Em parceria com o Conselho Nacional do SESI, museu promove apresentações de projetos dos Departamentos Regionais em celebração aos 80 anos da instituição
Em comemoração aos 80 anos do Serviço Social da Indústria (SESI), o SESI Lab, em parceria com o Conselho Nacional da entidade, recebe, a partir deste fim de semana, uma série de apresentações mensais de projetos culturais dos Departamentos Regionais da instituição. Quem abre a programação é a Orquestra Camerata SESI, do Espírito Santo, que apresenta espetáculo dedicado ao cantor e compositor Lulu Santos, numa mistura saborosa de música clássica e pop. Os espetáculos serão nos dias 22 e 23 de agosto, às 16 horas, e têm entrada gratuita.
A série de apresentações culturais mostra a diversidade da atuação do SESI, cuja trajetória de oito décadas está representada na exposição SESI 80: Construindo Futuros, em cartaz no SESI Labaté dezembro. Nos próximos meses, projetos ligados às federações do Pará, Rio Grande do Sul, Bahia e São Paulo também passarão pelo palco do museu.
Com regência do maestro Isaac Gonçalves e participação do cantor convidado Nano Vianna, o espetáculo Lulu Santos in Concert propõe um encontro entre o pop nacional e a música de concerto. Os arranjos inéditos destacam a força melódica e a poesia de canções como “Tempos Modernos”, “Como uma Onda” e “Toda Forma de Amor”. A Orquestra Camerata SESI tem quase 20 anos de estrada e já se apresentou em importantes salas de concerto do país, como a Sala Cecília Meireles, no Rio de Janeiro.
“A diversidade brasileira está presente nos talentos e projetos culturais dos Departamentos Regionais que chegam ao SESI Lab. Essa produção mostra a força do SESI em todo o país e uma trajetória de 80 anos que reúne educação, inovação, cultura e transformação”, afirma Fausto Junior, presidente do Conselho Nacional do SESI.
“A parceria entre o SESI Lab e o Conselho Nacional do SESI permite trazer para Brasília a diversidade cultural que o SESI constrói em todo o país. Ao longo dos próximos meses, o público poderá conhecer diferentes grupos e projetos dos Departamentos Regionais, mostrando que a cultura é uma dimensão importante da atuação do SESI e da história que celebramos nestes 80 anos”, afirma Claudia Ramalho, superintendente de Cultura do SESI.
SESI 80: Construindo Futuros – Em cartaz no SESI Lab até dezembro, a exposição celebra os 80 anos do Serviço Social da Indústria conectando a trajetória da instituição às transformações do Brasil. A mostra reúne documentos, fotografias, depoimentos, instalações interativas e experiências digitais para apresentar diferentes momentos e frentes de atuação do SESI, como educação, saúde, cultura, esporte, alimentação, segurança do trabalhador e inovação. A exposição também convida o público a refletir sobre os desafios e as possibilidades dos próximos 80 anos.
SESI 80 – Lulu Santos in Concert, com Orquestra Camerata SESI/Espírito Santo
SESI Lab (Túnel) – ao lado da Rodoviária do Plano Piloto
Criado e interpretado por Cristina e Tatiana Carvalhedo, espetáculo realiza 12 apresentações gratuitas no Distrito Federal, em setembro
Há lembranças que permanecem guardadas em objetos, gestos, silêncios e histórias repetidas ao longo do tempo. Outras já não podem ser recuperadas por inteiro e, atravessadas pela imaginação, aproximam-se da fábula. É nesse território entre o vivido e o inventado que nasce CAMOCIM, espetáculo criado e interpretado por Cristina Carvalhedo e Tatiana Carvalhedo, mãe e filha na vida e parceiras na construção de uma obra que ativa afetos e memórias.
Nova produção da Carvalhedo Produções, a montagem realiza uma circulação gratuita pelo Distrito Federal entre os dias 4 e 26 de setembro. Ao todo, serão 12 apresentações no Gama, em Taguatinga, Planaltina e no Plano Piloto, acompanhadas por ações de acessibilidade, mediações destinadas a escolas públicas e atividades formativas abertas à comunidade.
Com dramaturgia autoral, CAMOCIM parte das experiências compartilhadas por Cristina e Tatiana para conduzir o público por uma narrativa na qual as lembranças tangíveis convivem com a ficção. Fragmentos do cotidiano, histórias familiares, ausências e silêncios compõem uma espécie de paisagem afetiva, capaz de despertar também as recordações de quem assiste.
Embora tenha como ponto de partida a relação entre mãe e filha, a obra ultrapassa os contornos desse vínculo. Ao contrário, abre espaço para a escuta, a cumplicidade e o afeto, revelando as diferentes formas pelas quais uma história familiar pode ser transmitida, preservada.
A direção artística e musical de Fernanda Jacob acompanha esse movimento entre realidade e fabulação. Humor e emoção se encontram em uma encenação construída por pequenos acontecimentos, atmosferas e lembranças que alcançam experiências reconhecíveis. Assim, CAMOCIM não pretende reconstruir o passado, mas perceber aquilo que se mantém vivo no presente.
Idealizadoras, dramaturgas e atrizes da montagem, Cristina e Tatiana Carvalhedo compartilham uma trajetória dedicada à criação artística. Em CAMOCIM, esse encontro entre gerações torna-se também matéria teatral: mãe e filha escrevem e ocupam juntas a cena, transformando a experiência familiar em uma criação sobre memória, ancestralidade e continuidade.
Encontro com diferentes públicos
Além das apresentações abertas ao público, a circulação contará com sessões voltadas a estudantes de escolas públicas. Realizadas em cada uma das regiões visitadas, elas serão precedidas por mediações culturais e terão interpretação em Libras e audiodescrição. O público em geral também poderá participar, mediante retirada de ingresso.
O projeto contempla ainda oficinas e outras ações formativas destinadas a diferentes públicos. A partir dos temas presentes no espetáculo, as atividades propõem experiências de criação, escuta e compartilhamento, ampliando o encontro entre artistas, comunidades e territórios.
CAMOCIM é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF).
Sinopse
Camocim é um espetáculo que transita entre memórias e heranças afetivas, revelando a potência daquilo que, parece desimportante. Em cena, mãe e filha atravessam lembranças, despedidas e histórias por meio de silêncios, gestos e ausências. A cena revela o que permanece vivo com o passar do tempo. Entre a realidade e a fábula, o espetáculo convida o público a reconhecer, nas experiências mais íntimas, um território comum de afeto.
Serviço
CAMOCIM — circulação gratuita pelo Distrito Federal Classificação indicativa: 14 anos Ingressos: gratuitos, mediante doação de 1kg de alimento, retirada pela plataforma Sympla Acessibilidade: as sessões das 16h terão interpretação em Libras e audiodescrição
SESC Gama — Teatro Paulo Gracindo 4 de setembro, às 16h; 5 de setembro, às 20h; e 6 de setembro, às 18h
Idealização, dramaturgia e atuação: Cristina Carvalhedo e Tatiana Carvalhedo. Direção artística e musical: Fernanda Jacob. Coordenação geral: Cristina Carvalhedo. Coordenação administrativa: Carvalhedo Produções. Coordenação de produção: Tatiana Carvalhedo. Coordenação pedagógica: Marcelo Nenevê. Produção executiva: Janaína Azevedo e Marcelo Nenevê. Cenografia: Fernanda Jacob e Marley Oliveira. Figurino: Cristina Carvalhedo e Tatiana Carvalhedo. Iluminação: Manu Maia. Operação de luz: Manu Maia e Shirley Araújo. Técnico de Som: Damião dos Santos. Sonoplastia: Diogo Vanelli. Provocação cênica: Ana Flávia Garcia e Francis Wilker. Designer gráfico: Pedro de Oliveira. Fotografia: Diego Bresani, Jordana Mascarenhas, Mariana Guedes, Mila Petrillo e Thaís Mallon. Coordenação de acessibilidade: Iury Ferraz. Gestão de mídias sociais e registro audiovisual: Vitor Ambrosio. Oficinas: Cristina Carvalhedo, Tatiana Carvalhedo, Fernanda Jacob, Virgínia Nenevê e Luiza Guimarães. Mediação cultural: Bruna Paz e Pedro Ribeiro. Assessoria de imprensa: Rodrigo Machado.
Novo projetoconecta a identidade musical brasileira à experiência de músicos renomados na cena country americana
O cantor brasileiro Gigio Teixeira transformou uma viagem à capital mundial da country music em uma oportunidade para registrar seis clássicos do gênero ao lado de músicos norte-americanos. O resultado é o projeto Nashville Sessions, que une a sonoridade tradicional do country à interpretação e influências brasileiras do artista.
Com mais de quatro anos de carreira profissional, o artista se tornou uma das principais referências da música country em Brasília e passou por importantes palcos da capital, como o Capital Moto Week, Feitiço das Artes e Galpão 17, consolidando uma identidade artística que ganha novas dimensões com o projeto gravado em Nashville (EUA).
O intercâmbio cultural se tornou uma das principais características das gravações e um diferencial para quem já curte os clássicos do gênero: “A mixagem entre o trabalho de um brasileiro com músicos dos Estados Unidos, que entendem dessa linguagem do country, trouxe uma identidade muito singular para o Nashville Sessions. É uma forma de combinar nossa cultura latina com a tradição e a essência do country norte-americano”, explicou Gigio.
O repertório do projeto passeia principalmente por clássicos do country das décadas de 1970, 1980 e 1990, incluindo releituras de músicas lançadas originalmente por músicos como Johnny Cash, Alan Jackson, Brooks & Dunn, Garth Brooks e Mark Chesnutt.
A gravação busca preservar a estética tradicional do gênero. Por isso, em vez de uma produção marcada por efeitos e recursos digitais, as sessões foram registradas com uma banda formada por músicos que atuam profissionalmente no cenário country norte-americano.
As gravações foram realizadas no Top Track Studios, em Nashville, com participação da Gonzalez Media e produção musical de Gilbran Sponchiado. Entre os músicos envolvidos estão profissionais com experiência ao lado de grandes nomes da música country internacional. O time inclui Eddy Dunlap, que toca pedal steel para artistas como George Strait e Luke Bryan, Paul Bowen, com trabalhos para a banda Lady A, e Chris Condon, guitarrista e diretor musical de Billy Ray Cyrus, além de Tommy Harden, baterista da banda Alabama e indicado a Drummer of the Year pela Academy of Country Music (ACM), em 2025.
A primeira música escolhida para chegar ao público no dia 18 de setembro é Neon Moon, da dupla Brooks & Dunn, considerada por Gigio uma de suas favoritas e um dos grandes sucessos do country dos anos 1990.
As músicas serão lançadas quinzenalmente no Spotify e no Youtube, com os clipes também gravados em Nashville.
“Estou muito feliz de finalmente poder compartilhar esse projeto com nossos fãs brasileiros. Foi uma experiência muito especial gravar nos Estados Unidos e espero de verdade que o público goste das músicas e curta esse trabalho tanto quanto eu gostei de fazê-lo”, diz Gigio.
Composta por quatro episódios, temporada completa traz conversas com MU540, Valesca Popozuda, Priscila Melo e Puterrier sobre criação, mercado, gestão, identidade e os desafios de fazer uma trajetória durar
Gravados ao vivo no Museu Nacional, durante o Favela Talks 2026, os quatro episódios são apresentados por Ana Paula Paulino e Dennis Novaes e já estão disponíveis nas principais plataformas de áudio
O que existe entre fazer música e transformar esse trabalho em uma carreira? Não há uma resposta única, e a primeira temporada do Podcast Favela Talks parte justamente de quatro trajetórias, com suas diferenças e similaridades, para falar sobre os caminhos possíveis dentro do mercado musical brasileiro. Com MU540, Valesca Popozuda, Priscila Melo e Puterrier, os quatro primeiros episódios já estão disponíveis nas principais plataformas de streaming de áudio e trazem conversas sobre criação, gestão, identidade artística, longevidade, construção de público e tudo aquilo que acontece antes, durante e depois de uma música chegar aos ouvidos de quem está do outro lado dos fones e caixas de som.
As conversas foram gravadas ao vivo no dia 31 de julho, no Museu Nacional da República, durante a quinta edição do Favela Talks, conferência ligada ao Favela Sounds, o maior festival de música de periferia do Brasil. Pela primeira vez, os debates que fazem parte da história do projeto ganharam formato de podcast, fazendo com que as trocas realizadas presencialmente em Brasília possam continuar circulando e chegar a artistas, produtores, empreendedores criativos e pessoas interessadas em compreender melhor os bastidores da música brasileira.
A temporada começa com MU540, que leva para a conversa a perspectiva de quem construiu sua trajetória a partir da produção musical. Referência no funk, no trap e na música eletrônica, ele fala “dos corres” que o levaram da Baixada Santista a pistas e festivais dentro e fora do país, passando por processo criativo, pesquisa sonora e pelo espaço ocupado pelo produtor na cadeia da música.
Se com MU540 o ponto de partida está na criação, Valesca Popozuda traz a experiência de quem precisou construir e sustentar uma voz própria diante do público dentro de um estilo hoje consolidado, mas ainda em construção na época em que ela começou. Uma das artistas que ajudaram a transformar o funk brasileiro, ela revisita sua trajetória para falar sobre protagonismo feminino, desejo, liberdade artística, preconceitos e a capacidade de se reinventar sem abrir mão da própria identidade.
Já o terceiro episódio muda um pouco o ponto de vista e coloca os bastidores no centro da conversa. Priscila Melo, empresária de Liniker e Anelis Assumpção, fala sobre o trabalho necessário para fazer uma carreira acontecer longe dos holofotes. Gestão, planejamento, formação de equipe e estratégia aparecem na conversa, mas sem a promessa de uma fórmula pronta.
Fechando essa temporada, Puterrier parte de sua própria história para discutir o momento em que identidade, repertório e repercussão começam a se transformar em carreira. Cria de Del Castilho, na Zona Norte do Rio de Janeiro, o rapper fala sobre a construção de hits, as misturas entre funk, grime e drill que deram origem ao seu “atabagrime”, presença digital, construção de marca e os desafios de fazer o interesse do público permanecer para além de um lançamento.
As quatro conversas são conduzidas por Ana Paula Paulino, gerente de A&R da Warner Music Brasil e sócia da Ubuntu Produções, e Dennis Novaes, professor da Escola de Belas Artes da UFRJ, escritor e co-idealizador do Favela Sounds. A dupla acompanha o Favela Talks desde suas primeiras edições e conduz os convidados por histórias pessoais e questões que atravessam diferentes etapas de uma carreira musical.
Conversas para além do Talks
A criação do podcast amplia uma proposta que acompanha o Favela Talks desde seu surgimento: transformar experiência e conhecimento em ferramentas que possam circular entre novos artistas, produtores e empreendedores.
Em 2026, o projeto chegou à quinta edição reunindo cerca de 3 mil pessoas em três dias de atividades. Além das gravações do podcast, a programação contou com shows e showcases, LAB de Mentorias, Bancas de Ideias e a maior Rodada de Negócios já realizada pelo projeto, com mais de 300 reuniões entre artistas e profissionais de diferentes setores do mercado musical.
Os quatro episódios do Podcast Favela Talks estão disponíveis gratuitamente no Spotify, Deezer, Apple Music, YouTube Music e Amazon Music.
.A montagem vai migrar da Galeria 4 para o Teatro 1, aumentando a capacidade de espectadores
“Amor em Rosa”, direção de Sérgio Maggio, propõe uma imersão no universo criativo de Noel Rosa por meio de uma encenação inspirada na estética vibrante do teatro de revista dos anos 1930.
Em cena, 21 canções do compositor ganham nova dimensão em uma narrativa marcada pela irreverência, pela crítica social e pelo espírito popular que consagraram sua obra. As sessões acontecem de 28 a 30 de agosto, na sexta, às 20h; sábado, às 19h e às 21h; e domingo, às 19h e às 21h. Ingressos à venda a partir de quinta (27/8) ao meio-dia no site e na bilheteria física do CCBB.
Poucos artistas traduziram tão bem o espírito do Brasil urbano quanto Noel Rosa (1910–1937). Conhecido por clássicos como Último Desejo e Feitio de Oração, o compositor também manteve uma relação profunda com o teatro de revista e com o universo radiofônico, duas linguagens fundamentais para a construção da cultura popular brasileira no século XX.
“Este é um projeto acalentado há 20 anos, que se beneficiou da pesquisa que o coletivo Criaturas Alaranjadas desenvolve sobre o Teatro Musical Popular Brasileiro (TMPB). É uma narrativa que se apropria da estética das revistas dos anos 1930 e da consolidação do rádio como meio de comunicação de massa que integra o Brasil”, aponta Jones Schneider, idealizador do projeto, que tem patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) e apoio do Banco do Brasil.
A dramaturgia parte de um recorte de canções de Noel Rosa e organiza esse material em um libreto que não segue a chave biográfica. Em cena, as músicas são articuladas a uma narrativa picaresca, atravessada por sátira social típica das revistas e por uma radionovela sobre a relação entre Noel Rosa e Ceci, sua musa. O repertório inclui ainda Tico-tico no fubá, de Zequinha de Abreu, transformado na paródia Melô dos penduricalhos.
Amor em Rosa mobiliza processos artísticos ligados ao teatro de revista brasileiro e a radionovela, duas linguagens populares de forte memória afetiva, histórica e cultural das pessoas e dos grupos sociais de uma época de abruptas mudanças técnicas que alteraram as formas de circulação, escuta e performance da canção. “Noel Rosa estava nesse lugar entre a magia da tradição do samba de mesa e o assombro das novas tecnologias nos estúdios de rádio. Não hesitou em partir para os registros elétricos dos fonogramas, com microfones e amplificadores. A década de 1930, auge de sua produção, marca essa massificação dos bens culturais”, destaca o dramaturgo Sérgio Maggio, que divide a direção com Jones Schneider.
– “O trio de atores está afiado em cena. Jones Schneider conduz o jogo com ginga de malandro e ótimo tempo de comédia; e, além de nos presentear com sua surpreendente voz, assume a responsabilidade de encarnar o próprio Noel Rosa. Ao seu lado, Wol Nunnes brilha intensamente como Marly Temporal e também vive as principais mulheres que orbitaram a vida do compositor. Jeff Moreira, encarnando com puro glamour e deboche a fabulosa Condessa Genoveva, fã inveterada de Noel, envolta em plumas e paetês, sambando na cara da sociedade e brindando o público com a celebração da vida e obra de Noel e expondo os babados da rídicula “alta sociedade” de Brasília; concatenada com as críticas e denúncias em grande parte autobiográficas das músicas do Poeta da Vila, sua língua de cobra chicoteia sem pudores a hipocrisia dessa gente que só cai pra cima”, revela Rodrigo Ferret, crítico de teatro.
SERVIÇO:
[Teatro] Amor em Rosa
Gênero: revista musical
Local: TEATRO 1 do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF
Temporada: prorrogada: de 28 a 30 de agosto de 2026
Dias e horários: na sexta, às 20h; sábado, às 19h e às 21h; e domingo, às 19h e às 21h.
Ingresso: R$ 30 (inteira), e R$ 15 (meia para estudantes, professores, profissionais da saúde, pessoa com deficiência e acompanhante, quando indispensável para locomoção, adultos maiores de 60 anos e clientes Ourocard), à venda a partir de quinta (27/8) ao meio-dia no site e na bilheteria física do CCBB. Site www.bb.com.br/cultura.
Duração: 80 minutos Classificação indicativa: não recomendado para menores de 16 anos
Festival gratuito promovido pelo grupo As Fulô do Cerrado acontece nos dias 05 e 06 de setembro no estacionamento da CAIXA Cultural Brasília, com nove atrações, como João do Pife de Caruaru (PE), Coco Raízes de Arcoverde (PE) e Vitória do Pife (PE).
O mês do Cerrado começa com muita celebração e a força das tradições populares. É o Bailão no Cerrado, evento que promove o encontro de artistas da cultura popular do Distrito Federal e Pernambuco. A programação contempla manifestações como bandas de pífanos, coco, forró, samba de roda, mamulengo e bumba meu boi, estabelecendo encontros entre tradição e contemporaneidade, mestres reconhecidos e novas gerações. O projeto também oferece oficinas formativas e destaca a transmissão dos saberes populares, além das relações entre cultura, território, memória e o Cerrado.
Entre os nomes confirmados estão o Mestre João do Pife de Caruaru (PE), o consagrado Coco Raízes de Arcoverde (PE), a pifeira da nova geração caruaruense Vitória do Pife (PE), e as idealizadoras do Bailão, As Fulô do Cerrado (DF), que fazem o show de lançamento de seu primeiro álbum, “De Rio a Rua” – uma celebração dos dez anos de trajetória do grupo brasiliense, formado por cinco mulheres que pesquisam e difundem ritmos, instrumentos e saberes da cultura popular brasileira.
A cena local conta ainda com a força do Boi de Seu Teodoro, o encanto do Vereda dos Mamulengos, a energia das Sambadeiras de Roda, a alegria do Ventoinha de Canudo e a batida de Tawá Tingá. Nos intervalos, a DJ Beira Mundo traz sua originalidade aos palcos.
O Bailão no Cerrado acontece nos dias 5 e 6 de setembro (sábado e domingo), na CAIXA Cultural Brasília e no Centro Tradicional de Invenção Cultural. A entrada é franca, com classificação indicativa livre, espaço reservado para pessoas com deficiência e recursos de acessibilidade em Libras e audiodescrição.
PROGRAMAÇÃO
05/09 – sábado Oficinas Gratuitas
Oficina de Fabricação de Pife, comMestre João do Pife e Vitória do Pife (PE) – das 10h às 12h, no Centro Tradicional de Invenção Cultural (813 Sul). Nesta oficina prática, os participantes aprenderão a confeccionar artesanalmente o pífano, do preparo dos materiais ao acabamento. 20 Vagas – Classificação indicativa: 14 anos.
Oficina Coco Trupé, com Coco Raízes de Arcoverde (PE) – das 10h às 12h, na CAIXA Cultural Brasília. A oficina traz dança, percussão e vivência coletiva, abordando a história e os movimentos dessa tradicional manifestação pernambucana. 25 Vagas. Classificação indicativa: Livre.
Oficina de Toques de Pife, com Vitória do Pife (PE) – das 14h às 15h50, na CAIXA Cultural Brasília. A oficina é uma vivência prática de aperfeiçoamento do pífano, com foco em técnica, sonoridade e repertório tradicional das bandas de pífanos. 15 Vagas. Classificação indicativa: Livre.
Oficina de Percussão no Forró, com As Fulô do Cerrado (DF) – das 16h30 às 18h30, na CAIXA Cultural Brasília. A atividade é uma oficina prática de xote e baião com triângulo, zabumba e pandeiro, explorando ritmo, coordenação, improviso e criação coletiva. 25 Vagas. Classificação indicativa: Livre
06/09 – domingo Apresentações
15h00 – Vereda dos Mamulengos 15h40 – Cortejo Tawá Tingá 16h40 – Sambadeiras de Roda 17h40 – Mestre João do Pife e Vitória do Pife 19h00 – Boi de Seu Teodoro 20h00 – As Fulô do Cerrado 21h00 – Ventoinha de Canudo 21h40 – Coco Raízes de Arcoverde DJ Beira Mundo nos intervalos das apresentações
Bailão no Cerrado O Bailão no Cerrado promove um encontro gratuito entre mestres, mestras, grupos tradicionais e novas gerações da cultura popular brasileira. A programação reúne música, dança, oficinas e outras expressões, aproximando diferentes gerações e fortalecendo a circulação de saberes, práticas e formas de expressão que fazem parte da diversidade cultural do Cerrado.
O festival é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Distrito Federal.
Após títulos nacionais ganharem destaque mundo afora, players do mercado brasileiro se articulam por meio da Plataforma Brasil de Audiovisual para ampliar parcerias internacionais
O audiovisual brasileiro viu seu número de parcerias internacionais mais do que dobrar nos últimos três anos. É em meio a esse contexto que o país vem apostando em projetos como a Plataforma Brasil de Audiovisual, criada para promover a aproximação entre players do mercado brasileiro, investidores, fundos e empresas internacionais. Segundo a Agência Nacional do Cinema (Ancine), os pedidos de Reconhecimento Provisório de Coprodução Internacional saltaram de 56 para 140 entre 2023 e 2025, período em que o Brasil protagonizou conquistas importantes no cenário internacional, como o primeiro Oscar do país, reforçando a necessidade de iniciativas voltadas ao fortalecimento do cinema brasileiro.
Em 2026, um ano depois da vitória de Ainda Estou Aqui no Oscar, o Brasil levou ao Festival Internacional de Cinema de Xangai (SIFF), atualmente um dos principais do continente asiático, a maior delegação de profissionais do audiovisual de sua história, com um total de 80 membros. A comitiva viajou à China a convite da Plataforma, em busca de impulsionar e facilitar a internacionalização do cinema brasileiro a médio e longo prazo. Inicialmente organizada para levar 16 empresas ao Mercado Internacional de Cinema e TV de Xangai, o evento de mercado do SIFF, a missão contou com 22 empresas para representar o país, adquirindo um alcance ainda maior e ampliando a possibilidade de novos negócios.
Membro da delegação que foi a Xangai, Nelson Sato, presidente da distribuidora Sato Company, conta que os encontros propiciados pela Plataforma demonstram oportunidades tanto para a Sato quanto para as demais empresas brasileiras. Referência na distribuição de obras asiáticas, animes e animações de empresas como o Studio Ghibli, a Sato Company trabalha com a China desde a década de 1990, como explica Nelson Sato. “O endosso de ser convidado numa missão oficial do Brasil na China contribui na construção de credibilidade que, na Ásia em geral, somente o tempo e a conduta correta constroem”, afirma.
De 2023 a 2025 a Ancine registrou um total de 124 obras realizadas em coprodução internacional. O número aponta para um crescimento se comparado com dados gerais da Agência sobre o período de 2015 até 2024, que contou com 242 coproduções ao todo. Iniciativas como a Plataforma só tendem a fortalecer esse quadro, como explica Zé Brandão, sócio-fundador do Copa Studio que também participou da missão no continente asiático: “Rodando o mundo a gente consegue mais recursos para financiar nossas produções e também é uma divulgação do país como um todo. Nessas viagens a gente aprende novas formas de trabalhar, amplia nossa rede de contatos e consegue levar as histórias brasileiras para públicos que talvez nunca tivessem contato com elas. Iniciativas como a missão empresarial para a China são essenciais para mostrar nossa força como grupo, de maneira profissional, organizada e com objetivos comuns”.
Especializado em animações, o Copa Studio é conhecido pelo sucesso “Irmão do Jorel”, uma coprodução com a norte-americana Cartoon Network que está no ar desde 2014, sendo a série latino-americana mais longeva do canal. “O audiovisual brasileiro tem vocação para rodar o mundo. Sobretudo as animações, que uma vez dubladas conseguem se conectar ao público sem barreiras culturais e idiomáticas”, explica Brandão. Apesar disso, parcerias como a de “Irmão do Jorel” são casos mais raros. Ao longo de uma década, segundo o Panorama Coproduções Internacionais Brasil 2015-2024, grande parte das coproduções ocorre com países latinos, sendo a Argentina o maior parceiro do Brasil. Isso se dá por conta do Acordo Latino-Americano, como explica o estudo da Ancine, que liderou o período como o instrumento legal mais utilizado, representando 32% dos reconhecimentos de coprodução. Exemplos do tipo apontam para caminhos que podem fortalecer ainda mais o audiovisual brasileiro: os acordos internacionais. Hoje considerada um dos maiores mercados cinematográficos do mundo, a China disputa frente a frente com países com tradição no audiovisual, como os Estados Unidos, chegando a ultrapassá-los em bilheteria. Acenando para esse novo cenário internacional, o Brasil firmou com a China o Acordo de Coprodução de Filmes em 2017 e, em 2023, ampliou ainda mais a relação com o Acordo de Coprodução Televisiva. Para Clarissa Appelt, codiretora de “A Herança de Narcisa”, que foi a Xangai junto da protagonista Paolla Oliveira para representar o longa: “Temos que fazer esse showcase do cinema brasileiro no mundo. A China é um parceiro do Brasil em vários aspectos, então precisamos trabalhar também o aspecto cultural. A iniciativa foi uma forma incrível de fortalecer esse vínculo”.
Entre empresas e entidades do mercado audiovisual, participaram representantes de seis estados diferentes. São eles: Vitrine Filmes, Gullane, Sato Company, ORI Imagem e Som, Otto Desenhos Animados, Flamma Produções, Copa Studio, Pinguim Content, Coração da Selva, Olhar Filmes, Estúdio Giz, Movioca, Mixer Films, Quanta Works, Moveo e FICA – Federação da Indústria e Comércio Audiovisual.
A Plataforma Brasil de Audiovisual é uma realização do Ministério da Cultura (MinC), em parceria com o Ministério das Relações Exteriores (MRE), o Ministério do Turismo (MTur), a Funarte, a Embratur, o Sebrae, o Instituto Guimarães Rosa, o Consulado-Geral do Brasil em Xangai e a Embaixada do Brasil em Pequim. O projeto tem patrocínio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), da Petrobras e da Caixa Econômica Federal, com produção executiva da Quitanda Soluções Criativas e do Instituto Ibero Culturas e cooperação da UNESCO.
Enquanto portões não abrem para o público, leds do Palco Mundo e demais palcos são testados, cenografias recebem últimos reparos e brinquedos e estandes entram em fase final de montagem
Falta apenas uma semana para o Rock in Rio abrir seus portões para mais uma edição histórica! Depois de semanas de preparação, a Cidade do Rock entra em sua reta final para receber os milhares de fãs que vão aproveitar os sete dias de festa neste ano. Entre os destaques de 2026 está a nova cenografia do Palco Mundo, que já está recebendo testes no gigante painel de 2.400 m² de LED. Outros espaços, como Sunset, Global Village, New Dance Order, Supernova e Espaço Favela, também já estão quase prontos para receber grandes nomes da música. Na parte de experiências, a Roda Gigante, a Tirolesa, a Montanha Russa, o Mega Download e o Discovery deixam a jornada do público ainda mais emocionante. A Gourmet Square, a Rota 85, a Babilônia Feira Hype e Rock in Rio Club Lounge recebem os últimos ajustes para o festival.
Palco Mundo ganha uma nova cenografia e recebe grandes nomes da música
Com 107 metros de largura e 31,5 metros de altura, o Palco Mundo mostrou toda a sua potência na noite desta sexta-feira (28) ao ser aceso e transmitir suas primeiras imagens no gigante telão de led que ocupa toda a sua extensão. São 24 metros de boca de cena, 16,85 toneladas de cenografia, 3,2 milhões de watts de potência sonora e 200 amplificadores. Mais do que receber atrações como Foo Fighters, Avenged Sevenfold, Calvin Harris, Elton John, Stray Kids, Maroon 5 e Twenty One Pilots, o espaço também será cenário para momentos que fazem parte da identidade do festival, como o tradicional espetáculo de fogos sincronizados com a música-tema ao final de cada dia e o retorno do The Flight, com manobras acrobáticas sincronizadas, trilha sonora especial e 756 disparos de fogos diurno
Se programe para viver cada momento
Pelo aplicativo oficial do festival, os fãs já podem consultar os horários de todos os shows e montar sua própria programação para não perder nenhuma das atrações que estarão nos palcos e espaços da Cidade do Rock. Como novidade desta edição, também será possível compartilhar a agenda criada no aplicativo diretamente no Instagram, facilitando os encontros entre amigos e permitindo que cada pessoa mostre o que vai viver no festival. O público também poderá realizar a compra antecipada de comidas e bebidas, uma facilidade que já está disponível para produtos de marcas como Heineken, Coca-Cola, Schweppes Mixed, Red Bull, Crystal e Bob’s. Para comprar, basta acessar o aplicativo oficial do Rock in Rio, selecionar a opção “Comprar Antecipadamente”, preencher ou confirmar o cadastro, escolher o dia em que o produto será consumido e realizar o pagamento, que poderá ser feito por PIX ou cartão de crédito. A compra é exclusiva pelo aplicativo e não está vinculada à aquisição do ingresso, que precisa ter sido garantido previamente para que o produto possa ser retirado na Cidade do Rock.
O aplicativo oficial reúne ainda informações e serviços que ajudam o público a se preparar para os dias de festa. Por meio da plataforma, já é possível garantir os lockers, comprar qualquer uma das opções de transporte para o festival, adquirir as modalidades disponíveis do Rock in Rio Club, conferir os serviços de acessibilidade e conhecer tudo sobre o novo espetáculo ECCO by Lightwire.
Até o dia 4 de setembro, primeiro dia do Rock in Rio, o aplicativo ainda ganhará novas funcionalidades. O público poderá consultar o mapa completo da Cidade do Rock e informações sobre as ativações das marcas parceiras, além dos horários das experiências do festival, como o The Flight.
Se programe: diferentes opções de transporte levam o público à Cidade do Rock
Para que o público possa planejar não apenas o que vai viver dentro da Cidade do Rock, mas também sua chegada e retorno para casa, o Rock in Rio contará com um esquema especial de mobilidade durante os sete dias de festival. Entre as alternativas estão o BRT Expresso Rock in Rio, a operação especial do MetrôRio e o Primeira Classe, com opções que atendem diferentes regiões do Rio de Janeiro, Grande Rio e também fãs que partem de outras cidades.
BRT Expresso Rock in Rio
Em parceria com o Rock in Rio, a Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Transportes (SMTR) e da MOBI-Rio, preparou uma operação especial do BRT para os dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro. O BRT Expresso Rock in Rio contará com ônibus articulados circulando pelos corredores exclusivos do sistema em três serviços: o SE008, direto entre o Terminal Jardim Oceânico e o Terminal Centro Olímpico; o SE009, direto entre o Terminal Alvorada e a Estação Morro do Outeiro; e o SE010, semidireto entre o Terminal Paulo da Portela e a Estação Morro do Outeiro, com paradas na Praça Seca, Tanque e Taquara.
Os bilhetes já estão à venda por R$ 29, exclusivamente pelo aplicativo Jaé. Para utilizar o serviço, o passageiro deve estar cadastrado na plataforma e realizar a compra com o saldo da Conta Transporte, que pode ser recarregado via PIX ou cartão de crédito. Cada usuário pode adquirir até dez bilhetes por dia de evento, inclusive para familiares e amigos. No dia escolhido, o passageiro deverá apresentar o QR Code para embarque e, ao chegar ao Terminal Centro Olímpico ou à Estação Morro do Outeiro, fará a validação para receber uma pulseira individual que permitirá utilizar os serviços especiais na volta.
MetrôRio
O MetrôRio também terá uma operação especial durante o Rock in Rio, funcionando de forma integrada ao BRT para facilitar o deslocamento dos fãs. A estação Jardim Oceânico, principal ponto de conexão com o BRT Expresso Rock in Rio, permanecerá aberta 24 horas para embarque durante os dias de festival. As demais estações funcionarão normalmente para embarque durante o horário regular e, durante a madrugada, permanecerão abertas para desembarque, permitindo que o público retorne após o encerramento da programação.
As linhas 1 e 4 circularão entre Uruguai e Jardim Oceânico, enquanto a Linha 2 fará o trajeto entre Pavuna e Botafogo, com transferência entre as linhas 1 e 2 disponível durante todo o período do festival no trecho compartilhado entre Central do Brasil e Botafogo. A integração com o BRT Expresso será feita exclusivamente pela estação Jardim Oceânico. A tarifa do metrô será de R$ 7,90 por trecho, com pagamento por Jaé, Riocard ou aproximação (NFC); considerando ida e volta de metrô e o serviço especial do BRT, o valor total será de R$ 44,80.
Primeira Classe
Já para quem busca uma alternativa com ainda mais conforto e conveniência, o Primeira Classe retorna após o sucesso das edições anteriores. O serviço, realizado em ônibus executivos e com percurso sem paradas, é a única opção de transporte que deixa os passageiros em uma entrada exclusiva dentro da Cidade do Rock, próxima ao New Dance Order. São 20 pontos de embarque no Rio de Janeiro e Grande Rio e mais de 18 pontos confirmados fora da cidade. Para a ida, o passageiro escolhe previamente seu ponto de embarque e o horário de saída, com partidas entre 11h e 19h.
Na volta, quem utiliza as rotas do Rio e Grande Rio conta com mais flexibilidade: não é necessário agendar horário, e os ônibus começam a sair a partir das 22h, mediante demanda, com os últimos embarques acontecendo até duas horas após o término do Palco Mundo. Além dos diferentes pontos espalhados pelo Rio e Grande Rio, como Copacabana, Ipanema, Botafogo, Barra da Tijuca, Recreio, Tijuca, Niterói e São Gonçalo, nesta edição o Primeira Classe amplia sua cobertura para atender quem vem de outras cidades, com partidas de localidades como São Paulo, Belo Horizonte, Petrópolis, Búzios, Cabo Frio, Campinas, Sorocaba, Nova Friburgo, Resende, Volta Redonda e outras regiões.
Rock in Rio Brasil chega repleto de novidades em 2026
Marcado para acontecer na Cidade do Rock, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, o Rock in Rio acontece nos dias 4, 5, 6 (esgotado), 7, 11, 12 (esgotado) e 13 de setembro de 2026. Confira o line up completo do festival:
Entre os confirmados no primeiro fim de semana do Rock in Rio, o dia 4 de setembro tem no Palco Mundo Foo Fighters como headliner, Rise Against, The Hives e Nova Twins. Na mesma data, o Sunset tem Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos, Hot Milk, Detonautas convidam Biquini e Di Ferrero, e o Espaço Favela tem MC Rodrigo do CN, Hitmaker e GBZ7N. No New Dance Order, Steve Angello é o headliner, além de apresentações de GIU x Carola, ATKÖ e Cat Dealers. Já o Global Village recebe Paulinho Moska, Leela e Giovanna Moraes, enquanto o Supernova traz Diogo Defante, Venere Vai Venus, Rock in Gil com Larissa Luz e Chady.
No dia 5, o Palco Mundo recebe Avenged Sevenfold fechando os shows do espaço, além da apresentação do Bring Me The Horizon, mgk (Machine Gun Kelly) e Sepultura. Ainda no dia 5, o Sunset recebe Bad Omens, Poppy, Black Pantera convida Nervosa, além de Malvada convida Day Limns, e o Espaço Favela tem Major RD, Canto Cego e Quantum. Já no New Dance Order, James Hype é a principal atração, com shows de Volkoder, Camila Jun x Eli Iwasa e Victor Lou. O Global Village terá Korzus, Noturnall + Russell Allen e Rhegia, enquanto o Supernova recebe Supercombo, Lvcas, MC Taya e ZeRO.
No dia 6 de setembro, Calvin Harris é o headliner do Palco Mundo, que também recebe Black Eyed Peas, Nelly e Barão Vermelho – Encontro Formação Original convida Fernando Magalhães. O Palco Sunset recebe NE-YO, Jota Quest toca Tim Maia, BaianaSystem e Calema. O Espaço Favela tem Xamã, Rael e Budah. No New Dance Order, MEDUZA³ encerra a noite, além de apresentações de Liu, Casa Bonita – Brisotti e Viot, e Sofi Tukker. Já o Global Village conta com Mohamed Ramadan, Mãeana e Bento Gil convida Flor Gil, enquanto o Supernova traz Blitzkrieg Psycho Bop – Ramones 50 Years – João Gordo & Asteroides Trio, Matanza Ritual, Bayside Kings e O Escritório.
Já no feriado de 7 de setembro, o Palco Mundo terá como principal atração Elton John, além de shows de Gilberto Gil, Jon Batiste e Luísa Sonza convida Roberto Menescal. Na mesma data, no Palco Sunset o público poderá assistir as apresentações de Laufey, Péricles canta Motown, Roupa Nova convidando Guilherme Arantes, e Vanessa da Mata convidando Rubel. Já o Espaço Favela tem Belo, Mart’nália e Tiee. No New Dance Order, Fatboy Slim encerra a noite, além de apresentações de Aline Rocha, Leo Janeiro & simo not simon e Max Styler. O Global Village recebe João Bosco, Joyce Moreno, Leila Pinheiro e Fernanda Takai, além de Wanda Sá, enquanto o Supernova traz Alee, Zeca Veloso, Melly e Maui.
No segundo fim de semana do Rock in Rio, o dia 11 de setembro, traz ao Palco Mundo Stray Kids como headliner, além de shows de Alok, HWASA e NEXZ. Na mesma data, a programação do Palco Sunset inclui Jamiroquai, PJ Morton, Os Garotin convidando Duquesa, e Jota.pê convidando Luedji Luna e Zaynara, a do Espaço Favela tem CABELINHO convida TZ da Coronel, além de Puterrier, MC Carol e Caio Luccas. No New Dance Order, o encerramento fica por conta do b2b entre Neelix e Vegas, além de apresentações de Omiki, DEPARTAMENTO e ANNA. Já o Global Village conta com Soulidified, Rio Bronx e Lambateria com Félix Robatto, enquanto o Supernova recebe NandaTsunami, Ananda, Isa Buzzi e Muse Maya.
No dia 12 de setembro, o Palco Mundo tem Maroon 5 fechando os shows do espaço no dia, além de Demi Lovato, J Balvin e Pedro Sampaio. Ainda no dia 12, no Palco Sunset se apresentam Mumford & Sons, João Gomes com a Orquestra Brasileira, Gilsons convidando Daniela Mercury e Olodum, além do encontro entre Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago, enquanto o Espaço Favela tem Timbalada, Priscilla Senna e Soul de Brasileiro. No New Dance Order, Alok encerra a noite com o projeto inédito Rave The World, além de apresentações de Alok & Family – Ekanta e Swarup, Gabe, Adam Sellouk e Bhaskar. O Global Village recebe Mestrinho, Hamilton de Holanda e Badi Assad, enquanto o Supernova traz Delacruz, Milo J, Yago Oproprio e Celo Dut.
Por fim, no dia 13 de setembro, o Palco Mundo tem Twenty One Pilots como headliner, além de Halsey, Lola Young e Ivete Sangalo. O Palco Sunset tem Zara Larsson como principal atração, Marina Sena convida Céu, Joelma convida Viviane Batidão e Carol Biazin convida Joyce Alane. O Espaço Favela recebe DENNIS, Suel e Marvvila. No New Dance Order, John Summit comanda o último show da Cidade do Rock, além de apresentações de Roddy Lima, Illusionize e Dawn Patrol – Maz, Antdot, Riascode e Bakka. Já o Global Village recebe Haley Smalls, Lucy Alves e Kinnie, enquanto o Supernova traz Lourena, Sant, Bruna Black e AR Baby.
Além dos artistas, o festival chega com novidades marcantes: o Palco Mundo ganha uma cenografia totalmente inédita e, pela primeira vez, toda sua estrutura frontal será revestida por 2.400 m² de painéis de LED de altíssima definição, transformando o espaço em um único e imenso painel visual. A maior pista de dança da Cidade do Rock, o New Dance Order também retorna em 2026 com uma cenografia totalmente nova, com 56,50 metros de largura e 22,5 metros de altura, reforçando sua presença monumental no festival. O palco amplia ainda mais a experiência do público, enquanto os 502m² de painéis de LED são um dos grandes destaques do projeto visual, criando uma atmosfera imersiva que integra música, luz e movimento.
Na gastronomia, a Gourmet Square contará com uma curadoria assinada pelo chef Pedro Siqueira, reconhecido entre os 100 melhores pizzaiolos do mundo pelo The Best Pizza Awards 2025, que também levará a gastronomia do Sìsì em um dos restaurantes do espaço. Com funcionamento de 12 horas por dia, a Gourmet Square será composta por oito restaurantes na edição de 2026: Sìsì Pizza, Pepe Hot Dogs, Gurumê, TT.Burguer, Albis, Bora Baião, Chicharrón e Cumbuca. Já na Área Vip, a experiência gastronômica exclusiva é assinada pela chef Heaven Delhaye by GSH, que estará pela primeira vez à frente da gastronomia do espaço. Heaven comanda restaurantes como Chez Heaven Bistrot, D’Heaven, Heaven Cucina e Nonna per Heaven.
Outro destaque é o retorno do espetáculo aéreo The Flight, um dos momentos mais pedidos pelo público e que volta após apresentações históricas no festival – prometendo ainda mais emoção com manobras acrobáticas sincronizadas, trilha sonora especial e 756 disparos de fogos diurnos. Neste ano, a Babilônia Feira Hype retorna ao Rock in Rio para celebrar 30 anos de história desde sua primeira edição. Nesta edição, o espaço ganha uma nova localização, próximo ao palco New Dance Order, em uma estrutura projetada pelo arquiteto João Uchôa. Ao todo, serão 20 tendas que, durante os sete dias de festival, receberão 60 expositores, com curadoria de marcas realizada pelo Instituto Brasileiro de Cultura, Moda e Design (Inbracultmode). Além das tendas, o público também poderá aproveitar uma programação com DJs convidados e uma instalação de arte urbana, ampliando a experiência do espaço e fazendo da Feira parte do percurso criativo do festival.
O Rock in Rio, em parceria com a LightWire, anunciou um espetáculo grandioso que emocionou o mundo e que agora ocupa uma arena na Cidade do Rock para envolver toda a plateia: o ECCO. A atração é mais um dos projetos da Fábrica de Sonhos do Rock in Rio – a engrenagem criativa que, desde a primeira edição, se reinventa para surpreender o público com experiências que vão muito além da música e transformam ideias em momentos inesquecíveis para milhões de pessoas. A LightWire fará sua estreia no festival e vai transformar a apresentação em uma experiência sensorial inédita para o público. O projeto nasce como uma jornada imersiva em 360°, em que luz, som, tecnologia, corpo, aromas e natureza se fundem para criar uma narrativa profunda e envolvente. Na Cidade do Rock, o espetáculo chega inspirado na ideia de que a floresta é a verdadeira origem do som, propondo uma reflexão sobre as vibrações primordiais do planeta – vento, água, raízes e fogo – e sobre a forma como o ser humano transforma essas vibrações em música, arte e emoção. Combinando bailarinos, coreografias precisas, trilha sonora original com tecnologia surround, projeções mapeadas, holografia, áudio imersivo e figurinos tecnológicos em LED e fibra ótica – que se destacam pelo uso do PixelWear, com mais de 1.500 pixels de LED controlados individualmente, e do NewDress, que utiliza 1.000 metros de fibra óptica iluminados por LED –, cada uma das cinco apresentações diárias no festival terá 20 minutos de duração e uma capacidade para 1.000 pessoas dentro do espaço.
O Rock in Rio 2026 amplia a experiência do público com 8 mil horas de experiências de marcas, mais de 100 ativações e cerca de 1 milhão de brindes ao longo dos sete dias. Para além do evento, cerca de 400 produtos licenciados levam a identidade do Rock in Rio para o cotidiano dos fãs. Já a linha de Produtos Oficiais poderá ser encontrada nas lojas espalhadas pelo festival, com itens como bonés, chaveiros, cangas e lenços, além das emblemáticas camisetas “Eu Fui”, disponíveis exclusivamente nas lojas físicas durante a edição.
Sobre o Rock in Rio
1985 marca a primeira edição do evento idealizado por Roberto Medina e que hoje, 41 anos depois, é considerado o maior festival de música e entretenimento do mundo – o Rock in Rio. A história do evento se entrelaça com a do entretenimento no Brasil, sendo responsável por colocar o país na rota dos eventos internacionais, já que pela primeira vez, um país da América do Sul sediou um evento musical dessa magnitude. Em uma área de 250 mil m2, em Jacarepaguá, durante dez dias, 1 milhão e 380 mil pessoas foram iluminadas pela primeira vez e começaram a fazer parte do grande espetáculo. No palco – o maior do mundo na época, com 80m de boca de cena – 15 atrações nacionais e 16 internacionais. Originalmente organizado no Rio de Janeiro, o festival ganhou o mundo chegando a Lisboa (Portugal), onde é realizado até hoje, passando por Madrid (Espanha) e Las Vegas (USA).
Desde a primeira edição, já gerou mais de 297,6 mil empregos diretos e indiretos e, apenas na última, em 2024, um impacto econômico de R$ 2.9 bilhões na cidade do Rio de Janeiro. Em 2022, o Rock in Rio foi considerado patrimônio cultural imaterial do estado do Rio de Janeiro. Pelas Cidades do Rock, desde 1985, já passaram mais de 12.3 milhões de visitantes, que assistiram a mais de 4.667 artistas em 141 dias de magia. Dentre os números gigantes do festival, mais de 146 milhões de pessoas alcançadas pelas comunicações nas redes sociais na edição que celebrou os 40 anos do Rock in Rio.
Gerando impactos positivos nos países onde é realizado e consciente do poder disseminador da marca, o Rock in Rio pauta-se por ser um evento com o propósito de construir um mundo melhor para pessoas mais felizes, confiantes e empáticas num planeta mais saudável. Adotando e incentivando práticas que apoiam o coletivo, se une a empresas que possuem este mesmo olhar e diretriz. O festival investiu, junto com seus parceiros, mais de R$ 118 milhões em diferentes projetos, passando por temas como sustentabilidade, educação, música, florestas, entre outros. Apenas na Amazônia, mais de 4 milhões de árvores foram plantadas. A marca foi pioneira em ter a certificação ISO 20121 – Eventos Sustentáveis, é neutra em carbono desde 2006 e, em 2022, começou a trabalhar ambiciosas metas para 2030, alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
Das 25 edições, dez ocorreram no Brasil (1985, 1991, 2001, 2011, 2013, 2015, 2017, 2019, 2022 e 2024), onze em Portugal (2004, 2006, 2008, 2010, 2012, 2014, 2016, 2018, 2022, 2024 e 2026), três na Espanha (2008, 2010 e 2012) e uma nos Estados Unidos (2015).
Influenciando diretamente os rumos da cultura pop nas últimas décadas, o filme revolucionário ganha evento especial pela Sato Company
AKIRA é um anime que dispensa apresentações: lançado no Japão em 1988, o filme chegou ao Brasil em 1991 com distribuição Sato Company, e desde então conquistou toda uma legião de fãs e marcou para sempre a cultura pop, influenciando obras em todo o mundo até os dias atuais. Agora, os fãs e as novas gerações ganham uma nova oportunidade de experienciar o clássico nos cinemas com o relançamento da animação em formato 4K remasterizado em 27 de agosto
O filme conta a história de uma versão futurista de Tóquio após uma explosão causada pelo misterioso e poderoso Akira. A cidade é palco da disputa entre duas gangues de motoqueiros – os Cápsulas e os Palhaços –, e em meio a uma perseguição, o jovem Cápsula Tetsuo colide com uma misteriosa criança e é levado pelo Exército para um hospital onde estranhos experimentos acontecem. A partir de então, Kaneda, também membro da gangue e amigo do garoto, embarca em uma jornada para descobrir o que aconteceu ao colega. Enquanto isso, Tetsuo parece ter desenvolvido poderes impressionantes que começam a gerar comparações com o lendário Akira. O legado de AKIRA se estende para além da própria obra: a animação é influência direta de inúmeros filmes, séries, jogos e tendências estéticas até o dia de hoje. O anime Demon Slayer e o jogo de vídeo game Cyberpunk 2077 são sempre lembrados como herança de AKIRA, mas inúmeros outros fazem referências ao filme. São os casos de Stranger Things, Matrix, Pokémon, Ilha dos Cachorros (e a obra de Wes Anderson no geral), Poder Sem Limites, Looper – Assassinos do Futuro e até o clipe de Scream, canção de Michael Jackson e Janet Jackson. Apesar de sua fama não ter diminuído – pelo contrário – com o passar dos anos, muitos fãs de animações japonesas não tiveram a oportunidade de assistir nos cinemas ao clássico que abriu as portas ao gênero no país. Agora, com o relançamento especial de aniversário, AKIRA ganha uma nova versão remasterizada em 4K, tornando ainda mais impressionante o espetáculo visual futurista do filme. Com distribuição Sato Company, referência em produções asiáticas no Brasil, AKIRA 4K remasterizado chega aos cinemas a partir de 27 de agosto. Sinopse: Em 2019, três décadas após o governo japonês destruir Tóquio com uma bomba nuclear para encobrir um experimento com crianças paranormais, o motoqueiro cyberpunk Kaneda embarca em uma missão perigosa para salvar seu amigo Tetsuo de uma conspiração governamental de proporções inimagináveis. Ficha técnica Japão, 1988, 124 min Direção: Katsuhiro Otomo Roteiro: Katsuhiro Otomo e Izo Hashimoto
Sobre a Sato Company Fundada em 1985, a Sato Company é pioneira na distribuição e referência em Animes e Tokusatsu, tendo em seu portfólio conteúdos asiáticos de sucesso de público e crítica como Akira, Ghost in the Shell, National Kid, Ultraman, Jaspion, Jiraiya, dentre muitos outros. Sua constante inovação hoje se traduz na produção e distribuição para cinema, televisão, OTT (SVOD/TVOD/AVOD). Atua também como agregadora de conteúdo e no licenciamento de produtos. Em 2024 foi responsável por trazer ao Brasil os filmes vencedores do Oscar ‘Godzilla Minus One’ e ‘O Menino e a Garça’.
Musicistas executam hino nacional durante sessão solene “Mulheres do Rock” no plenário da Câmara Legislativa
Sessão solene presta homenagens e debate representatividade, segurança e políticas públicas para fortalecer a participação feminina na cena independente
Ao som de uma versão do Hino Nacional executada com guitarra distorcida, teclado e voz, a Câmara Legislativa homenageou as roqueiras do Distrito Federal na noite desta quinta-feira (27). Com o tema “Mulheres do Rock: cultura, trabalho e políticas públicas para o fortalecimento da cena independente no DF”, a solenidade reconheceu as contribuições de artistas, produtoras, técnicas de som, roadies, fotógrafas, gestoras culturais, comunicadoras e demais profissionais que integram a cadeia produtiva do rock na capital.
A sessão solene, no plenário da Casa, foi proposta pela deputada Dayse Amarilio (PSB) para debater desafios e reivindicar maior reconhecimento ao segmento. Entre as principais dificuldades encontradas pelas fãs e profissionais do rock estão a insegurança, a desigualdade de oportunidades, a baixa representatividade em grandes festivais e a ausência de mecanismos específicos de incentivo.
Em seu pronunciamento, Dayse Amarilio destacou a importância histórica do Distrito Federal para o gênero musical e defendeu a organização coletiva para ampliar a visibilidade do movimento. “Nós somos a capital nacional do rock e vocês fazem muito mais do que música. Mantêm um sonho vivo, transformam vidas e formam um movimento muito grande que, neste momento, está sendo inviabilizado”, afirmou a parlamentar. Ela também ressaltou que a homenagem representa um ponto de partida para a construção de políticas públicas voltadas ao setor.
Trajetórias e representatividade
A guitarrista da banda Estamira e produtora cultural, Sara Abreu, relembrou sua trajetória de superação até se tornar profissional da música. A artista, que adquiriu seu primeiro instrumento com a venda de amendoim em semáforos, destacou o papel de mulheres que a incentivaram ao longo do caminho.
“Hoje vivo da música graças ao incentivo de mulheres fortes que acreditaram em mim e me ajudaram a chegar a um lugar que eu jamais imaginei alcançar quando era criança”, relatou. Para ela, o fortalecimento de outras mulheres passa pela capacidade de inspirar novas gerações. “Vamos nos colocar para cima. Onde estivermos estaremos influenciando alguém com algo de bom que a gente faz”, afirmou.
Já a pesquisadora e produtora cultural Nina Puglia Oliveira apresentou reflexões a partir de estudos sobre a cadeia produtiva da música e a economia da cultura no DF. Segundo ela, as questões de gênero atravessam todo o setor cultural.
Nina argumentou que a cultura é importante fonte de renda para mulheres, mas que a insegurança ainda limita o acesso e a participação feminina nos espaços culturais. “As pesquisas mostram que muitas mulheres têm medo de consumir cultura. Em eventos noturnos e de grande porte, a segurança continua sendo uma questão fundamental para que possamos usufruir desses espaços como cidadãs”, comentou.
Origens do rock e protagonismo feminino
A atriz, comunicadora e pesquisadora Sheila Campos, por sua vez, defendeu o reconhecimento das raízes negras do rock e do protagonismo das mulheres na construção do gênero musical. Ao lembrar a trajetória da cantora e guitarrista norte-americana Sister Rosetta Tharpe, precursora do rock, Sheila destacou que a contribuição feminina foi historicamente invisibilizada.
“Se o rock é preto e seu primeiro registro é criação de uma mulher, é mais do que legítima a nossa presença não apenas aqui na CLDF, mas em todos os espaços culturais, econômicos e criativos relacionados ao rock”, afirmou.
Ela também reivindicou maior participação das mulheres em posições de comando. “Não queremos ser apenas musas ou vocalistas. Queremos mulheres instrumentistas, mulheres compositoras, empresárias, produtoras, responsáveis por estúdios, gravadoras, meios de comunicação, academia e ocupando os espaços de poder”, disse.
Políticas públicas e participação social
A pesquisadora e professora Ludmila Gaudad, vocalista da banda Estamira, ressaltou a importância da representatividade de gênero no rock e da presença feminina nos espaços de decisão. “É preciso sair do discurso para construção de política pública. E onde a gente consegue isso? Estando aqui dentro, fazendo controle social”, afirmou.
Já a jornalista, produtora cultural e multiartista Luciana Ribeiro apresentou o trabalho do coletivo Roqueiras BR, criado em 2025 no Distrito Federal com o objetivo de fortalecer e ampliar a participação feminina no rock, tanto nos palcos quanto nos bastidores. Segundo ela, além de visibilidade, as mulheres do setor reivindicam condições concretas para trabalhar.
“Como produzir cultura sem rede de apoio? Essa rede precisa vir também do Estado. Precisamos de creches. Muitas vezes a mulher fica presa num relacionamento nocivo, pois não consegue deixar o filho para trabalhar. A gente está buscando representatividade, visibilidade, mais segurança, mais espaço para a gente tocar, produzir, para a gente estar”, defendeu.
A produtora cultural Ivanete Feitosa destacou o caráter coletivo da mobilização e lembrou a importância da união e da resistência entre as mulheres da cena cultural. “Vai dizer que eu não realizei o sonho de ser revolucionária? É isso que a gente faz todos os dias sendo mulher”, afirmou.
Também presente ao evento, a deputada federal Erika Kokay (PT-DF) destacou que a presença feminina no rock representa uma forma de enfrentamento ao machismo e à exclusão. “As mulheres no rock significam a luta contra uma sociedade sexista e a defesa do direito de ocupar todos os espaços que a nossa humanidade permite”, declarou.
Evento reúne produtores, gastronomia, turismo rural e espaços de comercialização; Emater-DF promove Dia de Campo, concurso de receitas, Colha & Pague e 36ª Exposição Agrícola
A festa mais gostosa de Brasília celebra três décadas de tradição e valorização do produtor rural do Distrito Federal. Vem aí a 30a Festa do Morango de Brasília. O evento ocorre em dois finais de semana, e com direito a feriado: de 5 a 7 e de 10 a 13 de setembro, no Parque de Exposições de Brazlândia. A realização é da Associação Cultural Rural Alexandre Gusmão (Arcag) e Instituto Alvorada Brasil, com correalização da Emater-DF e apoio da Administração Regional de Brazlândia e Governo do Distrito Federal. E o morango produzido em Brazlândia é o grande protagonista.
A programação valoriza quem produz, amplia as oportunidades de comercialização e apresenta ao público a diversidade e a qualidade da agricultura do Distrito Federal. A festa também oferece uma programação diversificada para toda a família, com atrações culturais, praça de alimentação com culinária japonesa, espaço gastronômico com diferentes opções, além de áreas dedicadas à comercialização de flores e plantas ornamentais, artesanato e outros produtos.
Correalizadora da festa, a Emater-DF participa de diferentes frentes da programação, criando oportunidades de aproximação entre produtores e consumidores e destacando o trabalho dos agricultores assistidos pela empresa. Entre as ações estão a Morangolândia, espaço de comercialização de morangos e produtos derivados; a Florabraz, dedicada à comercialização de flores; o Concurso de Receitas com Morango; o Colha & Pague do Morango; e a 36ª Exposição Agrícola de Brazlândia, que apresenta a diversidade e a qualidade da produção rural da região.
A Festa do Morango é realizada pela Associação Rural Cultural Alexandre de Gusmão (ARCAG) e pelo Instituto Alvorada, com correalização da Emater-DF e apoio da Administração Regional de Brazlândia e do Governo do Distrito Federal (GDF).
Produção que movimenta a economia rural Brazlândia é referência na produção de morangos no Distrito Federal, e a festa se consolida como um dos principais espaços de valorização e divulgação dessa produção. Em 2025, o DF produziu cerca de 5,3 mil toneladas de morango, considerando os sistemas convencional e orgânico, em uma área de aproximadamente 169 hectares. A atividade movimentou mais de R$ 105,2 milhões em Valor Bruto da Produção (VBP).
Mais do que apresentar a fruta ao consumidor, a programação busca mostrar o trabalho que existe por trás de cada produção e criar oportunidades para que os agricultores apresentem e comercializem seus produtos diretamente ao público.
Um dos principais espaços para isso será a Morangolândia, que reunirá 42 estandes de agricultores assistidos pela Emater-DF. No local, os visitantes poderão comprar morangos frescos e uma variedade de produtos derivados da fruta, conhecendo diferentes formas de transformar e agregar valor à produção rural. A proposta fortalece a comercialização direta e cria uma oportunidade para que o consumidor conheça produtos, histórias e empreendimentos de quem vive da agricultura.
Florabraz amplia a vitrine da agricultura local A diversidade da produção rural também estará representada na Florabraz, que reunirá 32 estandes de floricultores selecionados pela Emater-DF. Flores, plantas ornamentais, mudas frutíferas e outros produtos da floricultura vão ocupar o espaço durante a festa, ampliando a presença da agricultura local e apresentando ao público uma atividade que também gera renda e oportunidades para produtores do Distrito Federal.
Do campo para a mesa: morango ganha novas possibilidades O morango também será apresentado como matéria-prima para produtos com maior valor agregado durante o Concurso de Receitas com Morango, no dia 6 de setembro, domingo, das 10h às 12h.
Produtores e participantes poderão apresentar receitas criativas que valorizem a fruta e mostrem ao público diferentes possibilidades de preparo e comercialização. A iniciativa estimula o aproveitamento da produção e demonstra como a transformação de alimentos pode abrir novos mercados e gerar renda para os agricultores.
As receitas serão avaliadas por chefs, estudantes de gastronomia de instituições de ensino credenciadas e pelo júri popular. A premiação das três melhores receitas será realizada após a degustação.
Colha & Pague leva visitantes para dentro das propriedades A experiência com o morango não ficará restrita ao espaço da festa. Nos dias 5, 6, 12 e 13 de setembro, o público poderá participar do Colha & Pague do Morango, iniciativa que aproxima consumidores das propriedades rurais e permite conhecer de perto o cultivo da fruta.
Neste ano, três propriedades participam da ação: Chácara Fukushi, Sítio Bem Viver e Morangos Oliveira. Nestas propriedades, os visitantes poderão conhecer as lavouras, colher os próprios morangos e vivenciar uma experiência de turismo rural diretamente com os produtores.
As reservas e os pagamentos são feitos diretamente com cada propriedade, de acordo com a disponibilidade de vagas.
36ª Exposição Agrícola mostra a diversidade do que é produzido na região Nos dias 11 e 12 de setembro, a produção rural ganha outro espaço de destaque com a 36ª Exposição Agrícola de Brazlândia. A mostra reúne produtos cultivados por agricultores de Brazlândia e Ceilândia e deve apresentar cerca de 400 amostras de frutas, hortaliças e outros produtos agrícolas.
Além de revelar a diversidade da agricultura regional, a exposição estimula os produtores a selecionar e apresentar o melhor de sua produção. Os produtos são avaliados em diferentes categorias, com premiação para os primeiros colocados.
Com 36 edições, a exposição tem ainda um significado histórico: é mais antiga que a própria Festa do Morango, que chega neste ano à 30ª edição, e se tornou uma tradição do calendário rural de Brazlândia.
Tecnologia e conhecimento para quem produz Antes da festa e ainda dentro da programação, a Emater-DF promoveu, nesta sexta-feira (28), o Dia de Campo com Produtores de Morango, no Núcleo Rural Betinho, em Brazlândia. A atividade reuniu cerca de 80 produtores rurais para discutir tecnologias, manejo e inovação na produção de morangos.
Realizado em parceria com a Embrapa Hortaliças, o encontro foi dividido em três estações técnicas. Especialistas da Emater-DF abordaram análise e correção do solo e adubação; a Embrapa Hortaliças apresentou informações sobre mudas, variedades e cultivares; e a terceira estação tratou de nutrição foliar e irrigação.
Rainha do Morango Um dos momentos mais esperados e glamourosos da Festa é o concurso da Rainha do Morango de Brasília 2026. As premiações em dinheiro são de R$ 3 mil para o primeiro lugar, mais R$ 2 mil para o segundo e R$ mil para o terceiro. Todas as vencedoras receberão outros prêmios, em roupas, acessórios, produtos de beleza e muito mais. As inscrições estão abertas até o dia 31 de agosto (ver número no serviço), e podem ser feitas por mulheres de 18 a 35 anos.
Serviço 30ª Festa do Morango de Brasília Datas: 5, 6, 7, 10, 11, 12 e 13 de setembro de 2026 Horários: a partir das 18h (sextas) e a partir das 10h (sábados e domingos) Local: Associação Rural Cultural Alexandre de Gusmão (ARCAG) – Núcleo Rural Alexandre de Gusmão, BR-080, km 13, Brazlândia (DF)
Realização: Associação Rural Cultural Alexandre de Gusmão (ARCAG) e Instituto Alvorada – Correalização: Emater-DF – Apoio: Administração Regional de Brazlândia e Governo do Distrito Federal (GDF)
Concurso de Receitas com Morango Data: 6 de setembro Horário: 10h às 12h
36ª Exposição Agrícola de Brazlândia Datas: 11 e 12 de setembro
Cantora aposta em parceria com um dos nomes mais emblemáticos do sertanejo brasileiro e apresenta novo single acompanhado de clipe oficial Um encontro entre diferentes gerações do sertanejo brasileiro marca o novo momento da carreira de Duda Duarte. A cantora acaba de lançar “Não Tem Cachaça Que Cura”, música que conta com a participação especial do Trio Parada Dura, referência de um gênero que atravessa décadas e permanece presente na memória afetiva do público. Com um título forte, popular e fácil de lembrar, a canção parte de uma situação conhecida por muita gente: a tentativa de superar uma desilusão amorosa. Mas, como o próprio refrão sugere, existem dores para as quais nem a cachaça consegue ser remédio.
A música é assinada pelos compositores Chico Amado e Zé Moreira, com produção musical de Francisco Carlos de Rezende. Para Duda Duarte, a parceria representa um passo importante em sua trajetória artística. Ao dividir a gravação com o Trio Parada Dura, a cantora aproxima seu trabalho da tradição sertaneja e, ao mesmo tempo, apresenta essa sonoridade para uma nova geração de ouvintes. UM ENCONTRO ENTRE GERAÇÕES DO SERTANEJO A presença do Trio Parada Dura transforma o lançamento em mais do que uma nova faixa no repertório de Duda Duarte. O encontro simboliza uma ponte entre a história do sertanejo e artistas que seguem renovando o gênero. Ao longo de sua trajetória, o Trio Parada Dura construiu um repertório reconhecido pelo público brasileiro e tornou-se uma das referências da música sertaneja. Agora, essa experiência encontra a voz e a personalidade artística de Duda Duarte em “Não Tem Cachaça Que Cura”. O resultado é uma música que preserva elementos afetivos do sertanejo — amor, sofrimento, histórias e identificação popular — enquanto busca conversar também com o público atual.
CLIPE OFICIAL “Não Tem Cachaça Que Cura” também ganhou um clipe oficial, ampliando a experiência do lançamento. A produção audiovisual é assinada pela Harmonia Filmes, enquanto a distribuição digital é realizada pela ONErpm. O clipe já está disponível no YouTube e a faixa pode ser ouvida nas principais plataformas digitais.
POR QUE ESSA HISTÓRIA PODE VIRAR PAUTA? Além do lançamento musical, a parceria abre espaço para uma conversa sobre a própria transformação do sertanejo brasileiro. Como artistas de diferentes gerações podem trabalhar juntos sem perder suas identidades? Qual é a importância das referências do sertanejo tradicional para quem está construindo uma nova trajetória? E o que faz músicas sobre amor e desilusões continuarem atravessando gerações? Duda Duarte pode falar sobre esses temas e revelar os bastidores da parceria com o Trio Parada Dura.
SUGESTÕES DE ABORDAGEM PARA REPORTAGENS E ENTREVISTAS O encontro de gerações entre Duda Duarte e Trio Parada Dura; Como nasceu a parceria para “Não Tem Cachaça Que Cura”; Bastidores da gravação da música e do clipe; A emoção e a responsabilidade de gravar com um nome histórico do sertanejo; Por que as histórias de amor e “sofrência” continuam conquistando o público; A influência do sertanejo tradicional sobre novos artistas; A trajetória e o atual momento profissional de Duda Duarte; Os próximos projetos da cantora. DISPONIBILIDADE PARA IMPRENSA
Duda Duarte está disponível para entrevistas, participações e pautas especiais em emissoras de TV, rádios, podcasts, jornais, revistas, portais e veículos de entretenimento.
FICHA TÉCNICA Música: Não Tem Cachaça Que Cura Artista: Duda Duarte Participação especial: Trio Parada Dura Compositores: Chico Amado e Zé Moreira Produção musical: Francisco Carlos de Rezende Produção audiovisual: Harmonia Filmes Distribuição digital: ONErpm Assista: clipe oficial disponível no YouTube. Ouça: disponível nas principais plataformas digitais. SOBRE DUDA DUARTE Duda Duarte segue construindo sua trajetória na música sertaneja com um trabalho voltado à conexão com o público, buscando unir personalidade, emoção e referências de um dos gêneros mais populares do Brasil. Com “Não Tem Cachaça Que Cura”, a artista abre um novo capítulo de sua carreira ao lado do Trio Parada Dura e reforça sua aposta em músicas capazes de transformar histórias de amor, saudade e desilusão em identificação com o público.
Exposição de Eny Junia transformar escultura em espaço de interação, tecnologia, música e reflexão sobre uma vida
Entrar em uma grande escultura – em formato de coração humano – e ouvir batimentos cardíacos. Essa é a proposta de experiência pela artista visual Eny Junia na Coração instalação, obra de início que ser apresentada ao em uma grânula pública reunirá exposição performances, musicos artísticos e participação visitantes.
Com uma altura de 2,2 metros, a escultura foi concebida paraoma pessoa em interior, rompendo a tradicional entre obra e aspectar. Mais do que observar, o passar o visitante a Integrado de instalação,-se parte da experiência.
Uma combinação de obras de escultura, tecnologia e inter paraatividade para provocação uma reflexão sobre vida, o cuidado o símpo e a importância das humanas em um tempo pela velocidade, marcado pela superficialidade e pelo excesso de estímulos.
em estrutura e revestida com papel machê a partuda a de cerca de 380 quilos de exemplares de papel de trabalho, Coração nasceu de uma experiência pessoal viva por Eny Junia. Após um terra de intenso estresse, a artista de seu uma médica pergunta que ecoando anos: “Você não tem dó do seu coração?” das thericling prescrição: “Você aprender precisa a care dele”. Uma medição dessastentiva, iniciou um processo criativo que acabou se tornando tão porta um de transformação interior.
Durante hoje a execução da obra, Eny conto com a orientação do artista Lourenço de Bem, por responsável o projeto e por share os necessários para necessários a construção da escultura em grande escala. “A obra foi crescendo ao mesmo tempo em que eu compreendia melhor o significado de cuidar da vida e das humanas», resume a artista, que foiada com o 1° no lugar 45° Salão de Artes Riachuelo 2025, Marinha do Brasil, com a obra “Força interior”.
Arte, tecnologia e
Além da dimensão da escultura, uma instalação incorporar recursos tecnológicos desenvolvidos pelo artista multimídia Alexandre Rangel. Pulsações de visualizações, cardíacos que perigam arróias e veias e ambiente uma interação sonora transformar uma estrutura em um organismo vivo, ampliando a do público.
Dois momentos marcantes da experiência acontecem quando o visitante está dentro do Coração e quando pode escutar batimentos cardíacos como se estivesse no interior de um corpo vivo.
Como crianças também também é especial. A instalação apresenta elementos lúdicos que simulam o do sangue pelo artérias por meio de bolinhas coloridas, de oficinas de machê e atividades de mediação a a.
Abertura reúne música, inclusão e celebração coletiva
A inauguração da exposição foi concebida como uma grande experiência participativa, reunindo diferentes linguagens artísticas em torno do tema central da obra. Entre os destaques está a apresentação dos Batucadeiros, grupo formado por crianças que interpretará a composição inédita O Som do Coração em interação com o público.
A programação contará ainda com apresentação do Coral do Senado, leitura de uma crônica sobre Brasília por uma filha de pioneira da capital e uma interpretação coletiva da canção Carinhoso, de Pixinguinha e Braguinha, sob regência do maestro Eldom Soares.
Ao longo da temporada, a exposição também oferecerá oficinas de papel machê, contação de histórias para crianças e palestra com cardiologista voltada ao público acima de 60 anos.
Ao reunir escultura, tecnologia, música, educação e, Coração uma experiência de experiência que os os limites da contemplação. Uma instalação transform o Visitante em de protagonista uma quensu reflexão sobre que pulsa de cada pessoa e sobre a a de preservar o que nos tornados coletivos Céstico humano.
SERVIÇO
Exposição:Coração – Eny Junia
Abertura: 3 de setembro de 2026
Local: do Museu da República
Visitação: de 3/9/26 a 1/11/26, tera de a domingo, das 9h às 18h30
Sucesso de público, todos os cinco filmes retornam aos cinemas em outubro
A Paris Filmes acaba de anunciar que reexibirá “Jogos Vorazes”, “Jogos Vorazes: Em Chamas”, “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1”, “Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 2” e “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, longas baseados nos best-sellers de Suzanne Collins. O relançamento contará com conteúdos exclusivos do elenco de “Jogos Vorazes – Amanhecer Na Colheita” antes de cada exibição.As produções, que voltam aos cinemas a partir de 15 de outubro, ganharam cartazes especiais. Baixe neste link.
No primeiro filme, Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) se oferece no lugar da sua irmã para competir nos Jogos Vorazes, onde jovens dos doze distritos de Panem são escolhidos aleatoriamente para lutar um contra o outro até que um sobrevivente permanece. “Em Chamas” mostra Katniss e Peeta Mellark (Josh Hutcherson) ao tornarem-se alvos da Capital após a vitória do 74º Jogos Vorazes, o que resulta em uma rebelião dos distritos.
Em “A Esperança – Parte 1”, Katniss é resgatada pelos rebeldes e levada ao Distrito 13 depois que quebra os Jogos Vorazes para sempre. Sob a liderança da Presidente Coin (Julianne Moore) e de Plutarch Heavensbee (Philip Seymour Hoffman), Katniss abre as suas asas e torna-se Mockingjay, o líder simbólico da rebelião. “A Esperança – O Final” traz Katniss percebendo que as apostas não são mais apenas para a sobrevivência, são para o futuro. Com a nação de Panem em guerra, ela enfrenta o Presidente Snow (Donald Sutherland).
Por fim, em “A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, anos antes de se tornar o tirânico Presidente de Panem, Coriolanus Snow (Tom Blyth), aos 18 anos, vê uma chance de mudança de sorte quando é escolhido para ser mentor de Lucy Gray Baird (Rachel Zegler), uma garota tributo do empobrecido Distrito 12.
Juntos, os cinco filmes já levaram mais de 16 milhões de espectadores aos cinemas do país. O elenco conta ainda com Stanley Tucci, Liam Hemsworth, Lenny Kravitz, Woody Harrelson, Elizabeth Banks, Sam Claflin, Viola Davis, Hunter Schafer e mais. A direção de “Jogos Vorazes” é de Gary Ross e dos filmes seguintes de Francis Lawrence. A distribuição nacional é da Paris Filmes.
SOBRE A PARIS FILMES
A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H”, “Manas”, “Pedágio”, “Ritas”, “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, “A Empregada”, a franquia “Truque de Mestre” e “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia.
Entre os próximos lançamentos estão “Feito Pipa”, “Geni e o Zepelim”, “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, “Minha Melhor Amiga”, “Minha Vida com Shurastey” e “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita”.
Acompanhe as novidades sobre esse e outros lançamentos por meio das redes sociais:
Cantoras unem influências dos urbanos, latin africanos, e o samba em um que trabalho que transtração uma construídas longas ao longo de anos
O que há primaze cerca de 15 anos, na cena musical e ganha do samba, agora um novo: lançamento o capítulo de “Maré primeiro Alta”, em parceria pelas cantoras Ane Êoketu (sergipana), de São Sebastião e Fernanda Jacob (brasiliense), de Sobradinho. O trabalho a todas como a chegada no plataformas digitais 28 de agosto, reundo cinco faixas de cinco anos de série e história de que ultrapassou os palcos e se transformar em arte em criação.
Pro longo ao dois de anos, onsão nasuma do duas entre encontros, diferentes mas38elas pelatúcia. De um ladoar artístico, a identidade de Ane Êketu ; de outro, a experiência da atriz e cantora, Fernanda Jacob. Juntas, elastroem um trabalho que percorre urbanos, ratsor latinos-americanas e características africanas, uma sonoridade sem contemporâneas das brasileiras. Foi o universo do samba que como artistas e deu aproximou-se da empresa com o passatempo, ultrapassou os palcos.
Uma que que vira música
Uma história de Ane e Jacob aproximadamente 15 anos atrás, como duas como se conhecer na cena musical. A pelo samba de elaboração de uma amizade uma amizade que fortalecedora se sedo com o do passar tempo e que que moda a ultrapassa profissional.
Essamittim também é presente no processador criativo de “Maré Alta”. A confiança entretus como duas permissão que o álbum desenvolvido a parter de uma troca profunda vez-antista, em que que referências e experiências diferentes de bronsar a música se.
Para Jacob, a admiração por Ane estágrade às confiança, à e ao amor que artista a demonstra pelo que faz. Ela água de destaque a visão de Ane sobre a música e sua forma de construir o teatro tematro-através.
A devastar também no sentido contribuir com inverso. Ane Êoketu reconhece em Jacob uma alguém e referência com quem aprendeu muito sobre arte. Foi, inclusive, Ane quem fez o para que como duas convites um EPEP, o infinito que o que crescendo e dando dando dandoaventuras ao álbum.
O processo foi desafiador, mas também marcado pela leveza da relação entre as duas amigas. A experiência de criar juntas permitiu que a parceria profissional se misturasse à amizade construída ao longo dos anos.
Cinco faixas, diferentes territórios sonoros
“Maré Alta” reúne as músicas “Cumbia Negra”, “O Barbante”, “Eu Amo Você”, “Maré Alta” e “Voltar pra Lar”. As faixas transitam por diferentes referências e mostram a disposição das artistas para experimentar sonoridades e aproximar universos musicais distintos. A música “O Barbante” tem composição de Thiago de Lima.
Mais do que reunir gêneros diferentes, o álbum traduz experiências e vivências acumuladas pelas duas cantoras ao longo de suas trajetórias. O resultado é um trabalho que aproxima tradição e contemporaneidade, mantendo a personalidade de Ane e Fernanda enquanto explora novas possibilidades de criação.
O álbum do vídeo da ideia de remete de movimento. Assim como a maré, o projeto se se entresinfluto diferente de influências, e territórios, sentimentos para levais a música parte da história construídas por duas artistas. O lançamento pendido foi potência com carinho em cada detalhe, inclusive na muito da escolha, que coincide com a energia da Lua Cheia, símbolo de essência, plenitude e versão profissional de formação de música que que desem a dese EP.
Mulheres à frente das etapas
Além da parceria entre as intérpretes, “Maré Alta” também chama atenção pela presença de mulheres em diferentes funções da produção artística e audiovisual do projeto. E conta com a participação especial da artista trans Ava Sher, que empresta sua voz a um poema presente no álbum. Sua recitação amplia a dimensão poética do trabalho e estabelece um diálogo entre música, palavra e identidade, trazendo para o projeto uma presença marcada pela sensibilidade e pela força de sua expressão artística.
O álbum é realizações com da Política Nacional recursos Aldir Blanc (PNAB) e contam acessoAcessibilidade da Audiodescrição e da Libras. A técnica é formação por Larissa Umaytá e JP Mansur na produção musical; Larissa Umaytá e Felipe Fiuza na percussão; JP Mansur nass; e Daniel Rodrigues no trombone, trompete e piano. Ane Êoketu e Fernanda Jacob são ass, e Ricardo responsável Ponte é pela pela mixagem e masterização.
Os clipes do projeto de formas de formas de formação de formação de formas profissionais: áreas diferentes de Jordana Mascarenhas e Fernanda Jacobsinas e roteiro; Mona Fiuza produção, de; Cláus didaria CostaLorena RodriguesFernanda Furtado, executiva; Lorena esdroida Rodrigues; assistência de; produção Fernanda Furtado, de fotografia, de fotografia Luiz Felipe Lira, e edição; e ane Êoketu, geral. E para a equipe, Elen Carol da Silva, assessora de Imprensa de e Lúcia de Lima, como social media e Fábio Setti, e Keka fotografia Balduino, designer.
“Maré Alta” à todas como plataformas de viagem um digital parasitano parasporidades que unemidades e tradição contemporaneidade, celebrando a força da parceria feminina, da da música como de encontro.
Projeto de formação em percussão para pessoas idosas celebra conclusão de atividades neste domingo (30/8), no Estacionamento 13
O projeto Avóz dos Tambores encerra sua edição neste domingo (30/8), com uma programação gratuita que celebra o processo de formação de pessoas idosas em oficinas de percussão brasileira. O encontro acontece das 10h30 às 12h, no Estacionamento 13 do Parque da Cidade, e reúne apresentação de Monikota faz o que gosta, das alunas, entrega de certificados e show de encerramento.
A programação começa às 10h30, com a abertura oficial do encerramento do projeto e a apresentação de Monikota faz o que gosta. Às 11h, as alunas que participaram da formação sobem ao palco para uma apresentação coletiva e recebem os certificados de conclusão. O encerramento fica por conta de um show, das 11h20 às 12h, celebrando junto ao público os resultados do percurso desenvolvido ao longo do projeto.
Idealizado a partir de ações socioculturais realizadas no território desde 2020, o Avóz dos Tambores se consolidou como uma proposta de formação cultural que coloca a pessoa idosa no centro da cena. Conduzida pelo arte-educador Celin do Batuk, as oficinas trabalharam a prática coletiva da percussão a partir de ritmos e manifestações da cultura popular brasileira, criando um espaço de aprendizado, convivência e expressão artística.
A metodologia parte de uma abordagem integradora, conectando as referências musicais trazidas pelos próprios participantes aos conteúdos apresentados durante as aulas. Em vez de concentrar a formação em um único instrumento, a oficina percorre diferentes sonoridades da percussão brasileira, proporcionando uma experiência coletiva que valoriza tanto a escuta quanto a criação.
O projeto
Ao longo do projeto, iniciado em abril deste ano, as participantes vivenciaram práticas em grupo, exercícios individuais, momentos de troca e reflexão e ensaios voltados para a apresentação de encerramento. A formação também contou com rodas de conversa que contextualizam os ritmos trabalhados a partir de suas dimensões históricas, sociais e culturais, aproximando a prática musical de questões relacionadas à memória e à cultura popular.
Para além do aprendizado musical, o Avóz dos Tambores se insere em uma perspectiva de transformação social. O projeto aposta na cultura como ferramenta de integração, bem-estar e valorização da pessoa idosa, criando oportunidades para que esse público ocupe espaços de protagonismo e participação na vida cultural.
A iniciativa também dialoga com um cenário de envelhecimento acelerado da população brasileira. Com o número de pessoas idosas em crescimento, ações de formação cultural voltadas a esse público contribuem para o enfrentamento do etarismo e para a promoção de um envelhecimento ativo, reconhecendo pessoas idosas não apenas como público consumidor de cultura, mas como agentes, criadoras e protagonistas da produção cultural.
“Essa edição foi muito especial porque pudemos acompanhar de perto o envolvimento e a transformação de cada participante ao longo do processo. A percussão cria esse lugar de encontro, de escuta e de troca, e foi muito bonito perceber como as alunas foram se apropriando dos ritmos, dos instrumentos e, principalmente, desse espaço de criação coletiva. O encerramento é uma celebração de tudo que construímos juntos, mas também mostra que a música não tem idade e que sempre é tempo de aprender, experimentar e ocupar a cena”, afirma Celin.
O encerramento no Parque da Cidade marca, assim, não apenas o fim de mais uma etapa do projeto, mas a celebração de um processo construído coletivamente por meio do ritmo, da convivência e da valorização dos saberes e experiências de suas participantes.
O projeto Avóz dos Tambores é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC), viabilizados por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec).
Programação completa:
10h30 – Abertura oficial do encerramento do projeto
10h30 – Apresentação da agente cultural Monikota faz o que gosta
11h – Apresentação das alunas e entrega de certificados
De uma árvore mágica, em um mundo que flerta vertiginosamente com o próprio fim, brota a esperança. É para resgatar a capacidade humana de sonhar diante do colapso climático que o Coletivo Truvação estreia a obra Quando os Umbigos Brilham, em Sobradinho no dia 3 de setembro (quinta), na Pracinha da Quadra 3, Sobradinho I, às 20h. A peça seguirá nos dias 4 (às 20h), e 5 e 6 de setembro (às 19h), e contará com audiodescrição, Libras e infraestrutura para pessoas com mobilidade reduzida. A classificação indicativa é livre.
Guiados por um misterioso brilho que lhes pulsa no ventre, três seres improváveis, uma humana, uma menina-máquina e um cachorro-cogumelo, despertam sem memórias, mas com a missão de impedir que o universo seja engolido pela terrível “Grande Fenda”. Para isso, a trupe lúdica precisa garimpar e registrar o que ainda resta de mais especial na humanidade. O percurso, contudo, entra em curto-circuito com os interesses da poderosa FIM Tech, uma corporação tecnológica disposta a apagar qualquer centelha de vida autêntica que ameace seu domínio. A narrativa tece uma crítica afiada, porém banhada em esperança, sobre a crise hídrica, o consumo desenfreado e o adoecimento das relações entre a humanidade e a Terra.
Misturando fantasia, música ao vivo, comicidade popular, poesia e participação do público, o espetáculo convida crianças, jovens e adultos a embarcarem em uma jornada que faz o público refletir sobre uma das perguntas mais urgentes do nosso tempo: como seguir produzindo vida em um mundo atravessado por guerras, crises ambientais e pelo desencanto?
A linguagem do teatro de rua potencializa essa experiência ao transformar a praça pública em um lugar de convivência, imaginação e celebração. Ana Matuza, que dirige e encena a peça, reflete que “a rua deixa de ser apenas cenário para tornar-se protagonista de uma criação que rompe fronteiras entre artistas e espectadores, convidando o público a ocupar coletivamente o espaço urbano como território de encontro e transformação”.
Para garantir que o encantamento não encontre barreiras, Quando os Umbigos Brilham integra recursos de acessibilidade à sua encenação. As apresentações contam com intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras) e serviço de audiodescrição em todas as apresentações, além de acolhimento preparado para acomodar pessoas com deficiência física e neurodivergentes.
Trilogia do Infinito
Quando os Umbigos Brilham faz parte de uma sequência iniciada em 2022 chamada Trilogia do Infinito, dedicada à construção de uma dramaturgia original para o teatro de rua brasileiro. Fazem parte da obra, os espetáculos Umbigo do Infinito e A Batalha do Portal.
Ao longo da trilogia, o Coletivo Truvação constrói uma narrativa em que o corpo humano, a terra e a memória compartilham um mesmo destino. A devastação ambiental, a violência, a lógica da exploração e o rompimento das relações entre humanidade e natureza atravessam a obra como sintomas de uma mesma ruptura. Em contraponto, Quando os Umbigos Brilham aponta para a possibilidade da reparação: restaurar vínculos, reconstruir comunidades e reconhecer que o cuidado com a vida depende da responsabilidade coletiva diante do mundo que habitamos.
Coletivo Truvação
Nascido da urgência de investigar o teatro popular contemporâneo, o Coletivo Truvação consolida, com esta estreia, um projeto dramatúrgico ambicioso, iniciado em 2022 com a Trilogia do Infinito. O grupo, que tem a fantasia como arma crítica e a cultura popular como invenção, reafirma a crença de que reparar o planeta exige a reparação dos nossos afetos. Onde houver amizade, coragem e um umbigo a brilhar, a vida continuará pulsando.
Ficha técnica
Direção e Encenação: Ana Matuza
Texto: Ana Matuza, Isabella Barros, João Ricken e Lu Matias
Elenco: Alê Arautas, Daniel Landim, Isabella Barros, João Ricken, Luana Lebazi, Lu Matias, Tauã Franco, Thays Oak, Similião.
Elenco Coro: Ana Afonso, Sandro Araújo, Talita Rangel, Cadu Marques, Sophia Tibiriçá, Magma Serejo, Ana Kaíta, Vinicius Rollo, Dante.
Musicistas: Gabriel Feitosa, Mar Nóbrega e Vitória Bartholo
Figurinos: Beatriz Villar e Marley Oliveira
Cenografia: Ana Matuza e João Quinto
Criações de video: Jesso Alves
Técnico de som e luz: Alessandro Moska
Produção e Coordenação Geral: Ana Matuza, Marina Olivier e Mila Ellen
Assistente de Produção: Dandara Alves
Assessoria de Imprensa: ECD Comunicação
Arte Gráfica: Jesso Alves
Realização: Circuito Cultural e Coletivo Truvação
Serviço:
Quando os Umbigos Brilham
Dias: 3 e 4 de setembro (20h) // 5 e 6 de setembro (19h)
Local: Pracinha da Quadra 3, Sobradinho I (próximo à Escola Classe 15 de Sobradinho e à UBS 2 de Sobradinho)
Classificação indicativa: livre
Entrada gratuita
Audiodescrição, Libras e infraestrutura para pessoas com mobilidade reduzida.
Iniciativa reúne agentes culturais locais para criar materiais educativos e de educação patrimonial comunitária
No dia 30 de agosto (domingo), Planaltina (DF) recebe a quarta etapa do projeto EducAtiva Espaços Museais. O encontro abrirá uma roda de validação e de escuta participativa, onde será apresentado o material de educação patrimonial do território construído junto à comunidade e agentes culturais locais. O encontro ocupará o Pé Vermelho – Espaço Contemporâneo, a partir das 17h e com entrada franca e livre.
Criado no Distrito Federal, o EducAtiva Espaços Museais objetiva desenvolver dispositivos de mediação e educação patrimonial que fortaleçam o reconhecimento e a valorização dos patrimônios culturais locais. A iniciativa acontece através de quatro etapas colaborativas, em parceria com espaços de memória, educadores, artistas e agentes comunitários. Todos os envolvidos são mobilizados a pesquisar, experimentar e produzir conteúdos sensíveis que dialoguem com as histórias e contextos culturais da comunidade.
O projeto é realizado pela Simpoiese Projetos Culturais, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). Em Planaltina, as ações são mobilizadas em parceria com o Espaço Pé Vermelho, desde o mês de julho, com a participação de Ana Mago, Camila Soato, João Angelini, Lu Férriz, Lua Cavalcante, Luamar Ronan Nunes da Silva, Luciana Paiva, Marley Medeiros, Nelcilene Santos Gama, Pamella Wyla, Raissa Studart, Sabrina May, Tainam Malta Sousa e Viviane Pinto.
Segundo a coordenadora do projeto, Viviane Pinto, o EducAtiva busca ampliar repertórios, práticas e reflexões em arte, educação, patrimônio e comunidade, a partir de temas urgentes e de interesse comum. “Queremos que os materiais criados façam sentido à comunidade e sirvam de base para ações futuras de educação patrimonial e circulação das memórias locais”, completa.
Em setembro, o projeto segue para a região administrativa do Sol Nascente/Pôr do Sol, em parceria com a Cozinha Popular Mara Maria de Jesus e em diálogo com a Coordenação Distrital do Movimento de Trabalhadoras e Trabalhadores por Direitos (MTD-DF). Por lá, o Laboratório de Cocriação de Materiais Educativos será realizado nos dias 05 e 06/09, das 9h às 17h, e o Encontro de Validação no dia 08 de novembro, às 10h.
Inventário e criação colaborativa
O caráter colaborativo do projeto propicia a criação de um inventário cultural afetivo em cada território. Na etapa 1, é realizado o diagnóstico, mapeamento e levantamento de memórias, buscando identificar práticas, saberes e referências que constituem a memória cultural local, incluindo imagens, textos, documentos, depoimentos e conversas. Na etapa 2, inicia-se o Laboratório de Cocriação dos materiais educativos, através da escuta, reflexão e cocriação com todos os agentes envolvidos.
A etapa 3 é voltada ao Design Colaborativo, onde todo o conteúdo sistematizado é editado de forma gráfica, dando vida a um protótipo de material educativo voltado à educação patrimonial e à produção compartilhada do conhecimento. Na etapa 4, acontece o último encontro para apresentação, escuta crítica e validação coletiva dos materiais desenvolvidos, que seguirão abertos para reuso e adaptação segundo as agendas próprias de cada território.
SERVIÇO EducAtiva Espaços Museais – Planaltina Quando: 30 de agosto (domingo), às 17h Onde: Pé Vermelho – Espaço Contemporâneo Endereço: Av. 13 de Maio, Praça São Sebastião, Quadra 57, Lote 6 – Planaltina (DF) Entrada e classificação: franca e livre Nas redes: @simpoiese
Devido ao sucesso de público, o CCBB Brasília vai realizar mais cinco sessões do espetáculo “Amor em Rosa”. A montagem vai migrar da Galeria 4 para o Teatro 1, aumentando a capacidade de espectadores. “Amor em Rosa”, direção de Sérgio Maggio, propõe uma imersão no universo criativo de Noel Rosa por meio de uma encenação inspirada na estética vibrante do teatro de revista dos anos 1930. Em cena, 21 canções do compositor ganham nova dimensão em uma narrativa marcada pela irreverência, pela crítica social e pelo espírito popular que consagraram sua obra. As sessões acontecem de 28 a 30 de agosto, na sexta, às 20h; sábado, às 19h e às 21h; e domingo, às 19h e às 21h. Ingressos à venda a partir de quinta (27/8) ao meio-dia no site e na bilheteria física do CCBB.
Poucos artistas traduziram tão bem o espírito do Brasil urbano quanto Noel Rosa (1910–1937). Conhecido por clássicos como Último Desejo e Feitio de Oração, o compositor também manteve uma relação profunda com o teatro de revista e com o universo radiofônico, duas linguagens fundamentais para a construção da cultura popular brasileira no século XX.
“Este é um projeto acalentado há 20 anos, que se beneficiou da pesquisa que o coletivo Criaturas Alaranjadas desenvolve sobre o Teatro Musical Popular Brasileiro (TMPB). É uma narrativa que se apropria da estética das revistas dos anos 1930 e da consolidação do rádio como meio de comunicação de massa que integra o Brasil”, aponta Jones Schneider, idealizador do projeto, que tem patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) e apoio do Banco do Brasil.
A dramaturgia parte de um recorte de canções de Noel Rosa e organiza esse material em um libreto que não segue a chave biográfica. Em cena, as músicas são articuladas a uma narrativa picaresca, atravessada por sátira social típica das revistas e por uma radionovela sobre a relação entre Noel Rosa e Ceci, sua musa. O repertório inclui ainda Tico-tico no fubá, de Zequinha de Abreu, transformado na paródia Melô dos penduricalhos.
Amor em Rosa mobiliza processos artísticos ligados ao teatro de revista brasileiro e a radionovela, duas linguagens populares de forte memória afetiva, histórica e cultural das pessoas e dos grupos sociais de uma época de abruptas mudanças técnicas que alteraram as formas de circulação, escuta e performance da canção. “Noel Rosa estava nesse lugar entre a magia da tradição do samba de mesa e o assombro das novas tecnologias nos estúdios de rádio. Não hesitou em partir para os registros elétricos dos fonogramas, com microfones e amplificadores. A década de 1930, auge de sua produção, marca essa massificação dos bens culturais”, destaca o dramaturgo Sérgio Maggio, que divide a direção com Jones Schneider.
– “O trio de atores está afiado em cena. Jones Schneider conduz o jogo com ginga de malandro e ótimo tempo de comédia; e, além de nos presentear com sua surpreendente voz, assume a responsabilidade de encarnar o próprio Noel Rosa. Ao seu lado, Wol Nunnes brilha intensamente como Marly Temporal e também vive as principais mulheres que orbitaram a vida do compositor. Jeff Moreira, encarnando com puro glamour e deboche a fabulosa Condessa Genoveva, fã inveterada de Noel, envolta em plumas e paetês, sambando na cara da sociedade e brindando o público com a celebração da vida e obra de Noel e expondo os babados da rídicula “alta sociedade” de Brasília; concatenada com as críticas e denúncias em grande parte autobiográficas das músicas do Poeta da Vila, sua língua de cobra chicoteia sem pudores a hipocrisia dessa gente que só cai pra cima”, revela Rodrigo Ferret, crítico de teatro.
SERVIÇO:
[Teatro] Amor em Rosa
Gênero: revista musical
Local: TEATRO 1 do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF
Temporada: prorrogada: de 28 a 30 de agosto de 2026
Dias e horários: na sexta, às 20h; sábado, às 19h e às 21h; e domingo, às 19h e às 21h.
Ingresso: R$ 30 (inteira), e R$ 15 (meia para estudantes, professores, profissionais da saúde, pessoa com deficiência e acompanhante, quando indispensável para locomoção, adultos maiores de 60 anos e clientes Ourocard), à venda a partir de quinta (27/8) ao meio-dia no site e na bilheteria física do CCBB. Site www.bb.com.br/cultura.
Duração: 80 minutos Classificação indicativa: não recomendado para menores de 16 anos
Augusto de Pádua é cantor, ator, professor de canto e preparador vocal. Iniciou sua formação em canto aos 15 anos com o maestro Marconi Araújo. É licenciado em Educação Artística pela Universidade de Brasília (UnB) e capacitado no método Educação Artística pela Universidade de Brasília (UnB) e capacitado no método Belting Contemporâneo. Na Alemanha, estudou canto e fonética com o maestro Anthony Kent, no Theater im Hafen, em Hamburgo.
Estudou teatro na UnB e aprofundou sua prática com os diretores Hugo Rodas e Luciana Martuchelli. No teatro musical, trabalhou com Marconi Araújo e a maestrina Michelle Fiuza.
Participou de concertos nacionais e internacionais com a Associação Coro Feminino e Masculino de Brasília, incluindo uma turnê pela Europa, onde se apresentou para o Papa João Paulo II, no Vaticano, a convite da Associazione
Internazionale Amici della Musica Sacra (Associação Internacional de Amigos da Música Sacra).
Atuou em musicais, óperas e peças de teatro, como Jesus Christ Superstar, Rent, O Fantasma da Ópera e Os Miseráveis.
É sócio-fundador do Empório Cultural, onde, além de cantar e atuar, exerce as funções de professor de canto, preparador vocal e designer de som.
1. Sua trajetória profissional reúne atuação, canto, preparação vocal e teatro musical. De que forma essa experiência multidisciplinar contribui para enfrentar as exigências de uma produção complexa como a de Os Miseráveis?
2. O teatro musical é um gênero artístico que engloba atuação, canto e dança. Sendo assim, ao longo da minha trajetória, eu busquei formação nessas três áreas, embora meu foco sempre tenha sido o campo da música. No caso específico de Os Miseráveis, isso vem a calhar, pois o meu personagem, Jean Valjean, não apresenta números de dança nem cenas faladas convencionais (como tantos outros protagonistas de teatro musical), porém ele é muito desafiador do ponto de vista vocal.
O que você precisou entender sobre Jean Valjean para interpretá-lo sem fazer dele apenas um herói? Jean Valjean não é um herói convencional. A história começa quando ele é severamente punido por um crime banal: roubar um pão. Ele cumpre sua pena, sai da prisão e, com a ajuda de um bispo, reconstrói sua vida,
buscando redenção. Ao longo da história, ele realiza diversos feitos nobres, mas sempre de maneira incógnita, e é isso que o diferencia dos heróisromânticos. Ele é um herói que carrega o peso do passado, mas não busca vingança. Ao contrário. Sempre procura fazer o bem, e morre sem glórias.
3. Existe alguma característica de Jean Valjean que você considera especialmente difícil de levar para o palco?
Eu destacaria duas características: a ampla extensão vocal do personagem e o fato de ele envelhecer quase duas décadas ao longo do espetáculo.
4. Esta nova temporada reúne quase 100 artistas, entre músicos da orquestra e atores do Empório Cultural e da Companhia de Teatro Musical de Brasília. Como foi o processo de preparação da montagem e de integração entre os núcleos do espetáculo?
O processo de preparação para esse tipo de trabalho é sempre muito desafiador. Evidentemente, os solistas iniciam a preparação de seus personagens muito antes dos ensaios coletivos. Devido ao grande número de artistas envolvidos, os ensaios precisam acontecer por núcleos: orquestra, solistas e coro. Por conta das agendas, os ensaios gerais só ocorrem bem próximo ao início da temporada.
5. A primeira temporada teve todas as sessões esgotadas. Como a recepção do público influenciou o trabalho da equipe nesta retomada do espetáculo?
O sucesso da apresentação que fizemos em 2025 motivou a realização desta temporada de agora. Ficamos muito felizes com o convite e todo o apoio da
FHE POUPEX, afinal, é muito gratificante se apresentar num teatro tão bonito, acompanhados por uma orquestra profissional, como a Orquestra Sinfônica da Força Aérea Brasileira (OSFAB), para um público tão caloroso.
São fatores que nos incentivam a seguir trabalhando e buscando oferecer um resultado artístico cada vez melhor.
Espetáculo “Fake Amigos” propõe debate sobre exposição online, amizade entre crianças e terá apresentações gratuitas no Espaço Cultural Mapati
A Cia Teatral Mapati apresenta, nos dias 29 e 30 de agosto, o espetáculo infantil “Fake Amigos”, montagem que depois ganhou um minidocumentário de mesmo nome lançado pela Associação Artística Mapati. A peça aborda os riscos da exposição na internet e o valor das amizades verdadeiras, com dramaturgia de Claussen Ineu Munhoz e direção de Tereza Padilha. As apresentações acontecem no Espaço Cultural Mapati, na Asa Norte, com entrada gratuita.
A montagem acompanha Miguel e Sofia, dois amigos que viralizam um vídeo divertido na internet. A repercussão traz aplausos, mas também críticas, inseguranças e o contato com um perfil misterioso chamado Moleque Doido. A partir daí, os personagens precisam lidar com os efeitos das redes sociais, dos haters e dos riscos do ambiente virtual, em uma narrativa que combina humor, sensibilidade e poesia.
O espetáculo propõe um debate acessível sobre autoestima, cyberbullying, segurança digital e afeto, temas voltados a crianças, famílias e escolas. A produção integra a atuação do Espaço Cultural Mapati, que completa 35 anos de trajetória na formação artística, cultural e educativa de Brasília.
Serviço:
Espetáculo “Fake Amigos” Sessões: Dia 29 de agosto (sábado), às 11h e às 16h Dia 30 de agosto (domingo), às 11h Local: Espaço Cultural Mapati Endereço: SHCGN 707 Norte, Bloco K, casa 5 – Asa Norte, Brasília/DF Ingressos: Entrada gratuita Classificação: Livre
“Baile do Magal” acontece no dia 26 de setembro, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, com repertório que reúne mais de cinco décadas de carreira
Sidney Magal, um dos maiores showmen do Brasil, chega a Brasília no sábado, 26 de setembro, com o novo show “Baile do Magal”, no Auditório Master do Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Além dos grandes sucessos que marcaram sua trajetória, como “Sandra Rosa Madalena”, “Meu Sangue Ferve por Você” e “Me Chama Que Eu Vou”, o Baile apresenta um repertório exclusivo de clássicos nacionais e internacionais para fazer todo mundo dançar.
Nascido em uma família de artistas, Magal começou a cantar em programas infantis de televisão e mais tarde trabalhou na noite, em boates e casas noturnas. O sobrenome artístico surgiu em uma excursão pela Europa. Apareceu na mídia nos anos 70 como cantor de músicas sensuais e românticas e emplacou o primeiro sucesso com o compacto “Se Te Agarro Com Outro Te Mato”. Ao incorporar elementos da música cigana, da disco music e da música latina, tornou-se presença constante nos programas populares de televisão.
Seu maior sucesso, “Sandra Rosa Madalena, a Cigana”, foi executado incansavelmente em atrações como as de Silvio Santos e Chacrinha entre o fim dos anos 70 e o início dos 80. No início dos anos 90, “Me Chama Que Eu Vou” ganhou nova projeção ao se tornar tema da novela Rainha da Sucata, da Rede Globo.
O artista também atuou no cinema, estrelando o filme “Amante Latino”, em que interpretava a si próprio, e nos anos 90 buscou mudar um pouco sua imagem ao gravar um disco de jazz e bossa nova. Há mais de quarenta anos seus shows fazem sucesso de público no Brasil, atraindo plateias de todas as idades.
Serviço:
Baile do Magal — Sidney Magal Data: 26 de setembro de 2026 (sábado) Local: Auditório Master, Centro de Convenções Ulysses Guimarães, Brasília/DF Abertura dos portões: às 19h30 Início do show: às 21h Ingressos: https://www.blueticket.com.br/evento/41228 Realização: MG Entretenimento
Cantoras revisitam a obra de Tom Jobim e Vinicius de Moraes nos dias 29 e 30 de agosto, no Clube do Choro e no CCBB Brasília
Duas trajetórias, duas vozes e um repertório que há décadas atravessa gerações. No terceiro fim de semana de Tom e Vinicius, projeto apresentado pelo Centro Cultural Banco do Brasil Brasília, Isabella Taviani e Andresa Sousa se encontram para revisitar a obra de Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes. As cantoras se apresentam juntas no sábado (29), às 20h30, no Clube do Choro, e no domingo (30), a partir das 16h, no CCBB Brasília.
Com mais de duas décadas de carreira, Isabella Taviani leva ao projeto uma interpretação marcada pela intensidade, delicadeza e forte conexão com o público. Ao seu lado, Andresa Sousa, nome da cena musical de Brasília, traz uma trajetória construída a partir da música brasileira e do jazz tradicional. O encontro aproxima diferentes percursos artísticos em torno da poesia, das melodias e da sofisticação de um repertório que permanece vivo e aberto a novas interpretações.
Como em toda a temporada, Isabella Taviani e Andresa Sousa serão acompanhadas pelo Regional Choro Livre, grupo residente do projeto. A programação inclui ainda uma apresentação de abertura do Trio de Sopros Vento e Verso e percussão, formado por Jackson Delano, Marina Vanéli e Carlos Cárdenas. Com repertório e arranjos especialmente concebidos para a temporada, o grupo contribui para ampliar as possibilidades de escuta da obra de Tom Jobim e Vinicius de Moraes.
Para Henrique Neto, diretor da Escola Brasileira de Choro, é justamente a possibilidade de promover encontros entre diferentes artistas que mantém a obra de Tom e Vinicius em permanente movimento. “A proposta de Tom e Vinicius é permitir que uma obra tão conhecida continue provocando novos encontros. Cada artista chega com sua história, sua maneira de interpretar e sua relação com essas canções. Quando colocamos diferentes trajetórias diante de um repertório tão rico, surgem novas possibilidades de escuta, sem perder a essência da obra de Tom e Vinicius”, afirma Henrique Neto.
Depois do encontro de Isabella Taviani e Andresa Sousa, Tom e Vinicius segue até 11 de outubro, com uma programação que receberá João Ventura, Ayrton Montarroyos, Theo Bial, Márcia Tauil, Juliane Gamboa, Joana Duah e Leo Gandelman.
TOM E VINICIUS
Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes formaram uma das parcerias mais importantes da história da música brasileira. Responsáveis por clássicos como Garota de Ipanema, Chega de Saudade, Corcovado, Insensatez e Eu Sei que Vou Te Amar, ajudaram a projetar a música brasileira no cenário internacional e transformaram a Bossa Nova em um dos movimentos culturais mais influentes do século XX. Mais do que compositores, deixaram um legado que dialoga com o samba, o choro, a canção popular e a poesia, influenciando artistas de diferentes gerações e consolidando sua obra como um dos pilares da cultura brasileira.
REGIONAL CHORO LIVRE
Grupo residente da temporada, o Choro Livre conduz toda a programação de Tom e Vinicius, acompanhando os artistas convidados em arranjos especialmente concebidos para o projeto. Referência na difusão do choro e da música instrumental brasileira, o conjunto estabelece a unidade artística dos espetáculos e reafirma o protagonismo do gênero na construção da identidade musical do país. Sua trajetória, construída ao longo de décadas ao lado de grandes nomes da música brasileira, faz do grupo um dos principais representantes do choro contemporâneo mundial.
TRIO DE SOPROS VENTO VERSO e PERCUSSÃO
Formado por Jackson Delano, Marina Vanéli e Carlos Cárdenas, o trio de Sopros Vento e Verso amplia a sonoridade dos espetáculos por meio de arranjos especialmente desenvolvidos para a temporada. Reunindo músicos com sólida atuação na música de concerto e na música popular brasileira, o grupo contribui para novas leituras do repertório de Tom Jobim e Vinicius de Moraes.
ANDRESA SOUSA
Representando a cena musical de Brasília, Andresa Sousa leva ao projeto a delicadeza de uma interpretação construída a partir da música brasileira e do jazz tradicional. Apaixonada pela obra de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, a cantora apresenta um espetáculo que resgata a poesia, a leveza e a sofisticação do repertório da dupla, estabelecendo um diálogo entre tradição e contemporaneidade. Ao lado de Isabella Taviani, Andresa integra um dos encontros mais aguardados da temporada, convidando o público a redescobrir canções que atravessam gerações.
ISABELLA TAVIANI
Dona de uma das vozes mais marcantes da música brasileira contemporânea, Isabella Taviani leva ao projeto sua interpretação sensível e a experiência de mais de duas décadas de carreira. Reconhecida por unir intensidade, delicadeza e forte conexão com o público, a cantora apresenta um espetáculo que dialoga com a sofisticação melódica e a poesia de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, reafirmando a atualidade de um repertório que atravessa gerações. Ao lado da cantora brasiliense Andresa Sousa, protagoniza um encontro entre diferentes trajetórias artísticas unidas pela força da canção brasileira.
JOANA DUAH
Nascida em Brasília, Joana Duah retorna à cidade após uma trajetória internacional construída ao longo de mais de duas décadas. Com passagens por Nova Iorque, Hong Kong, São Paulo e Rio de Janeiro, a cantora desenvolveu uma carreira marcada pelo diálogo entre a música brasileira, o jazz e outras influências da música mundial. Em Tom e Vinicius, sua interpretação destaca a universalidade da obra de Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, reafirmando a força de um repertório que continua atravessando fronteiras e gerações.
THEO BIAL
Theo Bial representa uma nova geração de compositores que dialoga com a tradição da música brasileira sem abrir mão de uma identidade própria. Influenciado pela bossa nova, pelo samba e por diferentes manifestações da cultura popular, o cantor e compositor carioca constrói um repertório marcado pela sensibilidade e pela valorização da canção brasileira. Sua participação em Tom e Vinicius evidencia a permanência da obra de Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes como inspiração para artistas contemporâneos e reafirma a força desse legado junto às novas gerações.
ALFREDO DEL-PENHO
Músico, compositor, ator e pesquisador, com 25 anos de trajetória na música brasileira. Indicado ao Grammy Latino e vencedor de dois Prêmios da Música Brasileira, construiu uma carreira marcada pelo samba e pelo choro, tanto como intérprete quanto como compositor. Parceiro de nomes como Nei Lopes, Paulo César Pinheiro, Joyce, Chico César e João Cavalcanti, é hoje um dos artistas mais respeitados de sua geração, unindo pesquisa, criação e preservação da música popular brasileira.
JOÃO VENTURA
Pianista reconhecido por aproximar a música erudita da canção popular, João Ventura desenvolve no projeto Contraponto uma linguagem marcada pelo encontro entre universos musicais. Em Tom e Vinicius, revisita clássicos de Tom Jobim em interpretações que preservam a essência das composições e estabelecem diálogos com obras de Bach, Beethoven e Chopin. Entre virtuosismo, improvisação, emoção e bom humor, o artista evidencia a afinidade entre a sofisticação harmônica de Jobim e a tradição da música de concerto.
AYRTON MONTARROYOS
Com uma trajetória iniciada ainda na infância, em saraus e rodas de choro no Recife, Ayrton Montarroyos tornou-se conhecido nacionalmente por sua participação no The Voice Brasil, no qual foi vice-campeão interpretando clássicos da canção brasileira. Ao longo da carreira, lançou os álbuns Ayrton Montarroyos, Um Mergulho no Nada e A Lira do Povo, além de se apresentar ao lado da Orquestra Acadêmica da Osesp e do maestro Nelson Ayres. Reconhecido pela escolha cuidadosa de repertório e pelo refinamento interpretativo, leva a Tom e Vinicius uma leitura que combina memória, pesquisa musical e presença cênica.
MÁRCIA TAUIL
Cantora, compositora, produtora e professora de canto, Márcia Tauil construiu uma trajetória de mais de quatro décadas dedicada à valorização da música brasileira. Nascida em Minas Gerais e radicada em Brasília, lançou uma discografia que reúne trabalhos autorais e projetos dedicados a importantes compositores, além de dividir o palco e o estúdio com nomes como Miúcha, Danilo Caymmi, Emílio Santiago, Roberto Menescal, Paulo César Pinheiro, Rildo Hora e Cristóvão Bastos. Primeira mulher a vencer como compositora e primeira bicampeã do Festival Viola de Todos os Cantos, foi reconhecida, em 2025, nas categorias Cantora e Compositora do Prêmio Profissionais da Música.
JULIANE GAMBOA
Indicada ao Grammy Latino de Melhor Artista Revelação em 2025, Juliane Gamboa integra uma nova geração que amplia os caminhos do jazz brasileiro. Sua música aproxima jazz, samba e MPB em uma linguagem contemporânea, marcada pelo improviso, pelo lirismo e pela conexão com as raízes afro-brasileiras. No álbum JAZZWOMAN, lançado pela Biscoito Fino, a artista aborda temas como ancestralidade, espiritualidade, liberdade e autonomia da mulher preta. Com apresentações nos Estados Unidos e na Europa, Juliane leva a Tom e Vinicius uma interpretação que une tradição, reinvenção e forte presença cênica.
LEO GANDELMAN
Saxofonista, compositor, arranjador e produtor musical, Leo Gandelman é uma das principais referências da música instrumental brasileira. Ao longo de mais de quatro décadas, contribuiu para aproximar o gênero do grande público, transitando com naturalidade entre a música popular, o jazz e o repertório de concerto. Com 21 discos lançados, mais de 500 mil cópias vendidas e atuações como solista junto a importantes orquestras brasileiras e internacionais, foi recentemente reconhecido com o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade de Brasília. Sua relação com a obra de Tom Jobim e Vinicius de Moraes inclui apresentações com a Orquestra Sinfônica de Moscou, nas quais interpretou clássicos como A felicidade e Chega de saudade. Em Tom e Vinicius, encerra a temporada acompanhado por seu quarteto.
JACKSON DELANO – Arranjador do projeto Tom e Vinicius
Clarinetista, saxofonista, arranjador, compositor e educador musical. Músico e arranjador da Orquestra Sinfônica da Força Aérea Brasileira (OSFAB), é professor da Escola Brasileira de Choro e palestrante convidado em cursos, oficinas e festivais nacionais e internacionais. Suas obras já foram executadas em importantes salas de concerto no Brasil e no exterior e, ao longo da carreira, dividiu o palco com grandes nomes da música brasileira, consolidando uma trajetória dedicada à performance, à criação de arranjos e à formação de novos músicos.
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizadas exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Acessibilidade
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.
A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou, ainda, pelo QR Code na própria van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code, que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van – de quinta a domingo:
Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h
Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul
Horários Clube do Choro: 29 de agosto, sábado, 20h30 CCBB: 30 de agosto, domingo, das 16h às 19h (acesso ao evento às 15h)
Ingressos CCBB: gratuito mediante retirada de ingressos limitados, a partir das 12h do dia anterior Clube do Choro: Bilheteria Digital Classificação indicativa: Livre
Além dos palcos, o encontro transforma Brasília em espaço de transmissão de saberes com rodas de conversa, oficinas, vivências territoriais, formação em cenografia e feira ampliam a programação gratuita dedicada às culturas populares, até 29 de agosto
Um conhecimento permanece vivo quando encontra quem o compartilhe e quem esteja disposto a recebê-lo. Por isso, além das apresentações artísticas que ocuparão a Arena Conic, o Encontro de Mestres do Brasil promove uma programação paralela voltada à transmissão de saberes, à formação e ao intercâmbio entre mestres, artistas, pesquisadores, estudantes e comunidades.
Realizadas entre 10 e 29 de agosto, as atividades incluem formação em cenografia, vivências territoriais, rodas de conversa, oficinas e uma feira de Economia Criativa e Agricultura Familiar. As ações são gratuitas, embora algumas tenham vagas limitadas e exijam inscrição prévia.
Com patrocínio da Vale, por meio da Lei Rouanet do Ministério da Cultura, e do FAC – Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, o Encontro de Mestres do Brasil é realizado pelo Ibranova – Instituto Brasileiro de Inovação Cultural e pela Formiga Produções. A curadoria é assinada por Anderson Formiga, Lucas Formiga e Dani Freitas.
Conhecimento compartilhado entre gerações
As atividades partem do entendimento de que a produção artística de mestres e mestras não se mantém apenas pela preservação de repertórios. Sua continuidade depende da convivência, do reconhecimento das formas próprias de ensinar e da criação de oportunidades para que diferentes gerações possam compartilhar experiências.
“Mais do que preservar manifestações culturais, mestres e mestras mantêm vivos modos de existir. O reconhecimento dessas lideranças nasce da experiência acumulada, da responsabilidade assumida diante do coletivo e da capacidade de formar, inspirar e transformar outras pessoas”, afirma o curador Anderson Formiga.
Em vez de concentrar todas as ações em um único espaço, o projeto se movimenta pela cidade e aproxima-se dos territórios onde esses conhecimentos são praticados. Com isso, a programação estabelece uma relação direta entre cultura, comunidade e pertencimento.
Formação em cenografia
A programação teve início com a Formação em Cenografia para as Culturas Populares, realizada nos dias 10, 17 e 24 de agosto, das 8h às 12h, em parceria com o Instituto Federal de Brasília.
A atividade aborda a cenografia como parte da narrativa das manifestações, capaz de traduzir identidades e modos de fazer. Ao mesmo tempo, evidencia a cadeia produtiva mobilizada pela cultura popular, que envolve profissionais de criação, técnica, produção, comunicação e artesanato.
Vivências nos territórios
As vivências territoriais constituem outra frente do Encontro. Em Taguatinga, a atividade com o Jongo do Cerrado e as Sambadeiras aproxima mestres, brincantes, jovens e moradores em torno de uma experiência construída pela prática e pela convivência.
Já o intercâmbio com a Quadrilha Junina Filhos do Sol reconhece as quadrilhas como espaços permanentes de criação e mobilização comunitária. Muito além das apresentações em períodos festivos, esses grupos articulam processos continuados de aprendizagem e trabalho coletivo.
“As culturas populares não existem de maneira abstrata. Seus saberes pertencem a comunidades, relações e lugares concretos. É nos territórios que eles encontram seus sentidos mais profundos e que a transmissão acontece de forma cotidiana”, observa o curador Lucas Formiga.
A palavra dos mestres no centro da conversa
As rodas Dois Dedos de Prosa formam o eixo reflexivo da programação. Os encontros discutem o que significa ser mestre ou mestra, as pedagogias desenvolvidas pelas culturas populares e os desafios enfrentados por artistas e grupos em sua relação com políticas públicas, editais e sustentabilidade financeira.
As conversas também aproximam saberes tradicionais e acadêmicos, sem estabelecer hierarquia entre eles. Ao reunir mestres, pesquisadores, educadores, gestores e representantes das comunidades, o projeto abre espaço para compreender como diferentes formas de conhecimento podem colaborar entre si.
O acolhimento começa com o Café com Prosa, momento dedicado à chegada e à convivência entre participantes. A proposta rompe com a separação protocolar entre convidados, instituições e comunidade, fazendo da escuta o primeiro gesto do Encontro.
Aprender pela experiência
Nas oficinas vivenciais, o público é convidado a estabelecer contato direto com os conhecimentos apresentados. A programação contempla jongo, Dança de Espadas, música e movimento com Helder Vasconcelos, práticas corporais com Maurício Badé, brinquedos populares e circo.
Mais do que demonstrações, as oficinas foram concebidas como espaços de participação. O aprendizado acontece pela observação, pela experimentação e pela troca entre quem ensina e quem aprende.
“Esses saberes permanecem vivos justamente porque não pertencem ao passado. Eles são recriados a cada encontro, acolhem as transformações do presente e encontram novas formas de existir sem perder sua essência”, destaca a curadora Dani Freitas.
Cultura e sustentabilidade
A Feira de Economia Criativa e Agricultura Familiar completa a programação paralela. O espaço aproxima o público de artesãos, artistas, produtores e agricultores, estimulando a circulação de produtos vinculados às comunidades e aos seus territórios.
A iniciativa também chama a atenção para as condições materiais necessárias à continuidade das manifestações. Nesse contexto, geração de renda, autonomia e fortalecimento dos pequenos empreendimentos passam a integrar a própria política de valorização das culturas populares.
Ao promover formação, convivência e troca de saberes, o Encontro de Mestres do Brasil amplia sua atuação para além dos palcos. A proposta reconhece que manter viva a produção de mestres e mestras significa assegurar espaços nos quais seus conhecimentos possam circular, formar novas pessoas e continuar produzindo sentidos para o presente e para o futuro.
Mestres ocupam os palcos
A programação formativa se conecta às apresentações gratuitas que ocupam a Arena Conic de 27 a 29 de agosto, sempre a partir das 17h. Entre os destaques estão Lia de Itamaracá, Mestre Ambrósio, Tião Carvalho, Martinha do Coco, Boi de Seu Teodoro, Carimbó Beija-Flor de Marudá e os Moçambiques de Osório e de Santa Efigênia.
Os shows também recebem Adiel Luna, Mestre Manoelzinho, Pé de Cerrado, Grupo Zenga, Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro, Orquestra Alada Trovão da Mata e o Cortejo Tawá-Tingá. Assim, os conhecimentos discutidos nas rodas, oficinas e vivências chegam ao palco como manifestações vivas, conectando formação, celebração e presença pública.
Sobre a Vale
A Vale acredita que a cultura transforma vidas. Pelo quinto ano consecutivo é a maior apoiadora privada da Cultura no Brasil, patrocinando e fomentando projetos em parcerias que promovem conexões entre pessoas, iniciativas e territórios. Seu compromisso é contribuir com uma cultura cada vez mais acessível e plural, ao mesmo tempo em que atua para o fortalecimento da economia criativa.
Serviço:
Encontro de Mestres do Brasil 2026 – atividades formativas e de intercâmbio
Quando: de 10 a 29 de agosto de 2026 Atividades: Formação em Cenografia para as Culturas Populares, Vivências Territoriais, rodas Dois Dedos de Prosa, oficinas vivenciais, Café com Prosa e Feira de Economia Criativa e Agricultura Familiar Participação: gratuita; rodas de conversa e oficinas possuem vagas limitadas e exigem inscrição prévia Inscrições para rodas e oficinas:https://forms.gle/QiWLA2Yq39kNMECf6
Programação artística: de 27 a 29 de agosto, a partir das 17h, na Arena Conic – Setor Comercial Sul, 22, Asa Sul, Brasília (DF)
Patrocínio: Vale, por meio da Lei Rouanet do Ministério da Cultura, e FAC – Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal Realização: Ibranova – Instituto Brasileiro de Inovação Cultural e Formiga Produções Curadoria: Anderson Formiga, Lucas Formiga e Dani Freitas
Programação das atividades
27 de agosto, quinta-feira
16h às 17h – Café com Prosa (acolhimento) – Arena Conic
17h – Mesa oficial de abertura – Arena Conic
18h30 – Aula-espetáculo de Maracatu Rural – Arena Conic
28 de agosto, sexta-feira
10h – Roda: O que é ser mestre e mestra? – Arena Conic
10h – Oficina de Jongo com Mestra Jociara – Sede Nzinga
10h – Roda: Formas de fazer e ensinar – Arena Conic
10h – Roda: Experiências de aprendizagem – Arena Conic
15h – Oficina de Danças com Helder Vasconcelos – Sede Nzinga
29 de agosto, sábado
10h – Oficina de Dança de Espadas – Sede Nzinga
12h – Abertura da Feira de Economia Criativa – local a confirmar
15h – Oficina de Danças com Maurício Badé – Sede Nzinga
15h – Roda: As funções nas culturas tradicionais – Arena Conic
16h – Oficina de Brinquedos Populares – Arena Conic
Espetáculo musical entra em cartaz no dia 28 de agosto. Até setembro, circulação também passará por teatros do Gama, Asa Norte e Vila Telebrasília
Em agosto e setembro, a Trupe Trabalhe Essa Ideia realiza a 2ª temporada de circulação do musical Quase Normal. Ao todo, serão quatro regiões administrativas contempladas. As primeiras apresentações acontecem nos dias 28, 29 e 30 de agosto, no Teatro Paulo Autran – Sesc Taguatinga. Na sexta (28) às 19h30 e no sábado às 20h. No domingo, o espetáculo inicia às 18h, com acessibilidade em Libras e Audiodescrição. A entrada é franca.
Quase Normal é uma adaptação do musical norte-americano Next to Normal, da Broadway, vencedor do Prêmio Pulitzer de Drama e de três Tony Awards. O espetáculo mergulha na complexidade das relações familiares e da saúde mental, explorando os dilemas de uma família atravessada pelo transtorno bipolar da mãe e pelas consequências silenciosas que essa condição impõe aos vínculos afetivos. A trama destaca a força do amor e da resiliência diante dos desafios da saúde mental.
A montagem brasiliense propõe uma abordagem cênica e dramatúrgica profundamente conectada às emoções humanas e à experiência sensorial do público. A partir da dramaturgia original de Brian Yorkey e da música de Tom Kitt, a versão da Trupe Trabalhe Essa Ideia aposta em uma estética minimalista e intimista, que privilegia o corpo do ator, a expressividade do canto e a escuta ativa como elementos cênicos centrais.
O espetáculo tem direção artística de Paula Hesketh, direção de movimento de Fernanda Vasques e direção musical de Fernando Bastos. No elenco, estão Alessandra Maraschino, Ana Cecília Gontijo, Felipe Vasques, Fernando Bastos, Gabriel Neves e Henrique Valenzuela.
A 2ª temporada de Quase Normal é realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e do edital Sesc + Cultura do Sesc-DF. Até o final de setembro, o musical entrará em cartaz no Teatro Engrenagem, na Asa Norte; no Espaço Cidade dos Bonecos, no Gama; e no Espaço Pé Direito, na Vila Telebrasília, com apresentações restritas à comunidade escolar.
Sinopse Quase Normal acompanha Diana, uma mãe que convive com o transtorno bipolar, enquanto seu marido, Dan, se apega à esperança de uma cura. A filha, Natalie, tenta encontrar seu espaço em meio ao caos, enquanto Gabe, o filho aparentemente perfeito, insiste em permanecer sempre presente. Entre tratamentos e recaídas, a família precisa descobrir como seguir em frente. Um espetáculo que ressoa – porque, no fim, quem realmente pode dizer o que é ser normal?
PROGRAMAÇÃO
Teatro Paulo Autran – SESC Taguatinga Norte 28/08 (sex), às 19h30 29/08 (sáb), às 20h 30/08 (dom), às 18h – acessível em Libras e AD
Teatro Engrenagem – Asa Norte 11/09 (sex), às 19h30 12/09 (sáb), às 20h 13/09 (dom), às 18h – acessível em Libras e AD
Espaço Cidade dos Bonecos – Gama 25/09 (sex), às 19h30 26/09 (sáb), às 20h 27/09 (dom), às 18h – acessível em Libras e AD
SERVIÇO Espetáculo Quase Normal | 2ª Temporada Quando: de 28 de agosto a 27 de setembro Onde: Taguatinga, Asa Norte, Gama e Vila Telebrasília Entrada: franca Classificação: 16 anos Nas redes: @trabalheessaideia FICHA TÉCNICA Realização: Trabalhe Essa Ideia Produtora Cultural Direção artística: Paula Hesketh Direção de movimento e assistente de direção artística: Fernanda Vasques Direção musical: Fernando Bastos Produção executiva: Luiza Hesketh Assistente de produção: Diana Belloni Coordenação de produção e design gráfico: Ana Cecília Gontijo Elenco: Alessandra Maraschino, Ana Cecília Gontijo, Felipe Vasques, Fernanda Bastos, Gabriel Neves, Henrique Valenzuela Iluminação: Diana Belloni Operação de som: Pedro Souto Gestão de redes sociais, prod. de conteúdo e fotografia: Cruziá Comunicação Assessoria de imprensa: Cruziá Comunicação e Pareia Comunicação e Cultura Coordenadora de redes e gerente de projetos: Moara Barbosa (Cruziá) Assistente de comunicação: Miccael Grandis (Cruziá) Social media: Maria Eduarda Vinagre (Cruziá) Fotógrafa: Miss Fêrr (Cruziá)