Brasília tem de melhor na Cultura, Entretenimentos, Arquitetura, Design e Decoração, Feiras, Cursos, Workshops, Seminários, Gastronomia, Vinhos, Cafés, Moda, Beleza…
Especialista em Urbanismo do Centro Universitário de Brasília revela detalhes surpreendentes da construção da capital federal em tempo recorde
Os 66 anos de Brasília, a capital futurista do país, celebram um audacioso projeto de nação.
Construída em tempo recorde no coração do Planalto Central, a cidade é um testemunho da engenhosidade humana e da visão de seus criadores. Idealizada por Juscelino Kubitschek, projetada por Lúcio Costa e com as obras arquitetônicas de Oscar Niemeyer, a capital federal é um laboratório vivo de conceitos urbanísticos que, por vezes, desafiam a compreensão de seus habitantes e visitantes.
Para desvendar os mistérios por trás de sua concepção, a professora de Arquitetura do Centro Universitário de Brasília (CEUB) e especialista em urbanismo, Ana Carolina Drumond, explica a lógica por trás do Plano Piloto. “Brasília não é apenas uma cidade; é um manifesto urbanístico, uma materialização de ideias que moldaram o século XX e continuam a influenciar o planejamento urbano global”, afirma a professora.
A influência da Carta de Atenas e as quatro funções O Plano Piloto é um exemplo da aplicação dos princípios da Carta de Atenas, documento fundamental do urbanismo moderno. Lúcio Costa estruturou a cidade em torno de quatro funções essenciais: habitar, trabalhar, recriar e circular. Essa segregação funcional visava otimizar o fluxo e a qualidade de vida. Segundo Ana Carolina Drumond, “a Carta de Atenas foi a base teórica que permitiu a Lúcio Costa conceber uma cidade onde cada área tinha um propósito claro, buscando a eficiência e a ordem no espaço urbano”.
A forma de avião de Brasília, com seus eixos Norte-Sul (Eixo Rodoviário) e Leste-Oeste (Eixo Monumental), é icônica. Essa cruz não foi arbitrária, ela se adaptou à topografia do terreno. O Eixo Monumental, por exemplo, segue um cume, enquanto o Eixo Rodoviário se inclina em direção ao Lago Paranoá. “A genialidade de Lúcio Costa foi integrar o desenho urbano à paisagem natural, utilizando a topografia para guiar os eixos e setores, harmonizando a construção e o ambiente”, explica a especialista do CEUB.
As superquadras: unidades de vizinhança autossuficientes As superquadras das Asas Norte e Sul foram projetadas como “unidade de vizinhança”, com pilotis no térreo para uso comum, um cinturão verde circundante e um gabarito de, no máximo, seis pavimentos. A ideia era criar comunidades auto suficientes com escolas, comércio local e áreas de lazer. Para Ana Carolina Drumond, “as superquadras são a essência da vida comunitária brasiliense, um experimento social e urbanístico que buscava promover a convivência e a qualidade de vida em um ambiente planejado”.
As ruas paralelas ao eixo rodoviário, que se organizam também paralelas ao oeste, iniciam sua denominação com W, como o Eixo W e W3. Se esta rua acontece depois da rodoviária em direção norte, por exemplo, sabemos que estamos na Asa Norte. Por outro lado, as ruas paralelas ao Eixo Rodoviário, também paralelas à direção leste, têm seu nome iniciado com L, a exemplo da L2 e do Eixo L.
A lógica da numeração e orientação das ruas A numeração das quadras e ruas de Brasília segue um sistema peculiar que, à primeira vista, pode parecer confuso. As quadras ímpares (100, 300, etc.) estão a oeste do Eixo Rodoviário, enquanto as pares (200, 400, etc.) estão a leste. As ruas são designadas como W (oeste) e L (leste). “Essa organização numérica e alfabética é uma forma de orientação racional, pensada para facilitar a localização em uma cidade com um traçado tão singular, embora exija um certo tempo de adaptação para quem não está acostumado”, pontua a professora do CEUB.
Setores especializados e a escala gregária Além das áreas residenciais, o Plano Piloto previu setores específicos para cada função: comerciais, autarquias, bancários, hoteleiros e de lazer. Essa segregação funcional é uma característica marcante. A “escala gregária”, por exemplo, refere-se aos espaços de convivência e encontro, como a Rodoviária do Plano Piloto, que funciona como um ponto central de convergência. “A divisão em setores especializados reflete a visão modernista de otimização do espaço, enquanto a escala gregária busca promover a interação social em pontos estratégicos da cidade”, explica Ana Carolina Drumond.
A interseção rodoviária: o coração pulsante A Rodoviária do Plano Piloto não é apenas um terminal de ônibus; é o ponto de interseção dos dois eixos principais da cidade e um centro de circulação. Projetada para ser um hub de transporte e um espaço de encontro, ela simboliza a centralidade do automóvel na concepção original de Brasília. “A Rodoviária é o coração pulsante de Brasília, o ponto onde todas as escalas se encontram e onde a dinâmica da cidade se manifesta de forma mais intensa, refletindo a importância da circulação no projeto de Lúcio Costa”, conclui a especialista do CEUB.
Sobre o CEUB | Seu futuro tem história Fundado há mais de 50 anos, o Centro Universitário de Brasília (CEUB) é referência em ensino superior no Distrito Federal, unindo tradição, excelência acadêmica e inovação. Oferece cursos de graduação e pós-graduação em diversas áreas, com infraestrutura moderna, programas de iniciação científica, extensão e empreendedorismo. Com mais de 100 mil profissionais formados e presença marcante em projetos sociais e de pesquisa aplicada, o CEUB reafirma sua missão de educar para transformar, construindo histórias que impulsionam o futuro do país.
Serviços como o BIG BOX Delivery refletem mudança de comportamento e apostam em tecnologia, agilidade e personalização para fidelizar clientes
A forma de fazer compras de supermercado vem passando por transformações significativas em Brasília, impulsionadas pela busca por praticidade e otimização do tempo. O delivery, que ganhou força nos últimos anos, deixando de ser uma solução pontual para a época pandêmica, e se consolidando como parte da rotina de consumo, especialmente entre públicos que priorizam conveniência sem abrir mão da qualidade.
Nesse contexto, redes locais têm ampliado investimentos em tecnologia e operação para tornar o processo mais eficiente e confiável. O BIG BOX Delivery é um exemplo desse movimento, ao reunir funcionalidades como organização intuitiva por categorias, cupons de desconto, opções de frete grátis e possibilidade de agendamento de entregas, recursos que contribuem para uma jornada de compra mais fluida e previsível.
Além de ampliar canais de venda, a rede tem como desafio passar a garantir a qualidade da experiência do início ao fim. A etapa de separação dos produtos, por exemplo, ganha protagonismo nesse modelo, já que influencia diretamente a percepção do consumidor sobre o serviço. Para atender a essa demanda, operações têm investido em equipes dedicadas e processos mais criteriosos na escolha dos itens.
“O consumidor não busca apenas rapidez, mas confiança em todo o processo. A experiência precisa ser eficiente, mas também cuidadosa, principalmente quando falamos de alimentos e itens do dia a dia”, destaca Felipe Correia, gerente de marketing do grupo BIG BOX.
Outro fator relevante é a personalização do atendimento, que se torna um diferencial competitivo em um mercado cada vez mais disputado. A possibilidade de adaptar entregas à rotina do cliente, oferecer vantagens comerciais e garantir suporte durante a compra contribui para fortalecer o vínculo com o público.
Com isso, o delivery de supermercado avança como uma solução estruturada e integrada ao cotidiano urbano. Em Brasília, a tendência aponta para um consumidor cada vez mais exigente, que valoriza além do preço, a praticidade, a confiabilidade e a experiência oferecida ao longo de toda a jornada de compra.
A Galeria Karla Osorio apresenta a exposição coletiva “AFINS”, com obras de 34 artistas brasileiros de diversas gerações e de todas as regiões do país, que tem em comum afinidades em torno de um deles o também curador Bené Fonteles. São eles Ailton Krenak, Amelia Toledo, Bené Fonteles, Ciça Fitippaldi, Carolina Bonfanti, Daiara Tukano, Emanoel Saravá, Ernesto Bonato, Ernesto Neto, Fernando Coelho, Fernando França, Hamilton Leitão, João Paulo Marques de Lima, Josafá Neves, José Ivacy, Kboco, Lia do Rio, Luiz Gallina Neto, Luiz Hermano, Marcelo Conrado, Marcelo Reis, Maxim Malhado, Mô Toledo, Orlando Maneschy, Rachel Mascarenhas, Regina Vater, Rodrigo Bueno, Rômulo Andrade, Selma Parreira, Seo Constante, Siron Franco, Ton Bezerra, Xico Chaves e Zuarte.
A curadoria de Bené Fonteles e Karla Osorio, reúne artistas que dialogam com a vida e obra de Fonteles, artista pioneiro e essencial na cena da arte contemporânea brasileira. A variedade de artistas, com suas diferentes origens e percursos, proporciona diálogo único sobre temas recorrentes na carreira de Fonteles – a relação entre arte e ecologia, o poder do sensível e do espiritual -, oferecendo perspectivas poéticas distintas e, ao mesmo tempo, complementares e muito atuais.
Sobre a exposição
AFINS reúne artistas afinados com Bené Fonteles, curador da mostra juntamente com Karla Osorio. As afinidades que unem os artistas selecionados não são apenas artísticas, mas também poéticas e filosóficas, ecológicas e espirituais ao manifestar pelas matérias, formas e sentidos o ser e o estar no mundo sem ser o mundo.
Fonteles passou a ser, desde os anos 1970, inspiração e referência para muitos artistas da arte contemporânea no país, pelo seu pioneirismo nas relações de arte e ecologia, por suas atitudes poéticas e políticas ligadas à espiritualidade brasileira e universal. Nesta mostra, Bené se encontra com seus pares que são bem mais e muitos para celebrar uma vida dedicada à Vida.
Gravitando em torno de Bené artistas, poeta, compositor, curador e escritor, convidamos seus pares artistas e poetas com os quais tem grandes afinidades afetivas e artísticas, para uma conversa nos espaços da galeria. Neste encontro poético firmam-se diálogos entre o visível e invisível por meio do poder amoroso e do que é sensível e sensorial, entre o que é profano e sagrado: ambos, vão dissolvendo a tênue fronteira entre o que se diz erudito e o que se faz popular, chegando ao que Bené chama de “o corpo do transcendente”.
A inauguração se dá em Brasília, na semana de aniversário de 66 anos da cidade, capital que Bené escolheu para ser sua própria por muitos anos de sua vida e onde tem grande parte de sua família. Os artistas da exposição, em sua maioria, estarão presentes no evento. No local, a mostra ocupará as 7 (sete) galerias, espalhadas em 5 pavilhões e o grande jardim, onde ARTE estará em toda PARTE. Depois de Brasília, a mostra seguirá para São Paulo, num formato mais intimista, entre agosto e outubro próximo.
Sobre os artistas
Ailton Krenak (Itabirinha, MG, 1953) – Escritor e ambientalista, Krenak é uma das principais vozes indígenas do país e o primeiro indígena eleito para a Academia Brasileira de Letras. Autor de obras como Ideias para adiar o fim do mundo e Futuro ancestral, articula pensamento indígena, filosofia e ecologia para questionar os modos de vida atuais e apontar caminhos possíveis de relação com a natureza e o coletivo.
Amelia Toledo (São Paulo, 1926 – Cotia, 2017) – Amélia Toledo foi uma influente escultora, pintora, desenhista e gravadora brasileira. Desenvolveu uma prática multifacetada — entre escultura, pintura e gravura — forjada no convívio com figuras centrais da arte moderna brasileira como Anita Malfatti, Hélio Oiticica e Lygia Pape. A partir dos anos 1970, sua produção ultrapassa a gramática construtiva e volta-se para as formas da natureza, com a paisagem e a pesquisa cromática tornando-se eixos fundamentais de sua obra. Participou de mostras individuais em instituições como MuBE, Estação Pinacoteca, Instituto Tomie Ohtake e Centro Cultural Banco do Brasil, e de coletivas como a 29ª Bienal de São Paulo e Radical Women: Latin American Art, 1960–1985, no Hammer Museum e no Brooklyn Museum. Suas obras integram coleções da Fundação Calouste Gulbenkian, MASP, MAM-SP e Pinacoteca do Estado de São Paulo, entre outras.
Bené Fonteles (Bragança, PA, 1953) – Vive e trabalha entre Brasília, Caldas (MG) e Salvador (BA) É artista plástico, jornalista, editor, escritor, poeta e compositor. Iniciou sua carreira em 1971, participando do 3º Salão Nacional de Artes Plásticas do Ceará. Desde então, transita entre a arte e o artesanato, baseando seu trabalho na transformação de materiais simples e muitas vezes frágeis, naturais ou pouco trabalhados pelo o homem, como pedras, pedaços de troncos, cordas, tecidos rústicos, arames, entre outros. Por cinco vezes participou da Bienal de São Paulo, com destaque para a 32ª edição, com o projeto Ágora: Oca Tapera Terreiro, sob convite de Julia Rebouças, assim como do Panorama de Arte Atual Brasileira no MAM de SP e mostras experimentais no Museu de Arte Contemporânea da USP.
De suas exposições individuais, podem ser destacadas as mostras, “Sudários” no Espaço Cultural Contemporâneo – ECCO em Brasília, “Audiovisuais” e “Terra”realizadas na Pinacoteca do Estado de São Paulo, “Bené Fonteles” no Parque Lage no Rio de Janeiro e diversas outras. Também está presente em coleções privadas e em diversos acervos públicos e institucionais em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Fortaleza, Belém, Cuiabá, Paris e Nova Iorque. Além do trabalho autoral como artista visual, já organizou e publicou diversos livros e catálogos sobre artistas como Rubem Valentim, Mario Cravo Neto, Athos Bulcão etc. Faz curadorias e projetos de expografia em artes visuais. Foi diretor do Museu de Arte da UFMT e Museu de Arte de Brasília e recebeu do Ministério da Cultura e da Presidência da República a Ordem do Mérito Cultural.
Ciça Fitippaldi (São Paulo, SP, 1952) – Ciça Fittipaldi é paulistana e vive em Goiás. Artista visual, ilustradora e autora de livros para crianças, seu trabalho é fortemente marcado pela pesquisa das culturas, vivências e colaborações com etnias indígenas no Brasil e países latino-americanos, especialmente da Amazônia. Sua produção também é afetada pelo interesse nas literaturas africanas e afro brasileiras. Ativista das questões indígenas desde os anos 1970 e mestra em Arte e Cultura Visual pela Universidade Federal de Goiás, foi vencedora do Prêmio APCA e, mais recentemente, ganhou o Selo White Ravens da Biblioteca da Juventude de Munique pela obra “KAALIAWIR”.
Carolina Bonfanti (Rio de Janeiro, RJ, 1987) – Carolina “Loló” Bonfanti inicia sua trajetória expositiva em 2013 e desde então apresenta trabalhos fotográficos e video instalações em instituições como o Centro Cultural Kirchner, Centro Cultural Haroldo Conti, Museu Lucy Mattos e Museu MACsur, além de participar do OFF da Bienal de Dakar, Dak’Art, no Senegal, e de residências como a Floresta Viva na Kaaysá Art Residency, com curadoria de Bené Fonteles. Sua obra investiga o cruzamento entre corpo, natureza e arte, costurando narrativas simbólicas, imaginários míticos e processos de transformação. Atualmente, vive e trabalha em Itacaré, Bahia.
Daiara Tukano (São Paulo, SP, 1982) – Duhigô, do povo indígena Tukano – Yé’pá Mahsã, pertence ao clã Eremiri Hãusiro Parameri do Alto Rio Negro na Amazônia brasileira, nascida em São Paulo e residente em Brasília, DF. É artista, curadora, professora e ativista do povo Tukano. Graduada em Artes Visuais e Mestre em direitos humanos pela Universidade de Brasília – UnB, pesquisa o direito à memória e à verdade dos povos indígenas. sua obra vem ganhando destaque no Brasil e no exterior. Atua na discussão sobre o direito à memória e verdade dos povos indígenas, na promoção das políticas culturais para os povos indígenas e a defesa de seu patrimônio cultural como a repatriação de artefatos ancestrais. Em seu percurso, arte, pesquisa e mobilização caminham juntas — como formas de resistência e afirmação de identidade. Participou da 34a Bienal de São Paulo e foi ganhadora do Prêmio PIPA Online 2021, além de ter sido premiada com o Prince Claus Seed Awards em 2022. Conta com obras nos acervos da Pinacoteca de São Paulo, MASP, Memorial dos Povos Indígenas – DF, Museo delle Civilità (Itália), Mauritshuis Museum (Holanda).
Emanoel Saravá (Salvador, BA) – Emanoel Saravá é artista visual multidisciplinar, nascido em Salvador, Bahia, Brasil, e graduando no Bacharelado Interdisciplinar em Artes pela Universidade Federal da Bahia (IHAC/UFBA). Sua prática investiga o corpo-natureza como campo de inscrição e irradiação subjetiva e transgressiva, em diálogo com a cosmovisão afro-indígena, articulando memórias, territorialidades e vivências como matéria de criação. A partir desses cruzamentos, seu trabalho tensiona e reconfigura a leitura histórica das paisagens urbanas da cidade, especialmente nas zonas de fricção entre natureza, infraestrutura e marginalidade social. Entre vestígios históricos e atravessamentos do contemporâneo, desenvolve fabulações poéticas e políticas por meio da fotografia, da imagem, da instalação e do objeto.
Ernesto Bonato (São Paulo, SP, 1968) – Gravador, fotógrafo, curador e professor. Gradua-se em artes plásticas em 1992 e conclui mestrado em poéticas visuais, sob orientação de Evandro Carlos Jardim (1935), em 2000, na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP). Em 1991, participa do Projeto Nascente da USP. Freqüenta o Atelier Experimental de Gravura Francesc Domingo do Museu de Arte Contemporânea da Universidade de São Paulo (MAC/USP) e do Museu Lasar Segall, entre 1991 e 1994. Neste último ano, freqüenta o curso Estratégias de Abordagem da Arte Contemporânea, ministrado por Amélia Arenas. Atua no Serviço Educativo do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp) desde 1997. Em 1998 e 1999, é professor de xilogravura no Atelier de Gravura do Museu Lasar Segall. Desde 1993 integra o Atelier Piratininga. Concebe e orienta cursos de desenho e gravura em instituições e atua como curador.
Ernesto Neto (Rio de Janeiro, RJ, 1964) – O artista produz esculturas e grandes instalações imersivas, utilizando técnicas artesanais como o crochê para compor estruturas flexíveis e interativas que ativam os nossos cinco sentidos, com a incorporação de elementos botânicos, ervas e especiarias. O artista tece membranas e peles, redes e invólucros que usam a gravidade e o equilíbrio como recursos de composição. Seus trabalhos mantêm sempre uma relação com a natureza, seja por meio de suas fisionomias biomórficas, seja no caráter interligado dos elementos que compõem seus espaços. Os ambientes plurissensoriais de Neto são percorridos e habitados, formando locais de encontro,troca e reflexão. O público não é pressuposto como um grupo de observadores, mas acolhido como um coletivo de presenças e corpos ativos nas instalações.
Fernando Coelho (Salvador, BA, 1939) – Fernando Coelho nasceu em Salvador em 1939. Na década de 50, desenvolveu seu trabalho como publicitário e realizou desenhos técnicos. Foi vencedor de um concurso de cartazes do Estado da Bahia em 1961. Em 1964, ano de sua primeira exposição individual, Fernando se revelou como pintor. Em suas pinturas toma forma um misticismo que se expressa frequentemente em jardins e flores, construindo imagens a partir de um olhar que traz à tona o aspecto fantástico dos elementos que figuram em seus quadros. Em 1997, Coelho é um dos artistas que ilustraram o livro Castro Alves: Edição Comemorativa dos 150 anos de Antônio de Castro Alves, editado pela Fundação Banco do Brasil e pela Odebrecht.
Fernando França (Rio Branco, AC, 1962) – Fernando França é desenhista, pintor e mestre em literatura brasileira pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Já participou de várias exposições e mostras coletivas, inclusive, na França e em Portugal. Entre os prêmios conquistados está o 6º Prêmio CDL de Artes Plásticas (Fortaleza-CE) e o 1º Prêmio em Pintura no III e no II Festival Universitário da Cultura, do Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará (MAUC). Nos tempos de estudante de Letras da UFC, Fernando iniciou-se nas artes visuais, através de participação em mostras de festivais universitários no MAUC, como desenhista de histórias em quadrinhos. Ao tecer comentários sobre a obra pictórica de Fernando França, o renomado artista plástico Descartes Gadelha salienta sua “potencialidade vocacionada para o muralismo”. Fernando França vem construindo sua obra não só na absorção das lições dos grandes mestres, como Rafael, Van Gogh e os cubistas, como, especialmente, no exercício persistente da busca de uma marca própria de expressão.
João Paulo Marques de Lima – O artista combina e concentra as suas obras em diferentes técnicas e práticas artísticas, como a pintura, o desenho, a fotografia e o violão clássico. Participou da residência artística Projeto Maré.01 de Ernesto Bonato com exposições coletivas de gravura. Em 2013 foi contemplado com uma bolsa através da Unicamp-SP para estudar artes em Portugal. Mudou-se para o Porto (Portugal), se formando pela Universidade de Belas Artes do Porto. Desde 2014 realizou vivências artísticas em conjunto com a associação PELE, com a Belas Artes do Porto e trabalhos de pinturas para Polônia e Suécia. Em 2021, realizou uma exposição na Catedral da Sé do Porto com uma série de 14 peças/pinturas em madeira, sobre o caminho de Santiago. Desde 2021 desenvolve um projeto de pintura, fotografia e música sobre as paisagens nordestinas próximas à Serra da Ibiapaba, região do Ceará que faz fronteira com o Piauí. Josafá Neves (Gama, DF, 1971) – Autodidata, sua prática dialoga com estéticas afro-brasileiras, diáspora africana e ancestralidade. Suas obras transitam entre figuração e abstração simbólica. Parte de uma base negra, com telas pintadas de preto antes das cores, criando densidade única. Natureza, mitos afro-atlânticos, espiritualidade e orixás permeiam sua poética. Com mais de 25 anos de trajetória, une tradição e contemporaneidade, articulando o popular e o erudito, o local e o internacional. Já expôs no Brasil, América Latina, Europa, EUA e Angola, recebendo o título de Doutor Honoris Causa. José Ivacy (Morada Nova, MG, 1962) – Desde os anos 80 trabalha intensamente com obras que tem como característica a artesania e a manipulação de diversos materiais, principalmente a madeira e metais. Visível em suas pinturas e objetos, um complexo conjunto de formas geométricas e orgânicas, percorrendo um caminho próprio no campo da inventividade. Participou de diversas mostras coletivas de artistas em Brasília e atualmente dedica-se ao trabalho de atelier em Sobradinho, onde vive e administra a galeria ManOObra. Ivacy cria projeto construtivo ímpar com obras, para fora e para dentro de qualquer espaço proposto, inéditas e trans- cendentes contribuições raras como as de Celso Renato, Emanuel Nassar e Marcone Moreira. Artistas que não sabem o que é medo do ter e do “tempo rei” transformador e transmutador. Tiram partido de sua desconstrução e reinventam-se, reinventam a pintura escapando da armadilha formalista. Ivacy liberta a pinturacomo objeto com extraordinária coragem e ou- sadia fazendo de matéria e tempo uma Unidade na Poesia. Tem obras em várias coleções públicas e privadas, inclusive nos Museus de Arte da República, Museu de Arte de Brasília, Museu de Arte do Rio – MAR. Também participoude feiras nacionais e internacionais.Kboco (Goiânia, Goiás, 1978) constrói uma poética visual centrada na busca por uma identidade brasileira que se expande para além do eixoocidental tradicional. É a partir de sua origem no Cerrado, com sua crueza e biodiversidade, que o artista se conecta ao mundo, estabelecendo
um diálogo entre o local e o universal. Seu trabalho é fruto de um olhar atento a repertórios culturais muitas vezes à margem da história daarte convencional, incorporando elementos de povos nômades e estéticas orientais ao seu vocabulário plástico.
Através de pinturas translúcidas e esculturas totêmicas de madeira, o artista funde arquitetura e abstração, priorizando a sinuosidade e o caráter anímico da matéria. Ao reaproveitar materiais e símbolos de origens diversas, Kboco propõe uma visualidade miscigenada e potente, que valoriza ritos, mitificações e um legado cultural que desafia as certezas da herança eurocêntrica.
Lia do Rio (São Paulo, 1938) vive e trabalha no Rio de Janeiro. Sua prática transita entre instalação, apropriação e intervenção, investigando a construção de memória e a natureza do tempo por meio de materiais não convencionais. Expôs no Brasil e em países como EUA, Japão, França, Alemanha, Inglaterra, Áustria, Suécia, Portugal e China. Possui obras em acervos como o Hangzhou Qianjiang International Art Museum, Centro de Arte Hélio Oiticica, FUNARTE, Jardim Botânico e Floresta da Tijuca (obra tombada), entre outros. É autora dos livros Dialeto e Dialeto volume II, além de Lia do Rio: Sobre a Natureza do Tempo (Fase10, 2015), e seu trabalho consta empublicações como revista Art in America e livro The Environmental Imaginary in Brazilian Poetry and Art, de Malcolm McNee. Lia do Rio utiliza materiais não convencionais, usando linguagem limite entre instalação, apropriação e intervenção, em indagação da maneira pela qual construímos no presente atemporal e eterno, as memórias do passado e do futuro.
Luiz Gallina Neto (São Paulo, SP, 1953) vive em Brasília desde 1968. Formado em Comunicação Social (1975), é mestre em Poéticas Contemporâneas pela UnB (2004), onde leciona desde 1994, tendo recebido o título de Notório Saber. Artista visual premiado, participou de salões e coletivas nacionais como o MAM-SP, MAC-GO e Museu Nacional da República. Realizou exposições individuais em espaços como Galeria Karla Osorio, Alfinete Galeria. Referência Galeria, Espaco Piloto UnB e Galeria Pé Palito. Sua obra transita entre a exatidão poética e a imanência da natureza, revelando uma pintura que transcende o visual e celebra a vida com profundidade estética e sensível.
Luiz Hermano (Preaoca, CE, 1954) estudou Filosofia em Fortaleza. Começou, de maneira autodidata, a trabalhar e experimentar com gravura em metal e desenho, depois incorporando a pintura e a escultura à sua produção. O universo popular é uma referência para o artista, que dialoga com o imaginário das gravuras populares e da literatura de cordel. Além disso, em certos trabalhos explora as possibilidades formais relacionadas à produção artesanal de utensílios de seu estado natal, o Ceará, como o trançado.
Marcelo Conrado (Prudentópolis, PR, 1976) é artista visual e professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná. Doutor em Direito das Relações Sociais pela UFPR. Coordenador da Clínica de Direito e Arte da UFPR, Membro da Associação Brasileira de Críticos de Arte e do Instituto dos Advogados Brasileiros. Foi Presidente da Sociedade dos Amigos do Museu de Arte Contemporânea do Paraná e Membro Consultor da Comissão de Arte e Cultura do Conselho Federal da OAB. Autor do livro Arte, originalidade e direitos autorais (Edusp) que em 2023 foi premiado pela Associação Brasileira das Editoras Universitárias. Possui obras no acervo do Museu da República, Museu de Arte de Brasília, Museu de Arte Contemporânea do Paraná, Fundação Cultural de Curitiba e Museu Oscar Niemeyer.
Marcelo Reis (Salvador, BA, 1972) – Artista visual com ênfase em fotografia, curador e gestor cultural, é diretor do Festival Nacional de Fotografia A Gosto da Fotografia e do Instituto Casa da Photographia — uma das principais instituições privadas de fomento à cultura fotográfica na Bahia, que fundou em 1997. Atuou na coordenação de Artes Visuais da FUNCEB, onde foi curador da 64ª edição dos Salões de Artes Visuais da Bahia, idealizou o Memorial dos Salões e coordenou a etapa adjunta do Prêmio Nacional de Fotografia Pierre Verger. Desenvolve desde os anos 1990 pesquisa fotográfica sobre ritos da cultura popular brasileira, especialmente do Norte e Nordeste. Em 2024 apresentou, com curadoria de Bené Fonteles, a instalação Negreiros, um pensamento Afro-atlântico na Casa de Castro Alves, em Salvador. Expôs nas principais galerias da Bahia, do Brasil e do exterior.
Maxim Malhado (Ibicaraí, BA, 1967) – Artista visual, formado em Educação Física, professor, escritor, tem como lugar de observação no mundo o universo da casa, os objetos, as estruturas, paredes, ferragens, telhados, sustentação e acolhimento, o nível do chão, alturas e alinhamentos dos espaços através do prumo… Além desse lugar, a “casa” outras instâncias fazem rodar, a questão religiosa, afeto, história, amor, memória e a sexualidade, acreditando que não existe nada disso visto separadamente, tudo junto, dejunto, todos… O artista já participou de várias exposições coletivas, Rumos Itaú Cultural edição 2001-2003, em 2004 foi convidado para 26° Bienal Internacional de São Paulo, Trienal de Luanda, Bienal do Mercosul(Porto Alegre-2018) Bienal de Montevideu Uruguai, algumas premiações, incluindo 8° Salão MAM Bahia-2001. Em 2024 teve individual na Paulo Darzé Galeria “…até onde a vista alcança…” e individual na Belizário Galeria de Arte em São Paulo “…lá do lugar onde moramos…” Mô Toledo (São Paulo, SP, 1953) – Pintor, gravador, roteirista e diretor de cinema. É filho da artista plástica Amelia Toledo. Ainda na infância, reside por certo tempo em Londres (Inglaterra), onde inicia sua alfabetização. A partir de 1976, passa a residir no Rio de Janeiro, onde escreve roteiros para cinema e vídeo. Dirige, em 1980, o desenho animado Afundação do Brasil, filme convidado para festivais como os de Leipzig (Alemanha) e Lille (França) e premiado em mostras/competições como o Prêmio Coral de Havana, em Cuba (1981). Em 1992, funda junto com a mãe a empresa Tria, que assina projetos para obras públicas no Rio de Janeiro e em São Paulo. Entre as atividades da Tria está o embelezamento da Estação Brás do Metrô de São Paulo e o projeto completo da Estação Cardeal Arcoverde do Metrô do Rio de Janeiro. Em 1999 é, ao lado da mãe e da produtora Ana Lúcia Guimarães, curador da exposição individual retrospectiva que a Galeria de Arte do Sesi, no Centro Cultural Fiesp, realiza em homenagem a Amelia Toledo. Ainda em 1999, é um dos artistas que constam do livro do projeto BRAZILIANartBOOK, publicado pela G&A Editorial, em São Paulo.
Orlando Maneschy (Belém, PA, 1968) é artista, curador e professor pesquisador. Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP. Realizou estágio pós-doutoral na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa. É professor na Universidade Federal do Pará. É coordenador do grupo de pesquisa Bordas Diluídas: Questões da Espacialidade e da Visualidade na Arte Contemporânea (UFPA/CNPq). É curador da Coleção Amazoniana de Arte da UFPA. Tem participado de diversos projetos, exposições, e foi contemplado com prêmios e bolsas de instituições como Funarte, CNPq e Capes. Seus projetos curatoriais lançam olhar para a produção brasileira contemporânea, recebendo o prêmio de Melhor Exposição Coletiva pela CELESTE 2024, com Delírio Tropical, apresentada na Pinacoteca do Ceará e foi premiado na mesma categoria em 2025, com Terra Incógnita, notas amazonianas, em exibição na Galeria de Arte da UFPA. Como artista, destacamos, dentre outros projetos: É Uma Festa, Pá! – Bienal de Cerveira, 2024; A 2 Graus do Equador, Chão, São Luiz, 2025; Adiar o Fimdo Mundo, FGV Artes, RJ, 2025/2026.
Rachel Mascarenhas (Salvador, BA) reside e trabalha em Salvador explorando diversas linguagens. Com formação em arquitetura e urbanismo pela Universidade Federal da Bahia, a artista visual utiliza também a pintura, a gravura, o vídeo, performance, fotografia e intervenções urbanas em trabalhos individuais ou em parcerias.
Regina Vater (Rio de Janeiro, RJ, 1943) é artista intermídia, pintora, fotógrafa e ilustradora cuja trajetória atravessa pintura, instalação, vídeo e arte experimental. Formada no convívio com Iberê Camargo e em colaboração com Hélio Oiticica em Nova York, desenvolveu ao longo das décadas de 1970 e 1980 uma prática pioneira na interseção entre arte conceitual e poesia visual. Em 1979 organizou a primeira exposição de arte experimental brasileira em Nova York, e em 1980 retornou à cidade como bolsista da Fundação Guggenheim para desenvolver pesquisas em instalação. Foi curadora de mostras no Mexic-Arte Museum (Austin) e no Blanton Museum (Austin), e participou de residências na ArtPace Foundation (San Antonio). Vive e trabalha nos Estados Unidos desde 1986.
Rodrigo Bueno (Campinas, SP, 1967) Rodrigo Bueno vive em trabalha em São Paulo. É graduado em Comunicação Social, ingressou em programas de pós-graduação em Artes Plásticas na School of Visual Arts – NY (EUA), e em Arte e Consciência pela Universidade John F.
Kennedy – CA (EUA). É idealizador do ateliê Mata Adentro, nome de uma casa/espaço de trabalho, localizado na Lapa em São Paulo. Mata Adentro é um convite à sensibilização das dinâmicas do espaço natural, um laboratório de produção de suportes de experimentação de linguagens ocultas no subconsciente, nas multidimensões do entorno e na diversidade de vida contida no legado do mundo natural, fonte de cultivo e resiliência. Trata-se de um lugar onde materiais recuperados, principalmente madeira, ferro, terra e plantas coletadas do lixo urbano, são transformados em instalações, esculturas, pinturas e ambientes que fomentam as tecnologias do encontro, espécies de jardins que falam da continuidade da vida, do eixo que sustenta o todo, da cultura em constante movimento. Mata Adentro é um nome escolhido para expandir a autoria de um único artista em ações de processos coletivos, pois somos indivíduos inseridos em ambientes colaborativos. O estúdio tem mostrado seu trabalho no país e no exterior há mais de vinte anos, com obras em sua maioria tridimensionais, vivas e imersivas que se relacionam com o vínculo da natureza e humanos, sobrepondo narrativas ancestrais e energias fluídas, voltadas a cura vibracional e a experimentação educativa. Possui obras em coleções da Pinacoteca do Estado de São Paulo e Museu de Arte Moderna de São Paulo.
Rômulo Andrade (Niterói, RJ) Rômulo nasceu em Niterói e cresceu no bairro da Taquara, em Jacarepaguá, Rio de Janeiro. Vem de uma família carioca muito musical. Ainda na infância interessa-se pelo desenho, aquarelas e linguagens expressivas. Depois de alguns anos morando em São Paulo, muda-se pra Brasília em 1975 aos vinte anos. Na capital, ao longo dos anos trabalha como designer gráfico e como professor encara o desafio da Educação popular, convivendo com alunos jovens e adultos de todas as regiões do Brasil. Tem currículo extenso de mostras e publicações desde 1978. Artista visual: desenhista, gravurista, pintor e alquimista, inventor de objetos, muito cedo se engaja ao movimento ambientalista. ‘Cerrado, berço das Águas’ é uma expressão cunhada por ele que se tornou recorrente.
Selma Parreira (Goiânia, GO) – Artista visual, arte educadora e pesquisadora na Faculdade de Artes Visuais / UFG. Trabalha com linguagens contemporâneas e investigações que perpassam pelo homem, seus objetos, espaços e memórias Com formação em Licenciatura em Artes Plásticas, 1980 e Mestra em Artes e Cultura Visual, 2010, Fav/ UFG.
Seo Constante (Santa Maria do Saçui, MG, 1938) Desde a infância começou a vida trabalhando com gado leiteiro. Depois no Espirito Santo, trabalhou em lavouras de cafè até se estabelecer em Campinas onde vive e atuou mais com jardinagem. Autodidata, se descobre artista aos 78 anos produzindo para arte postal, não parou mais. Em 2018 teve sua primeira exposição individual, em suas obras relata seu cotidiano na cidade e sua vivência no campo e tudo que está em torno deste ambiente, como quem conta uma história, e conta! Desde 2016 participa de diversas exposiçôes coletivas, mostras e feiras, no Brasil e no exterior. Siron Franco (Goiás Velho, GO, 1947) é pintor, desenhista e escultor cuja obra se distingue pelo domínio técnico rigoroso — marcado pelo uso de tons escuros e atmosfera dramática — e por um engajamento profundo com as questões sociais e políticas de seu tempo. Após ganhar o prêmio Viagem ao Exterior no Salão de Arte Moderna em 1975, percorreu a Europa e consolidou uma linguagem própria que atravessa pintura, escultura e instalação, com mais de 3.000 obras produzidas. Entre seus projetos mais emblemáticos está a série Césio, criada em resposta ao acidente radioativo de Goiânia em 1987. Participou de mais de uma centena de coletivas ao redor do mundo, incluindo os principais salões e bienais.
Ton Bezerra (Cedral, MA, 1977) é um artista visual maranhense, natural de Cedral e radicado em São Luís, cuja prática se desdobra na intersecção entre territorialidade, corpo e memória. Sua produção investiga as tensões e convivências entre o espaço e o sujeito, utilizando a arte como um dispositivo crítico para denunciar as estruturas coloniais e os processos de apagamento ainda vigentes no Brasil. Iniciando sua trajetória na pintura, Ton expandiu seu repertório para uma investigação multimídia, onde a materialidade serve ao conceito. Seu trabalho transita por instalações, performances e intervenções que buscam não apenas ocupar o espaço, mas transformá-lo em um território propositivo. Através desse engajamento, o artista convoca o espectador a uma postura ativa, instigando o questionamento de paradigmas e o despertar de uma consciência crítica diante da realidade social.
Xico Chaves (Tiros, MG, 1948) – Formado em Artes e Ciência da Comunicação pela Universidade de Brasília (UnB) e Centro Universitário de Brasília (Ceub), Notório Saber em Artes Visuais pela Universidade de Brasília (UnB), Mestre em Curadoria Integrada/ Brasil Arte Origem MNBA pela Faperj, ex-diretor do Centro de Artes Visuais da Funarte/MinC, Idealizador de programas artísticos nacionais e internacionais (dentre eles a Rede Nacional Artes Visuais e Conexão Artes Visuais Minc-Funarte-Petrobrás, Microprojetos + Cultura, Letrista de Música e autor criações sonoras experimentais e trilhas de Vídeo. Artista Visual e poeta contemporâneo com diversas publicações e exposições realizadas no Brasil e exterior, mediador cultural e professor de Artes Visuais. Na UnB cursou paralelamente à formação básica em Artes Visuais: Direção e Arquitetura Teatral, Música Eletroacústica e Experimental, Cinema, Criação de Instrumentos Musicais e Mineralogia. Participou de diversos movimentos poéticos e artísticos contemporâneos com mostras individuais e coletivas.
Zuarte (Morro do Chapéu, Ba, 1961) Graduado em artes plásticas pela Universidade Federal da Bahia e mestre em artes cênicas com ênfase em cenografia, pela mesma universidade. Tem participado de exposições individuais e coletivas, pelo Brasil, como: Bienal Internacional de gravura; Salões de arte do MAM, Ba; O Imaginário do Rei – Em homenagem a Luís Gonzaga, com curadoria de Bené Fonteles, dentre outras.
Integra o projeto RUA – Roteiro Urbano de Arte, da prefeitura de Salvador, com 5 esculturas na Praça da Inglaterra. Atua como cenógrafo e figurinista, tendo atuado junto ao Núcleo de Teatro do Teatro Castro Alves e ao balé BTCA, do mesmo teatro; também com o Bando de Teatro Olodum, dentre vários outros, com prêmios nessa área. Realiza trabalhos de direção de arte para cinema. Tem trabalhos editados em poesia e música.
Serviço: “AFINS”, exposição coletiva
Abertura sexta-feira, dia 24 abril, 17h às 21h
Galeria Karla Osorio (SMDB Conjunto 31 Lote 1B – Lago Sul / Brasília – DF) – todos os pavilhões
Em cartaz até 28 junho 2026, domingo
Visitação: segunda a sexta, 9h – 18h, sábados 9h – 14h
A entrada é gratuita. Recomenda-se agendar por telefone, e-mail, DM no Instagram ou WhatsApp.
Evento reúne shows, feira cultural e sabores regionais para fortalecer a economia criativa nas cidades satélites
Entre os dias 1º e 3 de maio, Santa Maria recebe o Circuito de Gastronomia e Artesanato nas Satélites, evento que aposta na mistura de cultura, música e culinária para atrair o público e valorizar talentos locais. A programação é gratuita e aberta à comunidade.
Realizado pelo Instituto Bem Viver, o circuito será no Quadradão da CL 205, em frente ao Sacolão Renovo, reunindo expositores, artistas e comerciantes em uma grande feira ao ar livre.
A programação musical promete agradar diferentes públicos, com apresentações de Enzo & Rafael, Surra de Modão, Nego Rainner, Banda Imagem e Forró do Cerrado, distribuídas ao longo dos três dias.
Mais do que shows, o circuito propõe uma experiência completa. O público poderá circular por estandes de artesanato, experimentar comidas típicas de várias regiões do país e conhecer opções variadas de food trucks. A ideia é simples: dar visibilidade a quem produz na cidade e incentivar o consumo local.
A iniciativa também mira no fortalecimento da economia criativa, abrindo espaço para pequenos empreendedores ampliarem sua renda e conquistarem novos clientes. Ao mesmo tempo, o evento busca estimular o turismo regional e gerar oportunidades nas cidades fora do centro de Brasília.
Com estrutura voltada para famílias, o circuito contará com espaço kids e ações de acessibilidade, garantindo que o público possa aproveitar o evento com conforto.
A expectativa é de grande público durante os três dias, reforçando o potencial de Santa Maria como um ponto de encontro para cultura, gastronomia e empreendedorismo no Distrito Federal.
Serviço
Evento: Circuito de Gastronomia e Artesanato nas Satélites Data: 1º a 3 de maio Local: Quadradão da CL 205 (em frente ao Sacolão Renovo) Realização: Instituto Bem Viver Apoio: Administração Regional de Santa Maria Fomento: Ministério da Cultura Entrada: Gratuita
O clássico entrecôte com fritas do L’Entrecôte de Paris – Créditos: Divulgação
Com pratos para compartilhar, variedades de doces e cafés especiais, centro de compras convida público para uma experiência saborosa neste feriado
Para celebrar o aniversário de 66 anos de Brasília, o DF Plaza Shopping convida o público a viver uma experiência completa que combina gastronomia, lazer e família. Com uma rota gastronômica diversificada, o espaço se apresenta como destino ideal para reunir família e amigos e aproveitar o melhor da culinária neste dia 21 de abril.
Entre os destaques, o L’entrecôte de Paris aposta no clássico entrecôte com fritas e o seu molho secreto com 21 ingredientes, enquanto o Outback reúne ícones do cardápio como a Bloomin’ Onion e a Ribs on the Barbie, ideais para celebrar à mesa com amigos e família. No Coco Bambu, o público encontra pratos generosos como o Camarão Internacional e a moqueca, perfeitos para compartilhar.
O Kimura, por sua vez, convida para a experiência do rodízio de sushis variados em uma imersão na cultura japonesa, enquanto o Pueblito traz o sabor uruguaio com opções de tábuas para compartilhar e as clássicas parrillas. A Taverna Viking se destaca pelos cortes de carne e pelo ambiente temático e descontraído, enquanto o Buteco do Simprão aposta em petiscos clássicos de boteco, ideais para dividir e aproveitar o happy hour.
Para a criançada, diversos estabelecimentos oferecem menus infantis e espaços com brinquedotecas, criando um ambiente pensado para o entretenimento dos pequenos e garantindo uma experiência mais tranquila e completa para toda a família.
Para quem não abre mão de um bom café ou sobremesa, a programação também inclui opções variadas. A Havanna traz seus tradicionais alfajores e cafés, a American Cookies aposta em cookies recheados e criativos, enquanto a Bacio di Latte oferece gelatos artesanais como o de pistache e o clássico Affogato com seus sabores tradicionais. Já a Kopenhagen apresenta clássicos como a Nhá Benta, e a Cacau Show completa o roteiro com trufas e chocolates para todos os gostos.
“Queremos que o DF Plaza seja esse lugar de encontro, onde as pessoas se sintam confortáveis para viver bons momentos. Essa nossa variedade de restaurantes também contribui para essa experiência, reunindo opções para todos os gostos e idades em um ambiente realmente acolhedor”, destaca Nathália Amarante, coordenadora de Marketing do shopping.
Mais do que um polo gastronômico, o DF Plaza Shopping surge também como espaço de convivência e lazer no dia a dia da cidade. Em uma Brasília marcada por diferentes rotinas e formatos de família, o shopping ganha esse papel de ponto de encontro, quase como uma extensão de casa, especialmente na região de Águas Claras, onde praticidade e qualidade de vida fazem parte da rotina.
A Petrobras e o Governo Federal, por meio do Ministério do Esporte via Lei de Incentivo ao Esporte, apresentam: Desafio Energia Petrobras
Brasília será palco de uma manhã dedicada ao bem-estar, à mobilidade e à ocupação dos espaços urbanos no próximo dia 24 de maio, com a realização do Desafio Energia Petrobras – Passeio Ciclístico. A iniciativa integra um projeto esportivo multimodal que reúne corrida de rua, ciclismo e travessia aquática sob um mesmo conceito: transformar energia em movimento. Presente em diferentes cidades do país, o Desafio Energia Petrobras se consolida como uma plataforma que conecta esporte, saúde e convivência, incentivando hábitos mais ativos por meio de experiências acessíveis e inclusivas.
Na capital federal, o evento convida o público a viver o ciclismo de forma leve e acolhedora. Mais do que um passeio, a proposta é proporcionar um momento de conexão entre amigos, famílias e amantes da bicicleta, sem foco em competição. Com largada na Praça Buriti e percurso de 10 km, o trajeto foi pensado para atender desde iniciantes até ciclistas mais experientes, com toda a estrutura necessária para garantir conforto e segurança.
Com o tema “Transforme seu fôlego em movimento constante”, o passeio reforça o propósito do projeto de estimular a prática esportiva como ferramenta de qualidade de vida e integração social. “Para a Petrobras, apoiar iniciativas como essa é valorizar a energia que move o país e promover bem-estar e integração por meio do esporte. É uma forma de estimular hábitos saudáveis e celebrar a força do esporte como experiência coletiva”, destaca Alessandra Teixeira, gerente de Patrocínio e Eventos da Petrobras.
As inscrições já estão abertas e o evento oferece diferentes opções de kits. Entre eles, o Kit Desafio Petrobras, que inclui camiseta, sacochila, número de peito e medalha (pós-evento), e o Kit Bike, que conta com camiseta, sacochila, capacete, bicicleta dobrável e medalha (pós-evento). Informações completas e valores estão disponíveis no site oficial: www.desafioenergiapetrobras.com.br/brasilia/passeio-ciclistico. Mais do que uma atividade esportiva, o Desafio Energia Petrobras se apresenta como um convite para que pessoas de todas as idades ocupem a cidade, adotem hábitos mais saudáveis e compartilhem momentos de lazer e bem-estar.
Sobre a Petrobras: A Petrobras, como empresa de energia brasileira, mantém uma tradição de apoio ao esporte como ferramenta de desenvolvimento social e valorização da cultura esportiva do país. Por meio de seus programas de patrocínio, a companhia apoia atletas olímpicos e paralímpicos, iniciativas e projetos que estimulam a prática esportiva, o esporte de participação e a inclusão, contribuindo para fortalecer o potencial transformador da atividade física na população brasileira.
Serviço: Desafio Energia Petrobras Passeio Ciclístico Brasília Data: 24/05/2026 Local: Praça Buriti Distâncias: 10k (menores de 18 anos só poderão participar com prévia autorização por escrito dos pais ou do responsável legal. Horário da largada: Em breve no site
Valor do Kit: consulte as opções de kits no site do evento Retirada do Kit: em breve no site Patrocinadores: Petrobras Comercializadora: Norte Marketing Esportivo Organizador: Associação Futuros em Movimento Site do evento:https://www.desafioenergiapetrobras.com.br/brasilia/passeio-ciclistico
A programação conta com mesas temáticas que abordarão temas relacionados ao empreendedorismo, inovação, ciência, tecnologia, letramento digital e sustentabilidade nas periferias, nos dias 25 e 26 de abril
A Expo Favela Innovation Brasília 2026 acontece nos dias 25 e 26 de abril, no Sesc Ceilândia, e apresenta uma programação diversa que reúne painéis temáticos, convidados de referência nacional, atrações musicais e iniciativas voltadas ao fortalecimento do empreendedorismo, geração de negócios, educação e capacitação nas periferias. O evento consolida-se como uma das principais vitrines de negócios, cultura e inovação oriundos das favelas e territórios periféricos do Distrito Federal, ampliando a acessibilidade, integração sócio cultural e economia circular.
No sábado (25), a programação tem início com a mesa “Cultura da Periferia na Era Digital”, que reúne, diretamente do Rio de Janeiro, o rapper MV Bill, e a prata da casa e cria da periferia do DF, Andressa Marques, com mediação de Anderson Quack, um dos fundadores da Central Única das Favelas do Brasil (Cufa), em uma conversa sobre vivência, identidade e como a cultura na era digital se torna um caminho de trabalho, renda e impacto social.
Ainda no sábado, a mesa “Tecnologia, Games e Futuro” traz Adriano de Angelis, Wilker Dias e Dani Marques, com mediação de Drika, debatendo oportunidades nos games, plataformas digitais e criação de conteúdo, mostrando como transformar habilidade em renda e protagonismo.
Já a mesa “Inovação de Negócios: da Periferia ao Centro” reúne Gabriel Seixas, criador da hamburgueria o Fio de Vó (Samambaia/Asa Norte); Natália Orfan, empreendedora da marca Cuidados do Cerrado, vencedora da edição anterior; Rick Chester, autor do livro A Favela Venceu; e o influenciador de Brasília, Guilherme Tin, com mediação da estudante da UnB Iara Emanuele, trazendo histórias reais de quem saiu da quebrada e conquistou espaço no centro.
A partir das 18h45, a programação artística toma conta do palco com apresentação de Benzadeus, ampliando a experiência cultural do evento.
Domingo
No domingo (26), permeando toda a programação com uma participação mais que especial, teremos o som do Sarau-Vá, projeto que une música e poesia nas periferias da capital. O debate segue com a mesa “Empreendedorismo sustentável está na moda?”, com Preto Zezé, Geraldo Rufino e Taís Baptista, mediada por Rafaela Santana. A mesa propõe um debate direto sobre o que é hype e o que é realidade no empreendedorismo, trazendo experiências práticas de quem vive o dia a dia do negócio.
Em seguida, a mesa “Crédito, financiamento e formalização” reúne Gleno, Natália Santos, Yuri Assis (@exdevedor) e Darla Sierra, com mediação de Laís Barros, em conversa prática sobre caminhos, alternativas e estratégias reais para financiar, crescer e sustentar um negócio.
Encerrando os painéis, a mesa “TV 3.0: o futuro da comunicação já começou” conta com Vigílio Silva, autor da novela da TV Globo campeã de audiência Três Graças; Maria Piragibe, analista de interatividade da TV Globo; e Rafael Vitorino, secretário de Ciência e Tecnologia do DF, com mediação do diretor da TV Globo Brasília,Marcelo Werner, debatendo a tecnologia que promete transformar a forma como consumimos conteúdo, criando novas oportunidades para criadores, marcas e empreendedores..
A programação musical do domingo começa às 18h, O Festival De Rap Da Expo Favela Inovation, com os shows de Negra Flow, Japão e MV Bill e Kmila Cdd. O encerramento do evento acontece às 20h15, com o anúncio do empreendedor vencedor da edição de 2026.
Expo Favela Brasília 2026
Além das mesas e atrações culturais, o público poderá visitar o Camelódromo, espaço dedicado à exposição e comercialização de marcas e produtos locais, fortalecendo a economia criativa das periferias. A praça de alimentação também integra a experiência, com opções gastronômicas diversas que representam a riqueza culinária dos territórios periféricos. O evento conta ainda com o Espaço Gamer.
“A expectativa para esta edição é muito alta. A Expo Favela vem se consolidando como uma plataforma concreta de oportunidades para empreendedores das periferias, conectando ideias, talentos e investidores. Mais do que visibilidade, é um espaço de geração real de negócios e transformação social”, afirma Bruno Kesseler, presidente da Central Única das Favelas do DF (Cufa-DF), que realiza o evento.
O Expo Favela Innovation Brasília 2025 é uma realização da Cufa-DF e do Projeto SA. O projeto conta ainda com o apoio do Sesc e da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF).
DIA 25 DE ABRIL | DIA 01
Programação – Sábado, 25 de abril
14h15 – 15h15 | MESA 1 – Cultura da Periferia na era digital
15h15 – 15h35 | HOMENAGEM
15h45 – 16h45 | MESA 2 – Tecnologia, Games e Futuro
16h50 – 17h20 | Oficina de Dancehall com Hud Oliveira + Grupo Expressão
17h30 – 18h45 | MESA 3 – Inovação de Negócios: Da Periferia ao Centro
19h00 – 20h00 | Show: Benzadeus part. Pique Novo
Nos intervalos das mesas DJ KETLEN
DIA 26 DE ABRIL | DIA 02
Programação – Domingo, 26 de abril
14h15 – 15h15 | MESA 1 – Empreendedorismo sustentável está na Moda?
Evento destacou reposicionamento estratégico da marca no Brasil, premiou operações de excelência e reuniu especialistas em gestão, mercado e comportamento
Antônio Vicente Jr., à frente da Simmons Brasília, foi um dos nomes em evidência durante a Convenção Nacional da Simmons 2026, realizada nos dias 15 e 16 de abril, no Bisutti Traffô, na Vila Olímpia, em São Paulo. O encontro reuniu a diretoria LATAM e proprietários de unidades exclusivas e multimarcas para apresentar a nova identidade e a estratégia da empresa para o próximo ano.
Presente nos principais momentos da programação, Antônio Vicente Jr. acompanhou de perto os anúncios que marcam uma virada estratégica da marca no país: o reposicionamento da Simmons, que passa do alto padrão para o segmento de luxo, com foco na experiência do consumidor e no design estratégico alinhado ao universo da arquitetura.
A programação contou com uma série de palestras que trouxeram um panorama completo do setor e das transformações do mercado. Entre os destaques, Gustavo Loch abordou os “Dados do mercado colchoeiro – números, crescimento e desafios”, seguido por Juliana Maria Raffo Montero, que trouxe uma perspectiva jurídica sobre a profissionalização da gestão de loja. Na sequência, Thiago Jesus apresentou a visão financeira do negócio com foco em sobrevivência e prosperidade, enquanto Augusto Custódio conectou “Design do Sono & Arquitetura”, reforçando o novo posicionamento da marca.
Também fizeram parte da agenda os Simmons Talks, com palestra voltada à relação entre saúde mental e design do sono, com a jornalista Isabella Camargo, além do encontro “Perseguindo Sonhos: Disciplina, Performance e Execução”, que trouxe reflexões sobre alta performance e resultados consistentes.
Temas como saúde mental, gestão, planejamento, uso de tecnologia e capacitação profissional sustentaram o lançamento da nova plataforma de avaliação e desenvolvimento das 180 lojas da rede no Brasil.
Em clima de reconhecimento, a convenção premiou os sete grupos com melhor performance. Na ocasião, os representantes receberam placa de reconhecimento do programa de Excelência da marca internacional de colchões: “Venda Perfeita & Loja Perfeita”. Entre os destaques, a Simmons Brasília, liderada por Antônio Vicente Jr., foi reconhecida nessas categorias, reforçando sua atuação de excelência no mercado.
Outro momento de grande repercussão foi a apresentação oficial das novas linhas de produtos, consolidando o arquiteto Arthur Casas como novo embaixador global da marca, assinando uma linha exclusiva voltada ao alto luxo.
A presença de Natália Munoz, COO do Flex Bedding Group, reforçou o peso institucional do evento, que consolida 2026 como um marco estratégico para a Simmons no Brasil e na América Latina.
Em sua 41ª edição, o evento da FBG será realizado nos dias 23 e 24 de maio, no Colégio Marista, em Brasília. As entidades devem ficar atentas: inscrições ainda não garantidas poderão ser realizadas no Congresso Técnico, em 25 de abril
A Copa Brasília de Ginástica 2026 avança em sua preparação cercada de expectativa dentro e fora das áreas de apresentação. Marcado para os dias 23 e 24 de maio, no Colégio Marista, em Brasília, o evento chega à 41ª edição consolidado como uma das principais vitrines da ginástica no país e também como um importante motor de mobilização social e econômica para o Distrito Federal. Promovida pela Federação Brasiliense de Ginástica (FBG), a Copa reúne atletas, técnicos, árbitros, auxiliares, dirigentes, voluntários e familiares, fortalecendo a comunidade da ginástica e ampliando a visibilidade de Brasília no cenário esportivo nacional.
Esse movimento gera reflexos diretos para a economia local, movimentando uma extensa cadeia de fornecedores, como restaurantes, transporte, comércio e outros serviços, além de fortalecer a missão da FBG, no sentido da sustentabilidade da prática gímnica no Distrito Federal.
Ao longo dos anos, a Copa ampliou seu alcance e passou a reunir modalidades como ginástica artística, rítmica, acrobática, parkour e ginástica aeróbica. Esse formato multiesportivo se tornou um diferencial e favorece o intercâmbio entre ginastas, professores, técnicos e equipes de apoio. Os números também ajudam a dimensionar esse crescimento. Desde 2022, o evento saltou de cerca de 700 para mais de 3.600 participantes na edição passada. “Para 2026, a expectativa é superar esse volume em cerca de 10%, com foco na qualidade da experiência e na visibilidade da Copa”, conta João Paulo Cavalcante, presidente da FBG.
Além do efeito econômico positivo, a Copa também tem alcance social. Para muitos atletas, especialmente os mais jovens, representa uma grande vivência esportiva em ambiente seguro, acolhedor e tecnicamente estruturado. Para pais, técnicos, árbitros, auxiliares e voluntários, o evento também significa pertencimento, organização e valorização.
As inscrições oficiais foram encerradas em 29 de março e as entidades inscritas terão uma última oportunidade de realizar alterações no quantitativo de inscritos no próximo dia 25 de abril, durante o Congresso Técnico. As inscrições remanescentes poderão ser feitas exclusivamente nessa data. “É fundamental que as associadas levem previamente organizadas as informações sobre quantidade de inscrições adicionais, modalidade, categoria e nível de cada ginasta”, orienta Wesley Machado, diretor administrativo da FBG.
O evento conta com apoio da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer do Distrito Federal, da Secretaria de Estado de Educação do DF e da Confederação Brasileira de Ginástica.
Serviço: Copa Brasília de Ginástica 2026
Data: 23 e 24 de maio de 2026 Local: Colégio Marista, Brasília/DF
A obra intitulada Monumental terá lançamento nos dias 28 e 29 de abril, no Beirute da Asa Sul e na Faculdade de Arquitetura da UnB
O lançamento do livro Monumental, de Carlos Henrique Magalhães de Lima, movimenta a cena cultural do Distrito Federal nos dias 28 e 29 de abril, em Brasília. O evento inclui sessão de autógrafos e debates com a presença do autor. A obra é resultado de uma pesquisa aprofundada sobre o Eixo Monumental de Brasília, um dos espaços mais simbólicos da produção urbanística do século XX.
Com duas atividades de lançamento, Monumental chega ao público como um convite à reflexão sobre o passado, o presente e o futuro da capital federal. No dia 28 de abril, o encontro ocorre no Beirute da Asa Sul, com sessão de autógrafos e venda de exemplares. No dia 29, o lançamento segue para a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (FAU/UnB), onde será realizado um debate com o autor, mediado por Leandro Cruz, com certificação para os participantes inscritos.
Resultado de uma investigação aprofundada, o livro analisa o Eixo Monumental como marco da urbanização moderna e patrimônio mundial da humanidade. Ao articular desenho, arquitetura e história, Carlos propõe uma leitura que evidencia tanto os aspectos construtivos quanto os simbólicos desse espaço central da capital.
Segundo o autor, a concepção da obra teve origem no interesse pelos arquivos públicos do Distrito Federal. “O Arquivo Público do Distrito Federal tem enorme importância nesse percurso. A ideia para o livro surge desse contexto e da curiosidade em investigar os modos de projetar e as técnicas envolvidas na realização de edifícios em um momento muito particular da história da arquitetura”, afirma.
A publicação também destaca o papel das instituições arquivísticas para além da guarda documental, apresentando-as como espaços dinâmicos de produção de conhecimento e de múltiplas leituras sobre a história urbana.
“É um livro que investiga as relações de trabalho, as formas de desenhar e projetar e os modos de colaboração que emergiram na construção dos edifícios monumentais de Brasília. O leitor/leitora encontrará diferentes níveis de leitura, dos desenhos técnicos às fotografias históricas, além de um ensaio contemporâneo que revela contrastes entre épocas e amplia o debate para além da arquitetura”, explica o autor.
O ensaio fotográfico de Joana França, que encerra a obra, estabelece um contraponto visual entre as décadas de construção da cidade e suas dinâmicas atuais, contribuindo para uma leitura contemporânea do território.
Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC), o projeto reforça a importância do incentivo público à produção cultural e à reflexão crítica sobre o patrimônio urbano. Com versões em português e inglês, a publicação investiga as relações entre desenho e arquitetura ao longo da construção da capital, com foco em projetos e obras entre as décadas de 1950 e 1970, a partir de documentos do Arquivo Público do Distrito Federal.
Sobre o autor Carlos Henrique Magalhães de Lima é professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de Brasília (FAU/UnB). Doutor pelo Programa de Pós-graduação em Urbanismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (PROURB-UFRJ), com estágio na École nationale supérieure d’architecture Paris-Malaquais, é autor de “Catedral de Brasília: projeto e obra” (2024). Sua pesquisa investiga as relações entre projeto, desenho e construção, com foco nos edifícios monumentais de Brasília.
Fotos: Joana França
Serviço
Lançamento do livro Monumental
Data: 28 de abril (terça-feira) Local: Beirute Sul Horário: 19h
Data: 29 de abril (quarta-feira) Local: Auditório Jayme Golubov- FAU/UnB (ICC Norte, subsolo- Campus Darcy Ribeiro) Horário: 17h Atividade: Lançamento seguido de debate com o autor, mediação de Leandro Cruz e com certificação da UnB para inscritos
Onde encontrar o livro: Livraria do Chiquinho (UnB- ICC Norte/Ceubinho) Site:https://nada.art.br/ (envio para todo o Brasil)
Valor: R$ 50,00 Editora: Nada- Estúdio Criativo, em coedição com a Estereográfica
Sr Rafig Rustamov, Cônsul do Azerbaijão ao lado da Embaixatriz do Azerbaijão, Sra Farah Aljalova com suas filhas e à direita, a Consulesa, Sra Aytem Rustamova
Brasília recebeu, no dia 24 de abril, uma celebração especial dedicada à cultura do Azerbaijão, reunindo autoridades, convidados e apreciadores da diversidade cultural em um evento marcado por gastronomia, música e intercâmbio internacional.
A iniciativa foi organizada pela jornalista Fabiana Ceyhan, que tem atuado na promoção de pontes culturais entre o Brasil e o país do Cáucaso.
A programação destacou a rica culinária azerbaijana, apresentada em um menu exclusivo preparado pelo chef Halil Ceyhan. Os convidados puderam experimentar pratos típicos que refletem a tradição e os sabores característicos da região, combinando especiarias, carnes e técnicas culinárias ancestrais.
Outro ponto alto da noite foi a apresentação de um dueto azerbaijano radicado em Nova York Rizvan and Roya que trouxe ao público brasiliense um repertório que mescla influências tradicionais e contemporâneas. A performance musical contribuiu para criar uma atmosfera imersiva, aproximando ainda mais os participantes da cultura do Azerbaijão.
O evento contou com o apoio do governo do Azerbaijão, por meio do Comitê da Diáspora, reforçando o interesse em fortalecer laços culturais e institucionais com o Brasil.
A celebração em Brasília evidenciou o papel da diplomacia cultural como instrumento de aproximação entre povos, promovendo o diálogo e a valorização das identidades nacionais em um contexto global.
Evento gratuito mais estiloso da Varanda BSB acontecerá a partir das 11h
A moda circular propõe um ciclo contínuo: em vez de produzir, consumir e descartar, a ideia é reutilizar e revender, reinserindo peças no mercado. Ou seja, a roupa não “termina” quando sai do guarda-roupa de alguém – ela ganha novas vidas. O brechó virou sinônimo de identidade. Os itens deles provenientes são tidos como vintage, exclusivos e portadores de história e valor simbólico.
Com tudo isso em mente é que a produtora Sarah de Vasconcelos promove o It’s Time Brechó como um encontro de “achados”. O evento acontece nos dias 25 e 26 de abril, no anexo do Museu da República, próximo à rodoviária do Plano Piloto, das 11h às 19h. A proposta é oferecer experiências que integrem moda, cultura, arte e gastronomia, estimulando um consumo mais consciente e a valorização de produções autorais.
A programação contará com 20 expositores, entre brechós e marcas independentes, apresentando uma curadoria diversificada. Entre os destaques desta edição está o lançamento da coleção FLUXA, da Urbanoise Jewelry, que traz mercadorias inéditas alinhadas à proposta da marca.
A trilha sonora será comandada por DJs convidados. No dia 25 de abril, às 11h, quem se apresenta é a DJ Sarahecanela. Já no dia 26, no mesmo horário, assume o DJ Chickão.
Além da programação de moda e música, o público encontrará opções gastronômicas variadas, incluindo a venda de cerveja artesanal, doces, lanches e almoço.
A Varanda BSB tem entrada gratuita e está cada vez mais consolidada como espaço de encontro entre diferentes expressões criativas no Distrito Federal. Além disso, seu pet é bem-vindo! Acompanhe mais informações sobre a feira no link: https://www.instagram.com/reel/DXWrmjRBt53/?igsh=MWpoM210NzAxbnFsaQ== .
Serviço:
Evento: It’s Time Brechó (Encontro de Brechós)
Realização: Varanda BSB – Feira Cultural
Quando: 25 e 26/04
Onde: Anexo do Museu Nacional da República SCS (Setor Cultural Sul), Lote 02 – próximo à rodoviária do Plano Piloto
Com patrocínio da Caixa e do Governo do Brasil, evento acontece no sábado, 25 de abril, no ginásio Nilson Nelson, a partir das 20h
À frente do Festival Música Urbana, o Capital Inicial volta a celebrar o aniversário de Brasília com a terceira edição do evento, que acontece em 25 de abril, no Ginásio Nilson Nelson. Ao lado da banda, sobem ao palco Nando Reis e Chico Chico, responsável por abrir a noite, com show a partir das 20h, em uma programação que conecta diferentes gerações do rock nacional.
Criado a partir da memória do histórico show de 1984, que reuniu Capital Inicial, Legião Urbana e Plebe Rude no Colégio Alvorada, o festival resgata a essência daquele encontro que marcou o nascimento do rock brasiliense e atualiza essa conexão com o público.
Após duas edições com ingressos esgotados e mais de 20 mil espectadores, o MúsicaUrbana se consolida como parte do calendário cultural da cidade, reunindo artistas que ajudaram a construir a história do gênero e nomes que representam sua continuidade.
Para esta edição, Nando Reis apresenta o show Nando Hits, revisitando sucessos de sua trajetória, enquanto Chico Chico sobe ao palco com o repertório de seu novo trabalho Let It Burn / Deixa Arde”, ampliando o diálogo entre diferentes momentos da músicabrasileira.
“O Música Urbana é um festival que temos muito prazer em realizar na cidade onde tudo começou. Essa edição será especial, reunindo artistas com quem temos uma história e também nomes que apontam para o futuro”, afirma Dinho Ouro Preto.
O festival acontece em um momento de intensa atividade do Capital Inicial, que recentemente percorreu o país com a turnê Acústico 25 Anos e agora apresenta novos trabalhos, reafirmando sua presença na cena musical brasileira.
Com patrocínio da CAIXA e do Governo do Brasil, o evento também oferece benefícios exclusivos para clientes da instituição. Durante o festival, haverá desconto de 10% no bar e condições especiais na compra de ingressos, com 15% de desconto em lote limitado. A programação contará ainda com ações promocionais da marca ao longo da noite. “Onde tem patrocínio Caixa, tem Governo do Brasil”.
Experiência inédita em Brasília transforma Praça Central em circuito interativo: LEGO® e F1 juntos nessa corrida!
O universo da velocidade ganha uma nova dimensão no ParkShopping, que traz com exclusividade a LEGO® Fórmula 1® Collection a Brasília. A experiência imersiva transforma a Praça Central do PKS em um verdadeiro paddock da F1, combinando entretenimento, criatividade e interação para toda a família. LEGO® Fórmula 1® Collection foi sucesso em cidades como Hong Kong, Melbourne, Las Vegas, Manila, Miami e também nos LEGO® Discovery Centers nos EUA e Europa. A entrada é gratuita. Para brincar, basta agendar dia e horário pelo app Multi.
A imersão criativa fica de 16 de abril a 31 de maio, no ParkShopping. Inspirada nos bastidores da F1, ela convida o público a viver desafios de pit stop, testar reflexos e encarar provas em uma arena lúdica e envolvente. Em meio a cenários instagramáveis e ambientes temáticos, crianças e adultos mergulham por 25 minutos no universo do automobilismo de forma leve e divertida.
Um dos grandes destaques é o Grid de Largada, exposição de três carros de LEGO® Fórmula 1 representando equipes da categoria. “Esse é um ambiente que funciona como uma prévia do universo que será vivido dentro do evento, despertando curiosidade nos visitantes”, conta Anna Aimée Codeço, gerente de marketing do ParkShopping. Com algumas minis máquinas, há também um espaço interativo no qual os modelos ficam disponíveis para brincadeiras, ampliando a experiência dentro do circuito.
Emoção criativa
A programação inclui ainda uma das atividades mais aguardadas: a Oficina Criativa. Nela, as crianças assumem o papel de Diretor Técnico, construindo e personalizando o próprio LEGO® Fórmula 1® car. Depois, no spot Velocidade Real, é hora de colocá-los à prova em pistas físicas montadas no local — uma dinâmica que estimula o raciocínio, a criatividade e o trabalho em equipe, envolvendo também os adultos que acompanham a experiência. E corre que tem mais…
Rapid Repairs: inspirada no pit stop da Fórmula 1, a atividade desafia a garotada a realizar a troca rápida de pneus e, opcionalmente, fazer ajustes no aerofólio do carro LEGO®. Sai na frente quem completar a troca no menor tempo possível. A proposta estimula agilidade, coordenação e trabalho em equipe, simulando uma das etapas mais decisivas de uma corrida de Fórmula 1.
Pista De Corrida LEGO®: um espaço interativo no qual os visitantes conhecem a linha completa dos 10 LEGO® Fórmula 1® teams’ cars. Depois de explorar a exposição, cada participante escolhe seu carro favorito e o coloca na pista de gravidade, acompanhando uma descida cheia de emoção.
Desafio Resistência: uma corrida baseada em movimento na qual os participantes correm sem sair do lugar, diante de uma câmera sensora de movimento, impulsionando seu LEGO® Fórmula 1® car na tela. Quanto mais rápido se movem, mais veloz o carro avança. A proposta é transformar esforço físico em uma corrida digital interativa, unindo diversão, competição e animação do público.
Checkered Zone: após as atividades de corrida, as crianças entram na Checkered Zone para criar o design do próprio rosto de minifigura LEGO® em cartões preto ou branco. Depois, adicionam a um mural quadriculado coletivo.
Reflexo de Campeões: uma mesa de luzes interativa estimula os participantes a testar sua velocidade de reação, apagando as luzes assim que elas acendem. É uma dinâmica divertida, rápida e competitiva, que simula os reflexos exigidos de um verdadeiro piloto de Fórmula 1®.
A LEGO® Fórmula 1® Collectionfunciona de domingo a sexta-feira, das 12h às 20h; aos sábados, das 10h às 22h. É indicada para crianças a partir de 4 anos. A atração reforça o compromisso do ParkShopping em oferecer experiências inéditas e de alto valor agregado ao público brasiliense.
Sobre o Grupo LEGO® – Fundado em 1932, o Grupo LEGO® tem sede em Billund, na Dinamarca, e está presente em mais de 140 países. A missão da marca é inspirar e desenvolver os construtores do amanhã, promovendo o aprendizado por meio da brincadeira e da criatividade. Mais informações: www.legostore.com.br
ParkShopping – Inaugurado em 1983, o ParkShopping é referência na capital do País e conta com um mix diverso e qualificado de marcas, ampla oferta de serviços e excelentes opções de lazer e entretenimento para os brasilienses. Os empreendedores do ParkShopping são Multiplan e Previ, com administração da Multiplan. O PKS foi certificado por dois anos consecutivos no Experience Awards (2023 e 2024), no segmento Shoppings, que recebeu milhares de votos de consumidores. A premiação indica o ranking NPS (Net Promoter Score), uma métrica de lealdade do cliente, e visa reconhecer as empresas com os melhores índices do Brasil em diversos segmentos.
O ParkShopping atende a região que lidera o ranking de PIB per capita nacional. Maior e mais completo shopping de Brasília, o PKS vem contando uma história de sucesso, crescimento e inovação. O shopping representa hoje 3,4% da ABL do Centro-Oeste, segundo a Abrasce, enquanto suas vendas anuais totalizaram 10,4% das vendas totais dos shoppings na mesma região, alcançando R$1,6 bilhão em 2023 e ocupando o quinto lugar no portfólio Multiplan.
Sobre a Multiplan – Fundada em 1974 como empresa full service, a Multiplan é responsável pelo planejamento, desenvolvimento, propriedade e administração de um dos melhores portfólios de empreendimentos do país. Atua estrategicamente no desenvolvimento de shopping centers e imóveis comerciais e residenciais, por meio de projetos multiuso que oferecem conveniência e comodidade aos usuários e geram valor a seus ativos. Desde 2007 na Bolsa de Valores Brasileira, é a maior empresa imobiliária da B3, em valor de mercado.
A Companhia também representa uma das maiores empresas do setor de shopping centers do Brasil. Tem, atualmente, 20 shoppings centers em operação, em 7 estados brasileiros, e gera cerca de 80 mil empregos no país. Hoje, os empreendimentos da Companhia já somam mais de 6 mil lojas, com um variado mix, e recebem aproximadamente 200 milhões de visitas por ano. A Multiplan prioriza em suas propostas o desenvolvimento econômico e social das regiões onde atua e mantém diversos projetos com foco nas comunidades vizinhas às suas construções.
PROGRAME-SE
LEGO® Fórmula 1® Collection
Quando: 16 de abril a 31 de maio
Onde: Praça Central do ParkShopping
Horário:
· De domingo a sexta-feira, das 12h às 20h;
· Aos sábados, das 10h às 22h.
Faixa etária:
A partir dos 4 anos
Evento gratuito
Para brincar, basta reservar dia e horário exclusivamente pelo app Multi.
MinC seleciona 163 projetos e investe R$ 60 milhões para ampliar a presença da produção cinematográfica brasileira em salas de cinema
Seleção contempla propostas de todas as regiões e prioriza diversidade e descentralização dos investimentos
O Ministério da Cultura (MinC), por meio da Secretaria do Audiovisual, divulgou nesta quinta-feira (23), o resultado final do Edital de Comercialização em Cinema. Ao todo, foram selecionados 163 projetos de todas as regiões do país. A iniciativa vai investir cerca de R$ 60 milhões, oriundos do FSA, para ampliar a presença de filmes brasileiros nas salas de exibição e fortalecer o acesso do público às produções nacionais. No total, a chamada recebeu 295 inscrições.
A distribuição dos recursos reforça o compromisso com a descentralização. O eixo Rio de Janeiro–São Paulo concentra 68 projetos, com R$ 29,95 milhões (50% do total). Já as regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste (CONNE) reúnem 52 projetos, somando R$ 16,7 milhões (27,87%). A macrorregião formada por Sul, Minas Gerais e Espírito Santo (FAMES) concentra 43 projetos, somando R$ 13,25 milhões (22,12%). Todas as propostas elegíveis dessas duas últimas macrorregiões foram contempladas.
O edital também implementou ações afirmativas voltadas à diversidade no setor audiovisual. Empresas vocacionadas — aquelas com participação majoritária de pessoas negras, indígenas e pessoas com deficiência — respondem por 22 projetos, com investimento de R$ 7,25 milhões. Desse total, 18 projetos são liderados por pessoas negras (R$ 5,9 milhões) e quatro por pessoas com deficiência (R$ 1,35 milhão). Todas as propostas elegíveis dessas categorias também foram selecionadas.
Dentre os projetos selecionados, 124 obras contam com participação de mulheres cis ou pessoas trans em funções como roteiro, direção e/ou produção, concentrando R$ 44,65 milhões, o equivalente a 74,54% dos recursos.
Para a diretora de Formação e Inovação Audiovisual da Secretaria do Audiovisual, Milena Evangelista, “mais do que um suporte financeiro, essa iniciativa é uma ação de democratização do acesso, permitindo que obras brasileiras cheguem a salas de cinema de todo país e contribuam para a nacionalização e descentralização do audiovisual”.
A próxima etapa será a contratação dos investimentos, com a assinatura de contratos entre as empresas selecionadas e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). O modelo prevê a participação do FSA nas receitas geradas pelas obras.
Para as etapas de contratação e desembolso dos recursos, as empresas proponentes deverão estar em situação regular e adimplentes junto à Ancine. Também estão previstas reuniões de alinhamento com as equipes técnicas da Secretaria do Audiovisual e da Ancine para orientar os procedimentos de formalização das contratações.
No marco da celebração dos 190 anos de relações diplomáticas, realizou-se uma atividade comemorativa que reuniu altas autoridades e representantes do corpo diplomático, com o objetivo de destacar a solidez dos vínculos e promover o fortalecimento da cooperação entre os países.
O evento contou com a presença da embaixadora Gisela Maria Figueiredo Padovan, Secretária de América Latina e Caribe do Ministério das Relações Exteriores do Brasil; do embaixador João Marcelo Galvão de Queiroz, do Departamento DAUC do Itamaraty; da embaixadora Mitzi Gurgel Valente da Costa, Diretora do Instituto Rio Branco; da embaixadora Daniela Benjamin, do Departamento de Integração Regional; e de Paco Brito, da SERINTER do Distrito Federal.
A atividade teve como anfitrião o conselheiro Francisco Mackenney, em representação da Embaixada do Chile, acompanhado pelo corpo diplomático, bem como pelos adidos militares e agrícola.
Durante sua intervenção, Francisco Mackenney destacou os avanços no desenvolvimento do Corredor Bioceânico, bem como o fortalecimento da agenda econômica e comercial entre os países. Ressaltou, ainda, a importância das reuniões e iniciativas projetadas para este ano, com vistas a aprofundar a integração regional e ampliar as oportunidades de cooperação.
No âmbito da cerimônia, foi realizada a plantação de uma árvore da espécie Araucaria angustifolia, como símbolo de amizade e integração. A iniciativa foi replicada na Embaixada do Brasil em Santiago, com a plantação de uma Araucaria araucana, árvore nacional do Chile, reforçando o caráter simbólico e recíproco da celebração.
Adicionalmente, procedeu-se à develação de uma placa comemorativa em cobre, gentilmente doada pela Corporación Nacional del Cobre de Chile (CODELCO), como marco dos 190 anos de relações diplomáticas.
Ao longo do encontro, enfatizou-se o valor do diálogo permanente, da cooperação e da construção de um futuro compartilhado, reafirmando o compromisso conjunto com o fortalecimento das relações bilaterais.
De 29 de abril a 3 de maio, o Cine Brasília será palco da 9ª edição do Brasília International Film Festival (BIFF 2026), consolidado desde 2012, como uma das principais vitrines internacionais para novos realizadores e para o cinema autoral contemporâneo.
Após receber mais de 800 inscrições de diferentes países — via FilmFreeway e site oficial — o festival anuncia sua aguardada seleção de filmes, reafirmando seu compromisso com diversidade estética, narrativas plurais e o fortalecimento do cinema brasileiro.
UM BIFF ACESSÍVEL E POTENTE
Nesta edição, o festival retorna ao formato presencial com um gesto claro de democratização: todas as sessões serão gratuitas.
Para a diretora geral do festival, Anna Karina de Carvalho, o momento marca uma reconexão com o público:
“O BIFF volta presencialmente ainda mais necessário. Optamos por um festival gratuito porque acreditamos no cinema como direito cultural. Queremos o público ocupando o Cine Brasília, vivendo essa experiência coletiva que transforma e conecta.”
Ela também destaca a força da produção nacional na curadoria:
“O cinema brasileiro chega com uma potência impressionante. Temos filmes que nascem da periferia de Brasília, como o do Hungria, e obras que revisitam nossa história com linguagem autoral. É um retrato da diversidade criativa do país.”
E reforça o impacto econômico e cultural:
“Festivais como o BIFF são motores da economia criativa. Geram empregos, movimentam cadeias produtivas e ampliam o acesso a obras que muitas vezes não chegam ao circuito comercial.”
MOSTRA COMPETITIVA: ENCONTROS ENTRE NOVOS TALENTOS E GRANDES NOMES
O cinema brasileiro ganha protagonismo na competição:
• “Revoada – Versão Steampunk”, de Ducca Rios
• “Veias Abertas”, de Fernando Mamari
• “Hungria, A Escolha de Um Sonho”, de Cristiano Vieira e Izaque Cavalcante
Na seleção internacional, o BIFF reúne nomes consagrados e novos olhares:
• “Alpha”, de Julia Ducournau
• “A Sombra do Meu Pai”, de Akinola Davies Jr
· ‘’O roubo’’ / The Theft – Canadá
O curador Miguel Barbieri destaca o equilíbrio da seleção: “Chegamos a uma curadoria que valoriza tanto a força de autores já reconhecidos internacionalmente quanto a descoberta de novos realizadores. É um recorte que dialoga com o presente do cinema mundial, com diferentes estéticas e urgências.”
“A presença de nomes como Julia Ducournau, vencedora da Palma de Ouro em Cannes, ao lado de estreantes como Akinola Davies Jr, mostra exatamente o que o BIFF busca: ser um espaço de encontro entre trajetórias e futuros possíveis do cinema. Também não deixamos de lado o registrado documental, representado por The Theft/O Roubo, sobre as relíquias do Afeganistão que foram saqueadas durante as guerras do país ”
BIFF JUNIOR: CURADORIA JOVEM E OLHAR GLOBAL
Voltada ao público infantojuvenil, a mostra BIFFJunior reforça o caráter formativo do festival, com curadoria liderada pelo ator Théo Medon.
“Participar da curadoria foi uma virada de chave. Sempre fui apaixonado por cinema, mas assistir a filmes do mundo inteiro com esse olhar crítico foi transformador. A gente pensou em histórias que realmente conversam com jovens de hoje.”
“O BIFF Junior não é só sobre experenciar o cinema — é sobre formar público, provocar reflexão e despertar novos olhares desde cedo.”
HOMENAGENS, PARCERIAS E DESTAQUES ESPECIAIS
A edição de 2026 escolheu como homenageada a produtora de filmes GULLANE, empresa considerada uma das maiores do ramo do cinema e séries. A Gullane produziu mais de 80 filmes desde a retomada do cinema brasileiro. O BIFFexibirá 3 longas da GULLANE , incluindo a animação ARCA DE NÓE , que faz parte da mostra BIFF JUNIOR
Uma das grandes homenagens do BIFF em 2026 é para a cineasta brasiliense Cibele Amaral.O festival vai revisitar a obra da diretora , que também desimentou uma trajetória na produção, interpretação e roteiro.
O festival também firma parceria com a Mostra de Cinema Negro Adélia Sampaio, ampliando o debate sobre representatividade.
SESSÕES ESPECIAIS BIFF
Outro destaque é o filme Encruzilhada Sonora , documentário inédito que acompanha onze artistas independentes da periferia de Brasília, revelando dor, conquistas e resistência por meio de uma experiência coletiva imersiva. Dirigido por Márcia Witczak e Vini Spíndola
Em clima de Copa do Mundo, o festival exibe em primeira mão : “Doval: O Gringo Mais Carioca do Futebol”, dirigido por Federico Bardini e Sérgio Rossin, o documentário sobre a vida e carreira do argentino Narciso Horácio Doval, jogador de futebol que se tornou célebre no Rio de Janeiro por um feito inédito: ser ídolo de ambas as torcidas rivais, Flamengo e Fluminense
GRADE – CINE BRASÍLIA
29/04 – ABERTURA
18h – Coquetel de Abertura
20h – Momento Trágico, de Cibele Amaral (Brasil) 17min Classificação A16
Sinopse: Santana está literalmente ferrado! Um quarentão desempregado, que mora na casa da mãe e vive sem dinheiro, até que um acidente de trânsito chega para resolver esses problemas. O amigo Júlio, recém separado de Emília, desconfia que a mulher o deixou porque tem outro. Ele quer que Santana se infiltre no grupo de terapia dela para espionar e descobrir quem é o cara! Santana vai descobrir que na verdade, ele é que precisa de terapia.
Fanon, de Jean-Claude Barny (França) 133min Classificação A16
Sinopse: Baseado na história real de Frantz Fanon, o pensador que ousou enfrentar o sistema colonial francês. Em plena Guerra da Argélia, sua trajetória redefiniu não só a psiquiatria e a luta anticolonial, mas a própria ideia de liberdade. Um filme pulsante sobre coragem, ruptura e o homem cujas ideias moldaram o pensamento que continua ecoando no Brasil e no mundo.
30/04
17h – O Segundo Diário de Paulina P., de Neven Hitrec (Croácia, Sérvia, Eslovênia) 78min Classificação AL BIFF JR
Sinopse: Já faz um tempo desde o último filme sobre Paulina P. e nossa heroína já tem onze anos! Embora os adultos continuem dizendo que esta é a “melhor fase da vida dela”, para Paulina, não parece nada com isso. Na quinta série, ela terá que enfrentar o professor Mirković, um professor de geografia rigoroso e indomável, além de Marta, da turma 5D, a primeira valentona de Paulina. Como se isso não bastasse, ela logo descobrirá que sua querida avó Ljerka sofre de uma doença incomum e incurável. Lutando contra os problemas que a vida traz, Paulina usará mais uma vez sua arma mais forte, charme e imaginação fértil, mas também aprenderá uma lição valiosa: que a vida não se resume apenas a vencer!
19h – Revoada – Versão Steam Punk, de Ducca Rios (Brasil) 81 min Classificação A16Competitiva
Sinopse: “Revoada – Versão Steampunk” acontece numa região semi-desértica do Nordeste Brasileiro a partir da invasão pelas tropas do governo, a famigerada “Volante”, ao acampamento dos destemidos cangaceiros liderados pelo temido Capitão, ocasião em que os soldados comandados pelo vilão Espingarda matam o grande líder e sua companheira Maria. Na margem do rio oposta ao acampamento está o subgrupo liderado pelo respeitado cangaceiro Lua Nova que acompanha de longe o massacre e desde então jura vingar-se, enquanto também torna-se alvo da violenta Volante.
21h – Alpha, de Julia Ducournau (França) 128 min Classificação A16
Competitiva
Sinopse: Alpha, uma adolescente de 13 anos em crise, vive com sua mãe solteira. A realidade delas toma contornos assustadores no dia em que Alpha aparece em casa com uma tatuagem no braço, em meio a uma epidemia de vírus mortal que se espalha petrificando as pessoas. Em competição no Festival de Cannes 2025.
01/05
13h – Vasta Natureza de Minha Mãe, de Inez dos Santos e Thoti 79 min Classificação A16 Mostra Adélia Sampaio
Sinopse: Mãe e filho descobrem juntos como filmar a vida dentro de casa. A trajetória de Inez é percorrida em diferentes tempos, enquanto Aristótelis registra o cotidiano, reinventando e capturando a natureza de sua mãe. A câmera se torna um elo entre o tempo e espaço. Permitindo aos dois a possibilidade de continuar sonhando.
15h – Salum, de TM Malones (Filipinas) 77min Classificação AL BIFF JR
Sinopse: Um casal de pai e filha (ambos excepcionais mergulhadores de vieiras) vendeu um molusco que supostamente continha uma pérola no valor de milhões. Cego por seu desejo insaciável de encontrar outra joia do mesmo valor, o pai toma decisões impensadas comprometendo a única coisa pela qual vale a pena segurar a respiração: sua filha.
17h – Que Horas Ela Volta?, de Anna Muylaert 110 min Classificação A12 Gullane
Sinopse: A pernambucana Val (Regina Casé) se mudou para São Paulo a fim de dar melhores condições de vida para sua filha Jéssica. Com muito receio, ela deixou a menina no interior de Pernambuco para ser babá de Fabinho, morando integralmente na casa de seus patrões. Treze anos depois, quando o menino (Michel Joelsas) vai prestar vestibular, Jéssica (Camila Márdila) lhe telefona, pedindo ajuda para ir à São Paulo, no intuito de prestar a mesma prova. Os chefes de Val recebem a menina de braços abertos, só que quando ela deixa de seguir certo protocolo, circulando livremente, como não deveria, a situação se complica.
19h – Hungria, A Escolha de Um Sonho, de Cristiano Vieira, Izaque Cavalcante (Brasil) Classificação A16 Competitiva
Sinopse: Gustavo da Hungria desafia as regras do rap ao seguir um estilo próprio. Entre críticas, pressão e dificuldades, ele encontra na música a chance de gravar sua primeira demo e reescrever sua história.
21h – The Theft – O Roubo, de Aisha Jamal (Canadá) 85min Classificação A16 Competitiva
Sinopse: The Theft – O Roubo é um documentário de longa-metragem que explora a complexa relação entre museus e conflitos. Tendo como pano de fundo o Afeganistão — um país cuja rica história cultural foi repetidamente marcada por guerras e convulsões políticas —, o filme acompanha a trajetória de um conjunto de painéis de mármore do século XII, saqueados ao longo das décadas de seu local de origem em Ghazni, Afeganistão. Muitos desses artefatos agora estão em importantes museus ao redor do mundo. Sua história se torna uma lente através da qual o filme levanta questões urgentes: Por que os artefatos importam? O que se perde quando os objetos são removidos das culturas que lhes conferiram significado? Esses painéis deveriam ser devolvidos ao Afeganistão, apesar do histórico de destruição do atual regime talibã? Ao entrelaçar as vozes de curadores, atores sociais, especialistas e artistas de diferentes continentes, “O Roubo” promove um diálogo urgente e contemporâneo sobre como o museu pós-colonial poderia ser.
02/05
13h – Mansos, de Juliana Segóvia 20min
Sinopse: Benedita é uma jovem que cresceu com uma marca em seu passado: o assassinato de sua mãe, Tereza. Benedita, agora liderança, fará valer a luta de sua mãe em uma busca incessante por vingança.
Me Farei Ouvir, de Bianca Novais, Flora Egécia 30min Classificação A16 Mostra Adélia Sampaio
Sinopse: Investigação acerca da sub-representação feminina na política brasileira a partir do cruzamento entre narrativas e percursos de mulheres com inspiração política, que conquistaram espaços ecoando suas vozes.
15h – Doval: O Gringo Mais Carioca do Futebol,de Federico Bardini, Sérgio Rossini (Brasil) 82min Classificação A14 Sessão Especial
Sinopse: Doval: O Gringo Mais Carioca do Futebol é um documentário sobre a vida e carreira do argentino Narciso Horácio Doval, jogador de futebol que se tornou célebre no Rio de Janeiro por um feito inédito: ser ídolo de ambas as torcidas rivais, Flamengo e Fluminense. Algo que também se repetiu em seu país natal quando atuou nos clubes San Lorenzo e Huracan. Doval se tornou uma figura reverenciada no Rio de Janeiro, fazendo sucesso não apenas no futebol, mas também na vida social da cidade, o que, inclusive, o permitiu ser diplomado como cidadão honorário em 1973. Uma referência do esporte, Doval: O Gringo Mais Carioca do Futebol é uma homenagem ao sucesso dentro e fora dos campos.
17h – Arca de Noé, de Sérgio Machado e Alois Di Leo (Brasil) 101min Classificação AL BIFF JR
Sinopse: Tom, um guitarrista talentoso e pragmático, e Vini, um poeta romântico e sonhador, são uma dupla carismática e caótica de ratos. Quando o grande dilúvio se aproxima, apenas ummacho e uma fêmea de cada espécie são permitidos na Arca de Noé. Tom consegue entrar, mas Vini fica para fora e conta com a ajuda de uma barata engenhosa e a boa sorte do destino para se juntar ao amigo. Durante a viagem, brigas por território e alimentos se instauram, deixando os animais mais fortes contra os mais fracos. Surge a ideia de um concurso de música, que vira o maior objetivo de todos eles e que faz Tom e Vini, os verdadeiros músicos dali, se destacarem e serem requisitados.
19h A Sombra do Meu Pai, de Akinola Davies Jr (Nigéria) 93min Classificação A16 Competitiva
Sinopse: O filme nigeriano A Sombra do Meu Pai acompanha a vida de Remi e Akin, irmãos que vivem separados do pai desde a crise eleitoral de 1993. Com a oportunidade de viverem ao lado do pai por um dia, os meninos viajam até Lagos, mas testemunham a dura realidade encontrada pelo genitor deles. Cada vez mais perigoso, Folarin (Sope Dirisu) precisa correr para fugir dos conflitos políticos e levar seus filhos para casa outra vez.
21h – Veias Abertas, de Fernando Mamari (Brasil) 75min Classificação A16 Competitiva
Sinopse: Makua, um líder tribal africano, é trazido como escravo para trabalhar nas fazendas de café do Brasil. Com o estalar da Guerra do Paraguai (1864 – 1870), Makua é enviado como Voluntário da Pátria para lutar no confronto em troca de sua liberdade. Na travessia conhece o inescrupuloso Capitão Vesânia e o indígena guarani Perurã. Juntos vivenciam os terrores da guerra no maior confronto armado da história da América do Sul. Ao final de uma sangrenta batalha, um grupo de voluntários foge assassinado um oficial e se apoderando de algumas armas. O pelotão de Capitão Vesania é enviado para capturar os desertores e Makua terá que enfrentar seu passado em troca de sua liberdade.
03/05
13h –Por que você não chora?, de Cibele Amaral 104min Classificação A16 Homenagem Cibele Amaral
Sinopse: Provocador e feminino, o filme “Por que você não chora?” explora a delicada linha entre a vontade de viver e de morrer. Jéssica, uma jovem séria vinda do interior, começa a estagiar como estudante de psicologia e atende Bárbara, uma paciente com Transtorno de Personalidade Borderline. Enquanto Bárbara encontra limites e reconstrói sua vida, Jéssica entra em crise e confronta o próprio vazio existencial. O filme mergulha nas complexidades da saúde mental e do suicídio, revelando o impacto transformador do encontro entre duas mulheres tão distintas.
15h – O Socorro Não Virá, de Cibele Amaral (Brasil) 102 min Classificação A16 Homenagem Cibele Amaral
Sinopse: Já pensou num futuro em que ninguém precisa comer, ninguém tem depressão e os mundos físico e virtual se misturam completamente? Arthur só pensa nisso! Tanto que resolveu chamar sua melhor amiga, Miriam, para fazer esse filme de ficção científica. Enquanto na vida real os dois se descabelam para realizar esse sonho, na história da ficção científica, o protagonista Platane é perseguido pelo misterioso Dr. Schermann que deseja sabotar sua missão.
17h – Encruzilhada Sonora, de Márcia Viviane Witczak, Vini Spindola (Brasil) Classificação AL61 min Sessão Especial
Sinopse: Encruzilhada Sonora acompanha onze artistas independentes da periferia de Brasília, revelando dor, conquistas e resistência por meio de uma experiência coletiva imersiva. Dirigido por Márcia Witczak e Vini Spíndola, o filme explora a interseccionalidade, a economia criativa e o trabalho artístico através de depoimentos íntimos e performances musicais, culminando em um concerto histórico no Teatro Nacional.
18h – O Ano Que Meus Pais Saíram de Férias, de Cao Hamburguer (Brasil) 107 min Classificação A10 Gullane
Sinopse: Em 1970, o Brasil e o mundo parecem estar de cabeça para baixo, mas a maior preocupação na vida de Mauro, um garoto de 12 anos, tem pouco a ver com a ditadura militar que impera no País, seu maior sonho é ver o Brasil tricampeão mundial de futebol. De repente, ele é separado dos pais e obrigado a se adaptar a uma “estranha” e divertida comunidade – o Bom Retiro, bairro de São Paulo, que abriga judeus, italianos, entre outras culturas. Uma história emocionante de superação e solidariedade.
Festival reúne operações gastronômicas, shows de bandas renomadas e entrada solidária em experiência completa nos dias 25 e 26 de abril
O Taguatinga Shopping realiza, nos dias 25 e 26 de abril de 2026, a 6ªedição da Churrascada TGS, evento que ocupa o Estacionamento E do empreendimento com uma proposta de festival urbano que traz uma curadoria com os melhores nomes da gastronomia local, música ao vivo e convivência. Com entrada gratuita mediante 1 quilo de alimento não-perecível, o evento combina gastronomia acessível, programação cultural e ação social.
Consolidada no calendário do Distrito Federal, a Churrascada TGS se posiciona como uma experiência já muito aguardada pelos brasilienses. A iniciativa conecta operações gastronômicas locais, artistas e público em torno de uma programação pensada para diferentes perfis, ao mesmo tempo em que fortalece o TGSSolidário, responsável pela destinação dos alimentos arrecadados.
A curadoria gastronômica desta edição é guiada pelo conceito de street food, com operações que exploram diferentes técnicas de preparo, especialmente o fogo e a defumação, em formatos práticos e acessíveis. O cardápio contempla carnes bovinas e suínas, cortes especiais, hambúrgueres artesanais, sobremesas e influências tex-mex, com preços de até R$ 45.
Entre os participantes estão:
Don Vittório: Reconhecido pela culinária de fogo, Don Vittório se destaca pelos cortes nobres preparados com maestria. Entre os grandes protagonistas do cardápio estão o suculento beef ancho, o brisket defumado lentamente por 12 horas, além da costelinha suína extremamente macia.
Fat Pig – Proteína Suína: Especializado em carne suína, o Fat Pig oferece uma experiência robusta e saborosa, com opções como porco assado, panceta crocante e preparos clássicos que conquistam qualquer paladar, como o tradicional choripán, sempre com aquele toque artesanal.
Inforno: Um espaço versátil que combina sabores e estilos, o Inforno apresenta pizzas artesanais de massa bem trabalhada, burgers suculentos e ainda uma seleção de opções doces que complementam perfeitamente a experiência gastronômica.
Jantão do Gordo: Ideal para quem busca pratos fartos e intensos, o Jantão do Gordo é famoso por sua costela preparada no fogo de chão, trazendo aquele sabor defumado característico, além de outras opções com perfil mais robusto e generoso.
Zaca BBQ: Referência quando o assunto é churrasco de qualidade, o Zaca BBQ oferece uma ampla variedade de cortes especiais, preparados com técnica e cuidado, acompanhados por guarnições que elevam ainda mais a experiência.
061 American BBQ – Tex-Mex: Misturando influências da culinária americana com o tempero mexicano, o 061 American BBQ aposta em pratos como tacos e nachos recheados com carnes defumadas, criando combinações marcantes e cheias de personalidade.
Line Up A programação musical da Churrascada TGS foi cuidadosamente pensada para acompanhar a energia do evento, criando uma trilha sonora dinâmica que evolui ao longo dos dois dias. Entre sets de DJs e apresentações ao vivo, o público é conduzido por diferentes atmosferas musicais do rock ao samba garantindo uma experiência completa que vai além da gastronomia.
Sábado (25/04): DJ Maraskin abre a programação ao meio-dia, com set voltado à ambientação do público. Na sequência, as bandas Minduim e Paulo Mesquita e os Brancos conduzem o line-up com repertórios de rock nacional e internacional. À noite, a Rockbeats assume o palco no horário de maior público, com show de pop e rock. O DJ Maraskin retorna para encerrar o dia.
Domingo (26/04): DJ Maffra conduz a programação ao longo da tarde, com sets contínuos. No meio do dia, a banda Clima de Montanha assume o palco com repertório de samba e pagode. O DJ retorna para encerrar a programação.
O acesso ao evento é gratuito mediante a 1 quilo de alimento não-perecível. Os ingressos devem ser retirados previamente pelo aplicativo do TGS.
Serviço Churrascada TGS – 6ª edição Data: 25 e 26 de abril de 2026 Local: Estacionamento E do TGS Horário: sábado, das 12h às 22h | domingo, das 12h às 20h Entrada: gratuita mediante 1kg de alimento não perecível Ingressos: retirada pelo aplicativo do TGS Classificação: livre Evento pet-friendly
Sobre Taguatinga Shopping: Inaugurado em novembro de 2000, oTaguatinga Shopping é um empreendimento das Organizações PaulOOctavioe da JC Gontijo Engenharia. É um dos maiores centros de compras do Distrito Federal, tendo como principal reflexo a geração de 2,5 mil empregos diretos. A área total construída do empreendimento – que engloba shopping center, duas torres com 330 salas comerciais e seis pisos de estacionamentos com 2,5 mil vagas cobertas – totaliza a marca de 160 mil m² de área construída, que abrigam 250 operações comerciais, com qualificado mix de produtos, serviços e entretenimento, distribuídas em quatro pisos. O empreendimento é importante referência de consumo para toda a família, e recebe público de 1 milhão de pessoas por mês, em média. É o shopping center mais lembrado pela população do DF, segundo pesquisas realizadas pelo prêmio Top of Mind, no qual foi agraciado em 16 edições. Atualmente, desenvolve o projeto TGSSolidário, com diversas ações que promovem a cultura de voluntariado, consciência de cidadania e mobilizam pessoas e recursos para o bem coletivo.
Doações podem ser feitas entre os dias 1º de abril e 31 de maio. Saiba como participar
Com a chegada das temperaturas mais amenas, a solidariedade se torna ainda mais essencial. Pensando nisso, o TGS Solidário deu início, no dia 1º de abril, a mais uma edição da sua tradicional Campanha do Agasalho. A iniciativa segue até o dia 31 de maio de 2026 e tem como objetivo aquecer o inverno de pessoas em situação de vulnerabilidade no Distrito Federal.
Neste ano, a campanha foi antecipada para garantir mais tempo de arrecadação, triagem e organização das doações. A proposta é que a distribuição dos itens ocorra em junho, período em que o frio se intensifica na região, ampliando a efetividade da ação.
Durante todo o período, o Taguatinga Shopping será ponto de coleta para doações de agasalhos, cobertores, mantas, lençóis, meias, gorros, cachecóis, luvas e roupas de frio em bom estado. Os itens arrecadados serão destinados a instituições sociais cadastradas e validadas por meio do site oficial do projeto, contribuindo para o atendimento de diversas comunidades.
A campanha reforça a importância de pequenos gestos que geram grandes impactos. “Sabe aquela peça que está parada no seu armário? Ela pode fazer muita diferença na vida de alguém.” A iniciativa busca incentivar um movimento coletivo de solidariedade, mostrando que todos podem contribuir.
Os interessados em participar podem realizar suas doações na Loja do TGS Solidário, localizada no Piso 3 (entre as lojas Granado e Vans), ou na caixa coletora instalada no Piso 1, ao lado do balcão de informações, facilitando o acesso para o público.
Além da campanha sazonal, o TGS Solidário também atua como ponto fixo de arrecadação ao longo de todo o ano, recebendo doações de alimentos não perecíveis, roupas e acessórios, livros e brinquedos, independentemente de campanhas específicas.
A participação da comunidade é fundamental para o sucesso da iniciativa, que reforça valores como empatia, cuidado e inclusão social.
SERVIÇO Campanha do Agasalho 2026 – TGS Solidário Período: de 1º de abril a 31 de maio de 2026 Local: Loja TGS Solidário (Piso 3, entre Granado e Vans) e caixa coletora no Piso 1, ao lado do balcão de informações – Taguatinga Shopping Horário: de segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h Mais informações: www.tgssolidario.com.br
Sobre Taguatinga Shopping:Inaugurado em novembro de 2000, oTaguatinga Shopping é um empreendimento das Organizações PaulOOctavioe da JC Gontijo Engenharia. É um dos maiores centros de compras do Distrito Federal, tendo como principal reflexo a geração de 2,5 mil empregos diretos. A área total construída do empreendimento – que engloba shopping center, duas torres com 330 salas comerciais e seis pisos de estacionamentos com 2,5 mil vagas cobertas totaliza a marca de 160 mil m² de área construída, que abrigam 250 operações comerciais, com qualificado mix de produtos, serviços e entretenimento, distribuídas em quatro pisos. O empreendimento é importante referência de consumo para toda a família, e recebe público de 1 milhão de pessoas por mês, em média. É o shopping center mais lembrado pela população do DF, segundo pesquisas realizadas pelo prêmio Top of Mind, no qual foi agraciado em 15 edições. Atualmente, desenvolve o projeto TGSSolidário, com diversas ações que promovem a cultura de voluntariado, consciência de cidadania e mobilizam pessoas e recursos para o bem coletivo.
Espetáculo oficial faz quatro apresentações nos dias 25 e 26 de abril no Teatro Unip, na Asa Sul
Após temporada de sucesso em São Paulo, no Rio de Janeiro, e diversas outras capitais brasileiras, incluindo uma passagem por Brasília, o show oficial da premiada série Bluey retorna a capital federal para quatro apresentações. O espetáculo ‘Bluey Ao Vivo – Diversão em Família!’ faz temporada nos dias 25 e 26 de abril, noTeatro Unip, na Asa Sul. Aclamado mundialmente, o desenho animado é produzido pela Ludo Studio, vencedor do Emmy®, e distribuída pela BBC Studios.
Bluey é uma adorável e incansável cachorrinha da raça Blue Heeler, que vive com sua mãe, seu pai e sua irmãzinha, Bingo. Com energia de sobra, Blueytransforma qualquer brincadeira em jogos imprevisíveis e hilariantes, envolvendo toda a família e o bairro em seu universo cheio de imaginação e diversão.
Agora, essa aventura chega aos palcos com uma adaptação teatral original desenvolvida especialmente para a América Latina. O espetáculo conta com um elenco de 14 atores e bailarinos, músicas da série e os dubladores oficiais brasileiros do desenho.
“Bluey Ao Vivo – Diversão em Família!” oferece uma experiência imersiva que transporta o público diretamente para o coração da família Heeler. Na história, Bluey e seus familiares transformam cada cômodo da casa em um palco de brincadeiras e descobertas. Em cada espaço, situações divertidas reforçam a importância da união. Ao longo do espetáculo, os fãs são convidados a refletir sobre os valores da convivência em família, do apoio mútuo e da alegria de brincar. O show oficial brasileiro é resultado de uma parceria BBC Studios, Lotus Global e Turbilhão de Ideias.
Para Gustavo Nunes, diretor da Turbilhão de Ideias, “a realização de Bluey Ao Vivo – Diversão em Família!, em uma parceria inédita com a Lotus Global, a BBC e a Ludo, representa um passo importante para o entretenimento familiar no teatro brasileiro. Essa união de marcas globais com a excelência da produção local traz a magia de uma das séries infantis mais queridas do mundo para os palcos do país. Mais do que diversão, o projeto valoriza a convivência em família. Trazer essa produção internacional para Porto Alegre, minha cidade natal, reforça o cenário cultural gaúcho e retribui o carinho do público local com um espetáculo de magnitude global.”
O espetáculo também oferece experiências especiais para o público, como a sessão de fotos com os personagens ao final da apresentação, exclusiva para quem adquirir ingressos do setor Plateia VIP. Além disso, a apresentação contará com recursos de acessibilidade, incluindo audiodescrição e intérprete de Libras em sessão específica, reforçando o compromisso com a inclusão.
Sobre Bluey™
Produzida pela Ludo Studio, Bluey é uma série que celebra a imaginação e o brincar, centrada em uma família de cães da raça Blue Heeler. O programa é transmitido pela ABC na Austrália e globalmente por Disney Channel, Disney Jr. e Disney+. No Brasil, a série também é exibida na TV Cultura.
Sobre a Ludo Studio
A Ludo Studio é um estúdio australiano vencedor dos prêmios BAFTA, diversos Emmy®, Logie e Peabody, além de ter sido reconhecido como uma das Empresas Mais Influentes de 2024 pela TIME. O estúdio cria e produz obras originais de drama roteirizado, animação e histórias digitais, desenvolvidas por talentos locais excepcionais, distribuídas globalmente e amadas por públicos de todo o mundo. ludostudio.com.au
Sobre a BBC Studios Kids & Family
A BBC Studios Kids & Family faz parte do grande universo de conteúdos da BBC Studios – uma empresa do Grupo BBC que cria, investe e distribui programas pelo mundo todo. Especialista no que prende a atenção do público jovem, a BBC Studios Kids & Family descobre e desenvolve projetos incríveis, transformando-os em sucessos globais. A equipe cuida de tudo, desde a ideia inicial até a produção, investimento, gestão de franquias e distribuição.
O catálogo da divisão é bem variado e inclui algumas das franquias mais populares e premiadas do mundo, como Bluey, Hey Duggee, Hey Duggee Squirrel Club, DeadlyMission Shark, Andy’s Amazing Adventures, Supertato e Popularity Papers, que já ganharam prêmios como BAFTA e Emmy Internacional. Além desses, também hánovidades como Rafi the Wishing Wizard, Stan Can, Peter and the Wolf e Picklestorm, além de clássicos da TV britânica, como Blue Peter, The Dumping Ground, JoJo & Gran Gran, The Beaker Girls, Lagging e CBeebies: Shakespeare at the Globe. Os programas da BBC StudiosKids & Family são transmitidos em canais e plataformas conhecidas no mundo todo, como CBeebies, CBBC, Disney, ABC Australia, Tencent China e Nickelodeon.
Sobre a Lotus Global Marketing
Com mais de 35 anos de atuação no mercado, a LOTUS GLOBAL é uma organização de marketing que atua no Brasil e America Latina, explorando oportunidades envolvendo licenciamento, promoções, merchandising, entretenimento e experiências temáticas, produções de shows e espetáculos para TV, teatro e eventos.
O escritório brasileiro conta com 25 executivos e colaboradores diretos e uma centena de terceirizados, sendo o maior da região, possuindo normas estritas e procedimentos profissionais de atuação nos seus negócios, no sentido de assegurar o mais alto nível e qualidade nos serviços prestados pela organização.
A empresa atua representando grandes marcas e organizações dentre elas BBC e o fenômeno BLUEY, Peanuts Worldwide para Snoopy e sua turma, Wildbrain e o sucesso de décadas Moranguinho, Grupo Chespirito para os queridos personagens Chaves e Chapolim, Animaj e Pocoyo, etc…
A divisão de entretenimento, experiências temáticas e produção de shows e espetáculos é uma das mais representativas do grupo, tendo crescido a ponto de se tornar uma das principais fontes de receitas e geradoras de oportunidades ao grupo, contribuindo ainda para a geração de empregos para diversos profissionais da área.
Focada na produção de espetáculos para toda a família, abrangendo públicos do pré-escolar às crianças – meninos e meninas – de 6 a 10 anos, o grupo já produziu centenas de espetáculos no Brasil, produções estas ganhadoras de prêmios internacionais e qualificadas dentro do mais alto padrão de qualidade, estreladas pelos mais queridos personagens infantis.
Sobre a Turbilhão de Ideias
A Turbilhão de Ideias atua desde 2008 na concepção, execução e circulação de seus projetos por todo o Brasil. Suas produções são sucesso de público e crítica, reconhecidas por indicações e mais de 30 prêmios conquistados, no Brasil e no exterior. A Turbilhão de Ideias realiza projetos para todas as idades em vários segmentos do mercado de entretenimento. Já realizou produções em todos os 27 estados brasileiros e em 6 países (Europa e América Latina).
Produziu o Festival Som Brasileiro, que apresentou um panorama sobre a música brasileira, em 3 dias de atrações no Rio de Janeiro. Entre seus projetos mais renomados, destacam-se “Cássia Eller – o Musical”, o filme “Maria – ninguém sabe quem sou eu”, sobre a vida de Maria Bethânia, “O Rei do Rock – o musical”, sobre a vida de Elvis Presley, “VITAL, o musical dos PARALAMAS” e mais outros 50 projetos culturais. Ao longo de 17 anos, suas produções já alcançaram um público superior a 3 milhões de espectadores.
Ficha técnica
Direção Artística e Texto Adaptado: Esteban Grossi
Diretor de Coreografias: Cezar Rocafi
Diretores de Produção: Gustavo Nunes e Célia Rafael
Elenco: Andy Cruz, Milene Alveia, Rodrigo Marques, Júlio Félix, Gabriela Fenalti, André Habacuque, Gui Figueiredo, Vitor Moraes, Carina Coutinho, Daniela Elias, Luiza Almero, Renata Cristina, Helio Junior e Isabella Esaudito
Gestão de Projetos: Rose Dalney
Coordenador de Produção: Marcos Rinaldi
Coordenação de Marketing: Rodrigo Medeiros
Cenotécnica: Casa Malagueta
Figurinos: Samantha Macedo
Produtores de Objetos Cênicos: Clau Carmo e Mundo Temático
SERVIÇO:
BLUEY AO VIVO – DIVERSÃO EM FAMÍLIA! Em Brasília | Show OFICIAL
Local: Teatro Unip
Endereço: SGAS 913 – Campus da Universidade Unip,Asa Sul, Brasília – DF
Data: 25 e 26 de abril (sábado e domingo)
Horário: às 15h e às 18h
Classificação: livre
Política de colo – Crianças de até 2 anos (24 meses) não pagam, desde que permaneçam no colo do responsável.
Ingresso: a partir de R$25,00
Acessibilidade
Sessão com recursos de acessibilidade (audiodescrição e intérprete de Libras): sábado, dia 25/4, às 15h.
Capacidade do teatro: 508 lugares | 8 espaços para cadeirantes
VALORES:
Setor VIP: R$ 240,00 inteira e R$ 140,00 meia-entrada Setor A: R$ 200,00 inteira e R$ 100,00 meia-entrada Setor B: R$ 50,00 inteira e R$ 25,00 meia-entrada
Descontos
Clientes Caixa Vida e Previdência têm 40% de desconto mediante validação de código promocional, válido para compras online ou na bilheteria, em todos os setores.
Vendas no site Sympla -https://bileto.sympla.com.br/event/117980/d/373155
Vendas presencial na Belini Pani&Gastronomia: CLS 113 Bloco D Loja 35/36, Asa Sul, e na bilheteria do teatro nos dias das apresentações a partir das 14h.
Meia entrada de acordo com as leis vigentes no DF
Experiência Plateia VIP (Meet & Greet)
Clientes do setor Plateia VIP terão direito à sessão de fotos com os personagens ao final do espetáculo. A participação é limitada a até 30 pessoas por sessão. Após a apresentação, o público desse setor deverá permanecer em seus assentos para orientações da equipe de produção.
Acesso após início
Não será permitida a entrada após o início do espetáculo. Em casos excepcionais, mediante autorização da produção, o espectador poderá ser acomodado em outro assento disponível, sem garantia do lugar originalmente adquirido.
Na foto, as atrizes Idylla Silmarovi, Verónica Valenttino e Jessyca Meyreles(da esquerda para a direita) e o ator Cris Meirelles (à frente), em cena de Sonho Elétrico. Crédito da foto: Edgar Kanaykõ Xakriabá
Com texto original e direção de Marcio Abreu, o espetáculo, criado em diálogo com a obra do neurocientista Sidarta Ribeiro, traz uma reflexão sobre a importância de sonhar coletivamente com o futuro da vida e dá continuidade à pesquisa da companhia sobre questões relativas à memória, sonho e história
Visto de cabeça para baixo, esse mundo torto pode ter jeito”, escreveu Sidarta Ribeiro em seu livro Sonho Manifesto, que foi um dos pontos de partida para a pesquisa e criação da peça Sonho Elétrico, que chega ao Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) e cumpre temporada de 16 de abril a 3 de maio de 2026, de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 18h. Com texto e direção de Marcio Abreu e produçãoda companhia brasileira de teatro, que está celebrando seus 25 anos de atividades ininterruptas, o espetáculo tem o elenco formado pelos artistas Verónica Valenttino, Jessyca Meyreles, Idylla Silmarovi e Cris Meirelles, e a presença do pianista Luís Chamis em cena. Os ingressos, a R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia), podem ser adquiridos a partir de 8 de abril de 2026 pelo site ccbb.com.br/brasilia e na bilheteria do CCBB Brasília. O espetáculo não é recomendado para menores de 16 anos. Estão programadas duas sessões com Intérprete em LIBRAS aos domingos, nos dias 19 e 26 de abril.
Em Sonho Elétrico, uma artista e integrante de uma banda (Verónica Valenttino) é atingida por um raio. Em estado de coma, a protagonista navega pelo limiar entre vida e morte, explorando memórias, sonhos e a possibilidade de despertar para uma nova chance. A narrativa se desenvolve como um percurso sensível na mente de uma artista, servindo como metáfora para a iminência do fim e as oportunidades de transformação que podemos ter enquanto comunidade planetária.
A peça, em diálogo com a obra e a interlocução de Sidarta Ribeiro, neurocientista, capoeirista e escritor brasileiro, tem como ponto de partida seu livro Sonho Manifesto: Dez exercícios urgentes de otimismo apocalíptico, no qual compartilha conhecimentos de cientistas, pajés, xamãs, mestras e mestres de saber popular, artistas e inventores que nos lembram da importância de sonhar e agir coletivamente para o futuro do planeta. Também é a continuidade da pesquisa da companhia brasileira de teatro sobre o sonho, a História e a memória, individual e coletiva, iniciada em seu espetáculo anterior, AO VIVO [dentro da cabeça de alguém] (2024).
“O autor consegue articular através de uma linguagem direta e acessível um conjunto de proposições e de temas muito diversos, atuais e urgentes. Essa capacidade de diálogo com as pessoas e com a sociedade plural na qual vivemos é o principal ponto de convergência entre o pensamento de Sidarta Ribeiro e o que buscamos nessa peça: uma obra fundamental para consolidar a importância social da arte e seu potencial transformador, que revisita o passado e inspira ações para o futuro, agora”, comenta Marcio Abreu.
Sonho Elétrico é uma pesquisa, criação e produção dos membros da companhia brasileira de teatro: Marcio Abreu, Nadja Naira, Cássia Damasceno e José Maria. Com equipe diversa de multiartistas e parceiros colaborativos da companhia, conta com as colaborações criativas de: Key Sawao, bailarina e artista da cena, e que assina a direção de movimento da peça; trilha sonora original e direção musical do multi-instrumentista e compositor Felipe Storino, com colaboração da compositora e cantora Juliana Linhares; assistência de direção do ator, bailarino e pesquisador Fábio Osório Monteiro; figurinos do estilista e criador mineiro Luiz Cláudio Silva e seu Apartamento 03.
A Gênese do Projeto
Sonho Elétrico é fruto de um processo criativo que se desenvolveu a partir da plataforma Voo Livre, criada em 2023 pelos artistas e produtores Marcio Abreu, Cássia Damasceno, Nadja Naira e José Maria. A relação da companhia brasileira com Sidarta Ribeiro e com temas relacionados ao sonho vem se desenvolvendo em diversos momentos, desde as pesquisas para a criação da peça Sem Palavras, que estreou na França em setembro de 2021. O neurocientista participou de três momentos importantes da plataforma: primeiro, em cena, no acontecimento Voo Livre – Futuros, em outubro de 2023, no Teatro de Arena do Sesc Copacabana, no Rio de Janeiro. Em junho de 2024, volta à cena na reedição de Futuros no Teatro do Sesc Pompéia, em São Paulo. Nesta ocasião, Sidarta também colaborou na residência artística Voo livre – Sonho Manifesto, direcionada a 30 jovens artistas de linguagens diversas, no Galpão do Sesc Pompeia, orientada por Marcio Abreu e a companhia brasileira de teatro, junto a artistas convidados, como Key Sawao, Cristina Moura, Kenia Dias e Helena Vieira. E, numa terceira edição, já chamada de Voo livre – Sonho Elétrico, no CPT – Sesc Consolação, como convidado e palestrante, com a equipe criativa do espetáculo e mais 15 artistas assistentes.
FICHA TÉCNICA
Texto e Direção: Marcio Abreu
Pesquisa e Criação: Marcio Abreu, Nadja Naira, Cássia Damasceno e José Maria
Elenco e criação: Verónica Valenttino, Jessyca Meyreles, Idylla Silmarovi e Cris Meirelles
Interlocução teórica e criativa: Sidarta Ribeiro
Direção técnica, Iluminação e assistência de direção: Nadja Naira
Direção de produção e administração: Cássia Damasceno e José Maria
Direção Musical e Trilha Sonora Original: Felipe Storino
Colaboração Criativa Musical: Juliana Linhares
Direção de Movimento e colaboração criativa: Key Sawao
Assistência de direção e colaboração criativa: Fábio Osório Monteiro
Música “Armadilha”: Juliana Linhares e Caio Riscado
Música “Emaranhada”: Juliano Holanda
Música “Sonho Elétrico”: Juliana Linhares e Marcio Abreu
Pianista em cena: Luís Chamis
Figurinos: Luiz Cláudio Silva | Apartamento 03
Cenografia: Marcio Abreu, José Maria e Nadja Naira
Assistência de dramaturgia e colaboração criativa: AislanSalomão
Assistência de produção e arte: Taís Morgado
Design e técnico de som: Felipe Storino
Técnicos de luz e programação: Ricardo Barbosa e Sibila Gomes
Assistência de cenografia e desenhos técnicos: Luana Gattoni
Execução cenográfica: Douglas Caldas e Alexander Peixoto da Silva
Cenotécnico e Maquinista: Alexander Peixoto da Silva
Camareira: Cristiane Ferreira da Silva
Fotos e vídeos da Residência Voo Livre | Sonho Manifesto – Sesc Pompeia: Cacá Bernardes
Fotos do Processo Criativo e Espetáculo Sonho Elétrico: Ethel Braga
Fotos do espetáculo | CCBB BH: Edgar KanaykõXakriabá
Programação Visual: Pablito Kucarz
Mídias Sociais: Kalindi D’Elia
Imagens e Registro Videográfico SP: Elisa Mendes
Imagens e Registro Videográfico BH: Felipe Alicate
Assessoria de Imprensa em Brasília: Carla Spegiorin| Âncora Comunicação
Produção local em Brasília: Milca Luna | Maré Cheia Produções
Criação e produção: companhia brasileira de teatro
Sobre a companhia brasileira de teatro
A companhia brasileira de teatro é um coletivo de artistas de várias regiões do país, fundado pelo dramaturgo e diretor Marcio Abreu em 2000, em Curitiba (PR). Sua pesquisa é voltada, sobretudo, para novas formas de escrita e para a criação contemporânea. Entre suas principais realizações estão peças com dramaturgia própria, escritas em processos colaborativos e simultâneos à criação dos espetáculos, como PRETO (2017); PROJETO BRASIL (2015); Vida (2010); O que eu gostaria de dizer (2008).
Há ainda uma série de criações a partir da obra de autores inéditos no país, como uma adaptação da obra Platonov,de Anton Tchekov, intitulada POR QUE NÃO VIVEMOS?(2019); a peça Krum (2015), de Hanock Levin; Esta Criança (2012), de Joël Pommerat; Isso te interessa?(2011), a partir do texto Bon, Saint-Cloud, de NoëlleRenaude; Oxigênio (2010), de Ivan Viripaev, Apenas o fim do mundo (2006), de Jean Luc Lagarce; Suíte 1 (2004), de Phillipe Myniana.
Suas criações mais recentes são SONHO ELÉTRICO(2025), AO VIVO [dentro da cabeça de alguém] (2024) e SEM PALAVRAS (2021), todas com texto e direção de Marcio Abreu.
A companhia realiza ainda frequentes intercâmbios com outros artistas no país e no exterior, mantém um repertório ativo e circula com frequência pelo Brasil e Europa. O núcleo criativo da companhia é composto por Marcio Abreu [direção, dramaturgia, direção artística], Nadja Naira [atriz, iluminadora, coordenação técnica], Cássia Damasceno [atriz, administração] e José Maria [direção de produção].
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizadas exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Acessibilidade
A ação Vem pro CCBB conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional.
O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van | De quinta a domingo
Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h
Data: de 16 de abril a 3 de maio de 2026, quinta a domingo
Horário: quinta, sexta e sábado, às 20h; domingo, às 18h
Duração: 90 minutos
Local: Teatro I do CCBB Brasília – SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF
Ingressos: Ingressos: R$ 15 (meia entrada) e R$ 30 (inteira) disponíveis no site bb.com.br/cultura ou na bilheteria do CCBB Brasília., sempre às quartas-feiras da semana anterior às apresentações, a partir das 12h.
Estudantes, maiores de 65 anos e clientes Ourocard pagam meia entrada.
Classificação indicativa: 14 anos
Capacidade: 327 lugares | O Teatro possui áreas para cadeiras de rodas, assentos especiais para obesos e rampas. Haverá sessões com Intérprete em LIBRAS nos dias 19 e 26 de abril.
Este espetáculo é realizado pelo Centro Cultural Banco do Brasil e Governo do Brasil – do lado do povo brasileiro.
CCBB Brasília
Funcionamento: De terça a domingo, das 9h às 21h
Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF
O New Mercadito prepara um domingo especial para quem busca boa música, gastronomia de qualidade e experiências únicas na capital. Neste fim de semana, a casa recebe a cantora Bell Lins, artista conhecida por sua participação no The Voice Brasil e por sua voz marcante, que promete embalar o público em uma apresentação envolvente ao pôr do sol.
A proposta é transformar o tradicional domingo em um momento memorável, reunindo ambiente acolhedor, repertório musical de alto nível e um cardápio de drinks autorais que se destaca como um espetáculo à parte. Entre as opções, estão criações como Ópera, Aperol, Empire State, o clássico Cozumel, o exclusivo Moscow Mule da casa e uma novidade com jabuticaba, que reforça a originalidade da experiência.
Com atmosfera descontraída e ao mesmo tempo sofisticada, o New Mercadito se consolida como um dos pontos de encontro para quem deseja aproveitar o fim de semana em grande estilo, unindo música ao vivo, coquetelaria criativa e boa gastronomia em um só lugar.
Serviço Funcionamento: todos os dias, a partir das 11h Instagram: @newmercadito
Mostra da fotógrafa Ana Lima ocupa o Museu dos Correios de 25 de abril a 14 de junho, com retratos e depoimentos de pessoas que usam o único banheiro público do Setor Comercial Sul
No coração do Setor Comercial Sul, entre os fluxos do comércio, de escritórios e o concreto planejado de Brasília, há um banheiro que se tornou muito mais do que um equipamento público. Reformado durante a pandemia, o espaço é o único do tipo na região e atende diariamente centenas de pessoas em situação de vulnerabilidade, trabalhadores ambulantes, transeuntes moradores e pessoas em situação de rua. É lá que a fotógrafa Ana Lima encontrou os onze protagonistas da exposição “Faces”, que entra em cartaz no Museu dos Correios de 25 de abril a 14 de junho, com entrada gratuita.
A mostra reúne retratos em grandes formatos, acompanhados de depoimentos em áudio acessíveis por QR Code — uma experiência imersiva que devolve protagonismo a quem a cidade muitas vezes insiste em não enxergar.
“O que me dói muito ainda hoje em dia, diariamente, é o preconceito da sociedade”, diz Laila, mulher trans travesti que viveu mais de uma década em situação de rua e hoje trabalha no Instituto No Setor, organização que mantém o banheiro comunitário. O relato dela é um dos que ecoam na exposição: “As pessoas que vivem em situação de rua respeitam mais a gente, travesti, do que a sociedade em si.
Rostos, marcas e vozes
Diferente de um ensaio documental tradicional, “Faces” aposta no close. Sem paisagens, sem cenários — apenas os rostos, a pele, os olhos, os traços que o tempo e a vida inscrevam em cada um. Ao lado, os áudios trazem o que a imagem não pode mostrar sozinha: a palavra em primeira pessoa, sem mediações. A exposição tem produção da Santa Luz, apoio do Museu Correios, realização do MNI – Instituto de
Desenvolvimento Social, PNAB – Política Nacional Aldir Blanco, SECEC DF e Governo do Brasil – do lado do povo brasileiro. “O maior medo é de você deitar e não acordar, sabe por quê? Pela violência. Por alguém que tem revolta”, conta um dos participantes, professor aposentado que vive nas ruas desde 2017. Ele fala sobre a intranquilidade de dormir de cabeça embrulhada, o medo de ser confundido com outra pessoa, a dificuldade de acessar direitos básicos. Outro depoente, Paulo, pernambucano que passou três anos em situação de rua, relembra: “Já vi pessoas passarem e jogar copo de cerveja no rosto de pessoas que estavam deitadas. ”Para Paulo, a exposição é também um lembrete de que o caminho fora da rua é possível — mas exige acolhimento.“Se hoje eu tô trabalhando, se hoje eu tô no meu aluguel, é porque teve pessoas que acreditaram em mim e me deram oportunidade. É isso que a rua precisa: gente que acredite nelas, que dê oportunidade e abra a porta.”
Um banheiro, uma cidade, um projeto
Idealizada por Ana Lima — fotógrafa com mais de 30 anos de carreira, colaboradora da Editora Abril e produtora do longa Indianara, documentário de 2019 exibido em Cannes que acompanha Indianara Alves Siqueira, militante que luta pela sobrevivência das pessoas transgênero no Brasil – a exposição nasce de uma inquietação: como tornar visível o que a cidade planejou para ser ignorado? “Brasília tem uma relação particular com o que não pode ser visto”, escreve o diretor criativo Pedro Matallo no texto que acompanha a mostra.
“No Setor Comercial Sul, existe um único banheiro público. Parece pouco, mas é muito. Por vinte anos, o espaço ficou fechado. Foi reaberto durante a pandemia, quando a crise sanitária tornou impossível ignorar que havia centenas de pessoas sem acesso a água, a um espelho, a condições mínimas de higiene. ”O banheiro, que funciona com doações da comunidade, atende cerca de mil pessoas por semana. Sua continuidade, porém, nunca é garantida.
“Faces” se propõe, além de dar voz a essas pessoas, a mobilizar a sociedade para a manutenção desseserviço essencial.
O olhar do curador
Para o fotógrafo e professor da FAC/UnB, Marcelo Feijó, curador da exposição, as imagens de Ana Lima vão além do registro documental: “O foco está nos olhos que brilham! E nos devolvem a luz em múltiplas perguntas: quem somos nós? Quem são vocês? Nós existimos?” Feijó destaca a escolha estética da mostra, que se opõe ao excesso contemporâneo: “Não há retórica nas imagens, não há ornamentos, não há efeitos especiais. Há apenas o essencial, o ato fotográfico em diálogo com os depoimentos, na sua pureza primordial. O desejo de revelar o outro!”
Sobre o impacto da montagem em grandes formatos sobre acrílico, o curador acrescenta com ironia e sensibilidade uma referência ao carnavalesco Joãozinho Trinta: “É luminosa sofisticação… como que a sussurrar o recado do mestre: ‘Quem gosta de miséria é intelectual. Pobre gosta mesmo é de luxo’. Luxo para todos. Um pouquinho que seja. Amém.
Da galeria para a rua
Além da ocupação no Museu dos Correios, o projeto ganha as ruas de Brasília: cerca de 200 cartazes com os retratos serão espalhados do centro às regiões periféricas, numa intervenção urbana que tensiona a relação entre visibilidade e indiferença.
Os depoimentos em áudio, disponíveis por QR Code, trazem ainda relatos como o de João, que perdeu o emprego na pandemia e passou a viver no Setor
Comercial Sul. Ele fala sobre os laços que se formam no território: “Ontem mesmo eu ajudei uma menina ali, ela tava sem comida. Aí eu falei: senta numa mesa que eu vou pagar pra você, mas eu quero ver você almoçando. Porque eu sei pra quê que você quer o dinheiro.”
Para Ana Lima, “Faces” é, acima de tudo, um convite à conexão humana. “Não se trata apenas de ver, mas de descobrir que, independente de nossas circunstâncias, compartilhamos as mesmas necessidades de dignidade, afeto e pertencimento” afirma.
A exposição conta com recursos de acessibilidade, incluindo audiodescrição.
Produção da Santa Luz, apoio do Museu Correios, realização do MNI – Instituto de Desenvolvimento Social, PNAB – Política Nacional Aldir Blanco, SECEC DF e Governo do Brasil – do lado do povo brasileiro.
Ana Lima é formada em Comunicação Social pela Universidade de Brasília (UnB).
Com mais de três décadas de trajetória, atuou nas áreas de moda, beleza e gastronomia, colaborando com a Editora Abril por mais de dez anos. No audiovisual, produziu e dirigiu filmes autorais e institucionais, sendo produtora do longa Indianara (2019), selecionado para o Festival de Cannes. É autora das imagens do livro Telma da Babilônia, premiado no Best Cookbook Awards 2025. Atualmente, dirige o curta documental Prata 70, filmado em Pirenópolis (GO). fotógrafa Ana Lima. O foco está nos olhos que brilham! E nos devolvem a luz em múltiplas perguntas: quem somos nós? Quem são vocês? Nós existimos? Qual é o nosso lugar nesta cidade? Neste mundo? Perguntas e respostas se misturam num jogo de espelhos.
O cenário é o Centro da cidade, um de seus paradoxos: a anti-Brasília fica na área mais nobre da capital. Pessoas transitam e buscam sobreviver às dificuldades num ambiente que não poupa esforços para excluí-los. Mas, de repente, alguns recalcitrantes buscam restituir a utopia do projeto original e compartilhar possibilidades de resistir ao simplesmente oferecer o básico, tantas vezes negado pelos poderes constituidos, o direito ao mínimo, um banheiro em condições de uso.
Em tempo de excessos – excessos de imagens, de sons, de informações – Ana Lima busca outro caminho. É um mergulho sem desperdício, direto e objetivo. Não há retórica nas imagens, não há ornamentos, não há efeitos especiais. Há apenas o essencial, o ato fotógrafico em diálogo com os depoimentos, na sua pureza primordial. O desejo de revelar o outro! Tudo na melhor tradição da fotografia documental.
A forma de apresentar o resultado expande todos limites para ressaltar o singelo. É luminosa sofisticação, nas belas impressões montadas em acrílico como que a sussurar o recado do mestre Joãozinho Trinta: “Quem gosta de miséria é intelectual. Pobre gosta mesmo é de luxo”. Luxo para todos. Um pouquinho que seja. Amém. Marcelo Feijó – fotógrafo e professor na FAC/UnB
Plataforma conecta políticas, territórios e oportunidades e aproxima criadores das ações do Ministério da Cultura
Na semana em que se celebra o Dia Mundial da Criatividade, o Ministério da Cultura lança o Portal Brasil Criativo, uma nova plataforma digital, dentro do site do MinC, que marca um passo estratégico na consolidação da economia criativa como vetor de desenvolvimento no país. Pensado pela Secretaria de Economia Criativa, a plataforma nasce como um espaço de conexão, informação e articulação para trabalhadores, empreendedores, gestores públicos e todos os interessados na cultura e na criatividade brasileiras.
A iniciativa reúne, em um único ambiente, conteúdos, diretrizes e oportunidades voltadas ao fortalecimento do setor, além de ampliar o diálogo com a sociedade. “O Portal Brasil Criativo é mais do que uma plataforma digital. É um espaço de encontro, escuta e construção coletiva. Queremos aproximar a política pública das pessoas, garantindo que trabalhadores e trabalhadoras da cultura tenham acesso à informação, às oportunidades e possam participar ativamente desse processo”, afirma a secretária Cláudia Leitão.
Com navegação intuitiva e organizada por eixos estruturantes, o portal apresenta os principais pilares da Política Nacional de Economia Criativa – Brasil Criativo: financiamento e fomento; mercados e empreendedorismo; territórios; formação; e estudos e pesquisas. Esses pilares orientam as ações da Secretaria e refletem o esforço institucional realizado ao longo do último ano para atender a uma demanda histórica do setor, consolidada durante a última Conferência Nacional de Cultura.
Nesse sentido, também funciona como um espelho vivo da construção dessa política pública. Nele, os usuários podem acompanhar os princípios, diretrizes, objetivos e até um glossário comum sobre economia criativa, alinhado a referências internacionais como a Unesco, contribuindo para a unificação de conceitos e o fortalecimento de uma linguagem compartilhada no campo.
Entre os destaques da plataforma está o acompanhamento do Fórum Brasil Criativo, iniciativa que percorre as cinco regiões do país promovendo escuta ativa e construção participativa da política. O portal reúne conteúdos como palestras de abertura e as cartas finais elaboradas em cada região, consolidando esse processo colaborativo.
No eixo de Mercados e Empreendedorismo, o portal apresenta ações voltadas à articulação entre empreendedores e investidores, incentivando a circulação e comercialização de bens e serviços culturais e criativos. A proposta é ampliar oportunidades de negócios, fortalecer redes produtivas, impulsionar a profissionalização e promover a inserção da produção brasileira em mercados nacionais e internacionais, sempre com base na diversidade cultural e na sustentabilidade.
Já no botão Territórios Criativos, o foco está nas estratégias de desenvolvimento local e regional a partir das identidades culturais. O portal evidencia como a criatividade, aliada à participação social, pode gerar trabalho decente, renda e impacto social positivo. Iniciativas como o programa Rouanet Territórios ganham destaque, reforçando o papel dos territórios como base viva da economia criativa.
O eixo de Fomento e Financiamento reunirá informações sobre mecanismos de investimento, editais e incentivos, com o objetivo de expandir e dversificar as fontes de apoio à cultura e aos empreendimentos criativos. A Secretaria atua para ampliar o acesso a esses recursos e fortalecer o ecossistema econômico do setor.
Na área de Formação, o portal destaca a atuação da Escola Solano Trindade de Cultura e Economia Criativa (Escult), que, ao longo de seus dois anos de existência, vem promovendo a qualificação e a profissionalização de trabalhadores e trabalhadoras da cultura em todo o país. A iniciativa contribui diretamente para o desenvolvimento social e econômico, ampliando o acesso ao conhecimento e à cidadania cultural.
Outro destaque é o Observatório Celso Furtado de Economia Criativa, espaço dedicado à produção, análise e disseminação de dados, pesquisas e metodologias. O observatório reforça a importância da informação qualificada para orientar políticas públicas mais eficazes, garantindo que as ações desenvolvidas tenham impacto real no setor.
Para Cláudia Leitão, o lançamento do portal representa um avanço na forma como o Estado se relaciona com a sociedade: “Estamos construindo um ambiente aberto, transparente e dinâmico, onde qualquer pessoa interessada pode acompanhar, compreender e contribuir com a Política Nacional de Economia Criativa. Esse diálogo permanente é fundamental para que possamos desenvolver ações mais efetivas e conectadas com a realidade dos territórios brasileiros”.
Embora ainda esteja em processo contínuo de construção, o Portal Brasil Criativo já disponibiliza uma ampla gama de conteúdos e ferramentas, incluindo canais de comunicação com a Rede Brasil Criativo. A expectativa é que a plataforma siga em expansão, incorporando novos materiais, funcionalidades e oportunidades, consolidando-se como referência nacional no campo da cultura e da economia criativa.
Entrega da 9ª edição será feita pelo presidente Lula, com a presença dos ministros da Cultura e da Educação, em Brasília
Nesta quinta-feira (23), Dia Mundial do Livro, serão conhecidos os vencedores do 9º Prêmio Vivaleitura, em cerimônia de entrega conduzida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O evento será realizado às 17h, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília, com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes, e do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e reconhece experiências de destaque e projetos de fomento à leitura em todo o país.
Ao todo, 1.848 projetos foram inscritos nesta edição, distribuídos entre as categorias Bibliotecas Públicas, Comunitárias e Privadas; Escolas Públicas, Privadas e Bibliotecas Escolares; Práticas Continuadas em Espaços Diversos; Escrita Criativa; e Sistema Prisional e Socioeducativo.
Confira os finalistas por categoria:
Na categoria Bibliotecas Públicas, Comunitárias e Privadas, foram selecionados: o Projeto Moara: leitura do mundo e da comunidade, de Santa Maria do Pará (PA), iniciativa que fortalece bibliotecas comunitárias na Amazônia, promovendo pertencimento, formação de mediadores e valorização de narrativas locais; Lonas de contato – Biblioteca comunitária itinerante, de Ananindeua (PA), biblioteca móvel que leva leitura, mediação cultural e convivência a comunidades periféricas e rurais, ampliando o acesso ao livro; Vaga Lume: Implementação de três novas bibliotecas comunitárias em Novo Airão, de São Paulo (SP), expande bibliotecas em áreas rurais da Amazônia Legal, formando mediadores e fortalecendo lideranças comunitárias; Roedores de Livros: 19 anos de leitura, afeto e cidadania nos territórios periféricos do DF, de Brasília (DF), projeto consolidado que promove leitura em territórios periféricos com ações contínuas de mediação e formação de leitores; e Biblioteca Comunitária do Mercado de Icoaraci e Bibliotecas Ribeirinhas, de Belém (PA), iniciativa enraizada na comunidade que integra leitura ao cotidiano, valorizando saberes populares e cultura amazônica.
Em Escolas Públicas, Privadas e Bibliotecas Escolares, os finalistas são: Sarau Literário CEMEIT, de Brasília (DF), projeto que estimula protagonismo juvenil por meio de saraus, integrando literatura, artes e pensamento crítico; Leituras Sentidas: Narrativas do Meu Lugar, de Boa Vista (RR), trabalha leitura sensorial e produção autoral, valorizando memórias e narrativas locais de estudantes; Biblioteca Falada: Conexões Culturais entre Jovens Rurais, de Riacho de Santana (BA), fortalece a biblioteca escolar como espaço de formação cidadã e protagonismo juvenil em áreas rurais; Projeto Toadas e Aboios: Na Pegada do Pertencer, de Sertânia (PE), valoriza a cultura sertaneja por meio da leitura e registro de tradições, fortalecendo identidade e memória; e Leituras Negras – Diálogos com as comunidades tradicionais, de Iraquara (BA), promove leitura de autores negros e indígenas com foco em identidade, arte e educação antirracista.
Na categoria Práticas Continuadas em Espaços Diversos, foram selecionados: Projeto Narrativas Subterrâneas, de Camaçari (BA), incentiva a escrita de mulheres negras e periféricas, fortalecendo identidade, memória e novas autorias; Clube de Leitura Negra, de Arraias (TO), promove leitura e debate de autores negros, ampliando o letramento racial e o alcance das discussões; Leia Mulheres Indígenas, de Natal (RN), coletivo que fortalece o protagonismo de escritoras indígenas por meio da circulação de suas obras e ações culturais; Leitura na Esquina, de Paulista (PE), democratiza o acesso ao livro com bibliotecas móveis e ações culturais em espaços públicos urbanos; e O Voo Livre do Baobá das Letras, de Belém (PA), fortalece biblioteca comunitária com foco em literatura afro-amazônica, inclusão e acessibilidade.
Já em Escrita Criativa, são finalistas: Lendo Histórias em Voz Alta, de Dias d’Ávila (BA), incentiva leitura em voz alta e produção autoral de crianças, valorizando oralidade e diversidade cultural; Bom Jardim das Pedras Encantadas: Uma Trilogia Literária e Educacional, de Bom Jardim (PE), integra literatura, memória e território em escolas, transformando comunidades em polos de leitura e criação; Autoria Indígena – Escrita Criativa Indígena de Abya Yala, de Ilhéus (BA), fortalece a escrita indígena e o protagonismo de povos originários na construção de narrativas próprias; Escola Latino-americana de Dramaturgias Emergentes, de Aparecida de Goiânia (GO), forma dramaturgos a partir de práticas comunitárias, ampliando vozes diversas na cena teatral; eRapadurinha: Escritas que Encantam, de Florianópolis (SC), valoriza tradição oral e saberes ancestrais na formação de leitores e autores, especialmente entre crianças.
Por fim, na categoria Sistema Prisional e Socioeducativo, foram selecionados: Livros Livres – Práticas de leitura para desenvolver e incluir pessoas privadas de liberdade, de Ribeirão Preto (SP), desenvolve clubes de leitura promovendo reflexão, autonomia e remição de pena; Projeto Escrevivências da Libertação, de Rio Branco (AC), estimula escrita criativa com foco em mulheres e diversidade, promovendo consciência e expressão;Histórias Além Muros, do Rio de Janeiro (RJ), incentiva leitura e escrita entre mulheres privadas de liberdade, com mediação literária e valorização de representatividade; A Leitura Liberta, de João Pessoa (PB), promove leitura como instrumento de ressocialização, com bibliotecas estruturadas e oficinas; e Programa Presídios Leitores, de Cruzeiro do Sul (AC), articula instituições para garantir acesso à leitura e remição de pena, impactando centenas de pessoas privadas de liberdade.
Prêmio Vivaleitura
Criado para reconhecer experiências que impactam positivamente a formação de leitores, o Prêmio Vivaleitura se consolidou como uma das principais políticas públicas de estímulo à leitura no Brasil. Além de reconhecer iniciativas, a premiação fortalece redes, amplia a visibilidade das ações e contribui para o aprimoramento de políticas culturais e educacionais.
“As práticas de leitura transformam vidas, ampliam horizontes e fortalecem a cidadania. O Prêmio Vivaleitura evidencia a potência dessas iniciativas espalhadas por todo o Brasil e reafirma o compromisso do Ministério da Cultura com o acesso ao livro e à leitura como direitos fundamentais”, destaca a ministra da Cultura, Margareth Menezes.
As iniciativas vencedoras de cada categoria receberão R$ 50 mil. Os projetos classificados entre o segundo e o quinto lugar serão contemplados com R$ 15 mil cada, totalizando R$ 550 mil em premiações. A cerimônia de entrega ocorrerá no Centro Internacional de Convenções do Brasil, em Brasília.
Com participação de todas as regiões do país, 782 municípios inscreveram projetos para a edição de 2025. Na distribuição por regiões, estados do Nordeste e do Sudeste concentraram o maior número de inscrições, com destaque para Bahia, Pernambuco, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
Mapeamento e impacto nacional
Para além da visibilidade nacional e apoio financeiro, o Prêmio Vivaleitura cumpre um papel estratégico de mapeamento e divulgação das ações de leitura como ferramentas de transformação social e educacional no Brasil. A distribuição das propostas inscritas por categoria revela esse alcance: Práticas Continuadas em Espaços Diversos lideraram com 565 inscrições; seguidas por Bibliotecas Públicas, Comunitárias e Privadas (398); Escrita Criativa (389); Escolas Públicas, Privadas e Bibliotecas Escolares (381); e Sistema Prisional e Socioeducativo (115).
Ao longo de suas edições, mais de 14 mil experiências já foram catalogadas, compondo um importante panorama das práticas leitoras no país.
Para o secretário de Formação Artística e Cultural, Livro e Leitura do Ministério da Cultura, Fabiano Piuba, o prêmio fortalece políticas públicas e redes nos territórios. “O Vivaleitura nos permite identificar, reconhecer e fortalecer experiências que fazem a leitura acontecer nos territórios, muitas vezes em contextos desafiadores. São ações que mostram como o livro pode ser instrumento de inclusão, desenvolvimento e transformação social”.
O 9º Prêmio Vivaleitura – Edição 2025 é uma realização do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Formação Artística e Cultural, Livro e Leitura (Sefli), em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e a Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura.
SERVIÇO
Cerimônia do Dia Mundial do Livro Data: quinta-feira, 23 de abril Horário: 17h Local: Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB) – Sala Congresso – SCES Trechos 2 e 53 – Brasília (DF)