Categoria: Cultura, Entretenimento

VEMPROPLAY 2026 leva maior festival de escolas de música do Brasil ao Parque da Cidade

Foto divulgação

Evento gratuito reúne 150 alunos em 40 bandas e transforma o domingo, 30 de agosto, em um dia inteiro de música, fitness, gastronomia e experiências para toda a família

Brasília recebe no próximo domingo, 30 de agosto, a sexta edição do #VEMPROPLAY, o maior festival de escolas de música do Brasil. Das 9h às 23h, o Estacionamento 10 do Parque da Cidade Sarah Kubitschek será palco da apresentação de 40 bandas formadas por 150 alunos, em um grande encontro que reúne música, formação, bem-estar e lifestyle. Com entrada gratuita, o evento também terá Arena Fitness, área gastronômica, feira de produtos artesanais, espaço infantil, ativações, sorteios, DJ e outras experiências para alunos, familiares, amigos e público em geral.

Realizado pela Vegetal Produções e idealizado por Rodrigo Vegetal, o #VEMPROPLAY nasceu com a proposta de levar estudantes de música da sala de aula para o palco. Ao longo das seis edições, porém, a experiência cresceu e passou a envolver uma jornada que vai muito além do dia da apresentação. Formação das bandas, escolha de repertório, ensaios, oficinas, preparação de performance e sessão profissional de fotos fazem parte do percurso que prepara os alunos para o grande momento.

Em 2026, essa jornada começou ainda em junho, com a sessão profissional de fotos, e ganhou novas etapas em agosto. Os participantes passaram por uma oficina de performance, que trabalhou técnicas das artes cênicas para desenvolver confiança e presença de palco, e por uma oficina de percussão, com imersão em ritmos brasileiros, jogos musicais, canto e instrumentos tradicionais como alfaia, agbê, caixa e gonguê. Até 23 de agosto, as 40 bandas participam dos ensaios finais, preparando repertório e performance para a apresentação no Parque da Cidade.

Mais do que ensinar os alunos a tocar juntos, o processo busca proporcionar uma experiência concreta de conquista. Para Rodrigo Vegetal, muitos estudantes chegam ao projeto sem imaginar que seriam capazes de formar uma banda, assumir um repertório e subir a um grande palco. “Uma das coisas mais importantes que eu vejo é justamente o sentimento de conquista. Quando o aluno passa por todo esse processo, ele percebe de forma muito concreta que é capaz de conquistar algo que antes parecia impossível.”

Essa experiência, segundo ele, ultrapassa o universo da música. A preparação para o festival envolve dedicação, compromisso, disciplina e a descoberta de que um objetivo que parecia distante pode ser alcançado. “Mais do que os minutos em cima do palco, o que eu espero que cada aluno leve do #VEMPROPLAY é essa certeza: ‘eu consegui fazer algo que eu sonhava em fazer’.”

No palco do #VEMPROPLAY 2026 estarão 40 bandas formadas por alunos de diferentes escolas e núcleos de ensino musical de Brasília, entre elas Escola de Guitarra Rodrigo Vegetal, Centro Musical LP, Centro Musical Toque de Classe, School of Rock e GTR Instituto de Guitarra. Também participam alunos orientados pelos professores César Ribeiro, Cid Moraes, Gabriel Soledade, André Fantom, Thiago Chaves, Sebastian Vargas, Daniel Moscardini e Josivaldo Santos

O resultado de todo esse percurso poderá ser acompanhado pelo público ao longo do domingo. A programação musical se estende até as 21h e, na sequência, o festival entra em sua reta final com a apresentação do DJ Maraskin e o show dos professores, que encerra a programação musical.

Mas a proposta do #VEMPROPLAY é fazer com que o palco seja apenas uma parte da experiência. “A ideia é fazer com que o #VEMPROPLAY seja mais do que o momento do show: que ele seja um dia inteiro de experiências em torno dessa conquista tão especial que é ver alguém que você ama realizando o sonho de subir no palco”, explica Rodrigo Vegetal.

É nesse contexto que entram as atrações que ampliam a programação deste ano. A Arena Fitness reúne atividades físicas e experiências voltadas ao movimento e ao bem-estar; a área gastronômica terá diversos food trucks; a feira de produtos artesanais amplia as opções de circulação pelo evento; e o espaço infantil da Cerrado Kids cria uma alternativa de diversão para as crianças. Ativações, sorteios e outras experiências também integram a programação.

A expansão para outras áreas não significa, segundo Rodrigo, um afastamento da música, mas uma forma de envolver quem acompanha os alunos e transformar a apresentação em uma experiência compartilhada. “Elas não estão ali para tirar o foco da música, mas para ampliar a experiência de quem passa o dia com a gente, trazendo movimento, bem-estar, boas opções de alimentação, diversão para as crianças e mais motivos para as famílias permanecerem juntas e aproveitarem o evento.”

O festival terá ainda uma Área Comfort, destinada ao público que busca uma experiência com mais comodidade. A entrada geral é gratuita, mediante retirada antecipada de ingresso, enquanto o acesso à Área Comfort é realizado por meio de ingressos específicos, com opções como Premium Pass e Premium Pass + Kit Parceiro. Crianças de até 10 anos têm acesso gratuito à Área Comfort quando acompanhadas de adulto com ingresso para o espaço. Na Arena Fitness, crianças também podem participar acompanhadas de responsável legal, com gratuidade para menores de 10 anos nas condições estabelecidas pela organização.

Cerrado Kids é o patrocinador principal da sexta edição do #VEMPROPLAY, que conta ainda com o apoio de Yamaha, Alberto Teclados Music Shop, HANDS, AG Advisory, Virtuum Premium Fitness, MR Runners, Grupo Exemplus, Lugano Gramado, Atacadão de Suplemento, Dorgival e Açaí Puríssimo.

Com seis edições, 150 estudantes envolvidos e 40 bandas preparadas para subir ao palco, o #VEMPROPLAY chega à sua maior edição reunindo, em um único espaço, o resultado de meses de aprendizado, preparação e dedicação. Para alguns alunos, será a primeira vez diante de um grande público; para outros, a oportunidade de celebrar uma trajetória construída ao longo dos estudos. Para todos, a proposta é transformar a apresentação em uma experiência de conquista.

“No fim, mais do que os minutos em cima do palco, o que eu espero que cada aluno leve do #VEMPROPLAY é essa certeza: ‘eu consegui fazer algo que eu sonhava em fazer’. Para mim, essa é uma das maiores conquistas do projeto”, resume Rodrigo Vegetal.

SERVIÇO:

#VEMPROPLAY 2026 – 6ª edição

Data: domingo, 30 de agosto de 2026
Horário: das 9h às 23h
Local: Parque da Cidade Sarah Kubitschek – Estacionamento 10 – Brasília/DF
Entrada: gratuita, mediante retirada de ingresso
Área Comfort: acesso mediante ingresso específico
Arena Fitness: a partir das 9h (ver programação no Site oficial: #VEMPROPLAY)
Apresentações das bandas: até as 21h
DJ Maraskin: a partir das 21h

Ingressos e informações sobre as áreas pagas: Shotgun – #VEMPROPLAY 2026

Site oficial: #VEMPROPLAY
Bandas 2026: Confira as bandas participantes
Programação: Confira a programação completa
Instagram: @vemproplay.bsb

Rock in Rio e Spotify se unem em parceria inédita que aquece os fãs para setembro com uma experiência personalizada rumo à Cidade do Rock

Divulgação

Pela primeira vez, festival e plataforma de música se unem para criar uma jornada que começa antes dos portões abrirem: a partir de hoje (24), fãs poderão descobrir seu match perfeito com o line-up do Rock in Rio no Spotify

A música que acompanha o fã no caminho para a Cidade do Rock agora também faz parte da experiência do Rock in Rio! Em uma parceria inédita, o festival e o Spotify se uniram para criar uma jornada que começa muito antes do primeiro show e coloca cada fã no centro da experiência. A partir de hoje, 24 de agosto, usuários do Spotify podem descobrir, dentro do aplicativo, ou do link, quais artistas do line-up mais combinam com seus hábitos de escuta e receber uma experiência personalizada para entrar no clima do maior festival de música e entretenimento do mundo.

A partir do histórico musical de cada usuário, a experiência revela o nível de compatibilidade do usuário com o line-up do Rock in Rio e apresenta os artistas que mais têm a ver com o gosto da pessoa. Além do match, os fãs poderão gerar cards personalizados para compartilhar nas redes sociais e acessar uma playlist criada especialmente para acompanhá-los na contagem regressiva para o festival – transformando aquilo que cada pessoa já escuta em uma espécie de trilha sonora para a chegada à Cidade do Rock.

Para Sara Gobbi, Gerente de Growth Marketing da Rock World, a parceria reforça o olhar do Rock in Rio para inovação e para novas formas de conexão com o público: “Entender as tendências e o comportamento do nosso público é fundamental para criarmos experiências cada vez mais relevantes e personalizadas. Somos o primeiro festival da América Latina a realizar uma iniciativa como essa com o Spotify, reforçando nosso pilar de inovação e transformando a paixão nacional pelo Rock in Rio em uma nova forma de conhecer e se relacionar com o fã festival. Essa paixão vai muito além dos dias de evento, ela influencia escolhas, desperta desejos e move comportamentos. A partir das músicas, artistas e gêneros que fazem parte da vida de cada um de nós, conseguimos revelar como essa conexão se traduz no line-up, criando assim uma experiência verdadeiramente personalizada. É uma iniciativa que une tecnologia, música e comportamento para transformar dados de escuta em conexão e fazer com que os fãs comecem a viver o Rock in Rio muito antes da aguardada abertura dos portões.”

E se a experiência começa no aplicativo, ela ganha as ruas do Rio de Janeiro durante os dias de festival. No Terminal Alvorada, um dos principais pontos de chegada do público à Cidade do Rock, o Spotify e o Rock in Rio preparam uma ativação especial para celebrar os rituais que fazem parte da jornada de quem vive o festival. Os fãs que tiverem realizado a experiência no aplicativo poderão participar de uma ação e receber itens especiais pensados para tornar ainda mais completa a experiência de quem está a caminho da Cidade do Rock. Mais do que uma parceria entre duas marcas que têm a música em seu DNA, a iniciativa aproxima o universo digital da experiência presencial e amplia a jornada do fã. Do momento em que descobre quais artistas mais combinam com ele ao instante em que atravessa os portões do festival, cada etapa ganha uma nova camada de personalização, conexão e música.

“O Spotify existe para aproximar as pessoas da música que amam, e essa colaboração com o Rock in Rio, que sempre foi um lugar onde histórias entre fãs e artistas acontecem, é mais uma forma de transformar essa paixão em experiências memoráveis. Com essa parceria, queremos mostrar que a experiência começa muito antes do primeiro show e continua muito depois do bis final”, afirma Ellen Rocha, Marketing Lead do Spotify no Brasil.

Rock in Rio Brasil chega repleto de novidades em 2026

Marcado para acontecer na Cidade do Rock, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, o Rock in Rio acontece nos dias 4, 5, 6 (esgotado), 7, 11, 12 (esgotado) e 13 de setembro de 2026. Confira o line up completo do festival:

Entre os confirmados no primeiro fim de semana do Rock in Rio, o dia 4 de setembro tem no Palco Mundo Foo Fighters como headliner, Rise Against, The Hives e Nova Twins. Na mesma data, o Sunset tem Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos, Hot Milk, Detonautas convidam Biquini e Di Ferrero, e o Espaço Favela tem MC Rodrigo do CN, Hitmaker e GBZ7N. No New Dance Order, Steve Angello é o headliner, além de apresentações de GIU x Carola, ATKÖ e Cat Dealers. Já o Global Village recebe Paulinho Moska, Leela e Giovanna Moraes, enquanto o Supernova traz Diogo Defante, Venere Vai Venus, Rock in Gil com Larissa Luz e Chady.

No dia 5, o Palco Mundo recebe Avenged Sevenfold fechando os shows do espaço, além da apresentação do Bring Me The Horizon, mgk (Machine Gun Kelly) e Sepultura. Ainda no dia 5, o Sunset recebe Bad Omens, Poppy, Black Pantera convida Nervosa, além de Malvada convida Day Limns, e o Espaço Favela tem Major RD, Canto Cego e Quantum. Já no New Dance Order, James Hype é a principal atração, com shows de Volkoder, Camila Jun x Eli Iwasa e Victor Lou. O Global Village terá Korzus, Noturnall + Russell Allen e Rhegia, enquanto o Supernova recebe Supercombo, Lvcas, MC Taya e ZeRO.

No dia 6 de setembro, Calvin Harris é o headliner do Palco Mundo, que também recebe Black Eyed Peas, Nelly e Barão Vermelho – Encontro Formação Original convida Fernando Magalhães. O Palco Sunset recebe NE-YO, Jota Quest toca Tim Maia, BaianaSystem e Calema. O Espaço Favela tem Xamã, Rael e Budah. No New Dance Order, MEDUZA³ encerra a noite, além de apresentações de Liu, Casa Bonita – Brisotti e Viot, e Sofi Tukker. Já o Global Village conta com Mohamed Ramadan, Mãeana e Bento Gil convida Flor Gil, enquanto o Supernova traz Blitzkrieg Psycho Bop – Ramones 50 Years – João Gordo & Asteroides Trio, Matanza Ritual, Bayside Kings e O Escritório.

Já no feriado de 7 de setembro, o Palco Mundo terá como principal atração Elton John, além de shows de Gilberto Gil, Jon Batiste e Luísa Sonza convida Roberto Menescal. Na mesma data, no Palco Sunset o público poderá assistir as apresentações de Laufey, Péricles canta Motown, Roupa Nova convidando Guilherme Arantes, e Vanessa da Mata convidando Rubel. Já o Espaço Favela tem Belo, Mart’nália e Tiee. No New Dance Order, Fatboy Slim encerra a noite, além de apresentações de Aline Rocha, Leo Janeiro & simo not simon e Max Styler. O Global Village recebe João Bosco, Joyce Moreno, Leila Pinheiro e Fernanda Takai, além de Wanda Sá, enquanto o Supernova traz Alee, Zeca Veloso, Melly e Maui.

No segundo fim de semana do Rock in Rio, o dia 11 de setembro, traz ao Palco Mundo Stray Kids como headliner, além de shows de Alok, HWASA e NEXZ. Na mesma data, a programação do Palco Sunset inclui Jamiroquai, PJ Morton, Os Garotin convidando Duquesa, e Jota.pê convidando Luedji Luna e Zaynara, a do Espaço Favela tem CABELINHO convida TZ da Coronel, além de Puterrier, MC Carol e Caio Luccas. No New Dance Order, o encerramento fica por conta do b2b entre Neelix e Vegas, além de apresentações de Omiki, DEPARTAMENTO e ANNA. Já o Global Village conta com Soulidified, Rio Bronx e Lambateria com Félix Robatto, enquanto o Supernova recebe NandaTsunami, Ananda, Isa Buzzi e Muse Maya.

No dia 12 de setembro, o Palco Mundo tem Maroon 5 fechando os shows do espaço no dia, além de Demi Lovato, J Balvin e Pedro Sampaio. Ainda no dia 12, no Palco Sunset se apresentam Mumford & Sons, João Gomes com a Orquestra Brasileira, Gilsons convidando Daniela Mercury e Olodum, além do encontro entre Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago, enquanto o Espaço Favela tem Timbalada, Priscilla Senna e Soul de Brasileiro. No New Dance Order, Alok encerra a noite com o projeto inédito Rave The World, além de apresentações de Alok & Family – Ekanta e Swarup, Gabe, Adam Sellouk e Bhaskar. O Global Village recebe Mestrinho, Hamilton de Holanda e Badi Assad, enquanto o Supernova traz Delacruz, Milo J, Yago Oproprio e Celo Dut.

Por fim, no dia 13 de setembro, o Palco Mundo tem Twenty One Pilots como headliner, além de Halsey, Lola Young e Ivete Sangalo. O Palco Sunset tem Zara Larsson como principal atração, Marina Sena convida Céu, Joelma convida Viviane Batidão e Carol Biazin convida Joyce Alane. O Espaço Favela recebe DENNIS, Suel e Marvvila. No New Dance Order, John Summit comanda o último show da Cidade do Rock, além de apresentações de Roddy Lima, Illusionize e Dawn Patrol – Maz, Antdot, Riascode e Bakka. Já o Global Village recebe Haley Smalls, Lucy Alves e Kinnie, enquanto o Supernova traz Lourena, Sant, Bruna Black e AR Baby.

Além dos artistas, o festival chega com novidades marcantes: o Palco Mundo ganha uma cenografia totalmente inédita e, pela primeira vez, toda sua estrutura frontal será revestida por 2.400 m² de painéis de LED de altíssima definição, transformando o espaço em um único e imenso painel visual. A maior pista de dança da Cidade do Rock, o New Dance Order também retorna em 2026 com uma cenografia totalmente nova, com 56,50 metros de largura e 22,5 metros de altura, reforçando sua presença monumental no festival. O palco amplia ainda mais a experiência do público, enquanto os 502m² de painéis de LED são um dos grandes destaques do projeto visual, criando uma atmosfera imersiva que integra música, luz e movimento.

Na gastronomia, a Gourmet Square contará com uma curadoria assinada pelo chef Pedro Siqueira, reconhecido entre os 100 melhores pizzaiolos do mundo pelo The Best Pizza Awards 2025, que também levará a gastronomia do Sìsì em um dos restaurantes do espaço. Com funcionamento de 12 horas por dia, a Gourmet Square será composta por oito restaurantes na edição de 2026: Sìsì Pizza, Pepe Hot Dogs, Gurumê, TT.Burguer, Albis, Bora Baião, Chicharrón e Cumbuca. Já na Área Vip, a experiência gastronômica exclusiva é assinada pela chef Heaven Delhaye by GSH, que estará pela primeira vez à frente da gastronomia do espaço. Heaven comanda restaurantes como Chez Heaven Bistrot, D’Heaven, Heaven Cucina e Nonna per Heaven.

Outro destaque é o retorno do espetáculo aéreo The Flight, um dos momentos mais pedidos pelo público e que volta após apresentações históricas no festival – prometendo ainda mais emoção com manobras acrobáticas sincronizadas, trilha sonora especial e 756 disparos de fogos diurnos. Neste ano, a Babilônia Feira Hype retorna ao Rock in Rio para celebrar 30 anos de história desde sua primeira edição. Nesta edição, o espaço ganha uma nova localização, próximo ao palco New Dance Order, em uma estrutura projetada pelo arquiteto João Uchôa. Ao todo, serão 20 tendas que, durante os sete dias de festival, receberão 60 expositores, com curadoria de marcas realizada pelo Instituto Brasileiro de Cultura, Moda e Design (Inbracultmode). Além das tendas, o público também poderá aproveitar uma programação com DJs convidados e uma instalação de arte urbana, ampliando a experiência do espaço e fazendo da Feira parte do percurso criativo do festival.

O Rock in Rio, em parceria com a LightWire, anunciou um espetáculo grandioso que emocionou o mundo e que agora ocupa uma arena na Cidade do Rock para envolver toda a plateia: o ECCO. A atração é mais um dos projetos da Fábrica de Sonhos do Rock in Rio – a engrenagem criativa que, desde a primeira edição, se reinventa para surpreender o público com experiências que vão muito além da música e transformam ideias em momentos inesquecíveis para milhões de pessoas. A LightWire fará sua estreia no festival e vai transformar a apresentação em uma experiência sensorial inédita para o público. O projeto nasce como uma jornada imersiva em 360°, em que luz, som, tecnologia, corpo, aromas e natureza se fundem para criar uma narrativa profunda e envolvente. Na Cidade do Rock, o espetáculo chega inspirado na ideia de que a floresta é a verdadeira origem do som, propondo uma reflexão sobre as vibrações primordiais do planeta – vento, água, raízes e fogo – e sobre a forma como o ser humano transforma essas vibrações em música, arte e emoção. Combinando bailarinos, coreografias precisas, trilha sonora original com tecnologia surround, projeções mapeadas, holografia, áudio imersivo e figurinos tecnológicos em LED e fibra ótica – que se destacam pelo uso do PixelWear, com mais de 1.500 pixels de LED controlados individualmente, e do NewDress, que utiliza 1.000 metros de fibra óptica iluminados por LED –, cada uma das cinco apresentações diárias no festival terá 20 minutos de duração e uma capacidade para 1.000 pessoas dentro do espaço.

Sobre o Rock in Rio

1985 marca a primeira edição do evento idealizado por Roberto Medina e que hoje, 41 anos depois, é considerado o maior festival de música e entretenimento do mundo – o Rock in Rio. A história do evento se entrelaça com a do entretenimento no Brasil, sendo responsável por colocar o país na rota dos eventos internacionais, já que pela primeira vez, um país da América do Sul sediou um evento musical dessa magnitude. Em uma área de 250 mil m2, em Jacarepaguá, durante dez dias, 1 milhão e 380 mil pessoas foram iluminadas pela primeira vez e começaram a fazer parte do grande espetáculo. No palco – o maior do mundo na época, com 80m de boca de cena – 15 atrações nacionais e 16 internacionais. Originalmente organizado no Rio de Janeiro, o festival ganhou o mundo chegando a Lisboa (Portugal), onde é realizado até hoje, passando por Madrid (Espanha) e Las Vegas (USA).

Desde a primeira edição, já gerou mais de 297,6 mil empregos diretos e indiretos e, apenas na última, em 2024, um impacto econômico de R$ 2.9 bilhões na cidade do Rio de Janeiro. Em 2022, o Rock in Rio foi considerado patrimônio cultural imaterial do estado do Rio de Janeiro. Pelas Cidades do Rock, desde 1985, já passaram mais de 12.3 milhões de visitantes, que assistiram a mais de 4.667 artistas em 141 dias de magia. Dentre os números gigantes do festival, mais de 146 milhões de pessoas alcançadas pelas comunicações nas redes sociais na edição que celebrou os 40 anos do Rock in Rio.

Gerando impactos positivos nos países onde é realizado e consciente do poder disseminador da marca, o Rock in Rio pauta-se por ser um evento com o propósito de construir um mundo melhor para pessoas mais felizes, confiantes e empáticas num planeta mais saudável. Adotando e incentivando práticas que apoiam o coletivo, se une a empresas que possuem este mesmo olhar e diretriz. O festival investiu, junto com seus parceiros, mais de R$ 118 milhões em diferentes projetos, passando por temas como sustentabilidade, educação, música, florestas, entre outros. Apenas na Amazônia, mais de 4 milhões de árvores foram plantadas. A marca foi pioneira em ter a certificação ISO 20121 – Eventos Sustentáveis, é neutra em carbono desde 2006 e, em 2022, começou a trabalhar ambiciosas metas para 2030, alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Das 25 edições, dez ocorreram no Brasil (1985, 1991, 2001, 2011, 2013, 2015, 2017, 2019, 2022 e 2024), onze em Portugal (2004, 2006, 2008, 2010, 2012, 2014, 2016, 2018, 2022, 2024 e 2026), três na Espanha (2008, 2010 e 2012) e uma nos Estados Unidos (2015).

Movido à Música by GRV inaugura novo movimento de fortalecimento do ecossistema da música

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Projeto itinerante idealizado por Gustavo Vasconcellos leva conhecimento, conexões e desenvolvimento profissional diretamente às comunidades musicais; primeira edição será realizada em 29 de agosto, em Arniqueiras, a convite da banda Conexão Letal

A GRV Produções Culturais estreia, em 29 de agosto, em Arniqueiras (DF), o Movido à Música by GRV, projeto itinerante idealizado por Gustavo Vasconcellos para levar conhecimento, conexões e ferramentas de desenvolvimento profissional diretamente às comunidades musicais. A primeira edição acontece a convite da banda Conexão Letal e reunirá artistas independentes, compositores, produtores, bandas e outros profissionais da região para uma imersão gratuita sobre o funcionamento do ecossistema da música, seus diferentes agentes e os caminhos para a construção de carreiras mais conscientes e sustentáveis.

A proposta nasce de uma realidade comum a quem vive da música. Artistas costumam dedicar anos ao aperfeiçoamento de sua arte: aprendem a compor, ensaiar, gravar, subir ao palco e lançar novas obras. Nem sempre, porém, têm a mesma oportunidade de compreender de forma clara e acessível o ecossistema que sustenta essas criações e influencia diretamente o valor de suas músicas, suas carreiras e seu futuro profissional.

É justamente essa distância que o Movido à Música by GRV pretende reduzir. Em vez de esperar que artistas e profissionais procurem espaços de formação, o projeto percorre os territórios onde a música acontece, aproximando informação e experiência de mercado da realidade de cada comunidade.

Mais do que uma palestra, a iniciativa propõe uma experiência de imersão no universo que existe para além da criação artística. Em linguagem simples, prática e conectada à realidade do mercado, Gustavo Vasconcellos conduz uma conversa sobre direitos autorais, edição musical, distribuição digital, comunicação, posicionamento artístico, circulação, monetização, plataformas, imprensa, festivais, editais, casas de shows, produtores, coletivos e os diferentes agentes que participam da trajetória de uma obra musical.

Uma música nunca percorre seu caminho sozinha. Ela atravessa um ecossistema inteiro. Quanto mais o artista compreende esse ambiente, mais preparado está para valorizar sua obra, tomar decisões conscientes e construir uma trajetória sólida”, afirma Gustavo Vasconcellos.

Escuta. Conecta. Compartilha. Toca. Cresce.

A dinâmica do Movido à Música by GRV parte de cinco movimentos que, segundo seu idealizador, Gustavo Vasconcellos, traduzem a própria lógica de construção do projeto: Escuta. Conecta. Compartilha. Toca. Cresce.

Para o agente cultural, tudo começa pela Escuta. Antes de chegar a uma comunidade com respostas prontas, é preciso conhecer quem faz música naquele território, entender sua cena, seus desafios, suas oportunidades e suas histórias. “Não queremos chegar dizendo o que cada comunidade precisa. Primeiro, queremos ouvir. Cada território tem uma realidade e é a partir dela que a conversa precisa começar”, explica Gustavo.

A partir dessa escuta vem o Conecta. Na visão de Gustavo, um dos grandes potenciais do encontro está justamente em fazer com que artistas, compositores, produtores, técnicos, gestores e outros profissionais se reconheçam como partes de um mesmo ecossistema. Ao aproximar essas pessoas e estimular a troca de experiências, o projeto fortalece redes e cria possibilidades que dificilmente surgiriam de maneira isolada.

O Compartilha nasce, então, da necessidade de tornar mais acessível um conhecimento que muitas vezes parece distante de quem está concentrado na criação artística. Direitos autorais, distribuição, edição musical, comunicação, monetização e circulação, entre outros temas, entram na conversa de forma prática e conectada à realidade dos participantes. “Existe muita informação importante que ainda parece uma caixa-preta para o artista. Quando ele entende como sua música circula, quem participa desse caminho e onde o valor é gerado, passa a ocupar outro lugar dentro da própria carreira”, afirma.

Mas Gustavo ressalta que todo esse conhecimento precisa retornar ao ponto de origem: a própria música. É daí que vem o Toca. A arte permanece no centro do encontro, nas apresentações, nas conversas, nas trocas espontâneas e na celebração de quem escolheu fazer da música profissão, projeto ou modo de vida.

O último movimento é consequência dos anteriores: Cresce. “Quando a gente escuta, conecta pessoas, compartilha conhecimento e coloca a música novamente no centro, todo mundo cresce. Cresce o artista, cresce quem trabalha com ele, cresce a cena local e cresce o próprio ecossistema. É esse movimento que queremos provocar”, resume Gustavo Vasconcellos.

Uma rede construída pelas próprias comunidades

Um dos diferenciais do Movido à Música by GRV está na forma como o projeto chega aos territórios. Cada edição nasce do convite de uma banda, artista, coletivo, produtor ou iniciativa cultural, que se torna anfitrião do encontro e ajuda a mobilizar outros profissionais de sua região.

Na estreia, esse papel será desempenhado pela Conexão Letal, que abre sua comunidade, em Arniqueiras, para receber a primeira edição do projeto e reunir diferentes personagens da cena musical local.

A dinâmica permite que cada encontro seja construído a partir das características e necessidades daquele território. Ao mesmo tempo, estimula a criação de uma rede colaborativa em expansão, na qual o conhecimento compartilhado não termina com a atividade, mas permanece circulando entre os próprios participantes.

Muito além da distribuição

Ao longo de mais de 26 anos de atuação, a GRV Produções Culturais consolidou sua trajetória ao lado da música independente, atuando em áreas como distribuição digital, comunicação, desenvolvimento de carreiras e valorização da produção musical brasileira.

Com o Movido à Música by GRV, essa experiência acumulada passa a circular diretamente pelas comunidades musicais. A proposta não é oferecer fórmulas prontas para o sucesso, mas ampliar a compreensão sobre o mercado para que artistas e profissionais possam tomar decisões mais conscientes, proteger suas obras, reconhecer oportunidades e construir trajetórias mais sustentáveis.

Porque uma música pode nascer de um artista. Mas, para chegar ao público, gerar valor e construir uma trajetória, ela depende de um ecossistema inteiro.

Um movimento permanente

O Movido à Música by GRV nasce com a proposta de percorrer diferentes regiões do Distrito Federal e, futuramente, outras cidades brasileiras, sempre a partir da mobilização das próprias comunidades musicais.

Cada território trará suas experiências, dúvidas, desafios e potencialidades. E cada nova edição deverá ampliar a rede construída pela anterior.

Mais do que uma sequência de encontros, a proposta é criar um movimento permanente de circulação de conhecimento, fortalecimento das cenas locais, criação de conexões e valorização das pessoas que fazem a música acontecer todos os dias.

SERVIÇO

Movido à Música by GRV
Escuta. Conecta. Compartilha. Toca. Cresce.

Estreia: 29 de agosto de 2026

Local: Arniqueiras – Distrito Federal
Anfitriã: Banda Conexão Letal
Realização: GRV Produções Culturais
Participação: Gratuita, mediante mobilização da banda anfitriã e da comunidade musical local.

Clássicos de Frank Sinatra ganham tributo em voz e piano no Teatro Nacional

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Fred Mayrink e o pianista Fernando Leitzke apresentam o espetáculo Sinatra for You nos dias 29 e 30 de agosto, na Sala Martins Pena

Após temporadas de sucesso em Goiânia, São Paulo e Rio de Janeiro, o espetáculo Sinatra for You – Voz e Piano chega a Brasília para duas apresentações em 29 e 30 de agosto, na Sala Martins Pena do Teatro Nacional. No palco, o diretor artístico Fred Mayrink revisita o repertório de Frank Sinatra em um formato intimista, acompanhado apenas pelo pianista Fernando Leitzke.

Mais conhecido por sua trajetória na televisão, onde atua há quase três décadas como diretor artístico da TV Globo, Fred assina novelas como Chocolate com Pimenta, Cabocla, Alma Gêmea, Caminho das Índias, Salve Jorge, Haja Coração e Orgulho e Paixão

Seu trabalho recebeu dois prêmios Emmy Internacional, por Caminho das Índias e O Astro, além de uma indicação por Araguaia.

Movido pela paixão pela música, o diretor transformou a admiração por Frank Sinatra em um espetáculo dedicado à obra do cantor norte-americano. O repertório reúne clássicos como My Way, Fly Me to the Moon, New York, New York e Strangers in the Night, apresentados em versões que privilegiam a interpretação vocal e a atmosfera criada pelo diálogo entre voz e piano.

Com duração de 90 minutos, Sinatra for You propõe uma aproximação com o universo de um dos maiores intérpretes da música popular do século XX, em um espetáculo que combina canções consagradas, histórias e a elegância que marcou a carreira de Sinatra.

Giral Produções

O espetáculo integra a programação comemorativa dos 35 anos da Giral Projetos Culturais. Ao longo de mais de três décadas, a produtora vem contribuindo para ampliar a presença de grandes atrações nacionais e internacionais em Brasília, consolidando uma trajetória marcada pela diversidade artística e pela valorização da cultura. A apresentação de “Sinatra for You” reforça esse compromisso ao trazer à capital um espetáculo que celebra a obra de um dos maiores ícones da música mundial.

Serviço

Espetáculo: “Sinatra for You”
Datas: 29 e 30 de agosto de 2026
Horários: sábado, às 21h; domingo, às 20h
Local: Sala Martins Pena – Teatro Nacional Claudio Santoro
Endereço: Setor Cultural Norte, Brasília (DF)
Duração: 90 minutos
Classificação indicativa: livre
Ingressos: R$ 140 (meia-entrada), R$ 195 (meia social) e R$ 280 (inteira)
Bilheteria: Sympla

Pé de Cerrado leva a Pirenópolis turnê nacional apresentada pela Petrobras

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Destino frequente dos brasilienses nos fins de semana, cidade recebe apresentação gratuita do grupo do DF no dia 29 de agosto, no Largo da Matriz

Quem escolher Pirenópolis para aproveitar o fim de semana de 29 de agosto terá uma atração especial na programação. O Pé de Cerrado, grupo brasiliense que celebra 25 anos de trajetória, se apresenta gratuitamente no sábado, às 20h, no Largo da Matriz, no Centro Histórico da cidade.

A apresentação integra a circulação nacional Pé de Cerrado 25 Anos, apresentada pela Petrobras, por meio do Programa Petrobras Cultural, e acontece em parceria com o 6º Encontro Cerratense de Culturas Populares.

A cidade goiana será uma das paradas da turnê, que percorre diferentes regiões do país com o espetáculo “Os Brincantes”. A montagem reúne música, poesia, circo e humor em uma experiência cênico-musical inspirada nas diversas expressões da cultura brasileira.

Para o público brasiliense, a apresentação também é uma oportunidade de reencontrar o Pé de Cerrado fora do Distrito Federal. Em Pirenópolis, o grupo contará ainda com as participações especiais dos Irmãos Saúde (DF) e do Ipadê Maracatu (GO).

A presença do Ipadê Maracatu reforça uma das propostas da circulação: promover, nas cidades por onde passa, o encontro com grupos e manifestações culturais dos territórios visitados, estimulando trocas de saberes e experiências entre diferentes regiões e gerações.

“Brincar é um gesto de liberdade e de reencontro com a nossa cultura. Quando o público canta e ri com a gente, está celebrando suas raízes e a alegria de viver”, destaca Pablo Ravi, integrante e fundador do Pé de Cerrado.

Formado por Pablo Ravi, Bruno Ribeiro, Bruno Berê, Davi Abreu, Fernando Rodrigues, Pedro Tupã, Luciano Dantas, Maurílio dos Santos e Carla Landim, o Pé de Cerrado construiu sua trajetória a partir da pesquisa e da difusão de manifestações culturais brasileiras.

No palco, ritmos como bumba meu boi, maracatu, ciranda, coco, carimbó, frevo e baião se encontram em um repertório que convida o público a cantar, dançar e participar. Tambores, pífanos, sanfona e vozes conduzem uma viagem por diferentes regiões do Brasil, enquanto música, teatro e circo se misturam na cena.

Entre canções autorais e releituras de clássicos, “Os Brincantes” transforma o espaço da apresentação em uma grande roda, aproximando artistas e público. A montagem atravessa referências das festas e brincadeiras populares brasileiras e desperta memórias afetivas em crianças, jovens e adultos.

Criado no Distrito Federal, o Pé de Cerrado já lançou quatro álbuns, sendo o primeiro deles com participação de Dominguinhos. Ao longo da trajetória, o grupo também representou o Brasil em turnês internacionais, como no projeto Brasil Junino, com 24 apresentações na Europa, além de participar de eventos de destaque nacional, entre eles o G20 Cultural e o programa Saia Justa, do GNT.

Com direção musical e concepção coletiva, a circulação “Pé de Cerrado 25 Anos” reafirma o compromisso do grupo com a democratização do acesso à cultura e a valorização das expressões brasileiras.

SERVIÇO
Pé de Cerrado em Pirenópolis (GO)
Sábado, 29 de agosto, 20h
Local:Largo da Matriz – Centro Histórico de Pirenópolis
Entrada gratuita

Musical Amor em Pedaços leva histórias de afeto e recomeço ao Espaço Cultural Renato Russo

Foto divulgação

Depois de uma estreia de sucesso no SESC Gama, peça terá duas sessões neste domingo; projeto também destinará ingressos gratuitos a mulheres atendidas pelos CEPAVs, estudantes da EJA e pessoas com deficiência

Entre receitas, amizades e descobertas, algumas histórias ganham novos significados quando compartilhadas. É com esse espírito que o musical “Amor em Pedaços” desembarca no Espaço Cultural Renato Russo para duas apresentações, neste domingo (30/08). Livremente inspirada no renomado musical Waitress, da Broadway, o espetáculo já passou pelo SESC Gama e traz uma adaptação inédita voltada para o contexto brasileiro.

Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, “Amor em Pedaços” foi adaptado pela primeira vez em 2024. Nesta edição, a montagem conta com novo elenco e trilha sonora traduzida pelo premiado versionista Rafael Oliveira, preservando a essência da obra original, mas com o humor e a sensibilidade do contexto brasileiro. Para o produtor Victor Meira, a peça busca criar uma atmosfera íntima, onde a clássica lanchonete norte-americana dá lugar a um ambiente acolhedor, usando a cozinha como espaço afetivo de memórias e descobertas.

Na trama de “Amor em Pedaços”, a atmosfera de um pequeno café e o universo da cozinha funcionam como cenário para encontros, memórias e conflitos que atravessam a vida de diferentes públicos. A história acompanha Jenna, uma confeiteira que transforma a cozinha em seu refúgio pessoal diante de um casamento opressor e de uma vida marcada por desafios. Ao lado das amigas Becky e Dora, ela embarca em uma jornada de descobertas para perceber que os ingredientes para uma nova chance estão também nos afetos, nas amizades e nas relações que cultivamos ao longo da vida.

Cultura para todos
Esta é a segunda parada da temporada 2026 de “Amor em Pedaços”, que estreou no SESC Gama, no dia 19 de agosto. Do Espaço Cultural Renato Russo, o espetáculo segue a itinerância para o Complexo Cultural de Samambaia, com duas sessões marcadas para o dia 11 de setembro. 

Além da circulação por diferentes regiões do DF, o projeto aposta na ampliação do acesso à cultura. A proposta é aproximar a produção cultural de públicos que historicamente enfrentam barreiras de acesso. Ao todo, 520 ingressos gratuitos serão destinados a mulheres atendidas pelos Centros Especializados de Atendimento à Mulher (CEPAVs), estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e pessoas com deficiência.

SERVIÇO:
Amor em Pedaços – o musical (Espaço Cultural Renato Russo)

Quando: 30/08. Domingo, às 16h e às 20h
Ingressos: R$ 10,00 (meia-entrada) | R$ 20,00 (inteira)
Onde retirar: www.sympla.com.br/evento/amor-em-pedacos/3505559 

Classificação indicativa: livre
Mais informações: @amorempedacosmusical

PROGRAMAÇÃO:

30/08. Domingo – 16h e 20h – Espaço Cultural Renato Russo
Endereço: Comércio Residencial Sul 508 Bloco A – Asa Sul/DF

11/09. Sexta-feira – 14H30 e 20h – Complexo Cultural de Samambaia 
Endereço: Quadra 301 Conjunto 05 Lote 01- Samambaia/DF

Choro Livre Convida reúne Bruno Patrício, Ariadne Paixão e Natália Quiroga no Clube do Choro

Foto divulgação

Encontro acontece no dia 26; programação segue no sábado (29), com Ensaio Aberto no Parque da Cidade e Feijoada com Samba 

Três artistas, diferentes caminhos pela música brasileira e um palco aberto ao encontro. Bruno Patrício, Ariadne Paixão e Natália Quiroga são os convidados da próxima edição do Choro Livre Convida, na quarta-feira (26), no Clube do Choro de Brasília. A apresentação faz parte do Complexo Cultural do Choro, e tem patrocínio master da Shell. A programação segue no sábado (29), com Ensaio Aberto no Parque da Cidade e Feijoada com Samba. Todas as atividades têm entrada gratuita.

No palco, o encontro coloca lado a lado artistas que chegam ao choro por diferentes trajetórias. Bruno Patrício, saxofonista e flautista, é bacharel pela Universidade de Brasília e idealizador e diretor musical da Orquestra Pizindim. Ao longo da carreira, já dividiu o palco com nomes como Hamilton de Holanda, Hermeto Pascoal e Gilberto Gil. Ariadne Paixão, flautista, é doutora em Música pela UFMG, professora da Escola de Música de Brasília e integrante da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro. Completa o encontro Natália Quiroga, cantora e atriz que, em quase 30 anos de trajetória artística, transita pelo samba, choro e forró na cena musical de Brasília.

Os três se apresentam ao lado do Regional Choro Livre, grupo anfitrião do projeto e responsável por conduzir os encontros do Choro Livre Convida. A cada edição, músicos de diferentes formações e trajetórias compartilham o palco, criando novas possibilidades a partir do diálogo entre convidados e regional.

No sábado (29), a música também ocupa o Parque da Cidade. A partir das 11h, alunos da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello participam do Ensaio Aberto, aproximando público e músicos em uma roda ao ar livre. Ao meio-dia, a programação segue com a Feijoada com Samba, no Clube do Choro, reunindo música e gastronomia para encerrar a agenda da semana.

Para o diretor da Escola Brasileira de Choro, Henrique Neto, a programação reafirma a proposta do projeto de preservar a tradição da música brasileira sem abrir mão da renovação. “Abrir espaço para músicos que constroem a cena brasiliense, ao lado de vivências como o Ensaio Aberto e a Feijoada com Samba, é uma forma de fortalecer o diálogo entre diferentes gerações e manter viva a tradição do choro e do samba. O Complexo Cultural do Choro é, antes de tudo, um espaço de encontro, formação e celebração da música brasileira.”

A parceria com a Shell reforça o compromisso do projeto de ampliar o alcance da música brasileira e aproximá-la de diferentes públicos.

Na Shell, temos orgulho de construir parcerias que ajudam a manter viva a cultura brasileira e ampliam seu alcance para diferentes públicos e gerações. Ao lado do Complexo Cultural do Choro, contribuímos para preservar e fortalecer um dos gêneros mais importantes da nossa música, por meio de uma programação que conecta tradição, contemporaneidade e diversidade cultural”, comenta Monique Gonçalves, gerente executiva de Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios da Shell Brasil.

Sobre o projeto

Em sua quarta edição, o Complexo Cultural do Choro reúne shows, rodas de choro e samba, ensaios abertos e atividades formativas voltadas à preservação e à renovação da música instrumental brasileira. Desenvolvido pela Escola Brasileira de Choro e pelo Clube do Choro de Brasília, o projeto também investe em acessibilidade, com recursos de audiodescrição e interpretação em Libras disponibilizados sob demanda, mediante solicitação pelo telefone (61) 99868-2012.

Sobre o Regional Choro Livre

Criado por Reco do Bandolim, um dos fundadores do Clube do Choro de Brasília, o Choro Livre é um dos grupos mais tradicionais em atividade na capital. Com mais de quatro décadas de história, o regional construiu uma identidade própria ao equilibrar fidelidade à tradição e uma abordagem aberta e contemporânea do gênero.

Ao longo de sua trajetória, o grupo dividiu o palco com grandes nomes da música brasileira, como Moraes Moreira, Clementina de Jesus, Paulinho da Viola, Hermeto Pascoal e Sivuca, além de participar de turnês e festivais internacionais.

Atualmente, o Choro Livre é a base dos projetos musicais do Clube do Choro de Brasília e segue como um dos principais difusores do gênero, conectando diferentes gerações em torno do choro.

Sobre a Shell

Presente no país desde 1913, a Shell Brasil é uma companhia integrada de energia, com participação nos setores de petróleo e gás, soluções baseadas na natureza, pesquisa e desenvolvimento e trading, por meio da comercializadora Shell Energy Brasil. A companhia também atua no segmento de biocombustíveis por meio da joint venture Raízen, responsável, no Brasil, pela distribuição de combustíveis da marca Shell.

A Shell Brasil trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder aos desafios do futuro da energia.

Para acompanhar as notícias da Shell Brasil, inscreva-se no Shell Brasil News Alert.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO

Dia 26/08
19h30 – Choro Livre Convida com Bruno Patrício, Ariadne Paixão e Natália Quiroga

Dia 29/08
11h00 – Ensaio Aberto – Parque da Cidade
12h00 – Feijoada com Samba

SERVIÇO
Complexo Cultural do Choro de Brasília
Dias: 26 e 29 de agosto (quarta-feira e sábado)
Endereço: Espaço Cultural do Choro – Setor de Divulgação Cultural – Eixo Monumental e Parque da Cidade, estacionamento 10
Telefone: (61) 3226-3969 e (61) 99868-2012
Acesso gratuito para todas as atividades da semanaClassificação Indicativa: Livre para todos os públicos

“Coyote Vs. Acme” estreia nesta quinta-feira nos cinemas

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Produção é inspirada nos personagens da franquia “Looney Tunes”

A Paris Filmes lança nos cinemas nesta quinta-feira, dia 27 de agosto, “Coyote vs. Acme”. Longa híbrido entre animação e live action traz Wile E. Coyote e Papa-Léguas em uma nova aventura. A produção estreia também em formatos especiais Atmos, 4DX e DBOX. Assista ao trailer neste link. Baixe imagens aqui e os cartazes aqui.

O filme acompanha Wile E. Coyote, que, após produtos Acme falharem inúmeras vezes em sua busca pelo Papa-Léguas, decide processar a Acme Corporation. Will Forte (“O Último Cara na Terra”) dá vida ao advogado de Coyote, que entra em um embate contra seu ex-chefe, interpretado por John Cena (“O Esquadrão Suicida”), enquanto desenvolve uma relação de amizade com o desenho animado e seguem determinados a vencer o caso.

O elenco conta ainda com Lana Condor (“Para Todos Os Garotos Que Já Amei”) e P.J. Byrne (“Um Completo Desconhecido”). James Gunn (“O Esquadrão Suicida”) é um dos produtores do filme e o roteiro é de Sammy Burch.

SOBRE A PARIS FILMES

A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H”, “Manas”, “Pedágio”, “Ritas” , “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, “A Empregada”, a franquia “Truque de Mestre” e “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia. 

Entre os próximos lançamentos estão “Feito Pipa”, “Geni e o Zepelim”, “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, “Minha Melhor Amiga”, “Minha Vida com Shurastey” e “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita”.

Acompanhe as novidades sobre esse e outros lançamentos por meio das redes sociais:

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Ministério da Cultura e Vale apresentam: Lia de Itamaracá, Mestre Ambrósio e Tião Carvalho em grande encontro das culturas populares no centro da Capital

Boi de Seu Teodoro, crédito Davi Mello

De 27 a 29 de agosto, evento gratuito reúne ainda Martinha do Coco, Boi de Seu Teodoro, Moçambiques e manifestações do Cerrado na Arena Conic (SDS)

Manter viva a cultura popular brasileira pressupõe reconhecer quem assegura sua continuidade. Mestres e mestras tornam-se referências em suas comunidades porque transformam a experiência acumulada ao longo da vida em conhecimento compartilhado. Ao promover sua presença e colocá-los no centro da programação, o Encontro de Mestres do Brasil contribui para que esses saberes permaneçam em circulação e alcancem novas gerações.

De 27 a 29 de agosto, a Arena Conic, no Setor de Diversões Sul, recebe três dias de apresentações gratuitas, sempre a partir das 17h. O projeto tem patrocínio da Vale, por meio da Lei Rouanet do Ministério da Cultura, e do FAC – Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal. A realização é do Ibranova – Instituto Brasileiro de Inovação Cultural e da Formiga Produções.

Entre as principais atrações está Lia de Itamaracá. Reconhecida como Rainha da Ciranda, a artista transformou a tradição da Ilha de Itamaracá em uma referência da cultura brasileira dentro e fora do país. Também de Pernambuco, a banda Mestre Ambrósio reencontra o público com a sonoridade que marcou a renovação musical dos anos 1990. Rabeca e percussões aproximam o universo do cavalo-marinho de referências contemporâneas, em um trabalho associado à efervescência cultural do movimento manguebeat.

A programação recebe ainda Tião Carvalho, cantor, compositor, dançarino, ator e pesquisador maranhense. Há mais de quatro décadas, ele se dedica à difusão das culturas populares e mantém, em São Paulo, a Festa do Boi do Morro do Querosene, além de desenvolver um trabalho contínuo de formação.

Nesse encontro entre diferentes territórios, Mestra Martinha do Coco representa a força cultural do Distrito Federal. Nascida em Olinda e radicada no Paranoá, a artista desenvolveu o chamado samba de coco do Cerrado, no qual as raízes pernambucanas dialogam com sua experiência em Brasília.

Bois, mitologias e invenções do Cerrado

A presença do bumba meu boi ganha destaque com o Boi de Seu Teodoro, fundado em Sobradinho, em 1963, pelo mestre maranhense Teodoro Freire. O grupo mantém o sotaque da Baixada e encena a história de Pai Francisco e Mãe Catirina ao som de toadas e pandeirões.

Em outra vertente, Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro mostra como a tradição também pode nascer da invenção. Há mais de duas décadas, o grupo desenvolve uma mitologia inspirada nos mistérios do Cerrado e embalada pelo Samba Pisado, ritmo criado em Brasília e convertido em marca da identidade candanga.

Desse mesmo universo surge a Orquestra Alada Trovão da Mata. A formação conduz pelas ruas as figuras do Mito do Calango Voador em uma experiência que aproxima música, dança, teatro e circo. Já o Calango Careta encontra nos animais do Cerrado a inspiração para suas alegorias. Com uma orquestra de sopros e percussão acompanhada por artistas circenses, o grupo transformou-se em uma das expressões do carnaval de rua brasiliense.

A relação entre território, ancestralidade e protagonismo feminino também orienta Tawá-Tingá e o Coco das Onças. Realizado pela Casa Moringa, o cortejo reúne mulheres brincantes em torno da Onça, guardiã do Cerrado, e constrói uma narrativa atravessada por referências indígenas e afro-brasileiras.

Completando essa vertente, o Grupo Cultural Pé de Cerrado celebra 25 anos de trajetória dedicada à pesquisa das brincadeiras brasileiras. Em cena, a diversidade rítmica torna-se um convite à participação do público e ao reencontro com a dimensão coletiva do brincar.

Batuques de diferentes territórios

As matrizes afro-brasileiras atravessam parte significativa da programação. Fundado no Distrito Federal e ligado à Nação de Maracatu Leão da Campina, de Pernambuco, o Grupo Zenga Baque Angola promove a prática do maracatu-nação por meio da oralidade, da convivência e do aprendizado comunitário.

Do Rio Grande do Sul chega o Maçambique de Osório, Reinado Negro de matriz Banto mantido pela comunidade quilombola de Morro Alto. A manifestação preserva a devoção a Nossa Senhora do Rosário e São Benedito e reafirma o pertencimento de seus integrantes à herança africana e quilombola.

A Guarda de Moçambique de Santa Efigênia, por sua vez, mantém no Distrito Federal a tradição do congado trazida de Carmo do Cajuru, em Minas Gerais. Sob a responsabilidade do capitão Wagner Alves, o grupo reúne diferentes gerações em torno da fé e da memória comunitária.

A programação se desloca ainda para o Norte do país com o Carimbó Beija-Flor de Marudá. A formação paraense traduz em música e dança a identidade da comunidade costeira de Marudá, em uma manifestação estreitamente ligada à vida social de seu território.

Bonecos, circo e teatro popular

O Teatro de Bonecos Popular do Nordeste ocupa seu próprio espaço no Encontro. Um dos representantes dessa tradição será o Mamulengo Fuzuê, grupo nascido em Taguatinga e hoje formado por artistas de diferentes regiões do Distrito Federal. Na dramaturgia de suas peças, recupera personagens tradicionais do mamulengo e adapta a brincadeira a diferentes espaços e públicos.

A linguagem também estará representada pelo Mamulengo Sem Fronteiras, companhia criada em 1996 e coordenada por Walter Cedro. Em suas obras, o grupo combina literatura de cordel e música. O circo completa essa linha artística com Herdeiras do Mestre, As Donas do Circo. Rosineide Amorim, Rita Amorim e Isabel Amorim revisitam a história da Cia. Circo Boneco e Riso em montagem protagonizada exclusivamente por mulheres, responsáveis por preservar e renovar o legado da família Zezito.

Patrimônios vivos, saberes em continuidade

A presença de manifestações reconhecidas como patrimônio cultural reforça o princípio que orienta o Encontro. A programação reúne Lia de Itamaracá, Patrimônio Vivo de Pernambuco; o Boi de Seu Teodoro e Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro, Patrimônios Culturais Imateriais do Distrito Federal; o Maçambique de Osório, declarado Bem Cultural Imaterial no Rio Grande do Sul; e o mamulengo, expressão do Teatro de Bonecos Popular do Nordeste reconhecida como Patrimônio Cultural do Brasil.

Mais do que títulos institucionais, esses reconhecimentos valorizam as pessoas e comunidades responsáveis pela continuidade de cada manifestação. “Mais do que preservar manifestações culturais, mestres e mestras mantêm vivos modos de existir”, afirma Anderson Formiga, que assina a curadoria do projeto ao lado de Lucas Formiga e Danielle Freitas.

Nesse sentido, o patrimônio não deve ser compreendido como algo imóvel ou restrito ao passado. “Esses saberes permanecem vivos justamente porque são recriados a cada encontro, dialogam com os territórios e acolhem as transformações do presente”, observa Lucas Formiga.

A proposta curatorial também destaca que preservar não significa impedir mudanças, mas garantir condições para que os conhecimentos continuem sendo compartilhados. “Na cultura popular, tradição e inovação caminham juntas: há criação na continuidade e futuro naquilo que é ancestral”, conclui Danielle Freitas.

É com esse propósito que o Encontro de Mestres do Brasilreúne, em Brasília, artistas, grupos e comunidades de diferentes regiões do país. Em vez de tratar as tradições como registros de um tempo encerrado, a proposta destaca sua capacidade de dialogar com o presente, renovar linguagens e fortalecer os territórios nos quais foram construídas.

Concebida como um percurso de convivência, formação e celebração, a programação combina nomes de projeção nacional, grupos comunitários e manifestações criadas no Distrito Federal. Dessa maneira, Brasília torna-se ponto de convergência entre diferentes experiências e modos de compreender a cultura popular brasileira.

Memória como caminho para o futuro

Para Anderson Formiga, o Encontro reconhece essas lideranças como protagonistas da cultura brasileira e seus conhecimentos como parte fundamental da formação do país. “Mais do que valorizar o patrimônio cultural, o projeto reafirma a centralidade desses saberes na construção de um Brasil mais diverso, criativo e conectado às suas raízes. Ao reunir mestres, mestras, grupos e comunidades de diferentes regiões, transformamos Brasília em um território de convergência, troca e cooperação”, afirma o curador.

Lucas Formiga ressalta que o projeto aproxima diferentes maneiras de produzir e compartilhar conhecimento. “Não se trata de estabelecer hierarquias entre o saber acadêmico e o tradicional, mas de reconhecer que ambos se fortalecem quando caminham juntos. Os desafios do presente exigem múltiplos olhares, e a construção de futuros mais sustentáveis e humanos depende da nossa capacidade de integrar diferentes formas de conhecer o mundo”, observa.

Já Danielle Freitas destaca a dimensão contemporânea das culturas populares e sua capacidade de reconstruir vínculos. “A memória, neste projeto, não é algo parado: ela orienta escolhas, inspira encontros, desperta novas criações e conecta gerações. Quando uma mestra compartilha seu conhecimento ou uma pessoa jovem entra na roda, a tradição ganha novos caminhos, fortalece suas raízes e amplia sua presença no mundo”, conclui.

Assim, o Encontro de Mestres do Brasil transforma Brasília em uma grande roda nacional de saberes. Ao reunir nomes consagrados e manifestações enraizadas em suas comunidades, o projeto celebra a diversidade do país e cria condições para que memória, pertencimento e criação continuem abrindo caminhos para o futuro da cultura popular brasileira.

Sobre a Vale

A Vale acredita que a cultura transforma vidas. Pelo quinto ano consecutivo é a maior apoiadora privada da Cultura no Brasil, patrocinando e fomentando projetos em parcerias que promovem conexões entre pessoas, iniciativas e territórios. Seu compromisso é contribuir com uma cultura cada vez mais acessível e plural, ao mesmo tempo em que atua para o fortalecimento da economia criativa.

Serviço:

Encontro de Mestres do Brasil
Onde: Arena Conic – Setor de Diversões Sul
Quando: 27, 28 e 29 de agosto de 2026, a partir das 17h
Entrada: gratuita, mediante retirada antecipada de ingresso
Ingressos: https://shotgun.live/pt-br/festivals/encontro-mestres-do-brasil-2026
Classificação indicativa: livre

Patrocínio: Vale, por meio da Lei Rouanet do Ministério da Cultura, e FAC – Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal
Realização: Ibranova – Instituto Brasileiro de Inovação Cultural e Formiga Produções

Programação:

27 de agosto, quinta-feira

•  18h30 — Aula-espetáculo de Maracatu Rural (DF)

•  19h — Grupo Zenga (DF)

•  20h — Boi de Seu Teodoro (DF)

•  21h — Orquestra Alada Trovão da Mata (DF)

•  22h — Lia de Itamaracá (PE)

28 de agosto, sexta-feira

•  19h — Roda de samba / escola de samba (DF)

•  20h — Martinha do Coco e Jongo do Cerrado (DF)

•  21h — Adiel Luna, João Arruda e Alexandre Resende (DF)

•  22h — Pé de Cerrado e Mestre Wale Funió (DF)

•  23h — Mestre Ambrósio (PE)

29 de agosto, sábado

•  18h — Cortejo Tawá-Tingá (DF)

•  20h — Moçambique de Santa Efigênia (DF)

•  21h — Moçambique de Nossa Senhora do Rosário de Osório (RS)

•  22h — Adiel Luna, João Arruda e Alexandre Resende (PE)

•  23h — Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro (DF)

•  23h59 — Carimbó Beija-Flor de Marudá (PA)

Além dos palcos, o encontro transforma Brasília em espaço de transmissão de saberes com rodas de conversa, oficinas, vivências territoriais, formação em cenografia e feira ampliam a programação gratuita dedicada às culturas populares. Mais informações: https://www.instagram.com/mestres.do.brasil/; e inscrições: https://forms.gle/QiWLA2Yq39kNMECf6

“Pressão”, baseado em fatos reais, chega às telas na próxima semana

Por Gláucie Lima

Divulgação
O drama histórico PRESSÃO, trazido pela Universal Pictures e baseado em fatos já tem data de estreia para 3 de setembro nos cinemas

O longa mergulha nas decisivas 72 horas que antecederam o Dia D, um dos momentos mais importantes da Segunda Guerra Mundial. A trama traz Andrew Scott como o chefe da meteorologia, James Stagg e Brendan Fraser interpretando o general Dwight D. Eisenhower. Andrew foi convocado com o objetivo de transmitir a orientação essencial, garantindo que a operação fosse realizada de maneira eficaz

Com uma fotografia densa, edição e montagem sensacionais, trilha sonora causando certa e necessária angústia diante do impacto que foi esse ocorrido e mais ainda, o plot twist inesperado, todo esse conjunto vai deixar o espectador com alguns questionamentos…

Uma curiosidade, “D-Day” não significa “Dia da Destruição” nem algo relacionado à palavra “D”. O “D”, é simplesmente uma designação militar para o dia em que uma operação será iniciada. Assim, “D-Day” significa literalmente algo como “dia da operação”.

Sinopse

Nas 72 horas que antecedem o Dia D, a maior invasão anfíbia da história depende de uma previsão do tempo. O meteorologista-chefe britânico James Stagg é encarregado de entregar a previsão mais importante de todos os tempos. Ele entra em conflito direto com o General Dwight D. Eisenhower e com os conselheiros meteorológicos americanos. Com a vida de 350 mil soldados em jogo e o futuro do mundo livre na balança, a decisão final sobre avançar ou adiar a invasão transforma as salas de comando em um campo de batalha psicológico sufocante

Elenco:

Andrew Scott — James Stagg

Brendan Fraser — Dwight Eisenhower

Kerry Condon — Kay Summersby

Chris Messina — Irving P. Krick

Damian Lewis — Bernard Montgomery

Ficha técnica:

  • Nome Original:
    Pressure
  • Direção:
    Anthony Maras
  • Duração:
    101 min
  • Gênero:
    Drama, Guerra, História, Suspense
  • Distribuidor:
    Universal Pictures Brasil
  • País de Origem:
  • EUA

Sobre a Universal

A Universal Pictures Distribuidora de Filmes é a responsável por trazer ao Brasil os grandes lançamentos da NBCUniversal. Seu papel vai além da simples entrega de títulos às salas de cinema: ela organiza campanhas de divulgação, adapta estratégias de marketing ao público brasileiro e garante que produções internacionais cheguem às principais redes de exibição do país. Graças a essa atuação, franquias como Jurassic World, Velozes e Furiosos e Minions conquistaram enorme popularidade por aqui, sempre acompanhadas de ações promocionais que ampliam o alcance dos filmes. Nos últimos anos, a distribuidora também trouxe obras de prestígio como Oppenheimer, mostrando que sua atuação não se limita aos blockbusters, mas também inclui produções autorais e premiadas. Além disso, a empresa fortalece sua presença digital com o Universal+, serviço de streaming que complementa a experiência das telonas e oferece séries e filmes sob demanda. Assim, a Universal Pictures Distribuidora de Filmes se consolida como peça essencial na difusão da cultura cinematográfica no Brasil, equilibrando o espetáculo dos grandes lançamentos com a diversidade de conteúdos disponíveis ao público.

Conte-me, pretende assistir?

Demi Lovato no Brasil: ouvir músicas em inglês ajuda mesmo a aprender o idioma?

Foto divulgação

Cantora se apresenta no Rock in Rio e faz dois shows em São Paulo em setembro. Estudos apontam que canções em outro idioma podem contribuir para ampliar o vocabulário, desenvolver a compreensão auditiva e trabalhar aspectos da pronúncia quando associadas a práticas de aprendizagem.

Demi Lovato volta ao Brasil em setembro para três apresentações. A cantora americana sobe ao Palco Mundo do Rock in Rio no dia 12 e, na sequência, faz dois shows na Suhai Music Hall, em São Paulo, nos dias 15 e 16, com a turnê It’s Not That Deep. Para os fãs que já escutam os hits no dia a dia, a proximidade das apresentações, além da diversão, pode sim ajudar no aprendizado de um novo idioma.

O contato frequente com canções, segundo especialistas da KNN Idiomas permite observar pronúncia, ritmo da fala, construção de frases e palavras utilizadas em diferentes contextos. A repetição, característica natural de quem escuta uma música de que gosta várias vezes, também favorece a familiarização com sons e expressões. “Quando o aluno escolhe um conteúdo que já faz parte dos seus interesses, existe uma tendência de manter contato com o idioma por mais tempo e com mais frequência”, explica Reginaldo Kaeneêne, CEO e fundador da KNN Idiomas.

Uma pesquisa recente publicada na revista científica Frontiers in Education, que analisou 12 estudos realizados entre 2020 e 2025, identificou benefícios do uso de músicas no ensino de inglês, especialmente para retenção de vocabulário, percepção do ritmo e da entonação e prática da pronúncia. Os resultados indicam, porém, que os ganhos são maiores quando a exposição é acompanhada de exercícios como repetição e recuperação ativa do conteúdo.

Como aprender inglês com músicas

A primeira recomendação da KNN é não recorrer imediatamente à tradução integral da letra. Ouvir a música e tentar identificar palavras, expressões e o tema da canção antes de consultar o significado estimula a compreensão auditiva. Na sequência, acompanhar a letra em inglês permite comparar aquilo que foi entendido com o conteúdo original. 

Outra estratégia é selecionar algumas palavras desconhecidas em cada melodia, em vez de tentar memorizar todo o vocabulário de uma só vez. “O estudante pode pesquisar o significado e observar como aqueles termos são utilizados em outras frases. Isso ajuda a compreender a palavra dentro de diferentes contextos”, afirma Kaeneêne. 

A pronúncia pode ser trabalhada ao repetir pequenos trechos depois de ouvi-los e prestar atenção à forma como as palavras se conectam durante a fala. “Na língua falada, nem sempre ouvimos as palavras isoladamente como aparecem em um livro. A música ajuda a perceber ritmo, entonação e ligações entre sons. Esse exercício deixa o ouvido mais acostumado ao idioma”, acrescenta Kaeneêne.

O repertório da artista pop pode servir como ponto de partida justamente por reunir diferentes momentos da carreira e estilos musicais. Para quem pretende acompanhar os shows no Brasil, a preparação também pode incluir observar o significado das canções, identificar novas expressões e tentar compreender os versos antes de recorrer à tradução. A prática acelera o aprendizado em um curso de inglês, ao ampliar o contato com o idioma de forma leve e conectada aos interesses do aluno. 

Sobre a KNN Idiomas

Fundada em 2012 e sediada em Santa Catarina, a KNN Idiomas é uma rede de franquias presente em todo o Brasil, com foco no ensino de inglês, espanhol, francês, alemão e italiano. A escola utiliza metodologia própria voltada para falantes de português, com ênfase na conversação desde as primeiras aulas, turmas reduzidas e material didático exclusivo, atualizado periodicamente. A rede também oferece modalidades presencial e digital, por meio do KNN At Home, mantendo o foco em uma aprendizagem prática e aplicada ao dia a dia.

Mais informações: www.knnidiomas.com.br

‘Gonzaguinha, Da Maior Liberdade’, filme de Susanna Lira, ganha o Kikito de Longa-Metragem Documentário

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 “Gonzaguinha, Da Maior Liberdade” foi contemplado com o Kikito de Longa-metragem Documentário no Festival de Gramado 2026, em premiação realizada na noite deste sábado, 22 de agosto. Dirigido por Susanna Lira, o longa mescla dramatização, imagens e entrevistas de arquivos para proporcionar ao público uma viagem sensorial e afetiva pela vida do artista. 

“Gonzaguinha, Da Maior Liberdade” teve sua primeira exibição no 2o LABRFF (Los Angeles Brazilian Film Festival), em Orlando, nos EUA, em maio deste ano, quando conquistou o prêmio Best Narrative Documentary. Produzido pela Modo Operante, o longa estreia nos cinemas em 3 de setembro, com distribuição da Synapse Distribution.

“Gonzaguinha, Da Maior Liberdade”

Sinopse

“Gonzaguinha, Da Maior Liberdade” é um filme que busca resgatar em letras, imagens e sons a fúria e a poesia de um dos artistas mais importantes para a construção e a discussão popular de nossa história democrática: Luiz Gonzaga Jr.

Ficha técnica

Direção: Susanna Lira

Roteiro e Pesquisa: Rodrigo Alzuguir

Elenco: André Dale, Ernesto Leão e Gedivan Albuquerque

Pesquisa Adicional: Ítalo Rocha

Pesquisa de Imagens: Ítalo Rocha e Clara Eyer

Consultoria de Roteiro: Simone Melamed

Assistência de Direção: Gretha Viana e Pilar Sla

Produzido por: Susanna Lira e Tito Gomes

Direção de Fotografia: Rafael Mazza

Operação de Câmera: Arthur Sherman

Assistência de Câmera: João Gasparian

Dançarinos: Iara Cassano e Jefferson Bilisco

Caracterização: Débora Saad

Produção Executiva: Luciana Freitas e Lívia Nunes

Coordenação de Produção: Gabriella Fischer

Direção de Produção: Gretha Viana e Janaína Brasil

Técnico de Som: Tito Gomes

Coordenação de Pós: Clara Eyer

Montagem: Ítalo Rocha

Assistência de Montagem: Rê Ferreira e Mateus Teixeira

Produção de Conteúdo de Arquivo e Licenciamento: Leticia de Souza Barbosa e Gabriella Fischer

Colorista Sênior e Supervisão: Glauco Guigon

Colorista: Lucas Martinelli

Conform e Finalização: Gabriel Martino

Desenho de Som: Ítalo Rocha

Edição e Mixagem de Som: Tiago Picado

Motion Design: Rodrigo Amim

Digitalização e Tratamento de Fotos: Adelino de Oliveira Jr.

Tradução e Legendas: Tradução na Pilha

Apoio Logístico: Breno Pinheiro Silva e Carlos Eduardo Facadio

Controladoria: Daiana Kreder e Outrastória Brasil

Sobre Susanna Lira

Susanna Lira é cineasta, pós-graduada em Filosofia, Direito Internacional e Direitos Humanos, especializada em biopolítica criminal. É mestre em Psicanálise. Dirigiu mais de 21 longas-metragens e dezenas de curtas e séries, acumulando mais de 120 prêmios em festivais no Brasil e no exterior. Entre seus trabalhos de maior destaque estão: “Apenas 3 Meninas” (2026), “#salverosa” (2025), “Fernanda Young – Foge-me ao Controle” (2024), “Quando Elas Se Movimentam” (2024), “Nada Sobre Meu Pai” (2023), Jessie e Colombo” (Globoplay, 2023), “Não Foi Minha Culpa” (ficção, Star Plus, 2022), “Adriano Imperador” (Paramount Plus, 2022), “Casão, Num Jogo Sem Regras” (Globoplay, 2022), “A Mãe de Todas as Lutas” (2021), “Torre das Donzelas” (2018), “Mussum, Um Filme do Cacildis” (2018).

Ao longo de 20 anos de carreira trabalhou para os principais veículos de comunicação. Possui uma longa e reconhecida carreira como diretora, tendo sido inclusive homenageada em vários países: no Festival FEMCINE, no Chile em 2019; no Festival Tenemos que ver no Uruguai em 2018 e no Festival de Cine Independente de Mar del Plata 2016 na Argentina, com a mostra “Susanna Lira – Hasta el limite”. No Brasil, foi homenageada em 2021 com a Mostra SUSANNA LIRA, organizada pelo Infinitto Festival.

Em 2025, Susanna Lira estreou seu primeiro filme de ficção, “#salverosa”, no Festival do Rio, sendo premiado nas categorias de Melhor Filme pelo Júri Popular, Melhor Figurino e Melhor Atriz para Klara Castanho. Além disso, em fevereiro deste ano o filme conquistou a marca de primeiro lugar no ranking de filmes da Netflix no Brasil.

Sobre a Modo Operante

Desde 2004 no mercado audiovisual, a Modo Operante Produções conquistou seu espaço no desenvolvimento de filmes e séries, tanto para a TV como para o cinema, e se tornou referência quando o assunto é produção de documentários. Acumula mais de 100 prêmios em festivais de cinema do Brasil e exterior, como Festival do Rio, Festival de Gramado, Festival de Brasília, ATLANTIDOC e FEMCINE.

À frente dos projetos estão a diretora e fundadora, Susanna Lira, que traz uma filmografia com mais de 21 longa-metragens e diversos títulos de séries de canais nacionais e internacionais, e seusócio-diretor, Tito Gomes, que também trabalha há mais 20 anos no mercado audiovisual como produtor musical, montador e designer. Sempre movida por temas que respeitam as diferenças sociais, culturais, de gênero e, principalmente, relacionados aos direitos humanos, a Modo Operante possui diferentes projetos em seu currículo. A produtora se destaca pelo trabalho com diversos clientes renomados do mercado como TV Globo, Globoplay, Universal Channel, Discovery Channel, BBC, GNT, Canal Futura, Canal Curta!,CineBrasil TV e FashionTV.

Entre os projetos mais renomados pela produtora estão os documentários “Réquiem para Moïse” (2025), “Fernanda Young – Foge-me ao Controle” (2024), “Nada Sobre Meu Pai” (2023), “A Mãe de Todas as Lutas” (2021) e “Torre das Donzelas” (2018). Além dos filmes, a Modo Operante produziu as novas séries “Pecados Revelados” (2023) para o GNT e “Casão – Num Jogo Sem Regras” (2022) e “Jessie & Colombo” (2023) para o Globoplay.

Com mais de 20 anos de trajetória, a Modo Operante chega neste ano com dois documentários: “Gonzaguinha, Da Maior Liberdade” e “Mr. Wonderful”. E também está com a produção de seu primeiro longa-metragem de ficção “Comadrio”, com gravações para o 2o semestre de 2026.

Sobre a Synapse Distribution

A Synapse, selo de exibição da SOFA DGTL, licencia uma média de 20 filmes por ano. Responsável pelo lançamento nos cinemas do vencedores do Oscar de Melhor Documentário “Um Zé Ninguém Contra Putin” (2026) e  ‘Sem Chão – No Other Land’ (2025), também foi responsável por distribuir ‘Vermiglio – A Noiva da Montanha”, vencedor do leão de prata em Veneza. Entre outros títulos estão “Vidas Entrelaçadas” com Angelina Jolie,  ‘Love Lies Bleeding – O Amor Sangra’, com Kristen Stewart, ‘As Vezes Quero Sumir’, com Daisy Ridley, o último filme do diretor Ken Loach, ‘O Último Pub’, entre outros. 

Sobre a SOFA DGTL

A SOFA DGTL é uma agregadora de conteúdo premium que tem como missão conectar histórias a pessoas, ajudando o consumidor a encontrar o conteúdo certo para o seu perfil. Por meio do serviço de recomendação Filmelier.com, com mais de 17 milhões de usuários anuais,  a SOFA DGTL obtém amplo conhecimento da audiência e consegue definir a melhor estratégia para aquisição e monetização de filmes. A empresa comercializa o melhor do cinema em mais de 30 plataformas na América Latina nas modalidades Transacional – TVOD (aluguel e compra), Assinatura –SVOD e por Publicidade – AVOD, com mais de 400 milhões de horas assistidas nesse segmento.

A NOVIÇA MAIS REBELDE ESTÁ DE VOLTA A BRASÍLIA, COMEMORANDO 17 ANOS DE SUCESSO. Virou Hábito!

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A Noviça Mais Rebelde está de volta a Brasília para 2 únicas apresentações no Teatro dos Bancários. O espetáculo já circulou pelo Brasil fazendo mais de 700 apresentações e foi visto por cerca de 700 mil pessoas,
em mais de 40 cidades. Só na cidade de São Paulo foram mais de dez temporadas, nos teatros Renaissance, Raul Cortez e Santo Agostinho. No Rio de Janeiro foram quatro meses de temporada no Teatro Leblon em 2010.
Na peça, o ator Wilson de Santos – que fez parte do fenômeno teatral “A Bofetada”, dá vida à Irmã Maria José, uma freira que canta, dança e conta histórias do seu passado picante para interagir com o público enquanto
aguarda a chegada da Madre Superiora, que lhe prometeu um número de destaque num espetáculo beneficente. As apresentações de A Noviça Mais Rebelde serão nos dias 29 e 30 de agosto, no Teatro dos Bancários, às 20h
no sábado e às 19h no domingo.


A Irmã Maria José é uma das personagens originais do musical “Noviças Rebeldes”, sucesso Off-Broadway chamado “Nunsense”, de Dan Goggin, dirigido por Wolf Maia com a Cia Baiana de Patifaria. A Noviça Mais
Rebelde é uma criação do próprio Wilson. Na peça, a hilária freira que era renegada ao papel de contrarregra por não possuir talento – e por ter uma personalidade irreverente demais – volta tentando provar mais uma vez que
sua fé pode conviver com as luzes dos holofotes e com os aplausos do público.


A comédia musical tem início quando a irmã Maria José se vê obrigada a entreter a plateia enquanto a Madre Superiora não chega para o show beneficente preparado para a noite. Improvisando jogos interativos e
números musicais – todos retirados de lembranças hilárias do seu passado nada católico, antes de se converter à Igreja. Em pouco mais de uma hora,

todos participam de um “bingo santo”, de um jogo de roleta e até de um número de cabaré. Em meio às apresentações, Irmã Maria José ainda encontra espaço para falar sobre sua vida, alternando poesia e humor ao
narrar a transformação de uma “garota da vida” em uma freira católica. A Noviça Mais Rebelde estreou em 2009, em Campinas (SP). Wilson de Santos, que durante mais de dez anos fez grande sucesso em montagens
da Cia. Baiana de Patifaria como “A Bofetada” e “Noviças Rebeldes”, já foi dirigido por nomes como Bibi Ferreira (Viva o Demiurgo), Jorge Takla (Vitor ou Vitória) e Charles Möeller (A Diabólica Moll Flanders). Na TV, viveu o
camareiro do night club Copacabana em Kubanacan (novela de Carlos Lombardi com direção de Wolf Maya) e o personagem “Jojo”, em Duas Caras (novela de Aguinaldo Silva com direção de Wolf Maya).

A NOVIÇA MAIS REBELDE
Com Wilson de Santos
Fotos: João Caldas
Arte Gráfica: Vicente Queiroz
Direção de Produção: Leonardo Leal
Produção: Teatro do Riso
Realização: Conspiração Cultural & MoshProd


NOTA PARA ROTEIRO
A NOVIÇA MAIS REBELDE – Com Wilson de Santos. A comédia musical
conta a história da Irmã Maria José, que convence a Madre Superiora a
deixá-la fazer um show beneficente, seu único sonho não realizado desde
que se tornou freira. Com o atraso da Madre, Maria José se vê obrigada a
conversar com a plateia, improvisando jogos interativos e números musicais
– todos retirados de lembranças hilárias do seu passado picante antes de se
converter à Igreja.

Serviço

A NOVIÇA MAIS REBELDE
Local: Teatro dos Bancários
EQS 314/315 BL A – Asa Sul, Brasília – DF, 70383-400
Datas: 29 e 30/08/2026
Horários: Sábado às 20:00 e domingo às 19:00.
Ingressos: de R$ 50,00 a R$70,00.
Vendas: www.ingressosvirtual.com.br
Classificação Etária: 12 anos

Tarja anuncia show da “Frisson Live 2027” em Brasília para 5 de junho de 2027

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Cantora finlandesa se apresenta no Raven Hall; capital federal é a quarta cidade anunciada no Brasil para a nova turnê

Tarja Turunen, um dos principais nomes do metal sinfônico mundial, anuncia sua apresentação em Brasília como parte da “Frisson Live 2027”. O show acontece no dia 5 de junho de 2027, sábado, no Raven Hall. Os ingressos estão à venda pela Articket.

Com o anúncio de Brasília, Tarja passa a ter quatro apresentações anunciadas no Brasil em 2027. A agenda começa em Belém, no dia 30 de maio, segue por Porto Alegre, em 1º de junho, Curitiba, em 3 de junho, e chega à capital federal em 5 de junho. As datas de Porto Alegre e Curitiba também aparecem no calendário oficial da “Frisson Live 2027”.

O espetáculo terá como destaque o repertório de Frisson Noir, novo álbum de estúdio de Tarja. O trabalho representa uma das fases mais pesadas de sua carreira e combina metal contemporâneo, orquestrações cinematográficas, elementos de sua formação clássica e grandes arranjos vocais e instrumentais.

Além das novas composições, o repertório deverá incluir músicas de diferentes momentos da trajetória da artista. Reconhecida internacionalmente por sua voz e presença de palco, Tarja construiu uma sólida carreira solo e mantém uma relação próxima com o público brasileiro.

A apresentação em Brasília promete levar ao palco a intensidade e a atmosfera de Frisson Noir, em uma produção concebida para a nova turnê. O show será apresentado pela Top Link Music e acontece no Raven Hall, no Guará.

Serviço

Tarja – “Frisson Live 2027”
Data: 5 de junho de 2027, sábado
Horário: a partir das 20h
Local: Raven Hall
Endereço: Sof Sul Quadra 9, conjunto A – Guará, Brasília, Distrito Federal
Ingressos: Articket
Vendas online: https://articket.com.br/e/6815/tarja-turunen-em-brasilia

Quadrilhas juninas de todo o país ocupam Brasília avançam em propostas para fortalecer o movimento

Foto divulgação

Primeiro dia do III Simpósio Nacional, reuniu delegações estaduais e abriu votações sobre profissionalização, formação e políticas públicas para o setor

Representantes do movimento junino de diferentes estados estão reunidos em Brasília para discutir políticas públicas, formação, financiamento e caminhos para a profissionalização das quadrilhas juninas brasileiras. Realizado nesta quinta-feira (20), o primeiro dia do III Simpósio Nacional de Quadrilhas Juninas foi marcado por uma programação intensa de debates, apresentações culturais e construção coletiva de propostas.

O encontro acontece no Eixo Cultural Ibero-Americano, antiga sede da Fundação Nacional de Artes (Funarte), e segue até sábado (22). Promovido pela Confederação Brasileira de Entidades de Quadrilhas Juninas (CONFEBRAQ), com fomento do Ministério da Cultura (MinC) e correalização da Liga Independente de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno (LINQ-DFE), o Simpósio reúne brincantes, dirigentes, pesquisadores, produtores culturais, gestores públicos e representantes de federações e ligas estaduais.

A abertura contou com apresentações de grupo folclórico, casal de xaxado e da Quadrilha Junina Matulão, além da composição da mesa de autoridades. Presidente da CONFEBRAQ, Sérgio Luiz destacou a importância de reunir o movimento para construir uma agenda nacional.

“Nós precisávamos, urgentemente, de um simpósio em que pudéssemos sentar e discutir qual é o caminho que precisamos dar para o nosso movimento junino nacional”, afirmou.

Um dos destaques do primeiro dia foi a palestra sobre economia criativa e sustentabilidade financeira do movimento junino, conduzida pela professora e mestra Luara Aquino, do Tocantins. A palestrante abordou temas como Sistema Nacional de Cultura, planejamento, gestão, prestação de contas e reconhecimento da cadeia produtiva mobilizada pelas quadrilhas.

“Tudo isso envolve uma produção importante dessas quadrilhas juninas, que são, na realidade, verdadeiros trabalhadores da cultura”, ressaltou Luara Aquino.

O debate reforçou que o movimento junino vai muito além das apresentações realizadas durante o período de São João. Ao longo de todo o ano, as quadrilhas mobilizam profissionais da música, dança, costura, figurino, cenografia, coreografia, produção cultural, comunicação e audiovisual, gerando trabalho, renda e oportunidades em diferentes territórios.

As primeiras votações das propostas construídas pelos participantes também começaram nesta quinta-feira. Entre as medidas aprovadas estão a defesa de uma categoria específica para quadrilhas juninas nos editais federais de cultura, a criação da Escola Nacional do Movimento Junino em formato de educação a distância e a realização de uma audiência pública nacional para apresentar as demandas do setor.

Também foram aprovadas propostas para reconhecer as quadrilhas como Escolas Livres da Cultura, ampliar os editais destinados às quadrilhas infantis e aproximar esses grupos das escolas, fortalecendo a relação entre cultura, educação e renovação do movimento.

Outras sugestões apresentadas deverão seguir para articulação, como a criação de um Observatório Nacional do Movimento Junino, a formação de uma rede nacional de boas práticas, a ampliação das parcerias com universidades e instituições de apoio e a mobilização junto aos parlamentos estaduais e ao Congresso Nacional.

No coração da capital do país, o início das votações e a sistematização das contribuições levadas pelas delegações e pelos brincantes representam um marco na história do movimento junino. O processo transforma demandas de diferentes regiões em uma agenda nacional voltada à formação, ao financiamento, à representação institucional e à valorização dos trabalhadores da cultura.

As propostas construídas durante os três dias serão reunidas na Carta de Brasília 2026. A leitura e a aprovação do documento ocorrerão na Plenária Final, marcada para sábado, das 15h30 às 17h30.

A programação continua até sábado (22), com palestras sobre inovação e espetacularização, identidade e memória, concursos, formação, inclusão, tecnologia e presença digital, além do Encontro Nacional de Avaliadores. Apresentações culturais e musicais acompanham as atividades, mantendo a celebração das tradições juninas integrada aos debates sobre o futuro do movimento.

Dança e artes marciais se encontram em temporada que propõe reflexão sobre a violência contra mulheres

Foto: Humberto Araujo

Projeto “Dança Marcial – Encontros entre Improvisação e Marcialidade” apresenta espetáculos gratuitos – nos dias 27 e 28 de agosto – e amplia a programação com oficinas e ações formativas que unem criação artística, protagonismo feminino e acessibilidade

Em um país marcado pelos altos índices de violência contra as mulheres, a arte pode transformar o corpo em espaço de resistência, acolhimento e fortalecimento. É dessa reflexão que parte a segunda edição de Dança Marcial – Encontros entre Improvisação e Marcialidade, projeto que promove, entre agosto e novembro, uma programação dedicada ao encontro entre dança contemporânea e artes marciais. O público poderá acompanhar dois espetáculos gratuitos, nos dias 27 e 28 de agosto, no Teatro Galpão Hugo Rodas, do Espaço Cultural Renato Russo, além de oficinas e ações formativas que investigam como a improvisação e a marcialidade podem ampliar experiências artísticas e humanas.

Idealizado pela artista, pesquisadora e diretora Carol Barreiro, o projeto aproxima duas linguagens que compartilham princípios como presença, escuta, equilíbrio, prontidão e relação com o outro. Embora a conexão entre dança e artes marciais atravesse diferentes culturas e tradições ao longo da história, a proposta concentra seu olhar na produção contemporânea, transformando esse diálogo em ferramenta de criação artística e reflexão sobre questões urgentes da sociedade, especialmente a violência de gênero.

Essa dimensão social acompanha o projeto desde sua primeira edição e foi profundamente marcada pelo assassinato da dançarina e capoeirista Maria Glória Poltroniere Borges, vítima de feminicídio em 2020. A perda atravessou o processo criativo da equipe e permanece como uma das forças que impulsionam esta nova edição, reafirmando o compromisso da iniciativa com a construção de espaços de acolhimento, memória e fortalecimento feminino por meio da arte.

Ao lado da programação artística, o projeto também reafirma seu compromisso com a acessibilidade. As apresentações contam com audiodescrição, enquanto parte das oficinas é destinada a pessoas com deficiência visual e mulheres em situação de vulnerabilidade, ampliando o acesso à criação artística e às práticas corporais desenvolvidas pela pesquisa.

A abertura da programação acontece no dia 27 de agosto, com “Permissão para pousar”, espetáculo do Núcleo Improvisação em Contato (São Paulo). Com direção e concepção de Ricardo Neves, a montagem investiga a pausa como estado de atenção e disponibilidade. Em cena, Dom Gabriel, Dres Aguilera, Natália Karam e Ricardo Neves exploram a improvisação como linguagem para refletir sobre o ritmo da vida contemporânea, propondo uma experiência em que o silêncio, a suspensão e o movimento convivem permanentemente. A obra convida o público a perceber que, mesmo quando o corpo aparentemente repousa, permanece em constante estado de escuta e transformação.

No dia 28 de agosto, Carol Barreiro apresenta “CHANG’E 嫦娥: Som, Dança e Cultura Chinesa”, espetáculo inspirado na deusa chinesa da Lua e nas recentes missões espaciais do país asiático. Ao lado da artista marcial e bailarina Kimberlly Lima, a diretora estabelece um diálogo entre dança contemporânea e Wushu, criando uma coreografia em permanente relação com a música executada ao vivo.

A trilha sonora é construída em tempo real por Eufrasio Prates, que utiliza um software desenvolvido especialmente para transformar os movimentos das intérpretes em paisagens sonoras, em diálogo com o timbre ancestral do Erhu, instrumento tradicional chinês interpretado por Tom Suassuna. Em CHANG’E, a acessibilidade deixa de ser um recurso complementar e passa a integrar a própria linguagem da obra, oferecendo uma experiência sensorial compartilhada entre pessoas com e sem deficiência visual.

A pesquisa apresentada nos espetáculos se desdobra em uma ampla programação formativa. Entre os dias 22 e 26 de agosto, artistas, estudantes e interessados poderão participar de oficinas conduzidas por Carol Barreiro, Ricardo Neves e Dresler Aguilera, dedicadas à improvisação, ao contato, à composição cênica e à investigação da marcialidade como linguagem para a dança contemporânea. As atividades exploram princípios do Aikido, do Contato Improvisação e de outras práticas corporais por meio de exercícios de percepção, escuta, peso, quedas, deslocamentos e criação coletiva.

A dimensão social do projeto também se manifesta nas oficinas voltadas exclusivamente ao público feminino. Em parceria com o projeto R.E.M.M.A.R. – Residência de Mulheres no Mundo das Artes, serão realizadas ações direcionadas a mulheres egressas do sistema prisional e a mulheres em situação de violência, utilizando dança, improvisação e artes marciais como ferramentas de fortalecimento, autonomia, expressão e reconstrução de vínculos. As atividades contam ainda com acompanhamento terapêutico e propõem um ambiente de escuta, acolhimento e desenvolvimento coletivo, reafirmando a arte como instrumento de transformação social.

Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), Dança Marcial – Encontros entre Improvisação e Marcialidade reafirma o potencial da arte como espaço de encontro entre diferentes saberes, aproximando criação contemporânea, acessibilidade, protagonismo feminino e pesquisa artística em uma programação que transforma a relação entre dança e artes marciais em experiência estética e reflexão sobre o presente.

Ficha técnica

Dança Marcial – Encontros entre Improvisação e Marcialidade

Idealização, direção geral, coordenação e direção artística: Carol Barreiro

Produção executiva e gestão administrativa-financeira: Janaína Mello

Espetáculo “Permissão para pousar” | Companhia Núcleo Improvisação em Contato (São Paulo) | Direção e concepção: Ricardo Neves | Elenco: Dom Gabriel, Dres Aguilera, Natália Karam e Ricardo Neves

Espetáculo “CHANG’E 嫦娥: Som, Dança e Cultura Chinesa” | Idealização e direção: Carol Barreiro | Performances: Carol Barreiro e Kimberlly Lima | Direção musical: Eufrasio Prates | Músico (Erhu): Tom Suassuna | Consultoria cênica: Édi Oliveira

Oficinas

Professores: Carol Barreiro, Ricardo Neves e Dresler Aguilera | Terapeuta das oficinas para mulheres em situação de violência: Cleudes Pessoa | Curadoria e parceria R.E.M.M.A.R. – Residência de Mulheres no Mundo das Artes: Juliana Arraes

Equipe do projeto

Mediação cultural e criação da audiodescrição: Lúcia Corrêa | Articulação e captação de público com deficiência visual: Denise Braga | Fotografia: Humberto Araújo e Iara Achkar | Criação e registro audiovisual: Pedro Lenehr | Design, identidade visual e mídias sociais: Jéssica Paiva | Iluminação: Lemar Rezende | Cenotecnia: Daniel Lacourt | Realização: Ninja Loka Produção | Projeto realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).

Serviço

Dança Marcial – Encontros entre Improvisação e Marcialidade

Espetáculo: Permissão para pousar

Data: 27 de agosto (quinta-feira) | Horário: 19h30

Espetáculo: CHANG’E 嫦娥: Som, Dança e Cultura Chinesa

Data: 28 de agosto (sexta-feira) | Horário: 19h30

Local: Teatro Galpão Hugo Rodas – Espaço Cultural Renato Russo
508 Sul – Asa Sul

Ingressos: Gratuitos, mediante retirada antecipada pelo Linktree da Ninja Loka Produção.

Acessibilidade: Sessões com audiodescrição.

Classificação indicativa: Livre.

Oficinas

22 e 23 de agosto: Contato, Colisão e Cena – Improvisação, Artes Marciais e Performance, com Ricardo Neves, no Centro de Dança do DF.

25 de agosto: Encontro da oficina no Espaço Cultural Renato Russo.

22, 23 e 26 de agosto: Encontros e Quedas para Improvisar, com Dresler Aguilera, voltada ao público feminino.

Agosto a novembro: Oficinas destinadas a mulheres em situação de violência e mulheres egressas do sistema prisional, conduzidas por Carol Barreiro, Cleudes Pessoa e Juliana Arraes, em parceria com o projeto R.E.M.M.A.R.

Informações e retirada de ingressos: Linktree da Ninja Loka Produção

Realização: Ninja Loka Produção

Projeto realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).

O Entregador leva debate sobre trabalho por aplicativo e precarização ao Sesc Ceilândia

  Foto de Fernando Xavier

Espetáculo gratuito será apresentado de 24 a 27 de agosto, com sessões às 16h e às 20h, no Sesc Ceilândia

O espetáculo O Entregador chega ao Teatro Newton Rossi, no Sesc Ceilândia, para uma nova temporada entre os dias 24 e 27 de agosto, com sessões gratuitas sempre às 16h e às 20h. A montagem, com dramaturgia de Rodolfo Godoi e direção de Rodolfo Godoi e Kamala Ramers, aborda as transformações do mundo do trabalho, a precarização, a lógica dos aplicativos e os discursos de empreendedorismo que atravessam a vida de milhares de trabalhadores. A temporada integra projeto realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF).

Em cena, Flávio Café e Lupe Leal conduzem uma narrativa que coloca no centro as experiências de quem vive o trabalho mediado por plataformas e as contradições presentes na promessa de autonomia e liberdade associada ao empreendedorismo. Com duração de 60 minutos e classificação indicativa livre, O Entregador utiliza a linguagem teatral para aproximar questões contemporâneas do cotidiano do público e provocar reflexões sobre trabalho, renda, relações sociais e as condições de vida no mundo atual.

A temporada também foi pensada para aproximar o espetáculo das escolas públicas do Distrito Federal. As sessões das 16h têm como público prioritário turmas do ensino regular, enquanto as apresentações das 20h buscam ampliar o acesso de estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e de turmas do ensino noturno, além de professores, trabalhadores e comunidade escolar.

Para os grupos escolares, a experiência inclui ainda uma atividade de mediação antes da apresentação, com o objetivo de preparar os estudantes para o espetáculo e criar um espaço de conversa sobre os temas presentes na montagem. A proposta é aproximar teatro e educação e estimular o contato dos estudantes com questões que fazem parte de suas próprias experiências e das relações de trabalho vivenciadas por suas famílias e comunidades.

As escolas públicas interessadas em levar suas turmas ao espetáculo devem realizar o agendamento prévio por meio de formulário, informando a instituição, a quantidade de estudantes, o turno de interesse e os demais dados necessários para a organização da atividade. O agendamento está sujeito à disponibilidade de vagas.

A presença das escolas é parte central da proposta da temporada. Para Rodolfo Godoi, professor da rede pública do DF, sociólogo e dramaturgo, levar o espetáculo aos estudantes amplia as possibilidades de diálogo entre arte, educação e realidade social.

“O Entregador trata de uma experiência muito próxima da vida dos estudantes, das famílias e dos trabalhadores do DF. A peça discute o trabalho por aplicativo, a precarização e a promessa de liberdade vendida pelo empreendedorismo. Levar esse debate para as escolas é uma forma de transformar o teatro em espaço de reflexão social”, afirma.

O Entregador integra a trajetória de pesquisa desenvolvida por Rodolfo Godoi a partir de trabalhos como Übercapitalismo, obra que circulou por escolas, teatros e festivais no Brasil e no exterior. A nova montagem amplia essa investigação sobre as relações entre trabalho, sociedade e capitalismo contemporâneo, se aproximando o debate de um fenômeno cada vez mais presente no cotidiano: o trabalho mediado por aplicativos.

A temporada no Sesc Ceilândia reforça ainda o compromisso do projeto com a formação de plateia, a democratização do acesso à cultura e a aproximação entre teatro e educação pública, levando ao público uma discussão sobre temas que atravessam a vida de trabalhadores, estudantes e famílias do Distrito Federal.

Serviço

O Entregador
 

Local: Teatro Newton Rossi- Sesc Ceilândia
Data: 24 a 27 de agosto
Horário: 16h e 20h
Ingressos: gratuita, com retirada de ingresso no local
Classificação: Livre

Agendamento: https://forms.gle/kDMMCu4tJkyYBLn57

Sessões para escolas públicas
Sessões das 16h: público prioritário de turmas do ensino regular
Sessões das 20h: estudantes da EJA e turmas do ensino noturno, além de professores, trabalhadores e comunidade escolar

Ficha técnica
Dramaturgia: Rodolfo Godoi  

Design de Cenário e Figurino: Thiago Sabino 

Design de Luz: Abaetê Queiroz e Larissa Souza

Operação de luz: Lemar Rezende  

Operadora de Som: Rudah Vieira

Mapping e Projeção: Lucas Gonçalves 

Sonografia: Abaetê Queiroz, João Marcelo Zinn e Rafael Maklon, Biel  

Arte Gráfica : Manuella Leite

Realização
Projeto realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal – FAC/DF.

Informações e agendamentos:
ubercapitalismo@gmail.com

FESTA DO BOI DE SEU TEODORO REÚNE MANIFESTAÇÕES POPULARES DE CINCO ESTADOS EM SOBRADINHO/DF

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Evento abre o projeto Patrimônio Brincante nos dias 29 e 30 de agosto com a tradicional Morte do Boi de Seu Teodoro e homenagem aos 100 anos do Boi da Fé em Deus (MA); entrada gratuita e acessibilidade em Libras.

Polo histórico da cultura tradicional no Distrito Federal, o Centro de Tradições Populares de Sobradinho sedia, nos dias 29 e 30 de agosto, a Festa do Boi de Seu Teodoro 2026. O encontro abre oficialmente o projeto Patrimônio Brincante, realizado pelo Instituto Alvorada Brasil com fomento da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (SECEC-DF), celebrando a consagrada Tradição da Morte do Boi de Seu Teodoro.

Durante dois dias, o terreiro e os palcos do centro comunitário recebem mestres, brincantes e grupos convidados do Distrito Federal, Maranhão, Pará, Goiás e São Paulo. Um dos grandes momentos do evento será a homenagem especial ao centenário (100 anos) do Boi da Fé em Deus (MA).

O intercâmbio cultural traz apresentações de Bumba Meu Boi em diferentes sotaques, como o Boi do Rosário (GO) e o Boi da Fé em Deus (MA), além do Carimbó Beija Flor de Marudá (PA) e nomes consagrados da música popular, como o maranhense radicado em São Paulo Tião Carvalho e os grupos brasilienses Pé de Cerrado e Orquestra Popular Marafreboi. Anfitriões da casa, o Boi de Seu Teodoro e o Tambor de Crioula de Seu Teodoro realizam apresentações especiais nos dois dias de programação.

“Teremos o Ritual da Morte do Boi de Seu Teodoro, que acontece todos os anos em Sobradinho/DF. Vamos manter a tradição e fazer valer a nossa cultura popular, aquilo que os nossos ancestrais deixaram com legado para nós”, destaca Guará Freire, filho do saudoso Mestre Teodoro Freire.

ESTRUTURA
Toda a infraestrutura conta com tendas cobertas, brigada de emergência e equipe de apoio especializada. As atividades contam com acessibilidade em Língua Brasileira de Sinais (Libras), e o evento adota as diretrizes de acolhimento e segurança previstas pelas leis “Não é Não” (Lei Federal nº 14.786/2023) e “Por Todas Elas” (Lei Distrital nº 7.241/2023).

A festa é aberta a toda a comunidade, famílias, brincantes e amantes da cultura popular. Venha vivenciar esse grande encontro de tradições, cores e ritmos no coração de Sobradinho/DF!

PROGRAMAÇÃO DETALHADA

Sábado, 29 de Agosto
16h– Orquestra Popular Marafreboi (DF)
17h– Quadrilha Junina Num Só Piscar (DF)
18h– Carimbó Beija Flor de Marudá (PA)
19h– Boi do Rosário (GO)
20h– Tambor de Crioula de Seu Teodoro (DF)
21h– Tambor de Crioula Amor de São Benedito (MA)
22h – Paulinho do Forró e Banda Xamego Bom (DF)
23h – Boi de Seu Teodoro (DF)
00h30– Boi da Fé em Deus (MA)

Domingo, 30 de Agosto
14h – Capoeira Grito de Liberdade Mestre Cobra (DF)
15h – Boi Encanto do Itapoã (DF)
16h – Boi de Seu Teodoro (DF)
17h30 – Orquestra Alada (DF)
18h15 – Tambor de Crioula de Seu Teodoro (DF)
19h– Boi da Fé em Deus (MA)
20h00 – Tião Carvalho e Banda (SP)
21h00 – Pé de Cerrado (DF)

SERVIÇO
Festa do Boi de Seu Teodoro 2026 – Projeto Patrimônio Brincante
Datas: 29 e 30 de agosto de 2026 (sábado e domingo)
Horários: Sábado a partir das 16h; Domingo a partir das 14h
Local: Centro de Tradições Populares de Sobradinho
Endereço: Quadra 15, Área Especial Nº 02, Lotes A, B, C e D – Av. Contorno, Sobradinho/DF
Entrada: Gratuita
Classificação indicativa: Livre
Realização: Instituto Alvorada Brasil
Fomento: Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (SECEC-DF)

Encontro de Artes do Lago Oeste leva dança, cinema, música, circo e teatro à região em setembro

Foto divulgação

Programação gratuita ocupa quatro finais de semana de setembro com oficinas, apresentações artísticas, feira de produtores e transporte gratuito entre o Plano Piloto e o Lago Oeste

Entre os dias 5 e 27 de setembro, o Encontro de Artes do Lago Oeste reúne oficinas e apresentações gratuitas de dança, cinema e audiovisual, música, circo e teatro na sede da Asproeste. Ao longo de quatro finais de semana, a iniciativa pretende ampliar o acesso à produção cultural na região e criar um espaço permanente de encontro entre artistas, moradores e visitantes, aproximando diferentes linguagens artísticas do cotidiano da comunidade.

Com uma programação pensada a partir das características do território, o encontro busca transformar os espaços de convivência do Lago Oeste em ambientes de criação, aprendizado e fruição artística. A proposta também valoriza a relação da comunidade com o Cerrado, reconhecendo a riqueza natural e cultural da região como parte importante da identidade local.

Programação 

A programação começa no primeiro final de semana, dedicado à dança, nos dias 5 e 6 de setembro. Os dois dias contam com oficinas de dança afro conduzidas por Dilo Paulo e Lenna Siqueira, da Cia. Corpus Entre Mundos, além das apresentações dos espetáculos SEMUTSOC, no sábado, e EM SUAS MARCAS, no domingo.

“São trabalhos que integram a trajetória artística da companhia e reafirmam seu compromisso com uma produção que atravessa questões de identidade, memória, ancestralidade, território e representatividade”, explica Lenna Siqueira, da Cia. Corpus Entre Mundos. “Participar do Encontro no Lago Oeste é uma oportunidade importante de ampliar o acesso à dança e aproximar diferentes públicos da produção artística negra e contemporânea. O encontro também fortalece a circulação e a descentralização da produção cultural em Brasília, criando possibilidades de diálogo entre artistas, comunidade e território”, avalia a artista. 

Na semana seguinte, em 12 e 13 de setembro, o foco passa para cinema e audiovisual. As atividades incluem as oficinas Primeiros Passos na Criação de Vídeos com o Celular, com Bruno Zakarewicz, e Introdução ao Audiovisual: Planejamento e Criação com Celular, com Thaís Holanda. À noite, o público poderá acompanhar as mostras de curtas “Cerrado em Cena” e “Cinema do DF”, com abertura da fanfarra  Sarrada nas Estrelas, que vai tocar trilhas sonoras que marcaram clássicos da sétima arte.

O terceiro final de semana, em 19 e 20 de setembro, reúne música e circo. A programação oferece oficinas de criação e manipulação de malabares, música, voz, corpo, ritmo e percussão, além da apresentação circense Encantaria Libélica, da Cia. Libélicas. A programação musical será conduzida por diferentes fanfarras, com Rataria Lunática e Tropicaos no sábado; e Breguilhas Selvagens e Cumbias Psicodélicas no domingo.

O percussionista Lucas Ramalho vai ministrar as oficinas de Ritmo, História e Corporeidade, pilares do trabalho desenvolvido pelo músico. “Trabalho há mais de 10 anos com artes e eu não me lembro de ter feito algum trabalho no Lago Oeste, seja oficina ou apresentação. Eu entendo que é uma região que carece de iniciativas como essa”, observa Lucas. 

O encerramento do encontro acontece nos dias 26 e 27 de setembro, com um final de semana dedicado ao teatro. Entre as atividades estão as oficinas Brincando de Atuar, com Ana Matuza, e Atuação para o Teatro: Exercícios e Jogos, com Luciana Martins. A programação também traz apresentações das fanfarras Me Chame Pelo Nome e Maluvidas e os espetáculos Umbigo do Infinito e A Batalha do Portal, do Coletivo Truvação.

Além da programação artística, todos os finais de semana contam com a Feira de Produtores do Lago Oeste, das 9h às 17h, fortalecendo a conexão entre cultura, economia local e convivência comunitária. As inscrições para as oficinas já estão abertas. 

Direito à cultura

Para facilitar o acesso do público, o projeto também disponibiliza transporte gratuito entre a Rodoviária do Plano Piloto e a Asproeste, em horários programados ao longo dos dias de atividades. As inscrições para usar o transporte gratuito já podem ser feitas pelo formulário eletrônico

Bruna Martins, organizadora do Encontro, mora há cinco anos no Lago Oeste e conta que a oferta de eventos culturais na região é escassa, o que obriga os moradores a se deslocarem para outros bairros para ter acesso à cultura. A iniciativa parte da vontade de transformar esse cenário. 

“Distância e falta de transporte não podem decidir quem tem ou não acesso à arte. Trazer um festival com vários finais de semana de programação com foco em atender a comunidade rural é uma forma de democratizar o acesso à cultura e garantir que a população – são mais de 8 mil moradores – não precise se deslocar tanto para exercer o direito à arte”, sustenta a organizadora. 

A acessibilidade é outro eixo do encontro. A programação contará com recursos de inclusão em diferentes atividades, como interpretação em Libras, audiodescrição e legendas descritivas, de acordo com a programação de cada final de semana.

Ao reunir artistas de diferentes áreas e criar oportunidades gratuitas de formação e apresentação, o Encontro de Artes do Lago Oeste aposta na descentralização do acesso à cultura no Distrito Federal e na valorização dos territórios que integram a capital. Mais do que levar atrações para uma região com pouca oferta cultural, a iniciativa propõe construir uma programação em diálogo com a comunidade e estimular novas formas de ocupação, convivência e pertencimento.

Este projeto é realizado pela Rang Cultural, pela Ana Martins Produções e pela Joana Piantino Produções, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). O encontro conta com apoio da Asproeste, da Horta do Preto, da La Pauta Comunicações e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec).

Programação completa – Encontro de Artes do Lago Oeste:

5 e 6 de setembro — Dança

Sábado, 5/9

9h às 17h – Feira de Produtores do Lago Oeste

14h às 16h – Oficina de Dança Afro com Dilo Paulo e Lenna Siqueira

16h às 18h – Oficina de Dança Afro com Dilo Paulo e Lenna Siqueira

19h – SEMUTSOC, da Cia. Corpus Entre Mundos

Domingo, 6/9

9h às 17h – Feira de Produtores do Lago Oeste

14h às 16h – Oficina de Dança Afro com Dilo Paulo e Lenna Siqueira

16h às 18h – Oficina de Dança Afro com Dilo Paulo e Lenna Siqueira

19h – EM SUAS MARCAS, da Cia. Corpus Entre Mundos

12 e 13 de setembro — Cinema e Audiovisual

Sábado, 12/9

9h às 17h – Feira de Produtores do Lago Oeste

14h às 16h – Oficina Primeiros Passos na Criação de Vídeos com o Celular, com Bruno Zakarewicz

16h às 18h – Oficina Introdução ao Audiovisual: Planejamento e Criação com Celular, com Thaís Holanda

18h30 –   Sarrada nas Estrelas

19h – Mostras de Cinema: Cerrado em Cena e Cinema do DF

Domingo, 13 de setembro 

9h às 17h – Feira de Produtores do Lago Oeste

14h às 16h – Oficina Introdução ao Audiovisual: Planejamento e Criação com Celular, com Thaís Holanda 

16h às 18h – Oficina Primeiros Passos na Criação de Vídeos com o Celular, com Bruno Zakarewicz

18h30 –   Sarrada nas Estrelas

19h – Mostras de Cinema: Cerrado em Cena e Cinema do DF

19 e 20 de setembro — Música e Circo

Sábado, 19/9

9h às 17h – Feira de Produtores do Lago Oeste

14h às 16h – Oficinas simultâneas de Criação de Malabares e Música para Todos: Voz, Corpo e Ritmo com Sofia Kern

16h às 18h – Oficinas simultâneas de Manipulação de Malabares com Trupé do Auto  e Percussão Ritmo, História e Corporeidade com Lucas Ramalho

18h30 – A Encantaria Libélica, da Cia. Libélicas

19h30 – Fanfarra Rataria Lunática

20h30 – Fanfarra Tropicaos

Domingo, 20/9

9h às 17h – Feira de Produtores do Lago Oeste

14h às 16h – Oficinas simultâneas de Criação de Malabares com Trupé do Auto e Percussão Ritmo, História e Corporeidade com Lucas Ramalho

16h às 18h – Oficinas simultâneas de Manipulação de Malabares com Trupé do Auto e Música para Todos: Voz, Corpo e Ritmo com Sofia Kern

18h30 – A Encantaria Libélica, da Cia. Libélicas

19h30 – Fanfarra Breguilhas Selvagens

20h30 – Fanfarra Cumbias Psicodélicas

26 e 27 de setembro — Teatro

Sábado, 26/9

9h às 17h – Feira de Produtores do Lago Oeste

14h às 16h – Oficina Brincando de Atuar, com Ana Matuza

16h às 18h – Oficina Atuação para o Teatro: Exercícios e Jogos, com Luciana Martins

18h30 – Fanfarra Me Chame Pelo Nome

19h30 – Umbigo do Infinito, do Coletivo Truvação

Domingo, 27/9

9h às 17h – Feira de Produtores do Lago Oeste

14h às 16h – Oficina Brincando de Atuar, com Ana Matuza

16h às 18h – Oficina Atuação para o Teatro: Exercícios e Jogos, com Luciana Martins

18h30 – Fanfarra Maluvidas

19h30 – A Batalha do Portal, do Coletivo Truvação

SERVIÇO – Encontro de Artes do Lago Oeste

Quando: de 5 a 27 de setembro de 2026

Onde: Asproeste – Lago Oeste

Entrada: gratuita

Inscrições para oficinas: https://forms.gle/kqPMdXirUVxCCLRMA  

Acessibilidade: recursos de acessibilidade conforme a programação

Transporte: gratuito entre o Plano Piloto e a Asproeste, https://forms.gle/eG5XgTKHXujKJnTBA  

Redes: https://www.instagram.com/encontro.de.artes/ 

Cine Open Air do Iguatemi Brasília traz neste sábado (22) pré-estreia do filme nacional “Minha Melhor Amiga”


Divulgação – Paris Filmes

Com Mônica Martelli e Ingrid Guimarães, longa terá exibição exclusiva antes de chegar aos cinemas de todo o país em 3 de setembro

O Cine Open Air do Iguatemi Brasília recebe, neste sábado (22), a pré-estreia de “Minha Melhor Amiga, longa estrelado por Mônica Martelli e Ingrid Guimarães. A sessão acontece às 20h35 e é um dos destaques da programação da 3ª edição do evento, que transforma o estacionamento do shopping em um cinema a céu aberto.
 

Com estreia nacional marcada para 3 de setembro, o filme poderá ser conferido antecipadamente pelo público de Brasília durante uma noite que combina cinema, gastronomia e uma estrutura especialmente preparada para proporcionar conforto e uma experiência diferenciada.
 

Neste sábado, além de “Minha Melhor Amiga”, às 20h35, a programação conta com “Super Mario Galaxy”, às 18h30, e “Nuremberg”, às 23h05. Já no domingo (23), o evento se encerra com “Zootopia 2”, às 19h, e “Michael”, às 21h10.
 

Além da programação cinematográfica, o evento oferece uma experiência diferenciada, com chaise para duas pessoas em cada ingresso, bomboniere oficial assinada pelo Cinemark e menu exclusivo preparado pelo restaurante Piselli.
 

Os ingressos para todas as sessões da 3ª edição do Cine Open Air estão esgotados, reforçando o sucesso do evento, que já se consolidou na agenda cultural e de lazer de Brasília.
 

O evento é apresentado por Bradesco Principal e American Express e patrocinada pelo iFood e Peugeot. 
 

Para saber mais sobre o empreendimento e sua programação geral, acesse o site do empreendimento e as redes sociais

Programação do fim de semana

Sábado (22/08)
18h30 – Super Mario Galaxy
20h35 – Minha Melhor Amiga
23h05 – Nuremberg

Domingo (23/08)
19h – Zootopia 2
21h10 – Michael

Serviço:
3ª edição do Cine Open Air – Iguatemi Brasília
Data: sábado e domingo – 22 e 23 de agosto
Local: Iguatemi Brasília
Ingressos: esgotados

Sobre o Iguatemi Brasília

O Iguatemi Brasília reúne, em um só local, moda, gastronomia, serviços, passeio, conforto, conveniência e entretenimento. O shopping conta com o know-how da Iguatemi S.A, uma empresa full service (administra, planeja e constrói), classificada como a 36.ª marca mais valiosa do Brasil, a única em seu segmento. São mais de 149 lojas, entre elas 23 marcas inéditas na capital federal. O shopping conta, ainda, com um dos mais modernos projetos de arquitetura e paisagismo. Grandes skylights proporcionam total integração com o exterior e permitem ao público aproximação com a natureza. Além disso, oferece mais de 2.481 vagas de estacionamento, das quais 1.709 são cobertas.

Encontros Culturais no Centro Cultural TCU

Divulgação

Tem programação cultural gratuita para toda a família neste fim de semana!

📅 Sábado (22/8)
🌿 Feira Criativa ARTeira | 14h às 18h
🐂 Boi de Seu Teodoro | 17h

📅 Domingo (23/8)
🌿 Feira Criativa ARTeira | 14h às 18h
🎶 Repentistas Chico de Assis e João Santana | 16h

Nos dois dias, também haverá oficinas educativas e visitas mediadas à exposição Festa de Luz: as festas populares e a arte brasileira.

📍 Centro Cultural TCU – Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 3
🎟️ Entrada gratuita, mediante doação de 1 kg de alimento não perecível.
🔗 Mais informações no Instagram: @centroculturaltcu

Você condenaria ou absolveria? Palco do Júri transforma Teatro Nacional em tribunal e coloca público para decidir veredito

Divulgação

Experiência jurídico-teatral chega a Brasíliaem 28 de agosto com um caso real, estratégias de acusação e defesa e uma decisão que ficará nas mãos da plateia

Culpado ou inocente? Condenar ou absolver? No dia 28 de agosto, quem estiver na plateia do Teatro Nacional de Brasília terá de ouvir diferentes versões de uma mesma história, analisar provas, colocar certezas em dúvida e, ao final, tomar uma decisão. O destino do réu estará, literalmente, nas mãos do público. Os interessados podem se inscrever no site: https://www.palcodojuri.com.br/

O Palco do Júri é uma produção do CVT Produções Culturais, ligado ao coletivo Vozes da Terra, que conecta operadores do Direito e reúne profissionais de diferentes áreas em uma construção coletiva, tendo entre seus protagonistas o advogado criminalista Valdivino Clarindo Lima e outros advogados de reconhecida atuação.

A experiência  mistura Direito e teatro para mostrar, por dentro, o que acontece em um Tribunal do Júri. Ao longo de um dia inteiro, o evento reúne palestras e mesas-redondas sobre estratégias de acusação e defesa e bastidores de casos reais. Depois, a teoria dá lugar ao palco e a plateia passa a fazer parte do julgamento.

A estreia no Teatro Nacional será construída em torno do Caso Jaguaribe, baseado em uma história real. O público acompanhará provas, argumentos e versões até chegar ao momento de formar sua própria convicção.

A concepção e a realização do projeto são fruto de uma construção coletiva do CVT Produções Culturais, que envolve sua diretoria, produtores, profissionais da cultura e operadores do Direito. No palco, a dinâmica do Tribunal do Júri ganha vida a partir de suas figuras centrais — juiz, acusação e defesa —, interpretadas por profissionais que levam à experiência diferentes perspectivas e estratégias do plenário.

Entre eles está Valdivino Clarindo Lima, advogado criminalista com mais de 30 anos de carreira e centenas de atuações em julgamentos, que traz para o palco a experiência de quem conhece de perto a tensão, a imprevisibilidade e o peso das decisões tomadas diante de um júri. “O Tribunal do Júri é o palco da tragédia onde ninguém sai ganhando”, resume Valdivino.

Um dos momentos centrais da experiência será o “Protocolo Congela”. No auge do julgamento, a ação é interrompida para revelar ao público o que está por trás das estratégias apresentadas no plenário: por que determinada pergunta foi feita, o objetivo de uma linha de acusação ou defesa e como pequenos elementos podem mudar a percepção sobre um caso. Depois, o julgamento continua. E aquilo que parecia óbvio alguns minutos antes pode já não parecer mais.

Um tribunal para quem é, e para quem não é, do Direito

O Palco do Júri dialoga com estudantes, advogados, concurseiros e profissionais da área jurídica, mas também foi pensado para quem se interessa por Justiça, comportamento humano ou acompanha histórias de true crime. Com linguagem acessível, cenário, iluminação, trilha sonora e direção visual, a experiência aproxima o rigor do Direito da linguagem do teatro e coloca o público diante de uma responsabilidade normalmente reservada aos jurados.

No fim, haverá um veredito. Mas talvez a principal pergunta levada para casa seja outra: diante das mesmas provas, você teria certeza da sua decisão?

Serviço
Palco do Júri – Experiência Jurídico-Teatral
Data: 28 de agosto de 2026
Local: Teatro Nacional de Brasília – Brasília(DF)
Caso: Caso Jaguaribe
Idealização: Dr. Valdivino Clarindo Lima

Ingressos: categorias VIP, Profissional e Estudante, com venda on-line – https://www.palcodojuri.com.br/ 

MANHÃ

8h00-Credenciamento

09h00 – 09h20 – Abertura Institucional — Paulo Maurício Braz Siqueira (Poli) —  presidente da OAB/DF no triênio 2025–2027, advogado com atuação em Direito Empresarial e Tributário, mestre em Direito Tributário pela PUC-SP e professor de graduação e pós-graduação;

09h20 – 09h50 – Dr. Heversom D’Abadia Teixeira Borges — juiz de Direito do TJDFT e professor da Escola da Magistratura

09h50 – 11h20 – PALESTRAS LIGA DAS MULHERES NO TRIBUNAL DO JÚRI:
09h50 – Dra. Áricka Rosalia Alves Cunha – Advogada Criminalista
* 10h20 – Dra. Maria Odila – Advogada Criminalista com atuação no Tribunal do Júri, escritora e autora da obra Diário de uma Pena;
* 10h50 – Dra. Izabela Jamar – Advogada Criminalista e especialista em Direitos Humanos e Direitos das Mulheres, professora, com produção acadêmica na área de Direitos Humanos e Justiça de Transição;

10h50 – 11h20 | INTERVALO

11h20 – 11h50 – Dra Sarah Assman – procuradora federal, mestre em Direitos Fundamentais, professora, palestrante, autora da obra Conheça Seus Direitos, diretora da Escola Superior de Advocacia da OAB/PE e conselheira da OAB/PE;
11h50 – 12h20 – Dr. Rodrigo Faucz — advogado criminalista habilitado para atuar perante o Tribunal Penal Internacional, em Haia; pós-doutor em Direito pela UFPR, doutor pelo Programa Interdisciplinar em Neurociências da UFMG, mestre em Direitos Fundamentais e Democracia pela UniBrasil e professor de Processo Penal;

12h20 – 14h00 | ALMOÇO

14h00 – 15h00-  PALESTRAS LIGA DAS MULHERES NO TRIBUNAL DO JÚRI
*14h00 – Dra. Vanessa Ramos – Advogada Criminalista, especialista em Tribunal do Júri e Leis Especiais
*14h30 – Dra Lenda Tariana – presidente da Caixa de Assistência dos Advogados do Distrito Federal (CAADF) no triênio 2025–2027 e ex-vice-presidente da OAB/DF;

15h00 – 15h30 – Ana Paula Dantas – fundadora e diretora do Instituto Unificado de Ensino Jurídico (IUEJ), idealizadora do VOX Criminal, pedagoga, bacharel em Direito, mestranda em Ciências Criminológico-Forenses e mentora de advogados em posicionamento estratégico

15h30 – 16h00 – Amanda Melo, conhecida como Amanda CSI — perita oficial criminal, farmacêutica, especialista em Genética e Biologia Molecular, mestre em Produtos Naturais e Sintéticos Bioativos, bacharel em Direito e professora de Perícia Criminal, Criminalística e Medicina Legal;

16h00 – 16h30 | INTERVALO

16h30 – 17h00 – Dr. Álvaro de Assis – Advogado Criminalista com atuação especializada no Tribunal do Júri, presidente da Comissão Especial de Defesa do Tribunal do Júri da OAB/DF e mentor de formações práticas voltadas à atuação defensiva, da delegacia ao plenário;

17h00 – 17h30 – Dr. Anderson Costa – advogado criminalista, mestre em Educação, especialista em Direito Penal e Processo Penal, professor universitário e de cursos preparatórios, presidente da Comissão de Processo Penal da OAB/DF e secretário-adjunto da Comissão Nacional do Tribunal do Júri;

17h30 – 19h30 – ESPETÁCULO TEATRAL — PALCO DO JÚRI – VOCÊ CONDENARIA OU ABSOLVERIA?
Duas horas de experiência imersiva, unindo Direito, artes cênicas e a reconstituição de um caso real, com participação ativa do público.

19h30 | COQUETEL DE NETWORKING – VIP

García Lorca, incontornável 90 anos depois: Embaixada da Espanha e Instituto Cervantes Brasília promovem conferência sobre a atualidade de sua obra

Divulgação

Encontro reúne pesquisadores da UnB e da UFSM para discutir a poesia, o desejo, o amor, a violência, e a relação do poeta espanhol com Granada

Noventa anos após sua morte, a obra de Federico García Lorca (1898–1936) continua provocando novas leituras e diálogos com o presente. Para marcar os 90 anos da morte de um dos mais importantes nomes da cultura espanhola, oInstituto Cervantes e a Embaixada da Espanha promovem, no dia 20 de agosto, às 19h, a conferência “García Lorca, incontornável, 90 anos depois”. O encontro será realizado no Instituto Cervantes, com entrada gratuita.

Poeta, dramaturgo e artista múltiplo, García Lorca construiu uma obra que transita entre inovação e tradição e dialoga com a poesia, o teatro, a música, o folclore e as artes. Sua produção é marcada por uma linguagem de forte dimensão simbólica e por questões que permanecem atuais, atravessando diferentes gerações e culturas.

A conferência propõe justamente revisitar esse legado a partir de perspectivas contemporâneas. A programação reúne pesquisadores de universidades brasileiras em três apresentações que abordam diferentes aspectos da trajetória e da criação do poeta espanhol.

A professora doutora Elga Pérez-Laborde (UnB-DF)apresenta “O femicídio na poética de Federico García Lorca: tragédias numa perspectiva contemporânea”, estabelecendo relações entre a obra de Lorca e questões que permanecem presentes no debate social e cultural.

Na sequência, a professora doutora Luciana Ferrari Montemezzo (UFSM-RS) aborda “Traduzindo a Granada de Federico García Lorca”, propondo uma reflexão sobre a cidade que marcou profundamente a vida e a obra do poeta e sobre os desafios de transpor seus universos culturais e poéticos.

O professor doutor Roberto Medina (UnB-DF) encerra a programação com “García Lorca, o desejo encarnado e o amor oscuro”, uma leitura sobre desejo e amor na produção do escritor espanhol.

A iniciativa integra as comemorações dos 90 anos da morte de Federico García Lorca e reafirma a permanência de seu legado artístico e cultural. Ao revisitar sua obra a partir de diferentes perspectivas, o encontro evidencia a capacidade de sua produção de continuar inspirando o pensamento, a criação e o diálogo entre culturas.

Serviço

Conferência “García Lorca, incontornável, 90 anos depois”
Data: 20 de agosto de 2026
Horário: 19h
Local: Instituto Cervantes Brasília – SEPS 707/907 Sul, Conjunto D
Entrada: gratuita

59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro tem inscrições gratuitas para oficinas até domingo (23/8)

Karen Akerman

Atividades formativas incluem crítica de cinema, edição de som, figurino e atuação

A mais tradicional e longeva mostra cinematográfica do país, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro está com inscrições abertas para as oficinas de sua 59ª edição. As pessoas interessadas podem se inscrever gratuitamente até domingo (23/8), pelo site oficial do festival, que será realizado de 11 a 19 de setembro.

As oficinas do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro integram um importante eixo da programação dedicado à formação, à troca de experiências e à ampliação do acesso ao conhecimento no campo audiovisual. Por meio de atividades voltadas ao desenvolvimento técnico, artístico e crítico, as oficinas contribuem para a qualificação de novos talentos, o aperfeiçoamento de profissionais e o fortalecimento da diversidade de olhares e práticas no cinema brasileiro. 

Nesta edição, o público pode se inscrever nas oficinas de Figurino para Cinema: Acesso, Linguagem e Inserção Profissional, ministrada por Nina Maria e focada nos processos de criação, concepção visual e pesquisa estética aplicada ao vestuário no cinema; a de Edição de Som para Curtas no DaVinci Resolve, sob a coordenação do especialista em mixagem Micael Guimarães, que aborda técnicas e ferramentas necessárias para o desenho de som, edição e finalização sonora de obras audiovisuais na ferramenta DaVinci Resolve; a de Atuação para Cinema: Poéticas e Procedimentos, com Noá Bonoba, que explora a construção da performance diante das câmeras, analisando métodos e a relação do ator com a linguagem cinematográfica; a de Crítica em Cinema, conduzida por Luiz Joaquim, destinada ao desenvolvimento do olhar crítico e da escrita sobre o cinema, discutindo formas de análise e contextualização de obras; e a O Que Pode a Montagem?, com a montadora Karen Akerman, focada na narrativa audiovisual, ritmo e na organização da estrutura dramática de um filme durante o processo de edição.

O 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro conta com apoio da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Cine Brasília, Canal Brasil, Canal Like,, Embaixada da Espanha, Instituto Goethe, Projeto Paradiso, Rio2C, Estúdios Aicon, FAC-UnB, Abraccine e Fipresci. Conta com  o apoio de mídia do Correio Braziliense e tem a TV Globo como Emissora Oficial, o Metrópoles como Media Partner. É realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal e pelo Instituto Alvorada Brasil, em gestão compartilhada que se estende por três anos, culminando em 2026, nesta 59ª edição. Conta com recursos de incentivo federal da Petrobras. Tem patrocínio do BNDES, Sebrae e patrocínio especial do Banco de Brasília (BRB).

Sob a presidência do secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto, com direção geral de Sara Rocha, o 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro tem direção artística do crítico, cineasta e programador Eduardo Valente. 

SERVIÇO

Oficinas do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

Inscrições: Até domingo (23/8), pelo site: festcinebrasilia.com.br.

SOBRE AS OFICINAS

Crítica em Cinema, com Luiz Joaquim 

Datas:  8, 9, 10 e 12 de setembro de 2026 + cobertura de 4 noites do 59º FBCB 

Horário: Dias 8, 9 e 10 setetembro (das 19h20 às 20h40 – online); dia 12 setembro (das 15h às 17h – presencial no Auditório Cine Brasília).

Carga horária total: Encontros online (6h) e Cobertura presencial (10h).

Sinopse da oficina: A partir de três encontros online (via Google Meet) e um presencial (no Distrito Federal), a oficina ‘Crítica em Cinema’ irá proporcionar aos participantes a chance de debater possibilidades de conceitos, de importância (encontro 1), de estruturas, de métodos e desafios da crítica de cinema. Pela oficina, os alunos também irão cobrir o 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e ter seus textos publicados em blog específico. Com o objetivo de estimular a análise fílmica e uma lógica de escrita que expanda a expressão do autor em comunhão com a obra e com a sua visão de mundo, a oficina irá apresentar alguns critérios de julgamentos estéticos. Para tanto, a oficina irá utilizar textos e trechos de filmes como exemplos, e também problematizar algumas opções próprias da escrita sobre cinema (encontro 2), sem deixar de lados aspectos próprios de nossa complexa sociedade contemporânea (encontro 3). Irá ainda distinguir questões que aproximam e distanciam a crítica própria da cobertura de um festival (encontro 4). A oficina irá oferecer, ainda, uma bibliográfica básica de modo que os alunos possam ampliar seus conhecimentos na área. 

Minibio do oficineiro: Luiz Joaquim, do Recife, é jornalista, mestre em comunicação, escritor, professor, curador e crítico de cinema. 

Atuação para Cinema: Poéticas e Procedimentos, com Noá Bonoba 

Datas: 13 a 15 de setembro 

Horário: 14h às 18h 

Local: Hotel Ramada

Sinopse: Uma oficina prática voltada à experimentação de diferentes modos de construir presença diante da câmera. Partindo da compreensão de que não existe um único registro de atuação cinematográfica, a proposta amplia o repertório dos participantes por meio de exercícios que investigam estados cênicos, escuta, ritmo, ação, repetição e relação com o enquadramento. A metodologia articula práticas de atuação, análise de trechos de filmes e discussões realizadas durante os próprios exercícios, compreendendo a atuação como resultado da relação entre corpo, câmera e direção. Ao longo da oficina, os participantes experimentarão diferentes procedimentos de criação, observando como pequenas alterações de presença produzem efeitos distintos na imagem cinematográfica. No encontro final, parte dos exercícios será filmada para que o grupo possa assistir ao material e refletir sobre os modos como a câmera transforma e potencializa a atuação. Cada participante receberá os registros realizados durante a oficina como material de acompanhamento de seu próprio processo. 

Minibio da oficineira: Noá Bonoba é atriz, roteirista, realizadora, preparadora de elenco, encenadora, dramaturga e pesquisadora. Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Ceará, desenvolve investigações sobre cinematografias trans e a invenção de mundos a partir de seres ctônicos, fabulação sci-fi e desmontes do real. Sua trajetória artística começa no teatro, onde criou obras que exploram o estranhamento cognitivo, o não-humano e metodologias colaborativas de encenação. No cinema, é formada pela Escola Pública de Audiovisual da Vila das Artes, recentemente filmou seu primeiro longa como diretora (Iguaraguá) e é protagonista de “Morte e Vida Madalena”, de Guto Parente, vencedor de diversos prêmios e com estreia nos cinemas marcada para 2026. Atua em processos criativos que atravessam corpo, mito, escrita e fabulação especulativa. 

O que pode a montagem?, com Karen Akerman 

Datas: 16 a 18 de setembro 

Horário: 14h às 18h 

Local: Centro Universitário Iesb – Asa Sul 

Pré requisito: noções de Adobe Premiere 

Sinopse da oficina: Investiga teoria e prática das ferramentas da montagem de cinema. Uma exploração de gêneros e linguagens a partir do estudo de casos reais. Como as decisões na ilha de edição transformam o sentido de uma cena? Partindo da minha experiência como montadora em filmes de diferentes universos e linguagens, esta oficina convida a mergulhar nos bastidores desse processo, articulando teoria e prática em um ambiente de troca. No primeiro momento, investigaremos as ferramentas conceituais da montagem, analisando como a articulação entre planos, o uso do som e as escolhas de ritmo moldam a experiência do espectador. A partir dessa base, faremos um exercício prático de criação: utilizando um material de arquivo coletivo fornecido para a turma, cada participante será incentivado a manipular e reordenar as imagens, construindo objetos autorais entre a autoficção e o ensaio visual. A proposta é refletir sobre o corte, testar limites formais e explorar a montagem enquanto pensamento vivo, onde a limitação de recursos atua como combustível para a liberdade e para a invenção de novas formas de narrar. 

Minibio da oficineira: Karen Akerman transita pelos mais diversos gêneros e formatos do audiovisual – ficção e documentário, cinema narrativo e experimental, longas, séries e curtas como montadora, majoritariamente, mas também como diretora, produtora, consultora e professora. Em sua filmografia como montadora, destacam-se obras como O Processo, de Maria Augusta Ramos, A Febre, de Maya Da-Rin, e O Riso e a Faca, de Pedro Pinho. 

Edição de som para curtas no Davinci Resolve, com Micael Guimarães 

Datas: 14, 15, 16 de setembro 

Horário: 14h às 18h 

Local: Jovem de Expressão (Ceilândia) 

Público alvo: Estudantes, realizadores audiovisuais, montadores, diretores e demais interessados em edição de som para curtas-metragens. 

Sinopse da oficina: Esta oficina propõe uma conversa sobre os conceitos fundamentais da edição de som para curtas-metragens, tendo o DaVinci Resolve como ferramenta de demonstração. O objetivo é apresentar uma forma de pensar o som na pós-produção, mostrando como organizar o material, estruturar a timeline e tomar decisões que contribuam para a narrativa e a experiência do espectador. Ao longo dos encontros, serão discutidos temas como organização do projeto, edição de diálogos, construção de ambiências, utilização de efeitos sonoros, continuidade sonora, percepção, ritmo e a relação entre imagem e som. Também serão abordadas estratégias para manter um fluxo de trabalho organizado e eficiente, facilitando a comunicação entre as diferentes etapas da pós-produção. Mais do que ensinar comandos ou ferramentas específicas, a oficina busca desenvolver o olhar — e a escuta — para a edição de som, oferecendo aos participantes uma base conceitual que poderá ser aplicada em diferentes projetos audiovisuais. 

Minibio do oficineiro: Micael Guimarães, Mica, atua no audiovisual há mais de 30 anos e é especialista em edição e mixagem de som para cinema. Premiado no Festival de Brasília, CinePE, e vários outros. Trabalha com foco na construção narrativa por meio do som em curtas e longas-metragens. 

Figurino Para Cinema: Acesso, Linguagem e Inserção Profissional, com Nina Maria 

Datas: 15 a 18 de setembro de 2026 

Horário: 15h às 18h 

Local: Jovem de Expressão (Ceilândia)

Sinopse da oficina: O figurino é uma das principais ferramentas de construção narrativa do cinema. Ele veste personagens,comunica identidade, contexto histórico, relações sociais e aspectos psicológicos da dramaturgia. Esta oficina propõe uma introdução prática ao figurino cinematográfico, apresentando suas etapas de criação desde a leitura do roteiro até a organização do departamento de figurino durante as filmagens. Ao longo de 12 horas, os participantes conhecerão conceitos fundamentais da linguagem do figurino, métodos de pesquisa, desenvolvimento de propostas visuais e a dinâmica profissional do setor no audiovisual brasileiro. Voltada especialmente às ações afirmativas do Festival, a atividade busca democratizar o acesso a um campo técnico ainda pouco conhecido, oferecendo ferramentas que contribuam para a formação e inserção de novos profissionais na cadeia produtiva do cinema. 

Minibio da oficineira: Nina Maria é figurinista, pesquisadora e educadora, com 16 anos de experiência no audiovisual brasileiro. Iniciou sua trajetória no cinema assinando o figurino do curta 50 Anos em 5, de José Eduardo Belmonte, exibido na abertura do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Desde então, trabalhou em produções como Ainda Temos a Imensidão da Noite (Gustavo Galvão), Menarca e Levante (Lillah Halla), ambos selecionados para a Semaine de la Critique do Festival de Cannes, além da série Notícias Populares (Canal Brasil) e do longa Melhor Mãe do Mundo (Anna Muylaert). Paralelamente à atuação profissional, desenvolve atividades de formação e atualmente coordena o Curso de Formação em Figurino da Escola de Cinema Ateliê Bucareste.

O Circuito de Teatro Brasileiro, em sua 4ª edição com patrocínio da Brasal, por meio da Lei Rouanet do Ministério da Cultura, recebe: Alessandra Negrini em “A Árvore”

Foto divulgação

O relato de uma mulher em meio a um processo de transformação interior, tomada por novas sensações e percepções

Em seu primeiro solo, Alessandra Negrini dá voz a uma mulher em processo de reflexão, depois de ganhar uma pequena planta. Certo dia, ao limpar uma estante, A., vivida por Alessandra, se vê presa à planta por um fio de cabelo e submerge em um estranho processo, no qual observa seu corpo transformar-se em algo que desconhece. Despedindo-se de sua forma humana, A. ora narra fatos de seu cotidiano, ora se entrega a reflexões diversas, que transitam entre o lírico e o cômico.

A Árvore, com texto de Silvia Gomez e direção de Ester Laccava, faz curta temporada no Teatro Unip (913 Sul), de 27 a 30 de agosto, com sessões de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h. Os ingressos, a partir de R$ 25, já estão à venda em https://bileto.sympla.com.br/event/123352/d/397963. A peça já fez temporadas de sucesso em São Paulo, Recife, Fortaleza, São Luís, João Pessoa e Salvador, e chega a Brasília com patrocínio local da Brasal, a convite do Circuito de Teatro Brasileiro, e tem como patrocinador nacional o PagBank.

De acordo com a atriz, a peça é composta por muitas camadas. “A. nos conta a sua história, a sua aventura mais íntima e nos oferece o testemunho de ver o seu corpo se transformando. As angústias e as alegrias dessa viagem viram palavras e imagens potentes. É uma escrita performática, uma página, uma peça, uma narrativa dessa metáfora de virar algo que não é mais si mesmo”, comenta e define: “A Árvore é um relato, um relato de amor.”

O texto, que é o primeiro monólogo de Silvia Gomez, teve como inspiração uma imagem. “Um dia, regando uma planta na estante, vi um fio do meu cabelo preso a ela. Pedi para meu filho fotografar e transformei o episódio em textos. Nesta peça, esse disparou a metamorfose, elaborando a sensação de certa forma delirante de ter sido agarrada por aquela planta, como se ela tivesse algo a dizer”, revela.

“As personagens, que escrevo são essas, que, de repente, olham para a realidade, mas não cabem mais nela, adentrando um espaço de delírio que, para mim, é, na verdade, de extrema lucidez. Um exercício de tentar elaborar o real por outra camada, reconhecendo nele as fissuras que nos permitem formular novas perguntas”, completa a autora, que foi indicada ao Prêmio Shell de dramaturgia, em 2019, por “Neste mundo louco, nesta noite brilhante”, e ao APCA, de 2022, por “Gesto”.

Ficha técnica:

Produção: Alessandra Negrini e Gabriel Fontes Paiva | Atriz: Alessandra Negrini | Texto: Silvia Gomez | Direção e concepção: Ester Laccava | Idealização: Alessandra Negrini | Assistência de direção: Giulia Lacava | Desenho de luz: Mirella Brandi | Cenografia: Camila Schimidt | Trilha sonora: Morris | Edição da trilha sonora: Chuck Hipolitho | Preparação corporal: Anderson Gouvêa | Realização de peruca: Feliciano San Roman | Técnica de luz: Giorgia Tolaini | Técnicos de som e vídeo: Thiago Rocha e Bruna Moreti | Camareira: Terezinha Caetano | Contrarregra: Vanessa Batista | Cenotécnico: Cassio Omae | Fotos: Priscila Prade | Designer gráfico: Alexandre Brandão | Assessoria de imprensa em Brasília: Território Comunicação | Produção em Brasília: Deca Produções | Produção: Corpo Rastreado | Gestão de Projeto: Luana Gorayeb | Realização: Fontes Realizações Artísticas | Patrocínio local: Brasal | Patrocínio nacional: PagBank

Serviço:

A Árvore, com Alessandra Negrini

Gênero: Drama

Local: Teatro UNIP

Endereço: SGAS 913 – Asa Sul

Temporada: de 27 a 30 de agosto.

Horários: de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h

Não será permitida a entrada após o início do espetáculo.

Acessibilidade na sessão de domingo

Ingressos: A partir de R$25,00.

Bilheteria: virtual https://bileto.sympla.com.br/event/123352/d/397963 e física, sem taxas, na Belini (113 Sul)

Duração: 70 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

O Teatro UNIP: https://www.teatrounip.com | https://www.facebook.com/TeatroUnip | @teatrounip. Bilheteria: apenas nos dias de apresentação, sábado e domingo das 14h até o início do espetáculo. Aceita todos os cartões de débito e crédito. Não aceita cheque. Ar-condicionado e acesso para cadeirantes. Estacionamento gratuito. Capacidade para 500 pessoas