Brasília recebe a XIV Bienal Ibero-Americana de Arquitetura e Urbanismo debatendo o futuro das cidades

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De 3 a 6 de novembro, a BIAU reúne arquitetos e pensadores de diferentes países em uma programação com debates, exposições, premiações, mostra de filmes e atividades culturais

Brasília recebe, de 3 a 6 de novembro, a XIV Bienal Ibero-Americana de Arquitetura e Urbanismo (BIAU). Com o lema Cuidar da Vida, o encontro propõe quatro dias de reflexão sobre os desafios contemporâneos das cidades e dos territórios. A abertura acontece no dia 3, às 15h, no auditório do SESI Lab. Também haverá atividades no Teatro Nacional, na Universidade de Brasília, no Cine Brasília, na Galeria Index e na Embaixada de Portugal. As inscrições são gratuitas e os espaços estão sujeitos a lotação.

Esta edição da BIAU organiza sua reflexão em torno de quatro grandes eixos (água, vegetação, habitação e comunidades) para explorar a relação da arquitetura com as condições ambientais, sociais e culturais que sustentam a vida. A programação incluirá conversas sobre novos territórios e sobre as profundas transformações que redefinem as formas de habitar.

Matheus Seco, um dos curadores da exposição oficial, reflete ser muito interessante pensar nessa Bienal como oportunidade de troca de experiências. “Acreditamos que Brasília é um palco muito especial para a realização dos debates e das demais atividades, pois é uma cidade que foi planejada com todas as potencialidades e contradições de várias outras cidades brasileiras. Podemos aprender muito com Brasília, com a implantação da cidade na topografia, a relação dela com a natureza, com as potencialidades que ela tem”.

Reunindo profissionais da arquitetura, do urbanismo, do pensamento e da cultura em diferentes espaços da capital, a Bienal promove debates, mostras de filmes, conferências temáticas, lançamentos de livros e visitas guiadas pela cidade. Entre os nomes confirmados estão Angelo Bucci, Fernando Pérez Oyarzún, David Barragán, Marta Maccaglia, Inês Lobo, Solano Benítez, Loreta Castro e Marcelo Rosenbaum, além de representantes do escritório Al Borde, do Equador.

Programação

A abertura oficial da XIV Bienal Ibero-Americana de Arquitetura e Urbanismo acontecerá no dia 03/11, às 15h, no SESI Lab, onde também ocorre a entrega do Prêmio Trajetória à arquiteta brasileira Erminia Maricato e aos arquitetos Gonçalo Byrne, de Portugal, e Frederick Cooper Llosa, do Peru. Na sequência, às 16h30, será aberta a exposição da XIV BIAU no próprio SESI Lab e, às 18h30, serão inauguradas as exposições Lucio Costa e Zanine Caldas, na Galeria Index, na quadra 01 do Setor Comercial Sul.

Na quarta-feira, 04/11, a manhã é reservada à abertura da exposição de publicações selecionadas e finalistas da XIV BIAU, na Universidade de Brasília, às 9h, e ao lançamento de livros no auditório da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo, às 10h. À tarde, serão realizados debates sobre os temas desta edição: água, vegetação, habitação e comunidades. No SESI Lab, o debate sobre Água, às 14h30, discute um dos recursos essenciais à construção e à transformação dos territórios contemporâneos. Já o debate sobre Habitação e seus desafios contemporâneos começa às 16h30.

Paralelamente, na Universidade de Brasília, ocorrem as mesas sobre Vegetação, às 14h30, abordando as relações entre natureza, paisagem, território e formas de vida, e sobre Comunidades, às 16h30, com experiências e práticas coletivas de diferentes contextos ibero-americanos.

À noite, às 18h30, a Embaixada de Portugal recebe os participantes do evento para uma conferência com Gonçalo Byrne, seguida da exposição ‘Portugal em Arquitetura’ e do Porto de Honra.

Na quinta-feira, 05/11, o SESI Lab recebe o lançamento de publicações a partir das 10h. À tarde, o Cine Brasília exibe documentários sobre os novos territórios e as transformações ambientais, sociais e culturais que estão redefinindo a relação entre arquitetura, paisagem e sociedade. A atividade começa às 15h30, com a exibição dos filmes ‘Brasília, segundo roteiro de Alberto Cavalcanti’ e ‘Crônicas de uma Cidade Inventada’. Às 16h30, um debate coordenado pelo arquiteto paraguaio Solano Benítez, com a presença de André Corrêa do Lago, Hervé Chandès e Alejandro Aravena, aprofunda os temas dos filmes. Às 18h30, a programação se encerra com a exibição de ‘Hacer Mucho con Poco’.

À noite, às 19h30, o SESI Lab será palco de uma festa aberta ao público, com discotecagem do DJ Chicco Aquino.

O encerramento, na sexta-feira, 06/11, será no Teatro Nacional Cláudio Santoro, com uma apresentação da equipe de curadores, às 10h30. Em seguida, ocorrem conferências temáticas com Inês Lobo e Solano Benítez, às 11h, e com Loreta Castro, profissionais do escritório Al Borde e Marcelo Rosenbaum, às 14h30.

Às 16h, haverá a entrega do Prêmio para Obras e Publicações da XIV BIAU, que reconhece contribuições relevantes e singulares para a arquitetura, o urbanismo e a produção editorial ibero-americana. Às 16h45, acontece o encerramento da Bienal, com falas de autoridades e apresentação da Orquestra Sinfônica de Brasília.

A XIV BIAU é promovida pelo Ministério da Habitação e Agenda Urbana (MIVAU) do Governo da Espanha, em colaboração com o Conselho Superior dos Colégios de Arquitetos da Espanha (CSCAE) e a Fundação Arquia. A produção e a coordenação-geral são da Sunflower Consultoria em Negócios, e a equipe de curadoria é formada por Nuno Sampaio, Carlos Quintáns Eiras, Fernando Serapião, Matheus Seco, Daniel Mangabeira e Luciana Saboia.

Rotas de Arquitetura

O evento promoverá três visitas guiadas a locais de referência da arquitetura e do urbanismo de Brasília. Todas sairão do Edifício Morro Vermelho, no Setor Comercial Sul. Terão prioridade os participantes que se inscreverem gratuitamente pelo link de inscrição geral da Bienal.

Rota de Arquitetura: Eixo Monumental e Arquitetura Cívica
Visita guiada com paradas na Praça dos Cristais e no Quartel-General do Exército (visitação externa), na Catedral Metropolitana e no Museu Nacional da República (visitação interna e externa), no Congresso Nacional, no Palácio do Planalto e no Itamaraty (visitações externas). Dia 03/11, das 9h às 12h.

Rota de Arquitetura: Unidade de Vizinhança Modelo – Brasília na Escala Cotidiana Percurso a pé pela Asa Sul, incluindo o Cine Brasília, as quadras 107 e 308 Sul, a Igrejinha, a Escola Parque, a Escola Classe, o Jardim de Infância e os espaços públicos e paisagísticos da unidade de vizinhança. Dia 04/11, das 9h às 12h.

Rota de Arquitetura: Universidade de Brasília como Laboratório de Arquitetura
Percurso a pé pelo Campus Darcy Ribeiro, incluindo o Memorial Darcy Ribeiro, a Reitoria, o Instituto Central de Ciências (ICC), o Restaurante Universitário, o CEPLAN, o Instituto de Artes e o Edifício de Artes Cênicas. Dia 05/11, das 9h às 12h.

Mostra Cinema Urbana

A Mostra Cinema Urbana acontece no dia 05/11 e integra a programação da XIV BIAU com sessões dedicadas às relações entre cinema, arquitetura, cidades e modos de vida. Realizada em Brasília desde 2018, a mostra tem curadoria da arquiteta, urbanista e pesquisadora Liz Sandoval e será realizada no Cine Brasília, espaço histórico da capital federal.

No contexto da BIAU, as sessões foram concebidas como uma extensão dos debates, permitindo que questões ligadas à arquitetura, ao urbanismo, ao patrimônio, à participação social e à transformação dos territórios sejam abordadas a partir de narrativas audiovisuais. 

Sessão 1: Brasília em Duas Perspectivas, das 15h30 às 16h30

Brasília, segundo roteiro de Alberto Cavalcanti
Direção: Antonio Carlos da Fontoura
Ano: 1982
País: Brasil
Duração: 30 minutos
Descrição: realizado a partir de um roteiro deixado pelo cineasta Alberto Cavalcanti após visitas à capital federal no final da década de 1970. Em homenagem póstuma a um dos grandes nomes do cinema brasileiro e mundial, o filme propõe um ensaio visual e poético sobre Brasília, percorrendo desde as habitações indígenas e a arquitetura colonial brasileira até a monumentalidade da cidade planejada por Lúcio Costa e Oscar Niemeyer.

Crônicas de uma Cidade Inventada
Direção: Luísa Caetano
Ano: 2014
País: Brasil
Duração: 25 minutos
Classificação: 16 anos
Descrição: vencedor dos prêmios de Melhor Filme pelo Júri Popular e de Melhor Curta-Metragem pelo Troféu Câmara Legislativa do DF no 47º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o filme acompanha um dia na capital, da agitação cotidiana à noite, passando pelo silêncio da madrugada até o amanhecer. A partir das histórias e vivências de seus habitantes, combina ficção e documentário para revelar diferentes perspectivas sobre Brasília e as formas de habitar o espaço urbano.

Sessão 2: Ibero-América como Coletivo, das 18h30 às 19h30

Hacer Mucho con Poco (Do More With Less)
Direção: Katerina Kliwadenko e Mario Novas
Ano: 2017
Países: Equador, Chile e Espanha
Duração: 86 minutos
Descrição: produzido entre Equador, Chile e Espanha, o documentário acompanha uma geração de jovens arquitetos latino-americanos que aproxima a arquitetura das necessidades sociais. A obra aborda uma mudança na arquitetura contemporânea, em que o trabalho do arquiteto vai além da construção de edifícios e contribui para a transformação social e o fortalecimento dos vínculos comunitários.

SERVIÇO
XIV Bienal Ibero-Americana de Arquitetura e Urbanismo (BIAU)
Data: 3 a 6 de novembro de 2026
Locais: SESI Lab, Universidade de Brasília (UnB), Cine Brasília, Galeria Index, Teatro Nacional Cláudio Santoro e Embaixada de Portugal
Programação: https://drive.google.com/file/d/1PN5rWbZI_OOyEuP6bfkOljRtnqgYwQ1P/view?usp=sharing
Inscrições: https://www.eventbrite.es/e/pre-inscricao-xiv-biau-brasilia-2026-tickets-2000409399363

Cozinha-show Catedral vai apresentar técnicas e exaltar os sabores do Cerrado no Alimenta 2026

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Espaço terá apresentações com chefs e confeiteiros do DF e de outros estados durante o evento promovido pelo Sebrae

Por José Maciel | Clip Clap Comunicação

Pizzas, bolos, macarons, tartes e até panetones. Essas são algumas das receitas apresentadas ao público que for conferir a programação da Cozinha-show Catedral durante o Alimenta 2026. Entre os dias 5 e 7 de novembro, o espaço levará ao Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, chefs e confeiteiros com atuação no Distrito Federal e em todo o Brasil para apresentar ao público as etapas de preparo, bem como a aplicação de técnicas clássicas de culinária que ajudam a exaltar os sabores do Cerrado

A abertura da programação, no dia 5 de novembro, fica por conta de Gil Guimarães, chef pioneiro na produção da autêntica pizza napolitana em Brasília e à frente da premiada Casa Baco, primeira pizzaria do Centro-Oeste certificada pela Associazione Verace Pizza Napoletana. A partir das 17h30, ele apresenta a pizza cerratense 2.0, que mistura a massa napolitana à riqueza do bioma. Os participantes vão descobrir os segredos da fermentação perfeita e como dar identidade regional a uma pizza. A sessão deve atrair quem gosta de unir tradição italiana e ingredientes brasileiros.

No dia 6, a programação começa às 15h com Carole Crema, confeiteira com mais de 25 anos de carreira e referência na gastronomia e no empreendedorismo nacional. Ela vai ensinar a transformar o bolo de fubá em sobremesa de restaurante, mostrando como sobrepor texturas para dar sofisticação a um clássico da cozinha brasileira.

Às 17h30, o palco recebe Ricardo Arriel, confeiteiro, chocolatier e consultor de negócios, reconhecido por transformar a visão técnica da panificação em um modelo de negócio altamente lucrativo. Ele conduz a apresentação sobre macaron de baru e baunilha do Cerrado. A proposta une a delicadeza da confeitaria francesa à força do Centro-Oeste, com a técnica milimétrica que garante um macaron perfeito.

No último dia, a Cozinha-show Catedral reúne a maior variedade de atividades. Às 10h, Julia Postigo, conhecida como a química confeiteira, mostra como preparar um bolo de cenoura com brownie sem lactose e sem glúten. Às 12h, Alexandre Ferreira, fundador da Aguimar Ferreira Chocolateria, apresenta o preparo de tartes, pratos assados com base de massa e recheio aberto, doce ou salgado. Ele vai detalhar a tarte do Cerrado, feita com ingredientes locais, que agrega alto valor estético e financeiro ao produto final.

Das 14h30 às 16h, Tabata Romero, jornalista e confeiteira, ensina a montar uma fatia suprema de panetone. Ela também mostra como o empresário pode padronizar a entrega e evitar desperdícios para multiplicar as vendas no Natal.

Encerrando a programação, a partir das 16h30, Giulia de Brito, confeiteira especializada em bolos decorados com buttercream e em doces e brigadeiros sob encomenda para festas e casamentos, apresenta a técnica de buttercream de merengue suíço aliada às tendências de decoração, com a promessa de transformar bolos em peças exclusivas.

Sobre o Alimenta 2026

O Sebrae no Distrito Federal promove a edição deste ano do Alimenta com a proposta de ser o maior evento de gastronomia de Brasília.

Ao todo, a realização contará com mais de 100 palestrantes, 14 espaços de conhecimento e centenas de expositores, além de rodadas de negócios, cozinhas-show e outras experiências interativas voltadas à geração de conhecimento, conexões e oportunidades.

Os interessados em participar devem acessar a programação e o site oficial do Alimenta 2026 para consultar as atividades, horários e orientações de inscrição.

Oliver Beauty Center esclarece informações falsas e repudia ataques e ameaças

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Salão de Brasília nega demissões, defende seus profissionais e alerta para a disseminação de notícias sem apuração.

O Oliver Beauty Center, salão de beleza com atuação consolidada em Brasília e em operação há mais de uma década, vem a público esclarecer informações falsas que passaram a circular nas redes sociais após a publicação de um conteúdo relacionado à opinião pessoal da CEO da empresa. A interpretação equivocada de uma publicação, posteriormente difundida por um blogueiro, desencadeou uma onda de ataques, acusações e ameaças direcionadas à empresa e às pessoas que fazem parte de sua história.

Em toda a história da empresa, nenhum colaborador foi demitido por posicionamento político ou partidário. A informação que motivou a repercussão não corresponde aos fatos. A empresa esclarece que eventuais decisões relacionadas ao vínculo profissional dizem respeito à conduta e a critérios internos, e não à preferência política de qualquer pessoa.

Com uma trajetória de anos no mercado de beleza de Brasília, o Oliver Beauty Center conta com uma equipe formada por profissionais com diferentes histórias, opiniões e posicionamentos. Há colaboradores que acompanham a empresa há mais de uma década, construindo relações profissionais baseadas no respeito, na confiança e no compromisso com o trabalho. Ao longo de sua história, a empresa não registra problemas relacionados à discriminação de colaboradores por posicionamento político e nunca sofreu processo trabalhista.

O Oliver é também um salão-escola, com atuação voltada à formação, ao desenvolvimento e à valorização de profissionais da beleza. Sua história não pode ser resumida a uma interpretação isolada, tampouco a acusações disseminadas sem a devida verificação dos fatos.

Liberdade de opinião não justifica desinformação nem ameaças

A empresa respeita a liberdade de expressão e entende que opiniões distintas fazem parte de uma sociedade democrática. O que não pode ser aceito é a transformação de uma interpretação equivocada em uma acusação apresentada como verdade, sem a necessária apuração junto aos envolvidos.

A repercussão do episódio ultrapassou o campo da divergência de opiniões. Os dirigentes do Oliver Beauty Center relatam estar recebendo mensagens de ódio e ameaças de morte, uma situação grave que afeta não apenas a empresa, mas também as pessoas que trabalham nela.

A disseminação de informações sem checagem pode provocar danos reais à reputação de uma organização, à segurança de seus profissionais e à vida de pessoas que sequer participaram da discussão original. Por isso, é fundamental que jornalistas, blogueiros e administradores de páginas verifiquem os fatos e procurem os envolvidos antes de divulgar acusações.

Uma história construída por profissionais

Por trás do Oliver Beauty Center existe uma equipe que trabalha diariamente, atende clientes, compartilha conhecimento e contribui para o desenvolvimento do setor da beleza em Brasília. São profissionais que construíram suas trajetórias com dedicação e que não devem ser transformados em alvo de hostilidade, por causa de uma narrativa que não corresponde aos fatos.

A empresa lamenta que uma publicação tenha sido interpretada e difundida de maneira a gerar uma onda de desinformação e hostilidade. Divergências políticas não podem servir de justificativa para perseguição, intimidação ou ataques pessoais.

O Oliver Beauty Center reafirma seu compromisso com o respeito às pessoas, a valorização de seus profissionais e a responsabilidade na comunicação. A empresa também informa que está tratando os episódios de ameaças com a seriedade necessária e adotará as medidas cabíveis para proteger seus colaboradores e sua reputação.

Outubro é o Mês das Pessoas Idosas: especialista do HUB destaca a importância de se preparar para envelhecer

Quando a velhice é retratada como doença, dependência e despesa, reforçam-se preconceitos que podem influenciar políticas públicas e relações familiares

A campanha “Outubro Prata” é um esforço nacional dedicado à valorização da pessoa idosa e à promoção de políticas públicas que permitam um envelhecimento saudável e ativo, além do combate ao etarismo.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que 13% da população brasileira têm mais de 60 anos e que, a partir de 2031, haverá mais idosos do que crianças e adolescentes. Já em 2042, essa população alcançará o número de 57 milhões de pessoas. Os números acendem um alerta e levantam questionamentos que não podem ser adiados: o Brasil está estruturalmente preparado para o envelhecimento acelerado de sua população? O brasileiro está se preparando da forma correta para envelhecer?

Para falar sobre isso, conversamos com o médico geriatra Marco Polo Dias Freitas, chefe do Serviço de Geriatria do Hospital Universitário de Brasília, da Universidade de Brasília (HUB-UnB), integrante da HU Brasil.  Confira a entrevista:

Qual é o perfil atual dos idosos brasileiros?

Segundo o Estudo Longitudinal da Saúde dos Idosos Brasileiros (ELSI-Brasil), cerca de 70% das pessoas idosas são completamente independentes e autônomas, ou seja, não apresentam dificuldades e são totalmente independentes para realizar suas atividades cotidianas. Um em cada três idosos (aproximadamente 30%) apresenta algum grau de limitação funcional ou dependência de cuidados. A limitação funcional é mais prevalente em mulheres idosas que em homens idosos. E o grau de dependência é fortemente influenciado pela idade: enquanto na faixa de 60 a 69 anos aproximadamente 14% registram limitações, o índice salta para 44% entre idoso com 80 anos ou mais.

O estudo também destaca um ponto crítico no país: embora a maioria das pessoas idosas seja autônoma, entre a minoria que tem limitações e depende de suporte apenas 38% recebem ajuda de fato, evidenciando uma forte sobrecarga nas redes de apoio familiares e a carência de políticas formais de cuidado.

Outro aspecto importante é que a pessoa idosa brasileira não é apenas destinatária de cuidados: ela também contribui para a economia, para a organização das famílias e para a comunidade. Aposentadorias e pensões sustentam muitos domicílios, e pessoas idosas frequentemente ajudam a cuidar de netos, companheiros e outros familiares. Cerca de 70% dos municípios brasileiros dependem da renda de aposentadorias e pensões para movimentar suas economias.

Logo, não existe um perfil único de pessoa idosa no Brasil. Estamos falando de uma população muito heterogênea, que reúne pessoas de 60 a 90 anos ou mais, com diferentes condições de saúde, escolaridade, renda, histórias de vida e níveis de autonomia. Precisamos deixar de enxergar a velhice como uma condição uniforme.

Quais mudanças nas políticas públicas são necessárias para acolher as pessoas idosas e melhorar sua qualidade de vida?

A primeira mudança é compreender que o envelhecimento populacional exige uma política de Estado integrada, contínua e planejada. Não basta ampliar serviços de saúde quando as pessoas adoecem. Precisamos organizar cidades, sistemas de proteção social, moradias, transportes e serviços de cuidado para uma sociedade em que viver até idades avançadas será cada vez mais comum.

A geriatria ensina que o objetivo não deve ser apenas tratar doenças isoladamente. É necessário preservar a mobilidade, a cognição, a saúde mental, a segurança no uso dos medicamentos e a capacidade de realizar as atividades cotidianas. Isso requer avaliação multidimensional e planos de cuidado individualizados.

Outra prioridade é tornar as cidades mais acessíveis: calçadas regulares, travessias seguras, transporte público acessível, iluminação, bancos para descanso, banheiros públicos e moradias adaptadas.

Por fim, precisamos considerar a diversidade da população idosa. Políticas eficazes devem enfrentar desigualdades de renda, gênero, raça, território e deficiência, garantindo acesso real aos direitos, e não apenas sua previsão na legislação.

Quais são os impactos do etarismo estrutural no bem-estar das pessoas idosas? Como enfrentá-lo?

O etarismo, ou a discriminação por idade, ocorre quando uma pessoa é julgada, desvalorizada ou tratada de forma injusta por causa de sua idade. Pode aparecer em atitudes individuais, em práticas institucionais e em normas sociais que pressupõem que todas as pessoas idosas são frágeis, improdutivas, incapazes de aprender ou dependentes. Um exemplo disso é o símbolo da pessoa idosa que foi utilizado até pouco tempo: uma pessoa encurvada, com uma bengala na mão, sendo que a maioria dos idosos não é assim.

O etarismo estrutural é especialmente preocupante porque está incorporado às regras, aos processos e à cultura das organizações. Pode se manifestar, por exemplo, quando trabalhadores mais velhos são preteridos sem avaliação de suas competências

As consequências vão além do constrangimento. A discriminação pode reduzir a autoestima, limitar oportunidades de trabalho e participação social, desencorajar a procura por atendimento, favorecer o isolamento e contribuir para o sofrimento psicológico.

Na saúde, estereótipos podem levar tanto ao excesso de intervenções quanto à omissão de tratamentos potencialmente benéficos, dependendo da suposição feita sobre a idade e o prognóstico. Combater o etarismo não significa negar as mudanças associadas ao envelhecimento. Significa reconhecer essas mudanças sem transformar a idade em justificativa para discriminação ou exclusão.

A discriminação por idade também prejudica a sociedade brasileira como um todo?

Sim, pois limita o potencial de toda a sociedade. Quando a velhice é retratada exclusivamente como doença, dependência e despesa, reforçam-se preconceitos que podem influenciar políticas públicas e relações familiares.

Existe ainda um aspecto econômico. Uma sociedade que exclui pessoas experientes do trabalho e da participação social desperdiça competências que poderiam contribuir para a produtividade, a inovação, o voluntariado e a transmissão de conhecimentos. Ao mesmo tempo, não devemos transformar a valorização da pessoa idosa em uma obrigação de continuar produzindo: o direito ao descanso e à aposentadoria também precisa ser respeitado.

Outro ponto importante é a solidariedade intergeracional. Crianças, jovens, adultos e idosos compartilham famílias, comunidades e sistemas públicos. A proteção social deve ser organizada de forma sustentável e justa, sem colocar gerações umas contra as outras.

Enfrentar o etarismo é uma estratégia para construir uma sociedade mais inclusiva, produtiva e preparada para o futuro. Todos nós estamos envelhecendo, e a forma como tratamos as pessoas idosas hoje ajuda a definir a sociedade em que viveremos amanhã.

Existe uma idade específica para começar a se preparar para o envelhecimento?

Essa preparação deve ocorrer ao longo de toda a vida porque a saúde e a funcionalidade na velhice são influenciadas por hábitos, condições sociais, oportunidades e exposições acumuladas desde a infância e, até mesmo, antes do nascimento.

Nunca é cedo demais para construir hábitos saudáveis, e nunca é tarde demais para obter benefícios de mudanças possíveis. A atividade física, a alimentação adequada, a prevenção do tabagismo, a moderação no consumo de álcool e o controle de fatores de risco cardiovasculares podem contribuir para a saúde em diferentes fases da vida.

Também é importante cultivar relações sociais, desenvolver interesses e projetos pessoais, manter-se aberto ao aprendizado e pensar no planejamento financeiro e habitacional.

Do ponto de vista médico, a preparação deve incluir acompanhamento preventivo individualizado, atualização vacinal, cuidados com a saúde bucal, visual e auditiva, atenção à saúde mental e avaliação dos fatores de risco para perda funcional.

É igualmente importante pensar no futuro sem medo. Planejar o envelhecimento não significa esperar passivamente pela doença, mas ampliar as chances de preservar autonomia, vínculos, participação social e capacidade de tomar decisões. Eu diria que a melhor preparação para a velhice começa quando entendemos que envelhecer faz parte da vida.

O envelhecimento deve ser visto como um peso para a sociedade ou como uma conquista social?

Acredito que o aumento da longevidade é uma das grandes conquistas da humanidade. Viver mais reflete, entre outros fatores, avanços na medicina, na vacinação, no saneamento, na alimentação e nas condições de vida. O desafio é garantir que os anos adicionais sejam acompanhados, tanto quanto possível, de saúde, participação social, autonomia e dignidade.

A visão que trata as pessoas idosas como um peso para a sociedade é injusta e simplificadora. Ela desconsidera as contribuições econômicas, familiares, culturais e comunitárias dessa população.

Por outro lado, reconhecer a longevidade como conquista não significa ignorar os desafios. O envelhecimento populacional aumenta a necessidade de reorganizar sistemas previdenciários, serviços de saúde, cuidados de longa duração e redes de proteção social. A questão não é negar essas demandas, mas planejar respostas sustentáveis, com financiamento adequado e distribuição justa de responsabilidades.

Envelhecer com dignidade é um direito, e preparar a sociedade para a longevidade é uma responsabilidade coletiva. A qualidade do envelhecimento não se mede apenas pelo número de anos vividos, mas pelas possibilidades de viver esses anos com saúde, autonomia, vínculos, propósito e respeito.

Sobre a HU Brasil

O HUB-UnB faz parte da HU Brasil desde janeiro de 2013. Criada por meio da Lei nº 12.550/2011 e vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a estatal nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). É responsável pela administração de 47 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação.

TEDxBrasília terá degustação de vinhos, cafés especiais e experiências inspiradas na história capital

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Ativações no foyer do Teatro Nacional incluem sabores locais, oficina de bordado, exposição de artes visuais e produtos exclusivos, valorizando a identidade criativa brasiliense

Com o tema “A Construção do Futuro”, o TEDxBrasília 2026 será realizado no dia 31 de outubro, às 18h, na Sala Martins Pena, do Teatro Nacional Cláudio Santoro. Além das clássicas palestras do TEDx, o evento contará com uma programação de experiências no foyer, reunindo degustações, exposições e produtos exclusivos. As ativações valorizam a produção cultural e criativa local e convidam o público a explorar diferentes sabores e expressões artísticas em um ambiente de convivência e descoberta.

Entre as experiências gastronômicas, o público poderá conhecer os vinhos produzidos na região por meio da participação da Vinícola Oma Sena, integrante da Vinícola Brasília. A iniciativa destaca o Primeira Chuva, vinho cujo nome remete à memória afetiva da primeira precipitação após os meses de seca no Distrito Federal, marcada pelo cheiro da terra molhada e pela sensação de renovação. Durante o TEDxBrasília, será possível degustar os rótulos e adquirir garrafas do Primeira Chuva em edição comemorativa do evento.

Para os amantes de café, o Mokado Café, torrefação brasiliense sediada no Guará, preparou uma experiência de degustação de cafés especiais, convidando os participantes a explorar os aromas e sabores. Para a ocasião, a marca desenvolveu uma torra exclusiva para o TEDxBrasília, que estará disponível para compra no local.

A arte da capital também estará presente, convidando o público a conhecer a cultura local. As Bordadeiras do Guará promoverão uma oficina e roda de bordado inspirada nos ipês de Brasília, símbolos da paisagem afetiva da seca no cerrado. A atividade permitirá que os participantes aprendam pontos simples e bordem flores de ipê, mesmo sem experiência anterior, em um momento de troca de conhecimentos e valorização do trabalho manual.

A literatura brasiliense ganhará um espaço dedicado a livros de autores da capital, disponíveis para conhecimento e compra. A proposta é aproximar o público de diferentes vozes da produção literária local, reunindo obras que apresentam histórias, memórias e múltiplos olhares sobre o DF.

Já a exposição “2D — Do Daltonismo à Dislexia”, dos artistas visuais Wós Rodrigues e Murilo Frade, do Porta Aberta Ateliê-Galeria, convida à reflexão sobre a diversidade da percepção humana. Disléxica, Wós é piauiense criada em Brasília, enquanto Murilo, arquiteto e daltônico, é carioca radicado na capital. A partir de suas diferentes experiências e linguagens artísticas, o casal explora maneiras distintas de perceber e representar o mundo.

O trabalho dos dois artistas também inspirou a identidade visual e a logomarca desta edição do TEDxBrasília, estabelecendo uma conexão entre a exposição e a concepção visual do evento.

A programação contará ainda com a lojinha oficial do TEDxBrasília, que reunirá produtos personalizados e lembranças desta edição, disponíveis para compra durante o encontro. A iniciativa oferece ao público a oportunidade de levar para casa uma recordação da experiência no Teatro Nacional.

As ativações integram a programação paralela do TEDxBrasília 2026, que reúne diferentes expressões culturais e criativas em um ambiente de convivência e descoberta. A proposta é ampliar a experiência do público para além do palco, valorizando talentos, iniciativas e histórias que fazem parte da identidade da capital federal.

O evento é organizado de forma independente, sob licença oficial do TED, com curadoria do jornalista Rafael Souza, e realizado pelo Instituto Latinoamerica em parceria com o Ministério da Cultura.

SERVIÇO:

TEDxBrasília – A Construção do Futuro

Quando: 31 de outubro de 2026, às 18h

Onde: Teatro Nacional Cláudio Santoro – Sala Martins Pena

Mais informações: tedxbrasilia.com

Instagram: @tedx.brasilia

Sobre o TED e o TEDx – O TED é uma organização sem fins lucrativos dedicada a espalhar ideias que merecem ser espalhadas. O TEDx é o programa de eventos independentes, organizados localmente sob licença do TED, que compartilham a mesma missão com curadoria própria e foco em ideias. O TEDxBrasília é organizado de forma independente, seguindo as diretrizes oficiais do programa.

O TEDxBrasília é um evento independente realizado sob licença oficial do TED, com curadoria do jornalista Rafael Souza. Todas as palestras serão publicadas posteriormente no canal TEDx no YouTube. O TEDxBrasília é realizado pelo Instituto Latinoamerica em parceria com o Ministério da Cultura.

Estudantes de todo o país disputam final da ONEE 2026 em Brasília

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Classificados após uma edição recorde, com mais de 758 mil inscritos, participam de desafios presenciais entre 3 e 6 de novembro

Cerimônia nacional de premiação será realizada no dia 5

Brasília recebe, entre os dias 3 e 6 de novembro, a Semana Olímpica da Olimpíada Nacional de Eficiência Energética (ONEE) 2026. A programação reúne estudantes e professores de diferentes estados para os desafios finais da competição, atividades educativas e a cerimônia nacional de premiação, marcada para o dia 5 de novembro, às 10h, na Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Promovida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), por meio do Programa de Eficiência Energética (PEE), e coordenada pelo Instituto Abradee, ligado à Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), a ONEE conta com a participação de 48 distribuidoras de energia elétrica. Em 2026, o Grupo Equatorial, representado pela Equatorial Piauí, é a empresa proponente da iniciativa.

A edição deste ano bateu recorde de participação, com mais de 758 mil estudantes inscritos, mais de 16 mil educadores cadastrados, mais de 8 mil escolas e presença em 2.243 municípios brasileiros. A olimpíada é voltada a alunos do 8º e 9º anos do Ensino Fundamental e, pela primeira vez, também aos estudantes do 1º e 2º anos do Ensino Médio, das redes pública e privada.

Na primeira fase, os participantes realizaram desafios gamificados e provas objetivas sobre eficiência energética, sustentabilidade, consumo consciente e segurança no uso da eletricidade. Agora, os estudantes classificados seguem para Brasília para disputar a etapa final, que definirá os vencedores nacionais.

Desafios finais na sede da ANEEL

No dia 4 de novembro, os estudantes participarão dos desafios presenciais na sede da ANEEL. As atividades incluem provas de conhecimento e desafios com jogos em realidade virtual (VR), com programações específicas para alunos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio.

Enquanto os estudantes participam das provas, professores e familiares terão atividades próprias. A agenda prevê visitas à ANEEL e ao Museu de Eficiência Energética, além de palestras voltadas aos educadores e aos familiares dos participantes.

A correção das provas e a validação dos resultados pela banca avaliadora também estão previstas para o dia 4, após a conclusão dos desafios. Os resultados definirão os estudantes que receberão as principais premiações da edição.

Cerimônia nacional de premiação acontece no dia 5

A Cerimônia Nacional de Premiação da ONEE 2026 será realizada no dia 5 de novembro, às 10h, na CNI, em Brasília. O evento prevê discursos de autoridades, entrega de medalhas, troféus e certificados, além do anúncio e da entrega de premiações especiais.

Os estudantes de destaque em seus estados receberão notebooks e terão as despesas de viagem e participação custeadas pela organização. Na etapa final, os participantes disputarão os desafios que definirão os seis vencedores nacionais (três do ensino fundamental e três do ensino médio) da ONEE 2026.

A cerimônia também integra o reconhecimento aos educadores. Neste ano, a olimpíada destina mais de R$ 250 mil em premiações para professores, distribuídas em quatro modalidades. Entre os benefícios estão viagens para Brasília, vouchers de até R$ 15 mil, reconhecimento de destaques regionais e participação na BETT Brasil 2027 para seis professores vinculados aos estudantes campeões nacionais.

Após a cerimônia, está previsto um passeio por Brasília para os contemplados na programação. O retorno dos participantes aos seus estados está programado para o dia 6 de novembro.

Educação para o uso consciente da energia

A ONEE busca aproximar os estudantes de temas relacionados à eficiência energética e ao uso seguro e consciente da eletricidade. Por meio de desafios, jogos e provas, a competição leva conteúdos de ciência e sustentabilidade ao ambiente escolar e estimula a reflexão sobre os hábitos de consumo e seus impactos.

A Semana Olímpica marca a etapa final de uma edição que envolveu milhares de escolas e educadores em todo o país, reunindo estudantes para celebrar o aprendizado e reconhecer o desempenho alcançado ao longo da competição.

Mais informações estão disponíveis em onee.org.br.

Corrida do Idoso acontece neste domingo em Ceilândia, com largada às 7h

Foto divulvação

Segunda etapa do evento será realizada na Praça do Cidadão e reúne participantes com 60 anos ou mais. Retirada dos kits ocorre das 9h às 19h.

Ceilândia recebe, neste domingo (1º de novembro), a segunda etapa da Corrida do Idoso 2026. A largada está marcada para as 7h, na Praça do Cidadão, com participação voltada a pessoas com 60 anos ou mais. A iniciativa busca incentivar a prática de atividades físicas, promover a convivência social e valorizar o envelhecimento ativo.

A expectativa é dar continuidade ao sucesso da primeira etapa, realizada na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, que reuniu mais de 1.800 idosos. Agora, o evento chega a Ceilândia para reforçar a importância de hábitos saudáveis e ampliar as oportunidades de participação da população idosa em atividades esportivas e coletivas.

Os participantes inscritos poderão retirar os kits nesta sexta-feira (30) e no sábado (31), das 9h às 19h, na Praça do Cidadão, em Ceilândia.

Realizada pelo Instituto Brasília World, com fomento do Ministério do Esporte, a Corrida do Idoso 2026 é uma iniciativa pioneira no país e conta com três etapas no Distrito Federal. Mais do que uma competição, o projeto pretende estimular a autonomia, a mobilidade e a qualidade de vida dos idosos, além de fortalecer os laços de convivência e inclusão social.

As inscrições para a etapa de Ceilândia podem ser realizadas pelo site corridadoidoso.com.br.

Taguatinga receberá a última etapa

Após a passagem por Ceilândia, a Corrida do Idoso 2026 será encerrada em Taguatinga, no dia 29 de novembro, no Taguaparque, também com largada às 7h. A última etapa será destinada a pessoas com 60 anos ou mais, e as inscrições podem ser feitas pelo site oficial do evento.

A programação busca valorizar a população idosa do Distrito Federal e reforçar a importância de iniciativas que promovam saúde, inclusão, autonomia e participação social.

Serviço

Corrida do Idoso 2026 — Segunda etapa

  • Data: domingo, 1º de novembro de 2026
  • Horário da largada: 7h
  • Local: Praça do Cidadão, Ceilândia (DF)
  • Retirada dos kits: sexta-feira (30) e sábado (31), das 9h às 19h
  • Público: pessoas com 60 anos ou mais
  • Inscrições: corridadoidoso.com.br
  • Realização: Instituto Brasília World
  • Fomento: Ministério do Esporte
  • Instagram: @corridadoidoso

TEDxBrasília anuncia Wós Rodrigues e Murilo Frade para exposição no Teatro Nacional

Wós Rodrigues e Murilo Frade – Créditos: Divulgação

Mostra “2D – do Daltonismo à Dislexia” integra a programação de 31 de outubro e inspira a identidade visual da edição 2026

O TEDxBrasília 2026 será realizado no dia 31 de outubro, no Teatro Nacional Cláudio Santoro, em Brasília. Com o tema “A Construção do Futuro”, o evento reunirá ideias de diferentes áreas do conhecimento, intervenções culturais e experiências que ocuparão também os espaços de convivência do teatro.

Uma das novidades desta edição será a exposição “2D – do Daltonismo à Dislexia”, dos artistas visuais Wós Rodrigues e Murilo Frade, proprietários do Porta Aberta Ateliê-Galeria, no Lago Sul. A mostra será instalada no foyer da Sala Martins Penna e fará parte da experiência oferecida ao público durante o TEDxBrasília.

Mais do que integrar a programação artística, o trabalho do casal tem relação direta com a própria imagem do evento. As obras, cores, formas e diferentes maneiras de perceber o mundo presentes na produção de Wós e Murilo serviram de inspiração para a identidade visual e a logomarca desta edição do TEDxBrasília.

A proposta dialoga diretamente com o tema “A Construção do Futuro”. Ao colocar em evidência diferentes formas de percepção, a exposição parte de características que poderiam ser vistas como limitações — a dislexia, no caso de Wós, e o daltonismo, no caso de Murilo — e mostra como elas também podem produzir novos caminhos de criação e novas maneiras de interpretar a realidade.

Piauiense, Wós Rodrigues foi criada e construiu sua trajetória artística em Brasília. Aos 51 anos, desenvolve uma produção multifacetada que passa pela pintura, escultura, moda e tatuagem. Em suas telas, destaca-se principalmente a figura humana, explorada por diferentes linguagens, cores e formas.

Murilo Frade, carioca radicado em Brasília, é arquiteto e artista visual. Aos 66 anos, dedica-se atualmente à pintura como principal forma de expressão. Daltônico, costuma tratar sua relação particular com as cores como uma liberdade em relação aos padrões convencionais. A paisagem urbana é presença frequente em suas obras.

A produção dos dois transita pelo expressionismo, realismo, cubismo e abstracionismo, cada um com características próprias. Brasília também ocupa lugar importante nesse universo artístico: sua arquitetura, suas paisagens e o Cerrado aparecem em diferentes trabalhos, reinterpretados a partir dos olhares particulares dos dois artistas.

O TED é uma organização global dedicada a disseminar “ideias que merecem ser compartilhadas”. Criado em 1984 na interseção entre Tecnologia, Entretenimento e Design, o projeto consolidou-se como uma das principais plataformas internacionais de conhecimento. Para descentralizar essa proposta, o formato TEDx leva eventos independentes a comunidades locais, transformando palestras curtas e impactantes em conteúdos de alcance global.

Em 2026, o TEDxBrasília tem organização e curadoria do jornalista Rafael Souza, organizador licenciado da marca. O encontro propõe refletir sobre a construção do futuro a partir do equilíbrio entre avanço tecnológico e dimensão humana, conectando inovação e memória, inteligência artificial e criatividade, velocidade e cuidado, progresso e pertencimento.

“Brasília nasceu de uma visão de futuro, e agora queremos discutir o que estamos erguendo no presente. A arte de Wós e Murilo traduz perfeitamente esse espírito: são dois olhares distintos que transformam suas diferenças em potência criativa”, destaca o jornalista.

SERVIÇO:

TEDxBrasília – A Construção do Futuro

Quando: 31 de outubro de 2026

Onde: Teatro Nacional Cláudio Santoro

Mais informações: tedxbrasilia.com

Instagram: @tedx.brasilia

Sobre o TED e o TEDx – O TED é uma organização sem fins lucrativos dedicada a espalhar ideias que merecem ser espalhadas. O TEDx é o programa de eventos independentes, organizados localmente sob licença do TED, que compartilham a mesma missão com curadoria própria e foco em ideias. O TEDxBrasília é organizado de forma independente, seguindo as diretrizes oficiais do programa.

O TEDxBrasília é um evento independente realizado sob licença oficial do TED, com curadoria do jornalista Rafael Souza. Todas as palestras serão publicadas posteriormente no canal TEDx no YouTube.

Clube de Leitura CCBB Brasília recebe Ruy Castro e Heloisa Seixas para conversar sobre livros escolhidos pelo público

Ruy Castro e Heloisa Seixas

Entre as obras selecionadas está Trincheira Tropical, de Ruy Castro, eleito Livro do Ano no Prêmio Jabuti 2026. Encontro acontece em 4 de novembro, com entrada gratuita

Premiado como Livro do Ano no Jabuti 2026, Trincheira Tropical: a Segunda Guerra Mundial no Rio, de Ruy Castro, foi uma das obras escolhidas pelo público para o próximo encontro do Clube de Leitura CCBB Brasília. O título, que também venceu a categoria Biografia e Reportagem na premiação anunciada em 27 de outubro, dividirá a pauta com O livro dos pequenos nãos, de Heloisa Seixas, igualmente selecionado pelos leitores. Os dois escritores participam de uma conversa sobre biografia e memória no dia 4 de novembro, às 18h30, no Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília. A mediação será da curadora Suzana Vargas e do escritor, jornalista e crítico literário Mauricio Melo Junior. A entrada é gratuita.

As obras foram escolhidas em votação realizada nas redes sociais do CCBB Brasília entre 14 e 19 de outubro. Os leitores puderam optar entre dois títulos de cada escritor. Trincheira Tropical concorreu com O ouvidor do Brasil: 99 vezes Tom Jobim, enquanto O livro dos pequenos nãos disputou a preferência do público com O oitavo selo: quase romance.

A escolha dos livros pelos leitores é uma das características do Clube de Leitura. A proposta é que as obras sejam conhecidas previamente e sirvam de ponto de partida para conversas com os autores, que incluem experiências de escrita, processos criativos e perguntas da plateia.

Da Segunda Guerra Mundial às escolhas que mudam destinos

Em Trincheira Tropical: a Segunda Guerra Mundial no Rio, Ruy Castro reconstitui o cotidiano do Rio de Janeiro entre 1935 e 1945, mostrando como o conflito mundial afetou a vida dos brasileiros antes mesmo da entrada oficial do país na guerra. Espiões, refugiados, disputas políticas, racionamento de produtos e blecautes aparecem em uma narrativa que também acompanha as transformações nos costumes e na produção cultural da época. O livro aborda ainda a mobilização popular pela participação brasileira no conflito e a atuação da Força Expedicionária Brasileira na Itália.

Já O livro dos pequenos nãos, de Heloisa Seixas, explora as relações entre acaso, destino e livre-arbítrio, mostrando como decisões aparentemente pequenas podem alterar o rumo de uma vida. O romance entrelaça três histórias ambientadas em diferentes momentos do Brasil: a de Lia, que muda seu caminho de volta para casa no Rio de Janeiro, em 2018, a de João Alexandre, médico do Exército durante a campanha de Canudos, em 1897, e a de Angélica, uma menina que passa férias no litoral da Bahia em 1935, quando a presença do bando de Lampião ameaça a tranquilidade de sua família. Ao conectar personagens e acontecimentos separados pelo tempo, a autora propõe uma reflexão sobre as consequências das escolhas individuais.

Embora sigam caminhos narrativos distintos, as duas obras oferecem pontos de partida para uma conversa sobre memória, acontecimentos históricos e as maneiras como experiências individuais e coletivas se transformam em literatura

Encontro entre autores e leitores

Escritor, jornalista e membro da Academia Brasileira de Letras, Ruy Castro é conhecido por biografias de Nelson Rodrigues, Garrincha e Carmen Miranda, além de livros dedicados à história cultural brasileira. Sua trajetória inclui o Prêmio Machado de Assis, recebido em 2021, e obras sobre a bossa nova, o samba-canção e o Rio de Janeiro.

Heloisa Seixas construiu uma carreira que transita entre o jornalismo, a ficção e a dramaturgia. Estreou na literatura em 1995, com Pente de Vênus: histórias do amor assombrado, e desde então publicou romances, contos e novelas, além de escrever para o teatro.

Criado em 2021 no CCBB Rio de Janeiro, o Clube de Leitura reuniu cerca de quatro mil pessoas presencialmente ao longo de cinco anos. Os encontros são mensais, presenciais e têm duração de 1h30, com os 30 minutos finais destinados às perguntas da plateia. A programação prevê ainda distribuição de livros e sessões de autógrafos para os 20 primeiros que chegarem ao teatro.

A temporada do Clube de Leitura CCBB Brasília teve início em 7 de outubro, com a participação de Ana Miranda e Andressa Marques. Após o encontro de novembro, com Ruy Castro e Heloisa Seixas, o projeto recebe Itamar Vieira Junior, em 2 de dezembro. A programação continua em 3 de fevereiro, 3 de março e 7 de abril de 2027, com convidados e obras que serão anunciados posteriormente.

Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, diferentes formas de arte e criatividade.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de arte, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizadas exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Também oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação que desenvolve atividades para aproximar o público da programação cultural.

Acessibilidade

A ação Vem pro CCBB oferece transporte gratuito para o público, com uma van que parte das proximidades da Biblioteca Nacional em direção ao CCBB Brasília, de quinta a domingo.

Horários da van — de quinta a domingo

Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h.

CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.

Serviço

Clube de Leitura CCBB Brasília — Ruy Castro e Heloisa Seixas

Livros escolhidos: Trincheira Tropical: a Segunda Guerra Mundial no Rio, de Ruy Castro, e O livro dos pequenos nãos, de Heloisa Seixas
Convidados: Ruy Castro e Heloisa Seixas
Mediação: Suzana Vargas e Mauricio Melo Junior
Data: 4 de novembro de 2026 (quarta-feira)
Horário: 18h30
Local: Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Endereço: SCES Trecho 02, Lote 22 — Edifício Presidente Tancredo Neves — Setor de Clubes Esportivos Sul
Ingressos: Gratuitos, mediante retirada a partir das 12h do dia anterior
Classificação indicativa: 14 anos

CCBB Brasília
Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h
Site: ccbb.com.br/brasilia
Informações: (61) 3108-7600
Instagram: @ccbbbrasilia


Sabores e Saberes destaca palestra-performance da Chefe de Cozinha e Makota Solange Borges na Fundação Cultural Palmares

Encerramento da segunda edição acontece em 4 de novembro, em Brasília, com debates, apresentações culturais, lançamento de livro e degustação de pratos da culinária de terreiro e encontro dos participantes dos polos de Planaltina e Novo Gama

A segunda edição de Sabores e Saberes – O Tabuleiro da Baiana chega ao seu encerramento no dia 4 de novembro, no Espaço Mário Gusmão na sede da Fundação Cultural Palmares, em Brasília, com uma programação que celebra a culinária afro-brasileira, a ancestralidade e os conhecimentos preservados pelas comunidades tradicionais de matriz africana. Das 14h às 18h, o evento gratuito reunirá debates, apresentações culturais, lançamento de livro, degustação e uma aula-performance especial da chef e Makota Solange Borges, da Bahia. A culminância também marcará o reencontro dos participantes dos dois polos formativos realizados em Planaltina (DF) e Novo Gama (GO), que compartilharão os resultados das vivências desenvolvidas ao longo do projeto.

Um dos principais destaques será a participação de Makota Solange Borges, idealizadora do projeto Culinária de Terreiro e do Festival do Dendê. Reconhecida por seu trabalho de valorização da gastronomia afro-brasileira, ela conduzirá uma palestra-performance que aproxima práticas culinárias, memória e ancestralidade. A convidada também autografará o livro Festival do Dendê, que nasceu de sua ideia de reunir receitas para viabilizar a compra de uma terra onde a Cooperativa Mulheres Solares possa desenvolver suas atividades. A iniciativa ganhou a adesão de chefs, que cederam receitas preparadas em edições anteriores do festival. Os presentes poderão adquirir a obra e colaborar com essa meta.

Ampliando o debate sobre a alimentação como patrimônio cultural, expressão de identidade e campo de produção e transmissão de conhecimentos, Makota Solange ressalta uma trajetória que começou ainda na infância. “Eu tinha uns cinco, seis anos de idade. Naquela época, acompanhada de mainha, nós tínhamos que fazer candomblé às escondidas, à noite”, recorda. Essa memória dá dimensão ao significado de ocupar hoje espaços públicos para compartilhar conhecimentos antes mantidos sob a imposição do silêncio. “Tudo que a gente vem pautando e conquistando, para mim, é extremamente importante.”

Ao defender o orgulho desses saberes, ela questiona sua apropriação sem o devido reconhecimento: muitas vezes, observa, a academia sistematiza conhecimentos tradicionais sem mencionar as comunidades onde foram aprendidos. Levar essa discussão a Brasília, “no centro do poder”, torna o encontro especialmente relevante.

O encerramento também dará visibilidade aos resultados das oficinas realizadas nos dois territórios. Os participantes apresentarão seus tabuleiros e compartilharão experiências, receitas e conhecimentos construídos durante as atividades formativas. O público poderá degustar pratos preparados a partir das vivências, em um momento de partilha que evidencia a riqueza da culinária tradicional e sua importância para a preservação da memória e o fortalecimento das comunidades.

Realizado pela Fundação Cultural Palmares, por meio dos institutos Lente Cultural e Kitanda Cultura de Terreiro, o projeto chega à culminância depois de percorrer dois territórios tradicionais de matriz africana. O encontro foi concebido não apenas como uma celebração dos resultados, mas também como espaço de diálogo entre comunidades, agentes culturais e representantes do poder público sobre patrimônio, soberania e segurança alimentar, sustentabilidade e políticas de valorização dos saberes tradicionais.

Patrimônio, políticas públicas e manifestações culturais

A programação terá início com uma mesa de abertura mediada por Tata Luazi Luango, coordenador artístico do projeto, reunindo representantes do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN), Fundação Cultural Palmares, Ministério da Cultura e Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.

Entre os temas previstos estão o Tabuleiro da Baiana como patrimônio histórico-cultural, a experiência do edital Sabores e Saberes 2025, a Política Nacional Cultura Viva e as políticas públicas relacionadas às cozinhas solidárias e tradicionais. A proposta é aproximar as experiências desenvolvidas nos territórios das iniciativas institucionais voltadas à preservação cultural, à segurança alimentar e ao fortalecimento das comunidades.

Na sequência, uma mesa de diálogo reunirá Mãe Maria do Cerrado, do Ponto de Cultura Terreiro da Vovó Maria Conga (Planaltina), e Yá Jussara de Oyá, da Casa de Oyá (Novo Gama). Também mediado por Tata Luazi Luango, o encontro permitirá compartilhar as experiências dos dois polos e refletir sobre a importância dos territórios tradicionais como espaços de formação, convivência, resistência cultural e transmissão de conhecimentos entre gerações.

As manifestações artísticas também terão lugar de destaque na celebração. Ao longo da tarde, o público acompanhará apresentações de Tambores de Angola – Tumba Kumba Junsara, Sambadeiras de Roda – Manzu Kalla Muísu e Makudiá de Terreiro – Inzo Ngunzu Tubiá Diulo. As atrações ampliam o diálogo entre gastronomia, música, dança e expressões culturais de matriz africana, reforçando a diversidade de linguagens que integram o universo do projeto.

A programação será acompanhada pela apresentação dos tabuleiros e pela degustação dos pratos preparados pelos participantes, reunindo os sabores e conhecimentos compartilhados ao longo das oficinas. Mais do que uma mostra gastronômica, a atividade pretende evidenciar a alimentação como expressão de pertencimento, memória coletiva e continuidade das tradições afro-brasileiras.

“Acompanhar este percurso desde o edital de premiação e a Mostra Gastronômica em 2025 reafirma que a culinária de terreiro transcende o que está no prato. Ela opera como um verdadeiro banquete, um arcabouço de saberes e um sistema complexo de tecnologias sociais negras”, afirma Tata Luazi Luango, diretor artístico do projeto e diretor do Instituto Kitanda Cultura de Terreiro. “Nossas cozinhas comunitárias são espaços de inovação, onde a preservação da ancestralidade se converte em soberania alimentar, resistência e desenvolvimento sustentável para os nossos territórios e para a comunidade como um todo. Ao salvaguardar esses modos de fazer, estamos materializando os princípios das Política Culturais e fortalecendo a base para o desenvolvimento sustentável dos povos de matriz africana”, finaliza Luango.

Para Carol Peres, produtora cultural e presidente do Instituto Lente Cultural, “o Tabuleiro da Baiana nos lembra que cultura, alimento e trabalho caminham juntos. Nesta segunda edição, vimos mulheres e mestras de terreiro transformarem a memória em formação, renda e partilha. A culminância na Palmares é o momento de dar visibilidade a esse protagonismo e reafirmar que valorizar os saberes tradicionais é investir no futuro dos nossos territórios”.

Um percurso de formação, ancestralidade e sustentabilidade

A segunda edição de Sabores e Saberes – O Tabuleiro da Baiana teve início em agosto, com uma proposta de formação voltada à valorização da culinária afro-brasileira e dos conhecimentos tradicionais preservados em comunidades de matriz africana. Organizado em dois polos, o projeto reuniu detentoras de saberes ancestrais, educadoras, produtoras culturais e participantes interessados nas relações entre alimentação, patrimônio, sustentabilidade e desenvolvimento comunitário.

A primeira etapa aconteceu nos dias 22 e 23 de agosto, no Ponto de Cultura Terreiro da Vovó Maria Conga, em Planaltina (DF). As vivências Terreiro Cerratense, Cozinhas Comunitárias, Senzala Gastronômica e Comida Contracolonial abordaram práticas culinárias tradicionais, segurança alimentar, organização comunitária e preservação da memória gastronômica afro-brasileira.

Nos dias 5 e 6 de setembro, a programação seguiu para a Casa de Oyá, no Novo Gama (GO), com mais quatro vivências. Tabuleiro da Baiana explorou a gastronomia tradicional como instrumento de desenvolvimento econômico e sustentável, enquanto Cozinhas Comunitárias aprofundou questões relacionadas à segurança alimentar, ao aproveitamento integral dos alimentos e às experiências de organização comunitária.

A vivência Terreiro Sustentável abordou a preservação ambiental, o preparo do solo para agroflorestas, a compostagem e o tratamento de resíduos orgânicos. Já a vivência Comida Contracolonial, conduzida pela nutricionista e curadora alimentar Bruna Crioula, propôs uma reflexão profunda sobre sistemas alimentares numa afroperspectiva, destacando o uso de plantas alimentícias não colonizadas e o combate ao racismo alimentar, valorizando a nutrição como uma ferramenta de resgate cultural e resistência antirracista.

Ao longo das duas etapas, o projeto articulou conhecimentos transmitidos entre gerações e práticas voltadas aos desafios contemporâneos das comunidades. As atividades reforçaram o papel da alimentação como expressão de identidade e memória, fonte de conhecimento, possibilidade de geração de renda e instrumento de fortalecimento dos territórios tradicionais.

O projeto também estabelece conexões com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente aqueles relacionados à fome zero e à agricultura sustentável, igualdade de gênero, trabalho decente, redução das desigualdades, preservação das comunidades e consumo e produção responsáveis.

Ao reunir os dois polos na Fundação Cultural Palmares, Sabores e Saberes encerra a segunda edição reafirmando a importância de reconhecer, preservar e compartilhar conhecimentos que atravessam gerações. O encontro transforma o percurso formativo em uma celebração pública da culinária afro-brasileira e do protagonismo das comunidades que mantêm vivas essas tradições.

SERVIÇO

Sabores e Saberes – O Tabuleiro da Baiana | Culminância da 2ª edição

Data: 4 de novembro de 2026, quarta-feira
Horário: das 14h às 18h
Local: Espaço Mário Gusmão na sede da Fundação Cultural Palmares – Brasília (DF)
Entrada: gratuita – não é necessário retirada de ingressos.

Documentário resgata histórias de mulheres pioneiras que ajudaram a construir Brasília

Foto diculgação

Em fase de finalização, “Brasília Mulher, Olhar Operária” será lançado em dezembro, revelando memórias e trajetórias femininas que marcaram a formação da capital

As histórias de mulheres que participaram da construção de Brasília ganham destaque no docudrama “Brasília Mulher, Olhar Operária”, que está em fase de finalização e tem lançamento confirmado para dezembro de 2026. Com duração de 30 minutos, a produção resgata as experiências de pioneiras que, entre o trabalho, a criação dos filhos e os desafios da vida nos antigos acampamentos das construtoras, contribuíram para a formação da capital federal.

Dirigido pela líder comunitária, produtora e gestora cultural Maria do Socorro Carneiro Sousa Madeira, conhecida como Maria Bonita do Cerrado, o filme dá continuidade ao trabalho iniciado com “Delfini Brasília, Olhar Operário”, desta vez colocando as mulheres no centro da narrativa. A Vila Planalto, um dos territórios mais representativos da história dos trabalhadores de Brasília, ocupa lugar especial na produção.

Com roteiro de Louise Sofia Madeira, produção executiva de Marcos Antonio Sousa Madeira e direção de fotografia de Sergio Paiva, o documentário é resultado de três anos de trabalho. Além do lançamento digital, está prevista uma sessão educativa no Centro de Ensino Fundamental 01 do Planalto.

Um dos diferenciais do documentário é a combinação de depoimentos com cenas dramatizadas. Algumas protagonistas faleceram durante o desenvolvimento do projeto e tiveram suas histórias recriadas por filhas e neta, em uma homenagem que aproxima gerações e mantém vivas as lembranças dessas mulheres.

“Realizar Brasília Mulher, Olhar Operária é reconhecer que a história da nossa capital também foi construída pelas mãos, pela coragem e pela resistência de mulheres que, durante muito tempo, tiveram suas trajetórias pouco visibilizadas”, destaca a diretora.

A obra é realizada com apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), por meio do edital Brasília Multicultural I.

16ª Flipiri celebra raízes e memórias de Pirenópolis com homenagem à escritora goiana Maria José Silveira

Divulgação

Em 6 e 7 de novembro, Festa Literária de Pirenópolis ocupa o Centro Histórico com literatura, arte, encontros e atividades para diferentes gerações, no caminho para os 300 anos da cidade

Pirenópolis se prepara para viver, em 6 e 7 de novembro, a 16ª edição da Festa Literária de Pirenópolis (Flipiri). Com o tema “Raízes e Memórias – Vem 300!”, um dos eventos literários mais charmosos do país volta a ocupar o Centro Histórico da cidade com palestras, rodas de conversa, lançamentos de livros, contações de histórias, apresentações artísticas e atividades voltadas a diferentes gerações de leitores. A Flipiri é realizada pela Prefeitura de Pirenópolis, por meio da Secretaria Municipal de Educação e Cultura, com organização do Instituto Cultural Casa de Autores (ICA).

Em sintonia com a campanha de celebração do tricentenário de Pirenópolis, em 2027, a Flipiri mantém uma característica que atravessa suas 16 edições: aproximar os livros das pessoas e investir na formação de novas gerações de leitores e escritores. Nesse caminho, a inspiração ocupa lugar central: a cada edição, a Festa homenageia uma personalidade de destaque da literatura, promovendo o encontro do público com a obra do convidado especial. Em 2026, a escolhida é a escritora goiana Maria José Silveira, que participará de conferência mediada pelo jornalista e escritor Maurício Melo.

Há uma conexão especial entre a homenageada, Pirenópolis e o tema escolhido para esta edição. Em Farejador de Águas, romance publicado em 2023, Pirenópolis faz parte da geografia da narrativa, em uma história que retorna a Goiás e percorre questões ligadas ao território, à natureza, à água e à memória. Ao homenagear uma autora que também transformou a cidade e o universo goiano em matéria literária, a Flipiri reforça o convite para olhar as próprias raízes no caminho para os 300 anos de Pirenópolis.

Nascida em Jaraguá, Maria José Silveira é graduada em Comunicação pela Universidade de Brasília (UnB), antropóloga pela Universidade Nacional Mayor de San Marcos, no Peru, e mestre em Ciências Políticas pela Universidade de São Paulo (USP). Sua trajetória transita pela literatura, pesquisa e edição. Em 1980, fundou a Editora Marco Zero, que dirigiu até 1998, e, em 2002, estreou como romancista com A mãe da mãe de sua mãe e suas filhas. A obra atravessa cerca de cinco séculos da história brasileira a partir das mulheres de uma mesma família e recebeu o Prêmio Revelação da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA).

“Ser reconhecida na própria terra parece ser bem difícil, mas cá estou eu, muito honrada e feliz”, agradece Maria José

Literatura para diferentes gerações

A etapa cultural da Flipiri transforma cartões postais de Pirenópolis em palcos de encontro com a palavra, e complementa a Flipiri Itinerante, que aconteceu em agosto e percorreu escolas das redes públicas municipal e estadual, na área urbana, nos povoados e na zona rural. Ao longo de três dias, a iniciativa reuniu 31 escritores, alcançou cerca de cinco mil estudantes e 360 professores e promoveu a doação de aproximadamente dois mil livros para os acervos escolares.

Para o prefeito de Pirenópolis, Nivaldo Melo, a Festa integra a história da cidade e desempenha, ao longo dos anos, um papel importante de incentivo à leitura, à educação e à cultura. Ele destaca especialmente a oportunidade de aproximar os estudantes dos livros, de obras premiadas e de escritores de reconhecimento nacional e internacional. Ao longo de sua trajetória, a Flipiri recebeu nomes consagrados como Ziraldo (1932–2024), criador de O Menino Maluquinho, que deixou um importante legado para a literatura brasileira, além de muitos outros autores de destaque. “A Flipiri ajuda a despertar nas nossas crianças e jovens o gosto pela leitura, amplia o conhecimento e contribui para a formação das novas gerações”, afirma. Para o prefeito, receber e apoiar uma iniciativa que há tantos anos valoriza a literatura e a educação é motivo de orgulho para a cidade.

Nesta fase, a programação envolve crianças em seus primeiros contatos com os livros até jovens, educadores, escritores, leitores e pessoas interessadas no universo literário. Entre os espaços, o Theatro Pompeu de Pina abrigará rodas de conversa que colocam em pauta temas convergentes à literatura e à sociedade contemporânea. Os temas abordados também abrangem memória e ilustração; representatividade e inclusão de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA); criação literária; mercado editorial; Cerrado, fantasia, terror e ficção científica; além das relações históricas e culturais entre Goiás e Brasília.

No Cine Pireneus, apresentações artísticas, filmes, atividades de leitura e contação de histórias reforçam uma das marcas da Flipiri: fazer com que o contato com o livro comece cedo e esteja associado à imaginação, à descoberta e ao prazer de ler. A programação amplia esse caráter participativo com atividades que transformam literatura em experiência coletiva. A Maratona de Contação de Histórias se soma a iniciativas como o Circuito da Palavra – Desafio Literário, jogo de perguntas e respostas que une literatura e curiosidades sobre Pirenópolis, além de encontros em torno de clubes de leitura, biblioterapia e coletivos literários.

Os estudantes voltam a ter lugar de destaque com os Aulões literários a céu aberto – leitura e escrita que aprovam, que aproximam literatura e formação escolar ao mostrar como raízes e memórias podem contribuir com a preparação para o Enem e o PAS. Já a Caminhada Literária, conduzida pela escritora e idealizadora da Flipiri Iris Borges, em parceria com a Secretaria de Turismo, leva a experiência para as ruas, fazendo da própria cidade cenário para o encontro entre literatura, patrimônio e memória.

Iris, também presidente do ICA, destaca a renovação da alegria do reencontro dos autores do instituto com o público e o compromisso de valorização da história de Pirenópolis. “Há 16 anos vivemos esse momento de deleite ao encontrar os nossos leitores. É sempre maravilhoso voltar à Flipiri. Nesta edição, mergulhamos no tema ‘Raízes e Memórias – Vem 300!’ para refletir sobre o que constitui a identidade desta cidade, o que representam seus 299 anos de história e quantas pessoas passaram por aqui, deixando suas marcas e memórias. É muita história para contar”, reflete a escritora.

Lançamentos de livros, encontros com autores e outras atividades completam uma programação construída para que o público não seja apenas espectador, mas participe da Festa e da circulação de histórias. “As atividades foram organizadas com todo o cuidado para aproximar tradição e contemporaneidade, fazendo com que a palavra viva de hoje, respeite o que foi trilhado no passado, construindo, assim, pontes para um futuro melhor, tendo a literatura e os livros como propulsores desse movimento”, pontua Marcia Lages, curadoria executiva e cultural da Flipiri

Uma história construída com livros, autores e leitores

Para a escritora e produtora cultural Iris Borges, idealizadora da Festa e presidente do Instituto Cultural Casa de Autores (ICA), “Há 16 anos vivemos esse momento de deleite ao encontrar os nossos leitores. É sempre maravilhoso voltar à Flipiri, e nesta edição mergulhamos no tema “Raízes e Memórias – Vem 300!” para pensar sobre o que faz esta cidade, o que representam seus 299 anos, quantas pessoas passaram por ali e deixaram suas marcas… É muita história”, reflete a escritora.

A Festa Literária de Pirenópolis foi criada em 2009, e segue firme no propósito de formar leitores e integrar a literatura à vida comunitária. Desde então, o evento já reuniu centenas de autores e milhares de visitantes e doou mais de 30 mil livros à rede pública de ensino.

A coordenação geral do evento, a cargo de Iris Borges, conta com a curadoria executiva e cultural de Márcia Lages e a curadoria literária de Mauricio Melo. Na coordenação pedagógica está Débora Bianca, na diretoria de arte Rose Costa, e na assessoria de produção temos a Adriana Araújo e a Jacqueline de Mattos.

Ao longo de sua trajetória o evento homenageou relevantes nomes da literatura goiana e nacional, contemporâneos ou do passado. Entre eles estão Inácio de Loyola Brandão, Roseana Murray, Goiandira Ortiz, Guido Heleno, Elder Rocha Lima, Eli Brasiliense e Adriano César Curado. Em vida, Ziraldo e Luís Fernando Veríssimo movimentam a cidade com participações emblemáticas. Já pilares da literatura goiana como Cora Coralina, Bernardo Élis, Carmo Bernardes e José J. Veiga Guido foram celebrados in memoriam.

A 16ª Festa Literária de Pirenópolis é realizada pela Prefeitura de Pirenópolis, por meio da Secretaria Municipal de Educação e Cultura, com organização do Instituto Cultural Casa de Autores (ICA), apoio institucional da Secretaria do Estado da Educação de Goiás, governamental do Theatro Sebastião Pompeu de Pina, do Serviço do Comércio – Sesc Goiás, da Secretaria de Estado da Retomada e do Governo do Estado de Goiás e patrocínio do Siccob e Viajar pra Onde.

Sobre o Instituto Cultural Casa de Autores

Criado em 2006 por escritores de Brasília e transformado em Instituto Cultural em 2009, o Instituto Cultural Casa de Autores atua na promoção da leitura, da literatura e da formação cultural, em parceria com escolas e por meio de palestras, oficinas, cursos, feiras e eventos literários.

Entre suas principais realizações estão as 15 edições da Festa Literária de Pirenópolis (FLIPIRI), além de eventos em outras cidades de Goiás, Minas Gerais e no Distrito Federal. O Instituto também organizou, em 2022 e 2025, as duas edições do Prêmio Candango de Literatura, voltado à valorização da produção em língua portuguesa e ao incentivo à leitura.

PROGRAMAÇÃO – 16ª FLIPIRI 2026

Raízes e Memórias – Vem 300!

QUINTA-FEIRA | 5 DE NOVEMBRO

Teatro Pompeu e Pina

19h – Cerimônia de abertura institucional.

SEXTA-FEIRA | 6 DE NOVEMBRO

TEATRO POMPEU E PINA

9h – Espetáculo Sonho, Alegria e Magia em Parlendas e Cantos, com Ângela e Sérgio Duboc. Atividade para escolas da rede municipal.

10h30 – Exibição do filme infantojuvenil Profeta, da Embaixada da Rússia. Atividade para escolas da rede estadual.

11h30 – Roda de conversa Quem Conta Nossa História? Letramento racial e memória, com Adelina Benedita.

14h – Espetáculo Sonho, Alegria e Magia em Parlendas e Cantos, com Ângela e Sérgio Duboc. Atividade para escolas da rede municipal.

15h, 16h, 17h e 18h – Lançamentos de livros autorais.

18h – Serenata Literária Raízes e Memórias na Janela.

18h30 – Premiação do Inverso – Primeiro Festival de Poesia Infantojuvenil, com lançamento da coletânea de poesias.

19h30 – Conferência com a escritora homenageada Maria José Silveira. Mediação: Maurício Melo.

20h30 – Show musical/teatral e lançamento da Antologia Flipiri.

CINE PIRENEU

Torneio Literário Flipiri.

15h, 16h, 17h e 18h – Lançamentos de livros autorais.

Circuito da Palavra – Desafio Literário. Jogo de perguntas e respostas sobre literatura e curiosidades de Pirenópolis.

COLÉGIO MILITAR

9h – Aulões a Céu Aberto – Leitura e Escrita que Aprovam: Como raízes e memórias literárias ajudam na preparação para o Enem e o PAS.

SÁBADO | 7 DE NOVEMBRO

CENTRO HISTÓRICO

8h30 – Caminhada Literária, com Iris Borges, em parceria com a Secretaria de Turismo.

TEATRO POMPEU E PINA

Ao longo do dia – Lançamentos de livros autorais

10h30 – Roda de conversa Ilustrar a Memória: Quando o texto cria raízes, com André Cerino, Élder Galvão e duas ilustradoras convidadas. Mediação: Maria Amélia Elóisa.

11h30 – Roda de conversa Raízes e Memórias: Corpos em luta e criação do ativismo coletivo em Goiás, com Rômulo Vaz, Luiz Galvão e Paulo Reis.

12h15 – Roda de conversa TEA (Transtorno do Espectro Autista) na Literatura: Vozes, Representatividade e Memória, com Vanísia Rocha e Ana Clara Carvalho. Mediação: Alcione Luz.

14h – Roda de conversa Entre o Elogio e a Crítica: Como cuidar da mente de quem escreve, com Cláudia Moraes e Marcelo Pio. Mediação: Márcia Lages.

15h – Roda de conversa Quando o Cerrado Sonha (e Assombra): Fantasia, Terror e Ficção Científica em Goiás e no DF, com Patrícia Baikal, Paulo Souza, Giovana Lobato e Ramir Curado.

16h – Palestra Raízes e Memórias no Mercado: Como tornar seu texto publicável?, com Corina Campos e Leila Bortolazzi.

17h – Roda de conversa Brasília Nasceu em Goiás? Raízes e memórias do alicerce goiano, com Lenora, Herbert Moraes e Vanessa Resende.

19h30 – Encerramento Raízes e Memórias – Autores locais e goianos, com participação da APLAM.

CINE PIRENEU

9h às 14h – Maratona de Contação de Histórias com escritores de Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso e Minas Gerais.

Ao longo do dia – Lançamentos de livros autorais.

14h – Roda de conversa Biblioterapia e Clubes de Leitura: Resgatando raízes e tecendo memórias, com Irani, Cristina e integrantes do Calangos Leitores. Mediação: Adriana Araújo.

15h – Roda de conversa Literatura e Mediação de Conflitos: Diálogos a partir de Raízes e Memórias, com Samira Yasbeck e Débora Bianca. Mediação: Iris Borges.

16h – Roda de conversa Coletivos Literários – Quando escrever é ato coletivo: Raízes e Memórias em rede, com representantes da AIAB, RSF, APLAM e ALC. Mediação: Rosangela Vieira Rocha.

SERVIÇO

16ª Festa Literária de Pirenópolis – FLIPIRI 2026
Tema: “Raízes e Memórias – Vem 300!”
Etapa Cultural: 6 e 7 de novembro
Local: Centro Histórico de Pirenópolis (GO)
Realização: Prefeitura de Pirenópolis / Secretaria Municipal de Educação e Cultura
Organização: Instituto Cultural Casa de Autores (ICA)
Instagram: @flipiri.oficial

Entrada franca

Outubro Rosa: no mesmo barco, mulheres encontram no esporte um caminho para a vida depois do câncer de mama

Em Brasília, Canomama mostra como uma experiência de esperança durante o tratamento se transformou em uma rede de acolhimento, esporte e retomada da vida para sobreviventes da doença

Quando recebeu o diagnóstico de câncer de mama, Larissa Lima não imaginava que, em meio ao tratamento, surgiria também o projeto que mudaria sua relação com a doença e ajudaria a transformar a vida de outras mulheres. Anos depois, ela se tornaria presidente da Associação Canomama, de Brasília, organização que reúne sobreviventes do câncer de mama por meio da canoagem coletiva e que prepara uma programação especial para o Outubro Rosa. A trajetória de Larissa ajuda a traduzir uma das mensagens que a entidade pretende reforçar neste mês: existe vida depois do câncer — e ela pode ser reconstruída coletivamente.

A Associação Canomama atua desde 2015 no acolhimento de mulheres sobreviventes do câncer de mama por meio da canoagem coletiva. O projeto começou com 12 participantes e, em 8 de março de 2016, Dia Internacional da Mulher, foi lançada a equipe que a entidade apresenta como o primeiro time de “remadoras rosa” formado no Brasil. Hoje, segundo a associação, são 72 sobreviventes do câncer de mama.

A estrutura vai além dos treinos. A associação conta com a participação voluntária de profissionais de áreas como educação física, canoagem, fisioterapia, psicologia, nutrição e medicina. Na água, a própria dinâmica do Dragon Boat traduz a ideia de coletividade: a embarcação utilizada pela Canomama comporta 22 mulheres — 20 remadoras, uma tamborista e uma responsável pelo leme. Para avançar, todas precisam remar de forma sincronizada.

Em outubro, mês dedicado mundialmente à conscientização sobre o câncer de mama, a Canomama dá continuidade a uma programação de formação em Dragon Boat iniciada no final de setembro com atividades sobre a embarcação, a composição da tripulação e os comandos utilizados na modalidade. Para outubro estão previstas capacitações sobre procedimentos e diretrizes de segurança na canoagem, primeiros socorros, salvamento e segurança em ambiente aquático, além de conteúdos sobre organização esportiva, incentivo ao esporte, terceiro setor e proteção das mulheres. Em novembro, a formação prossegue com planejamento de atividades e treinamentos, técnicas básicas de remada e preparação prática de timoneiras, tamboristas e remadoras.

Uma notícia no meio da quimioterapia

A história de Larissa se encontra com a da própria Canomama. Ela estava entre uma sessão de quimioterapia e outra quando recebeu a visita do amigo e treinador Marcelo Bosi. Ele levava informações sobre um movimento internacional que utilizava o Dragon Boat com mulheres sobreviventes do câncer de mama e sobre a possibilidade de desenvolver uma iniciativa semelhante no Brasil.

“Eu estava semimorta, não sabia ao certo o que o futuro me esperava, mas aquela notícia foi uma bomba de esperança em meu coração e eu entendi que, se sobrevivesse, iria implementar esse projeto tão lindo”, recorda Larissa.

Depois de concluir o tratamento, ela retomou o contato com Marcelo e, ao lado da fisioterapeuta oncológica Nádia Gomes e do educador físico Tissiano, iniciou um trabalho de pesquisa para estruturar um projeto-piloto. Foram cerca de seis meses de estudos, visitas, conversas e levantamento de referências até que a proposta estivesse pronta até o início das atividades da Associação Canomama, em 2016. Para Larissa, aquele movimento representava algo maior do que a retomada da atividade física. O esporte tornou-se também uma forma de reconstruir perspectivas depois do tratamento e transformar uma experiência individual de adoecimento em um projeto coletivo de acolhimento.

A trajetória ajuda a ampliar também o olhar sobre o próprio Outubro Rosa. Além da prevenção e do diagnóstico precoce, surge outra questão: como reconstruir a vida depois do câncer de mama? No caso de Larissa, uma informação recebida ainda durante a quimioterapia se transformou em um projeto que hoje reúne dezenas de sobreviventes.

Das águas do Paranoá para outros países

O crescimento da Canomama levou a experiência iniciada em Brasília para além do Lago Paranoá. Em 2022, a associação realizou o 1º Festival de Dragon Boat de Mulheres Sobreviventes do Câncer de Mama e o 1º Encontro Nacional de Remadoras Rosa, reunindo delegações de Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Panamá, Estados Unidos e Canadá.

Durante quatro dias, mulheres sobreviventes compartilharam experiências, participaram de atividades de formação e entraram na água para práticas e regatas de Dragon Boat. A programação reuniu ainda ações de promoção da saúde, atividades culturais, palestras e a Cerimônia das Flores, realizada em homenagem às mulheres que não sobreviveram à doença.

A realização do festival marcou também um passo importante na consolidação do movimento das remadoras rosa no país. O que começou com um pequeno grupo em Brasília passou a se conectar com equipes de diferentes regiões brasileiras e de outros países.

As conquistas esportivas também vieram. Em 2025, a Associação chegou ao lugar mais alto do pódio em competições no Canadá e no Chile, levando para fora do país uma trajetória construída a partir da combinação entre esporte, acolhimento e promoção da qualidade de vida.

Da experiência de Larissa durante a quimioterapia e das dezenas de mulheres que hoje remam lado a lado, a história da Canomama mostra que sobreviver é apenas uma parte do percurso. Depois do tratamento, há vínculos a reconstruir, projetos a retomar, novos caminhos a percorrer. E, às vezes, um barco inteiro de mulheres dispostas a remar juntas.

Um novo ciclo dentro e fora da água

A história da Canomama acaba de ganhar um novo capítulo. A associação iniciou o Elas Navegam – Dragon Boat, projeto destinado a 60 mulheres sobreviventes do câncer de mama em situação de vulnerabilidade social, prioritariamente moradoras do Distrito Federal. A proposta combina formação prática em canoagem com promoção da autonomia, inclusão social, trabalho em equipe e bem-estar físico e emocional.

A iniciativa amplia uma atuação que começou com 12 mulheres e hoje alcança dezenas de sobreviventes. Ao mesmo tempo, traz um desafio comum a muitas organizações sociais: como transformar um trabalho já reconhecido e com impacto comprovado em uma estrutura capaz de crescer de maneira sustentável?

É nesse ponto que a trajetória da Canomama se encontra com a Rede CT – Capacitação e Transformação. Representada por Juliana Martins Alves e Fernanda Jordão Formiga, a associação alcançou 100% de aproveitamento na primeira etapa da formação e avançou para a assessoria especializada em elaboração de projetos e submissão ao Ministério do Esporte.

“A Canomama já desenvolvia um trabalho consistente e de forte impacto social. O papel da Rede CT foi contribuir para que essa experiência também se traduzisse em maior capacidade de estruturar projetos, acessar mecanismos de financiamento e buscar sustentabilidade para ampliar sua atuação. O aproveitamento de 100% na formação mostra o comprometimento da organização com esse processo de fortalecimento”, afirma João Vitor Storino, coordenador Regional de Mobilização do CT.

Ao longo da jornada, a organização teve acesso a conteúdos sobre elaboração e execução de projetos, captação de recursos, gestão financeira, comunicação, equidade e prestação de contas. Depois da assessoria, submeteu seu projeto ao Ministério do Esporte e agora aguarda a análise da proposta.

Realizada pelo Instituto Futebol de Rua e pela Rede Igapó, com patrocínio de Itaú e B3, a Rede CT fortalece organizações sociais esportivas das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, preparando-as para estruturar projetos e ampliar o acesso a mecanismos de financiamento.

No caso da Canomama, esse fortalecimento pode ajudar a colocar mais mulheres dentro dos barcos, alcançar novas sobreviventes e dar continuidade a uma rede que permanece mesmo quando o treino termina.


Lei de Incentivo ao Esporte: mais recursos, mas para onde eles vão?

Fptp divulgação

Conhecendo um cenário em movimento, Por Fernando Salum, diretor da Rede Igapó

A Lei de Incentivo ao Esporte é, hoje, uma das ferramentas mais relevantes para financiar o esporte brasileiro. Por meio dela, empresas e pessoas físicas podem direcionar parte do Imposto de Renda devido para projetos esportivos e paradesportivos aprovados pelo Ministério do Esporte. Mas, apesar da força desse mecanismo, ainda existe uma pergunta que precisamos enfrentar com mais profundidade: quem, de fato, consegue acessar esses recursos? Que os recursos incentivados estão concentrados em territórios específicos todo mundo do ecossistema no mínimo intui. O pulo do gato é saber o quanto está concentrado e identificar estratégias para mitigar essa desigualdade.

Desde seu nascimento, a Lei de Incentivo ao Esporte já mobilizou mais de 6.5 bilhões de reais (dados de 2007 a 2024). Deste montante, 74% ficou com proponentes da região sudeste, com o Sul logo atrás representando 15% do recurso recebido. Isso significou que 11% se dividiu entre Nordeste (6%), Centro-Oeste (3%) e Norte (2%).

Existe ainda um papel fundamental a ser desempenhado, não só na manutenção da política pública de fomento indireto, mas na qualificação da política de forma que ela possa criar mecanismos de descentralização dentro de suas regras. Principalmente em um horizonte no qual o volume de recursos vai crescer nos próximos anos a partir do aumento do Esporte para 3% e do fortalecimento do debate do uso dos 4% do esporte para projetos sociais.

O Brasil tem organizações sociais potentes, enraizadas nos territórios e capazes de transformar vidas por meio do esporte, mas muitas delas ainda estão fora da rota de financiamento via LIE. E não foi por falta de impacto, de legitimidade, de trabalho. Muitas vezes, o que faltava era acesso: acesso à informação, à formação técnica, à elaboração de projetos, à leitura dos mecanismos de incentivo e à estratégia de captação.

Foi a partir desse contexto que programas como o CT – Capacitação e Transformação nasce. Ele veio do olhar sobre um contexto desigual, que exigia respostas por parte do ecossistema também, afinal toda mudança precisa começar de algum lugar. A Rede Igapó, nascida para mobilizar recursos para a Amazônia Legal, encontrou no Instituto Futebol de Rua o parceiro para criar o programa e incidir diretamente sobre a grande concentração de recursos na Lei Federal de Incentivo ao Esporte (LIE).

O que acontece quando uma organização social aprende a captar?

Fizemos o CT para transformar conhecimento em capacidade institucional. E transformar capacidade institucional em recurso chegando na ponta nos territórios onde ele ainda é extremamente escasso.

Olhando para os resultados que estamos gerando, vejo que estamos falando de algo maior do que um programa de capacitação. Estamos falando de uma mudança concreta na distribuição de oportunidades no investimento social incentivado.

Nossos cursistas captaram mais de 40 milhões de Reais via LIE nos últimos 3 anos. E, embora nos últimos anos, tenhamos visto um aceno à descentralização no cenário do investimento social da LIE, é um movimento ainda muito tímido e instável. Entre 2022 e 2025 as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste cresceram na captação de recursos e o Sudeste passa a concentrar 71% no lugar dos 74% da série histórica. Mas vale ressaltar que 2025 foi marcado por um recuo na descentralização, com os proponentes do Sudeste retornando ao marco de quase 75% dos recursos captados.

Mesmo com um longo caminho pela frente, organizações que antes estavam distantes dos grandes centros de decisão e das estruturas tradicionais de captação passaram a ocupar um espaço relevante no volume de recursos movimentados, mostrando que descentralizar recursos exige mais do que intenção: exige método, acompanhamento, investimento em pessoas e confiança no potencial dos territórios.

Estamos falando de organizações que, antes, talvez não se imaginassem protocolando um projeto na Lei de Incentivo ao Esporte. Organizações que tinham atuação, público, metodologia e impacto, mas não necessariamente tinham acesso à linguagem, aos processos e às ferramentas exigidas para entrar nesse ecossistema.

Somente nos últimos três anos colaboramos na aprovação de 270 projetos que hoje representam 16,3% de todos os projetos aprovados no Norte, Nordeste e Centro-Oeste. A captação realizada é um resultado fundamental, mas a carteira de projetos aprovados revela também um futuro em movimento. São quase R$ 190 milhões em possibilidades concretas de investimento social, criadas a partir do fortalecimento de organizações que atuam nos territórios.

Projetos aprovados significam organizações mais preparadas. Significam ideias mais bem estruturadas. Significam comunidades mais próximas de receber investimento. Significam empresas com mais possibilidades de apoiar iniciativas alinhadas aos seus compromissos sociais, territoriais e ESG.

Aprovar projetos é só o primeiro passo

A jornada de uma organização social até a captação não termina quando ela entende a lei. É preciso transformar conhecimento em prática. É preciso revisar projeto, ajustar narrativa, organizar orçamento, preparar documentação, construir materiais, identificar patrocinadores, conduzir conversas e sustentar uma estratégia comercial. Esse cotidiano institucional é um desafio para organizações que ainda captam pouco e seus colaboradores ainda se dividem em múltiplas funções, muitas vezes em regime voluntário.

52,3% dos proponentes da Rede CT captaram recursos financeiros pela primeira vez na sua história. Sendo que 77,8% são proponentes de primeira viagem. A estratégia não pode se basear apenas na noção de disponibilizar conhecimento. É necessário fortalecer lideranças, equipes técnicas para que organizações sociais consigam ocupar esse espaço com mais autonomia. Quando uma organização entende o mecanismo, domina sua própria narrativa, organiza seus processos e se sente preparada para dialogar com investidores sociais, ela deixa de depender apenas de oportunidades pontuais e passa a construir uma trajetória. Mas o fortalecimento individual, sozinho, não resolve um problema que é sistêmico.

A desigualdade não tem sua origem exclusivamente na capacidade institucional de uma organização. Ela também é originada na concentração de informação, na distância dos centros de decisão, na ausência de redes de relacionamento, na baixa visibilidade de determinados territórios e na dificuldade de aproximação entre quem executa impacto social e quem tem potencial de investir. É por isso que a ação coletiva e a construção de rede são tão importantes.

Uma organização fortalecida avança. Mas redes fortalecidas mudam o cenário. Elas ajudam a transformar experiências individuais em aprendizado coletivo – permitem troca de conhecimento, circulação de oportunidades, apoio entre pares, construção de repertório comum e maior capacidade de incidência sobre os outros atores chave do campo: poder público e investidores sociais.

É necessário ampliarmos o alcance do olhar do investidor para além dos players que já conhecem, demonstrando que há projetos potentes em regiões historicamente menos acessadas, prontos para gerar impacto quando encontram oportunidade, confiança e parceria. E, talvez, a questão que precise orientar os próximos anos da Lei de Incentivo ao Esporte não seja apenas quanto o mecanismo será capaz de mobilizar, mas para onde esse recurso vai chegar.

Se o volume disponível cresce, cresce também a nossa responsabilidade de impedir que as mesmas desigualdades cresçam junto com ele. O desafio está colocado e coletivamente precisamos enfrentá-lo: vamos aproveitar este novo ciclo para apenas financiar mais projetos ou para mudar, de fato, o mapa do investimento social incentivado no Brasil?

Sobre a Rede CT – Capacitação e Transformação

A Rede CT – Capacitação e Transformação nasce da união de mais de 20 anos de experiência do Instituto Futebol de Rua em desenvolvimento e captação de recursos com a Rede Igapó em projetos incentivados. A iniciativa conta com o Itaú como patrocinador master, além do patrocínio da B3 e do Instituto Aegea, e tem como objetivo capacitar empreendedores sociais esportivos para o uso da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, apoiando programas que utilizam a prática esportiva como ferramenta de transformação social.

Site Instagram

Cursos gratuitos de Libras e audiodescrição ampliam oportunidades de trabalho

Foto divulgaçaõ

Com inscrições até 6 de novembro, formações em Audiodescrição Básica, Audiodescrição Avançada e Libras para Teatro são oferecidas pelos projetos EIXO e Janelas da Inclusão, em Brasília

A acessibilidade cultural vem ampliando as possibilidades de atuação profissional em espetáculos, exposições, festivais e produções audiovisuais. Em Brasília, três cursos gratuitos oferecem oportunidades para quem deseja ingressar ou se aperfeiçoar nessa área. Com inscrições abertas até 6 de novembro, as formações em Audiodescrição Básica, Audiodescrição Avançada e Libras para Teatro integram a programação dos projetos EIXO – Espaço de Inovação, Criatividade e Sustentabilidade e Janelas da Inclusão, com aulas presenciais a partir de novembro.

O Curso de Audiodescrição Básica, oferecido pelo EIXO, será realizado de 16 de novembro a 16 de dezembro, das 10h às 12h, no Instituto Janelas da Arte, no Setor Comercial Sul. Ministrada por Jane Menezes, do Cinema Cego – Acessibilidade Audiovisual, a formação é destinada a quem deseja conhecer esse recurso, utilizado para tornar conteúdos visuais acessíveis a pessoas cegas ou com baixa visão.

Audiodescritora, pedagoga e fundadora do Cinema Cego, Jane atua na acessibilidade de exposições, espetáculos, eventos e produções audiovisuais. Desde 2018, também ministra cursos e formações na área.

A professora estará à frente de outra oportunidade, desta vez voltada ao aprofundamento dos conhecimentos: o Curso de Audiodescrição Avançada, oferecido pelo Janelas da Inclusão. A formação aborda a elaboração, revisão e narração de roteiros de audiodescrição, com exercícios aplicados ao audiovisual, ao teatro e às obras de arte. Destinadas a maiores de 18 anos que já tenham realizado um curso básico, as aulas acontecem de 10 de novembro a 3 de dezembro, às terças e quintas-feiras, das 19h às 21h30, no Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul.

O Janelas da Inclusão também oferece o Curso de Libras para Teatro, ministrado por Waldimar Carvalho e Thalita Araújo, da Maleta Cultural. A formação integra os fundamentos da Língua Brasileira de Sinais às práticas teatrais, explorando a Libras como recurso de expressão dramática, criação de cenas e acessibilidade artística. Ao final, os participantes realizarão uma apresentação pública autoral.

Professor e instrutor de Libras há 22 anos, Waldimar Carvalho é licenciado em Letras/Libras e possui formação em Educação de Surdos. Thalita Araújo é intérprete certificada pelo MEC e atua desde 2010 com tradução cultural de espetáculos, musicais e shows. O curso é destinado a maiores de 18 anos com conhecimentos intermediários de Libras e será realizado de 10 de novembro a 3 de dezembro, às terças e quintas-feiras, das 16h às 18h30, também no Espaço Cultural Renato Russo.

Os três cursos são gratuitos, com vagas limitadas e inscrições até 6 de novembro, pelos links disponíveis nas bios dos perfis @eixo.scs e @janelas.dainclusao, no Instagram.

As formações contribuem para ampliar as oportunidades de qualificação profissional em acessibilidade cultural e incentivar a adoção de práticas acessíveis em diferentes etapas da produção artística.

O EIXO é realizado pelo Instituto Janelas da Arte, em atuação em rede com o Instituto No Setor, com investimento do Fundo Socioambiental da CAIXA. O projeto promove atividades de formação, cultura, economia criativa e sustentabilidade no Setor Comercial Sul. Já o Janelas da Inclusão, realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF), desenvolve ações de formação em acessibilidade cultural e comunicacional.

SERVIÇO

Cursos gratuitos de Libras e audiodescrição
Inscrições até 6 de novembro de 2026
Vagas limitadas.

EIXO — Audiodescrição Básica

Professora: Jane Menezes
Período: 16 de novembro a 16 de dezembro de 2026
Horário: 10h às 12h
Carga horária prevista: 20 horas
Local: Instituto Janelas da Arte — Setor Comercial Sul, Quadra 5
Inscrições: link na bio do Instagram @eixo.scs

JANELAS DA INCLUSÃO — Audiodescrição Avançada

Professora: Jane Menezes
Período: 10 de novembro a 3 de dezembro de 2026
Dias: terças e quintas-feiras
Horário: 19h às 21h30
Carga horária: 20 horas
Pré-requisito: curso básico de audiodescrição
Local: Espaço Cultural Renato Russo — CRS 508, Asa Sul
Inscrições: link na bio do Instagram @janelas.dainclusao

JANELAS DA INCLUSÃO — Libras para Teatro

Professores: Waldimar Carvalho e Thalita Araújo
Período: 10 de novembro a 3 de dezembro de 2026
Dias: terças e quintas-feiras
Horário: 16h às 18h30
Carga horária: 20 horas
Pré-requisito: Libras em nível intermediário
Local: Espaço Cultural Renato Russo — CRS 508, Asa Sul
Inscrições: link na bio do Instagram @janelas.dainclusao

Todos os cursos são gratuitos.

OCEANO chega ao Casapark e amplia as opções de gastronomia do shopping

Foto divulgação

Restaurante comandado pelo chef Vinicius Ferreira reúne receitas com frutos do mar, combinações autorais e carta de vinhos com rótulos de diferentes países

O Casapark ampliou suas opções gastronômicas com a chegada do Oceano, restaurante especializado em frutos do mar comandado pelo chef Vinicius Ferreira. Inaugurada em setembro, a casa apresenta um cardápio que combina camarões, peixes, polvo, massas, risotos e receitas de inspiração brasileira, além de uma seleção de vinhos de diferentes origens. A proposta contempla desde o almoço durante a semana até refeições compartilhadas com amigos e familiares.

A diversidade de combinações é uma das características do cardápio do Oceano. Entre os destaques está o Camarão Mar do Caribe, preparado com camarões grelhados em azeite e vinho branco, molho à base de leite de coco e queijos, servido com fettuccine de açafrão. Outra opção é o Camarão Ilha de Ponza, em que os camarões são flambados em conhaque italiano e envolvidos em fettuccine, com finalização de queijo Grana Padano.

Para quem prefere risotos, o Ilha de Capri combina arroz cremoso de limão-siciliano com camarões grelhados na manteiga, ervas provençais, cogumelos e salsa. Já entre as receitas de inspiração brasileira, a Moqueca Premium Ilha Bela reúne camarões e filé de peixe branco em um preparo com tomates frescos, pimentão, cebola e azeite de dendê, acompanhado de arroz branco e farofa crocante.

O cardápio também contempla preparações com peixes, como a Tilápia de Itacaré, grelhada e servida com molho de mostarda e alho-poró, arroz de brócolis e batatas coradas, além do Polvo do Mar Negro, glaceado em mel negro e acompanhado de arroz caldoso de tomate e ervas provençais.

Entre os petiscos, há opções como camarão crocante, camarão ao melaço, pastel de camarão com requeijão cremoso e bolinho de bacalhau. Para encerrar a refeição, a carta de sobremesas inclui brownie de chocolate, pudim na lata, petit gâteau com sorvete de creme e fruta flambada com calda de laranja e sorvete.

Menu executivo e carta de vinhos

De terça a sexta-feira, das 11h às 15h, o Oceano oferece menu executivo por R$ 73. A proposta atende quem busca uma opção para o almoço durante a rotina de trabalho ou deseja aproveitar a cozinha do restaurante em um encontro ou momento de lazer.

A carta de bebidas reúne cervejas, destilados e drinques como Aperol Spritz, Negroni, Mojito e Gin Tropical. A seleção de vinhos inclui espumantes, brancos, rosés e tintos de diferentes países. Entre os rótulos estão o espumante brasileiro Talise Brut, o francês Blanc de Blancs Comte d’Ormont Brut, o chileno Carmen Insigne Sauvignon Blanc, o italiano Pinot Grigio e o argentino Alamos Malbec.

A variedade de estilos oferece alternativas para diferentes preferências e ocasiões à mesa, complementando a proposta gastronômica da casa.

Da consultoria gastronômica ao restaurante próprio

Formado pela Universidade Estadual de Goiás, Vinicius Ferreira construiu sua trajetória profissional como consultor gastronômico, com atuação em estabelecimentos de Brasília, Goiânia e Pirenópolis. A participação em eventos gastronômicos e o reconhecimento de seu trabalho contribuíram para ampliar sua experiência e desenvolver sua identidade na cozinha.

A abertura do Oceano representa a realização do projeto de ter um restaurante próprio, no qual pudesse reunir o conhecimento adquirido ao longo da carreira e sua paixão pela gastronomia. A escolha dos fornecedores também integra esse cuidado: segundo o chef, o restaurante trabalha com fornecedores selecionados em Brasília e região, considerando a procedência dos pescados e os cuidados necessários para o recebimento, o armazenamento e a conservação dos ingredientes.

“Para mim, cozinhar sempre foi uma paixão. Depois de tantas experiências como consultor gastronômico e de trabalhar em diferentes estabelecimentos, realizar o sonho de ter meu próprio restaurante representa uma conquista muito especial. O Oceano é a oportunidade de colocar minha identidade na cozinha, compartilhar tudo o que aprendi ao longo da minha trajetória e proporcionar boas experiências às pessoas”, afirma Vinicius.

Um ambiente para encontros

O ambiente do Oceano combina materiais naturais, mobiliário de madeira, plantas e luminárias de fibras trançadas. A disposição das mesas em um espaço aberto, com ampla entrada de luz natural, contribui para uma atmosfera descontraída, adequada tanto para refeições durante o dia quanto para encontros entre amigos e familiares.

A presença do restaurante no Casapark busca aproximar sua proposta gastronômica de um público diversificado, que frequenta o shopping para compras, serviços, lazer e convivência. Para Ivana Valença, diretora de marketing e CEO do Casapark, a novidade contribui para ampliar as possibilidades gastronômicas oferecidas aos visitantes. “Um restaurante de frutos do mar oferece ao público mais uma opção para desfrutar de uma boa refeição em diferentes momentos do dia. Queremos que a gastronomia seja parte da experiência de quem visita o shopping, criando oportunidades para encontros, convivência e novas descobertas à mesa.”, afirma.

A nova operação se soma às demais opções gastronômicas do Casapark, que reúne diferentes cozinhas e formatos de atendimento para acompanhar os diversos momentos da visita ao shopping. O Oceano amplia um roteiro gastronômico que faz do Casapark um lugar para diferentes apetites e ocasiões. Do café acompanhado de leitura no Acervo Café aos biscoitos e quitutes do Biscoitos Mineiros, passando pela cozinha da Casa Baco, com sua célebre pizza, pelos cortes do Chicago Prime, pelos hambúrgueres caprichados do Hum Burguer e pela gastronomia franco-brasileira do tête à tête, o shopping reúne sabores e estilos variados. A lista inclui ainda as opções do Marietta e do Marvin, clássicos de Brasília, compondo um conjunto de operações que convida o público a descobrir diferentes experiências à mesa — de uma pausa descomplicada a um almoço de negócios, de um encontro entre amigos a um jantar especial.

FOTOS: Divulgação/ Oceano Frutos do Mar: https://drive.google.com/drive/u/1/folders/1sbA0E0znvKKuWk72VQuKz_T176jFSND0

SERVIÇO

OCEANO — Casapark

Localização: Ao lado da Cobasi SGCV 22
Horário de funcionamento: Terça a sábado, das 11h às 16h e das 18h às 22h. Domingo, das 11h às 16h.
Menu executivo: terça a sexta-feira, das 11h às 15h, por R$ 73
Endereço: Casapark, SGCV Sul, Lote 22, Brasília–DF.
Telefone: (61) 99801.5498
Para reservas, cardápio e outras informações: @oceanofutosdomar

Saiba mais sobre as opções gastronômicas do Caspark no endereço: https://casapark.com.br/lojas/?segmento=20

Mostra reúne projetos de estudantes no DF

Alunos da Seriös School expõem iniciativas criadas do planejamento à comercialização na Mostra do Conhecimento: vivência prática estimula cooperação, resolução de problemas e pensamento crítico desde a infância, divulgação

Evento escolar investiga conexões do Atlântico Sul com base em ciclo bianual focado em ciência, diplomacia e sustentabilidade

A Seriös School realiza no sábado, 31 de outubro, das 9h às 12h30, na unidade da SGAS 902, em Brasília, a edição 2026 de sua Mostra do Conhecimento. O encontro reúne produções acadêmicas e protótipos autorais desenvolvidos por estudantes da Educação Infantil ao Ensino Médio, sob o tema central “Travessias do Atlântico Sul”. A temática inaugura o Tema Norteador Bianual (2026/2027) da instituição, concebido para orientar investigações interdisciplinares sobre as relações históricas, culturais e econômicas compartilhadas entre a América do Sul e o continente africano ao longo dos próximos dois anos letivos.

Os trabalhos apresentados resultam de pesquisas desenvolvidas na Disciplina de Projetos do colégio. A proposta pedagógica fundamenta-se na resolução de problemas concretos por meio de dois pilares centrais: diplomacia — exercitada na compreensão de diferentes pontos de vista, na argumentação fundamentada e na negociação de acordos — e empreendedorismo, aplicado no diagnóstico de demandas socioambientais, planejamento de recursos e execução de soluções práticas.

Como parte integrante da programação, a Feira de Empreendedorismo mobiliza estudantes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais por meio da metodologia de Design Thinking, adaptada a cada faixa etária. Em vez de atuarem como meros vendedores de itens predefinidos por adultos, as crianças vivenciam ativamente todas as etapas do processo: do levantamento de ideias e pesquisa de mercado à prototipagem, criação da identidade visual e planejamento financeiro. A iniciativa cruza conteúdos curriculares — aplicando na matemática cálculos de custos, precificação, quantidades e noções de sistema monetário — com o desenvolvimento prático de criatividade, cooperação e autonomia nas decisões.

Os produtos comercializados foram concebidos diretamente a partir das conexões culturais com os países banhados pelo oceano. Entre os projetos desenvolvidos, o Infantil 4 criou o Argentina no Palito, o 1º ano desenvolveu o Dindim do Atlântico, o 3º ano estruturou a Pipoca Navegante e o 4º ano produz pulseiras autorais inspiradas na cultura angolana. “O grande diferencial da proposta está em não tratar o empreendedorismo apenas como uma atividade comercial, mas como uma oportunidade concreta de desenvolver pensamento crítico e colaboração. Queremos que as crianças percebam que são capazes de transformar ideias em projetos reais, valorizando o aprendizado em todo esse percurso e não apenas no resultado final”, pontua Kallini Barbosa, coordenadora pedagógica dos Anos Iniciais da Seriös School.

Cada projeto submetido às bancas técnicas é estruturado em quatro critérios: relevância do problema investigado, originalidade da resposta proposta, viabilidade executiva e qualidade da comunicação oral em formato de pitch. As bancas são formadas pelo corpo docente e por especialistas convidados, definindo as equipes que avançam para a etapa de aprimoramento rumo ao Seriös Awards, premiação institucional agendada para 3 de dezembro. O público visitante também participa por meio de votação popular em plataforma digital nas categorias Curtidas, Mobilização, Profundidade e Destaque Geral, em apuração independente das notas curriculares.

“A escolha de um tema bianual voltado ao Atlântico Sul oferece aos estudantes a oportunidade de compreender o papel geopolítico do Brasil e exercitar competências que vão além do conteúdo teórico. Ao defenderem seus projetos em público, os alunos transformam hipóteses em realizações concretas e vivenciam a prática da diplomacia e da iniciativa empreendedora”, afirma Gustavo Wigman, diretor-geral da instituição.

O evento é aberto a famílias, educadores e membros da comunidade. O encerramento contará com uma feijoada comunitária, prato tradicional brasileiro representativo das pontes culturais, históricas e gastronômicas entre os povos que integram a bacia do Atlântico Sul.

Serviço

  • Evento: Mostra do Conhecimento 2026 — Travessias do Atlântico Sul (Tema Norteador Bianual 2026/2027) e Feira de Empreendedorismo
  • Data: 31 de outubro de 2026 (sábado)
  • Horário: Das 9h às 12h30 (seguido de feijoada de encerramento)
  • Local: Seriös School (SGAS 902, Bloco C, Asa Sul, Brasília – DF)
  • Informações e programação: https://seriosacademy.com.br/mostra2026

Sobre a Fractal Educação

A Fractal Educação é um grupo educacional que combina experiência em gestão e atuação de educadores no desenvolvimento de escolas e projetos pedagógicos. Sua visão de crescimento se apoia na valorização dos professores, na qualidade da formação e no respeito à identidade de cada instituição. No Distrito Federal, seus investimentos incluem o Seriös School, na Asa Sul, e a Kingdom School, no Lago Sul.

FALTA POUCO! ‘O GATOLA DA CARTOLA’ CHEGA AOS CINEMAS EM SESSÕES ANTECIPADAS NESTE FIM DE SEMANA

Divulgação

Animação inspirada no clássico de Dr. Seuss poderá ser vista nos dias 31 de outubro, 1º e 2 de novembro, antes da estreia oficial em 5 de novembro

Falta pouco para o gato mais caótico do cinema espalhar alegria pelas telonas brasileiras! O Gatola da Cartola, nova animação da Warner Bros. Pictures, terá sessões antecipadas em cinemas de todo o Brasil nos dias 31 de outubro, 1º e 2 de novembro. É um programa perfeito para curtir em família no feriado prolongado. O filme estreia no dia 5 de novembro.

Quem já assistiu na pré-estreia se rendeu ao gatinho e descreveu o longa como “hilário” e “muito fofo”, confira a reação do público aqui. Na versão brasileira, Marco Luque dá voz ao Gatola, e Thati Lopes interpreta Carmem, mãe dos pequenos protagonistas. Os dois também marcaram presença no tapete vermelho da pré-estreia em São Paulo. Veja como foi aqui.

“É um filme interessante porque você quer que o Gatola seja bem-sucedido em sua missão, de animar as crianças. O trabalho dele não é transformar tudo em uma bagunça, mas ele vive fazendo isso. O Gatola é muito positivo, mas também meio inconsequente, da maneira mais adorável possível”, afirma a voz original do Gatola, Bill Hader. Já Marco Luque, voz brasilieira do personagem, conta que “o desenho traz a importância da brincadeira, da imaginação, da criatividade, porque todos tem isso dentro de si, não importa a idade”.

Em O Gatola da Cartola, uma dupla de irmãos embarca em uma jornada repleta de imaginação, humor e surpresas quando cruza o caminho do enigmático Gatola. Com seu jeito irreverente e seu talento para transformar o comum em extraordinário, o personagem conduz as crianças por uma aventura cheia de fofura, descobertas, desafios e momentos inesquecíveis para toda a família.

O Gatola da Cartola estreia em 5 de novembro nos cinemas de todo o Brasil, também em versões acessíveis.

Sobre o filme

Chegou a hora de conhecer um novo Gatola da Cartola! Na adorável e excêntrica tradição do artista e escritor infantil Dr. Seuss, O Gatola da Cartola estreia nas telonas em uma original aventura épica animada onde a travessura, a magia e o caos reinam supremos. Fazendo o que faz de melhor, o Gatola – dublado por Bill Hader – esparrama alegria para as crianças, e todo o público, do seu jeito hilário, peculiar e irreverente, levando-os a uma jornada fantástica por um mundo que eles nunca viram antes.

Em O Gatola da Cartola, nosso herói assume sua tarefa mais difícil até agora no I.I.I.I. – Instituto para Instituir a Imaginação e a Inspiração: animar e alegrar Gabby e Sebastian, dois irmãos com dificuldade para se adaptar na nova cidade para a qual acabaram de mudar. Conhecido por levar as situações longe demais, esta pode ser a última chance desse agente do caos de provar a si mesmo… ou perder seu chapéu mágico!

Com Bill Hader, dublam a animação Xochitl Gomez, Matt Berry, Quinta Brunson e Paula Pell. No elenco de vozes estão também Tiago Martinez, Giancarlo Esposito, America Ferrera, Bowen Yang e Tituss Burgess.

Dirigido por Alessandro Carloni e Erica Rivinoja, o primeiro longa-metragem da Warner Bros. Pictures Animation, O Gatola da Cartola chega aos cinemas em novembro de 2026, com distribuição mundial pela Warner Bros. Pictures.

Assista ao trailer https://youtu.be/JxBN_tSRpPc?si=Xow8CJcSEPwGj2Ct

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Pátio Brasil Shopping amplia mix comercial com a chegada de cinco novas operações

Foto divulgação

Expansão reforça a diversificação de marcas, amplia as opções para os consumidores e acompanha o cenário de crescimento do varejo no Distrito Federal

O Pátio Brasil Shopping, localizado no Setor Comercial Sul, em Brasília, amplia seu mix comercial com a chegada de cinco novas operações: Piccadilly, Rommanel, Açaí Puríssimo, Live! e OACSAC. As inaugurações fazem parte da estratégia de renovação do empreendimento, que aposta na diversificação de marcas e segmentos para atender às diferentes demandas dos consumidores. A expansão acontece em um cenário positivo para o comércio do Distrito Federal, que registrou crescimento de 7,6% no volume de vendas entre janeiro e agosto de 2026, segundo dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados pela Fecomércio-DF.

No piso P1, duas novas operações reforçam as opções de moda e acessórios. A Piccadilly, tradicional marca de calçados femininos, chega com um portfólio que combina moda, conforto e tecnologia, oferecendo desde modelos casuais até opções mais sofisticadas para diferentes ocasiões. No mesmo piso, a Rommanel, marca brasileira reconhecida por suas joias folheadas e acessórios, apresenta uma variedade de brincos, anéis, colares e pulseiras, com peças para diferentes estilos e momentos, ampliando também as alternativas para quem busca opções de presentes.

Já no piso P2, três novas operações diversificam ainda mais a oferta de produtos e serviços. O Açaí Puríssimo amplia as opções de alimentação com açaí e sorvetes, oferecendo alternativas para uma pausa durante as compras. A Live!, especializada em moda esportiva e acessórios para atividades físicas, reúne peças que combinam conforto, funcionalidade e estilo, acompanhando a crescente valorização do bem-estar e da prática esportiva. Completando as novidades do piso, a OACSAC aposta na praticidade, reunindo uma variedade de produtos e utilidades para o dia a dia, com opções para consumidores que gostam de descobrir novidades e encontrar diferentes soluções em um só lugar.

Para o superintendente do Pátio Brasil Shopping, Augusto Brandão, a chegada das novas operações reforça a estratégia de acompanhar as transformações do mercado e oferecer uma experiência de consumo cada vez mais completa. “A renovação do mix é fundamental para manter o shopping atrativo e conectado às necessidades dos consumidores. A chegada de novas marcas amplia as opções de compras e serviços, atrai diferentes públicos e fortalece o empreendimento. Além disso, cada nova operação representa uma oportunidade de movimentar a economia local, gerar negócios e contribuir para o desenvolvimento do comércio da nossa cidade”, destaca.

A expansão também tem reflexos na economia do Distrito Federal. A abertura de novas lojas movimenta fornecedores, prestadores de serviços e outros segmentos ligados à atividade comercial, além de representar oportunidades de geração de empregos e renda. Para os consumidores, significa maior variedade de produtos e serviços em um mesmo endereço, proporcionando conveniência e ampliando as alternativas de compras na região central de Brasília.

O movimento ocorre em um momento favorável para o varejo brasiliense. De acordo com os dados divulgados pela Fecomércio-DF, somente em agosto, o volume de vendas do comércio no Distrito Federal avançou 1,2% em relação a julho, acima da média nacional de 0,1%. No acumulado dos últimos 12 meses, o crescimento chegou a 6,4%, reforçando o desempenho positivo do setor e as expectativas para os últimos meses do ano.

Com a proximidade da Black Friday e do Natal, períodos tradicionalmente marcados pelo aumento da movimentação comercial, a ampliação do mix ganha ainda mais relevância. A chegada das cinco operações fortalece a oferta de produtos e serviços do Pátio Brasil Shopping em um momento de maior expectativa de consumo, contribuindo para a competitividade do empreendimento e oferecendo mais alternativas aos consumidores, seja para compras pessoais ou para presentear.

Mais do que a abertura de novas lojas, o movimento reforça a estratégia de atualização constante do Pátio Brasil Shopping, que busca acompanhar as transformações do varejo, valorizar sua localização privilegiada e consolidar sua presença como um dos tradicionais centros de compras, serviços e lazer da capital federal.

Serviço – Pátio Brasil Shopping

Endereço: SCS Quadra 07 – Bloco A – Asa Sul, Brasília (DF)

Telefone: (61) 2107-7400

Horário de funcionamento:

Lojas: Segunda a sábado, das 10h às 22h | Domingos, das 13h às 19h

Alimentação: Segunda a sábado, das 10h às 22h | Domingos, das 12h às 20h

Instagram: www.instagram.com/patiobrasil

Site: https://patiobrasil.com.br/

Natura antecipa Black Friday e combina ofertas de até 70% com impacto socioambiental positivo

Foto divulgação

Com o conceito “bom pra você, bom pro planeta”, a Natura Friday começa hoje (30/10) reunindo oportunidades em beleza e cuidados pessoais, incentivando a antecipação dos presentes de Natal e destinando recursos a projetos liderados por Consultoras de Beleza.

A Natura decidiu antecipar a sua Black Friday. A partir do dia 30 de outubro, sob o conceito “bom pra você, bom pro planeta”, a Natura Friday já está no ar, em todos os canais de venda, com ofertas de até 70% em produtos selecionados e uma proposta que vai além das oportunidades comerciais: transformar as escolhas de compra em uma oportunidade de gerar impacto socioambiental positivo. Durante a campanha, a companhia lança com a nova plataforma Natura Match Social, que conecta consumidores a oportunidades de voluntariado em projetos socioambientais e comunitários liderados por Consultoras de Beleza em todo o país. Além de promover a atuação ativa da rede, a cada R$199 em compras realizadas nos canais da marca, R$1 é destinado ao fortalecimento de iniciativas locais.


A campanha reúne diferentes movimentos ao longo do período promocional, com cupons exclusivos, lives especiais de compras e condições diferenciadas em datas estratégicas para o varejo, como o 11.11. As ofertas estão disponíveis nos canais digitais e físicos da marca, incluindo site, aplicativo, lojas próprias e franquias, além das ferramentas de venda direta, como a Minha Loja, ampliando as possibilidades de compra e fortalecendo a
conexão entre a experiência digital e o relacionamento com as Consultoras de Beleza.

Para deixar a compra ainda mais personalizada, a Natura une o poder analítico de sua plataforma digital — que utiliza inteligência de dados para mapear a jornada de compra e customizar vitrines em tempo real — ao atendimento consultivo, emocional e humano de suas Consultoras de Beleza na Venda Direta. Ao integrar um site capaz de antecipardesejos a partir do comportamento de navegação com profissionais que acolhem e criam
laços genuínos de confiança, a marca consolida uma experiência perfeitamente conectada, garantindo que o cliente se sinta único e valorizado em todos os pontos de contato.

Antecipe seus presentes de Natal


Uma das novidades da edição de 2026 é a integração dos kits de presentes de Natal à Natura Friday durante o mês de novembro. A iniciativa convida os consumidores a anteciparas compras de fim de ano, aproveitando as condições promocionais para escolher presentes em diferentes categorias do portfólio da marca.


A seleção reúne opções de perfumaria, cuidados com o corpo, rosto e cabelos, maquiagem e proteção solar, além de kits e combinações de produtos para presentear. A proposta é facilitar a busca por presentes para diferentes perfis e ocasiões, unindo variedade e oportunidades de economia em um período tradicionalmente importante para o varejo.A campanha também contará com uma ação especial em 11 de novembro, com ofertas relâmpago e benefícios promocionais, incluindo brindes, amostras e condições de frete, conforme as regras da ação. Ao longo do mês, lives especiais de Black Friday ampliarão as oportunidades de conhecer produtos e aproveitar ofertas.


Ativação nas lojas próprias


A partir do dia 4 de novembro, nas compras a partir de R$299,90, o consumidor ganha a chance de girar a Roleta Natura Friday e concorrer, na hora, a prêmios como 10% de desconto, amostras e brindes especiais, com limite de um giro por CPF, enquanto durarem os estoques. Consulte as lojas selecionadas.


Uma campanha que valoriza quem transforma realidades


Ao longo de suas edições, a Natura Friday vem consolidando uma proposta que ressignifica a Black Friday ao integrar oportunidades comerciais e compromisso socioambiental. Neste ano, a Natura utiliza o período da Black Friday para lançar a Natura Match Social,plataforma desenvolvida em parceria com a Atados, conectando consumidores a oportunidades de voluntariado em projetos socioambientais e comunitários liderados por
Consultoras de Beleza em todo o país. No site é possível conhecer 38 projetos de Consultoras de Beleza e se voluntariar.


A nova iniciativa reforça a mecânica de doação de R$1 a cada R$199 em compras em todos os canais. Desde 2020, quando a marca passou a associar a campanha à destinação de recursos, a data também se tornou uma oportunidade de reconhecer o papel das Consultoras de Beleza como agentes de transformação em seus territórios.Na edição de 2025, os recursos arrecadados foram direcionados a projetos de educação,
saúde, direitos das mulheres e meio ambiente, conduzidos por Consultoras que atuam

como lideranças em suas comunidades. A iniciativa também contemplou a formação de mais de 500 Consultoras de Beleza em mobilização social, fortalecendo suas capacidades de desenvolver projetos e ampliar o impacto de suas ações.


Em 2026, a iniciativa traz uma grande novidade: o lançamento de uma nova plataforma de matchmaking que convida os clientes a participarem ativamente como voluntários nos projetos liderados por essas Consultoras. A ferramenta, disponível para acesso e inscrições através do link https://naturamatchsocial.atados.com.br/, conecta diretamente os consumidores que desejam apoiar causas sociais às ações desenvolvidas na ponta por
nossa rede.


“Com a Natura Friday, temos a oportunidade de mostrar que as relações que construímos com nossos consumidores e nossa rede de Consultoras de Beleza podem gerar valor para além do negócio. Ao combinar ofertas atrativas com o apoio a projetos socioambientais liderados por essas profissionais — e, agora, engajando ativamente nossos clientes para que atuem lado a lado com elas como voluntários —, reforçamos nosso compromisso de fazer com que o crescimento da marca também contribua para o desenvolvimento das
comunidades. É uma forma de colocar em prática o conceito ‘bom pra você, bom pro planeta’”, afirma Vivian Angiolucci, responsável pela Natura e Avon no Brasil.


A marca reforça ainda mais, nesse período, a proposta de unir boas oportunidades de compra à geração de valor compartilhado, mostrando que uma data tradicionalmenteassociada ao consumo pode também contribuir para fortalecer pessoas, comunidades e iniciativas socioambientais.


*Euromonitor, Beleza e Cuidado Pessoal, marca guarda-chuva de Natura, edição Beleza e Cuidado Pessoal 2026 , vendas ao varejo em valor (RSP), dados de 2025


Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. É a companhia de melhor reputação do Brasil e a mais responsável em ESG pelo ranking Merco há 12 anos consecutivos. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura é pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. Os produtos da marca podem ser adquiridos através das 2,8 milhões de consultoras, via e-commerce, aplicativo, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.brou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram

Ministério da Cultura e Grupo Bali apresentam: Água Fresca para as Flores

Foto divulgação

Primeira adaptação teatral latino-americana autorizada do best-seller de Valérie Perrin, com Marcella Muniz no papel de Violette Toussaint.

Depois de conquistar plateias em temporadas de sucesso em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, “Água Fresca para as Flores” chega a Brasília, integrando a Mostra Teatral de Brasília, para apresentações nos dias 6, 7 e 8 de novembro de 2026, no Teatro Brasília Shopping.

Protagonizado por Marcella Muniz, o espetáculo é a primeira adaptação teatral latino-americana autorizada do best-seller francês “Água Fresca para as Flores”, de Valérie Perrin, autora cuja obra foi traduzida para mais de 40 idiomas.

Com direção de Bruno Costa, o monólogo transforma em experiência teatral a trajetória de Violette Toussaint, uma mulher que trabalha como zeladora de um cemitério na Borgonha e que, por trás da aparente simplicidade de sua rotina, carrega uma história marcada por perdas, abandonos, violência e recomeços.

Durante 75 minutos, Marcella conduz o público por uma narrativa que alterna delicadeza, humor, dor e poesia. O espetáculo atravessa temas como luto, maternidade, relações abusivas, solidão, resiliência e a força dos pequenos encontros.

“O que me encantou nesse texto foi como a Violette passa pelas piores dores da vida e, ainda assim, encontra uma maneira tão leve de conduzir tudo isso. Eu pirei! Senti que precisava levar essa história para o palco, e o Bruno entendeu toda essa loucura e fez uma adaptação lindíssima”, conta Marcella Muniz.

Ao longo da narrativa, o público conhece a história de Violette: um relacionamento abusivo, abandonos, a maternidade, a perda trágica da filha Léonine e as marcas deixadas por uma vida em que foi preciso aprender a sobreviver. A dramaturgia constrói uma delicada reflexão sobre a capacidade humana de recomeçar mesmo depois das experiências que parecem impossíveis de superar. “É uma celebração da simplicidade e da potência dos pequenos encontros”, resume Bruno Costa, diretor e adaptador da montagem.

“Depois de temporadas de sucesso em São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, trazer ‘Água Fresca para as Flores’ a Brasília é dar ao público da capital a oportunidade de conhecer uma montagem que transforma a literatura de Valérie Perrin em uma experiência de teatro muito sensível, com Marcella Muniz em cena. A Mostra trabalha para incluir Brasília no circuito dessas produções e ampliar o acesso a diferentes experiências teatrais. A Lei Rouanet, o patrocínio da Paulo Octávio Investimentos e o apoio do Brasília Shopping são fundamentais para viabilizar esse encontro”, afirma Renata Rezende, gestora da Mostra Teatral de Brasília.

A Mostra Teatral de Brasília é apresentada pelo Ministério da Cultura e Grupo Bali, via Lei Rouanet, com patrocínio da Paulo Octávio Investimentos e apoio do Brasília Shopping

Ficha técnica:

Obra original: Valérie Perrin | Atuação, idealização e produção: Marcella Muniz | Adaptação, direção e produção: Bruno Costa | Cenografia: Teca Fichinski | Assistentes de cenografia: Estevão Fichinski, Edu Maker e Luana Morizot | Iluminação: Dani Sanchez | Trilha sonora: Thiago Muller e Tibi | Figurino: Ofélia Lott | Assistência de direção: Joana Lerner | Preparação corporal: Dani Visco | Preparação vocal: Edi Montecchi | Assistente de produção: Ângelo Tadeu Filho | Assessoria de marketing: Paulo Barbosa e Adilson Rangel | Design: Thaís Müller | Fotos: Roberto Carneiro | Realização: Pritati Produções e EVOÉ

Serviço:

Espetáculo: Água Fresca para as Flores

Gênero: drama

Local: Teatro Brasília Shopping

Endereço: SCN Quadra 5 — Asa Norte
Dias: 6, 7 e 8 de novembro (sexta-feira, sábado e domingo)

Horários: sexta, às 18h e às 20h; sábado, às 20h; e domingo, às 19h e às 20h30

Duração: 75 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

Ingressos: R$ 50,00 (meia) e R$ 100,00 (inteira)
Ingressos populares (sujeitos à lotação): R$ 20,00 (meia) e R$ 40,00 (inteira)
Bilheteria: https://www.sympla.com.br/produtor/estrellaculturaearte

Any Gabrielly e Giulia Be estreiam hoje nos cinemas em “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”

Any Gabrielly com Pâmela Germano e Giulia Be. Crédito: Amanda Aguiar

Baseado no livro de Fernanda de Castro Lima, o longa-metragem tem direção e roteiro de Diego Freitas e também traz no elenco Leo Jaime, Sheron Menezzes, Regiane Alves, Paulo Lessa, Daniel Rangel e Michel Joelsas

Any Gabrielly e Giulia Be estreiam nos cinemas nesta quinta-feira, 29, no aguardado “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, que chega a 828 salas em 615 complexos de cinema de todo o Brasil com distribuição da Paris Filmes. Dirigido por Diego Freitas e baseado no livro homônimo de Fernanda Castro Lima, o longa é produzido por Marcio Fraccaroli, Andre Fraccaroli, Veronica Stumpf e o roteiro é assinado por Freitas ao lado de Rod Azevedo, com produção da Paris Entretenimento.

Any Gabrielly estreia nos cinemas como Gabi e descreve a personagem como “uma borboleta no casulo”. Tímida e reservada, Gabi tem medo de sair da própria zona de conforto, enquanto sua melhor amiga de infância Julia, interpretada por Giulia Be, é extrovertida, carismática e vive intensamente. Apesar das personalidades opostas, as personagens de Any e Giulia — que são melhores amigas na vida real — formam uma dupla inseparável desde crianças.

A vida de Gabi muda para sempre após a amiga sofrer um acidente de carro. Antes de morrer, Julia escreve dez cartas com desafios que incentivam Gabi a experimentar o novo e se abrir para a vida, estimulando a menina a enfrentar seus medos e vencer sua timidez. Enquanto completa cada uma das missões, Gabi, que conta com a ajuda de sua nova colega Lorena (Pâmela Germano), aprende a se reconectar consigo mesma e a entender melhor o próprio luto, seus sentimentos e a importância do perdão.

“Gabi é super tímida, estudiosa, gosta da rotina dela e dos amigos que sempre estiveram ali. Eu acho que isso é porque a Gabi não fez justamente o que a Julia a provoca a fazer, que é se abrir e testar as coisas. No íntimo, na verdade, ela é uma menina muito curiosa e expansiva. Então isso foi super legal de explorar, essa contradição entre o que a Gabi sente vontade de ser e o que ela tem coragem de apresentar para o mundo”, conta Any Gabrielly.

Giulia Be destaca a parceria ao lado da melhor amiga para trazer às telonas a conexão entre Julia e Gabi. “Essa bagagem de afeto ajuda demais na química em cena. Foi um prazer gigantesco ir para o set e fingir ser outra pessoa ao lado de uma das minhas melhores amigas. A gente se divertiu muito nos bastidores, inclusive numa cena em que a Any precisava fingir que não sabia dançar, sendo que na vida real ela dança infinitamente melhor que eu! Acho que esse carinho e a nossa cumplicidade transbordaram de forma muito bonita na tela”.

No longa, conforme realiza os desafios, Gabi começa a se abrir para o mundo e redescobrir a beleza da vida. No processo, ela se reconecta com a memória de Julia e também conhece pessoas que a ajudam a navegar o luto, como Toninho (Leo Jaime), um senhor divertidíssimo que encontra em um dos desafios, e Lucas (Daniel Rangel) e Nico (Michel Joelsas), seus interesses amorosos.

O diretor Diego Freitas destaca a importância de abordar o luto para o público jovem. “É um filme que fala sobre recomeços, superação e, também, como honrar a memória de quem se foi e viver de forma mais intensa, feliz e completa. Eu acho muito importante tocar nesse tipo de tema, principalmente no cinema jovem brasileiro: falar sobre finitude e sobre o significado da vida. ‘As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você’ é um filme que fala sobre amizade e de como às vezes você não controla o que acontece mas, mesmo nos momentos difíceis, consegue tirar um significado”.

O elenco também conta com Sheron Menezzes como Marcia, mãe de Gabi que se preocupa com o futuro e as escolhas da filha; Paulo Lessa vive André, o pai da jovem que tenta ajudá-la a se sentir bem diante do trauma; e Regiane Alves interpreta Lili, a mãe de Julia, que vê sua vida ser transformada após a morte da filha.

Sinopse:
Arrasada após a morte trágica de sua melhor amiga, Gabriela descobre que ela deixou um presente de despedida inesperado: dez cartas com desafios para ajudá-la a superar o luto.

Elenco:
Any Gabrielly – Gabi
Giulia Be – Julia
Pâmela Germano – Lorena
Sheron Menezzes – Marcia
Paulo Lessa – André
Leo Jaime – Toninho
Daniel Rangel – Lucas
Michel Joelsas – Nico
Regiane Alves – Lili

Ficha técnica:
Elenco Principal: Any Gabrielly e Giulia Be
Elenco Coadjuvante: Pâmela Germano, Michel Joelsas, Daniel Rangel, Sheron Menezzes, Paulo Lessa, Regiane Alves, Leo Jaime, Arthur Khol, Juliano Floss, Felipe Bertuol e Paulo Mendes.
Roteiro Final: Diego Freitas
Roteiro: Diego Freitas, Rod Azevedo
Argumento: Diego Freitas, Rod Azevedo
Colaboração de Roteiro: Emilio Boechat
Direção de Fotografia: Victor Alencar
Direção de Arte: Fabio Goldfarb
Figurino: Flávia Lhacer
Caracterização: Emi Sato
Som Direto: Jorge Rezende
Trilha Sonora Original: Fabio Góes
Edição e Mixagem de Som: Pedro Lima
Montagem: Helena Chaves
Direção de Produção: Madan Almeida
Produção de Elenco: Marcela Altberg
Produção Executiva: Laura Boorhem, Beatriz Carvalho, UPEX
Produzido por: Marcio Fraccaroli, Andre Fraccaroli, Veronica Stumpf
Produção Associada: Adrien Muselet, Rodrigo Castellar
Direção: Diego Freitas
Apoio: FSA/BRDE/Ancine (+bandeira nacional); SP Film Commission
Produção: Paris Entretenimento
Distribuição: Paris Filmes

“Baseado na obra literária “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”.


SOBRE A PARIS ENTRETENIMENTO
Fundada em 2011, a Paris Entretenimento consolidou-se como produtora independente em 2015, com o lançamento de Carrossel – O Filme. Desde então, seus filmes foram vistos por 20 milhões de pessoas nos cinemas. Entre 2015 e 2018, a Paris Entretenimento foi a produtora que mais lançou filmes no país, com um total de quatorze longas-metragens originais exibidos em circuito comercial. Os gêneros variados dessas produções reafirmam sua versatilidade e, consequentemente, seu posicionamento no mercado audiovisual: adaptações de séries infantis (Carrossel, Carrossel 2 – O Sumiço de Maria Joaquina, Detetives do Prédio Azul – O Filme e Detetives do Prédio Azul 2 – O Mistério Italiano), infanto-juvenis (Internet – O Filme, Meus 15 Anos e 10 Horas para o Natal), comédia romântica (Um Namorado Para Minha Mulher) e uma adaptação que deu vida à HQ nacional de ação (O Doutrinador). Em 2021, lançou as comédias A Sogra Perfeita e Dois Mais Dois, e em 2022 Detetives do Prédio Azul 3 – Uma Aventura no Fim do Mundo. Em 2023, produziu Um Dia Cinco Estrelas, Meu Nome é Gal, Tá Escrito e Férias Trocadas e, no ano de 2024, lançou Minha Irmã e Eu, Morando Com O Crush e Bandida – A Número Um. Em 2025, lança Homem Com H, cinebiografia de Ney Matogrosso, Sílvio Santos Vem aí, C.I.C. – Central de Inteligência Cearense, A Sogra Perfeita 2 e Detetives do Prédio Azul 4. Já no ano de 2026, lançou Minha Melhor Amiga, As 10 Vantagens De Morrer Depois De Você, – além de estar produzindo os longas Minha Vida com Shurastey, Leandro & Leonardo – Não Aprendi Dizer Adeus e O Caçador de Malassombro.

SOBRE A PARIS FILMES
A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H”, “Manas”, “Pedágio”, “Ritas” ,  “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, “A Empregada”, a franquia “Truque de Mestre”, “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia – “Minha Melhor Amiga” e “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”.

Entre os próximos lançamentos estão “Feito Pipa”, “Geni e o Zepelim”, “Minha Vida com Shurastey” e “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita”

Beth Goulart dá corpo e voz ao universo de Clarice Lispector no Gama

Foto divulgação

Em Simplesmente eu, Clarice Lispector, a atriz entrelaça a escritora e quatro de suas personagens em uma ode ao amor, construída a partir de obras, entrevistas e correspondências da autora

Simplesmente eu, Clarice Lispector reúne a escritora e quatro de suas personagens em um encontro com o público conduzido por Beth Goulart, que concebe, dirige e protagoniza a montagem. O premiado espetáculo chega ao Teatro SESC Paulo Gracindo, no Gama, nos dias 7 e 8 de novembro, sábado, às 19h, e domingo, às 18h. Os ingressos serão distribuídos uma hora antes do início de cada apresentação.

Com estreia nacional em Brasília, em 2009, e temporadas seguintes com lotação esgotada na cidade, a peça construiu uma trajetória que já alcançou quase 300 cidades e mais de 1,3 milhão de espectadores. A montagem nasceu de dois anos de pesquisa, seis meses de preparação e dois meses de ensaios. Sua dramaturgia reúne depoimentos, entrevistas e correspondências de Clarice Lispector, além de fragmentos de suas obras, para aproximar o público de seu universo, suas dúvidas e contradições. Sobre o processo de criação, Beth costuma dizer: “fiquei grávida de Clarice e estava tudo na minha cabeça”.

Perceber que o universo intenso da autora e suas personagens seguem conquistando novas plateias, deixa Beth Goulart radiante. “As pessoas saem felizes e impactadas por Clarice Lispector e só tenho a agradecer pela magia do teatro ter criado esse caminho, através do meu trabalho, como criadora e atriz”, reflete.

Dos fragmentos pinçados de obras emblemáticas de Clarice para a construção da obra estão “Perto do Coração Selvagem”, “Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres”, e os contos “Amor” e “Perdoando Deus”. Na narrativa do espetáculo, Beth entrelaça a autora e as vozes de quatro personagens femininas, Joana, Lori, Ana e mulher sem nome, que representam diferentes momentos da vida e do pensamento de Clarice.

A cenografia minimalista e a iluminação, meticulosamente desenhada, criam um espaço onírico, onde a autora e suas personagens dialogam sobre amor, silêncio, solidão e o mistério da existência. “Simplesmente eu, Clarice Lispector é uma ode ao amor, quando vou de encontro ao viés mais presente e importante da obra da Clarice na busca por esse sentimento, o mais sublime do ser humano”, declara Beth.

A montagem conta com um time de renomados parceiros. A trilha sonora original de Alfredo Sertã, inspirada em Erik Satie, Arvo Pärt e Astor Piazzolla, guia a atmosfera sensorial. A iluminação de Maneco Quinderé e a direção de movimento de Márcia Rubin, assim como a preparação vocal por Rose Gonçalves, adicionam camadas de expressividade à encenação. O cenário, assinado por Ronald Teixeira e Leobruno Gama acolhe e transforma o espaço cênico com a luz e os movimentos da atriz. Amir Haddad assina a supervisão do trabalho da atriz e no figurino, Beth Filipecki reforça a elegância e simplicidade de Clarice e suas personagens.

Premiações

Com a estreia, veio o reconhecimento para Beth Goulart, quando foi premiada como “Melhor Atriz” no “Shell 2009”, “APTR”, “Revista Contigo” e “Qualidade Brasil”, esse que também premiou a montagem como “Melhor Espetáculo”.

O espetáculo

Simplesmente eu, Clarice Lispector é um espetáculo teatral que celebra a vida e a obra da icônica escritora brasileira Clarice Lispector. Concebido, adaptado, dirigido e protagonizado por Beth Goulart, o espetáculo é uma ode ao amor e uma homenagem à importância de Clarice Lispector na literatura e na vida da sua criadora.

É uma jornada emocional que conduz o público pelo universo da escritora, revelando facetas de sua personalidade e de seus personagens. Com uma cenografia minimalista e iluminação meticulosamente desenhada, o espetáculo cria um espaço onírico que reflete a atmosfera da obra de Clarice Lispector.

A concepção

À medida que Beth Goulart ia escrevendo, já imaginava como seria o espetáculo que concebeu. E foram seis meses de preparação e dois meses de ensaio. No primeiro mês de ensaio Beth reuniu os profissionais dizendo a cada um o que desejava. No segundo mês, Beth contou com a colaboração artística do mestre Amir Haddad, que participou de quatro ensaios, quando fez a supervisão da atriz, conversou com Beth e comentou: “jamais terei o primeiro olhar, o meu olhar será sobre o seu olhar” e finalizou: “O espetáculo já está pronto”.

Sinopse

Clarice Lispector conversa com o público sendo ela mesma e suas personagens, quatro mulheres que, para Beth Goulart, representam as várias facetas de Clarice: Joana, que representa impulso criativo selvagem de “Perto do Coração Selvagem”; Ana, do conto “Amor”, que representa a fase da autora dedicada ao marido e aos filhos; Lori, da obra “Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres”, uma professora primária que se prepara para descobrir e se entregar ao amor; e uma personagem sem nome do conto “Perdoando Deus”, com sua ironia, inteligência e humor.

A relação de Beth com Clarice e o viés da dramaturgia:

Clarice falava sobre o amor maternal, o relacionamento, o amor a Deus, à natureza, ao próximo. “Escolhi esse viés para apresentá-la ao público”, assume Beth.

Joana, uma mulher inquieta, que representa o impulso criativo selvagem e foi a primeira personagem de Clarice Lispector que Beth Goulart conheceu, no auge da adolescência, ao ler “Perto do Coração Selvagem”, romance de estreia da autora. Sua identificação foi inevitável: “Eu achava que não era compreendida. O que fazer com isso tudo dentro de mim, com esse processo criativo? Só Clarice me entendia”, confessa a atriz.

Já Ana, do conto “Amor”, leva uma vida simples, dedicada ao marido e aos filhos e tem a rotina quebrada ao se impressionar com a magia do Jardim Botânico: “Ela representa a fase em que Clarice se dedicou totalmente ao marido e aos filhos”, destaca a diretora.

Lóri, da obra “Uma aprendizagem ou o Livro dos Prazeres” é uma professora primária que mora sozinha e se prepara para descobrir e se entregar ao amor. “Toda a obra de Clarice é uma ode ao amor, o sentimento mais transformador do ser humano”, declara Beth.

Há ainda outra mulher sem nome, que, no conto “Perdoando Deus”, se deixa mergulhar na liberdade enquanto passeia por Copacabana: “Essa personagem sem nome representa a ironia, a inteligência e o humor na obra de Clarice. Essas quatro mulheres representam algumas facetas da própria Clarice e foram escolhidas para apresentar ao público a obra de um dos maiores nomes da literatura brasileira”, sentencia Beth Goulart.

Na peça, Beth faz reflexões sobre temas como criação, vida e morte, Deus, cotidiano, solidão, arte, aceitação e entendimento e trabalha pontos característicos da obra de Lispector, como o vazio, o silêncio e o instante-já,: “Aquele momento único, que é como um flash, um insight, em que tudo se esclarece”, explica a atriz.

Para a Beth, representar Clarice Lispector é realizar um antigo desejo: “Eu sempre acalentei essa vontade de um dia poder dar meu corpo, minha voz, minhas emoções para colocá-la viva em cena.”

Ficha técnica:

Texto: Clarice Lispector | Direção, concepção original, adaptação, atuação: Beth Goulart | Supervisão da atriz: Amir Haddad | Iluminação: Maneco Quinderé | Operadora de luz: Diana Cruz | Trilha sonora original: Alfredo Sertã | Operador de som: Paulo Mendes | Figurino: Beth Filipecki | Camareira: Flávia Cotta | Cenografia: Ronald Teixeira e Leobruno Gama | Diretor de cena: Guaraci Ribeiro | Programação visual: Studio C Comunicação | Assessoria de imprensa local: Território Comunicação | Produção executiva: André Filippe Oliveira | Direção de produção: Pierina Morais | Realização: Self Produções Artísticas LTDA e SESC – DF|

Serviço:

Simplesmente eu, Clarice Lispector

Gênero: espetáculo poema

Local: Teatro SESC Paulo Gracindo

Endereço: Setor Leste Industrial, QI 1, Lotes 620, 640, 660 e 680, Gama

Datas: 7 e 8 de novembro de 2026

Horários: sábado, às 19h, e domingo, às 18h

Ingressos: distribuição de ingressos gratuitos no sábado e no domingo a partir das 16h na bilheteria do teatro.

Classificação indicativa: 12 anos

Duração: 60 min

Aos 9 anos, Laura Voigt conquista título do GUINNESS WORLD RECORDS™ de “A Skatista Mais Nova do Mundo a Descer a Megarampa”

Brasileira completou a descida na Megarampa da Greenbox, em Curitiba; cerimônia de entrega do certificado aconteceu nesta sexta-feira (30) com a presença de representantes do Guinness World Records e de nomes do skate nacional

Nesta sexta-feira (30), a skatista Laura Voigt recebeu o certificado oficial do GUINNESS WORLD RECORDS™ pelo título de “Skatista mais nova do mundo a descer a megarampa”. A brasileira realizou o feito aos 9 anos e 305 dias, ao completar uma descida vertical na Megarampa da Greenbox, em Curitiba (PR). A cerimônia de certificação aconteceu na própria estrutura onde a conquista foi registrada, com a presença de uma representante do Guinness World Records, responsável pela entrega oficial do certificado à atleta.

A descida que garantiu o recorde mundial aconteceu em 18 de janeiro de 2026, quando Laura tinha apenas 9 anos. Com mais de 9 metros de altura, a estrutura foi o cenário da conquista, reconhecida a partir da idade da skatista na data da manobra. A categoria considera a idade da atleta, calculada em anos e dias, e estabelece critérios técnicos específicos para a realização da descida vertical.

Para a homologação, o Guinness World Records estabeleceu exigências relacionadas à estrutura, aos equipamentos utilizados e à execução da descida. Entre os critérios estavam a realização da manobra sem auxílio externo, a permanência da atleta sobre o skate durante todo o percurso e a conclusão controlada da atividade. O processo de verificação também incluiu registros audiovisuais, documentação técnica da rampa, declarações de testemunhas independentes e avaliações de especialistas, além da comprovação da idade de Laura na data do feito.

A cerimônia de entrega do certificado reuniu familiares, convidados especiais e nomes de destaque do skate brasileiro, como Gui Khury, dono da megarampa e detentor de três recordes no Guinness World Records, Luigi Cini e Augusto Akio. Os três atletas, que acumulam conquistas em competições internacionais e participações nos Jogos Olímpicos, estiveram presentes para prestigiar Laura e celebrar esse momento de sua trajetória no esporte.

Sobre Laura Voigt

Laura Voigt é uma skatista brasileira nascida em Curitiba (PR), que começou a andar de skate aos 5 anos de idade, inspirada também pela convivência com Gui Khury e sua família. Aos 8 anos, tornou-se a menina mais jovem a dropar do quarter da megarampa da Greenbox, em Curitiba, e passou a se dedicar aos desafios em estruturas de grande porte. Em 2024, foi vice-campeã brasileira e campeã paranaense de skate na categoria infantil. Após uma temporada de seis meses na Califórnia, em 2025, intensificou sua preparação para encarar a megarampa. Em janeiro de 2026, aos 9 anos, Laura entrou para a história ao se tornar a skatista mais jovem do mundo a descer a megarampa da Greenbox, estrutura de 10 metros de altura e 67 metros de comprimento. O feito foi certificado pelo Guinness World Records em outubro deste ano. Estudante do quinto ano, Laura sonha em disputar campeonatos mundiais nos próximos anos e, futuramente, representar o Brasil nos Jogos Olímpicos.

Começou o Festival Bar em Bar 2026 no DF: 20ª edição traz circuito gastronômico e prêmio para garçons

Divulgação

Promovido pela Abrasel-DF, o festival gastronômico reúne 58 bares e restaurantes da capital até o dia 15 de novembro. Ação “Garçom Destaque” vai premiar profissionais do setor.

Teve início nesta quinta-feira (29) a tão aguardada 20ª edição do Festival Bar em Bar no Distrito Federal. Realizado pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes do DF (Abrasel-DF), o evento segue até 15 de novembro, reunindo 58 estabelecimentos em um circuito de petiscos exclusivos criados especialmente para a ocasião.

Com o tema “É coisa nossa”, a edição comemorativa de duas décadas oferece receitas exclusivas servidas no salão, para viagem ou via delivery, em faixas fixas de preços promocionais: R$ 39, R$ 59 e R$ 79.

Valorização da linha de frente: Premiação Garçom Destaque

Uma das principais novidades deste ano é a ação Garçom Destaque 2026, criada para reconhecer e valorizar os profissionais de salão que fazem a experiência do festival acontecer.

A escolha será feita diretamente pelos clientes que consumirem os petiscos oficiais do evento. Por meio de um QR Code disponível nas mesas e totens das casas participantes, o público poderá avaliar o atendimento considerando a oferta do prato do festival e a qualidade do serviço (cordialidade, atenção e agilidade).

Para concorrer à premiação em dinheiro na classificação geral, o profissional deve alcançar o requisito mínimo de 10 avaliações válidas. O festival distribuirá um total de R$ 3.500,00 em prêmios para os três primeiros colocados:

1º Lugar: R$ 2.000,00

2º Lugar: R$ 1.000,00 

3º Lugar: R$ 500,00

Além dos prêmios em dinheiro na categoria geral, o profissional mais bem avaliado de cada bar participante também receberá brindes e o título de Garçom Destaque do Estabelecimento.

A votação do público segue aberta durante todo o período do festival, de 29 de outubro a 15 de novembro.

Serviço:

Evento: 20ª Edição do Festival Bar em Bar no DF

Período: De 29 de outubro a 15 de novembro de 2026

Preços dos petiscos oficiais: R$ 39, R$ 59 e R$ 79

Realização: Abrasel-DF

Patrocínio: Bradesco

Apoio: Sebrae

Patrocínio regional: Checkup, Izzi , DF Carvalho, Voxel

Parceiro de mídia: Record e Bonn app

Assessoria de Imprensa: Solos Comunicações

Informações e casas participantes: barembar.com.br ou pelo Instagram @abrasel_df.