Categoria: Cultura, Entretenimento

Grace Gianoukas desembarca em Brasília com seu novo espetáculo, “Dora”, no Teatro Royal Tulip

Foto divulgação

Com direção de Gilberto Gawronski e texto de Thereza Falcão, comédia apresenta uma personagem espirituosa diante das surpresas da vida

Dama da comédia brasileira, Grace Gianoukas chega a Brasília com seu mais novo espetáculo, “Dora”, escrito por Thereza Falcão e dirigido por Gilberto Gawronski. Após imenso sucesso em sua estreia no RJ, ela fará apenas três apresentações no Teatro Royal Tulip, de 11 a 13 de setembro, sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 18h. Os ingressos estão disponíveis no site da Sympla.

Apresentada pelo Ministério da Cultura e BB Seguros, com realização da Inova Brand, “Dora” é uma comédia sensível e bem-humorada sobre uma mulher espirituosa, cheia de certezas e com uma maneira muito particular de enxergar o mundo. Entre lembranças, relações familiares e situações inesperadas, ela percebe que a vida ainda pode guardar grandes surpresas.

Na peça, Grace encarna uma mulher que acreditava que sua história já estava escrita. Mas a vida provou que ainda faltavam alguns capítulos. Dora passou décadas cuidando dos outros. Dedicou-se à família, preservou suas histórias, assumiu responsabilidades e adiou desejos que pareciam poder esperar. Acreditava conhecer perfeitamente a mulher que havia se tornado e as razões que determinaram cada uma de suas escolhas. Até que as certezas que sustentavam sua existência começam a perder o lugar. É desse ponto de partida que a comédia se desdobra, transitando com naturalidade entre o riso e a emoção para falar sobre aquilo que todos carregamos: as escolhas que fazemos, as versões que construímos sobre nós mesmos e a possibilidade de transformar o próprio destino.

Em cena, Dora se vê diante de perguntas que evitou durante toda a vida. Ao revisitar relações familiares, amores interrompidos, promessas não cumpridas e sonhos adiados, ela percebe que o passado não é uma narrativa imutável. Cada lembrança pode esconder um novo significado, e cada verdade pode alterar profundamente a maneira como nos enxergamos.

O espetáculo toca, com delicadeza e irreverência, em temas como luto, pertencimento, culpa, envelhecimento, solidão e desejo. Espirituosa, contraditória, impaciente, afetuosa e dona de uma percepção particular sobre o mundo, a personagem vive cercada pelas presenças de uma família que já não está fisicamente ao seu lado, mas que continua influenciando seus gestos, decisões e afetos. A sua relação com a família, com os vizinhos, com o trabalho, com a tecnologia e até com a própria ideia de felicidade cria situações absurdas e reconhecíveis, de suas manias e pequenas revoltas às suas tentativas de manter tudo sob controle enquanto a vida insiste em surpreendê-la.

Dora faz o público rir enquanto propõe questionamentos que permanecem depois que as luzes do teatro se apagam: quantas escolhas fizemos para atender aos outros? Quantos sonhos chamamos de impossíveis apenas porque tivemos medo de vivê-los? E quem seríamos se, pela primeira vez, nos permitíssemos escolher livremente? Mais do que uma história sobre aquilo que ficou para trás, “Dora” é uma celebração de tudo o que ainda pode começar.

Sobre a BB Seguros

A BB Seguros é uma empresa de participações de capital aberto que atua nos segmentos de seguros, previdência aberta, títulos de capitalização e planos odontológicos. Com foco constante na inovação, tanto no canal do Banco do Brasil quanto em canais próprios e de parceiros, adotamos uma estratégia centrada no cliente, buscando oferecer experiências cada vez mais simples, relevantes e personalizadas. A companhia se destaca como líder de mercado em seguros rurais, previdência e capitalização. Como parte de sua estratégia para ampliar a proteção dos brasileiros, a BB Seguros dispõe do maior programa de relacionamento em proteção e futuro do Brasil: o Nível de Proteção, que reconhece como “Superprotegido” o cliente que possui quatro ou mais produtos. Quem é Superprotegido tem acesso a benefícios exclusivos, como atendimento prioritário e especializado, vantagens mensais, ingressos para eventos patrocinados, consultoria financeira e previdenciária e serviços de assistência residencial. Saiba mais sobre o programa em https://www.bbseguros.com.br/superprotegido.

Grace Gianoukas vive Dora

Premiada atriz, autora e criadora do emblemático “Terça Insana”, Grace Gianoukas é uma das grandes referências da comédia brasileira. O projeto transformou a linguagem do humor no país e revelou uma geração de talentos da cena teatral de São Paulo.

Depois da turnê nacional de “Nasci para ser Dercy” e de sua participação na novela “Êta Mundo Melhor!”, da TV Globo, Grace retorna aos palcos em um solo escrito para explorar diferentes registros de interpretação. Além da protagonista, a atriz dá corpo e voz às pessoas que atravessam suas lembranças, construindo em cena um universo de gestos, afetos e conflitos familiares.

Em “Dora”, sua precisão cômica se une a uma dimensão íntima e sensível, em uma atuação que transforma observação humana em humor e aproxima a personagem do público.

No cinema, atuou em filmes como “A Festa”, de Ugo Giorgetti, “Eu Não Conhecia Tururu”, de Florinda Bolkan, e “O Clube das Mulheres de Negócios”, de Anna Muylaert, pelo qual recebeu o Kikito de Melhor Elenco no Festival de Cinema de Gramado.

Em 2022, levou ao palco “Grace em Revista”, espetáculo comemorativo de seus 40 anos de carreira teatral, que lhe rendeu o Prêmio Prio de Humor e o Troféu Miguel Arcanjo. Sua trajetória reúne ainda o Troféu Açorianos por “O Acre Vai à Rússia”, o Prêmio Mambembe de Melhor Atriz por “O Pequeno Mago”, o Troféu Nelson Rodrigues de referência nacional no teatro e na televisão e o Prêmio Aplauso Brasil de Melhor Atriz por “Grace Recebe”.

Em 2023, estreou em São Paulo “Nasci pra Ser Dercy”, espetáculo que segue em turnê pelo Brasil. Por sua atuação, Grace recebeu o Prêmio Shell, o Prêmio APCA e o Prêmio I Love Prio de Humor como Melhor Atriz.

Gilberto Gawronski | Direção

Ator, diretor e cenógrafo, Gilberto Gawronski é um dos nomes mais premiados do teatro brasileiro. Formado pela Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), construiu uma trajetória marcada pelo rigor artístico, pela valorização do texto teatral e por montagens que unem refinamento estético e investigação da condição humana. Entre seus trabalhos estão “Dama da Noite”, “Na Solidão dos Campos de Algodão”, “Medida por Medida”, “Bom Crioulo”, “Ato de Comunhão”, “À Beira do Mar Aberto” e “A Ira de Narciso”.

Vencedor de prêmios como Shell, APCA, Sharp, Mambembe, Qualidade Brasil e Açorianos, conduz em “Dora” uma encenação que equilibra humor, delicadeza e emoção, valorizando a presença da atriz e as diferentes camadas do texto.

Thereza Falcão | Texto

Dramaturga, roteirista e diretora teatral, Thereza Falcão tem mais de 30 anos de atuação no teatro, na televisão e no audiovisual. Durante mais de duas décadas, integrou o núcleo de dramaturgia da TV Globo, onde assinou como autora titular “Novo Mundo”, “Nos Tempos do Imperador” e “Elas por Elas”. Também foi coautora de “Cordel Encantado” e “Joia Rara” e colaboradora de “Avenida Brasil”.

Nos palcos, é autora de “Emilinha e Marlene – As Rainhas do Rádio”, “Sonho Encantado de Cordel – O Musical”, “Festa no Arraial – O Musical” e “Dora”. Também dirigiu a comédia “A Manhã Seguinte”, de Peter Quilter, e adaptou obras como “A Mulher que Escreveu a Bíblia”, “Memórias de Adriano” e “Fim de Caso”, além de traduzir “Sra. Klein”, de Nicholas Wright.

Sinopse

“Dora” é uma comédia sensível e bem-humorada sobre uma mulher espirituosa, cheia de certezas e com uma maneira muito particular de enxergar o mundo. Entre lembranças, relações familiares e situações inesperadas, ela percebe que a vida ainda pode guardar grandes surpresas.

Serviço:

Espetáculo Dora

Sessões: 11 a 13 de setembro, sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 18h

Local: Teatro Royal Tulip – SHTN, Trecho 1, Conjunto 1B, Bl. C, Brasília – DF 

Ingressos: de R$ 25 a R$ 140, disponíveis no site https://bileto.sympla.com.br/event/125921/d/408963  

Gênero: comédia

Classificação: 14 anos

Duração: 60 minutos

Rede social: https://www.instagram.com/dora.acomedia/

Ficha técnica:

Autora: Thereza Falcão

Direção: Gilberto Gawronski

Cenógrafo: Nello Marrese

Figurinista: Rosina Lobosco

Iluminador: Vilmar Olos

Direção Musical e Trilha Sonora: Rodrigo Marçal

Vídeos: Rico Vilarouca

Visagismo: Vitor Martinez

Direção de Arte Gráfica: Mauricio Tavares

Designer Gráfico: Ramon Silva

Assessoria de Imprensa: Carlos Pinho

Fotos de Estúdio: João Pedro Hachiya

Fotos de Cena: Dalton Valerio

Produtor de Elenco: Felipe Ventura

Aderecista: André Wonder

Costureira: Railda Costa

Assistentes de Produção: Michele Spindola e Thaisa Azeredo

Assistente de Direção: Wesley May

Assistente de Cenografia: Avner

Coordenação de Produção: Filomena Mancuzo

Diretor de Produção: Sergio Lopes

Marketing, Comercial e Coordenador de Projeto: Mauricio Tavares

Mestra das artes, Yara de Cunto é celebrada no Centro Cultural Banco do Brasil

Foto de Isamel Monticelli

A Escultura, em cartaz no Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil. Nos dias 4 e 5 de setembro, mistura dança e teatro a partir das memórias da primeira-dama da dança do Distrito Federal. Montagem integra a programação do Movimento Internacional de Dança (MID) 

Aclamada como Mestra das Artes pela Funarte e primeira-dama da dança do Distrito Federal, Yara de Cunto, 87anos, não gosta de ser colocada em pedestais, altares nem em lugares que a coloquem acima do outro. Costuma dizer, com convicção, que prefere dividir os refletores comquem está do seu lado. Em A Escultura, montagem dirigida por Adriano Guimarães, a bailarina, atriz e coreógrafa se viu no centro da criação. Precisou ficar diante de sua própria história e vivenciar essas memórias num corpo que envelhece e impõe limites físicos. O espetáculo está em cartaz no Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil, nos dias 04.09, às 15h30, (sessão para estudantes de escolas públicas) e 05.09, às 20h (gratuita e aberta ao público). Os ingressos para a sessão do dia 05.09 estarão disponíveis no site e na bilheteria físicado CCBB a partir do meio-dia de 04.09.

Em A Escultura, Yara de Cunto foi convocada a ficardiante de si, como se estivesse num espelho a esquadrinhar a trajetória artística em detalhes. “Nunca me interessou o umbigo. O outro sempre foi a minha busca. Em A Escultura, fui afetuosamente chamada a pensar a minha vida e a condição física, a visão que perdi. Foi duplamente desafiador”, conta artista que divide a cena com a bailarina, coreógrafa e amiga Giselle Rodrigues, parceira desde os anos 1990.

A Escultura integra a programação do Movimento Internacional de Dança (MID). “Yara de Cunto está na base da criação do MID como curadora. Finalizar mais uma jornada do MID com sua presença no palco tem um forte sentido simbólico e de pertencimento para o festival”, avalia o diretor-geral do MID, Sergio Bacelar.

Em cena, Yara e Giselle experimentam uma profundarelação. Numa primeira camada, Giselle é guia de Yara, criando caminhos de mobilidade para que ela possa se deslocar com segurança no palco. Em outro aspecto da narrativa, as duas formam um pulsante duo que risca, em coreografias, os movimentos que constroem imagens memoriais emocionantes. “Foi um processo prazeroso. Fizemos exercícios de aplicação corporal que deu mais segurança a essa Yara que perdeu parte da visão. Foram alongamentos, toques, respirações que promoveram uma reconexão e uma mudança em sua musculatura interna. Alterou até o tônus da sua voz. Houve uma transformaçãoem seu corpo que permitiu essa nova mobilidade no espaço cênico”, relata Giselle que assina a dramaturgia ao lado de Adriano Guimarães.

Graças à montagem A Escultura, Yara de Cunto compreendeu a importância da percepção do corpo para uma pessoa que tem baixa ou nenhuma visão. “Tenho essa condição especial por ser bailarina e ter trabalhado meu corpo durante toda a minha vida. Isso é fundamental para que eu possa me deslocar com mais segurança no espaço. Fica de pé e caminhar muda completamente quando apercepção de corpo é um estado de consciência”, avalia Yara de Cunto, que, recentemente, encapou uma oficina de dança para pessoas com deficiência visual programada pelo MID.

A dança da vida

Diretor de A Escultura, Adriano Guimarães conta que o maior desafio para a criação da montagem não passou pela perda de visão de Yara de Cunto. Ao contrário, essa condição que, para o senso comum poderia ser limitante, quebrou expectativas e barreiras na composição das cenas. “O mais difícil foi colocar a vida marcante de Yara de Cunto dentro da dramaturgia. Essa seleção foi o mais delicado porque estávamos diante de uma mulher com uma vida artística excepcional”, aponta.  “Levei um susto quando comecei a contribuir para os textos. Eu contava e relatava, isso é uma coisa desafiante, porque tem de ultrapassar algumas barreiras da sua vida, de momentos passados, das emoções. Então relatar isso é complicado”, completa Yara. 

As memórias de Yara de Cunto confundem-se com o amadurecimento das artes cênicas no Brasil. Como atriz, trabalhou no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC) ao lado de Tônia Carrero e Margarida Reis. Foi dirigida pelos míticos diretores estrangeiros, Adolf Celi, Henriette Morineau e Ruggero Jacob, que chegaram ao Brasil na segunda metade do século 20. Trabalhou no inquieto Teatro de Ipanema ao lado Rubens Corrêa e Ivan Albuquerque. Fundou o Balé do Teatro Guaíra (Curitiba), um dos mais importantes do país. Está na base da formação da primeira geração de intérpretes-criadores de dança contemporânea no Distrito Federal. “Poderia estar quietinha em casa por conta da visão e agora dessas pernas (ri), mas estou no palco porque está na minha corrente sanguínea. Vejo e me alimento de tudo. É a minha vocação. Danço desde os 8 anos e vivi uma vida intensa na arte”, anuncia.

A Escultura é uma explosão da linha de tempo de Yara de Cunto. Uma colcha memorial de gestos, frases, sonhos e lembranças que vagam sobre os olhos admirados da plateia. As sessões que acontecem no teatro do CCBB Brasília integram o Movimento Internacional de Dança. Parte de narrativas íntimas para esculpir a força e expressão artística de uma mulher que sempre expandiu as suas fronteiras.

Sobre o MID

Criado em 2014, o MID já recebeu mais de 75 mil pessoas, apresentou 100 coreografias do DF e trouxe artistas de 17 países. Patrocinado pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB/DF), pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF) e apoiado por instituições como o Banco do Brasil e o SESC-DF, o evento firma-se como um dos principais festivais de dança do país.

Sinopse A Escultura

A Escultura constrói, a partir da profunda relação de Yarade Cunto com a dança, momentos marcantes de sua vida. Reencenando esses acontecimentos, ela explora com um corpo moldado pela passagem do tempo, revelando a plasticidade do envelhecimento que emerge dessa transformação. Ao lado de Yara está a bailarina e coreógrafa Giselle Rodrigues, com mais de 30 anos de trajetória. Juntas, elas desafiam a percepção convencional de que a carreira na dança está intrinsecamente ligada ao vigor físico da juventude, mostrando que a passagem do tempo – e mesmo as deficiências – não são barreiras intransponíveis.

Acessibilidade CCBB

A ação  Vem pro CCBB conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.

A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.

Horários da van, de quinta a domingo:

Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h

CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.

O CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

SERVIÇO:

A ESCULTURA

Dias 04.09, às 15h30 (sessão para estudantes de escolas públicas) com acessibilidade de libras e audiodescrição.

Dia 05.09, às 20h, (sessão gratuita e aberta ao público).

Serviço:

[Dança] A Escultura

Gênero: teatro dança

Local: Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília

Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF

Temporada: de 4 e 5 setembro de 2026

Dias e horários: sexta, às 15h30 (sessão para estudantes de escolas públicas), sábado, às 20h (aberta ao público).

Ingresso: gratuito com retirada no site www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília, a partir das 12h de 4 de setembro.

Duração: 60 minutos
Classificação indicativa: livre

Capacidade: 327 lugares | O Teatro possui áreas para cadeiras de rodas, assentos especiais para obesos e rampas. 

CCBB Brasília

Funcionamento: De terça a domingo, das 9h às 21h

Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF

Fone: (61) 3108-7600

E-mail: ccbbdf@bb.com.br

 ccbb.com.br/ | ccbb.com.br/brasilia/  

instagram.com/ccbbbrasilia/#  |  x.com/ccbb_df | facebook.com/ccbbbrasilia tiktok.com/@ccbbcultura/ 

 

Orquestra fez homenagem a Michael Jackson em Brasília


Orquestra Filarmônica Moderna Brasileira apresenta Ídolos Orquestrados – Michael Jackson — Foto: reprodução/Edu Hargreaves 

Orquestra Filarmônica Moderna Brasileira se apresentou na capital, nesta sexta-feira (4), com 17 sucessos do rei do pop; g1 mostrou os preparativos

Por Marcella Rodrigues, Ivana Caramori – G1 DF

Orquestra Filarmônica Moderna Brasileira se apresentou em Brasília, nesta sexta-feira (4), para homenagear o rei pop, Michael Jackson. O g1 esteve nos bastidores da apresentação que acontece no Centro de Convenções Ulysses Guimarães

🔎 Apesar dos ingressos estarem esgotados, às 19h30, será liberada uma fila de espera para quem estiver no local e não conseguiu uma entrada. O show é gratuito.

A orquestra tem direção geral e regência do maestro Tiago Padim e conta com mais de 40 artistas – entre músicos, cantores, atores e bailarinos.

Foram interpretados 17 sucessos do rei do pop, como Thriller, Beat It, Billie Jean, Bad, Black or White, I’ll Be There e They Don’t Care About Us. 

O espetáculo faz parte do Projeto Ídolos Orquestrados 2026 e já passou por Vitória(ES) e Belo Horizonte (BH).

A orquestra conta com seis cantores de Vitória (ES), que passaram por audições e estão ensaiando desde junho. Segundo Anderson Rosa, diretor artístico do projeto, um dos objetivos é relacionar a conexão entre o povo brasileiro com o rei do pop

“A gente tem a história de um menino do Brasil, que é muito fã do Michael Jackson, e vive uma jornada para ver o show dele. A história se passa em 1993”, conta Anderson.

O regente da orquestra e maestro Tiago Padimfala que um dos desafios foi escolher o repertório, organizando em um formato sinfônico e com elementos de banda. “Vocês vão ouvir bateria, guitarra, teclado, sintetizadores”, fala Tiago. 

Liege Milhioli, diretora vocal, fala que Michael é uma referência como cantor e bailarino, o que trouxe desafios para a produção. 

“A gente tentou trazer a referência que o Michael em seis vozes. Foi um processo bem árduo de ensaio, confecção de arranjos”, fala Liege.

  • 🔎 A Orquestra Filarmônica Moderna Brasileira foi idealizada pelo regente Tiago Padim e se reuniu pela primeira vez em 1º de agosto de 2022.

Alice Caymmi apresenta “Para Minha Tia Nana”, na CAIXA Cultural Brasília

Foto divulgação

A CAIXA Cultural Brasília apresenta, de 10 a 13 de setembro de 2026, o espetáculo “Para Minha Tia Nana”, tributo da cantora e compositora Alice Caymmi à sua tia Nana Caymmi, um dos grandes nomes da música brasileira

As apresentações acontecem de quinta-feira a sábado, às 20h, e domingo, às 19h. A primeira sessão, no dia 10 de setembro, contará com intérprete de Libras. Na sexta-feira, 12 de setembro, às 16h, será realizada a Oficina de Música com Eduardo Farias, pianista que acompanha Alice Caymmi no espetáculo. Após a atividade, os participantes poderão acompanhar a passagem de som do show. As vagas são limitadas e as inscrições serão realizadas pelo site CAIXA Cultural (caixacultural.gov.br).

Criado quando Nana Caymmi ainda estava viva, como forma de reverência e homenagem, o projeto ganhou um novo significado após o falecimento da artista, em 2025, aos 84 anos. O tributo enaltece a força da memória afetiva, artística e familiar que une as duas gerações, cujo sobrenome ocupa lugar de destaque na história da música brasileira.

O repertório reúne clássicos imortalizados na voz de Nana, como “Resposta ao Tempo”, “Só Louco”, “Suave Veneno” e “Oração ao Tempo”, além dos boleros “Sabe de Mim” e “Se Queres Saber”.

Acompanhada pelo piano de Eduardo Farias, Alice busca preservar a profundidade e a força das canções, ao mesmo tempo em que incorpora sua própria identidade artística. No palco, o espetáculo estabelece uma ponte entre tradição e contemporaneidade, aproximando diferentes gerações da música brasileira.

“A cada ensaio, revisitar esse repertório é sempre um desafio. A Nana sempre cantou a dor com intensidade, e essa herança me atravessa”, afirma Alice Caymmi. Descrito pela cantora como uma homenagem “à flor da pele”, o espetáculo celebra a permanência do legado de Nana Caymmi. Alice destaca ainda que a influência da tia em sua formação artística é “incontornável”, e que essa conexão se reflete em cada momento da apresentação.

Oficina de música com Eduardo Farias

Do acompanhamento ao improviso: linguagem, harmonia e criação na música popular brasileira. Na oficina, o pianista, arranjador, orquestrador e produtor musical, Eduardo Farias convida o público a mergulhar, de forma prática e acessível, nos principais elementos da linguagem musical presentes na música popular brasileira e no jazz.

A partir da experiência artística do espetáculo “Para Minha Tia Nana”, a atividade parte da formação de um duo de piano e voz para explorar o papel do pianista no acompanhamento do cantor e na construção da interpretação musical.

Durante a oficina, serão abordados conceitos fundamentais que ajudam a compreender os processos criativos envolvidos em uma performance, passando por temas como acompanhamento, linguagem harmônica, improvisação e criação musical.

A atividade é voltada a pessoas interessadas em música, sejam estudantes, músicos, profissionais ou público em geral.

Sobre Alice Caymmi

Cantora e compositora nascida no Rio de Janeiro em 1990, Alice Caymmi é um dos nomes de destaque da música brasileira contemporânea. Neta de Dorival Caymmi e filha de Danilo Caymmi, pertence a uma das famílias de maior importância na história da Música Popular Brasileira, mas construiu uma trajetória própria, marcada por uma voz intensa e por uma identidade artística que transita por diferentes universos, entre a MPB, o pop e a música eletrônica. Apesar do contato precoce com a música e de ter participado de trabalhos de sua tia Nana Caymmi desde os 12 anos, sua carreira profissional teve início em 2012, com o lançamento de seu primeiro álbum autoral. Desde então, Alice vem consolidando uma trajetória própria e uma discografia reconhecida pela crítica.

Ficha técnica:

Alice Caymmi – voz | Eduardo Farias – piano | Lucas Azevedo – produção artística | Vander Lopes, Letícia Trindade e Glauker Bernardes – produção executiva | Raquel Fonseca – produção local | Fotos – Marcela Cure | Assessoria de imprensa: Território Comunicação

Serviço:

[MÚSICA] Alice Caymmi – “Para Minha Tia Nana”

Local: CAIXA Cultural Brasília – SBS – Quadra 4 – Lotes 3/4
Datas: 10 a 13 de setembro de 2026

Horários: de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h

Acessibilidade: 10/9 – sessão com intérprete de Libras

Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada para clientes CAIXA e casos previstos em lei)

Vendas: a partir de sábado, 5 de setembro. Horário de abertura da bilheteria: às 9h, no teatro, e às 13h, no site https://bilheteriacultural.com.br/

Classificação indicativa: 14 anos

Oficina de Música com Eduardo Farias: 12/9, das 16h às 18h
Do acompanhamento ao improviso: linguagem, harmonia e criação na música popular brasileira

Vagas limitadas e inscrições pelo site CAIXA Cultural (caixacultural.gov.br)

Após a oficina, os participantes poderão acompanhar a passagem de som do espetáculo.

Henrique & Juliano – Manifesto Musical Brasília 

Divulgação
O Manifesto Musical não é apenas uma turnê. É um convite.Um projeto marcante, criado para acontecer uma única vez, em 2026, e viver um tempo em que escolhemos nos encontrar de verdade.

O show da turnê “Manifesto Musical” de Henrique & Juliano em Brasília acontece no dia 12 de setembro de 2026 (sábado), na Arena BRB Mané Garrincha

A primeira dupla sertaneja a esgotar ingressos no Maracanã/RJ, Henrique & Juliano se apresentaram para mais de 60 mil pessoas, no dia 03 de Janeiro, no maior estádio do país. O show também marcou o início da turnê Manifesto Musical, com 11 cidades confirmadas em 2026.

A turnê nasceu após três apresentações com ingressos, também esgotados no Allianz Parque, em São Paulo, mostrando que o Manifesto Musical se consolidou como uma celebração da trajetória da dupla, construída com autenticidade, consistência e uma conexão rara com o público, que em coro canta o repertório mais celebrado dos últimos anos.

A proposta do Manifesto Musical vai além da música: é um posicionamento, uma declaração de identidade e verdade artística que acompanha Henrique & Juliano ao longo dos anos. A turnê 2026 nasce com esse mesmo espírito, prometendo levar ao Brasil um show ainda mais intenso e carregado de significado.

Prepare-se para uma apresentação histórica, com um espetáculo inédito que promete emocionar o público. Não perca essa oportunidade única de vivenciar uma experiência inesquecível!

Os ingressos para a data em Brasília estão esgotados (foram esgotados em poucas horas após a abertura das vendas). As vendas oficiais e consultas eram realizadas exclusivamente pelo site da Guichê Web

Serviço

MANIFESTO MUSICAL BRASÍLIA (DF)
Data: 12 de setembro
Local: Arena BRB Mané Garrincha
Endereço: Eixo Monumental – SRPN – Asa Norte, Brasília – DF, 70070-701

Informações e vendas: Guichê Web

Instalação imersiva convida o visitante a entrar em um coração gigante e viver uma experiência única na arte contemporânea

Foto divulgação

Exposição de Eny Junia transforma escultura em espaço de interação, tecnologia, música e reflexão sobre a vida

Entrar em uma grande escultura – em formato de coração humano – e ouvir batimentos cardíacos. Essa é a experiência proposta pela artista visual Eny Junia na instalação Coração, obra inédita que será apresentada ao público em uma exposição cuja abertura reunirá performances musicais, intervenções artísticas e participação ativa dos visitantes.

Com uma altura de 2,2 metros, a escultura foi concebida para acolher uma pessoa em seu interior, rompendo a distância tradicional entre obra e espectador. Mais do que observar, o visitante passa a integrar a instalação, tornando-se parte da experiência artística.

A obra combina escultura, tecnologia e interatividade para provocar uma reflexão sobre a vida, o cuidado consigo mesmo e a importância das relações humanas em um tempo marcado pela velocidade, pela superficialidade e pelo excesso de estímulos.

Construída em estrutura metálica e revestida com papel machê produzido a partir de cerca de 380 quilos de jornais reciclados, Coração nasceu de uma experiência pessoal vivida por Eny Junia. Após enfrentar um período de intenso estresse, a artista recebeu de seu médico uma pergunta que permaneceu ecoando durante anos: “Você não tem dó do seu coração?” seguida da prescrição: “Você precisa aprender a cuidar dele”. A partir dessa inquietação, iniciou um processo criativo que acabou se tornando também um percurso de transformação interior.

Durante toda a execução da obra, Eny contou com a orientação do artista Lourenço de Bem, responsável por acompanhar tecnicamente o projeto e por compartilhar os conhecimentos necessários para a construção da escultura em grande escala. “A obra foi crescendo ao mesmo tempo em que eu compreendia melhor o significado de cuidar da vida e das relações humanas”, resume a artista, que foi premiada com o 1° lugar no 45° Salão de Artes Riachuelo 2025, Marinha do Brasil, com a obra “Força interior”.

Arte, tecnologia e participação

Além da dimensão da escultura, a instalação incorpora recursos tecnológicos desenvolvidos pelo artista multimídia Alexandre Rangel. Pulsações cardíacas, projeções luminosas que percorrem artérias e veias e uma ambientação sonora interativa transformam a estrutura em um organismo vivo, ampliando a imersão do público.

Dois momentos marcantes da experiência acontecem quando o visitante está dentro do Coração e quando pode escutar batimentos cardíacos como se estivesse no interior de um corpo vivo.

As crianças também terão participação especial. A instalação apresenta elementos lúdicos que simulam o percurso do sangue pelas artérias por meio de bolinhas coloridas, além de oficinas de papel machê e atividades de mediação durante a exposição.

Abertura reúne música, inclusão e celebração coletiva

A inauguração da exposição foi concebida como uma grande experiência participativa, reunindo diferentes linguagens artísticas em torno do tema central da obra. Entre os destaques está a apresentação dos Batucadeiros, grupo formado por crianças que interpretará a composição inédita O Som do Coração em interação com o público.

A programação contará ainda com apresentação do Coral do Senado, leitura de uma crônica sobre Brasília por uma filha de pioneira da capital e uma interpretação coletiva da canção Carinhoso, de Pixinguinha e Braguinha, sob regência do maestro Eldom Soares.

Ao longo da temporada, a exposição também oferecerá oficinas de papel machê, contação de histórias para crianças e palestra com cardiologista voltada ao público acima de 60 anos.

Ao reunir escultura, tecnologia, música, educação e participação, Coração propõe uma experiência sensível que ultrapassa os limites da contemplação artística. A instalação transforma o visitante em protagonista de uma reflexão sobre aquilo que pulsa dentro de cada pessoa e sobre a responsabilidade coletiva de preservar o que nos torna essencialmente humanos.

SERVIÇO

Exposição: Coração – Eny Junia

Abertura: 3 de setembro de 2026

Local: Anexo do Museu da República

Visitação: de 3/9/26 a 1/11/26, de terça a domingo, das 9h às 18h30

Entrada: franca

Informações: @exposicaocoracao

Embaixada da Espanha e Instituto Cervantes Brasília promovem ciclo de documentários musicais “Músicas para Tus Ojos”

Divulgação

Programação, realizada em parceria com o Festival In-Edit, reúne quatro produções espanholas que abordam música, memória, identidade, inclusão e cultura

Embaixada da Espanha e o Instituto Cervantes Brasília, em parceria com o Festival In-Edit, apresentam, em setembro, o ciclo de documentários musicais “Músicas para Tus Ojos”. A programação reúne quatro produções audiovisuais espanholas que têm a música como ponto de partida para contar histórias de vida, revisitar patrimônios culturais e refletir sobre temas como identidade, memória, inclusão e transformação social.

As sessões serão realizadas sempre às 19h, no Instituto Cervantes Brasília, com entrada gratuita e filmes com legendas em português. A programação começa no dia 9 de setembro, com La guitarra flamenca de Yerai Cortés, e segue até o dia 30, com uma sessão semanal.

Mais do que documentários sobre música, os filmes selecionados apresentam diferentes maneiras de compreender a arte como instrumento de expressão, resistência e transformação. Ao longo da programação, o público será convidado a percorrer diferentes territórios e universos musicais, em uma viagem que aproxima experiências individuais e coletivas por meio da música.

Os filmes

9 de setembro – La guitarra flamenca de Yerai Cortés

Primeiro longa-metragem dirigido por Antón Álvarez, conhecido artisticamente como C. Tangana, o documentário acompanha o guitarrista flamenco YeraiCortés e mergulha em um doloroso segredo familiar que marcou sua trajetória. A produção transforma a música em caminho para a reconciliação com as próprias origens e com uma história familiar marcada por silêncios e feridas.

16 de setembro – El canto de las manos

Dirigido por María Valverde, o filme acompanha o desafio do Coro de las Manos Blancas, da Venezuela, formado por pessoas surdas, na preparação de uma apresentação da ópera Fidelio, de Beethoven. Sob a regência do maestro Gustavo Dudamel, os integrantes do coro levam a música aos palcos por meio da língua de sinais. A produção aborda o poder inclusivo e transformador da arte, questionando os limites tradicionalmente impostos à experiência musical.

23 de setembro – Omega Wants To Dance

De Ramon Tort, o documentário investiga a dança em suas múltiplas dimensões, percorrendo diferentes lugares e culturas. A dança aparece como celebração, ritual, sedução e catarse coletiva, revelando uma linguagem universal capaz de conectar corpos, comunidades e tradições.

30 de setembro – La Marsellesa de los Borrachos

Dirigido por Pablo Gil Rituerto, o documentário resgata uma história pouco conhecida da Espanha durante a ditadura franquista. Em uma jornada clandestina, um grupo de etnomusicólogos italianos percorreu diferentes regiões do país para registrar canções populares de resistência. As gravações preservaram as vozes de operários, intelectuais e camponeses e transformaram a música em documento histórico e instrumento de memória.

Com propostas e linguagens distintas, os quatro filmes revelam a extraordinária capacidade da música de atravessar fronteiras, preservar memórias e criar novas formas de encontro. O ciclo também reforça o diálogo cultural entre Brasil e Espanha, aproximando o público brasiliense da produção documental espanhola contemporânea.

O Instituto Cervantes Brasília é referência na promoção da língua espanhola e na difusão das culturas dos países hispânicos, oferecendo ao público uma programação cultural diversificada que aproxima Brasília da produção artística e cultural do mundo hispânico.

Serviço

Ciclo de documentários musicais “Músicas para TusOjos”
Realização: Embaixada da Espanha e Instituto Cervantes Brasília, em parceria com o Festival In-Edit
Local: Instituto Cervantes Brasília – SEPS 707/907 Sul, Conjunto D
Horário: 19h
Entrada: gratuita
Legendas: português

Programação:
• 09/09 – La guitarra flamenca de Yerai Cortés
• 16/09 – El canto de las manos
• 23/09 – Omega Wants To Dance
• 30/09 – La Marsellesa de los Borrachos

ESPETÁCULO “COMPASSO DA MUDANÇA” CELEBRA 25 anos do Instituto Reciclando Sons

Foto divulgação

Apresentação Única Será no dia 10 de Setembro, às 19h, no Auditório da Casa Thomas Jefferson, na 606 Norte

O espetáculo “Compasso da Mudança – Cultura Brasileira em Formação e Ação” celebra os 25 anos do Instituto Reciclando Sons, que desde 2001 ensina formação musical, em iniciativas de educação, cultura e inclusão social para crianças, jovens e adultos na Cidade Estrutural (a 16 KM de Brasília), no Distrito Federal. A apresentação vai acontecer no dia 10 de setembro, uma quinta-feira, a partir das 19h, no auditório da Casa Thomas Jefferson, na 606 Norte. A produção musical é de Bruno Efe. A produção artística é da maestra e regente Rejane Pacheco, fundadora do Reciclando. O ingresso, solidário, será um par de tênis – calçados que serão doados aos estudantes em formação musical do Reciclando. A apresentação do concerto ficará a cargo da jornalista Kátia Cubel, que é voluntária no Reciclando Sons.

A apresentação irá contar com a orquestra Amigos do Reciclando, banda, vozes, coral e a orquestra infantil Compasso da Mudança. No repertório, clássicos do cancioneiro brasileiro, como:

– Asa Branca, de Luiz Gonzaga,

– Anunciação, de Alceu Valença

– O Show Tem que Continuar, de Arlindo Cruz

– Disparada, de Geraldo Vandré e Theo de Barros

– Aqui é o Meu País, de Ivan Lins

– Céu de Santo Amaro, letra de Flávio Venturini sobre música de Bach.

PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS

Haverá três participações especiais durante o show: a cantora Ana Lélia, Jonathas Pingo e Banda, fruto da parceira com Girassol Studio.

MICHAEL JACKSON

 A apresentação inclui no repertório três músicas do cantor Michael Jackson. São elas: Ben, They Don’t Care About Us e Earth Song.

O espetáculo acontecerá graças a recursos do programa de Fomento 008/2025, da Funarte.

Brasília virou a capital dos pets? Episódio final de documentário mostra o que mudou na relação da cidade com os animais

Foto divulgação

Último capítulo de “Brasília, Capital dos Pets” aborda avanços na legislação, expansão de serviços especializados e uma mudança de comportamento que colocou os animais no centro da vida das famílias

De integrantes da família a protagonistas de mudanças na legislação, nos serviços e até na forma de ocupar a cidade. No dia 28 de agosto, estreiou no YouTube o quarto e último episódio da série documental “Brasília, Capital dos Pets”, produção que percorreu diferentes histórias para mostrar como a relação entre brasilienses e animais se transformou ao longo dos anos.

Intitulado “A Evolução do Olhar”, o episódio que encerra a série amplia a discussão apresentada nos capítulos anteriores e mostra como os pets conquistaram um espaço cada vez mais relevante nas famílias e na sociedade. O documentário aborda mudanças na legislação, o crescimento de serviços especializados e uma nova percepção sobre cuidado, responsabilidade e bem-estar animal.

O episódio final funciona também como uma síntese da pergunta que conduziu toda a produção: o que fez Brasília se tornar uma cidade cada vez mais conectada ao universo pet?

Ao longo de quatro episódios, a série mostra que essa transformação vai muito além do aumento do número de animais de estimação nos lares. Ela aparece na criação de espaços de convivência, em iniciativas de proteção e adoção responsável, em projetos sociais e terapêuticos e na consolidação de uma cultura em que cães e outros animais participam cada vez mais da rotina das pessoas.

Uma Brasília vista pela relação com os animais

Realizada pelo Instituto Semper Fidelis, com produção de Juno, Nove Zero Um e Carol Cortez, “Brasília, Capital dos Pets” percorre diferentes cenários do Distrito Federal para registrar personagens, projetos e iniciativas ligados à cultura pet.

No episódio de estreia, “Brasília Pet Friendly”, a série acompanha o motociclista e fotógrafo Thiago Bernardes em experiências pela cidade ao lado dos cães Filó, Téo e Juju. O capítulo apresenta espaços e atividades como o Dogin Club e o Canicross e mostra como a presença dos animais também cria novas formas de lazer, convivência e ocupação dos espaços urbanos.

Na sequência, “A cultura do afeto” apresenta iniciativas relacionadas à educação, proteção animal e adoção responsável. Já “Entre cuidar e ser cuidado” destaca projetos que mostram a presença dos animais em terapias, ações sociais e atividades de cuidado.

Agora, “A Evolução do Olhar” encerra a trajetória conectando essas diferentes histórias a uma transformação mais ampla: a mudança na maneira como a sociedade percebe e se relaciona com os animais.

Mais do que registrar a cultura pet da capital federal, a série propõe uma reflexão sobre afeto, inclusão e responsabilidade e mostra como a evolução dessa relação também ajuda a contar uma parte da história recente da própria cidade.

SERVIÇO
Série: Brasília, Capital dos Pets
Onde assistir: https://youtu.be/x2-EacFlQ6o?is=g2nRnDN-DIoSg0UO

Episódio 1: Brasília Pet Friendly
Episódio 2: A Cultura do Afeto
Episódio 3: Entre Cuidar e Ser Cuidado
Episódio 4: A Evolução do Olhar
Realização: Semper Fidelis
Produção: Juno | Nove Zero Um | Carol Cortez
Apoio: Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF | GDF


Nipo Festival transforma Brasília no ‘Mundo dos Colecionáveis’ em setembro

Foto divulgação

Com quase 7 mil m², evento ocupa o Taguatinga Shopping nos dias 18, 19 e 20 de setembro com mais de 100 bazares, gastronomia, games, cosplay, K-pop e competições de TCG

Brasília entra de vez no universo dos colecionáveis em setembro. Nos dias 18, 19 e 20, o estacionamento H do TGS recebe a 9ª edição do Nipo Festival, que terá como tema o “Mundo dos Colecionáveis” e promete três dias dedicados à cultura asiática, gastronomia, games, cosplay, K-pop e aos itens que movimentam uma legião de fãs.

Com quase 7 mil m² de área, o festival contará com mais de 100 bazares e 17 operações de alimentação, além da presença dos influenciadores Kai e Aline e TiuSam. Uma das grandes novidades será uma área especialmente dedicada aos colecionáveis e aos Trading Card Games (TCG).

O espaço terá uma arena preparada para receber até 300 competidores, com disputas de Pokémon, Disney Lorcana, Magic: The Gathering e One Piece Card Game. A programação também inclui campeonatos de cosplay e K-pop, ampliando as experiências para diferentes públicos da cultura geek e asiática.

“Os colecionáveis ganharam uma força enorme nos últimos anos e reúnem públicos de diferentes gerações. Nesta edição, queremos trazer esse universo para dentro do Nipo Festival de uma maneira ainda maior, com espaço para quem coleciona, para quem compete e também para quem está começando a conhecer esse mundo. A proposta é que o público encontre muitas experiências diferentes em um mesmo lugar”, destaca Flávio Hideo Mikami, organizador e idealizador do Nipo Festival.

Além das competições, os visitantes poderão circular pelos bazares em busca de produtos, peças e itens ligados à cultura asiática e geek, enquanto a praça gastronômica reúne diferentes opções para completar a experiência.

Os ingressos estão disponíveis pela Sympla, com meia-entrada a R$ 20. O público que levar 1 kg de alimento também poderá adquirir o ingresso pelo valor da meia-entrada.

O evento conta também com a presença do TGS Solidário, iniciativa que viabiliza a meia-entrada mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível. Durante os três dias, voluntários estarão na entrada recebendo as doações do público. Ao final do evento, todos os alimentos arrecadados serão organizados em cestas básicas e destinados às instituições parceiras do projeto, ampliando o impacto da iniciativa para além da programação cultural.

Serviço – Nipo Festival 2026
 Quando: 18, 19 e 20 de setembro
 Onde: Estacionamento H do Taguatinga Shopping – Brasília (DF)
 Tema: Mundo dos Colecionáveis
 Ingressos: Sympla
 Meia-entrada: R$ 20
 Ingresso solidário: 1 kg de alimento garante o valor de meia-entrada

House Geek 2026 transforma Brasília em ponto de encontro da cultura pop

Foto divulgação

Prepare o cosplay, reúna o seu squad e atualize a lista de personagens favoritos: Brasília vai se transformar em um grande universo geek entre os dias 4 e 6 de setembro. O House Geek 2026 ocupará o Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade com influenciadores, games, K-pop, cosplay, música, dubladores e experiências interativas para fãs de todas as idades.
Entre as atrações confirmadas estão os influenciadores Daishikawa, EuHipe, Terrorizando, FroggTV e Pricenot. Os criadores de conteúdo vão movimentar a programação e ampliar a conexão do evento com o público das redes sociais. Daishikawa estará presente em dois dias do House Geek.

“O House Geek será um grande ponto de encontro para quem vive e acompanha a cultura geek. Queremos que o público encontre seus criadores favoritos, participe das competições, conheça artistas e compartilhe experiências com pessoas que têm as mesmas paixões”, afirma o organizador do evento, Mario Kodama.

A programação terá nomes conhecidos da dublagem brasileira, como Wellington Lima e Felipe Grinnan, profissionais responsáveis pelas vozes de personagens de filmes, séries, animes, animações e games. Além das participações de Jacque Souza, Silvio Giraldi, Jade Salles e Heron Hayashi.

As atrações vão permitir que os fãs conheçam mais sobre os bastidores da dublagem, da criação artística e do mercado de entretenimento, além de se aproximarem dos profissionais que fazem parte da cultura pop brasileira.

Cosplay e K-pop
Quem gosta de interpretar personagens poderá participar do desfile cosplay, previsto para os três dias do House Geek. A programação também terá competições e jurados especializados, valorizando a criatividade, a caracterização e a presença de palco dos participantes.

Os fãs da cultura sul-coreana terão duas atividades especiais. A apresentação K-pop será realizada no sábado, 5 de setembro, enquanto o Concurso K-pop acontecerá no domingo, dia 6. As informações sobre inscrições e regulamentos estão disponíveis nos canais oficiais do evento.

“O cosplay e o K-pop são movimentos que mobilizam comunidades muito criativas e participativas. Queremos oferecer um palco para que esses artistas mostrem seus trabalhos, encontrem novos públicos e celebrem aquilo que gostam”, destaca Mario Kodama.

Arena Games
O House Geek 2026 contará com campeonato de Just Dance, competição de jogos para PC e uma Arena Free Play. O espaço permitirá que os visitantes experimentem diferentes títulos e participem de atividades ao longo dos três dias. A área Mesa & Dados será dedicada aos jogos de tabuleiro e às sessões de RPG conduzidas por mestres convidados.

Já a Arena Gamer reunirá torneios, partidas livres e telões para o público acompanhar as finais dos jogos competitivos. Outra atração será a área Retrô Arcade, com fliperamas clássicos e consoles que marcaram diferentes gerações.

Artist Alley
A programação também terá uma Artist Alley, espaço destinado à exposição dos trabalhos de ilustradores, quadrinistas, artesãos e outros profissionais ligados à cultura geek. O público poderá conhecer produções autorais e adquirir itens diretamente dos artistas.

A área de cosplay e artistas contará ainda com passarela e cenários temáticos para fotografias. As inscrições para expositores, gastronomia e Artist Alley são realizadas por meio dos formulários disponibilizados pela organização. A programação musical terá apresentações das bandas Repliforce Geek e Maverick Hunters, com repertórios inspirados no universo dos animes, games e da cultura pop.

Espaço Sensorial
A edição de 2026 contará com um espaço sensorial destinado às pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O ambiente oferecerá acolhimento, redução de estímulos e um local adequado para pausa e regulação durante o evento.

“Queremos proporcionar uma experiência divertida, segura e acolhedora, e o espaço sensorial reforça o nosso compromisso com um House Geek mais inclusivo, preparado para receber diferentes públicos e suas famílias”, destaca Mario Kodama.

O evento terá ainda espaço gastronômico com mais de 30 opções e ambiente instagramável para o público registrar os melhores momentos e compartilhar a experiência nas redes sociais.

Ingressos
O público poderá escolher entre o Day Pass, válido para um dos três dias, e o Combo 3 Days, que permite a entrada durante todo o evento. A meia-entrada será concedida aos públicos previstos na legislação, mediante apresentação de documento comprobatório.

Serviço
House Geek 2026
Data: 4 a 6 de setembro de 2026
Local: Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade – Brasília/DF
Site: housegeek.com.br
Instagram: @housegeekbrasil

Ministério da Cultura e Brasal apresentam, pelo Circuito de Teatro Brasileiro: O Deus da Calífórnia

Foto divulgação

exto da celebrada autora francesa Yasmina Reza propõe uma discussão sobre o limite tênue entre civilidade e barbárie a partir de uma briga entre crianças,

A trama de O Deus da Carnificina acompanha o encontro entre dois casais que se reúnem para resolver, de forma civilizada, uma briga entre seus filhos. Mas o que começa como um encontro cordial rapidamente se transforma em um confronto inesperado.

A obra, dos anos 2000, ficou mais conhecida com a adaptação de Roman Polanski, para o cinema, e estrelada por Jodie Foster, Kate Winslet, Christoph Waltz e John C. Reilly. Nesta nova versão brasileira, a direção é assinada por Rodrigo Portella e tem no elenco Angelo Paes Leme, Bianca Byington, Thelmo Fernandes e Anna Sophia Folch.

Para Rodrigo Portella, a peça explora o limite tênue entre civilidade e barbárie. “É como se os pactos e convenções sociais estivessem sempre por um fio diante da nossa força primitiva, caótica e violenta. Penso em criar uma encenação que explicite essa tensão, valorizando no trabalho dos atores essa desconstrução da compostura social e moral para ir revelando aos poucos toda sujeira, toda a selvageria, como se os personagens e a própria cena fossem se descascando, revelando atitudes de profunda intolerância e horror”, revela.

A atriz e idealizadora do projeto, Anna Sophia Folch, destaca a atualidade do texto. “A peça é um retrato incômodo do nosso tempo. É um texto extremamente provocativo que fala sobre a falência do diálogo, sobre como as pessoas defendem suas próprias narrativas a qualquer custo e sobre a rapidez com que a convivência se transforma em disputa. Os temas passam pela educação e pelas estruturas sociais, mas principalmente pela ideia de que o conceito de civilidade é muito mais frágil do que gostaríamos de admitir”, diz.

Já Felipe Valle, que assina a direção de produção, reforça que essa tragicomédia cria uma espécie de “espelho atemporal das relações sociais em sua forma mais pura e objetiva”. E ainda acrescenta: “A obra provoca uma reflexão sobre a forma como tendemos a simplificar as relações pessoais, muitas vezes dividindo tudo entre extremos. Ao mesmo tempo, evidencia o contraste entre as narrativas e como isso impacta o convívio em sociedade.”.

Ficha técnica:

Texto: Yasmina Reza | Direção: Rodrigo Portella | Tradução: Eloisa Araújo Ribeiro | Elenco: Angelo Paes Leme, Bianca Byington, Thelmo Fernandes e Anna Sophia Folch | Direção musical e trilha sonora original: Federico Puppi | Figurinos: Karen Brusttolin | Cenografia: Rodrigo Portella | Cenotecnia: Rahira Coelho | Iluminação: Ana Luzia Molinari de Simoni | Coordenação geral: Anna Sophia Folch e Felipe Valle | Direção de produção: Felipe Valle | Produção executiva: Juliana Trimer | Assessoria de imprensa Brasília: Rodrigo Machado | Produção em Brasília: DECA Produções | Identidade visual: José Américo Mancini e Diego Navarro | Mídias sociais: Enzo Amarelo | Fotos de divulgação: Alê Catan | Fotos de cena: Annelize Tozetto | Patrocínio local: Brasal

Sinopse:

Dois casais se reúnem para resolver, de forma civilizada, uma briga entre seus filhos. Mas o que começa como um encontro cordial rapidamente se transforma em um confronto inesperado. Uma comédia ácida que revela o quão frágil pode ser a nossa ideia de civilidade.

Serviço:

[Tragicomédia] O Deus da Carnificina, de Yasmina Reza

Local: Teatro UNIP (SGAS 913)

Temporada: dias 12 e 13 de setembro

Horários: sábado, às 18h e às 20h, e domingo, às 17h às 19h30

Não é permitida a entrada após o início do espetáculo

Ingressos: a partir de R$25,00 (meia)

Bilheteria: https://bileto.sympla.com.br/event/124251/d/408411 e física, sem taxas, na Belini (113 Sul)

Duração: 80 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

O Teatro UNIP: https://www.teatrounip.com | https://www.facebook.com/TeatroUnip | @teatrounip. Bilheteria: apenas nos dias de apresentação sábado e domingo das 14h até o início do espetáculo. Aceita todos os cartões de débito e crédito. Não aceita cheque. Ar-condicionado e acesso para cadeirantes. Estacionamento gratuito. Capacidade para 500 pessoas.

Cavalhadas de Corumbá de Goiás devem reunir mais de 15 mil pessoas, de 4 a 6 de setembro

Foto divulgação

O espetáculo tradicional ganha cada vez mais admiradores que vêem no evento o respeito a herança cultural secular da cidade, que oferece um roteiro de história, cultura e aventura para o próximo feriado

Fitas coloridas, espelhos e lantejoulas lançam muito brilho e beleza sobre as capas que cobrem reis, cavaleiros e seus cavalos nas tradicionais Cavalhadas em Corumbá de Goiás. Aberto ao público, neste ano, o evento acontecerá entre os dias 4 e 6 de setembro e deve reunir mais de 15 mil turistas, segundo a Associação de Cultura e Defesa do Patrimônio Histórico do município. O evento acontecerá no Campo das Cavalhadas Rei Hastímphilo Cesas Curado Fleury, no Bairro 9 de Junho, das 15 às 18h.

Encenada na cidade de Corumbá desde 1752, as Cavalhadas é uma encenação épica que remonta a luta entre Mouros e Cristãos, na Idade Média.

São 12 cavaleiros do lado dos mouros e 12 do lado dos cristãos – liderados pelos reis de ambos – travam a luta entre si com cavalos, espadas, lanças a garruchas. Com balas de festim, atiradas ao solo, para darem o efeito sonoro peculiar da guerra.

O evento reúne gerações de corumbaenses que interpretam a batalha e passam a tradição dos festejos entre famílias e se preparam o ano todo para representar a luta.

“As Cavalhadas em Corumbá envolvem muito a comunidade local porque têm forte apelo emotivo e tradicional. São vivências passadas entre gerações, onde famílias inteiras de descendentes das antigos cavaleiros; desde as suas origens medievais, participam”, conta o historiador Ramir Curado, autor de vários livros sobre as origens populacionais e históricas de Corumbá.

Os 24 cavalos pertencem a cada cavaleiro e também são treinados para trotarem no ritmo das canções tocadas pela tradicional Banda de Música 13 de Maio, que participa da tradição há mais de 135 anos.

Costureiras, cozinheiras, ajudantes e a população local atuam com recursos próprios para organizar o espaço da apresentação, as refeições e os ensaios dos cavaleiros.

Ramir destaca que as Cavalhadas reúnem folia, artesanato, gastronomia e saberes passados entre várias gerações desde as primeiras festas ocorridas no século XVIII, quando a cidade ainda era um simples arraial de mineradores fundado pelo bandeirante paulista de Jacareí, Diogo Pires Moreira.

A emoção é um componente que flui com muito impulso nas apresentações. “Os cavaleiros realmente vivem a batalha. Na arquibancada e nos camarotes, muitos se comovem, vibram, durante as cenas. O evento envolve muita paixão”, diz Ramir.

Na vivência do historiador, cada participante exerce de forma legítima, a atividade cultural que é passada de pai para filho, ou de tio para sobrinho. Além do que, o cargo de cada membro é vitalício. Dada a importância do que representa para o cotidiano histórico, cultural e artístico de Corumbá.

Os Reis
Atualmente, quem interpreta o Rei Mouro é o pecuarista José Quirino Gouveia de Moraes, 70, também conhecido como Juca. Ele participa desde muito jovem, aos 22 anos. “A nossa apresentação é feita com espontaneidade. Pagamos as despesas do evento entre nós mesmos. A emoção é incrível. Toda vez que entro em campo sinto mais a força e a responsabilidade da minha encenação. As Cavalhadas são a minha vida, a minha história”, diz o Rei que terá as filhas como “mascaradas”, que também atuarão nos festejos, este ano.

Conforme Ramir Curado, José Quirino Gouveia de Moraes, é o cavaleiro que participou do maior número de cavalhadas em Corumbá, sendo que em 2026 ele completará quarenta e cinco cavalhadas corridas a partir de 1980, quando tomou parte, como soldado mouro, no retorno desse espetáculo após quase um quarto de século de paralisação em Corumbá. Descendente do almirante português Pedro Álvares Cabral, que antes do falecimento do seu irmão mais velho João Fernandes Cabral, assinava Pedro Álvares de Gouveia, Juca descende, através desse seu ancestral que em 1500 tomou posse das terras do Brasil em nome de El rei de Portugal, do imperador Carlos Magno, o mesmo que José Quirino combate no papel de rei dos mouros nas cavalhadas de Corumbá.

Já o Rei Cristão é protagonizado por Eudes Soares Cardoso, que é secretário de Finanças da Prefeitura de Corumbá de Goiás. Ele atua nas Cavalhadas desde 1993, onde entrou como sétimo soldado cristão, perpetuando a tradição da família.

De acordo com Ramir Curado, Eudes é parente distante de diversos reis e cavaleiros dos séculos passados nas cavalhadas corumbaenses. E, pelo lado Soares, descende do bandeirante Fernão Dias Paes Leme, o “caçador de esmeraldas”. Através desse sertanista que ajudou a ampliar as fronteiras do Brasil, Eudes também é descendente do imperador cristão Carlos Magno, que ele representa como rei cristão nas cavalhadas de Corumbá. Tornou-se embaixador Cristão em 2014, em Corumbá e, passou a ocupar o posto de rei dos cristãos em 2019.

“Desde pequeno vivo essa tradição. Eu não tenho palavras para representar o que sinto quando entro na arena. É uma alegria muito intensa. Esse momento é o mais precioso que compartilhamos entre nós, corumbaenses. É a nossa tradição”, disse, Eudes Soares Cardoso, o Rei Cristão.

Programação

O evento acontece das 15h às 18h, com entrada franca, no Campo das Cavalhadas. O espetáculo terá toda uma infraestrutura montada com arquibancadas, arena de exibição, barracas de lanches e comidas típicas, além de banheiros químicos.

Ao longo dos três dias, são encenados momentos distintos da batalha e, ao terceiro dia, a exibição contempla a vitória dos Cristãos com o batismo e a conversão dos mouros ao cristianismo.

Nos intervalos das apresentações, há a participação especial dos mascarados, que circulam e entre a plateia e divertem a todos com exibições de pantomima, que são brincadeiras lúdicas com gestos. “Eles arrancam risadas das crianças e são muito ativos durante as animações”, diz José Quirino.

Qualquer pessoa pode participar como mascarado, mas as inscrições devem ser feitas com antecedência de uma semana antes do início das Cavalhadas, junto à Secretaria de Turismo da Cidade.

História e aventura
Além de apreciar a tradicionais Cavalhadas, visitantes podem conhecer mais sobre a cidade histórica, fundada em 1752, no auge do ciclo do ouro.

Corumbá de Goiás preserva um Centro Histórico tombado pelo IPHAN em 2004, caracterizado pelo traçado urbano irregular que se adapta às colinas e ao leito do Rio Corumbá.

Sua arquitetura colonial traz a marca das técnicas construtivas do século XVIII, com edificações em adobe, taipa de pilão e estrutura em pau-a-pique.

O passeio a pé pelas ruas de pedra revela marcos como a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Penha de França, edificação que deu origem ao povoado, e o antigo Cine Esmeralda.

O conjunto arquitetônico pode ser explorado facilmente em uma caminhada que combina a observação dos casarões preservados com a gastronomia e o artesanato local.

Além disso, a grande vantagem da região é a facilidade de integrar essa imersão histórica a passeios de ecoturismo. Uma das atrações é o Salto Corumbá, maior Parque Ecológico do cerrado goiano, que abriga a maior cachoeira de toda Serra dos Pirineus – chamada de Salto de Corumbá, que dá nome ao parque – com uma queda de 50 metros de altura. Vista ao longe, sua beleza já atraiu destaque na imprensa internacional – foi capa da revista National Geografic.

Aberto a day use, camping ou hospedagem, o local abriga mais seis cachoeiras do parque: Cachoeira do Poço Rico, Cachoeira do Ouro, Cachoeira da Gruta e as três Cachoeiras da Gruta. Oferece restaurante, piscinas, bares, lanchonetes, banheiros e vestiários, além de atividades como passeio a cavalo, tiirolesa, arvorismo e boia cross.

SERVIÇO
Cavalhadas de Corumbá de Goiás
Data: 4 a 6 de julho
Horário: 15h às 18h
Local: Av. Nicodemos, Bairro 9 de julho
EVENTO GRATUITO
Maiores informações: (62) 99218-5856.

Salto Corumbá
Horários de funcionamento: Todos os dias, 8h às 18h
Endereço: BR-414, Km 383, Corumbá de Goiás
Valor do day use antecipado no site – R$ 107 por pessoa
Mais informações – 62-99658-7357

Projeto ‘Mais Cultura nas Escolas’ encerra sua 2ª edição

Foto divulgação

Alunos de seis escolas de Planaltina e Vale do Amanhecer tiveram a oportunidade de vivenciar os fundamentos da cultura hip hop na prática. 

Foram contempladas a EC 01, CEF 03, CEF 04, CAIC-Assis Chateaubriand, EC mestres D’Armas e CE Stella dos Querubins. Ao todo mais de 400 jovens participaram das oficinas de grafite e danças urbanas como breaking e passinho, além de aulas práticas com DJs e MCs. 

Houve também bate-papo sobre bullying no ambiente virtual e palestras sobre a importância do acolhimento, solidariedade e união no ambiente escolar. 

A cultura Hip Hop representada pelo grupo Start Family Crew levou aos estudantes um pouco do que há de melhor no movimento. Para Chede Zied e Victor Cavalcanti bboy e proponente da ação, projetos como esse quando inseridos na grade curricular fazem diferença na educação e crescimento do alunos.  “É uma satisfação apresentar os pilares do Hip Hop para as crianças. Elas prestam atenção em tudo. Interagem, questionam e se divertem com a gente”

O projeto foi patrocinado pelo FAC-DF (Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal)

Moraes Moreira: musical recria em palco a vida e musicalidade de um dos grandes gênios da música brasileira; primeira temporada percorre quatro cidades do Brasil

Foto divulgação

Homenageando os 79 anos de legado e cinco décadas de carreira de um dos maiores gênios da música brasileira, ‘Moraes Musical Moreira’ entra para a história ao decifrar, nas entrelinhas, os ‘Mistérios do Planeta’ de Moraes Moreira: “jogando o corpo no mundo”.

O universo de Moraes Moreira chega aos palcos em uma montagem que aposta na diversidade que marcou os “50 anos” de carreira do compositor e gênio baiano. Em cena, o espetáculo Moraes Musical Moreira reúne 19 artistas no palco, dividindo a atenção entre atores, cantores, músicos e multiartistas, a fim de percorrer uma trajetória que não é medida pelo óbvio; mas que mergulha no sonho de um flamenguista do sertão de Ituaçu (BA) até encontrar a mistura do frevo, choro, samba, rock, baião e poesia.

Percorrendo quatro cidades no Brasil em sua primeira temporada, o espetáculo não poderia deixar de estrear no DNA baiano de Moraes, em Salvador, no Teatro Castro Alves – local onde já se apresentou junto à Davi Moraes, seu filho. A estreia nacional celebra a permanência de uma obra que continua atravessando gerações, com o musical seguindo para as ruas de Recife, no Teatro Luiz Mendonça; Brasília, na Sala Martins Pena do Teatro Nacional Cláudio Santoro; e Rio de Janeiro, no Teatro Carlos Gomes.

Moraes, pra mim, é o plural que alcança plurais e se torna um artista singular, único. Dos auto-falantes pras avenidas, sua obra não pertence a uma época, ela se encaixa em qualquer tempo e deixa e recebe um tanto de cada geração que o escuta”, lembra o ator, músico e pesquisador, Rodrigo Sestrem. 

Dando vida a diferentes facetas de Moraes Moreira, o poeta e compositor baiano Rodrigo Sestrem interpreta um Moraes cheio de identidade, bagagem e ideias para compartilhar com o público, como quem ocupa a praça para celebrar a palavra, a música e o encontro. Na sequência, o ator Cris Meirelles encarna um Moraes em busca da inspiração, movido pelo desejo de criar e pelo encontro com a música. 

“Moraes Vaqueiro do Som é alguém que na narrativa é guiado pela escuta dos sons e silêncios do mundo. Alguém que já sentia o invisível som divino  e em seu peito, tudo isso ia guardando. O sino, o cantador que ia passando, a festa da igreja e a feira inteira, a música na praça e a padroeira,com o povo na rua, se alegrando”. E, para mim, é um presente, como intérprete, poder ir vivendo as metamorfoses que essa escuta proporcionou, até chegar a um artista maduro, com uma obra tão rica e que percebe que o lugar da sua música é a rua, que seu público é o povo. Como artista, também me vejo muito mobilizado por isso: uma paixão pela música e de ser um artista popular”, diz o ator e multiartista brasileiro, Cris Meirelles

Entre o real e o fantástico, a Musa Música, interpretada por Júlia Tizumba, surge como uma presença que conduz e provoca Moraes em sua busca pela inspiração. Ao seu redor, o Bloco do Prazer ganha corpo, movimento e novas possibilidades a cada cena, conduzido pelo ritmo cênico e eletrizante de Diana Ramos, Kadu Veiga, Luisa Muricy, Mano Leone, Nana Nevez, Ofámirô, Rapha Gouveia, Sabiá, Saulo Ilogoní e Marcos Lopes

“A Musa Música é uma personagem apaixonante, instigante e desafiadora, pois é intangível, abstrata e está em todo lugar. Em nossa narrativa, ela é a força que inspira e conduz Moraes em suas criações e em sua passagem de cantor para cantador. Me senti muito honrada e agradecida pela confiança da diretora Ana Paula Bouzas para que eu desempenhasse esse papel.  Como a música brasileira tem sua base fundamental nas matrizes africanas, acredito que faz todo o sentido que a Musa Música seja uma mulher negra. A imagem das mulheres negras, em um país racista e machista como o Brasil, não é comumente associada ao lugar de musas inspiradoras, de mulheres dignas de serem admiradas a este ponto. E assim a arte cumpre também o papel de ressignificar a vida e recriar realidades, trazendo as mulheres negras, que são pilares da sociedade, para o lugar de reconhecimento, merecimento e protagonismo que durante tanto tempo nos foi negado”, destaca a atriz e cantora Júlia Tizumba

As coreografias síncronas, as interpretações, a entrega, a dança e a alegria dão palco para um espetáculo que sabe entregar leveza, riso e dança ao passo que faz um “Chame Gente” para cantar clássicos e poesias, além da discografia de mais de 40 álbuns de estúdio do cantor. 

Com direção de Ana Paula Bouzas, o núcleo de direção brinca com a efervescência artística de Moraes Moreira, enquanto traduz para dentro dos palcos as cenas, os movimentos, as pausas, e o alinhamento com os instrumentos, da sanfona à guitarra e a mistura de ritmos, do rock ao baião. 

Sempre tivemos o desejo de que Moraes e sua obra chegassem ao palco a partir de palavras que nos pareciam muito presentes nesta conexão: brasilidade, diversidade, liberdade, paixão e poesia. Foi dessa forma que vivemos o processo de criação. Elenco e banda ali, em encantamento, paixão, obstinação, disponibilidade, vivacidade, deixando que tais palavras inspirassem e produzissem a corporalidade e a atmosfera do nosso musical popular brasileiro , destaca Ana Paula Bouzas. 

O espetáculo conta ainda com Jaya Batista (Diretor Assistente), José Raimundo (Diretor Técnico), a dupla Jai Bispo e Isis Carla (Direção Coreográfica); João Meirelles e Ronei Jorge (Direção Musical) e Renata Mota como Diretora de Arte e Cenógrafa. Com dramaturgia assinada por Fábio Espírito Santo e coordenação de Produção Artística assinada por Fernanda Cardonski, os elementos que dão vida à peça, como o figurino, ficou a cargo de Alexandre Guimarães e Diana Moreira, além dos nomes como Gotham (Visagismo), Adriana Ortiz (Iluminadora) e Victor Vaughan (Designer de Som), que integram a line técnica. A Coordenação Geral do projeto é assinada por Fernanda Bezerra – Maré Produções Artísticas.

A preparação para dar vida a personagens ligados à trajetória de Moraes Moreira exigiu uma imersão no universo artístico do cantor, compositor e poeta. “Trago uma dica: ouçam Moraes Moreira. Se deixem conduzir pelos timbres, arranjos, ritmos, poesia presentes na obra de Moraes Moreira e transforme essa imersão sonora em corpo dançante que brinca. Pensar o trabalho de movimento desse projeto é considerar a brasilidade pulsante da obra de Moraes Moreira e é também se deixar tocar pela paixão da equipe que vem conduzindo o projeto. A obra de Moraes é marcada pela diversidade. Ele soube misturar samba, frevo, baião, rock, fez o chão da Praça o território da alegria, do povo, do corpo brincante, e é a partir dessas pistas que buscamos a presença que está em cena”, comenta o Diretor de Coreografia, Jai Bispo, que faz dupla com Isis Carla. 

Outro destaque é a banda formada por Mistro, Tarcísio Santos, Indira Dourado, Antenor Cardoso e Fredinho, com regência da baixista Carla Suzart e assistente de Direção Musical. As vozes do elenco que formam o Bloco do Prazer, de Cris Meirelles e Rodrigo Sestrem como Moraes Moreira, além da musa Júlia Tizumba, se entrelaçam à energia dos ritmos da banda, com partituras mais serenas até o “chora guitarra” na hora do rock and roll

Inspirado na linguagem do cordel e embalado pelos sucessos de Moraes Moreira, o espetáculo ‘Moraes Musical Moreira’ transforma o palco em um encontro entre o real e o fantástico, sem perder o foco da música do Poeta-Cantador e do Vaqueiro do Som, ou melhor, das múltiplas faces do artista que ganhou o Brasil e o mundo. 

O espetáculo Moraes Musical Moreira é apresentado pelo Ministério da Cultura e pela BB Seguros, com produção da Maré Produções Culturais e patrocínio da BB Seguros. Projeto realizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).

Ficha técnica do elenco:

Direção — Ana Paula Bouzas

Coordenadora Geral e Idealização — Fernanda Bezerra

Texto  — Fábio Espírito Santo

Diretor Assistente — Jaya Batista

Diretor Técnico — José Raimundo 

Coordenadora de Produção Artística — Fernanda Cardonski

Direção Coreográfica — Jai Bispo e Isis Carla

Direção Musical — João Meirelles e Ronei Jorge

Diretora de Arte e Cenógrafa — Renata Mota

Figurinistas — Alexandre Guimarães e Diana Moreira

Visagista — Gotham

Iluminadora — Adriana Ortiz

Designer de Som — Victor Vaughan

Coordenação de Comunicação — Claudio Lima (Bacana Comunicação)

Elenco:

Rodrigo Sestrem

Cris Meirelles

Júlia Tizumba

Diana Ramos

Kadu Veiga

Luisa Muricy

Mano Leone

Nana Nevez

Ofámirô

Rapha Gouveia

Sabiá

Saulo Ilogoní
Marcos Lopes

Banda:

Carla Suzart – Assistente de Direção Musical

Mistro

Tarcísio Santos

Indira Dourado

Antenor Cardoso

Fredinho

[Turnê nacional do ‘Moraes Musical Moreira’]

  • SALVADOR

Sessão para convidados: 13 de agosto, quinta-feira, às 20h;

Quando: 14 a 30 de agosto, de sexta a domingo;

Dias de espetáculo: dias 14, 15 e 16 de agosto (semana 1);  dias 21, 22 e 23 de agosto (semana 2); e dias 28, 29 e 30 de agosto (semana 3); 

Horários: sexta às 20h; sábado e domingo às 17h. Excepcionalmente no dia 30 de agosto (domingo), a sessão inicia às 11h;

Onde: Teatro Castro Alves (TCA), Praça Dois de Julho, Campo Grande, Salvador (BA);

Ingressos: a partir de R$ 25,00; 

Observação: Excepcionalmente no dia 30 de agosto, domingo, o valor é de R$ 1;

Clientes BB Seguros: 45% de desconto sobre o valor da inteira utilizando o cupom BBSEGUROSMORAESMUSICAL;

Clientes Banco do Brasil: 20% de desconto no pagamento com cartões Banco do Brasil;

Descontos não cumulativos.

  • RECIFE

Quando: 4 a 6 de setembro, de sexta a domingo;

Onde: Teatro Luiz Mendonça, Av. Boa Viagem, Boa Viagem, Recife (PE);
Horários: sexta às 20h, sábado às 20h, e domingo às 16h e 20h; 

Ingressos: a partir de R$ 25,00;

Clientes BB Seguros: 45% de desconto sobre o valor da inteira utilizando o cupom BBSEGUROSMORAESMUSICAL;

Clientes Banco do Brasil: 20% de desconto no pagamento com cartões Banco do Brasil;

Descontos não cumulativos.

  • BRASÍLIA

Quando: 24 a 26 de setembro, de quinta a sábado;

Onde: Sala Martins Pena, do Teatro Nacional Cláudio Santoro, SCTN – Plano Piloto, Brasília;

Ingressos: a partir de R$ 25,00;

Clientes BB Seguros: 45% de desconto sobre o valor da inteira utilizando o cupom BBSEGUROSMORAESMUSICAL;

Clientes Banco do Brasil: 20% de desconto no pagamento com cartões Banco do Brasil;

Descontos não cumulativos.

  • RIO DE JANEIRO

Quando: 5 a 29 de novembro;
Horários: quintas e sextas-feiras, às 19h, e aos sábados e domingos, às 17h;

Onde: Teatro Carlos Gomes, Praça Tiradentes, s/n°, Centro, Rio de Janeiro (RJ);

Ingressos: a partir de R$ 25,00;

Clientes BB Seguros: 45% de desconto sobre o valor da inteira utilizando o cupom BBSEGUROSMORAESMUSICAL;

Clientes Banco do Brasil: 20% de desconto no pagamento com cartões Banco do Brasil;

Descontos não cumulativos.

Israel & Rodolffo voltam a Brasília para show na Fazenda Churrascada

Foto divulgação

Dupla sertaneja se apresenta no dia 3 de setembro, no Clube de Golfe, com repertório que reúne grandes hits e sucessos recentes

Os fãs de música sertaneja em Brasília já podem se preparar para mais uma noite especial. Após a primeira apresentação na Fazenda Churrascada Brasília, em janeiro deste ano, Israel & Rodolffo retornam ao palco da casa para um jantar inesquecível no dia 3 de setembro.
 

A dupla promete trazer músicas que marcaram sua trajetória e conquistaram o público brasileiro, como “Batom de Cereja”, “Faz Amor Comigo Só Hoje” e sucessos dos projetos mais recentes, como “Let’s Bora” e “Aqui e Agora”.
 

Com mais de 28 anos de parceria, Israel & Rodolffo construíram uma das carreiras mais reconhecidas do sertanejo nacional. A história da dupla começou ainda na infância, em Goiás, e evoluiu ao longo dos anos com uma sonoridade que mistura referências do sertanejo tradicional com elementos contemporâneos do gênero.
 

O sucesso nacional veio acompanhado de uma forte conexão com os fãs e de uma presença de palco marcante. No repertório do show, a dupla deve passear por diferentes fases da carreira, reunindo canções românticas, músicas animadas e grandes hits que fazem parte da memória do público.
 

Fazenda Churrascada Brasília
 

Localizada no Clube de Golfe, a Fazenda Churrascada Brasília combina gastronomia, música e entretenimento em uma experiência completa. A casa é reconhecida pelos cortes especiais preparados em diferentes técnicas, como fogo de chão, parrilla e pit smoker, além de receber grandes nomes da música brasileira em sua programação.
 

O espaço já foi palco de apresentações de artistas como Michel Teló, Leonardo, Zezé Di Camargo & Luciano, Fernando & Sorocaba, César Menotti & Fabiano, entre outros, consolidando-se como um dos destinos para quem busca unir boa gastronomia e música ao vivo em Brasília.
 

As reservas para o show de Israel & Rodolffo podem ser feitas exclusivamente pelo WhatsApp (61) (61) 9 9956-1628 ou pelas redes sociais da casa, em @fazendachurrascadabsb.
 

Serviço
Show Israel & Rodolffo – Fazenda Churrascada Brasília
Data: quinta-feira, 3 de setembro
Local: Fazenda Churrascada Brasília – Clube de Golfe
Horário: a partir das 20h
Reservas: (61) 9 9956-1628 (WhatsApp) ou @fazendachurrascadabsb

Espetáculo Novela Mexicana transforma os clássicos melodramas latinos em uma comédia no Teatro Brasília Shopping 

Foto divulgação

A Montagem faz uma divertida homenagem ao universo das novelas que marcaram gerações nos dia 5 e 6 de setembro

Vilãs impiedosas, amores impossíveis, segredos de família, revelações bombásticas e os tradicionais tapas dramáticos. Elementos que marcaram as novelas latino-americanas ganham uma releitura bem-humorada em Novela Mexicana, espetáculo que será apresentado nos dias 05 e 06 de setembro, às 20h, no Teatro Brasília Shopping.

Com texto e direção de Oliver Oliveira, a comédia mergulha nos exageros e clichês que consagraram o gênero para construir uma paródia repleta de humor e referências facilmente reconhecidas pelo público. A montagem aposta em personagens caricatos, situações improváveis e uma sucessão de reviravoltas que transformam o melodrama em uma experiência de muitas gargalhadas.

Ao mesmo tempo em que satiriza os elementos mais marcantes das novelas, a peça presta homenagem a um dos formatos mais populares da televisão latino-americana. O resultado é um espetáculo leve e divertido, capaz de conquistar tanto os fãs das tradicionais tramas quanto os amantes da comédia teatral.

SERVIÇO:  Espetáculo: Novela Mexicana
Datas: 05 e 06 de setembro.
Horário: às 20h.
Local: Teatro Brasília Shopping – Teatro Brasília Shopping – SCN Quadra 05, Bloco A, Asa Norte, Brasília (DF).
Classificação indicativa: Livre.
Ingressos: R$ 60 (inteira),  R$ 30 (meia)
Vendas: https://www.sympla.com.br/produtor/estrellaculturaearte

Eixão da Diversidade ocupa centro de Brasília com arte e debates no domingo (6)

Foto divulgação

Segunda edição do evento gratuito reúne shows, performances drag, rodas de conversa e poesia no Eixão do Lazer 

Brasília recebe em 6 de setembro (domingo), das 10h às 17h30, a segunda edição do Eixão da Diversidade, evento gratuito no Eixão do Lazer, na altura da 205 Norte. Entre as atrações estão o cortejo percussivo Capivareta Repercussiva, o grupo Canto das Pretas, a cantora Hanna Amim e a DJ Ipê Ferraz. A arte drag entra em cena com as performances de Pérola Negra, Larissa West e Luwi Bloom, com apresentação de Victor Baliane, enquanto a artista Kika de Moraes realiza intervenções poéticas pela pista do Eixão com a personagem Miss Bijú.

Além da programação artística, o projeto promove o debate de ideias em duas rodas de conversa centradas no tema “Quem somos quando somos vistos? Direitos da personalidade, reconhecimento e presença LGBTQIAPN+ na cidade”. A primeira mesa reúne Ruth Venceremos, Madu Krasny e Andrey Lemos, facilitada por Mafê Oliveira e Leilla Portela. O segundo encontro conta com Kiki Kleim, Symmy Larrat e Mukaíla Manika. A ação foi estruturada em alinhamento com a Política Distrital de Equidade de Gênero e oferece acessibilidade total com intérpretes de Libras e audiodescrição simultânea.

A dimensão política de ocupar o centro capital é reforçada pela diretora geral Mafê Oliveira, ao defender que a diversidade precisa ocupar este espaço. “Transformar essa via em um território de afeto, resistência e cidadania para a comunidade LGBTQIAPN+ carrega um impacto político gigantesco. Significa dizer que nossos corpos, nossas identidades e nossas expressões não devem ser marginalizadas ou restritas a espaços fechados”, pontua a diretora.

A integração entre reflexão e celebração foi o ponto de partida para a escolha das atrações e da feira de empreendedorismo. Segundo a diretora de produção Carol Cortez, a proposta da curadoria foi desenhada para conectar as urgências políticas ao entretenimento. “A intenção foi construir um ecossistema onde a troca de conhecimento, a geração de renda e o entretenimento estivessem em absoluta sintonia”, explica.

Para a diretora de comunicação Leilla Portela, a realização da segunda edição reforça o papel da arte dissidente como uma engrenagem econômica e social viva no Distrito Federal. “Representa a prova concreta de que a cultura LGBTQIAPN+ não é apenas entretenimento, mas uma cadeia produtiva sólida, capaz de gerar oportunidades, empregar profissionais do setor, movimentar a economia criativa local e formar público”, afirma.

Idealizado e produzido pela Coletiva Corpas no Mundo, grupo independente de artistas e ativistas LGBTQIAPN+ do DF, o projeto transforma a via pública em um território vibrante de afirmação de direitos. Surgida em 2023 no Distrito Federal a partir de processos de formação em produção cultural, a coletiva consolida o evento como marco no calendário cultural da capital, garantindo que o direito à cidade seja vivenciado com cor, música e presença política.

SERVIÇO
Eixão da Diversidade
6 de setembro de 2026 (domingo, das 10h às 17h30
No Eixão do Lazer – Eixão Norte, altura da quadra 205 Norte
Entrada gratuita
Classificação indicativa: livre
Acessibilidade: tradução simultânea em Libras na abertura oficial e audiodescrição Realização: Coletiva Corpas no Mundo
Informações: instagram.com/coletivacorpas

55 anos depois, João Tomé retorna a Brasília pelas telas do Festival de Brasília

Foto divulgação

Dirigido por Edileuza Penha de Souza, “Nem Todos Sabem” integra a Mostra Brasília do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e recupera a trajetória de artista que ajudou a construir a memória cultural da capital

Cinquenta e cinco anos depois de sua partida, a história de João Tomé volta a ser contada em Brasília. Compositor, poeta, professor e autodidata, o artista cego é o personagem central de “Nem Todos Sabem”, documentário de 83 minutos dirigido por Edileuza Penha de Souza, selecionado para a Mostra Brasília do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

No último dia 24 de agosto, completaram-se 55 anos da morte de João Tomé. A data ganha um significado especial diante da chegada do filme ao festival, criando uma ponte entre a memória de um artista que viveu os primeiros anos da capital e o presente de uma cidade que continua reconstruindo sua própria história.

A partir de música, poesia, memórias e registros de sua trajetória, “Nem Todos Sabem” apresenta um homem que transformou desafios em criação e encontrou na arte uma maneira de se expressar e ocupar seu lugar no mundo. Sua história se confunde com a de uma Brasília ainda em formação e revela um capítulo pouco conhecido da vida cultural da cidade.

Para Edileuza Penha de Souza, realizar o filme também significa enfrentar o apagamento de histórias que precisam permanecer vivas. “Quando a gente recupera a trajetória de João Tomé, não está apenas contando a história de um artista. Estamos recuperando uma parte da memória de Brasília e devolvendo a ele um lugar que também é seu. Cinquenta e cinco anos depois, poder levar essa história ao Festival de Brasília tem uma força muito simbólica. É como se sua voz voltasse a ecoar na cidade.”

Ao chegar à Mostra Brasília, “Nem Todos Sabem” propõe justamente esse reencontro. O filme recupera João Tomé não apenas como personagem de seu tempo, mas como um artista cuja trajetória ainda pode provocar novas perguntas sobre memória, pertencimento, acessibilidade, criação e sobre os muitos personagens que ajudaram a construir culturalmente a capital.

A participação no 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro amplia esse movimento de resgate e coloca a história de João Tomé diante de um novo público. Cinquenta e cinco anos após sua morte, sua música, seus sonhos e seu legado voltam a encontrar Brasília, desta vez pelas telas do cinema.

O projeto conta com patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e da Lei Paulo Gustavo/Ministério da Cultura.

SERVIÇO: Exibição Documentário “Nem Todos Sabem”

59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro – Mostra Brasília.

Direção: Edileuza Penha de Souza.

Documentário | 83 minutos | 2026.

Classificação indicativa: 10 anos.

Sessões:

17 de setembro | Quinta-feira

18h – Cine Brasília.

19h45 – Complexo Cultural de Planaltina.

19h45 – Universidade Católica de Brasília, Taguatinga, Bloco G.

18 de setembro | Sexta-feira

15h – Sala 2 do Cine Cultura Liberty Mall.

Celebração de 25 anos de Harry Potter e a Pedra Filosofal segue em cartaz em cinemas de todo o Brasil

Após sucesso de vendas para as sessões desse domingo (30), clássico continuará em exibição até o dia 2 de setembro

Os fãs que não conseguiram garantir ingressos para a sessão comemorativa de Harry Potter e a Pedra Filosofal ontem, 30 de agosto, podem comemorar, pois a Warner Bros. Pictures confirmou sessões extras do filme, que segue em cartaz até o dia 2 de setembro em todo o Brasil, disponível também em versões acessíveis. 

A reexibição celebra os 25 anos do primeiro longa da franquia Harry Potter, oferecendo ao público uma nova oportunidade de acompanhar nas telonas o início da jornada de Harry (Daniel Radcliffe), Rony (Rupert Grint) e Hermione (Emma Watson) no universo mágico de Hogwarts. 

Além do filme, um conteúdo exclusivo de bastidores do longa é exibido ao final de cada sessão, trazendo depoimentos especiais da época das gravações. Os então jovens atores e outros membros do estelar elenco adulto levarão o público de volta ao início dos anos 2000, contando curiosidades diretamente do set.  

Informações sobre ingressos, horários e salas participantes podem ser consultadas diretamente junto às redes exibidoras.  

Acesse as redes sociais Warner Bros. Pictures:   
Instagram: @wbpictures_br   
Facebook: Warner Bros. Pictures   
X: @wbpictures_br   
Tiktok: @wbpicturesbr   

“Qualidade Etária” celebra a potência da maturidade artística com shows gratuitos no Jardim Botânico e Jardins Mangueiral

Foto divulgação

Projeto homenageia os 76 anos do compositor, poeta e escritor Carlos Jansen; apresentações também reúnem artistas com décadas de trajetória nos palcos brasileiros, como Cely Curado, Lúcia de Maria e Márcia Tauil

A música, a poesia e a memória se encontram no espetáculo musical-literário Qualidade Etária, nesta quinta (03/09) e sexta-feira (04/09). Com a proposta de celebrar a trajetória e a potência criativa de artistas 60+, o projeto promove duas apresentações gratuitas no Jardim Botânico e no Jardins Mangueiral, em uma homenagem aos 76 anos do compositor, poeta, escritor e pediatra Carlos Jansen.

O espetáculo traz ao palco as interpretações das cantoras Cely Curado, Lúcia de Maria e Márcia Tauil, vozes de projeção nacional com sólidas carreiras e parceria de anos com o homenageado. Ao longo dos shows, o público poderá conferir a execução das obras, entrelaçada a intervenções poéticas do próprio Carlos Jansen.

Mais do que uma celebração de aniversário, Qualidade Etária propõe uma reflexão sobre tempo de criação, reinvenção e força artística da maturidade na produção cultural. Ao proporcionar espaços para artistas com 60 anos ou mais, o projeto valoriza a experiência acumulada ao longo de décadas, propondo uma reflexão sobre como a passagem do tempo pode ampliar repertórios, perspectivas e possibilidades de criação.

Para o grande homenageado da noite, Carlos Jansen, chegar aos 76 anos celebrando a música, a poesia e, principalmente, os encontros que a arte proporciona, é um grande presente. “O tempo nos traz experiências, histórias e novas maneiras de olhar para aquilo que criamos. Ter Cely Curado, Márcia Tauil e Lúcia de Maria interpretando minha obra torna esse momento ainda mais especial, porque são artistas com quem compartilho uma trajetória de amizade, música e muita admiração. O Qualidade Etária é, para mim, uma celebração da vida e da certeza de que a arte continua nos movendo, nos transformando e nos aproximando”, destaca. 

Realizado pelo Ponto de Cultura Waldir Azevedo, em parceria com a Âmbar Soluções Criativas, o projeto Qualidade Etária conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF). 

Sobre Jansen: Nascido em Salvador (BA), Carlos Jansen chegou em Brasília no início da década de 1960, ainda com 11 anos. Desde a adolescência, transita pelo meio musical, tendo participado e vencido festivais estudantis na Capital federal. Em 1975, formou-se em Medicina pela Universidade de Brasília (UnB).

Embora tenha a pediatria como ofício há muitas décadas, Jansen nunca deixou a música e a poesia de lado e consolidou também uma carreira artística como compositor, poeta e escritor. Ele produziu obras destinadas tanto ao público infantil quanto adulto. Sua produção reúne parcerias com nomes como Cristovão Bastos, Mabel Velloso, Lúcia de Maria, Cely Curado e Márcia Tauil. Entre os destaques de sua trajetória, está o canal Tio.Jansen no YouTube, com desenhos animados de músicas infantis, trabalho que evidencia sua dedicação à música e à valorização da cultura brasileira.

SERVIÇO:
Qualidade Etária – homenagem aos 76 anos de Carlos Jansen
Quando: 03 e 04/09. Quinta e sexta-feira, às 20h.
Onde: Jardins Mangueiral e Jardim Botânico
Quanto: entrada franca
Classificação indicativa: livre

PROGRAMAÇÃO
03/09: Quinta-feira
Feira Sabores da Noite – Jardins Mangueiral
Endereço: ao lado da Quadra 2 – Jardins Mangueiral/DF

04/09: Sexta-feira
Feira Vila Gastronômica – Jardim Botânico
Endereço: Jardim Botânico III – Parque Vivencial (em frente à academia Corpo e Saúde)

“Sabores e Saberes” leva culinária, ancestralidade e sustentabilidade ao Novo Gama

Dkivulgação

Segunda etapa do projeto acontece nos dias 5 e 6 de setembro, na Casa de Oyá, com vivências gratuitas sobre gastronomia tradicional, cozinhas comunitárias, agroecologia e preservação dos saberes afro-brasileiros

Depois de iniciar seu percurso em Planaltina, a segunda edição de Sabores e Saberes – O Tabuleiro da Baiana segue para o Novo Gama (GO), onde realiza, nos dias 5 e 6 de setembro, seu segundo ciclo de vivências formativas. A Casa de Oyá recebe dois dias de atividades gratuitas que articulam culinária de terreiro, segurança alimentar, agroecologia, sustentabilidade, geração de renda e preservação de conhecimentos ancestrais.

A programação reúne quatro vivências conduzidas por mulheres que atuam em diferentes frentes da cultura, da alimentação e da preservação dos saberes tradicionais. Yalorixá Jussara Morais, Ekejie Cleide Morais, Muzenza Imoxicongo Raíssa Felipe e Bruna Crioula estarão à frente das atividades, que combinam conhecimento, práticas culinárias, experiências comunitárias e reflexão sobre as relações entre alimento, território, memória e identidade.

Realizado pela Fundação Cultural Palmares, por meio dos institutos Lente Cultural e Kitanda Cultura de Terreiro, o projeto promove ciclos formativos em territórios tradicionais de matriz africana. A proposta parte da culinária afro-brasileira como patrimônio cultural e instrumento de transmissão de conhecimentos, mas também como possibilidade de fortalecimento social e econômico das comunidades.

Culinária, território e sustentabilidade

Na Casa de Oyá, as vivências percorrem diferentes dimensões da relação entre alimentação, ancestralidade e território. Em Tabuleiro da Baiana, Yalorixá Jussara Morais aborda a gastronomia tradicional como instrumento econômico e de desenvolvimento sustentável. A atividade inclui visita técnica aos espaços da Casa de Oyá, discussão sobre economia sustentável no contexto das comunidades tradicionais, preparo de um prato da gastronomia tradicional e almoço coletivo.

A educadora Ekejie Cleide Morais, da Favela Gastronômica, retorna ao projeto com Cozinhas Comunitárias, voltada às práticas de segurança alimentar e nutricional e ao aproveitamento integral dos alimentos. A atividade parte de experiências de cozinhas comunitárias para trabalhar técnicas de armazenamento, distribuição e utilização integral dos ingredientes.

Em Terreiro Sustentável, a agroecologista Muzenza Imoxicongo Raíssa Felipe trabalha o preparo do território para a construção de agroflorestas e a preservação ambiental do solo. A programação inclui visita à área de plantio da Casa de Oyá, separação e tratamento de resíduos orgânicos, compostagem, uso de insumos orgânicos e preparo de um prato da culinária tradicional.

A facilitadora Bruna Crioula conduz a oficina Culinária Ccontracolonial, voltada à culinária de terreiro como patrimônio histórico-cultural afro-brasileiro e tecnologia de manutenção da memória e da sustentabilidade comunitária. A atividade propõe uma imersão na culinária contra colonial e a investigação de plantas alimentícias não colonizadas, articulando saberes ancestrais, alimentação e práticas de fortalecimento das comunidades.

Um percurso iniciado em Planaltina

O Novo Gama dá continuidade ao percurso iniciado em 22, no Ponto de Cultura Terreiro da Vovó Maria Conga, em Planaltina (DF). O primeiro polo contou com Mãe Maria do Cerrado, Ekejie Cleide Morais e Bruna Crioula à frente das vivências formativas, compartilhando conhecimentos e experiências relacionados à culinária afro-brasileira e aos saberes tradicionais.

A passagem pelos dois territórios permite ao projeto aproximar experiências distintas e, ao mesmo tempo, conectadas pela preservação dos conhecimentos ancestrais. Ao relacionar patrimônio cultural, segurança alimentar, sustentabilidade e economia criativa, Sabores e Saberes coloca esses conhecimentos em diálogo com questões contemporâneas como geração de renda, soberania alimentar, preservação ambiental e fortalecimento comunitário.

A iniciativa também dialoga com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), especialmente aqueles relacionados à fome zero e à agricultura sustentável, à igualdade de gênero, ao trabalho decente e à geração de renda, à redução das desigualdades, à preservação das comunidades e ao consumo e à produção responsáveis.

Próxima etapa: encontro dos dois polos

Após as vivências no Novo Gama, Sabores e Saberes – O Tabuleiro da Baiana terá sua culminância em 4 de novembro, na Fundação Cultural Palmares, em Brasília. O encontro reunirá participantes e experiências dos polos de Planaltina e Novo Gama para compartilhar os resultados construídos ao longo do projeto.

A programação prevista inclui debates sobre patrimônio, cultura e políticas públicas, apresentações culturais, exposição e degustação dos pratos desenvolvidos pelos participantes e a presença da chef e Makota Solange Borges, da Bahia. Idealizadora do projeto Culinária de Terreiro e do Festival do Dendê, ela comandará uma aula-show e lançará o livro Festival do Dendê. A programação completa da culminância será divulgada posteriormente.

SERVIÇO

Sabores e Saberes – O Tabuleiro da Baiana
Vivência Formativa – Polo II

Datas: 5 e 6 de setembro de 2026, sábado e domingo
Horário geral: das 9h às 17h
Local: Casa de Oyá – Novo Gama (GO)
Participação: gratuita
Transporte: ônibus gratuito e exclusivo, com saída do estacionamento do SESI Lab, no Plano Piloto (DF)

Tabuleiro da Baiana
Facilitadora: Yalorixá Jussara Morais
Carga horária: 4 horas

Cozinhas Comunitárias
Facilitadora: Ekejie Cleide Morais – Favela Gastronômica
Carga horária: 4 horas

Terreiro Sustentável
Facilitadora: Muzenza Imoxicongo Raíssa Felipe – agroecologista
Carga horária: 4 horas

Culinária Contracolonial
Facilitadora: Bruna Crioula

Carga horária: 4 horas

A premiada cinebiografia sobre Gonzaguinha estreia no próximo dia 3 nos cinemas

Por Gláucie Lima

Divulgação

Gonzaguinha, Da Maior Liberdade” foi premiado com o Kikito de Melhor Longa-metragem Documentário, no Festival de Gramado 2026 chega às salas de cinema nesta quinta-feira (3)

Dirigido por Susanna Lira, o filme apresenta a trajetória de Luiz Gonzaga Jr., destacando sua atuação como agente político e sua contribuição para a música popular brasileira, onde se consolidou como um dos principais artistas de sua geração. O documentário percorre desde sua infância, relatando sua adoção, seus três pais, conforme ele mesmo declarava, sua reconciliação com o sanfoneiro Luiz Gonzaga, a ponto de saírem em tour juntos (Vida de Viajante), em 1981 até seu trágico falecimento

O documentário reúne imagens de arquivo, registros musicais e a reconstituição de uma entrevista concedida por Gonzaguinha ao jornal O Pasquim. Na dramatização, o cantor e compositor é interpretado brilhantemente pelo ator André Dale

Sinopse

O documentário resgata a trajetória de Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior, o Gonzaguinha, um dos artistas mais importantes da música popular brasileira e da construção da memória democrática do país. Por meio de imagens de arquivo, canções, depoimentos e registros históricos, a produção revisita sua obra marcada pela poesia, pela indignação e pelo desejo de liberdade. Filho de Luiz Gonzaga, Gonzaguinha construiu uma identidade própria ao transformar experiências pessoais e questões sociais em músicas que dialogavam diretamente com seu tempo. Entre a repressão da ditadura, as desigualdades brasileiras e a redemocratização, o filme revela a força de um artista cuja voz permanece atual.

Ficha Técnica Geral

  • Título Original: Gonzaguinha, Da Maior Liberdade
  • Ano de Lançamento: 2026
  • País de Origem: Brasil
  • Duração: 78 minutos
  • Gênero: Documentário, Biografia, Musical
  • Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 12 anos [123]

Equipe Técnica

Elenco (Dramatização e Arquivo)

  • André Dale (como Gonzaguinha na reconstituição de entrevistas)
  • Ernesto Leão
  • Gedivan de Albuquerque
  • Gonzaguinha (através de farto material de arquivo histórico)

‘DRAGÕES’, FILME QUE REVELA A CONSTRUÇÃO DO ‘MITO’ JAIR BOLSONARO, TERÁ SUA ESTREIA NACIONAL NA COMPETIÇÃO DO FESTIVAL DO RIO

Foto divulgação

Dirigido por Miguel Antunes Ramos e produzido pela Enquadramento Produções e pela Esquina Filmes, em parceria com o Canal Curta!, o longa parte de mais de 4 mil vídeos publicados no YouTube do ex-presidente para investigar o papel das imagens na construção do poder e na ascensão da extrema-direita

O documentário Dragões, de Miguel Antunes Ramos, acaba de ser anunciado na competição da Première Brasil da próxima edição do Festival do Rio, que acontece de 1 a 11 de outubro. A partir dos mais de 4 mil vídeos publicados por Jair Bolsonaro no YouTube e outras redes sociais, desde quando era um desconhecido deputado até a frustrada tentativa de golpe, o filme analisa como as imagens contribuíram para a construção de sua imagem política, para entender sua meteórica trajetória até a Presidência da República e as estratégias de comunicação da extrema-direita.

“Esse filme começou diante das mudanças profundas que o Brasil enfrentou a partir de 2018. Nesse processo, surgiu uma nova forma de fazer política através das imagens: uma produção aparentemente improvisada, tosca ou casual, mas que possuía estratégia, planejamento e organização. O filme nasce de um olhar para essa produção imagética buscando a levar a sério, e perguntar: o que se passa quando as imagens deixam de apenas representar o poder e passam a ser uma de suas principais formas de exercício?”, diz Miguel Ramos sobre suas motivações para realizar o filme.

Dragões coloca esse material em diálogo com imagens produzidas em outros momentos da história brasileira. Entre elas, está “Independência ou Morte, célebre pintura de Pedro Américo. Realizada décadas depois do 7 de Setembro de 1822, a obra ajudou a fixar no imaginário nacional uma versão grandiosa e heroica da declaração da Independência por Dom Pedro I, ainda que guarde pouca proximidade com os acontecimentos reais daquela data. 

“Quando Miguel nos procurou, há quase uma década, para fazer este filme, eu não conseguia enxergar as articulações que ele via naquele material do Bolsonaro. Ao longo dos anos, ele foi nos mostrando os pontos de conexão, revelando como aquelas imagens, que à primeira vista pareciam espontâneas e difusas, partiam de uma  construção muito precisa e deliberada. Durante o roteiro e a montagem, Miguel foi revelando a lógica por trás das imagens e nos fazendo perceber que o poder estava sendo construído diante dos nossos olhos.” diz Julia Murat, da Esquina Filmes.

A partir de uma extensa pesquisa sobre as imagens produzidas pelo poder no Brasil, realizada ao longo de quase 10 anos, Miguel Antunes Ramos percorre diferentes períodos da história do país, das ditaduras aos governos mais recentes, em busca do que muda — e do que permanece — nessas representações. Ao aproximar imagens separadas por décadas e até séculos, Dragõesinvestiga não apenas o que elas mostram ou escondem, mas como ajudam a construir o próprio poder.

“Dragões chega ao público no calor de um momento histórico em que essa reflexão se tornou urgente. No Brasil e em diferentes partes do mundo, a extrema-direita transformou as redes sociais em um espaço central de disputa política, mudando não apenas a forma de se comunicar, mas também de construir vínculos e mobilizar eleitores. Entender como essas imagens e estratégias produzem identificação e poder é fundamental para que possamos construir formas efetivas de enfrentá-las”, afirma Leonardo Mecchi, da Enquadramento Produções.

O filme foi realizado através de recursos do Fundo Setorial do Audiovisual, em parceria com o Canal Curta!, e será posteriormente distribuído em salas de cinema pela Descoloniza Filmes.

SINOPSE
Dragões mergulha nas imagens que moldaram o mito político de Jair Bolsonaro, de seus primeiros vídeos no YouTube até o fim de seu mandato. Ao longo de noites em claro, um narrador deriva pelo fluxo de lives, selfies e discursos de Bolsonaro, em busca da lógica de um poder forjado nas imagens e através delas. Ao confrontar esse regime visual com a iconografia oficial brasileira, o filme investiga como o poder é entendido, repetido e afirmado através das imagens, em uma época em que a política se dá cada vez mais nas telas.

SOBRE O DIRETOR
Miguel Antunes Ramos é cineasta, roteirista e montador, formado em Audiovisual pela ECA-USP. Seu trabalho investiga temas como as transformações das paisagens urbanas e a permanência da violência histórica. Dirigiu curtas como E (2014), exibido no Festival de Roterdã e vencedor do prêmio de melhor filme na Mostra de Tiradentes e no É Tudo Verdade; A Era de Ouro (2014), indicado ao Prêmio Grande Otelo e premiado em Melhor Montagem no Janela Internacional de Cinema de Recife; e O Castelo (2015), premiado no Kinoforum. Estreou na direção de longas com Banco Imobiliário (2016), que teve sua première na Mostra Tiradentes, seguido por Filhos de Macunaíma (2019), A Flecha e a Farda (2020) e A Voz de Deus (2025), Prêmio Especial do Júri no Festival de Málaga, na Espanha, e de Melhor Montagem no Festival Olhar de Cinema de Curitiba. Dragões (2026) é seu sexto longa-metragem.

FILMOGRAFIA
2012 – Um, Dois, Três, Vulcão – curta
2013 – Salomão – curta
2014 – A Era de Ouro – curta
2014 – E – curta
2015 – O Castelo – curta
2016 – Banco Imobiliário – longa
2017 – Operações de Garantia da Lei e da Ordem – longa, codirigido por Júlia Murat
2016 – Comissão de Vendas – curta
2019 – Filhos de Macunaíma – longa
2020 – A Flecha e a Farda – longa
2022 – Ensemble – longa coletivo
2025 – A Voz de Deus – longa
2026 – Dragões – longa

FICHA TÉCNICA
Gênero | documentário
Empresas Produtoras | Enquadramento Produções, Esquina Filmes
Duração | 84 minutos
País e Ano de Produção | Brasil, 2026
Direção e Narração | Miguel Antunes Ramos
Argumento | Guilherme Giufrida, Miguel Antunes Ramos
Roteiro | Guilherme Giufrida, Iris Junges, Letícia Simões, Matheus Nery, Miguel Antunes Ramos, Vicente Antunes Ramos
Produção | Leonardo Mecchi, Julia Murat
Produção Executiva | Julia Murat, Isabel Lessa, Leonardo Mecchi
Pesquisa | Patrícia Machado
Fotografia | Léo Bittencourt
Montagem | Alexandre Leco Wahrhaftig
Trilha Sonora Original | Kiko Dinucci, Podeserdesligado
Som Direto | Francisco Craesmeyer, Tomas Franco
Desenho de Som | Henrique Chiurciu, João Victor Coura
Mixagem de Som | Fernando Henna, Daniel Turini

SOBRE AS PRODUTORAS

ENQUADRAMENTO PRODUÇÕES

A Enquadramento Produções é uma produtora cinematográfica sediada em São Paulo, com quase 20 anos de atuação no desenvolvimento e produção de longas-metragens de ficção e documentário, com forte vocação para obras autorais, coproduções internacionais e diversidade de vozes e temas. Em sua filmografia destacam-se títulos como Los Silencios, de Beatriz Seigner, A Febre, de Maya Da-Rin, O Estranho, de Flora Dias e Juruna Mallon, e A Transformação de Canuto de Ariel Ortega e Ernesto de Carvalho, entre outros, selecionados e premiados em importantes festivais internacionais, como Cannes, Berlinale, Locarno, Rotterdam, Toronto, San Sebastián e IDFA.

Sua mais recente produção, Elefantes na Névoa, de Abinash Bikram Shah (coprodução entre Nepal, Alemanha, Brasil, França e Noruega), realizada em coprodução com a Bubbles Project, recebeu o Prêmio do Júri da mostra Un Certain Regard na última edição do Festival de Cannes. Atualmente, a Enquadramento Produções mantém uma ampla carteira de projetos em desenvolvimento com perfil autoral e internacional e encontra-se em pós-produção do longa Alvorada, de Leonor Noivo (coprodução com a produtora portuguesa Terratreme).

ESQUINA FILMES

ESQUINA é uma produtora audiovisual sediada no Rio de Janeiro, com 15 anos de atuação. Entre seus filmes estão “NARCISO”, vencedor do prêmio FIPRESCI no Festival de Berlim de 2026 e “AS HERDEIRAS”, vencedor do Urso de Prata de Melhor Direção e Melhor Atriz no Festival de Berlim de 2018, ambos dirigidos por Marcelo Martinessi; “REGRA 34”, vencedor do Leopardo de Ouro de Melhor Filme no Festival de Locarno de 2022 e “PENDULAR”, vencedor do prêmio FIPRESCI no Festival de Berlim de 2017, ambos dirigidos por Julia Murat.

Na área de documentários, produziu “SATÉLITES”, de Leo Bittencourt, “EXCELENTÍSSIMOS”, de Douglas Duarte, e “OPERAÇÕES DE GARANTIA DE LEI E DA ORDEM”, codirigido por Julia Murat e Miguel Ramos. Foi também produtora associada de “A FEBRE”, de Maya Da-Rin, vencedor do Prêmio de Melhor Ator no Festival de Locarno 2019, e “A VIDA PRIVADA DOS HIPOPÓTAMOS”, de Matias Mariani e Maíra Bühler, estreado no FID Marseille 2014.

CANAL CURTA!

O canal Curta! está presente nas residências de mais de 5 milhões de assinantes de TV paga e pode ser visto nos canais 556 da Claro tv, 75 da Oi TV e 664 da Vivo Fibra; além de em operadoras associadas à NEO. O canal integra o Grupo Curta, formado também pelas marcas CurtaOn, Brasiliana TV, Porta Curtas, CurtaEducação e Curta! Cine-Distribuidora.

O CurtaOn – Clube de Documentários está disponível no Prime Video Channels, na Claro tv+, e no site da plataforma, contando com centenas de filmes e episódios de séries documentais organizados por temas de interesse sobre cultura e humanidades. O streaming Brasiliana TV é disponibilizado gratuitamente para os assinantes da Claro tv+ e oferece uma ampla gama de séries e filmes brasileiros, de ficção a documentários, desde clássicos a produções recentes. O Porta Curtas é o primeiro e maior site de catalogação e exibição de curtas-metragens do Brasil, com um acervo formado por clássicos do cinema nacional e obras recentes que se destacaram em festivais. O CurtaEducação é uma plataforma de streaming que une educação e entretenimento para promover ciência e cultura por meio do audiovisual. E a Curta! Cine-Distribuidora  visa ampliar a atuação do grupo no mercado audiovisual brasileiro, oferecendo apoio estratégico para promover a circulação de filmes e séries nacionais em diferentes janelas de exibição: cinema, TV, streaming, plataformas digitais, circuitos culturais e educativos.

DESCOLONIZA FILMES

A Descoloniza Filmes é uma distribuidora e produtora audiovisual independente sediada em São Paulo, fundada em 2017 por Ibirá Machado. Desde 2018, atua no lançamento e circulação de filmes autorais brasileiros e do sul global, com foco em obras de relevância social, política e cultural. Seu catálogo reúne longas exibidos e premiados em importantes festivais nacionais e internacionais, como Cannes, Berlim, Rotterdam, É Tudo Verdade e Festival de Brasília, além de circulação comercial em salas de cinema, plataformas digitais e televisão. Entre os títulos lançados estão Carta Para Além dos Muros, de André Canto (Top 10 Netflix Brasil), Aleluia, o Canto Infinito do Tincoã, de Tenille Barbosa, Para Onde Voam as Feiticeiras, de Eliane Caffé, Carla Caffé e Beto Amaral, Dorival Caymmi – Um Homem de Afetos, de Daniela Broitman, Máquina do Desejo, de Lucas Weglinski e Joaquim Castro, Luz nos Trópicos, de Paula Gaitán, Incompatível com a Vida, de Eliza Capai, Thiago & Ísis – Os Biomas do Brasil, de João Amorim, Neirud, de Fernanda Faya, e Rejeito, de Pedro de Filippis. Em 2026, a Descoloniza já lançou nos cinemas as obras Cheiro de Diesel, de Gizele Martins e Natasha Neri, Anatomia do Caos, de Dandara Ferreira, A Fabulosa Máquina do Tempo, de Eliza Capai, e Não Existe Almoço Grátis, de Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel, além de estar preparando os lançamentos de Peixe Abissal, de Rafael Saar, e Filhas da Noite, de Sylara Silvério e Henrique Arruda. A empresa também atua em coproduções e projetos de impacto, articulando distribuição, formação de público e estratégias de circulação em diferentes territórios.

Night Lab mistura ciência, música, inovação e Bacurau em noite dedicada à sétima arte

Divulgação

A 31ª edição da festa da ciência ocupa o SESI Lab no dia 3 de setembro com espetáculo inédito inspirado no filme Bacurau, oficinas práticas, discotecagem de Tatá Aeroplano e bate-papo com a diretora e professora Tânia Montoro

No mês em que a capital federal se prepara para receber o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o SESI Lab homenageia a sétima arte na 31ª edição do Night Lab, no dia 3 de setembro. De oficinas criativas a um show inédito inspirado em Bacurau, o museu abre as portas para o encantamento das imagens em movimento, um encontro fortuito entre arte e ciência – afinal, antes de ser arte, entretenimento ou indústria cultural, o cinema começou como um experimento científico.

Os ingressos para o a 31ª edição do Night Lab começam a ser vendidos no dia 28 de agosto na plataforma do SESI Lab. Além disso, um lote extra será disponibilizado para venda presencial na bilheteria do museu no dia do evento, a partir das 17h.

Garanta seu ingresso para o Night Lab

“O surgimento do cinema representa um dos encontros mais fascinantes entre ciência e arte. Inventores, físicos, fotógrafos e artistas dedicaram-se a compreender não apenas como vemos, mas também como registramos e interpretamos o mundo ao nosso redor”, explica a coordenadora de Exposições e Ações Culturais do SESI Lab, Carolina Vilas Boas.

“E o cinema permanece como um território privilegiado para compreender as relações entre técnica e poética, inovação e criação, ciência e imaginação. Mais do que reproduzir o mundo, ele nos oferece diferentes maneiras de percebê-lo, questioná-lo e reinventá-lo”, completa.

O show desta edição é um espetáculo inédito concebido pelo produtor Duda Vieira. Ode a Bacurau homenageia a obra-prima de Kleber Mendonça e Juliano Dornelles, premiado no Festival de Cannes, trazendo para o palco do SESI Lab canções do filme e mais músicas que evocam o clima do nordeste brasileiro.

“Um grito de liberdade de um povo historicamente oprimido, que sempre teve em sua pulsante e riquíssima verve cultural a melhor resposta para todos os males”, explica Vieria sobre o espetáculo, que tem direção musical de Regis Damasceno. André Gonzales, Fabio Trummer e Ayla Gresta comandam o palco. Antes, o cantor e compositor Tatá Aeroplano faz discotecagem com hits de trilhas sonoras de filmes.

A Conversa Poética desta edição do Night Lab fica a cargo da cineasta e professora da Universidade de Brasília (UnB)Tânia Montoro, que vai falar sobre a interseção entre cinema, ciência e inovação. Tânia tem pesquisas dedicadas à imagem, ao som e aos estudos de gênero, tendo dirigido, ao lado de Armando Bulcão, o documentárioHollywood no Cerrado (2011), dedicado à história do cinema e da cultura audiovisual no Centro-Oeste.

Luzes, câmera, ação!

E é claro que não poderiam faltar oficinas mão na massa no Night Lab, certo? E o programa educativo do museu preparou duas atividades que vão despertar no público a curiosidade sobre como funciona o cinema.

A ativação Light Painting – Cronofotografia traz a técnica inspirada na fotografia de longa exposição: em um ambiente de baixa iluminação, os movimentos são registrados em imagens que revelam trajetórias, gestos e ritmos, registrando o tempo em uma composição visual.

Sabe o robô dançarino do SESI Lab, um dos aparatos mais queridinhos do museu? Na oficina Ciência em Quadro – Mutoscópio, o público vai construir uma versão própria deste dispositivo, um dos primeiros de animação da história do cinema. Ao criar uma sequência de imagens em um cilindro giratório, os participantes experimentam, na prática, como a combinação entre mecânica, ciência e percepção visual é capaz de transformar imagens estáticas na ilusão de movimento.

Para a oficina, que tem 40 vagas, é necessário emitir um segundo voucher, além do ingresso do Night Lab. As vagas são liberadas apenas no dia do evento, a partir de 19h, e os vouchers podem ser retirados pela plataforma digital de ingressos do SESI Lab ou presencialmente na bilheteria.

Sobre o Night Lab – Realizado mensalmente, sempre à noite, o Night Lab transforma o museu em um espaço de encontro entre arte, ciência e tecnologia, com uma programação que inclui shows, performances, oficinas e debates. A proposta é ampliar o olhar sobre temas contemporâneos e aproximar o público adulto de discussões relevantes. 

Confira tudo que vai rolar:

19h – Ocupação do painel de LED (Hall de entrada) 

19h – Ativação Light Painting: Cronofotografia (Experimento Lab) 

20h – Discotecagem com Tatá Aeroplano (Hall de entrada) 

20h – Oficina Ciência em Quadro: Mutoscópio (Espaço Maker) 

20h30 – Conversa Poética com Tânia Montoro (Túnel)

22h – Show Ode a Bacurau (Hall de entrada)

31º Night Lab – Cinema

Onde: SESI Lab – ao lado da Rodoviária do Plano Piloto 

Data: 3 de setembro de 2026 

Hora: 19h à 0h 

Classificação: 18 anos 

Ingressos: R$ 40 e R$ 20 (meia); vendas a partir de 25 de agosto. Site:https://www.ingressosa.com/sesi

@sesi.lab