Ministério da Cultura e Grupo Bali apresentam o espetáculo “Livro-me” na Mostra Teatral de Brasília

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Solo com Fábio Lins celebra 20 anos de carreira e faz uma ode à leitura, com mais de 131 autores citados e múltiplas linguagens teatrais

Brasília recebe, no dia 6 de junho (sábado), às 20h, o aclamado espetáculo solo “Livro-me”, com o ator, diretor, escritor e comediante Fábio Lins. A apresentação integra a programação da Mostra Teatral de Brasília, no Teatro Brasília Shopping, e celebra duas décadas de trajetória do artista, que compartilha com o público sua grande paixão: os livros.

Com mais de 3.100 espectadores e 62 apresentações realizadas no Brasil e

em Portugal, “Livro-me” é um convite afetivo e poético ao universo da leitura. O espetáculo já passou por festivais literários, centros culturais, bibliotecas e teatros, incluindo a Festa Literária da Biblioteca Pública do Paraná, a Caixa Cultural de Curitiba, o Sesc Paraná, e uma bem-sucedida circulação internacional por Serpa, Beja e Lisboa, em Portugal.

Sinopse

Em “Livro-me”, o público acompanha a trajetória de Dalton, um jovem perdido em seus sentimentos, salvo de um linchamento por um livro. Seu salvador, Haroldo, apresenta o universo das letras ao rapaz, e sua antiga biblioteca se torna um refúgio.

Por meio das palavras lidas, Dalton revisita memórias marcantes da infância – como a morte de sua cachorra e as atitudes de seu pai – e encontra nos livros a chave para transitar entre a juventude e a maturidade, ressignificando sua própria história.

A peça mostra, de forma lúdica, a origem da escrita e o nascimento do livro, proporcionando um primeiro contato com autores brasileiros e estrangeiros de diversos períodos. Mais de 131 escritores são citados, entre eles: Jorge Amado, Jorge

Luis Borges, Carl Sagan, Cecília Meireles, Manoel de Barros, Eduardo Galeano, Marcia Tiburi, Leda Cartum, José Saramago e Millôr Fernandes.

Linguagens e diversidade teatral

O solo reúne uma diversidade de linguagens: teatro de sombras, teatro de máscaras, mímica, comédia, música e poesia slam, conduzindo os espectadores em uma jornada envolvente e poética.

“Livro-me” é, nas palavras do próprio artista,

“uma cutucada em leitores não ativos e um lembrete do grande privilégio que é saber ler”

Sobre Fábio Lins

Com 26 anos de carreira como ator e 20 como escritor, Fábio Lins já atuou em seis países e quatro festivais internacionais (Holanda, Angola, Portugal, Moçambique, Argentina e Colômbia). Foi premiado como melhor ator no Festival Nacional Curta

Teatro Sesi e como melhor roteiro de curta-metragem pelo programa Melhores em Cena (RPC). Tem dois livros publicados e, como professor e diretor de teatro, formou mais de 1.200 estudantes. Também é comediante e fundador do Espaço da Comédia e da Escola da Comédia, com projetos de inclusão e desenvolvimento pessoal.

Sobre a Mostra Teatral de Brasília

A Mostra Teatral de Brasília é produzida pela Estrella Cultura e Arte e traz uma programação diversificada no Teatro Brasília Shopping, com espetáculos adultos, infantis e juvenis. Com curadoria cuidadosa e ações de democratização cultural – incluindo ingressos gratuitos e acessíveis –, a iniciativa valoriza a arte, a formação de plateia e o impacto econômico, graças ao apoio essencial da Lei Rouanet.

Ficha técnica:

Concepção, roteiro e atuação: Fábio Lins

Trilha sonora original: Edith de Camargo

Serviço

Espetáculo: Livro-me, com Fábio Lins (www.youtube.com/watch?v=Eevj_

zWa0xc)

Local: Teatro Brasília Shopping (SCN, Q. 5, Bl. A – Térreo)

Data: 6 de junho (sábado), às 20h e às 21h30

Sessão extra: 7 de junho (domingo), às 19h

Ingressos: R$ 40 (inteira); e R$ 20 (meia), ingresso popular (20% da lotação); e R$

70 (inteira) e R$ 35 (meia), o restante

Bilheteria:

https://www.sympla.com.br/livro-me-por-fbio-lins-na-mostra-teatral-de-braslia

https://www.sympla.com.br/evento/livro-me-por-fabio-lins-na-mostra-teatral-de-brasilia-

Duração: 60 minutos

Classificação indicativa: 12 anos

Realização: Apresentado pelo Ministério da Cultura e Grupo Bali, via Lei Rouanet,

com patrocínio da Paulo Octávio Investimentos e apoio do Brasília Shopping.

Taguatinga completa 68 anos como símbolo de desenvolvimento econômico do Distrito Federal 

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Cidade que nasceu junto com a construção de Brasília abriga uma das histórias empresariais mais tradicionais do setor de aço e ferragens da capital 

No dia 5 de junho, Taguatinga celebra 68 anos de história. Fundada em 1958 para receber trabalhadores que chegavam à região para participar da construção de Brasília, a cidade se transformou ao longo das décadas em um dos principais pólos econômicos do Distrito Federal. Hoje, é a quarta maior região administrativa do DF e possui um dos comércios mais fortes e diversificados da região, concentrando empresas, serviços, indústrias e milhares de empregos.

O crescimento de Taguatinga acompanha a própria evolução de Brasília. O que começou como uma solução habitacional para trabalhadores tornou-se um centro urbano dinâmico, responsável por impulsionar a economia da região e atrair investimentos. Sua localização estratégica, infraestrutura consolidada e vocação comercial fizeram da cidade um dos motores do desenvolvimento do Distrito Federal.

Foi nesse ambiente de crescimento e oportunidades que nasceu a Pinheiro Ferragens. Fundada pela família Pinheiro em Taguatinga, a empresa surgiu em um momento em que a construção de Brasília demandava uma enorme quantidade de materiais para obras, infraestrutura e expansão urbana. Desde então, a trajetória da empresa passou a se confundir com a própria história de crescimento da cidade.

Para Janine Brito, CEO da Pinheiro Ferragens e presidente do Lide Mulher Brasília, a ligação da empresa com Taguatinga é parte fundamental da identidade do negócio. “A Pinheiro nasceu em Taguatinga em um momento de intensa transformação da região. A cidade cresceu, se desenvolveu e se tornou uma referência econômica para o Distrito Federal, e nós tivemos o privilégio de acompanhar essa evolução ao longo de décadas”, afirma.

Segundo ela, a cidade foi determinante para a consolidação da empresa. “Taguatinga sempre teve uma vocação empreendedora muito forte. Aqui surgiram negócios que ajudaram a construir Brasília e a movimentar a economia local. A Pinheiro faz parte dessa história e tem orgulho de ter contribuído para o desenvolvimento da cidade e de toda a região”, destaca.

Ao longo de mais de seis décadas, a empresa acompanhou diferentes ciclos de expansão urbana, fornecendo materiais para obras residenciais, comerciais e industriais. O crescimento da construção civil no Distrito Federal caminhou lado a lado com a expansão da Pinheiro, que hoje integra o Grupo Pinheiro de Brito e mantém sua atuação como uma das referências do setor de aço e ferragens na região.

Aos 68 anos, Taguatinga segue desempenhando papel estratégico para a economia do Distrito Federal. E, assim como a cidade, empresas que nasceram em seu território continuam contribuindo para o desenvolvimento da capital, mantendo viva uma história construída com trabalho, crescimento e visão de futuro.

Sobre a Pinheiro Ferragens – Fundada em 1960, a empresa nasceu com o objetivo de comercializar aço para a construção civil. De base familiar e pioneira na capital, foi responsável por oferecer grande parte dos materiais para a construção de Brasília. Atualmente, a empresa trabalha com um mix de mais de dois mil produtos comercializados e industrializados. Localizada no Setor de Indústrias de Brasília e Taguatinga, a loja possui moderna estrutura e serviços diferenciados. 

Assista os vídeos institucionais da Pinheiro Ferragens: 

SERVIÇO:

Pinheiro SIA

Telefone: (61) 3012-8181

SIA Trecho 2/3 em frente ao SEBRAE

Pinheiro Taguatinga

Telefone: (61) 3354-8181

QI 11 Lotes 2/26 Taguatinga/DF

Embaixada da Itália celebra 80 anos da República Italiana em Brasília

Ricardo Jayme | Vila Films

Celebração reuniu autoridades, diplomatas, empresários e representantes da comunidade ítalo-brasileira para marcar as oito décadas da República Italiana

O Embaixador da Itália no Brasil, Alessandro Cortese, sediou nesta terça-feira, em Brasília, a celebração oficial da Festa da República Italiana, na cornice da belíssima Embaixada italiana, construída pelo grande arquiteto Pier Luigi Nervi e recentemente restaurada após dois anos e meio de obras.
 

Neste ano, a celebração teve um significado especial, pois marcou os 80 anos da proclamação da República, ocorrida em 2 de junho de 1946, quando os italianos optaram pela adoção da República. A consulta entrou para a história por registrar, pela primeira vez, a participação das mulheres no processo eleitoral nacional.
 

Cerca de mil pessoas, entre autoridades, integrantes do corpo diplomático, empresários, representantes da comunidade ítalo-brasileira, jornalistas e convidados especiais, estiveram presentes no evento.

Em seu discurso, o Embaixador destacou a relevância histórica da data e a solidez das relações entre Itália e Brasil, ressaltando as iniciativas conjuntas dos últimos anos, fruto de uma cooperação construída ao longo do tempo e baseada em sólidas relações diplomáticas em todos os setores.
 

O Embaixador destacou também as muitas atividades organizadas pela Embaixada nos últimos doze meses nas áreas comercial, cultural, científica e na promoção da língua italiana. “Vivemos doze meses extremamente ricos em acontecimentos e estou feliz em poder afirmar que as relações entre Itália e Brasil estão hoje ainda mais fortalecidas”,afirmou.
 

A Festa Nacional evidenciou aspectos da cultura e da identidade italiana, com destaque para a gastronomia, a valorização das tradições e as exposições de marcas renomadas, que projetam a Itália internacionalmente como referência em patrimônio cultural, criatividade, design e qualidade de vida.

Comemorada anualmente na Itália e ao redor do mundo, a Festa da República simboliza os princípios democráticos que orientam a República Italiana e reafirma a presença do país na comunidade internacional. Em Brasília, a celebração consolidou-se, mais uma vez, como um dos principais encontros diplomáticos do calendário oficial da capital federal.

Circuito das Estações Inverno movimenta Brasília em manhã de esporte e conquista

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O Governo Federal, por meio do Ministério do Esporte via Lei de Incentivo ao Esporte, apresenta: Circuito das Estações Brasília

A cidade de Brasília, reconhecida por sua arquitetura icônica, amplos espaços urbanos e forte conexão com a prática esportiva, será palco de mais uma etapa do Circuito das Estações. No dia 28 de junho, será realizada a etapa Inverno, que propõe aos corredores um novo desafio: manter o ritmo, fortalecer o corpo e a mente e seguir firme na construção da própria jornada na corrida. Com percursos de 5 km, 10 km e 15 km, a prova reunirá atletas de diferentes níveis em um cenário que une esporte, superação e alguns dos cartões-postais mais emblemáticos do país. Na Esplanada dos Ministérios, o evento proporciona uma experiência que vai além da corrida, incentivando saúde, bem-estar e a ocupação ativa dos espaços urbanos da capital federal. 

Com o mote “Escreva Sua História”, a edição 2026 reforça a proposta de que cada etapa representa um momento único na trajetória do corredor. A etapa Inverno é o período da consistência, aquele em que a disciplina fala mais alto, os desafios se intensificam e a superação se torna protagonista. É o momento de provar resiliência, enfrentar o frio e seguir em frente, mesmo quando o caminho exige mais. As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas no site: www.circuitodasestacoes.com.br/brasilia/inverno 

Desde 2006, o Circuito das Estações se consolidou como uma das maiores plataformas de corrida de rua do mundo, com presença em cinco países, 32 cidades e mais de 10 milhões de participantes ao longo de sua história. Mais do que uma sequência de provas, o circuito representa um estilo de vida que inspira pessoas a se movimentarem, cuidarem da saúde e se desafiarem constantemente. 

Sobre o Circuito das Estações – Cada uma das quatro etapas:  Outono, Inverno, Primavera e Verão, representa um momento simbólico dentro da jornada do corredor. O Outono é o ponto de partida; o Inverno, o período de força e disciplina; a Primavera, a renovação; e o Verão, a celebração. Quem completa as quatro provas conquista a tradicional mandala, formada pela união das medalhas sazonais, um dos símbolos mais reconhecidos do evento, que consagra constância, foco e dedicação. 

Serviço:  
Circuito das Estações Inverno – Brasília 
Data: 28/06/2026 
Local: Esplanada do Ministérios – (Eixo Monumental, Zona Cívico Administrativa, Brasília) 
Distâncias: 5km,10km e 15km 
Horário da largada: 7h 
Valor do Kit: consulte opções no site 
Retirada do Kit: Dias 26 e 27 de maio, a partir das 10h, na Decathlon – Venâncio Shopping – Asa Sul, Brasília – DF
Patrocinador: Caixa, Tokio Marine Seguradora, Elo, Oncoclínicas 
Apoio: Decathlon, Peta 
Organizador: Tática Marketing Esportivo 
Comercializadora: Norte Marketing Esportivo 
Site oficial: www.circuitodasestacoes.com.br/brasilia/inverno 

Às vésperas do Dia Mundial do Meio Ambiente, Brasil ultrapassa 160 mil denúncias por crimes ligados à fauna, flora e poluição

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Em meio ao Junho Verde, dados recentes do Escavador mostram o contraste entre a agenda climática e o cumprimento das regras ambientais incorporadas às atividades econômicas.    

Quase dois anos após o ‘marco regulatório’ do mercado de carbono no Brasil, Lei Nº 15.042, de 2024, o país dá sinais de uma recessão histórica ambiental. Segundo um relatório divulgado pelo Escavador na última quinta-feira, 28, os processos relacionados à poluição cresceram 66% de 2024 para 2025. 

A análise do Escavador revelou um salto na quantidade de processos: de 9,8 mil denúncias no ano de 2023, a oscilação rendeu 10,9 mil ações em 2024, até alcançar o patamar de 18 mil processos em 2025. No período total analisado, a variação cresceu 86%, totalizando 41 mil denúncias entre os anos de 2023 e 2026.  

Apesar dos esforços para amenizar as mudanças climáticas e reduzir poluentes, através do “Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa” (SBCE), a contaminação vai além das toneladas de CO2 e se ramifica em outras vertentes. A última apuração do Escavador destacou categorias como poluição da água, fauna aquática, descarte de resíduos, mineração ilegal, ‘posse, uso ou tráfico’ de substâncias tóxicas, degradação por radiação, além de estabelecimentos, obras ou serviços potencialmente poluidores. 

“Existe um contraste entre a agenda climática do país e o que aparece na prática. O mercado de carbono foca principalmente na redução de gases de efeito estufa, mas os problemas ambientais são mais amplos, envolvendo desde mineração ilegal até poluição e danos à fauna aquática. O aumento de 66% nesses processos mostra que ainda há um longo caminho até que o cumprimento das regras ambientais esteja de fato incorporado às atividades econômicas”, destaca Dalila Pinheiro, Coordenadora Jurídica e DPO da plataforma Escavador. 

No recorte por estados, Minas Gerais lidera o ranking nacional acumulando 11 mil processos relacionados à poluição. Em seguida, aparecem Rio Grande do Sul (6 mil), Santa Catarina (4 mil) e São Paulo (3 mil). Estados da Amazônia Legal, como Pará (1,9 mil), Roraima (1,2 mil), Mato Grosso (1,1 mil) e Rondônia (673), também figuram entre os principais volumes processuais. “Isso reflete a pressão ambiental em regiões de expansão mineral, agropecuária e de exploração irregular”, explica. 

Crimes contra a fauna e flora ganham relevância; veja a análise de 2023 a 2026

Somados às preocupações com a contaminação do ar e das águas, os crimes contra a fauna e a flora brasileiras também mantiveram os patamares elevados nos últimos anos. No total, 122 mil inquéritos envolvendo ambas as categorias foram contabilizados entre 2023 e 2026, no Brasil. 

O levantamento do Escavador identificou mais de 67 mil processos ligados a crimes contra a flora. Entre as principais queixas estão destruição, degradação ambiental, queimadas e incêndios florestais, desmatamento associado à exploração econômica irregular, além da extração ilegal de madeira e mineração clandestina em áreas de floresta. Também foram identificados processos envolvendo comércio ou posse de produtos oriundos de exploração ilegal de madeira.

Os primeiros meses de 2026, contudo, apresentaram retração nos registros. Entre janeiro e maio deste ano, a plataforma contabilizou 5,9 mil processos relacionados à flora, com destaque para março, que concentrou 1,8 mil ações. Em maio, o número caiu para apenas 300 registros, o menor índice mensal do período analisado.

O estado de São Paulo lidera o ranking nacional de crimes contra a flora, com 15 mil processos acumulados, seguido por Minas Gerais (13,9 mil), Santa Catarina (7,9 mil) e Rondônia (3,9 mil). “Os crimes contra a flora estão ligados à pressão sobre os biomas. Queimadas, desmatamento e exploração ilegal impactam principalmente as áreas de vegetação nativa e regiões de preservação ambiental, indicando que a degradação continua avançando mesmo diante do aumento das discussões sobre sustentabilidade, mercado de carbono e iniciativas verdes”, explica. 

Sudeste do país encabeça “crimes contra a fauna”; veja os números

Além dos impactos sobre a vegetação nativa, os dados do Escavador ainda revelam o avanço de infrações relacionadas à fauna brasileira, especialmente em casos ligados à caça ilegal, tráfico de animais silvestres, importação irregular de espécies controladas, pesca ilegal, maus-tratos e degradação dos ecossistemas aquáticos.

A análise, entre os anos de 2023 e 2026, mostrou que os “crimes contra a fauna” já ultrapassam os 55 mil processos no país, passando de 16,6 mil ações para 17,9 mil registros no último ano. Os processos envolvendo a fauna aquática, afetada pela poluição, descarte de resíduos e degradação da água, aparecem entre os principais enfoques das investigações ambientais. 

Entre as federações, São Paulo novamente lidera o ranking, com 14,8 mil denúncias ligadas a crimes contra a fauna, seguido por Minas Gerais (10,8 mil), Santa Catarina (5,1 mil) e Rio Grande do Sul (3,4 mil). O Rio de Janeiro aparece logo atrás, com 2,7 mil ações. “Os dados indicam que há uma persistência de judicialização ambiental em diferentes frentes, como poluição, flora e fauna. Na prática, isso significa que os mecanismos de controle ainda enfrentam dificuldades para reduzir as práticas de degradação ambiental”, conclui Dalila.

Confira a lista de denúncias por ‘poluição’ nos estados (2023 a 2026)

Minas Gerais (MG) – 11.062

Rio Grande do Sul (RS) – 6.382

Santa Catarina (SC) – 4.516

São Paulo (SP) – 3.691

Pará (PA) – 1.934

Paraná (PR) – 1.882

Roraima (RR) – 1.270

Mato Grosso (MT) – 1.128

Bahia (BA) – 1.026

Ceará (CE) – 935

Rio de Janeiro (RJ) – 888

Goiás (GO) – 882

Espírito Santo (ES) – 828

Amazonas (AM) – 811

Rondônia (RO) – 673

Maranhão (MA) – 617

Tocantins (TO) – 540

Mato Grosso do Sul (MS) – 484

Paraíba (PB) – 452

Amapá (AP) – 443

Rio Grande do Norte (RN) – 248

Alagoas (AL) – 225

Pernambuco (PE) – 224

Sergipe (SE) – 175

Acre (AC) – 91

Distrito Federal (DF) – 83

Piauí (PI) – 68

Confira a lista de ‘crimes contra a flora’ nos estados (2023 a 2026)

São Paulo (SP) – 15.160

Minas Gerais (MG) – 13.956

Santa Catarina (SC) – 7.971

Rondônia (RO) – 3.922

Amazonas (AM) – 3.520

Paraná (PR) – 3.493

Mato Grosso (MT) – 3.080

Pará (PA) – 2.996

Rio Grande do Sul (RS) – 1.507

Espírito Santo (ES) – 1.328

Goiás (GO) – 1.297

Tocantins (TO) – 1.261

Acre (AC) – 1.097

Roraima (RR) – 998

Ceará (CE) – 840

Maranhão (MA) – 823

Rio de Janeiro (RJ) – 722

Mato Grosso do Sul (MS) – 659

Bahia (BA) – 544

Amapá (AP) – 432

Alagoas (AL) – 248

Pernambuco (PE) – 244

Piauí (PI) – 233

Rio Grande do Norte (RN) – 188

Distrito Federal (DF) – 185

Confira a lista de ‘crimes contra a fauna’ nos estados (2023 a 2026)

São Paulo (SP) – 14.839

Minas Gerais (MG) – 10.836

Santa Catarina (SC) – 5.120

Rio Grande do Sul (RS) – 3.482

Rio de Janeiro (RJ) – 2.749

Paraná (PR) – 2.436

Rio Grande do Norte (RN) – 2.122

Pernambuco (PE) – 1.420

Pará (PA) – 1.180

Goiás (GO) – 1.103

Distrito Federal (DF) – 1.096

Ceará (CE) – 1.071

Amazonas (AM) – 958

Tocantins (TO) – 947

Alagoas (AL) – 874

Paraíba (PB) – 785

Bahia (BA) – 770

Espírito Santo (ES) – 652

Sergipe (SE) – 549

Mato Grosso (MT) – 507

Piauí (PI) – 423

Maranhão (MA) – 329

Amapá (AP) – 329

Rondônia (RO) – 248

Roraima (RR) – 217

Mato Grosso do Sul (MS) – 208

Acre (AC) – 187

Universidades brasileiras perdem espaço no mundo e acendem alerta sobre o futuro da inovação no país

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Queda de 87% das instituições nacionais no ranking CWUR 2026 expõe desafios históricos de financiamento, retenção de pesquisadores e competitividade científica

O Brasil registrou um dos piores desempenhos entre os grandes sistemas de ensino superior do mundo no ranking Global 2000 de 2026, divulgado nesta semana pelo Centro para Rankings Universitários Mundiais (CWUR). Das 52 universidades brasileiras avaliadas, 45 perderam posições em relação ao ano anterior, o equivalente a 87% das instituições do país presentes na lista. Apenas cinco avançaram e duas permaneceram estáveis.

A deterioração ocorre em um momento de forte competição internacional por pesquisa, inovação e formação de talentos. Enquanto universidades brasileiras recuam, países como a China, a Coreia do Sul e Singapura ampliam investimentos em ciência, tecnologia e desenvolvimento acadêmico, consolidando posições cada vez mais relevantes nos rankings globais.

Para Tiago Zanolla, especialista em educação e carreira e fundador da UFEM Educacional, o maior ecossistema de educação digital da América Latina, a queda das universidades brasileiras no ranking global não representa uma surpresa, mas a consequência de anos de perda de competitividade acadêmica, redução da atratividade da carreira científica e baixo alinhamento entre universidade, pesquisa e desenvolvimento econômico.

“O ranking apenas tornou visível algo que já vinha acontecendo há muito tempo. O Brasil perdeu competitividade científica porque investiu menos, valorizou menos a carreira acadêmica e deixou de tratar a universidade como um ativo estratégico para o desenvolvimento nacional”, afirma.

O levantamento do CWUR analisou mais de 21 mil instituições de ensino superior e selecionou as 2.000 melhores do mundo. Entre os critérios avaliados estão a empregabilidade dos ex-alunos, qualidade do corpo docente, desempenho acadêmico e, principalmente, produção científica. A pesquisa responde sozinha por 40% da nota final, incluindo volume de publicações, relevância dos periódicos e número de citações recebidas pelos estudos desenvolvidos pelas universidades.

Foi justamente nesse quesito que o Brasil apresentou os maiores recuos. A Universidade de São Paulo, principal instituição do país, caiu para a 119ª posição global. A Universidade Federal do Rio de Janeiro perdeu 15 posições, ficando em 346º lugar, enquanto a Universidade Estadual de Campinas recuou dez posições e passou a ocupar a 379ª colocação.

Financiamento e fuga de talentos

A explicação apresentada pelo próprio CWUR aponta para uma combinação de fatores ligados à capacidade de financiamento e retenção de pesquisadores. “O declínio das universidades brasileiras reflete anos de financiamento inadequado e a desvalorização da ciência e da educação como bens públicos”, afirmou Nadim Mahassen, presidente da entidade responsável pelo ranking.

Na avaliação de Zanolla, a carreira acadêmica perdeu atratividade justamente quando a economia global passou a disputar profissionais altamente qualificados. “Hoje existe uma concorrência mundial por cérebros. Universidades e centros de pesquisa de diversos países oferecem infraestrutura, remuneração e condições de trabalho muito superiores. Quando o pesquisador brasileiro encontra mais oportunidades fora do país, o sistema inteiro perde capacidade de produzir conhecimento”, afirma.

O avanço asiático e o contraste com o Brasil

O contraste mais evidente aparece na China. Segundo o CWUR, 98% das universidades chinesas presentes no ranking melhoraram suas posições em 2026. O país já possui 360 instituições entre as 2.000 melhores do mundo, superando inclusive os Estados Unidos em número de universidades representadas. A Universidade Tsinghua alcançou a 36ª posição global.

O avanço não é recente. Nas últimas duas décadas, o governo chinês implementou programas bilionários para transformar universidades em polos de pesquisa aplicada, aproximando a produção científica das demandas da indústria, da tecnologia e da inovação.

Para Zanolla, a diferença está menos na quantidade de instituições e mais na estratégia adotada.

“Enquanto países asiáticos fortaleceram a pesquisa e criaram mecanismos para conectar universidade e setor produtivo, o Brasil ficou preso a debates internos e perdeu velocidade em temas essenciais para a competitividade global.”

A universidade diante das novas exigências do mercado

Outro aspecto apontado pelo educador é a necessidade de reposicionar o papel das universidades em um cenário marcado por inteligência artificial, automação e mudanças aceleradas no mercado de trabalho.

Segundo o relatório Future of Jobs 2025, do World Economic Forum, cerca de 39% das habilidades atualmente exigidas pelos empregadores deverão mudar até 2030. O estudo aponta que a capacidade de adaptação, o pensamento analítico e o domínio tecnológico estão entre as competências mais valorizadas pelas empresas.

Para Zanolla, universidades que conseguirem integrar pesquisa, inovação e empregabilidade terão maior capacidade de recuperar relevância internacional.

“O problema não é apenas a posição em um ranking. O que está em jogo é a capacidade do Brasil de produzir conhecimento, gerar inovação e formar profissionais preparados para competir globalmente. Os países que lideram a economia do conhecimento tratam suas universidades como motores de desenvolvimento. O Brasil precisa voltar a enxergar a educação superior dessa forma.”

Apesar da queda generalizada, o país ainda mantém a liderança acadêmica na América Latina, ocupando as dez primeiras posições regionais do ranking. O resultado, contudo, reforça um alerta que especialistas vêm fazendo há anos: sem investimento consistente em pesquisa, valorização da carreira científica e integração com os setores produtivos, a distância entre o Brasil e os principais polos globais de conhecimento tende a aumentar.

Sobre Tiago Zanolla

Tiago Zanolla é professor especializado em concursos públicos, com mais de 15 anos de experiência, mais de 2.000 aulas produzidas e mais de 2 milhões de alunos impactados ao longo da carreira. É referência nacional no ensino jurídico e administrativo para concursos de Tribunais, Ministério Público, carreiras policiais e órgãos federais, além de professor e coordenador de conteúdo na Estratégia Concursos.

Engenheiro de produção por formação, criou o sistema SER, Seleção do Conteúdo Essencialmente Relevante, metodologia baseada em dados aplicada à preparação para concursos. É autor do livro Ética no Serviço Público uma visão moderna, palestrante em inovação educacional e fundador da UFEM Educacional, edtech com mais de 3000 cursos no portfólio.

Para mais informações, acesse o site, instagramou pelo canal do youtube.

Sugestão de fonte: clique aqui

Sobre a UFEM Educacional

A UFEM Educacional é um hub de educação 100% digital que conecta estudantes a instituições de ensino reconhecidas pelo Ministério da Educação. Atua como marketplace educacional, oferecendo graduação acelerada, pós-graduação, cursos técnicos, cursos livres, EJA, mestrado e doutorado na modalidade EAD.

Com mais de 210 mil alunos na rede de ensino, a UFEM organiza o acesso à formação superior por meio de tecnologia, inteligência de dados e parcerias estratégicas com faculdades credenciadas, responsáveis pela emissão de diplomas e certificados registrados e verificáveis. O modelo reduz burocracia, encurta o tempo até o diploma e amplia o acesso ao ensino superior com conformidade regulatória e foco nas demandas do mercado de trabalho.

Para saber mais, acesse o site ou pelo instagram.

Fontes de pesquisa

Fórum Econômico Mundial

Terraço Shopping transforma o Dia dos Namorados em uma experiência para brindar o amor

Fotos de divulgação

Campanha une vinho de presente, degustação guiada, rolha free nos restaurantes e música ao vivo para celebrar a data mais romântica do ano

O amor pede pausa. Pede presença. Pede uma boa conversa, um jantar especial e um brinde aos momentos que realmente importam.

Pensando nisso, o Terraço Shopping preparou uma programação inspirada no universo dos vinhos para celebrar o Dia dos Namorados. A escolha do vinho como protagonista da campanha ganha ainda mais significado neste ano. Além de ser um símbolo tradicional de celebração e encontro, o período antecede o Dia do Vinho, comemorado em 7 de junho, criando o cenário perfeito para uma programação que convida o público a descobrir novos sabores, brindar bons momentos e celebrar o amor.

De 1º a 14 de junho, a cada R$ 400 em compras nas lojas participantes, o cliente ganha um vinho Miolo Seleção, podendo escolher entre os rótulos Cabernet Sauvignon ou Chardonnay. Produzidos pela Miolo, uma das vinícolas brasileiras mais reconhecidas e premiadas do país, os rótulos foram escolhidos para proporcionar uma experiência especial aos clientes durante a campanha. O cadastro das notas fiscais é realizado pelo aplicativo do shopping, enquanto durarem os estoques.

A programação especial começa no dia 6 de junho com o Terraço Wine Experience, uma noite dedicada aos apreciadores de vinho. A experiência contará com Wine Talk conduzido por sommelier, degustação guiada dos rótulos da campanha, harmonização com queijos e apresentação musical acústica, criando um ambiente perfeito para quem deseja mergulhar no universo dos vinhos.

Entre os dias 7 e 11 de junho, os restaurantes participantes do Gourmet Center oferecem rolha free, permitindo que os clientes levem seu vinho favorito para acompanhar o jantar. A ação é válida para uma garrafa por mesa, mediante consumo de prato principal nos restaurantes participantes.

E para tornar a celebração ainda mais especial, no dia 12 de junho, a Praça Central receberá uma apresentação de piano ao vivo com músico da PRO Produções, criando uma atmosfera romântica e acolhedora para os casais que escolherem o Terraço Shopping para comemorar a data.

Mais do que uma campanha promocional, a proposta é transformar o Dia dos Namorados em uma experiência completa, onde cada detalhe convida o público a desacelerar, celebrar os encontros e brindar o amor.

SERVIÇO

Promoção Dia dos Namorados – Terraço Shopping

Período: 1º a 14 de junho

Mecânica: A cada R$ 400 em compras, ganhe 1 vinho Miolo Seleção

Opções de brinde:

• Miolo Seleção Cabernet Sauvignon

• Miolo Seleção Chardonnay

Cadastro das notas fiscais pelo aplicativo do Terraço Shopping

Limitado a 1 brinde por CPF, enquanto durarem os estoques. Promoção destinada a maiores de 18 anos. Confira o regulamento em terracoshopping.com.br. Se beber, não dirija. Beba com moderação.

Terraço Wine Experience

Data: 06 de junho

Horário: 19h às 21h

Local: Praça Central

Programação:

• 19h às 20h – Wine Talk com sommelier, degustação guiada e harmonização

• 20h às 21h – Apresentação acústica com Ellas Tocam Duo

Inscrições gratuitas pelo aplicativo do Terraço Shopping

Vagas limitadas

Rolha Free

Benefício: 1 garrafa por mesa mediante consumo de prato principal nos restaurantes participantes do Gourmet Center

Período: 07 a 11 de junho

Ministério da Cultura e Petrobras apresentam #ConectaMuN

Foto divulgação

Projeto transforma acervo do Museu Nacional da República em patrimônio digital acessível 

Com patrocínio da Petrobras, projeto reúne plataforma digital gratuita, exposição presencial, catálogo e ações educativas e de acessibilidade

Obras de nomes importantes da arte brasileira, que hoje estão concentradas no acervo do Museu Nacional da República, passam a ganhar acesso ampliado com o projeto #ConectaMuN. A iniciativa aposta na digitalização e na difusão desse conjunto artístico, criando uma plataforma digital gratuita que conecta o público ao acervo de forma inédita.

Realizado em Brasília com patrocínio da Petrobras, o projeto foi selecionado pelo Programa Petrobras Cultural – Novos Eixos, entre mais de 8 mil propostas de todo o país. A proposta é ampliar o acesso ao patrimônio artístico, aproximando diferentes públicos do acervo do Museu por meio de ferramentas digitais e ações presenciais.

Entre as ações do #ConectaMuN está a realização de exposição com obras do acervo, prevista para acontecer entre os dias 20 de junho e 19 de julho de 2026 no Museu Nacional da República, com entrada gratuita. A programação inclui ainda a criação de um portal que reunirá, pela primeira vez, a totalidade do acervo em formato digital, além de um catálogo digital e impresso, roda de conversa com os profissionais envolvidos no projeto e jogo educativo em formato de RPG, voltado a estudantes da rede pública do Distrito Federal. 

O projeto realiza o processo de digitalização das peças, além do redimensionamento de obras em formato de vídeo, visando o amplo acesso e o alcance de novos públicos.

O #ConectaMuN também vai dedicar-se à acessibilidade, garantindo que o acervo digital esteja disponível a públicos diversos. Todas as obras disponibilizadas na plataforma contarão com recursos como audiodescrição, tradução em Libras (com janela) e legendagem no caso dos conteúdos em vídeo, ampliando o acesso de pessoas com deficiência ao patrimônio artístico do Museu.

De acordo com a coordenadora geral do projeto, Taís Castro, a digitalização das obras constitui um patrimônio digital público. “O Museu Nacional tem um acervo potente, com produções de artistas importantes para a arte brasileira. Sua disponibilização em ambiente digital permite que esse acervo seja acessado independente do lugar, do tempo e por qualquer pessoa, possibilitando o acesso democrático às obras”, afirma.

Taís destaca ainda que o projeto dialoga com um público amplo e diverso. “Com a difusão do acervo, a ideia é alcançar pesquisadores, professores, estudantes, curadores, artistas, turistas, entre outros públicos, além de pessoas que não costumam frequentar o museu, contribuindo para a formação de novos públicos”, ressalta.

A expectativa é que o contato com as obras em formato digital desperte o interesse e a curiosidade do público, ampliando o conhecimento, a inclusão cultural, a diversidade e o sentimento de pertencimento, já que o acervo reúne majoritariamente obras de artistas brasileiros, com presença representativa de artistas brasilienses.

Entre os artistas presentes no acervo destacam-se Anita Malfatti, Cândido Portinari, Di Cavalcanti, Volpi, Amilcar de Castro, Cícero Dias, Iracema Barbosa, Antônio Oba, Lúcia Laguna, Adriana Vignoli, Marcelo Solá, Raquel Nava, Cildo Meireles e Karin Lambrecht.

O #ConectaMuN vem sendo executado ao longo de de 2026 e inclui  exposição presencial, projeção mapeada na cúpula externa do Museu, catálogo com as obras do acervo, jogo educativo e roda de conversa, consolidando o Museu como espaço ativo de preservação digital, difusão cultural e produção de conhecimento.

Projeto #ConectaMun

Mais informações: www.conectamun.com.br

Redes: @conectamun.arte

Coffee Brasília traz programação com experiências, degustações, negócios, workshops e impacto social neste feriadão

Foto divulgação

Evento gratuito acontece entre os dias 4 e 7 de junho no CasaPark

O aroma do café especial volta a ocupar o centro das atenções em Brasília com a 5ª edição do Coffee Brasília, que será realizada de 4 a 7 de junho de 2026, no Shopping CasaPark. Com entrada gratuita e programação voltada para negócios, experiências sensoriais, sustentabilidade e protagonismo feminino, o evento deste ano traz como tema “Café por Elas“, reforçando a presença das mulheres em diferentes etapas da cadeia produtiva cafeeira.

Ao longo de quatro dias, o público poderá circular entre expositores, oficinas, palestras, debates, campeonatos de baristas e experiências gastronômicas, consolidando o festival como um dos principais encontros do setor no Centro-Oeste. A expectativa da organização é repetir o sucesso das edições anteriores, que já receberam quase 100 mil visitantes.

Para a sócia-organizadora Nahyara Vieira Alves, o Coffee Brasília ultrapassou há muito tempo o conceito tradicional de feira gastronômica e se consolidou como uma plataforma de desenvolvimento econômico, inovação e impacto positivo. “O Coffee Brasília nasceu para valorizar o café brasileiro e criar oportunidades reais para toda a cadeia produtiva. Hoje, o evento conecta produtores, empreendedores, marcas e consumidores em um ambiente que une tradição, inovação e impacto social positivo”, afirma.

Sustentabilidade que gera transformação

Depois de uma edição de 2025 marcada por ações voltadas à agenda ambiental, o Coffee Brasília amplia sua visão sobre ESG em 2026 e passa a concentrar esforços principalmente na dimensão social da sustentabilidade.

Segundo Nahyara, a experiência dos últimos anos mostrou que a sustentabilidade vai além de práticas ecológicas e precisa estar conectada às pessoas.

“Na edição de 2025 focamos bastante na parte ambiental do ESG, mas aprendemos que a sustentabilidade no Coffee Brasília precisa fazer sentido emocional também. É sobre integrar fornecedores locais, valorizar a economia da cidade e transformar cada detalhe em uma experiência responsável”, destaca.

Mesmo sem a tradicional distribuição de mudas de café realizada em edições anteriores, o evento manterá iniciativas ambientais já consolidadas, como a coleta seletiva realizada em parceria com o CasaPark e ações voltadas ao consumo consciente.

Para a organizadora, o modelo adotado pelo festival já inspira outras iniciativas.

“Hoje, o Coffee Brasília é um case replicável, que inspira outros eventos a seguirem o mesmo caminho: o de unir propósito, comunidade e sustentabilidade”, completa.

Café como ferramenta de inclusão

O principal destaque da agenda ESG deste ano será a parceria entre Coffee Brasília, Instituto Seaproximemais e Talk’afe, iniciativa que transforma o universo do café em ferramenta de inclusão social, capacitação profissional e geração de renda. A ação prevê a formatura de 20 alunos capacitados pelo Instituto Seaproximemais e pelo Talk’afe. A cerimônia será realizada no dia 4 de junho, às 15h, dentro da programação oficial do evento.

Mais do que uma solenidade, o momento simboliza a criação de novas oportunidades para pessoas em situação de vulnerabilidade social, conectando os participantes a um dos mercados mais promissores do país. “Essa união representa um ecossistema de oportunidades, onde pessoas em situação de vulnerabilidade passam a ter acesso à formação, geração de renda e pertencimento dentro do mercado do café”, ressalta Nahyara.

Outra novidade será o lançamento do Café Social, produto colaborativo desenvolvido por expositores do Coffee Brasília. A Agência Quinta Dimensão foi responsável pela criação da identidade visual e da campanha de lançamento do projeto.

O café especial será produzido a partir da colaboração de marcas participantes do evento, que forneceram grãos para a criação de uma edição limitada e solidária.

Durante o festival será aberta a pré-venda do produto, cuja renda será integralmente destinada ao projeto Coffee Brasília + Instituto Seaproximemais + Talk’afe – Cafeteria Social.

Mulheres em destaque

O tema “Café por Elas” também estará presente em diversos momentos da programação, reforçando a crescente participação feminina no setor. Outro destaque da edição de 2026 será a Cafeteria Modelo, coordenada pela barista Juliana Morgado, uma das principais referências nacionais em cafés especiais e atual campeã brasileira do Brewers Cup 2026. Ainda em junho, Juliana representará o Brasil no Campeonato Mundial da categoria, em Bruxelas, tornando-se a primeira mulher em oito anos a defender o país na competição.

Além da curadoria técnica da Cafeteria Modelo e da coordenação da Taça Barista e da Taça TNT Latte Art, Juliana acredita que o evento contribui diretamente para ampliar a representatividade feminina no segmento. “O Coffee Brasília é um ambiente de troca, formação e fortalecimento do mercado de cafés especiais. Ter mulheres ocupando posições de protagonismo dentro desse cenário mostra como o setor vem evoluindo e criando novas possibilidades profissionais”, afirma.

A programação competitiva contará ainda com a Taça Barista Unique Café e o Campeonato TNT Latte Art, reunindo profissionais de diferentes regiões do país.

PROGRAMAÇÃO

QUINTA-FEIRA – 04/06

12h às 13h | Cafeteria Modelo
Coffee Brasília: abertura com organizadores, apoiadores e produtores convidados.

14h às 15h | Cafeteria Modelo
Oficina Senac: Como melhorar o cafezinho do dia a dia (dicas de preparo).
Palestrante: Bárbara Soares.

15h às 17h40 | Espaço Casa
Formatura Projeto Talk’afe.
Participação dos formandos e representantes do Instituto Seaproximemais.

16h às 16h40 | Cafeteria Modelo
Café: muito mais que um sabor, uma experiência.
Palestrante: Karina Câmara (Brasília Receptivo).

17h às 20h | Cafeteria Modelo
Campeonato de Latte Art – TNT Specialle Espresso.
Mestre de cerimônias: Juliana Morgado.

SEXTA-FEIRA – 05/06

11h às 12h | Cafeteria Modelo
Oficina Senac: Coquetéis com café.
Palestrante: Joyce Brum.

14h às 14h40 | Cafeteria Modelo
Palestra: As pessoas não compram café. Elas compram experiências.
Palestrante: Rodrigo Castro (Café do Sítio).

15h às 15h40 | Espaço XP
Embrapa Café: inovação na cafeicultura, como ciência, tecnologia e novos negócios ampliam o valor do café brasileiro.
Palestrante: Rodolfo Osorio de Oliveira.

15h às 15h40 | Espaço XP
Palestra: Do Grão ao Ganho – Como Cultivar seu Patrimônio e se Proteger.

17h às 20h | Cafeteria Modelo

SÁBADO – 06/06

11h às 12h | Cafeteria Modelo
Oficina Senac: Coquetéis com café.
Palestrante: Eliá Pereira.

13h às 13h40 | Cafeteria Modelo
Unique Café: do balcão para as redes, construção de carreira e como se diferenciar na internet.
Palestrante: Gabriel Guimarães.

14h às 14h40 | Espaço XP
Sebrae: Entre o sonho e o negócio, reflexões sobre abrir uma cafeteria.

15h às 15h40 | Espaço XP
Palestra: Gestão financeira para empreendedores, do negócio ao patrimônio.

17h às 20h | Cafeteria Modelo
5ª Taça Barista Unique Café – Semifinal.

DOMINGO – 07/06

12h às 13h | Cafeteria Modelo
Oficina Senac: Muito além de um coado simples, os diversos tipos de extrações.
Palestrante: Joyce Brum.

14h às 14h40 | Cafeteria Modelo
Elo Rural: empreendedorismo e mulheres cafeicultoras, marcos no cenário cafeeiro do Distrito Federal.
Participação de Lívia Teobaldo, Nucia Cenci, Laize Coutinho, Cris Zancanaro e Roberta Sara.

15h às 15h40 | Cafeteria Modelo
Introdução aos cafés gelados: como fazer o Cold Brew perfeito e receitas refrescantes de Iced Lattes.
Palestrante: Bruno Marcel.

16h às 16h40 | Cafeteria Modelo
Doçura natural: onde nasce o café especial, uma visão de futuro do mercado.
Palestrante: Gabriel Guimarães.

17h às 20h | Cafeteria Modelo
5ª Taça Barista Unique Café – Final.
Mestre de cerimônias: Juliana Morgado.

SERVIÇO

Coffee Brasília 2026 — Café por Elas

Quando: 4 a 7 de junho de 2026

Horários:

• Quinta-feira (4/6): 12h às 20h

• Sexta-feira (5/6): 10h às 22h

• Sábado (6/6): 10h às 22h

• Domingo (7/6): 12h às 20h

Onde: CasaPark

Entrada gratuita

Classificação indicativa: livre

Instagram oficial: @coffeebrasilia_

Expovitis Brasil 2026 reforça protagonismo do vinho nacional e deve reunir cerca de 180 expositores em Brasília

Foto de divulgação

A Feira acontece de 25 a 27 de junho, com expectativa de até 10 mil visitantes, programação técnica robusta e novo encontro de negócios para impulsionar o setor

Brasília será neste ano palco de um dos maiores encontros da vitivinicultura brasileira. A Expovitis Brasil 2026, marcada para os dias 25 a 27 de junho, promete consolidar sua posição como a principal feira dedicada exclusivamente aos vinhos nacionais, reunindo produtores, fornecedores, especialistas e amantes da bebida em torno de uma ampla vitrine de negócios, conhecimento e experiências sensoriais.

A expectativa da organização é receber pelo menos 180 expositores, a maioria formada por vinícolas brasileiras, além de produtores ligados à cadeia do enoturismo, como queijarias, charcutarias, produtores de azeite, cafés especiais e outros itens gastronômicos. Também estarão presentes empresas de equipamentos e insumos para vinhedos e vinícolas. Marcas internacionais podem participar apenas no segmento de máquinas e tecnologias, já que a feira tem como princípio valorizar exclusivamente os vinhos produzidos no Brasil.

Segundo Ronaldo Triacca, presidente da feira, a proposta é reafirmar a identidade da Expovitis como vitrine do que é feito no país. “A Expovitis se consolida como a feira mais importante do vinho brasileiro porque é essencialmente nacional e contempla toda a cadeia, do produtor ao enoturismo, passando por insumos, equipamentos e serviços”, afirma.

Programação técnica e experiências para o público
A organização estima um público entre 9 mil e 10 mil pessoas ao longo dos três dias. A programação prevê uma grade diversificada, com palestras técnicas, masterclasses, degustações orientadas e harmonizadas, além de shows musicais e espaços gastronômicos. A ideia é dialogar tanto com profissionais do setor quanto com o público enófilo, interessado em aprofundar conhecimentos e vivenciar novas experiências.

A feira também desempenha papel estratégico na consolidação do Distrito Federal, da Região Integrada de Desenvolvimento (RIDE) e do chamado “Cerrado de Altitude” como novo polo vitivinícola brasileiro. “O Cerrado mostra, a cada safra, um enorme potencial para a produção de vinhos de qualidade. A Expovitis ajuda a dar visibilidade a esse terroir e a posicioná-lo no mapa nacional”, destaca Triacca.

Impacto econômico e foco em negócios
Além do impacto cultural e técnico, a expectativa é de forte movimentação econômica. Hotéis, restaurantes, empresas de transporte, produtores rurais e prestadores de serviços devem ser beneficiados durante o período do evento. Embora a organização ainda não divulgue um número fechado de volume de negócios em reais, a projeção é de resultados expressivos, tanto em contratos fechados durante a feira quanto em negociações que se desdobram após o encontro.

Um dos principais diferenciais da edição de 2026 será a criação de um Encontro de Negócios, realizado com apoio do Sebrae, voltado à promoção de rodadas B2B entre expositores e compradores de diferentes estados. “Queremos que o expositor, além de mostrar sua marca, consiga efetivamente ampliar mercado. A ideia é trazer compradores qualificados e estimular parcerias comerciais”, explica Ronaldo Triacca.

Com histórico de realização no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, no PAD-DF, a Expovitis Brasil 2026 reforça sua vocação como ponto de encontro entre profissionais, produtores e consumidores, celebrando a diversidade dos terroirs brasileiros e fortalecendo a cadeia da vitivinicultura, da agricultura familiar ao enoturismo de alto padrão no mapa nacional, com o objetivo principal de valorização do vinho brasileiro.

Serviço – Expovitis Brasil 2026
Data: 25 a 27 de junho de 2026
Local: Parque Tecnológico Ivaldo Cenci (PAD-DF), Brasília-DF
Público estimado: entre 9 mil e 10 mil visitantes
Expositores: cerca de 180, entre vinícolas, produtores da cadeia do enoturismo, empresas de equipamentos e insumos
Foco: valorização da vitivinicultura nacional, do Cerrado de Altitude e da diversidade dos terroirs brasileiros

Calçado ideal para cada atividade física ajuda a prevenir lesões e melhora o desempenho, alerta o fisioterapeuta Dr. Rafael Sales

Foto divulgação

Especialista explica que o uso inadequado de tênis e calçados esportivos pode causar dores, sobrecarga muscular, problemas articulares e comprometer a qualidade de vida

Muito além da estética ou do conforto momentâneo, o calçado utilizado durante a prática de atividades físicas exerce impacto direto sobre a saúde do corpo, o desempenho esportivo e até mesmo a qualidade de vida. Escolher o modelo adequado para cada modalidade pode prevenir lesões, melhorar a estabilidade, reduzir impactos e proporcionar mais segurança durante os exercícios.

De acordo com o fisioterapeuta Dr. Rafael Sales, um dos erros mais comuns entre praticantes de atividades físicas é utilizar o mesmo tênis para diferentes modalidades, sem considerar as necessidades específicas de cada exercício.

“Cada atividade física exige movimentos, níveis de impacto e padrões biomecânicos diferentes. Um tênis indicado para corrida, por exemplo, não necessariamente é adequado para musculação, esportes de quadra. O calçado correto funciona como uma ferramenta de proteção para o corpo”, explica.

Segundo o especialista, esportes de alto impacto, como corrida, exigem amortecimento eficiente para absorção da carga sobre joelhos, tornozelos e coluna. Já atividades como musculação pedem maior estabilidade e firmeza na base dos pés, favorecendo equilíbrio e segurança durante os movimentos.

“Na musculação, por exemplo, um tênis muito macio pode gerar instabilidade e prejudicar exercícios como agachamentos e levantamento de peso. Já na corrida, um calçado sem amortecimento adequado aumenta significativamente a sobrecarga nas articulações”, afirma Rafael Sales.

O fisioterapeuta destaca que o uso frequente de calçados inadequados pode desencadear diversos problemas musculoesqueléticos, muitas vezes silenciosos no início, mas que se agravam ao longo do tempo. Entre os principais impactos estão dores nos pés, fascite plantar, tendinites, canelite, dores lombares, lesões nos joelhos, desgaste articular, desequilíbrios posturais e até alterações na pisada.

“O corpo funciona em cadeia. Quando o pé não recebe o suporte adequado, outras estruturas acabam compensando esse desequilíbrio. Isso pode refletir nos tornozelos, joelhos, quadril e coluna, comprometendo não apenas o desempenho esportivo, mas também atividades simples do dia a dia”, ressalta.

Outro ponto de atenção, segundo Rafael Sales, é a escolha do calçado apenas pela aparência ou tendência estética, sem orientação profissional ou análise biomecânica adequada.

“Muitas pessoas compram o tênis mais bonito ou mais famoso do momento, mas nem sempre ele é o ideal para o tipo de pisada, peso corporal ou modalidade praticada. O correto é buscar um modelo compatível com suas necessidades e características físicas”, orienta.

Além da prevenção de lesões, o especialista afirma que o calçado adequado também influencia diretamente no conforto e na continuidade da prática esportiva, fatores fundamentais para manutenção da saúde física e mental.

O acompanhamento fisioterapêutico pode ser fundamental tanto na prevenção quanto no tratamento de problemas causados pelo uso inadequado de calçados esportivos. Por meio de avaliações biomecânicas, análise da pisada, postura, mobilidade e padrão de movimento, o profissional consegue orientar qual tipo de tênis oferece mais estabilidade, amortecimento e suporte para cada modalidade e perfil físico. Quando as lesões já aparecem, a fisioterapia atua na reabilitação, correção de desequilíbrios musculares e recuperação funcional, além de ajudar o paciente a evitar novas lesões e retornar às atividades físicas com mais segurança e qualidade de vida.

“Quando o corpo está alinhado e protegido, a pessoa sente menos dores, melhora o rendimento e consegue manter uma rotina saudável com mais qualidade de vida. O tênis certo não é apenas um acessório esportivo, ele faz parte do cuidado com a saúde”, conclui.

Rock in Rio 2026: Pré-venda Itaú Unibanco ESGOTADA para os dias 06 e 12 de setembro, quando Calvin Harris e Maroon 5 são os headliners

O dia que a Cidade do Rock vai viver a maior festa da história, com Black Eyed Peas, Nelly, NE-YO, e o sábado que recebe Demi Lovato, J Balvin e Mumford & Sons, além de diversos outros artistas, tiveram todos os ingressos de gramado vendidos em pouco mais de uma hora

A organização do Rock in Rio anuncia que em pouco mais de uma hora foi esgotada a pré-venda de ingressos de gramado para clientes Itaú Unibanco para os dias 6 e 12 de setembro, quando Calvin Harris e Maroon 5 são os headliners do Palco Mundo, respectivamente. 

No dia 6, o espaço também recebe Black Eyed Peas, Nelly e Barão Vermelho Encontro Formação Original. O Palco Sunset recebe NE-YO, Jota Quest toca Tim Maia, BaianaSystem e Calema. O Espaço Favela tem Xamã, Rael e Budah. No New Dance Order, MEDUZA³ encerra a noite, além de apresentações de Liu, Casa Bonita - Brisotti e Viot, e Sofi Tukker. Já o Global Village conta com Mohamed Ramadan, Mãeana e Bento Gil convida Flor Gil, enquanto o Supernova traz João Gordo & Asteroides Trio em “Blitzkrieg Psycho Bop Ramones 50”, Matanza Ritual, Bayside Kings e O Escritório. 

Já no dia 12 o Palco Mundo também tem Demi Lovato, J Balvin e Pedro Sampaio. Ainda no dia 12, no Palco Sunset se apresentam Mumford & Sons, João Gomes com a Orquestra Brasileira, Gilsons convidando Daniela Mercury e Olodum, além do encontro entre Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago, enquanto o Espaço Favela tem Timbalada, Priscilla Senna e Soul de Brasileiro. No New Dance Order, Alok encerra a noite com o projeto inédito Rave The World, além de apresentações de Alok & Family – Ekanta e Swarup, Gabe, Adam Sellouk e Bhaskar. O Global Village recebe Mestrinho, Hamilton de Holanda e Badi Assad, enquanto o Supernova traz Delacruz, Milo J, Yago Oproprio e Celo Dut. 

Marcado para acontecer na Cidade do Rock, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro de 2026, o Rock in Rio já divulgou seu line-up completo, que conta com 45 artistas internacionais e mais de 15 shows únicos e exclusivos, além de experiências inéditas e emocionantes que vão além dos palcos do festival. 

Entre os confirmados no primeiro fim de semana do Rock in Rio, o dia 4 de setembro tem no Palco Mundo Foo Fighters como headliner, Rise Against, The Hives e Nova Twins. Na mesma data, o Sunset tem Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos, Hot Milk, Detonautas convidam Biquini e Di Ferrero, e o Espaço Favela tem MC Rodrigo do CN, Hitmaker e GBZ7N. No New Dance Order, Steve Angello é o headliner, além de apresentações de GIU x Carola, ATKÖ e Cat Dealers. Já o Global Village recebe Paulinho Moska, Leela e Giovanna Moraes, enquanto o Supernova traz Diogo Defante, Venere Vai Venus, Rock in Gil com Larissa Luz e Chady. 

No dia 5 de setembro, o Palco Mundo recebe Avenged Sevenfold fechando os shows do espaço, além da apresentação do Bring Me The Horizon, mgk (Machine Gun Kelly) e Sepultura. Ainda no dia 5, o Sunset recebe Bad Omens, Poppy, Black Pantera convida Nervosa, além de Malvada convida Day Limns, e o Espaço Favela tem Major RD, Canto Cego e Quantum. Já no New Dance Order, James Hype é a principal atração, com shows de Volkoder, Camila Jun x Eli Iwasa e Victor Lou. O Global Village terá Korzus, Noturnall + Russell Allen e Rhegia, enquanto o Supernova recebe Supercombo, Lvcas, MC Taya e Zero. 

6 de setembro – ESGOTADO 

Já no feriado de 7 de setembro, o Palco Mundo terá como principal atração Elton John, além de shows de Gilberto Gil, Jon Batiste e Luísa Sonza convida Roberto Menescal. Na mesma data, no Palco Sunset o público poderá assistir as apresentações de Laufey, Péricles canta Motown, Roupa Nova convidando Guilherme Arantes, e Vanessa da Mata convidando Rubel. Já o Espaço Favela tem Belo, Mart’nália e Tiee. No New Dance Order, Fatboy Slim encerra a noite, além de apresentações de Aline Rocha, Leo Janeiro & simo not simon e Max Styler. O Global Village recebe João Bosco, Joyce Moreno, Leila Pinheiro e Fernanda Takai, além de Wanda Sá, enquanto o Supernova traz Alee, Zeca Veloso, Melly e Maui. 

No segundo fim de semana do Rock in Rio, o dia 11 de setembro traz ao Palco Mundo Stray Kids como headliner, além de shows de Alok, HWASA e NEXZ. Na mesma data, a programação do Palco Sunset inclui Jamiroquai, PJ Morton, Os Garotin convidando Duquesa, e Jota.pê convidando Luedji Luna e Zaynara, a do Espaço Favela tem MC Cabelinho convida TZ da Coronel, além de Puterrier, MC Carol e Caio Luccas. No New Dance Order, o encerramento fica por conta do b2b entre Neelix e Vegas, além de apresentações de Omiki, DEPARTAMENTO e ANNA. Já o Global Village conta com Soulidified, Rio Bronx e Lambateria convida Félix Robatto, enquanto o Supernova recebe Nandatsunami, Ananda, Isa Buzzi e Muse Maya. 

12 de setembro – ESGOTADO 

Por fim, no dia 13 de setembro, o Palco Mundo tem Twenty One Pilots como headliner, além de Halsey, Lola Young e Ivete Sangalo. O Palco Sunset tem Zara Larsson como principal atração, Marina Sena convida Céu, Joelma convida Viviane Batidão e Carol Biazin convida Joyce Alane. O Espaço Favela recebe DENNIS, Suel e Marvvila. No New Dance Order, John Summit comanda o último show da Cidade do Rock, além de apresentações de Roddy Lima, Illusionize e Dawn Patrol - Maz, Antdot, Riascode e Bakka. Já o Global Village recebe Haley Smalls, Lucy Alves e Kinnie, enquanto o Supernova traz Lourena, Sant, Bruna Black e AR Baby. 

Cenografia dos palcos chama atenção na edição de 2026 do festival

Além dos artistas, o festival chega com novidades marcantes: o Palco Mundo ganha uma cenografia totalmente inédita e, pela primeira vez, toda sua estrutura frontal será revestida por 2.400 m² de painéis de LED de altíssima definição, transformando o espaço em um único e imenso painel visual. A maior pista de dança da Cidade do Rock, o New Dance Order também retorna em 2026 com uma cenografia totalmente nova, com 56,50 metros de largura e 22,5 metros de altura, reforçando sua presença monumental no festival. O palco amplia ainda mais a experiência do público, enquanto os 502m² de painéis de LED são um dos grandes destaques do projeto visual, criando uma atmosfera imersiva que integra música, luz e movimento. 

Destaques que ultrapassam as fronteiras dos palcos do Rock in Rio 2026

Outra novidade é a Gourmet Square, que contará com uma curadoria assinada pelo chef Pedro Siqueira, reconhecido entre os 100 melhores pizzaiolos do mundo pelo The Best Pizza Awards 2025, que também levará a gastronomia do Sìsì em um dos restaurantes do espaço. Outro destaque é o retorno do espetáculo aéreo The Flight, um dos momentos mais pedidos pelo público e que volta após apresentações históricas no festival – prometendo ainda mais emoção com manobras acrobáticas sincronizadas, trilha sonora especial e 756 disparos de fogos diurnos. Neste ano, a Babilônia Feira Hype retorna ao Rock in Rio para celebrar 30 anos de história desde sua primeira edição. Nesta edição, o espaço ganha uma nova localização, próximo ao palco New Dance Order, em uma estrutura projetada pelo arquiteto João Uchôa. Ao todo, serão 20 tendas que, durante os sete dias de festival, receberão 60 expositores, com curadoria de marcas realizada pelo Instituto Brasileiro de Cultura, Moda e Design (Inbracultmode). Além das tendas, o público também poderá aproveitar uma programação com DJs convidados e uma instalação de arte urbana, ampliando a experiência do espaço e fazendo da Feira parte do percurso criativo do festival. 

O Rock in Rio, em parceria com a LightWire, anunciou um espetáculo grandioso que emocionou o mundo e que agora ocupa uma arena na Cidade do Rock para envolver toda a plateia: o ECCO. A atração é mais um dos projetos da Fábrica de Sonhos do Rock in Rio – a engrenagem criativa que, desde a primeira edição, se reinventa para surpreender o público com experiências que vão muito além da música e transformam ideias em momentos inesquecíveis para milhões de pessoas. A LightWire fará sua estreia no festival e vai transformar a apresentação em uma experiência sensorial inédita para o público. O projeto nasce como uma jornada imersiva em 360°, em que luz, som, tecnologia, corpo, aromas e natureza se fundem para criar uma narrativa profunda e envolvente. Na Cidade do Rock, o espetáculo chega inspirado na ideia de que a floresta é a verdadeira origem do som, propondo uma reflexão sobre as vibrações primordiais do planeta – vento, água, raízes e fogo – e sobre a forma como o ser humano transforma essas vibrações em música, arte e emoção. Combinando bailarinos, coreografias precisas, trilha sonora original com tecnologia surround, projeções mapeadas, holografia, áudio imersivo e figurinos tecnológicos em LED e fibra ótica – que se destacam pelo uso do PixelWear, com mais de 1.500 pixels de LED controlados individualmente, e do NewDress, que utiliza 1.000 metros de fibra óptica iluminados por LED –, cada uma das cinco apresentações diárias no festival terá 20 minutos de duração e uma capacidade para 1.000 pessoas dentro do espaço. 

Sobre o Rock in Rio 

1985 marca a primeira edição do evento idealizado por Roberto Medina e que hoje, 41 anos depois, é considerado o maior festival de música e entretenimento do mundo – o Rock in Rio. A história do evento se entrelaça com a do entretenimento no Brasil, sendo responsável por colocar o país na rota dos eventos internacionais, já que pela primeira vez, um país da América do Sul sediou um evento musical dessa magnitude. Em uma área de 250 mil m2, em Jacarepaguá, durante dez dias, 1 milhão e 380 mil pessoas foram iluminadas pela primeira vez e começaram a fazer parte do grande espetáculo. No palco – o maior do mundo na época, com 80m de boca de cena – 15 atrações nacionais e 16 internacionais. Originalmente organizado no Rio de Janeiro, o festival ganhou o mundo chegando a Lisboa (Portugal), onde é realizado até hoje, passando por Madrid (Espanha) e Las Vegas (USA). 

Desde a primeira edição, já gerou mais de 297,6 mil empregos diretos e indiretos e, apenas na última, em 2024, um impacto econômico de R$ 2.9 bilhões na cidade do Rio de Janeiro. Em 2022, o Rock in Rio foi considerado patrimônio cultural imaterial do estado do Rio de Janeiro. Pelas Cidades do Rock, desde 1985, já passaram mais de 12.3 milhões de visitantes, que assistiram a mais de 4.667 artistas em 141 dias de magia. Dentre os números gigantes do festival, mais de 146 milhões de pessoas alcançadas pelas comunicações nas redes sociais na edição que celebrou os 40 anos do Rock in Rio. 

Gerando impactos positivos nos países onde é realizado e consciente do poder disseminador da marca, o Rock in Rio pauta-se por ser um evento com o propósito de construir um mundo melhor para pessoas mais felizes, confiantes e empáticas num planeta mais saudável. Adotando e incentivando práticas que apoiam o coletivo, se une a empresas que possuem este mesmo olhar e diretriz. O festival investiu, junto com seus parceiros, mais de R$ 118 milhões em diferentes projetos, passando por temas como sustentabilidade, educação, música, florestas, entre outros. Apenas na Amazônia, mais de 4 milhões de árvores foram plantadas. A marca foi pioneira em ter a certificação ISO 20121 – Eventos Sustentáveis, é neutra em carbono desde 2006 e, em 2022, começou a trabalhar ambiciosas metas para 2030, alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). 

Das 24 edições, dez ocorreram no Brasil (1985, 1991, 2001, 2011, 2013, 2015, 2017, 2019, 2022 e 2024), dez em Portugal (2004, 2006, 2008, 2010, 2012, 2014, 2016, 2018, 2022 e 2024), três na Espanha (2008, 2010 e 2012) e uma nos Estados Unidos (2015).

HUB realizou mais de 600 atendimentos em mutirão nacional da Rede HU Brasil

Foto Comunicação HUB

A mobilização foi realizada simultaneamente nos 45 hospitais universitários administrados pela HU Brasil, integrando o programa Agora tem Especialistas, do Ministério da Saúde

O Hospital Universitário de Brasília (HUB-UnB), gerenciado pela HU Brasil, realizou, no último sábado (30), o mutirão “Dia E – HU Brasil em Ação”, com atendimentos em diversas áreas de saúde, concentrando, em um único dia, a realização de consultas, exames e pequenas cirurgias para ampliar o acesso da população a atendimento especializado e contribuir para a redução de filas no Sistema Único de Saúde (SUS). 

Ao todo, o HUB realizou 630 atendimentos para pacientes já regulados, entre eles: 385 exames, incluindo 67 ultrassonografias, 48 tomografias, 34 densitometrias ósseas e 20 mamografias; 234 procedimentos ambulatoriais, incluindo 94 consultas nas áreas de geriatria, neurologia, oftalmologia, otorrino geral, rinologia e saúde auditiva, 59 procedimentos de injeção intra-vitreo; e 11 pequenas cirurgias, incluindo por facoemulsificações com implante de lente intraocular para o tratamento de catarata.

“Mais um dia de mutirão, mais um dia de HU Brasil em Ação, com atendimento às pessoas idosas do Distrito Federal e Ride [Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno] aqui no hospital universitário, para que elas possam ter acesso a mais especialidades, fazer seus exames e atendimentos de forma mais rápida”, destaca a superintendente interina do HUB, Carla Targino.

A mobilização foi realizada simultaneamente nos 45 hospitais universitários administrados pela HU Brasil, integrando o programa Agora tem Especialistas, do Ministério da Saúde (MS), e com o apoio do Ministério da Educação (MEC). Em toda a Rede, foram mais de 52 mil atendimentos, sendo 1.219 mil cirurgias, 6.889 mil consultas especializadas e 43.941 exames e outros procedimentos.

David Silva dos Santos, de 60 anos, foi uma das pessoas atendidas no HUB, durante o mutirão Dia E – HU Brasil em Ação: “Eu tive um trombo venoso no olho direito. Uma veia rompeu na área da retina e precisei de tratamento. Em menos de duas horas, saí com o procedimento realizado. É bem positivo [participar] porque a gente espera tanto tempo para ter a medicação e, graças a Deus, estão sempre acontecendo esses mutirões”. 

O vice-presidente da HU Brasil, Daniel Beltrammi, o ministro do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Paulo Henrique Rodrigues, e representantes da UnB prestigiaram o evento.

Dia “E” HU Brasil em Ação – Agora Tem Especialistas

Esta foi a quinta edição do Dia E. Em 2025, mais de 100 mil atendimentos foram realizados em três mutirões:  em julho, com 12.464 atendimentos; em setembro, com 34.290; e em dezembro, com 54.068.  Em 2026, no mês de março, o mutirão foi voltado para a saúde da mulher, com mais de 46 mil atendimentos.   

Para ampliar o acesso, promover o diagnóstico precoce e a continuidade do cuidado para as comunidades, a iniciativa promoveu, também no ano passado, o primeiro Mutirão de Saúde Indígena e Quilombola, com, aproximadamente 2,3 mil atendimentos.    

Rede HU Brasil

O HUB-UnB faz parte da Rede HU Brasil desde janeiro de 2013. A estatal foi criada por meio da Lei nº 12.550/2011, vinculada ao Ministério da Educação (MEC) e nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares – Ebserh. Em 2026, em um reposicionamento junto à sociedade, ao mercado e instituições parceiras, passou a ter um novo nome, que carrega sua essência: HU Brasil. A estatal é responsável pela administração de 45 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação, apoiando e impulsionando suas atividades de assistência, pesquisa e inovação por meio de uma gestão de excelência.

Saúde também é prova de amor: plano de saúde ganha destaque como presente no mês dos namorados

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Especialistas reforçam que investir em prevenção e qualidade de vida é uma das formas mais importantes de cuidar de quem se ama; Ligamar orienta casais sobre opções de proteção para toda a família

Em meio às celebrações do mês dos namorados, cresce a reflexão sobre presentes que vão além do valor material e representam cuidado, proteção e bem-estar. Nesse cenário, o plano de saúde surge como uma alternativa cada vez mais valorizada por casais que desejam investir na qualidade de vida e na segurança de quem amam.

O acesso a consultas, exames preventivos e acompanhamento médico regular é fundamental tanto para a saúde do homem quanto da mulher. A prevenção continua sendo uma das principais ferramentas para o diagnóstico precoce de doenças, aumentando significativamente as chances de tratamento e recuperação.

Para os homens, a realização periódica de exames clínicos, cardiológicos e laboratoriais auxilia na identificação de fatores de risco relacionados a doenças cardiovasculares, diabetes e diversos tipos de câncer. Já para as mulheres, o acompanhamento ginecológico, exames de rotina e ações preventivas são essenciais para a manutenção da saúde e da qualidade de vida em todas as fases da vida.

Segundo o CEO da Ligamar, Manoel Alexandre, presentear com um plano de saúde representa uma demonstração concreta de cuidado e responsabilidade.

“Quando falamos em amor, falamos também em proteção. Um plano de saúde oferece tranquilidade para enfrentar imprevistos e garante acesso mais rápido a atendimentos médicos, exames e tratamentos. É um presente que gera benefícios durante todo o ano e contribui diretamente para a qualidade de vida das pessoas”, destaca.

Referência no mercado de seguros e benefícios, a Ligamar tem se consolidado como uma das principais corretoras do Distrito Federal e Entorno, oferecendo soluções personalizadas para indivíduos, casais, famílias e empresas. A empresa atua com as principais operadoras do mercado, auxiliando clientes na escolha do plano mais adequado às suas necessidades e orçamento.

Além da assistência médica, a contratação de um plano de saúde proporciona mais segurança financeira diante de emergências e amplia o acesso a uma rede de atendimento especializada, garantindo maior tranquilidade para toda a família.

Neste mês de junho, a Ligamar reforça a importância de transformar o cuidado com a saúde em um gesto de amor. Afinal, mais do que flores, chocolates ou presentes tradicionais, investir na saúde de quem se ama é oferecer proteção, bem-estar e a oportunidade de viver mais e melhor ao lado de quem faz a diferença todos os dias.

Sobre a Ligamar

Ligamar Corretora de Seguros atua no segmento de planos de saúde, seguros e benefícios, oferecendo atendimento especializado no Distrito Federal e Entorno. Sob a liderança do CEO Manoel Alexandre, a empresa se destaca pela consultoria personalizada e pelo compromisso em conectar clientes às melhores soluções de proteção e qualidade de vida disponíveis no mercado.

“Café com Deus Pai” consolida liderança no mercado editorial e vence Prêmio PublishNews

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O best-seller, do autor Junior Rostirola, foi um dos grandes destaques do Prêmio PublishNews 2025, uma das principais premiações do mercado editorial brasileiro.

O livro Café com Deus Pai 2025, do autor Junior Rostirola, conquistou o 1º lugar na categoria Não Ficção, Autores Nacionais e também esteve entre os destaques da categoria Não Ficção Trade, reforçando sua relevância entre os livros mais vendidos do país.

O desempenho reforça o espaço cada vez maior ocupado por obras voltadas à fé, conexão com Deus e transformação de vida no mercado editorial brasileiro. Em um cenário dominado por títulos internacionais e best-sellers de diferentes segmentos, o livro Café com Deus Pai se consolidou como um fenômeno nacional de vendas e presença contínua nas listas dos livros mais vendidos do Brasil.

Com mensagens diárias e linguagem acessível, o projeto editorial já ultrapassou a marca de 10 milhões de cópias vendidas. O alcance também se expandiu para fora do país: traduzida para sete idiomas, entre eles inglês, espanhol, francês, italiano e alemão, a obra chega atualmente a leitores da Europa, Estados Unidos e países da América Latina.

Para Junior Rostirola, o reconhecimento representa muito mais do que uma conquista editorial. Para ele, esse momento reflete a conexão construída com milhões de leitores ao longo dos últimos anos através de mensagens de fé, esperança e transformação.

“Me sinto honrado por viver tudo isso e profundamente grato a Deus por cada porta aberta ao longo dessa trajetória. Também sou muito grato a cada pessoa que acompanha, acredita e faz parte dessa caminhada diariamente. Tudo isso vai muito além de números ou premiações. Representa histórias, vidas e mensagens que encontraram espaço no coração de milhões de pessoas. Cada página e cada leitor fazem parte dessa trajetória construída com dedicação, constância e propósito”, afirma o autor.

O resultado também chama atenção para a força do segmento religioso no mercado editorial brasileiro, especialmente entre livros que abordam fé, acolhimento e saúde emocional em uma linguagem cotidiana. Nos últimos anos, títulos devocionais passaram a ocupar espaço recorrente entre os mais vendidos do país, impulsionados por leitores em busca de conteúdos ligados à espiritualidade e ao bem-estar.

“Seguimos acreditando na força da literatura e em tudo o que ainda pode ser alcançado através de cada página. Para nós, não são apenas livros vendidos, mas vidas alcançadas”, completa Rostirola.

Publicado pela Editora Vélos, Café com Deus Pai mantém presença frequente em rankings nacionais e se tornou um dos principais cases editoriais da literatura cristã contemporânea no Brasil.

A trajetória pessoal do autor também contribui para a identificação do público com a obra. Nascido em Itajaí, Junior Rostirola viveu uma infância marcada por violência, abusos psicológicos e bullying escolar. Aos 13 anos, abandonou os estudos e enfrentou um período de depressão profunda. Anos depois, encontrou na fé cristã uma forma de ressignificar a própria história, experiência que passou a compartilhar em livros e encontros que hoje alcançam milhões de pessoas.

Em clima junino, Café Som Viola realiza nova edição no Museu Vivo da Memória Candanga

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Em celebração às festas juninas, o projeto Café Som Viola retorna no sábado, 13 de junho, para mais uma edição especial. O encontro será realizado a partir das 9h, no Museu Vivo da Memória Candanga, localizado no Núcleo Bandeirante (DF).

Nesta quarta edição de 2026, o público poderá prestigiar apresentações da dupla Macedo & Mariano e do violeiro Idelbrando Calazancio. Com entrada gratuita e classificação livre, o evento convida a comunidade para uma manhã dedicada à cultura, à memória e às tradições populares.

A programação inclui café da manhã colaborativo, apresentações musicais, roda de prosa e palco aberto para artistas e apreciadores de diferentes formas de expressão cultural.

Com o propósito de levar arte às comunidades por meio da música, o Café Som Viola nasce do desejo de dar voz e visibilidade a talentos locais, valorizando a viola caipira como uma expressão viva da cultura brasileira. O projeto também amplia seu alcance ao acolher manifestações como dança, artesanato, poesia, literatura e pintura, promovendo um ambiente diverso, acolhedor e repleto de significados.

A proposta é consolidar o Café Som Viola como mais do que um evento: um ponto de encontro permanente e uma tradição construída coletivamente, onde a cultura circula de forma gratuita e acessível, despertando pertencimento, memória e inspiração em pessoas de todas as idades.

Artistas convidados

A dupla Macedo & Mariano é reconhecida por sua autenticidade e por preservar as tradições da música sertaneja raiz. Formada em 2005, construiu ao longo dos anos uma identidade própria, levando seu trabalho a diversos estados brasileiros, como Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo.

Com mais de 20 anos de carreira, o violeiro IdelbrandoCalazancio possui uma trajetória marcada pela valorização da música de raiz, unindo a tradição mineira à vivência no Distrito Federal. Cantor, compositor e instrumentista, é um dos grandes defensores da viola caipira, com mais de 100 obras registradas na Biblioteca Nacional. Suas composições já foram interpretadas por diversos artistas do gênero, e seu trabalho foi reconhecido com Moções de Louvor pela Câmara Legislativa do Distrito Federal, em razão de sua relevante contribuição à música brasileira.

Um encontro de memória, afeto e tradição

O Café Som Viola é uma iniciativa do produtor cultural e presidente emérito do Clube do Violeiro Caipira, VolmiBatista. O projeto surgiu da necessidade de fortalecer os laços entre as comunidades do chamado Núcleo Pioneiro, que engloba Candangolândia, Núcleo Bandeirante e Park Way.

Realizado em formato de café da manhã colaborativo, o evento convida o público a participar ativamente, compartilhando iguarias, artesanato, prosa e música em um espaço simbólico para a história e a cultura do Distrito Federal: o Museu Vivo da Memória Candanga.

Ao longo do ano, estão previstas oito edições no mesmo local, contemplando datas comemorativas como o aniversário de Brasília, o Dia das Mães, os festejos juninos, o Dia Nacional da Música e da Viola Caipira, além dos aniversários da Candangolândia e do Núcleo Bandeirante.

Serviço

Café Som Viola
Data: Sábado, 13 de junho
Horário: A partir das 9h
Local: Museu Vivo da Memória Candanga – Núcleo Bandeirante (DF)
Entrada gratuita | Classificação livre

Informações

Transmissão ao vivo: YouTube – Clube do Violeiro Caipira
Redes sociais:

•​Facebook: facebook.com/clubedovioleirocaipira

•Instagram: @clubedovioleirocaipira

Grande São João do Guará chega à 10ª edição com programação ampliada e homenagem à cultura brasileira

Maior festa junina do Guará será realizada entre 12 e 14 de junho, com atrações musicais, quadrilhas e espaços temáticos, reforçando a tradição cultural já consagrada no calendário do Distrito Federal

O Grande São João do Guará, reconhecido como o festejo junino mais tradicional da cidade, chega à 10ª edição em 2026 com uma programação voltada à valorização da cultura popular brasileira e das tradições nordestinas. O evento será realizado entre os dias 12 e 14 de junho, em frente ao Edifício Consei, e contará com atrações musicais, quadrilhas juninas, espaço infantil e parque de diversões, além de um telão temático para acompanhar a estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo.

A edição deste ano irá revisitar temas marcantes apresentados ao longo da trajetória da festa, como o cangaço, os bois do Brasil, o cordel encantado e as homenagens a Luiz Gonzaga e às mulheres nordestinas, sucessos do evento em edições anteriores. Em 2026, o Grande São João do Guará também prestará homenagem ao mestre Espedito Seleiro, referência nacional na arte do couro e símbolo da cultura popular nordestina.

Com estrutura voltada ao público de todas as idades, a programação contará com apresentações dos cantores Thiago Nascimento, Tay Gomes e Roniel e Rafael, além das quadrilhas juninas Si Bobiá a Gente Pimba e Paixão Cangaço. O evento ainda terá um Espaço Kids com shows diários para crianças, parque de diversões e ambientação temática inspirada nas grandes festas juninas do Nordeste.

A organização é da Confraria Diversão e Arte e do projeto Kombinando Cultura e Ideias, com apoio da Administração Regional do Guará e do Sindicato dos Bancários de Brasília. Idealizador e organizador do evento, Miguel Edgar destacou o compromisso da festa com a preservação das tradições culturais brasileiras: “Como nos anos anteriores, iremos priorizar a cultura popular e os festejos juninos nordestinos, que são a nossa maior inspiração”.

Calendário oficial do DF

Ao longo de dez edições, o Grande São João do Guará consolidou-se entre os principais eventos juninos do Distrito Federal, reunindo mais de 30 mil pessoas em cada realização e promovendo manifestações artísticas ligadas à música, à dança, à gastronomia e às tradições populares brasileiras. O reconhecimento obtido ao longo do tempo resultou na inclusão oficial do evento no calendário do DF, aprovada por unanimidade na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), destacando a sua relevância cultural e social para a capital do país.

SERVIÇO: 10ª edição do Grande São João do Guará
Data: 12, 13 e 14 de junho de 2026
Horário: a partir das 17h; exceto no sábado, com abertura dos portões às 16h
Local: Guará II (em frente ao Edifício Consei)
Atrações confirmadas: Thiago Nascimento, Tay Gomes, Roniel e Rafael, Quadrilha Si Bobiá a Gente Pimba e Quadrilha Paixão Cangaço
Ingressos: vendas em breve pelo Sympla e na bilheteria do evento

Brasília recebe degustação de Vinhos de Lisboa em sunset exclusivo na Embaixada de Portugal 

Foto divulgação

A partir da máxima ‘Descobrir, Provar, Ficar’, a Vinhosde Lisboa reforça seu posicionamento e estratégias comerciais no Brasil com uma degustação exclusiva em Brasília, que vai reunir, na Embaixada de Portugal, produtores de uma das mais tradicionais regiões vitivinícolas portuguesas.

Entre mar e serras, esteterritório vinhateiro ímparconfere aos vinhos uma diversidade inigualável. ARegião Demarcada dos Vinhos de Lisboa conta com dez mil hectares de vinha certificada em um vasto território nomeado pelo topônimo da capital de Portugal e marcado pela heterogeneidade e identidade das suas nove Denominações de Origem*.

Algumas de suas castas mais expressivas serão representadas pelos rótulos selecionados para a degustação que acontece na capital federal. “Selecionamos vinhos que expressam a elegância, a diversidade e a autenticidade dos Vinhos de Lisboa para apresentar aos profissionais, que serão convidados a desafiarem seus sentidos com nossos rótulos”, adianta André Teodoro, Coordenador de Marketing dos Vinhos de Lisboa.

Ele destaca que a região produz anualmente 70 milhões de garrafas e os maiores compradores são o Brasil e os Estados Unidos.

A história dos vinhos de Lisboa, anteriormente conhecida como Estremadura, remonta aos romanos no século I d.C., evoluindo de uma região de grande produção a granel para um polo de vinhos de qualidade com influência atlântica. Marcada por tradições seculares como o vinho de Carcavelos (século XVIII) e a influência das ordens religiosas, a região atualmente é destacada pela diversidade de suas sub-regiões.

O Sunset Vinhos de Lisboa será realizado no dia 2 de junho.

*D.O. Carcavelos, D.O. Colares, D.O. Bucelas, D.O. Arruda, D.O. Torres Vedras, D.O. Alenquer, D.O. Óbidos, D.O. Encostas D’Aire e D.O. Lourinhã, exclusiva para aguardentes.

@vinhosdelisboa

Grande exposição em Brasília homenageia 50 anos de carreira de Araquém Alcântara, precursor da fotografia de natureza no Brasil

Divulgação

Obras do fotógrafo ocuparão a sede do Superior Tribunal de Justiça, onde haverá também lançamento editorial comemorativo

No próximo dia 01 de junho, o fotógrafo Araquém Alcântara abre exposição e faz noite de autógrafos na sede do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília. A exposição reunirá imagens em grandes formatos (2,20 m x 1,50 m), selecionadas para celebrar 50 anos de carreira do artista. Há registros da Amazônia, da Mata Atlântica e de outros biomas, bem como cenas do cotidiano do povo brasileiro.

Dedicado à sensibilização do público em relação a questões ambientais, Araquém Alcântara foi o primeiro fotógrafo a registrar todos os parques nacionais brasileiros, tendo sido também pioneiro na documentação visual dos ecossistemas e unidades de conservação do país. 

Araquém Alcântara lança obra-manifesto                                                     

Livro de 50 anos de carreira é uma “crônica visual da beleza e do horror”

O fotógrafo Araquém Alcântara comemora, aos 75 anos, cinco décadas de trajetória,  com o lançamento de um livro seminal que, segundo o curador Eder Chiodetto,  pontua imagens de flagrante beleza do povo brasileiro, o desmatamento das florestas e os efeitos das mudanças climáticas nos biomas nacionais.

Reunindo 220 imagens em mais de 500 páginas, o volume sintetiza um percurso que começou em Santos, no litoral paulista, nos anos 1970, e atravessa florestas, rios e serras, em um projeto de vida dedicado à documentação e à defesa da natureza brasileira.

 Araquém construiu um acervo com cerca de 500 mil imagens, que forma hoje um dos mais importantes patrimônios visuais da biodiversidade do país, desvendando a Mata Atlântica, o Cerrado, a Caatinga, o Pantanal, os Pampas, a Amazônia e seus povos. 

Com 62 livros autorais, 75 exposições individuais,  mais de 40 prêmios nacionais e internacionais, obras nos acervos do Masp, Pinacoteca de São Paulo, MAM-SP, Centro Georges Pompidou e Museu Britânico, o inquieto artista consolidou a dimensão ética e estética rara de seu trabalho — um manifesto pela vida, que se mantém pulsante e necessário.

“O verdadeiro fotógrafo deve escolher o caminho com o coração e nele viajar incansavelmente”, escreveu Araquém em um de seus textos. “Só na Amazônia, estive mais de 100 vezes, desde 1971.” Todo esse movimento se tornou o eixo espiritual de sua produção, marcada pela devoção à luz, à paisagem e à consciência.

Da epifania à insurgência: as origens de um olhar

O livro revisita as primeiras imagens feitas no cais de Santos, onde prostitutas, marinheiros e estivadores inauguraram o universo do fotógrafo, e avança até as fotos mais recentes das queimadas na Amazônia e no Pantanal. Entre esses extremos, destaca-se a fotografia que se tornaria um ícone — a foto de capa feita em 1980, retratando seu pai, Manoel Alcântara, em protesto contra a instalação de usinas nucleares na Juréia.

A imagem — hoje símbolo da crítica à política energética e à destruição ambiental — marca o início da fase autoral de Araquém, que revela sua vocação para a fotografia como ato de combate e gesto poético.

A cena, descrita por Chiodetto como “um instante de epifania e insurgência”, foi o ponto de inflexão que transformou o repórter em um “andarilho da luz”. “Ali se consolidou o caminho a ser seguido — investir toda sua energia de artista em nome de uma causa que, mesmo quando parece fadada ao fracasso, segue ecoando nas elipses do tempo”, escreve o curador.

                                                                      A obra-manifesto

“Entre epifanias e apocalipses”, como resume um dos textos críticos, o livro revela a grande travessia de Araquém — 50 anos de fotografia para iluminar os 500 anos da terra chamada Brasil. São imagens que registram a beleza da flora e fauna e também a miséria, o terror causado pela poluição em Cubatão, a devastação das matas e dos biomas.

Fotografias que impõem a reflexão: “Sou um artista de combate, cúmplice dos injustiçados. Minhas fotos são um canto de amor à natureza e ao povo brasileiro”, escreve Araquém.

Adolescente nos final dos anos 1960, quando leu Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa, Araquém gravou na memória um dos trechos, que norteou seu foco: “Como é que posso com este mundo? A vida é ingrata no macio de si; mas transtraz a esperança mesmo no meio do fel do desespero.” O escritor forjou o percurso do fotógrafo, que transformou sua câmera em instrumento de resistência.

SERVIÇO:

Inauguração da exposição “O Brasil de Araquém Alcântara” e lançamento do livro  “50 anos de fotografia”

Data: 1º/06/2026

Horário: 19h

Local: Mezanino do Edifício dos Plenários – Superior Tribunal de Justiça

Brasília recebe exposição sobre o legado de Oscar Niemeyer sob o olhar de seu neto, Carlos Eduardo Niemeyer


Mostra no Espaço Oscar Niemeyer apresenta projetos históricos e inéditos, incluindo propostas em desenvolvimento para a cidade de Maricá (RJ)

A cidade que consagrou a obra de Oscar Niemeyer como símbolo da arquitetura moderna brasileira recebe uma exposição que propõe um novo olhar sobre seu legado.

A mostra Niemeyer por Niemeyer, em cartaz no Espaço Oscar Niemeyer, reúne desenhos, fotografias, maquetes e estudos que revelam não apenas as obras consagradas do arquiteto, mas também um vasto conjunto de projetos concebidos ao longo de décadas e nunca construídos.

A exposição é conduzida por Carlos Eduardo Niemeyer, neto do arquiteto, inventariante de seu espólio e responsável pela continuidade do escritório fundado em 1951 e Kleyton Rigon, pós-graduado em Design do Entretenimento e possui trajetória consolidada no audiovisual, atuando no desenvolvimento de narrativas visuais, direção criativa e projetos culturais.

Atualmente graduando em Arquitetura e Urbanismo, integra o escritório Oscar Niemeyer, onde atua na pesquisa, organização e preservação do acervo arquitetônico do mestre, colaborando diretamente em processos de catalogação, memória e difusão da obra de Oscar Niemeyer.

Como curador da exposição “Niemeyer por Niemeyer”, desenvolve uma abordagem que aproxima arquitetura, imagem e experiência, propondo ao público um olhar contemporâneo sobre o legado de Oscar Niemeyer a partir do registro fotográfico de Kadu Niemeyer e da força poética dos croquis e projetos do arquiteto.

“A ideia não é olhar para o passado como algo encerrado, mas entender que essa arquitetura continua viva e pode ser realizada hoje”, afirma Kadu Niemeyer.

A exposição está organizada em núcleos que conduzem o visitante desde o traço original de Niemeyer até sua reinterpretação contemporânea. Croquis, registros históricos e maquetes revelam o processo criativo do arquiteto, marcado pela liberdade formal e pelo uso expressivo da curva.

Um dos destaques da mostra é o núcleo dedicado aos projetos desenvolvidos para a cidade de Maricá, no estado do Rio de Janeiro. As propostas, baseadas em estudos originais de Niemeyer, vêm sendo atualizadas tecnicamente para atender às condições atuais de implantação.

Entre os projetos apresentados estão o Memorial João Goulart, o Centro Administrativo, o Teatro Municipal, o Museu de Arte, o Centro de Convenções e o Estádio João Saldanha. As obras são exibidas por meio de maquetes físicas, imagens e estudos que indicam a possibilidade concreta de sua execução.

Se Brasília representa a materialização de um projeto moderno de nação, Maricá surge, na exposição, como território contemporâneo onde parte desse legado pode finalmente ganhar forma construída.

Mais do que uma retrospectiva, a mostra propõe uma reflexão sobre a continuidade da arquitetura e o papel do acervo como instrumento de futuro.

“A arquitetura do meu avô nunca foi sobre repetição. Sempre foi sobre invenção. E é essa invenção que buscamos preservar e dar continuidade”.

A realização da exposição em Brasília reforça o vínculo entre a obra de Niemeyer e a cidade que ele ajudou a projetar, criando um diálogo entre o passado, o presente e as possibilidades futuras da arquitetura brasileira.

Quem é Kadu Niemeyer

Fotógrafo, guardião de um legado inestimável e testemunha ocular da história da arquitetura moderna, Kadu Niemeyer (Carlos Eduardo Niemeyer Attademo) consolida-se como a principallente dedicada a traduzir o concreto em poesia visual. Neto e fotógrafo oficial de Oscar Niemeyer por mais de cinco décadas, Kadu não apenas registrou obras prontas, mas capturou a gênese dotraço que definiu a identidade visual do Brasil.

Diferente de uma fotografia documental estática, o trabalho do Kadu é uma extensão do diálogo que mantinha com seu avô. “Ele me ensinou a ver o que os outros não viam: a sombra, o ângulo inusitado, a leveza do que é pesado”, afirma o fotógrafo. Esse aprendizado resultou em um acervo que percorre desde os canteiros de obras da Argélia e da França até a consolidação de Brasília e das curvas da Pampulha.

Trajetória e Exposições

A parceria entre o avô e o neto teve início em 1968, no laboratório de fotografia que o arquiteto criou em sua casa na capital federal. Aos 18 anos, Kadu Niemeyer realizou sua primeira exposição na Bulgária em 1972 onde apresentou fotografias das obras de Oscar Niemeyer. Assim, o fotógrafo, guardião de um legado inestimável e testemunha ocular da história da arquitetura moderna, Kadu Niemeyer consolida-se como a principal lente dedicada a traduzir o concreto em poesia visual. Suas exposições já passaram por prestigiadas Instituições no Brasil e no mundo como o Museu da República de Brasília (inauguração do museu), o Museu Oscar Niemeyer (PR) e centros culturais no Chile, Espanha, Estados Unidos, Portugal, Itália, Japão, Rússia, Venezuela entre outros. A maior e mais famosa exposição sobre o trabalho de Oscar Niemeyer no país ocorreu na Galeria de Arte da empresa TOTO (Tóquio). Intitulada “Oscar Niemeyer – O Homem Que Construiu Brasília”, a mostra apresentou plantas, maquetes e fotografias das obras icônicas do arquiteto. Em 2007 Kadu apresenta um novo projeto em suas mostras intitulada “Niemeyer por Niemeyer” em homenagem aos 100 anos de seu avô, expondo uma perspectiva íntima da história de um grande arquiteto e acima de tudo seu avô. Suas imagens revelam a escala humana diante dos monumentos e a obsessão pela curva perfeita.

No conteúdo, foram reunidas 14 fotografias de icônicos projetos, selecionadas pelo próprio Oscar Niemeyer e que, por isso, registram seus ângulos de observação preferidos. Para Kadu, a fotografia é uma forma de manter vivo o “espírito do traço”.

Onde suas exposições são mais do que exibições de arquitetura; são convites para enxergar o mundo com a sensibilidade de quem cresceu entre pranchetas e horizontes infinitos.Exposição – Espaço Oscar Niemeyer, Brasília

O Espaço Oscar Niemeyer, localizada na Praça dos Três Poderes, apresenta a imperdível exposição “Niemeyer por Niemeyer”, de 18 de maio a 8 de agosto de 2026. Curada por Kadu Niemeyer, fotógrafo e neto do icônico arquiteto, a mostra reunirá fotografias autorais, croquís e maquetes originais que revelam a genialidade de Oscar Niemeyer.

Esta exposição é um tributo ao meu avô e à sua visão inovadora que moldou a arquitetura brasileira. Os visitantes terão a oportunidade única de explorar o legado imortal de Niemeyer e a profundidade de sua obra através de uma narrativa visual rica.

A exposição será aberta diariamente, das 10:00 às 18:00 horas, com entrada gratuita. Uma experiência única para todos que desejam se conectar com a arte e a história.

Serviço

Data: 2 de junho a 2 de setembro

Hora: 9h às 17h

Local: Espaço Oscar Niemeyer – Praça dos Três Poderes Lote J

400 anos das Missões Jesuíticas Guaranis inspiram 33ª Expotchê

Foto divulgação

De 4 a 14 de junho, tradicional evento da cultura gaúcha, realizado em Brasília

Reúne música, dança, mostra de cinema, gastronomia e experiências culturais inspiradas no legado missioneiro do Sul do Brasil

A Expotchê chega à 33ª edição inspirada nos 400 anos das Missões Jesuíticas Guaranis, marco histórico, cultural e arquitetônico do Sul da América Latina. De 4 a 14 de junho, o Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade abrigará um grande encontro da cultura gaúcha, reunindo música, dança, gastronomia, tradição, uma inédita mostra de filmes e até futebol em uma programação pensada para toda a família. Entre os destaques estão os shows da banda Nenhum de Nós, referência do rock gaúcho; do cantor Vitor Kley, um dos nomes mais populares da nova geração da música brasileira, e da Família Ortaça, importante representante da cultura missioneira gaúcha. Realizada pela Rome Eventos, a Expotchê evidencia a força e a diversidade da cultura do Sul do país, aproximando gerações em torno de um legado que também criou raízes no Distrito Federal. Os ingressos podem ser adquiridos pelo site ou diretamente na bilheteria local.

Brasília tem um carinho genuíno com as tradições gaúchas, e a Expotchê se orgulha de fazer parte dessa aproximação há 33 anos. Ao longo desse período, o público passou a conhecer mais de perto os costumes, os sabores, a música e a identidade do povo sulista por meio das experiências proporcionadas pelo evento. Em um país com dimensões continentais como o Brasil, incentivar esse intercâmbio faz todo sentido para nós. A Expotchê vai muito além de uma exposição, pois desperta identificação, memória e admiração pela cultura gaúcha, inclusive em pessoas que nunca estiveram no Rio Grande do Sul”, afirma Rômulo Mendonça, diretor-geral da Rome Eventos.

Uma das mais arrojadas dos últimos anos, a ambientação promete causar impacto. O estande da Secretaria de Turismo do Rio Grande do Sul (Setur – RS) reproduzirá as ruínas da Igreja de São Miguel Arcanjo, localizada em São Miguel das Missões, no Rio Grande do Sul, emblemático sítio arqueológico do período missioneiro, reconhecido como Patrimônio Mundial da Unesco. 

A proposta é transportar o visitante para uma experiência imersiva, conectando passado e presente e contando um pouco dessa rica história através de ações especiais sobre o tema”, revela Leda Simone, diretora-executiva da Rome Eventos. 

Dança, música, arte circense, cinema e futebol!

Para receber parte da programação artística, a 33ª Expotchê contará com três palcos (Principal, Tchê Bier e Churras Tchê) e uma sala de projeção audiovisual. Ao longo do evento, serão 54 apresentações, a maioria delas voltada a diferentes expressões da cultura gaúcha e regional. Além dos shows da Família Ortaça, Nenhum de Nós e Vitor Kley, a parte musical conta com nomes como Cristiano Quevedo (RS)Bernardo Fortes (RS)Maskavo (DF)Le Farfalle (RS)Coração Gaúcho (RS)Couro e Cordas (DF), Cancioneiros do Planalto (DF) e Peão Farrapo (DF).

As danças tradicionais ganham espaço com apresentações de grupos como Ana Terra, de São Francisco de Paula (RS) e dos Centros de Tradição Gaúcha (CTG’s) Estância Gaúcha do Planalto (DF) e Sinuelo da Saudade (DF), reforçando a presença e a continuidade da cultura gaúcha muito além das fronteiras do Rio Grande do Sul. Para todos e, especialmente, para as crianças, o grupo circense Burzum (RS), da cidade missioneira de Santo Ângelomarca presença com várias apresentações voltadas ao público infantil ao longo do evento.

Em sintonia com a temática dos 400 anos das Missões Jesuíticas Guaranis, a 33ª Expotchê, em parceria com a Secretária de Cultura do Rio Grande do Sul, também contará com uma mostra audiovisual. Diariamente, em uma sala com capacidade para 20 pessoas, serão exibidas produções que dialogam com a formação histórica e cultural da região missioneira, ampliando a experiência do evento. As obras selecionadas são: Trinta Povos (Brasil, 2020, 80min), dirigido por Zeca BritoCantata Sete Povos – Episódios 1 e 2 (Brasil, 2022, 40min), com direção de Omar L. de Barros Filho, e Pará Yxapy (Brasil, 2021, 28min), dirigido por Luiz Alberto CassolRicardo Almeida e Richard Serraria. A iniciativa reforça o compromisso da Expotchê em promover reflexão, valorização da memória e reconhecimento das múltiplas identidades que compõem a herança cultural do Sul do país.

Essa edição da Expotchê representa mais uma oportunidade de amplificarmos, nacionalmente, a divulgação dos 400 Anos das Missões Jesuíticas Guaranis. Visitantes de todo o país terão contato com a cultura missioneira, fortalecendo ainda mais o interesse turístico pela região”, reforça o Secretaria de Cultura – RS, André Kryszczun. “O governo do Estado investiu cerca de R$ 80 milhões nas celebrações dos 400 anos, pois acredita que o legado Jesuíta e Guarani é fundamental para a economia, o turismo e a perpetuação da cultura e da história do Rio Grande do Sul e do Brasil”, explica, ao comentar as ações comemorativas que vêm mobilizando diferentes cidades gaúchas e expandindo a visibilidade das Missões Brasil afora.

O evento também será ponto de encontro para os apaixonados por futebol. Na estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, o público poderá acompanhar a transmissão de Brasil x Marrocos em clima de torcida coletiva, com exibição simultânea em mega telões de LED instalados nos palcos Principal e Tchê Bier. 

Caminhos do Sul

Se por um lado a Expotchê traz o melhor do Rio Grande Sul a Brasília, por outro desperta no público o desejo de vivenciar o estado diretamente nos territórios que mantêm vivas suas tradições, paisagens e modos de vida. No estande da Setur – RS serão apresentados diversos destinos do estado, incluindo os caminhos das Missões, os tradicionais roteiros de inverno e experiências ligadas ao enoturismo da Serra Gaúcha.

No estande, os visitantes também poderão participar de rodas de chimarrão, vivenciando uma das tradições mais simbólicas da cultura gaúcha e o espírito de acolhimento tão característico da região.

Neste ano, com a inspiração dos 400 anos das Missões Jesuítica, vamos apresentar na Expotchê um Rio Grande do Sul diverso, acolhedor e repleto de experiências que conectam história, tradição, gastronomia, música, cultura e natureza. O Rio Grande do Sul vive um momento importante de crescimento do turismo, com resultados acima da média nacional, fortalecimento da promoção turística e ampliação da presença do Estado em eventos estratégicos dentro e fora do Brasil”, destaca o secretário de Turismo do Rio Grande do Sul, Raphael Ayub.

Do Fogo de Chão aos Sabores Coloniais

O evento confirma a manutenção do Espaço e Palco Churras Tchê, lançado em 2025 e mais que aprovado pelos visitantes. A atração reunirá mestres churrasqueiros e estabelecimentos especializados nesse patrimônio da culinária brasileira, que encontra no Rio Grande do Sul o seu maior expoente. O ambiente propõe uma celebração da convivência, da música regional e da tradição campeira, reunindo estações de preparo ao vivo, grandes estruturas de parrilha e fogo de chão, apresentações culturais e área de convivência com mesas e cadeiras para acomodar centenas de pessoas. 

Mas se a ideia é levar para casa o que há de melhor dos sabores do Sul, a agroindústria familiar gaúcha traz para Brasília produtos coloniais, orgânicos e itens derivados de origem animal, vegetal e artesanal. Entre os sabores típicos estão salames, copas defumadas, torresmo, embutidos, queijos, massas, pães, cucas, antepastos, chimias, geleias, mel, própolis e doce de leite. A carta de bebidas reúne vinhos, espumantes, sucos, hidromel, cachaças, grappa, licores, limoncello e erva-mate. A exposição também apresenta peças e utilidades ligadas à tradição gaúcha, como facas artesanais, cuias, bainhas, tábuas, colheres, petisqueiras, artesanato em madeira, além de chinelos, pantufas e peças em lã.

Por meio da articulação da Secretaria de Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul (SDR-RS), Emater-RS e Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (FETAG-RS), marcarão presença produtores e agroindústrias familiares. Entre os municípios representados estão Frederico Westphalen, Garibaldi, Venâncio Aires, Santa Tereza, Veranópolis, Canela, Ivoti, São Lourenço do Sul, Vista Gaúcha, Paraí, Nova Pádua, Bagé, Soledade, Passo do Sobrado, Colorado, Agudo, Bento Gonçalves, Farroupilha, Estrela, Teutônia, Harmonia, Ilópolis, Dois Lajeados, Nova Bassano e Três de Maio. 

A presença na Expotchê demonstra a capacidade da agricultura familiar gaúcha de preservar sua identidade, reafirmando sua excelência. A inovação desses produtos está na tradição que carregam, materializada em receitas e modos de fazer transmitidos entre gerações e que dialogam com a história gaúcha. Além da qualificação profissional e produtos de elevado padrão, nossa agroindústria possui forte valor agregado e capacidade de competir em diferentes mercados sem perder sua essência cultural”, destaca o secretário Gustavo Paim, da SDR – RS.

O Sabor das Tradições do Sul

Áreas temáticas levam os visitantes a uma viagem pelos sabores e história gaúchos. OTchê Bier promove encontros regados a chopes especiais, como o da monumental carreta da Heineken. Já na Praça do Vinho, a Vinícola Monte Reale, de Flores da Cunha, oferece os melhores vinhos da Serra Gaúcha. Na Praça do Pão, conduzida por colonos de Presidente Lucena e a Praça do Chocolate, com indústrias de Gramado, despertam memórias afetivas com cucas, pães coloniais, doces, chocolates artesanais, fondues e receitas típicas que remetem às festas das colônias do Sul do Brasil. 

Próximos aos palcos Principal e Tchê Bier, o menu se completa com opções de crepes, espetinhos, hambúrgueres, arroz carreteiro, galinhada entre outras delícias. 

Em mais de uma centena de estandes, o público ainda encontrará variedade de moda — incluindo as famosas jaquetas de couro e peças em lã —, artesanato e acessórios típicos, desde peças tradicionalistas até artigos contemporâneos. 

Sustentabilidade e responsabilidade social

A Expotchê reafirma, a cada edição, seu compromisso com práticas sustentáveis, inclusão social e fortalecimento da economia criativa. Alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, o evento adota ações voltadas à responsabilidade ambiental, social e econômica, buscando gerar impacto positivo e legado para além dos dias de realização.

Entre as iniciativas estão campanhas educativas para público e expositores, incentivo ao uso de iluminação LED para redução do consumo de energia e gestão seletiva de resíduos, com metas voltadas à diminuição do descarte. A dimensão social também ocupa lugar de destaque, com inclusão produtiva de jovens, pessoas com deficiência e público LGBTQIA+, além da valorização de micro e pequenos empreendedores locais.

Outro destaque é o Espaço Rome Cidadania, que oferece gratuitamente visibilidade e oportunidades de negócios a projetos sociais e iniciativas do Distrito Federal voltadas ao impacto positivo. 

Sobre a Expotchê

Ao longo de mais de três décadas, a Expotchê se consolidou como um espaço de promoção de lazer e cultura não apenas para a população do Distrito Federal e Entorno, mas para turistas de outros estados e público estrangeiro, principalmente o da comunidade diplomática residente na capital do país.  

Criada em 1992, o evento é o mais antigo do Calendário Oficial de Eventos do Distrito Federal, conforme publicação no Diário Oficial do DF, Lei nº 3.622, de 18 de julho de 2005. 

Realizada pela Rome Eventos, a 33ª edição conta com o apoio das Secretarias do Turismo, da Cultura e do Desenvolvimento Rural (SDR) do Governo do Rio Grande do Sul, da Emater e Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul; da Secretaria de Esporte do Governo do Distrito Federal. 

A Expotchê é viabilizada a partir da venda de estandes e de ingressos.

 

PROGRAMAÇÃO CULTURAL DA  33ª EXPOTCHÊ

04/06 – Quinta-feira
13h – Trinta Povos (Brasil, 2020, 80min), dirigido por Zeca Brito (mostra de cinema)
13h30 – Grupo Burzum (performance circense)
14h30 – Le Farfalle (música)
15h30 – Grupo de Dança Ana Terra
16h30 – Grupo Burzum (performance circense)
17h – Pará Yxapy (Brasil, 2021, 28min), dirigido por Luiz Alberto Cassol, Ricardo Almeida e Richard Serraria (mostra de cinema)
18h30 – Grupo Coração Gaúcho (dança)
20h30 – Família Ortaça (música)

05/06 – Sexta-feira
16h30 – Grupo Burzum (performance circense)
17h30 – Grupo Ana Terra (dança)
18h30 – Grupo Coração Gaúcho (dança)
18h30 – Cantata Sete Povos – Episódios 1 e 2 (Brasil, 2022, 40min), com direção de Omar L. de Barros Filho (mostra de cinema)
19h30 – Le Farfalle (música)
20h30 – Cristiano Quevedo (música)

06/06 – Sábado
12h30 – Grupo Ana Terra (dança)
13h – Trinta Povos (Brasil, 2020, 80min), dirigido por Zeca Brito (mostra de cinema)
13h30 – Grupo Sinuelo da Saudade (dança)
14h30 – Grupo Circense Burzum (performance circense)
16h – Grupo Coração Gaúcho (dança)
17h – Grupo Ana Terra (dança)
17h – Pará Yxapy (Brasil, 2021, 28min), dirigido por Luiz Alberto Cassol, Ricardo Almeida e Richard Serraria (mostra de cinema)
18h30 – Grupo Circense Burzum (performance circense)
20h30 – Le Farfalle (música)

07/06 – Domingo
12h30 – Grupo Ana Terra (dança)
13h – Trinta Povos (Brasil, 2020, 80min), dirigido por Zeca Brito (mostra de cinema)
13h30 – Grupo Coração Gaúcho (dança)
14h30 – Grupo Burzum (performance circense)
17h – Cancioneiros do Planalto (música)
17h – Cantata Sete Povos – Episódios 1 e 2 (Brasil, 2022, 40min), com direção de Omar L. de Barros Filho (mostra de cinema)
18h30 – Le Farfalle (música)
20h30 – A confirmar

08/06 – Segunda-feira
16h30 – Grupo Burzum (performance circense)
18h30 – Le Farfalle (música)
18h30 – Pará Yxapy (Brasil, 2021, 28min), dirigido por Luiz Alberto Cassol, Ricardo Almeida e Richard Serraria (mostra de cinema)
20h30 – Grupo Ana Terra (dança)

09/06 – Terça-feira
16h30 – Grupo Burzum (performance circense)
18h30 – Le Farfalle (música)
18h30 – Cantata Sete Povos – Episódios 1 e 2 (Brasil, 2022, 40min), com direção de Omar L. de Barros Filho (mostra de cinema)
20h30 – Bernardo Fortes (música)

10/06 – Quarta-feira
16h30 – Grupo Burzum (arte circense)
18h00 – Le Farfalle (música)
18h30 – Trinta Povos (Brasil, 2020, 80min), dirigido por Zeca Brito (mostra de cinema)
19h30 – Grupo Ana Terra (dança)
20h30 – Nenhum de Nós (música)

11/06 – Quinta-feira
16h30 – Grupo Burzum (performance circense)
17h30 – Grupo Ana Terra (dança)
18h30 – Grupo Coração Gaúcho (dança)
18h30 – Pará Yxapy (Brasil, 2021, 28min), dirigido por Luiz Alberto Cassol, Ricardo Almeida e Richard Serraria (mostra de cinema)
19h30 – Le Farfalle (música)
20h30 – Maskavo (música)

12/06 – Sexta-feira
16h30 – Grupo Burzum (performance circense)
17h30 – Grupo Ana Terra (dança)
18h30 – Grupo Burzum (performance circense)
18h30 – Cantata Sete Povos – Episódios 1 e 2 (Brasil, 2022, 40min), com direção de Omar L. de Barros Filho (mostra de cinema)
19h30 – Couro e Cordas (música)
20h30 – Vitor Kley (música)

13/06 – Sábado
12h30 – Grupo Ana Terra (dança)
13h – Trinta Povos (Brasil, 2020, 80min), dirigido por Zeca Brito (mostra de cinema)
13h30 – Grupo de Dança CTG Estância do Planalto (dança)
14h30 – Grupo Coração Gaúcho (dança)
16h – Grupo Burzum (performance circense)
17h – Pará Yxapy (Brasil, 2021, 28min), dirigido por Luiz Alberto Cassol, Ricardo Almeida e Richard Serraria (mostra de cinema)
17h30 – Grupo Ana Terra (dança)
18h30 – Grupo Coração Gaúcho (dança)
19h – Transmissão do jogo Brasil x Marrocos – palcos Tchê Bier e Principal
21h – Peão Farrapo (música)

14/06 – Domingo
12h30 – Grupo Ana Terra (dança)
13h – Pará Yxapy (Brasil, 2021, 28min), dirigido por Luiz Alberto Cassol, Ricardo Almeida e Richard Serraria (mostra de cinema)
13h30 – CTG Estância Gaúcha do Planalto (dança)
14h30 – Grupo Burzum (performance circense)
16h00 – Grupo Coração Gaúcho (dança)
17h – Cantata Sete Povos – Episódios 1 e 2 (Brasil, 2022, 40min), com direção de Omar L. de Barros Filho (mostra de cinema)
18h30 – Grupo Ana Terra (dança)
20h30 – Grupo Coração Gaúcho (dança)

A sala de projeção audiovisual comporta 20 pessoas por sessão (entrada livre por ordem de chegada)

SERVIÇO

33ª Expotchê

Data: 04 a 14 de junho

Local: Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade

Horário: 

De segunda a sexta: das 16h às 23h (entrada gratuita das 16 às 17h)

Sábados, domingos e feriado (Corpus Christi): das 11h às 23h

Ingresso: R$30,00 (inteira), R$15,00 (meia) nos casos garantidos por lei. 

Indicação: livre

Ingresso pode ser adquirido na bilheteria do evento ou pelo site https://www.ticketandgo.com.br/evento/33a-expotche 

Feriado reúne participantes do Legendários no Distrito Federal para experiência de desenvolvimento pessoal e ações sociais

Foto divulgação

Além da imersão promovida em Brasília, com início no dia 04, movimento fortalece projetos humanitários no Brasil e na África

O feriado será uma oportunidade para que participantes do movimento Legendários vivenciem uma experiência voltada ao desenvolvimento pessoal, à reflexão e ao fortalecimento de valores ligados à liderança e ao serviço ao próximo. Em Brasília, a jornada acontece no dia 04, reunindo integrantes em uma programação que combina desafios, aprendizado e convivência.

Presente em 24 países e com mais de 189 mil participantes ao redor do mundo, o Legendários tem ampliado sua atuação ao conectar espiritualidade, crescimento humano e mobilização social. No Brasil, o movimento já reúne mais de 110 mil integrantes e segue expandindo sua presença em diferentes estados.

Durante o feriado, os participantes são convidados a se desconectar da rotina para viver uma experiência imersiva composta por desafios físicos, atividades em equipe e momentos de reflexão. A proposta é estimular o desenvolvimento de competências como disciplina, resiliência, liderança e propósito, promovendo aprendizados que possam ser aplicados na vida pessoal, familiar e profissional.

Além das jornadas, o movimento mantém projetos sociais e humanitários que beneficiam comunidades em diferentes partes do mundo. Uma das iniciativas é o Águafrica, programa dedicado à construção de poços artesianos em Angola e Guiné-Bissau. A expectativa é entregar 100 poços até o final do ano, ampliando o acesso à água potável para milhares de pessoas.

A atuação social também alcança a área da saúde emocional. Em parceria com o psiquiatra e escritor Augusto Cury, o Legendários apoia o aplicativo gratuito Touch Peace, desenvolvido para oferecer acolhimento e orientação a pessoas que enfrentam desafios relacionados à ansiedade, depressão e sofrimento emocional.

No Brasil, os integrantes também participam de campanhas solidárias e ações emergenciais. Em 2026, durante as enchentes que atingiram Minas Gerais, centenas de voluntários ligados ao movimento atuaram em cidades como Juiz de Fora e Ubá, colaborando na distribuição de doações, refeições e kits de higiene para famílias afetadas.

De acordo com a organização, o objetivo é que as experiências vividas durante as jornadas inspirem um compromisso contínuo com a transformação social, incentivando atitudes de solidariedade, empatia e responsabilidade coletiva mesmo após o encerramento dos desafios.

Confira mais informações em: Link

“100 Noites de Desejo”, filme com Emma Corrin, Nicholas Galitzine e Maika Monroe, estreia nesta quinta nos cinemas

Foto divulgação

Produção é inspirada no livro As 100 Noites de Hero, de Isabel Greenberg

A Paris Filmes lança nesta quinta-feira, dia 4 de junho, nos cinemas o filme“100 Noites de Desejo” (100 Nights of Hero), estrelado por Emma Corrin, Nicholas Galitzine e Maika Monroe. A produção é inspirada no livro As 100 Noites de Hero, de Isabel Greenberg. Baixe o cartaz aqui, imagens aqui e assista ao trailer neste link.

Quando um hóspede encantador chega a um castelo isolado, a delicada dinâmica entre um marido negligente, sua inocente noiva Cherry e a dedicada criada Hero vira um caos. O longa conta ainda com Amir El-Masry, Charli XCX, Richard E. Grant e Felicity Jones no elenco. A direção é de Julia Jackman, que também assina o roteiro.

SOBRE A PARIS FILMES

A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H”, “Manas”, “Pedágio”, “Ritas” , “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, “A Empregada”, a franquia “Truque de Mestre” e “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia.

Entre os próximos lançamentos estão “Feito Pipa”, “Geni e o Zepelim”, “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, “Minha Melhor Amiga”, “Minha Vida com Shurastey” e “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita”.

Acompanhe as novidades sobre esse e outros lançamentos por meio das redes sociais:

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Na Praia Festival celebra 10ª edição com tem especial “Brasil” e line-up histórico 

Foto divulgação

O evento reunirá nomes como Thiaguinho, Wesley Safadão, Caetano Veloso, Marisa Monte, Nattan, entre outros grandes artistas da música nacional

Idealizado e desenvolvido pelo Grupo R2, o Na Praia Festival celebra sua 10ª edição em 2026. Com o conceito “Brasil”, o evento — que acontece em Brasília entre 13 de junho a 19 de setembro — reunirá uma programação diversa, com shows que percorrem diferentes gêneros musicais, como pagode, samba, sertanejo, funk, MPB, entre outros. 

Entre as novidades desta edição, destaca-se a transformação da arena principal de shows que deixa de contar com o tradicional piso de areia. Em sintonia com o clima de celebração que deve tomar conta do país durante a Copa do Mundo, o festival também irá transmitir os jogos da seleção brasileira, permitindo que o público acompanhe as partidas enquanto aproveita apresentações de alguns dos maiores nomes da música nacional. 

Além de se consolidar como um dos maiores festivais de música do país, o evento também se destaca como um verdadeiro polo gastronômico, reunindo mais de 20 operações de restaurantes comandados por alguns dos chefs mais renomados de Brasília.  

Os ingressos já estão disponíveis para compra exclusivamente no site oficial do festival ou através do aplicativo: https://r2.com.vc/napraiafestival/  

Confira o line-up completo: 

Junho 

  • 13 de junho, sábado, às 18h: Thiaguinho e Léo Foguete 
  • 14 de junho, domingo, às 18h: Banda Eva 
  • 19 de junho, sexta-feira, às 18h: Rogerinho e Fica Comigo 
  • 24 de junho, quarta-feira, às 18h: Surra de Modão 
  • 26 de junho, sexta-feira, às 18h: Emicida convida Mano Brown e Duquesa 
  • 27 de junho, sábado, às 18h: Saulo Fernandes e Péricles 

Julho 

  • 03 de julho, sexta-feira, às 18h: João Gomes, Dorgival Dantas e Falamansa 
  • 05 de julho, domingo, às 18h: Felipe Amorim e Clayton & Romário 
  • 10 de julho, sexta-feira, às 18h: Caetano Veloso e Jorge Vercilo 
  • 11de julho, sábado, às 18h: Wesley Safadão, Natanzinho e Rey Vaqueiro 
  • 12 de julho, domingo, às 18h: Diego e Victor Hugo 
  • 18 de julho, sábado, às 18h: Maria Rita, Martinho da Vila e Martinália 
  • 19 de julho, domingo, às 18h: Belo e Pixote 
  • 24 de julho, sexta-feira, às 18h: Zé Vaqueiro, Henry Freitas e Syon Trio 
  • 25 de julho, sábado, às 18h: Panda e Ícaro & Gilmar 
  • 31 de julho, sexta-feira, às 18h: Baco Exu do Blues, Veigh, Djonga, WIU e Teto 

Agosto 

– 01 de agosto, sábado, às 18h: Nattan, Matheus & Kauan e Bia Frazzo 

– 07 de agosto, sexta-feira, às 18h: Titãs e Os Paralamas do Sucesso 

– 08 de agosto, sábado, às 18h: Simone Mendes, Filho do Piseiro e Eric Land 

– 14 de agosto, sexta-feira, às 18h: Gabe & Roddy Lima, Catdealers, Departamento, Victor Lou e Blazy 

– 15 de agosto, sábado, às 18h: Bell Marques, Léo Santana e MatheusFernandes 

– 21 de agosto, sexta-feira, às 18h: Pablo, Zezo e Patrick Costa 

– 22 de agosto, sábado, às 18h: Marisa Monte e Silva 

– 23 de agosto, domingo, às 18h: Xand Avião 

– 28 de agosto, sexta-feira, às 18h: Mc Livinho, Kayblack e Mc Hariel 

– 29 de agosto, sexta-feira, às 18h: Pedro Sampaio, Luísa Sonza e Carol Biazin 

Setembro 

– 19 de setembro, sábado, às 18h: Cabaré 

SERVIÇO 

Na Praia Festival 2026 

Local: Na Praia Parque (Setor de Clubes Sul, trecho 2, entre a Agepol e o Centrejufe) 

Data: 13 de junho a 19 de setembro 

Horário: 18h  

Ingressos: https://r2.com.vc/napraiafestival/ 

Sobre o Grupo R2 

Holding de Brasília, o Grupo R2 é referência no setor de entretenimento, gastronomia e experiências culturais. Fundado em 2005, nasceu da trajetória de promoters que se tornaram sócios de grandes eventos, construindo marcas de sucesso como Na Praia Festival, Mané Mercado — em expansão para São Paulo — e Esfera, que oferece escritórios privativos nas áreas de camarote do Estádio Nacional Mané Garrincha. 

Ao longo de 20 anos, o grupo mobilizou milhões de pessoas, movimentou o turismo e a economia local e consolidou sua presença como um player inovador. Além disso, integra práticas de ESG em seus projetos, com iniciativas voltadas à sustentabilidade, inclusão social e desenvolvimento comunitário, reforçando seu compromisso em tornar o entretenimento mais responsável e positivo para a sociedade e o meio ambiente. 

LUME Teatro celebra 40 anos com “KINTSUGI, 100 memórias” no Centro Cultural do Banco do Brasil Brasília

Foto divulgação

Espetáculo que transforma – fraturas em beleza – utiliza a metáfora da arte japonesa Kintsugi para tratar de memória, política e superação. Com Ana Cristina Colla, Jesser de Souza, Renato Ferracini e a brasiliense Raquel Scotti Hirson, direção do argentino

Emilio García Wehbi e dramaturgia de Pedro Kosovski, montagem fica em cartaz de 4 a 14 de junho de 2026.

O que fazer com os fragmentos do que se quebrou? Como lidar com as memórias que preferíamos esquecer? O LUME Teatro apresenta o espetáculo “KINTSUGI, 100 memórias” no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília. A obra, que celebra os 40 anos do grupo paulista (fundado em 1985), une o pessoal e o político em uma dramaturgia autoficcional e fragmentária, com direção do argentino Emilio García Wehbi (do grupo El Periférico de Objetos) e dramaturgia do carioca Pedro Kosovski, vencedor dos principais prêmios de artes cênicas do país, incluindo Shell e APCA.

A temporada acontece de 4 a 14 de junho de 2026, de quinta a sábado às 20h e aos domingos às 18h (com exceção na semana de jogos da Copa, quando a sessão de sábado será transferida para quarta-feira, 10/6, às 20h), no Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). Haverá sessões com tradução em Libras.

Associado à temporada, o Lume irá oferecer o curso gratuito “Treinamento Técnico para Atuadores”, sob a orientação de Jesser de Souza de 4 a 7 de junho (quinta a domingo), das 10h às 13h. Serão 24 vagas e as inscrições estarão abertas de 5 a 25/5, via preenchimento do formulário: https://forms.gle/yWtuqRkNmPqStdcm9. A lista de selecionados será divulgada dia 27/5.

O workshop oferece uma visão geral do treinamento cotidiano sistematizado pela equipe de atrizes e atores-pesquisadores do LUME. Através de metodologias concretas, o workshop aborda temas fundamentais do trabalho de atuação: ética (autodisciplina e autonomia); preparação e prontidão (aquecimento do corpo-mente e presença); reconhecimento e dilatação das capacidades expressivas do corpo, aspectos energéticos e técnicos do ofício (transformação do peso em energia, dinâmica das ações no espaço e no tempo, articulações e segmentação corporal, modulação da energia, jogo entre atuadores).

A beleza da imperfeição: o Kintsugi como metáfora central

Kintsugi, em japonês, significa literalmente “emenda com ouro”. Filosoficamente, representa “a beleza da imperfeição”: a técnica consiste em reparar cerâmicas quebradas com uma mistura de laca e pó de ouro, tornando a peça restaurada mais valiosa e resistente do que a original que não sofreu rupturas.

Essa metáfora está no cerne do espetáculo. Logo na primeira ação em cena, os atores fazem um brinde e, em seguida, um vaso de cerâmica é estilhaçado no palco. A ação cobra dos artistas uma tomada de posição: de que modo juntar os fragmentos daquilo que um dia representou um contorno estável que os uniu enquanto grupo durante tantos anos?

A peça propõe, então, uma ressignificação positiva da ruptura: assim como o Kintsugi transforma fraturas em ornamentos dourados, “KINTSUGI, 100 memórias” busca iluminar cicatrizes individuais e coletivas – do Brasil da ditadura à redemocratização, passando por memórias pessoais e do próprio grupo – para torná-las mais valiosas do que a integridade que nunca se quebrou.

Como resume o dramaturgo Pedro Kosovski: “A peça propõe uma utopia do mover-se, não estagnar: a vida é movimento; nesse sentido, acontece a restauração do desejo de estarmos juntos na diferença.”

Da pesquisa sobre o Alzheimer à metáfora do esquecimento político

O ponto de partida da pesquisa foi a Doença de Alzheimer. Um dado publicado em revista sobre o povoado de Angostura, na Colômbia – onde mais de 12% dos cerca de 12 mil habitantes apresentam uma mutação genética que leva a um tipo raro e precoce da doença – despertou a curiosidade do grupo.

Durante vários meses, os atores Ana Cristina Colla, Jesser de Souza, Raquel Scotti Hirson e Renato Ferracini visitaram a ala neurológica do Hospital das Clínicas da UNICAMP, conversando com especialistas, familiares e pacientes com demência.

Era 2018, “época em que o Brasil mergulhava em um momento de apagamento histórico, obscurantismo e irracionalidades políticas”, contextualiza Renato Ferracini.

Era 2018, “época em que o Brasil mergulhava em um momento de apagamento histórico, obscurantismo e irracionalidades políticas”, contextualiza Renato Ferracini.

O grupo, então, expandiu a patologia para o campo social. Ao tratar o Alzheimer mais como metáfora do que como doença, os artistas passaram a investigar o esquecimento por opção: aquelas sombras que queremos deixar quietas, as memórias que machucam e preferimos não tocar. Vasculharam também, além do esquecimento provocado pela doença, o apagamento da memória como projeto político – algo que se reflete na irracionalidade política do país.

Segundo o ator Jesser de Souza: “Reconhecimento e acolhimento são os primeiros passos para viabilizar a reparação, a reconstrução daquilo que um dia foi íntegro e cujos contornos se apresentavam bem delineados e intactos. “Alinhavando-se a isso, o diretor argentino Emilio García Wehbi, convidado para conduzir a construção da cena, trouxe questões como: seria essa política obscura fruto de uma doença degenerativa ou de uma ação manipulada e calculada? Quais lembranças queremos esquecer ou sequer tocar?

A música como fagulha de memória – um destaque especial

Um dos aspectos mais singulares do espetáculo é o tratamento dado à música. Estudos científicos comprovam que canções antigas e conhecidas conseguem driblar o hipocampo – primeira área do cérebro afetada pelo Alzheimer – ativando áreas emocionais e motoras preservadas, promovendo o resgate da identidade pela via do afeto e da sensibilidade, não da memória concreta e objetiva.

Inspirados por essa descoberta, os músicos e pesquisadores Janete El Haouli e José Augusto Mannis criaram um verdadeiro “bordado sonoro” para “KINTSUGI, 100 memórias”. A partir de releituras eletroacústicas dos Noturnos de Chopin, na interpretação de Brigitte Engerer, eles manipularam timbres, criaram colagens e sobreposições, explorando texturas que se sobrepõem ao espetáculo como uma obra à parte. O resultado é um “vapor de som” com a potência de despertar lembranças tanto nas atrizes e atores quanto em cada espectador.

Como explica Renato Ferracini: “A música e a projeção acústica buscam criar pontes entre elenco e plateia, entre a autoficção apresentada e as memórias eventualmente revisitadas, criando um bordado sonoro que conduz o espectador em uma jornada.” Esse desenho sonoro, que age como uma fagulha para acionar afetos e memórias perdidas, está em sintonia com a encenação, a dramaturgia, a interpretação e a iluminação, elevando a energia de reflexão e convidando o público à contemplação.

Autoficção, memórias e objetos em cena

No palco, o público se depara com uma obra autoficcional e desconstruída, sem narrativa linear. São apresentadas 100 memórias – do grupo LUME, individuais bem como sociais – materializadas em objetos, que resistiram ao tempo: relíquias de família, fotografias, diários, uma coleção de moedas, revistas e peças de roupa. Itens, que servem de suporte para as lembranças dos intérpretes e da história do Brasil, desde a ditadura à atualidade.

A atriz Raquel Scotti Hirson resume: (desses objetos) “Nasceram os fios dessa trama ancorada no trinômio memória-esquecimento-apagamento, engenhosamente engendrados por Kosovski e potencializados pela encenação de Wehbi.” E Ana Cristina Colla, também atriz, complementa: “As memórias apresentadas buscam revelar cicatrizes, escancarar fissuras, expor as imperfeições que nos constituem, promovendo sua reparação. Somente após deitarmos nosso olhar sobre a imperfeição é que podemos agir sobre ela, restaurando-a e transformando-a em algo mais valioso que o perfeito que não experimentou a ruptura.” Apesar do momento político sombrio que o país atravessava no início da criação (2016), e dos ecos de uma frágil democracia resgatada em 1985 – mesmo ano de fundação do LUME –, o espetáculo escolhe a resistência pela arte. Como define Pedro Kosovski: “KINTSUGI, 100 memórias é um gesto de resistência e utopia que nos faz seguir em frente. A arte é transformadora, e é nisso que o LUME acredita.”

Sobre o LUME Teatro

“… Trabalhar o ator é, sobretudo e antes de mais nada, preparar seu corpo não para que ele diga, mas para que ele permita dizer. A arte de ator é uma viagem para dentro de nós mesmos, um reatar contato com recantos secretos, esquecidos, com a memória. A verdadeira técnica da arte de ator é aquela que consegue esculpir o corpo e as ações físicas no tempo e no espaço, acordando memórias, dinamizando energias potenciais e humanas, tanto para o ator quanto para o espectador.” – Luís Otávio Burnier (1956–1995), fundador do LUME.

O LUME é um núcleo interdisciplinar de pesquisas teatrais da UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas) e, ao mesmo tempo, é um coletivo de três atrizes, quatro atores e uma equipe técnica e administrativa diversificada, que se tornou referência internacional para artistas e pesquisadores no redimensionamento técnico e ético do ofício de ator. Um espaço de multiplicidade de visões que refletem as diferenças, impulsos e sonhos de cada um.

Ao longo de mais de 40 anos, tornou-se conhecido em mais de 30 países, tendo atravessado quatro continentes, desenvolvendo parcerias especiais com mestras e mestres da cena artística nacional e mundial. Criou mais de 20 espetáculos e mantém 14 em repertório, com os quais atinge públicos diversos de maneiras não-convencionais. Com sede no Distrito de Barão Geraldo, Campinas (SP), o grupo difunde sua arte e metodologia por meio de oficinas, demonstrações técnicas, intercâmbios de trabalho, projetos itinerantes, trocas culturais, assessorias, simpósios acadêmicos, reflexões teóricas e publicações de livros, que celebram o teatro como a arte do encontro.

Acessibilidade CCBB

A ação Vem pro CCBB conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.

A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.

Horários da van, de quinta a domingo:

Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h

CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30

O CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

Sinopse

“Kintsugi – 100 memórias” é uma obra que celebra a beleza da imperfeição e a força das cicatrizes transformadas em ouro. Inspirada na técnica japonesa Kintsugi, que restaura cerâmicas quebradas com traços dourados, a peça constrói um inventário de 100 memórias pessoais e coletivas no palco. Histórias íntimas se revelam, convidando o público a refletir sobre o que permanece em nós e sobre o valor das lembranças, mesmo quando dolorosas. A pesquisa sobre o Alzheimer vem como ponto de partida para tratar de memória, apagamento e superação. O espetáculo é um convite poético para descobrir como nossas marcas e recordações podem se tornar preciosas, revelando a beleza que nasce da imperfeição.

Serviço:

Espetáculo “KINTSUGI, 100 memórias” – LUME Teatro

Gênero: autoficção

Local: Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília

Endereço: SCES Trecho 2 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves

Temporada: de 4 a 14 de junho de 2026

Dias e horários: de quinta a sábado, às 20h; domingo, às 18h (na semana de jogos da Copa, a sessão de sábado acontecerá excepcionalmente na quarta-feira (10/6), às 20h)

Ingresso: R$ 30 (inteira), e R$ 15 (meia para estudantes, professores, profissionais da saúde, pessoa com deficiência e acompanhante, quando indispensável para locomoção, adultos maiores de 60 anos e clientes Ourocard), à venda no site: http://www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília, a partir das 12h de 30 de maio.

Duração: 120 minutos

Classificação indicativa: não recomendado para menores de 14 anos

CCBB Brasília: aberto de terça a domingo, das 9h às 21h

Informações: fone: (61) 3108-7600 | e-mail: ccbbdf@bb.com.br | site/ bb.com.br/cultura | Instagram/ @ccbbbrasilia | Tiktok/@ccbbcultura | YouTube/Bancodobrasil