Humorista se apresenta no dia 3 de outubro, no Teatro dos Bancários com espetáculo que reúne stand-up, personagens, imitações, música e improviso
A passagem de Gustavo Mendes por Brasíliaganhou uma nova sessão. No dia 3 de outubro, o humorista apresenta “Atrevido”no Teatro dos Bancários às 19h, além da apresentação já marcada para às 21h. O espetáculo marca a volta de Gustavo ao stand-up depois de um período afastado do formato e reúne textos de sua trajetória, histórias inéditas, personagens, imitações, música e improviso.
Com seu olhar para comportamentos e contradições do cotidiano, Gustavo aborda temas como relações, política, excessos contemporâneos e situações da vida brasileira. A interação com a plateia também faz parte da apresentação, abrindo espaço para improvisos e situações diferentes em cada sessão.
As imitações que ajudaram a projetar o humorista nacionalmente também estão no espetáculo. Entre elas está a personagem inspirada em Dilma Rousseff, uma das mais conhecidas de seu repertório.
A música completa a combinação de linguagens de “Atrevido”. Gustavo interpreta, com humor, sucessos conhecidos nas vozes de Maria Bethânia, Ana Carolina e Alcione, incorporando os números musicais à mistura de stand-up, personagens e improviso.
Sobre Gustavo Mendes
Mineiro da Zona da Mata, Gustavo Mendesconstruiu sua trajetória entre os palcos, a televisão e a internet. Ganhou projeção nacional com suas imitações, especialmente a personagem inspirada em Dilma Rousseff, que ampliou sua presença nas redes sociais e abriu caminho para trabalhos na televisão.
Na TV, integrou produções como Casseta & Planeta,Vai Fundo e Zorra Total, na Globo, Agora É Tarde, na Band, além de Treme Treme e Xilindró, no Multishow. Em 2024, também integrou o elenco do filme Férias Trocadas.
Ator, humorista, imitador e criador de seus próprios espetáculos, Gustavo leva para “Atrevido” diferentes elementos que atravessam sua carreira, agora reunidos em seu retorno aos palcos de stand-up.
Serviço
Gustavo Mendes – “Mais Atrevido” Data: 3 de outubro (sábado) Local: Teatro dos Bancários – 314/315 Sul, Asa Sul, Brasília (DF) Sessões: 19h (extra) e 21h Ingressos: R$ 150 (inteira), R$ 100 (meia solidária) e R$ 75 (meia-entrada) Vendas: Ingresso Digital – https://ingressodigital.com/evento/21869,22094/gustavo-mendes-atrevido Duração: 90 minutos Classificação indicativa: 14 anos Texto, criação e direção: Gustavo Mendes Interpretação, imitações e personagens:Gustavo Mendes Produção executiva: Lucas Ribeiro Arruda Produção e realização: Gustavo Mendes Produções Artísticas
Projeto chega à capital em 7 de outubro, após cinco anos de trajetória no CCBB Rio de Janeiro, com obras escolhidas pelo público e encontros entre autores e leitores
Escolher o livro, encontrar quem escreve, ouvir trechos da obra e participar da conversa. É a partir dessa experiência compartilhada que o Clube de Leitura do Centro Cultural Banco do Brasil chega a Brasília, depois de cinco anos reunindo autores e leitores no Rio de Janeiro. A estreia na capital será em 7 de outubro, com Ana Miranda e participação especial de Andressa Marques, sob mediação da curadora Suzana Vargas.
E o leitor entra nessa conversa antes mesmo da estreia. A curadoria seleciona três títulos do autor convidado, que são levados à votação nas redes sociais do CCBB Brasília. Para a abertura, o público poderá escolher entre Mundo, mundo (Armazém da Cultura), Boca do Inferno (Companhia das Letras) e Dias & Dias (Companhia das Letras), de Ana Miranda. A obra mais votada servirá de ponto de partida para entrevistas, leitura de trechos, contextualização e perguntas da plateia.
As atividades serão mensais e presenciais, no Teatro do CCBB Brasília, com duração de 1h30. Os 30 minutos finais serão reservados às perguntas da plateia. Haverá ainda distribuição de livros e sessões de autógrafos.
Criado em 2021 no CCBB Rio, o Clube recebeu cerca de quatro mil pessoas presencialmente. Agora, a experiência acumulada ao longo de cinco anos chega a Brasília, mantendo a literatura como ponto de partida para conversas sobre cultura, sociedade e questões do nosso tempo.
A proposta é aproximar os livros do cotidiano, estimular o prazer de ler, formar novos públicos e ampliar o contato com autores e obras para além dos ambientes escolar e universitário.
Poeta, ensaísta, escritora, professora e especialista em leitura, Suzana Vargas criou e coordena o Instituto Estação das Letras, espaço pioneiro na realização de oficinas de criação literária, e tem uma trajetória ligada à curadoria cultural e à formação de leitores.Nos anos 2000, idealizou o Roda de Leitura, que integrou a agenda do CCBB durante cinco anos.
“O Clube nasceu do desejo de fazer da leitura uma experiência compartilhada, em que o livro abre caminhos para a conversa, para a descoberta e para a troca. Chegar a Brasília, depois de cinco anos de encontros no Rio, é ampliar essa roda e encontrar novos leitores, novas vozes e outras maneiras de viver a literatura”, ressalta Suzana.
A primeira conversa
Cearense, Ana Miranda é autora de uma extensa obra que atravessa romance, poesia, conto, novela, biografia e literatura infantil. Seu primeiro romance, Boca do Inferno, lançado em 1989, tornou-se um clássico da literatura brasileira. Entre seus livros estão ainda Desmundo, Amrik, Dias & Dias, Semíramis e Mundo, mundo. Ao longo da carreira, recebeu diversos reconhecimentos, entre eles três prêmios Jabuti, dois prêmios da Academia Brasileira de Letras, a Ordem do Mérito Cultural do Governo Federal e o título de Doutora Honoris Causa pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Viveu no Rio de Janeiro, em Brasília e em São Paulo e, atualmente, mora no Ceará.
Nascida em Taguatinga, no Distrito Federal, Andressa Marques é professora e doutora em Literatura e Práticas Sociais pela Universidade de Brasília (UnB). Integrante de uma das primeiras turmas de cotistas do país, foi a primeira pessoa de sua família a conquistar um diploma universitário. Atualmente, é coordenadora-geral de Livro e Literatura da Secretaria de Formação, Livro e Leitura (SEFLI), vinculada ao Ministério da Cultura. Em 2024, lançou o romance de estreia A Construção, premiado no concurso Toca Literária, promovido pelo escritor Marcelino Freire para ampliar a visibilidade de novos autores.
Ao todo, serão seis datas em Brasília, entre outubro de 2026 e abril de 2027. Depois da abertura, Ruy Castro e Heloisa Seixas participam da edição de 4 de novembro, dedicada à biografia e à memória. Em 2 de dezembro, o convidado será o romancista Itamar Vieira Júnior. O calendário continua em 3 de fevereiro, 3 de março e 7 de abril, com autores e obras anunciados posteriormente.
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília(CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizadas exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Acessibilidade
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.
A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou, ainda, pelo QR Code na própria van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code, que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van – de quinta a domingo:
Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h
Clube de Leitura CCBB Brasília – abertura da temporada Convidadas: Ana Miranda e Andressa Marques Mediação: Suzana Vargas Data: 7 de outubro (quarta-feira)
Local: Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília Endereço:SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul
Horário: 18h30 Ingressos: gratuito mediante retirada de ingressos, a partir das 12h do dia anteriorClassificação indicativa: 14 anos
A 8ª edição do Festival ExpoMix Brasil encerrou, neste domingo (20), uma programação de três dias que reuniu grandes nomes da música nacional e regional no Museu Nacional, em Brasília. O evento teve expectativa de público de 150 mil pessoas e contou com shows de artistas como Léo Santana, Naiara Azevedo, Guilherme & Benuto, Tribo da Periferia, Jefferson Moraes, Miozin e outras atrações.
Além da programação musical, o festival movimentou diferentes setores da economia do Distrito Federal. A estimativa foi de uma movimentação financeira de R$ 65 milhões, com a geração de mais de 3 mil empregos diretos e indiretos, beneficiando áreas como hotelaria, gastronomia, transporte, comércio e serviços.
Com entrada gratuita mediante a doação de 2 kg de alimentos, o ExpoMix também reforçou o caráter social do evento, unindo entretenimento e solidariedade e foram arrecadados 53 toneladas de alimentos, que foram destinados para instituições carentes e casas de recuperação. A programação contou ainda com DJs, apresentações de artistas regionais e espaços de convivência e gastronomia.
Realizado pelo Instituto Semper Fidelis, com produção de Emerson PIW, o festival teve apoio da Secretaria de Cultura e incentivo da Lei Rouanet, Ministério da Cultura e Governo Federal.
Semana de 24 a 30 de setembro traz ainda sessão especial de “La La Land”, dobradinha de “A Saga Crepúsculo: Amanhecer partes 1 e 2” na Sessão Circuitão e as estreias de “Morte e Vida Madalena”, “Não Existe Almoço Grátis”, “Nosso Segredo” e a animação “Papaya”
Depois de três semanas com a sala cedida para a realização do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o Cine Brasília retoma sua programação regular nesta quinta-feira, 24. Até o dia 30, a grade reúne desde clássicos a relançamentos e estreias de produções do cinema brasileiro contemporâneo.
À frente desta volta está a Sessão Clássicos de setembro, que exibe no próximo sábado, 26, às 18h, a grande obra Cidadão Kane, dirigida, produzida e protagonizada por Orson Welles. Lançado em 1941, o longa acompanha a investigação conduzida após a morte do magnata da imprensa Charles Foster Kane. Intrigados com sua última palavra, “Rosebud”, jornalistas reconstroem sua trajetória por meio dos relatos de pessoas que participaram de diferentes momentos de sua vida.
Com sua estrutura fragmentada da narrativa, construída a partir de múltiplos pontos de vista, se soma ao trabalho de fotografia em preto e branco de Gregg Toland, conhecido pelo emprego da profundidade de campo, à montagem de Robert Wise e à trilha de Bernard Herrmann, Cidadão Kane comumente figura em várias listas de “filmes para ver antes de morrer”. A produção recebeu nove indicações ao Oscar, incluindo filme, direção, ator, fotografia e montagem, e venceu a estatueta de Melhor Roteiro Original, assinada por Welles e Herman J. Mankiewicz.
O filme também marcou a estreia de Welles na direção de longas-metragens depois de sua trajetória no teatro e no rádio e concentra parte das experiências formais que fizeram do diretor um nome central do cinema norte-americano do século XX.
SESSÃO ESPECIAL
Na sequência de Cidadão Kane, às 20h30, o sábado continua com a Sessão Especial do relançamento de La La Land – Cantando Estações, musical de Damien Chazelle estrelado por Emma Stone e Ryan Gosling. Lançado originalmente em 2016, o filme acompanha Mia, uma aspirante a atriz que trabalha em uma cafeteria enquanto tenta conquistar espaço em Hollywood, e Sebastian, pianista dedicado ao jazz que sonha em abrir o próprio clube. O encontro entre os dois dá início a um relacionamento marcado pelas escolhas profissionais e pela dificuldade de conciliar os projetos individuais com a vida construída em conjunto.
O filme chegou ao Oscar com 14 indicações e terminou a cerimônia levando seis estatuetas para casa, entre elas Melhor Direção para Damien Chazelle, Melhor Atriz para Emma Stone e Melhor Fotografia para Linus Sandgren, além de direção de arte, trilha sonora e canção original.
SESSÃO CIRCUITÃO
A Sessão Circuitão desta semana chega com os relançamentos dos capítulos que encerram uma das franquias de maior repercussão do cinema jovem dos anos 2000 e início da década seguinte. Em clima vampiresco, a Sala Vladimir Carvalho exibe A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1 e A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2, ambos dirigidos por Bill Condon e estrelados por Kristen Stewart, Robert Pattinson e Taylor Lautner.
Os filmes adaptam o quarto e último romance da série escrita por Stephenie Meyer. Por causa da extensão da história, a história foi dividida em duas produções para o cinema, lançadas originalmente em 2011 e 2012. A primeira parte se concentra no casamento de Bella Swan e Edward Cullen, na lua de mel e nas consequências da inesperada gravidez de Bella, transformando a relação entre vampiros e lobisomens e preparando a mudança definitiva da protagonista.
Já Amanhecer – Parte 2 começa com Bella tentando se adaptar à existência como vampira e à maternidade de Renesmee. A rápida evolução da criança chama a atenção dos Volturi, que passam a considerar a pequena como uma possível ameaça e levam os Cullen a buscar aliados para um confronto que encerra a saga cinematográfica.
A Parte 1 será exibida nesta quinta, às 16h30, e volta no domingo, 27, às 18h. No mesmo dia, será exibido também o desfecho da saga, com a Parte 2 às 20h30. Amanhecer – Parte 2 ganha ainda uma nova sessão na terça, 29, às 16h30. Todas as exibições serão legendadas.
ESTREIAS
A semana conta, ainda, com as estreias de quatro produções brasileiras. Começando por Morte e Vida Madalena, de Guto Parente, filme que transforma os bastidores de uma produção cinematográfica em parte central de sua narrativa. Coprodução entre Brasil e Portugal, o longa acompanha Madalena, produtora de cinema grávida de oito meses que enfrenta ao mesmo tempo a morte recente do pai e a responsabilidade de tirar do papel a ficção científica “B” escrita por ele. Quando o diretor da produção desaparece do set, ela precisa administrar equipe, dinheiro, relações pessoais e os imprevistos de uma filmagem que parece estar a todo momento mais perto de um colapso.
Antes da chegada ao circuito comercial, Morte e Vida Madalena teve sua estreia mundial no FIDMarseille, na França, onde conquistou o Prêmio Ciné+ de apoio à distribuição. Já no 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, em 2025, venceu o prêmio da Abraccine de Melhor Longa-Metragem da Mostra Competitiva, enquanto a 49ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo concedeu ao filme o Prêmio Especial do Júri do Prisma Queer.
Também chega à grade o documentário brasiliense Não Existe Almoço Grátis, de Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel. Rodado em Sol Nascente, no DF, o filme acompanha Socorro, Jurailde e Bizza, responsáveis por uma das Cozinhas Solidárias do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). A rotina das três mulheres ganha outra dimensão quando o grupo assume a preparação de refeições para centenas de pessoas que chegam a Brasília para acompanhar a posse presidencial de 1º de janeiro de 2023.
O longa já tem uma relação importante com o próprio Festival de Brasília. Na 56ª edição, conquistou o prêmio do público e recebeu menção honrosa do júri da Mostra Brasília. Posteriormente, venceu também o Prêmio do Público de Melhor Longa-Metragem da 13ª Mostra Ecofalante de Cinema, em São Paulo.
Depois de passar pelo Cine Brasília em uma sessão especial com debate no fim de agosto, Nosso Segredo retorna agora para integrar a grade regular. O filme marca a estreia da atriz, dramaturga e cineasta Grace Passô na direção solo de um longa e acompanha uma família negra tentando reorganizar a vida depois de uma perda. Cada integrante atravessa o luto à sua maneira, enquanto o filho caçula guarda um segredo que força a família a encarar aquilo que até então permanecia silenciado. O filme integra a “Sessão Vitrine” e, ao longo desta semana, contará com ingressos nos valores de R$15 (inteira) e R$7,50 (meia).
Em agosto, a produção foi exibida no 54º Festival de Cinema de Gramado e saiu da competição com três Kikitos: Melhor Filme, Melhor Fotografia, para Wilssa Esser, e Melhor Direção de Arte, para Lucas Osório.
Completando a lista, Papaya, primeiro trabalho em longa-metragem dirigido por Priscilla Kellen. A animação acompanha uma pequena semente de mamão que sonha em voar e, para evitar criar raízes, acredita que precisa permanecer em movimento. A jornada transforma sua compreensão sobre aquilo que está abaixo da terra e sobre as conexões que unem diferentes formas de vida. Nesta semana, Papaya também integra a “Sessão Vitrine” com ingressos a R$15 (inteira) e R$7,50 (meia).
Em fevereiro deste ano, Papaya esteve na Generation Kplus da 76ª Berlinale, seção voltada a filmes relacionados à infância e à juventude. A participação também representou a primeira vez em que um longa de animação produzido no Brasil integrou o Festival de Berlim. A ocasião marcou a estreia mundial da obra.
SELEÇÃO DE CURTAS
O filme escolhido pela Chamada de Curtas do Cine Brasília para acompanhar diferentes sessões desta semana é Vimana Voyage: Uma Viagem Fantástica, animação 3D de ficção científica dirigida pelo capixaba Arthur Navarro. Produzido no Espírito Santo e lançado em 2022, o curta acompanha Sumé, que atende a um chamado intuitivo e embarca em uma missão que amplia sua percepção sobre o passado da Terra e o próprio Universo.
Nesta semana, o curta abre as sessões de Patrulha Canina: Uma Aventura Dino e Papaya, incluindo as duas Sessões Atípicas.
Os curtas exibidos no Cine Brasília são selecionados na Chamada Pública de Curtas do Cine Brasília, uma iniciativa que busca ampliar a diversidade da programação e fortalecer o cinema nacional. A previsão da atual gestão é que 150 curtas de todo o Brasil sejam exibidos antes das sessões de longas-metragens em cartaz. Os filmes escolhidos recebem um cachê de R$1.300 para obras finalizadas a partir de 2025, e R$800 para as finalizadas até dezembro de 2024. As inscrições podem ser feitas até 1º de abril de 2027 pelo sitecinebrasilia.com/chamadas-publicas, onde também está disponível o edital completo.
EM CARTAZ
Depois da pausa para o Festival de Brasília, Patrulha Canina: Uma Aventura Dino volta à tela do Cine. O novo capítulo cinematográfico da franquia, dirigido por Cal Brunker, coloca a equipe de filhotes diante de uma aventura em uma ilha habitada por dinossauros. Após uma tempestade levar a Patrulha Canina até o local, o grupo conhece Rex, um novo aliado familiarizado com as criaturas pré-históricas. O cenário muda quando a mineração conduzida por Humdinger provoca a erupção de um vulcão, iniciando uma operação de resgate para retirar os habitantes da ilha do perigo.
SESSÃO ATÍPICA
As Sessões Atípicas também retornam nesta semana com duas exibições. A primeira, no sábado, 26, exibe, às 11h, Patrulha Canina: Uma Aventura Dino. Já na quarta, 30, às 14h, será a vez de Papaya. Ambas serão abertas pelo curta Vimana Voyage: Uma Viagem Fantástica e tem ingressos no valor promocional de R$5 (meia) e R$10 (inteira).
SAGAS, VEREDAS E CAMPOS GERAIS
Nesta quinta, 24, às 19h, o Cine Brasília recebe uma sessão especial e gratuita de O Diabo na Rua no Meio do Redemunho, adaptação cinematográfica da obra “Grande Sertão: Veredas”, dirigida por Bia Lessa. Estrelado por Caio Blat, Luiza Lemmertz e Luisa Arraes, o longa acompanha as memórias de Riobaldo, ex-jagunço que revisita sua trajetória pelo sertão, os conflitos entre o bem e o mal e sua relação com Diadorim. A exibição integra o colóquio “Sagas, veredas e campos gerais: 80 anos de Sagarana e 70 anos de Corpo de baile e Grande sertão: veredas”, que celebra três importantes obras de João Guimarães Rosa.
Após a sessão, o Cine também recebe a diretora Bia Lessa para uma conversa com o público, com o tema “Cinema e transcriação a partir da obra de Guimarães Rosa”, sobre o processo de adaptação da literatura para o cinema.
EXIBIÇÃO ESPECIAL
A programação traz também curta candango para a tela do Cine. Na terça, 29, será exibidoVida de Artista, de Rafael Salmona. A produção acompanha um grupo de jovens, entre modelos, influenciadores e aspirantes a atores, que encontram em um professor experiente a oportunidade de desenvolver suas habilidades. O filme inicia às 19h e a entrada é gratuita.
MOSTRA GOIÂNIA MEIA PONTE PÉ RACHADO
Encerrando a semana, na quarta, 30, às 19h, o Cine Brasília abre espaço para a produção audiovisual de Goiás com a Mostra Goiana Meia Ponte Pé Rachado. A sessão reúne os curtas Isaías: Arte Barroca no Cerrado, Marieta: Naqueles Tempos e Mestre Mário e os Caminhos da Folia, em uma programação dedicada à valorização e à circulação do cinema goiano. Os três filmes serão exibidos com legendas descritivas, e toda a programação tem entrada gratuita. A exibição será seguida de um debate com a organização do evento.
Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema, de terça a quinta-feira, das 13h às 22h, sexta, das 9h às 22h, e sábado e domingo, das 10h às 22h, ou no nosso SITE OFICIAL. Às segundas, o Cine Brasília fecha para manutenção de rotina.
As sessões regulares, bem como a Sessão Clássicos, Monumental e Circuitão custam R$20 (inteira) e R$10 (meia). Às terças e nas Sessões Atípicas os valores são R$10 e R$5. Na Sessão Vitrine os ingressos custam R$15 e R$7,50.
Os filmes Morte e Vida Madalena, A Saga Crepúsculo: Amanhecer Parte 1 e Parte 2 possuem recursos de acessibilidade de Libras, audiodescrição e legendas através do aplicativoMLoad; Patrulha Canina no Greta; Papaya e Nosso Segredo no MovieReading; e Não Existe Almoço Grátis no PingPlay.
PROGRAMA DE FIDELIDADE
O Cine Brasília segue com o Programa de Fidelidade – CINELOVER que recompensa espectadores frequentes. A cada sessão assistida, os participantes acumulam carimbos no cartão fidelidade, que podem ser trocados por prêmios como entradas gratuitas, ímãs, canetas, baldes de pipoca e bonés exclusivos. O programa é válido para sessões regulares da grade, bem como para a Sessão Família onde cada ingresso dá direito a dois carimbos no cartão fidelidade. Mais informações emcinebrasilia.com/fidelidade.
QUINTA-FEIRA, 24/09 14h00 — Nosso Segredo (nacional) 16h30 — Sessão Circuitão – A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1 (Relançamento) (legendado) 19h00 — Sagas, veredas e campos gerais – O Diabo na Rua no Meio do Redemunho (nacional) + debate
SEXTA-FEIRA, 25/09 10h00 — Vimana Voyage: Uma Viagem Fantástica (curta-metragem • nacional) + Patrulha Canina: Uma Aventura Dino (dublado) 14h00 — Morte e Vida Madalena (nacional) 15h45 — Não Existe Almoço Grátis (nacional) 17h20 — Papaya (nacional) 19h00 — Anistia 79 (nacional) + debate
SÁBADO, 26/09 11h00 — Sessão Atípica – Vimana Voyage: Uma Viagem Fantástica (curta-metragem • nacional) + Patrulha Canina: Uma Aventura Dino (dublado) 14h00 — Nosso Segredo (nacional) 16h10 — Morte e Vida Madalena (nacional) 18h00 — Sessão Clássicos – Cidadão Kane (legendado) 20h30 — Sessão Especial – La La Land – Cantando Estações (Relançamento) (legendado)
DOMINGO, 27/09 11h00 — Patrulha Canina: Uma Aventura Dino (dublado) 14h20 — Não Existe Almoço Grátis (nacional) 16h00 — Vimana Voyage – Uma Viagem Fantástica (curta-metragem) + Papaya (nacional) 18h00 — Sessão Circuitão – A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 1 (Relançamento) (legendado) 20h30 — Sessão Circuitão – A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2 (Relançamento) (legendado)
SEGUNDA-FEIRA, 28/09 Cinema fechado para manutenção
TERÇA-FEIRA, 29/09 14h00 — Vimana Voyage – Uma Viagem Fantástica (curta-metragem) + Papaya (nacional) 16h30 — Sessão Circuitão – A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte 2 (Relançamento) (legendado) 19h00 — A Vida de Artista (nacional) – entrada gratuita
QUARTA-FEIRA, 30/09 14h00 — Sessão Atípica – Vimana Voyage – Uma Viagem Fantástica (curta-metragem) + Papaya (nacional) 15h40 — Não Existe Almoço Grátis (nacional) 17h15 — Morte e Vida Madalena (nacional) 19h00 — Mostra Goiana Meia Ponte Pé Rachado – Isaías – Arte Barroca no Cerrado + Marieta – Naqueles Tempos + Mestre Mário e os Caminhos da Folia (nacional) + debate – entrada gratuita
Com direção artística de Roberta Martins e atuação do Duo Lianas, a montagem une circo, teatro, dança, Arte Corpo e Bambu e saberes ancestrais de mulheres do Cerrado em apresentações gratuitas na FLONA, no Mercado Sul de Taguatinga e na Estrutural.
O encontro entre a potência das artes circenses, a fluidez da dança e a poética do ecofeminismo ocupa espaços públicos do Distrito Federal durante o mês de setembro. Integrando a programação do projeto Cerrado em Movimento, o espetáculo “Alinha Céu, Fiás da Terra” inicia sua circulação gratuita com apresentações na Floresta Nacional de Brasília (FLONA), no dia 16, na Eco Feira do Mercado Sul (Taguatinga), no dia 19, e na Estrutural, em 26 de setembro.
Criado pelo Duo Lianas — formado pelas artistas Ana Nakamura e Ludmila Condé — e pela diretora Roberta Martins, o espetáculo coloca a mulher e a natureza no centro da cena. A partir da investigação poética sobre o trabalho manual das fiandeiras, artesãs, agricultoras e geraizeiras dos biomas brasileiros, a obra transforma gestos da lida rural em linguagem cênica viva. A narrativa aprofunda o significado da força laboral feminina como metáfora de resistência, adaptação e invenção de mundos.
Arte Corpo Bambu
A pesquisa cênica une modalidade de cordas e aéreos à Arte Corpo Bambu, expressão artística pioneira, nascida em Brasília, que vem ganhando a atenção do mundo nas fronteiras do circo contemporâneo. O espetáculo do Duo Liana é dirigido por Roberta Martins, artista com mais de 28 anos de trajetória que sistematizou e criou o conceito dessa arte e é referência fundamental na história do desenvolvimento do Sistema Integral Bambu no DF, sendo a primeira professora e liderança feminina ao lado do seu criador Marcelo Rio Branco.
A cenografia não é mero suporte, mas uma escultura viva. Os aparelhos acrobáticos artesanais de bambu foram tratados e construídos pelas próprias artistas a partir da colheita feita em uma floresta com 50 anos de história. Investindo maior audácia, em cena, elas trançam cordas em imensa tecelagem de macramê que assegura o voo da dança aérea. O ambiente é ainda adornado e amplificado pela delicadeza das cabaças selecionadas junto à comunidade de Sagarana do sertão de Minas Gerais e tratadas manualmente no Distrito Federal. A composição final do cenário é construída e revelada sob o olhar do público. Testemunha e propaga em si muitas histórias femininas — não só das próprias artistas, mas de toda a teia de mulheres que de alguma forma trabalharam e inspiraram a obra.
A dimensão poética e humana dessa trama é destacada pelas criadoras do espetáculo:
“O imaginário desse trabalho nasce da força, delicadeza e resistência das mulheres do Cerrado. Homenageamos mulheres como Dona Iana, geraizeira, extrativista de baru e liderança cultural da vila de Sagarana, amplamente conhecida por sua sabedoria popular”, destaca a artista, Ana Nakamura.
“Parte das cabaças utilizadas em cena foi plantada, colhida e seca pelas nossas próprias mãos; a outra metade veio diretamente de Sagarana, cultivada por mulheres agricultoras da comunidade. Já o tratamento e o acabamento artesanal de cada peça foram realizados em Brasília pelas mãos da artesã Alessandra de Kasia”, completa a acrobata Ludmila Condé.
Ao final de cada sessão, o espaço cênico se ressignifica: o palco se abre e transforma-se em uma instalação artística e sensorial interativa, convidando o público a vivenciar de perto as matérias-primas e a refletir sobre a conexão entre corpo, território e preservação ambiental.
Acessibilidade e democratização da cultura
Reafirmando o compromisso com a democratização do acesso à arte, todas as apresentações contam com entrada gratuita e recursos de acessibilidade. As sessões terão interpretação em Libras e a apresentação no Mercado Sul contará também com o serviço de Audiodescrição.
O projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e conta com o suporte e acolhimento dos espaços de criação Galpoa, Galpão Bambu, Espaço Integrado e ASIBAMA-DF.
Confira a programação completa:
16 de Setembro (Quarta-feira) | às 15h30 Local: FLONA — Floresta Nacional de Brasília (Taguatinga) Recurso de acessibilidade: Interpretação em Libras
19 de Setembro (Sábado) | às 18h00 Local: Eco Feira — Ocupação Cultural Mercado Sul (Taguatinga) Recursos de acessibilidade: Interpretação em Libras e Audiodescrição
26 de Setembro (Sábado) | às 10h30 Local: Quadra Coberta (ao lado do Centro de Múltiplas Funções) — Estrutural Recurso de acessibilidade: Interpretação em Libras
Thor, vencedor da 4ª edição (2025), gato bicolor de Lagoa Santa (MG), reconhecido pela mancha natural em formato de coração no peito. Crédito: Woolie / Divulgação.
Disputa que já reuniu milhares de gatos e centenas de milhares de votos volta em 2026 com quatro categorias; vencedor de 2025, Thor, conquistou o público com uma rara mancha natural em formato de coração
A Woolie abre, em setembro, as inscrições para a quinta edição do concurso cultural “O Gato SRD Mais Bonito do Brasil”, iniciativa criada para valorizar os gatos Sem Raça Definida (SRD), celebrar a diversidade dos felinos e estimular a adoção consciente. A competição, que conta com apoio da Fórmula Natural, será realizada exclusivamente pelo Instagram da Woolie, com disputas por voto popular nos Stories
A nova edição será dividida em quatro classes: Gatos de Uma Cor (Monocor), Gatos Bicolores, Gatos Tricolores e Escaminhas e Gatos com Padrões Especiais. Em cada categoria, 32 gatos serão selecionados para as batalhas, das quais sairão quatro finalistas. Os 16 classificados avançarão para a fase nacional, que terá oitavas de final, quartas de final, semifinal e grande final.
As inscrições começam em 14 de setembro e seguem até 1º de novembro, de acordo com o calendário de cada categoria. Para participar, o tutor deverá publicar no Instagram uma foto do gato, indicando a classe correspondente na publicação e marcando o perfil @woolie.pet diretamente na foto com a frase na legenda: “Gato(a) SRD Mais Bonito(a) do Brasil 2026” . O perfil do participante deverá permanecer público durante o processo.
O vencedor será anunciado em 17 de novembro de 2026, Dia Nacional do Gato Preto, e receberá o título de “O Gato SRD Mais Bonito do Brasil 2026”, certificado válido por 12 meses, troféu exclusivo, um ano de areia higiênica Woolie e 30 quilos de ração Fórmula Natural Fresh Meat Gatos.
DE UMA IDEIA PEQUENA A UM CONCURSO DE ALCANCE NACIONAL
Criado ainda nos primeiros momentos da Woolie, o concurso nasceu de uma motivação que vai muito além de uma competição de beleza. Daniel Mostacada, diretor da Woolie e idealizador da iniciativa, conta que a primeira edição aconteceu quando a empresa ainda estava próxima de completar um ano e teve uma participação menor do que a esperada. Mesmo assim, a equipe decidiu continuar.
“Esse concurso é muito especial para mim. Nós idealizamos o projeto no começo da Woolie, quando fundamos a empresa. A primeira edição aconteceu quando a empresa estava quase fazendo um ano, éramos muito novos e não foi tão bem-sucedida, tivemos pouca participação. Mas não desistimos, porque a causa do concurso nos motivava mais. O objetivo sempre foi divulgar os gatos SRD e valorizar esses gatos”, afirma Mostacada.
A insistência transformou a iniciativa em um projeto de grande alcance. Em 2022, na primeira edição, mais de 200 gatos participaram e a disputa contabilizou mais de 380 mil votos. Em 2023, foram mais de 300 inscritos, milhares de curtidas, mais de 10 mil comentários e mais de 40 mil votos nas batalhas dos Stories. Já em 2024, o concurso alcançou uma dimensão ainda maior: mais de 8 mil gatos inscritos e 500 mil votos, nesta edição o formato era diferente, com 10 classes e disputas mensais.
A edição de 2025 também ganhou grande repercussão nacional, com mais de 4 mil gatos inscritos, mais de 250 mil votos e alcance superior a 1,2 milhão de pessoas. A história de Thor, especialmente sua característica marcante, ganhou destaque nas principais mídias brasileiras com mais de 100 publicações e ajudou a ampliar a visibilidade da iniciativa e da proposta de valorização dos gatos SRD.
THOR, O GATO DO CORAÇÃO
O vencedor da última edição foi Thor, um gato bicolor de Lagoa Santa (MG), reconhecido pelo público por uma característica natural que chama atenção: uma mancha em formato de coração no peito.
A vitória de Thor sintetiza a proposta do concurso de celebrar a beleza e a diversidade dos gatos sem raça definida. Ao longo da competição, a característica do felino chamou a atenção do público e fez com que sua história alcançasse milhares de pessoas.
Para Daniel Mostacada, no entanto, a vitória de Thor ganhou um significado ainda mais pessoal.
“Minha primeira gata era uma SRD siamesa. Eu tinha 14 anos e morava no interior do Rio de Janeiro. Ela tinha acesso à rua e, um dia, encontrei minha gata envenenada, descobri mais tarde que um vizinho colocava veneno para que os animais de rua não fossem à casa dele”, conta.
A experiência aconteceu em uma família que já carregava seus próprios traumas em relação aos gatos. “Meu pai teve uma criação muito antiga, com trauma de gatos também, e nunca deixou que eu tivesse gatos que ficassem diretamente dentro de casa. Ela ficava escondida, sem ele ver.”
Anos depois, uma cena inesperada mostrou a Daniel que o concurso havia conseguido ultrapassar as redes sociais e chegar justamente a uma pessoa que fazia parte de sua própria história.
“Meu pai também era botafoguense roxo. No ano passado, um dia ele me ligou falando que tinha visto um gato botafoguense no jornal, porque era preto e branco, com um coração preto no peito, e que ele tinha ganhado um concurso. Naquele momento eu expliquei que era um concurso criado pela Woolie para promover os gatos sem raça e valorizar esses gatos”, lembra.
O episódio emocionou o empresário e se transformou em uma espécie de confirmação do propósito da iniciativa.
“Ele ficou emocionado e orgulhoso. Para mim, aquilo também foi uma prova do poder e do alcance do objetivo do concurso. Começamos querendo valorizar os gatos SRD e mostrar que eles têm beleza, personalidade e histórias incríveis. Hoje, quando uma história como a do Thor chega até pessoas que talvez nunca tivessem olhado para um gato SRD dessa forma, sentimos que o concurso cumpriu uma parte importante da sua missão”, afirma Mostacada.
COMO PARTICIPAR
As inscrições serão abertas de acordo com o seguinte calendário:
Classe A – Gatos de Uma Cor (Monocor)
Inscrições: 14 a 20 de setembro
Batalhas nos Stories: 22 a 24 de setembro
Anúncio dos finalistas: 25 de setembro
Classe B – Gatos Bicolores
Inscrições: 28 de setembro a 4 de outubro
Batalhas nos Stories: 6 a 8 de outubro
Anúncio dos finalistas: 9 de outubro
Classe C – Gatos Tricolores e Escaminhas
Inscrições: 12 a 18 de outubro
Batalhas nos Stories: 20 a 22 de outubro
Anúncio dos finalistas: 23 de outubro
Classe D – Gatos com Padrões Especiais
Inscrições: 26 de outubro a 1º de novembro
Batalhas nos Stories: 3 a 5 de novembro
Anúncio dos finalistas: 6 de novembro
A fase final começa em 9 de novembro, com as oitavas de final. As quartas acontecem em 11 de novembro, a semifinal em 13 de novembro e a grande final em 16 de novembro. O novo campeão será anunciado no dia seguinte, 17 de novembro.
Todas as votações serão realizadas exclusivamente pelos Stories do Instagram da Woolie.
Gustavo Ribeiro, que faz sua estreia na Turismo Nacional, venceu a corrida 2 (Rafael Gagliano/ Grupo Veloci)
Pilotos triunfam na categoria A neste sábado; Gabriel Lemos e Guilherme Lima ficam com as vitórias na categoria B
João Cardoso e Gustavo Ribeiro dividiram as vitórias da categoria A nas duas corridas disputadas neste sábado (26) pela Turismo Nacional no Autódromo Internacional de Brasília. Na categoria B, os triunfos ficaram com Gabriel Lemos e Guilherme Lima na abertura da sexta etapa da temporada.
Na primeira corrida do dia, João Cardoso levou o New Onix #109 à vitória após dez voltas. O piloto completou a prova em 30min11s113 e recebeu a bandeirada 2s587 à frente de Luiz Veras. Adilson Junior terminou em terceiro, seguido por Pablo Alves e Enzo Gianfratti. Veras registrou ainda a melhor volta da corrida, com 2min22s057.
“Foi uma corrida bem desafiadora por causa do calor e os pilotos estão muito rápidos neste fim de semana. O safety car acabou nos ajudando e conseguimos trazer a vitória para casa e abrir ainda mais pontos no campeonato. Sabemos que temos um carro rápido e competitivo, um dos mais fortes da pista, então a expectativa para a sequência é muito boa. Espero que a gente consiga conquistar outros bons resultados ao longo do fim de semana”, comemorou Cardoso.
Pela categoria B, Gabriel Lemos foi o vencedor da primeira disputa com o New Onix #11. Guilherme Lima terminou na segunda posição, 3s909 atrás, enquanto Paulo Maia completou os três primeiros.
A segunda corrida teve uma chegada apertada na categoria A. Gustavo Ribeiro, que estreia neste final de semana na categoria, venceu com o New Onix #107 ao completar as 12 voltas em 32min33s852. Murilo Fiore cruzou a linha apenas 0s218 atrás, enquanto Luiz Veras terminou em terceiro, a 0s318. Os quatro primeiros ficaram separados por menos de um segundo, com Adilson Junior na quarta colocação, a 0s973. João Cardoso completou o top-5.
“Viemos em uma crescente muito boa e fomos convidados para participar da Turismo Nacional neste fim de semana. Desde os treinos mostramos um ritmo muito forte, mas tivemos um problema inesperado na primeira corrida. Conseguimos identificar e resolver para a segunda prova e sabíamos que tínhamos ritmo para brigar na frente. Aproveitei uma oportunidade para assumir a liderança e, mesmo com as intervenções do safety car, consegui segurar a posição nas últimas voltas e vencer logo na minha estreia na categoria. Temos um carro muito competitivo. Amanhã vou largar um pouco mais atrás, mas a ideia é avançar novamente, chegar ao grupo da frente e, se possível, buscar outra vitória.” Na categoria B, Guilherme Lima conquistou a vitória com o New Onix #30. Máximo Frigerio terminou somente 0s178 atrás do vencedor, com Rubens Neto na terceira posição. Pietro Nalesso e Ryan Richter completaram os cinco primeiros.
Neste domingo, a Turismo Nacional completa o cronograma da etapa de Brasília com mais duas corridas programadas, às 8h23 e às 16h23.
Resultado da Corrida 1 – Turismo Nacional – Brasília
Categoria A
1º – #109 – João Cardoso (New Onix), 10 voltas 2º – #22 – Luiz Veras (New Onix), +2s587 3º – #81 – Adilson Junior (New Onix), +3s538 4º – #33 – Pablo Alves (New Onix), +5s063 5º – #19 – Enzo Gianfratti (HB20), +5s439 6º – #117 – Renzo Zambolini (New Onix), +6s118 7º – #107 – Gustavo Ribeiro (New Onix), +6s312 8º – #25 – Murilo Fiore (New Onix), +7s285 9º – #15 – Bruno Testa (New Onix), +7s542 10º – #197 – Luiz Sena Jr. (HB20), +8s553 11º – #118 – Daniel Nino/Pedro Burger (New Onix), +9s445 12º – #7 – Nico Dall’Agnol (New Onix), +9s874 13º – #808 – Alberto Cattucci (New Onix), +12s689 14º – #20 – Bruno Massa (HB20), +13s925 15º – #31 – Renato Lima (New Onix), +15s857 16º – #34 – Victor Manzini (208), +17s161 17º – #786 – Yassin Aboobakar (New Onix), +20s170 18º – #291 – Guto Rotta (HB20), +20s639 19º – #93 – Vasco Pedro (New Onix), +21s487 20º – #90 – Beto Pontes (New Onix), +39s233 NC – #223 – Rodrigo Vieira (Yaris), 6 voltas NC – #17 – Mauricio Vilhena (HB20), 6 voltas
Categoria B
1º – #11 – Gabriel Lemos (New Onix), 10 voltas 2º – #30 – Guilherme Lima (New Onix), +3s909 3º – #8 – Paulo Maia (New Onix), +4s264 4º – #43 – Diego Lozov (New Onix), +5s398 5º – #777 – Rubens Neto (New Onix), +7s910 6º – #96 – Silas Passos (New Onix), +8s753 7º – #21 – Jaime Fernandez/Samir Xaud (New Onix), +9s860 8º – #125 – Paulo Fernando (Polo), +10s239 9º – #88 – Eduardo Gauche (New Onix), +52s931 10º – #29 – Máximo Frigerio (HB20), 1 volta NC – #23 – Pietro Nalesso (New Onix), 3 voltas NC – #111 – Pedro Ferreira (New Onix), 1 volta NC – #18 – Johnny Kaumo (New Onix), 1 volta NC – #32 – Ryan Richter (New Onix), 1 volta
Resultado da Corrida 2 – Turismo Nacional – Brasília
Categoria A
1º – #107 – Gustavo Ribeiro (New Onix), 12 voltas 2º – #25 – Murilo Fiore (New Onix), +0s218 3º – #22 – Luiz Veras (New Onix), +0s318 4º – #81 – Adilson Junior (New Onix), +0s973 5º – #109 – João Cardoso (New Onix), +2s184 6º – #17 – Mauricio Vilhena (HB20), +2s470 7º – #7 – Nico Dall’Agnol (New Onix), +6s438 8º – #15 – Bruno Testa (New Onix), +6s644 9º – #223 – Rodrigo Vieira (Yaris), +7s794 10º – #118 – Daniel Nino/Pedro Burger (New Onix), +8s732 11º – #808 – Alberto Cattucci (New Onix), +8s953 12º – #31 – Renato Lima (New Onix), +9s314 13º – #19 – Enzo Gianfratti (HB20), +9s670 14º – #34 – Victor Manzini (208), +10s691 15º – #786 – Yassin Aboobakar (New Onix), +13s926 16º – #90 – Beto Pontes (New Onix), +1min17s827 NC – #291 – Guto Rotta (HB20), 8 voltas NC – #117 – Renzo Zambolini (New Onix), 8 voltas NC – #33 – Pablo Alves (New Onix), 7 voltas NC – #197 – Luiz Sena Jr. (HB20), 4 voltas NC – #20 – Bruno Massa (HB20), 4 voltas NC – #93 – Vasco Pedro (New Onix), 1 volta
Categoria B
1º – #30 – Guilherme Lima (New Onix), 12 voltas 2º – #29 – Máximo Frigerio (HB20), +0s178 3º – #777 – Rubens Neto (New Onix), +5s257 4º – #23 – Pietro Nalesso (New Onix), +7s166 5º – #32 – Ryan Richter (New Onix), +7s627 6º – #21 – Jaime Fernandez/Samir Xaud (New Onix), +9s551 7º – #125 – Paulo Fernando (Polo), +16s358 8º – #8 – Paulo Maia (New Onix), +17s425 NC – #88 – Eduardo Gauche (New Onix), 6 voltas NC – #96 – Silas Passos (New Onix), 2 voltas NC – #11 – Gabriel Lemos (New Onix), 1 volta NC – #111 – Pedro Ferreira (New Onix), 1 volta NC – #18 – Johnny Kaumo (New Onix), 0 volta DQ – #43 – Diego Lozov (New Onix)
Projeto do Instituto Janelas da Arte, com atuação em rede com o Instituto No Setor e investimento do Fundo Socioambiental da CAIXA, ocupa espaço no centro da cidade durante dois anos e propõe cultura, economia criativa e sustentabilidade como ferramentas de transformação social e cultural
Primeiras atividades gratuitas começam neste sábado, 26 de setembro, com oficina de lambe-lambe e workshop sobre cidade, território e Agenda 2030
Em uma região do centro de Brasília marcada por desigualdades e grandes desafios sociais, uma nova ocupação propõe outro caminho para a transformação do território. Cultura, formação, economia criativa e sustentabilidade estão no centro do EIXO – Espaço de Inovação, Criatividade e Sustentabilidade, projeto do Instituto Janelas da Arte, com atuação em rede com o Instituto Cultural e Social No Setor.
O EIXO nasce do encontro de trajetórias de organizações que já atuam com cultura, formação e transformação social e do desejo de construir, no Setor Comercial Sul, uma experiência permanente de criação, aprendizagem e convivência. Durante dois anos, o projeto transforma um espaço na Quadra 5 do SCS em um laboratório vivo e busca demonstrar, na prática, como cultura, economia criativa e sustentabilidade podem contribuir efetivamente para transformar um território.
As primeiras atividades começam neste sábado, 26 de setembro, com duas ações gratuitas voltadas à relação entre cidade, criação e território. Das 14h às 17h, o ilustrador e grafiteiro Bera conduz a oficina de lambe-lambe “A cidade também é nossa tela”. A atividade parte da ideia da cidade como suporte de expressão e convida os participantes a experimentar criação, composição e ocupação visual do espaço urbano. Ilustrador e grafiteiro, Bera nasceu em Uberaba (MG), vive em Brasília desde 2006 e atua há dez anos na cena do grafite. Também desenvolve sua produção autoral por meio da marca BERAVERSO.
Também no sábado, das 14h às 16h, o geógrafo Guilherme Machado ministra o workshop “Ressignificação. Cidades Vivas, Rimas e Traços: a Agenda 2030 no Coração do Território”. Um convite a refletir sobre os espaços que ocupa, as relações que estabelece com a cidade e as possibilidades de transformação do território. A proposta é aproximar cultura urbana, sustentabilidade e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estimulando novas leituras e formas de imaginar a cidade. Guilherme é geógrafo, especialista em gestão cultural e avaliação de impacto social, com experiência na aplicação territorial dos ODS e em projetos que articulam cultura urbana, patrimônio imaterial e sustentabilidade, especialmente no Distrito Federal.
Já no dia 7 de outubro, começam dois cursos voltados aos bastidores da música ao vivo. O curso de Sonorização, com Tom Serralvo, apresenta o trabalho de quem cuida da qualidade do som em shows, eventos e apresentações — da preparação dos equipamentos ao acompanhamento técnico durante a performance. Já o curso de Roadie, com Bruna Moom, mostra a rotina de quem atua na montagem e no suporte a artistas e músicos, preparando instrumentos, equipamentos e palco para que tudo funcione na hora do show.
As duas formações incluem prática no Cerrado Jazz Festival, em 9 de outubro, aproximando os participantes de uma situação real de produção e operação técnica. As inscrições ficam abertas até 1º de outubro, pelo Instagram do EIXO, @eixo.scs.
Para o Instituto Cultural e Social No Setor, que tem sua trajetória diretamente ligada ao centro de Brasília, a chegada do EIXO representa também a concretização de uma ideia construída ao longo dos anos: ter estrutura, continuidade e condições para desenvolver uma ocupação cultural capaz de dialogar com os desafios e as potências do SCS.
“O Setor Comercial Sul é um território muito estigmatizado, e durante muito tempo se falou em devolver esse espaço para as pessoas. Mas transformar um território não é apenas limpar ou retirar quem está ali. É criar políticas, cultura e possibilidades de ocupação. Para mim, o EIXO é a materialização de um sonho, que nasce dessa atuação em rede com o Instituto Janelas: ter um espaço estruturado, com condições de mostrar, na prática, como existem outras possibilidades de transformar um território, gerar oportunidades e construir outras formas de viver o centro da cidade”, afirma Rafael Reis, diretor-presidente do Instituto Cultural e Social No Setor.
Para Lorena Oliveira, presidente do Instituto Janelas da Arte, Cidadania e Sustentabilidade, a proposta é fazer com que essa presença no território produza também novas possibilidades para as pessoas. “Queremos que o EIXO seja um espaço onde a formação se transforme em oportunidade real. Um lugar para desenvolver habilidades, se qualificar, experimentar novas possibilidades e encontrar caminhos para o trabalho e a geração de renda. E queremos fazer isso de maneira conectada ao território e às pessoas que fazem parte do centro de Brasília.”
A sustentabilidade também aparece associada à inclusão social e produtiva. Entre as ações previstas estão iniciativas de plantio, reflorestamento urbano e implantação de hortas comunitárias no SCS, unindo cuidado ambiental, geração de renda e fortalecimento do vínculo com o território. Outro destaque é o laboratório de reciclagem de plástico, que transforma tampinhas em placas que podem ser utilizadas na produção de móveis e outros objetos.
A programação que começa agora inaugura uma agenda contínua de formação, produção cultural, atividades artísticas e ações ligadas à sustentabilidade. Ao longo dos dois anos, o EIXO prevê cursos, oficinas e vivências, além de apresentações artísticas, exposições, feiras, intervenções urbanas e ações de convivência. A formação terá atenção especial a pessoas em situação de vulnerabilidade, ampliando possibilidades de qualificação, trabalho e geração de renda e fortalecendo a economia criativa.
Com investimento do Fundo Socioambiental da CAIXA, o EIXO inicia assim uma ocupação de longo prazo no Setor Comercial Sul. Novas atividades, vagas, inscrições e a programação serão divulgadas pelo Instagram @eixo.scs.
Serviço
EIXO – Espaço de Inovação, Criatividade e Sustentabilidade Local: Setor Comercial Sul, Quadra 5 – Brasília/DF Período: julho de 2026 a junho de 2028 Realização: Instituto Janelas da Arte Atuação em rede: Instituto Cultural e Social No Setor Investimento: Fundo Socioambiental da CAIXA Informações e inscrições: @eixo.scs
26 de setembro
Oficina de Lambe-Lambe com Bera – “A cidade também é nossa tela” Horário: 14h às 17h Vagas: 25 Acesso livre, sujeito à lotação
Workshop “Ressignificação. Cidades Vivas, Rimas e Traços: a Agenda 2030 no Coração do Território” Com Guilherme Machado Horário: 14h às 16h Acesso livre, sujeito à lotação
Curso de Sonorização com Tom Serralvo Carga horária: 10 horas Início: 7 de outubro Inscrições até: 1º de outubro Inscrições: @eixo.scs
Curso de Roadie com Bruna Moom Carga horária: 10 horas Início: 7 de outubro Inscrições até: 1º de outubro Inscrições: @eixo.scs
Sobre o Instituto Janelas
O Instituto Janelas da Arte, Cidadania e Sustentabilidade é uma organização da sociedade civil que desenvolve projetos nas áreas de cultura, educação, formação, acessibilidade, inclusão social, cidadania, direitos humanos, empreendedorismo e sustentabilidade. Sua atuação reúne produção e gestão de projetos culturais, ações de formação e qualificação e iniciativas voltadas à democratização do acesso à arte e à promoção da transformação social. O Instituto integra a Rede Nacional de Escolas Livres de Formação em Arte e Cultura, do Ministério da Cultura, reconhecimento de sua trajetória na formação artística e cultural e na valorização da diversidade e dos saberes comunitários.
Sobre o Instituto No Setor
O Instituto Cultural e Social No Setor (INS) nasceu das mobilizações e ocupações culturais realizadas no Setor Comercial Sul, em Brasília, desde 2018, e se formalizou como organização da sociedade civil em 2020. Com atuação no Distrito Federal e em outros territórios do país, desenvolve projetos nas áreas de cultura, educação, sustentabilidade, desenvolvimento territorial, economia criativa e promoção de direitos, tendo o Direito à Cidade como eixo central de sua atuação.
Muito além dos rótulos e das promessas estéticas, desvendamos o que a bioquímica, a medicina baseada em evidências e a prática clínica realmente sustentam para manter vitalidade, clareza mental e funcionalidade após os 45 anos.
Houve um tempo em que o discurso sobre a passagem dos anos para as mulheres oscilava entre a resignação silenciosa e uma batalha estética frenética contra o espelho. Esse paradigma ruiu. As mulheres da chamada Geração X — hoje vivenciando a maturidade que muitos sociólogos e analistas de comportamento batizaram de Primavera X — reescreveram o roteiro. Escolarizadas, financeiramente autônomas, no auge de suas capacidades intelectuais e de liderança, elas não buscam a ilusão de “parecer vinte anos mais jovens”. A ambição é infinitamente mais sofisticada: preservar a clareza mental, manter a densidade muscular, proteger o metabolismo e usufruir de uma vitalidade que sustente suas escolhas pessoais e profissionais.
No entanto, essa autonomia recém-conquistada depara-se com um mercado hiperestimulado. As prateleiras reais e digitais estão saturadas de frascos reluzentes: séruns com ativos raros, cápsulas de “rejuvenescimento celular”, suplementos milagrosos em pó e promessas de modulação hormonal em um clique. O excesso de oferta produz o que especialistas chamam de overcare — um empilhamento de produtos caros, muitas vezes inócuos ou até incompatíveis entre si.
A pergunta central que se impõe, portanto, é desprovida de romantismo publicitário: o que realmente funciona — e o que é apenas embalagem — quando falamos em medicamentos, cosméticos, suplementos e formulações personalizadas para a mulher madura?
Para separar rigor científico de marketing persuasivo, a farmacêutica responsável da Quality Fórmula Personalizadas, Lucia Carina B. de França, analisa o que dizem os consensos médicos, as entidades regulatórias e os especialistas em fisiologia clínica.
O Metabolismo da Virada: O Que Muda a Partir dos 40?
A transição para a maturidade não é um evento súbito, mas uma recalibração gradual dos eixos neuroendócrinos. Por volta dos 40 a 45 anos, na fase conhecida clinicamente como perimenopausa, a oscilação e o declínio progressivo do estrogênio desencadeiam impactos sistêmicos profundos.
“O corpo passa a apresentar menor sensibilidade à insulina, facilidade para acúmulo de gordura visceral (mesmo sem alteração calórica na dieta) e uma perda mais acelerada de massa muscular esquelética (sarcopenia precoce). Esse cenário explica por que intervenções genéricas e dietas de revistas falham invariavelmente: mulheres com a mesma idade cronológica e mesmo peso na balança podem apresentar estados inflamatórios, perfis lipídicos e reservas mitocondriais completamente distintos. Cuidar do corpo maduro exige, antes de qualquer intervenção, diagnóstico individualizado e compreensão bioquímica” aponta Lucia.
Abaixo, confrontamos as principais dúvidas e alegações que circulam nos consultórios e nas redes sociais.
Mitos e Verdades: A Evidência Passo a Passo
1. Cosméticos caros necessariamente funcionam melhor do que os acessíveis?
Classificação:MITO
Por quê: O custo final de um produto cosmético é determinado, em grande parte, por posicionamento de marca, design de frascaria, campanhas publicitárias e pesquisas de sensorial (textura e fragrância), e não estritamente pelo poder biológico de seus princípios ativos.
A eficácia de um cosmético depende de três fatores técnicos: a concentração correta de um ativo respaldado por evidências (como retinoides, ácido ascórbico, ácido hialurônico de diferentes pesos moleculares e niacinamida), a estabilidade da molécula e a capacidade de permeação cutânea (o veículo da fórmula). Um produto de farmácia acessível, com pH ajustado e concentração comprovada de retinol, pode entregar resultados clínicos superiores a um creme de luxo baseado exclusivamente em extratos botânicos raros sem estudos de penetração dérmica.
2. Após os 45 anos, toda mulher precisa suplementar alguma coisa?
Classificação:DEPENDE
Por quê: A suplementação deve ser compreendida como preenchimento de lacunas e suporte funcional pontual, e não como um rito obrigatório de passagem. É verdade que, a partir dos 45 anos, a capacidade absortiva do trato gastrointestinal pode declinar e certas necessidades metabólicas mudam — a exemplo da síntese de vitamina D pela pele e dos estoques de vitamina B12, ferro, magnésio ou antioxidantes celulares.
Contudo, a prescrição deve nascer de investigação diagnóstica: exames de sangue, densitometria, análise do padrão alimentar e relato de queixas clínicas (fadiga, névoa mental, queda capilar). Suplementar sem diagnóstico é, no mínimo, inútil; no pior cenário, sobrecarrega a função renal e hepática.
3. Fórmulas manipuladas e produtos personalizados são sempre superiores aos industrializados?
Classificação:PARCIALMENTE VERDADE
Por quê: A manipulação magistral oferece vantagens clínicas quando a individualização é de fato necessária: flexibilidade para dosagens específicas que não existem no mercado de massa, associação de fitoativos sinérgicos em uma única cápsula, remoção de excipientes alergênicos e adaptação da forma farmacêutica (transformando cápsulas em sachês, gotas ou gomas para quem tem disfagia ou rotinas dinâmicas).
Porém, a personalização não é superior a priori. Produtos industrializados de grandes farmacêuticas passam por ensaios clínicos robustos e controle estrito de estabilidade em larga escala. Para que o manipulado atinja esse nível de excelência, ele depende criticamente da padronização dos extratos botânicos, do controle analítico de contaminantes e da conformidade da farmácia magistral. Laboratórios certificados com normas como a ISO 9001 garantem rastreabilidade em todas as etapas — desde a quarentena da matéria-prima até a checagem eletrônica da pesagem —, transformando a conduta médica em um tratamento seguro e reprodutível.
4. Mais ativos em uma única fórmula garantem melhores resultados?
Classificação:MITO
Por quê: Na farmacotécnica e na dermatologia, vigora a máxima minimalista: menos é mais. Agrupar dez ou quinze ingredientes em uma única cápsula ou creme frequentemente compromete a estabilidade físico-química da preparação e a biodisponibilidade dos compostos. Ativos podem competir pelos mesmos receptores intestinais ou anular a ação uns dos outros devido a incompatibilidades de pH.
Personalizar não significa acumular elementos, mas selecionar os nutrientes e fitoativos estritamente necessários, em doses terapêuticas validadas pela literatura, garantindo compatibilidade e propósito claro.
5. Cosméticos podem realmente suavizar sinais visíveis do tempo?
Classificação:VERDADE
Por quê: Os cosméticos e dermocosméticos têm respaldo científico robusto para atuar sobre a epiderme e as camadas superficiais da derme. Moléculas como o ácido retinoico e seus derivados aceleram o turnover celular, estimulam a neocolagênese e uniformizam a textura da pele; antioxidantes tópicos (como as vitaminas C e E pura) neutralizam os radicais livres induzidos pela radiação solar e pela poluição; já os umectantes e ceramidas reparam a barreira lipídica, que se torna naturalmente mais ressecada na menopausa.
O ponto de equilíbrio reside nas expectativas: nenhum cosmético tópico substitui procedimentos dermatológicos profundos ou reposiciona estruturas faciais, mas eles são fundamentais para manter a hidratação, a elasticidade, a luminosidade e a integridade biológica da barreira cutânea.
6. Produtos rotulados como “100% naturais” são necessariamente mais seguros?
Classificação:MITO
Por quê: Trata-se de um dos vieses cognitivos mais comuns explorados pelo marketing verde (greenwashing). Venenos botânicos e alérgenos intensos são absolutamente naturais. Em dermatologia e cosmetologia, óleos essenciais puros e extratos botânicos não refinados figuram entre os maiores causadores de dermatite de contato alérgica e fotossensibilização.
Além disso, em suplementação, fitoativos naturais possuem mecanismos de ação farmacológica reais e podem interagir perigosamente com medicamentos alopáticos de uso contínuo (como anti-hipertensivos, antidepressivos ou anticoagulantes). A segurança de uma substância advém de seu índice terapêutico, pureza e dosagem, não de sua origem sintética ou vegetal.
7. Todo sintoma associado à menopausa deve ser tratado com medicamentos ou reposição hormonal?
Classificação:DEPENDE
Por quê: A Terapia de Reposição Hormonal (TRH) é o padrão-ouro de eficácia para sintomas vasomotores (fogachos), atrofia urogenital e prevenção da perda de densidade óssea, segundo consensos da Sociedade Norte-Americana de Menopausa (NAMS) e da Sociedade Brasileira de Climatério (Sobrac). No entanto, nem toda mulher quer, precisa ou pode realizar reposição hormonal — existem contraindicações formais absolutas, como histórico de certos tipos de câncer hormônio-dependentes ou eventos tromboembólicos prévios.
Quando a TRH não é indicada ou desejada, o manejo integrativo é capaz de mitigar o impacto dos sintomas: suporte com nutrientes de precisão, adaptógenos padronizados, ajustes no consumo de proteínas e treinamento resistido de força (musculação), que atua como um verdadeiro sinalizador endócrino protetor da musculatura e dos ossos.
8. É possível modular foco, sono e fadiga mental com precisão clínica?
Classificação:VERDADE
Por quê: Queixas de brain fog (névoa mental), despertares noturnos frequentes e esgotamento de energia no meio da tarde são comuns após os 45 anos, resultantes da interação entre oscilações de estrogênio, sobrecarga crônica de cortisol e declínio da eficiência mitocondrial.
A medicina e a nutrição de precisão atuam investigando as causas estruturais (como alterações subclínicas da tireoide ou carência de ferritina) e empregando bioativos coadjuvantes: magnésio em formas queladas de alta penetração no sistema nervoso central (como treonato), antioxidantes celulares que protegem a respiração mitocondrial e fitoterápicos moduladores do estresse. O foco não é suprimir o estresse artificialmente, mas restabelecer a capacidade adaptativa e a clareza mental para garantir qualidade de vida.
O Papel da Segurança Farmacotécnica e a Parceria Clínica
A jornada de cuidado na maturidade exige uma aliança interdisciplinar: a visão do médico, a estratégia dietética do nutricionista e o respaldo do farmacêutico magistral.
Um plano terapêutico personalizado só se concretiza se a farmácia de manipulação tiver capacidade técnica para assegurar que cada miligrama prescrito seja exatamente o que é entregue na fórmula final. Em tempos de proliferação de laboratórios sem controle analítico, certificações internacionais de governança e gestão — como a ISO 9001 — funcionam como um selo de segurança imprescindível. Elas atestam que todas as etapas, da triagem e quarentena das matérias-primas à calibração das balanças e rastreabilidade dos lotes, são documentadas e auditadas segundo normas rigorosas de qualidade. Para a paciente, isso se traduz em tranquilidade: a certeza de que a substância formulada possui pureza, estabilidade e ausência de contaminações.
Escolha Consciente: Personalizar é Subtrair o Supérfluo
A mulher contemporânea de 45 anos ou mais conquistou o privilégio da voz e da autorrealização. Cuidar de si, hoje, não significa render-se às imposições comerciais que ditam rotinas exaustivas com dezenas de frascos e procedimentos repetitivos.
Personalização de verdade caminha na direção oposta ao consumo desenfreado: significa olhar para sua própria história, rotina, exames e estilo de vida, elegendo apenas as ferramentas que agregam valor biológico e funcional evidente. Seja um medicamento alopático de uso preciso, um dermocosmético eficaz, uma fórmula manipulada sob rigor magistral ou simplesmente o compromisso inegociável com um sono restaurador e exercícios físicos consistentes.
A longevidade que vale a pena viver não é um concurso de juventude prolongada. É a manutenção lúcida da sua liberdade de escolha, apoiada pela boa ciência e pelo respeito ao próprio corpo.
Metadados e SEO
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Sobre a Quality Fórmulas Personalizadas:
A Quality Fórmulas Personalizadas é um laboratório farmacêutico magistral de referência em manipulação de precisão e saúde integrativa. Certificada pela norma internacional ISO 9001, a empresa dedica-se ao desenvolvimento de formulações sob medida altamente estáveis e biodisponíveis, atuando em estrita sinergia com médicos e nutricionistas para promover a longevidade ativa, a performance funcional e o bem-estar individualizado.
Jantar Joyas a la Mesa acontece em 25 de setembro, no ParkShopping, com degustação de dois jamóns ibéricos, menu assinado pelo chef Geraldo Ribeuiro e corte ao vivo de peça com mais de 96 meses de cura
Brasília foi uma das seis cidades brasileiras a receber, em setembro, a série de jantares Joyas a la Mesa, realizada pelo Pobre Juan em parceria com a espanhola Joselito e com os vinhos Tempos Vega Sicilia. Na capital federal, o jantar aconteceu no dia 25 de setembro, na unidade do Pobre Juan no ParkShopping, reunindo o raríssimo Jamón Joselito Vintage, com mais de 96 meses de cura, o Joselito Gran Reserva, um menu elaborado pelo chef Geraldo Ribeiro e uma seleção de cinco vinhos.
A ocasião marcou uma oportunidade rara de reunir, no Brasil, os jamones Joselito e os vinhos do universo Tempos Vega Sicilia em um mesmo jantar. A noite contou ainda com a presença da espanhola Raquel Acosta, mestre-jamonera, responsável pelo corte manual do jamón diante dos convidados, e de Jesús García, Diretor Comercial Global da Joselito.
Produzido pela Joselito, casa espanhola fundada em 1868, em Guijuelo, Salamanca, o presunto ibérico é resultado de um processo que envolve origem, alimentação, tempo de cura e preparo. O Jamón Joselito Vintage se destaca pelo longo período de maturação, com peças que passam por 96 meses ou mais de cura, característica que faz dele uma produção rara mesmo entre os grandes jamones ibéricos.
Tradição e sabor:
A história começa na dehesa espanhola, paisagem típica da Península Ibérica formada por campos abertos e árvores espaçadas. Durante a montanera, período final de engorda dos animais, os suínos pata negra circulam livremente pela região e têm nas bellotas, frutos das azinheiras, parte importante de sua alimentação. O clima, o território, a alimentação e o longo processo de cura contribuem para as características de cada peça.
Antes da apresentação do Vintage, os convidados poderão degustar o Joselito Gran Reserva, com 48 meses ou mais de cura. Assim como o Vintage, o produto é 100% natural, sem aditivos ou conservantes. A proposta da degustação é apresentar dois momentos distintos do processo de maturação da Joselito, permitindo perceber as particularidades de cada peça.
O corte manual terá papel central na noite. Realizado pela mestre-jamonera Raquel Acosta, o procedimento considera aspectos como espessura, brilho, temperatura e proporção de gordura de cada fatia. A apresentação será feita diante dos convidados, permitindo acompanhar de perto uma etapa fundamental do serviço do jamón.
Para acompanhar os jamones, o chef Geraldo Ribeiro criou um menu que começa com uma seleção de itens espanhóis, segue para uma salada de jamón ibérico e chega à degustação do Gran Reserva e do Vintage. O prato principal será o Bife Pobre Juan, servido com Risoto de Jamón e Guanciale, seguido pelos tradicionais Churros com Doce de Leite.
A seleção de vinhos percorre diferentes regiões e estilos. Entre os rótulos estão Oremus Mandolás 2023, Macán Clásico 2021, Alión 2021, Pintia 2020 e Oremus Tokaji Late Harvest 2020, pertencentes ao universo Tempos Vega Sicilia, com vinhos de Rioja, Ribera del Duero, Toro e Tokaj, na Hungria.
O Pobre Juan é o único restaurante no Brasil a oferecer Jamón Joselito em seu cardápio. Em Brasília, o jantar no ParkShopping integra a programação nacional do Joyas a la Mesa, aproximando o público da capital de uma tradição gastronômica espanhola marcada pelo tempo de maturação, pela origem dos produtos e pela precisão do preparo.
Serviço: Joyas a la Mesa, Pobre Juan + Jamón Joselito + Tempos Vega Sicilia Data: 25 de setembro Horário: 20h Local: Pobre Juan ParkShopping, Brasília Valor: R$ 1.394 por pessoa + serviço opcional Reservas: WhatsApp (61) 3049-9636 Lugares limitados
O Encontros Culturais deste fim de semana no Centro Cultural TCU tem programação gratuita com manifestações da cultura popular brasileira.
👉 Sábado (26/9), tem apresentação do Boi Refletido, o boi de Brasília. 👉 Domingo (27/9), show do grupo Forró do Dengo e aulão de forró com Amanda Souza do projeto Forr’ol.
A programação inclui ainda oficinas educativas e visitas mediadas à exposição “Festa de Luz” .
Traga 1kg de alimento não perecível e divirta-se com a gente!
Espaço do evento dedicado ao consumo terá palestras sobre tendências, marcas com propósito, inteligência artificial no marketing, experiência, inclusão e o futuro da coquetelaria
Por José Maciel | Clip Clap Comunicação
Entender quem é o consumidor de hoje, e o que ele vai desejar amanhã, é o ponto de partida do Palco Consumo, um dos 14 espaços de difusão de conhecimento que serão montados para a realização do Alimenta 2026. O evento, promovido pelo Sebrae no Distrito Federal, acontece nos dias 5, 6 e 7 de novembro, no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, com entrada gratuita.
O palco reunirá nomes da cena gastronômica local e nacional, além de especialistas em consumo e experiência do cliente para trazer tendências de mercado e de sustentabilidade, debater o comportamento do público e compartilhar estratégias práticas que ajudem os empreendedores a elevar o nível de seus negócios.
No dia 5, a programação será aberta com a futurista Andrea Bisker. Palestrante TEDx e especialista em comportamento de consumo e ciências do consumo, ela irá falar sobre o novo comportamento do consumidor na gastronomia e explicar como as mudanças sociais e as novas formas de viver redefinem as expectativas dos clientes. A palestra vai oferecer uma visão para adaptar a estratégia hoje e construir uma marca forte e conectada com os desejos do consumidor de amanhã.
Ainda no dia 5, o Palco Consumo contará com Marcus Tonin, que irá conduzir a palestra “O Futuro do Marketing na Gastronomia Já Começou”. Formado em Marketing pela Universidade de Caxias do Sul (UCS), ele é o nome por trás do projeto Marketeiro Confesso, uma iniciativa voltada a disseminar estratégias práticas e humanas de marketing para pequenos empreendedores e profissionais em todo o Brasil. Além disso, Marcus atua como consultor do Sebrae/RS e foi eleito The Best Speaker Brasil 2024, na categoria Comunicação e Marketing.
No dia 6, a programação terá André Carvalhal, comunicador, professor, consultor e autor. Especialista em marketing e branding, ele atua no ensino e em projetos para grandes marcas. Autor de best-sellers, é referência em propósito, comportamento e construção de marcas. Ele vai falar sobre o restaurante com propósito e a nova economia.
O segundo dia do Alimenta também receberá Fred Alecrim, empresário, escritor, palestrante e especialista em varejo, inovação e liderança, com mais de 26 anos de experiência no mercado brasileiro. Ele vai apresentar a palestra “Marcas que Marcam”, sobre tendências globais e gestão com propósito. O conteúdo vai reunir as principais tendências do varejo mundial e ensinar, por meio de uma metodologia prática, a alinhar propósito e estratégia para construir um negócio de alimentação que dura, encanta e se consolida como um empreendimento consciente, forte e altamente rentável no mercado local.
No terceiro e último dia do evento, 7 de novembro, o palco receberá Breno Oliveira, fundador da il Sordo Gelato, uma rede de gelaterias brasileiras que une a tradição do gelato artesanal italiano a um forte propósito de inclusão social. Ele vai tratar da experiência do consumo sob a perspectiva da acessibilidade e da inclusão em “Como Comunicar, Incluir e Conectar Pessoas”, com destaque para as barreiras enfrentadas por pessoas surdas no atendimento ao cliente. A palestra irá propor a inclusão como vantagem competitiva e também humana e indicar caminhos para criar ambientes e serviços acessíveis que geram conexão genuína e transformam clientes em fãs da marca.
O futuro da coquetelaria também terá espaço no Alimenta 2026, com Mia Rossi. Ela vai explorar o crescente mercado de bebidas sem álcool, falar sobre o novo perfil de consumidor e mostrar como criar cartas sofisticadas de drinks que diversificam o público e abrem novas linhas de receita para bares e restaurantes.
Empresário, professor e especialista em growth marketing e comportamento do consumidor, Fernando Peron é outro nome confirmado pelo Sebrae no DF para difundir conhecimento no espaço. Ele vai ministrar a palestra “Marketing de Resultado 2.0”, sobre técnicas de marketing e ferramentas de Inteligência Artificial (IA) para vender. A proposta é unir técnicas modernas de marketing às mais novas ferramentas disponíveis no mercado para criar estratégias eficientes e focadas em conversão, capazes de alavancar as vendas de forma escalável.
A experiência do cliente também vai ganhar destaque na programação. Empresária, palestrante e especialista em experiência do cliente no Brasil, Gisele Paula irá conduzir a palestra “Cliente Feliz Dá Lucro”, sobre a era da experiência no consumo, e defender que a satisfação do consumidor é o novo grande diferencial competitivo do mercado. O objetivo é detalhar como colocá-la no centro da estratégia e transformar o atendimento de excelência em motor de lucratividade e fidelização da marca.
Por fim, o jornalista Marcelo Baccarini, com mais de 30 anos de trajetória no programa Pequenas Empresas & Grandes Negócios (PEGN), da TV Globo, vai abordar a lógica atual do mercado e como as experiências de empreendedores de todo o Brasil podem servir de lição para o negócio de quem empreende. Por meio de histórias, insights e aprendizados absorvidos ao longo da carreira, ele vai demonstrar como as transformações no cenário empresarial exigem novas posturas e estratégias diante dos desafios contemporâneos.
Sobre o Alimenta
O Alimenta é o maior evento da cadeia de alimentação do Distrito Federal, e será realizado com uma proposta ampliada e alinhada aos desafios e oportunidades do futuro, funcionando como um espaço para compartilhar conhecimento, fortalecer conexões e valorizar quem faz a cadeia da alimentação acontecer.
Para esta nova edição, a 14ª da história, o evento apresentará uma estrutura robusta, com foco em tendências, inovação, alimentação saudável, produção orgânica, políticas públicas, turismo gastronômico, IA, foodtechs, entre outros assuntos.
Ao todo, o Alimenta 2026 contará com mais de 100 palestrantes, 14 espaços de conhecimento e mais de 260 expositores, além de rodadas de negócios, cozinhas-show e outras experiências interativas voltadas à geração de conhecimento, conexões e oportunidades.
O Alimenta 2026 também irá envolver produtores rurais, agroindústrias, chefs, pesquisadores, instituições, compradores e consumidores, valorizando a produção do Distrito Federal e as oportunidades de desenvolvimento sustentável.
Os sucessos do grupo sueco ABBA vão ganhar uma nova versão no POUPEX Cultural. Nos dias 1º, 2 e 3 de outubro, o Teatro POUPEX recebe Mamma Mia in Concert, musical inédito que faz parte da programação especial em comemoração aos 45 anos da FHE POUPEX.
O espetáculo reúne artistas do Empório Cultural de Brasília, da Companhia de Teatro Musical de Brasília e da Orquestra Sinfônica da Força Aérea Brasileira (OSFAB), sob regência da maestrina Michelle Fiuza.
A história se passa na Grécia e acompanha Sophie, que está prestes a se casar e decide descobrir quem é seu pai. Ao consultar o diário da mãe, Donna, a jovem encontra três possibilidades e resolve convidá-los para a cerimônia, sem revelar seus planos. O reencontro transforma os preparativos do casamento e dá início a uma trama de amor, amizade, descobertas e situações inesperadas.
Na montagem, com 1h20 de duração, os diálogos serão apresentados em português e as canções, em inglês, preservando as versões originais do ABBA.
Mamma Mia in Concert 1º de outubro (quinta-feira), às 20h 2 de outubro (sexta-feira), às 20h 3 de outubro (sábado), às 17h e às 20h Teatro POUPEX, no Setor Militar Urbano (SMU), em Brasília Ingressos: a partir de R$ 40 (meia-entrada) Vendas: a partir de 17 de setembro, às 12h, no Sympla Duração: aprox. 1h20 Classificação indicativa: 12 anos
150 influenciadores, 50 marcas e uma noite de pré-Réveillon para conectar pessoas que podem fazer negócios juntas
Você pode passar o ano inteiro produzindo conteúdo, construindo audiência e fortalecendo sua presença digital. Mas existem oportunidades que não acontecem no feed.
Elas acontecem quando você encontra a pessoa certa, na hora certa, no mesmo lugar. É essa proposta que vai levar 150 influenciadores e 50 marcas ao LANOLA 2026, no dia 23 de novembro, no Espaço Jardins, no Gama/DF. Em sua sexta edição, o evento será realizado em clima de pré-Réveillon e terá como conceito “Inspirados pela Grécia. Conectados pelo futuro“
Mais do que uma celebração, o LANOLA foi pensado como um grande encontro entre quem influencia, quem empreende e quem investe em marcas.
Por que você, influenciador, precisa estar no LANOLA?
Porque audiência é importante. Mas relacionamento também é. Estar no LANOLA significa sair do ambiente digital e colocar sua presença diante de empresários, marcas, outros criadores de conteúdo e profissionais que podem fazer parte dos seus próximos projetos.
É uma oportunidade para:
● conhecer marcas que podem se tornar futuras parceiras;
● ampliar sua rede de contatos profissionais;
● apresentar seu trabalho pessoalmente;
● encontrar outros influenciadores e criadores de conteúdo;
● trocar experiências e ideias;
● descobrir possibilidades de collabs e projetos;
● fortalecer sua presença no mercado;
● gerar conteúdos em um ambiente pensado para ser fotografado, compartilhado e lembrado;
● e, principalmente, criar relações que podem continuar muito depois da festa.
Para quem vive do digital, estar presente também é conteúdo, já que influência não acontece apenas quando você publica. Acontece também nos lugares que você frequenta, nas pessoas com quem se relaciona e nas oportunidades que consegue construir fora da tela.Uma ágora contemporânea em Brasília
A inspiração desta sexta edição vem da Grécia Antiga e, especialmente, da ideia de ágora. Na Antiguidade, a ágora era um espaço de encontro, comércio, circulação de pessoas e troca de ideias.
O LANOLA traz esse conceito para Brasília. Só que, desta vez, a ágora é digital, empresarial e social.
De um lado, estão os influenciadores e criadores, com suas comunidades, histórias, conteúdos e capacidade de comunicação.
Do outro, estão marcas e empresários, com produtos, serviços, projetos e negócios. No meio disso tudo, existe aquilo que nenhum algoritmo consegue substituir: o encontro entre pessoas.
150 influenciadores, 50 marcas e muitas possibilidades
Uma oportunidade de estar em um lugar onde você pode conhecer, em uma única noite, pessoas que normalmente encontraria separadamente ou talvez nem encontrasse.
Você não vai apenas para ser visto, mas para ver quem está fazendo, criando, empreendendo e movimentando o mercado do DF.
Outra ideia que inspira o LANOLA 2026 é o conceito de “ilhas diferentes e um mesmo horizonte.
“Assim como as ilhas gregas, cada influenciador possui sua própria história, comunidade, linguagem e território de atuação. Cada marca também possui seu próprio universo. O LANOLA cria uma ponte entre essas diferentes “ilhas”
O objetivo é colocar todos diante de um mesmo horizonte: o futuro dos negócios, da comunicação e das conexões.
Você pode chegar como influenciador e sair de lá com novos contatos, novas ideias, novos conteúdos e novas possibilidades de parceria.
E ainda tem a experiência… O LANOLA também é uma celebração. O evento terá clima de pré-Réveillon, com recepção, jantar e festa. Uma noite para fazer networking, mas também para se divertir, produzir conteúdo, encontrar pessoas e viver uma experiência diferente.
Então, já reserve a data e faça sua pré-inscrição no link da Bio do Instagram @lanolaoficial.LANOLA 2026 – Pré-Réveillon
Serviço
Data: 23 de novembro de 2026
Horário: a partir das 18h30
Local: Espaço Jardins, Ponte Alta, Gama/DF
Participantes: 150 influenciadores e 50 marcas/empresas
Conceito: Inspirados pela Grécia. Conectados pelo futuro.
PEC 221/2019, que prevê redução da jornada para 40 horas semanais e dois dias de descanso remunerado, avançou no Senado e pode exigir readequação de custos e equipes nas empresas
A discussão sobre o fim da escala 6×1 ganhou um novo capítulo no Congresso Nacional. A PEC 221/2019, que prevê a redução da jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais e a garantia de dois dias de repouso semanal remunerado, foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado no início de setembro e agora segue para análise do Plenário.
A proposta, que já havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados em maio, estabelece uma transição para a nova jornada, sem redução salarial. A mudança reacende o debate sobre os efeitos econômicos da medida, especialmente para empresas que precisarão reorganizar escalas, redistribuir equipes ou ampliar o número de trabalhadores para manter o funcionamento das operações.
Para Janine Brito, presidente do LIDE Mulher Brasília e empresária, o debate sobre a redução da jornada precisa considerar também a realidade financeira dos negócios e as diferenças existentes entre empresas de portes e setores distintos. “É importante discutir a qualidade de vida do trabalhador e buscar relações de trabalho cada vez mais equilibradas, mas precisamos olhar também para a realidade financeira das empresas. Uma mudança na jornada não significa apenas alterar a quantidade de horas trabalhadas. Em muitos negócios, será necessário reorganizar equipes, contratar mais pessoas e absorver novos custos. Para uma grande empresa, isso pode ter um impacto diferente daquele enfrentado por uma pequena ou média empresa”, explica.
A PEC aprovada na CCJ prevê que, dois meses após a eventual promulgação da emenda, a jornada máxima passe para 42 horas semanais. Depois de um ano, o limite chegaria às 40 horas. O texto também preserva a possibilidade de acordos e convenções coletivas para estabelecer mecanismos de compensação e regimes diferenciados.
Para Janine, o período de transição será determinante para que as empresas possam calcular os impactos e adaptar seus modelos de operação. “O risco é construirmos uma solução olhando apenas para a jornada, sem discutir como essa transição será absorvida pelas empresas. O empresário precisa saber qual será o impacto sobre a folha, sobre a contratação e sobre a produtividade. Principalmente para os pequenos negócios, qualquer aumento significativo de custo pode fazer diferença na sustentabilidade da operação”, argumenta.
Outro ponto de atenção está nos segmentos que dependem de funcionamento aos finais de semana ou de atendimento contínuo. Nesses casos, a mudança na escala pode exigir uma reorganização mais complexa dos turnos para garantir os dois dias de descanso sem comprometer o funcionamento das empresas. “Precisamos sair de uma discussão polarizada entre empresário e trabalhador. O desafio é encontrar um modelo que melhore as condições de trabalho sem inviabilizar quem gera emprego. Isso passa por produtividade, planejamento, qualificação e, principalmente, por uma transição que considere as diferenças entre os setores e o porte das empresas”, pontua.
A proposta ainda precisa ser votada pelo Plenário do Senado. Para ser aprovada, uma PEC precisa obter três quintos dos votos dos senadores, em dois turnos de votação.
Para o setor empresarial, portanto, a discussão sobre o fim da escala 6×1 não se limita à quantidade de dias trabalhados. A eventual mudança envolve questões como folha de pagamento, contratação, produtividade, organização das equipes e competitividade, colocando o impacto financeiro da transição entre os principais pontos do debate.
Sobre a Pinheiro Ferragens – Fundada em 1960, a empresa nasceu com o objetivo de comercializar aço para a construção civil. De base familiar e pioneira na capital, foi responsável por oferecer grande parte dos materiais para a construção de Brasília. Atualmente, a empresa trabalha com um mix de mais de dois mil produtos comercializados e industrializados. Localizada no Setor de Indústrias de Brasília e Taguatinga, a loja possui moderna estrutura e serviços diferenciados.
Assista os vídeos institucionais da Pinheiro Ferragens:
Sob o tema “Museus para Todas as Pessoas”, a 20ª edição da campanha do Ibram encontra no Rolê Cultural mediações sem agendamento, vivências em LIBRAS e uma caça às obras pela arquitetura de Oscar Niemeyer
Entre os dias 21 e 27 de setembro, museus de todo o país participam da 20ª Primavera dos Museus, campanha anual promovida pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) para aproximar essas instituições da vida cotidiana das cidades. O tema desta edição, “Museus para Todas as Pessoas”, propõe uma pergunta prática a cada instituição: quem, de fato, atravessa suas portas, e o que é preciso mudar para que mais gente atravesse. No Centro Cultural Banco do Brasil Brasília, aberto de terça a domingo, a semana começa no dia 22 e reúne atividades gratuitas do Rolê Cultural, o programa educativo. Ingressos disponíveis em ingressos.ccbb.com.br ou na bilheteria do CCBB Brasília.
A porta de entrada é o Rolê Espontâneo, visita mediada que dispensa agendamento e sai de hora em hora, das 10h às 19h, da Sala do Rolê Cultural. Quem chega ao CCBB sem planejar pode se juntar ao próximo grupo e percorrer as exposições em cartaz com um educador, em mediações que se adaptam às idades e aos interesses de quem está ali. Cada visita dura uma hora e recebe até 30 pessoas.
A acessibilidade, que dá o tom do tema deste ano está presente no Rolê com LIBRAS, que acontece toda sexta-feira e reúne pessoas surdas e ouvintes em encontros conduzidos por educadores e intérpretes. No dia 25, às 16h, dentro da semana da campanha, a atividade propõe uma vivência em LIBRAS na exposição Yoshitaka Amano – Além da Fantasia, com 25 vagas.
O acervo e o próprio edifício também entram na conversa. Nos dias 25 e 26, às 18h, o Rolê no Jogo Coleção de Arte BB convida o público a montar sua própria coleção a partir de obras de artistas como Oscar Niemeyer, Athos Bulcão e Roberto Burle Marx. Já a Visita-Espetáculo, nos dias 26 e 27, às 16h, conduz os participantes por uma caça às cartas deixadas por Niemeyer, com músicas, cantigas e brincadeiras que revelam obras de arte e detalhes da arquitetura do Edifício Tancredo Neves.
Encontro com professores
O desdobramento do tema chega ainda aos professores. No dia 30, às 19h, o encontro Arte em Jogo recebe docentes e arte-educadores para uma visita mediada à Coleção de Arte do Banco do Brasil, seguida da experimentação do Jogo da Coleção, material educativo criado pelo Rolê Cultural e de uma roda de conversa sobre o ensino de Arte na escola. São 20 vagas.
O projeto tem realização do Ministério da Cultura e patrocínio do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).
Sobre o CCBB Brasília O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Acessibilidade A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van – De quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.
Programação:
Rolê Espontâneo Aberta ao público e sem necessidade de agendamento, essa atividade acontece de hora em hora e propõe mediações interativas adaptadas às diferentes faixas etárias, promovendo diálogos sensíveis com as exposições em cartaz. Em setembro, integra a programação da Primavera dos Museus. Data: Terça-feira a domingo, das 10h às 19h (de hora em hora). Ingresso único válido das 10h às 19h Duração: 1h Capacidade: 30 pessoas Classificação: Livre Ponto de encontro: Sala do Educativo
Rolê no Jogo Coleção de Arte BB Os participantes criam sua própria coleção a partir de pinturas, esculturas e gravuras de artistas como Oscar Niemeyer, Athos Bulcão e Roberto Burle Marx. A atividade estimula percepção estética, sensibilidade e valorização do acervo. Data: Sextas e sábados, às 18h Duração: 1h Capacidade: 30 pessoas Classificação: Livre Ponto de encontro: Sala do Educativo
Visita Espetáculo Conduzidos por personagens, os participantes percorrem o CCBB em busca das cartas deixadas por Oscar Niemeyer, pistas de uma divertida caça às obras e aos detalhes da arquitetura. A cada descoberta, músicas, cantigas e brincadeiras dão vida aos ambientes. Data: Sábados e domingos, às 16h (com retirada de ingressos) Duração: 40 minutos Capacidade: 30 pessoas Classificação: Livre
Arte em Jogo – Encontro para professores Encontro que convida professores a conhecer a exposição Coleção de Arte do Banco do Brasil por meio de visita mediada e da experimentação do Jogo da Coleção, material educativo do Educativo CCBB. Ao final, uma roda de conversa sobre o ensino de Arte na escola. Data: 30/09, às 19h Duração: 1h Capacidade: 20 pessoas Classificação: Adultos, professores e arte-educadores Ponto de encontro: Hall Coleção de Arte
Após a boa receptividade por onde passou, espetáculo criado e interpretado por Cristina e Tatiana Carvalhedo realiza as últimas sessões
Depois de percorrer diferentes Regiões Administrativas do Distrito Federal, CAMOCIM chega à etapa final de sua temporada com três apresentações gratuitas no Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul. As sessões serão realizadas no Teatro Hugo Rodas, nos dias 24, às 16h; 25, às 20h; e 26 de setembro, às 20h, encerrando uma circulação marcada pelo encontro com públicos de diferentes territórios.
Criado e interpretado por Cristina Carvalhedo e Tatiana Carvalhedo, mãe e filha na vida e parceiras na construção da obra, o espetáculo passou pelo Gama, por Taguatinga e por Planaltina antes de chegar ao Plano Piloto. As apresentações alcançaram as expectativas do projeto e tiveram boa receptividade do público, que acompanhou com interesse uma narrativa construída entre memórias, afetos e fabulação.
Com dramaturgia autoral, CAMOCIM parte das experiências compartilhadas por Cristina e Tatiana para conduzir o público por uma narrativa na qual as lembranças das histórias vividas convivem com a ficção. Fragmentos do cotidiano, histórias familiares, ausências e silêncios compõem uma espécie de paisagem afetiva, capaz de despertar também as recordações de quem assiste.
Embora tenha como ponto de partida a relação entre mãe e filha, a obra ultrapassa os contornos desse vínculo. Ao contrário, abre espaço para a escuta, a cumplicidade e o afeto, revelando as diferentes formas pelas quais uma história familiar pode ser transmitida, preservada.
A direção artística e musical de Fernanda Jacob acompanha esse movimento entre realidade e fabulação. Humor e emoção se encontram em uma encenação construída por pequenos acontecimentos, atmosferas e lembranças que alcançam experiências reconhecíveis. Assim, CAMOCIM não pretende reconstruir o passado, mas perceber aquilo que se mantém vivo no presente e aponta um futuro.
Idealizadoras, dramaturgas e atrizes da montagem, Cristina e Tatiana Carvalhedo compartilham uma trajetória dedicada à criação artística. Em CAMOCIM, esse encontro entre gerações torna-se também matéria teatral: mãe e filha escrevem e ocupam juntas a cena, transformando a experiência familiar em uma criação sobre memória, ancestralidade e continuidade.
Encontro com diferentes públicos
Ao longo da circulação, CAMOCIM também promoveu sessões especiais para estudantes da rede pública. A atenção e o envolvimento dos alunos durante as apresentações evidenciaram a importância das ações de formação de plateia nas escolas, capazes de aproximar os jovens das artes cênicas e ampliar o acesso à experiência teatral.
Além das sessões destinadas às escolas, o projeto reuniu mediações culturais, recursos de acessibilidade, oficinas e outras ações formativas voltadas a diferentes públicos. Dessa forma, os temas presentes no espetáculo deram origem a experiências de criação, escuta e compartilhamento, fortalecendo o encontro entre artistas, comunidades e territórios. CAMOCIM é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF).
Sinopse
Camocim é um espetáculo que transita entre memórias e heranças afetivas, revelando a potência daquilo que parece desimportante. Em cena, mãe e filha atravessam lembranças, despedidas e histórias por meio de silêncios, gestos e ausências. A cena revela o que permanece vivo com o passar do tempo. Entre a realidade e a fábula, o espetáculo convida o público a reconhecer, nas experiências mais íntimas, um território comum de afeto.
Serviço
CAMOCIM Espaço Cultural Renato Russo — Teatro Hugo Rodas — 508 Sul 24 de setembro, às 16h; 25 de setembro, às 20h; e 26 de setembro, às 20h
Acessibilidade: a sessão do dia 24 de setembro, às 16h, contará com a presença de estudantes da rede pública de ensino na plateia e terá interpretação em Libras e audiodescrição
Classificação indicativa: 14 anos
Ficha técnica:
Idealização, dramaturgia e atuação: Cristina Carvalhedo e Tatiana Carvalhedo. Direção artística e musical: Fernanda Jacob. Coordenação geral: Cristina Carvalhedo. Coordenação administrativa: Carvalhedo Produções. Coordenação de produção: Tatiana Carvalhedo. Coordenação pedagógica: Marcelo Nenevê. Produção executiva: Janaína Azevedo e Marcelo Nenevê. Cenografia: Fernanda Jacob e Marley Oliveira. Figurino: Cristina Carvalhedo e Tatiana Carvalhedo. Iluminação: Manu Maia. Operação de luz: Manu Maia e Shirley Araújo. Técnico de Som: Damião dos Santos. Sonoplastia: Diogo Vanelli. Provocação cênica: Ana Flávia Garcia e Francis Wilker. Designer gráfico: Pedro de Oliveira. Fotografia: Diego Bresani, Jordana Mascarenhas, Mariana Guedes, Mila Petrillo e Thaís Mallon. Coordenação de acessibilidade: Iury Ferraz. Gestão de mídias sociais e registro audiovisual: Vitor Ambrosio. Oficinas: Cristina Carvalhedo, Tatiana Carvalhedo, Fernanda Jacob, Virgínia Nenevê e Luiza Guimarães. Mediação cultural: Bruna Paz e Pedro Ribeiro. Assessoria de imprensa: Rodrigo Machado.
Obra de R.C. Ballerini parte de um manuscrito enviado de 2042 para 2026 e terá 10 mil exemplares distribuídos gratuitamente no Distrito Federal
E se uma mensagem chegasse do futuro? Em A Distopia: 2026 e o futuro do Brasil, o escritor R.C. Ballerini parte dessa pergunta para imaginar os acontecimentos que podem transformar o Brasil após as eleições de 2026. Na narrativa, um escritor em 2042 encontra uma forma de enviar um manuscrito para o passado. O destino é 2026. O que chega é um livro.
Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), o projeto terá 10 mil exemplares deA Distopiadistribuídos gratuitamente no Distrito Federal. Diferentemente de um lançamento convencional, a obra não terá uma única data ou local para chegar ao público. Os exemplares começam a circular gratuitamente em diferentes eventos culturais do Distrito Federal, fazendo com que a mensagem criada na ficção também percorra, aos poucos, o presente.
Na história, o ponto de partida está em 2042, em Chiapas, no México, dezesseis anos depois de uma grande crise que transformou o Brasil e o mundo. O narrador encontra um artefato de aparência misteriosa, associado à cultura maia, que permite enviar ao passado objetos produzidos a partir de matéria vegetal, como papel, madeira e plantas. É por meio desse dispositivo que um manuscrito produzido em 2042 é enviado para 2026, com a intenção de fazer a história chegar ao maior número possível de brasileiros antes que os acontecimentos narrados se concretizem.
O manuscrito se transforma em uma espécie de linha do tempo imaginada entre 2026 e 2042, acompanhando acontecimentos políticos, sociais, sanitários e ambientais que modificam o país e suas relações com o mundo. Entre eles está a chamada Covid-26, uma nova pandemia iniciada na China e que se espalha internacionalmente. Ao longo da narrativa, surgem personagens, conflitos e redes de resistência, enquanto territórios como Chiapas, Rojava e a Amazônia aparecem como espaços de organização e experimentação de outras formas de vida coletiva.
A obra também imagina possibilidades de reconstrução. Ao lado dos conflitos e das crises, aparecem experiências de organização comunitária, cultura, arte e cooperação. Entre elas está o Festival de Artes do Solstício, celebração que integra esse futuro imaginado pelo autor e apresenta uma sociedade que também encontra formas de reorganizar a vida depois das rupturas.
Da pandemia ao futuro imaginado
A ideia de A Distopia surgiu em 2021, durante a pandemia de Covid-19. Segundo R.C. Ballerini, o contexto daquele período, somado ao cenário político e social brasileiro, despertou o desejo de imaginar para onde poderiam levar determinados caminhos políticos. O livro foi escrito naquele momento e posteriormente reescrito, incorporando elementos do presente. Para o autor, 2026 ganhou importância na narrativa por ser um ano eleitoral e concentrar disputas que podem ter consequências para o futuro do país.
“Em 2026, me parece que temos uma situação geopolítica mais acirrada e as atenções estão muito mais voltadas ao Brasil. O grande capital internacional está ávido por interferir no processo eleitoral brasileiro, e os candidatos alinhados à direita, e em especial à extrema direita, representam claramente os interesses dessas grandes corporações. Isso faz com que as eleições de 2026 representem um possível ponto de definição muito importante para o nosso futuro”, afirma.
Segundo Ballerini, a distribuição gratuita do livro tem o objetivo de alcançar o maior número possível de pessoas e contribuir para a discussão política do momento.
“Os rumos do país não estão seguros nas mãos da extrema direita. O livro apresenta uma caricatura de situações extremas e traz a compreensão de que, de forma geral, a atuação desse campo político realmente não se importa com meio ambiente, cultura, justiça social e distribuição de renda. Uma atuação nesse registro acaba resultando em uma destruição total muito mais agressiva do que o senso comum imagina, gerando consequências em muitos outros aspectos”, destaca.
Sobre o autor
R.C.Ballerini é músico, escritor, radialista e piloto de ideias. Publicou Fragmentos, uma obra de escritos curtos experimentais, em 2019. É idealizador e diretor artístico do DF-instrumental-FEST, que desde 2023 promove a música instrumental do DF e do Brasil em territórios de periferia. É compositor e instrumentista do Duo Palco-céu, que já atendeu a mais de 40 mil crianças da rede pública de ensino do DF, foi instrumentista, é o produtor do Satanique Samba Trio, com 23 anos de carreira, 16 álbuns produzidos e 4 turnês europeias, e é co-idealizador, curador e apresentador do Programa Brasil instrumental, na Cultura FM Brasília.
SERVIÇO
A Distopia: 2026 e o futuro do Brasil
De R.C. Ballerini
Páginas: 88
Tiragem: 10 mil exemplares
Distribuição: gratuita, em diferentes eventos culturais do Distrito Federal
Nos dias 26 e 27 de setembro, projeto promove oficinas, apresentações musicais e espetáculos teatrais gratuitos na Asproeste
O Encontro de Artes do Lago Oeste chega ao último fim de semana de programação com uma agenda dedicada ao teatro. Nos dias 26 e 27 de setembro, a Asproeste recebe oficinas de atuação, apresentações musicais e dois espetáculos do Coletivo Truvação. Todas as atividades são gratuitas e fazem parte do projeto que, ao longo de quatro finais de semana, levou diferentes linguagens artísticas ao Lago Oeste.
No sábado (26), a programação começa às 14h com a oficina Brincando de Atuar, ministrada por Ana Matuza. Das 16h às 18h, Luciana Martins conduz a oficina Atuação para o Teatro: Exercícios e Jogos. As atividades propõem uma aproximação prática com o fazer teatral, explorando exercícios e jogos de atuação.
Às 18h30, a Fanfarra Me Chame Pelo Nome abre a programação artística da noite. Na sequência, às 19h30, o Coletivo Truvação apresenta Umbigo do Infinito, espetáculo com duração de 90 minutos.
No domingo (27), as duas oficinas são novamente realizadas, mantendo a programação de formação teatral. Às 18h30, a música fica por conta da Fanfarra Maluvidas. O encerramento do projeto acontece às 19h30, com a apresentação de A Batalha do Portal, também do Coletivo Truvação, com duração de 75 minutos. As inscrições para as oficinas são feitas pelo formulário eletrônico.
Cultura para além do Plano Piloto
Realizado ao longo de setembro, o Encontro de Artes do Lago Oeste foi estruturado em quatro finais de semana temáticos. A programação passou por dança, cinema e audiovisual, música, circo e teatro, combinando atividades de formação e apresentações artísticas gratuitas.
Além de levar diferentes linguagens para o Lago Oeste, o projeto buscou criar condições para que o público de outras regiões do Distrito Federal também pudesse participar. Por isso, foi disponibilizado transporte gratuito entre a Rodoviária do Plano Piloto e a Asproeste durante os finais de semana de programação.
Para o último fim de semana, os horários previstos são:
13h: Rodoviária do Plano Piloto → Asproeste
16h15: Asproeste → Rodoviária do Plano Piloto
17h15: Rodoviária do Plano Piloto → Asproeste
21h30: Asproeste → Rodoviária do Plano Piloto
O transporte é gratuito, mas é necessário realizar inscrição prévia por formulário eletrônico disponível na página oficial do projeto. As vagas estão sujeitas à capacidade dos veículos.
A acessibilidade também integra o projeto, com recursos disponibilizados de acordo com a programação, incluindo Libras, audiodescrição e legendas descritivas.
Ao longo da edição, o Encontro de Artes do Lago Oeste criou espaços de contato com a produção cultural no próprio território, reunindo artistas, moradores e visitantes em uma programação que apostou na descentralização do acesso à cultura e na valorização da comunidade do Lago Oeste.
“Mais do que levar uma programação cultural para o Lago Oeste, o Encontro de Artes ajudou a mostrar a potência que já existe no território e a importância de criar oportunidades para que a arte circule por regiões que nem sempre estão no roteiro dos grandes eventos de Brasília. Ao longo dessas semanas, tivemos contato com moradores, artistas e públicos diferentes, ocupamos espaços e criamos encontros a partir da dança, do audiovisual, da música, do circo e do teatro. O impacto que fica é justamente esse: aproximar a cultura das pessoas, fortalecer o vínculo com o território e mostrar que o Lago Oeste também é lugar de produção, encontro e experiência artística”, assinala a idealizadora Bruna Martins.
Este projeto é realizado pela Rang Cultural, pela Ana Martins Produções e pela Joana Piantino Produções, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). O encontro conta com apoio da Asproeste, da Horta do Preto, da La Pauta Comunicações e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec).
Programação gratuita:
Sábado, 26/9
14h às 16h – Oficina Brincando de Atuar, com Ana Matuza
16h às 18h – Oficina Atuação para o Teatro: Exercícios e Jogos, com Luciana Martins
18h30 – Fanfarra Me Chame Pelo Nome
19h30 – Umbigo do Infinito, do Coletivo Truvação
Domingo, 27/9
14h às 16h – Oficina Brincando de Atuar, com Ana Matuza
16h às 18h – Oficina Atuação para o Teatro: Exercícios e Jogos, com Luciana Martins
Iniciativa realiza encontro neste sábado (26), na Universidade do Distrito Federal, após percorrer diferentes regiões do DF, alcançando centenas de estudantes da rede pública
O projeto Nossa Vez realiza, neste sábado (26/9), aulão gratuito de preparação para o Enem. O encerramento da iniciativa será em Ceilândia, na Universidade do Distrito Federal, localizada na QNN 31, Áreas Especiais B/C/D/E, Ceilândia Norte. A programação ocorre das 7h45 às 12h30 e reúne aulas de diferentes áreas do conhecimento, além de apresentação do rapper Japão Viela 17 durante o intervalo. As inscrições podem ser feitas pelo formulário eletrônico.
Realizado pelo Instituto Rosa dos Ventos em parceria com a Secretaria Nacional de Juventude do Governo Federal, o Nossa Vez promoveu encontros gratuitos em diferentes regiões do Distrito Federal, levando conteúdos, estratégias de prova e orientação para estudantes do terceiro ano do Ensino Médio, da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e para quem já concluiu o Ensino Médio em escolas públicas.
Ao longo da programação, o projeto passou por Brazlândia, Gama, Recanto das Emas, Planaltina, Taguatinga, Samambaia e Ceilândia, que recebe o segundo encontro neste sábado. A circulação por diferentes territórios buscou aproximar a preparação para o Enem das comunidades e ampliar as possibilidades de participação de estudantes que nem sempre conseguem acessar cursos preparatórios.
Durante os encontros, os participantes tiveram acesso a aulas de Língua Portuguesa, Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Redação, além de orientações sobre resolução de questões, organização do tempo de prova e estratégias relacionadas ao modelo de avaliação do Enem. A programação também incorporou apresentações culturais, aproximando a preparação acadêmica de outras formas de conhecimento e expressão.
“Levar o Nossa Vez em Ceilândia é também olhar para tudo o que aconteceu nos territórios por onde passamos. Cada encontro teve uma dinâmica própria, com estudantes diferentes, histórias diferentes e maneiras diferentes de se relacionar com o Enem. Acho que esse é um dos maiores aprendizados do projeto: quando a gente sai do lugar comum e vai até onde os jovens estão, a educação deixa de ser uma ideia abstrata e ganha rosto, conversa e troca”, afirma a presidente do Instituto Rosa dos Ventos, Stéffanie Oliveira.
A professora de Química Luana Bezerra participou do aulão em Ceilândia, no último 12 de setembro. Ela destaca temas que muito provavelmente devem ser cobrados no exame, como terras raras e jogos de aposta. “Se você é um aluno da rede pública, pode vir participar com a gente. Sabemos o tanto que é importante estarmos atualizados com todos esses assuntos”, convida a docente.
Programação do encerramento
O encontro começa às 7h45, com aula de Português ministrada pela professora Kássia Braga. Na sequência, o professor Waldizar Borges conduz a aula de Matemática. A programação segue com Ciências da Natureza, reunindo os professores Cleiton, de Química; Alexandre, de Biologia; e Kitéria, de Física.
Às 10h, durante o intervalo, o público poderá acompanhar a apresentação do rapper Japão Viela 17, artista com trajetória ligada à cultura hip-hop do Distrito Federal. Depois da apresentação, às 10h15, será realizada a primeira aula de Ciências Humanas, com Saulo, em Sociologia, e Luís Ferrara, em Filosofia.
Às 11h, a programação continua com Leonardo C., em Geografia, e Keilla, em História. O encerramento das atividades será com a aula de Redação, ministrada pela professora Andressa Soares.
O Nossa Vez é uma realização do Instituto Rosa dos Ventos, em parceria com a Secretaria Nacional de Juventude do Governo Federal.
Serviço – Projeto Nossa Vez – Ceilândia
Data: sábado (26 de setembro)
Horário: das 7h45 às 12h30
Local: Universidade do Distrito Federal — QNN 31, Áreas Especiais B/C/D/E, Ceilândia Norte
Sucesso de público, todos os cinco filmes retornam aos cinemas em outubro
A Paris Filmes acaba de abrir pré-venda de ingressos para reexibição especial de “Jogos Vorazes”, “Jogos Vorazes: Em Chamas”, “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1”, “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 2” e “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”. O relançamento dos longas baseados nos best-sellers de Suzanne Collins contará ainda com conteúdos exclusivos do elenco de “Jogos Vorazes – Amanhecer Na Colheita” antes de cada exibição. As produções voltam aos cinemas a partir de 15 de outubro. Baixe os cartazes neste link. Assista ao teaser aqui.
No primeiro, Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) se oferece no lugar da sua irmã para competir nos Jogos Vorazes, onde jovens dos doze distritos de Panem são escolhidos aleatoriamente para lutar um contra o outro até que um sobrevivente permanece. “Em Chamas” mostra Katniss e Peeta Mellark (Josh Hutcherson) ao tornarem-se alvos da Capital após a vitória do 74º Jogos Vorazes, o que resulta em uma rebelião dos distritos.
Em “A Esperança – Parte 1”, Katniss é resgatada pelos rebeldes e levada ao Distrito 13 depois que quebra os Jogos Vorazes para sempre. Sob a liderança da Presidente Coin (Julianne Moore) e de Plutarch Heavensbee (Philip Seymour Hoffman), Katniss abre as suas asas e torna-se Mockingjay, o líder simbólico da rebelião. “A Esperança – O Final” traz Katniss percebendo que as apostas não são mais apenas para a sobrevivência, são para o futuro. Com a nação de Panem em guerra, ela enfrenta o Presidente Snow (Donald Sutherland).
Por fim, em “A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, anos antes de se tornar o tirânico Presidente de Panem, Coriolanus Snow (Tom Blyth), aos 18 anos, vê uma chance de mudança de sorte quando é escolhido para ser mentor de Lucy Gray Baird (Rachel Zegler), uma garota tributo do empobrecido Distrito 12.
Juntos, os cinco filmes já levaram mais de 16 milhões de espectadores aos cinemas do país. O elenco conta ainda com Stanley Tucci, Liam Hemsworth, Lenny Kravitz, Woody Harrelson, Elizabeth Banks, Sam Claflin, Viola Davis, Hunter Schafer e mais. A direção de “Jogos Vorazes” é de Gary Ross e dos filmes seguintes de Francis Lawrence. A distribuição nacional é da Paris Filmes.
SOBRE A PARIS FILMES
A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H”, “Manas”, “Pedágio”, “Ritas”, “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, “A Empregada”, a franquia “Truque de Mestre”, “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia – “Minha Melhor Amiga”.
Entre os próximos lançamentos estão “Feito Pipa”, “Geni e o Zepelim”, “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, “Minha Vida com Shurastey” e “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita”.
Acompanhe as novidades sobre esse e outros lançamentos por meio das redes sociais:
Possibilidade de ver e tocar produtos, atendimento presencial e disponibilidade imediata ajudam a explicar permanência dos pontos de venda mesmo diante do crescimento das compras digitaisPossibilidade de ver e tocar produtos, atendimento presencial e disponibilidade imediata ajudam a explicar permanência dos pontos de venda mesmo diante do crescimento das compras digitais
O comércio eletrônico alcançou em 2026 o maior patamar de penetração já registrado em levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil. A pesquisa aponta que 85% dos consumidores digitais residentes nas capitais fizeram ao menos uma compra pela internet nos 12 meses anteriores ao estudo, o equivalente a uma estimativa de 139 milhões de compradores. Ao mesmo tempo, a experiência presencial continua pesando na escolha: para 49% dos entrevistados, não poder ver ou tocar o produto é a principal desvantagem das compras online.
Em segmentos como o de materiais de construção, essa necessidade de contato com o produto é ainda mais evidente. A pesquisa da área de Negócios da Globo, em parceria com a MindMiners, apontou que 64% dos entrevistados preferiam comprar materiais de construção e reforma exclusivamente em lojas físicas. Entre os principais motivos estavam conferir a qualidade do produto, citado por 56%, recebê-lo imediatamente, por 50%, e a proximidade do estabelecimento, mencionada por 48%. O levantamento ouviu 980 pessoas em agosto de 2022.
Os números mostram que o avanço do comércio eletrônico não necessariamente elimina o espaço do varejo presencial. Em vez disso, os diferentes canais passam a ser utilizados conforme o tipo de produto, a urgência e a necessidade do consumidor em cada compra.
Na Irmãos Soares, que tem sede em Goiânia e mais de 18 lojas em Goiás e Minas Gerais, essa convivência entre os canais é percebida no comportamento dos clientes. Segundo o gerente nacional de vendas da empresa, Caio Barbosa, há compras que são resolvidas de maneira mais rápida pelo WhatsApp e outras em que o consumidor prefere ir até a loja, conhecer o produto e conversar com um vendedor.
“O cliente tem momentos de compras distintos. Em alguns, quer resolver tudo rapidamente pelo WhatsApp, com uma entrega rápida e o fechamento do pedido. Em outros, prefere ir à loja, tocar e ver o produto e conversar com alguém”, afirma.
De acordo com Barbosa, nos últimos três anos as vendas nas unidades físicas da empresa cresceram, em média, entre 17% e 18%. No ambiente digital, o avanço foi superior a três dígitos, embora o executivo ressalte que o percentual parte de uma base histórica menor.
O cenário acompanha uma mudança na própria função da loja. Se preço, praticidade e rapidez favorecem a compra pela internet, o espaço físico concentra atributos difíceis de reproduzir integralmente no meio digital, como experimentação, orientação e contato direto com quem vende.
“O físico não vai acabar, não vai morrer. Ele vai se adaptar”, avalia Barbosa.
Para o executivo, o atendimento presencial também tem papel importante especialmente em compras que exigem mais informações sobre o produto ou acompanhamento durante a escolha. No segmento de construção e reforma, por exemplo, uma ida à loja pode permitir que o consumidor compare peças, pisos, revestimentos e acabamentos antes de decidir.
“Na loja, o cliente conversa com o vendedor, que entende como está a obra e propõe um produto personalizado para aquilo que ele precisa”, diz.
A confiança é outro fator apontado por Barbosa. Para ele, mesmo diante da ampliação dos canais digitais e do uso de ferramentas tecnológicas no varejo, o contato presencial permanece relevante para uma parcela dos consumidores.
“Nada substitui a confiança, nada substitui o olho no olho, nem o cliente ir até a loja, falar com o vendedor e conversar com alguém do nosso time”, afirma.
A tendência também aparece na integração entre os próprios canais. No levantamento da Globo e da MindMiners, 76% dos consumidores de materiais de construção disseram que gostariam de montar uma lista de produtos e receber o orçamento pela internet, enquanto 64% demonstraram interesse em comprar online e retirar na loja.
Na prática, os dados indicam uma jornada de consumo cada vez menos dividida entre “físico” e “digital”. O cliente pode pesquisar pela internet, tirar dúvidas pelo WhatsApp, comparar preços e, depois, visitar uma unidade para conferir o produto ou fazer o caminho inverso e concluir online uma compra iniciada presencialmente.
Em cartaz até 30 de setembro, mostra reúne seis instalações integradas à paisagem do Cerrado e celebra o envolvimento do público com uma experiência de arte em meio à natureza
O público tem até 30 de setembro para visitar o II Festival Galeria Aberta: Arte da Terra, no Jardim Botânico de Brasília e como última ação, Patrícia Bagniewski, que assina também assina a curadoria e tem obra exposta, conduz uma visita orientada pela mostra, domingo (27), a partir das 11h. A mostra reúne instalações inéditas de Adriane Kariú, Coletivo Vaga-mundo – poéticas nômades, Daisy Barros, Nina Coimbra, Patricia Bagniewski e Valéria Pena-Costa, concebidas especialmente para o local. Ao longo do percurso, as obras se relacionam com árvores, luz, vento, sons e outros elementos do Cerrado, convidando cada visitante a perceber a paisagem como parte da criação artística.
Com curadoria de Renata Azambuja e Patricia Bagniewski, o Festival retomou, nesta segunda edição, a proposta iniciada em 2012: deslocar a experiência da arte contemporânea dos espaços expositivos tradicionais e aproximá-la do ambiente natural. A visitação transforma a caminhada pelo Jardim Botânico em um exercício de observação, escuta e descoberta, no qual as mudanças da paisagem também modificam a maneira de ver e sentir cada obra.
Nesta reta final, as curadoras destacam a satisfação com a resposta dos visitantes e com a capacidade do projeto de envolver diferentes públicos em uma forma menos habitual de fruição artística. “É muito gratificante perceber que o público aceitou o convite para desacelerar, caminhar e se deixar atravessar por obras que não estão apenas instaladas na natureza, mas que se transformam com ela. Esse envolvimento confirma a potência de criar encontros entre arte, Cerrado e vida cotidiana”, afirma Patricia Bagniewski.
Para Renata Azambuja, a adesão do público também revela o interesse por experiências culturais que estimulam novas relações com o espaço. “A maior conquista desta edição foi engajar o público em uma experiência de fruição construída no contato direto com as obras e com o meio ambiente. Vimos pessoas de diferentes idades percorrendo o circuito com curiosidade, permanecendo diante das instalações e descobrindo outras maneiras de olhar para o Jardim Botânico”, celebra a curadora.
As seis instalações aproximam arte contemporânea, ancestralidade, memória, ciência e sustentabilidade. O circuito reúne desde painéis inspirados na cosmologia Kariú Kariri e uma composição têxtil feita com materiais reaproveitados até esculturas que convidam à pausa, a escuta das frequências internas de uma árvore, uma criação inspirada na árvore lunar de Brasília e pequenas casas construídas com elementos naturais. Em comum, os trabalhos propõem uma relação sensível com o território e fazem do Cerrado uma presença ativa na experiência artística.
Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), o II Festival Galeria Aberta pode ser visitado de terça a domingo, das 7h às 16h30. A classificação é livre para todos os públicos.
Serviço
II Festival Galeria Aberta: Arte da Terra
Curadoria: Renata Azambuja e Patricia Bagniewski
Local: Jardim Botânico de Brasília
Visita orientada: domingo, 27, a partir das 11h (de graça e sem inscrição prévia)
Visitação: até 30 de setembro, de terça a domingo, das 9h às 16h30
Tratamentos para estimular colágeno, melhorar manchas, flacidez e contorno corporal podem começar agora; especialista explica como se planejar
Quem pretende chegar ao verão com a pele mais viçosa, o rosto mais uniforme e o corpo mais contornado ainda tem tempo para investir em tratamentos estéticos, mas o planejamento deve começar o quanto antes. Isso porque muitos procedimentos dependem da resposta gradual do organismo, podem exigir mais de uma sessão e precisam respeitar períodos de recuperação.
De acordo com a médica dermatologista Tainah de Almeida, tratamentos que estimulam a produção de colágeno, tanto no rosto quanto no corpo, começam a apresentar resultados nas primeiras três a quatro semanas, mas a evolução fica mais evidente ao longo dos três a seis meses seguintes. Por isso, para quem pensa nas férias de verão, uma janela de aproximadamente três meses pode ser adequada para iniciar protocolos.
“Quando pensamos em ações que envolvem estímulo de colágeno, tanto no rosto quanto no corpo, é importante lembrar que o resultado não é imediato. O organismo precisa de um tempo para produzir e remodelar esse colágeno, e muitos protocolos também envolvem mais de uma sessão. Por isso, começar com alguns meses de antecedência é o ideal”, explica a médica.
Para quem quer mais viço e uma pele uniforme
No rosto, quem deseja melhorar textura, hidratação, manchas, linhas finas e viço pode encontrar diferentes possibilidades de tratamento. Entre elas estão alguns tipos de laser, peelings e microagulhamento, escolhidos de acordo com a necessidade da pele.
A associação de técnicas também pode ser uma estratégia. Segundo Tainah, tratamentos mais profundos, voltados para sustentação e estímulo de colágeno, podem ser combinados com procedimentos que atuam em camadas mais superficiais, contribuindo para textura, hidratação e aparência da pele.
Nos casos de flacidez, por exemplo, bioestimuladores de colágeno podem ser associados, quando indicados, a tecnologias como ultrassom microfocado e radiofrequência. A Sociedade Brasileira de Dermatologia também reconhece diferentes tecnologias para o tratamento de flacidez e celulite, incluindo radiofrequência, infravermelho, ondas acústicas e ultrassom microfocado.
“Hoje trabalhamos muito com a associação de tratamentos porque técnicas diferentes podem atuar em mecanismos complementares e profundidades distintas da pele. Uma combinação bem planejada pode apresentar um resultado mais completo do que simplesmente repetir várias vezes uma única técnica”, afirma.
A especialista ressalta que combinar procedimentos não significa fazer o maior número possível de tratamentos. O protocolo deve ser individualizado, considerando a indicação, o intervalo entre as sessões e o período de recuperação.
Manchas e melasma: quanto antes, melhor
Quem deseja aproveitar o verão e tem manchas ou melasma também deve começar a se preparar por agora. A exposição solar é um dos fatores que podem agravar o melasma, e a Sociedade Brasileira de Dermatologia destaca que o tratamento deve envolver proteção solar contínua e acompanhamento dermatológico. Para períodos de maior exposição solar e viagens, por exemplo, podem ser buscadas estratégias para proteger mais a pele, como antioxidantes em creme e em comprimido, idealmente iniciado algumas semanas antes da exposição.
Para quem tem uma viagem marcada para a praia e quer fazer algum tratamento para uniformizar a pele, o planejamento ganha ainda mais importância. Peelings, microagulhamento e lasers podem ser utilizados em casos específicos, mas protocolos que provocam descamação, vermelhidão ou irritação intensa podem exigir quatro semanas ou mais de restrição solar, dependendo da profundidade e intensidade.
“Se o paciente tem uma viagem próxima para a praia programada, por exemplo, provavelmente não é o melhor momento para realizar um procedimento mais agressivo, mas existem outras alternativas seguras que podem ser feitas mais perto do verão”, orienta a médica.
E para quem quer melhorar o corpo?
A preparação não precisa se limitar ao rosto. Técnicas corporais também podem ser planejadas para quem deseja melhorar firmeza, qualidade da pele, sustentação e contorno de regiões como abdômen e glúteos.
Segundo a médica, começar cerca de três meses antes permite organizar o número de sessões necessário e aguardar a evolução dos resultados. Dependendo da técnica escolhida e da indicação, os tratamentos podem atuar em diferentes aspectos do contorno corporal.
Para queixas como flacidez e celulite, combinações de bioestimuladores de colágeno com tecnologias como radiofrequência e ultrassom microfocado estão entre as opções utilizadas na dermatologia. Mesmo com diferentes opções, a médica reforça a importância
O objetivo, no entanto, não é buscar uma transformação imediata. A avaliação médica vai determinar qual tratamento pode oferecer uma melhora realista para cada caso e definir a melhor estratégia. Mesmo assim, a médica reforça que o paciente também precisa fazer a parte dele: “para um bom resultado, além dos procedimentos, é indispensável manter uma alimentação equilibrada, ingerir bastante água, dormir bem e fazer atividade física regularmente”.
Ainda dá tempo, mas não para tudo
Quem está pensando em realizar procedimentos antes do verão deve considerar não apenas o resultado esperado, mas também o tempo de recuperação. Peelings e microagulhamento, por exemplo, podem sensibilizar a pele e exigem cuidados específicos com a exposição solar. A SBD também alerta que ações estéticas mal indicadas podem causar manchas, queimaduras, cicatrizes e outras complicações.
Procedimentos injetáveis, como preenchimentos, bioestimuladores e toxina botulínica, também merecem planejamento. Eventuais hematomas precisam estar completamente protegidos do sol, já que a exposição direta durante esse período pode favorecer alterações de pigmentação.
Por isso, quem deseja chegar ao verão com os resultados mais avançados possíveis deve procurar avaliação com antecedência. Em vez de concentrar vários procedimentos nas semanas que antecedem as férias, o planejamento permite distribuir as sessões, respeitar o tempo de recuperação e acompanhar a evolução natural do tratamento.
“O mais importante é entender o que aquela pele realmente precisa e montar um protocolo individualizado, respeitando também o intervalo e a recuperação de cada tratamento. Fazer os tratamentos com antecedência permite não apenas chegar ao verão com o resultado já em evolução, mas também passar pelo período de recuperação com mais segurança”, finaliza Tainah.
De 22 a 25 de setembro, evento terá exposição com mais de 40 obras em homenagem ao artista, Feira do Fuga com mais de 50 artistas e coletivos, além de talks, lançamentos, exposições e experiências em diferentes espaços da capital
Brasília entra mais uma vez no calendário nacional de “Semanas de Design”, com a realização da segunda edição da DW! Brasília, que acontece de 22 a 25 de setembro de 2026. As atividades serão realizadas em dois “distritos de design”: o Casapark e o Lago Sul.
O festival insere a capital no circuito organizado pela plataforma DW! Semana de Design, que há 15 anos organiza “Design Weeks” pelo Brasil, com destaque para as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Balneário Camboriú.
A edição paulistana, realizada anual e ininterruptamente desde 2012, é um dos maiores eventos mundiais do gênero e única representante brasileira na associação mundial do segmento, a WDW – World Design Weeks.
Ao longo de quatro dias, a DW! Brasília reúne exposições, talks, lançamentos de produtos e coleções, encontros com profissionais e outras ações promovidas pelas marcas participantes. A programação também amplia o diálogo com a arte e a produção autoral, reunindo diferentes áreas da economia criativa.
Lauro Andrade, idealizador e CEO da DW!, afirma que “voltar a Brasília para a segunda edição da DW! tem um significado muito especial, especialmente por poder homenagear Athos Bulcão, um artista que traduz como poucos a relação entre arte, arquitetura e a própria identidade da cidade. A proposta da DW! é justamente criar essas conexões e mostrar como o design está presente em diferentes territórios, linguagens e negócios. Nesta edição, ampliamos o circuito pela capital e reunimos marcas, profissionais, artistas, colecionadores e criativos em uma programação que convida o público a olhar para Brasília a partir dessas diferentes perspectivas”.
DW! Brasília homenageia Athos Bulcão
Um dos eixos desta edição é a relação de Brasília com a obra de Athos Bulcão, artista cuja produção se tornou parte da identidade visual e arquitetônica da capital. A homenagem aparece tanto no conceito que orienta o festival quanto na programação, que inclui a exposição Entre Tempos, realizada pelo Casapark em parceria com a Fundação Athos Bulcão.
Exposição apresenta um Athos pouco conhecido
A DW! Brasília tem como um de seus principais destaques a exposição Entre Tempos, realizada pelo Casapark em parceria com a Fundação Athos Bulcão
Com mais de 40 obras, algumas delas nunca exibidas publicamente, a mostra inaugura em 22 de setembro e poderá ser visitada até 13 de outubro. Com curadoria de Valéria Cabral, presidente da Fundação Athos Bulcão, a exposição percorre quase seis décadas da produção do artista, de 1943 aos anos 2000, a partir de obras pertencentes a colecionadores particulares.
A seleção permite observar diferentes momentos da trajetória de Athos, incluindo desenhos, pinturas e trabalhos relacionados a temas como Carnaval e medicina. A exposição conta ainda com pesquisa historiográfica de Caetano Xavier de Albuquerque e texto de Marília Panitz.
“Nós escolhemos apresentar essas obras pertencentes a colecionadores a partir da relação afetiva e significativa que eles construíram com Athos. Essa conexão pessoal revela não apenas o valor artístico, mas também as histórias, as memórias e os vínculos que existem por trás de cada escolha. Tenho certeza de que será uma exposição muito especial e importante para Brasília”, afirma Ivana Valença, diretora de Marketing do Casapark.
Para Valéria Cabral, a seleção também revela aspectos menos conhecidos da produção do artista. “Quando fui ver a coleção, encontrei obras de 1943 e coisas que nunca tinha visto na vida. Antes de mais nada, Athos era um desenhista. Era o que ele gostava de fazer”, conta.
Feira do Fuga reúne mais de 50 artistas e coletivos
Em sua 13ª edição, a Feira do Fuga participa pela primeira vez da programação da DW! Brasília no Casapark. Com curadoria de Valéria Pena-Costa, a feira reúne mais de 50 artistas e coletivos, com mais de 100 obras em diferentes linguagens, entre pinturas, gravuras e objetos.
A feira tem trajetória ligada à cena independente e contemporânea de Brasília e mantém como uma de suas propostas aproximar artistas, público e agentes do mercadode arte. A edição especial na DW! Brasília também terá uma premiação no encerramento, como forma de reconhecimento e incentivo a um dos artistas participantes.
“A Feira do Fuga conta com o apoio e a frequência dos principais agentes do mercadoda arte em Brasília, entre galeristas, curadores e colecionadores, com um olhar atento
à cena artística e à produção local. Nosso principal objetivo é ampliar o público da arte e aprimorar o relacionamento entre os artistas, como um lugar de encontro e de aprendizado. Uma escola de referências, técnicas e mercado que envolve diversas gerações de artistas, em várias fases da carreira. Fazemos uma ou duas edições anuais no ateliê, e a participação na DW! abre novos caminhos para a feira e para a circulação dos trabalhos autorais”, afirma Valéria.
ADEPRO assina identidade visual e tema “Do Chão nasce o Horizonte”
O tema desta edição da DW!, “Do Chão nasce o Horizonte”, e a identidade visual do festival foram desenvolvidos pela Associação dos Designers de Produto do Distrito Federal (ADEPRO/DF). O trabalho parte de referências ligadas ao território, à arquitetura e ao design da capital, além de estabelecer um diálogo visual com a produção de Athos Bulcão.
Segundo Victor Grimaldi, vice-presidente da Associação, a criação dá continuidade à relação da associação com o festival e às pesquisas desenvolvidas sobre a identidade de Brasília. “Já realizamos eventos e criações inspirados na planta da cidade, no conceito das superquadras e até no bioma local. Na DW! Brasília de 2025, por exemplo, fizemos a exposição Materialidade em Território Cerratense, reunindo no Casapark a produção de 27 criativos das mais diversas vertentes do design independente, em uma cenografia que mergulhava no imaginário do cerrado. Agora damos sequência ao nosso trabalho junto com a DW! Brasília e chegamos à frase Do Chão nasce o Horizonte, que traz um ponto de vista sobre o território”, afirma Grimaldi.
A identidade visual desenvolvida pela designer gráfica Taís Pires utiliza mosaicos, linhas orgânicas e referências às formas presentes na arquitetura e na paisagem de Brasília.
Taís explica que “o mosaico tem muita conexão visual com Brasília e também simboliza a formação da cidade, com pessoas e histórias vindas de toda parte. Ao mesmo tempo, as linhas orgânicas de Athos Bulcão têm tudo a ver com as formas predominantes na capital, representando a arquitetura, a natureza, o vento. Captamos algumas das principais características em quatro cores principais e fragmentos de suas obras,dialogamos com a Fundação Athos Bulcão e chegamos à expressão visual de mosaicos e variações, que respeitam o legado e a memória de Athos e dos pioneiros do design”.
A proposta também ganha uma exposição na Casa Brasília, projeto da ADEPRO/DF instalado no Casapark. A mostra Do Chão nasce o horizonte reúne mobiliário, objetos, instalações e outras produções contemporâneas de designers e escritórios a partir de uma reflexão sobre o território e a relação do design brasiliense com a cidade. A inauguração acontece em 23 de setembro, às 18h, com visitação das 10h às 20h.
Programação reúne talks, lançamentos e experiências
Além das exposições e dos encontros promovidos pelo festival, as marcas participantes apresentam lançamentos, instalações, mostras, oficinas e conversas ao longo da DW! Brasília.
A Breton Brasília abre a programação em 22 de setembro com o talk “Novos olhares do design brasileiro: os processos criativos e as inspirações por trás de uma nova geração de talentos”, com Gabriel Rosa, Karol Suguikawa e Nicholas Oher. A programação acontece das 10h às 15h e acompanha a apresentação do novo showroom e dos lançamentos 2026 da marca.
Na Lumini, a programação de 22 de setembro inclui o DW! Talk “Entre Escalas”, comMartin Corullon, diretor e sócio-fundador do METRO Arquitetos, em conversa com a curadora Clarissa Schneider. A loja também apresenta os principais lançamentos da marca em 2026 e a reedição da arandela PMR, criada originalmente por Paulo Mendes da Rocha em parceria com o METRO Arquitetos, agora com tecnologia LED e atualização técnica.
A Franccino recebe, em 22 de setembro, o pré-lançamento do livro “Concretus”, de Celso Júnior. A programação da marca segue ao longo da DW! Brasília com palestra de Eliene Lucindo, oficina de aquarela com Mirian Lindgren e outras atividades.
O estudiobola promove, no dia 22, um talk com Maurício Lamosa, um dos fundadores da marca, Carlos Alberto, da Hill House, e Lauro Andrade, da DW!. O encontro aborda pesquisa, proporções, acabamentos e caminhos do design contemporâneo, além da atuação da marca no Brasil e no mercado internacional.
Na Tidelli Brasília, a programação inclui a instalação Laboratório de Cores e o lançamento da coleção Jasmine, assinada pelos designers italianos Valerio Sommella e Simone Bonanni, em 22 de setembro. Nos dias seguintes, a marca também promove palestra com Vanessa Testoni e Alessandra Araújo, oficina de customização de velas e oficina de macramê.
A Hill House apresenta exposições e vitrines com obras de artistas e recebe, em 24 de setembro, um talk com Vivian Coser, da Sette7. A programação inclui ainda a apresentação de peças da Sette7 e outras exposições e instalações artísticas.
A Jader Almeida participa da programação em 23 de setembro, com recepção com Jader Almeida e apresentação de lançamentos 2026.
A Smeg promove, em 24 de setembro, uma celebração que reúne legado, inovação e excelência estética. A marca também participa da programação em parceria com a Porsche, aproximando design, estilo de vida e o universo automotivo.
No Lago Sul, a Ornare recebe, em 24 de setembro, uma edição dos DW! Talks com Denise Zuba e Tarik Faraj, sobre o projeto Vila Raiô, e José Ricardo Basiches, que aborda processos criativos.
A programação de DW! Talks no Casapark continua em 25 de setembro com o artista Nuno Ramos, que apresenta o projeto Athos, inspirado na obra O Sol Faz a Festa, deAthos Bulcão, em conversa mediada por Lúcio Albuquerque, da Cerrado Cultural. No mesmo dia, Sávio Jobim, do Architects Office, participa do talk “Arquitetura e Ecossistemas Urbanos”, com apresentação do Casapark.
A programação completa reúne mais de 35 eventos entre 22 e 25 de setembro, com atividades gratuitas e algumas atrações mediante inscrição prévia.Circuito Gastronômico integra programação
A experiência da DW! Brasília também se estende à gastronomia. Durante o período do evento, o Casapark recebe o Circuito Gastronômico DW!, com cardápios e promoções especiais nos restaurantes e cafés Casa Baco, Marietta & Marvin, Saborella, Tête à Tête Restaurante e Scada Café.Serviço
DW! Brasília 2026
Data: 22 a 25 de setembro de 2026
Locais: Casapark e Lago Sul, Brasília/DF
Programação: DW! Brasília: monte sua agenda diária com exposições, palestras e eventos com inscrições abertas – DW!
Instagram: @dwsemanadedesign
Entrada: gratuita. Algumas atividades exigem inscrição prévia