Do aço que ajudou a construir Brasília à arte: Pinheiro Ferragens agora faz parte de monumento no coração da capital 

Natália Brito, Anderson Schneider, Janine, Janete e Jane Brito – Créditos: Gilberto Evangelista.

Após a inauguração de “A Queda de Atlas”, Janine Brito fala sobre trajetória da empresa ligada à história da cidade e amplia atuação no incentivo à cultura e à arte brasiliense

Brasília ganhou um novo elemento em sua paisagem cultural com a inauguração de “A Queda de Atlas”, monumento do artista Anderson Schneider, instalado em frente ao SESI Lab, no coração da capital. A obra foi apresentada ao público durante a Noite do SESI Lab, evento que reuniu programação cultural e de entretenimento, com DJs, food trucks, projeções e outras atrações, transformando o espaço em um ponto de encontro entre arte, tecnologia e cultura.

Com quase sete toneladas, o monumento é produzido em aço corten, concreto e cabos de aço galvanizado. Após a inauguração, a obra já está disponível para visitação e passa a integrar a paisagem urbana de Brasília, aproximando o público de uma criação que reúne elementos de arte, arquitetura e engenharia.

A Pinheiro Ferragens é patrocinadora do projeto e esteve presente na inauguração, prestigiando o artista. O aço, material tradicionalmente associado à construção civil e à indústria, esteve presente na formação da capital e agora ganha uma nova dimensão ao ocupar um espaço de destaque na produção artística da cidade.

Para Janine Brito, presidente do LIDE Mulher Brasília e CEO da Pinheiro Ferragens e do Grupo Pinheiro de Brito, o patrocínio representa uma continuidade da relação da empresa com Brasília e uma oportunidade de contribuir para a cena cultural da capital. “A Pinheiro tem uma relação muito especial com Brasília. O aço fez parte da construção dessa cidade e da história da nossa empresa. Hoje, poder contribuir para que esse mesmo material esteja presente em uma obra de arte, no coração da capital, mostra como o aço pode continuar ajudando a construir Brasília, agora também por meio da cultura e da criatividade.”

A empresária ressalta ainda que o apoio à obra amplia a atuação da empresa e reforça o papel da iniciativa privada no incentivo à produção cultural. “Patrocinar arte é também investir na cidade. Uma obra como ‘A Queda de Atlas’ transforma o espaço urbano, provoca reflexões e cria uma nova experiência para quem passa por ali. Para nós, é muito significativo participar desse movimento e contribuir para que Brasília continue sendo um espaço de encontro entre arquitetura, arte, inovação e história.”

A escolha do aço como um dos principais elementos da escultura reforça a versatilidade do material, que assume na obra não apenas uma função estrutural, mas também estética e simbólica. Com suas grandes dimensões, o monumento estabelece um diálogo direto com a arquitetura monumental de Brasília e com a identidade visual da capital.

A obra parte ainda da figura mitológica de Atlas, tradicionalmente associada ao peso e à responsabilidade de sustentar o mundo. Na interpretação contemporânea proposta por Anderson Schneider, a referência é utilizada para abordar questões relacionadas à sobrecarga e à pressão por desempenho presentes na sociedade atual.

Com a inauguração, “A Queda de Atlas” passa a fazer parte do cotidiano da cidade e do circuito cultural de Brasília. Para a Pinheiro Ferragens, a presença do monumento representa também uma continuidade simbólica de sua trajetória na capital: se antes a empresa esteve ligada ao fornecimento de materiais que ajudaram a erguer Brasília, agora contribui para que o aço também ajude a contar novas histórias sobre a cidade por meio da arte.

SERVIÇO:

“A Queda de Atlas”, de Anderson SchneiderLocal: Em frente ao SESI Lab, BrasíliaVisitação: Monumento disponível para visitação públicaPatrocínio: Pinheiro Ferragens

Sobre a Pinheiro Ferragens – Fundada em 1960, a empresa nasceu com o objetivo de comercializar aço para a construção civil. De base familiar e pioneira na capital, foi responsável por oferecer grande parte dos materiais para a construção de Brasília. Atualmente, a empresa trabalha com um mix de mais de dois mil produtos comercializados e industrializados. Localizada no Setor de Indústrias de Brasília e Taguatinga, a loja possui moderna estrutura e serviços diferenciados. 

Assista os vídeos institucionais da Pinheiro Ferragens: 

SERVIÇO:

Pinheiro SIA

Telefone: (61) 3012-8181

SIA Trecho 2/3 em frente ao SEBRAE

Pinheiro Taguatinga

Telefone: (61) 3354-8181

QI 11 Lotes 2/26 Taguatinga/DF

DF Plaza Shopping promove programação infantil aos domingos e evento de adoção de animais em setembro

Foto divulgação

Teatrinhos gratuitos acontecem às 14h na praça de alimentação e ação de adoção responsável será realizada em parceria com o Projeto Acalanto

O mês de setembro chega ao DF Plaza Shopping com uma agenda pensada para reunir diversão, cultura e boas experiências para toda a família. Ao longo do mês, o centro de compras promove uma programação especial de teatrinhos infantis aos domingos, com atrações inspiradas em personagens do universo infantil. A agenda também inclui, no sábado, dia 12 de setembro, mais uma edição do evento de adoção de cães e gatos resgatados, realizado em parceria com o Projeto Acalanto.

As apresentações são gratuitas e acontecem sempre aos domingos, às 14h, na Praça de Alimentação, com atrações que levam o público para diferentes mundos. No dia 6 de setembro, a Turma do Mistério S.A. embarca em uma aventura no Egito com “Scooby-Doo e o Caso da Múmia”. No dia 13 de setembro, é a vez de “Frozen: Uma Aventura Congelante”. 

Já no dia 20 de setembro, os pequenos poderão acompanhar “Os Super Encanadores”, aventura protagonizada pelos irmãos Mario e Luigi. E encerrando a programação do mês, no dia 27 de setembro, “A Casa Mágica” apresenta as aventuras de uma criança e seu gatinho de estimação. 

Realizados na Praça de Alimentação, os espetáculos também são uma opção para as famílias aproveitarem o fim de semana com mais comodidade, unindo entretenimento infantil à variedade gastronômica do shopping. O espaço permite que os visitantes acompanhem as apresentações enquanto podem desfrutar de um almoço especial em família. 

Outra opção de lazer para os pequenos é o Plaza Kids, espaço permanente com mais de 1.000 m², localizado também na Praça de Alimentação. Com acesso gratuito durante o funcionamento do shopping, o ambiente foi pensado para estimular o brincar, a criatividade e a convivência, complementando a programação infantil oferecida pelo DF Plaza ao longo do ano. 

“Adote um Aumigo” em parceria com o Projeto Acalanto

Além da programação infantil, o DF Plaza Shopping realiza no dia 12 de setembro mais uma edição do evento de adoção de animais “Adote um Aumigo”. A ação acontece das 11h às 17h, na loja Cobasi do centro de compras, em parceria com o Projeto Acalanto, organização não governamental que atua no resgate, acolhimento e encaminhamento de cães e gatos em situação de vulnerabilidade no Distrito Federal.

Realizado há sete anos na Cobasi do DF Plaza Shopping, o evento integra a programação recorrente do empreendimento e reforça a proposta do centro de compras como um espaço pet friendly, além de incentivar a guarda responsável e a conscientização sobre os cuidados necessários ao longo da vida dos animais. 

Somente neste ano, 59 pets já foram adotados por meio das ações realizadas no shopping, ampliando o número de animais que encontraram novos lares por meio da parceria.

Segundo Lucimar Aparecida Pereira, representante do Projeto Acalanto, a continuidade da parceria tem sido importante para ampliar o alcance da iniciativa. “A divulgação, a visibilidade e um local adequado para receber o público fazem toda a diferença para mostrarmos o nosso trabalho e encontrarmos novas famílias para os animais resgatados”, comenta.

Para participar da adoção, é necessário ser maior de idade, apresentar documento oficial com foto e passar por uma breve entrevista realizada pela equipe do Projeto Acalanto. O processo busca garantir que os cães e gatos sejam encaminhados para famílias preparadas para assumir o compromisso de forma consciente e permanente.

“Adotar é um ato de amor e compaixão. Cada bichinho do Acalanto tem uma história de superação e um passado de abandono. Nosso trabalho é justamente ser esse elo entre o animal resgatado e uma família que possa transformar essa história em um novo recomeço, com respeito, cuidado e zelo”, finaliza Lucimar.

SERVIÇO:

Teatrinhos InfantisLocal: Praça de AlimentaçãoHorário: 14hEntrada gratuita
06/09 – Scooby-Doo e o Caso da Múmia13/09 – Frozen: Uma Aventura Congelante20/09 – Os Super Encanadores27/09 – A Casa MágicaAdote um Aumigo – Evento de adoção
Data: 12/09
Horário: Das 11h às 17h
Local: Loja Cobasi

DF Plaza Shopping

Rua Copaíba, lote 1 – Águas Claras

Informações: 61 99663-6939 / 61 3451-5750 

Canais digitais: http://www.dfplaza.com.br/

Instagram: @dfplazashopping

55 anos depois, João Tomé retorna a Brasília pelas telas do Festival de Brasília

Foto divulgação

Dirigido por Edileuza Penha de Souza, “Nem Todos Sabem” integra a Mostra Brasília do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e recupera a trajetória de artista que ajudou a construir a memória cultural da capital

Cinquenta e cinco anos depois de sua partida, a história de João Tomé volta a ser contada em Brasília. Compositor, poeta, professor e autodidata, o artista cego é o personagem central de “Nem Todos Sabem”, documentário de 83 minutos dirigido por Edileuza Penha de Souza, selecionado para a Mostra Brasília do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

No último dia 24 de agosto, completaram-se 55 anos da morte de João Tomé. A data ganha um significado especial diante da chegada do filme ao festival, criando uma ponte entre a memória de um artista que viveu os primeiros anos da capital e o presente de uma cidade que continua reconstruindo sua própria história.

A partir de música, poesia, memórias e registros de sua trajetória, “Nem Todos Sabem” apresenta um homem que transformou desafios em criação e encontrou na arte uma maneira de se expressar e ocupar seu lugar no mundo. Sua história se confunde com a de uma Brasília ainda em formação e revela um capítulo pouco conhecido da vida cultural da cidade.

Para Edileuza Penha de Souza, realizar o filme também significa enfrentar o apagamento de histórias que precisam permanecer vivas. “Quando a gente recupera a trajetória de João Tomé, não está apenas contando a história de um artista. Estamos recuperando uma parte da memória de Brasília e devolvendo a ele um lugar que também é seu. Cinquenta e cinco anos depois, poder levar essa história ao Festival de Brasília tem uma força muito simbólica. É como se sua voz voltasse a ecoar na cidade.”

Ao chegar à Mostra Brasília, “Nem Todos Sabem” propõe justamente esse reencontro. O filme recupera João Tomé não apenas como personagem de seu tempo, mas como um artista cuja trajetória ainda pode provocar novas perguntas sobre memória, pertencimento, acessibilidade, criação e sobre os muitos personagens que ajudaram a construir culturalmente a capital.

A participação no 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro amplia esse movimento de resgate e coloca a história de João Tomé diante de um novo público. Cinquenta e cinco anos após sua morte, sua música, seus sonhos e seu legado voltam a encontrar Brasília, desta vez pelas telas do cinema.

O projeto conta com patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e da Lei Paulo Gustavo/Ministério da Cultura.

SERVIÇO: Exibição Documentário “Nem Todos Sabem”

59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro – Mostra Brasília.

Direção: Edileuza Penha de Souza.

Documentário | 83 minutos | 2026.

Classificação indicativa: 10 anos.

Sessões:

17 de setembro | Quinta-feira

18h – Cine Brasília.

19h45 – Complexo Cultural de Planaltina.

19h45 – Universidade Católica de Brasília, Taguatinga, Bloco G.

18 de setembro | Sexta-feira

15h – Sala 2 do Cine Cultura Liberty Mall.

CIEE-DF inicia setembro com 781 vagas de estágio abertas no Distrito Federal

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Estudantes do ensino médio, cursos técnicos e graduação podem concorrer às vagas; áreas administrativa, educação, saúde e direito concentram o maior número de ofertas nesta semana

O Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE começa o mês de setembro com 781 vagas de estágio abertas no Distrito Federal. As oportunidades contemplam estudantes do ensino médio, cursos técnicos e graduação que buscam experiência prática, qualificação profissional e desenvolvimento para a inserção no mundo do trabalho. A área Administrativa concentra o maior número de vagas nesta semana, com 198, seguida por Educação (98), Ensino Médio (88), Saúde (67), Campo do Direito (52), Informática (42) e Contabilidade (39).

Também há vagas em Marketing (24), Construção Civil (23), Comunicação (22), Psicologia (17), Administração Técnica (16), entre outros setores. A diversidade de áreas permite que estudantes de diferentes formações encontrem possibilidades de vivenciar a rotina profissional ainda durante os estudos, aliando os conhecimentos acadêmicos à experiência prática.

7,4 mil vagas em todo o Brasil

Nesta semana, o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE está com 7,4 mil vagas de estágio em todo o Brasil. Administração, Educação, Direito e Contabilidade estão entre as áreas com maior oferta, enquanto São Paulo, Distrito Federal, Ceará e Bahia concentram os maiores volumes de vagas.

Como participar

Para concorrer às vagas, os estudantes devem manter o cadastro atualizado no portal do CIEE e consultar as vagas compatíveis com seu perfil. As inscrições são gratuitas.

CIEE 62 anos: Imparável

Desde sua fundação, o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, maior ONG de inclusão social e trabalho jovem da América Latina, se dedica à inserção de jovens no mundo do trabalho. Além disso, a instituição, responsável pela inserção de 7 milhões de brasileiros no mundo do trabalho, mantém cursos online gratuitos para qualificar a juventude e uma série de ações socioassistenciais voltada à promoção do conhecimento e fortalecimento de vínculos de populações prioritárias.

Programação do Capital Game Show 2026 vai até quinta-feira

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Público pode aproveitar jogos, inteligência artificial, cultura gamer, educação tecnológica, acessibilidade e experiências interativas no JK Shopping

O Capital Game Show 2026 continua encantando o público do JK Shopping, localizado entre Ceilândia e Taguatinga. Com uma programação gratuita que vai até 3 de setembro, o evento propõe uma nova forma de aproximar a população da ciência, da tecnologia e da inovação por meio do universo dos games.

Estão garantidas experiências interativas, oficinas, palestras, arenas gamer. Há também exposição de videogames históricos e atividades voltadas à formação tecnológica. “A primeira edição do evento aconteceu no Gama, e um dos principais pilares do Capital Game Show é justamente levar games, tecnologia e inovação para todas as regiões do Distrito Federal”, destaca Jeeffrie Jammes, produtor do evento. “Estamos muito felizes em poder ampliar essa proposta e oferecer agora uma programação diversificada para o público de Taguatinga e Ceilândia”, completa.

Segundo o produtor, um dos principais objetivos do projeto é descentralizar o acesso aos jogos eletrônicos, à tecnologia e às experiências de inovação, levando essas oportunidades para além do eixo central de Brasília e aproximando o universo gamer de diferentes comunidades do DF.

A iniciativa é realizada em parceria entre a sociedade civil, o Instituto Conexão, a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (SECTI/DF) e o Governo do Distrito Federal, dentro de uma proposta que utiliza a cultura gamer como ferramenta de educação, inclusão digital, estímulo à criatividade, formação de novos talentos e fortalecimento da economia criativa.

O projeto está inserido no eixo de Ciência, Tecnologia e Inovação e busca democratizar o acesso ao conhecimento tecnológico, aproximando crianças, adolescentes, jovens, adultos e famílias de áreas que estão transformando a sociedade e o mercado de trabalho.


Tecnologia e acessibilidade

O público pode vivenciar uma programação que combina entretenimento, educação e inovação.Entre os destaques estão o Museu do Videogame Retrô, oficinas de desenvolvimento de jogos, palestras sobre tecnologia e inovação e diferentes arenas interativas.

O Museu do Videogame apresenta a evolução dos consoles e das tecnologias digitais desde as primeiras gerações até os equipamentos contemporâneos, permitindo ao visitante conhecer a transformação do hardware, do design, da conectividade e da própria cultura gamer.

A experiência também se estende às oficinas de desenvolvimento de jogos, que introduzem os participantes ao processo de criação de games, trabalhando conceitos relacionados a lógica, design e programação. A programação prevê 10 turmas e capacidade para 100 participantes, com certificação para os participantes das atividades formativas.

O evento também terá palestras diárias sobre temas relacionados à transformação tecnológica e à indústria digital, incluindo evolução dos games, inteligência artificial, desenvolvimento de jogos, streaming, segurança digital, cloud gaming, realidade virtual e aumentada, tecnologias conectadas e novas profissões.

Um dos principais objetivos do Capital Game Show é apresentar aos jovens um universo de possibilidades que existe por trás dos jogos. A indústria de games reúne profissionais de diferentes áreas, como programação, desenvolvimento de software, design, arte digital, animação, audiovisual, produção de conteúdo, inteligência artificial e empreendedorismo digital.

O projeto conta com recursos de acessibilidade, incluindo rampas de acesso, intérpretes de Libras, comunicação acessível e recursos tecnológicos adaptados para pessoas com deficiência. Um dos destaques será a utilização de um PlayStation 5 equipado com o controle adaptado PlayStation Access, permitindo que pessoas com mobilidade reduzida tenham acesso à experiência gamer. A proposta é garantir que o evento seja um ambiente de participação, convivência e acesso democrático à tecnologia.

Serviço
Capital Game Show 2026
Até 3 de setembro de 2026
Das 10h às 22h
No JK Shopping – entre Ceilândia e Taguatinga/DF
Entrada franca
Classificação livre

Celebração de 25 anos de Harry Potter e a Pedra Filosofal segue em cartaz em cinemas de todo o Brasil

Após sucesso de vendas para as sessões desse domingo (30), clássico continuará em exibição até o dia 2 de setembro

Os fãs que não conseguiram garantir ingressos para a sessão comemorativa de Harry Potter e a Pedra Filosofal ontem, 30 de agosto, podem comemorar, pois a Warner Bros. Pictures confirmou sessões extras do filme, que segue em cartaz até o dia 2 de setembro em todo o Brasil, disponível também em versões acessíveis. 

A reexibição celebra os 25 anos do primeiro longa da franquia Harry Potter, oferecendo ao público uma nova oportunidade de acompanhar nas telonas o início da jornada de Harry (Daniel Radcliffe), Rony (Rupert Grint) e Hermione (Emma Watson) no universo mágico de Hogwarts. 

Além do filme, um conteúdo exclusivo de bastidores do longa é exibido ao final de cada sessão, trazendo depoimentos especiais da época das gravações. Os então jovens atores e outros membros do estelar elenco adulto levarão o público de volta ao início dos anos 2000, contando curiosidades diretamente do set.  

Informações sobre ingressos, horários e salas participantes podem ser consultadas diretamente junto às redes exibidoras.  

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“Qualidade Etária” celebra a potência da maturidade artística com shows gratuitos no Jardim Botânico e Jardins Mangueiral

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Projeto homenageia os 76 anos do compositor, poeta e escritor Carlos Jansen; apresentações também reúnem artistas com décadas de trajetória nos palcos brasileiros, como Cely Curado, Lúcia de Maria e Márcia Tauil

A música, a poesia e a memória se encontram no espetáculo musical-literário Qualidade Etária, nesta quinta (03/09) e sexta-feira (04/09). Com a proposta de celebrar a trajetória e a potência criativa de artistas 60+, o projeto promove duas apresentações gratuitas no Jardim Botânico e no Jardins Mangueiral, em uma homenagem aos 76 anos do compositor, poeta, escritor e pediatra Carlos Jansen.

O espetáculo traz ao palco as interpretações das cantoras Cely Curado, Lúcia de Maria e Márcia Tauil, vozes de projeção nacional com sólidas carreiras e parceria de anos com o homenageado. Ao longo dos shows, o público poderá conferir a execução das obras, entrelaçada a intervenções poéticas do próprio Carlos Jansen.

Mais do que uma celebração de aniversário, Qualidade Etária propõe uma reflexão sobre tempo de criação, reinvenção e força artística da maturidade na produção cultural. Ao proporcionar espaços para artistas com 60 anos ou mais, o projeto valoriza a experiência acumulada ao longo de décadas, propondo uma reflexão sobre como a passagem do tempo pode ampliar repertórios, perspectivas e possibilidades de criação.

Para o grande homenageado da noite, Carlos Jansen, chegar aos 76 anos celebrando a música, a poesia e, principalmente, os encontros que a arte proporciona, é um grande presente. “O tempo nos traz experiências, histórias e novas maneiras de olhar para aquilo que criamos. Ter Cely Curado, Márcia Tauil e Lúcia de Maria interpretando minha obra torna esse momento ainda mais especial, porque são artistas com quem compartilho uma trajetória de amizade, música e muita admiração. O Qualidade Etária é, para mim, uma celebração da vida e da certeza de que a arte continua nos movendo, nos transformando e nos aproximando”, destaca. 

Realizado pelo Ponto de Cultura Waldir Azevedo, em parceria com a Âmbar Soluções Criativas, o projeto Qualidade Etária conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF). 

Sobre Jansen: Nascido em Salvador (BA), Carlos Jansen chegou em Brasília no início da década de 1960, ainda com 11 anos. Desde a adolescência, transita pelo meio musical, tendo participado e vencido festivais estudantis na Capital federal. Em 1975, formou-se em Medicina pela Universidade de Brasília (UnB).

Embora tenha a pediatria como ofício há muitas décadas, Jansen nunca deixou a música e a poesia de lado e consolidou também uma carreira artística como compositor, poeta e escritor. Ele produziu obras destinadas tanto ao público infantil quanto adulto. Sua produção reúne parcerias com nomes como Cristovão Bastos, Mabel Velloso, Lúcia de Maria, Cely Curado e Márcia Tauil. Entre os destaques de sua trajetória, está o canal Tio.Jansen no YouTube, com desenhos animados de músicas infantis, trabalho que evidencia sua dedicação à música e à valorização da cultura brasileira.

SERVIÇO:
Qualidade Etária – homenagem aos 76 anos de Carlos Jansen
Quando: 03 e 04/09. Quinta e sexta-feira, às 20h.
Onde: Jardins Mangueiral e Jardim Botânico
Quanto: entrada franca
Classificação indicativa: livre

PROGRAMAÇÃO
03/09: Quinta-feira
Feira Sabores da Noite – Jardins Mangueiral
Endereço: ao lado da Quadra 2 – Jardins Mangueiral/DF

04/09: Sexta-feira
Feira Vila Gastronômica – Jardim Botânico
Endereço: Jardim Botânico III – Parque Vivencial (em frente à academia Corpo e Saúde)

“Sabores e Saberes” leva culinária, ancestralidade e sustentabilidade ao Novo Gama

Dkivulgação

Segunda etapa do projeto acontece nos dias 5 e 6 de setembro, na Casa de Oyá, com vivências gratuitas sobre gastronomia tradicional, cozinhas comunitárias, agroecologia e preservação dos saberes afro-brasileiros

Depois de iniciar seu percurso em Planaltina, a segunda edição de Sabores e Saberes – O Tabuleiro da Baiana segue para o Novo Gama (GO), onde realiza, nos dias 5 e 6 de setembro, seu segundo ciclo de vivências formativas. A Casa de Oyá recebe dois dias de atividades gratuitas que articulam culinária de terreiro, segurança alimentar, agroecologia, sustentabilidade, geração de renda e preservação de conhecimentos ancestrais.

A programação reúne quatro vivências conduzidas por mulheres que atuam em diferentes frentes da cultura, da alimentação e da preservação dos saberes tradicionais. Yalorixá Jussara Morais, Ekejie Cleide Morais, Muzenza Imoxicongo Raíssa Felipe e Bruna Crioula estarão à frente das atividades, que combinam conhecimento, práticas culinárias, experiências comunitárias e reflexão sobre as relações entre alimento, território, memória e identidade.

Realizado pela Fundação Cultural Palmares, por meio dos institutos Lente Cultural e Kitanda Cultura de Terreiro, o projeto promove ciclos formativos em territórios tradicionais de matriz africana. A proposta parte da culinária afro-brasileira como patrimônio cultural e instrumento de transmissão de conhecimentos, mas também como possibilidade de fortalecimento social e econômico das comunidades.

Culinária, território e sustentabilidade

Na Casa de Oyá, as vivências percorrem diferentes dimensões da relação entre alimentação, ancestralidade e território. Em Tabuleiro da Baiana, Yalorixá Jussara Morais aborda a gastronomia tradicional como instrumento econômico e de desenvolvimento sustentável. A atividade inclui visita técnica aos espaços da Casa de Oyá, discussão sobre economia sustentável no contexto das comunidades tradicionais, preparo de um prato da gastronomia tradicional e almoço coletivo.

A educadora Ekejie Cleide Morais, da Favela Gastronômica, retorna ao projeto com Cozinhas Comunitárias, voltada às práticas de segurança alimentar e nutricional e ao aproveitamento integral dos alimentos. A atividade parte de experiências de cozinhas comunitárias para trabalhar técnicas de armazenamento, distribuição e utilização integral dos ingredientes.

Em Terreiro Sustentável, a agroecologista Muzenza Imoxicongo Raíssa Felipe trabalha o preparo do território para a construção de agroflorestas e a preservação ambiental do solo. A programação inclui visita à área de plantio da Casa de Oyá, separação e tratamento de resíduos orgânicos, compostagem, uso de insumos orgânicos e preparo de um prato da culinária tradicional.

A facilitadora Bruna Crioula conduz a oficina Culinária Ccontracolonial, voltada à culinária de terreiro como patrimônio histórico-cultural afro-brasileiro e tecnologia de manutenção da memória e da sustentabilidade comunitária. A atividade propõe uma imersão na culinária contra colonial e a investigação de plantas alimentícias não colonizadas, articulando saberes ancestrais, alimentação e práticas de fortalecimento das comunidades.

Um percurso iniciado em Planaltina

O Novo Gama dá continuidade ao percurso iniciado em 22, no Ponto de Cultura Terreiro da Vovó Maria Conga, em Planaltina (DF). O primeiro polo contou com Mãe Maria do Cerrado, Ekejie Cleide Morais e Bruna Crioula à frente das vivências formativas, compartilhando conhecimentos e experiências relacionados à culinária afro-brasileira e aos saberes tradicionais.

A passagem pelos dois territórios permite ao projeto aproximar experiências distintas e, ao mesmo tempo, conectadas pela preservação dos conhecimentos ancestrais. Ao relacionar patrimônio cultural, segurança alimentar, sustentabilidade e economia criativa, Sabores e Saberes coloca esses conhecimentos em diálogo com questões contemporâneas como geração de renda, soberania alimentar, preservação ambiental e fortalecimento comunitário.

A iniciativa também dialoga com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente aqueles relacionados à fome zero e à agricultura sustentável, à igualdade de gênero, ao trabalho decente e à geração de renda, à redução das desigualdades, à preservação das comunidades e ao consumo e à produção responsáveis.

Próxima etapa: encontro dos dois polos

Após as vivências no Novo Gama, Sabores e Saberes – O Tabuleiro da Baiana terá sua culminância em 4 de novembro, na Fundação Cultural Palmares, em Brasília. O encontro reunirá participantes e experiências dos polos de Planaltina e Novo Gama para compartilhar os resultados construídos ao longo do projeto.

A programação prevista inclui debates sobre patrimônio, cultura e políticas públicas, apresentações culturais, exposição e degustação dos pratos desenvolvidos pelos participantes e a presença da chef e Makota Solange Borges, da Bahia. Idealizadora do projeto Culinária de Terreiro e do Festival do Dendê, ela comandará uma aula-show e lançará o livro Festival do Dendê. A programação completa da culminância será divulgada posteriormente.

SERVIÇO

Sabores e Saberes – O Tabuleiro da Baiana
Vivência Formativa – Polo II

Datas: 5 e 6 de setembro de 2026, sábado e domingo
Horário geral: das 9h às 17h
Local: Casa de Oyá – Novo Gama (GO)
Participação: gratuita
Transporte: ônibus gratuito e exclusivo, com saída do estacionamento do SESI Lab, no Plano Piloto (DF)

Tabuleiro da Baiana
Facilitadora: Yalorixá Jussara Morais
Carga horária: 4 horas

Cozinhas Comunitárias
Facilitadora: Ekejie Cleide Morais – Favela Gastronômica
Carga horária: 4 horas

Terreiro Sustentável
Facilitadora: Muzenza Imoxicongo Raíssa Felipe – agroecologista
Carga horária: 4 horas

Culinária Contracolonial
Facilitadora: Bruna Crioula

Carga horária: 4 horas

A premiada cinebiografia sobre Gonzaguinha estreia no próximo dia 3 nos cinemas

Por Gláucie Lima

Divulgação

“Gonzaguinha, Da Maior Liberdade” foi premiado com o Kikito de Melhor Longa-metragem Documentário, no Festival de Gramado 2026 chega às salas de cinema nesta quinta-feira (3)

Dirigido por Susanna Lira, o filme apresenta a trajetória de Luiz Gonzaga Jr., destacando sua atuação como agente político e sua contribuição para a música popular brasileira, onde se consolidou como um dos principais artistas de sua geração. O documentário percorre desde sua infância, relatando sua adoção, seus três pais, conforme ele mesmo declarava, sua reconciliação com o sanfoneiro Luiz Gonzaga, a ponto de saírem em tour juntos (Vida de Viajante), em 1981 até seu trágico falecimento

O documentário reúne imagens de arquivo, registros musicais e a reconstituição de uma entrevista concedida por Gonzaguinha ao jornal O Pasquim. Na dramatização, o cantor e compositor é interpretado brilhantemente pelo ator André Dale

Sinopse

O documentário resgata a trajetória de Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior, o Gonzaguinha, um dos artistas mais importantes da música popular brasileira e da construção da memória democrática do país. Por meio de imagens de arquivo, canções, depoimentos e registros históricos, a produção revisita sua obra marcada pela poesia, pela indignação e pelo desejo de liberdade. Filho de Luiz Gonzaga, Gonzaguinha construiu uma identidade própria ao transformar experiências pessoais e questões sociais em músicas que dialogavam diretamente com seu tempo. Entre a repressão da ditadura, as desigualdades brasileiras e a redemocratização, o filme revela a força de um artista cuja voz permanece atual.

Ficha Técnica Geral

  • Título Original: Gonzaguinha, Da Maior Liberdade
  • Ano de Lançamento: 2026
  • País de Origem: Brasil
  • Duração: 78 minutos
  • Gênero: Documentário, Biografia, Musical
  • Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 12 anos [1, 2, 3]

Equipe Técnica

Elenco (Dramatização e Arquivo)

  • André Dale (como Gonzaguinha na reconstituição de entrevistas)
  • Ernesto Leão
  • Gedivan de Albuquerque
  • Gonzaguinha (através de farto material de arquivo histórico)

‘DRAGÕES’, FILME QUE REVELA A CONSTRUÇÃO DO ‘MITO’ JAIR BOLSONARO, TERÁ SUA ESTREIA NACIONAL NA COMPETIÇÃO DO FESTIVAL DO RIO

Foto divulgação

Dirigido por Miguel Antunes Ramos e produzido pela Enquadramento Produções e pela Esquina Filmes, em parceria com o Canal Curta!, o longa parte de mais de 4 mil vídeos publicados no YouTube do ex-presidente para investigar o papel das imagens na construção do poder e na ascensão da extrema-direita

O documentário Dragões, de Miguel Antunes Ramos, acaba de ser anunciado na competição da Première Brasil da próxima edição do Festival do Rio, que acontece de 1 a 11 de outubro. A partir dos mais de 4 mil vídeos publicados por Jair Bolsonaro no YouTube e outras redes sociais, desde quando era um desconhecido deputado até a frustrada tentativa de golpe, o filme analisa como as imagens contribuíram para a construção de sua imagem política, para entender sua meteórica trajetória até a Presidência da República e as estratégias de comunicação da extrema-direita.

“Esse filme começou diante das mudanças profundas que o Brasil enfrentou a partir de 2018. Nesse processo, surgiu uma nova forma de fazer política através das imagens: uma produção aparentemente improvisada, tosca ou casual, mas que possuía estratégia, planejamento e organização. O filme nasce de um olhar para essa produção imagética buscando a levar a sério, e perguntar: o que se passa quando as imagens deixam de apenas representar o poder e passam a ser uma de suas principais formas de exercício?”, diz Miguel Ramos sobre suas motivações para realizar o filme.

Dragões coloca esse material em diálogo com imagens produzidas em outros momentos da história brasileira. Entre elas, está “Independência ou Morte”, célebre pintura de Pedro Américo. Realizada décadas depois do 7 de Setembro de 1822, a obra ajudou a fixar no imaginário nacional uma versão grandiosa e heroica da declaração da Independência por Dom Pedro I, ainda que guarde pouca proximidade com os acontecimentos reais daquela data. 

“Quando Miguel nos procurou, há quase uma década, para fazer este filme, eu não conseguia enxergar as articulações que ele via naquele material do Bolsonaro. Ao longo dos anos, ele foi nos mostrando os pontos de conexão, revelando como aquelas imagens, que à primeira vista pareciam espontâneas e difusas, partiam de uma  construção muito precisa e deliberada. Durante o roteiro e a montagem, Miguel foi revelando a lógica por trás das imagens e nos fazendo perceber que o poder estava sendo construído diante dos nossos olhos.” diz Julia Murat, da Esquina Filmes.

A partir de uma extensa pesquisa sobre as imagens produzidas pelo poder no Brasil, realizada ao longo de quase 10 anos, Miguel Antunes Ramos percorre diferentes períodos da história do país, das ditaduras aos governos mais recentes, em busca do que muda — e do que permanece — nessas representações. Ao aproximar imagens separadas por décadas e até séculos, Dragõesinvestiga não apenas o que elas mostram ou escondem, mas como ajudam a construir o próprio poder.

“Dragões chega ao público no calor de um momento histórico em que essa reflexão se tornou urgente. No Brasil e em diferentes partes do mundo, a extrema-direita transformou as redes sociais em um espaço central de disputa política, mudando não apenas a forma de se comunicar, mas também de construir vínculos e mobilizar eleitores. Entender como essas imagens e estratégias produzem identificação e poder é fundamental para que possamos construir formas efetivas de enfrentá-las”, afirma Leonardo Mecchi, da Enquadramento Produções.

O filme foi realizado através de recursos do Fundo Setorial do Audiovisual, em parceria com o Canal Curta!, e será posteriormente distribuído em salas de cinema pela Descoloniza Filmes.

SINOPSE
Dragões mergulha nas imagens que moldaram o mito político de Jair Bolsonaro, de seus primeiros vídeos no YouTube até o fim de seu mandato. Ao longo de noites em claro, um narrador deriva pelo fluxo de lives, selfies e discursos de Bolsonaro, em busca da lógica de um poder forjado nas imagens e através delas. Ao confrontar esse regime visual com a iconografia oficial brasileira, o filme investiga como o poder é entendido, repetido e afirmado através das imagens, em uma época em que a política se dá cada vez mais nas telas.

SOBRE O DIRETOR
Miguel Antunes Ramos é cineasta, roteirista e montador, formado em Audiovisual pela ECA-USP. Seu trabalho investiga temas como as transformações das paisagens urbanas e a permanência da violência histórica. Dirigiu curtas como E (2014), exibido no Festival de Roterdã e vencedor do prêmio de melhor filme na Mostra de Tiradentes e no É Tudo Verdade; A Era de Ouro (2014), indicado ao Prêmio Grande Otelo e premiado em Melhor Montagem no Janela Internacional de Cinema de Recife; e O Castelo (2015), premiado no Kinoforum. Estreou na direção de longas com Banco Imobiliário (2016), que teve sua première na Mostra Tiradentes, seguido por Filhos de Macunaíma (2019), A Flecha e a Farda (2020) e A Voz de Deus (2025), Prêmio Especial do Júri no Festival de Málaga, na Espanha, e de Melhor Montagem no Festival Olhar de Cinema de Curitiba. Dragões (2026) é seu sexto longa-metragem.

FILMOGRAFIA
2012 – Um, Dois, Três, Vulcão – curta
2013 – Salomão – curta
2014 – A Era de Ouro – curta
2014 – E – curta
2015 – O Castelo – curta
2016 – Banco Imobiliário – longa
2017 – Operações de Garantia da Lei e da Ordem – longa, codirigido por Júlia Murat
2016 – Comissão de Vendas – curta
2019 – Filhos de Macunaíma – longa
2020 – A Flecha e a Farda – longa
2022 – Ensemble – longa coletivo
2025 – A Voz de Deus – longa
2026 – Dragões – longa

FICHA TÉCNICA
Gênero | documentário
Empresas Produtoras | Enquadramento Produções, Esquina Filmes
Duração | 84 minutos
País e Ano de Produção | Brasil, 2026
Direção e Narração | Miguel Antunes Ramos
Argumento | Guilherme Giufrida, Miguel Antunes Ramos
Roteiro | Guilherme Giufrida, Iris Junges, Letícia Simões, Matheus Nery, Miguel Antunes Ramos, Vicente Antunes Ramos
Produção | Leonardo Mecchi, Julia Murat
Produção Executiva | Julia Murat, Isabel Lessa, Leonardo Mecchi
Pesquisa | Patrícia Machado
Fotografia | Léo Bittencourt
Montagem | Alexandre Leco Wahrhaftig
Trilha Sonora Original | Kiko Dinucci, Podeserdesligado
Som Direto | Francisco Craesmeyer, Tomas Franco
Desenho de Som | Henrique Chiurciu, João Victor Coura
Mixagem de Som | Fernando Henna, Daniel Turini

SOBRE AS PRODUTORAS

ENQUADRAMENTO PRODUÇÕES

A Enquadramento Produções é uma produtora cinematográfica sediada em São Paulo, com quase 20 anos de atuação no desenvolvimento e produção de longas-metragens de ficção e documentário, com forte vocação para obras autorais, coproduções internacionais e diversidade de vozes e temas. Em sua filmografia destacam-se títulos como Los Silencios, de Beatriz Seigner, A Febre, de Maya Da-Rin, O Estranho, de Flora Dias e Juruna Mallon, e A Transformação de Canuto de Ariel Ortega e Ernesto de Carvalho, entre outros, selecionados e premiados em importantes festivais internacionais, como Cannes, Berlinale, Locarno, Rotterdam, Toronto, San Sebastián e IDFA.

Sua mais recente produção, Elefantes na Névoa, de Abinash Bikram Shah (coprodução entre Nepal, Alemanha, Brasil, França e Noruega), realizada em coprodução com a Bubbles Project, recebeu o Prêmio do Júri da mostra Un Certain Regard na última edição do Festival de Cannes. Atualmente, a Enquadramento Produções mantém uma ampla carteira de projetos em desenvolvimento com perfil autoral e internacional e encontra-se em pós-produção do longa Alvorada, de Leonor Noivo (coprodução com a produtora portuguesa Terratreme).

ESQUINA FILMES

ESQUINA é uma produtora audiovisual sediada no Rio de Janeiro, com 15 anos de atuação. Entre seus filmes estão “NARCISO”, vencedor do prêmio FIPRESCI no Festival de Berlim de 2026 e “AS HERDEIRAS”, vencedor do Urso de Prata de Melhor Direção e Melhor Atriz no Festival de Berlim de 2018, ambos dirigidos por Marcelo Martinessi; “REGRA 34”, vencedor do Leopardo de Ouro de Melhor Filme no Festival de Locarno de 2022 e “PENDULAR”, vencedor do prêmio FIPRESCI no Festival de Berlim de 2017, ambos dirigidos por Julia Murat.

Na área de documentários, produziu “SATÉLITES”, de Leo Bittencourt, “EXCELENTÍSSIMOS”, de Douglas Duarte, e “OPERAÇÕES DE GARANTIA DE LEI E DA ORDEM”, codirigido por Julia Murat e Miguel Ramos. Foi também produtora associada de “A FEBRE”, de Maya Da-Rin, vencedor do Prêmio de Melhor Ator no Festival de Locarno 2019, e “A VIDA PRIVADA DOS HIPOPÓTAMOS”, de Matias Mariani e Maíra Bühler, estreado no FID Marseille 2014.

CANAL CURTA!

O canal Curta! está presente nas residências de mais de 5 milhões de assinantes de TV paga e pode ser visto nos canais 556 da Claro tv, 75 da Oi TV e 664 da Vivo Fibra; além de em operadoras associadas à NEO. O canal integra o Grupo Curta, formado também pelas marcas CurtaOn, Brasiliana TV, Porta Curtas, CurtaEducação e Curta! Cine-Distribuidora.

O CurtaOn – Clube de Documentários está disponível no Prime Video Channels, na Claro tv+, e no site da plataforma, contando com centenas de filmes e episódios de séries documentais organizados por temas de interesse sobre cultura e humanidades. O streaming Brasiliana TV é disponibilizado gratuitamente para os assinantes da Claro tv+ e oferece uma ampla gama de séries e filmes brasileiros, de ficção a documentários, desde clássicos a produções recentes. O Porta Curtas é o primeiro e maior site de catalogação e exibição de curtas-metragens do Brasil, com um acervo formado por clássicos do cinema nacional e obras recentes que se destacaram em festivais. O CurtaEducação é uma plataforma de streaming que une educação e entretenimento para promover ciência e cultura por meio do audiovisual. E a Curta! Cine-Distribuidora  visa ampliar a atuação do grupo no mercado audiovisual brasileiro, oferecendo apoio estratégico para promover a circulação de filmes e séries nacionais em diferentes janelas de exibição: cinema, TV, streaming, plataformas digitais, circuitos culturais e educativos.

DESCOLONIZA FILMES

A Descoloniza Filmes é uma distribuidora e produtora audiovisual independente sediada em São Paulo, fundada em 2017 por Ibirá Machado. Desde 2018, atua no lançamento e circulação de filmes autorais brasileiros e do sul global, com foco em obras de relevância social, política e cultural. Seu catálogo reúne longas exibidos e premiados em importantes festivais nacionais e internacionais, como Cannes, Berlim, Rotterdam, É Tudo Verdade e Festival de Brasília, além de circulação comercial em salas de cinema, plataformas digitais e televisão. Entre os títulos lançados estão Carta Para Além dos Muros, de André Canto (Top 10 Netflix Brasil), Aleluia, o Canto Infinito do Tincoã, de Tenille Barbosa, Para Onde Voam as Feiticeiras, de Eliane Caffé, Carla Caffé e Beto Amaral, Dorival Caymmi – Um Homem de Afetos, de Daniela Broitman, Máquina do Desejo, de Lucas Weglinski e Joaquim Castro, Luz nos Trópicos, de Paula Gaitán, Incompatível com a Vida, de Eliza Capai, Thiago & Ísis – Os Biomas do Brasil, de João Amorim, Neirud, de Fernanda Faya, e Rejeito, de Pedro de Filippis. Em 2026, a Descoloniza já lançou nos cinemas as obras Cheiro de Diesel, de Gizele Martins e Natasha Neri, Anatomia do Caos, de Dandara Ferreira, A Fabulosa Máquina do Tempo, de Eliza Capai, e Não Existe Almoço Grátis, de Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel, além de estar preparando os lançamentos de Peixe Abissal, de Rafael Saar, e Filhas da Noite, de Sylara Silvério e Henrique Arruda. A empresa também atua em coproduções e projetos de impacto, articulando distribuição, formação de público e estratégias de circulação em diferentes territórios.

Night Lab mistura ciência, música, inovação e Bacurau em noite dedicada à sétima arte

Divulgação

A 31ª edição da festa da ciência ocupa o SESI Lab no dia 3 de setembro com espetáculo inédito inspirado no filme Bacurau, oficinas práticas, discotecagem de Tatá Aeroplano e bate-papo com a diretora e professora Tânia Montoro

No mês em que a capital federal se prepara para receber o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o SESI Lab homenageia a sétima arte na 31ª edição do Night Lab, no dia 3 de setembro. De oficinas criativas a um show inédito inspirado em Bacurau, o museu abre as portas para o encantamento das imagens em movimento, um encontro fortuito entre arte e ciência – afinal, antes de ser arte, entretenimento ou indústria cultural, o cinema começou como um experimento científico.

Os ingressos para o a 31ª edição do Night Lab começam a ser vendidos no dia 28 de agosto na plataforma do SESI Lab. Além disso, um lote extra será disponibilizado para venda presencial na bilheteria do museu no dia do evento, a partir das 17h.

Garanta seu ingresso para o Night Lab

“O surgimento do cinema representa um dos encontros mais fascinantes entre ciência e arte. Inventores, físicos, fotógrafos e artistas dedicaram-se a compreender não apenas como vemos, mas também como registramos e interpretamos o mundo ao nosso redor”, explica a coordenadora de Exposições e Ações Culturais do SESI Lab, Carolina Vilas Boas.

“E o cinema permanece como um território privilegiado para compreender as relações entre técnica e poética, inovação e criação, ciência e imaginação. Mais do que reproduzir o mundo, ele nos oferece diferentes maneiras de percebê-lo, questioná-lo e reinventá-lo”, completa.

O show desta edição é um espetáculo inédito concebido pelo produtor Duda Vieira. Ode a Bacurau homenageia a obra-prima de Kleber Mendonça e Juliano Dornelles, premiado no Festival de Cannes, trazendo para o palco do SESI Lab canções do filme e mais músicas que evocam o clima do nordeste brasileiro.

“Um grito de liberdade de um povo historicamente oprimido, que sempre teve em sua pulsante e riquíssima verve cultural a melhor resposta para todos os males”, explica Vieria sobre o espetáculo, que tem direção musical de Regis Damasceno. André Gonzales, Fabio Trummer e Ayla Gresta comandam o palco. Antes, o cantor e compositor Tatá Aeroplano faz discotecagem com hits de trilhas sonoras de filmes.

A Conversa Poética desta edição do Night Lab fica a cargo da cineasta e professora da Universidade de Brasília (UnB)Tânia Montoro, que vai falar sobre a interseção entre cinema, ciência e inovação. Tânia tem pesquisas dedicadas à imagem, ao som e aos estudos de gênero, tendo dirigido, ao lado de Armando Bulcão, o documentárioHollywood no Cerrado (2011), dedicado à história do cinema e da cultura audiovisual no Centro-Oeste.

Luzes, câmera, ação!

E é claro que não poderiam faltar oficinas mão na massa no Night Lab, certo? E o programa educativo do museu preparou duas atividades que vão despertar no público a curiosidade sobre como funciona o cinema.

A ativação Light Painting – Cronofotografia traz a técnica inspirada na fotografia de longa exposição: em um ambiente de baixa iluminação, os movimentos são registrados em imagens que revelam trajetórias, gestos e ritmos, registrando o tempo em uma composição visual.

Sabe o robô dançarino do SESI Lab, um dos aparatos mais queridinhos do museu? Na oficina Ciência em Quadro – Mutoscópio, o público vai construir uma versão própria deste dispositivo, um dos primeiros de animação da história do cinema. Ao criar uma sequência de imagens em um cilindro giratório, os participantes experimentam, na prática, como a combinação entre mecânica, ciência e percepção visual é capaz de transformar imagens estáticas na ilusão de movimento.

Para a oficina, que tem 40 vagas, é necessário emitir um segundo voucher, além do ingresso do Night Lab. As vagas são liberadas apenas no dia do evento, a partir de 19h, e os vouchers podem ser retirados pela plataforma digital de ingressos do SESI Lab ou presencialmente na bilheteria.

Sobre o Night Lab – Realizado mensalmente, sempre à noite, o Night Lab transforma o museu em um espaço de encontro entre arte, ciência e tecnologia, com uma programação que inclui shows, performances, oficinas e debates. A proposta é ampliar o olhar sobre temas contemporâneos e aproximar o público adulto de discussões relevantes. 

Confira tudo que vai rolar:

19h – Ocupação do painel de LED (Hall de entrada) 

19h – Ativação Light Painting: Cronofotografia (Experimento Lab) 

20h – Discotecagem com Tatá Aeroplano (Hall de entrada) 

20h – Oficina Ciência em Quadro: Mutoscópio (Espaço Maker) 

20h30 – Conversa Poética com Tânia Montoro (Túnel)

22h – Show Ode a Bacurau (Hall de entrada)

31º Night Lab – Cinema

Onde: SESI Lab – ao lado da Rodoviária do Plano Piloto 

Data: 3 de setembro de 2026 

Hora: 19h à 0h 

Classificação: 18 anos 

Ingressos: R$ 40 e R$ 20 (meia); vendas a partir de 25 de agosto. Site:https://www.ingressosa.com/sesi

@sesi.lab

SESI Lab traz a Brasília música e cultura produzidas pelo SESI em todo o país

Foto divulgação

Em parceria com o Conselho Nacional do SESI, museu promove apresentações de projetos dos Departamentos Regionais em celebração aos 80 anos da instituição

Em comemoração aos 80 anos do Serviço Social da Indústria (SESI), o SESI Lab, em parceria com o Conselho Nacional da entidade, recebe, a partir deste fim de semana, uma série de apresentações mensais de projetos culturais dos Departamentos Regionais da instituição. Quem abre a programação é a Orquestra Camerata SESI, do Espírito Santo, que apresenta espetáculo dedicado ao cantor e compositor Lulu Santos, numa mistura saborosa de música clássica e pop. Os espetáculos serão nos dias 22 e 23 de agosto, às 16 horas, e têm entrada gratuita.

A série de apresentações culturais mostra a diversidade da atuação do SESI, cuja trajetória de oito décadas está representada na exposição SESI 80: Construindo Futuros, em cartaz no SESI Labaté dezembro. Nos próximos meses, projetos ligados às federações do Pará, Rio Grande do Sul, Bahia e São Paulo também passarão pelo palco do museu.

Com regência do maestro Isaac Gonçalves e participação do cantor convidado Nano Vianna, o espetáculo Lulu Santos in Concert propõe um encontro entre o pop nacional e a música de concerto. Os arranjos inéditos destacam a força melódica e a poesia de canções como “Tempos Modernos”, “Como uma Onda” e “Toda Forma de Amor”. A Orquestra Camerata SESI tem quase 20 anos de estrada e já se apresentou em importantes salas de concerto do país, como a Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro. 

“A diversidade brasileira está presente nos talentos e projetos culturais dos Departamentos Regionais que chegam ao SESI Lab. Essa produção mostra a força do SESI em todo o país e uma trajetória de 80 anos que reúne educação, inovação, cultura e transformação”, afirma Fausto Junior, presidente do Conselho Nacional do SESI.

“A parceria entre o SESI Lab e o Conselho Nacional do SESI permite trazer para Brasília a diversidade cultural que o SESI constrói em todo o país. Ao longo dos próximos meses, o público poderá conhecer diferentes grupos e projetos dos Departamentos Regionais, mostrando que a cultura é uma dimensão importante da atuação do SESI e da história que celebramos nestes 80 anos”, afirma Claudia Ramalho, superintendente de Cultura do SESI.

SESI 80: Construindo Futuros – Em cartaz no SESI Lab até dezembro, a exposição celebra os 80 anos do Serviço Social da Indústria conectando a trajetória da instituição às transformações do Brasil. A mostra reúne documentos, fotografias, depoimentos, instalações interativas e experiências digitais para apresentar diferentes momentos e frentes de atuação do SESI, como educação, saúde, cultura, esporte, alimentação, segurança do trabalhador e inovação. A exposição também convida o público a refletir sobre os desafios e as possibilidades dos próximos 80 anos.

SESI 80 – Lulu Santos in Concert, com Orquestra Camerata SESI/Espírito Santo

SESI Lab (Túnel) – ao lado da Rodoviária do Plano Piloto

Data: 22 e 23 de agosto de 2026

Hora: 16h

Classificação: livre

Ingressos: gratuito, por ordem de chegada

Dependência de vape: veja os sinais de alerta e como buscar ajuda

Foto Magnific

Vontade de usar ao acordar, ansiedade sem o dispositivo e dificuldade para parar podem indicar dependência de nicotina

A vontade de usar o vape logo ao acordar, o incômodo ao permanecer em locais onde o consumo é proibido e a preocupação quando o dispositivo está acabando são sinais de que o uso pode ter deixado de ser ocasional. A dependência de nicotina pode se instalar rapidamente, e não existe um período de experimentação considerado seguro. Segundo a professora Rafaella Carvalho, especialista em Fisioterapia Respiratória do Centro Universitário de Brasília (CEUB), é difícil estabelecer quantas vezes uma pessoa precisará usar o cigarro eletrônico até se tornar dependente.

“Isso varia de organismo para organismo e depende de fatores como frequência de consumo e concentração de nicotina. Por isso, não existe um número de usos que possa ser considerado seguro”, explica.

Quais são os sinais de dependência?
Alguns comportamentos devem acender o alerta:

  • vontade intensa de usar o vape ao acordar;
  • dificuldade de ficar sem o dispositivo por períodos prolongados;
  • irritação, ansiedade ou alterações de humor quando não pode usá-lo;
  • dificuldade de concentração ou de relaxar sem o vape;
  • preocupação quando o aparelho ou o líquido estão acabando;
  • aumento progressivo da frequência de consumo;
  • tentativas frustradas de reduzir ou interromper o uso.

“Esses sinais indicam uma provável dependência química e não devem ser tratados apenas como falta de força de vontade”, afirma Rafaella. A especialista também chama atenção para o uso combinado de diferentes produtos. Depois que a dependência se estabelece, o jovem pode procurar outras fontes de nicotina, como o cigarro convencional, para suprir a necessidade.

Quais sintomas físicos exigem atenção?
Além dos sinais comportamentais, algumas alterações respiratórias podem indicar que o uso do vape já está prejudicando a saúde. É recomendado procurar avaliação profissional diante de sintomas como:

  • falta de ar;
  • tosse persistente;
  • chiado no peito;
  • dor ou desconforto ao respirar profundamente;
  • cansaço desproporcional em atividades leves;
  • sensação constante de fadiga.

Mãos ou lábios arroxeados ou azulados e dificuldade intensa para respirar exigem atendimento imediato, pois podem indicar comprometimento da oxigenação. “Esses sintomas precisam ser avaliados por um profissional de saúde, principalmente quando surgem ou se intensificam após o uso do vape”, orienta a professora.

O que fazer para parar de usar vape?
Quem percebe perda de controle sobre o consumo deve buscar acompanhamento profissional. O tratamento dependerá do nível de dependência, dos sintomas e das condições clínicas de cada pessoa. O acompanhamento psicológico pode ajudar a identificar gatilhos, como ansiedade, estresse e pressão social, além de desenvolver estratégias para lidar com a vontade de usar o dispositivo.

Uma avaliação médica também pode investigar alterações provocadas pelo vape e indicar o tratamento mais adequado. Na presença de comprometimento pulmonar, a fisioterapia respiratória pode integrar o cuidado, com técnicas voltadas à recuperação da função pulmonar, à melhora do padrão respiratório e à desobstrução das vias aéreas. “Buscar ajuda profissional não significa que a pessoa fracassou ao tentar parar. A dependência de nicotina é uma condição que pode exigir acompanhamento e tratamento”, finaliza a docente do CEUB.

5 passos diante da suspeita de dependência

  1. Observe a frequência e os gatilhos: identifique quando e por que surge a vontade de usar o vape.
  2. Não minimize os sinais: irritação, ansiedade e dificuldade de ficar sem o dispositivo podem indicar abstinência.
  3. Converse sem julgamento: broncas podem afastar o jovem e dificultar o pedido de ajuda.
  4. Procure avaliação profissional: sintomas respiratórios persistentes devem ser investigados.
  5. Busque apoio para interromper o consumo: acompanhamento médico e psicológico pode aumentar as chances de sucesso.

Santa Permuta celebra três anos na Torre Digital de Brasília

Foto divulgação

A Santa Permuta comemora seus três anos de história no dia 31 de agosto, às 19h, na Torre Digital de Brasília, em uma noite especial que reunirá empresários associados, autoridades e convidados.

Comandada por Orlando Antunes, idealizador e fundador da Santa Permuta, a celebração marca um momento importante na trajetória do ecossistema, que se consolidou em Brasília por transformar relacionamentos empresariais em oportunidades, negócios e crescimento.

Mais do que uma comemoração, o evento representa um marco na história da Santa Permuta e celebra tudo o que foi e que será construído ao lado de empresários que acreditam na força das boas conexões.

A noite terá dress code passeio completo e será marcada por networking qualificado, confraternização e celebração de um novo capítulo para a Santa Permuta.

Serviço

Evento: Aniversário da Santa Permuta
Data: 31 de agosto
Horário: 19h
Local: Torre Digital de Brasília
Dress code: Passeio completo

1ª Maratona da Chapada e 12ª Meia Maratona da Chapada reúnem mil atletas e impulsionam o turismo esportivo na Chapada dos Veadeiros

Foto divulgação

Realizadas no dia 1º de agosto, as provas esgotaram as 1.000 inscrições, movimentaram cerca de 3 mil pessoas e já têm nova edição confirmada para 2027

A Chapada dos Veadeiros viveu um fim de semana histórico no último 1º de agosto, com a realização da 1ª Maratona da Chapada e da 12ª Meia Maratona da Chapada. O evento reuniu atletas de diversas partes do Brasil, teve as 1.000 inscrições esgotadas e movimentou aproximadamente 3 mil pessoas, entre corredores, familiares, equipes de apoio e visitantes, fortalecendo o turismo esportivo e impulsionando a economia da região.

A principal novidade desta edição foi a estreia da Maratona da Chapada. Depois de 12 edições de sucesso da Meia Maratona da Chapada, a organização apresentou um novo desafio aos corredores de rua e amantes da natureza. A prova nasceu com a proposta de unir alto desempenho, aventura e contemplação em um dos cenários mais exuberantes do Cerrado brasileiro.

A maratona teve largada às 5h30, na Vila de São Jorge, e chegada em Alto Paraíso de Goiás, em um percurso de 42 quilômetros. Os atletas enfrentaram cerca de 650 metros de ganho acumulado de elevação e vento contrário durante praticamente todo o trajeto, tornando a estreia ainda mais desafiadora. Em contrapartida, foram recompensados por paisagens únicas da Chapada dos Veadeiros, em um percurso cercado pela vegetação nativa do Cerrado.

Já a tradicional 12ª Meia Maratona da Chapada, com largada às 7h30, levou os corredores por 21 quilômetros marcados por aproximadamente 225 metros de ganho acumulado de elevação e pelo forte vento que acompanhou os atletas durante boa parte da prova. Mais uma vez, o percurso proporcionou uma experiência que combina superação, contato com a natureza e belas paisagens.

A chegada das duas provas aconteceu em frente à icônica Nave Espacial de Alto Paraíso, um dos cartões-postais da cidade, proporcionando aos atletas uma recepção simbólica que reforça a identidade turística da região e integra esporte e natureza em um dos destinos mais procurados do Brasil.

A sustentabilidade também foi um dos pilares do evento. A organização manteve o sistema de hidratação por reabastecimento, eliminando o uso de copos descartáveis. Cada participante utilizou seu próprio recipiente, abastecido nos pontos de hidratação distribuídos ao longo dos percursos, reduzindo significativamente a geração de resíduos e contribuindo para a preservação ambiental da Chapada dos Veadeiros.

As comemorações seguiram após as provas com um sunset especial no Mirante do Alto, reunindo atletas, familiares e visitantes para contemplar o pôr do sol e, em seguida, a lua cheia iluminando a paisagem da Chapada em um ambiente de confraternização.

No domingo, o encerramento da programação aconteceu durante o tradicional Corona Day, na Cachoeira dos Cristais. O encontro reuniu atletas em uma programação voltada ao bem-estar, com prática de yoga, música e momentos de integração com a natureza, encerrando o fim de semana em sintonia com a essência do evento.

Além da experiência esportiva, a Maratona e a Meia Maratona da Chapada movimentaram hotéis, pousadas, restaurantes, bares, guias turísticos, atrativos naturais, comércio e diversos prestadores de serviço. O evento reforça a Chapada dos Veadeiros como um dos principais destinos brasileiros para o turismo esportivo, incentivando os visitantes a permanecerem por mais dias na região e gerando impacto positivo na economia local.

Para o diretor da prova, Marquinho Cerrado, a estreia da maratona representa a realização de um projeto construído ao longo de mais de uma década.

“Depois de 12 edições da Meia Maratona da Chapada, sentimos que era o momento de dar um novo passo. A Chapada dos Veadeiros merecia uma maratona à altura de toda a sua beleza e do potencial que tem para o turismo esportivo. Foram meses de planejamento e muito trabalho de toda a equipe. Ver as inscrições esgotadas e atletas de todo o Brasil vivendo essa experiência mostra que a prova já nasceu fazendo parte do calendário nacional da corrida.”

Com o sucesso da estreia, a organização já confirmou a realização da 2ª Maratona da Chapada, marcada para 31 de julho de 2027, reafirmando o compromisso de fortalecer a Chapada dos Veadeiros como um dos principais destinos brasileiros para provas de corrida em meio à natureza e experiências de turismo esportivo.

Serviço

Evento: 1ª Maratona da Chapada e 12ª Meia Maratona da Chapada
Data: 1º de agosto de 2026
Local: Vila de São Jorge e Alto Paraíso de Goiás (GO)
Realização: Cerrado Adventure
Patrocínio Master: @caixa

Patrocínio: @coronabrasil | @gatoradebrasil
Co-Patrocínio: @omodajaecooprimavia | @jetour.primavia | @venturaviaboats | @speciale_espresso | @alquimiadasaude | @omirantedoalto

CAMOCIM transforma memórias de mãe e filha em experiência poética sobre afeto e pertencimento

Foto Thais Mallom

Criado e interpretado por Cristina e Tatiana Carvalhedo, espetáculo realiza 12 apresentações gratuitas no Distrito Federal, em setembro

Há lembranças que permanecem guardadas em objetos, gestos, silêncios e histórias repetidas ao longo do tempo. Outras já não podem ser recuperadas por inteiro e, atravessadas pela imaginação, aproximam-se da fábula. É nesse território entre o vivido e o inventado que nasce CAMOCIM, espetáculo criado e interpretado por Cristina Carvalhedo e Tatiana Carvalhedo, mãe e filha na vida e parceiras na construção de uma obra que ativa afetos e memórias.

Nova produção da Carvalhedo Produções, a montagem realiza uma circulação gratuita pelo Distrito Federal entre os dias 4 e 26 de setembro. Ao todo, serão 12 apresentações no Gama, em Taguatinga, Planaltina e no Plano Piloto, acompanhadas por ações de acessibilidade, mediações destinadas a escolas públicas e atividades formativas abertas à comunidade.

Com dramaturgia autoral, CAMOCIM parte das experiências compartilhadas por Cristina e Tatiana para conduzir o público por uma narrativa na qual as lembranças tangíveis convivem com a ficção. Fragmentos do cotidiano, histórias familiares, ausências e silêncios compõem uma espécie de paisagem afetiva, capaz de despertar também as recordações de quem assiste.

Embora tenha como ponto de partida a relação entre mãe e filha, a obra ultrapassa os contornos desse vínculo. Ao contrário, abre espaço para a escuta, a cumplicidade e o afeto, revelando as diferentes formas pelas quais uma história familiar pode ser transmitida, preservada.

A direção artística e musical de Fernanda Jacob acompanha esse movimento entre realidade e fabulação. Humor e emoção se encontram em uma encenação construída por pequenos acontecimentos, atmosferas e lembranças que alcançam experiências reconhecíveis. Assim, CAMOCIM não pretende reconstruir o passado, mas perceber aquilo que se mantém vivo no presente.

Idealizadoras, dramaturgas e atrizes da montagem, Cristina e Tatiana Carvalhedo compartilham uma trajetória dedicada à criação artística. Em CAMOCIM, esse encontro entre gerações torna-se também matéria teatral: mãe e filha escrevem e ocupam juntas a cena, transformando a experiência familiar em uma criação sobre memória, ancestralidade e continuidade.

Encontro com diferentes públicos

Além das apresentações abertas ao público, a circulação contará com sessões voltadas a estudantes de escolas públicas. Realizadas em cada uma das regiões visitadas, elas serão precedidas por mediações culturais e terão interpretação em Libras e audiodescrição. O público em geral também poderá participar, mediante retirada de ingresso.

O projeto contempla ainda oficinas e outras ações formativas destinadas a diferentes públicos. A partir dos temas presentes no espetáculo, as atividades propõem experiências de criação, escuta e compartilhamento, ampliando o encontro entre artistas, comunidades e territórios.

CAMOCIM é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF).

Sinopse

Camocim é um espetáculo que transita entre memórias e heranças afetivas, revelando a potência daquilo que, parece desimportante. Em cena, mãe e filha atravessam lembranças, despedidas e histórias por meio de silêncios, gestos e ausências. A cena revela o que permanece vivo com o passar do tempo. Entre a realidade e a fábula, o espetáculo convida o público a reconhecer, nas experiências mais íntimas, um território comum de afeto.

Serviço

CAMOCIM — circulação gratuita pelo Distrito Federal
Classificação indicativa: 14 anos
Ingressos: gratuitos, mediante doação de 1kg de alimento, retirada pela plataforma Sympla
Acessibilidade: as sessões das 16h terão interpretação em Libras e audiodescrição

SESC Gama — Teatro Paulo Gracindo
4 de setembro, às 16h; 5 de setembro, às 20h; e 6 de setembro, às 18h

Bilheteria: https://www.sympla.com.br/evento/camocim-sesc-gama/3552550

SESC Taguatinga Norte — Teatro Paulo Autran
11 de setembro, às 16h; 12 de setembro, às 20h; e 13 de setembro, às 18h

Bilheteria: https://www.sympla.com.br/evento/camocim-sesc-taguatinga-norte/3552575

Mini Teatro Lieta de Ló — Planaltina
17 de setembro, às 16h; 18 de setembro, às 20h; e 19 de setembro, às 20h

Bilheteria: https://www.sympla.com.br/evento/camocim-mini-teatro-lieta-de-lo/3552610

Espaço Cultural Renato Russo — Teatro Hugo Rodas — 508 Sul
24 de setembro, às 16h; 25 de setembro, às 20h; e 26 de setembro, às 20h

Bilheteria: https://www.sympla.com.br/evento/camocim-ecrr-508-sul/3552648

Ficha técnica:

Idealização, dramaturgia e atuação: Cristina Carvalhedo e Tatiana Carvalhedo. Direção artística e musical: Fernanda Jacob. Coordenação geral: Cristina Carvalhedo. Coordenação administrativa: Carvalhedo Produções. Coordenação de produção: Tatiana Carvalhedo. Coordenação pedagógica: Marcelo Nenevê. Produção executiva: Janaína Azevedo e Marcelo Nenevê. Cenografia: Fernanda Jacob e Marley Oliveira. Figurino: Cristina Carvalhedo e Tatiana Carvalhedo. Iluminação: Manu Maia. Operação de luz: Manu Maia e Shirley Araújo. Técnico de Som: Damião dos Santos. Sonoplastia: Diogo Vanelli. Provocação cênica: Ana Flávia Garcia e Francis Wilker. Designer gráfico: Pedro de Oliveira. Fotografia: Diego Bresani, Jordana Mascarenhas, Mariana Guedes, Mila Petrillo e Thaís Mallon. Coordenação de acessibilidade: Iury Ferraz. Gestão de mídias sociais e registro audiovisual: Vitor Ambrosio. Oficinas: Cristina Carvalhedo, Tatiana Carvalhedo, Fernanda Jacob, Virgínia Nenevê e Luiza Guimarães. Mediação cultural: Bruna Paz e Pedro Ribeiro. Assessoria de imprensa: Rodrigo Machado.

Beleza que respira: por que a rinoplastia moderna une estética e função

O otorrinolaringologista e cirurgião cérvico-facial Dr. Vitor Abrão em procedimento cirúrgico: a rinoplastia moderna integra a correção de desvios estruturais e conchas nasais ao refinamento estético da face em um único planejamento anatômico, foto divulgaçao

Muito além da estética de fotografia: investigamos o impacto do clima seco nas vias aéreas e a abordagem cirúrgica que entrega beleza por fora e função por dentro

Com a chegada dos meses de estiagem e a queda brusca da umidade relativa do ar, o desconforto respiratório passa a fazer parte da rotina. A sensação persistente de nariz entupido e o ressecamento das vias aéreas levam milhares de pessoas a recorrerem automaticamente aos frascos de descongestionantes nasais em busca de alívio rápido. No entanto, o que parece um gesto inofensivo de autocuidado pode desencadear um ciclo silencioso de dependência tecidual e mascarar alterações estruturais que exigem avaliação médica especializada.

A conversa contemporânea sobre bem-estar e beleza facial superou a busca por padrões artificiais de fotografia. Hoje, o verdadeiro luxo reside na saúde funcional e na harmonia anatômica. Investigamos como o clima seco afeta a respiração, quais são os limites do uso de medicamentos tópicos e de que maneira a cirurgia nasal moderna consegue integrar a correção funcional à estética em um único planejamento cirúrgico.

O perigo do alívio imediato: soro fisiológico não é descongestionante

A confusão cotidiana mais frequente durante o período de seca é tratar vasoconstritores como se fossem soro fisiológico. As duas formulações atuam de maneiras completamente distintas na mucosa nasal.

A solução salina isotônica (cloreto de sódio a 0,9%) age por hidratação física e limpeza mecânica, removendo secreções e impurezas sem interferir no calibre vascular. Já os descongestionantes contêm substâncias vasoconstritoras sintéticas que contraem rapidamente os vasos sanguíneos da mucosa, reduzindo o volume dos cornetos nasais (a popular “carne esponjosa”) e liberando a passagem de ar em poucos minutos.

O problema surge quando o uso pontual se transforma em hábito diário.

“Com o uso prolongado e indiscriminado, o paciente passa a apresentar o chamado efeito rebote: quando o efeito da medicação termina, a mucosa volta a congestionar e o nariz entope novamente. Cria-se o ciclo da rinite medicamentosa. O descongestionante pode abrir o nariz em minutos, mas não necessariamente trata a causa do nariz entupido”, explica o médico otorrinolaringologista e cirurgião cérvico-facial Dr. Vitor Abrão, mestre pela Universidade de São Paulo (USP).

Os sinais da rinite medicamentosa e o alerta anatômico

A dependência do medicamento costuma manifestar sinais claros na rotina: o frasco passa a acompanhar a pessoa no bolso ou na mesa de cabeceira, a aplicação torna-se mandatória para conseguir dormir e a frequência de uso aumenta progressivamente.

Mais do que o vício farmacológico na mucosa, o uso crônico de vasoconstritores costuma mascarar problemas pré-existentes. Quando a dificuldade respiratória é constante, predomina em um dos lados do nariz, prejudica o sono ou obriga a respiração pela boca, a causa pode ser anatômica — como um desvio de septo pronunciado, hipertrofia de conchas nasais ou alterações da válvula nasal.

“O descongestionante não corrige anatomia. Se existe um desvio importante do septo, pingar vasoconstritor repetidamente produz apenas alívio temporário, mas não elimina a obstrução física. Precisamos parar de perguntar apenas qual remédio usar e começar a investigar por que aquele nariz não está respirando”, ressalta o especialista.

Nariz integrado: bonito por fora, funcional por dentro

A visão contemporânea da cirurgia facial estabelece que o nariz não é apenas uma estrutura estética central na face, mas sim um órgão respiratório complexo. As mesmas cartilagens e estruturas ósseas que definem o contorno, o dorso e a projeção da ponta nasal participam ativamente da manutenção da passagem aérea.

Diretrizes médicas internacionais recomendam que todo paciente interessado em procedimentos estéticos passe por uma avaliação funcional detalhada antes da cirurgia. Quando existem queixas associadas, a rinoplastia combinada permite alinhar o refinamento visual da face à correção de desvios e à redução do volume excessivo das conchas nasais em um único tempo cirúrgico.

“Em vez de pensar em uma cirurgia estética e uma funcional como dois narizes diferentes, planejamos um único nariz. Um bom resultado precisa ser bonito por fora e funcional por dentro, garantindo que o paciente passe por uma única anestesia e uma recuperação unificada”, pontua o Dr. Vitor Abrão.

Ganhos reais na qualidade de vida

Muitas pessoas convivem com a respiração oral e a má qualidade do sono há tanto tempo que deixam de perceber o impacto desse quadro na rotina. No pós-operatório da cirurgia combinada, o restabelecimento da via aérea nasal proporciona benefícios diretos:

  • Sono mais reparador: redução de despertares noturnos e da sensação incômoda de acordar com a boca ressecada.
  • Rendimento físico: melhora na oxigenação durante a prática de exercícios e atividades diárias.
  • Liberdade terapêutica: interrupção do ciclo contínuo de dependência de frascos descongestionantes para conseguir respirar.

O especialista reforça que a cirurgia nasal tem como meta exclusiva devolver a respiração adequada, não devendo ser vendida como solução isolada para quadros multifatoriais complexos, como apneia obstrutiva do sono.

Guia de autocuidado seguro durante o clima seco

Para proteger as vias aéreas sem colocar a saúde da mucosa em risco, algumas medidas clínicas simples devem orientar a rotina durante a estiagem:

  • Hidratação salina contínua: utilize sprays de soro fisiológico estéril várias vezes ao dia para umidificar a mucosa e remover partículas e alérgenos.
  • Ingestão hídrica: aumente o consumo diário de água para manter a hidratação tecidual do organismo.
  • Controle ambiental: utilize umidificadores no quarto durante a noite (mantendo a higienização rigorosa do aparelho contra fungos) e evite exposição direta a ar-condicionado excessivo, fumaça ou poeira.
  • Avaliação médica: caso a obstrução persista, ocorram sangramentos frequentes ou haja necessidade de uso diário de medicamentos vasoconstritores, consulte um otorrinolaringologista. “A seca pode piorar os sintomas, mas nem todo nariz entupido durante a estiagem é culpa apenas do clima”.

Sobre o Dr. Vitor Abraão

Dr. Vitor Abraão é médico otorrinolaringologista, cirurgião cérvico-facial e mestre pela Universidade de São Paulo (USP). Com ampla atuação em cirurgia da face e rinoplastia de alta precisão, seu trabalho alia rigor anatômico e planejamento personalizado para unir equilíbrio estético, função respiratória e naturalidade.

Revivendo os clássicos: Gigio Teixeira homenageia raízes do country em Nashville

Foto divulgação

Novo projeto conecta a identidade musical brasileira à experiência de músicos renomados na cena country americana

O cantor brasileiro Gigio Teixeira transformou uma viagem à capital mundial da country music em uma oportunidade para registrar seis clássicos do gênero ao lado de músicos norte-americanos. O resultado é o projeto Nashville Sessions, que une a sonoridade tradicional do country à interpretação e influências brasileiras do artista.

Com mais de quatro anos de carreira profissional, o artista se tornou uma das principais referências da música country em Brasília e passou por importantes palcos da capital, como o Capital Moto Week, Feitiço das Artes e Galpão 17, consolidando uma identidade artística que ganha novas dimensões com o projeto gravado em Nashville (EUA).

O intercâmbio cultural se tornou uma das principais características das gravações e um diferencial para quem já curte os clássicos do gênero: “A mixagem entre o trabalho de um brasileiro com músicos dos Estados Unidos, que entendem dessa linguagem do country, trouxe uma identidade muito singular para o Nashville Sessions. É uma forma de combinar nossa cultura latina com a tradição e a essência do country norte-americano”, explicou Gigio. 

O repertório do projeto passeia principalmente por clássicos do country das décadas de 1970, 1980 e 1990, incluindo releituras de músicas lançadas originalmente por músicos como Johnny Cash, Alan Jackson, Brooks & Dunn, Garth Brooks e Mark Chesnutt. 

A gravação busca preservar a estética tradicional do gênero. Por isso, em vez de uma produção marcada por efeitos e recursos digitais, as sessões foram registradas com uma banda formada por músicos que atuam profissionalmente no cenário country norte-americano.

As gravações foram realizadas no Top Track Studios, em Nashville, com participação da Gonzalez Media e produção musical de Gilbran Sponchiado. Entre os músicos envolvidos estão profissionais com experiência ao lado de grandes nomes da música country internacional. O time inclui Eddy Dunlap, que toca pedal steel para artistas como George Strait e Luke Bryan, Paul Bowen, com trabalhos para a banda Lady A, e Chris Condon, guitarrista e diretor musical de Billy Ray Cyrus, além de Tommy Harden, baterista da banda Alabama e indicado a Drummer of the Year pela Academy of Country Music (ACM), em 2025.

A primeira música escolhida para chegar ao público no dia 18 de setembro é Neon Moon, da dupla Brooks & Dunn, considerada por Gigio uma de suas favoritas e um dos grandes sucessos do country dos anos 1990.

As músicas serão lançadas quinzenalmente no Spotify e no Youtube, com os clipes também gravados em Nashville.

“Estou muito feliz de finalmente poder compartilhar esse projeto com nossos fãs brasileiros. Foi uma experiência muito especial gravar nos Estados Unidos e espero de verdade que o público goste das músicas e curta esse trabalho tanto quanto eu gostei de fazê-lo”, diz Gigio.

TÁ NO AR: Primeira temporada do Podcast Favela Talks reúne diferentes olhares sobre como se constrói uma carreira na música periférica

Composta
por quatro episódios, temporada completa traz conversas com MU540,
Valesca Popozuda, Priscila Melo e Puterrier sobre criação, mercado,
gestão, identidade e os desafios de fazer uma trajetória durar


Gravados
ao vivo no Museu Nacional, durante o Favela Talks 2026, os quatro
episódios são apresentados por Ana Paula Paulino e Dennis Novaes e já
estão disponíveis nas principais plataformas de áudio

OUÇA TODOS OS EPISÓDIOS:
Spotify | Deezer | Apple Podcasts | Amazon Music

O que existe entre fazer música e transformar esse trabalho em uma carreira? Não há uma resposta única, e a primeira temporada do Podcast Favela Talks parte justamente de quatro trajetórias, com suas diferenças e similaridades, para falar sobre os caminhos possíveis dentro do mercado musical brasileiro. Com MU540, Valesca Popozuda, Priscila Melo e Puterrier, os quatro primeiros episódios já estão disponíveis nas principais plataformas de streaming de áudio e trazem conversas sobre criação, gestão, identidade artística, longevidade, construção de público e tudo aquilo que acontece antes, durante e depois de uma música chegar aos ouvidos de quem está do outro lado dos fones e caixas de som. 

As conversas foram gravadas ao vivo no dia 31 de julho, no Museu Nacional da República, durante a quinta edição do Favela Talks, conferência ligada ao Favela Sounds, o maior festival de música de periferia do Brasil. Pela primeira vez, os debates que fazem parte da história do projeto ganharam formato de podcast, fazendo com que as trocas realizadas presencialmente em Brasília possam continuar circulando e chegar a artistas, produtores, empreendedores criativos e pessoas interessadas em compreender melhor os bastidores da música brasileira.

A temporada começa com MU540, que leva para a conversa a perspectiva de quem construiu sua trajetória a partir da produção musical. Referência no funk, no trap e na música eletrônica, ele fala “dos corres” que o levaram da Baixada Santista a pistas e festivais dentro e fora do país, passando por processo criativo, pesquisa sonora e pelo espaço ocupado pelo produtor na cadeia da música.

Se com MU540 o ponto de partida está na criação, Valesca Popozuda traz a experiência de quem precisou construir e sustentar uma voz própria diante do público dentro de um estilo hoje consolidado, mas ainda em construção na época em que ela começou. Uma das artistas que ajudaram a transformar o funk brasileiro, ela revisita sua trajetória para falar sobre protagonismo feminino, desejo, liberdade artística, preconceitos e a capacidade de se reinventar sem abrir mão da própria identidade.

Já o terceiro episódio muda um pouco o ponto de vista e coloca os bastidores no centro da conversa. Priscila Melo, empresária de Liniker e Anelis Assumpção, fala sobre o trabalho necessário para fazer uma carreira acontecer longe dos holofotes. Gestão, planejamento, formação de equipe e estratégia aparecem na conversa, mas sem a promessa de uma fórmula pronta.

Fechando essa temporada, Puterrier parte de sua própria história para discutir o momento em que identidade, repertório e repercussão começam a se transformar em carreira. Cria de Del Castilho, na Zona Norte do Rio de Janeiro, o rapper fala sobre a construção de hits, as misturas entre funk, grime e drill que deram origem ao seu “atabagrime”, presença digital, construção de marca e os desafios de fazer o interesse do público permanecer para além de um lançamento.

As quatro conversas são conduzidas por Ana Paula Paulino, gerente de A&R da Warner Music Brasil e sócia da Ubuntu Produções, e Dennis Novaes, professor da Escola de Belas Artes da UFRJ, escritor e co-idealizador do Favela Sounds. A dupla acompanha o Favela Talks desde suas primeiras edições e conduz os convidados por histórias pessoais e questões que atravessam diferentes etapas de uma carreira musical.

Conversas para além do Talks

A criação do podcast amplia uma proposta que acompanha o Favela Talks desde seu surgimento: transformar experiência e conhecimento em ferramentas que possam circular entre novos artistas, produtores e empreendedores.

Em 2026, o projeto chegou à quinta edição reunindo cerca de 3 mil pessoas em três dias de atividades. Além das gravações do podcast, a programação contou com shows e showcases, LAB de Mentorias, Bancas de Ideias e a maior Rodada de Negócios já realizada pelo projeto, com mais de 300 reuniões entre artistas e profissionais de diferentes setores do mercado musical.

Os quatro episódios do Podcast Favela Talks estão disponíveis gratuitamente no Spotify, Deezer, Apple Music, YouTube Music e Amazon Music.

SERVIÇO
Podcast Favela Talks – 1ª temporadaApresentação: Ana Paula Paulino e Dennis Novaes
Convidados: MU540, Valesca Popozuda, Priscila Melo e Puterrier
Disponível em: Spotify | Deezer | Apple Podcasts | Amazon Music
Mais informações: favelasounds.com.br
Instagram: instagram.com/favelatalks // instagram.com/favelasounds
Facebook: facebook.com/favelasounds
X: x.com/favelasounds
YouTube: youtube.com/favelasounds 

“Amor em Rosa” ganha mais lugares e mais sessões

Divulgação

.A montagem vai migrar da Galeria 4 para o Teatro 1, aumentando a capacidade de espectadores

“Amor em Rosa”, direção de Sérgio Maggio, propõe uma imersão no universo criativo de Noel Rosa por meio de uma encenação inspirada na estética vibrante do teatro de revista dos anos 1930.

Em cena, 21 canções do compositor ganham nova dimensão em uma narrativa marcada pela irreverência, pela crítica social e pelo espírito popular que consagraram sua obra. As sessões acontecem de 28 a 30 de agosto, na sexta, às 20h; sábado, às 19h e às 21h; e domingo, às 19h e às 21h. Ingressos à venda a partir de quinta (27/8) ao meio-dia no site e na bilheteria física do CCBB. 

Poucos artistas traduziram tão bem o espírito do Brasil urbano quanto Noel Rosa (1910–1937). Conhecido por clássicos como Último Desejo e Feitio de Oração, o compositor também manteve uma relação profunda com o teatro de revista e com o universo radiofônico, duas linguagens fundamentais para a construção da cultura popular brasileira no século XX. 

“Este é um projeto acalentado há 20 anos, que se beneficiou da pesquisa que o coletivo Criaturas Alaranjadas desenvolve sobre o Teatro Musical Popular Brasileiro (TMPB). É uma narrativa que se apropria da estética das revistas dos anos 1930 e da consolidação do rádio como meio de comunicação de massa que integra o Brasil”, aponta Jones Schneider, idealizador do projeto, que tem patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) e apoio do Banco do Brasil.

A dramaturgia parte de um recorte de canções de Noel Rosa e organiza esse material em um libreto que não segue a chave biográfica. Em cena, as músicas são articuladas a uma narrativa picaresca, atravessada por sátira social típica das revistas e por uma radionovela sobre a relação entre Noel Rosa e Ceci, sua musa. O repertório inclui ainda Tico-tico no fubá, de Zequinha de Abreu, transformado na paródia Melô dos penduricalhos.

Amor em Rosa mobiliza processos artísticos ligados ao teatro de revista brasileiro e a radionovela, duas linguagens populares de forte memória afetiva, histórica e cultural das pessoas e dos grupos sociais de uma época de abruptas mudanças técnicas que alteraram as formas de circulação, escuta e performance da canção. “Noel Rosa estava nesse lugar entre a magia da tradição do samba de mesa e o assombro das novas tecnologias nos estúdios de rádio. Não hesitou em partir para os registros elétricos dos fonogramas, com microfones e amplificadores. A década de 1930, auge de sua produção, marca essa massificação dos bens culturais”, destaca o dramaturgo Sérgio Maggio, que divide a direção com Jones Schneider.

– “O trio de atores está afiado em cena. Jones Schneider conduz o jogo com ginga de malandro e ótimo tempo de comédia; e, além de nos presentear com sua surpreendente voz, assume a responsabilidade de encarnar o próprio Noel Rosa. Ao seu lado, Wol Nunnes brilha intensamente como Marly Temporal e também vive as principais mulheres que orbitaram a vida do compositor. Jeff Moreira, encarnando com puro glamour e deboche a fabulosa Condessa Genoveva, fã inveterada de Noel, envolta em plumas e paetês, sambando na cara da sociedade e brindando o público com a celebração da vida e obra de Noel e expondo os babados da rídicula “alta sociedade” de Brasília; concatenada com as críticas e denúncias em grande parte autobiográficas das músicas do Poeta da Vila, sua língua de cobra chicoteia sem pudores a hipocrisia dessa gente que só cai pra cima”, revela Rodrigo Ferret,  crítico de teatro.

SERVIÇO:

[Teatro] Amor em Rosa

Gênero: revista musical

Local: TEATRO 1 do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília

Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF

Temporada: prorrogada: de 28 a 30 de agosto de 2026

Dias e horários: na sexta, às 20h; sábado, às 19h e às 21h; e domingo, às 19h e às 21h. 

Ingresso: R$ 30 (inteira), e R$ 15 (meia para estudantes, professores, profissionais da saúde, pessoa com deficiência e acompanhante, quando indispensável para locomoção, adultos maiores de 60 anos e clientes Ourocard), à venda a partir de quinta (27/8) ao meio-dia no site e na bilheteria física do CCBB.  Site www.bb.com.br/cultura.

Duração: 80 minutos
Classificação indicativa: não recomendado para menores de 16 anos

Capacidade: 327 lugares.

Inscrições abertas para cursos gratuitos de tecnologia em Ceilândia e Santa Maria

Divulgação

Projeto Digital City abre vagas para capacitação em inteligência artificial, marketing digital e segurança da informação, com aulas gratuitas a partir do dia 27 em duas regiões administrativas.

Moradores de Ceilândia e Santa Maria já podem se inscrever em uma nova edição do projeto Digital City, que oferece cursos gratuitos voltados à qualificação profissional na área de tecnologia. As aulas começam no próximo dia 27 e serão realizadas simultaneamente nas duas regiões administrativas, nos períodos matutino e vespertino.

A iniciativa busca ampliar o acesso à formação em competências ligadas à economia digital, preparando jovens e adultos para oportunidades de emprego, recolocação profissional e empreendedorismo em um mercado cada vez mais orientado pela tecnologia.

Com carga horária de 40 horas, o curso reúne conteúdos em cinco áreas: inteligência artificial aplicada, gestão e marketing digital, rotinas administrativas digitais, tecnologia no celular e segurança da informação. A proposta combina aulas teóricas e atividades práticas voltadas ao uso de ferramentas presentes no cotidiano de empresas e profissionais.

Entre os conteúdos, os participantes aprenderão a utilizar recursos de inteligência artificial para automatizar tarefas, aumentar a produtividade, produzir conteúdos e desenvolver soluções para diferentes atividades. O programa também inclui estratégias de marketing digital, gestão de redes sociais, digitalização de processos administrativos e práticas de proteção de dados.

Além da formação técnica, o projeto prevê palestras e workshops com especialistas em tecnologia, inovação e empreendedorismo. Os encontros abordarão tendências do setor, aplicações das ferramentas digitais e possibilidades de atuação profissional, permitindo que os alunos desenvolvam projetos ao longo da capacitação.

O curso também terá foco no desenvolvimento de habilidades comportamentais valorizadas pelo mercado de trabalho, como comunicação, criatividade, organização, pensamento crítico e resolução de problemas.

Nesta edição, o Digital City funcionará em dois polos. Em Santa Maria, as atividades ocorrerão no Centro Empresarial da cidade. Já em Ceilândia, as aulas serão realizadas na unidade do Pró-DF Sul.

Os participantes que cumprirem os critérios de frequência e aproveitamento receberão certificado de conclusão, documento que poderá ser utilizado para fortalecer o currículo e ampliar as possibilidades de inserção no mercado de trabalho.

Serviço

Projeto Digital City

Início das aulas: 27 de julho

Horários: turmas nos períodos matutino e vespertino.

Realização:  Instituto Restaurando Vidas (IRV)

Fomento: Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação – SECTI-DF

Locais:

Bailão no Cerrado reúne artistas nacionais e locais da cultura popular

Foto divulgação

Festival gratuito promovido pelo grupo As Fulô do Cerrado acontece nos dias 05 e 06 de setembro no estacionamento da CAIXA Cultural Brasília, com nove atrações, como João do Pife de Caruaru (PE), Coco Raízes de Arcoverde (PE) e Vitória do Pife (PE).

O mês do Cerrado começa com muita celebração e a força das tradições populares. É o Bailão no Cerrado, evento que promove o encontro de artistas da cultura popular do Distrito Federal e Pernambuco. A programação contempla manifestações como bandas de pífanos, coco, forró, samba de roda, mamulengo e bumba meu boi, estabelecendo encontros entre tradição e contemporaneidade, mestres reconhecidos e novas gerações. O projeto também oferece oficinas formativas e destaca a transmissão dos saberes populares, além das relações entre cultura, território, memória e o Cerrado.

Entre os nomes confirmados estão o Mestre João do Pife de Caruaru (PE), o consagrado Coco Raízes de Arcoverde (PE), a pifeira da nova geração caruaruense Vitória do Pife (PE), e as idealizadoras do Bailão, As Fulô do Cerrado (DF), que fazem o show de lançamento de seu primeiro álbum, “De Rio a Rua” – uma celebração dos dez anos de trajetória do grupo brasiliense, formado por cinco mulheres que pesquisam e difundem ritmos, instrumentos e saberes da cultura popular brasileira.

A cena local conta ainda com a força do Boi de Seu Teodoro, o encanto do Vereda dos Mamulengos, a energia das Sambadeiras de Roda, a alegria do Ventoinha de Canudo e a batida de Tawá Tingá. Nos intervalos, a DJ Beira Mundo traz sua originalidade aos palcos.


O Bailão no Cerrado acontece nos dias 5 e 6 de setembro (sábado e domingo), na CAIXA Cultural Brasília e no Centro Tradicional de Invenção Cultural. A entrada é franca, com classificação indicativa livre, espaço reservado para pessoas com deficiência e recursos de acessibilidade em Libras e audiodescrição.

PROGRAMAÇÃO

05/09  – sábado
Oficinas Gratuitas

  • Oficina de Fabricação de Pife, com Mestre João do Pife e Vitória do Pife (PE) – das 10h às 12h, no Centro Tradicional de Invenção Cultural (813 Sul). Nesta oficina prática, os participantes aprenderão a confeccionar artesanalmente o pífano, do preparo dos materiais ao acabamento. 20 Vagas – Classificação indicativa: 14 anos.
  • Oficina Coco Trupé, com Coco Raízes de Arcoverde (PE) – das 10h às 12h, na CAIXA Cultural Brasília. A oficina traz dança, percussão e vivência coletiva, abordando a história e os movimentos dessa tradicional manifestação pernambucana.  25 Vagas. Classificação indicativa: Livre.
  • Oficina de Toques de Pife, com Vitória do Pife (PE) – das 14h às 15h50, na CAIXA Cultural Brasília. A oficina é uma vivência prática de aperfeiçoamento do pífano, com foco em técnica, sonoridade e repertório tradicional das bandas de pífanos. 15 Vagas. Classificação indicativa: Livre.
  • Oficina de Percussão no Forró, com As Fulô do Cerrado (DF) –  das 16h30 às 18h30, na CAIXA Cultural Brasília. A atividade é uma oficina prática de xote e baião com triângulo, zabumba e pandeiro, explorando ritmo, coordenação, improviso e criação coletiva.  25 Vagas. Classificação indicativa: Livre

06/09 – domingo
Apresentações

15h00 – Vereda dos Mamulengos
15h40 – Cortejo Tawá Tingá
16h40 – Sambadeiras de Roda
17h40 – Mestre João do Pife e Vitória do Pife
19h00 – Boi de Seu Teodoro
20h00 –  As Fulô do Cerrado
21h00 – Ventoinha de Canudo
21h40 – Coco Raízes de Arcoverde
DJ Beira Mundo nos intervalos das apresentações

Bailão no Cerrado
O Bailão no Cerrado promove um encontro gratuito entre mestres, mestras, grupos tradicionais e novas gerações da cultura popular brasileira. A programação reúne música, dança, oficinas e outras expressões, aproximando diferentes gerações e fortalecendo a circulação de saberes, práticas e formas de expressão que fazem parte da diversidade cultural do Cerrado.

O festival é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Distrito Federal.

SERVIÇO
Bailão no Cerrado
Quando: 05 e 06 de setembro , sábado e domingo
Classificação indicativa: Livre
Entrada gratuita com retirada de ingresso pelo link
https://www.sympla.com.br/evento/bailao-no-cerrado/3554745

Sábado (5/09) – Oficinas

  • CAIXA Cultural Brasília – das 10h às 18h30
    Oficinas gratuitas de Coco Trupé, Toques de Pife e Percussão no Forró
  • Centro Tradicional de Invenção Cultural (813 Sul)  – 10h às 12h
    Oficina gratuita de Fabricação de Pife

Domingo (6/09) – Apresentações

  • Estacionamento da CAIXA Cultural Brasília – das 15h às 23h
    Pife, rabeca, coco, forró, samba de roda, mamulengo e bumba meu boi

Evento gratuito reúne especialistas, profissionais e atletas e debate futuro da equinocultura no Distrito Federal

Encontro acontece nos dias 8 e 9 de setembro e contará com palestras e atividades práticas

Seminário do cavalo terá dois dias de programação no Parque Granja do Torto, com debates sobre bem-estar animal, biomecânica, nutrição, treinamento, medicina esportiva e manejo de equinos

O Distrito Federal recebe, nos dias 8 e 9 de setembro, o Seminário do Cavalo, evento gratuito que reunirá no Parque Granja do Torto profissionais, estudantes, médicos-veterinários, criadores, atletas e demais interessados no universo da equinocultura. Durante dois dias, especialistas de diferentes áreas vão discutir temas relacionados ao desenvolvimento da atividade, como bem-estar animal, biomecânica, nutrição, treinamento, saúde esportiva e preparação dos cavalos e atletas para o esporte equestre.
 

Organizadora do Seminário do Cavalo, Lydia Costa explica que a iniciativa busca fortalecer e dar mais visibilidade à equinocultura no Distrito Federal, além de promover a integração entre os diferentes segmentos ligados à atividade. “Queremos reunir profissionais, estudantes, criadores e pessoas que convivem com cavalos, aproximando o conhecimento científico das experiências práticas. A ideia é criar um espaço de troca de informações sobre criação, manejo, saúde e utilização dos equinos”, afirma.
 

No dia 8 de setembro, a programação terá como tema central “Bem-estar Animal e Bases da Equinocultura Moderna”. A abertura será às 8h30, com credenciamento e coffee break. Às 9h30, a médica-veterinária Cláudia Leschonski, da Universidade do Cavalo, em São Paulo, ministra a palestra magna “Um relacionamento em movimento – os desafios da equinocultura no século XXI”.
 

Na sequência, o painel “Biomecânica dos Equinos: Movimento, Conformação e Saúde” vai abordar a relação entre a estrutura corporal, o movimento e a saúde dos cavalos. Entre os participantes previstos estão a fisioterapeuta Leandra Leal, mestre e doutoranda pela Universidade de Brasília (UnB), e a médica-veterinária Gabriela Guenka, especialista em ortopedia e biomecânica equina, cuja participação ainda consta como a confirmar. A moderação será do coronel Jorge Dornelles, presidente da Associação Nacional de Equoterapia (ANDE Brasil).
 

Bem-estar e alta performance
A programação da tarde inclui o painel “Ambiência e Manejo: Construindo um Ambiente Saudável para o Cavalo”, com a participação de Rodrigo Oliveira, docente permanente e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Saúde Animal da UnB.
 

Outro destaque será a discussão “Bem-estar x Alta Performance: Existe Conflito?”, que vai colocar em debate a relação entre os cuidados com os animais e as exigências do esporte de alto rendimento. Participam do painel Almir Vieira, presidente da Federação Hípica de Brasília, e Antônio Raphael, médico-veterinário e docente na Universidade de Brasília. A moderação ficará a cargo de Fernando Gonçalves, presidente do Sindicato de Criadores de Bovinos, Bubalinos e Equídeos.
 

Nutrição, treinamento e saúde esportiva
No dia 9 de setembro, o seminário terá como tema central “Nutrição, Treinamento e Saúde Esportiva”. A programação começa às 8h com coffee break e, às 8h30, será realizado o painel “Nutrição de Equinos: Alimentação para Saúde e Performance”. Participam da discussão Mariana Bonow, médica-veterinária graduada pela UnB, e Wender Ferreira da Silva Ponte, zootecnista e docente na UPIS.
 

Às 9h45, o painel “Esporte Equestre: Treinamento Baseado em Evidências” vai discutir a preparação para a prática esportiva a partir de conhecimentos técnicos e científicos. Estão entre os participantes Luiza Khodr, especialista em ensino da equitação desde 2002, e Cláudia Leschonski, médica-veterinária. O seminário também abre espaço para discutir a dimensão econômica da atividade. Às 11h, Alexandre Bezerra Nabholz, líder da Equine Capital, ministra palestra sobre mercado financeiro equestre.
 

Medicina esportiva e atividades práticas
No período da tarde, o painel “Medicina Esportiva e Longevidade dos Equinos Atletas” abordará os cuidados com a saúde dos animais submetidos à atividade esportiva. A partir das 15h, o conhecimento deixa as salas de discussão e ganha espaço também nas oficinas práticas. A programação inclui atividades sobre casqueamento e doma, sob responsabilidade do Senar-DF; marcha, morfologia e julgamento do Mangalarga Marchador, com Júlio Rafael e o Núcleo Mangalarga Marchador; e caracterizações raciais, sob responsabilidade da Associação de Zootecnistas do Distrito Federal.
 

Também será realizada uma oficina de horsemanship, voltada ao respeito e à confiança na relação com os cavalos. A atividade será conduzida pela médica-veterinária Cláudia Leschonski, da Universidade do Cavalo (SP), que destaca que os avanços no conhecimento sobre comportamento e bem-estar animal têm provocado mudanças na forma como os cavalos são manejados e treinados. Para ela, esse novo olhar é um dos principais desafios da equinocultura contemporânea. “Precisamos buscar bons resultados sem perder de vista as necessidades e os limites de cada cavalo. Conhecer melhor o animal nos permite construir práticas de manejo e treinamento mais responsáveis e adequadas.”
 

Cláudia também ressalta que bem-estar e desempenho não precisam estar em lados opostos, especialmente quando o treinamento considera as características individuais e o comportamento dos equinos. “Quando existe respeito aos limites do cavalo e uma relação construída com confiança, é possível conciliar desempenho, segurança e bem-estar. Isso contribui para um trabalho mais consistente e para uma relação mais equilibrada entre o animal e quem lida com ele.”
 

A participação no Seminário do Cavalo é gratuita. A organização solicita apenas, de forma voluntária, a doação de ração para cavalos. As inscrições podem ser feitas pelo site oficial do evento.
 

Serviço
Seminário do Cavalo
Data: 8 e 9 de setembro de 2026
Local: Parque Granja do Torto – Brasília (DF)
Entrada: gratuita
Doação: contribuição voluntária de ração para cavalos
Inscrições: seminariodocavalo.com.br
Programação: palestras, painéis e oficinas práticas sobre bem-estar animal, biomecânica, manejo, nutrição, treinamento, medicina esportiva, esporte equestre e equinocultura

CINEMA BRASILEIRO AMPLIA COPRODUÇÕES INTERNACIONAIS EM BUSCA DE CRESCIMENTO E MAIOR PRESENÇA NO EXTERIOR

Foto Rayane Mainara

Após títulos nacionais ganharem destaque mundo afora, players do mercado brasileiro se articulam por meio da Plataforma Brasil de Audiovisual para ampliar parcerias internacionais

O audiovisual brasileiro viu seu número de parcerias internacionais mais do que dobrar nos últimos três anos. É em meio a esse contexto que o país vem apostando em projetos como a Plataforma Brasil de Audiovisual, criada para promover a aproximação entre players do mercado brasileiro, investidores, fundos e empresas internacionais. Segundo a Agência Nacional do Cinema (Ancine), os pedidos de Reconhecimento Provisório de Coprodução Internacional saltaram de 56 para 140 entre 2023 e 2025, período em que o Brasil protagonizou conquistas importantes no cenário internacional, como o primeiro Oscar do país, reforçando a necessidade de iniciativas voltadas ao fortalecimento do cinema brasileiro.

Em 2026, um ano depois da vitória de Ainda Estou Aqui no Oscar, o Brasil levou ao Festival Internacional de Cinema de Xangai (SIFF), atualmente um dos principais do continente asiático, a maior delegação de profissionais do audiovisual de sua história, com um total de 80 membros. A comitiva viajou à China a convite da Plataforma, em busca de impulsionar e facilitar a internacionalização do cinema brasileiro a médio e longo prazo. Inicialmente organizada para levar 16 empresas ao Mercado Internacional de Cinema e TV de Xangai, o evento de mercado do SIFF, a missão contou com 22 empresas para representar o país, adquirindo um alcance ainda maior e ampliando a possibilidade de novos negócios.

Membro da delegação que foi a Xangai, Nelson Sato, presidente da distribuidora Sato Company, conta que os encontros propiciados pela Plataforma demonstram oportunidades tanto para a Sato quanto para as demais empresas brasileiras. Referência na distribuição de obras asiáticas, animes e animações de empresas como o Studio Ghibli, a Sato Company trabalha com a China desde a década de 1990, como explica Nelson Sato. “O endosso de ser convidado numa missão oficial do Brasil na China contribui na construção de credibilidade que, na Ásia em geral, somente o tempo e a conduta correta constroem”, afirma.

De 2023 a 2025 a Ancine registrou um total de 124 obras realizadas em coprodução internacional. O número aponta para um crescimento se comparado com dados gerais da Agência sobre o período de 2015 até 2024, que contou com 242 coproduções ao todo. Iniciativas como a Plataforma só tendem a fortalecer esse quadro, como explica Zé Brandão, sócio-fundador do Copa Studio que também participou da missão no continente asiático: “Rodando o mundo a gente consegue mais recursos para financiar nossas produções e também é uma divulgação do país como um todo. Nessas viagens a gente aprende novas formas de trabalhar, amplia nossa rede de contatos e consegue levar as histórias brasileiras para públicos que talvez nunca tivessem contato com elas. Iniciativas como a missão empresarial para a China são essenciais para mostrar nossa força como grupo, de maneira profissional, organizada e com objetivos comuns”.

Especializado em animações, o Copa Studio é conhecido pelo sucesso “Irmão do Jorel”, uma coprodução com a norte-americana Cartoon Network que está no ar desde 2014, sendo a série latino-americana mais longeva do canal. “O audiovisual brasileiro tem vocação para rodar o mundo. Sobretudo as animações, que uma vez dubladas conseguem se conectar ao público sem barreiras culturais e idiomáticas”, explica Brandão. Apesar disso, parcerias como a de “Irmão do Jorel” são casos mais raros.  Ao longo de uma década, segundo o Panorama Coproduções Internacionais Brasil 2015-2024, grande parte das coproduções ocorre com países latinos, sendo a Argentina o maior parceiro do Brasil. Isso se dá por conta do Acordo Latino-Americano, como explica o estudo da Ancine, que liderou o período como o instrumento legal mais utilizado, representando 32% dos reconhecimentos de coprodução. Exemplos do tipo apontam para caminhos que podem fortalecer ainda mais o audiovisual brasileiro: os acordos internacionais.  Hoje considerada um dos maiores mercados cinematográficos do mundo, a China disputa frente a frente com países com tradição no audiovisual, como os Estados Unidos, chegando a ultrapassá-los em bilheteria. Acenando para esse novo cenário internacional, o Brasil firmou com a China o Acordo de Coprodução de Filmes em 2017 e, em 2023, ampliou ainda mais a relação com o Acordo de Coprodução Televisiva. Para Clarissa Appelt, codiretora de “A Herança de Narcisa”, que foi a Xangai junto da protagonista Paolla Oliveira para representar o longa: “Temos que fazer esse showcase do cinema brasileiro no mundo. A China é um parceiro do Brasil em vários aspectos, então precisamos trabalhar também o aspecto cultural. A iniciativa foi uma forma incrível de fortalecer esse vínculo”.
Entre empresas e entidades do mercado audiovisual, participaram representantes de seis estados diferentes. São eles: Vitrine Filmes, Gullane, Sato Company, ORI Imagem e Som, Otto Desenhos Animados, Flamma Produções, Copa Studio, Pinguim Content, Coração da Selva, Olhar Filmes, Estúdio Giz, Movioca, Mixer Films, Quanta Works, Moveo e FICA – Federação da Indústria e Comércio Audiovisual. 
A Plataforma Brasil de Audiovisual é uma realização do Ministério da Cultura (MinC), em parceria com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), o Ministério do Turismo (MTur), a Funarte, a Embratur, o Sebrae, o Instituto Guimarães Rosa, o Consulado-Geral do Brasil em Xangai e a Embaixada do Brasil em Pequim. O projeto tem patrocínio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), da Petrobras e da Caixa Econômica Federal, com produção executiva da Quitanda Soluções Criativas e do Instituto Ibero Culturas e cooperação da UNESCO.

99Food: Com Sabrina Sato, plataforma de delivery lança seção no app com preços acessíveis

Cardápio diário presente no aplicativo conta com curadoria de pratos durantes as principais refeições do dia e frete grátis

A 99Food, plataforma de delivery de comida da 99, lançou, nesta terça-feira (18), o UAU, seleção de pratos com descontos de até 60% em opções de café da manhã; almoço; lanche da tarde e jantar. Para anunciar a novidade, a marca conta com Sabrina Sato como nova embaixadora e estrela da campanha “Quem pede mais, pede 99Food”, em uma provocação focada nos consumidores a abandonarem os antigos hábitos de consumo.

A nova frente de negócios chega para atender às necessidades dos usuários. Segundo pesquisa do Instituto Locomotiva, realizada no ano passado em parceria com a 99Food, 75% dos paulistas afirmam que a comida no delivery está cara e mais de 60% já deixaram de comprar por esse motivo. 

Com o lançamento da categoria UAU, a plataforma passa a oferecer uma curadoria variada de pratos com descontos de até 60%. “Seja na hora do almoço, no decorrer da tarde ou no jantar, o consumidor poderá escolher sua refeição com preço justo, acessível e até mesmo conhecer novos restaurantes e culinárias por valores mais baixos. Essa é nossa proposta desde que lançamos a 99Food. Queremos que cada vez mais pessoas peçam no delivery e o UAU é um novo marco no nosso compromisso com o crescimento do setor”, afirma Ana Verroni, CMO da 99.

Na campanha, a empresa escuta outra demanda de mais da metade dos consumidores, que associam o delivery de comida a ganhar tempo no dia a dia, de acordo com a pesquisa. “Além de preços acessíveis, o cliente também quer que seu pedido chegue logo. Com a tecnologia da 99, que otimiza todo o processo desde o pedido até a logística, conseguimos entregar o prato em um tempo médio de 29 minutos, para entregas em um raio de até 5 km. Assim, a pessoa recebe a comida ainda quente e fresca”, explica a executiva.

Conceito da campanha

Desenvolvida pela agência Crispin, a campanha traz Sabrina Sato para tirar o consumidor da inércia e o convida a experimentar um delivery atual e repleto de novidades. Ao cantar a música “Quem pede, pede” — lançada em collab inédita entre Pedro Sampaio e Ivete Sangalo no ano passado —, a apresentadora rompe  o estado inicial de “hipnose” do consumidor com hábitos passados. Além de anunciar a aba UAU, ela também mostra ao público que a 99Food é a plataforma para quem pede preços mais acessíveis e mais agilidade. 

“Quem pede mais, pede 99Food” não é a primeira colaboração com Sabrina Sato e faz parte da construção de marca associada à embaixadora. No Rio Carnaval 2026, a atriz e apresentadora participou do desfile surpresa de abertura na Marquês da Sapucaí realizada pela marca, que foi patrocinadora oficial do evento. “A Sabrina representa o que nossa marca quer transmitir. Com um carisma inconfundível, ela sabe conversar com o brasileiro e é a pessoa certa para anunciar essa novidade”, finaliza Verroni.

Sobre a 99

A 99 é uma empresa de tecnologia focada em conveniência e soluções para o dia a dia dos brasileiros. Parte da DiDi Global Inc., líder mundial em mobilidade, conecta pessoas em todo o Brasil com serviços de transporte, pagamentos e delivery — tudo em um único aplicativo.