Fotógrafa Tainá Frota une imagem,acolhimento e representatividade feminina em novos projetos

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Com quase 20 anos de trajetória na fotografia, profissional idealiza oficina voltada a mulheres em parceria com a UMMAS – Mulheres contra o Câncer e prepara série de entrevistas sobre as múltiplas experiências da menopausa.

A fotografia como instrumento de expressão, reconhecimento e acolhimento é uma das marcas da trajetória da fotógrafa, jornalista e pesquisadora da imagem Tainá Frota. Há quase 20 anos dedicada ao registro de pessoas e à investigação da representatividade visual, ela vem ampliando sua atuação em projetos que colocam as mulheres no centro da narrativa, abordando temas como identidade, corpo, memória, autoestima e as transformações que atravessam suas vidas.


Neste sábado, 24 de outubro, Tainá realiza, ao lado da consultora de estilo Olívia Paixão, a primeira edição da oficina “Imagem como Linguagem – Uma experiência de corpo, cuidado e imagem”, em parceria com a UMMAS – Mulheres contra o Câncer. A atividade acontece das 8h às 13h, no Espaço IN., no Lago Sul, em Brasília,
no contexto da campanha Outubro Rosa, e propõe uma experiência de escuta, reflexão e experimentação para mulheres, com atenção especial às transformações vividas ao longo da jornada oncológica.


A iniciativa parte da compreensão de que imagem vai muito além da aparência. A maneira como cada mulher se veste, se percebe e se deixa fotografar também expressa identidade, presença e história. Ao aproximar fotografia, estilo e cuidado, a oficina convida as participantes a desenvolver um olhar mais consciente e gentil sobre si
mesmas, criando um espaço para refletir sobre a relação com o próprio corpo e a própria imagem.


A parceria com a UMMAS tem um significado especial para Tainá, que acompanha o grupo desde sua criação. A associação, formada por médicas especialistas em tumores femininos, atua na disseminação de informação qualificada, no acolhimento e no fortalecimento de mulheres diante dos desafios relacionados ao câncer. Neste ano, a
fotógrafa também assina as imagens da campanha Outubro Rosa do Grupo Santa. A oficina integra um movimento mais amplo na trajetória de Tainá, cuja produção artística e pesquisa autoral questionam os estereótipos que historicamente marcam a representação feminina. Em projetos como “Afeto Remoto”, “Entrelaçadas”, “Mulher Presente”, “Rádio Retrato” e “Prefácio”, reconhecido com o Prêmio Colunistas 2025, a
fotografia se transforma em linguagem para abordar presença, vínculos, memória e reconhecimento.


Essa investigação também inspira seu novo projeto, “Retratos da Menopausa”, série de entrevistas em vídeo idealizada e apresentada pela fotógrafa, que será publicada em seu perfil no Instagram (@tainafrota). A partir de sua própria experiência com a

perimenopausa, a menopausa e a chegada dos 50 anos, Tainá decidiu ampliar o diálogo e convidar quatro mulheres com trajetórias distintas para compartilhar suas vivências. A temporada inicial reúne histórias que abordam diferentes aspectos dessa transição: a menopausa induzida pelo tratamento oncológico, as dificuldades para encontrar assistência adequada, a maternidade aos 46 anos seguida pela menopausa e as mudanças
cognitivas e corporais vividas por mulheres com rotinas intensas. Participam da série Carol Jardim, Eliana Klébia, Flávia Botelho e Maíra Gadelha.


Mais do que falar sobre sintomas, a proposta é ampliar a compreensão sobre uma etapa da vida feminina ainda cercada por dúvidas, silêncios e estereótipos e o impacto a menopausa no mercado de trabalho, mostrando a necessidade de desenvolvimento de políticas públicas de apoio às mulheres durante este período. Ao dar espaço a experiências diversas, a série pretende estimular a troca de informações, o diálogo entre gerações e a busca por orientação profissional, reforçando que a menopausa não representa o fim da produtividade, dos desejos ou das possibilidades de realização. “Sou uma retratista de travessias. Durante anos, fotografei mulheres e acompanhei suas transformações. Agora, quero ir além da imagem e ouvir as histórias que também fazem
parte desses retratos”, resume Tainá sobre a conexão entre sua produção fotográfica e essa nova frente de atuação.


Com iniciativas que aproximam imagem, comunicação e questões contemporâneas da experiência feminina, a fotógrafa amplia o alcance de sua pesquisa e reafirma seu interesse em construir representações mais plurais, sensíveis e reais das mulheres, em diferentes fases da vida.


SERVIÇO
Imagem como Linguagem – Uma experiência de corpo, cuidado e imagem
Data: sábado, 24 de outubro de 2026
Horário: das 8h às 13h
Local: Espaço IN. – Setor de Habitações Individuais Sul, QI 5, Chácara 20, Brasília
(DF)
Idealização e realização: Tainá Frota e Olívia Paixão
Parceria: UMMAS – Mulheres contra o Câncer e Espaço IN.
Participação gratuita, com vagas limitadas.

Doações voluntárias à UMMAS podem ser feitas via Pix: ummasmulheres@gmail.com. A contribuição não é obrigatória e não condiciona a participação.

Instagram: @tainafrota | @paixaoolivia | @ummasmulheres

JK Espaço Arte recebe exposição que revela os universos criativos da colagem digital de Elder Galvão

Telmo Ximenes Fotografia

Mostra gratuita reúne ilustrações para jornais, livros didáticos e literatura infantil, além de oferecer um canto de leitura para aproximar crianças e famílias do universo dos livros

O JK Espaço Arte, no JK Shopping, recebe a exposição Mundos Sobrepostos: a arte da colagem digital de Elder Galvão, uma experiência que convida o público a descobrir diferentes formas de enxergar o mundo por meio da arte. Até 12 de novembro de 2026, a mostra apresenta ao público a trajetória e a versatilidade do ilustrador, publicitário, escritor, artista radicado em Brasília que construiu uma carreira de destaque no mercado editorial brasileiro e na imprensa nacional. A entrada é gratuita, e a classificação indicativa é livre.

Reunindo trabalhos que atravessam o universo das notícias, da educação e da literatura infantil, a exposição transforma o JK Espaço Arte em um lugar de encontro entre arte, imaginação e conhecimento. A proposta é proporcionar aos visitantes uma experiência que vai além da contemplação, valorizando o contato com a produção artística e incentivando a descoberta de novas narrativas por crianças, jovens e adultos.

Três mundos, muitas histórias para descobrir

A exposição se organiza em três universos que revelam diferentes facetas da produção de Elder Galvão. Em O mundo da notícia, o público conhece ilustrações editoriais criadas para acompanhar artigos de opinião e análise em veículos como o Grupo Folha, O Estado de S. Paulo e a Editora Abril. Já O mundo da escola apresenta trabalhos desenvolvidos para livros e materiais didáticos, destacando o papel da imagem na construção do conhecimento.

Em O mundo da imaginação, a literatura infantil ganha protagonismo. O espaço reúne ilustrações que convidam o visitante a mergulhar em histórias, personagens e universos fantásticos, incluindo os cinco livros em que assina tanto o texto quanto as imagens. Entre os destaques está O dia que a árvore do meu quintal falou comigo (HarperKids, 2022), livro de estreia do ator e apresentador Paulo Vieira, ilustrado pelo artista e que integrou a lista de mais vendidos do PublishNews.

Com cerca de cem livros ilustrados no currículo, Elder demonstra como a colagem digital pode assumir diferentes formas e sentidos, transitando entre a informação, a educação e a fantasia sem perder sua identidade visual.

Uma identidade visual que desperta o olhar

Composições geométricas, contrastes de luz e sombra, contornos precisos e expressões construídas com poucas linhas são algumas das marcas do trabalho de Elder Galvão. Seu estilo combina rigor gráfico e sensibilidade, criando personagens e imagens capazes de provocar identificação, curiosidade e emoção.

A produção do artista também percorre diferentes intensidades. Em Zacarias e o Pé de Porcarias, a colagem explora escolhas visuais mais ásperas e impactantes. Em Tem um Menino na Lua, as linhas delicadas conduzem o olhar por uma atmosfera sensível e poética. Entre esses extremos, o artista imprime personalidade tanto às narrativas infantis quanto às ilustrações editoriais que traduzem temas complexos em imagens.

Para Elder, o reconhecimento de sua linguagem artística pelo público infantil é uma das experiências mais especiais de seu trabalho. “Nada me emociona mais do que uma criança apontar para um desenho e dizer ‘esse é do Elder’. Quando ela reconhece um ilustrador, descobre que existe alguém por trás de cada imagem, e começa a escolher do que gosta”, afirma o artista.

Um convite para ler, imaginar e compartilhar

A experiência de Mundos Sobrepostos se estende para além das obras expostas. A mostra conta com o Canto da Leitura, um espaço interativo pensado para que crianças e famílias possam se acomodar, folhear livros ilustrados e descobrir novas histórias juntos.

A iniciativa reforça a importância do contato com os livros desde a infância e transforma a visita em uma oportunidade de convivência, descoberta e troca entre diferentes gerações. Ao aproximar arte e literatura em um ambiente acolhedor, a exposição convida o público a olhar com mais atenção para as imagens, reconhecer a criatividade por trás de cada ilustração e experimentar o prazer da leitura compartilhada.

Ao receber Mundos Sobrepostos, o JK Espaço Arte amplia sua proposta como espaço multicultural do JK Shopping, reunindo iniciativas que aproximam a comunidade da arte e da cultura. A exposição oferece uma oportunidade de conhecer de perto a obra de um artista com trajetória consolidada e, ao mesmo tempo, despertar novos olhares para o universo da ilustração brasileira.

Sobre Elder Galvão

Natural de Campo Formoso (BA), Elder vive em Brasília. É formado em Comunicação Social pela Universidade de Brasília (UnB) e especialista em Marketing pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Antes de se dedicar à ilustração, atuou nas áreas de design, publicidade e comunicação pública.

Ao longo de sua trajetória, ilustrou cerca de cem livros para editoras como FTD, Moderna, HarperCollins, Leiturinha, Ciranda Cultural, Positivo e Pera Book, além de desenvolver cinco obras autorais. Entre seus trabalhos está O dia que a árvore do meu quintal falou comigo, livro de estreia de Paulo Vieira que figurou na lista de mais vendidos do PublishNews. Elder é integrante da Associação Brasileira de Ilustradores Profissionais (ABIPRO) e do Instituto Casa de Autores.

SERVIÇO: Exposição “Mundos Sobrepostos: a arte da colagem digital de Elder Galvão”
Período: até 12 de novembro de 2026.

Local: JK Espaço Arte – Teatro e Galeria | Piso SS | JK Shopping — Taguatinga (DF). Entrada: gratuita.
Classificação indicativa: livre.

Sallva e Paganini lançam Menu Bambini com brinde exclusivo para os pequenos

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Ação especial para as crianças acontece durante os meses de outubro e novembro com massas divertidas e gelato artesanal.

Para transformar a refeição dos pequenos em um momento de pura diversão, sabor e afeto, o Sallva Bar e Restaurante (Pontão do Lago Sul) em parceria com a Paganini, anuncia o lançamento do Menu Bambini. A novidade já está disponível e se estenderá até o final de novembro, oferecendo uma experiência gastronômica completa e lúdica para as famílias.

O grande destaque do menu é a Massa Paganini Bambini Letrinhas, uma linha tricolore elaborada com sêmola de grano duro e enriquecida com tomate e espinafre desidratados. Além de colorida e divertida, a massa de grano duro garante alto valor nutritivo, uma textura elástica perfeita e cozimento impecável.

Para tornar a experiência ainda mais inesquecível, todos os clientes que pedirem o Menu Bambini receberão uma revistinha de brinde, estimulando a criatividade e o aprendizado das crianças enquanto saboreiam o prato.

Opções do Menu Bambini

O menu especial está disponível diariamente no almoço e jantar e conta com combinações práticas e deliciosas, onde o cliente pode escolher a opção com ou sem proteína:

Opção Vegetariana / Vegana (ou com Proteína): Pratinho de massa com o molho da preferência da criança + Gelato do Sallva = R$ 60

Opção com Filé: Pratinho de massa com isca de filé e o molho da preferência da criança + Gelato do Sallva = R$ 65

A sobremesa fica por conta do tradicional Gelato do Sallva, servido em diversos sabores para adoçar o final da refeição.

Tradição e excelência italiana à mesa

Presente no Brasil há quase 30 anos, a Paganini é responsável pela maior e melhor linha de produtos verdadeiramente italianos no país.

A linha Bambini traz a união perfeita entre nutrição e ludicidade, com formatos pensados para encantar o público infantil (como Letrinhas, Bichinhos, Espacial, Ursinhos e Dinossauros), reforçando o propósito das duas marcas de transformar momentos cotidianos em lembranças inesquecíveis.

“A parceria com a Paganini aproxima a tradição da gastronomia italiana à identidade brasileira do restaurante, valorizando a qualidade dos ingredientes e a experiência à mesa. A iniciativa reforça a proposta do Sallva de unir a autenticidade da cozinha italiana à criatividade e à diversidade dos ingredientes brasileiros, em uma experiência que valoriza a qualidade dos produtos, o respeito às origens e a personalidade de cada preparo.” destaca a chef Fabiana Pinheiro.

Serviço

Evento: Lançamento Menu Bambini (Restaurante Sallva + Paganini)
Período: De outubro até o final de novembro
Valor: R$ 60 (Opção Vegetariana/Vegana/Proteína + Gelato) | R$ 65 (Massa com isca de filé + Gelato)
Brinde: Revistinha infantil exclusiva inclusa no pedido do menu.
Local: Sallva Bar & Ristorante do Pontão do Lago Sul
Horário de funcionamento:Domingo a quinta-feira, das 11h às 00h; sexta e sábado, das 11h às 01h  
Contato: (61) 3522-4352  
Assessoria de Imprensa: Solos Comunicações
Mais informações no Instagram @sallvabsb


Avon se une à jornalista Maria Cândida em série documental que rompe tabus e amplia o diálogo sobre a menopausa

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A nova série documental entrevista mulheres da Amazônia brasileira, México, Peru, Colômbia e Argentina para entender como elas lidam com os sintomas do climatério e promover o empoderamento feminino Até 2030, cerca de 1,2 bilhão de mulheres em todo o mundo estarão vivendo a menopausa. Atenta à importância de ampliar o diálogo sobre essa fase da vida, a Avon anuncia o patrocínio da série documental Menopausa Sem Fronteiras, criada, codirigida e apresentada pela jornalista Maria Cândida. Na produção, ela percorre a América Latina para
investigar, sob diferentes perspectivas, as experiências, os desafios e as vivências de mulheres durante essa transição tão universal e significativa.


O patrocínio da Avon no documentário faz parte do novo momento da marca de se posicionar como uma Femtech: sua tecnologia é focada em achar soluções para as demandas femininas. Com isso, a Avon tem investido em pesquisas científicas e iniciativas de conscientização sobre a menopausa e o envelhecimento, oferecendo conhecimento, acolhimento e soluções desenvolvidas a partir das necessidades reais das mulheres.


Dentro desse novo posicionamento, a Avon acaba de lançar uma linha de skincare específica para mulheres no climatério e menopausa. A linha Avon Renew MenoPro com tecnologia exclusiva com duplo colágeno protinol e extrato de amora, reúne quatro produtos para as necessidades da pele menopausada: hidratante com efeito refrescante imediato para amenizar os calorões, sérum que fortalece a barreira cutânea da pele e combate sinais
do envelhecimento para combater a flacidez, tratamento noturno que auxilia na recuperação
da pele durante o sono, diminuindo os efeitos da insônia e hidratante íntimo de uso externo
que ajuda a aliviar o ressecamento e o desconforto associados às mudanças hormonais. Há mais de 30 anos, Avon Renew revoluciona o mercado de beleza com tratamentos de alta performance, desenvolvidos a partir de um profundo entendimento dos ciclos e das necessidades femininas.


Da Amazônia aos Andes


Segundo o IBGE, aproximadamente 29 milhões de mulheres brasileiras estão na fase do climatério. Nesse contexto, a falta de informação sobre essa etapa da vida se torna ainda mais preocupante, especialmente em um país onde as mulheres são maioria e a população com 65 anos ou mais cresceu 57,4% em apenas 12 anos.
Na primeira temporada da série documental, a jornalista Maria Cândida conversa com mais de 40 mulheres da Amazônia brasileira, Peru, Argentina, México e Colômbia para compreender como elas vivenciam a menopausa, lidam com seus sintomas e recorrem a tratamentos, incluindo o uso de plantas medicinais.


Além de explorar o impacto dessa fase na relação das mulheres com a beleza e o autocuidado, a produção acompanha Maria Cândida em uma visita ao Laboratório de Inovação da Avon. A jornalista conhece o desenvolvimento de Avon Renew MenoPro, a primeira linha completa de skincare da marca criada especialmente para mulheres na menopausa, e apresenta a tecnologia da primeira pele menopausada bioimpressa,
desenvolvida de forma exclusiva pela Avon, recurso que possibilita aos cientistas estudar as transformações cutâneas desse período com ainda mais precisão.


“A discussão sobre a menopausa precisa ultrapassar a condição de tabu. Falamos do corpo, do equilíbrio emocional, da rotina, dos vínculos afetivos e dos recursos financeiros. Os sintomas são intensos para muitas mulheres e podem comprometer a carreira e a segurança financeira, sobretudo diante da falta de informação, atendimento médico e ferramentas para lidar com esse período. Muitas mulheres sustentam suas famílias no
Brasil e na América Latina, quando a saúde delas se fragiliza, a manutenção do lar também fica ameaçada. A longevidade aumentou, mas a necessidade de cuidado e planejamento também”, afirma Maria Cândida.
A série documental Menopausa Sem Fronteiras estreia no próximo domingo, Dia Internacional da Menopausa, nos canais da jornalista e da Avon no YouTube.


Sobre Avon


Fundada em 1886 com o propósito pioneiro de promover a autoestima e a emancipação feminina, a Avon consolidou-se como uma das maiores referências globais em beleza. Parte do grupo Natura desde 2020, a marca opera sob o modelo de Femtech desde 2026 — uma ‘startup do feminino’ que funde seu legado de mais de mil patentes a uma estrutura ágil e cultura digital- first. Com gestão majoritariamente feminina e estratégia unificada do México à Argentina, a Avon foca na geração de valor e na democratização de tecnologias de alta performance, como o exclusivo Protinol e o Retinol. Sua operação omnicanal integra o social selling de 1,5 milhão de Consultoras de Beleza a uma rede de e-commerce e mais de 1.200 pontos de venda em varejistas multimarcas.

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Di Paolo projeta faturar mais de R$ 200 milhões em 2026

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Rede investe R$ 8 milhões em sua maior unidade, inaugurada em Brasília

O Di Paolo escolheu Brasília para iniciar sua atuação na região Centro-Oeste. Com investimento de R$ 8 milhões, o restaurante inaugurou sua operação no dia 9 de outubro e passou a ser a maior unidade da rede. O movimento faz parte da estratégia de expansão da companhia, que projeta superar R$ 200 milhões em faturamento em 2026.

Em relação aos R$ 170 milhões registrados no ano anterior, a projeção representa crescimento superior a 17,6%. A chegada à capital federal também amplia a presença da marca para além do Sul e do Sudeste, onde já mantém operações no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.

Instalado na área do Clube de Engenharia e Arquitetura de Brasília, próximo ao Pier 21 e às margens do Lago Paranoá, o restaurante reúne salão, varanda e ambientes reservados. Com capacidade para até 400 clientes, a estrutura foi planejada para receber desde refeições do dia a dia até eventos empresariais e comemorações privadas.

A nova operação tem previsão de gerar 50 empregos diretos e amplia a estrutura da companhia em um mercado considerado estratégico para os próximos passos de crescimento.

“O investimento em Brasília traduz nossa confiança no potencial desse mercado e representa um passo importante na expansão do Di Paolo. Queremos construir uma relação duradoura com a cidade, com estrutura para atender tanto quem nos escolhe para uma refeição em família quanto quem procura um espaço para encontros de negócios e celebrações”, afirma o fundador, Paulo Geremia.

Expansão com foco na operação

O avanço territorial é conduzido por meio de restaurantes próprios e sócios-operadores. O abastecimento das unidades conta com a indústria da companhia em Bento Gonçalves, na Serra Gaúcha, estrutura que dá suporte ao crescimento da rede em diferentes regiões do país.

“Crescer exige mais do que encontrar bons endereços. É preciso formar equipes, organizar o abastecimento e garantir que a experiência do cliente acompanhe a expansão. Nossa meta de faturamento vem junto com esse compromisso de dar sustentação a cada nova operação”, destaca Geremia.

Goiânia e Uberlândia estão entre os mercados avaliados para os próximos passos da companhia. A possibilidade de aproveitar a rota de abastecimento estruturada para Brasília integra essa análise.

“Brasília inaugura uma nova etapa para o Di Paolo. A chegada ao Centro-Oeste nos permite conhecer mais de perto o consumidor da região e avaliar os próximos passos com a experiência da operação. Queremos construir uma base sólida para continuar crescendo”, acrescenta Jandir Dalberto, sócio-proprietário e responsável pela expansão do Di Paolo.

Marca preparada para novos mercados

A expansão acompanha a renovação da identidade visual do Di Paolo, desenvolvida pelo Instituto Arbo. O projeto busca fortalecer o reconhecimento da rede em âmbito nacional e dar consistência à sua apresentação, dos restaurantes aos canais digitais. As referências à cultura italiana e à Serra Gaúcha permanecem como elementos centrais da marca.

“Nossa história começou na Serra Gaúcha, e é essa identidade que levamos para novos mercados. O desafio é ampliar nossa presença mantendo o cuidado com a gastronomia, a hospitalidade e a proximidade com o cliente que fizeram o negócio crescer”, ressalta o fundador.

Sobre o Di Paolo

O Di Paolo começou sua trajetória em 1994, em Garibaldi, na Serra Gaúcha, com o sócio-fundador Paulo Geremia, 12º filho de uma família de imigrantes italianos que chegou ao Brasil em 1890, vinda da província de Vicenza, na região do Vêneto. O restaurante nasceu dessas raízes, levando à mesa referências da cultura gastronômica dos imigrantes italianos estabelecidos na região.

Hoje, o Di Paolo está presente em cinco estados brasileiros, além do Distrito Federal, com unidades em Bento Gonçalves, Caxias do Sul, Garibaldi, Gramado, Porto Alegre, Recanto Maestro, Torres e Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul; Itapema e Chapecó, em Santa Catarina; Foz do Iguaçu e Curitiba, no Paraná; São Paulo, Sorocaba, Campinas, São José dos Campos e Campos do Jordão, em São Paulo; Rio de Janeiro, no estado do Rio de Janeiro; e Brasília, no Distrito Federal.

https://dipaolo.com.br/
Instagram: dipaolobrasil

Paris Filmes divulga cartazes individuais de “Jogos Vorazes – Amanhecer na Colheita”

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Longa chega em cinemas de todo o Brasil em novembro


 


A Paris Filmes divulga cartazes individuais de “Jogos Vorazes – Amanhecer na Colheita” (The Hunger Games: Sunrise on the Reaping). A nova distopia da série de sucesso que já levou milhões de pessoas aos cinemas terá sessões antecipadas a partir de
18 de novembro, com estreia em 19 de novembro. O lançamento será feito também em formatos especiais como IMAX. Baixe os cartazes

neste link e assista ao trailer
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O filme, dirigido por Francis Lawrence, revisitará o mundo de Panem 24 anos antes dos eventos de Jogos Vorazes, começando na manhã

da colheita da 50ª edição dos Jogos Vorazes, também conhecida como o Segundo Massacre Quaternário. “Jogos Vorazes – Amanhecer na Colheita” é baseado no livro homônimo de Suzanne Collins, lançado no Brasil pela Editora Rocco. O elenco conta com diversos
nomes de peso, como Ralph Fiennes, Jesse Plemons, Glenn Close, Kieran Culkin, Elle Fanning e mais. 

SOBRE A PARIS FILMES


A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H”, “Manas”, “Pedágio”, “Ritas” , “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, “A Empregada”, a franquia “Truque de Mestre”, “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia – e “Minha Melhor Amiga”.


Entre os próximos lançamentos estão “Feito Pipa”, “Geni e o Zepelim”, “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, “Minha Vida com Shurastey” e “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita”.

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Halloween no Brasília Shopping: uma tarde de doces travessuras

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Parada do Terror, pintura de rosto e caça aos doces transformam o shopping em cenário de Halloween no dia 24 de outubro

À medida que outubro avança, uma névoa de encanto e mistério se espalha pelos corredores do Brasília Shopping, transformando o cotidiano em um verdadeiro caldeirão de imaginação. No dia 24 de outubro, o mall abre as portas para o seu tradicional evento de Halloween, convidando pequenos bruxos, monstrinhos e fadas a celebrarem uma das datas mais lúdicas do ano.

Todo o cenário é pensado para aguçar os sentidos. A jornada tem início às 12h com a oficina de pintura de rosto, onde pinceladas coloridas dão vida a criaturas fantásticas e preparam os pequenos aventureiros para o espetáculo. Mais tarde, às 14h, os corredores se convertem em um palco vibrante com a Parada do Terror, que conduz o público em um verdadeiro desfile performático — o momento perfeito para exibir a fantasia escolhida. Logo em seguida, às 15h, os pequenos partem para a tão aguardada Caça aos Doces: é hora de desvendar enigmas, percorrer os cantos do shopping em busca de “gostosuras ou travessuras” e se divertir a cada pista revelada.

Quer se aventurar na Caça aos Doces? Então fica a dica: a brincadeira possui vagas limitadas e as famílias devem realizar a reserva gratuita pelo App Brasília Shopping a partir das 14h do dia 23 de outubro, garantindo a retirada da pulseira de acesso no Balcão de Informações (1º piso) e a concentração na Praça Central às 14h30. Já coloca o sininho no celular para garantir!

“O Halloween do Brasília Shopping já se tornou uma celebração emblemática em nosso calendário. A cada ano, é emocionante ver como os pequenos mergulham de cabeça na festa, caprichando nas fantasias, nos rostos pintados e nesse contraste apaixonante entre o terror e a fofura. É um evento preparado com muito carinho para fortalecer os laços familiares e celebrar o lúdico”, destaca Renata Monnerat, gerente de marketing do Brasília Shopping.

Você vem para essa festa de arrepiar?

Halloween Brasília Shopping
Data: 24 de outubro, sábado
Programação:

— Pintura de rosto: das 12h às 16h
— Parada do Terror: às 14h
— Caça aos Doces: às 15h
Concentração: Praça Central, a partir das 14h30. Reserva: App Brasília Shopping, a partir de 23 de outubro, às 14h30, com retirada de pulseirinha no Balcão de Informações, no 1º piso.
Entrada: gratuita, com vagas limitadas para a Caça aos Doces. Classificação indicativa livre.
Regulamento: disponível no App e no site do Brasília Shopping.

Com patrocínio master da Shell, Festival Clube do Choro encerra quarta edição do Complexo Cultural do Choro

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Nos dias 31 de outubro e 1º de novembro, programação reúne Jaques Morelenbaum e Moreno Veloso, Lucy Alves, Paula Lima, Wagner Tiso, Ian Coury, Assucena e João Camarero, entre outros nomes da música brasileira

Depois de meses de programação dedicada ao choro e à música brasileira, a quarta edição do Complexo Cultural do Choro chega ao encerramento com dois dias intensos de Festival. Nos dias 31 de outubro e 1º de novembro, o Espaço Cultural do Choro recebe artistas de diferentes gerações e vertentes, entre eles Jaques Morelenbaum e Moreno Veloso, Lucy Alves, Teresa Lopes, Trio Madeira Brasil, Paula Lima, Silvério Pontes e Marcelo Caldi, Wagner Tiso e Marcio Malard, Ian Coury, Michael Pipoquinha e Joabe Reis, Assucena e João Camarero. O projeto tem apresentação e patrocínio master da Shell.

“Na Shell, temos orgulho de construir parcerias que ajudam a manter viva a cultura brasileira e ampliam seu alcance para diferentes públicos e gerações. Ao lado do Complexo Cultural do Choro, contribuímos para preservar e fortalecer um dos gêneros mais importantes da nossa música, por meio de uma programação que conecta tradição, contemporaneidade e diversidade cultural. O patrocínio também ressalta a importância de Brasília para a estratégia da Shell” – comenta Monique Gonçalves, diretora de Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios da Shell Brasil.

Para marcar o encerramento, o Festival apresenta uma programação que percorre o choro, a música instrumental, a canção brasileira, o samba, o soul e o jazz, refletindo a diversidade de encontros que marcou a quarta edição.

“Chegar ao encerramento da quarta edição é motivo de muita alegria para todos nós. Ao longo desses meses, tivemos o choro como ponto de partida para encontros com diferentes gerações, linguagens e expressões da música brasileira, dentro e fora do Clube. O Festival traduz muito bem esse espírito ao reunir artistas com trajetórias tão diversas em dois dias de programação. É uma forma de celebrar tudo o que construímos nesta edição junto com os músicos e, principalmente, com o público”, afirma Henrique Neto, diretor da Escola Brasileira de Choro.

No dia 31 de outubro, a programação começa às 16h com o encontro de Jaques Morelenbaum e Moreno Veloso, seguido pela multi-instrumentista Lucy Alves. Juntos no palco, Jaques e Moreno apresentam um espetáculo acústico que aproxima suas trajetórias na música brasileira. O violoncelo de Morelenbaum encontra a voz e o violão de Moreno em uma apresentação intimista, construída também a partir da amizade entre os dois músicos, com espaço para improvisos e histórias compartilhadas com o público.

Arranjador, produtor e violoncelista, Jaques Morelenbaum tem em sua trajetória trabalhos com nomes como Tom Jobim, Caetano Veloso e Gilberto Gil. Moreno Veloso, cantor, compositor e multi-instrumentista, transita entre diferentes referências da música brasileira, do samba de roda a experiências contemporâneas da canção.

Cantora, compositora e multi-instrumentista, Lucy Alves transita por diferentes expressões da música brasileira. Em seu trabalho, alterna instrumentos como sanfona e violino e percorre ritmos como baião, xote, coco, frevo, choro e ciranda.

A partir das 19h50, apresentam-se Teresa Lopes, Trio Madeira Brasil e Paula Lima. Brasiliense, Teresa chega ao Festival com uma trajetória de 20 anos marcada pelo samba e por influências afro-brasileiras e internacionais. Ao longo da carreira, dividiu trabalhos e palcos com nomes como Almir Guineto, Fundo de Quintal, Arlindo Cruz, Fabiana Cozza e Ana Cañas, além de se apresentar em países como Portugal, Holanda, Noruega e Cuba. Em 2019, lançou o primeiro álbum, Clara Essência, com repertório dedicado a compositores de Brasília.

Criado em 1996, o Trio Madeira Brasil construiu uma trajetória dedicada à música instrumental brasileira e atualmente reúne Ronaldo do Bandolim, Zé Paulo Becker e Rafael Malmith. O grupo acumula apresentações no Brasil e no exterior e uma discografia dedicada a diferentes caminhos da música instrumental brasileira.

Paula Lima apresenta “Eu, Paula Lima – O Baile”, espetáculo idealizado e dirigido pela própria cantora que reúne diferentes referências de sua identidade musical e revisita momentos de sua trajetória. Em clima de baile, o repertório passa por sucessos como “Guarda-Chuva”, “Clareou”, “O Universo Que Habita em Mim” e “Deguste”, além de canções que dialogam com nomes como Hyldon, Tim Maia, Jorge Ben Jor, Rita Lee, Sandra de Sá e Marcos Valle. Entre o soul, o samba-rock, o samba e os grooves brasileiros, Paula propõe um encontro marcado pela música, pela dança e pela celebração.

No dia 1º de novembro, a programação recomeça às 16h com Silvério Pontes e Marcelo Caldi e o Duo Partilhas, de Wagner Tiso e Marcio Malard. Trompetista dedicado à música brasileira e ao choro, Silvério construiu uma trajetória que inclui trabalhos com Tim Maia, Luiz Melodia, Paulinho da Viola, Elza Soares, Francis Hime, Beth Carvalho e Yamandu Costa.

Parceiros musicais há mais de cinco décadas, Wagner Tiso e Marcio Malard apresentam o Duo Partilhas, encontro de piano e violoncelo com repertório que passa por Villa-Lobos e clássicos do choro e da música brasileira. A parceria dos dois músicos remonta ao fim dos anos 1960 e atravessou diferentes projetos e formações ao longo das décadas.

A partir das 19h50, a programação reúne Ian Coury, Michael Pipoquinha e Joabe Reis, além de Assucena e João Camarero. Natural de Brasília, Ian Coury é bandolinista, compositor, arranjador, educador e produtor musical, graduado pela Berklee College of Music e mestre pelo Berklee Global Jazz Institute, com trajetória que inclui apresentações no Brasil e no exterior.

Michael Pipoquinha e Joabe Reis dividem o palco em uma apresentação conjunta que aproxima duas trajetórias da música instrumental contemporânea. Cearense, Pipoquinha é contrabaixista, compositor e produtor e atua profissionalmente desde os 11 anos. Ao longo da carreira, tocou com artistas como Hamilton de Holanda, Yamandu Costa, Djavan, Gilberto Gil, Ivan Lins e Toninho Horta e levou seu trabalho a diferentes países. Em 2026, prepara o lançamento de Minha Pele, álbum no qual também se apresenta como cantor de composições próprias. Trombonista, compositor e produtor, Joabe Reis desenvolve um trabalho ligado ao jazz brasileiro contemporâneo, com influências do hip-hop, neo soul, funk e pop. Já passou por festivais como Rock in Rio e The Town e dividiu o palco com artistas como Jacob Collier, Kamasi Washington e Snarky Puppy. Em 2026, lançou seu terceiro álbum autoral, Drive Slow: A Última das Fantasias.

Assucena e João Camarero apresentam um encontro de voz e violão que reúne clássicos da música brasileira e composições autorais. A parceria dos dois começou em 2025, no projeto Contornos da Canção, do Sesc Pompeia, quando revisitaram o álbum À Flor da Pele, de Ney Matogrosso e Raphael Rabello. O repertório do novo encontro passa por referências como Tom Jobim, Dolores Duran, Elis Regina, Gal Costa e Elza Soares, além de canções autorais.

Por acontecer em um espaço intimista, os ingressos são limitados e, nas duas últimas edições, as entradas se esgotaram nos primeiros 30 minutos. Para esta edição, o link de compra será disponibilizado na comunidade do Clube do Choro no WhatsApp no dia 13 de outubro, às 15h. A recomendação é acompanhar o canal e se programar com antecedência.

O Festival encerra uma edição construída a partir de diferentes formas de aproximação com a música brasileira, dos encontros no palco às atividades realizadas no Parque da Cidade e às ações de formação. A diversidade da programação dos dois últimos dias traduz uma proposta presente ao longo do projeto: aproximar diferentes linguagens, trajetórias e públicos.

Sobre a Shell

Desde 1913 no país, a Shell Brasil é uma companhia de energia integrada, com participação nos setores de Petróleo e Gás, Soluções Baseadas na Natureza, Pesquisa & Desenvolvimento e Trading, por meio da comercializadora Shell Energy Brasil. A companhia está presente ainda no segmento de Biocombustíveis por meio da joint-venture Raízen, que no Brasil também gerencia a distribuição de combustíveis da marca Shell. A Shell Brasil trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia.

Fique por dentro das notícias da Shell Brasil: inscreva-se no Shell Brasil News Alert (https://www.shell.com.br/imprensa/noticias-por-email.html)

Serviço

Festival Clube do Choro – encerramento da 4ª edição do Complexo Cultural do Choro
Datas: 31 de outubro e 1º de novembro de 2026
Local: Espaço Cultural do Choro – Setor de Divulgação Cultural, Eixo Monumental, Brasília (DF)

31 de outubro
1ª sessão – 16h – Jaques Morelenbaum e Moreno Veloso | Lucy Alves
2ª sessão – 19h50 – Teresa Lopes | Trio Madeira Brasil | Paula Lima

1º de novembro
1ª sessão – 16h – Silvério Pontes e Marcelo Caldi | Duo Partilhas – Wagner Tiso e Marcio Malard
2ª sessão – 19h50 – Ian Coury | Michael Pipoquinha e Joabe Reis | Assucena e João Camarero

Ingressos: o link para compra será disponibilizado na comunidade do Clube do Choro no WhatsApp no dia 13 de outubro, às 15h. Os ingressos são adquiridos individualmente para cada uma das quatro sessões.


Classificação indicativa: Livre
Informações: (61) 3226-3969 / (61) 99868-2012
@complexodochoro / @clubedochoro

Inédito no país, Governo Federal lança Selo Nacional da Aquariofilia

Divulgação

Selo para quem atua com organismos aquáticos ornamentais

Lançado pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), o Selo Nacional da Aquariofilia identifica empresas, pescadores profissionais artesanais e aquicultores do segmento ornamental que atendem aos critérios previstos na regulamentação. É o reconhecimento de que o setor atende aos critérios mínimos de regularidade legal, sanitária, ambiental e fiscal. Quem obtiver poderá utilizar o Selo em rótulos, embalagens e materiais de divulgação. A adesão é voluntária e a concessão é gratuita. Tem validade de 2 anos.

Quem pode solicitar?

EMPRESA ATUANTE NA CADEIA PRODUTIVA DE ORGANISMOS AQUÁTICOS COM FINS ORNAMENTAIS

Possuir Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica – CNPJ ativo e válido.

Possuir inscrição no Registro Geral da Atividade Pesqueira – RGP e licença válida na categoria empresa pesqueira.

Apresentar documento de licenciamento ambiental ou comprovante de dispensa válido. Quando exigido, apresentar descrição das boas práticas de produção e de bem-estar animal adotadas, acompanhada de, no mínimo, três fotografias nítidas que evidenciem as práticas implementadas.

PESCADOR PROFISSIONAL

Possuir inscrição no RGP e licença válida na categoria pescador profissional artesanal.

Observar as espécies e as regras de captura estabelecidas na legislação vigente.

Utilizar petrechos de pesca permitidos.

Manter registro das informações de origem da captura, com a indicação do rio, da comunidade e da região.

AQUICULTOR ORNAMENTAL

Possuir inscrição no RGP e licença válida na categoria aquicultor.

Apresentar documento de licenciamento ambiental ou comprovante de dispensa válido, quando exigido.

Apresentar outorga de uso de recursos hídricos, quando exigida, ou documento equivalente, quando aplicável.

Apresentar Certificado de Regularidade – CR válido do Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras – CTF gerenciado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).

Apresentar descrição das boas práticas de produção e de bem-estar animal adotadas, compreendidos os procedimentos de controle da qualidade da água e de prevenção de fugas da unidade produtiva, compatíveis com a atividade, e apresentar cadastro do estabelecimento junto ao órgão estadual de defesa agropecuária, quando aplicável.

Como solicitar?

É preciso preencher o requerimento e reunir os documentos solicitados, conforme a Portaria MPA n.º 753/2026. Após isso, precisa protocolar no SEI do MPA ou presencialmente em alguma Superintendência Federal da Pesca e Aquicultura. Em seguida, o Ministério irá analisar a documentação. Quem atender aos requisitos receberá o selo gratuitamente.

Atividades que fazem parte da Aquariofilia:

Criação;

Captura;

Manejo;

Comercialização e a

Manutenção de organismos aquáticos ornamentais.

https://www.gov.br/mpa/pt-br/assuntos/noticias/inedito-no-pais-governo-federal-lanca-selo-nacional-da-aquariofilia

Mais tempo para descobrir Athos Bulcão no Casapark

Foto divulgação

Prorrogada até 27 de outubro, exposição Entre Tempos reúne mais de 40 obras do artista, algumas nunca exibidas ao público, e revela uma produção que vai além dos azulejos

Quem ainda não visitou Entre Tempos, exposição dedicada a aspectos pouco conhecidos da obra de Athos Bulcão, ganhou mais tempo para conferir a mostra. Em cartaz no Mezanino da Livraria Travessa, no Casapark, a exposição foi prorrogada até 27 de outubro.

Com curadoria de Valéria Cabral, presidente da Fundação Athos Bulcão, Entre Tempos reúne mais de 40 obras, algumas inéditas para o público, pertencentes a coleções particulares. A mostra percorre quase seis décadas da produção do artista, de 1943 aos anos 2000, e convida o visitante a descobrir um Athos que vai além dos famosos painéis de azulejos que ajudaram a construir a identidade visual de Brasília. A seleção reúne desenhos, pinturas a óleo e acrílica e trabalhos que revelam diferentes linguagens, interesses e experimentações ao longo de sua trajetória.

Entre os destaques estão uma série dedicada ao Carnaval, relacionada às memórias de infância e juventude do artista no bairro do Catete, no Rio de Janeiro, e obras que dialogam com o período em que estudou medicina. O interesse pelo desenho e pelas aulas de anatomia deixou marcas em sua produção, na qual formas orgânicas, células e estruturas reaparecem em diferentes composições.

O acesso a acervos particulares foi fundamental para revelar essa diversidade. “Quando fui ver a coleção, encontrei obras de 1943 e coisas que nunca tinha visto na vida”, conta Valéria Cabral. “Antes de mais nada, Athos era um desenhista. Era o que ele gostava de fazer.”

Além do valor artístico, as obras carregam histórias pessoais e vínculos construídos entre o artista e os colecionadores que reuniram esses trabalhos ao longo dos anos. Entre Tempos também conta com pesquisa historiográfica de Caetano Xavier de Albuquerque e texto de Marília Panitz, que contribuem para contextualizar a trajetória do artista e as transformações de sua produção.

A prorrogação amplia a oportunidade de o público entrar em contato com diferentes facetas de um dos nomes fundamentais da arte brasileira e de reconhecer a amplitude de uma obra que ultrapassa sua presença marcante na arquitetura da capital.

Serviço:

Exposição: Entre Tempos – Athos Bulcão

Visitação: até 27 de outubro de 2026
Horários: segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 12h às 20h
Local: Mezanino da Livraria Travessa – Casapark
Entrada: gratuita
Realização: Casapark, em parceria com a Fundação Athos Bulcão
Instagram: @casapark | @fundathos

Alimenta 2026 recebe 3ª edição do Berry Day, seminário sobre frutas vermelhas do DF e Entorno

Foto divulgação

Atividade acontece no dia 5 de novembro, a partir das 8h, no Palco Territórios e reunirá interessado em debater comercialização, exportação e agregação de valor às berries

Por José Maciel | Clip Clap Comunicação

Produtores rurais, pesquisadores e profissionais que acreditam no potencial das frutas vermelhas, as chamadas berries, na Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride/DF) irão se encontrar durante o Alimenta 2026 para a 3ª edição do Seminário Berry Day. A iniciativa acontece no dia 5 de novembro, a partir das 8h, no Palco Territórios, um dos espaços que serão montados no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, e reunirá vozes de destaque do campo, do mercado e do poder público.

Promovido pela Rota da Fruticultura, o seminário reúne novamente diferentes elos da cadeia das frutas vermelhas para compartilhar conhecimento, experiências e oportunidades para o setor. A proposta é debater e ampliar o cultivo de mirtilos, morangos e outras berries cultivadas na região.

A programação do seminário tem como eixos a organização da produção, a comercialização e a internacionalização das frutas. Para debater esses temas, o Berry Day vai reunir profissionais de órgãos governamentais, instituições financeiras, entidades representativas do setor, empresas do Brasil e do exterior, pesquisadores e produtores.

Pela manhã, o foco recai sobre as conexões de mercado e as oportunidades comerciais. Os painéis abordarão o cenário internacional, a demanda por frutas premium e berries, as exigências do mercado europeu e as estratégias para ampliar as exportações brasileiras. Outro debate tratará da relação entre produtores e grandes redes, com destaque para logística, exigências dos mercados atacadista e varejista, tendências do varejo alimentar, comportamento do consumidor e desafios da oferta regional.

À tarde, o seminário avança para a comercialização, a exportação e a integração do setor. Entre os temas previstos estão a agregação de valor a partir dos mirtilos e do turismo rural, as perspectivas de crescimento da produção de berries no Brasil e as pesquisas sobre a amora-preta, com lançamento de livro. A programação também inclui o panorama do mercado de frutas vermelhas no Peru, o acesso ao Plano Safra e a mercados exigentes, as soluções de financiamento para o agronegócio e os requisitos e certificações necessários para exportar.

A programação do Berry Day será encerrada às 17h, com a assinatura de protocolos de cooperação e a apresentação de lançamentos para o setor.

O seminário tem apoio do Sebrae no DF, do Sistema Fape/Senar/Sindicatos, da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri/DF), da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater/DF).

Sobre o Alimenta 2026

O Sebrae no Distrito Federal promove o Alimenta 2026 com a proposta de ser o maior evento de gastronomia de Brasília. A programação geral reúne conteúdos sobre tendências, inovação, alimentação saudável, tecnologia, turismo gastronômico, foodtechs e outros temas relacionados à cadeia de alimentação.

Ao todo, a realização contará com mais de 100 palestrantes, 14 espaços de conhecimento e centenas de expositores, além de rodadas de negócios, cozinhas-show e outras experiências interativas voltadas à geração de conhecimento, conexões e oportunidades.

A programação completa, com horários e locais das atividades, está disponível no site oficial do evento promovido pelo Sebrae no DF.

Mão na massa com as oficinas de outubro no Rolê Cultural

Foto divulgação

Com sombra, arame, desenho às cegas e um jogo de colecionador, o CCBB Brasília propõe quatro formas diferentes de criar 

Em outubro, o Rolê Cultural – Educativo CCBB aposta no que se faz com as mãos. As oficinas da programação conversam diretamente com as exposições em cartaz e funcionam como um convite a experimentar, testar e errar um pouco no caminho. Todas são gratuitas e acontecem na Sala do Educativo. Ingressos estão disponíveis em ingressos.ccbb.com.br ou na bilheteria do CCBB Brasília.

Brincando com Sombras parte da série Shadowgrams (1994), de Vik Muniz, para propor a crianças a partir de 4 anos uma investigação sobre luz e sombra como matéria-prima de imagens e histórias. Ao longo do encontro, os participantes descobrem diferentes formas de posicionar as mãos diante da luz até fazer surgir figuras e personagens na parede. Cada criança desenvolve a própria criação e, no final, todas se juntam na construção de uma pequena cena coletiva. Acontece aos sábados e domingos, às 14h.

Em Imagens de Arame, o desenho sai do papel. A partir de uma imagem de referência, os participantes recriam as formas com arames coloridos, explorando curvas, contornos e texturas em busca de composições possíveis. Ao dobrar e entrelaçar o material, a linha ganha volume e passa a ser observada de todos os ângulos, em uma proposta que aproxima desenho e escultura usando materiais simples. A oficina é voltada ao público a partir de 8 anos e acontece de quinta a domingo, às 17h.

Já Desenho Ativo funciona como um jogo de comandos. A cada rodada, quem participa recebe uma instrução para desenhar dentro de regras específicas, como usar as duas mãos ao mesmo tempo, desenhar sem olhar para o papel ou acompanhar o ritmo de um som, colocando à prova memória, atenção e coordenação. O interesse está menos no resultado e mais no processo: cada desafio revela conexões inesperadas entre corpo e percepção, transformando o ato de traçar em uma forma de explorar a própria mente. Não é preciso ter experiência prévia com desenho. De quinta a domingo, às 19h, a partir de 12 anos.

Às sextas, às 18h, ficam por conta do Rolê no Jogo – Coleção de Arte BB, com classificação livre. A Coleção de Arte do Banco do Brasil reúne um conjunto expressivo de obras da produção artística brasileira, com nomes como Oscar Niemeyer, Athos Bulcão e Roberto Burle Marx, fundamentais na construção da estética modernista no país. Para entrar nesse universo, os participantes jogam o exclusivo “Jogo da Coleção de Arte Banco do Brasil” e montam a própria coleção, formada por pinturas, esculturas e gravuras. Entre uma disputa e outra, o jogo estimula a percepção estética e a atenção aos detalhes de cada obra.

O projeto tem realização do Ministério da Cultura e patrocínio do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).

Sobre o CCBB Brasília 
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

Acessibilidade
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. 

Horários da van – De quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30. 

Programação:

Sala do Rolê Cultural 
O público encontra dois espaços de diversão e conhecimento: Jogos e Leitura. O Espaço Jogos reúne jogos do mundo todo, incluindo o Jogo Coleção de Arte BB e o Jogo das Heroínas Negras, criação do Educativo. No Espaço Leitura, um ambiente acolhedor com livros infantis e almofadas convida as crianças a ler e imaginar.
Data: Terça-feira a domingo, das 9h às 20h30         
Classificação: Livre     
Ponto de encontro: Sala do Educativo

Oficina Brincando com Sombras      
A oficina convida crianças a partir de 4 anos a criar imagens e histórias com luz e sombra. Os participantes aprendem a posicionar as mãos diante da luz para formar figuras e personagens. Depois, cada um cria a sua e todos montam juntos uma pequena cena coletiva.
Data: Sábados e domingos, às 14h   
Duração: 1h    
Capacidade: 10 pessoas        
Classificação: A partir de 4 anos       
Ponto de encontro: Sala do Educativo

Oficina Imagens de Arame    
A atividade propõe uma nova forma de desenhar: transformar linhas em imagens tridimensionais. A partir de um desenho de referência, os participantes recriam suas formas com arames coloridos, explorando curvas, texturas e composições. Ao dobrar e entrelaçar os arames, o desenho ganha volume, unindo desenho, escultura e experimentação com materiais simples.      
Data: De quinta a domingo, às 17h   
Duração: 1h    
Capacidade: 20 pessoas        
Classificação: A partir de 8 anos       
Ponto de encontro: Sala do Educativo

Oficina Desenho Ativo          
A cada rodada, o participante segue instruções como desenhar com as duas mãos, sem olhar para o papel ou no ritmo de um som, testando memória, atenção e coordenação. A proposta explora as conexões entre corpo e percepção, sem exigir experiência prévia com desenho. 
Data: Quinta a domingo, às 19h       
Duração: 1h    
Capacidade: 20 pessoas        
Classificação: A partir de 12 anos     
Ponto de encontro: Sala do Educativo

Oficina Rolê no Jogo Coleção de Arte BB     
Os participantes criam sua própria coleção a partir de pinturas, esculturas e gravuras de artistas como Oscar Niemeyer, Athos Bulcão e Roberto Burle Marx. A atividade estimula percepção estética, sensibilidade e valorização do acervo.
Data: Sextas, às 18h               
Duração: 1h          
Capacidade: 30 pessoas        
Classificação: Livre
Ponto de encontro: Sala do Educativo      

Serviço:

Rolê Cultural – Educativo do Centro Cultural Banco do Brasil
Centro Cultural Banco do Brasil – Distrito Federal Endereço: SCES Trecho 2 – Brasília/DF  Tel.: 61 3108-7600Programação completa em ccbb.com.br/brasilia/programacao/role-cultural-educativo-ccbb/
Ingressos: ingressos.ccbb.com.br
Agendamento para grupos e escolas: conecta.mediato.art.br
Acesso: gratuitoClassificação Indicativa: livre

CCBB Brasília
Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h.
SCES Trecho 2 – Brasília/DF
Tel: (61) 3108-7600
E-mail: ccbbdf@bb.com.br
Site/ bb.com.br/cultura 
Instagram/ccbbbrasilia
TikTok/@ccbbcultura 
Youtube/ Bancodobrasil

Manhattan Shopping recebe feira de artesanato, decoração e gastronomia

Foto de divulgação

Peças que dão personalidade aos ambientes, aromas que despertam sensações e sabores que convidam a novas descobertas estarão reunidos no Manhattan Shopping, em Águas Claras, entre os dias 22 e 25 de outubro. A feira de artesanato reúne produtos de diferentes segmentos e oferece ao público a oportunidade de conhecer trabalhos artesanais, explorar novas possibilidades de decoração e encontrar opções para presentear.

A variedade de produtos é um dos destaques da feira. Quadros, mandalas, essências, velas, tapetes e artigos religiosos compõem a seleção de itens, que passeia por diferentes estilos e propostas. Na parte gastronômica, queijos, cachaças e chás ampliam as possibilidades para quem gosta de experimentar sabores e conhecer novos produtos.

Entre objetos decorativos, peças artesanais e produtos que podem fazer parte do dia a dia, a feira convida os visitantes a percorrer os estandes sem pressa, descobrir detalhes e encontrar itens que combinem com seus gostos e interesses. A iniciativa também abre espaço para o trabalho de expositores de diferentes segmentos, aproximando o público de produtos que carregam características próprias e diferentes formas de criação.

Serviço – Feira de Artesanato

Data: 22 a 25 de outubro
Horário: Das 10h às 22h

Endereço: Rua 17 Sul, com acesso também pela Rua 16 Sul, Águas Claras – Brasília (DF).

Lojas: De segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 14h às 20h.

Manhattan Taste (restaurantes e gastronomia): De segunda a sábado, das 10h às 23h; domingos e feriados, das 12h às 23h.

Mais informações: manhattanshopping.com.br

’A MEMÓRIA DO CHEIRO DAS COISAS’ É O REPRESENTANTE DE PORTUGAL NO OSCAR DE 2027

Divulgação

O filme de António Ferreira foi escolhido pelos membros da Academia Portuguesa de Cinema para representar Portugal na disputa por uma indicação ao Oscar de Melhor Filme Internacional

O longa-metragem A MEMÓRIA DO CHEIRO DAS COISAS, dirigido por António Ferreira e protagonizado por José Martins e Mina Andala, foi selecionado como candidato de Portugal na categoria de Melhor Filme Internacional na 99ª edição do Oscar, em 2027. A escolha foi feita por meio de votação dos membros da Academia Portuguesa de Cinema.

A seleção representa uma importante conquista para o filme e abre uma nova etapa em sua trajetória internacional. Produzido pela Persona Non Grata Pictures e pela Muiraquitã Filmes, A MEMÓRIA DO CHEIRO DAS COISAS é um drama íntimo que atravessa temas como memória, envelhecimento e possibilidade de reconciliação, a partir de um olhar marcado pela profundidade emocional, pela contenção das interpretações e pela sutileza visual.

Filmado integralmente em Coimbra, com a participação majoritária de profissionais e atores da cidade, o filme mantém uma forte ligação com a comunidade artística local, que contribuiu para sua realização. A escolha para representar Portugal também é motivo de orgulho para essa comunidade, levando o trabalho desenvolvido em Coimbra a uma nova dimensão de reconhecimento.

A trajetória do filme já conta com outras distinções, entre elas o Prêmio de Melhor Ator concedido a José Martins no Festival Internacional de Cinema de Xangai e o Prêmio Sophia de Melhor Ator Protagonista, concedido pela Academia Portuguesa de Cinema.

Com a candidatura portuguesa ao Oscar 2027, A MEMÓRIA DO CHEIRO DAS COISAS dá continuidade a uma trajetória de reconhecimento em Portugal e no exterior, agora com a responsabilidade e o orgulho de representar o cinema português.

SOBRE O FILME

O tempo tirou de Arménio a fortaleza do corpo e seu novo lar é uma casa de repouso para idosos. Oisolamento e a amargura o afastaram da família e suas relações mais próximas são com os profissionais que cuidam dele. A chegada de Hermínia, sua nova enfermeira, tira as coisas de lugar. Mulher negra, ela destrava traumas e preconceitos do veterano de guerra que aprendeu a reconhecer inimigos pela cor da pele.

Construído como eco do colonialismo na África, A Memória do Cheiro das Coisas, novo filme doportuguês António Ferreira, intercala temas complexos e necessários: envelhecimento, solidão, racismo, redescoberta.

Para o diretor, o personagem lhe permite abordar muitos temas: “Sua relação com o passado écomplexa, especificamente com os negros, outrora ‘os inimigos’. Um homem que superou a violência da guerra, acostumado a ser independente, com toda a sua rudeza, se vê agora debilitado e em posição de vulnerabilidade nas mãos de uma mulher negra, tendo que lidar com seus preconceitos, tentando manter um equilíbrio entre sua autonomia e a necessidade de ser cuidado”, explicou Ferreira.

O diretor afirma também que seu filme é uma homenagem aos trabalhadores que dedicam suas vidas a cuidar de outras vidas: “Por esse motivo, imagens ‘documentais’ de asilos reais intercalam a narrativa de ficção”, diz o cineasta. O filme é estrelado por Mina Andala e José Martins, que venceu o prêmio de melhor ator no Festival Internacional de Cinema de Shanghai, na China, onde A Memória do Cheiro das Coisasestreou mundialmente. 

“Meu objetivo é que possamos observar os mecanismos por trás de tantos ‘Arménios’ na sociedade portuguesa: toda uma geração de homens atirada para a guerra, vítima de uma lavagem cerebral que desumanizou o negro. Ao ser forçado a esse contato, o outro se humaniza, se torna mais próximo e, em última análise, igual a nós”, conclui.

SINOPSE:

Diante da vulnerabilidade da velhice, Arménio éobrigado a encarar os fantasmas do passado, enquanto uma amizade inesperada floresce entre ele e Hermínia. Este filme é um retrato poético e intimista de um idoso em um asilo, explorando a fragilidade da condição humana, a inevitabilidade da morte e a busca por redenção. Aborda questões urgentes da nossa sociedade, como o envelhecimento da populaçãoe o racismo estrutural.

O DIRETOR

António Ferreira (Coimbra, 1970) é realizador e produtor luso-brasileiro. Formado na ESTC (Lisboa) e na dffb (Berlim), chamou atenção com o curta Respirar (debaixo d’água) (2000, Cannes). Assinou longas como Esquece tudo o que te disse (2002), Embargo (2010, de José Saramago), Pedro e Inês (2018, filme português mais visto do ano), A Bela América (2023) e A Memória do Cheiro das Coisas(2025). Dirigiu ainda a peça As lágrimas amargas de Petra von Kant (TNDM II, 2012) e o filme Posfácio nas Confecções Canhão. Fundador da APCA e membro da Academia Portuguesa de Cinema e da APACI, énaturalizado brasileiro e co-dirige, com Tathiani Sacilotto, a Persona Non Grata Pictures (Brasil/Portugal). Ao todo, soma oito filmes realizados, 30+ produzidos e 40 prêmios em 100+ festivais.

FICHA TÉCNICA
Direção:
 António Ferreira
Roteiro: Tiago Cravidão, António Ferreira
Produção: Persona Non Grata Pictures (Tathiani Sacilotto), coprodução Muiraquitã Filmes (Eliane Ferreira), António Ferreira, Laurence Lascary
Fotografia: Leandro Valente (Lee Fuzeta)

Montagem: António Ferreira
Direção de arte: Luísa Bebiano
Figurino: Inês Damasceno
Maquiagem: Raquel Ralha
Música original: Luís Pedro Madeira
Som: Bernardo Theriaga, Ricardo Cutz, Matheus Miguens, Ian Fernandes, Felipe Magalhaes
Produtoras: Persona Non Grata Pictures; Muiraquitã Filmes
País/ano: Portugal/Brasil, 2025
Duração: Drama, 96 min

Distribuição: Bretz Filmes

ELENCO
José Martins
 …………… Arménio
Mina Andala …………… Hermínia
Pedro Lamas …………… João
Robson Lemos …………… Jefferson
Maria Manuel Almeida …………… Amélia
Maria José Almeida (Mizé) …………… Joana
Sofia Coelho …………… Psicóloga
Paula Barata …………… Laura
José Castela …………… Tozé
Cláudia Carvalho …………… Administradora
Ricardo Vaz Trindade …………… Homem da Funerária
Francisco Paz …………… Telles
Luís Ferreira …………… Morais
Teosson Chau …………… Soldado
Zeca Carvalho …………… Fisioterapeuta
João Damasceno …………… Médico
Isabel Craveiro …………… Isabel

SOBRE A MUIRAQUITÃ FILMES
A Muiraquitã Filmes é uma produtora brasileira com um portfólio diverso de longas-metragens desenvolvidos em cooperação com parceiros criativos e inovadores de todo o mundo. A produtora ganhou destaque com documentários premiados, como “Cine Marrocos” de Ricardo Calil (Golden Dove na Next Masters Competition, Dok Leipzig 2018), “Fico te devendo uma carta sobre o Brasil” de Carol Benjamin (Menção Especial na First Appearance Competition, IDFA 2019) e “Os Arrependidos” (Melhor filme no ÉTudo Verdade 2021). 

Entre as ficções que produziu, estão “Vermelho Russo” de Charlie Braun (melhor roteiro no Festival do Rio 2016), “Querência” de Helvécio Marins Jr. (estreia na seção Fórum do Berlinale 2019 e Melhor Filme na Competição Internacional do Jeonju IFF) e “Retrato de um Certo Oriente” de Marcelo Gomes (Rotterdam Competição Big Screen 2024). 

Atualmente, entre outros projetos, trabalha na produção de “Sobre Memória e Esquecimento” de Ricardo Martensen (apoiado pelo IBF e pelo Sundance Institute) e na pós-produção de “Jardim dos Silêncios” de Henrique Dantas, uma coprodução com a Itália. Estreou recentemente “Pasárgada” de Dira Paes (melhor edição de som em Gramado 2024), “Cyclone” de Flavia Castro (Shanghai IFF e Munique IFF 2025) e a coprodução com Portugal “A Memória do Cheiro dasCoisas” de António Ferreira (melhor ator em Shangai IFF 2025).

SOBRE A PERSONA NON GRATA PICTURES
Fundada em 1999, a PERSONA NON GRATA PICTURES já produziu mais de 30 filmes de ficção e documentário, em coprodução com Brasil, Argentina, Equador, Portugal, Espanha, França, Alemanha e Moçambique. Com vocação internacional, seus filmes circulam por festivais e chegam aos circuitos comerciais de cinema e TV, sempre com assinatura autoral e diálogo com opúblico. A produtora prioriza coproduções com apoio de programas como Ibermedia, MEDIA, ICA (PT), FSA (BR) e CNC (FR). É dirigida por Tathiani Sacilotto e António Ferreira. Entre os títulos: A Memória doCheiro das Coisas (2025), A Bela América (2023), Pedro e Inês (2018), Embargo (2010) e outros.

SOBRE A BRETZ FILMES
Criada em 1990, a Bretz Filmes atua na distribuiçãopara cinema, vídeo, TV e streaming. Desde 2011, especializou-se em documentários e filmes de autor e, a partir de 2015, passou a priorizar o cinema brasileiro. Lançou títulos como O Cavalo de Turim, Nostalgia da Luz, Another Year, Cézanne e Eu, Honeyland, For Sama, Gabriel e a Montanha, On Yogae Fico Te Devendo Uma Carta Sobre o Brasil. Com 500+ títulos no catálogo, também desenvolve e coproduz projetos com parceiros como TV Globo, Globoplay, Canal Brasil, Netflix, Prime Video, Curta!, Arte 1 e outros.

Exposição de Yoshitaka Amano se despede com personagens de Final Fantasy e sessão especial de Angel’s Egg

Foto Sato Company

Encerramento no CCBB Brasília reúne encontros com cosplayers, exibição gratuita do clássico da animação japonesa e última oportunidade de visitar a mostra com 218 obras originais e experiência imersiva

A exposição Yoshitaka Amano – Além da Fantasia entra em seus últimos dias no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) com uma programação especial que leva para além das obras dois universos marcantes da trajetória do artista japonês. Nos dias 31 de outubro e 1º de novembro, o público poderá encontrar personagens da franquia Final Fantasy nas galerias da exposição. Já no feriado de 2 de novembro, o cinema do CCBB recebe uma sessão gratuita de Angel’s Egg (1985), clássico da animação japonesa dirigido por Mamoru Oshii, com concepção artística de Amano.

No sábado e domingo, das 14h às 19h, as cosplayers Rach Asakawa e Rayara Eckhardt estarão caracterizadas como Fang e Lightning, personagens de Final Fantasy. Durante os dois dias, os visitantes poderão interagir e fazer fotos com as personagens ao longo do percurso expositivo. A ação aproxima o público de uma das criações mais conhecidas de Amano, cuja contribuição para a identidade visual da franquia ajudou a construir um imaginário que marcou gerações de jogadores e ultrapassou as fronteiras dos videogames.

A programação continua na segunda-feira, 2 de novembro, quando o CCBB Brasília abrirá excepcionalmente durante o feriado e haverá exibição de Angel’s Egg, às 16h. A sessão gratuita oferece uma oportunidade de conhecer na tela do cinema uma das obras mais singulares da carreira de Amano. Os ingressos devem ser retirados pelo site www.bb.com.br/cultura ou na bilheteria física do centro cultural.

Com atmosfera gótica e surrealista, Angel’s Egg acompanha uma menina solitária que percorre uma cidade desolada enquanto protege um grande ovo. A narrativa, construída a partir de imagens simbólicas e poucos diálogos, convida o espectador a uma experiência visual contemplativa e enigmática. Lançado em 1985, o longa se tornou uma obra cultuada da animação japonesa, destacando a força da linguagem artística de Amano na criação de personagens, cenários e atmosferas fantásticas.

Última oportunidade de visitar a exposição

Além das atividades especiais, o público tem até 1º de novembro para conhecer Yoshitaka Amano – Além da Fantasia, que reúne 218 obras originais trazidas diretamente do Japão e uma instalação imersiva concebida especialmente para a mostra. Com curadoria de Antonio Curti e patrocínio da BB Asset, a exposição apresenta mais de cinco décadas de produção artística e revela a diversidade de linguagens exploradas por um dos nomes mais influentes da cultura visual contemporânea.

Entre pinturas, ilustrações, objetos e trabalhos pouco conhecidos do público brasileiro, a mostra revela uma produção que atravessa animação, quadrinhos, videogames, literatura, moda e artes visuais. As composições de linhas delicadas, figuras etéreas e referências que aproximam a tradição japonesa da arte ocidental evidenciam uma identidade artística que se mantém reconhecível em diferentes suportes e linguagens.

A passagem da exposição por Brasília dá continuidade ao encontro de Amano com o público brasileiro, iniciado com uma mostra realizada em São Paulo, em 2024, e ampliado pelas temporadas do CCBB em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro. Sobre a oportunidade de apresentar seus trabalhos originais no país, o artista destaca: “Os visitantes poderão conhecer obras nunca exibidas, incluindo grandes peças em alumínio – algo que só pode ser plenamente apreciado ao ver o trabalho original, pessoalmente”.

Da animação às artes visuais

Nascido em 1952, na província japonesa de Shizuoka, Yoshitaka Amano começou a carreira ainda adolescente na Tatsunoko Production, um dos estúdios mais importantes da história da animação japonesa. Ao longo de mais de cinco décadas, desenvolveu uma linguagem própria, marcada pelo traço fluido, pela elegância das figuras e pela combinação de referências culturais de diferentes origens.

Sua contribuição para Final Fantasy foi decisiva para a identidade visual da franquia, enquanto trabalhos como Vampire Hunter D e Angel’s Egg consolidaram sua presença no universo da fantasia. Colaborações com autores, editoras e marcas internacionais ampliaram ainda mais o alcance de sua produção.

Organizada em sete núcleos temáticos — Tatsunoko, Final Fantasy, Candy Girl, Devaloka, Vampire Hunter D, Angel’s Egg e Colaborações —, a exposição permite acompanhar diferentes momentos dessa trajetória. O percurso termina no Pavilhão de Vidro, com uma instalação imersiva desenvolvida em parceria com a AYA Studio. Inspirada na série Devaloka, a experiência utiliza 15 projetores laser sincronizados, animações e desenho sonoro para envolver os visitantes em cenários povoados por divindades, criaturas fantásticas e paisagens que transitam entre o material e o espiritual.

Sobre a BB Asset

A BB Asset, maior gestora de fundos do país, administra cerca de R$ 1,79 trilhão em patrimônio líquido e é responsável pela gestão de mais de 1.200 fundos de investimento, atendendo milhões de pessoas que buscam realizar seus objetivos financeiros. A empresa é reconhecida pela excelência de sua gestão, com as maiores notas das agências de classificação de risco Fitch Ratings e Moody’s. Detém aproximadamente 17,4% de participação no mercado, consolidando sua liderança no setor. Seus produtos são distribuídos pela maior rede de atendimento bancário do país, o Banco do Brasil, e pelas principais plataformas de investimento. A BB Asset acredita que seu papel vai além da gestão de ativos. Com soluções desenvolvidas para diferentes perfis e objetivos, a empresa assume a responsabilidade de contribuir para uma sociedade mais inclusiva, participativa e conectada com o que realmente importa, investindo em iniciativas que promovem desenvolvimento ambiental, social, de governança e cultural.

Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Localizado no Edifício Tancredo Neves, o prédio é uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico de autoria de Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizadas exposições, shows, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, o CCBB Brasília oferece o Programa Educativo, projeto contínuo de arte-educação que desenvolve ações educativas e culturais. O programa aproxima os visitantes da programação em cartaz, acolhe o público espontâneo e atende especialmente estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições por meio de visitas mediadas e agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

Acessibilidade

A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional.

O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta no vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. Mais informações em: Serviços Oferecidos | CCBB Brasília

Horário da van – De quinta-feira a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h. | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.

Serviço:

Yoshitaka Amano – Além da Fantasia 

Até 2 de novembro de 2026

Horários: De terça-feira a domingo, das 9h às 21h

Programação especial de encerramento

Cosplayers Rach Asakawa e Rayara Eckhardt 

Dias 31 de outubro e 1º de novembro, sábado e domingo, das 14h às 19h

Exibição de Angel’s Egg
Dia 2 de novembro (segunda-feira), às 16h, no Cinema do CCBB

Ingressos gratuitos, mediante retirada no site www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília.

Local: Galerias 3, 5 e Pavilhão de Vidro do CCBB Brasília

Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul

Classificação indicativa: Livre

Técnico da seleção juvenil francesa de vôlei de praia compartilha experiências com jovens atletasdo Sesc-DF 

Brasiliense Elmer Calvis volta à cidade para conversar com cerca de 20 alunos do projeto Sesc Olímpico, nesta terça-feira (20), em Ceilândia. Ele também integra a comissão técnica da seleção adulta francesa e esteve na Olimpíada de Paris.

Uma trajetória marcada por conquistas internacionais, Olimpíada de Paris, medalhas e experiências no esporte de alto rendimento será fonte de inspiração para jovens atletas do Distrito Federal. Nesta terça-feira (20), às 16h, o técnico brasiliense de vôlei de praia Elmer Calvis, que acumula passagens pelas seleções brasileira e há 8 anos está à frente da equipe francesa juvenil, estará no Sesc Ceilândia para um encontro especial com 20 alunos do projeto Sesc Olímpico, com idades entre 11 e 21 anos.

Durante a visita, o treinador vai compartilharexperiências da carreira internacional, participaçãonos Jogos Olímpicos de Paris, os desafiosenfrentados no esporte de alto rendimento e osaprendizados adquiridos ao longo de 25 anos de atuação profissional. A proposta é aproximar osjovens da realidade das grandes competições e mostrar como dedicação, disciplina e preparaçãofísica e emocional são fundamentais para a formaçãode um atleta.

De Brasília para o Mundo

Natural de Brasília, Elmer Calvis construiu uma carreira de destaque no vôlei de praia. Entre 2010 e 2016, integrou a comissão técnica da seleção brasileira da modalidade, período em que conquistou títulos internacionais. Em seu currículo, estão medalhas de bronze em Copas do Mundo, uma medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos, oito títulos sul-americanos e um título mundial sub-21.

Com experiência também no cenário esportivo europeu, o profissional atua desde 2018 no vôlei de praia francês, como técnico da seleção juvenil e preparador físico da seleção adulta. Além da carreira como treinador, é especialista em Psicologia Esportiva, analista de perfil comportamental, coach esportivo, pesquisador e autor do livro O Vôlei de Praia e seus Sistemas Complexos.

A visita representa uma oportunidade para que os alunos conheçam de perto a trajetória de um profissional que saiu de Brasília e alcançou reconhecimento internacional. O encontro também pretende incentivar os jovens a enxergarem o esporte como um caminho de desenvolvimento pessoal, superação e realização de sonhos.

Formação de novos talentos

Criado em 2009, o Sesc Olímpico é o projeto de esporte de alto rendimento do Sesc-DF, voltado à descoberta, formação e desenvolvimento de crianças e adolescentes com potencial competitivo.

A iniciativa oferece gratuitamente treinamentos especializados, acesso à infraestrutura esportiva e acompanhamento multidisciplinar, com serviços de psicologia, nutrição e odontologia. Os atletas selecionados também participam de competições sem custos, ampliando as oportunidades de desenvolvimento e crescimento no esporte.

Além da preparação técnica, o projeto busca contribuir para a formação integral dos participantes, estimulando valores como disciplina, responsabilidade, trabalho em equipe e perseverança.

O encontro com Elmer Calvis reforça essa proposta ao proporcionar aos jovens atletas o contato direto com profissionais experientes e trajetórias de sucesso no esporte internacional.

Serviço

Encontro com o técnico internacional de vôlei de praia Elmer Calvis

Data: Terça-feira, 20 de outubro de 2026

Horário: 16h

Local: Sesc Ceilândia

Participantes: 20 atletas do projeto Sesc Olímpico de Vôlei de Praia, com idades entre 11 e 16 anos.

Atividade: Conversa sobre experiências internacionais, esporte de alto rendimento, desafios da carreira e formação de atletas.

15º PRÊMIO SINFOR DE TI 2026 — INSCRIÇÕES ABERTAS!

Divulgação

Sua iniciativa pode ser um dos grandes destaques da tecnologia no DF!

Estão abertas as inscrições para a 15ª edição do Prêmio SINFOR de TI , que reconhece empresas, profissionais e iniciativas que impulsionam a inovação e fortalecem o setor de Tecnologia da Informação no Distrito Federal.

A premiação contempla categorias como inovação, tecnologias emergentes, gestão, impacto social e categorias honoríficas, valorizando quem contribui para o desenvolvimento tecnológico da região.

Dê visibilidade ao seu trabalho e faça parte dessa edição!

Acesse e inscreva-se: https://premiosinfor.org.br/

Neste Halloween Avon provoca consumidor a fazer mágica com seus produtos de maquiagem

Divulgação

Inspirada na persona da bruxa, marca líder em maquiagem transforma data sazonal em uma trend digital com a campanha #FazSuaMágica

Semanas antes do Halloween a busca por referências, os vídeos salvos e os testes em frente ao espelho fazem parte do ritual de quem já começa a imaginar o look. Neste ano, a Avon, marca número 1 em maquiagem nos lares brasileiros*, transforma esse momento em um convite para experimentar, misturar e criar. Com o conceito “Avon, faz sua mágica”, a marca coloca a maquiagem no centro da celebração e propõe que cada pessoa crie seu próprio look para a data.

A inspiração vem de uma das figuras mais tradicionais da data, a bruxa. Entre caldeirões, poções, velas e livros de feitiços, ela representa a possibilidade de combinar ingredientes, testar caminhos e chegar a uma criação própria. Para acompanhar esse processo, a linha Avon Power Stay combina alta performance, tecnologia e longa duração. As possibilidades de experimentação são infinitas, com alta durabilidade e a diversidade de acabamentos, como matte, glitter e vinil. 

As criações ganham mais destaque com a intensidade das paletas Avon Ultra Color Silver e Purple, e das combinações vibrantes de Avon Color Trend, linha especialista em cores e tendências de maquiagem. O portfólio de produtos inclui delineadores, lápis, batons, sombras, corretivo, pó, base líquida e compacta Power Stay, itens essenciais para criar uma make impecável e à prova de qualquer susto.

Com o objetivo de incentivar a transformação de referências em interpretações próprias, Avon apresenta sua campanha de Halloween 2026, conectando beleza, cultura pop e criatividade. Criado pela agência VML, o conceito chega às redes sociais impulsionado por um áudio original com o “feitiço”, usado como guia, especialmente para acompanhar vídeos de transformação da make mais simples à mais elaborada, no TikTok e no Instagram. Com a hashtag #FazSuaMágica, criadores de conteúdo e o público geral são convidados a reproduzir a dinâmica, usando o mesmo ponto de partida para criar resultados únicos.

Os produtos estão disponíveis por meio das Consultoras de Beleza Avon, nas principais perfumarias, na Shopee, no Tiktok Shop e no e-commerce oficial da marca: www.avon.com.br


Powerstay Delineador Líquido Preto
 – R$ 55,99

O delineador líquido Power Stay preto intenso tem efeito fosco Ultra Matte, ponta precisa e fluxo contínuo. É resistente à água, não transfere e não borra. Durabilidade de até 24h, seguro e oftalmologicamente testado.

Power Stay Lápis Delineador Gel Para Olhos 24h – R$44,99 

Produto 2 em 1 para delinear e esfumar, tem até 24h de duração, alta pigmentação e tecnologia Power Stay, não transfere e não borra. Enriquecido com vitamina E.

Avon Glimmerstick Delineador Retrátil Metálico – R$ 37,99

A fórmula macia e cremosa desse delineador permite deslizar suavemente sobre os olhos, depositando cor intensa e uniforme com apenas uma passada

Delineador Labial Power Stay – R$ 34,99

Tecnologia Power Stay que forma uma película resistente para manter a cor e o desenho intactos. O formato retrátil garante o controle ideal para um contorno de boca com acabamento profissional

Power Stay Batom Líquido Matte – R$ 49,99

Até 16 horas de duração com acabamento matte aveludado e diversas cores. Nova fórmula mais confortável, não transfere, não borra e não desbota. Confira também os batons da linha nas versões matte glitter e creamy vinyl.

Power Stay Base Compacta – R$84,99

Multifuncional 3 em 1: Base, Corretivo e Pó. Até 18 horas de duração, acabamento matte à prova d’água que esconde imperfeições como um corretivo e controla o brilho como um pó.

Paleta de Sombras Ultra Color Silver e Purple – R$ 69,99 cada

Quartetos de sombras de tons frios da paleta Silver ou ultra pigmentados em tons harmônicos como na paleta Purple. Formulação versátil que desliza fácil, perfeita para construir camadas em um mix de acabamentos.

Paletas de sombras Color Trend – R$ 54,99 cada

Quartetos com a vibe que você imaginar, a linha Color Trend oferece variações incríveis. São tons versáteis de alta pigmentação e textura aveludada.  

*Fonte: Worldpanel By Numerator | Painel de Consumidores | Participação do Mercado em Valor, Volume e Penetração | Total Brasil | Categoria: Maquiagem contemplando os subsegmentos de Rosto, Lábios, Olhos e estojo l Ano Móvel Março 2025

Sobre Avon

Fundada em 1886 com o propósito pioneiro de promover a autoestima e a emancipação feminina, a Avon consolidou-se como uma das maiores referências globais em beleza. Parte do grupo Natura desde 2020, a marca opera sob o modelo de Femtech desde 2026— uma ‘startup do feminino’ que funde seu legado de mais de mil patentes a uma estrutura ágil e cultura digital-first. Com gestão majoritariamente feminina e estratégia unificada do México à Argentina, a Avon foca na geração de valor e na democratização de tecnologias de alta performance, como o exclusivo Protinol e o Retinol. Sua operação omnicanal integra o social selling de 1,5 milhão de Consultoras de Beleza a uma rede de e-commerce e mais de 1.200 pontos de venda em varejistas multimarcas.

Barraca de Memórias leva histórias de mulheres pioneiras do DF para escolas e espaços comunitários do Guará

Foto divulgação

Projeto da Todo Público e do Coletivo ENTREVAZIOS faz exibições mediadas de minidocumentário, abre escuta poética com mulheres idosas e amplia acervo online de objetos afetivos que contam uma Brasília fora dos livros

Uma panela, uma fotografia, um caderno, um retalho de tecido. É a partir de objetos assim, guardados por mulheres que ajudaram a erguer o Distrito Federal, que o projeto Barraca de Memórias – Difusão do Acervo Poético chega ao Guará, uma das regiões mais antigas do DF. Realizada pela Todo Público em parceria com o Coletivo ENTREVAZIOS, a iniciativa circula entre outubro e novembro por escolas públicas e espaços comunitários com exibições de minidocumentário, rodas de conversa entre gerações e a ampliação do Acervo Poético de Objetos(acervo.entrevazios.com.br).

A programação começa com a Barraca de Memórias, no dia 27 de outubro no Centro de Convivência do Idoso no Guará. Um momento de escuta que funciona como o nome diz: um espaço onde mulheres idosas moradoras do Guará compartilham relatos e objetos que guardam a memória da região. Tudo o que for registrado passa a integrar o acervo online, que ganha novas narrativas. De 3 a 19 de novembro, o projeto faz 10 exibições mediadas do minidocumentário Barraca de Memórias, cada uma seguida de bate-papo e lanche. Duas sessões contam com intérprete de Libras e duas com audiodescrição. As exibições acontecerão em espaços como a Casa de Cultura do Guará, o Centro de Referência em Assistência Social do Guará, Unidades Básicas de Saúde, Escolas Públicas, entre outras. Nos dias 10 e 11, as sessões também serão abertas ao público e acontecerão no Auditório da Administração do Guará. 

Memória contra o apagamento

A proposta é reconhecer as mulheres idosas como guardiãs da memória e protagonistas da construção de Brasília, uma história que costuma ficar fora dos registros oficiais. Ao levar o projeto para jovens e, também, para pessoas idosas, o projeto aposta no encontro entre gerações que vivem no mesmo território: quem chegou primeiro e construiu a cidade, e quem herdou essas paisagens.

“Realizar a Barraca de Memórias no Guará é uma escolha que dialoga profundamente com a própria proposta do projeto. O Guará é um território importante para a construção da memória do Distrito Federal e, ao longo da pesquisa e da pré-produção, percebemos também a presença muito significativa da população idosa na região e a força das iniciativas comunitárias voltadas para esse público. Por isso, estar no Guará é também uma forma de reconhecer esse território, criar espaços de escuta e valorizar as histórias de vida de quem ajudou a construir a cidade. Acreditamos que preservar a memória é, sobretudo, reconhecer as pessoas e os territórios que fazem parte dela.” Afirma Luênia Guedes, coordenadora do projeto.

O Acervo Poético de Objetos reúne anos de pesquisa do Coletivo ENTREVAZIOS. A Barraca de Memórias já passou por Planaltina, Vila Planalto, Paranoá, Núcleo Bandeirante, Brazlândia, Candangolândia, Vila Telebrasília, Fercal e Taguatinga. No site, as histórias estão organizadas por região e podem ser acessadas de qualquer lugar.

“Levar este acervo para um site é dar permanência às vozes que a história tradicional frequentemente silencia. São mulheres que não apenas testemunharam a construção de Brasília, mas foram seus verdadeiros alicerces — com suas mãos, seus afazeres, seus sonhos e sua coragem de resistir e ficar. Elas não só ficaram: fizeram quintal, criaram laços, tornaram este chão habitável e cheio de afeto. Agora, suas memórias não se perdem no tempo. Cada panela, cada fotografia, cada história costurada no afeto vira patrimônio vivo, acessível a todos”, explica a artista e pesquisadora Maysa Carvalho.

Sobre o Coletivo Entrevazios 
Criado em 2014, o grupo vem propondo reflexões e diálogos contínuos sobre Brasília e suas poéticas, investigando as intersecções da cidade, arte, memória e os corpos que a atravessam.  Os desdobramentos artísticos do Coletivo incluem trabalhos como: o Livro de Artista ENTREVAZIOS (2014); a intervenção urbana O Estrangeiro (2015); a exposição instalativa De Ver Cidade – Brasília numa caixa de brincar (2019 e 2025); a intervenção poética de teatro de animação Lourença (2021); o minidocumentário Barraca de Memórias (2023); a exposição Percursos Inventados (2023); o espetáculo Carrego O Que Posso, Faço Quintal Onde Dá (2024 a 2026); as visitas teatralizadas com Cidade Espetáculo – Aventura nos Três Poderes (2024 e 2025), a exposição Memória Migrante – Mostra Acervo Poético (2025) e o projeto Barraca de Memórias (2026).

Sobre a Todo Público
 
A Todo Público é uma iniciativa especializada na sensibilização de públicos e na democratização do acesso à arte, à cultura e ao patrimônio. Desenvolve ações educativas e interativas que transformam espaços culturais em ambientes acessíveis, pautadas pela educação patrimonial, pela mediação artística e pela acessibilidade cultural social. Atua com mediação cultural, programas educativos, acessibilidade, mobilização de público e coordenação pedagógica. Entre suas realizações estão trabalhos como: a consultoria de programação do MAB Educativo (2019 a 2023); a curadoria e acessibilidade da mostra Percursos Inventados – Entrevazios (2023); a coordenação pedagógica de Cidade Espetáculo: Aventura nos Três Poderes (2024); a coordenação de metodologias do projeto Só Taguá Têm, com Instituto Soma e IPHAN (2025); a mobilização de público e a coordenação de acessibilidade do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e do DF Instrumental (2025); e, em 2026, a coordenação pedagógica do programa educativo da Praça dos Três Poderes.

SERVIÇO
Projeto Barraca de Memórias – Difusão do Acervo Poético
Escuta poética (Barraca de Memórias): 
27 de outubro
Exibições mediadas do mini documentário e bate-papo: 
de 3 a 19 de novembro
Acervo Poético de Objetos:acervo.entrevazios.com.br
Informações e programação completa em: 
@entrevazios

Espetáculo “Sobre Pedras” une guerra e recomeços no palco e oferece sessões gratuitas a estudantes do Ensino Médio da Estrutural

Foto divulgação

Escrita e interpretada por Iury Persan, a peça reúne teatro de sombras e vídeo mapping e terá oito sessões, de 27 a 29 de outubro, com mediação, debate e material didático para os alunos

Ensino Médio do Centro Educacional 01 da Estrutural vão assistir gratuitamente a “Sobre Pedras”, espetáculo escrito e interpretado por Iury Persan que parte do cenário de uma guerra para falar de perdas e recomeços. São oito sessões, de 27 a 29 de outubro de 2026, no auditório do Espaço Cultural CREAS: seis exclusivas para alunos do Centro Educacional 01 da Estrutural e duas abertas à comunidade.

Um homem diante dos escombros

Depois de um ataque, um homem retorna às ruínas da própria casa e procura a esposa, a filha e a mãe. Entre objetos quebrados, tenta reconstruir não só um espaço físico, mas aquilo que dava sentido à sua vida: imagina pratos sobre uma mesa que já não existe, serve uma refeição, espera pela família. Com restos de brinquedos, monta uma pequena casa. Uma flor vira lembrança do amor; uma antiga canção de ninar traz de volta o acolhimento materno.

Iury Persan, autor do texto e ator em cena, explica o ponto de partida. “A trajetória do personagem nos coloca diante de uma pergunta fundamental: o que resta de nós quando perdemos o lugar, as pessoas e as certezas que davam sentido à nossa existência?”, questiona Iury Persan. Embora o cenário seja o da guerra, a peça dialoga com batalhas do cotidiano, como a perda, a separação, a falta de trabalho, a solidão e a violência.

Teatro de corpo, sombra e silêncio

A dramaturgia é conduzida pelo corpo, silêncio, sonoridade e objetos, com recursos visuais como teatro de sombras. A linguagem nasce da pesquisa de Iury sobre a relação entre corpo e espaço, desenvolvida no laboratório cênico da Cia. Carcaça. “A casa destruída não é apenas o lugar onde a história acontece: ela age sobre o personagem, impõe limites, desperta lembranças e modifica seus movimentos”, conta o ator. Para ele, não se trata “simplesmente de retirar o texto falado, mas de construir uma dramaturgia em que a imagem, o movimento, a luz e a matéria tenham a mesma importância da palavra”.

Por que levar a peça aos estudantes

Moradia, família, memória, perdas, desigualdades e o direito de construir um futuro estão entre os temas que o espetáculo abre para conversa com os jovens. “É, sobretudo, uma oportunidade de olhar para o mundo a partir de uma perspectiva que nem sempre ocupa o centro das discussões em sala de aula: a visão de quem precisa lutar para preservar aquilo que lhe é mais essencial: a vida”.

A história da própria Cidade Estrutural, marcada pela luta por moradia e pela construção de uma comunidade, entra nessa conversa. “Conhecer essa trajetória permite que os jovens compreendam que o lugar onde vivem não surgiu por acaso: ele é resultado de processos históricos, de decisões políticas, de condições econômicas e, principalmente, das ações de pessoas que construíram suas vidas naquele território”, afirma. Iury ressalta que a experiência do personagem não equivale à realidade dos estudantes: a proposta não é transformar dificuldades sociais em imagens de guerra, e sim despertar perguntas sobre dignidade humana, direito à moradia e vínculos afetivos. “O teatro não precisa explicar aos jovens o que devem pensar; pode oferecer imagens, experiências e perguntas que os ajudem a elaborar suas próprias interpretações”, conta.

Mediação e debate 

Em todas as apresentações, uma mediação antecede o espetáculo e, ao final, estudantes, docentes, ator e equipe técnica participam de um debate. Alunos e professores recebem ainda um programa educativo com material didático impresso. As sessões de 28 de outubro, às 10h e às 16h, têm acessibilidade em Libras.

“Espero que o público leve consigo mais perguntas do que respostas prontas”, diz Iury, que quer ver a conversa passar por “memória, pertencimento, perda e reconstrução” sem igualar histórias diferentes nem simplificar suas complexidades.

Ao final, uma pequena casa feita de peças de brinquedo permanece em cena. Para o autor, a imagem ajuda a perceber “que uma casa é muito mais do que suas paredes e que uma ruína não representa apenas aquilo que foi destruído, mas também aquilo que permanece”.

O projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

Sobre o autor

Iury Persan é ator, dançarino, palhaço e dramaturgo, formado em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília. Estreou no teatro em 2007 e já foi premiado como melhor ator em festivais como o LUPA (2010), o FESTTO, em Teófilo Otoni (2014), e o de Guaçuí (2017). Integrou grupos como Cutucart, Coletiva Teatro e Teatro dos Ventos e levou trabalhos a Chicago (2016), Atenas (2019) e Lisboa (2024). Em 2023, estreou O Homem Raio, que escreve, dirige e interpreta no laboratório cênico Carcaça. Em 2025, integrou o elenco de Um Lapso de Ouro e Vinho, em temporadas nos SESC Presidente Dutra e Paulo Autran e no Espaço H2O, pelo Festival Nacional de Teatro de Bolso, com sucesso de crítica e público.

SERVIÇO
Sobre Pedras, de Iury Persan

Local: Auditório do Espaço Cultural CREAS, Administração Regional da Cidade Estrutural
Classificação indicativa: 14 anos
Programação:
27 de outubro: sessões às 10h e às 16h (estudantes); às 20h, sessão aberta ao público espontâneo
28 de outubro: sessões às 10h e às 16h, com acessibilidade em Libras (estudantes); às 20h, sessão aberta ao público espontâneo
29 de outubro: sessões às 10h e às 16h (estudantes)
Informações: @c1produtora

Vik Muniz chega ao CCBB Brasília com cerca de 188 obras na maior retrospectiva de sua carreira

Foto divulgação

“Vik Muniz – A Olho Nu”, vista por mais de 600 mil visitantes, percorre quase quatro décadas da trajetória de um dos artistas brasileiros de maior projeção internacional

A maior e mais abrangente retrospectiva já dedicada à produção de Vik Muniz chega ao Centro Cultural Banco do Brasil Brasília reunindo cerca de 188 obras, entre fotografias, esculturas e objetos, em um percurso por quase quatro décadas de criação de um dos artistas brasileiros de maior reconhecimento internacional. Com curadoria de Daniel Rangel, “Vik Muniz – A Olho Nu”ocupa as galerias I e II do CCBB Brasília de 27 de outubro de 2026 a 31 de janeiro de 2027, com entrada gratuita.

Apresentada pelo Centro Cultural Banco do Brasil Brasília, com patrocínio do Banco do Brasil, a exposição chega à capital federal depois de passar pelo Instituto Ricardo Brennand, no Recife, pelo Museu de Arte Contemporânea da Bahia, em Salvador, em uma realização do CCBB Salvador, e pelo CCBB Rio de Janeiro. Juntas, as três etapas receberam mais de 600 mil visitantes, demonstrando a receptividade do público à proposta.

Ao reunir diferentes fases da trajetória de Vik Muniz, “A Olho Nu” oferece ao visitante a oportunidade de conhecer em profundidade seu processo de criação, desde as primeiras experiências com esculturas até as séries fotográficas que o tornaram mundialmente conhecido e suas pesquisas mais recentes. Ao longo do percurso, é possível descobrir como os materiais são escolhidos, como as imagens são elaboradas e de que maneira uma mesma obra se transforma conforme a distância e a atenção de quem a observa.

O ineditismo do projeto está também na amplitude desse encontro entre trabalhos que nem sempre são apresentados juntos. Além das fotografias mais conhecidas, a retrospectiva evidencia a importância dos objetos e das esculturas na origem da pesquisa do artista. Assim, permite compreender como seu interesse pela fotografia surgiu da documentação de suas próprias peças e se tornou parte central de sua prática artística.

Como explica Daniel Rangel, a exposição “propõe um passeio pela produção do artista, desde suas obras tridimensionais, criadas antes do uso da câmera fotográfica, até suas séries mais conhecidas e as mais recentes”. Mais do que acompanhar uma sequência de obras, o público é convidado a perceber as relações entre elas e a reconhecer como memória, cultura popular e história da arte atravessam sua produção.

Nas galerias, esculturas são apresentadas ao lado das obras fotográficas, em um percurso que combina alguns eixos cronológicos com aproximações entre os trabalhos. “As obras se relacionam por similaridades poéticas, visuais, formais ou contextuais”, explica Rangel. Assim, embora permita acompanhar o desenvolvimento da produção de Vik Muniz, a montagem não segue uma ordem estritamente cronológica: o diálogo entre objetos e imagens orienta o visitante ao longo de toda a exposição.

Nascido em São Paulo, em 1961, Vik Muniz construiu uma das trajetórias mais reconhecidas da arte contemporânea brasileira ao transformar materiais cotidianos em imagens que surpreendem o olhar. Sua carreira internacional começou a ganhar forma nos anos 1980, quando se mudou para os Estados Unidos, e alcançou projeção com trabalhos realizados a partir de materiais tão diversos quanto açúcar, chocolate, brinquedos, recortes de revistas e resíduos.

Sua produção integra importantes acervos, como os do Centre Georges Pompidou, em Paris; do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, em Madri; do Solomon R. Guggenheim Museum, em Nova York; e da Tate, em Londres. No Brasil, está presente em coleções como as do Museu de Arte Moderna de São Paulo e do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, entre outras.

Além desse reconhecimento, sua trajetória é marcada por ações que aproximam arte, educação e transformação social. O trabalho realizado com catadores do aterro de Jardim Gramacho, no Rio de Janeiro, deu origem ao documentário “Lixo Extraordinário”, indicado ao Oscar.

É esse artista, cuja obra circula pelo mundo sem perder a ligação com suas origens, que o público de Brasília poderá reencontrar em uma exposição construída não apenas como retrospectiva, mas como oportunidade de compreender as conexões e transformações que atravessam sua produção.

Entre Medusa, Verso, ciência e imagem

Entre os destaques da exposição, “Medusa Marinara” aproxima a pesquisa do artista de imagens célebres da história da arte ao recriar a figura mitológica com alimentos e molho de tomate. O trabalho convida o visitante a alternar entre o reconhecimento da imagem e a descoberta dos elementos que a compõem, experiência recorrente na produção de Vik Muniz.

Por sua vez, a série “Verso” desloca a atenção para a parte de trás de pinturas conhecidas, como “Abaporu”, de Tarsila do Amaral; “Gioconda”, de Leonardo da Vinci; e “Noite Estrelada”, de Vincent van Gogh. Reproduzidos com precisão, molduras, etiquetas, manchas e marcas de uso revelam aspectos que costumam permanecer fora do campo de visão do público. Ao mostrar essas faces pouco vistas, o artista apresenta também os vestígios da circulação e da história material de cada pintura.

Enquanto esses trabalhos exploram reconhecimento e memória, outras séries questionam a confiança que depositamos nas imagens. Em “Principia”, um visor estereoscópico faz composições de objetos comuns parecerem fenômenos científicos complexos. Já em “Colônias”, desenvolvida em colaboração com o biólogo Tal Danino durante uma residência no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, células vivas são organizadas e registradas por microscopia, dando origem a imagens que aproximam arte e ciência.

Nesse percurso, a série “Relicário” ocupa um lugar central. Suas esculturas combinam formas familiares e materiais inesperados, alterando as expectativas sobre objetos reconhecíveis. Foi a partir da documentação dessas peças que Vik Muniz passou a investigar mais diretamente a linguagem fotográfica e a assumir o registro de suas criações. A presença desses trabalhos permite acompanhar essa passagem e perceber como o diálogo entre objeto e imagem permanece vivo em sua obra.

“Vik Muniz é um ilusionista — um mágico na construção de imagens que não existem, mas que se tornam reais”, afirma Daniel Rangel. Esse jogo visual se aproxima de referências presentes nas ruas, nas feiras, nas festas populares e nos objetos do dia a dia. Por isso, mesmo quando parte de obras consagradas da história da arte, sua produção abre caminhos de identificação com diferentes públicos.

Ao reunir 188 obras, “A Olho Nu” oferece ao público de Brasília a possibilidade de acompanhar essa pesquisa em profundidade. Entre a surpresa inicial e a observação dos detalhes, a exposição convida a descobrir materiais, revisitar imagens e compreender os processos de um artista que fez da transformação do cotidiano uma linguagem reconhecida internacionalmente.

Sobre Vik Muniz

Vik Muniz nasceu em 1961, em São Paulo, de pais imigrantes do Ceará e de Minas. Ele tem ateliês no Rio de Janeiro, Nova York e Salvador, e sua obra questiona e tensiona os limites da representação.

Apropriando-se de matérias-primas como açúcar, feijão, chocolate e até lixo, o artista meticulosamente compõe paisagens, retratos e imagens icônicas retiradas da história da arte e do imaginário da cultura visual, propondo outros significados para esses materiais e para as representações criadas.

Ele é regularmente convidado como palestrante, professor visitante e artista residente em instituições de ensino de prestígio, como a Universidade Harvard, o MIT, a Universidade de Princeton, Yale, a Sorbonne, Oxford, o Bard College, a Conferência TED e o Fórum Econômico Mundial. “Waste Land”, documentário sobre seu trabalho colaborativo no aterro sanitário do Jardim Gramacho, no Rio de Janeiro, foi indicado ao Oscar em 2010.

“Vik Muniz: Fotografia, Mente e Matéria”, publicado pela Aperture em 2025, é sua publicação mais recente. Vik Muniz também se destaca pelos projetos sociais que coordena, partindo da arte e da criatividade como fator de transformação em comunidades brasileiras e criando, ainda, trabalhos que buscam dar visibilidade a grupos marginalizados na nossa sociedade.

Em reconhecimento a essas contribuições, foi nomeado Embaixador da Boa Vontade da UNESCO. Ele fundou a Escola Vidigal, que oferece atividades extracurriculares em arte, design e tecnologia para crianças da favela Vidigal, no Rio de Janeiro, e abriu o Lugar Comum, uma galeria de arte contemporânea instalada no Mercado São Joaquim, um mercado tradicional de alimentos em Salvador, Bahia.

Sobre Daniel Rangel

Daniel Rangel é mestre em Artes Visuais pela USP, onde cursa o doutorado em poéticas visuais, e bacharel em Comunicação pela UCSal. Curador, pesquisador e gestor cultural com mais de duas décadas de atuação, dirige o Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC-BAHIA)e é sócio da N+1 Arte Cultura. Foi curador-chefe do Museu de Arte Moderna da Bahia (2021–2023), diretor artístico do Instituto de Cultura Contemporânea (ICCo) e diretor da Diretoria de Museus da Secult-BA.

Assina a curadoria de “Vik Muniz – A Olho Nu”, maior retrospectiva do artista; “REVER”_Augusto de Campos, no Sesc Pompeia, eleita melhor exposição individual de artista brasileiro pela revista Select/Celeste; “Palavra em Movimento”, sobre Arnaldo Antunes, vencedora do APCA 2015; e “Mynameis Ivald Granato”, premiada no Arcanjo de Cultura. Participou de bienais e festivais no Brasil e no exterior, como a 8ª Bienal de Curitiba, as Bienais de Cerveira (Portugal), o Festival Art.br, em Nova York, e o World BiennialForum.

É autor e organizador de publicações como “Klaxon em Revista”, “Making Biennials in Contemporary Times”, “Luzescrita”, “ReadyMade in Brasil” e “Afonso Tostes: entre a cidade e a natureza”. Também realizou curadorias individuais de nomes como Tunga, Waltercio Caldas, José Resende, Carlito Carvalhosa, Ayrson Heráclito e Rodrigo Braga, além de mostras coletivas como “O Museu de Dona Lina”, “Encruzilhada, Utopias e Distopias” e “Poesis in Praxis”.

Acessibilidade CCBB

A ação Vem pro CCBB conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.

A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van.

Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.

Horários da van, de quinta a domingo:

Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h;

CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.

O CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

 

Serviço:

Exposição: “Vik Muniz – A Olho Nu”
Curadoria: Daniel Rangel
Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília – galerias I e II
Endereço: SCES Trecho 2 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves
Temporada: de 27 de outubro de 2026 a 31 de janeiro de 2027
Dias e horários de visitação: de terça a domingo, das 9h às 21h
Entrada gratuita, mediante retirada de ingressos no site do CCBB Brasília
Classificação indicativa: livre para todos os públicos

Informações: (61) 3108-7600 | ccbbdf@bb.com.br | site CCBB Brasília | Instagram: @ccbbbrasilia | TikTok: @ccbbcultura | YouTube: Bancodobrasil

Apresentação: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Patrocínio: Banco do Brasil

Outubro Rosa: Especialista do HUB esclarece mitos e verdades sobre câncer de mama

Foto Canva

A doença, quando identificada na fase inicial, tem até 95% de chances de cura

Outubro Rosa chegou e, com ele, a importância de levantar a bandeira do diagnóstico precoce como fundamental para a cura do câncer de mama. A doença é a mais incidente entre as mulheres brasileiras, excluindo os tumores de pele não melanoma. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), cerca de 78 mil novos casos da patologia acontecerão por ano no Brasil entre 2026 e 2028. Ao mesmo tempo, se identificado na fase inicial, o câncer de mama tem até 95% de chances de cura.

Quando um diagnóstico se torna mais comum, o medo e a busca por promessas milagrosas ou explicações simplistas entram em cena, impulsionando a quantidade de boatos e desinformações que circulam tanto na internet quanto nas redes sociais.

Para auxiliar na prevenção do câncer de mama e na divulgação de práticas corretas para o diagnóstico precoce, a oncologista clínica do Hospital Universitário de Brasília, da Universidade de Brasília (HUB-UnB), integrante da HU Brasil, Patricia Espino, esclarece alguns mitos e verdades sobre a doença. Confira: 

Sedentarismo, obesidade e consumo excessivo de álcool podem elevar o risco de câncer de mama?

Verdade. A evidência científica aponta que o consumo de álcool e a obesidade têm associação com diferentes tipos de câncer, não apenas o de mama. Na pós-menopausa, o risco de câncer de mama também é aumentado por conta da transformação periférica na gordura do estrogênio pelo tecido adiposo. É necessário estimular acompanhamento médico, a conscientização através dos meios de comunicação e a adoção de hábitos saudáveis.

Quem faz autoexame não precisa fazer mamografia?

Mito. O autoexame é incentivado como forma de a mulher conhecer seu próprio corpo e compreender o que está dentro do padrão ou que está diferente. Inclusive, um dado importante é o de que o autoexame não traz impactos na redução da mortalidade de pacientes com câncer de mama. Por isso, ele não substitui a mamografia.

Amamentar pode proteger contra o câncer de mama?

Verdade. A amamentação é um fator de proteção natural contra o câncer de mama apesar de não eliminar totalmente o risco de desenvolver a doença. Um dos benefícios é que o aleitamento reduz o número de ciclos menstruais ao longo da vida e, com isso, diminui a exposição prolongada a hormônios como o estrógeno, que pode estimular o crescimento de células tumorais.

Antitranspirantes podem causar câncer de mama?

Mito. Essa informação está relacionada a um estudo de 2015 que, na época, trouxe algumas evidências de ensaios in vitro, e que não foi realizado com pessoas. Até o momento não existe qualquer evidência científica de correlação entre antitranspirantes e câncer de mama.

Menstruação precoce representa um risco aumentado para o câncer de mama?

Verdade. A primeira menstruação, chamada de “menarca”, quando ocorre de forma precoce aumenta, sim, o risco de desenvolver câncer de mama, assim como a menopausa tardia. Se você menstruar mais cedo (antes dos 12 anos) e tiver a última menstruação mais tarde (após os 55 anos), você passa mais tempo sendo exposta aos hormônios ovarianos estrogênio e progesterona, o que representa um risco aumentado para câncer de mama.

Sutiãs com aro podem causar câncer de mama?

Mito. Não há qualquer evidência científica dessa correlação, nem mecanismo biológico que justifique. Sutiãs com aro, sem aro ou apertados não causam câncer de mama. Ao usar sutiãs inadequados ou apertados, o que pode acontecer é dor local (mastalgia) ou desconforto por compressão.

Homens também podem desenvolver câncer de mama?

Verdade. O tecido mamário do homem, mesmo que não seja tão desenvolvido, possui ductos que podem sofrer transformações neoplásicas. Embora seja raro, já que, inclusive, a quantidade de tecido é menor e não há exposição a hormônios ovarianos, fatores de risco como obesidade e ingestão de bebida alcoólica, além de exposição hormonal e o uso de hormônios exógenos, que também vão aumentando o risco de alterações genéticas.

Todo caroço no seio é sintoma de câncer de mama?

Mito. Na verdade, o que a maioria das pessoas tem é um nódulo mamário benigno, que pode ser identificado no ultrassom de mama e na mamografia. Atualmente, contamos com excelentes métodos diagnósticos, que podem evitar biópsias desnecessárias, diferenciando o que é uma lesão benigna de uma possivelmente maligna.

Mulheres mais velhas têm mais chance de desenvolver o câncer de mama?

Verdade. Justamente por conta do maior tempo de exposição ao estrogênio e à progesterona. A idade, sim, é um dos principais fatores de risco que não são modificáveis no câncer de mama. O que se sabe é que a incidência do câncer de mama aumenta na quinta década de vida, por isso a importância dos programas de rastreamento mamográfico direcionados para pacientes de 40 a 50 anos.

Sobre a HU Brasil

O HUB-UnB faz parte da HU Brasil desde janeiro de 2013. Criada por meio da Lei nº 12.550/2011 e vinculada ao Ministério da Educação (MEC), a estatal nasceu tendo como nome oficial Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). É responsável pela administração de 47 hospitais universitários federais em 25 unidades da federação.

Henrique & Ruan grava DVD em Brasília com participações especiais

Foto divulgação

Captação será feita em 20 de outubro, no Mané Mercado, em Águas Claras, e reúne músicas inéditas, regravações e sucessos da dupla sertaneja

A dupla sertaneja Henrique & Ruan grava seu novo projeto audiovisual nesta terça-feira, 20 de outubro, às 21h, no Mané Mercado, em Águas Claras. Com direção musical de Ivan Miyazato, o DVD reúne canções inéditas, regravações de sucessos da música brasileira e hits que marcaram a trajetória dos artistas em Brasília. A gravação terá participações especiais de Ju Marques e Pedro Paulo & Matheus.

O projeto marca uma nova etapa da carreira da dupla, que retornou aos palcos em 2026 após quase três anos de afastamento. Com 20 anos de trajetória, Henrique & Ruan prepara um repertório que combina novidades e referências musicais que acompanham sua história. Entre as inéditas estão “A Casa Que a Gente Sonhou” e “Quando Digo Que Deixei de Te Lembrar”. O setlist também inclui “Precipitado” e “Disk Me”, além de regravações como “Como Eu Quero”, “Aquele Amor Que Faz Gostoso”, “Prazer Por Prazer / Por Aí Sem Você” e “Lágrimas e Chuva”.

A gravação também resgata sucessos associados à trajetória da dupla no cenário sertanejo do Distrito Federal, como “Vamos Pra Lá Beber”, “Chora Carolina”, “Então Dance”, “Por Isso” e “Por Você Eu Choro”. A proposta é reunir diferentes momentos da carreira em um mesmo projeto, aproximando o repertório autoral das canções que construíram a relação dos artistas com o público brasiliense.

Entre os convidados, Ju Marques participa da interpretação de “Sem Limites Pra Sonhar”, canção que integra o repertório do DVD. Natural de Ceilândia, no Distrito Federal, ficou conhecida ao interpretar grandes sucessos do rock e do pop internacional em ritmo de seresta e modão. A noite contará ainda com Pedro Paulo & Matheus, dupla reconhecida no cenário sertanejo regional. A direção musical é de Ivan Miyazato, profissional com trabalhos ligados a artistas como João Paulo & Daniel e Luan Santana.

Formada no fim dos anos 1990, em Minas Gerais, e radicada em Brasília desde meados dos anos 2000, Henrique & Ruan construiu sua trajetória no cenário musical do Distrito Federal. A dupla lançou sete CDs e dois DVDs: “Quando Eu Bebo, Eu Choro”, de 2017, com participação do Trio Parada Dura, e “Playlist Henrique & Ruan”, de 2019, gravado às margens do Lago Paranoá. A nova gravação audiovisual sucede o reencontro com o público em 2026 e reúne repertório novo e canções que fazem parte da história dos artistas.

SERVIÇO
Gravação do DVD Henrique & Ruan
Data: terça-feira, 20 de outubro de 2026
Horário: 21h
Local: Mané Mercado — Águas Claras, Brasília (DF)
Direção musical: Ivan Miyazato
Participações especiais: Ju Marques e Pedro Paulo & Matheus
Entrada: gratuita, com couvert artístico de R$ 25 se a pessoa consumir no local

Buraco do Jazz encerra temporada de 10 anos com três dias de shows

Foto divulgação

Com atração surpresa no sábado e clima de “até breve”, o festival se despede do público de Brasília e promete retornar na estiagem de 2027

Dez anos de música, encontros e ocupação cultural dos espaços públicos de Brasília merecem ser comemorados juntos, com uma despedida à altura. Por isso, de 22 a 24 de outubro, o Buraco do Jazz promove três dias de programação especial, a partir das 18h, no Centro Cultural Três Poderes (CC3P). A maratona de encerramento da temporada 2026 reúne Bivalves, Maíra Guedes, Encontro Racional e uma atração surpresa para o sábado.

Com mais de 350 edições ao longo de sua trajetória, sendo 25 realizadas apenas neste ano, o fim desta temporada marca um até breve. A chegada do período chuvoso anuncia a pausa anual do Buraco do Jazz para recarregar as energias. Para o idealizador do evento, Gustavo Frade, a parada vem acompanhada da certeza de dever cumprido em mais um ano de ocupação cultural. 

“Crescemos sem perder nossa identidade e o brasiliense adotou o Buraco do Jazz como o quintal da sua própria casa. Entendi que o nosso maior legado no gramado da Praça dos Três Poderes não são apenas os acordes, são os encontros. Agora é hora de pausar com a chegada das chuvas para reencontrar nosso público na estiagem de 2027”, pontua Frade.

Atrações
A programação começa na quinta-feira (22), com a banda Bivalves no já icônico palco-bolha, estrutura que se tornou uma das marcas visuais do evento. Na sexta-feira (23), Maíra Guedes assume o palco para mais uma noite de música ao ar livre. O gran finale fica para sábado (24), quando uma banda surpresa abre a programação às 17h, preparando o terreno para o Encontro Racional, às 20h, no último show desta temporada comemorativa.

Mas o Buraco do Jazz oferece uma experiência completa. Além de shows, o público pode conferir os produtos da Feira de Artesanato e aproveitar as opções gastronômicas da praça de food trucks. E, como uma despedida boa é divertida, o tradicional Concurso de Cangas promete engajar o público – as estampas e montagens mais criativas (ou mais feias, afinal não há perdedores) sobre o gramado serão premiadas.

SERVIÇO:
Buraco do Jazz – programação de encerramento
Quando: 22 a 24/10. Quinta a sábado, a partir das 18. Shows a partir das 20h
Onde: Centro Cultural Três Poderes
Quanto: entrada franca | contribuição voluntária – o festival é independente, sustentado principalmente por recursos próprios e pela contribuição espontânea do público.

Mais informações: @buracodojazz

PROGRAMAÇÃO
22/10 – Quinta – BIVALVES
23/10 – Sexta – MAÍRA GUEDES
24/10 – Sábado – banda surpresa, às 17h | Encontro Racional, às 20h

LONDON INTEGRA A SELEÇÃO DA MOSTRA DE CINEMA EM SÃO PAULO APÓS VENCER TRÊS PRÊMIOS NO FESTIVAL DO RIO

Victor Di Marco em LONDON (Crédito: Ma Villa Real)

O filme levou o Troféu Redentor nas categorias de Melhor Ator e Melhor Figurino, além do Prêmio FIPRESCI de Melhor Filme Brasileiro.

LONDON, longa queer nacional escrito e dirigido por Victor Di Marco e Márcio Picoli, saiu vitorioso do Festival do Rio com três prêmios nesta edição. Levando o Troféu Redentor nas categorias de Melhor Ator para Victor Di Marco e Melhor Figurino para Samy Still, além do Prêmio FIPRESCI de Melhor Filme Brasileiro, o filme integra a 50ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, que acontece entre os dias 15 e 29 de outubro de 2026.


“Eu sou um ator com deficiência e falo isso com muito orgulho. Eu tenho uma frase de um filme meu que diz que ‘para pessoas como eu, só é permitido sonhar dormindo…E é muito bom sonhar acordado’. Eu queria dedicar esse prêmio a minha avó que via novelas comigo todos os dias e me incentivava no dia seguinte a refazer todas cenas que eu via no dia anterior”, comemorou o ator após receber o Troféu Redentor de Melhor Ator no Encerramento do Festival do Rio.

Filmado em Porto Alegre pela Proa & Popa Produções e pela Balde de Tinta, o filme teve uma passagem emocionante no Festival de Veneza com a conquista do troféu Queer Lion.

A vitória vem através de um trabalho duro e sincero. Com uma realização atravessada por inúmeros desafios, como uma enchente catastrófica às vésperas das filmagens e materiais danificados, os diretores destacam que ter chegado a tantos festivais é, sobretudo, uma conquista coletiva de quem acreditou no potencial da produção.

LONDON terá duas sessões na 50ª edição da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. Confira as datas, horários e locais:

CINESESC – 21/10 – 21:15 (quarta-feira)
ESPAÇO PETROBRAS DE CINEMA SALA 1 – 29/10 – 19:45 (quinta-feira)

Na trama, o diretor e roteirista Victor Di Marco interpreta London, um jovem com deficiência que trabalha fazendo performances eróticas em uma casa de fetiches. No entanto, tudo muda quando descobre a origem e o destino de sua deficiência através de um exame médico.

Com a decisão de guiar sua vida pelo diagnóstico ou pelos seus sonhos, o protagonista se vê diante de um mundo míope e distorcido enquanto reinventa forças para se libertar e descobrir quem realmente é. 

LONDON terá distribuição no Brasil da Retrato Filmes.

SINOPSE

London, um jovem com deficiência que trabalha em uma casa de fetiches, se vê diante de um dilema inesperado ao receber a oportunidade de compreender seu corpo por meio de um exame médico.

FICHA TÉCNICA
Elenco: 
Victor Di Marco, Carla Cassapo, Jéssica Teixeira, Pedro Bertoldi, Priscilla Colombi, Emilio Farias e Manu Thedy
Direção e Roteiro: Victor Di Marco e Márcio Picoli
Produção: Laura Moglia, Márcio Picoli, Victor Di Marco, Aline Gutierres
Coprodução: Sofia Wickerhauser, White Wolfy, Visom
Direção de Produção: Helena Poetini
Direção de Arte: Valeria Verba
Direção de Foto: Bruno Polidoro, ABC.
Montagem: Will Domingos, edt.
Produção executivo: Laura Moglia e Márcio Picoli
Trilha Sonora Original: Vito O. Azevedo
Som Direto: Cleverton Borges

SOBRE VICTOR DI MARCO

Victor Di Marco é ator, diretor e roteirista. Dirigiu e protagonizou  “LONDON”, seu longa de estreia que fará sua estreia na Semana da Crítica do Festival de Veneza, os curtas “ZAGÊRO”, “O que Pode um Corpo?” e “Possa Poder” em que foi indicado ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Despontou em sua carreira ganhando importantes prêmios de Melhor Ator, em que, se destacam as duas vezes no Festival de Cinema de Gramado (2022, 2024) em que Victor foi o primeiro ator com deficiência a receber este prêmio. Atuou também, na série Sob Pressão da Globoplay e lançou o livro “Capacitismo: o mito da capacidade” pela Editora Letramento, vendendo mais de 30 mil cópias.

SOBRE MÁRCIO PICOLI
Márcio Picoli é diretor, roteirista e produtor. London, seu primeiro longa-metragem, foi selecionado para a Settimana Internazionale della Critica do Festival de Veneza e tem distribuição da Retrato Filmes. Antes disso, dirigiu os curtas O Que Pode um Corpo?, Possa Poder, Rasgão e Zagêro, premiados no Festival de Gramado, Kinoforum, Curta Cinema, CinePE, Mix Brasil. Duas vezes indicado ao Prêmio Grande Otelo e duas vezes vencedor do prêmio Canal Brasil de curtas.

SOBRE A PRODUTORA
Proa & Popa Produções, produtora brasileira de cinema independente, fundada em 2019 por Laura Moglia. A empresa dedica seu trabalho ao desenvolvimento de obras autorais que unem sensibilidade artística e relevância contemporânea.

Em 2026, alcança um marco com a estreia mundial de seu primeiro longa-metragem, London, dirigido por Victor Di Marco e Márcio Picoli, na Settimana Internazionale della Critica do Festival Internacional de Cinema de Veneza.

Sua trajetória começou com o curta O que Pode um Corpo?, seguido por Possa Poder, Rasgão e Zagêro. Juntos, esses filmes somam mais de 80 prêmios em festivais nacionais e internacionais, além de indicações de O que Pode um Corpo? e Zagêro ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro (Grande Otelo).

A Proa & Popa segue dedicada a contar histórias que encontram no cinema um espaço de liberdade, afeto e transformação.

SOBRE A DISTRIBUIDORA
A Retrato Filmes é uma distribuidora focada na ampliação dos públicos do cinema independente em todas as telas. Reconhecida no mercado brasileiro por sua curadoria de prestígio, carrega assinou a distribuição de grandes títulos, como “Valor Sentimental”, vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional. O próximo lançamento nos cinemas será “Acampamento Miasma: Adolescência, Sexo e Morte”, terror slasher vencedor do Queer Palm. O longa estrelado por Gillian Anderson e Hannah Einbinder chega ao circuito nacional no dia 13 de agosto.

Em 2025, a Retrato Filmes firmou uma parceria inédita de investimento privado com a MUV Capital, ampliando seus serviços de distribuição com filmes internacionais de destaque nos principais festivais do mundo. Entre os títulos estrangeiros, lançou os espanhóis “Sirât”, de Oliver Laxe, indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional e de Melhor Som, e o drama “Surda”, de Eva Libertad, vencedor de três prêmios Goya, que se tornou objeto de estudo do Instituto Nacional de Educação dos Surdos (INES). Também foi responsável pelo relançamento em 4K dos clássicos “Cidade dos Sonhos”, de David Lynch, e “Amores Brutos”, de Alejandro Iñárritu.

No catálogo de produções e coproduções brasileiras, a distribuidora lançou os premiados “Ruas da Glória” (Melhor Ator Coadjuvante e Atriz Coadjuvante para Alejandro Claveaux e Diva Menner, no Festival do Rio), “Salão de Baile: This is Ballroom” (Prêmio Félix no Festival do Rio; Melhor Longa-Metragem no MixBrasil), que este ano integrou a programação do Falas do Orgulho, da TV Globo, e “Alma do Deserto” (Queer Lion no Festival de Veneza).