Entre os rios Corumbá e Ribeirão Bagagem, em 1731, nascia um povoado que, séculos depois, viria a se tornar um dos cartões postais do estado de Goiás, com atrações que vão de cachoeiras exuberantes, ao ecoturismo, à vitivinicultura
Com quase três séculos de existência, o Corumbá de Goiás participou – e testemunhou – mais da metade da história do Brasil. O município foi um dos destinos das primeiras expedições iniciais da busca de ouro pelos bandeirantes. Em 1931, iniciou-se a ocupação nas imediações do Rio Corumbá, onde o metal foi encontrado.
O ciclo do minério passou, mas a cidade descobriu uma nova riqueza: o turismo sustentável e de experiência. O charme da arquitetura colonial, os casarios que guardam histórias e memórias, suas paisagens serranas e cachoeiras, o vinho produzido na região atraem milhares de turistas anualmente. Hoje, aos 296 anos, a cidade integra a Rota dos Pirineus, que atrai 80 mil visitantes por mês na baixa temporada, e 120 mil visitantes por mês na alta temporada.
Só o Salto Corumbá, um dos maiores parques de ecoturismo do Estado situado no município, recebe cerca de 120 mil visitantes a cada ano. No local estão seis cachoeiras, entre elas a que dá nome ao parque, com 50 metros de altura. O que hoje atrai tanta gente, no passado, foi um empecilho para os portugueses, que desviaram o curso do rio e secaram a queda d’água para facilitar a exploração do ouro
A geografia serrana da região tem alguns pontos com altitude que chegam a 1.200 metros, o trouxe um clima mais ameno e também favoreceu o desenvolvimento da vitivinicultura nos últimos anos. A produção de queijos acompanhou este movimento e também se tornou reconhecida, com premiações nacionais e internacionais. Razão pela qual a região serrana integra a Rota dos Pirineus, destino para quem quer realizar uma rota gastronômica. A cidade também é início do Caminho de Cora Coralina, trilha de mais de 300 quilômetros que termina na Cidade de Goiás.
O proprietário do Salto Corumbá, Rodrigo Estivallet, conta que “as pessoas vão até Corumbá de Goiás em busca de contato com a natureza, viver experiências, e estar em um contexto de desaceleração e contemplação”, diz.
A rede de hospitalidade da cidade também está em fase de expansão com a chegada de condomínios horizontais, voltados para a construção de casas de veraneio, para locação e até segunda moradia. É o caso do Salto Imperial, o primeiro empreendimento da cidade, que teve a primeira etapa praticamente esgotada.
“Os terrenos acidentados são os queridinhos do público, os primeiros a acabar porque a intenção dos proprietários é fazer casas instagramáveis e inspiradoras”, diz o coordenador de vendas Rodrigo Ribeiro.
A secretária de turismo do município, Gheovanna Lowrranny, explica que esta expansão imobiliária é reflexo deste novo momento da cidade, sendo estratégica para o desenvolvimento turístico uma vez que aumenta os locais de hospedagem e de experiências. “E este condomínio abriu as portas para a chegada de outros”, diz. Ela informa que, além de mais um lançamento, o volume de consultas para a implantação de novos projetos vem aumentando.
Atualmente, o município também está desenvolvendo junto ao Sebrae um plano de ação para se tornar um Destino Turístico Inteligente, certificado concedido pelo Ministério de Turismo para municípios que usam a inovação, sustentabilidade e acessibilidade para gerir seu território. “Estamos implementando as mudanças necessárias para que nosso destino alcance mais pessoas”, diz.
Cultura e patrimônio histórico O professor de história Ramir Curado, o que mais ressalta aos olhos dos estudiosos da história do município é como Corumbá conseguiu preservar a sua cultura através dos tempos.
O centro histórico é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico Nacional (Iphan) e conta com uma centena de edificações coloniais bem preservadas e o Museu de Arte Sacra, que fica na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Penha de França.
É da cidade a Corporação Musical 13 de Maio, banda civil fundada em 1890 e considerada a mais antiga em atividade no estado. E os amantes da história tem oportunidade de ter contato com objetos históricos raros, como um crucifixo doado pelos jesuítas durante o ciclo do ouro.
“Entre as tradições folclóricas da região estão as cavalhadas que acontecem em setembro, na festa de Nossa Senhora da Penha, as folias em maio e junho na Festa do Divino Espírito Santo e a popular semana santa da cidade”, lista.
A cidade também guarda a efervescência literária. Vem de seus berços o escritor Bernardo Élis, único goiano a integrar a Academia Nacional de Letras, e José J. Veiga, que teve seus livros publicados nos Estados Unidos, Inglaterra, México, Espanha, Dinamarca, Suécia, Noruega e Portugal. Ganhou, pelo conjunto de sua obra, a versão 1997 do Prêmio Machado de Assis, outorgado pela Academia Brasileira de Letras. A Academia Corumbaense de Letras promove uma série de atividade para manter viva a tradição na cidade.
Jornada do Viva Instituto, idealizado pela terapeuta Cris Garcia, de São Paulo, reúne meditação, rituais e contato com saberes ancestrais. Inscrições para a edição 2027 já estão abertas
Uma viagem ao Peru que combina turismo, imersão cultural e experiências de espiritualidade e autoconhecimento é a proposta do Caminho Sagrado Peru, jornada organizada pelo Viva Instituto desde 2020. Conduzida pela terapeuta Cris Garcia, a experiência se propõe a levar um grupo de até 15 pessoas, de diferentes locais do país, para uma programação que inclui meditação, rituais, cerimônias ancestrais e contato com tradições e saberes locais.
Durante a viagem, Cris acompanha o grupo em diferentes processos, apresentando experiências relacionadas aos saberes tradicionais do Peru. A iniciativa busca oferecer uma alternativa aos roteiros turísticos convencionais, com maior contato com práticas culturais e espirituais do país e momentos destinados à reflexão e ao desenvolvimento pessoal.
A experiência é resultado da trajetória de Cris Garcia com processos de autoconhecimento e práticas integrativas. Terapeuta Transpessoal e Centrada no Ser, formada pela DEP (Dinâmica Energética do Psiquismo), Deekshagiver e reikiana, ela iniciou seus estudos de autotransformação por meio do Pathwork, de Eva Pierrakos. Ao longo da carreira, aprofundou conhecimentos em desenvolvimento humano, espiritualidade do conhecimento, filosofia e bioenergética. Também estuda e facilita Constelações Sistêmicas Familiares há mais de 18 anos.
Em 2015, uma experiência pessoal levou Cris a rever a maneira como conduzia sua relação consigo mesma e com outras pessoas. A partir desse processo, passou a ampliar sua atuação na criação de espaços voltados ao acolhimento e a processos de autoconhecimento, além de conduzir grupos em experiências de imersão.
A relação com o Peru começou a ganhar espaço nesse trabalho há cerca de seis anos, quando Cris viajou ao país e participou de experiências junto a xamãs. Na ocasião, conheceu diferentes locais associados às tradições espirituais peruanas e teve contato com práticas como o Munay Ki e a Medicina do Cacau. A vivência contribuiu para que ela estruturasse uma proposta de viagem voltada também à aproximação dos participantes com esses conhecimentos.
Desde então, Cris passou a conduzir grupos anualmente ao país andino. Os roteiros combinam visitas e experiências culturais com atividades relacionadas à meditação, espiritualidade e autoconhecimento. A ideia é que os participantes tenham contato não apenas com os espaços visitados, mas também com elementos das tradições que fazem parte da cultura local.
O jornalista Flávio Resende, de Brasília, esteve na imersão deste ano e voltou encantado. “O grupo com o qual viajei foi de um nível altíssimo, pessoas muito espiritualizadas e especiais. Achei que foi um mergulho dentro de mim mesmo”, afirma.
Por que o Peru?
“Há lugares que escolhemos conhecer. Outros parecem nos escolher antes mesmo de sabermos que precisamos ir. Para mim, o Peru foi assim. Em 2020, recebi esse chamado através de um amigo. Naquele momento, foi uma grande surpresa. Não era simplesmente uma viagem que estava nos meus planos. Havia algo diferente naquela aproximação, uma sensação de que aquele país guardava uma conexão que eu ainda não compreendia”, conta Cris.
E ela complementa: “Talvez seja justamente isso que aconteça com tantas pessoas. Passamos anos, às vezes uma vida inteira, sem estabelecer determinadas conexões e, de repente, algo nos conduz ao Peru. Pessoas que jamais imaginaram estar ali se veem diante de suas montanhas, de seus templos, de seus caminhos ancestrais e sentem que existe algo familiar naquele encontro. Tenho a sensação de que o Peru não é apenas um lugar para onde se vai. É um lugar que chama”, afirma.
E esse chamado ganhou ainda mais força quando Cris percebeu possíveis conexões entre os povos andinos e os povos nativos brasileiros. “São culturas separadas por fronteiras que não existiam para seus ancestrais, unidas por uma relação profunda com a terra, com as montanhas, com os ciclos da natureza e com conhecimentos transmitidos através das gerações”, pontua.
“Também me despertou a atenção a presença, em diferentes tradições e relatos, da ideia de que existem determinados pontos no planeta considerados centros energéticos, lugares de passagem ou portais de conexão com dimensões mais sutis da consciência”, afirma. O Peru reúne alguns desses lugares que, há séculos, despertam reverência e fascínio.
No Brasil, existe ainda a referência ao Paralelo 14, uma linha imaginária de latitude que passa 14 graus abaixo da linha do equador. No Brasil, ele é muito famoso por cortar a na Chapada dos Veadeiros, em Goiás, dividindo fama mística por cruzar na mesma faixa o santuário de Machu Picchu, no Peru. “Para mim, mais do que uma coincidência geográfica, essa ideia passou a representar simbolicamente uma ponte entre territórios, culturas e conhecimentos ancestrais”, analisa.
Há também uma antiga narrativa sobre a existência de um caminho subterrâneo ligando a região central do Brasil a Machu Picchu. Alguns relatos associam essa tradição aos povos Xavante e à existência de conhecimentos ancestrais sobre esses caminhos. “Não sei onde termina a história e começa o mistério — e talvez seja justamente essa fronteira que torne tudo tão fascinante”, diz.
A edição de 2027 já tem data marcada: de 21 a 30 de abril.
Mais informações pelo Instagram @vivaInstitut8 ou pelo Whatsapp: 11 98358-6666.
LAB-IA, do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), desenvolve o Arandu, sistema que usará inteligência artificial para filtrar e classificar alertas gerados pelo Nancy Grace Roman
Telescópio será lançado neste domingo (30), às 8h26, no horário de Brasília
Com campo de visão pelo menos 100 vezes maior que o do Hubble, Roman investigará energia escura, exoplanetas e fenômenos transitórios do Universo
O Brasil terá participação estratégica no processamento do grande volume de dados que será produzido pelo Telescópio Espacial Nancy Grace Roman, novo observatório da Nasa, com lançamento previsto para este domingo, 30 de agosto, às 8h26, no horário de Brasília. O Laboratório de Computação e Inteligência Artificial (LAB-IA) do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) desenvolve o Arandu, um broker de alertas astronômicos que ajudará pesquisadores a identificar e selecionar fenômenos registrados pelo telescópio.
Os brokers são sistemas computacionais que recebem os alertas gerados a partir das observações, cruzam essas informações com catálogos e registros anteriores, classificam os eventos e entregam aos astrônomos dados relacionados aos objetos que desejam estudar. Esse processo será essencial para transformar o fluxo de informações do Roman em descobertas científicas.
Desenvolvido com participação do LAB-IA no Brasil, o Arandu, que significa sabedoria em tupi-guarani, será especializado na análise de fenômenos que mudam com o tempo, conhecidos como eventos transitórios ou variáveis. Entre eles estão explosões estelares, oscilações no brilho de estrelas e outros acontecimentos que exigem identificação rápida para que possam ser acompanhados por pesquisadores e outros observatórios.
“O Roman produzirá um volume de dados que torna inviável examinar cada detecção manualmente. O Arandu usará inteligência artificial para organizar e classificar esse fluxo, ajudando os cientistas a encontrar os eventos mais relevantes para suas pesquisas. Sugestão desenvolvida e operada localmente, insere a ciência brasileira em uma etapa decisiva da astronomia contemporânea: a transformação de grandes volumes de dados em conhecimento científico”, afirma Clécio Roque De Bom, cientista e coordenador científico do CBPF e coordenador científico do LAB-IA.
Um Hubble com visão muito mais amplaEquipado com um espelho principal de 2,4 metros, o mesmo diâmetro do Hubble, o Roman produzirá imagens com sensibilidade e resolução comparáveis às do telescópio lançado em 1990. A diferença está na amplitude: seu campo de visão será pelo menos 100 vezes maior, permitindo observar extensas regiões do céu com elevado nível de detalhe.
Durante sua missão primária de cinco anos, o observatório poderá medir a luz de mais de 1 bilhão de galáxias. Um de seus principais levantamentos cobrirá mais de 5 mil graus quadrados, aproximadamente 12% de todo o céu, combinando imagens e espectroscopia para investigar a formação e a evolução do Universo.
O Roman também realizará observações repetidas de regiões próximas ao centro da Via Láctea. A estratégia permitirá detectar mudanças no céu em intervalos curtos e produzir um levantamento estatístico de sistemas planetários da galáxia. A expectativa da Nasa é que a missão revele mais de 100 mil mundos, incluindo exoplanetas e corpos que vagam pelo espaço sem orbitar uma estrela.
Fora da Via Láctea, o telescópio deverá identificar milhares de supernovas do tipo Ia. Por funcionarem como referências para medir distâncias cósmicas, essas explosões ajudarão os pesquisadores a investigar como a expansão do Universo mudou ao longo do tempo e a compreender melhor a energia escura, associada à aceleração dessa expansão.
“O diferencial do Roman não está apenas na quantidade de objetos que poderá observar, mas na possibilidade de acompanhar um Universo em transformação. Sistemas como o Arandu serão fundamentais para reconhecer essas mudanças no meio de um fluxo contínuo de dados e permitir que a comunidade científica reaja a elas”, acrescenta De Bom.
Lançamento e operaçãoO Roman será lançado a bordo de um foguete Falcon Heavy, da SpaceX, a partir do Complexo de Lançamento 39A do Centro Espacial Kennedy, na Flórida. A Nasa prevê a decolagem para não antes das 8h26 deste domingo, no horário de Brasília, sujeita às condições técnicas e meteorológicas.
Após o lançamento, o observatório seguirá para uma região localizada a cerca de 1,5 milhão de quilômetros da Terra, nas proximidades do ponto de Lagrange L2, também utilizado pelo Telescópio Espacial James Webb. Antes do início das observações científicas, o equipamento passará pelas etapas de viagem, posicionamento e comissionamento.
A transmissão começará às 7h20, no horário de Brasília, e poderá ser acompanhada pelos canais oficiais da Nasa, incluindo o NASA+ e o canal da agência no YouTube.
Sobre o LAB-IAO Laboratório de Computação e Inteligência Artificial (LAB-IA) do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF) desenvolve pesquisas e soluções tecnológicas na interseção entre inteligência artificial, computação de alto desempenho e medicina. Formado por uma equipe multidisciplinar, o laboratório cria e aplica algoritmos para analisar grandes volumes de dados, modelar sistemas complexos e apoiar descobertas em áreas como astrofísica, cosmologia, geofísica, petrofísica, física de partículas, novos materiais, energia e medicina. Para saber mais, acesse: labia.cbpf.br/pt.
Enquanto portões não abrem para o público, leds do Palco Mundo e demais palcos são testados, cenografias recebem últimos reparos e brinquedos e estandes entram em fase final de montagem
Falta apenas uma semana para o Rock in Rio abrir seus portões para mais uma edição histórica! Depois de semanas de preparação, a Cidade do Rock entra em sua reta final para receber os milhares de fãs que vão aproveitar os sete dias de festa neste ano. Entre os destaques de 2026 está a nova cenografia do Palco Mundo, que já está recebendo testes no gigante painel de 2.400 m² de LED. Outros espaços, como Sunset, Global Village, New Dance Order, Supernova e Espaço Favela, também já estão quase prontos para receber grandes nomes da música. Na parte de experiências, a Roda Gigante, a Tirolesa, a Montanha Russa, o Mega Download e o Discovery deixam a jornada do público ainda mais emocionante. A Gourmet Square, a Rota 85, a Babilônia Feira Hype e Rock in Rio Club Lounge recebem os últimos ajustes para o festival.
Palco Mundo ganha uma nova cenografia e recebe grandes nomes da música
Com 107 metros de largura e 31,5 metros de altura, o Palco Mundo mostrou toda a sua potência na noite desta sexta-feira (28) ao ser aceso e transmitir suas primeiras imagens no gigante telão de led que ocupa toda a sua extensão. São 24 metros de boca de cena, 16,85 toneladas de cenografia, 3,2 milhões de watts de potência sonora e 200 amplificadores. Mais do que receber atrações como Foo Fighters, Avenged Sevenfold, Calvin Harris, Elton John, Stray Kids, Maroon 5 e Twenty One Pilots, o espaço também será cenário para momentos que fazem parte da identidade do festival, como o tradicional espetáculo de fogos sincronizados com a música-tema ao final de cada dia e o retorno do The Flight, com manobras acrobáticas sincronizadas, trilha sonora especial e 756 disparos de fogos diurno
Se programe para viver cada momento
Pelo aplicativo oficial do festival, os fãs já podem consultar os horários de todos os shows e montar sua própria programação para não perder nenhuma das atrações que estarão nos palcos e espaços da Cidade do Rock. Como novidade desta edição, também será possível compartilhar a agenda criada no aplicativo diretamente no Instagram, facilitando os encontros entre amigos e permitindo que cada pessoa mostre o que vai viver no festival. O público também poderá realizar a compra antecipada de comidas e bebidas, uma facilidade que já está disponível para produtos de marcas como Heineken, Coca-Cola, Schweppes Mixed, Red Bull, Crystal e Bob’s. Para comprar, basta acessar o aplicativo oficial do Rock in Rio, selecionar a opção “Comprar Antecipadamente”, preencher ou confirmar o cadastro, escolher o dia em que o produto será consumido e realizar o pagamento, que poderá ser feito por PIX ou cartão de crédito. A compra é exclusiva pelo aplicativo e não está vinculada à aquisição do ingresso, que precisa ter sido garantido previamente para que o produto possa ser retirado na Cidade do Rock.
O aplicativo oficial reúne ainda informações e serviços que ajudam o público a se preparar para os dias de festa. Por meio da plataforma, já é possível garantir os lockers, comprar qualquer uma das opções de transporte para o festival, adquirir as modalidades disponíveis do Rock in Rio Club, conferir os serviços de acessibilidade e conhecer tudo sobre o novo espetáculo ECCO by Lightwire.
Até o dia 4 de setembro, primeiro dia do Rock in Rio, o aplicativo ainda ganhará novas funcionalidades. O público poderá consultar o mapa completo da Cidade do Rock e informações sobre as ativações das marcas parceiras, além dos horários das experiências do festival, como o The Flight.
Se programe: diferentes opções de transporte levam o público à Cidade do Rock
Para que o público possa planejar não apenas o que vai viver dentro da Cidade do Rock, mas também sua chegada e retorno para casa, o Rock in Rio contará com um esquema especial de mobilidade durante os sete dias de festival. Entre as alternativas estão o BRT Expresso Rock in Rio, a operação especial do MetrôRio e o Primeira Classe, com opções que atendem diferentes regiões do Rio de Janeiro, Grande Rio e também fãs que partem de outras cidades.
BRT Expresso Rock in Rio
Em parceria com o Rock in Rio, a Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR) e da MOBI-Rio, preparou uma operação especial do BRT para os dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro. O BRT Expresso Rock in Rio contará com ônibus articulados circulando pelos corredores exclusivos do sistema em três serviços: o SE008, direto entre o Terminal Jardim Oceânico e o Terminal Centro Olímpico; o SE009, direto entre o Terminal Alvorada e a Estação Morro do Outeiro; e o SE010, semidireto entre o Terminal Paulo da Portela e a Estação Morro do Outeiro, com paradas na Praça Seca, Tanque e Taquara.
Os bilhetes já estão à venda por R$ 29, exclusivamente pelo aplicativo Jaé. Para utilizar o serviço, o passageiro deve estar cadastrado na plataforma e realizar a compra com o saldo da Conta Transporte, que pode ser recarregado via PIX ou cartão de crédito. Cada usuário pode adquirir até dez bilhetes por dia de evento, inclusive para familiares e amigos. No dia escolhido, o passageiro deverá apresentar o QR Code para embarque e, ao chegar ao Terminal Centro Olímpico ou à Estação Morro do Outeiro, fará a validação para receber uma pulseira individual que permitirá utilizar os serviços especiais na volta.
MetrôRio
O MetrôRio também terá uma operação especial durante o Rock in Rio, funcionando de forma integrada ao BRT para facilitar o deslocamento dos fãs. A estação Jardim Oceânico, principal ponto de conexão com o BRT Expresso Rock in Rio, permanecerá aberta 24 horas para embarque durante os dias de festival. As demais estações funcionarão normalmente para embarque durante o horário regular e, durante a madrugada, permanecerão abertas para desembarque, permitindo que o público retorne após o encerramento da programação.
As linhas 1 e 4 circularão entre Uruguai e Jardim Oceânico, enquanto a Linha 2 fará o trajeto entre Pavuna e Botafogo, com transferência entre as linhas 1 e 2 disponível durante todo o período do festival no trecho compartilhado entre Central do Brasil e Botafogo. A integração com o BRT Expresso será feita exclusivamente pela estação Jardim Oceânico. A tarifa do metrô será de R$ 7,90 por trecho, com pagamento por Jaé, Riocard ou aproximação (NFC); considerando ida e volta de metrô e o serviço especial do BRT, o valor total será de R$ 44,80.
Primeira Classe
Já para quem busca uma alternativa com ainda mais conforto e conveniência, o Primeira Classe retorna após o sucesso das edições anteriores. O serviço, realizado em ônibus executivos e com percurso sem paradas, é a única opção de transporte que deixa os passageiros em uma entrada exclusiva dentro da Cidade do Rock, próxima ao New Dance Order. São 20 pontos de embarque no Rio de Janeiro e Grande Rio e mais de 18 pontos confirmados fora da cidade. Para a ida, o passageiro escolhe previamente seu ponto de embarque e o horário de saída, com partidas entre 11h e 19h.
Na volta, quem utiliza as rotas do Rio e Grande Rio conta com mais flexibilidade: não é necessário agendar horário, e os ônibus começam a sair a partir das 22h, mediante demanda, com os últimos embarques acontecendo até duas horas após o término do Palco Mundo. Além dos diferentes pontos espalhados pelo Rio e Grande Rio, como Copacabana, Ipanema, Botafogo, Barra da Tijuca, Recreio, Tijuca, Niterói e São Gonçalo, nesta edição o Primeira Classe amplia sua cobertura para atender quem vem de outras cidades, com partidas de localidades como São Paulo, Belo Horizonte, Petrópolis, Búzios, Cabo Frio, Campinas, Sorocaba, Nova Friburgo, Resende, Volta Redonda e outras regiões.
Rock in Rio Brasil chega repleto de novidades em 2026
Marcado para acontecer na Cidade do Rock, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, o Rock in Rio acontece nos dias 4, 5, 6 (esgotado), 7, 11, 12 (esgotado) e 13 de setembro de 2026. Confira o line up completo do festival:
Entre os confirmados no primeiro fim de semana do Rock in Rio, o dia 4 de setembro tem no Palco Mundo Foo Fighters como headliner, Rise Against, The Hives e Nova Twins. Na mesma data, o Sunset tem Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos, Hot Milk, Detonautas convidam Biquini e Di Ferrero, e o Espaço Favela tem MC Rodrigo do CN, Hitmaker e GBZ7N. No New Dance Order, Steve Angello é o headliner, além de apresentações de GIU x Carola, ATKÖ e Cat Dealers. Já o Global Village recebe Paulinho Moska, Leela e Giovanna Moraes, enquanto o Supernova traz Diogo Defante, Venere Vai Venus, Rock in Gil com Larissa Luz e Chady.
No dia 5, o Palco Mundo recebe Avenged Sevenfold fechando os shows do espaço, além da apresentação do Bring Me The Horizon, mgk (Machine Gun Kelly) e Sepultura. Ainda no dia 5, o Sunset recebe Bad Omens, Poppy, Black Pantera convida Nervosa, além de Malvada convida Day Limns, e o Espaço Favela tem Major RD, Canto Cego e Quantum. Já no New Dance Order, James Hype é a principal atração, com shows de Volkoder, Camila Jun x Eli Iwasa e Victor Lou. O Global Village terá Korzus, Noturnall + Russell Allen e Rhegia, enquanto o Supernova recebe Supercombo, Lvcas, MC Taya e ZeRO.
No dia 6 de setembro, Calvin Harris é o headliner do Palco Mundo, que também recebe Black Eyed Peas, Nelly e Barão Vermelho – Encontro Formação Original convida Fernando Magalhães. O Palco Sunset recebe NE-YO, Jota Quest toca Tim Maia, BaianaSystem e Calema. O Espaço Favela tem Xamã, Rael e Budah. No New Dance Order, MEDUZA³ encerra a noite, além de apresentações de Liu, Casa Bonita – Brisotti e Viot, e Sofi Tukker. Já o Global Village conta com Mohamed Ramadan, Mãeana e Bento Gil convida Flor Gil, enquanto o Supernova traz Blitzkrieg Psycho Bop – Ramones 50 Years – João Gordo & Asteroides Trio, Matanza Ritual, Bayside Kings e O Escritório.
Já no feriado de 7 de setembro, o Palco Mundo terá como principal atração Elton John, além de shows de Gilberto Gil, Jon Batiste e Luísa Sonza convida Roberto Menescal. Na mesma data, no Palco Sunset o público poderá assistir as apresentações de Laufey, Péricles canta Motown, Roupa Nova convidando Guilherme Arantes, e Vanessa da Mata convidando Rubel. Já o Espaço Favela tem Belo, Mart’nália e Tiee. No New Dance Order, Fatboy Slim encerra a noite, além de apresentações de Aline Rocha, Leo Janeiro & simo not simon e Max Styler. O Global Village recebe João Bosco, Joyce Moreno, Leila Pinheiro e Fernanda Takai, além de Wanda Sá, enquanto o Supernova traz Alee, Zeca Veloso, Melly e Maui.
No segundo fim de semana do Rock in Rio, o dia 11 de setembro, traz ao Palco Mundo Stray Kids como headliner, além de shows de Alok, HWASA e NEXZ. Na mesma data, a programação do Palco Sunset inclui Jamiroquai, PJ Morton, Os Garotin convidando Duquesa, e Jota.pê convidando Luedji Luna e Zaynara, a do Espaço Favela tem CABELINHO convida TZ da Coronel, além de Puterrier, MC Carol e Caio Luccas. No New Dance Order, o encerramento fica por conta do b2b entre Neelix e Vegas, além de apresentações de Omiki, DEPARTAMENTO e ANNA. Já o Global Village conta com Soulidified, Rio Bronx e Lambateria com Félix Robatto, enquanto o Supernova recebe NandaTsunami, Ananda, Isa Buzzi e Muse Maya.
No dia 12 de setembro, o Palco Mundo tem Maroon 5 fechando os shows do espaço no dia, além de Demi Lovato, J Balvin e Pedro Sampaio. Ainda no dia 12, no Palco Sunset se apresentam Mumford & Sons, João Gomes com a Orquestra Brasileira, Gilsons convidando Daniela Mercury e Olodum, além do encontro entre Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago, enquanto o Espaço Favela tem Timbalada, Priscilla Senna e Soul de Brasileiro. No New Dance Order, Alok encerra a noite com o projeto inédito Rave The World, além de apresentações de Alok & Family – Ekanta e Swarup, Gabe, Adam Sellouk e Bhaskar. O Global Village recebe Mestrinho, Hamilton de Holanda e Badi Assad, enquanto o Supernova traz Delacruz, Milo J, Yago Oproprio e Celo Dut.
Por fim, no dia 13 de setembro, o Palco Mundo tem Twenty One Pilots como headliner, além de Halsey, Lola Young e Ivete Sangalo. O Palco Sunset tem Zara Larsson como principal atração, Marina Sena convida Céu, Joelma convida Viviane Batidão e Carol Biazin convida Joyce Alane. O Espaço Favela recebe DENNIS, Suel e Marvvila. No New Dance Order, John Summit comanda o último show da Cidade do Rock, além de apresentações de Roddy Lima, Illusionize e Dawn Patrol – Maz, Antdot, Riascode e Bakka. Já o Global Village recebe Haley Smalls, Lucy Alves e Kinnie, enquanto o Supernova traz Lourena, Sant, Bruna Black e AR Baby.
Além dos artistas, o festival chega com novidades marcantes: o Palco Mundo ganha uma cenografia totalmente inédita e, pela primeira vez, toda sua estrutura frontal será revestida por 2.400 m² de painéis de LED de altíssima definição, transformando o espaço em um único e imenso painel visual. A maior pista de dança da Cidade do Rock, o New Dance Order também retorna em 2026 com uma cenografia totalmente nova, com 56,50 metros de largura e 22,5 metros de altura, reforçando sua presença monumental no festival. O palco amplia ainda mais a experiência do público, enquanto os 502m² de painéis de LED são um dos grandes destaques do projeto visual, criando uma atmosfera imersiva que integra música, luz e movimento.
Na gastronomia, a Gourmet Square contará com uma curadoria assinada pelo chef Pedro Siqueira, reconhecido entre os 100 melhores pizzaiolos do mundo pelo The Best Pizza Awards 2025, que também levará a gastronomia do Sìsì em um dos restaurantes do espaço. Com funcionamento de 12 horas por dia, a Gourmet Square será composta por oito restaurantes na edição de 2026: Sìsì Pizza, Pepe Hot Dogs, Gurumê, TT.Burguer, Albis, Bora Baião, Chicharrón e Cumbuca. Já na Área Vip, a experiência gastronômica exclusiva é assinada pela chef Heaven Delhaye by GSH, que estará pela primeira vez à frente da gastronomia do espaço. Heaven comanda restaurantes como Chez Heaven Bistrot, D’Heaven, Heaven Cucina e Nonna per Heaven.
Outro destaque é o retorno do espetáculo aéreo The Flight, um dos momentos mais pedidos pelo público e que volta após apresentações históricas no festival – prometendo ainda mais emoção com manobras acrobáticas sincronizadas, trilha sonora especial e 756 disparos de fogos diurnos. Neste ano, a Babilônia Feira Hype retorna ao Rock in Rio para celebrar 30 anos de história desde sua primeira edição. Nesta edição, o espaço ganha uma nova localização, próximo ao palco New Dance Order, em uma estrutura projetada pelo arquiteto João Uchôa. Ao todo, serão 20 tendas que, durante os sete dias de festival, receberão 60 expositores, com curadoria de marcas realizada pelo Instituto Brasileiro de Cultura, Moda e Design (Inbracultmode). Além das tendas, o público também poderá aproveitar uma programação com DJs convidados e uma instalação de arte urbana, ampliando a experiência do espaço e fazendo da Feira parte do percurso criativo do festival.
O Rock in Rio, em parceria com a LightWire, anunciou um espetáculo grandioso que emocionou o mundo e que agora ocupa uma arena na Cidade do Rock para envolver toda a plateia: o ECCO. A atração é mais um dos projetos da Fábrica de Sonhos do Rock in Rio – a engrenagem criativa que, desde a primeira edição, se reinventa para surpreender o público com experiências que vão muito além da música e transformam ideias em momentos inesquecíveis para milhões de pessoas. A LightWire fará sua estreia no festival e vai transformar a apresentação em uma experiência sensorial inédita para o público. O projeto nasce como uma jornada imersiva em 360°, em que luz, som, tecnologia, corpo, aromas e natureza se fundem para criar uma narrativa profunda e envolvente. Na Cidade do Rock, o espetáculo chega inspirado na ideia de que a floresta é a verdadeira origem do som, propondo uma reflexão sobre as vibrações primordiais do planeta – vento, água, raízes e fogo – e sobre a forma como o ser humano transforma essas vibrações em música, arte e emoção. Combinando bailarinos, coreografias precisas, trilha sonora original com tecnologia surround, projeções mapeadas, holografia, áudio imersivo e figurinos tecnológicos em LED e fibra ótica – que se destacam pelo uso do PixelWear, com mais de 1.500 pixels de LED controlados individualmente, e do NewDress, que utiliza 1.000 metros de fibra óptica iluminados por LED –, cada uma das cinco apresentações diárias no festival terá 20 minutos de duração e uma capacidade para 1.000 pessoas dentro do espaço.
O Rock in Rio 2026 amplia a experiência do público com 8 mil horas de experiências de marcas, mais de 100 ativações e cerca de 1 milhão de brindes ao longo dos sete dias. Para além do evento, cerca de 400 produtos licenciados levam a identidade do Rock in Rio para o cotidiano dos fãs. Já a linha de Produtos Oficiais poderá ser encontrada nas lojas espalhadas pelo festival, com itens como bonés, chaveiros, cangas e lenços, além das emblemáticas camisetas “Eu Fui”, disponíveis exclusivamente nas lojas físicas durante a edição.
Sobre o Rock in Rio
1985 marca a primeira edição do evento idealizado por Roberto Medina e que hoje, 41 anos depois, é considerado o maior festival de música e entretenimento do mundo – o Rock in Rio. A história do evento se entrelaça com a do entretenimento no Brasil, sendo responsável por colocar o país na rota dos eventos internacionais, já que pela primeira vez, um país da América do Sul sediou um evento musical dessa magnitude. Em uma área de 250 mil m2, em Jacarepaguá, durante dez dias, 1 milhão e 380 mil pessoas foram iluminadas pela primeira vez e começaram a fazer parte do grande espetáculo. No palco – o maior do mundo na época, com 80m de boca de cena – 15 atrações nacionais e 16 internacionais. Originalmente organizado no Rio de Janeiro, o festival ganhou o mundo chegando a Lisboa (Portugal), onde é realizado até hoje, passando por Madrid (Espanha) e Las Vegas (USA).
Desde a primeira edição, já gerou mais de 297,6 mil empregos diretos e indiretos e, apenas na última, em 2024, um impacto econômico de R$ 2.9 bilhões na cidade do Rio de Janeiro. Em 2022, o Rock in Rio foi considerado patrimônio cultural imaterial do estado do Rio de Janeiro. Pelas Cidades do Rock, desde 1985, já passaram mais de 12.3 milhões de visitantes, que assistiram a mais de 4.667 artistas em 141 dias de magia. Dentre os números gigantes do festival, mais de 146 milhões de pessoas alcançadas pelas comunicações nas redes sociais na edição que celebrou os 40 anos do Rock in Rio.
Gerando impactos positivos nos países onde é realizado e consciente do poder disseminador da marca, o Rock in Rio pauta-se por ser um evento com o propósito de construir um mundo melhor para pessoas mais felizes, confiantes e empáticas num planeta mais saudável. Adotando e incentivando práticas que apoiam o coletivo, se une a empresas que possuem este mesmo olhar e diretriz. O festival investiu, junto com seus parceiros, mais de R$ 118 milhões em diferentes projetos, passando por temas como sustentabilidade, educação, música, florestas, entre outros. Apenas na Amazônia, mais de 4 milhões de árvores foram plantadas. A marca foi pioneira em ter a certificação ISO 20121 – Eventos Sustentáveis, é neutra em carbono desde 2006 e, em 2022, começou a trabalhar ambiciosas metas para 2030, alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Das 25 edições, dez ocorreram no Brasil (1985, 1991, 2001, 2011, 2013, 2015, 2017, 2019, 2022 e 2024), onze em Portugal (2004, 2006, 2008, 2010, 2012, 2014, 2016, 2018, 2022, 2024 e 2026), três na Espanha (2008, 2010 e 2012) e uma nos Estados Unidos (2015).
Influenciando diretamente os rumos da cultura pop nas últimas décadas, o filme revolucionário ganha evento especial pela Sato Company
AKIRA é um anime que dispensa apresentações: lançado no Japão em 1988, o filme chegou ao Brasil em 1991 com distribuição Sato Company, e desde então conquistou toda uma legião de fãs e marcou para sempre a cultura pop, influenciando obras em todo o mundo até os dias atuais. Agora, os fãs e as novas gerações ganham uma nova oportunidade de experienciar o clássico nos cinemas com o relançamento da animação em formato 4K remasterizado em 27 de agosto
O filme conta a história de uma versão futurista de Tóquio após uma explosão causada pelo misterioso e poderoso Akira. A cidade é palco da disputa entre duas gangues de motoqueiros – os Cápsulas e os Palhaços –, e em meio a uma perseguição, o jovem Cápsula Tetsuo colide com uma misteriosa criança e é levado pelo Exército para um hospital onde estranhos experimentos acontecem. A partir de então, Kaneda, também membro da gangue e amigo do garoto, embarca em uma jornada para descobrir o que aconteceu ao colega. Enquanto isso, Tetsuo parece ter desenvolvido poderes impressionantes que começam a gerar comparações com o lendário Akira. O legado de AKIRA se estende para além da própria obra: a animação é influência direta de inúmeros filmes, séries, jogos e tendências estéticas até o dia de hoje. O anime Demon Slayer e o jogo de vídeo game Cyberpunk 2077 são sempre lembrados como herança de AKIRA, mas inúmeros outros fazem referências ao filme. São os casos de Stranger Things, Matrix, Pokémon, Ilha dos Cachorros (e a obra de Wes Anderson no geral), Poder Sem Limites, Looper – Assassinos do Futuro e até o clipe de Scream, canção de Michael Jackson e Janet Jackson. Apesar de sua fama não ter diminuído – pelo contrário – com o passar dos anos, muitos fãs de animações japonesas não tiveram a oportunidade de assistir nos cinemas ao clássico que abriu as portas ao gênero no país. Agora, com o relançamento especial de aniversário, AKIRA ganha uma nova versão remasterizada em 4K, tornando ainda mais impressionante o espetáculo visual futurista do filme. Com distribuição Sato Company, referência em produções asiáticas no Brasil, AKIRA 4K remasterizado chega aos cinemas a partir de 27 de agosto. Sinopse: Em 2019, três décadas após o governo japonês destruir Tóquio com uma bomba nuclear para encobrir um experimento com crianças paranormais, o motoqueiro cyberpunk Kaneda embarca em uma missão perigosa para salvar seu amigo Tetsuo de uma conspiração governamental de proporções inimagináveis. Ficha técnica Japão, 1988, 124 min Direção: Katsuhiro Otomo Roteiro: Katsuhiro Otomo e Izo Hashimoto
Sobre a Sato Company Fundada em 1985, a Sato Company é pioneira na distribuição e referência em Animes e Tokusatsu, tendo em seu portfólio conteúdos asiáticos de sucesso de público e crítica como Akira, Ghost in the Shell, National Kid, Ultraman, Jaspion, Jiraiya, dentre muitos outros. Sua constante inovação hoje se traduz na produção e distribuição para cinema, televisão, OTT (SVOD/TVOD/AVOD). Atua também como agregadora de conteúdo e no licenciamento de produtos. Em 2024 foi responsável por trazer ao Brasil os filmes vencedores do Oscar ‘Godzilla Minus One’ e ‘O Menino e a Garça’.
Musicistas executam hino nacional durante sessão solene “Mulheres do Rock” no plenário da Câmara Legislativa
Sessão solene presta homenagens e debate representatividade, segurança e políticas públicas para fortalecer a participação feminina na cena independente
Ao som de uma versão do Hino Nacional executada com guitarra distorcida, teclado e voz, a Câmara Legislativa homenageou as roqueiras do Distrito Federal na noite desta quinta-feira (27). Com o tema “Mulheres do Rock: cultura, trabalho e políticas públicas para o fortalecimento da cena independente no DF”, a solenidade reconheceu as contribuições de artistas, produtoras, técnicas de som, roadies, fotógrafas, gestoras culturais, comunicadoras e demais profissionais que integram a cadeia produtiva do rock na capital.
A sessão solene, no plenário da Casa, foi proposta pela deputada Dayse Amarilio (PSB) para debater desafios e reivindicar maior reconhecimento ao segmento. Entre as principais dificuldades encontradas pelas fãs e profissionais do rock estão a insegurança, a desigualdade de oportunidades, a baixa representatividade em grandes festivais e a ausência de mecanismos específicos de incentivo.
Em seu pronunciamento, Dayse Amarilio destacou a importância histórica do Distrito Federal para o gênero musical e defendeu a organização coletiva para ampliar a visibilidade do movimento. “Nós somos a capital nacional do rock e vocês fazem muito mais do que música. Mantêm um sonho vivo, transformam vidas e formam um movimento muito grande que, neste momento, está sendo inviabilizado”, afirmou a parlamentar. Ela também ressaltou que a homenagem representa um ponto de partida para a construção de políticas públicas voltadas ao setor.
Trajetórias e representatividade
A guitarrista da banda Estamira e produtora cultural, Sara Abreu, relembrou sua trajetória de superação até se tornar profissional da música. A artista, que adquiriu seu primeiro instrumento com a venda de amendoim em semáforos, destacou o papel de mulheres que a incentivaram ao longo do caminho.
“Hoje vivo da música graças ao incentivo de mulheres fortes que acreditaram em mim e me ajudaram a chegar a um lugar que eu jamais imaginei alcançar quando era criança”, relatou. Para ela, o fortalecimento de outras mulheres passa pela capacidade de inspirar novas gerações. “Vamos nos colocar para cima. Onde estivermos estaremos influenciando alguém com algo de bom que a gente faz”, afirmou.
Já a pesquisadora e produtora cultural Nina Puglia Oliveira apresentou reflexões a partir de estudos sobre a cadeia produtiva da música e a economia da cultura no DF. Segundo ela, as questões de gênero atravessam todo o setor cultural.
Nina argumentou que a cultura é importante fonte de renda para mulheres, mas que a insegurança ainda limita o acesso e a participação feminina nos espaços culturais. “As pesquisas mostram que muitas mulheres têm medo de consumir cultura. Em eventos noturnos e de grande porte, a segurança continua sendo uma questão fundamental para que possamos usufruir desses espaços como cidadãs”, comentou.
Origens do rock e protagonismo feminino
A atriz, comunicadora e pesquisadora Sheila Campos, por sua vez, defendeu o reconhecimento das raízes negras do rock e do protagonismo das mulheres na construção do gênero musical. Ao lembrar a trajetória da cantora e guitarrista norte-americana Sister Rosetta Tharpe, precursora do rock, Sheila destacou que a contribuição feminina foi historicamente invisibilizada.
“Se o rock é preto e seu primeiro registro é criação de uma mulher, é mais do que legítima a nossa presença não apenas aqui na CLDF, mas em todos os espaços culturais, econômicos e criativos relacionados ao rock”, afirmou.
Ela também reivindicou maior participação das mulheres em posições de comando. “Não queremos ser apenas musas ou vocalistas. Queremos mulheres instrumentistas, mulheres compositoras, empresárias, produtoras, responsáveis por estúdios, gravadoras, meios de comunicação, academia e ocupando os espaços de poder”, disse.
Políticas públicas e participação social
A pesquisadora e professora Ludmila Gaudad, vocalista da banda Estamira, ressaltou a importância da representatividade de gênero no rock e da presença feminina nos espaços de decisão. “É preciso sair do discurso para construção de política pública. E onde a gente consegue isso? Estando aqui dentro, fazendo controle social”, afirmou.
Já a jornalista, produtora cultural e multiartista Luciana Ribeiro apresentou o trabalho do coletivo Roqueiras BR, criado em 2025 no Distrito Federal com o objetivo de fortalecer e ampliar a participação feminina no rock, tanto nos palcos quanto nos bastidores. Segundo ela, além de visibilidade, as mulheres do setor reivindicam condições concretas para trabalhar.
“Como produzir cultura sem rede de apoio? Essa rede precisa vir também do Estado. Precisamos de creches. Muitas vezes a mulher fica presa num relacionamento nocivo, pois não consegue deixar o filho para trabalhar. A gente está buscando representatividade, visibilidade, mais segurança, mais espaço para a gente tocar, produzir, para a gente estar”, defendeu.
A produtora cultural Ivanete Feitosa destacou o caráter coletivo da mobilização e lembrou a importância da união e da resistência entre as mulheres da cena cultural. “Vai dizer que eu não realizei o sonho de ser revolucionária? É isso que a gente faz todos os dias sendo mulher”, afirmou.
Também presente ao evento, a deputada federal Erika Kokay (PT-DF) destacou que a presença feminina no rock representa uma forma de enfrentamento ao machismo e à exclusão. “As mulheres no rock significam a luta contra uma sociedade sexista e a defesa do direito de ocupar todos os espaços que a nossa humanidade permite”, declarou.
A Câmara dos Deputados recebe na próxima semana a mostra “Como Dançam as Sombras”, na Galeria Décimo, no Anexo IV da instituição. É a primeira exposição individual do artista plástico Gabriel Duran e estará aberta de 3 de setembro a 15 de outubro. A entrada é gratuita.
“Como Dançam as Sombras” reúne um conjunto de obras recentes do artista. São desenhos, pinturas, esculturas e colagens, que compõem um percurso em torno de questões que atravessam sua produção: o tempo, a matéria, o corpo e o que permanece como vestígio.
Entre carvão, madeira, cimento, tinta e papéis, a exposição aproxima gestos humanos, arqueologia, processos geológicos e visões do cosmos. As obras procuram colocar esses elementos em relação, fazendo coexistir o instante de um movimento vivo e o tempo profundo da matéria.
A exposição também traz as fotografias produzidas pelo artista em 2025 sobre o patrimônio rupestre da Serra da Capivara, no sul do Piauí.
O autor
Gabriel Duran nasceu em São Paulo, em 1985. É pós-graduado em Artes Visuais pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP-SP) e participou da mostra coletiva do Museu de Arte Brasileira. Sua produção recente aproxima arte contemporânea e patrimônio arqueológico brasileiro, identificando a persistência dos gestos humanos através do tempo.
Serviço
Exposição “Como Dançam as Sombras”, de Gabriel Duran Local: Galeria Décimo, Anexo IV da Câmara dos Deputados Data: de 3 de setembro a 15 de outubro Dias e horários: de segunda a sexta, das 9h às 17h30 Entrada gratuita
Evento reúne produtores, gastronomia, turismo rural e espaços de comercialização; Emater-DF promove Dia de Campo, concurso de receitas, Colha & Pague e 36ª Exposição Agrícola
A festa mais gostosa de Brasília celebra três décadas de tradição e valorização do produtor rural do Distrito Federal. Vem aí a 30a Festa do Morango de Brasília. O evento ocorre em dois finais de semana, e com direito a feriado: de 5 a 7 e de 10 a 13 de setembro, no Parque de Exposições de Brazlândia. A realização é da Associação Cultural Rural Alexandre Gusmão (Arcag) e Instituto Alvorada Brasil, com correalização da Emater-DF e apoio da Administração Regional de Brazlândia e Governo do Distrito Federal. E o morango produzido em Brazlândia é o grande protagonista.
A programação valoriza quem produz, amplia as oportunidades de comercialização e apresenta ao público a diversidade e a qualidade da agricultura do Distrito Federal. A festa também oferece uma programação diversificada para toda a família, com atrações culturais, praça de alimentação com culinária japonesa, espaço gastronômico com diferentes opções, além de áreas dedicadas à comercialização de flores e plantas ornamentais, artesanato e outros produtos.
Correalizadora da festa, a Emater-DF participa de diferentes frentes da programação, criando oportunidades de aproximação entre produtores e consumidores e destacando o trabalho dos agricultores assistidos pela empresa. Entre as ações estão a Morangolândia, espaço de comercialização de morangos e produtos derivados; a Florabraz, dedicada à comercialização de flores; o Concurso de Receitas com Morango; o Colha & Pague do Morango; e a 36ª Exposição Agrícola de Brazlândia, que apresenta a diversidade e a qualidade da produção rural da região.
A Festa do Morango é realizada pela Associação Rural Cultural Alexandre de Gusmão (ARCAG) e pelo Instituto Alvorada, com correalização da Emater-DF e apoio da Administração Regional de Brazlândia e do Governo do Distrito Federal (GDF).
Produção que movimenta a economia rural Brazlândia é referência na produção de morangos no Distrito Federal, e a festa se consolida como um dos principais espaços de valorização e divulgação dessa produção. Em 2025, o DF produziu cerca de 5,3 mil toneladas de morango, considerando os sistemas convencional e orgânico, em uma área de aproximadamente 169 hectares. A atividade movimentou mais de R$ 105,2 milhões em Valor Bruto da Produção (VBP).
Mais do que apresentar a fruta ao consumidor, a programação busca mostrar o trabalho que existe por trás de cada produção e criar oportunidades para que os agricultores apresentem e comercializem seus produtos diretamente ao público.
Um dos principais espaços para isso será a Morangolândia, que reunirá 42 estandes de agricultores assistidos pela Emater-DF. No local, os visitantes poderão comprar morangos frescos e uma variedade de produtos derivados da fruta, conhecendo diferentes formas de transformar e agregar valor à produção rural. A proposta fortalece a comercialização direta e cria uma oportunidade para que o consumidor conheça produtos, histórias e empreendimentos de quem vive da agricultura.
Florabraz amplia a vitrine da agricultura local A diversidade da produção rural também estará representada na Florabraz, que reunirá 32 estandes de floricultores selecionados pela Emater-DF. Flores, plantas ornamentais, mudas frutíferas e outros produtos da floricultura vão ocupar o espaço durante a festa, ampliando a presença da agricultura local e apresentando ao público uma atividade que também gera renda e oportunidades para produtores do Distrito Federal.
Do campo para a mesa: morango ganha novas possibilidades O morango também será apresentado como matéria-prima para produtos com maior valor agregado durante o Concurso de Receitas com Morango, no dia 6 de setembro, domingo, das 10h às 12h.
Produtores e participantes poderão apresentar receitas criativas que valorizem a fruta e mostrem ao público diferentes possibilidades de preparo e comercialização. A iniciativa estimula o aproveitamento da produção e demonstra como a transformação de alimentos pode abrir novos mercados e gerar renda para os agricultores.
As receitas serão avaliadas por chefs, estudantes de gastronomia de instituições de ensino credenciadas e pelo júri popular. A premiação das três melhores receitas será realizada após a degustação.
Colha & Pague leva visitantes para dentro das propriedades A experiência com o morango não ficará restrita ao espaço da festa. Nos dias 5, 6, 12 e 13 de setembro, o público poderá participar do Colha & Pague do Morango, iniciativa que aproxima consumidores das propriedades rurais e permite conhecer de perto o cultivo da fruta.
Neste ano, três propriedades participam da ação: Chácara Fukushi, Sítio Bem Viver e Morangos Oliveira. Nestas propriedades, os visitantes poderão conhecer as lavouras, colher os próprios morangos e vivenciar uma experiência de turismo rural diretamente com os produtores.
As reservas e os pagamentos são feitos diretamente com cada propriedade, de acordo com a disponibilidade de vagas.
36ª Exposição Agrícola mostra a diversidade do que é produzido na região Nos dias 11 e 12 de setembro, a produção rural ganha outro espaço de destaque com a 36ª Exposição Agrícola de Brazlândia. A mostra reúne produtos cultivados por agricultores de Brazlândia e Ceilândia e deve apresentar cerca de 400 amostras de frutas, hortaliças e outros produtos agrícolas.
Além de revelar a diversidade da agricultura regional, a exposição estimula os produtores a selecionar e apresentar o melhor de sua produção. Os produtos são avaliados em diferentes categorias, com premiação para os primeiros colocados.
Com 36 edições, a exposição tem ainda um significado histórico: é mais antiga que a própria Festa do Morango, que chega neste ano à 30ª edição, e se tornou uma tradição do calendário rural de Brazlândia.
Tecnologia e conhecimento para quem produz Antes da festa e ainda dentro da programação, a Emater-DF promoveu, nesta sexta-feira (28), o Dia de Campo com Produtores de Morango, no Núcleo Rural Betinho, em Brazlândia. A atividade reuniu cerca de 80 produtores rurais para discutir tecnologias, manejo e inovação na produção de morangos.
Realizado em parceria com a Embrapa Hortaliças, o encontro foi dividido em três estações técnicas. Especialistas da Emater-DF abordaram análise e correção do solo e adubação; a Embrapa Hortaliças apresentou informações sobre mudas, variedades e cultivares; e a terceira estação tratou de nutrição foliar e irrigação.
Rainha do Morango Um dos momentos mais esperados e glamourosos da Festa é o concurso da Rainha do Morango de Brasília 2026. As premiações em dinheiro são de R$ 3 mil para o primeiro lugar, mais R$ 2 mil para o segundo e R$ mil para o terceiro. Todas as vencedoras receberão outros prêmios, em roupas, acessórios, produtos de beleza e muito mais. As inscrições estão abertas até o dia 31 de agosto (ver número no serviço), e podem ser feitas por mulheres de 18 a 35 anos.
Serviço 30ª Festa do Morango de Brasília Datas: 5, 6, 7, 10, 11, 12 e 13 de setembro de 2026 Horários: a partir das 18h (sextas) e a partir das 10h (sábados e domingos) Local: Associação Rural Cultural Alexandre de Gusmão (ARCAG) – Núcleo Rural Alexandre de Gusmão, BR-080, km 13, Brazlândia (DF)
Realização: Associação Rural Cultural Alexandre de Gusmão (ARCAG) e Instituto Alvorada – Correalização: Emater-DF – Apoio: Administração Regional de Brazlândia e Governo do Distrito Federal (GDF)
Concurso de Receitas com Morango Data: 6 de setembro Horário: 10h às 12h
36ª Exposição Agrícola de Brazlândia Datas: 11 e 12 de setembro
Especialistas do CEUB explicam como a convivência com os cães influencia o bem-estar e alertam para dependência emocional e humanização excessiva
Companhia nos dias difíceis, festa na chegada do tutor e presença garantida no sofá ou na cama. Para muitas pessoas, os cachorros passaram de animais de estimação e ocupam um lugar importante na vida afetiva da família. Mas o que explica uma ligação tão forte entre cães e humanos? E existe um limite para esse afeto? No Dia do Cachorro, celebrado em 26 de agosto, especialistas do Centro Universitário de Brasília (CEUB) explicam como esse vínculo é construído, quais benefícios a convivência pode trazer e quando a relação começa a provocar prejuízos para o tutor ou para o próprio animal.
Segundo Adriane Rayde, pesquisadora do curso de Psicologia do CEUB, e Michelle Andrade, professora e orientadora da instituição, a conexão não surge de uma hora para outra. Ela se desenvolve na convivência e nas experiências compartilhadas ao longo do tempo. “O vínculo é construído na convivência. O cão está presente na rotina, recebe e oferece interação, participa de momentos bons e acompanha o tutor em períodos difíceis. Com o tempo, essa presença ganha significado emocional. Muitas vezes, o tutor encontra no animal companhia, carinho e relação de confiança”, explicam.
Os cães também passam a fazer parte das memórias e dos hábitos familiares. Participam de mudanças, viagens, comemorações, perdas e diferentes fases da vida. Essa presença constante ajuda a explicar por que tantos tutores os consideram integrantes da família. “Quando uma pessoa diz que seu cão é da família, precisamos compreender o significado afetivo dessa fala. Para aquele tutor, existe uma história compartilhada e um vínculo que merece ser respeitado”, afirma Adriane.
A convivência pode favorecer o bem-estar Ter um cachorro envolve responsabilidades diárias, como oferecer alimentação, organizar passeios, brincar e acompanhar a saúde do animal. Esses compromissos podem ajudar a estabelecer uma rotina mais organizada e ativa. “Um simples passeio pode estimular a pessoa a sair de casa, caminhar e encontrar outras pessoas. A convivência também proporciona momentos de brincadeira, carinho e companhia. Tudo isso pode favorecer o bem-estar”, observa a psicóloga do CEUB.
Os passeios também podem contribuir para a socialização. Encontros entre cães frequentemente aproximam seus tutores e criam oportunidades para conversas, troca de experiências e novos vínculos. Segundo Adriane Rayde, isso não significa, no entanto, que a companhia do animal substitua cuidados médicos ou psicológicos quando eles são necessários. O cachorro pode fazer parte de uma rede de afeto e apoio, mas não deve ser colocado como única fonte de segurança emocional do tutor.
Quando o apego se torna prejudicial? Amar muito um cachorro não representa, por si só, um problema. O alerta aparece quando a relação começa a limitar a vida do tutor ou comprometer o bem-estar do animal. De acordo com a psicóloga do CEUB, é importante observar situações em que a pessoa se afasta de familiares e amigos, abandona atividades importantes, sofre excessivamente diante de pequenas separações ou depende do cachorro para se sentir segura e acolhida.
“Precisamos ter cuidado para não considerar todo apego intenso como algo prejudicial. O ponto principal não é a quantidade de amor, mas o impacto que essa relação está tendo na vida de ambos”, explica. Do lado do cão, sofrimento intenso quando fica sozinho, dificuldade para se afastar do responsável e necessidade constante de contato podem indicar dependência excessiva ou ansiedade. Mudanças persistentes de comportamento devem ser avaliadas por um médico-veterinário.
Humanizar não é o mesmo que amar Outro risco aparece quando o tutor passa a tratar o cachorro como se ele tivesse as mesmas necessidades e emoções que uma pessoa. “Podemos amar profundamente um animal, considerá-lo parte da família e ainda assim respeitar sua natureza. Um vínculo saudável envolve carinho, cuidado e responsabilidade, mas também o reconhecimento de que o cão possui necessidades próprias”, afirma Adriane.
Segundo o médico-veterinário do CEUB Taynã Matos, os cães também estabelecem vínculos afetivos com seus responsáveis. “Isso pode ser percebido quando o animal busca proximidade, acompanha o responsável pela casa, demonstra alegria ao reencontrá-lo e apresenta redução do estresse em sua presença. Muitos demonstram sinais de tristeza ou ansiedade na ausência”, explica. De acordo com o docente do CEUB, esses comportamentos podem indicar que o animal associa o tutor a proteção, previsibilidade e segurança.
Como construir uma relação saudável? A convivência equilibrada combina afeto, cuidados com a saúde, limites e respeito às características da espécie. Alimentação adequada, vacinação e vermifugação em dia, acompanhamento veterinário, exercícios, brincadeiras, estímulos mentais, socialização e um ambiente seguro são essenciais. O tutor também deve permitir que o cachorro exerça comportamentos naturais, como farejar, explorar ambientes, passear, mastigar objetos apropriados, descansar e interagir.
Esse equilíbrio resume o que o animal precisa para ter qualidade de vida: “Cão feliz é aquele que se sente amado, mas que pode agir como cão”. O especialista alerta que a humanização excessiva pode trazer consequências para a saúde e o comportamento do animal. Ansiedade, insegurança, dependência, falta de limites e obesidade provocada pela oferta de alimentos inadequados estão entre os possíveis problemas. “O cão precisa ser tratado com carinho, mas respeitando sua natureza de animal”, reforça o veterinário.
Iniciativa promove saúde, bem-estar e convivência social; inscrições estão abertas e atividades seguem até 16 de outubro
O Projeto Viver 60+ chegou ao Itapoã com uma programação voltada à promoção da saúde, qualidade de vida, autonomia e integração social das pessoas idosas. As atividades acontecem até o dia 16 de outubro de 2026, com participação gratuita.
A iniciativa oferece aos participantes um espaço de convivência e cuidado, estimulando hábitos mais saudáveis e proporcionando momentos de integração. A proposta é contribuir para um envelhecimento mais ativo, fortalecendo vínculos sociais e incentivando a participação das pessoas com 60 anos ou mais em atividades que beneficiam a saúde física e emocional.
Depois de passar por outras regiões administrativas do Distrito Federal, o Viver 60+ amplia sua atuação e chega ao Itapoã, aproximando as ações do projeto dos moradores da região.
As atividades são realizadas na Quadra 2, Conjunto A, Lote 19, Loja 2, Fazendinha, Itapoã.
Os interessados podem realizar a inscrição ou obter mais informações pelo telefone/WhatsApp (61) 98229-5490.
Serviço
Projeto Viver 60+ – Itapoã Até 16 de outubro de 2026 Quadra 2, Conjunto A, Lote 19, Loja 2, Fazendinha – Itapoã/DF Participação gratuita Inscrições e informações: (61) 98229-5490
Cantora aposta em parceria com um dos nomes mais emblemáticos do sertanejo brasileiro e apresenta novo single acompanhado de clipe oficial Um encontro entre diferentes gerações do sertanejo brasileiro marca o novo momento da carreira de Duda Duarte. A cantora acaba de lançar “Não Tem Cachaça Que Cura”, música que conta com a participação especial do Trio Parada Dura, referência de um gênero que atravessa décadas e permanece presente na memória afetiva do público. Com um título forte, popular e fácil de lembrar, a canção parte de uma situação conhecida por muita gente: a tentativa de superar uma desilusão amorosa. Mas, como o próprio refrão sugere, existem dores para as quais nem a cachaça consegue ser remédio.
A música é assinada pelos compositores Chico Amado e Zé Moreira, com produção musical de Francisco Carlos de Rezende. Para Duda Duarte, a parceria representa um passo importante em sua trajetória artística. Ao dividir a gravação com o Trio Parada Dura, a cantora aproxima seu trabalho da tradição sertaneja e, ao mesmo tempo, apresenta essa sonoridade para uma nova geração de ouvintes. UM ENCONTRO ENTRE GERAÇÕES DO SERTANEJO A presença do Trio Parada Dura transforma o lançamento em mais do que uma nova faixa no repertório de Duda Duarte. O encontro simboliza uma ponte entre a história do sertanejo e artistas que seguem renovando o gênero. Ao longo de sua trajetória, o Trio Parada Dura construiu um repertório reconhecido pelo público brasileiro e tornou-se uma das referências da música sertaneja. Agora, essa experiência encontra a voz e a personalidade artística de Duda Duarte em “Não Tem Cachaça Que Cura”. O resultado é uma música que preserva elementos afetivos do sertanejo — amor, sofrimento, histórias e identificação popular — enquanto busca conversar também com o público atual.
CLIPE OFICIAL “Não Tem Cachaça Que Cura” também ganhou um clipe oficial, ampliando a experiência do lançamento. A produção audiovisual é assinada pela Harmonia Filmes, enquanto a distribuição digital é realizada pela ONErpm. O clipe já está disponível no YouTube e a faixa pode ser ouvida nas principais plataformas digitais.
POR QUE ESSA HISTÓRIA PODE VIRAR PAUTA? Além do lançamento musical, a parceria abre espaço para uma conversa sobre a própria transformação do sertanejo brasileiro. Como artistas de diferentes gerações podem trabalhar juntos sem perder suas identidades? Qual é a importância das referências do sertanejo tradicional para quem está construindo uma nova trajetória? E o que faz músicas sobre amor e desilusões continuarem atravessando gerações? Duda Duarte pode falar sobre esses temas e revelar os bastidores da parceria com o Trio Parada Dura.
SUGESTÕES DE ABORDAGEM PARA REPORTAGENS E ENTREVISTAS O encontro de gerações entre Duda Duarte e Trio Parada Dura; Como nasceu a parceria para “Não Tem Cachaça Que Cura”; Bastidores da gravação da música e do clipe; A emoção e a responsabilidade de gravar com um nome histórico do sertanejo; Por que as histórias de amor e “sofrência” continuam conquistando o público; A influência do sertanejo tradicional sobre novos artistas; A trajetória e o atual momento profissional de Duda Duarte; Os próximos projetos da cantora. DISPONIBILIDADE PARA IMPRENSA
Duda Duarte está disponível para entrevistas, participações e pautas especiais em emissoras de TV, rádios, podcasts, jornais, revistas, portais e veículos de entretenimento.
FICHA TÉCNICA Música: Não Tem Cachaça Que Cura Artista: Duda Duarte Participação especial: Trio Parada Dura Compositores: Chico Amado e Zé Moreira Produção musical: Francisco Carlos de Rezende Produção audiovisual: Harmonia Filmes Distribuição digital: ONErpm Assista: clipe oficial disponível no YouTube. Ouça: disponível nas principais plataformas digitais. SOBRE DUDA DUARTE Duda Duarte segue construindo sua trajetória na música sertaneja com um trabalho voltado à conexão com o público, buscando unir personalidade, emoção e referências de um dos gêneros mais populares do Brasil. Com “Não Tem Cachaça Que Cura”, a artista abre um novo capítulo de sua carreira ao lado do Trio Parada Dura e reforça sua aposta em músicas capazes de transformar histórias de amor, saudade e desilusão em identificação com o público.
Adaptação do de Homero com Matt Damon, Tom Holland, Anne Hathaway, Zendaya e Robert Pattinson Tere duas exibições na programação na desta semana
CineSemana pás. celebra os 35 anos do lançamento de “Akira” no Brasil com versão remasterizada em 4K e os 25 anos de “Harry Potter e a Pedra Filosofal”
A adaptação mais aguardente de uma narrativa das narrativas mais influentes estrealistas da costa chegada final à tela do Cine Brasília. A jornada de Odisseu no longa A Odisseia, novo filme de Christopher Nolan, é exibido na Sessão Circuito nesta quinta-feira, 27, às 19h, e sábado no, 29, às 14h30.
O longa, no poema poema épico de Homero, traz Matt Damon interpretando Odisseu, guerreiro que tenta à ilha de Ítaca da Guerra da Tróia. A para viagem entanto casa, no, se transformar em uma extensa travessia por territórios e desconhecidos, marcado por por pessoas, criaturas mitológicas e sucessivas provações. Odiss Anêsumo da paisagem dos perigos, sua estação caminho também sua terra natal, Ítaca. Lá, Telêmaco, filho do seu, por thominho de Londres, notícias do país,éns de Penélope, por Anne Hathaway, resistem aos pretendentes que disputam o do marido pelo.
Com um elenco de peso, alcomango, Holland e Hathaway, um superprodução conta,, ainda com Robert Pattinson, Zendaya, Lupita Nyong’o,Charlize Theron, Samantha Morton, Mia Goth, Elliot Page, entre outros.
ESTREIAS
Já entre como estreias, um dos títulos mais e influentes da animação conhecidas japonesa à tela grande. Akira, de Katsuhiro Otomo, entra para grau a do Cine Brasília em versão remasterizada em 4K, num relançamento que celebra os 35 anos da chegada ao filme brasileiros. Lançada em 1988 no Japão, a produção desembarcou no Brasil três anos depois, em 1991, e semária um marco para uma popular das animações japonesas no país.
Robé no mangá homônimo criado pelo Otomo, que masina o ficção da adaptação, o filme combinação de ação, drama e dis se passa em Neo-Tóquio, em 2019, três após a destruição da capital japonesa por explosão de mistério. Em mima a uma cidade marca pelo caos, o motoqueirogado Kana envolvido se em uma organização de contribução aos conspiratórios seu amigo Tetsuo, experimentos a a poderes para envolvendonormais.
Quem também integra as estreias da semana é Patrulha Canina: Uma Aventura Dino, nova animação dirigida por Cal Brunker. A aventura se passa depois de uma tempestade, onde os filhotes chegam a uma ilha habitada por dinossauros e conhecem Rex, um novo aliado. Quando as ações de Humdinger provocam a erupção de um vulcão, a equipe precisa enfrentar uma de suas maiores missões de resgate para salvar os habitantes do local.
SESSÃO ÚNICA
No dia 30 de agosto, o Cine Brasília se junta às comemorações pelos 25 anos de Harry Potter e a Pedra Filosofal com uma sessão única do primeiro filme da saga, a partir das 14h45. O longa retorna aos cinemas brasileiros em uma ação especial de aniversário que celebra um quarto de século desde o início da franquia nas telonas.
Dirigido por Chris Columbus e lançado originalmente em 2001, o filme apresenta Harry Potter, vivido por Daniel Radcliffe, um garoto órfão que descobre aos 11 anos que é bruxo e passa a estudar na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Ao lado de Rony Weasley e Hermione Granger, interpretados por Rupert Grint e Emma Watson, ele se envolve no mistério em torno da Pedra Filosofal e tem seu primeiro contato com as forças sombrias que marcariam toda a saga. Além da exibição do longa em si, a sessão comemorativa contará também com 12 minutos inéditos de bastidores ao final do filme.
EM CARTAZ
Seguindo na programação, Pequenas Criaturas, de Anne Pinheiro Guimarães, é ambientado em Brasília, em 1986, e acompanha Helena, vivida por Carolina Dieckmann, e seus dois filhos no momento em que a família chega a uma cidade em transformação e tenta se adaptar a uma nova rotina.
SESSÃO COM DEBATE
Nesta sexta, 28, às 19h, a Sala Vladimir Carvalho recebe uma sessão especial com debate após a exibição de Nosso Segredo, primeiro longa dirigido por Grace Passô. Filmado em Belo Horizonte, o longa acompanha uma família negra que tenta reconstruir a rotina após uma perda recente, enquanto cada integrante enfrenta o luto à sua maneira e o filho caçula guarda um segredo capaz de transformar a forma como todos vivenciam esse processo.
DIAS DE CINEMA UCRANIANO 2026
O Cine recebe Brasília, nos dias 29 e 30, filmes da três da programação de programação gratuita Dias de Cinema Ucraniano 2026, que leva a diversidade da cinematografia do país a oito cidades brasileiras. A mostra em tora das celebrações de 24 de agosto, data da restauração da Ucrânia, e do Dia Nacional da Comunidade Ucraniana no Brasil.
No sábado, 29, às 18h, exibido o longa Sombras dos Antepassados Esquecidos, de 1965 pordiado por Serhii Parajanov e inspirado em no folclore hutsul dos Cárpatos. Já no domingo, 30, uma programação contínua com Pamfir, de Dmytro Sukholytkyy-Sobchuk, às 18h, com a da produtora Sasha Kostina. O longa um homem homem que retorna à sua comunidade na fronteira ocidental da Ucrânia e se vê de familiares param conflitos. Na, Nós, Nós Pets e a Guerra, de Anton Ptushkin, conta a história de pessoas que arriscam suas vidas para animais de para animais a invasão da Ucrânia.
OFICINA DE SUSTENTABILIDADE SEM AUDIOVISUAL
Práticas de material às formas espaciais audiovisuais e cultural-sábios na Oficina de Sustentabilidade no Audiovisual, online e gratuitaativoativa online e gratuita do Cine Brasília, que caminhos para um resumo de meio ambiente de impacto e social social social no setor. Uma programação de átrios de vossa vez mais iniciativas que ser ser implementaras no, equipamentondo o do cinema com a sustentabilidade.
A oficina no dia dia 4 de Setembro, das 10h às 12h, e ministrada por Ariene Ferreira, audiovisual e cultural e social só-fundadora da Cinema Verde, e por Carolina Hanashiro,, educadora ambiental e consultora de sustentabilidade.
Ao todo, são 50 vagas, com parte delas reservadas a pessoas com deficiência, negras, indígenas, quilombolas e trans, residentes do DF e estudantes da UnDF. Para participar, é necessário realizar inscrição, até 2 de setembro, através de formulário online no link forms.gle/pngRD2HznigrXmv58. Ao final, haverá emissão de certificado para os participantes.
FESTIVAL DE BRASÍLIA
Entre os dias 1º e 23 de setembro, o Cine Brasília estará cedido para a realização do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, sendo: de 1 a 10, fechado para montagem; de 11 a 19, realização do festival; e de 20 a 23, reprises dos filmes premiados no FBCB e desmontagem da estrutura.
INGRESSOS E ACESSIBILIDADE
Os ingressos poder sers na bilheteria do cinema, de tera de quinta-feira, das 13h às 22h, sexta, das 9h às 22h, e sábado e domingo, das às 10h 22h, ou no no no SITE OFICIAL. Às segundas, o Cine manutenção Brasília para de rotina.
Como sessões, bem como a Sessão Clássicos, Monumental e Circuitão custam R$20 (inteira) e R$10 (meia). Àss terass os são R$10 valores e R$5.
O filme A Odisseia possui recursos de acessibilidade de Libras, audiodescrição e legendas através do aplicativo MLoad; Patrulha Canina no Greta; Nosso Segredo no MovieReading; e Pequenas Criaturas no Conecta Acessibilidade.
PROGRAMA DE FIDELIDADE
O Cine Brasília segue com o Programa de Fidelidade – CINELOVER que recompensa espectadores frequentes. A cada sessão assistida, os participantes acumulam carimbos no cartão fidelidade, que podem ser trocados por prêmios como entradas gratuitas, ímãs, canetas, baldes de pipoca e bonés exclusivos. O programa é válido para sessões regulares da grade, bem como para a Sessão Família onde cada ingresso dá direito a dois carimbos no cartão fidelidade. Mais informações em cinebrasilia.com/fidelidade.
11h00 — Patrulha Canina: Uma Aventura Dino (dublado) 14h30 — Sessão Circuitão – A Odisseia (lendado) 18h00 — Dias de Cinema Ucraniano – Sombras dos Antepassados Esquecidos (legendado)
DOMINGO, 30/08
11h00 — Patrulha Canina: Uma Aventura Dino (dublado) 14h45 — Sessão Única – Harry Potter e a Pedra Filosofal (lendando) 18h00 — Dias de Cinema Ucraniano – Pamfir (lendado) 20h20 — Dias de Cinema Ucraniano – Nós, Nós Animais de Estimação e a Guerra (lendendado)
SEGUNDA-FEIRA, 31/08Cinema para manutenção
TERÇA-FEIRA, 01/09 Cinema para desmontagem Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
QUARTA-FEIRA, 02/09 Cinema para desmontagem Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Exposição de Eny Junia transformar escultura em espaço de interação, tecnologia, música e reflexão sobre uma vida
Entrar em uma grande escultura – em formato de coração humano – e ouvir batimentos cardíacos. Essa é a proposta de experiência pela artista visual Eny Junia na Coração instalação, obra de início que ser apresentada ao em uma grânula pública reunirá exposição performances, musicos artísticos e participação visitantes.
Com uma altura de 2,2 metros, a escultura foi concebida paraoma pessoa em interior, rompendo a tradicional entre obra e aspectar. Mais do que observar, o passar o visitante a Integrado de instalação,-se parte da experiência.
Uma combinação de obras de escultura, tecnologia e inter paraatividade para provocação uma reflexão sobre vida, o cuidado o símpo e a importância das humanas em um tempo pela velocidade, marcado pela superficialidade e pelo excesso de estímulos.
em estrutura e revestida com papel machê a partuda a de cerca de 380 quilos de exemplares de papel de trabalho, Coração nasceu de uma experiência pessoal viva por Eny Junia. Após um terra de intenso estresse, a artista de seu uma médica pergunta que ecoando anos: “Você não tem dó do seu coração?” das thericling prescrição: “Você aprender precisa a care dele”. Uma medição dessastentiva, iniciou um processo criativo que acabou se tornando tão porta um de transformação interior.
Durante hoje a execução da obra, Eny conto com a orientação do artista Lourenço de Bem, por responsável o projeto e por share os necessários para necessários a construção da escultura em grande escala. “A obra foi crescendo ao mesmo tempo em que eu compreendia melhor o significado de cuidar da vida e das humanas», resume a artista, que foiada com o 1° no lugar 45° Salão de Artes Riachuelo 2025, Marinha do Brasil, com a obra “Força interior”.
Arte, tecnologia e
Além da dimensão da escultura, uma instalação incorporar recursos tecnológicos desenvolvidos pelo artista multimídia Alexandre Rangel. Pulsações de visualizações, cardíacos que perigam arróias e veias e ambiente uma interação sonora transformar uma estrutura em um organismo vivo, ampliando a do público.
Dois momentos marcantes da experiência acontecem quando o visitante está dentro do Coração e quando pode escutar batimentos cardíacos como se estivesse no interior de um corpo vivo.
Como crianças também também é especial. A instalação apresenta elementos lúdicos que simulam o do sangue pelo artérias por meio de bolinhas coloridas, de oficinas de machê e atividades de mediação a a.
Abertura reúne música, inclusão e celebração coletiva
A inauguração da exposição foi concebida como uma grande experiência participativa, reunindo diferentes linguagens artísticas em torno do tema central da obra. Entre os destaques está a apresentação dos Batucadeiros, grupo formado por crianças que interpretará a composição inédita O Som do Coração em interação com o público.
A programação contará ainda com apresentação do Coral do Senado, leitura de uma crônica sobre Brasília por uma filha de pioneira da capital e uma interpretação coletiva da canção Carinhoso, de Pixinguinha e Braguinha, sob regência do maestro Eldom Soares.
Ao longo da temporada, a exposição também oferecerá oficinas de papel machê, contação de histórias para crianças e palestra com cardiologista voltada ao público acima de 60 anos.
Ao reunir escultura, tecnologia, música, educação e, Coração uma experiência de experiência que os os limites da contemplação. Uma instalação transform o Visitante em de protagonista uma quensu reflexão sobre que pulsa de cada pessoa e sobre a a de preservar o que nos tornados coletivos Céstico humano.
SERVIÇO
Exposição:Coração – Eny Junia
Abertura: 3 de setembro de 2026
Local: do Museu da República
Visitação: de 3/9/26 a 1/11/26, tera de a domingo, das 9h às 18h30
Brasal Incorporações apresenta o ambiente em um brunch no dia 29 de agosto, com finger foods assinados pelo Thai Buffet e condição especial para aquisição de unidades
Mais espaço para a convivência, ambientes integrados e uma área externa que amplia as possibilidades de uso de onde morar. É com essa proposta que a Brasal Incorporações apresenta, no dia 29 de agosto, o novo decorado da unidade Garden do Auster Brasal, empreendimento de alto padrão localizado no Guará II. O evento será realizado a partir das 10h, com um brunch composto por finger foodsassinados pelo Thai Buffet.
Pronto para morar, o Auster Brasal reúne apartamentos de 3 e 4 quartos, com metragens de 97m² a 349m². São três torres, além de mais de 5 mil m² de áreas destinadas ao lazer e à convivência ao ar livre. A localização facilita o acesso ao Plano Piloto e coloca o residencial próximo ao metrô, à Feira do Guará e à rede de comércio e serviços da região.
Para a apresentação do dia 29, a unidade Garden ganhou uma nova ambientação, pensada para mostrar como os espaços podem ser aproveitados no cotidiano. O decorado conta com mobiliário e projeto de paisagismo, explorando principalmente a integração entre as áreas internas e externas.
A configuração busca aproximar o visitante da experiência de morar em uma unidade com dimensões amplas, privacidade e espaços que podem assumir diferentes funções ao longo do dia, do descanso aos encontros com amigos e familiares. A proposta também evidencia uma característica das unidades Garden: reunir atributos associados a uma casa, como uma área externa privativa, com as facilidades e a estrutura de um condomínio.
A arquitetura contemporânea e as plantas generosas integram o conceito do Auster Brasal, concebido para atender famílias que procuram mais espaço e conforto sem abrir mão da vida urbana. O empreendimento está inserido em uma região consolidada do Guará, com acesso facilitado a diferentes pontos de Brasília.
Durante o brunch, o público poderá visitar o novo decorado e conhecer mais detalhes do empreendimento. No dia do evento, a Brasal Incorporações também oferecerá condições especiais para aquisição de unidades.
Serviço
Apresentação do novo decorado Garden do Auster Brasal Data: 29 de agosto de 2026 Horário: a partir das 10h Local: Auster Brasal – AE 4, Lotes C e D, Guará II – Brasília/DF
Sucesso de público, todos os cinco filmes retornam aos cinemas em outubro
A Paris Filmes acaba de anunciar que reexibirá “Jogos Vorazes”, “Jogos Vorazes: Em Chamas”, “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1”, “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 2” e “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, longas baseados nos best-sellers de Suzanne Collins. O relançamento contará com conteúdos exclusivos do elenco de “Jogos Vorazes – Amanhecer Na Colheita” antes de cada exibição.As produções, que voltam aos cinemas a partir de 15 de outubro, ganharam cartazes especiais. Baixe neste link.
No primeiro filme, Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) se oferece no lugar da sua irmã para competir nos Jogos Vorazes, onde jovens dos doze distritos de Panem são escolhidos aleatoriamente para lutar um contra o outro até que um sobrevivente permanece. “Em Chamas” mostra Katniss e Peeta Mellark (Josh Hutcherson) ao tornarem-se alvos da Capital após a vitória do 74º Jogos Vorazes, o que resulta em uma rebelião dos distritos.
Em “A Esperança – Parte 1”, Katniss é resgatada pelos rebeldes e levada ao Distrito 13 depois que quebra os Jogos Vorazes para sempre. Sob a liderança da Presidente Coin (Julianne Moore) e de Plutarch Heavensbee (Philip Seymour Hoffman), Katniss abre as suas asas e torna-se Mockingjay, o líder simbólico da rebelião. “A Esperança – O Final” traz Katniss percebendo que as apostas não são mais apenas para a sobrevivência, são para o futuro. Com a nação de Panem em guerra, ela enfrenta o Presidente Snow (Donald Sutherland).
Por fim, em “A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, anos antes de se tornar o tirânico Presidente de Panem, Coriolanus Snow (Tom Blyth), aos 18 anos, vê uma chance de mudança de sorte quando é escolhido para ser mentor de Lucy Gray Baird (Rachel Zegler), uma garota tributo do empobrecido Distrito 12.
Juntos, os cinco filmes já levaram mais de 16 milhões de espectadores aos cinemas do país. O elenco conta ainda com Stanley Tucci, Liam Hemsworth, Lenny Kravitz, Woody Harrelson, Elizabeth Banks, Sam Claflin, Viola Davis, Hunter Schafer e mais. A direção de “Jogos Vorazes” é de Gary Ross e dos filmes seguintes de Francis Lawrence. A distribuição nacional é da Paris Filmes.
SOBRE A PARIS FILMES
A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H”, “Manas”, “Pedágio”, “Ritas”, “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, “A Empregada”, a franquia “Truque de Mestre” e “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia.
Entre os próximos lançamentos estão “Feito Pipa”, “Geni e o Zepelim”, “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, “Minha Melhor Amiga”, “Minha Vida com Shurastey” e “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita”.
Acompanhe as novidades sobre esse e outros lançamentos por meio das redes sociais:
Cantoras unem influências dos urbanos, latin africanos, e o samba em um que trabalho que transtração uma construídas longas ao longo de anos
O que há primaze cerca de 15 anos, na cena musical e ganha do samba, agora um novo: lançamento o capítulo de “Maré primeiro Alta”, em parceria pelas cantoras Ane Êoketu (sergipana), de São Sebastião e Fernanda Jacob (brasiliense), de Sobradinho. O trabalho a todas como a chegada no plataformas digitais 28 de agosto, reundo cinco faixas de cinco anos de série e história de que ultrapassou os palcos e se transformar em arte em criação.
Pro longo ao dois de anos, onsão nasuma do duas entre encontros, diferentes mas38elas pelatúcia. De um ladoar artístico, a identidade de Ane Êketu ; de outro, a experiência da atriz e cantora, Fernanda Jacob. Juntas, elastroem um trabalho que percorre urbanos, ratsor latinos-americanas e características africanas, uma sonoridade sem contemporâneas das brasileiras. Foi o universo do samba que como artistas e deu aproximou-se da empresa com o passatempo, ultrapassou os palcos.
Uma que que vira música
Uma história de Ane e Jacob aproximadamente 15 anos atrás, como duas como se conhecer na cena musical. A pelo samba de elaboração de uma amizade uma amizade que fortalecedora se sedo com o do passar tempo e que que moda a ultrapassa profissional.
Essamittim também é presente no processador criativo de “Maré Alta”. A confiança entretus como duas permissão que o álbum desenvolvido a parter de uma troca profunda vez-antista, em que que referências e experiências diferentes de bronsar a música se.
Para Jacob, a admiração por Ane estágrade às confiança, à e ao amor que artista a demonstra pelo que faz. Ela água de destaque a visão de Ane sobre a música e sua forma de construir o teatro tematro-através.
A devastar também no sentido contribuir com inverso. Ane Êoketu reconhece em Jacob uma alguém e referência com quem aprendeu muito sobre arte. Foi, inclusive, Ane quem fez o para que como duas convites um EPEP, o infinito que o que crescendo e dando dando dandoaventuras ao álbum.
O processo foi desafiador, mas também marcado pela leveza da relação entre as duas amigas. A experiência de criar juntas permitiu que a parceria profissional se misturasse à amizade construída ao longo dos anos.
Cinco faixas, diferentes territórios sonoros
“Maré Alta” reúne as músicas “Cumbia Negra”, “O Barbante”, “Eu Amo Você”, “Maré Alta” e “Voltar pra Lar”. As faixas transitam por diferentes referências e mostram a disposição das artistas para experimentar sonoridades e aproximar universos musicais distintos. A música “O Barbante” tem composição de Thiago de Lima.
Mais do que reunir gêneros diferentes, o álbum traduz experiências e vivências acumuladas pelas duas cantoras ao longo de suas trajetórias. O resultado é um trabalho que aproxima tradição e contemporaneidade, mantendo a personalidade de Ane e Fernanda enquanto explora novas possibilidades de criação.
O álbum do vídeo da ideia de remete de movimento. Assim como a maré, o projeto se se entresinfluto diferente de influências, e territórios, sentimentos para levais a música parte da história construídas por duas artistas. O lançamento pendido foi potência com carinho em cada detalhe, inclusive na muito da escolha, que coincide com a energia da Lua Cheia, símbolo de essência, plenitude e versão profissional de formação de música que que desem a dese EP.
Mulheres à frente das etapas
Além da parceria entre as intérpretes, “Maré Alta” também chama atenção pela presença de mulheres em diferentes funções da produção artística e audiovisual do projeto. E conta com a participação especial da artista trans Ava Sher, que empresta sua voz a um poema presente no álbum. Sua recitação amplia a dimensão poética do trabalho e estabelece um diálogo entre música, palavra e identidade, trazendo para o projeto uma presença marcada pela sensibilidade e pela força de sua expressão artística.
O álbum é realizações com da Política Nacional recursos Aldir Blanc (PNAB) e contam acessoAcessibilidade da Audiodescrição e da Libras. A técnica é formação por Larissa Umaytá e JP Mansur na produção musical; Larissa Umaytá e Felipe Fiuza na percussão; JP Mansur nass; e Daniel Rodrigues no trombone, trompete e piano. Ane Êoketu e Fernanda Jacob são ass, e Ricardo responsável Ponte é pela pela mixagem e masterização.
Os clipes do projeto de formas de formas de formação de formação de formas profissionais: áreas diferentes de Jordana Mascarenhas e Fernanda Jacobsinas e roteiro; Mona Fiuza produção, de; Cláus didaria CostaLorena RodriguesFernanda Furtado, executiva; Lorena esdroida Rodrigues; assistência de; produção Fernanda Furtado, de fotografia, de fotografia Luiz Felipe Lira, e edição; e ane Êoketu, geral. E para a equipe, Elen Carol da Silva, assessora de Imprensa de e Lúcia de Lima, como social media e Fábio Setti, e Keka fotografia Balduino, designer.
“Maré Alta” à todas como plataformas de viagem um digital parasitano parasporidades que unemidades e tradição contemporaneidade, celebrando a força da parceria feminina, da da música como de encontro.
O 22o PRÊMIO ENGENHO DE COMUNICAÇÃO SERÁ NO ESPAÇO CULTURAL DO TCU EM BRASÍLIA
Kátia Cubel anuncia uma cerimônia de premiação para 10 de novembro
Jornalista e empresária Kátia Cubel eire a realizar de entrega do 22o Prêmio Engenho de Comunicação – O Dia em que o Jornalista Vira Notícia no Espaço Cultural do TCU, em Brasília – one ano ano badalada obras das da brasileiras Tarsila do Amaral. “O Espaço Cultural do TCU é um lugar que vem se firmado como um ponto de cultural na capital do país. É um projeto artiônico belíssimo,, e de autoria de profissionais de que em Brasília. como gamas comômicas de Prêmio Engenho, prioriza o que é da cidade”, conta Kátia Cubel. Uma cerimônia de premiação no dia 10 de novembro, às 19h.
Tradicional de reconhecimento de reconhecimento ao jornalismo e profissionais da capital da comunicação do país, uma premiação em óstimos para celebridades como práticas do Jornalismo produzido a partir de Brasília. “Mais de 90% das manchetes sobre Brasil são resultado de fatos que em ocorrem Brasília. O Prêmio Engenho foistingsuger para trabalho o desenvolvido por profissionais veículos, e da comunicação que que noticiário o património a partir de capitais da Capital Federal”, explica ela. Nesta edição, já estão confirmadas como as parteiras da realização como Sistema CNA-Senar, Fibra-Federação das Indústrias de Brasília e Sistema Cofeci-Creci. A cerimônia de abertura, a restrita, ire cerca de 500 de receber, convidados convidados, autoridades três dos Poderes da República, instituições institucionais e sociedade.
Considerado O Oscar do Jornalismo e em sua 22a, edição o Prêmio Engenho de Comunicação umalidares aotragetória da da reconhecimento da Imprensa. Uma iniciativa-se em cinco estruturas: liberdade de imprensa, transparência, cidadania e democracia. . Já conquistaram uma premiação de nomes de destaque do. Jornalismo Brasileiro: Ana Dubeux, Andrea Sadi, Basília Rodrigues, Camila Bonfim, Carlos Chagas, Dad Squarisi, Denise Rotenburg, Heraldo Pereira, José Maria Trindade, Lilian Tahan, Luiz Carlos Azedo, Neila Medeiros, Nilson Klava, Valdo Cruz, entre outros do Jornalismo Brasileiro. Como escolhas de finalistas é é é uma vencedores da forma julgadora comissão independente, por formaduras notáveis, que é anunciado nos dias.
Baunilha Amazônica, linha nova de Natura Ekos, transformar do tendência de uso em uma experiência de perfumação no festival
O Rock in Rio será palco de um dos principais lançamentos da Natura em 2026. A marca #1 de beleza e cuidados pessoais na América Latina¹, apresenta Natura Ekos Baunilha Amazônica, nova linha de cuidados corporais que chega ao festival acompanhando um dos movimentos que vêm ganhando força na beleza e na perfumaria: a valorização da baunilha em novas formas de perfumação, expressão e experiências sensoriais.
Atenta às tendências que movimentam o mercado e aos novos desejos dos consumidores, a Natura traz uma leitura própria para esse movimento ao revelar a Baunilha Amazônica, bioativo da floresta que combina uma perfumação quente, doce e envolvente a fórmulas de cuidado para a pele. Assim, Natura Ekos transforma um ingrediente que está em alta globalmente em uma experiência genuinamente brasileira, conectando a tendência à assinatura da marca de valorizar a biodiversidade por meio de ativos da floresta.
Inspirada na perfumação naturalmente exalada pelas sementes maduras da Baunilha Amazônica na floresta, a linha traduz uma experiência completa, com produtos que acompanham novos rituais de beleza e bem-estar.
“A beleza está em constante transformação, e acompanhar esses movimentos é também entender os novos desejos e formas de se relacionar com o autocuidado. A baunilha é um exemplo de tendência que ganhou força e despertou diferentes possibilidades de experimentação. Na Natura, olhamos para esse movimento a partir da nossa própria identidade: encontramos na Baunilha Amazônica um bioativo que nos permite trazer uma nova interpretação para esse ingrediente, conectando a potência da nossa biodiversidade a uma experiência contemporânea, sensorial e desejável”, afirma Liliane Franco, Diretora Global de Cuidados Pessoais e Beleza da Natura.
A novidade chega em um momento em que a hidratação perfumada e os body splashes conquistam cada vez mais espaço nas rotinas de beleza, impulsionando novos rituais de autocuidado e camadas de perfumação. Composta por creme hidratante corporal, creme para as mãos, óleo corporal, sabonete em barra e Frescor, a linha convida o consumidor a construir um ritual completo, combinando os produtos em diferentes ocasiões com texturas para prolongar a fixação enquanto fortalece 3X mais a barreira cutânea para proteção da pele.
Entre os destaques da coleção, o hidratante corporal oferece ação imediata contra o ressecamento e 2x mais hidratação profunda, que duram até 72 horas. O creme para as mãos promove 48 horas de hidratação, fortalece as unhas e possui textura cremosa de rápida absorção. Já o óleo corporal proporciona pele intensamente hidratada e iluminada, enquanto o Frescor entrega 14 horas de duração, revelando uma fragrância intensa e sofisticada, marcada pelas notas doces e amendoadas da Baunilha Amazônica.
Ao unir um ingrediente que está em evidência na beleza mundial – comprovado pelo faturamento global de U$ 2,5 a U$ 3,5 bilhões gerado em 2024 no universo da beleza, segundo dados da consultoria Deep Market Insights² – a um bioativo único da floresta brasileira, Natura Ekos Baunilha Amazônica mostra como tendências globais podem ganhar novas expressões quando encontram a biodiversidade amazônica.
É nesse encontro entre tendência, beleza e bem-estar que Natura leva Ekos Baunilha Amazônica ao Rock in Rio. No festival, a linha será um dos destaques da experiência da marca, com um espaço de experimentação em que o público poderá conhecer a novidade e vivenciar diferentes formas de cuidado, perfumação e sensorialidade.
Ao levar Ekos Baunilha Amazônica para um dos maiores festivais de música do mundo, a Natura amplia a conversa sobre bem-estar para além dos tradicionais momentos de autocuidado e aproxima a biodiversidade amazônica de experiências contemporâneas de beleza. A presença da linha no evento também traduz a capacidade de Natura Ekos de acompanhar as transformações do mercado sem abrir mão de sua essência: transformar a potência dos ingredientes da biodiversidade brasileira em produtos desejados e relevantes para diferentes momentos e públicos.
¹Euromonitor, Beleza e Cuidado Pessoal, marca guarda-chuva de Natura, edição Beleza e Cuidado Pessoal 2026 , vendas ao varejo em valor (RSP), dados de 2025
²Deep Market Insights, Perfumaria e Cuidados Corporais, mercado global de fragrâncias de baunilha, edição Projeto Caupé 2026, faturamento global em valor, dados de 2024
Sobre a Natura
Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. Por 11 anos consecutivos é a companhia de melhor reputação do Brasil e mais responsável em ESG pelo ranking Merco. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura foi pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber, em 2014, a certificação de Empresa B pelo B Lab, organização que reconhece globalmente negócios que combinam a geração de lucro ao impacto socioambiental positivo. Com operações em 14 países na América Latina, os produtos da marca podem ser adquiridos através das mais de 3 milhões de consultoras na região, via e-commerce, aplicativo Natura, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram.
Projeto promove encontro entre artistas e público do DF, nos dias 29 e 30 de agosto.
Amantes de arte e fotografia têm programação garantida para o fim de semana. O TGS vai receber a Feira Lampejo de fotografia autoral, nos dias 29 e 30 de agosto, evento gratuito que reúne fotógrafas e fotógrafos independentes para comercialização de seus trabalhos. A programação acontece durante o horário de funcionamento do shopping, na Praça Central, e convida o público do Distrito Federal a conhecer diferentes olhares, técnicas, formatos e temas de fotografia.
A proposta é aproximar a arte do cotidiano e criar um espaço de encontro entre quem produz e quem aprecia fotografia. A Feira busca ainda contribuir para a democratização da arte e para a formação de redes entre artistas, ao mesmo tempo em que apresenta a fotografia autoral a novos públicos.
Para Mayce Tranquillini, gerente de Marketing do TGS, receber a Lampejo também é uma oportunidade de ampliar o acesso à produção cultural da cidade. “Queremos que o shopping seja também um espaço de encontro com a arte e com diferentes expressões da nossa cidade. Receber a Lampejo é também uma forma de dar visibilidade a artistas independentes e permitir que pessoas que talvez não frequentem os circuitos tradicionais de arte tenham esse contato de maneira espontânea e acessível”, afirma.
Criada em Brasília pelos fotógrafos Juliana Caribé e Marcus Amorim, a Lampejo nasceu com os propósitos de levar a fotografia para além das galerias tradicionais e de alcançar novos públicos. Desde 2023, já foram sete edições, em locais como Infinu e Espaço Cultural Renato Russo. Mais do que um ambiente para exposição e venda, a iniciativa entende aquisição de uma fotografia também como forma de reconhecimento e valorização do trabalho autoral.
Serviço:
Feira Lampejo de fotografia autoral Data: 29 e 30 de agosto Horário: sábado – 10h às 22h; domingo – 12h às 20h. Local: Praça Central – TGS Entrada: gratuita
Sobre Taguatinga Shopping:
Inaugurado em novembro de 2000, o Taguatinga Shopping é um empreendimento das Organizações PaulOOctavio e da JC Gontijo Engenharia. É um dos maiores centros de compras do Distrito Federal, tendo como principal reflexo a geração de 2,5 mil empregos diretos. A área total construída do empreendimento – que engloba shopping center, duas torres com 330 salas comerciais e seis pisos de estacionamentos com 2,5 mil vagas cobertas – totaliza a marca de 160 mil m2 de área construída, que abrigam 250 operações comerciais, com qualificado mix de produtos, serviços e entretenimento, distribuídas em quatro pisos. O empreendimento é importante referência de consumo para toda a família, e recebe público de 1 milhão de pessoas por mês, em média. É o shopping center mais lembrado pela população do DF, segundo pesquisas realizadas pelo prêmio Top of Mind, no qual foi agraciado em 16 edições. Atualmente, desenvolve o projeto TGS Solidário, com diversas ações que promovem a cultura de voluntariado, consciência de cidadania e mobilizam pessoas e recursos para o bem coletivo.
Especialista recomenda avaliar modalidade do contrato, frequência de uso, coparticipação e impacto dos aumentos ao longo dos anos
As despesas com assistência médica voltaram a exigir atenção no planejamento financeiro das famílias. No Brasil, 52,97 milhões de pessoas têm algum tipo de plano de assistência médica. Desse total, 44,49 milhões estão vinculadas a planos coletivos, enquanto 8,45 milhões possuem contratos individuais ou familiares.
A diferença entre as modalidades é importante principalmente na hora de analisar os reajustes. Enquanto os planos individuais e familiares regulamentados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) seguem um teto definido pela agência, os contratos coletivos não estão sujeitos ao mesmo limite.
Para Manoel Alexandre, especialista em planos de saúde há quase 20 anos, o planejamento deve levar em conta não apenas o valor da mensalidade atual, mas também a evolução das despesas ao longo do tempo.
“Uma mensalidade que cabe no bolso hoje pode deixar de ser sustentável após aumentos anuais, mudanças de faixa etária ou alterações na rotina. A análise precisa considerar o desembolso ao longo do ano, a modalidade contratada, a frequência de utilização e os objetivos de médio e longo prazo”, afirma.
Confira cinco pontos que devem ser considerados antes de contratar, renovar ou trocar um plano de saúde:
1. Some todas as despesas relacionadas à saúde
O primeiro passo é calcular quanto a família realmente gasta com saúde. Além da mensalidade do plano, entram nessa conta coparticipações, medicamentos, consultas particulares, exames e tratamentos recorrentes.
Segundo o especialista, quando esse conjunto de despesas se aproxima de 15% a 20% da renda, é importante reavaliar o orçamento. O percentual, porém, não é uma regra ou limite estabelecido para as famílias, mas uma referência para verificar o impacto da despesa na capacidade de poupança.
“O problema aparece antes da inadimplência. Se a pessoa interrompe investimentos, consome a reserva de emergência ou assume dívidas para manter a proteção, o valor já deixou de ser sustentável”, explica.
2. Saiba qual é a modalidade do plano antes de avaliar o reajuste
Nos planos individuais e familiares regulamentados, o reajuste anual segue o teto definido pela ANS. Para o período citado no material, o índice é de 5,11%.
Já nos planos coletivos, não há esse mesmo teto. Nos contratos com 30 ou mais beneficiários, por exemplo, o percentual é negociado entre a empresa contratante e a operadora ou administradora de benefícios.
Além do reajuste anual, o valor da mensalidade também pode mudar em razão da mudança de faixa etária, conforme as regras previstas no contrato.
Por isso, antes de questionar ou aceitar um aumento, o consumidor deve verificar qual é o tipo de contrato, a data de aniversário do plano e os critérios utilizados para chegar ao novo valor.
3. Avalie a portabilidade se o plano deixar de valer a pena
A portabilidade pode ser uma alternativa quando a rede credenciada já não atende às necessidades do beneficiário, o preço fica incompatível com a renda ou aparece uma opção mais adequada ao perfil de utilização.
Pelas regras da ANS, a troca pode ser feita sem o cumprimento de novas carências ou cobertura parcial temporária, desde que os requisitos exigidos sejam cumpridos.
A comparação, no entanto, não deve considerar apenas o preço. É importante verificar a abrangência geográfica, hospitais e laboratórios credenciados, tipo de acomodação, possibilidade de reembolso, histórico de reajustes e eventual continuidade de tratamentos.
Outro cuidado é não cancelar o plano atual antes da conclusão da portabilidade. A antecipação pode deixar o consumidor sem cobertura durante o processo.
4. Compare a coparticipação com a frequência de utilização
Nos planos com coparticipação, o beneficiário paga um valor adicional quando utiliza determinados serviços, além da mensalidade.
O modelo pode ser interessante para quem utiliza pouco o plano e consegue reservar dinheiro para eventuais consultas e exames. Para quem realiza terapias, acompanhamentos ou procedimentos frequentes, porém, a economia na mensalidade pode ser anulada pelo aumento dos gastos durante o ano.
A recomendação é analisar o histórico dos últimos 12 meses e fazer simulações considerando períodos de baixa, média e alta utilização.
“Uma mensalidade menor não significa necessariamente uma despesa total mais baixa. A escolha deve considerar a rotina de uso e a oscilação que as finanças conseguem absorver”, afirma o especialista.
5. Considere o impacto do envelhecimento no orçamento
O planejamento também deve levar em conta os reajustes anuais e as mudanças de faixa etária previstas no contrato.
Nos planos contratados a partir de 2004, por exemplo, a última faixa etária começa aos 59 anos. Pela regulamentação, o valor dessa faixa não pode ser superior a seis vezes o preço cobrado na primeira faixa.
Mesmo com essa regra, o custo total com saúde pode aumentar ao longo dos anos, principalmente pela combinação entre mensalidades mais altas, maior utilização dos serviços e gastos com medicamentos.
Por isso, a recomendação é fazer projeções para os próximos cinco, dez e 20 anos e criar reservas financeiras específicas para despesas médicas.
Também é importante revisar o plano diante de mudanças na vida familiar, como casamento, nascimento de filhos, saída de dependentes ou aposentadoria.
Planejamento deve ser revisto periodicamente
Para Manoel Alexandre, a escolha de um plano de saúde deve responder a três questões: se a cobertura é adequada, se a despesa cabe no orçamento sem comprometer outros objetivos e se a modalidade escolhida corresponde ao perfil de utilização da família.
“Não existe uma solução universalmente barata ou cara, mas aquela que entrega a assistência necessária de forma sustentável. Planejar a saúde é evitar decisões apressadas justamente nos momentos de maior vulnerabilidade”, conclui.
Sobre a Ligamar Seguros
A Ligamar Seguros atua na consultoria e comercialização de planos de saúde, odontológicos, seguros de vida e soluções em proteção patrimonial, oferecendo atendimento personalizado para pessoas físicas e empresas. A empresa orienta seus clientes na escolha das coberturas mais adequadas às suas necessidades, sempre priorizando prevenção, segurança e qualidade de vida.
Dirigida por Cléber Lopes, “Há Vagas para Moças de Fino Trato” cumpre dez sessões no Sesi Taguatinga, de 31 de agosto a 4 de setembro, com mediação antes e debate com o elenco depois
Antes mesmo de entrar no teatro, há uma conversa mediada com a turma. Não é aquecimento de elenco: é a primeira parte da programação. E quando as luzes se apagam pela última vez, ninguém vai embora. Atrizes, diretor e equipe técnica ficam para responder ao que a plateia quiser perguntar.
É assim que funcionam as dez sessões do Laboratório de Narrativas Vivas – Grandes Autores do Teatro Brasileiro, que ocupa a Sala Yara Amaral, no Sesi Taguatinga, entre 31 de agosto e 4 de setembro de 2026. A obra escolhida é “Há Vagas para Moças de Fino Trato”, de Alcione Araújo (1945-2012), na montagem dirigida por Cléber Lopes. As sessões são exclusivas para turmas de escolas públicas, e cada estudante sai com material educativo impresso sobre a peça e o autor.
O projeto volta ao mesmo teatro onde cumpriu temporada em maio de 2025. O laboratório se organizou como iniciativa educativa e passou a construir as ações em torno de três temas que atravessam o texto de Alcione Araújo e a vida de quem está assistindo: liberdade, moralidade e solidão.
A escolha cênica ajuda nesse trabalho. Nesta versão, o público não fica na plateia: senta no palco, a poucos metros das atrizes. Nalu Miranda, Carol Nemetala e Rosanna Viegas atuam no limite entre o que está escrito e o que acontece ali, naquela sessão, com aquelas pessoas olhando de perto. Para um estudante que nunca foi ao teatro, é uma estreia sem proteção nenhuma: dá para ver a respiração, o cansaço, o olhar que escapa.
O som completa o cerco. O músico e pesquisador lisboeta João Lucas assina uma sonorização em quadrifonia que reproduz os ruídos da casa e da rua, a água correndo pelo encanamento, os passos no cômodo ao lado, e acrescenta camadas simbólicas que deslocam a cena para outro lugar. O espectador não observa um apartamento: está dentro dele.
Escrita em 1974, sob a ditadura militar, “Há Vagas para Moças de Fino Trato” é a obra mais cultuada de Alcione Araújo, dramaturgo, roteirista, escritor e um dos intérpretes mais afiados do comportamento brasileiro. A peça acompanha a convivência de três mulheres e o que essa convivência vai produzindo: hierarquia, julgamento, uma violência que não se apresenta como violência porque está diluída na rotina. É exatamente aí que o texto encontra a sala de aula.
“Há Vagas Para Moças de Fino Trato foi escrita há meio século e, ainda hoje, (in)felizmente produz sentido muito similar ao seu contexto político-comportamental original. No discurso, radicalismos negligenciam o respeito e adoecem as individualidades. Comportamentos pautados por premissas, crenças e vivências são defendidos como verdades absolutas, ditos pelo prisma da violência moral. Tudo isso à luz do cotidiano, onde agressões simbólicas são naturalizadas em meio às demandas do dia a dia”, afirma o diretor Cléber Lopes.
Lopes persegue esse texto desde o início da carreira. São cinco montagens ao longo de 25 anos, uma especialização concluída em 2011 (FADM) e um mestrado defendido em 2016 (UnB). Cada remontagem incorporou as inquietações do momento em que foi feita, o que ajuda a explicar por que a peça segue produzindo sentido em salas de aula formadas por gente que nasceu três décadas depois da redemocratização.
A aposta do Laboratório é que o estudante não apenas assista, mas analise, discorde e se posicione. Por isso a mediação e o bate-papo são parte da programação, e não um apêndice: todas as dez sessões são precedidas de uma conversa preparatória antes de entrar no teatro e seguidas de debate aberto entre público e equipe do projeto, após o espetáculo.
A direção de cena é de Nei Cirqueira, que trabalha ao lado de Cléber Lopes para garantir que cada sessão continue fiel aos princípios formulados na pesquisa de mestrado do diretor.
A programação prevê recursos de acessibilidade de audiodescrição e LIBRAS em três sessões. O projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.
Programação:
Segunda-feira, 31 de agosto — sessões às 15h e 20h. Terça-feira, 1º de setembro — sessões às 9h30 e 15h. Quarta-feira, 2 de setembro — sessões às 15h e 20h. Quinta-feira, 3 de setembro — sessões às 9h30 e 15h. Sexta-feira, 4 de setembro — sessões às 9h30 e 15h.
Todas as dez sessões são precedidas de mediação e seguidas de bate-papo entre o público e a equipe do projeto. Os estudantes recebem material educativo sobre o espetáculo.
Ficha Técnica Elenco: Nalu Miranda, Carol Nemetala e Rosanna Viegas
Direção: Cléber Lopes
Direção de cena: Nei Cirqueira
Cenografia e figurino: Roustang Carrilho
Sonoplastia e música de cena: João Lucas
Coordenação de produção: Paula Jacobson
Assistente de produção: Rui Miranda
Monitora / assistente de produção: Nilza Lopes
Coordenação técnica e iluminação: Rodrigo Lelis
Montagem de luz: Davi Marcelino
Operação de luz: Jefferson Landim
Coordenação de acessibilidade: Fernando Rodrigues
Intérpretes de Libras: Celma da Silva Souza e Marcelo Rocha
Mediação educativa: Todo Público
Fotografia: Diego Bresani e Marcos Venicius
Design: Henrique Marinelli
Social media: Lunares Ayla
Assessoria de comunicação: Camila Maxi
Gestão administrativa: C1 Arte e Entretenimento
Assistente administrativo: Gleidson Lopes
Auxiliar de escritório: Vagner Lopes
Apoio: Kacus Martins / Espaço Cultural H2O
SERVIÇO Laboratório de Narrativas Vivas – Grandes Autores do Teatro Brasileiro Espetáculo:Há Vagas para Moças de Fino Trato Local: Sala Yara Amaral – Sesi Taguatinga Período: 31 de agosto a 4 de setembro de 2026 Sessões exclusivas para turmas de escolas públicas Classificação indicativa: 14 anos Informações: @C1produtora
Os músicos Rafa Monte Rosa e Renato Azambuja, nomes à frente do projeto InTrio, são a atração principal da estreia do selo GuruSounds no Gurumê ParkShopping. A noite do dia 23 de setembro reúne arranjos refinados de jazz pop, alta gastronomia japonesa contemporânea e coquetelaria autoral., divulgação
Há uma dimensão do luxo contemporâneo que transcende o tangível e se revela na harmonia dos sentidos, no tempo suspenso e na delicadeza dos encontros. No coração da arquitetura modernista de Brasília, o Gurumê ParkShopping inaugura uma nova etapa em sua jornada de hospitalidade com a estreia do GuruSounds. Concebido não apenas como uma noite musical, mas como uma declaração estética e sensorial, o projeto transforma o salão da casa em um ateliê cosmopolita, onde a precisão da culinária japonesa dialoga fluidamente com a música ao vivo e a mixologia autoral. Para celebrar a chegada da iniciativa à Capital Federal, a casa desenvolveu o inédito coquetel autoral Arpo Sunset — um welcome drink exclusivo que combina 60 ml de vodka Voa, 20 ml de monin de tangerina, 15 ml de licor Cointreau, 20 ml de polpa de maracujá fresco, 50 ml de água de coco e 10 ml de vermouth Rosso, coroado com uma cereja sobre kushi de bambu — servido como gesto de boas-vindas aos clientes que efetuarem reserva prévia.
A sinergia entre o gesto e o acorde
A inspiração do GuruSounds nasce da busca por rituais que celebrem o estilo de vida urbano sob uma perspectiva intimista e sofisticada. Para sua estreia na capital no dia 23 de setembro, o Gurumê une sua assinatura ao virtuosismo do InTrio, projeto encabeçado pelos músicos Rafa Monte Rosa e Renato Azambuja. Com mais de 15 anos de trajetória na cena cultural do Distrito Federal, o duo apresenta uma formação compacta e versátil — unindo guitarra, baixo, bateria eletrônica e vozes — para recriar clássicos do jazz pop, rock vintage e da música internacional em arranjos elegantes e contemporâneos. A colaboração traduz a mesma filosofia que rege a cozinha do restaurante: o respeito aos fundamentos clássicos reinterpretados por um olhar inventivo e autoral.
A poética do ambiente e a matéria-prima
A atmosfera da noite ganha contornos de lounge refinado através de uma iluminação cênica de penumbra suave, desenhada para destacar o contraste das madeiras nobres e as curvas orgânicas do espaço. À mesa, o luxo silencioso se materializa em uma gastronomia desenhada para o compartilhamento: lâminas milimétricas de peixes frescos, as consagradas “brisas” da casa e a crocância icônica da Pipoca de Camarão. Cada prato funciona como uma extensão do ritmo musical, harmonizado com uma carta de coquetelaria que explora infusões botânicas e bases de saquê, como o Sakura e o Satori Martini.
O rito de bem-receber
O GuruSounds posiciona o salão físico como o destino definitivo para quem busca exclusividade e conexão cultural no meio da semana. Para inaugurar esse rito de celebração e reforçar o compromisso da casa com a alta hospitalidade, o welcome drinkArpo Sunset foi milimetricamente estruturado em camadas: o frescor hidratante da água de coco e o toque cítrico da tangerina e do maracujá equilibram-se com a elegância botânica do vermouth Rosso, da vodka Voa e do Cointreau, criando uma recepção multissensorial logo no primeiro contato à mesa.
Com esta estreia, o Gurumê reafirma seu papel como polo de experiências memoráveis na capital, unindo rigor técnico, conforto sensorial e arte em sua forma mais pura.
O Gurumê é um consagrado restaurante de gastronomia japonesa contemporânea, reconhecido por sua qualidade excepcional, design de vanguarda e ambiente sofisticado. Unindo o rigor técnico oriental e a hospitalidade acolhedora do DNA brasileiro, a marca integra o portfólio de marcas do Grupo Trigo e proporciona experiências de alta gastronomia focadas no consumo consciente e na entrega de valor justo.
Serviço
Gurumê Brasília
Onde: ParkShopping Brasília-Setor de Áreas Isoladas (SAI/SO) Área 6580-Estrada Parque Indústria e Abastecimento (EPIA Sul) Brasília – DF
Projeto de formação em percussão para pessoas idosas celebra conclusão de atividades neste domingo (30/8), no Estacionamento 13
O projeto Avóz dos Tambores encerra sua edição neste domingo (30/8), com uma programação gratuita que celebra o processo de formação de pessoas idosas em oficinas de percussão brasileira. O encontro acontece das 10h30 às 12h, no Estacionamento 13 do Parque da Cidade, e reúne apresentação de Monikota faz o que gosta, das alunas, entrega de certificados e show de encerramento.
A programação começa às 10h30, com a abertura oficial do encerramento do projeto e a apresentação de Monikota faz o que gosta. Às 11h, as alunas que participaram da formação sobem ao palco para uma apresentação coletiva e recebem os certificados de conclusão. O encerramento fica por conta de um show, das 11h20 às 12h, celebrando junto ao público os resultados do percurso desenvolvido ao longo do projeto.
Idealizado a partir de ações socioculturais realizadas no território desde 2020, o Avóz dos Tambores se consolidou como uma proposta de formação cultural que coloca a pessoa idosa no centro da cena. Conduzida pelo arte-educador Celin do Batuk, as oficinas trabalharam a prática coletiva da percussão a partir de ritmos e manifestações da cultura popular brasileira, criando um espaço de aprendizado, convivência e expressão artística.
A metodologia parte de uma abordagem integradora, conectando as referências musicais trazidas pelos próprios participantes aos conteúdos apresentados durante as aulas. Em vez de concentrar a formação em um único instrumento, a oficina percorre diferentes sonoridades da percussão brasileira, proporcionando uma experiência coletiva que valoriza tanto a escuta quanto a criação.
O projeto
Ao longo do projeto, iniciado em abril deste ano, as participantes vivenciaram práticas em grupo, exercícios individuais, momentos de troca e reflexão e ensaios voltados para a apresentação de encerramento. A formação também contou com rodas de conversa que contextualizam os ritmos trabalhados a partir de suas dimensões históricas, sociais e culturais, aproximando a prática musical de questões relacionadas à memória e à cultura popular.
Para além do aprendizado musical, o Avóz dos Tambores se insere em uma perspectiva de transformação social. O projeto aposta na cultura como ferramenta de integração, bem-estar e valorização da pessoa idosa, criando oportunidades para que esse público ocupe espaços de protagonismo e participação na vida cultural.
A iniciativa também dialoga com um cenário de envelhecimento acelerado da população brasileira. Com o número de pessoas idosas em crescimento, ações de formação cultural voltadas a esse público contribuem para o enfrentamento do etarismo e para a promoção de um envelhecimento ativo, reconhecendo pessoas idosas não apenas como público consumidor de cultura, mas como agentes, criadoras e protagonistas da produção cultural.
“Essa edição foi muito especial porque pudemos acompanhar de perto o envolvimento e a transformação de cada participante ao longo do processo. A percussão cria esse lugar de encontro, de escuta e de troca, e foi muito bonito perceber como as alunas foram se apropriando dos ritmos, dos instrumentos e, principalmente, desse espaço de criação coletiva. O encerramento é uma celebração de tudo que construímos juntos, mas também mostra que a música não tem idade e que sempre é tempo de aprender, experimentar e ocupar a cena”, afirma Celin.
O encerramento no Parque da Cidade marca, assim, não apenas o fim de mais uma etapa do projeto, mas a celebração de um processo construído coletivamente por meio do ritmo, da convivência e da valorização dos saberes e experiências de suas participantes.
O projeto Avóz dos Tambores é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC), viabilizados por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec).
Programação completa:
10h30 – Abertura oficial do encerramento do projeto
10h30 – Apresentação da agente cultural Monikota faz o que gosta
11h – Apresentação das alunas e entrega de certificados
Alerta da Anvisa e do Conselho Federal de Odontologia sobre fitas clareadoras reforça a importância do acompanhamento odontológico antes e durantes tratamentos dentais
A busca por clareamentos dentais, tem levado muitas pessoas a testarem receitas caseiras e produtos encontrados na internet que prometem resultados imediatos. Bicarbonato de sódio, carvão ativado e até limão estão entre as alternativas de receitas caseiras mais comuns nas redes sociais. Além disso, fitas e géis clareadores são facilmente encontrados em plataformas de vendas online. Apesar da promessa de grande praticidade, o uso sem orientação profissional pode causar danos à estrutura dos dentes e gengiva.
O alerta dado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em julho de 2026, determinou o recolhimento de marcas de fitas clareadoras dentais, chamando atenção para a importância da verificação da procedência e a segurança desses produtos antes do uso. As fitas clareadoras e outros produtos semelhantes, contém peróxido de hidrogênio, agente químico responsável pela ação clareadora que quando utilizado de maneira incorreta ou sem orientação, pode provocar sensibilidade intensa, irritação, queimaduras, lesões nos tecidos bucais e agravamento de problemas já existentes.
De acordo com a especialista em ortodontia, Dra. Luísa Casado, o clareamento não deve ser encarado como um procedimento estético simples que pode ser realizado de maneira indiscriminada.
“Antes de se submeter a qualquer tratamento de clareamento dental, é fundamental que o paciente procure um cirurgião-dentista para avaliação. É necessário analisar as condições da saúde bucal e identificar possíveis fatores que possam interferir no procedimento ou exigir cuidados específicos. A partir dessa avaliação, o profissional poderá indicar a técnica mais adequada e segura para cada caso.”, explica Dra. Luísa Casado.
O bicarbonato de sódio, por exemplo, possui ação agressiva e pode contribuir para a remoção de manchas superficiais, mas não promove um clareamento saudável e adequado para a estrutura dos dentes. Quando feito em grande frequência ou de maneira inadequada, pode aumentar o desgaste do esmalte do dente. O carvão ativado, também ganhou espaço nas redes sociais como suposto agente clareador, embora a capacidade de promover um clareamento efetivo, também seja limitada, de efeito cinderela.
“O bicarbonato e o carvão ativado podem dar uma impressão superficial de dentes mais limpos e claros porque removem algumas manchas externas, mas isso não significa que estejam de fato clareando a estrutura dental”, alerta Dra. Luísa Casado.
Outro método abrasivo é o uso do limão, sozinho ou combinado com bicarbonato. Por ser uma fruta ácida, o contato frequentemente com os dentes podem favorecer a erosão do esmalte. Quando associado a uma substância abrasiva, o risco pode ser ainda maior. Assim como as receitas caseiras, a concentração de ativos, a procedência, a indicação e a forma de aplicação são tópicos que precisam ser considerados antes de qualquer tratamento.
“Quando a pessoa utiliza uma substância ácida e depois associa a um produto abrasivo, pode criar uma combinação que agride o esmalte dos dentes. Da mesma forma, o fato de um produto estar disponível na internet não significa que ele seja adequado para todos os pacientes. Para realizar um clareamento, é necessário avaliar a condição dos dentes, a saúde da gengiva e o histórico de cada pessoa. A alternativa mais segura é realizar o procedimento com avaliação e acompanhamento de um cirurgião-dentista.”, ressalta.
O Conselho Federal de Odontologia (CFO) reforça que o clareamento deve ser realizado com acompanhamento do cirurgião-dentista, garantindo segurança, eficácia e preservação da saúde bucal durante o tratamento. A recomendação é que o paciente procure avaliação profissional antes de iniciar qualquer método, inclusive os que são vendidos como alternativas rápidas e de uso diário.
O clareamento dental pode ser realizado com diferentes técnicas, como o clareamento de consultório, feito com aplicação de um agente clareador com concentração adequada e sob supervisão e manuseio do dentista, e o clareamento caseiro supervisionado, em que o paciente utiliza uma moldeira personalizado de acordo com a própria arcada. Dependendo do caso, as técnicas podem ser associadas, de acordo com o objetivo e condições de cada paciente.
“Existem formas de realizar o clareamento dental, mas não existe uma técnica única que seja ideal para todo mundo. O procedimento em consultório e o caseiro supervisionado são opções seguras se forem indicadas e acompanhadas pelo profissional. A escolha depende da avaliação e das expectativas que precisam ser alinhadas entre dentista e paciente”, explica Dra. Luísa Casado.
De uma árvore mágica, em um mundo que flerta vertiginosamente com o próprio fim, brota a esperança. É para resgatar a capacidade humana de sonhar diante do colapso climático que o Coletivo Truvação estreia a obra Quando os Umbigos Brilham, em Sobradinho no dia 3 de setembro (quinta), na Pracinha da Quadra 3, Sobradinho I, às 20h. A peça seguirá nos dias 4 (às 20h), e 5 e 6 de setembro (às 19h), e contará com audiodescrição, Libras e infraestrutura para pessoas com mobilidade reduzida. A classificação indicativa é livre.
Guiados por um misterioso brilho que lhes pulsa no ventre, três seres improváveis, uma humana, uma menina-máquina e um cachorro-cogumelo, despertam sem memórias, mas com a missão de impedir que o universo seja engolido pela terrível “Grande Fenda”. Para isso, a trupe lúdica precisa garimpar e registrar o que ainda resta de mais especial na humanidade. O percurso, contudo, entra em curto-circuito com os interesses da poderosa FIM Tech, uma corporação tecnológica disposta a apagar qualquer centelha de vida autêntica que ameace seu domínio. A narrativa tece uma crítica afiada, porém banhada em esperança, sobre a crise hídrica, o consumo desenfreado e o adoecimento das relações entre a humanidade e a Terra.
Misturando fantasia, música ao vivo, comicidade popular, poesia e participação do público, o espetáculo convida crianças, jovens e adultos a embarcarem em uma jornada que faz o público refletir sobre uma das perguntas mais urgentes do nosso tempo: como seguir produzindo vida em um mundo atravessado por guerras, crises ambientais e pelo desencanto?
A linguagem do teatro de rua potencializa essa experiência ao transformar a praça pública em um lugar de convivência, imaginação e celebração. Ana Matuza, que dirige e encena a peça, reflete que “a rua deixa de ser apenas cenário para tornar-se protagonista de uma criação que rompe fronteiras entre artistas e espectadores, convidando o público a ocupar coletivamente o espaço urbano como território de encontro e transformação”.
Para garantir que o encantamento não encontre barreiras, Quando os Umbigos Brilham integra recursos de acessibilidade à sua encenação. As apresentações contam com intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras) e serviço de audiodescrição em todas as apresentações, além de acolhimento preparado para acomodar pessoas com deficiência física e neurodivergentes.
Trilogia do Infinito
Quando os Umbigos Brilham faz parte de uma sequência iniciada em 2022 chamada Trilogia do Infinito, dedicada à construção de uma dramaturgia original para o teatro de rua brasileiro. Fazem parte da obra, os espetáculos Umbigo do Infinito e A Batalha do Portal.
Ao longo da trilogia, o Coletivo Truvação constrói uma narrativa em que o corpo humano, a terra e a memória compartilham um mesmo destino. A devastação ambiental, a violência, a lógica da exploração e o rompimento das relações entre humanidade e natureza atravessam a obra como sintomas de uma mesma ruptura. Em contraponto, Quando os Umbigos Brilham aponta para a possibilidade da reparação: restaurar vínculos, reconstruir comunidades e reconhecer que o cuidado com a vida depende da responsabilidade coletiva diante do mundo que habitamos.
Coletivo Truvação
Nascido da urgência de investigar o teatro popular contemporâneo, o Coletivo Truvação consolida, com esta estreia, um projeto dramatúrgico ambicioso, iniciado em 2022 com a Trilogia do Infinito. O grupo, que tem a fantasia como arma crítica e a cultura popular como invenção, reafirma a crença de que reparar o planeta exige a reparação dos nossos afetos. Onde houver amizade, coragem e um umbigo a brilhar, a vida continuará pulsando.
Ficha técnica
Direção e Encenação: Ana Matuza
Texto: Ana Matuza, Isabella Barros, João Ricken e Lu Matias
Elenco: Alê Arautas, Daniel Landim, Isabella Barros, João Ricken, Luana Lebazi, Lu Matias, Tauã Franco, Thays Oak, Similião.
Elenco Coro: Ana Afonso, Sandro Araújo, Talita Rangel, Cadu Marques, Sophia Tibiriçá, Magma Serejo, Ana Kaíta, Vinicius Rollo, Dante.
Musicistas: Gabriel Feitosa, Mar Nóbrega e Vitória Bartholo
Figurinos: Beatriz Villar e Marley Oliveira
Cenografia: Ana Matuza e João Quinto
Criações de video: Jesso Alves
Técnico de som e luz: Alessandro Moska
Produção e Coordenação Geral: Ana Matuza, Marina Olivier e Mila Ellen
Assistente de Produção: Dandara Alves
Assessoria de Imprensa: ECD Comunicação
Arte Gráfica: Jesso Alves
Realização: Circuito Cultural e Coletivo Truvação
Serviço:
Quando os Umbigos Brilham
Dias: 3 e 4 de setembro (20h) // 5 e 6 de setembro (19h)
Local: Pracinha da Quadra 3, Sobradinho I (próximo à Escola Classe 15 de Sobradinho e à UBS 2 de Sobradinho)
Classificação indicativa: livre
Entrada gratuita
Audiodescrição, Libras e infraestrutura para pessoas com mobilidade reduzida.