.

“A identidade própria do Saloon encantou os já frequentadores do Moto Week e surpreendeu quem ainda não conhecia esse universo. Estamos vivendo semanas muito especiais, com o público entrando de verdade na atmosfera do velho oeste e no espírito do rock”, afirma Pedro Franco, CEO do Capital Moto Week. A experiência se completa com touro mecânico, tiro ao alvo e uma vila gastronômica que reúne operações já conhecidas do público do Moto Week, como Hellius BBQ, Reis do Tacho, Pastelaria do Beto e Dr. Dog, além de bares e lounges.

Sobre o Rock Saloon
Instalado em uma área arborizada de 8 mil m², o Rock Saloon oferece lounges, palco interno, mezanino VIP, cenografia temática e estacionamento gratuito para motos. A ambientação aposta em madeira, iluminação cênica e elementos que transportam o visitante para dentro de um dos espaços mais emblemáticos da Cidade da Moto. O Rock Saloon conta com patrocínio da Claro, Spaten e da Caixa, “Tem patrocínio CAIXA, tem Governo do Brasil”. O projeto tem a Spaten também como cerveja oficial e o apoio da Hplus. É realizado com recursos da Lei de Incentivo à Cultura do Distrito Federal. Os ingressos custam a partir de R$ 45 e estão disponíveis na BilheteriaDigital.com ou direto no local.

SERVIÇO
Rock Saloon Arena
Local: Bosque Arena Mané Garrincha (Brasília)
Funcionamento: 7 de maio a 14 de junho (quinta a domingo)
Horário: Quinta e Sexta das 18h às 2h, Sábado das 14h às 2h, Domingo das 14h às 00h
Ingressos: http://www.bilheteriadigital.com/rocksaloon
E-mail: imprensa@capitalmotoweek.com.br
Shows ao vivo | Gastronomia | Experiência temática | Contagem regressiva CMW 2026

Brasília elege seus melhores botecos no Comida di Buteco 2026  

Foto divulgação

Com petisco “Chambaril Doce”, Cuscuz Restaurante, do Taquari, conquista o primeiro lugar e representará Brasília na etapa nacional do concurso

O sabor nordestino conquistou o paladar do público e dos jurados no Comida di Buteco 2026 no Distrito Federal. O grande vencedor desta edição foi o Cuscuz Restaurante, localizado no Taquari, que levou o primeiro lugar com o petisco “Chambaril Doce”, garantindo ao bar o título de melhor buteco de Brasília em 2026 e a vaga para representar a capital na próxima etapa nacional do concurso em julho.

O anúncio aconteceu na noite deste domingo (25), durante a festa oficial de premiação realizada no Bosque Park Norte, reunindo participantes, organizadores, imprensa e apaixonados pela cultura dos botecos.

Entre os 34 bares participantes, cinco casas foram eleitas como os grandes destaques desta edição:

1º lugar — Cuscuz Restaurante, no Taquari 

Petisco vencedor: Chambaril doce (Disco de massa de batata-doce, recheado com queijo cheddar, catupiry, agrião e chambaril desfiado, servido com molho especial de casa e geleia de morango e abacaxi); 

2º lugar — 404 Brasas Bar & Espetaria, em Samambaia Norte 

Petisco vencedor: 3 Meninas (Massa de pastel aberta feita com alho-poró, recheada com funghi, finalizada com crispy de alho-poró. Acompanhada de pesto de salsa); 

3º lugar — Quintal da Vila, na Vila Planalto 

Petisco vencedor: Flor do Quintal (Cestinha de couve-flor recheada com carne de lata e alho-poró. Acompanha vinagrete de cajazinho do cerrado e maionese de hortelã. 

4º lugar — Embaixada do Piauí, na 313 Sul 

Petisco vencedor: Passaporte Piauiense (Pequenos pastéis de boteco recheados com diferentes partes do frango: coração, moela e peito desfiado com alho-poró e muçarela. Acompanhados de conserva de maxixe, pimenta-biquinho e maionese verde feita com agrião); 

5º lugar — Palorama, em Sobradinho II 

Petisco vencedor: Males que vêm para o bem (Bolinho de rabada, legumes e verdura. Empanado com farinha crocante).

À frente do Cuscuz Restaurante, Bruno Passos Correia celebrou emocionado a conquista e destacou a importância do festival para os pequenos negócios gastronômicos.

“Esse concurso salvou meu restaurante. Eu estava à beira da falência quando participei pela primeira vez. Fiquei em segundo lugar, depois em quarto, no ano passado em sexto e agora chegamos ao primeiro lugar. É uma emoção que eu não consigo explicar”, afirmou.

Segundo Bruno, o impacto dofestival vai muito além da premiação. Durante o período do concurso, o movimento do restaurante aumentou cerca de 50%, fortalecendo financeiramente o negócio e ampliando a visibilidade da casa.

“É um concurso que ajuda muita gente, muitos bares e restaurantes que às vezes não estão bem, como aconteceu comigo. Hoje a casa está cada dia melhor”, completou.

Criado para valorizar a cozinha raiz e os botecos familiares espalhados pelo país, o Comida di Buteco é um dos principais festivais gastronômicos do Brasil, movimentando bares, turismo e economia criativa em diversas cidades brasileiras. Em Brasília, o concurso já se tornou tradição ao revelar sabores, histórias e personagens que ajudam a construir a identidade gastronômica da capital.

Confira a lista dos botecos participantes no site do evento, o comidadibuteco.com.br/.

SERVIÇO: 

Premiação Comida di Buteco 2026(26/05) 

Patrocinadores em Brasília:  

Grupo Heineken com AMSTEL e FYS 
Santander/Getnet 
McCain 
Knorr 
Chandon 
Seara 
 
Apoiadores Institucionais:   

Germer 
Abrasel 
Neooh 
Promoção: Globo Bsb   

Redes

Facebook: /comidadibuteco  
Instagram: _comidadibuteco  
Twitter: @_comidadibuteco  
Site: www.comidadibuteco.com.br 

CALCINHA PRETA ABRE PROGRAMAÇÃO DE SÃO JOÃO DO SESC-DF COM SHOW GRATUITO EM CEILÂNDIA

Divulgação

Abertura do Sesc Tradições Juninas 2026 será nos dias 30 e 31 de maio e contará com comidas típicas, quadrilhas e show de um dos maiores grupos de forró do Brasil. 

O Sesc Tradições Juninas está chegando para esquentar de vez o clima de São João. O circuito, que vai passar por seis unidades da instituição, vai ter início nos dias 30 e 31 de maio, no Sesc de Ceilândia, com entrada gratuita. No domingo (31), a festa terá como atração o show da banda Calcinha Preta, um dos maiores nomes do forró no país.  

Além da atração musical de peso, a festa vai contar com comidas típicas, brincadeiras, apresentações de quadrilhas juninas, barraquinhas e artistas locais, valorizando a cultura popular nordestina e o clima tradicional das festas juninas.  

 Banda Calcinha Preta 

Criada em 1995, na cidade de Aracaju, a banda Calcinha Preta acumula números expressivos ao longo da carreira. O grupo já vendeu mais de 10 milhões de cópias, soma cerca de 1 bilhão de visualizações no YouTube e reúne aproximadamente 8 milhões de seguidores nas redes sociais.  

Mais atrações Musicais

Outras duas atrações já estão confirmadas para o Sesc Tradições Juninas em Ceilândia:  

  • DJ Eddy Alves vai levar o melhor da mistura do forró, sertanejo e o brega ao Sesc de Ceilândia.   
  • Galã do Piseiro tem ganhado cada vez mais destaque no cenário local do forró. Ficou famoso por agitar festas e “paredões” com um repertório animado de músicas como “Gelinho” e “A Lapada Dela”

 Ingressos gratuitos 

 Os ingressos serão gratuitos e começaram a ser distribuídos no 22 de maio. Será permitido um ingresso por CPF.  

Pontos oficiais de retirada 

* Sesc Ceilândia  

* Sesc Sede Administrativa ( SIA Trecho 04)  

* JK Shopping  

Dias e horários de atendimento 

– Unidades Sesc:  Segunda a sexta-feira (12h às 21h) ;  Sábados  (8h às 12h) 

– JK Shopping:  Segunda a sábado  (10h às 22h);  Domingos e feriados (14h às 20h) 

Confira o calendário do Sesc Tradições Juninas 

Após a abertura em Ceilândia, o circuito seguirá por outras cinco unidades do Sesc-DF:  

* 30 e 31 de maio — Ceilândia  

* 12 de junho — Taguatinga Sul  

* 20 de junho — Taguatinga Norte  

* 21 de junho — 504 Sul/W3  

* 26 de junho — Guará  

* 27 de junho — Gama  

Com programação espalhada por diferentes regiões administrativas, o circuito promete transformar os fins de semana de junho em uma grande celebração da cultura nordestina no Distrito Federal. 

Serviço:

Abertura do Circuito Sesc Tradições Juninas 2026

Data: 30 e 31 de maio 

Local: Sesc Ceilândia 

Horário: a partir das 16h às 22h 

Atrações Musicais confirmadas para o dia 31/05: DJ Eddy Alves, Galã do Piseiro e Calcinha Preta 

Natura amplia aposta no São João com foco na conexão cultural brasileira

Foto divulgação

Após liderar a lembrança de marca entre patrocinadores e alcançar 89% de satisfação nas ativações em Campina Grande no último ano, gigante de cosméticos amplia presença no circuito junino com foco em música, fortalecimento de portfólio e conexão regional

Não é de hoje que o São João assume um papel protagonista para a Natura. Além de uma ação sazonal, a companhia estruturou uma estratégia nacional que conecta cultura, música, experiência e beleza em torno de uma das manifestações populares mais relevantes do país. A aposta no território junino vem acompanhada de indicadores que reforçam a relevância da iniciativa para o negócio e para a construção de marca.

Dados de uma pesquisa da NielsenIQ realizada no último ano mostram que, durante o São João de Campina Grande, a Natura foi reconhecida como a marca de cosméticos mais lembrada pelas pessoas e também como a empresa que mais combinava com o evento. A ativação da companhia alcançou índice de satisfação de 89% entre o público, considerado o melhor desempenho da festa. Segundo o levantamento, a Natura saiu da quarta posição entre os patrocinadores mais lembrados no período pré-evento para a liderança isolada em lembrança de marca durante o festejo.

Para 2026, a estratégia acompanha o bom desempenho da gigante de cosméticos no ano anterior, somado à crescente popularização do São João no calendário sazonal do país. Com forte impacto econômico e cultural, a festa movimenta turismo, entretenimento e consumo em dezenas de cidades brasileiras e se consolidou como uma das principais datas do calendário popular nacional.

Nordeste no centro da estratégia

Para a Natura, o Nordeste ocupa papel central nessa construção. A companhia aposta na valorização das identidades regionais e no fortalecimento da conexão emocional com os consumidores locais, em um período marcado por encontros, tradição e celebração coletiva. 

Neste ano, a marca participará de eventos como o São João de Campina Grande (PB), Bumba Meu São João (MA), festas em Gravatá e Arcoverde (PE), além das celebrações em Santo Antônio de Jesus (BA), Fortaleza (CE), Recife (PE) e Salvador (BA), com o São João do cantor João Ggomes. “Nossa atuação foi desenhada para integrar diferentes frentes, incluindo  presença física em festas e ativações, campanhas digitais, experiências sensoriais e mobilização da rede de Consultoras e Consultores de Beleza. O objetivo é ampliar a relevância regional e consolidar a marca como uma das principais associadas ao universo do São João”, conta Júlia Ceschin, Head Global de Brand Experience da Natura e Avon.

Como parte dessa estratégia, a companhia prevê distribuir cerca de 1,4 milhão de amostras e miniaturas de produtos ao longo das ativações de brand experience, ações em lojas e iniciativas em diversas cidades no entorno dos festejos patrocinados, reforçando a aposta na experimentação como ferramenta de conexão com o consumidor durante o período junino.

Embora o Nordeste concentre o foco estratégico da operação, a Natura ampliou sua presença em festas juninas de diferentes regiões do país. A estratégia também contempla  a Festa Junina do Clube Pinheiros e o São João do João Gomes, em São Paulo, além da Festa Junina do PIC, em Minas Gerais. A expectativa é impactar aproximadamente 5 milhões de pessoas ao longo de todos os festejos, consolidando o São João como uma das principais plataformas de experiência da marca no calendário anual. 

Como parte desse movimento, a Natura também impulsiona iniciativas em aproximadamente 20 lojas com brindes especiais e uma agenda comercial robusta, com condições exclusivas em todos os canais de venda da marca.

Fortalecimento da categoria de perfumaria

Quando o assunto é portfólio, a perfumaria aparece como um dos principais territórios de comunicação da marca durante o período junino. A empresa busca transformar o ato de se perfumar em parte do ritual de preparação para a festa, associando fragrâncias a memórias afetivas e experiências ligadas ao São João. 

Para 2026, um dos principais destaques da companhia para as ativações será o Essencial Safran, lançamento recente da Natura inspirado na perfumaria árabe e desenvolvido a partir do encontro entre o açafrão — ingrediente conhecido como “ouro vermelho” da perfumaria oriental — e o ishpink, ativo da biodiversidade amazônica. A fragrância faz parte da estratégia da companhia de ampliar sua atuação no segmento de perfumaria premium e consolidar a plataforma de ingredientes árabes dentro da marca Essencial, movimento que acompanha o crescimento do interesse dos consumidores brasileiros por perfumes intensos e de alta fixação. 

A marca também levará para as ativações outros produtos estratégicos do portfólio de beleza. Um dos destaques será o retorno da linha Natura Tododia Maçã Caramelada, lançada pela companhia no último ano especialmente para o período de São João e que rapidamente se conectou ao imaginário afetivo da festa ao traduzir em fragrância elementos típicos da culinária junina. A estratégia ainda contempla ativações voltadas à maquiagem, com produtos das marcas Natura Una e Natura Faces, reforçando a intenção da companhia de ocupar diferentes etapas da jornada de preparação e retoque durante a festa.

Natura Musical como ativo de legitimidade cultural

A presença da Natura no São João está diretamente ancorada à atuação da marca no território da música. Parte importante dessa estratégia acontece por meio do Natura Musical, plataforma de incentivo à cultura criada há mais de duas décadas e que se consolidou como um dos principais projetos de fomento à música brasileira no país.

Mais do que associar a marca aos festejos juninos, a iniciativa busca construir uma relação contínua com a cultura brasileira e com os artistas que movimentam diferentes cenas regionais. No contexto do São João, a plataforma funciona como um elo entre tradição e brasilidade, aproximando a Natura de manifestações culturais que fazem parte da identidade nordestina e que tem ganhado escala em todo o país.

“Queremos garantir legitimidade e consistência à nossa atuação nesse território, indo além de uma presença pontual durante o período festivo. Por meio do Natura Musical, apoiamos projetos e experiências ligados à diversidade sonora característica do Brasil, contemplando desde o forró tradicional até novos movimentos e releituras contemporâneas do gênero”, afirma a executiva.

Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. Por 11 anos consecutivos é a companhia de melhor reputação do Brasil e mais responsável em ESG pelo ranking Merco. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura foi pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidadebrasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber, em 2014, a certificação de Empresa B pelo B Lab, organização que reconhece globalmente negócios que combinam a geração de lucro ao impacto socioambiental positivo. Com operações em 14 países na América Latina, os produtos da marca podem ser adquiridos através das mais de 3 milhões de consultoras na região, via e-commerce, aplicativo Natura, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br  ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedInFacebook e Instagram.

Sucesso de público leva Festival Brasil Sabor a prorrogar edição no Distrito Federal até 7 de junho

Foto divulgação

Brasília ainda tem mais alguns dias para saborear o circuito gastronômico do Festival Brasil Sabor 2026. Devido ao sucesso da edição deste ano e aos pedidos do público para que mais pessoas possam completar o Circuito Gourmet, a Abrasel-DF anunciou a prorrogação do festival no Distrito Federal até o dia 7 de junho.

Um dos grandes destaques desta edição foi justamente o Circuito Gourmet, ação promocional criada para incentivar o público a conhecer diferentes restaurantes participantes e explorar a diversidade gastronômica do festival. Para participar, basta baixar o aplicativo BONNAPP, disponível para Android e iOS, consultar os estabelecimentos participantes e registrar os consumos ao longo da experiência.

A dinâmica do circuito também inclui premiações especiais. A cada três restaurantes visitados, o participante ganha um jogo americano exclusivo, em edição limitada, assinado pelo artista brasiliense Augusto Corrêa. Já ao completar seis restaurantes no circuito, o consumidor recebe mais um jogo americano e ganha gratuitamente um prato do festival em um dos estabelecimentos já visitados.

“O retorno do público foi extremamente positivo. Muitas pessoas começaram o circuito e pediram mais tempo para conhecer outros restaurantes e experimentar novos menus. A prorrogação veio justamente para permitir que mais pessoas vivam essa experiência gastronômica”, destaca a organização do festival.

Com mais de 80 bares e restaurantes participantes, o evento movimenta diferentes regiões da capital com menus especiais criados exclusivamente para o festival. A proposta reúne entrada, prato principal e sobremesa em faixas de preços promocionais de R$ 59,90, R$ 79,90, R$ 99,90 e R$ 119,90, permitindo ao público explorar diferentes estilos de culinária e experiências gastronômicas.

Neste ano, o Brasil Sabor celebra 20 anos com o tema “A Seleção da Cozinha Brasileira”, convidando chefs e restaurantes a valorizarem ingredientes, tradições e releituras da gastronomia nacional. Em Brasília, o festival ganhou força nas últimas semanas com casas cheias, grande circulação de público e consumidores em busca de completar o chamado “circuito gourmet” pelos restaurantes participantes.

Além das refeições nos salões, muitos estabelecimentos também oferecem os menus nas modalidades delivery e take away, ampliando o acesso às experiências do festival.

Serviço: 
* Evento: 20º Festival Brasil Sabor 
* Data: prorrogado até 7 de junho de 2026. 
* @abrasel_df 
https://brasilsabor.com.br/
* Preços: Menus completos de R$ 59,90 a R$ 119,90. 
* Como participar do Circuito Gourmet: Baixe o app BONNAPP nas lojas de aplicativos. 
* Realização: Abrasel  

Dia do Hambúrguer e da Batata Frita: veja onde encontrar versões irresistíveis dos clássicos em Brasília

Foto divulgação

Com polpetone, costela desfiada até versão sem carne, Outback, Abbraccio e Aussie têm opções para todos os paladares

O hambúrguer virou sinônimo de versatilidade: está no delivery, no jantar casual e nos menus dos melhores restaurantes. No dia 28 de maio, data em que o mundo celebra um de seus pratos mais populares, Outback Steakhouse, Abbraccio e Aussie Chicken and more mostram que ele vai muito além do clássico de carne. E, em 30 de maio, também se comemora o Dia da Batata Frita. Como eles foram feitos um para o outro, confira onde comemorar as datas:

Costela, picanha e veggie: Outback vai do clássico ao inovador

Dentre os favoritos da Steakhouse, o Picanha Bloomin’ Burger é uma das opções inevitáveis. Com um burger de 200g 100% picanha, também conta com pétalas da famosa Bloomin’ Onion, bacon grelhado, molho agridoce e defumado, mix de queijos e finalizado com maionese defumada. 

Para os fãs da famosa costela, o Ribs Double Decker não fica de fora: com a suculenta costela desfiada, é servido com um burger de 200g, queijo e finalizado com um molho levemente picante. 

Tem opção para os vegerarianos também: o Aussie Plant Burger é 100% vegetal, com burguer e molho vegetal tipo Cheddar, alface, tomate, cebola e picles no pão tipo brioche.

E quando o assunto é batata frita, essa é a grande protagonista: as clássicas Aussie Cheese Fries do Outback são servidas com uma cobertura irresistível de mix de queijos e bacon. O toque final fica por conta do molho Ranch.

Quando o assunto é lanche, Aussie Chicken and More não economiza em sabor e tamanho!  

O Double Bacon Burger do Aussie, é composto de forma irresistível por carne bovina (com dois hambúrgueres), queijo tipo cheddar, maionese da casa e fatias de bacon caramelizado no pão tipo brioche.

O queridinho da galera, Smoked Honey Mustard Chicken, que leva peito de frango de cerca de 115g, empanado e crocante, servido com alface, tomate, picles, maionese defumada e molho Honey Mustard, no pão tipo brioche.

O melhor acompanhamento, é claro, são as Aussie Chips, que levam tempero especial, são levemente apimentadas e super crocantes. Acompanham, ainda, molho Aioli, trazendo ainda mais sabor. 

Jeito italiano de comer hambúrguer é especialidade do Abbraccio

O mini burguer di Polpettone é, definitivamente, a tradução italiana do clássico hambúrguer. A porção traz 5 mini-hambúrgueres de polpettone recheados com mozzarella, molho caesar, marinara e folhas frescas de baby rúcula. Acompanha molho marinara para mergulhar os burguers.