Clube de Leitura recebe os escritores em 4 de novembro, com mediação de Suzana Vargas e Mauricio Melo Junior; votação dos livros acontece de 14 a 19 de outubro
Histórias de vida, personagens que marcaram a cultura brasileira e lembranças transformadas em literatura estarão no centro do próximo encontro do Clube de Leitura CCBB Brasília. No dia 4 de novembro, às 18h30, o projeto recebe os escritores Ruy Castro e Heloisa Seixas para uma conversa sobre biografia e memória, no Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil. A mediação será compartilhada pela curadora Suzana Vargas e pelo escritor, jornalista e crítico literário Mauricio Melo Junior, que tem uma trajetória de destaque na cena literária de Brasília. A entrada é gratuita.
O público poderá participar da construção do encontro antes mesmo de chegar ao teatro. Entre os dias 14 e 19 de outubro, uma votação nas redes sociais do CCBB Brasília definirá as obras que servirão de ponto de partida para a conversa. Serão dois títulos de cada autor, e os leitores poderão escolher um livro de Ruy Castro e outro de Heloisa Seixas.
De Ruy Castro, estarão na disputa Trincheira Tropical: a Segunda Guerra Mundial no Rio e O ouvidor do Brasil: 99 vezes Tom Jobim. Já Heloisa Seixas participa com O livro dos pequenos nãos e O oitavo selo: quase romance. Os títulos escolhidos orientarão a conversa, que também abordará experiências de escrita, processos criativos e diferentes maneiras de transformar a memória em narrativa.
A escolha dos livros pelo público é uma das características do Clube de Leitura, que propõe uma experiência diferente da tradicional apresentação literária. A cada edição, os participantes são convidados a conhecer previamente as obras, contribuir para a definição da leitura e, depois, conversar diretamente com os autores.
Dois autores, diferentes caminhos pela memória
Escritor e jornalista, Ruy Castro começou a carreira como repórter em 1967, no Rio de Janeiro, e passou por importantes veículos da imprensa brasileira antes de se dedicar, a partir de 1990, principalmente à produção de livros. Sua obra reúne biografias de nomes como Nelson Rodrigues, Garrincha e Carmen Miranda, além de reconstituições históricas sobre a bossa nova, o samba-canção e o Rio de Janeiro dos anos 1920. Também escreveu livros sobre cinema e literatura e três romances.
Em 2021, recebeu o Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, instituição para a qual foi eleito no ano seguinte, ocupando a cadeira 13. Atualmente, é colunista da Folha de S.Paulo.
Heloisa Seixas construiu uma trajetória que transita pelo jornalismo, pela ficção e pela dramaturgia. Formada em jornalismo pela Universidade Federal Fluminense, trabalhou em O Globo, na agência de notícias UPI e na assessoria de imprensa da Organização das Nações Unidas (ONU). Estreou na literatura em 1995, com o livro de contos Pente de Vênus: histórias do amor assombrado, seguido, no ano seguinte, pelo romance A porta.
Desde então, publicou romances, contos e novelas e também se dedicou ao teatro, com a peça O lugar escuro e os musicais Era no tempo do rei e Bilac vê estrelas, escritos em parceria com Julia Romeu. Durante sete anos, assinou a coluna Contos mínimos, no Jornal do Brasil.
O encontro no CCBB Brasília aproxima duas trajetórias literárias que, por diferentes caminhos, exploram as relações entre experiências individuais, personagens, acontecimentos históricos e a construção da memória.
A conversa será conduzida por Suzana Vargas, curadora do Clube de Leitura, e Mauricio Melo Junior, escritor, jornalista e crítico literário com forte atuação na cena cultural de Brasília. A presença dos dois mediadores amplia as perspectivas do encontro, reunindo diferentes experiências de criação, crítica literária e formação de leitores.
Escritor, jornalista, crítico literário e documentarista, Maurício trabalhou no Correio Braziliense, publicou mais de 20 livros e participou de diversas antologias de contos. Também teve duas peças teatrais encenadas e apresenta o programa Leituras, na TV Senado. Colabora com o jornal literário Rascunho, de Curitiba, e com a revista Pernambuco, do Recife.
Sua relação com a cena literária da capital inclui a curadoria da Feira do Livro de Brasília, em 2018 e 2019. Também esteve à frente das Festas Literárias de Pirenópolis (GO) e Penedo (AL). Desde 2020, preside o Instituto Cultural Casa de Autores.
Já Suzana Vargas é poeta, ensaísta, escritora, professora e especialista em leitura. Criadora e coordenadora do Instituto Estação das Letras, tem uma trajetória dedicada à formação de leitores e à realização de projetos literários. Nos anos 2000, idealizou o Roda de Leitura, que integrou a programação do CCBB durante cinco anos.
A edição de novembro dá continuidade à temporada do Clube de Leitura CCBB Brasília, iniciada em 7 de outubro com Ana Miranda e Andressa Marques. Na estreia, o romance Boca do Inferno, de Ana Miranda, foi escolhido pelo público para orientar a conversa.
Criado em 2021 no CCBB Rio de Janeiro, o Clube de Leitura reuniu cerca de quatro mil pessoas presencialmente ao longo de cinco anos. Em Brasília, o projeto promove encontros mensais entre escritores e leitores e com a participação da plateia. A programação também prevê distribuição de livros e sessões de autógrafos para os 20 primeiros que chegarem ao teatro.
Ao todo, serão seis encontros na capital até abril de 2027. Depois de Ruy Castro e Heloísa Seixas, o projeto recebe Itamar Vieira Junior, em 2 de dezembro. A programação continua em 3 de fevereiro, 3 de março e 7 de abril, com convidados e obras que serão anunciados posteriormente.
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizadas exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Acessibilidade
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.
A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou, ainda, pelo QR Code na própria van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code, que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van – de quinta a domingo:
Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h
Mediação: Suzana Vargas e Maurício Melo Junior Data: 4 de novembro (quarta-feira)
Local: Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília Endereço:SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul
Horário: 18h30 Ingressos: gratuito mediante retirada de ingressos, a partir das 12h do dia anteriorClassificação indicativa: 14 anos
Documentário será exibido nos dias 19 e 21 de outubro durante edição histórica do evento, que reúne 380 produções de 93 países
O documentário “Nação Ubuntu – A Voz dos Silenciados” integra a programação da 50ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. Depois de participar do Festival do Rio, o filme, que apresenta a trajetória de quatro refugiados congoleses e a mobilização que deu origem à Nação Ubuntu no Malawi, será exibido em duas sessões, nos dias 19 e 21 de outubro, antes da estreia nacional nos cinemas, marcada para 12 de novembro.
Dirigido por Paulo Henrique Fontenelle, produzido por Iafa Britz, com produção da Migdal Filmes, distribuição da Downtown Filmes e apoio da Fraternidade Sem Fronteiras (FSF), o documentário acompanha as histórias de Maick Mutej, Prince Kalolo, Felly Bazibuhe Zihalirwa e Frank Donatien, refugiados da República Democrática do Congo que se tornaram conhecidos como líderes Ubuntu.
A participação ocorre em uma edição simbólica da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, que completa 50 anos em 2026. Entre os dias 15 e 29 de outubro, o evento apresenta 380 títulos de 93 países, entre longas, curtas e séries, distribuídos por 57 salas de cinema, espaços culturais e Centros Educacionais Unificados da capital paulista, além de atividades e comemorações relacionadas à edição histórica.
Uma história que nasceu em um campo de refugiados
“Nação Ubuntu – A Voz dos Silenciados” tem como cenário o Campo de Refugiados de Dzaleka, no Malawi, onde as trajetórias de Maick, Prince, Felly e Frank se encontraram depois que eles precisaram deixar a República Democrática do Congo.
Em meio aos desafios do refúgio, os quatro encontraram na mobilização comunitária e nos princípios da filosofia Ubuntu, resumida pela expressão “eu sou porque nós somos”, uma forma de construir novas perspectivas para a comunidade.
Em 2018, essa trajetória se encontrou com a Fraternidade Sem Fronteiras e deu origem ao projeto Nação Ubuntu, localizado ao lado do Campo de Refugiados de Dzaleka no Malawi, que desenvolve ações de educação, alimentação, formação e geração de oportunidades para refugiados e para a comunidade local.
O documentário coloca os quatro líderes no centro da narrativa e apresenta uma história que vai além do deslocamento forçado. O protagonismo, a capacidade de mobilização e a construção coletiva mostram como as pessoas que tiveram de deixar seus países passaram a atuar diretamente na transformação das comunidades onde vivem.
Das histórias de Dzaleka às telas brasileiras
A participação na 50ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo amplia a trajetória de “Nação Ubuntu – A Voz dos Silenciados” pelos festivais brasileiros antes da chegada aos cinemas, marcada para 12 de novembro.
Serviço:
“Nação Ubuntu – A Voz dos Silenciados” na 50ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo
Sobre a Fraternidade Sem Fronteiras – A FSF é uma Organização humanitária e Não-Governamental, com sede em Campo Grande (MS) e atuação brasileira e internacional em nove países, em alguns dos lugares mais pobres do planeta, com esperança e profundo desejo de ajudar, acabar com a fome e construir um mundo de paz. A instituição possui 77 polos de trabalho, mantém centros de acolhimento, oferece alimentação, saúde, formação profissionalizante, educação, cultivo sustentável, construção de casas e ainda, abraça projetos de crianças com divergências neurais e doenças raras. Todos os trabalhos são mantidos por meio de doações e principalmente pelo apadrinhamento com valor a partir de R$35. Mais informações podem ser obtidas pelo site http://www.fraternidadesemfronteiras.org.br.
Encontro aconteceu na última quinta (15), às 19h, no Paranoá Parque, e aproxima jovens da cultura hip-hop por meio da trajetória de um artista que encontrou nas batalhas de rima seu lugar de pertencimento
A música que nasce nas ruas, nos encontros entre amigos e na vontade de se expressar também pode abrir caminhos e transformar histórias. É a partir dessa conexão que o artista JP participa, nesta quinta-feira, 15 de outubro, às 19h, de uma palestra presencial do projeto Re Soar – Iniciação Musical, no Centro Comunitário da quadra 366, no Paranoá Parque. A atividade integra a programação do projeto, que promove a formação musical gratuita e o acesso à cultura para adolescentes e jovens da região.
Criado no Núcleo Rural Rajadinha 2, território de periferia rural do Distrito Federal, o artista JP cresceu ouvindo funk e rap. Antes de subir aos palcos e participar de competições, suas primeiras experiências com a música aconteciam de maneira espontânea, rimando com amigos na rua e durante os intervalos da escola. Mais do que escrever letras, descobriu que sua habilidade estava em improvisar, criar versos na hora e desafiar outros MCs nas batalhas de rima.
Foi em 2017, ao conhecer a Batalha do Paranoá, que essa relação ganhou um novo significado. Mesmo sendo eliminado na primeira fase de sua estreia, JP encontrou naquele espaço uma sensação de acolhimento e pertencimento que marcaria sua trajetória. A partir dali o hip-hop passou a ocupar um lugar central em sua vida.
Em 2023, o artista conquistou classificação para o duelo regional de rimas da Batalha da V1, ampliando sua experiência nas competições e fortalecendo sua caminhada na cultura urbana.
Durante o encontro com os participantes do Re Soar, a trajetória de JP abre espaço para uma conversa sobre expressão artística, improvisação, identidade e os caminhos possíveis dentro da cultura hip-hop. A proposta é aproximar os jovens de experiências reais da cena cultural do DF, mostrando como os talentos desenvolvidos no cotidiano podem se transformar em oportunidades de aprendizado, criação e participação cultural.
Música, juventude e território
Realizado pela Pungar Projetos, o Re Soar – Iniciação Musical tem como objetivo ampliar o acesso à formação musical e fortalecer o vínculo dos jovens com a arte e a cultura em seu próprio território. A iniciativa oferece atividades gratuitas e busca estimular a criatividade, a expressão e o desenvolvimento artístico dos participantes.
Ao receber artistas com diferentes experiências e trajetórias, o projeto também valoriza a diversidade das manifestações musicais e reconhece a cultura produzida nas periferias como espaço de criação, conhecimento e transformação social.
O projeto conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), da Secretaria Especial de Cultura do DF.
Serviço:
O quê: Projeto Re Soar – Iniciação Musical
Quem: Pungar Projetos
Quando: 15/10 (presencial)
Onde: Centro Comunitário da Quadra 366, Paranoá Parque – DF
Show abre a terceira edição do festival em 30 de outubro, no Ulysses Centro de Convenções, com repertório do álbum “Criolo, Amaro & Dino”, indicado ao Grammy Latino 2026.
A terceira edição do Festival Estilo Brasilcomeça em 30 de outubro com um encontro que aproxima diferentes sonoridades e tradições musicais. Criolo, Amaro Freitas e Dino d’Santiago sobem ao palco do Ulysses Centro de Convenções para apresentar o projeto Criolo, Amaro & Dino, que reúne hip-hop, jazz, música brasileira e influências de Cabo Verde. A noite contará ainda com a participação especial de Iza, uma das principais vozes do pop nacional.
Apresentado pelo Banco do Brasil Estilo, realizado pelo Metrópoles e produzido pela Oh Artes, o festival chega à terceira edição com uma programação que reúne artistas de diferentes gerações e estilos musicais. O show de abertura apresenta ao público brasiliense o resultado de uma colaboração que começou de maneira inesperada, em um estúdio de Lisboa, e se transformou em um dos projetos musicais de destaque de 2026.
O encontro aconteceu quando Criolo e Dino d’Santiago desenvolviam um trabalho conjunto na capital portuguesa e receberam a visita do pianista Amaro Freitas. Da reunião nasceu a canção “Esperança”, indicada ao Grammy Latino, que acabou abrindo caminho para uma colaboração mais ampla. O resultado foi o álbum Criolo, Amaro & Dino, lançado em janeiro deste ano e indicado a duas categorias do Grammy Latino 2026.
Gravado entre Rio de Janeiro, Recife, São Paulo e Lisboa, o disco reúne referências que vão do rap e da MPB ao jazz, à morna e ao funaná. A obra estabelece conexões entre as culturas brasileira, portuguesa e cabo-verdiana, tendo a herança musical africana como um dos principais pontos de encontro.
Cada artista contribui com uma identidade própria. Criolo, um dos nomes mais importantes do hip-hop brasileiro, traz a força de suas composições e a experiência de uma trajetória marcada pelo diálogo entre diferentes gêneros musicais. Amaro Freitas, pianista pernambucano reconhecido internacionalmente, incorpora ao jazz influências do maracatu, do frevo e do baião. Já Dino d’Santiago, cantor português de ascendência cabo-verdiana, aproxima sonoridades tradicionais de Cabo Verde de elementos do pop, do R&B e da música eletrônica.
Essa diversidade está presente nas faixas do álbum, como “E Se Livros Fossem Líquidos?”, “Você Não Me Quis”, “Menina do Côco de Garipé”, “No Vento de Nós”, “Seka” e “Amazônia”. As composições transitam por temas como identidade, memória, ancestralidade e questões contemporâneas, em uma proposta que ultrapassa as fronteiras entre gêneros musicais.
A apresentação em Brasília terá ainda a participação especial de Iza, cantora que conquistou espaço de destaque na música brasileira ao combinar pop, R&B e outras influências em seu repertório. Sua presença amplia o encontro de vozes e estilos que marca a abertura do Festival Estilo Brasil.
Festival reúne diferentes gerações da música
Depois da apresentação de abertura, o Festival Estilo Brasil continua em novembro com outros quatro espetáculos. No dia 13,Flávio Venturini e Samuel Rosa dividem o palco em um encontro dedicado à música mineira. Em 19 de novembro, será a vez de Marina Sena.
No dia 22, o espetáculo Bossa Sempre Novareúne Roberto Menescal, Danilo Caymmi e Patty Ascher, com participação especial de Luísa Sonza. O encerramento acontece em 25 de novembro, com o cantor britânico Seal, vencedor de quatro prêmios Grammy.
Os ingressos para as apresentações estão disponíveis na plataforma Ticket and Go. Clientes Banco do Brasil com cartões BB Visa têm 15% de desconto durante a venda geral, além da possibilidade de parcelamento em até oito vezes sem juros e outros benefícios previstos para o festival.
Serviço
Festival Estilo Brasil 2026 — Show de abertura
Atrações: Criolo, Amaro Freitas e Dino d’Santiago, com participação especial de Iza
Três chamamentos vão apoiar 28 projetos e premiar 31 iniciativas culturais que já transformam as comunidades do Distrito Federal. Inscrições vão até 26 de outubro.
Das rodas de capoeira aos saraus das periferias, das festas tradicionais às oficinas de bairro, a cultura que nasce nas comunidades do Distrito Federal ganha um novo impulso. A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) está com inscrições abertas para três editais da Política Nacional de Cultura Viva, que somam R$ 5,79 milhões em recursos do Governo Federal, repassados pelo Ministério da Cultura por meio do segundo ciclo da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB).
As inscrições são gratuitas e vão de 5 a 26 de outubro de 2026, até as 23h59, exclusivamente pela plataforma PNAB-DF (pnabdf.org.br). Ao todo, serão apoiados 28 projetos, sendo 24 de Pontos de Cultura e quatro de Pontões de Cultura, além de 31 prêmios para iniciativas culturais já realizadas.
Os editais priorizam a cultura de base comunitária e os territórios que historicamente tiveram menos acesso às políticas culturais: periferias, zonas rurais, assentamentos, territórios quilombolas e indígenas e regiões com poucos espaços culturais públicos.
Pontos de Cultura: R$ 3,6 milhões para a cultura nos territórios
O Edital nº 19/2026 é o maior do ciclo. Ele vai selecionar 24 projetos de Pontos de Cultura, com R$ 150 mil cada, para ações de 12 meses, prorrogáveis por igual período, nas comunidades onde as entidades atuam.
Ponto de Cultura é uma entidade sem fins lucrativos, com CNPJ e certificada pelo Ministério da Cultura, que faz e organiza atividades culturais em seu território. Para concorrer, é preciso comprovar pelo menos três anos de CNPJ e de atividade cultural, experiência em ações semelhantes e capacidade técnica para executar o projeto. O certificado só é exigido na fase de habilitação.
Os projetos devem cumprir três metas. A primeira é a formação e educação cultural, com oficinas, cursos e rodas de saberes gratuitos e regulares, que podem aproximar escolas e universidades dos conhecimentos de mestres e mestras. A segunda é a mostra artística e cultural: festivais, apresentações e exposições que reúnem artistas locais, grupos culturais e a comunidade. A terceira é o registro e a divulgação, com ações de comunicação e de memória em fotos, vídeos, áudios e relatórios.
Cada projeto contará ainda com um Comitê Gestor, formado por pelo menos quatro grupos ou entidades da comunidade e um serviço público do território, como escola, unidade de saúde, CRAS ou biblioteca. Das 24 vagas, sete são reservadas a entidades lideradas por pessoas negras, três por pessoas indígenas e duas por pessoas com deficiência. Outras oito são destinadas às culturas tradicionais e populares.
Pontões de Cultura: R$ 1,29 milhão para fortalecer a rede
O Edital nº 21/2026 vai selecionar quatro projetos de Pontões de Cultura, entidades que articulam, formam e conectam os Pontos de Cultura e os grupos culturais do DF. Três projetos receberão R$ 300 mil cada, nas categorias de ampla concorrência, cota para pessoas negras e culturas tradicionais e populares. Um projeto receberá R$ 390 mil para fazer a gestão da Rede Distrital de Pontos e Pontões de Cultura.
Podem concorrer Pontos e Pontões certificados, sem fins lucrativos, com pelo menos três anos de CNPJ e de atividade cultural e com atuação comprovada em rede. Os projetos, de 12 meses, têm quatro metas: formação; articulação e mobilização de redes; registro e divulgação; e a Bolsa Agente Cultura Viva, que vai apoiar pelo menos cinco jovens de 18 a 24 anos, com ao menos uma vaga para pessoa negra e outra para pessoa indígena.
Premiação: reconhecimento a quem já faz cultura
Com R$ 900 mil, o Edital nº 20/2026 vai premiar 31 iniciativas culturais já realizadas no Distrito Federal. É um reconhecimento à trajetória de quem mantém a cultura viva nos territórios: os prêmios não exigem novo projeto, contrapartida nem prestação de contas.
É também o edital mais aberto do ciclo. Podem participar Pontos e Pontões certificados, entidades sem fins lucrativos ainda não certificadas e coletivos culturais sem CNPJ, representados por uma pessoa maior de 18 anos. É preciso comprovar pelo menos dois anos de atuação cultural na comunidade. Os prêmios são de R$ 40 mil para quem tem CNPJ (14 prêmios) e de R$ 20 mil para coletivos sem CNPJ (17 prêmios).
O edital também abre uma porta de entrada para a Rede Cultura Viva: grupos ainda não certificados que alcançarem pelo menos 50 pontos na avaliação poderão ser reconhecidos como Pontos de Cultura pelo Ministério da Cultura, mesmo que não sejam premiados. Há vagas reservadas para pessoas negras (oito), indígenas (três), pessoas com deficiência (duas) e culturas tradicionais e populares (dez).
Inscrição acessível
Para ampliar o acesso, quem tiver dificuldade com a escrita pode responder o formulário de inscrição em vídeo. Os projetos de Pontos e Pontões também devem prever medidas de acessibilidade e estimular o protagonismo de agentes culturais com deficiência.
Como será a seleção
As candidaturas passam por duas etapas: seleção e habilitação. Na seleção, uma comissão paritária, com representantes do poder público e da sociedade civil, avalia cada proposta, que é analisada por pelo menos duas pessoas. A pontuação máxima é de 105 pontos. A nota mínima é de 60 pontos nos editais de Pontos e Pontões e de 50 pontos na Premiação. Os resultados serão publicados no Diário Oficial do DF, no site da Secec-DF e na plataforma PNAB-DF, com prazo de cinco dias úteis para recurso.
Nos editais de Pontos e Pontões, os recursos serão repassados em parcela única, em conta exclusiva aberta em banco público. A prestação de contas será feita por meio do Relatório de Execução do Objeto, em até 90 dias após o fim do projeto.
Serviço
Editais Cultura Viva – PNAB-DF Ciclo 2
Edital nº 19/2026 – Pontos de Cultura: 24 projetos de R$ 150 mil, totalizando R$ 3,6 milhões.
Edital nº 21/2026 – Pontões de Cultura:quatro projetos, sendo três de R$ 300 mil e um de R$ 390 mil, totalizando R$ 1,29 milhão.
Edital nº 20/2026 – Premiação: 31 prêmios, sendo 14 de R$ 40 mil e 17 de R$ 20 mil, totalizando R$ 900 mil.
Valor total: R$ 5,79 milhões.
Inscrições: de 5 a 26 de outubro de 2026, até as 23h59.
Onde se inscrever: plataforma PNAB-DF – pnabdf.org.br.
Espetáculos, oficinas, workshops, filmes e muito mais
*Programação na Sala Martins Pena do Teatro Nacional, no Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul e na Universidade de Brasília
Uma parceria entre o Cena Contemporânea– Festival Internacional de Teatro de Brasília e o First Body Programme vai promover um mês inteiro voltado às artes cênicas no Distrito Federal. Serão espetáculos e várias atividades formativas como oficinas, workshops, encontros, visando o aperfeiçoamento e a troca de experiências. Dentre as apresentações artísticas, a demonstração de trabalho de A Errante: Uma Mãe Coragem, coprodução Itália-Brasil, com a atriz Bidô Galvão pela primeira vez protagonizando um monólogo; e “4.48 Psicose de Sarah Kane”, espetáculo francês, com a atriz e diretora Nadia Robinet numa adaptação do último e mais radical texto da dramaturga britânica.
As atividades começam com a programação da Ocupação Cena, de 30 de outubro a 14 de novembro, e seguem com o First Body Programme celebrando 10 anos de trajetória, com 10 atrações, de 12 a 21 de novembro.
Ocupação Cena e Ocupação First Body Programme – 10 Anos trazem para Brasília convidados de diferentes países – Itália, Colômbia, Estados Unidos, França e República Dominicana –, para protagonizar espetáculos, ministrar oficinas, realizar demonstrações de trabalho e participar de encontros com coletivos de Brasília, que também estarão em cena com alguns de seus trabalhos mais recentes. Um novembro para espalhar arte pelo DF.
As atividades começam no dia 30 de outubro, com a oficina gratuita “O Ator, O Subtexto e As Reações Físicas – Um Estudo Sobre “Homero, Ilíada”, de Alessandro Baricco”, promovida pela Ocupação Cena, que será conduzida pelo diretor internacional Gianluca Barbadori. E no dia 3 de novembro, apresentação do espetáculo “Senhora P”, criado e protagonizado pela premiada atriz Adriana Lodi, na Sala Martins Pena do Teatro Nacional, com entrada franca. Ocupação Cena tem coordenação geral de Alaor Rosa, direção artística de Carmem Moretzsohn, coordenação administrativa e financeira de Michele Milani e coordenação de atividades formativas de Daniela Diniz.
A Ocupação First Body Programme – 10 Anos é coordenada pelos artistas Diego Borges, Lara Santos, Pablo Magalhães e Cesar Ferreira, possui uma vasta programação que inclui exposição, mostra de filmes, oficinas, residência artística, apresentação de espetáculos, demonstração de trabalhos e ensaios abertos. Toda a programação acontecerá nos diversos palcos do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul. A abertura, em 12/11, será com o vernissage da exposição “Corpo Primordial: quando o processo é a obra”, que repassa, os principais momentos da caminhada de 10 anos do projeto, construída entre encontros, processos criativos e intercâmbios culturais em diferentes partes do mundo. São 80 fotografias, objetos de cena, registros em vídeo e arquivos sonoros, colhidos ao longo de atividades realizadas em 12 países, convidando o espectador a percorrer os bastidores da criação artística.
OCUPAÇÃO CENA
De 30/10 a 14/11
Etapa essencial do projeto “Formativas em Cena – Programa de Formação em Artes da Cena”, Ocupação Cena reforça o compromisso do festival Cena Contemporânea, um dos maiores e mais longevos do Brasil, com a formação e o aperfeiçoamento de artistas e público em geral. Nesta etapa de seu calendário, o festivaloferece uma programação composta por três espetáculos, uma demonstração de trabalho, uma residência e oito oficinas. Com exceção de um espetáculo, todo o restante tem entrada franca.
Dentre as atrações estão uma coprodução Itália-Brasil, que leva para a cena uma adaptação de “Mãe Coragem”, de Bertold Brecht, assinada por Michele Santeramo e com direção de Gianluca Barbadori, ambos italianos. O clássico brechtiano surge num formato de monólogo, sob o título “A Errante: Uma Mãe Coragem”, protagonizado pela atriz Bidô Galvão, uma das mais consagradas de Brasília, em sua volta aos palcos após uma ausência de quase 10 anos, e participação especial de Beatriz Gama. Além do espetáculo, Gianluca Barbadori, cuja trajetória como diretor inclui passagens por diferentes países da Europa, Ásia e Américas, vai ministrar duas oficinas gratuitas, de nível avançado, para atores e estudantes de artes cênicas sob o título “O Ator, o Subtexto e as Reações Físicas – um estudo sobre “Homero, Ilíada”, de Alessandro Baricco”, com direito a certificado de participação.
A programação de espetáculos da Ocupação Cena inclui ainda três trabalhos do Distrito Federal que arrastam grandes plateias por onde passam. “Senhora P”, monólogo criado e protagonizado pela atriz, diretora e mestre Adriana Lodi, leva para a cena uma reflexão sobre as violências cometidas cotidianamente contra as mulheres. Adriana Lodi fará apresentações gratuitas e conduzirá a oficina “Autobiograficções – Nossas histórias que não estão contadas”.
“Frankenstein de Mary Shelley”, trabalho que celebra 15 anos de atividade do Grupo Liquidificador, tem direção de Fernanda Alpino sobre dramaturgia de Fernando Carvalho e leva para o palco uma atualização do clássico romance, incorporando discussões sobre tecnologia, Inteligência Artificial e os limites da condição humana. O espetáculo fará duas apresentações e o grupo vai convidar estudantes e artistas para participar da oficina “Corpo-Luz”, que será conduzida pela atriz e iluminadora Ana Quintas. Trata-se de uma oficina prática de sensibilização e experimentação, que investiga os encontros entre o corpo humano e a luz na criação cênica.
Encerrando a programação artística, Ocupação Cena apresenta o mais recente trabalho do conceituado diretor Adriano Guimarães. “Sonho de uma noite de verão” aposta num olhar contemporâneo sobre o clássico de Shakespeare, mesclando humor, poesia, fantasia e metateatro para tocar em questões como liberdade, imaginação, convenções sociais e instabilidade das relações humanas.
Como parte do projeto “Formativas em Cena – Programa de Formação em Artes da Cena”, o programa oferece, para artistas, estudantes e pesquisadores a oficina “First Body –workshop de criação”, em parceria com o First Body Programme, que será ministrada pelos artistas Diego Borges, Lara Santos e Pablo Magalhães.
Da Áustria vem o diretor, dançarino e performer William Lopes, que iniciou sua carreira em Brasília e desde 2018, reside em Viena. Ele conduz a oficina que celebra os 40 anos da primeira vinda de Kazuo Ohno, o mestre do Butoh, ao Brasil: “Ohno 40 – Memória e criação no Butoh brasileiro”, com inscrições gratuitas.
Sob a condução de Teidy Hanada, produtor, realizador e cofundador das produtoras REALIZE.CONTENT e MINKA Filmes e Produções, a oficina “IA aplicada à elaboração de projetos para teatro” convida produtores, integrantes de coletivos teatrais, gestores culturais e artistas da cena a uma prática da escrita de projetos de captação teatral. Como eixo central, o uso de uma ferramenta de inteligência artificial desenvolvida especialmente para dar suporte a esse processo.
E especialmente voltada para profissionais e professores de artes cênicas, a oficina “Todos em Cena – Estratégias de criação teatral com/para pessoas com deficiência intelectual” quer ajudar a preencher uma lacuna na formação pedagógica de profissionais no que tange à acessibilidade cultural. O trabalho será conduzido pelos professores da Pipa Pedagogia Inclusiva, espaço de apoio pedagógico que trabalha com arte educação e inclusão.
OCUPAÇÃO FIRST BODY PROGRAMME – 10 ANOS
De 12 a 21/11
First Body Programme é um projeto de pesquisa internacional contínuo que nasceu na Universidade de Brasília e, ao longo de uma década, chegou a 12 países de três continentes, conectando artistas, pesquisadores e comunidades. Para comemorar 10 anos de trajetória, seus criadores montaram uma ocupação artística internacional, com 10 ações a serem desenvolvidas ao longo de 10 dias. A programação estreia no dia 12, com abertura da exposição “Corpo Primordial: quando o processo é a obra, 10 anos de First Body Programme”, que revisita um pouco da história do projeto.
Quatro espetáculos internacionais vão se revezar nos palcos do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul, além de apresentação do resultado da Residência Artística. Da França, Nadia Robinet traz “4.48 Psicose de Sarah Kane”, uma adaptação do último e mais radical texto da dramaturga britânica que oferece uma experiência da potência poética e política da obra de Kane. O colombiano Juan Esteban apresenta “Beso Negro”, que investiga vestígios do passado que permanecem inscritos no corpo e na memória.
Nascido do desejo de rebelar-se e viver de forma não convencional, “Carne Premium” é um ritual de dedicação da vida à negritude — um paradoxo entre o inclusivo e o extrativo, produzido na República Dominicana, com concepção, coreografia, cenografia e figurino de Yadhira De León Matos. E em “Personal – Uma Instalação”, a cia italiana Labirion Officine Trasversali constrói uma ação influenciada pelo tempo, pelo espaço e pela presença de cada espectador. É no diálogo que a performance surge, sempre diferente.
Especialmente voltada para estudantes das artes cênicas e artistas, o programa inclui uma Residência Artística Internacional ministrada pelo coletivo Labirion Officine Trasversali, da Itália e pelo First Body Programme, reunindo os artistas dos Estados Unidos, Colômbia, França e República Dominicana. A cia italiana ainda ministra uma oficina de quatro horas chamada “Ecos e Vestígios”. A diretora, atriz e dramaturga francesa Nadia Robinet vai ministrar a Oficina de Dramaturgia “É preciso imaginar Sísifo feliz”, estimulando a escrita sensível e autoral, compreendendo a dramaturgia como um território de liberdade, escuta e invenção.
A multi-artista Lara Santos conduzirá a oficina “Corpografia”, propondo uma investigação entre performance, escrita e design gráfico, compreendendo o corpo como território de criação e produção de conhecimento. Artista Julie Becker vem de Nova York – EUA, para propor a artistas, estudantes de artes cênicas e curiosos a oficina de Canto “A Canção em Ação” como ferramenta para o desenvolvimento da voz, da escuta e da presença cênica. Também com foco na voz e na respiração como fundamentos da presença cênica, a oficina “Respirar o Som: Laboratório Ressonante Corpo-Vocal” será conduzida pelo colombiano Juan Esteban, de Medellín.
Vindo de Campinas -SP, o artista Wesley Ribeiro ministra a Oficina de Máscaras “Mascaramento” com Wesley Ribeiro (Brasil), trabalhando técnicas de atuação com máscaras. Sob a condução do fotógrafo, ator e diretor César Ferreira, a oficina Através da Câmera propõe exercícios práticos de fotografia, composição de imagem e direção do olhar como ferramenta para a criação artística e a construção do olhar. E a inédita oficina “Interpretação para a Câmera”, uma parceria da Claraboia Filmes e First Body Programme, vai trabalhar cenas e personagens a partir de processos metodológicos de criação do First Body Programme. Ao final, cada participante gravará um vídeo de apresentação, reunindo material para seu portfólio artístico.
A OcupaçãoFirst Body Programme – 10 anos se complementa com as apresentações dos espetáculos locais nascidos na Universidade de Brasília, “Calango” do Coletivo ARAR e “Infinitum” do Coletivo Organa. E ainda o Ensaio aberto do espetáculo “Decomposição”, a partir da obra homônima de Matei Visniec realizada pelo grupo de pesquisa do First Body Programme na Universidade de Brasília e “Suca! Cão Tinhoso”, com Gabriel Rosa, Lara Santos e Lorenza Rezende (DF). O programa também inclui as demonstrações de trabalhos dos artistas internacionais convidados: Labirion Officine Trasversali (Itália), Julie Becker (EUA), Juan Esteban (Colômbia) e do anfitrião Diego Borges (First Body Programme – Brasil).
Os ingressos já estão à venda via Sympla e serão vendidos no local do evento, o Espaço Cultural Renato Russo 508 sul.
PROGRAMAÇÃO OCUPAÇÃO CENA
ESPETÁCULOS
SALA MARTINS PENA DO TEATRO NACIONAL CLÁUDIO SANTORO
03 e 04/11 – Senhora P – 20h – entrada franca
10 e 11/11 – Frankenstein de Mary Shelley– 20h – ingressos a R$ 30,00 e R$ 15,00
14/11 – Sonho de uma noite de verão – às 16h e às 20h – entrada franca
TEATRO GALPÃO HUGO RODAS – ESPAÇO CULTURAL RENATO RUSSO 508 SUL
6/11 – 20h Demonstração de trabalho –A Errante: Uma Mãe Coragem – Com Bidô Galvão. Direção de Gianluca Barbadori e assistência de Diego Borges.
8/11 – O Ator, o Subtexto e as Reações Físicas – um estudo sobre a obra “Homero, Ilíada”, do italiano Alessandro Baricco – apresentação de resultado da oficina – 20h – entrada franca
ATIVIDADES FORMATIVAS GRATUITAS
(inscrição mediante preenchimento de formulários. Vagas limitadas.)
01/08 a 09/11 – Residência A Errante: Uma Mãe Coragem –Com Bidô Galvão. Direção de Gianluca Barbadori e assistência de Diego Borges.
30/10 e 02/11 – dia 30, de 9h às 15h, de 31/10 a 02, das 18h às 22h – Oficina “O Ator, o Subtexto e as Reações Físicas” – Desenvolvimento da pesquisa e do trabalho criativo sobre o texto “Homero, Ilíada”, de Alessandro Baricco – Condução: Gianluca Barbadori – entrega de certificado ao final do processo
31/10 e 01/11 – dia 31, das 16h às 19; dia 01/11, das 10h às 13h – First Body – workshop de criação (em parceria com First Body Programme)
03 e 04/11 – das 9h às 11h – Oficina Autobiograficções – Nossas Histórias Que Não Estão Contadas – Condução: Adriana Lodi
04 a 08/11 – das 18h às 22h – Oficina Introdução aos instrumentos de trabalho e ao texto “Homero, Ilíada”, de Alessandro Baricco – Condução: Gianluca Barbadori – entrega de certificado ao final do processo
05 e 06/11 – 18h às 22h – Oficina Corpo-Luz– Condução: Ana Quintas
Data: 9/11 e 14/11 – de 14h às 17h – OficinaIa Aplicada à elaboração de projetos para teatro – Condução: Teidy Hanada
14/11 – 12h às 18h – Oficina Todos em Cena – Estratégias de Criação Teatral com/para Pessoas Com Deficiência Intelectual – Condução: Professores da Pipa Pedagogia Inclusiva
PROGRAMAÇÃO OCUPAÇÃO FIRST BODY PROGRAMME
Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul
ABERTURA – 19h – 22h
12/11 – Vernissage exposição Corpo Primordial: Quando o Processo é a Obra
ESPETÁCULOS INTERNACIONAIS
13 e 14/11 – Beso Negro – Juan Esteban – Medellin – Colômbia – 21h
15 e 17/11 – 4.48 Psicose de Sarah Kane – Nadia Robinet – França – 19h
17/11 – Calango – Coletivo Arar – DF – 21h
18 e 19/11 – Personale – Uma Instalação – Labirion Officine Transversali – Itália – 21h
19/11 – Infinitum – Coletivo Organa – DF – 19h
20 e 21/11 – Carne Premium – Yadhira De León Matos – República Dominicana – às 21h, no dia 20; às 19h, no dia 21/11
21/11 – O corpo que deixa rastros –Resultado Residência Artística Labirion Officine Trasversali – Itália e First Body Programme – Brasil – 21h
ENSAIO ABERTO
14/11 – Decomposição – Grupo de Pesquisa First Body Programme / UnB – 19h
20/11 – Suca! Cão Tinhoso – Lorenza Rezende, Gabriel Rosa e Lara Santos – DF – 19h
OFICINAS
Sexta-feira — 13/11 – 10h às 13h: Oficina de Fotografia “Através da Câmera” com César Ferreira (DF)
Sábado — 14/11 – 10h às 13h: Oficina Audiovisual “Interpretação para Câmera”com Claraboia Filmes e First Body Programme
Domingo — 15/11 – 14h às 18h: Oficina de Voz “Respirar o Som: Laboratório Ressonante Corpo-Vocal” com Juan Esteban (Colômbia)
Segunda-feira — 16/11 – 19h às 22h: Oficina de Máscaras “Mascaramento” com Wesley Ribeiro (Campinas – SPl)
Terça-feira — 17/11 – 10h às 13h: Oficina de Dramaturgia “É Preciso Imaginar Sísifo Feliz” com Nadia Robinet (França)
Quarta-feira — 18/11 – 14h às 18h: Oficina de Canto “A Canção em Ação” com Julie Becker (Estados Unidos)
Quinta-feira — 19/11 – 10h às 13h: Oficina “Ecos e Vestígios” com Labirion Officine Trasversali (Itália)
Sexta-feira — 20/11 – 10h às 13h: Oficina de Corpo “Corpografia” com Lara Santos (Brasil)
RESIDÊNCIA ARTÍSTICA INTERNACIONAL
Residência artística internacional dedicada à criação de um espetáculo, reunindo artistas do Brasil, Colômbia, Estados Unidos, França e Itália.
18/11 – 19h – Anatomia de uma Luta (Lituânia, 20min, Livre)
SERVIÇO
OCUPAÇÃO CENA
Data: 30 de outubro a 14 de novembro
Locais: Sala Martins Penna do Teatro Nacional, Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul (Teatro Galpão Hugo Rodas e Sala Multiuso) e UnB – Universidade de Brasília (Núcleo de Dança e Anfiteatro 9)
Entrada franca – exceto para Frankenstein de Mary Shelley, com ingressos a R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)
OCUPAÇÃO FIRST BODY PROGRAMME
Data: 12 a 21 de novembro
Local: Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul
Taxa de inscrição para as oficinas: R$ 200,00 (alunos de artes cênicas da UnB têm desconto de 50%)
Ingressos espetáculos: R$ 30,00 (inteira) e R% 15,00 (meia)
Indicada ao Grammy Latino 2026, Zanna apresenta Reflexo pela primeira vez em Brasília
A cantora, compositora e produtora musical Zanna faz sua primeira apresentação em Brasília no dia 22 de outubro, às 21h, no Clube do Choro. No show de lançamento de Reflexo, seu segundo álbum, ela chega à cidade com mais um reconhecimento internacional: “Nilo”, faixa do novo trabalho, foi indicada a Canção do Ano no Grammy Latino 2026. Zanna é a única representante brasileira na categoria.
A indicação dá continuidade a uma trajetória que alcançou forte receptividade já no lançamento de seu primeiro álbum solo, Zanna, gravado entre o Rio de Janeiro e Los Angeles com produção de Moogie Canazio. O disco recebeu três indicações ao Grammy Latino. Agora, a artista apresenta as canções de Reflexo, lançado em novembro de 2025, em um espetáculo que percorre a MPB contemporânea, o samba-rock, o pop acústico e sonoridades do soul, do jazz e da música brasileira raiz.
O novo álbum tem produção de Zanna, coprodução de Alexandre Kassin e arranjos de cordas de Eduardo Farias. No palco, a cantora assume voz e violão, acompanhada por Janaína Salles no violoncelo e vocais, Hamilton Pinheiro no baixo e Misael Barros na bateria. O repertório reúne faixas dos dois discos e presta homenagens a Ivan Lins, Djavan e Preta Gil. A lembrança de Preta vem por meio de “Drão”, canção escolhida por ela e por seu pai, Gilberto Gil, para integrar o repertório do show no Rio de Janeiro da turnê de despedida do músico.
Mesmo para quem ainda não associa seu nome ao rosto, a voz de Zanna pode ser familiar. É dela a voz ouvida no MetrôRio, em linhas do metrô de São Paulo e no Aeroporto Santos Dumont. A artista também compôs o Tema do Metrô, que ganhou ampla circulação nas redes sociais. Em Brasília, o público poderá conhecer essa voz como intérprete e compositora de suas próprias canções.
“Um show para sentir e vibrar”, resume Zanna. A apresentação no Clube do Choro marca o primeiro encontro da cantora com a plateia brasiliense.
De texto e direção assinados por André Curti e Artur Luanda Ribeiro, a peça reflete sobre o corpo que resiste e o desejo de pertencimento em um tempo em colapso total.
Com narrativa visual impactante, ator em cena pedala em uma bicicleta que gera energia para abastecer a própria luz do espetáculo
Conhecida internacionalmente por seu trabalho de teatro gestual e visual, a Cia. Dos à Deux explora pela primeira vez a palavra em cena em CONFUZO (está escurecendo dentro de mim), que estreou no Rio de Janeiro, cumpriu temporada em São Paulo e chega ao CCBB Brasília em 22 de outubro.
O espetáculo fica em cartaz até 8 de novembro, com apresentações de quinta a sábado, às 20h, e aos domingos, às 16h30 e 20h. Haverá ainda duas sessões extras nos dias 28 de outubro, às 20h, e 2 de novembro, às 18h. Não haverá sessão no dia 1º de novembro (domingo). Em paralelo à temporada, a companhia lança o documentário O Gesto Entre Nós, em sessões de estreia nos dias 24 e 31 de outubro, e 7 novembro, sempre às 16h30 e no Cinema do CCBB, e a dupla de diretores ministra uma palestra, com entrada franca, dia 5 de novembro, no Teatro, às 17h.
Com direção, dramaturgia, cenografia e performance de André Curti e Artur Luanda Ribeiro, o texto inédito de CONFUZO nasce do gesto e retorna a ele, não como explicação, mas como matéria poética, fricção e pensamento encarnado. A encenação articula teatro gestual, palavra, luz, som e artes visuais, criando uma experiência sensorial e simbólica em que o escurecimento não representa o fim, mas o início de outra forma de ver, de dizer e de existir.
Além disso, a tecnologia também se torna dramaturgia: em cena, Artur Luanda Ribeiro pedala em uma bicicleta que gera energia para abastecer a própria iluminação da peça. “O corpo funciona como usina, o cansaço transforma-se em matéria cênica. A luz nunca é plena ou estável — é intermitente, precária, vulnerável. Uma luz que pode falhar a qualquer instante, como falha o fôlego, como falha a esperança. Ao tornar visível o custo físico da iluminação, o espetáculo explicita aquilo que normalmente permanece oculto: o esforço humano necessário para manter o mundo – e a si próprio – aceso”, define o criador.
Na trama, o Homem-Árvore insiste em lançar raízes sobre um solo que o rejeita. Sua existência desafia um mundo que decide quem pode ou não pertencer. Ao seu lado, o Homem-Luz pedala sem descanso uma bicicleta que produz a energia elétrica da própria cena. Cada volta mantém a luz acesa. Cada volta também o esgota. Enquanto ilumina o mundo, escurece por dentro. Sua luz torna-se, ao mesmo tempo, potência e desgaste, sobrevivência e sacrifício. CONFUZO (está escurecendo dentro de mim) é uma fábula contemporânea sobre o corpo que resiste e sobre o desejo de pertencimento em um tempo de colapso social, ambiental e emocional.
A encenação
A imagem desse Homem-Árvore, deslocada do solo, torna-se o
símbolo central do espetáculo. “Ela representa o humano contemporâneo — suspenso entre o desejo de enraizar-se e a impossibilidade de permanecer. É um corpo em
exílio, que tenta sustentar o peso da memória sem perder o equilíbrio diante de um mundo em constante movimento. A árvore cresce onde não deve, e se torna o retrato da condição humana — bela, frágil, deslocada”, revela André Curti.
“Metaforicamente, para mim, carregar a árvore é carregar aquilo que insiste em crescer dentro da gente: memória, tempo, desejo, raízes, perdas. Em muitos momentos sinto o peso físico dela como o peso das próprias escolhas e das histórias que atravessamos sem perceber. É quase como transportar um mundo inteiro nas
costas. No espetáculo, essa árvore leva o personagem à exclusão da sociedade, apontado como ‘o diferente’, o ‘não pertencente’ e, portanto, proibido de se enraizar, mesmo sendo dessa terra como todos os outros”, acrescenta.
E sobre a figura do Homem-luz, Artur Luanda Ribeiro comenta: “Existe algo profundamente pessoal no fato de a luz depender do meu próprio movimento, porque muitas vezes tenho a sensação de que também sigo pedalando na vida para que
certas luzes não se apaguem — dentro de mim, no trabalho, nos afetos, na criação. O corpo acaba revelando aquilo que as palavras nem sempre conseguem dizer: o desgaste, a insistência, a fragilidade e, ao mesmo tempo, a vontade de continuar. O Homem-Luz me atravessa justamente por isso. Ele transforma em imagem uma sensação que conheço intimamente: a de que parar às vezes parece impossível. E talvez a própria dramaturgia tenha nascido daí — desse lugar onde esforço,
resistência e escuridão interior convivem o tempo todo”. Já a música, assinada por Federico Puppi, também é trançada organicamente ao movimento, à palavra e à luz.
Documentário “O Gesto entre Nós”
A temporada da peça contará também com as primeiras exibições do documentário O Gesto entre Nós, dirigido por Roberto Bomtempo e produzido pelo Canal Curta! e Matizar Filmes. O filme acompanha a vida e a obra de André Curti e
Desde a criação da companhia, os artistas fazem da câmera uma companheira, registrando suas vidas, deslocamentos pelo mundo e processos criativos. Esse acervo íntimo, construído ao longo de 28 anos de ensaios e turnês, reúne arte e amor dentro e fora do palco e se soma a entrevistas para contar a história do premiado casal.
Oficina “A Utopia da Pesquisa”
Conduzida pelos diretores André Curti e Artur Luanda Ribeiro, o encontro com o público tem por objetivo desvendar, questionar, descobrir as diferentes direções e fundamentos da pesquisa cênica da companhia. Entre os diversos pontos a serem abordados, utilizando suporte audiovisual estão: A musicalidade do movimento; A cenografia como fio condutor estético; O corpo-objeto; A dramaturgia visual; Iluminação como dramaturgia; e O corpo/boneco.
Sobre a Cia. Dos à Deux
Com 28 anos de trajetória, a Cia. Dos à Deux já se apresentou em mais de 50 países e mantém hoje sua sede no Rio de Janeiro, onde desenvolve também ações formativas e residências artísticas.
Fundada em Paris, em 1998, por André Curti e Artur Luanda Ribeiro, a Cia. nasceu de uma pesquisa inspirada na obra “Esperando Godot”, de Samuel Beckett. Descobertos no Festival de Avignon, os artistas conquistaram reconhecimento internacional apresentando suas criações mundo afora. Em 2015, após duas décadas na França, retornaram ao Brasil e criaram o Espaço Dos à Deux, na Glória, RJ — um casarão de 1846, restaurado pelos artistas e transformado em centro de criação, residência e formação artística.
Ficha técnica:
Patrocínio: Banco do Brasil | Realização: Governo do Brasil e Centro Cultural Banco do Brasil | Texto, dramaturgia, cenografia, direção e performance: André Curti e Artur Luanda Ribeiro | Música Original e Sound design: Federico Puppi | Desenho de luz
/iluminação: Artur Luanda Ribeiro | Figurino: Karen Brusttolin | Cenotecnia (engenharia poética) e objetos insólitos: Dodô Giovanetti | Pesquisa – Projeto de Engenharia Elétrica / Poética (Bicicleta): Dodô Giovanetti, André Batistela, Robson de Souza Nascimento e Artur Luanda Ribeiro | Realização do projeto da engenharia elétrica / poética: André Batistela | Assistente de Figurino: Maïa Flores | Alfaiate: Leonardo Ramos | Costureira Cenário: Rizo | Aderecista: Gabriel Barros | LAPE | Direção de Palco de Contrarregragem: Dodô Giovanetti | Operação de Som: Tiago Rodrigues e André Menezes | Mídias Sociais: Nathalia Alves | Fotografia: Renato Mangolin e Victor Pollak | Programação Visual: Thiago Ristow | Assessoria de Imprensa: Território Comunicação | Produção Local: DECA Produções | Produtor Executivo: Fernando Queiroz | Direção de produção: Silvio Batistela | Financeiro: Alex Nunes | Idealização e Coordenação Geral: Cia Dos à Deux
Sinopse:
CONFUZO (está escurecendo dentro de mim)
Dois corpos atravessam um mundo em colapso — um mundo onde a diferença se transforma em fronteira, onde pertencer, para alguns, tornou-se proibido, onde existir pode ser julgado e onde até o direito de criar raízes precisa ser defendido. Entre luz e escuridão, movimento e exaustão, surge o Homem-Árvore, que insiste em fincar raízes em um solo que o rejeita, e o Homem-Luz, que pedala sem parar para manter acesa uma existência ameaçada de apagamento. Juntos, atravessam um território instável, onde luz e sombra, matéria e imaginação, absurdo, sonho e realidade coexistem em permanente tensão.
Acessibilidade CCBB
A ação Vem pro CCBB conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.
A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van, de quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h; CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30
O CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Serviço:
Espetáculo:CONFUZO (está escurecendo dentro de mim) – Cia. Dos à Deux
Gênero: Teatro Visual
Local: Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Temporada: de 22 de outubro a 8 de novembro de 2026
Dias e horários: quinta a sábado, às 20h; domingos, às 16h30 e às 20h. Sessões extras nos dias 28 de outubro, às 20h, e 2 de novembro, às 18h. Não haverá sessão às 16h30 no dia 1º de novembro (domingo)
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada), disponíveis no site bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB Brasília
Duração: 65 minutos
Classificação indicativa: não recomendado para menores de 14 anos
Serviço:
Documentário: O Gesto entre Nós Gênero: Teatro e LGBTQIAPN+ Local: Cinema do CCBB Brasília
Sessões: sábados, 24 e 31 de outubro e 7 de novembro de 2026, às 16h30 Ingressos: entrada franca, com retirada de ingresso, na bilheteria ou nos totens, a partir de uma hora antes de cada sessão
Duração: 103 minutos
Classificação indicativa: não recomendado para menores de 12 anos
Serviço:
Oficina: A Utopia da Pesquisa
Local: Teatro do CCBB Brasília
Dia e horário: quinta-feira, 5 de novembro, das 14h às 17h
Público-alvo: estudantes, professores e artistas de instituições públicas de ensino, pesquisadores do corpo e das artes cênicas, atores, bailarinos, performers, diretores, artistas visuais, marionetistas, iluminadores, cenógrafos, artistas circenses, entusiastas.
Ingressos: entrada franca, com retirada de ingresso, na bilheteria ou nos totens, a partir de uma hora antes do início da palestra
Classificação indicativa: não recomendado para menores de 17 anos
Acessibilidade: a palestra contará com interprete de Libras
CCBB Brasília: aberto de terça a domingo, das 9h às 21h
CARNAVAL DE LUZ PRESENTS: A TURNÊ MUNDIAL “THE GREATEST SHOW ON EARTH” 2027
DATAS ANUNCIADAS PARA CIDADE DO MÉXICO + SÃO PAULO + BUENOS AIRES, COM SHOW DE ABERTURA DE BECK
COM EUROPA + AMÉRICA DO NORTE A SEREM ANUNCIADAS EM BREVE
FAIXA INÉDITA INTITULADA ‘THE GREATEST SHOW ON EARTH’ JÁ DISPONÍVEL – OUÇAAQUI
ASSISTA AO VIDEOCLIPE DIRIGIDO POR ANTON CORBIJN AQUI
NOVO ÁLBUM ‘CARNAVAL DE LUZ’
LANÇAMENTO PROGRAMADO PARA 13 DE NOVEMBRO DE 2026
Love is a business that works at night
I sold myself for less than was right
You taught me what I was worth
In the greatest show on earth
Made a profession out of breaking your heart
You call it lies, I call it art
I was some of your best work
We were once the greatest show on earth
The light scatters things can get worse
These dark matters of the universe
Could not compete with us
We were once the greatest show on earth
15 de outubro de 2026: A Live Nation anunciou hoje que o U2 está pronto para pegar a estrada novamente com a turnê Carnaval De Luz Presents: The Greatest Show On Earth, uma turnê mundial que verá Bono, The Edge, Adam Clayton e Larry Mullen Jr. retornarem a estádios selecionados em 2027 e além.
A Turnê Mundial The Greatest Show On Earth — em apoio ao 16º álbum de estúdio da banda, Carnaval De Luz— começará na Cidade do México em 23 de fevereiro de 2027, com show de abertura de Beck, com apresentações também anunciadas para São Paulo e Buenos Aires, as três únicas cidades latino-americanas que a turnê visitará no próximo ano. No Brasil, os shows acontecem nos dias 10 e 12 de março, no Estádio MorumBIS. Datas adicionais de 2027 para a Europa e América do Norte devem ser anunciadas nas próximas semanas; com planos para o tão importante retorno da banda à Irlanda já em andamento.
“The Greatest Show On Earth”? Agora isso é um desafio. É um desafio para nós mesmos, tanto quanto para qualquer um, tentar fazer com que seja a melhor noite da vida de alguém.
Um pouco de showman, um pouco de xamã, uma explosão de cores, guitarra insana, baixo e bateria, e melodias às quais você pode se apegar.
Porque se as pessoas vão comparecer, nós certamente iremos.”
Bono, Edge, Adam e Larry
O anúncio da turnê vem acompanhado do lançamento de uma nova faixa intitulada ‘The Greatest Show On Earth’. Coescrita pelo U2 e Brian Eno, é o terceiro single extraído de Carnaval De Luz. Uma história de amantes lutando para manter a fé um no outro — e na própria fé. O vídeo é dirigido por Anton Corbijn e foi filmado no deserto da Califórnia; ele satiriza a banda como uma seita religiosa onde as mulheres fazem todo o trabalho pesado. Assista [AQUI]. Ouça [AQUI].
CARNAVAL DE LUZ APRESENTA: THE GREATEST SHOW ON EARTH
TURNÊ MUNDIAL – DATAS DE 2027
*com a participação de Beck
23 de fevereiro Cidade do México, México – Estádio GNP Seguros*
26 de fevereiro Cidade do México, México – Estádio GNP Seguros*
10 de março São Paulo, Brasil – Estádio MorumBIS*
12 de março São Paulo, Brasil – Estádio MorumBIS*
23 de março Buenos Aires, Argentina – Estádio River Plate*
25 de março Buenos Aires, Argentina – Estádio River Plate*
Reconhecido como um dos melhores grupos ao vivo do mundo, o U2 sempre — desde o início de sua trajetória, incluindo a icônica turnê ZOO TV (1991), que redefiniu os padrões da indústria — buscou expandir os limites das apresentações ao vivo. A banda aposta em espetáculos inovadores que incorporam o que há de mais moderno em tecnologia e criatividade; um exemplo recente é um de seus projetos mais ambiciosos: uma série de 40 shows históricos e visionários na Sphere, em Las Vegas, todos com ingressos esgotados. A turnê mundial “Carnaval De Luz: The Greatest Show On Earth” marca o retorno do U2 aos estádios, com um espetáculo que valoriza a conexão humana e a intimidade em grande escala. O repertório abrange toda a discografia da banda. Estas são as primeiras apresentações em estádios desde o encerramento da aclamada turnê “The Joshua Tree”, no dia 15 de dezembro de 2019, no estádio DY Patil, em Mumbai — a última parada de uma turnê que levou o U2 a tocar para quase 3 milhões de fãs ao redor do mundo.
Recentemente, no dia 25 de setembro, o U2 celebrou seu 50º aniversário com uma apresentação surpresa muito especialna Grafton Street, em Dublin, um presente para a cidade que a banda tanto estima. AssistaAQUI.
Ingressos Brasil: os ingressos para a turnê “Carnaval De Luz presents: The Greatest Show On Earth World Tour”estarão disponíveis inicialmente na pré-venda para assinantes do U2.com, com início na segunda-feira, 19 de outubro de 2026, às 10h (horário local).
No dia 21 de outubro, haverá a pré-venda online (www.ticketmaster.com.br) a partir das 10h, e nas bilheterias físicas (sem taxa de serviço) às 11h. Neste dia, clientes Santander Select e Private Banking terão uma fila exclusiva. Os cartões elegíveis são: Santander Visa Infinite Private; Santander Unique Infinite; Santander Unlimited Infinite; GOL Smiles Santander Infinite; Santander Unique Black; Santander Unlimited Black e Santander / AAdvantage® Black. A venda para o público geral começa no dia 22 de outubro às 10h pela Internet e às 11h na bilheteria oficial.
Clientes Santander podem parcelar em até 6x sem juros e os demais podem parcelar em até 4x sem juros. Será permitido comprar até quatro ingressos por CPF, limitados a duas meias-entradas.
Apresentado localmente pelo Santander Brasil, os shows contam com apoio do Metrô e são produzidos pela Live Nation Global Touring. Para obter mais informações, visitewww.livenation.com.br.
Sobre a Live Nation
Live Nation Entertainment (NYSE: LYV) é a principal empresa de entretenimento no mundo, composta por líderes do mercado global: Ticketmaster, Live Nation Concerts e Live Nation Sponsorship. Para mais informações, visitewww.livenation.lat ewww.livenationentertainment.com.
Santander Brasil e Cultura
O Santander Brasil acredita, investe e promove o acesso às mais distintas manifestações culturais. Em 2023, o Banco entrou oficialmente no universo da música, patrocinando grandes shows internacionais. Além disso, o Santander mantém seus próprios equipamentos culturais, como os Faróis Santander Porto Alegre e São Paulo, Teatro Santander e 033 Rooftop, na capital paulista.
Sobre Carnaval De Luz:
Gravado em diversos locais e produzido por Jacknife Lee, Carnaval De Luz é uma coletânea de 12 canções que exploram temas como espiritualidade, amizade, liberdade e resiliência diante de forças sombrias que se aproximam. Sonoramente, o álbum traz ecos do trabalho mais experimental da banda, combinados com uma composição mais estruturada — como se vê em “The Greatest Show On Earth“, “Glorify” e “Midnight Sunshine” —, além de “Silêncio“, uma homenagem de 2 minutos e 35 segundos à insolência do surf-punk dos primórdios.
As raízes de Carnaval De Luz remontam diretamente aos dois EPs de seis faixas lançados de surpresa pelo U2 no início de 2026 — ambos aclamados pela crítica e gravados durante o mesmo período criativo do novo álbum. Esses lançamentos, *Days of Ash* e *Easter Lily*, seguiam o calendário litúrgico; assim, Carnaval De Luz posiciona-se — e dança — antes deles na cronologia. O Carnaval, celebração da carne (*carne*), precede a renúncia da Quaresma — um período de reflexão — e o renascimento da Páscoa. A canção que conecta o álbum aos dois EPs é a faixa final, “Torn”, um dueto entre Bono e a saudosa e grandiosa Dolly Parton — no que acabou sendo, infelizmente, sua última gravação vocal. Composta pelo U2, Parton e Johnny McDaid, a faixa é uma delicada canção *country* que aborda laços familiares rompidos, mas que carrega ressonâncias muito mais amplas.
*Carnaval De Luz* é lançado no 50º ano de trajetória da banda, 2026 — ano em que o U2 totaliza 24 novas canções lançadas. O álbum conta ainda com colaborações de Brian Eno (na composição e nos sintetizadores em “Go (Carnaval De Luz)”, “The Greatest Show on Earth” e “Can’t Stop Us Now”), Martin Garrix (na composição de “Glorify”) e Daniel Lanois (no *pedal steel* em “Torn”), além de produção adicional de Ryan Tedder na faixa “Silencio”.
Ouça o primeiro *single*, “Street of Dreams“,AQUI; assista ao videoclipeAQUI. Ouça o segundo single, “Silencio”,AQUI; assista ao videoclipeAQUI.
A lista de faixas de Carnaval De Luz é:
Go (Carnaval De Luz)
La Reina
Street Of Dreams
The Mirror Maker (Rosalía)
Superficiality
If The World Is At War We Better Not Be
Silencio
The Greatest Show On Earth
Glorify
Midnight Sunshine
Can’t Stop Us Now
Torn (Feat. Dolly Parton)
Carnaval De Luzestará disponível em formatos que incluem: Vinil Deluxe de Edição Limitada & Boxsets de CD, Várias variantes de Vinil Colorido de Edição Limitada & Sob Encomenda, CD Padrão, Vinil Padrão, Download Digital. Faça a pré-venda, faça o pré-save [AQUI].
Sobre o U2:
Formado em Dublin em 1976, o U2 já fez inúmeras turnês pelo mundo, lançou 15 álbuns de estúdio, vendeu 175 milhões de álbuns e ganhou vários prêmios, incluindo 22 Grammys e o prêmio Embaixador da Consciência da Anistia Internacional. O U2 foi incluído no Rock and Roll Hall of Fame em 2005 e foi indicado duas vezes ao Oscar de Melhor Canção Original: em 2003 por “The Hands That Built America” para Gangues de Nova York, e em 2014 por “Ordinary Love” para Mandela: Longo Caminho para a Liberdade. O décimo quarto álbum de estúdio do U2, Songs Of Experience — o lançamento complementar de Songs Of Innocence de 2014 — foi lançado em dezembro de 2017, estreando em primeiro lugar na Billboard 200, destacando o U2 como a única banda na história a liderar as paradas em quatro décadas consecutivas.
Em 2018, o U2 pegou a estrada com a turnê eXPERIENCE + iNNOCENCE Tour, uma produção de arena que viu a banda continuar a expandir os limites criativos da tecnologia e da engenharia. E após a aclamada turnê de estádios de 2017 com a The Joshua Tree Tour — a turnê de grande sucesso que celebrou o lendário álbum de 1987 da banda, The Joshua Tree —, a The Joshua Tree Tour levou o U2 para a Nova Zelândia, Austrália e Japão, além de trazer “a maior banda do mundo” (The Guardian) para Singapura, Seul, Manila e Mumbai pela primeira vez. Em novembro de 2019, a banda lançou uma faixa em colaboração com A.R. Rahman intitulada “Ahimsa”, que foi apresentada ao vivo no D.Y. Patil Stadium em Mumbai. Em 2020, a SiriusXM e o U2 anunciaram o lançamento da U2X-Radio, uma imersão completa no trabalho e nas influências da banda vindas do norte de Dublin, tudo com curadoria do U2. Songs Of Surrender — uma coleção de 40 canções seminais do U2 de todo o catálogo da banda, regravadas e reimaginadas para 2023 em sessões que abrangeram os últimos dois anos — foi lançado em 17 de março de 2023, liderando as paradas de álbuns em todo o mundo, incluindo o Reino Unido e a Irlanda. Reconhecido como um dos melhores shows ao vivo do mundo, o U2sempre — desde os seus primórdios, incluindo a histórica turnê ZOO TV Tour que quebrou os padrões em 1991 — expandiu consistentemente os limites das apresentações ao vivo, com designs de palco inovadores que abraçam o que há de mais moderno em tecnologia e inovação, mais recentemente com U2:UV Achtung Baby Live At Sphere, que iluminou Las Vegas em uma temporada de 40 apresentações aclamada pela crítica para inaugurar a arena mais moderna do mundo, a Sphere.
“Days Of Ash”, um novo EP de 6 faixas, foi lançado na Quarta-feira de Cinzas, 18 de fevereiro de 2026, uma coleção independente de cinco novas canções e um poema — “American Obituary”, “The Tears Of Things”, “Song Of The Future”, “Wildpeace”, “One Life At A Time” e “Yours Eternally” (com Ed Sheeran & Taras Topolia) — que surgiu como uma resposta imediata aos eventos atuais e inspirada por muitas pessoas extraordinárias e corajosas que lutam na linha de frente da liberdade. Um segundo EP separado de 6 faixas intitulado “Easter Lily” foi lançado na Sexta-feira Santa deste ano, um conjunto de canções muito mais reflexivo emergindo de um lugar mais pessoal e privado ao qual alguns podem recorrer nesses tempos — explorando temas de amizade, perda, esperança e, finalmente, renovação.
Carnaval De Luz — o décimo sexto álbum de estúdio do U2 e o primeiro álbum de material inédito da banda em nove anos — será lançado em 13 de novembro de 2026, pela Island Records.
Ingressos: a partir de R$ 345,00 (ver tabela completa)
Classificação: 16 anos. Menores de 05 a 15 anos, apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais*
*Sujeito à alteração por Decisão Judicial.
PREÇOS
ARQUIBANCADA: R$ 345,00 meia-entrada e R$ 690,00 inteira
PISTA: R$ 395,00 meia-entrada e R$ 790,00 inteira
CADEIRA SUPERIOR: R$ 660,00 meia-entrada e R$ 1.320,00 inteira
CADEIRA INFERIOR: R$ 695,00 meia-entrada e R$ 1.390,00 inteira
PISTA PREMIUM A: R$ 775,00 meia-entrada e R$ 1.550,00 inteira
PISTA PREMIUM B: R$ 775,00 meia-entrada e R$ 1.550,00 inteira
GOLD CIRCLE: R$ 875,00 meia-entrada e R$ 1.750,00 inteira
RED ZONE: R$ 2.255,00 meia-entrada e R$ 3.000,00 inteira (valor do Ingresso + valor do pacote)*
*O pacote inclui:
– Ingresso para área VIP exclusiva, em pé, delimitada por barricadas e localizada na lateral do palco.
– Capacidade limitada e exclusiva.
– Oportunidade de ser selecionado para uma visita aos bastidores antes do show.
– Cada ingresso adquirido contribui para apoiar a (RED) e sua parceria com o Fundo Global no combate à AIDS, ajudando a garantir que pessoas em todo o mundo tenham acesso a medicamentos essenciais para salvar vidas.
BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA
Mais informações serão divulgadas em breve.
VENDA PELA INTERNET – SUJEITO À COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA
Inscrições gratuitas abertas até 15 de novembro.22ª edição da MFL acontece a partir de março de 2027, em São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro, com entrada franca
A Mostra do Filme Livre (MFL) está com inscrições abertas para sua edição de 2027. Filmes de qualquer duração, formato, gênero e ano de realização podem ser inscritos gratuitamente até 15 de novembro de 2026, exclusivamente pelo site www.filmelivre.com.
Criada para exibir, discutir e difundir o cinema brasileiro independente, a MFL chega à sua 22ª edição mantendo o foco em filmes que escapam dos lugares comuns da narrativa e apostam em diferentes formas de criação. A programação reúne sessões de cinema, debates, oficinas, cursos, sessões comentadas e premiação.
A MFL 2027 será realizada a partir de março do próximo ano em São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro, sempre com entrada franca. A realização é da WSET Multimídia, com sede no Rio de Janeiro, por meio da Lei Rouanet. A Mostra também faz parte do Fórum dos Festivais.
Quem pode se inscrever
Podem participar filmes realizados em qualquer época, de todos os gêneros, formatos e durações, desde que não tenham sido exibidos no circuito comercial nem em edições anteriores da MFL.
Filmes que já tenham sido disponibilizados na internet também podem ser inscritos. Durante o período de inscrições e, em caso de seleção, até o final do evento, a organização solicita que essas obras permaneçam protegidas por senha ou configuradas como “não listadas”.
A inscrição aceita links para visualização online, como YouTube e Vimeo. Não serão aceitos links para download de arquivos.
A seleção será feita pela equipe de curadoria da WSET Multimídia, que definirá os filmes destinados às sessões competitivas e não competitivas. O resultado será divulgado em janeiro de 2027, no site da MFL, e os selecionados também serão comunicados por e-mail.
Prêmio de R$ 30 mil
Os filmes selecionados para as sessões competitivas concorrerão a um total de R$ 30 mil em prêmios em dinheiro, em categorias que serão definidas pela curadoria e por votação online no site da Mostra.
As categorias e os respectivos valores serão anunciados em fevereiro de 2027. A MFL também poderá oferecer outras premiações em produtos, serviços ou dinheiro.
A premiação em dinheiro será paga aos vencedores em junho de 2027, após o encerramento das sessões presenciais e online.
Uma programação aberta a diferentes formas de fazer cinema
Entre as sessões previstas para a MFL 2027 estão:
● Panoramas Livres — um painel da produção independente brasileira contemporânea;
● Mundo Livre — filmes realizados por brasileiros no exterior ou por estrangeiros no Brasil;
● Pílulas — filmes de até cinco minutos;
● Mostrinha Livre — filmes infanto-juvenis;
● Territórios — obras sobre territorialidades, migrações e pertencimentos;
● Biografemas — filmes sobre artistas;
● Caminhos — filmes realizados em escolas e/ou oficinas de cinema;
● Maldita — filmes de terror e/ou comédia;
● Sonoras — filmes musicais e/ou videoclipes;
● Cabines Livres — trabalhos que dialogam com o cinema para além das narrativas tradicionais, com propostas mais abstratas, conceituais e híbridas.
Novas sessões poderão ser criadas de acordo com as características da programação e de cada cidade.
Inscrições
As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até 15 de novembro de 2026 pelo site: www.filmelivre.com .
Na ficha de inscrição, também deverão ser informadas a classificação indicativa da obra e a existência, ou não, de recursos de acessibilidade, como legendagem descritiva, Libras e audiodescrição.
Ao inscrever um filme, o responsável pela obra declara estar de acordo com o regulamento da MFL 2027 e autoriza sua exibição, sem remuneração, nas sessões presenciais e online da Mostra. Também autoriza o uso de imagens e trechos de até um minuto do filme para divulgação do evento.
A WSET Multimídia informa ainda que está em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709/2018). Os dados fornecidos na inscrição serão utilizados exclusivamente para as finalidades previstas no regulamento.
Experiência inédita e gratuita convida o público infantil a criar um monstrinho no papel, vê-lo ganhar vida digitalmente e levar uma foto personalizada para casa
E se o desenho de uma criança pudesse sair do papel e ganhar vida com inteligência artificial? Essa é a proposta inédita do Terraço Shopping para o Halloween. No dia 17 de outubro, das 13h às 18h, a oficina “Onde a Imaginação Ganha Vida” convida os pequenos a desenhar seu próprio monstrinho e acompanhar a transformação em um personagem digital. Ao final, cada participante ainda recebe uma foto impressa como lembrança.
A proposta aproxima tecnologia e criatividade de forma simples e interativa. A inteligência artificial não substitui o que foi criado pela criança, mas parte do desenho feito por ela para dar uma nova dimensão ao personagem. Assim, cada resultado é único e nasce diretamente da imaginação de quem participou da atividade.
Para Amanda Cortez, gerente de Marketing do Terraço Shopping, a ideia é apresentar a inteligência artificial de uma maneira próxima e divertida para o público infantil.
“A proposta foi utilizar a inteligência artificial para criar uma experiência que conectasse tecnologia, criatividade e interação. Para os shoppings, a IA representa uma oportunidade de ampliar as possibilidades de experiência no espaço físico, tornando a jornada do público mais dinâmica e relevante. Nesta ação, cada criança transforma seu próprio desenho em um personagem, participa desse processo e leva consigo uma criação única. É uma forma divertida de apresentar as possibilidades da IA sem deixar de valorizar aquilo que começa com algo que nenhuma tecnologia substitui: a imaginação.”
A oficina será realizada na Praça da Leitura com participação gratuita, sem necessidade de inscrição e sujeita à disponibilidade de vagas. O espaço também terá oficina de doces e pintura de rosto.
O conceito “Onde a Imaginação Ganha Vida” também estará presente na programação teatral. Às 16h, a Praça Central recebe a peça inédita de mesmo nome, ambientada na Fábrica dos Monstros Divertidos.
Na história, a energia mágica que mantém a fábrica funcionando está acabando. Os monstros, acostumados a assustar, precisam descobrir uma nova maneira de existir: fazer as pessoas sorrirem.
Guiados pela Grande Contadora de Histórias e pelo Livro Vivo, os personagens descobrem que precisarão da ajuda das crianças para recuperar a energia da fábrica. Ao longo da aventura, risadas, abraços, dança e curiosidade ajudam a trazer a magia de volta.
A programação começa às 14h, na Praça Central, com o “Ciência é Mágica”, conduzido por Adriana Bastos. A atividade apresenta experiências que mostram como fenômenos aparentemente mágicos podem ser explicados pela ciência, em uma abordagem lúdica e educativa.
Licenciada em Química, com habilitação em Física, Ciências Naturais e Matemática pela Universidade Católica de Brasília, Adriana desenvolve atividades que aproximam o conhecimento científico do universo infantil.
Das 15h às 16h, um DJ assume a programação com uma seleção musical especial, preparando o público para o espetáculo.
Com entrada gratuita, o Halloween do Terraço Shopping acontece no sábado, 17 de outubro, das 13h às 18h, reunindo tecnologia, criatividade, ciência, música e teatro em uma programação para crianças e famílias.
Serviço
Halloween do Terraço Shopping
Data: sábado, 17 de outubro de 2026
Horário: das 13h às 18h
Local: Terraço Shopping
Entrada: gratuita
Programação:
Praça da Leitura
13h às 18h – Oficinas de Halloween: Meu Monstrinho Ganha Vida, Oficina de Doces e Camarim Fashion. – Oficina gratuita, sem necessidade de inscrição, e está sujeita à disponibilidade de vagas.
Praça Central
14h às 15h – Ciência é Mágica, com Adriana Bastos
15h às 16h – DJ
16h – Peça teatral inédita “Onde a Imaginação Ganha Vida”
Formado nas rodas de choro desde a infância, Tiago Tunes apresentaIntemporâneo, disco solo que amplia as possibilidades do bandolim de 10 cordas
A música instrumental brasileira ganha um capítulo muito brasiliense com o lançamento de Intemporâneo, novo álbum do bandolinista Tiago Tunes. Depois de mais de duas décadas de dedicação ao instrumento, o músico apresenta um trabalho inteiramente autoral que sintetiza sua trajetória artística e revela uma pesquisa cuidadosa sobre timbre, composição e identidade sonora em um impressionante álbum de bandolim solo. O lançamento acontece no dia 22 de outubro, às 20h, no Teatro Ary Barroso, Sesc 504 Sul, e com entrada franca.
O projeto conta com recursos do FAC – Fundo de Apoio à Cultura do DF e tem recursos de acessibilidade: intérprete de Libras e audiodescrição, no show, e distribuição de programas em Braille.
Tiago representa uma nova geração de instrumentistas que preserva a tradição do choro, ao mesmo tempo em que aponta caminhos para seu futuro. Formado nas rodas de música de Brasília desde a infância, sob influência direta da mãe, a flautista Gabriela Tunes, o músico construiu uma trajetória marcada pela convivência com mestres da música brasileira e pelo reconhecimento de um dos maiores nomes do bandolim mundial, Hamilton de Holanda, que o identifica como parte da linhagem de grandes bandolinistas surgidos na capital federal.
De onde (ou de quando) surgiu a ideia do Intemporâneo? Ela diz respeito ao tempo, é obvio. E o tempo, um dos deuses mais lindos, se faz presente em nossa existência de muitas formas distintas. Ele é pulso, linha, ciclo, antes, depois, agora. No tempo, cabem a precisão dos cronômetros e as incertezas poéticas da memória. Tudo ou é tempo ou se faz nele. Intemporâneo é uma expressão da vivência temporal subjetiva que a música incita e da qual necessita.
É só no tempo e com tempo que um músico decanta suas influências para conseguir se expressar com identidade própria. Intemporâneo é, portanto, uma representação de uma maturidade musical e artística alçada por Tiago Tunes. Composto por 12 faixas inéditas, o álbum é executado integralmente em bandolim de 10 cordas solo, explorando recursos melódicos, harmônicos, rítmicos e tímbricos pouco comuns ao instrumento. As composições buscam explorar ao máximo a capacidade expressiva, ao tempo em que, também, se inspira nas tradições dos grandes violonistas e pianistas brasileiros que transformaram seus instrumentos em verdadeiras orquestras particulares.
“Intemporâneo reflete o momento atual da minha jornada com o bandolim, instrumento que há mais de duas décadas me acompanha e que, desde sempre, me conduz a um lugar que paira no tempo dentro de mim. O título sintetiza a junção entre o interior e o contemporâneo, revelando uma vertente como compositor que ainda não havia apresentado ao público”, explica Tiago Tunes.
O resultado é um álbum minuciosamente conceituado e elaborado. A escolha pelo formato solo dá protagonismo à relação entre o músico e seu instrumento, de forma que cada detalhe interpretativo, cada pequeno som, é expressão existencial do músico. De outro lado, produção musical de João Ferreira coloca essa expressão musical tão interior e íntima em formato fonográfico voltado ao público, buscando a sonoridade aberta, fluida e suingada revelando uma nova textura para o bandolim. O disco propõe uma escuta atenta, em que os silêncios, as ressonâncias, as nuances, assim como as notas e os acordes, são imprescindíveis à narrativa musical.
As referências que moldaram a linguagem musical proposta por Tiago Tunes percorrem diferentes gerações da música brasileira. Ernesto Nazareth, João Pernambuco, Heitor Villa-Lobos, Raphael Rabello, Baden Powell, Tom Jobim, Dilermando Reis e Egberto Gismonti aparecem não apenas como citações estéticas, mas como pontos de partida para uma escrita autoral profundamente brasileira.
“Essa brasilidade é inspiração fundamental das minhas composições, refletindo um olhar sobre o cotidiano que traduz a força, a esperança e a eterna vontade de sonhar do povo brasileiro, manifestando-se tanto nos grandes marcos da vida quanto nos acontecimentos mais simples”, afirma o músico.
Ao lançar Intemporâneo, Tiago Tunes reafirma a força da tradição musical de Brasília e demonstra como um jovem artista pode carregar em si o legado dos grandes mestres sem renunciar à própria voz. Em um cenário que busca renovar o interesse pela música instrumental, seu percurso — iniciado ainda criança nas rodas de choro e consolidado pelo reconhecimento de músicos consagrados — torna-se exemplo para novos instrumentistas e para toda uma geração que descobre na música brasileira um espaço de criação, pesquisa e pertencimento.
Serviço:
Lançamento do álbum Intemporâneo – Tiago Tunes
Local: Teatro Ary Barroso, Sesc 504 Sul
Dia e horário: 22 de outubro de 2026 (quinta-feira), às 20h
Entrada franca
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Acessibilidade: intérprete de Libras, audiodescrição, programas em Braille
O lançamento de Intemporâneo integra um conjunto de ações de formação e democratização do acesso à música realizadas por Tiago Tunes ao longo deste ano.
Antes da estreia oficial do álbum, o músico promoveu apresentações e uma roda de conversa sobre música, autismo, neurodiversidade e inclusão, compartilhando sua trajetória artística com diferentes públicos e reafirmando o papel da arte como ferramenta de diálogo e transformação social.
Dando continuidade à proposta de fortalecimento da cena cultural e de ampliação do acesso à música e às políticas culturais, o projeto Intemporâneo também realizou apresentações no Lar dos Velhinhos, Roda de Conversa com um pocket show no Chicão – Centro Educacional São Francisco (CED São Francisco), uma escola pública de educação básica localizada na cidade de São Sebastião – DF e a oficina on-line “Tire seu CEAC”, ministrada por Mari Baeta, coordenadora geral do projeto, nos dias 14, 15 e 16 de setembro.
Voltada para maiores de 18 anos, a oficina orientou artistas e agentes culturais sobre o processo de obtenção do Cadastro de Ente e Agente Cultural (CEAC), necessário para o acesso a editais e políticas públicas de fomento à cultura no Distrito Federal. A atividade foi gratuita, realizada on-line e contou com intérprete de Libras em todos os encontros.
Iniciativa promove a saúde integral nos postinhos através do riso e da ludicidade.
No próximo sábado, 17 de outubro, o Projeto RiSUS promoverá uma manhã de alegria e palhaçaria na Unidade Básica de Saúde – UBS 1 da Cidade Estrutural. A programação oferecerá ao público oficina de circo, oficina de danças urbanas, batalha de rima, distribuição de pipoca e picolé, brinquedos, apresentação do Carimbó das Mães Guerreiras e intervenções de palhaçaria. As atividades acontecem de 9h às 13h, com entrada franca.
Realizado desde 2025 nas UBSs 1 e 2 na Cidade Estrutural, o Projeto RiSUS promove a saúde integral nos conhecidos postinhos, através da palhaçaria popular. Em 2026, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), a atuação do projeto foi ampliada para reafirmar a cultura e o riso como práticas de cuidado, prevenção e construção coletiva do bem viver.
Entre abril e junho de 2026, o projeto realizou 18 ações contínuas nas duas unidades. As atividades do dia 17 de outubro fecham o ciclo de ações do ano e vão integrar o 4º Fiocruz pra Você em Brasília, evento dedicado à vacinação e à promoção da saúde, promovido pela Fundação Oswaldo Cruz.
O Projeto RiSUS é formado pelos artistas Rebeca Torquato, Marcelo Nenevê e Caroline Severiano. Atualmente, é o único grupo profissional de palhaçaria popular que atua exclusivamente em espaços de Atenção Primária à Saúde no Distrito Federal. Ampliando a graça e a saúde integral A integração da arte da palhaçaria no campo da saúde é realizada em diversos países. Uma prática que transforma dor em alívio, atuando de forma afetuosa na vida de quem vive um percurso médico de tratamento ou de cuidado e prevenção. Em 2026, o RiSUS também realizou cinco intervenções em escolas públicas, com foco na saúde mental dos estudantes e em diálogo com o Programa Saúde na Escola (PSE).
Quem promove o riso! Rebeca Torquato é palhaça e psicóloga formada pela UnB, especializada em saúde pública. Marcelo Nenevê é palhaço, professor, comunicador e ator (UnB), com mestrado sobre palhaçaria na visitação hospitalar. Caroline Severiano é atriz, palhaça e figurinista, formada pela Escola de Palhaços dos Doutores da Alegria (SP).
SERVIÇO Projeto RiSUS na UBS 1 da Cidade Estrutural Quando: 17 de outubro de 2026 – de 9h às 13h Onde: UBS 1 da Cidade Estrutural Entrada: franca Classificação: livre Nas redes: www.instagram.com/risusdf
O Ernesto Cafés Especiais, na CAIXA Cultural Brasília, investiu em uma programação fixa para o público que frequenta a casa às sextas, no fim da tarde. A partir das 18h, acontece o “Ernesto Convida”, que recebe artistas da cidade para apresentações de música ao vivo. A ação tem nomes da cena brasiliense em uma programação dedicada à música brasileira. No dia 16/10, a casa recebe o Trio Mexendo o Doce cantando Ivan Lins, Guilherme Arantes e Emílio Santiago.
Para Giordano Bomfim, um dos sócios do Ernesto, o espaço das sextas-feiras concretiza “a presença da música na programação da casa, que sempre teve essa relação com cultura e arte”. A curadoria tem parceria com a cantora, pesquisadora e educadora Myrlla Muniz.
No dia 16, a programação terá o Trio Mexendo o Doce, formado por Celia Rabelo (voz), Manga Batera (bateria) e Chrystian Franklin (teclas). O grupo apresenta uma seleção de clássicos de Ivan Lins, Guilherme Arantes e Emílio Santiago, em uma noite que reúne canções marcantes, poesia e interpretação. O couvert é de R$ 29 por pessoa e as reservas podem ser feitas pelo telefone 61) 9 9000-7530.
Cantora profissional desde 1998, Celia Rabelo é intérprete autodidata e produtora cultural no Distrito Federal. Sua trajetória começou como crooner de bandas de baile e, ao longo dos anos, passou por diferentes vertentes da música brasileira, como samba de gafieira, bossa nova, samba e cancioneiro nordestino.
Programação do mês
No dia 23 de outubro, o Ernesto Convida desembarca no samba, rock, soul, funk e groove, recebendo os Reis do Soul, num show tributo vibrante celebrando três grandes ícones da música soul brasileira: Tim Maia, Wilson Simonal e Jorge Ben Jor.
Já no dia 30, a programação encerra o mês com Márcia Tauil e Tico de Moraes no espetáculo “Bossa Jazz Belchior”, encontro que percorre a música brasileira, a bossa nova e o jazz a partir das trajetórias e referências dos dois artistas.
Para Myrlla, “a ideia da curadoria é trazer para o Ernesto artistas que tenham uma relação forte com a música brasileira e que possam apresentar diferentes linguagens e repertórios. Queremos que cada sexta-feira tenha uma identidade própria, mas que todas tenham em comum a qualidade artística e essa conexão com a cultura”, afirma.
Serviço
Ernesto Convida
16/10 – Trio Mexendo o Doce com Celia Rabelo (voz), Manga Batera (bateria) e Chrystian Franklin (teclas)
23/10 – Reis do Soul com Marcus Moraes (guitarra e violão), Vavá Afiouni (baixo) Thiago Cunha (bateria), Paulo Black (sopros) Silvino Filho e Adriano Rocha (interpretando as vozes de Tim Maia, Jorge Ben Jor e Wilson Simonal)
30/10 – “Bossa Jazz Belchior” com Márcia Tauil e Tico de Moraes
Local: Ernesto Cafés Especiais – CAIXA Cultural Brasília Hora: 18h às 20h (com estacionamento liberado a partir das 18h) Couvert: R$ 29 por pessoa Reservas: 61) 9 9000-7530 Redes sociais: https://www.instagram.com/ernestocafesespeciais/
Lançado no circuito comercial e com distribuição da Descoloniza Filmes, longa dirigido por Dandara Ferreira terá exibição de impacto em rede de canais parceiros que somam mais de 27 milhões de assinantes para ampliar debate sobre memória e justiça
Depois de uma trajetória de grande repercussão em cartaz nos cinemas durante 13 semanas, o documentário “Anatomia do Caos“, dirigido por Dandara Ferreira e distribuído pela Descoloniza Filmes, será disponibilizado gratuitamente no YouTube no dia 16 de outubro, às 19h. A iniciativa uniu os produtores em uma expressiva rede colaborativa de exibição simultânea na plataforma. A decisão dos realizadores de abrir mão do licenciamento comercial em plataformas pagas visa ampliar o alcance do debate público por meio da parceria com os seguintes canais:
3 elementos, Amado Mundo, Brasil de Fato, Canal do Barão, Christian Dunker, Cine NINJA, CUT Brasil, Daniel Becker (Pediatria Integral), Desaparecidos Oficial, Desce a Letra, Dia TV, Drauzio Varella, Felps, Filipe Boni, Galãs Feios, ICL Notícias, Laura Sabino, Luana Xavier, Maíra Medeiros (Nunca Te Pedi Nada), Meteoro Brasil, Mídia NINJA, Muka, MyNews, Normose, Nunca Vi 1 Cientista, OraThiago, Orlando Calheiros, Os três News, Prof Daniel Gontijo, Psicanálise Selvagem, Quadrinhos na Sarjeta (Linck), Sindicato dos Bancários de SP, Tati Bernardi, Tiago Santineli, TV Democracia, TV Fórum, TVT (TV Trabalhador) e William De Lucca.
Com acesso inédito aos bastidores do Senado, “Anatomia do Caos” reconstrói os trabalhos da comissão e entrevista parlamentares para debater a memória, a política de desinformação e a impunidade. O longa-metragem relembra a postura de representantes do governo federal e da extrema direita durante a crise sanitária que resultou na morte de mais de 700 mil brasileiros.
A obra traça um panorama nacional sobre como decisões deliberadas e a falta de respostas adequadas moldaram o cenário trágico do país. O enredo revela registros exclusivos de senadores que buscavam investigações e documentos para expor as falhas estruturais na condução da pandemia.
Em abril de 2021, a cineasta Dandara Ferreira decidiu ir a Brasília registrar as reuniões em um momento de incerteza e medo. Ela pontua que o país atravessava algo maior do que uma crise sanitária, diante de uma disputa brutal em torno da própria realidade.
Para a realizadora, a investigação parlamentar surge na narrativa como o palco de um teatro político, explorando como o discurso oficial colocou a ciência em xeque. A diretora enfatiza que não se tratava apenas de negligência, mas da construção de uma narrativa e de uma política de desinformação que transformava a dor coletiva em deboche.
A produção aborda também a impunidade ao final dos trabalhos legislativos. A cineasta ressalta que o projeto não busca apenas revisitar o passado, mas questionar o presente e o impacto de seguir adiante sem a devida responsabilização.
Antecedendo a liberação da íntegra da produção no dia 16, uma série de cinco vídeos curtos com trechos do filme começou a ser veiculada diariamente desde segunda-feira, dia 12 de outubro, nos canais parceiros e nos perfis oficiais do longa-metragem.
SINOPSE Com acesso inédito ao Senado, a diretora Dandara Ferreira acompanha de dentro a trajetória completa da CPI da Covid-19 e transforma esse material exclusivo em um registro cinematográfico de um dos momentos mais marcantes da Pandemia no Brasil.
FICHA TÉCNICA Direção: Dandara Ferreira Roteiro: Dandara Ferreira e Élcio Verçosa Filho Produção Executiva: Amadeu Alban, Dandara Ferreira, Gabriel Pires, Marcio Yatsuda Direção de Fotografia: Roberto Stuckert Montagem: Lara Beck, Renato Sircilli Trilha Sonora Original: Fabrício Modesto Correção de Cor: Júnior Xis Produção: Movioca Content House, Las Margaridas, LabAV
SOBRE A DIRETORA DANDARA FERREIRA
É diretora e roteirista, formada em Cinema pela FAAP (Fundação Armando Álvares Penteado) e doutoranda em Comunicação Social pela UnB. Dirigiu a série “O Nome Dela É Gal” (HBO) e realizou curtas-metragens, filmes publicitários e videoclipes de artistas como Fagner (“Tanto Faz”), Ricky Martin feat. Dream Team do Passinho (“Vida”) e Vanessa da Mata (“Segue o Som”), entre outros. Em 2023, lançou seu primeiro longa-metragem, “Meu Nome É Gal”, no qual atua como diretora e atriz. Atualmente, finaliza o documentário “Vou Tirar Você Desse Lugar”, sobre a trajetória e a obra de Odair José, e está prestes a lançar “Anatomia do Caos”, sobre a gestão de Jair Bolsonaro durante a pandemia de Covid-19 no Brasil
SOBRE A MOVIOCA
Movioca é uma content house brasileira dedicada à criação de propriedade intelectual original com forte potencial internacional. Com um portfólio de 15 filmes e 16 séries, a empresa combina qualidade técnica e relevância artística para desenvolver parcerias com players globais.
Seu formato mais icônico, “Drag Me as a Queen”, coproduzido com a NBCUniversal para o canal E!, tornou-se o primeiro reality show brasileiro exportado globalmente, com adaptações na Europa e indicação ao TBI Content Innovation Awards. Expandindo sua presença internacional, a Movioca produziu o reality dating show “Love Taste”, sucesso de audiência no SBT e hoje distribuído mundialmente pela NBCUniversal Formats.
O catálogo da produtora inclui ainda o longa de animação “Miúda e o Guarda-Chuva”, selecionado para o Festival de Annecy e premiado no Anima Mundi e no Festival de Brasília; o documentário “Jessy”, exibido no Documenta Madrid e vencedor do Prêmio do Público no Festival do Rio; e o formato “Cozinhando no Supermercado”, finalista do C21 International Format Awards.
SOBRE A DESCOLONIZA FILMES A Descoloniza Filmes nasceu em 2017 com propósito explícito em seu próprio nome. Basicamente, acreditamos que a experiência humana não se resume a conceitos formulados em uma única região do planeta, e, menos ainda, por um único gênero. Consideramos a descolonização do pensamento, propondo novas reflexões, novas linguagens, novas vozes, priorizando obras dirigidas por mulheres e com foco na desregionalização da produção. A Descoloniza Filmes é dirigida por Ibirá Machado, que desde 2010 trabalha com distribuição de cinema independente. Temos o compromisso de fazer da Descoloniza muito mais do que uma distribuidora, mas um ponto de encontro para discussões, com temáticas que contribuam com a reconstrução de uma nova sociedade, uma nova forma de pensar.
“O Egito que lutou para recuperar sua terra é o mesmo que busca a paz”, afirma representante militar no Brasil
Durante jantar em Brasília pelos 53 anos da Vitória de Outubro, coronel Ahmed Salah destacou o significado histórico da data e defendeu cooperação, soberania e estabilidade no Oriente Médio
O significado histórico da Vitória de Outubro e a defesa da paz estiveram no centro das declarações do coronel Ahmed Salah, representante militar do Egito no Brasil e adido de Defesa da Embaixada egípcia, durante um jantar realizado em Brasília para convidados em celebração aos 53 anos da data.
Diplomatas, representantes militares e convidados participaram da comemoração, que relembrou um dos episódios mais importantes da história contemporânea do Egito e prestou homenagem aos integrantes das Forças Armadas que participaram do conflito de 1973.
Em seu discurso, Ahmed Salah ressaltou que a Vitória de Outubro permanece profundamente ligada à memória nacional.
“Essa vitória representou a vontade do Egito, confirmou a firmeza de seu povo e demonstrou a capacidade das Forças Armadas de alcançar seus objetivos e preservar a soberania da nação”, afirmou.
A data remete à Guerra de Outubro de 1973, quando forças egípcias atravessaram o Canal de Suez. Para o coronel, o episódio permanece como “testemunho da grandeza de um povo e do orgulho de uma nação”.
Homenagem aos militares e a Anwar Sadat
Durante a celebração, Ahmed Salah homenageou os militares que participaram do conflito e aqueles que perderam a vida.
“Uma saudação de respeito e reconhecimento aos homens das Forças Armadas que restauraram a terra e a dignidade da nação por meio de sua determinação, coragem e heroísmo”, declarou.
O representante militar também recordou o então presidente Anwar Sadat, responsável pela decisão de iniciar a operação e atravessar o Canal de Suez. Segundo Salah, Sadat tomou a decisão “com fé em Deus, no povo e na capacidade das Forças Armadas de alcançar a vitória e superar o impossível”.
Ao falar sobre o papel das Forças Armadas na atualidade, o coronel afirmou que elas permanecem diretamente ligadas à sociedade egípcia e têm a missão de proteger o território e os interesses nacionais.
“As Forças Armadas egípcias são parte integrante deste grande povo. Elas retiram sua força da nação”, disse.
Da guerra à defesa da paz
Um dos principais pontos do discurso foi a relação estabelecida pelo coronel entre a experiência histórica do conflito e a posição do Egito em favor da paz.
“O Egito que lutou para recuperar sua terra é o mesmo Egito que busca constantemente a paz”, afirmou.
Ahmed Salah ressaltou que o país não considera a guerra um instrumento para conquistar territórios ou recursos de outras nações.
“O Egito sempre acreditou que a cooperação entre as nações é o caminho para a paz, o progresso e o desenvolvimento”, declarou.
Segundo ele, segurança e estabilidade exigem entendimento entre os países, intercâmbio de experiências e respeito à soberania e à integridade territorial dos Estados.
Oriente Médio e cooperação internacional
Ao abordar o atual cenário do Oriente Médio, o representante militar chamou atenção para os desafios de segurança enfrentados pela região e defendeu uma atuação conjunta e responsável.
“Devemos trabalhar para restaurar a segurança e a estabilidade regionais”, afirmou.
Salah defendeu que esse esforço considere as particularidades das diferentes sociedades e seja conduzido com respeito à soberania dos países e sem interferência em seus assuntos internos.
A cooperação na área de defesa também foi destacada como instrumento para ampliar a confiança entre as nações.
“Esses esforços contribuem para a construção de pontes de confiança e entendimento, para a promoção de uma cultura de paz e para o enfrentamento dos fenômenos de violência e extremismo que atualmente afetam nossa região”, disse.
Ao encerrar sua participação no jantar em Brasília, o coronel agradeceu ao Brasil pela relação de cooperação com o Egito e manifestou o desejo de aprofundamento dos vínculos entre os dois países.
“Expresso meus sinceros agradecimentos e reconhecimento ao país anfitrião pela abertura, total transparência e determinação em alcançar nossos objetivos comuns e ampliar a distinta cooperação entre nossas duas nações”, declarou.
O representante militar concluiu desejando aos dois povos “segurança, paz e estabilidade duradouras”.
Realização do “Festival de Histórias Coreanas 2026” em Brasília
A Embaixada da República da Coreia no Brasil realiza o “Festival de Histórias Coreanas 2026 – Festival de Cinema Coreano” de 15 (quinta-feira) a 21 (quarta-feira) de outubro de 2026, no Cine Brasília, um dos principais cinemas da capital.
Este festival foi planejado para apresentar ao público brasileiro diversos aspectos da sociedade e da sensibilidade coreanas, com o objetivo de aprofundar ainda mais o intercâmbio cultural entre a Coreia e o Brasil por meio da empatia e da compreensão.
Teremos 8 longas-metragens e 13 curtas-metragens que retratam diversos aspectos da sociedade coreana do século XXI, como histórias de crescimento de adolescentes e jovens, família e mulheres, a terceira idade, amor e separação, isolamento social e o lado oculto da sociedade digital. Informações sobre os filmes podem ser encontradas no pôster oficial abaixo.
Os ingressos são gratuitos e podem ser reservados pelo site da Sympla (https://www.sympla.com.br) e são oferecidos gratuitamente para todos os lugares.
Em julho passado, por ocasião da visita de Estado do presidente da Coreia do Sul, Lee Jae-myung, ao Brasil, o Memorando de Entendimento de cooperação no setor cinematográfico entre Conselho Coreano de Cinema (KOFIC) e a ANCINE foi renovado, estabelecendo as bases para a ampliação da cooperação audiovisual entre os dois países. Nesse contexto, este festival de cinema reveste-se de grande importância para dar continuidade a esse impulso. Em especial, espera-se que este seja um momento para apresentar pela primeira vez ao público brasileiro a Academia de Cinema da Coreia (KAFA) — instituição de ensino cinematográfico fundada pela KOFIC — e exibir uma ampla seleção de obras, incluindo não apenas longas-metragens, mas também curtas-metragens de cineastas formados pela KAFA, a fim de aumentar o interesse por diversos filmes coreanos e aprofundar ainda mais o intercâmbio cinematográfico entre os dois países.
A Embaixada da República da Coreia no Brasil espera que este “Festival de Histórias Coreanas” contribua para ampliar a compreensão e a empatia entre os cidadãos dos dois países, além de aprofundar a amizade entre eles.
Contamos com o interesse e a participação de todos.
Programação no Cine Brasília
15 OUTUBRO
17h, Rito de Passagem, 12 anos, Curta
17h, O Sonho de Peter Pan, 12 anos, Curta
17h, Gari Vegas, 15 anos, Curta
19h, A Garota do Beisebol, 12 anos, Longa
Dia de Abertura
16 OUTUBRO
18h30, Um Menino e Sungreen, 12 anos, Longa
17 OUTUBRO
15h, Férias de Verão, 12 anos, Curta
15h, Pater, 16 anos, Curta
15h, Bo-kyung, 4º ano, 18 anos, Curta
17h10, A Praça, 12 anos, Longa
18 OUTUBRO
14h, Incoerência, 12 anos, Curta
14h, Joo-hee, 15 anos, Curta
14h, Estado Febril, 16 anos, Curta
14h, Abismo, 16 anos, Curta
17h, Vidas Isoladas, 12 anos, Longa
19h, Fobia Social, 15 anos, Longa
20 OUTUBRO
17h, Após a minha morte, 17 anos, Longa
19h15, O Apartamento das Duas Mulheres, 15 anos, Longa
Série de relançamentos recupera a trajetória de Katniss Everdeen e a origem de Coriolanus Snow, revisitando uma das maiores sagas dos anos 201
Nesta semana o Cine Brasília vira campo de batalhas fervorosas com o retorno do mundo distópico de Panem às telas de cinema. Entre os dias 15 e 21 de outubro, a Sala Vladimir Carvalho recebe uma verdadeira maratona de relançamentos da saga Jogos Vorazes, com os cinco longas já lançados da franquia: Jogos Vorazes, Jogos Vorazes: Em Chamas, Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1, Jogos Vorazes: A Esperança – O Final e o prelúdio Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes. As sessões integram a ação nacional de relançamento dos longas promovido pela Paris Filmes a partir desta quinta-feira, 15.
Inspirada na série de livros de Suzanne Collins, a primeira produção da franquia chegou aos cinemas em 2012 apresentando Panem, nação comandada por um regime autoritário que obriga seus distritos a enviarem anualmente jovens para disputar uma competição televisionada até a morte. É nesse cenário que Katniss Everdeen, interpretada pela talentosa Jennifer Lawrence, se voluntaria para ocupar o lugar da irmã e inicia uma trajetória que, ao longo dos filmes seguintes, transforma a jovem sobrevivente em símbolo de uma rebelião contra a Capital.
O primeiro longa abriu caminho para uma das principais franquias cinematográficas da década de 2010. Ao lado de Jennifer Lawrence, a saga reuniu nomes como Josh Hutcherson, Liam Hemsworth, Woody Harrelson, Elizabeth Banks, Donald Sutherland, Stanley Tucci, Philip Seymour Hoffman, Jena Malone e Sam Claflin. Mais tarde, em 2023, o universo retornou ao passado em A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes, protagonizado por Tom Blyth e Rachel Zegler, que acompanha Coriolanus Snow muito antes de se tornar o presidente de Panem.
No Cine Brasília, a seleção vai seguir as diferentes etapas desse universo. Jogos Vorazes, lançado em 2012, ganha sessões na sexta, 16, às 21h, e na quarta, 21, às 14h. Na sequência, Em Chamas, de 2013, tem exibições quinta, às 14h, e retorna no sábado, 17, às 20h. A Esperança – Parte 1, de 2014, entra em cartaz também na quinta, às 21h10, enquanto A Esperança – O Final, de 2015, na quarta, 21, às 21h15. Já o prelúdio A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes, lançado em 2023, será exibido na sexta, às 15h30.
ESTREIA
Também chegando à programação está a animação espanhola As Aventuras de Tadeo e a Lâmpada Mágica, novo capítulo da franquia comandada por Enrique Gato. Desta vez, Tadeo, Sara e os amigos Múmia, Jeff e Belzoni se envolvem em mais uma aventura depois que o protagonista acidentalmente desencadeia umantigo feitiço.
SELEÇÃO DE CURTAS
Já a produção selecionada na Chamada Pública de Curtas do Cine Brasília para acompanhar as sessões infantojuvenis da semana é Carrinho de Rolimã: Uma Aventura em Alta Velocidade, dirigido por Rafael Nzinga. Produzido no Pará, o filme acompanha Dandará e Ayara durante uma competição de carrinhos de rolimã na periferia de Belém. Para participar, as duas precisam construir o veículo mais veloz e enfrentar os desafios que aparecem pelo caminho.
Os curtas exibidos no Cine Brasília são selecionados na Chamada Pública de Curtas do Cine Brasília, uma iniciativa que busca ampliar a diversidade da programação e fortalecer o cinema nacional. A previsão da atual gestão é que 150 curtas de todo o Brasil sejam exibidos antes das sessões de longas-metragens em cartaz. Os filmes escolhidos recebem um cachê de R$1.00 para obras finalizadas a partir de 2025, e R$800 para as finalizadas até dezembro de 2024. As inscrições podem ser feitas até 1º de abril de 2027 pelo sitecinebrasilia.com/chamadas-publicas, onde também está disponível o edital completo.
EM CARTAZ
O título da semana anterior que permanece na grade é Gatos no Museu 2: Tesouros do Egito, de Vasiliy Rovenskiy. Dando continuidade à saga, desta vez, o gato Maurice encontra ummapa que indica o caminho até o lendário Gênio do Egito e dá início a uma aventura pelas pirâmides. A missão se complica quando o grupo descobre que o Gênio concede apenas umdesejo a cada mil anos e ninguém está disposto a abrir mão do seu.
FESTIVAL DE HISTÓRIAS COREANAS 2026
Entre os dias 15 e 21 de outubro, o Cine Brasília recebe o Festival de Histórias Coreanas: Mostra de Cinema 2026, promovido pela Embaixada da República da Coreia. Integrada ao KOFF, a programação reúne longas e curtas-metragens sul-coreanos que apresentam diferentes perspectivas sobre a vida e a sociedade contemporânea do país. Todas as sessões no Cine têm entrada gratuita e legendas em português.
A programação começa na quinta, 15, às 17h, com os curtas Rito de Passagem, O Sonho de Peter Pan e Gari Vegas, seguidos, às 19h, do longa A Garota do Beisebol. Na sexta, 16, às 18h30, será exibido Um Menino e Sungreen; no sábado, 17, entram em cartaz os curtas Férias de Verão, Pater e Bo-kyung, 4º ano, às 15h, além de A Praça, às 17h10. No domingo, 18, o público poderá assistir, às 14h, aos curtas Incoerência, Joo-hee, Estado Febril e Abismo, e aos longas Vidas Isoladas, às 17h, e Fobia Social, às 19h. A programação continua na terça, 20, com Após a Minha Morte, às 17h, e O Apartamento das Duas Mulheres, às 19h15, e termina na quarta, 21, com os curtas O Primeiro Verão, 2001 Imagine e Sr. Smith Vai ao Brasil, às 17h, seguidos de Noite Sombria, às 19h. Mais informações sobre o festival estão disponíveis em: koffko.com.br/pt/programacao.
EM BREVE
Na próxima semana, a programação contará com a chegada de Hope: O Primeiro Impacto, Homem-Aranha: Um Novo Dia e do relançamento de Ran. E, em breve, o Cine Brasília recebe também Resident Evil, Verity, Ao Sabor das Cinzas, Naza e Rosebush Pruning. Aguarde para conferir esses e outros títulos na nossa programação.
INGRESSOS E ACESSIBILIDADE
Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema, de terça a quinta-feira, das 13h às 22h, sexta, das 9h às 22h, e sábado e domingo, das 10h às 22h, ou no nosso SITE OFICIAL. Às segundas, o Cine Brasília fecha para manutenção de rotina.
As sessões regulares, bem como a Sessão Clássicos, Monumental e Circuitão custam R$20 (inteira) e R$10 (meia). Às terças os valores são R10eR5. A programação do Festival de Histórias Coreanas é gratuita.
O filme As Aventuras de Tadeo e a Lâmpada Mágica possui recursos de acessibilidade de Libras, audiodescrição e legendas através do aplicativo Greta.
PROGRAMA DE FIDELIDADE
O Cine Brasília segue com o Programa de Fidelidade – CINELOVER que recompensa espectadores frequentes. A cada sessão assistida, os participantes acumulam carimbos no cartão fidelidade, que podem ser trocados por prêmios como entradas gratuitas, ímãs, canetas, baldes de pipoca e bonés exclusivos. O programa é válido para sessões regulares da grade, bem como para a Sessão Família onde cada ingresso dá direito a dois carimbos no cartão fidelidade. Mais informações emcinebrasilia.com/fidelidade.
QUINTA-FEIRA, 15/10 15/10, 14h e 21h10: Jogos Vorazes 16/10, 15h30 e 21h: Jogos Vorazes: Em Chamas 17/10, 18h50: Jogos Vorazes: A Esperança – Parte 1 21/10, 14h30: Jogos Vorazes: A Esperança – O Final 21/10, 21h15: Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes
SEXTA-FEIRA, 16/10 10h00 – Carrinho de Rolimã: Uma Aventura em Alta Velocidade (curta-metragem • nacional) + Gatos no Museu 2: Tesouros do Egito (dublado) 15h30 – Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes (legendado) 18h30 – Festival de Cinema Coreano – UmMenino e Sungreen (legendado) 21h00 – Jogos Vorazes (legendado)
SÁBADO, 17/10 11h00 – Carrinho de Rolimã: Uma Aventura em Alta Velocidade (curta-metragem • nacional) + As Aventuras de Tadeo e a Lâmpada Mágica (dublado) 15h00 – Festival de Cinema Coreano – Férias de Verão + Pater + Bo-kyung, 4º ano (legendados) 17h10 – Festival de Cinema Coreano – A Praça (legendado) 20h00 — Jogos Vorazes: Em Chamas (legendado)
DOMINGO, 18/10 11h00 – Carrinho de Rolimã – Uma Aventura em Alta Velocidade (curta-metragem • nacional) + Gatos no Museu 2: Tesouros do Egito (dublado) 14h00 – Festival de Cinema Coreano – Incoerência + Joo-hee + Estado Febril + Abismo (legendados) 17h00 – Festival de Cinema Coreano – Vidas Isoladas (legendado) 19h00 — Festival de Cinema Coreano – Fobia Social (legendado)
SEGUNDA-FEIRA, 19/10 Cinema fechado para manutenção
TERÇA-FEIRA, 20/10 14h00 – Carrinho de Rolimã: Uma Aventura em Alta Velocidade (curta-metragem • nacional) + As Aventuras de Tadeo e a Lâmpada Mágica (dublado) 17h00 – Festival de Cinema Coreano – Após a Minha Morte (legendado) 19h15 – Festival de Cinema Coreano – O Apartamento das Duas Mulheres (legendado)
QUARTA-FEIRA, 21/10 14h00 – Jogos Vorazes (legendado) 17h00 — Festival de Cinema Coreano – O Primeiro Verão + 2001 Imagine + Sr. Smith Vai ao Brasil (legendados) 19h00 – Festival de Cinema Coreano – Noite Sombria (legendado) 21h15 – Jogos Vorazes: A Esperança – O Final (legendado)
Turnê “Registro Histórico” transforma a capital do Brasil em um grande coro e celebra os 19 anos de carreira do cantor
Brasília viveu uma noite de festa, emoção e nostalgia neste sábado (10). Mais de 35 mil pessoas lotaram a Arena BRB Mané Garrincha para acompanhar Luan Santana na turnê “Registro Histórico”, um grande espetáculo que revisita os 19 anos de carreira do cantor e reúne canções que se tornaram parte da vida de milhões de brasileiros.
Desde a abertura com “Te Vivo”, Luan conduziu os fãs por uma verdadeira viagem pela própria história. “Meteoro”, “Adrenalina”, “Nega”, “Você Não Sabe O Que É Amor”, “Um Beijo” e “Tanto Faz” transformaram a arena em um verdedeiro coro, com fãs de todas as idades cantando todas as músicas.
Depois de emocionar Brasília, Luan segue com a agenda cheia. Neste domingo (11), o cantor apresenta o “Além do Registro” em Palmas/TO. A próxima parada da turnê “Registro Histórico” acontece em 17 de outubro, em Cariacica/ES.
Agência brasiliense sob o comando do jornalista Flávio Resende consolida-se como uma das empresas de comunicação mais tradicionais da cidade, com larga experiência no atendimento a entidades de classe, além de projetos e negócios sociais
A Proativa Comunicação completa 25 anos de atuação, consolidando uma trajetória dedicada à comunicação estratégica, ao relacionamento com a imprensa e à construção de reputação para empresas, entidades e instituições. Ao longo de sua história, a agência acompanhou as transformações do mercado da comunicação, adaptando estratégias, incorporando novas ferramentas e mantendo o compromisso com a informação de qualidade, a credibilidade e os resultados.
A marca de 25 anos representa não apenas a longevidade de uma empresa, mas também a capacidade de evoluir em um ambiente de constantes mudanças. Em um cenário marcado pela velocidade da informação, pela transformação digital e pela multiplicidade de canais, a comunicação tornou-se cada vez mais estratégica para organizações que desejam fortalecer sua imagem, ampliar sua presença pública e estabelecer conexões consistentes com seus públicos de interesse.
Para o diretor executivo da Proativa Comunicação, Flávio Resende, a comemoração é um momento de reconhecer o caminho percorrido e reafirmar o compromisso com o futuro.“Completar 25 anos é motivo de orgulho e, sobretudo, de gratidão. Construir uma trajetória consistente na comunicação exige credibilidade, responsabilidade, capacidade de adaptação e, principalmente, confiança. Ao longo desses anos, tivemos a oportunidade de contribuir para histórias, projetos e iniciativas de diferentes organizações, sempre acreditando que a comunicação vai muito além de divulgar informações: ela ajuda a construir reputações, aproximar pessoas e dar visibilidade a ideias que fazem a diferença”, afirma Flávio Resende.
Comunicação que acompanha as transformações
A história da Proativa Comunicação se insere em um período de profundas mudanças na forma como empresas, instituições e sociedade se relacionam com a informação. Se, há 25 anos, a assessoria de imprensa tinha nos veículos tradicionais seu principal eixo de atuação, hoje a comunicação demanda uma visão integrada, capaz de articular diferentes plataformas, linguagens e estratégias.
Nesse contexto, o trabalho de comunicação exige planejamento, conhecimento dos públicos, agilidade na apuração e na resposta, além de uma compreensão cada vez mais ampla dos desafios relacionados à imagem e à reputação.
“Os meios mudaram, a tecnologia transformou a maneira de produzir e consumir informação, mas a essência da boa comunicação permanece: credibilidade, clareza, estratégia e relacionamento. O desafio é acompanhar essas transformações sem perder de vista os princípios que sustentam uma comunicação responsável e relevante”, destaca o diretor executivo.
Olhar para o futuro
Ao celebrar seu jubileu de prata, a Proativa Comunicação reafirma a importância de uma atuação pautada pela confiança, pela inovação e pelo compromisso com os resultados de seus clientes e parceiros.
A data também convida à reflexão sobre o papel da comunicação em uma sociedade cada vez mais conectada, na qual a reputação se tornou um ativo fundamental e a qualidade da informação é indispensável para a construção de relações duradouras.
“Esses 25 anos são parte de uma história construída por pessoas, clientes, parceiros e profissionais que acreditaram no nosso trabalho. Celebrar essa trajetória significa reconhecer tudo o que vivemos, valorizar as relações que construímos e seguir adiante com disposição para aprender, inovar e fazer ainda melhor. Temos muito orgulho do caminho percorrido e entusiasmo pelos próximos capítulos”, conclui Flávio Resende.
Com 25 anos de história, a Proativa Comunicação celebra o legado construído e renova seu compromisso com uma comunicação estratégica, consistente e conectada aos desafios do presente e às oportunidades do futuro.
Sobre a Proativa Comunicação – Em 2001, surgiu no mercado a Proativa, agência que tem como principal meta construir e fortalecer a imagem das organizações, posicionando-as de forma diferenciada nos meios, e estabelecer uma relação pedagógica com o cliente a fim de que ele incorpore a Cultura de Comunicação. Todos os seus serviços são realizados por meio de uma equipe qualificada de profissionais, com ampla experiência e plenamente habilitados para tomar decisões, sugerir ações proativas e planejar boas estratégias de comunicação.
Com 25 anos de atuação, a empresa apresenta-se repaginada, com nova identidade, novos serviços e novos colaboradores, trazendo o lema “25 anos olhando para frente”. Entre os seus serviços estão: Assessoria de Comunicação e Imprensa, Publicidade e Propaganda, Revisão de Textos, Editoração Eletrônica, Media Coaching, Fotografia, Criação e Manutenção de Páginas na Web e Gerenciamento de Crises, RP Digital e Análise de Mídia.
O China Media Group (CMG) realizou a cerimônia de encerramento das exibições presenciais e de lançamento da programação online da 6ª Temporada de Exibição de Obras Audiovisuais Chinesas no Brasil. O encontro aconteceu no âmbito do Festival do Rio e do RioMarket, após uma mostra itinerante que percorreu Cabaceiras, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, Brasília e Rio de Janeiro. O evento aconteceu na última quinta-feira (8), no Armazém da Utopia, no Rio de Janeiro,
A iniciativa integra as celebrações do Ano Cultural Brasil–China 2026 e reúne 14 produções audiovisuais chinesas, entre documentários, séries e programas culturais. Com o encerramento da etapa itinerante, parte dessas obras passa a integrar a programação dos canais de televisão e da plataforma de streaming da Box Brazil Media Group, ampliando o acesso do público brasileiro aos conteúdos.
A temporada teve início em 18 de setembro, em Cabaceiras, na Paraíba, cidade conhecida como a Roliúde Nordestina por sua tradição como cenário de produções cinematográficas. O município recebeu o lançamento da mostra itinerante, que seguiu para diferentes regiões do País com obras sobre história, cultura, preservação ambiental e transformações da sociedade chinesa.
Em Porto Alegre, a Cinemateca Capitólio recebeu duas sessões especiais em 27 de setembro. O documentário “O Golfinho Branco Chinês” apresentou a trajetória de Zhuzhu, um raro golfinho-branco-chinês acompanhado por pesquisadores e cineastas durante seis anos, após deixar temporariamente seu habitat devido à construção da ponte Hong Kong–Zhuhai–Macau.
Na mesma noite, “Canção do Rio Amarelo” levou o público a uma viagem pela história da civilização chinesa, abordando manifestações artísticas, tradições religiosas e a relação entre o rio e as comunidades que se desenvolveram ao longo de suas margens.
Em Belo Horizonte, a abertura do Ciclo China em Perspectiva, em 1º de outubro, levou a programação ao Cine Humberto Mauro, no Palácio das Artes. A capital mineira recebe uma mostra gratuita que continua até 24 de outubro, com sessões às terças e quintas-feiras, às 16h, e aos sábados, às 15h. Além de “O Golfinho Branco Chinês”, a seleção inclui títulos como “Canção do Rio Amarelo”, “Série Milagre”, “Registros das Artes e Ofícios da China” e “China Rumo ao Futuro”.
No Recife, o Instituto Confúcio da Universidade de Pernambuco (UPE) recebeu, em 2 de outubro, também recebeu uma sessão especial de “O Golfinho Branco Chinês”, no auditório da instituição. Em Brasília, a programação cultural chegou à Universidade de Brasília (UnB) em 6 de outubro, com atividades promovidas pelo Instituto Confúcio. Entre os destaques esteve “Cartas que Cruzam Montanhas e Mares”, iniciativa dedicada a correspondências de Xi Jinping com artistas, professores e estudantes, além de uma atividade sobre vestimentas tradicionais chinesas. No Rio de Janeiro, a programação integrou o Festival do Rio, com exibições realizadas entre 3 e 5 de outubro.
A capital fluminense também recebe a cerimônia de encerramento da etapa itinerante para convidados, que marca o início de uma nova fase de distribuição dos conteúdos audiovisuais no Brasil. Cerimônia reúne autoridades e apresenta animação sino-brasileira
O evento desta quinta-feira conta com a participação de representantes dos setores público, diplomático, cultural e audiovisual. Estão previstos pronunciamentos de Márcio Fernando Elias Rosa, ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços; Gabriela Rodrigues, secretária municipal da Juventude do Rio de Janeiro; Walkíria Barbosa, diretora do Festival do Rio e do RioMarket; e Claudia Dreyer, responsável por licenciamentos e parcerias internacionais da Box Brazil Media Group.
O embaixador da China no Brasil, Zhu Qingqiao, e a ministra da Cultura, Margareth enezes, participam por meio de mensagens em vídeo. Acerimônia apresenta uma retrospectiva das atividades realizadas nas cidades brasileiras e um vídeo com produções selecionadas para a nova etapa de exibição nos canais de televisão e na plataforma de streaming da Box Brazil Media Group.
Outro destaque é a animação “Hoho e o Som do Brasil”, coproduzida pelo China Media Group, Amorim Filmes e L.C. Barreto. A série acompanha as aventuras de um panda chinês e seus amigos brasileiros — um mico, uma capivara e uma arara —, em histórias que exploram a música, a fauna e a diversidade cultural do Brasil. O diretor e criador João Amorim participa da apresentação do projeto, que terá o trailer da 1ª temporada exibido durante a cerimônia.
A programação inclui ainda uma degustação de gastronomia chinesa e a exibição de “A Escolha da Geração Z”, produção de aproximadamente 40 minutos sobre jovens chineses contemporâneos e seus projetos de vida. A 6ª temporada reforça a cooperação audiovisual entre Brasil e China ao combinar sessões presenciais, atividades culturais e distribuição de conteúdos em diferentes plataformas. Com a chegada das obras à televisão e ao streaming, a iniciativa amplia as oportunidades de acesso do público brasileiro à produção audiovisual chinesa.
Atração será no dia 18 de outubro com programação infantil, DJ, personagens, pintura de rosto e apresentações
O TGS vai proporcionar uma tarde assustadoramente divertida para celebrar o Halloween com as famílias do Distrito Federal. No dia 18 de outubro, das 14h às 18h, a Praça Central do shopping será transformada no Laboratório do Terror, cenário de uma história inspirada no universo de Frankenstein. O evento é gratuito e não é necessário realizar inscrição prévia. O Bailinho contará com DJ, desfile de fantasias, pintura de rosto, caça aos doces e apresentações de personagens.
Na trama que envolve o tema deste ano, um Cientista Maluco perde o controle de seu laboratório secreto e deixa escapar quatro de suas criações: Frankenstein, Múmia, Lobisomem e Vampira, que prometem movimentar o shopping com encontros, apresentações e muitas travessuras. Uma das principais atrações será a caça aos doces, onde as crianças vão poder viver uma aventura pelos corredores do shopping. Cada uma receberá o Passaporte do Mistério, uma cartela para colecionar figurinhas dos personagens que serão resgatadas nas lojas participantes. Depois de completar o percurso, elas deverão retornar ao Laboratório do Terror para trocar a cartela preenchida por uma sacolinha de doces.
A programação também contará com momentos para fotografias e interação com os monstros, além de uma apresentação especial do Cientista Maluco, interpretado pelo Palhágico ChouChou.
“O intuito do Halloween do TGS deste ano é proporcionar uma experiência em que as crianças possam entrar na história, interagir, brincar com os personagens e curtir com a gente. O Laboratório do Terror foi pensado para envolver o público desde a chegada à Praça Central até a caça aos doces pelas lojas, criando diferentes momentos de interação ao longo da tarde”, afirma Mayce Tranquillini, gerente de Marketing do TGS.
Programação:
14h às 15h – Bailinho com DJ
15h às 16h – Desfile de fantasias e Meet & Greet com os monstros
16h às 16h40 – Apresentação do Cientista Maluco, com Palhágico ChouChou
16h40 às 17h30 – Apresentação especial dos monstros do Laboratório do Terror
17h30 às 18h – Fotos com os personagens
18h – Encerramento
Caça aos doces e pintura de rosto também fazem parte da programação.
Cenografia sustentável e impacto social
Além da programação infantil, o Halloween deste ano também carrega uma iniciativa de sustentabilidade e capacitação profissional. A cenografia do Laboratório do Terror será produzida com materiais reciclados e reutilizados, em parceria com a cooperativa Recicle a Vida, responsável pelo recebimento e reaproveitamento dos resíduos gerados pelo shopping.
Por meio do TGS Solidário, braço social do shopping, mulheres vinculadas à Associação Despertar Sabedoria, do Sol Nascente, e à ONG Corrente do Bem participaram de uma capacitação conduzida pelo Grupo Ciranda, empresa brasiliense especializada em cenografia. Essas mesmas mulheres farão parte da equipe de montagem do evento, colocando em prática o que aprenderam.
Serviço – Bailinho de Halloween TGS (Laboratório do Terror)
Data: 18 de outubro de 2026 (domingo) Horário: das 14h às 18h Local: Praça Central do TGS Entrada: Gratuita (não é necessário realizar inscrição prévia)
Executado pela Formiga da Roça com fomento do Ministério da Cultura, projeto se consolida como espaço democrático de circulação para quadrilhas, grupos culturais e trios de forró
Muito além das competições que movimentam os meses de junho e julho, o movimento junino do Distrito Federal sustenta uma extensa cadeia cultural e econômica formada por quadrilhas, músicos, costureiras, coreógrafos, produtores, técnicos, fotógrafos, profissionais de comunicação, cenógrafos e dezenas de outros trabalhadores. Há mais de quatro anos, o Giro Cultural atua diretamente nesse ecossistema, ampliando os espaços de circulação e criando oportunidades para artistas e grupos de diferentes regiões do Distrito Federal e Entorno.
Executado pela Formiga da Roça, com fomento do Ministério da Cultura, o projeto tem como uma de suas características centrais a diversidade de grupos contemplados. Embora tenha à frente uma das tradicionais quadrilhas do Distrito Federal, o Giro não limita sua programação aos integrantes ou parceiros da Formiga. Pelo contrário: ao longo de suas edições, abre espaço para quadrilhas de diferentes ligas, cidades, portes e trajetórias, além de trios e artistas ligados ao forró e à cultura popular.
Essa característica transformou o projeto em uma plataforma de circulação do movimento junino local. Em vez de concentrar recursos e apresentações em um único grupo, o Giro distribui oportunidades por uma rede formada por dezenas de organizações culturais.
“Desde o início, entendemos que o Giro Cultural precisava ser maior do que a Formiga da Roça. O movimento junino é muito amplo e só faz sentido desenvolver um projeto dessa dimensão se ele também criar oportunidades para outras quadrilhas, artistas e profissionais. O que buscamos é fazer o recurso circular dentro da própria cadeia da cultura popular”, afirma Patrese Ricardo, idealizador do projeto.
Cultura que também movimenta a economia
A circulação promovida pelo Giro tem efeito que vai além do palco. Cada contratação de uma quadrilha ou atração musical mobiliza uma estrutura que envolve transporte, alimentação, produção, figurinos, manutenção de equipamentos, músicos, brincantes e prestadores de serviços.
Em um segmento no qual grande parte das organizações culturais trabalha de forma comunitária e mantém suas atividades durante praticamente todo o ano, projetos de circulação representam também uma fonte importante de sustentabilidade.
É nesse contexto que a atuação da Formiga da Roça ganha uma dimensão econômica. Ao captar e executar projetos capazes de contratar outros agentes culturais, a entidade deixa de atuar somente como grupo artístico e passa a exercer o papel de articuladora dentro da economia da cultura junina do Distrito Federal.
“A Formiga tem uma responsabilidade muito grande com o movimento do qual faz parte. Quando conseguimos executar um projeto, queremos que ele gere trabalho, renda e visibilidade para mais gente. Não existe movimento junino forte se somente uma ou duas quadrilhas conseguem circular. Precisamos criar oportunidades para toda essa rede continuar produzindo cultura”, destaca Patrese, que também é presidente da Formiga da Roça.
Do centro às diferentes regiões do DF e Entorno
Outro elemento que caracteriza o Giro Cultural é a descentralização. As atividades aproximam manifestações tradicionais de diferentes comunidades e públicos, promovendo encontros em escolas, igrejas, espaços comunitários e outros territórios do Distrito Federal e de cidades da região do Entorno.
A dinâmica permite que apresentações que normalmente estariam concentradas nos grandes circuitos juninos alcancem novos espaços. Ao mesmo tempo, grupos de diferentes regiões passam a integrar uma programação comum, fortalecendo conexões dentro do setor.
Quadrilhas tradicionais e grupos mais recentes dividem espaço no projeto, assim como artistas do forró e outras expressões vinculadas às festas populares. Essa pluralidade ajuda a explicar a continuidade do Giro ao longo dos últimos anos.
Para Patrese, essa abertura é uma premissa do projeto.“Não perguntamos de qual circuito a quadrilha participa ou se ela disputa com a Formiga. Estamos falando de cultura popular. São grupos que trabalham o ano inteiro, formam jovens, movimentam suas comunidades e mantêm uma tradição viva. O Giro existe também para criar essas pontes”, afirma.
Um movimento que funciona durante todo o ano
Embora tenha no São João o seu período de maior visibilidade, o universo das quadrilhas não começa nem termina em junho. Ensaios, escolha de temas, produção de figurinos, montagem de cenários, contratação de profissionais, apresentações e ações formativas fazem parte de uma engrenagem que permanece ativa durante praticamente todo o calendário.
Ao manter oportunidades de circulação, o Giro Cultural contribui para reduzir essa sazonalidade e reforça a compreensão das quadrilhas como organizações culturais permanentes.
“Quando uma quadrilha recebe para fazer uma apresentação, aquele recurso não fica parado. Ele ajuda no transporte, no figurino, no pagamento de profissionais, na preparação do próximo espetáculo. Ele volta para dentro do movimento. Por isso enxergamos o Giro também como uma ferramenta de fortalecimento econômico das quadrilhas”, explica Patrese.
Depois de mais de quatro anos de atividades, a continuidade do projeto demonstra também a capacidade de organizações da própria cultura popular de assumirem o protagonismo na gestão de políticas de circulação.
Com recursos públicos transformados em contratação de artistas, apresentações e acesso gratuito à cultura, o Giro Cultural constrói uma rede na qual a Formiga da Roça ocupa menos o lugar de beneficiária exclusiva e mais o de vetor de circulação de recursos, oportunidades e trabalho dentro do movimento junino do Distrito Federal e Entorno.
A experiência reforça uma percepção cada vez mais presente entre os agentes do setor: preservar o São João passa não apenas por manter a tradição no palco, mas também por criar condições econômicas para que quem produz essa tradição consiga continuar trabalhando durante todo o ano.
Cerimônia apresentou ainda os selecionados pelos júris do Prêmio Felix, Fipresci, Associação dos Correspondentes de Imprensa Estrangeira, Prêmio Aquisição TV Globo e Prêmio Aquisição Telecine
O Festival do Rio 2026 encerrou esta noite sua 28ª edição com a cerimônia de entrega de prêmios no Cine Odeon. Subiram ao palco do tradicional cinema carioca os ganhadores dos Troféus Redentor da Première Brasil e Novos Rumos, além dos vencedores da Première Latina, da Mostra Expectativa e do Prêmio Felix, que juntos consagram o melhor do cinema contemporâneo. Rita Von Hunty / Guilherme Terreri foi a Personalidade do ano no Prêmio Suzy Capó.
Foram exibidos 101 filmes brasileiros, entre longas e curtas-metragens, ao longo do Festival, dos quais 45 competiram nas mostras oficiais. Também foram anunciados os escolhidos pela imprensa do júri FIPRESCI (Federação Internacional de Críticos de Cinema) e do júri da Associação dos Correspondentes de Imprensa Estrangeira. O público também escolheu seus preferidos em 5 categorias: Melhor Filme Ficção e Melhor Filme Documentário da Première Brasil; e Melhor Filme das mostras Novos Rumos, Expectativa e Première Latina.
Este ano, o filme mais votado pelo Voto Popular da Mostra Expectativa recebe o Prêmio Aquisição TV Globo. E o vencedor de Melhor Filme da Première Latina recebe o Prêmio Aquisição Telecine, garantindo uma janela de distribuição. A cerimônia foi apresentada pelos atores Vanessa Giácomo e Rafael Infante.
Na edição de 2026, o Festival do Rio recebeu mais de 150 mil pessoas. O Festival do Rio é apresentado pelo Ministério da Cultura, Shell e Prefeitura do Rio. Tem patrocínio master da Shell através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e apoio especial da Prefeitura do Rio – por meio da RioFilme, órgão que integra a Secretaria Municipal de Cultura. Realização: Cinema do Rio e Ministério da Cultura / Governo Federal.
Conheça os premiados do Festival do Rio 2026
MOSTRA NOVOS RUMOS
Melhor Longa-Metragem
Não Estamos Sonhando, de Ulisses Arthur
Empresa Produtora: Céu Vermelho Fogo Filmes
Melhor Curta-Metragem
Ondas de Silêncio, de Caio J. Bonfim
Empresa Produtora: C-Bonfim Filmes
Melhor Direção
Thais Fujinaga, por Talismã
Melhor Atriz
Nina Prado, por O Deserto de Luiza
Melhor Ator
Pedro Leão, por Não Estamos Sonhando
PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI
Elenco do curta Um Domingo, de Maíra Bühler e Rô Albuquerque
PRÊMIO MELHOR LONGA VOTO POPULAR
O Deserto de Luiza, de Alan Minas
PRÊMIO FELIX
Melhor Filme Brasileiro
A Margem do Rio, de Enock Carvalho, Matheus Farias
Melhor Filme Internacional
Em Segredo (À voix basse), de Leyla Bouzid
Melhor Documentário
Pai e Pai (Father, Father), de Jake Witzenfeld
Prêmio Especial do Júri
Morfeu e Caronte, de Jocimar Dias Jr, Luiz Ulian
Menção Honrosa
Elefantes na Névoa (Tinīharū), de Abinash Bikram Shah
PRÊMIO SUZY CAPÓ – PERSONALIDADE DO ANO
Rita Von Hunty / Guilherme Terreri
Mostra Expectativa – Prêmio aquisição TV Globo – VOTO DO PÚBLICO
Maria Vitória, de Mário Patrocínio
Mostra Première Latina – Prêmio Aquisição Telecine– VOTO DO PÚBLICO
Seis Meses no Prédio Rosa e Azul (Seis Meses en el Edificio Rosa con Azul), de Bruno Santamaría Razo
Prêmio FIPRESCI (Federação Internacional de Críticos de Cinema)
Melhor Filme Brasileiro
LONDON, de Victor di Marco e Márcio Picoli
Melhor Filme Latino
Seis Meses no Prédio Rosa e Azul (Seis Meses en el Edificio Rosa con Azul), de Bruno Santamaría Razo
Prêmio Associação dos Correspondentes de Imprensa Estrangeira
Melhor Filme
Me deixa ser (Let Us Be), de Viviane D’Avilla
Menção Honrosa
144 – Apocalipse Não, de João Paulo Cuenca
JÚRI OFICIAL PREMIÈRE BRASIL
Melhor Longa-Metragem de Ficção
A Margem do Rio, de Enock Carvalho e Matheus Farias
Empresa Produtora: Gatopardo Filmes
Melhor Longa-Metragem Documentário
Elza, de Eryk Rocha
Empresa Produtora: Aruac Filmes e Maria Farinha Filmes
Melhor Curta-Metragem
Santo, de Maria Luísa Alves
Empresa Produtora: UFO
Melhor Direção de Ficção
Gabriel Martins, por Vicentina Pede Desculpas
Melhor Direção de Documentário
Camila Valença, por Cão Sem Plumas
Melhor Ator
Victor di Marco, por LONDON
Melhor Atriz – ex aequo
Isabel Teixeira, por Diário do Fogo E Grace Passô, por A Professora de Francês
Melhor Ator Coadjuvante
Pedro Goifman, por A Professora de Francês
Melhor Atriz Coadjuvante
Renna Costa, Artia e Ísis Broken, por A Margem do Rio
Melhor Roteiro
Vicentina Pede Desculpas, de Gabriel Martins
Melhor Montagem – ex aequo
Cristina Amaral, Fabio Meira e Juliano Castro, por A Extraordinária Vida de Vera Valdez E Cristiane Oliveira e Tula Anagnostopoulos, por Ela Foi Ali Guardar o Coração na Geladeira
Melhor Fotografia
Luciana Baseggio, por A Margem do Rio
Melhor Direção de Arte
Ana Paula Cardoso por Funk
Melhor Figurino
Samy Sill por LONDON
Melhor Som
Moabe Filho, Guma Farias, Daniel Turini e João Victor Coura por A Margem do Rio
Melhor Trilha Sonora Original
Florencia Di Concilio, por A Professora de Francês
Prêmio Especial do Júri
O Filho da Puta, de Erica Maradona, Tania Anaya, Otto Guerra e Sávio Leite
Melhor Longa-Metragem Documentário – VOTO POPULAR
Fui Olhar Você Dormir, de Anna Azevedo
Melhor Longa-Metragem Ficção – VOTO POPULAR
Vicentina pede Desculpas, de Gabriel Martins
Conheça os jurados de cada prêmio
PREMIERE BRASIL – Competição de Longas e Curtas-metragens
Esther García – presidente – Produtora executiva da El Deseo com mais de 50 anos de carreira. Produziu todos os filmes de Pedro Almodóvar desde Matador. Sua longa trajetória inclui colaborações com Guillermo del Toro, Isabel Coixet, Lucrecia Martel, Diego Galán, Pablo Trapero, Felix Sabroso, Damián Szifron e Luis Ortega, entre outros. Foi a primeira produtora a receber o Prêmio Donostia no Festival de San Sebastian e teve seu trabalho reconhecido em diversas ocasiões nos Prêmios Goya e no Oscar.
Flavia Tygel – Compositora de trilhas originais para mais de 40 filmes e séries, como Torre das Donzelas, #SalveRosa, Justino e Marília Mendonça: Sentimento Louco. Indicada ao Prêmio PLATINO e premiada no WorldFest-Houston (2025). É membro votante da Recording Academy e assina canções para cinema gravadas por Fafá de Belém, Alcione, Preta Gil e Duda Beat.
Jacqueline Lyanga – Codiretora de Programação de filmes da Berlinale. Foi diretora artística da Film Independent, em Los Angeles, e diretora do AFI FEST. É também fundadora da Global Cinematheque e curadora de projetos de narrativas imersivas. É Cavaleira da Ordem das Artes e das Letras da França e recebeu o Prêmio Platino da EGEDA.
Marcela Altberg – Uma das mais reconhecidas diretoras de elenco do Brasil, possui sólida trajetória em cinema e televisão. Ao longo de sua carreira, trabalhou com importantes diretores e em produções como Minha Mãe é uma Peça, Faroeste Caboclo, Eduardo e Mônica, Elis e Impuros. Entre 2020 e 2024, foi Executiva de Casting Sênior do Amazon Studios.
Sophie Erbs – Produtora francesa e cofundadora da GAIJIN, produziu 30 filmes, entre eles Transamazonia (Pia Marais), Costa Brava, Lebanon (Mounia Akl), la e Nana (Valérie Massadian), Cachorros (Marcela Said), As Ceifadeiras (Etienne Kallos), Apprentice (Boo Junfeng), The Here After (Magnus von Horn).
PREMIERE BRASIL – Competição Novos Rumos
Karen Harley – presidente – Montadora de mais de 50 longa-metragens, co-dirigiu os longas documentários Para Vigo me Voy, Ritas, Lixo Extraordinário e dirigiu os curtas Com o oceano inteiro para nadar e Nós pescando o tempo. Vários desses filmes foram exibidos e premiados em festivais internacionais e três concorreram ao Oscar. Foi laureada pela Academia Brasileira de Cinema com o Prêmio de Melhor Montagem quatro vezes, e ganhou Melhor Documentário por Lixo Extraordinário.
Dora Amorim – Produtora recifense, sócia da Zebra Filmes. Já produziu títulos como Rio Doce (Fellipe Fernandes), Ainda Não é Amanhã (Milena Times) e Salomé (André Antônio). Foi produtora executiva de O Agente Secreto (Kleber Mendonça Filho) e das séries ainda inéditas Instinto e Tramas Cruzadas, para o Globoplay. É diretora de produção do festival Janela Internacional de Cinema do Recife e participou do Berlinale Talents e do Eave+.
Guto Parente – Nascido em Fortaleza, foi membro do coletivo Alumbramento de 2008 a 2016 e desde 2012 é sócio da produtora Tardo Filmes. Ao longo de 20 anos de carreira, realizou 11 longas e 7 curtas, acumulando mais de 50 prêmios em importantes festivais nacionais e internacionais. Além de roteirista e diretor, atua também como montador.
Maíra Oliveira – Roteirista e educadora. Criadora e roteirista-chefe de A Magia de Aruna (Disney+) e Cidade de Deus: A Luta Não Para (HBO), escreveu Papai é Pop, Brasil 70: A Saga do Tri (Netflix) e a adaptação de Quarto de Despejo para o cinema, entre outros. Integra a Academia Brasileira de Cinema e faz parte da Rede Paradiso de Talentos.
PRÊMIO FELIX
Ericka Gavinho – presidente – Advogada, palestrante, doutora e mestre em Direito pela PUC-Rio. Autora do livro “Fomento à Cultura no Brasil”, é especialista em direitos culturais, direito administrativo e políticas públicas, com mais de 21 anos de atuação na interface entre cultura, gestão pública, pesquisa e cidadania cultural.
Clara Anastácia – Roteirista, diretora e escritora, criadora da pesquisa Melodrama Decolonial. Seu primeiro curta-metragem, Escasso, foi exibido e premiado em diversos festivais pelo mundo. Sua trajetória se estende também à televisão e ao streaming, onde desenvolve projetos de dramaturgia e criação de conteúdo. Em 2026, lançou o livro “Encantaria da Memória”.
Guilherme Terreri (Rita von Hunty) – Crítico cultural, escritor, educador popular e colunista, criador da persona drag Rita von Hunty. Já atuou em universidades, escolas e movimentos sociais no Brasil e no exterior. Em suas redes, promove discussões sobre temas políticos, sociais e culturais. Contribuiu com textos na publicação de mais de 25 livros e em 2026 lançou Formas de Narrar um Corpo pela Editora Planeta.
Rodrigo Gerace – Sociólogo, com mestrado e doutorado em cinema. Gestor cultural, é gerente adjunto do CineSesc, sala de cinema de rua em São Paulo existente há 50 anos. Publicou o livro “Cinema explícito: representações cinematográficas do sexo” (2012), em que analisa a política do obsceno, do cinema silencioso ao contemporâneo, a partir da perspectiva queer.
Vitã – Cineasta e pesquisadora não-binárie, mestre em cinema pela UFF. Assina a direção do documentário Salão de Baile – This Is Ballroom e da comédia seriada Trago a Pessoa Amada. Coordena a casa de criação Ritornelo, em Jacarepaguá, Rio de Janeiro.
JÚRI FIPRESCI – Valentina Giraldo, da Colômbia; Laura Pertuy, da França; e Arthur Gadelha, do Brasil.
JÚRI ASSOCIAÇÃO DOS CORRESPONDENTES DE IMPRENSA ESTRANGEIRA NO BRASIL – Tomi Streiff (Streiffschuss Films AG, Suíça), Jane Hallisey (Calamity Pictures), Marcelo Cajueiro (Revista Variety, EUA), Rodrigo Fonseca (C7nema.net, Revista Metrópolis e Puente De La Amistad) e Zhao Yan (Xinhua News, China).
Sobre o Festival do Rio
O Festival do Rio é o maior festival de cinema da América Latina e a maior vitrine do cinema brasileiro. Desde sua criação, em 1999, exibiu mais de 7 mil longas-metragens nacionais e internacionais, incluindo obras premiadas nos principais festivais do mundo, como Cannes, Berlim, Veneza e Toronto. Com uma programação que reúne mostras competitivas, seleções temáticas, sessões especiais e atividades formativas, o evento contribui de forma contínua para a formação de público e para a qualificação de profissionais do setor. O RioMarket – área de negócios do Festival – acontece simultaneamente à programação de filmes e reúne profissionais, empresários e estudantes do audiovisual do Brasil e do exterior.
O Festival do Rio é apresentado pelo Ministério da Cultura, Shell e Prefeitura do Rio. Tem patrocínio master da Shell através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e apoio especial da Prefeitura do Rio – por meio da RioFilme, órgão que integra a Secretaria Municipal de Cultura, e apoio institucional da Embratur, Netflix, Fundação Itaú e Ford Foundation. Realização: Cinema do Rio e Ministério da Cultura.
Sobre a Shell Brasil
Desde 1913 no país, a Shell Brasil é uma companhia de energia integrada, com participação nos setores de Petróleo e Gás, Soluções Baseadas na Natureza, Pesquisa & Desenvolvimento e Trading, por meio da comercializadora Shell Energy Brasil. A companhia está presente ainda no segmento de Biocombustíveis por meio da joint-venture Raízen, que no Brasil também gerencia a distribuição de combustíveis da marca Shell. A Shell Brasil trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia.
Fundada em 1992, a RioFilme é a empresa pública municipal responsável por apoiar e promover o setor audiovisual no Rio de Janeiro. Sua missão é fomentar o desenvolvimento do setor em toda a cadeia de valor, fortalecendo tanto a economia quanto a identidade cultural da cidade.
A RioFilme investe em todas as etapas do ecossistema audiovisual — da formação e desenvolvimento à produção, distribuição, exibição e promoção internacional. Também atua na democratização do acesso às salas de cinema e oferece apoio estratégico a produtores brasileiros e estrangeiros que desejam filmar no Rio, por meio da Rio Film Commission.
Apresentado pelo CCBB Brasília, último encontro reúne Márcia Tauil, Regional Choro Livre e Trio de Sopros Vento e Verso e percussão em 11 de outubro
Depois de uma temporada dedicada a novas leituras da obra de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, o projeto Tom e Vinicius, apresentado pelo Centro Cultural Banco do Brasil Brasília, realiza seu último encontro com o público no domingo, 11 de outubro, no Eixão Norte. Das 11h às 13h, a apresentação gratuita reúne a cantora Márcia Tauil, o Regional Choro Livre e o Trio de Sopros Vento e Verso e percussão, levando para um dos espaços mais característicos dos domingos brasilienses o repertório que conduziu a temporada.
A programação no CCBB Brasília foi encerrada no último domingo (4), após oito apresentações que reuniram mais de 11 mil pessoas. Somadas as apresentações realizadas no Clube do Choro, a temporada contabilizou 13.435 espectadores. Agora, o projeto segue para seu último encontro, no Eixão Norte, fechando uma programação que promoveu encontros entre artistas e públicos em torno da obra de Tom Jobim e Vinicius de Moraes.
Márcia Tauil retorna ao projeto para a apresentação de encerramento. Cantora, compositora, produtora e professora de canto, a artista mineira radicada em Brasília construiu uma trajetória de mais de quatro décadas dedicada à valorização da música brasileira. Ao longo da carreira, lançou trabalhos autorais e projetos dedicados a importantes compositores, além de dividir o palco e o estúdio com nomes como Miúcha, Danilo Caymmi, Emílio Santiago, Roberto Menescal, Paulo César Pinheiro, Rildo Hora e Cristóvão Bastos. Primeira mulher a vencer como compositora e primeira bicampeã do Festival Viola de Todos os Cantos, foi reconhecida, em 2025, nas categorias Cantora e Compositora do Prêmio Profissionais da Música.
Ao lado dela estará o Regional Choro Livre, grupo residente de Tom e Vinicius e responsável por conduzir musicalmente a programação. Referência na difusão do choro e da música instrumental brasileira, o conjunto acompanhou os artistas convidados em arranjos especialmente concebidos para o projeto, estabelecendo a unidade artística entre os encontros realizados ao longo da temporada.
Completa a formação o Trio de Sopros Vento e Verso e percussão, formado por Jackson Delano, Marina Vanéli e Carlos Cárdenas. Com arranjos desenvolvidos especialmente para a temporada, o trio amplia as possibilidades sonoras do repertório de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, reunindo músicos com atuação na música de concerto e na música popular brasileira.
Ao longo da temporada, Tom e Vinicius recebeu Alfredo del-Penho, Isabella Taviani, Andresa Sousa, João Ventura, Ayrton Montarroyos, Theo Bial, Márcia Tauil, Juliane Gamboa e Joana Duah e Leo Gandelman, que levaram ao projeto diferentes interpretações e formas de aproximação com a obra dos dois compositores. A programação contou ainda com a presença permanente do Regional Choro Livre e do Trio de Sopros Vento e Verso e percussão, responsáveis por acompanhar os encontros e construir, por meio de arranjos especialmente desenvolvidos para o projeto, a identidade musical da temporada.
A apresentação no Eixão encerra uma temporada construída a partir do legado de uma das parcerias mais importantes da música brasileira. Tom Jobim e Vinicius de Moraes assinam clássicos como Garota de Ipanema, Chega de Saudade, Corcovado, Insensatez e Eu Sei que Vou Te Amar. A produção dos dois ajudou a projetar a música brasileira internacionalmente e tornou-se referência para sucessivas gerações de artistas.
TOM E VINICIUS
Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes formaram uma das parcerias mais importantes da história da música brasileira. Responsáveis por clássicos como Garota de Ipanema, Chega de Saudade, Corcovado, Insensatez e Eu Sei que Vou Te Amar, ajudaram a projetar a música brasileira no cenário internacional e transformaram a Bossa Nova em um dos movimentos culturais mais influentes do século XX. Mais do que compositores, deixaram um legado que dialoga com o samba, o choro, a canção popular e a poesia, influenciando artistas de diferentes gerações e consolidando sua obra como um dos pilares da cultura brasileira.
REGIONAL CHORO LIVRE
Grupo residente da temporada, o Choro Livre conduz toda a programação de Tom e Vinicius, acompanhando os artistas convidados em arranjos especialmente concebidos para o projeto. Referência na difusão do choro e da música instrumental brasileira, o conjunto estabelece a unidade artística dos espetáculos e reafirma o protagonismo do gênero na construção da identidade musical do país. Sua trajetória, construída ao longo de décadas ao lado de grandes nomes da música brasileira, faz do grupo um dos principais representantes do choro contemporâneo mundial.
TRIO DE SOPROS VENTO VERSO e PERCUSSÃO
Formado por Jackson Delano, Marina Vanéli e Carlos Cárdenas, o trio de Sopros Vento e Verso amplia a sonoridade dos espetáculos por meio de arranjos especialmente desenvolvidos para a temporada. Reunindo músicos com sólida atuação na música de concerto e na música popular brasileira, o grupo contribui para novas leituras do repertório de Tom Jobim e Vinicius de Moraes.
MÁRCIA TAUIL
Cantora, compositora, produtora e professora de canto, Márcia Tauil construiu uma trajetória de mais de quatro décadas dedicada à valorização da música brasileira. Nascida em Minas Gerais e radicada em Brasília, lançou uma discografia que reúne trabalhos autorais e projetos dedicados a importantes compositores, além de dividir o palco e o estúdio com nomes como Miúcha, Danilo Caymmi, Emílio Santiago, Roberto Menescal, Paulo César Pinheiro, Rildo Hora e Cristóvão Bastos. Primeira mulher a vencer como compositora e primeira bicampeã do Festival Viola de Todos os Cantos, foi reconhecida, em 2025, nas categorias Cantora e Compositora do Prêmio Profissionais da Música.
JACKSON DELANO – Arranjador do projeto Tom e Vinicius
Clarinetista, saxofonista, arranjador, compositor e educador musical. Músico e arranjador da Orquestra Sinfônica da Força Aérea Brasileira (OSFAB), é professor da Escola Brasileira de Choro e palestrante convidado em cursos, oficinas e festivais nacionais e internacionais. Suas obras já foram executadas em importantes salas de concerto no Brasil e no exterior e, ao longo da carreira, dividiu o palco com grandes nomes da música brasileira, consolidando uma trajetória dedicada à performance, à criação de arranjos e à formação de novos músicos.
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizadas exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
SERVIÇO Projeto Tom e Vinicius Local: Eixão Norte (altura da 110 norte) Horário: das 11h às 13h