Categoria: Cultura, Entretenimento

“O BOSQUE SELVAGEM” chegará às telas em 29 de outubro

Por Gláucie Lima

Divulgação

O BOSQUE SELVAGEM (Wildwood), trazido pela Imagem Filmes com data de estreia para o próximo 29 de outubro

O longa é a mais nova superprodução do estúdio LAIKA, reconhecido por animações marcantes em stop-motion, como Coraline e o Mundo Secreto, ParaNorman e Kubo e as Cordas Mágicas.

A produção se destaca por ser o longa-metragem mais longo já realizado com essa técnica, fruto de 16 anos de desenvolvimento, sendo mais de seis dedicados exclusivamente às filmagens manuais, quadro a quadro. Um trabalho minucioso e artesanal que valoriza a criatividade humana, sem o uso de IA

O talento brasileiro também marca presença na produção: o animador Thiago Calçado, integrante da equipe principal de animação do longa, participou de Pinóquio, de Guillermo del Toro, vencedor do Oscar de Melhor Animação

É possível que o espectador ainda estranhe esse estilo de animação, talvez por estar mais acostumado com as produções da Disney, Pixar e similares. O ritmo pode ser lento e a história pode ter sido contada de forma mais objetiva, sem a necessidade de se estender por 2h19. Em alguns momentos, a narrativa pode parecer confusa e certas cenas podem chamar a atenção por serem um pouco pesadas para o público infantil. Ainda assim, a experiência pode variar de acordo com a percepção de cada espectador.

Sinopse

A adolescente Prue McKeel embarca em uma perigosa jornada para resgatar seu irmão caçula, sequestrado por um bando de corvos e levado para o Bosque Selvagem, uma floresta encantada nos arredores de Portland, nos Estados Unidos. Ao lado de Curtis, seu colega de escola, ela descobre um universo extraordinário habitado por animais falantes, bandidos e figuras poderosas envolvidas em disputas movidas pela ambição e pelo sofrimento. Em meio a conflitos que ameaçam o equilíbrio desse mundo mágico, Prue precisará descobrir a própria coragem e enfrentar grandes desafios para salvar o irmão e proteger o futuro do bosque

Elenco

Peyton Elizabeth Lee (Prue McKeel)

Jacob Tremblay (Curtis Mehlberg)

Carey Mulligan (Alexandra)

Mahershala Ali (Brenden)

Angela Bassett (A General)

Direção: Travis Knight

Roteiro: Chris Butler

Estúdio: LAIKA

Duração: 2h 19’

O Bosque Selvagem abre com 100% de aprovação no Rotten Tomatoes após exibição no BFI London Film Festival, e aclamaçãoda crítica: “Obra-prima da LAIKA”

Elenco durante a exibição de OBosque Selvagem no BFI, em Londres

Nova animação stop-motion dos Estúdios LAIKA estreia em 29 de outubro nos cinemas com distribuição da Imagem Filmes

O Bosque Selvagem, novo stop-motion da LAIKA, teve sua première mundial no último domingo, 11 de outubro, no BFI London Film Festival sob elogios da crítica internacional. A sessão no Royal Festival Hall contou com a presença da equipe por trás da produção, incluíndo o diretor Travis Knight e de Peyton Elizabeth Lee, Jacob Tremblay e Carey Mulligan, que dão voz a Prue, Curtis e Alexandra na versão original. O filme estreia nos cinemas brasileiros em 29 de outubro, com distribuição da Imagem Filmes.

Aclamado ao fim da exibição, a produção abriu com 100% de aprovação do Rotten Tomatoes, ampliando seu lugar como o favorito para o Oscar de Melhor Animação.

O crítico Guy Lodge, da Variety, descreveu o longa de Travis Knight como “um épico de conto de fadas ricamente detalhado e envolvente”, e o texto de Frank Scheck, no The Hollywood Reporter, o definiu como “um triunfo tanto técnico quanto emocional”, acrescentando que “o projeto mais ambicioso da Laika até o momento pode também ser considerado a obra-prima do estúdio”.

O Collider seguiu na mesma linha, com Aidan Kelley também classificando o filme como uma “obra-prima”. Já Tom Jorgensen, do IGN, destacou que “o trabalho artesanal da Laika e do diretor Travis Knight nesta história sobre luto e amadurecimento é louvável, e a grandiosidade e o toque de fantasia de O BosqueSelvagem são uma constante fonte de alegria”. Pelo Deadline, Pete Hammond definiu o filme como uma “visualmente deslumbrante e épica fantasia em stop-motion”.

Sobre O Bosque Selvagem

O Bosque Selvagem acompanha a obstinada adolescente Prue McKeel (Giulia Benite). Depois que seu irmão caçula é levado por um bando de corvos, a jovem parte em uma missão desesperada de resgate rumo à Floresta Impenetrável, uma mata encantada escondida nos limites de Portland, no Oregon. Ao lado do colega de classe desajeitado Curtis Mehlberg (Pedro Burgarelli), ela atravessa um mundo de animais falantes, bandoleiros e figuras poderosas movidas pelo luto e pela ambição. Quando a dupla se vê no centro de um conflito que ameaça o equilíbrio da floresta, Prue precisa encontrar uma força e uma fé que nem sabia ter. Para salvar o irmão e proteger o futuro da Floresta Impenetrável, terá de arriscar tudo.

Com roteiro de Chris Butler (‘ParaNorman’), O BosqueSelvagem é uma adaptação do livro homônimo de Colin Meloy, vocalista da banda The Decemberists, com ilustrações de sua companheira, Carson Ellis. A direção de fotografia é de Caleb Deschanel, seis vezes indicado ao Oscar.

Assista ao trailer: https://youtu.be/xD3LODkbIT4

Sinopse:
Existe um bosque escondido logo depois da cidade, um lugar que não aparece em nenhum mapa e de onde dizem que ninguém volta. É para lá que uma revoada de corvos leva o irmão de Prue (Giulia Benite), enviados por uma feiticeira que precisa dele para seus planos sombrios. Sem pensar duas vezes, Prue parte para o Bosque Selvagem para salvá-lo, ao lado do amigo Curtis. Lá dentro, os dois encontram um mundo mágico, cheio de perigos, criaturas encantadas e segredos antigos. Das mãos que criaram Coraline, chega aos cinemas uma história sobre coragem, amizade e os laços que nos movem.

Download dos Materiais

Novos materiais oficiais de O Bosque Selvagemforam divulgados e já estão disponíveis para download.

Trailers →

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Fotos →

Cenas →

Ficha Técnica
Direção: Travis Knight
Roteiro: Chris Butler
Produção: Travis Knight e Sam Wilson
Direção de fotografia: Caleb Deschanel
Direção de arte: Nelson Lowry
Montagem: Christopher Murrie-Green
Música: Dario Marianelli
Supervisão de efeitos visuais: Steve Emerson
Figurino: Deborah Cook
Chefia de personagens e efeitos práticos: Oliver Jones
Direção de prototipagem rápida: Brian McLean
Design principal de personagens: Thibault Leclercq
Chefia de animação: Brad Schiff
Chefia de animação em CG: Benoit Dubuc
Chefia de storyboard: Emanuela Cozzi
Distribuição: Imagem Filmes

Sobre a Imagem Filmes
A Imagem Filmes é uma empresa nacional que atua no mercado de entretenimento do país como distribuidora de filmes independentes. Comprometida com a qualidade e variedade de produções, a empresa trabalha nos segmentos de cinema e televisão, e é responsável pelo lançamento de grandes produções nacionais, onde destacam-se: “Mamonas Assassinas: OFilme”, “Turma da Mônica Jovem: Reflexos do Medo”, “Desapega!”, “Veneza”, “Carcereiros: O Filme” e “É Fada!”. Além das produções internacionais, como opremiado “VICE” e sucessos como “Os Mercenários 4”, “Pinóquio”, “Rambo: Até O Fim”, “A Bruxa dos Mortos: Baghead” e “Maria e João: O Conto Das Bruxas”.

ELVIS IN CONCERT

LIVE ON SCREEN COMUNICADO OFICIAL

Informamos que o baixista Jerry Scheff não estará conosco nos concertos Elvis in Concert no Brasil.

Lamentamos profundamente. Jerry é parte viva da história de Elvis Presley, e sua presença seria uma honra para nós e para o público brasileiro. Deixamos aqui nosso carinho, respeito e admiração por sua trajetória.

Os shows da turnê estão mantidos nas mesmas cidades e datas anunciadas. Para eventuais dúvidas entre em contato no e-mail: sac.elvisinconcert@gestaowow.com.br.

Seguimos trabalhando para entregar ao público uma experiência à altura do legado de Elvis Presley, na maior turnê do projeto Elvis in Concert já realizada no país.

Ingressos: Bilheteria Digital | Uma tour WOW Entretenimento

Trilogia inspirada em “Grande Sertão: Veredas” chega ao Teatro Brasília Shopping

Foto divulgação

Mostra Teatral de Brasília reúne três espetáculos dirigidos por Amir Haddad e protagonizados por Gilson de Barros em homenagem aos 70 anos da obra de Guimarães Rosa

Um dos maiores clássicos da literatura brasileira ganha novas formas no palco em uma trilogia que mergulha nas contradições humanas, nos dilemas da existência e na riqueza da linguagem de João Guimarães Rosa. Nos dias 23, 24 e 25 de outubro, o Teatro Brasília Shopping recebe a Trilogia Grande Sertão: Veredas – 70 Anos de Travessia, como parte da programação da Mostra Teatral de Brasília. Com direção de Amir Haddad e atuação de Gilson de Barros, o projeto transforma passagens marcantes do romance em três espetáculos que exploram diferentes dimensões da obra.

As apresentações serão realizadas sexta e sábado às 20h e domingo às 19h, com uma montagem diferente a cada noite. Na sexta-feira (23), o público acompanha Riobaldo, que revisita os amores do protagonista e suas reflexões sobre desejo, culpa, redenção e destino. No sábado (24), No Meio do Redemunho conduz a plateia aos questionamentos do personagem sobre o bem e o mal, Deus e o diabo, em uma narrativa que atravessa as fronteiras entre fé, dúvida e existência. Já no domingo (25), O Julgamento de Zé Bebelo encena um dos episódios mais emblemáticos do romance, no qual a busca por justiça desafia a lógica da violência que rege o sertão.

Uma travessia pela literatura brasileira
Publicado em 1956, Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa, é um marco da literatura nacional. Na obra, o sertão se torna cenário para reflexões sobre a vida, as relações humanas e os conflitos entre o bem e o mal.
A partir da pesquisa cênica de Gilson de Barros, a trilogia leva ao palco a força da linguagem e as inquietações do romance. Iniciada em 2020, com Riobaldo, a sequência ganhou No Meio do Redemunho (2022) e O Julgamento de Zé Bebelo (2024), completando o projeto. O trabalho recebeu indicações ao Prêmio Shell e o Prêmio Arcanjo Especial 2024.
Ao todo, a trilogia soma 647 apresentações em 68 cidades brasileiras, com cerca de 14 mil espectadores, além de passagens por Portugal e Colômbia.
Encontro de duas trajetórias do teatro brasileiro
A direção é de Amir Haddad, referência do teatro brasileiro e cofundador do Teatro Oficina e do grupo Tá na Rua. No palco, Gilson de Barros assina a dramaturgia e a atuação, dando vida à obra de Guimarães Rosa a partir de sua pesquisa sobre a linguagem e a complexidade de Riobaldo.
Com foco na interpretação e na força da palavra, a trilogia aproxima o público de um clássico da literatura brasileira. A passagem por Brasília celebra os 70 anos de Grande Sertão: Veredas, com apresentações em três noites consecutivas.
Sobre a Mostra Teatral de Brasília

Produzida pela Estrella Cultura e Arte, a Mostra Teatral de Brasília leva ao Teatro Brasília Shopping uma programação diversificada, com espetáculos adultos, infantis e juvenis. Com curadoria cuidadosa e iniciativas de democratização do acesso à cultura, como ingressos gratuitos e a preços acessíveis, a mostra valoriza a produção artística, a formação de plateia e o desenvolvimento cultural e econômico do Distrito Federal.

A Mostra Teatral de Brasília é apresentada pelo Ministério da Cultura e pelo Grupo Bali, por meio da Lei Rouanet, com patrocínio da Paulo Octávio Investimentos e apoio do Brasília Shopping.

Serviço – Mostra Teatral de Brasília – Trilogia Grande Sertão: Veredas – 70 Anos de Travessia

Local: Teatro Brasília Shopping – Brasília Shopping, 1º piso

Datas, horários e ingressos:

23 de outubro (sexta-feira), às 20h – Riobaldo – Ingressos pela Sympla

24 de outubro (sábado), às 20h – No Meio do Redemunho – Ingressos pela Sympla

25 de outubro (domingo), às 19h – O Julgamento de Zé Bebelo –  Ingressos pela Sympla

Ingressos: R$ 100 (inteira) e R$ 50 (meia-entrada). Ingressos populares, sujeitos à lotação, por R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada).

Duração: 75 minutos

Classificação indicativa: 16 anos

De Brasília para o mundo: Menos é Mais celebra sua “Trilha” em novo DVD

Foto Thais Malon

Grupo escolheu o gramado da Arena Mané Garrincha para o registro, e transforma a relação com a cidade onde nasceu em parte central do projeto

O Menos é Mais escolheu Brasília, cidade onde nasceu e começou a construir sua trajetória, para registrar um novo capítulo de sua carreira. No dia 14 de novembro, Duzão, Goes, Paulinho e Ramon gravam “TRILHA”, seu novo projeto audiovisual, no gramado da Arena

Mané Garrincha. As vendas começam nesta quinta-feira, 10 de setembro, com acesso antecipado às 10h para o público cadastrado na pré-venda e abertura das vendas gerais às 12h.

Mais do que o endereço escolhido para a gravação, Brasília faz parte da história do Menos é Mais desde os primeiros pagodes. O grupo nasceu de encontros entre amigos na capital e passou a ocupar semanalmente os bares da cidade. Com o crescimento do público, os registros dessas rodas começaram a ganhar a internet e ajudaram a levar o som que vinha do Distrito Federal para outras partes do país. “O Menos é Mais só existe porque é daqui, porque é de Brasília”, resume Gustavo Goes.

A relação com a capital continuou presente mesmo depois que o grupo ganhou projeção nacional. O primeiro álbum de inéditas, “Plano Piloto”, levou Brasília no nome e transformou referências da arquitetura, da cultura e do Cerrado em parte de sua identidade visual. O projeto teve, inclusive, um audiovisual registrado no Mané Garrincha. Anos depois, o grupo reuniu cerca de 13 mil pessoas no Ginásio Nilson Nelson para a gravação do “CONF!A”, outro capítulo importante dessa relação com a cidade.

É essa trajetória que agora ajuda a dar sentido ao nome “TRILHA”. O novo projeto conecta os caminhos percorridos pelo Menos é Mais à música que acompanhou e ajudou a construir essa história. O repertório reunirá sucessos autorais e canções inéditas, olhando para o que trouxe o grupo até aqui sem deixar de apontar para o que ainda está por vir.

A escolha de Brasília também dialoga com uma característica que o grupo carrega em sua música: a mistura. Construída à partir do encontro de pessoas, histórias e culturas de diferentes regiões do país, a capital ajudou a formar um jeito brasiliense próprio de fazer pagode: plural, aberto a referências e marcado pelos encontros.

Foi a partir dessa cidade que o Menos é Mais construiu uma trajetória que hoje alcança milhões de pessoas. O grupo soma cerca de 14 milhões de ouvintes mensais no Spotify e mais de 5 bilhões de visualizações no YouTube. Entre os marcos recentes estão “Coração Partido”, que levou o pagode pela primeira vez ao topo do Spotify Brasil, e “P do Pecado”, parceria com Simone Mendes que permaneceu por 14 dias consecutivos na primeira posição da plataforma e venceu as categorias “Hit do Ano” e “Samba/Pagode do Ano” no Prêmio Multishow.

Depois de fazer sua música circular por diferentes cidades, ritmos e públicos, o Menos é Mais escolhe Brasília para escrever o próximo capítulo. Em “TRILHA”, origem e futuro não aparecem como caminhos opostos: fazem parte da mesma história.

O público também poderá acompanhar a construção do projeto até a gravação. O perfil @trilhamenosemais, no Instagram, reúne conteúdos, bastidores e novidades sobre o audiovisual.

Serviço

Gravação do DVD “TRILHA” | Menos é Mais

Data: 14 de novembro de 2026

Local: Gramado da Arena Mané Garrincha – Brasília (DF)

Áreas: Cadeira Inferior, Gramado e Camarote Open Bar

Pré-venda: 10 de setembro, às 10h

Vendas gerais: 10 de setembro, às 12h

Ingressos: Ingresse

Instagram: @trilhamenosemais

Patrocínio: Skol e JBL

PREMIADO NO FESTIVAL DE BRASÍLIA, ‘CARTÓRIO DAS ALMAS’ GANHA PRÉ-ESTREIAS EM SÃO PAULO, BRASÍLIA E RIO DE JANEIRO

Foto de divulgação

Dirigido por Leo Bello, longa é uma ficção científica brasileira que estreia em 29 de outubro nos cinemas

Sucesso no Festival de Brasília, CARTÓRIO DAS ALMAS, dirigido por Leo Bello, chega aos cinemas a partir de 22 de outubro com pré-estreias especiais nas cidades do Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo. As pré-estreias acontecem respectivamente no dia 22, às 19h, no Cinesystem Belas Artes Botafogo (RJ); no dia 23, às 20h, no Cine Brasília (DF); e no dia 28 de outubro, às 19h, no Cinema Belas Artes (SP). Gravado na capital do país, o filme é uma ficção científica brasileira protagonizado pela atriz Gabriela Correa, que dá vida a Laura, uma “jovem” de 126 anos que trabalha em um cartório. As sessões de São Paulo e do Rio contarão com a presença do diretor e da atriz para um bate-papo sobre o filme.

Em uma sociedade que descobriu como interromper o envelhecimento, desistir de viver virou uma questão de cartório. É nesse futuro que Laura começa a trabalhar no Cartório das Almas, onde recebe pessoas que decidiram abrir mão da longevidade e registra os motivos de cada escolha. Há, porém, uma regra que torna seu trabalho ainda mais particular: por força de seu próprio contrato, Laura não tem o direito de interromper sua existência. Laura cumpre a rotina sem questionar as decisões que passam por sua mesa, até que a convivência com aqueles que escolheram renunciar à longevidade começa a modificar sua relação com a própria existência.

Celebrado no  56o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, CARTÓRIO DAS ALMAS conquistou o Candango de Melhor Longa-Metragem pelo Júri Popular e ainda recebeu os prêmios de Melhor Direção de Arte, para Maíra Carvalho, e Melhor Edição de Som, para Olivia Hernandez. Agora, o filme estreia em 29 de outubro nos cinemas, com distribuição da PANDORA FILMES.

Serviço | Pré-estreias de Cartório das Almas

Brasília
Data: 23/10 (sexta)
Horário: às 20h
Local: Cine Brasília
Endereço: Asa Sul EQS 106/107 – Plano Piloto, Brasília – DF
Ingressos e mais informações:
https://checkout.ingresso.com/?sessionId=87415606&partnership=hom

Sucesso no Festival de Brasília, CARTÓRIO DAS ALMAS, dirigido por Leo Bello, chega aos cinemas a partir de 22 de outubro com pré-estreias especiais nas cidades do Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo. As pré-estreias acontecem respectivamente no dia 22, às 19h, no Cinesystem Belas Artes Botafogo (RJ); no dia 23, às 20h, no Cine Brasília (DF); e no dia 28 de outubro, às 19h, no Cinema Belas Artes (SP). Gravado na capital do país, o filme é uma ficção científica brasileira protagonizado pela atriz Gabriela Correa, que dá vida a Laura, uma “jovem” de 126 anos que trabalha em um cartório. As sessões de São Paulo e do Rio contarão com a presença do diretor e da atriz para um bate-papo sobre o filme.

Em uma sociedade que descobriu como interromper o envelhecimento, desistir de viver virou uma questão de cartório. É nesse futuro que Laura começa a trabalhar no Cartório das Almas, onde recebe pessoas que decidiram abrir mão da longevidade e registra os motivos de cada escolha. Há, porém, uma regra que torna seu trabalho ainda mais particular: por força de seu próprio contrato, Laura não tem o direito de interromper sua existência. Laura cumpre a rotina sem questionar as decisões que passam por sua mesa, até que a convivência com aqueles que escolheram renunciar à longevidade começa a modificar sua relação com a própria existência.

Celebrado no  56o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, CARTÓRIO DAS ALMAS conquistou o Candango de Melhor Longa-Metragem pelo Júri Popular e ainda recebeu os prêmios de Melhor Direção de Arte, para Maíra Carvalho, e Melhor Edição de Som, para Olivia Hernandez. Agora, o filme estreia em 29 de outubro nos cinemas, com distribuição da PANDORA FILMES.

Serviço | Pré-estreias de Cartório das Almas


Brasília
Data: 23/10 (sexta)
Horário: às 20h
Local: Cine Brasília
Endereço: Asa Sul EQS 106/107 – Plano Piloto, Brasília – DF
Ingressos e mais informações:
https://checkout.ingresso.com/?sessionId=87415606&partnership=hom

SINOPSE
Em uma sociedade onde as pessoas pararam de envelhecer, Laura começa a trabalhar no Cartório das Almas, onde descobre que não quer viver para sempre.

FICHA TÉCNICA

Direção: Leo Bello
Roteiro: Leo Bello
Produção: Alisson Machado
Direção de fotografia: Pedro Maffei
Direção de arte: Maíra Carvalho
Elenco: Gabriela Correa (Laura), Wellington Abreu (Marconi), Gabrielle Lopes (Maíra), Deni Moreira (Saulo), Paula Passos (Avó) e Chico Sant’Anna (Avô)
Produtoras: Machado Filmes e Lumiô Filmes
Distribuição: Pandora Filmes
CARTÓRIO DAS ALMAS (Brasil, 2023, 77’)

SOBRE O DIRETOR

Natural de Brasília, Leo Bello é graduado em cinema pela FAAP-SP (Fundação Armando Alves Penteado). Trabalha com cinema, TV e publicidade deste 2001. Dirigiu e escreveu filmes que fizeram carreira em festivais nacionais e internacionais. O longa-metragem mais recente do diretor, Cartório das Almas, tem conquistado prêmios em diferentes categorias de festivais pelo Brasil e pelo mundo, entre eles: Melhor filme Longa-metragem (Júri Popular), Melhor Direção de Arte e Melhor Som Design no 56o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (Brasília, DF, Brasil, 2023). Além do Cartório das Almas, Leo Bello escreveu e dirigiu o longa autoral O Espaço Infinito, lançado no Brasil pela Pandora Filmes.

Na televisão, atuou na TV Cultura como diretor de programas na filial de Brasília e na TV Justiça. Dirigiu e co-escreveu a série documental A Sustentável Leveza do Ser. A 1a Temporada contou com 13 episódios, cada um deles com duração de 26 minutos. A série foi lançada no Canal Futura e na Globoplay. Co-dirigiu ainda o telefilme Mandioca Frita, que estreou no CineBBB – Tela quente, na Globo, e está disponível também na Globoplay. Na publicidade, dirigiu comercias para o Governo Federal, GDF e Sebrae. Ganhou o prêmio de Mercado Publicitário (colunista Brasília) pela Série viral FBK 2012. Atualmente, é sócio diretor na Lumiô Filmes.

SOBRE A PANDORA FILMES

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 35 anos amplia os horizontes da distribuição de longas-metragens no Brasil, revelando cineastas outrora desconhecidos no país – como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai; e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Park Chan-wook, Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Os lançamentos dos últimos anos incluem O Apartamento, de Asghar Farhadi; The Square: A Arte da Discórdia, de Ruben Östlund; Parasita, de Bong Joon Ho; Apocalypse Now: Final Cut, de Francis Ford Coppola; Roda do Destino, de Ryusuke Hamaguchi; e e Refém por um fio, de Gus Van Sant; e os brasileiros Deserto Particular, de Aly Muritiba; Uma Família Feliz, de José Eduardo Belmonte; Motel Destino, de Karim Aïnouz, e A Fúria, de Ruy Guerra. A Pandora também se destaca pela curadoria de cinema italiano contemporâneo e clássico, e assina lançamentos de sucesso como O melhor está por vir, de Nanni Moretti; O sequestro do Papa, de Marco Bellocchio, A Graça, de Paolo Sorrentino.

– Sessão com debate
Data: 28/10 (quarta)
Horário: às 19h
Local: Cinema Belas Artes
Endereço: Rua da Consolação, 2.423 – São Paulo – SP
Ingressos e mais informações:
https://www.cinebelasartes.com.br/programacao/pre-estreia-cartorio-das-almas/

SINOPSE
Em uma sociedade onde as pessoas pararam de envelhecer, Laura começa a trabalhar no Cartório das Almas, onde descobre que não quer viver para sempre.

FICHA TÉCNICA

Direção: Leo Bello
Roteiro: Leo Bello
Produção: Alisson Machado
Direção de fotografia: Pedro Maffei
Direção de arte: Maíra Carvalho
Elenco: Gabriela Correa (Laura), Wellington Abreu (Marconi), Gabrielle Lopes (Maíra), Deni Moreira (Saulo), Paula Passos (Avó) e Chico Sant’Anna (Avô)
Produtoras: Machado Filmes e Lumiô Filmes
Distribuição: Pandora Filmes
CARTÓRIO DAS ALMAS (Brasil, 2023, 77’)

SOBRE O DIRETOR

Natural de Brasília, Leo Bello é graduado em cinema pela FAAP-SP (Fundação Armando Alves Penteado). Trabalha com cinema, TV e publicidade deste 2001. Dirigiu e escreveu filmes que fizeram carreira em festivais nacionais e internacionais. O longa-metragem mais recente do diretor, Cartório das Almas, tem conquistado prêmios em diferentes categorias de festivais pelo Brasil e pelo mundo, entre eles: Melhor filme Longa-metragem (Júri Popular), Melhor Direção de Arte e Melhor Som Design no 56o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (Brasília, DF, Brasil, 2023). Além do Cartório das Almas, Leo Bello escreveu e dirigiu o longa autoral O Espaço Infinito, lançado no Brasil pela Pandora Filmes.

Na televisão, atuou na TV Cultura como diretor de programas na filial de Brasília e na TV Justiça. Dirigiu e co-escreveu a série documental A Sustentável Leveza do Ser. A 1a Temporada contou com 13 episódios, cada um deles com duração de 26 minutos. A série foi lançada no Canal Futura e na Globoplay. Co-dirigiu ainda o telefilme Mandioca Frita, que estreou no CineBBB – Tela quente, na Globo, e está disponível também na Globoplay. Na publicidade, dirigiu comercias para o Governo Federal, GDF e Sebrae. Ganhou o prêmio de Mercado Publicitário (colunista Brasília) pela Série viral FBK 2012. Atualmente, é sócio diretor na Lumiô Filmes.

SOBRE A PANDORA FILMES

A Pandora é uma distribuidora de filmes independentes que há 35 anos amplia os horizontes da distribuição de longas-metragens no Brasil, revelando cineastas outrora desconhecidos no país – como Krzysztof Kieślowski, Theo Angelopoulos e Wong Kar-Wai; e relançando clássicos memoráveis em cópias restauradas, de diretores como Park Chan-wook, Federico Fellini, Ingmar Bergman e Billy Wilder. Os lançamentos dos últimos anos incluem O Apartamento, de Asghar Farhadi; The Square: A Arte da Discórdia, de Ruben Östlund; Parasita, de Bong Joon Ho; Apocalypse Now: Final Cut, de Francis Ford Coppola; Roda do Destino, de Ryusuke Hamaguchi; e e Refém por um fio, de Gus Van Sant; e os brasileiros Deserto Particular, de Aly Muritiba; Uma Família Feliz, de José Eduardo Belmonte; Motel Destino, de Karim Aïnouz, e A Fúria, de Ruy Guerra. A Pandora também se destaca pela curadoria de cinema italiano contemporâneo e clássico, e assina lançamentos de sucesso como O melhor está por vir, de Nanni Moretti; O sequestro do Papa, de Marco Bellocchio, A Graça, de Paolo Sorrentino.

UK Music Festival ocupa a orla do Lago Paranoá nesta sexta-feira (23/10)

Foto divulgação

Evento no Temporâneo (AABB) reúne cinco atrações de pop rock local à beira-lago e antecipa novidades sobre a fase de reformulação e reinauguração da casa em novembro.

Referência na cena de rock e entretenimento da capital, o UK Brasil prepara um encontro especial fora de casa, enquanto a reforma do pub está em andamento. O UK Music Festival será nesta sexta-feira (23/10), no Espaço Temporâneo, na AABB (Setor de Clubes Esportivos Sul), a partir das 19h30, reunindo cinco atrações musicais, DJ e mais de oito horas de festa em um ambiente amplo, confortável e com varanda integrada à beira do Lago Paranoá.

A programação foi pensada para celebrar a trajetória do rock e pop/rock nacional e internacional com grandes nomes da cena brasiliense. A noite começa com a discotecagem do DJ Cláudio Lopes (19h30), seguida pelas apresentações das bandas Morning Glory (tributo a Oasis – 20h40), Paulo Mesquita (Rock ’80 – 22h00), Zero10 (Pop/Rock – 23h20), Sereníssima (tributo a Legião Urbana – 00h40) e fecha com a banda Válvula (Pop/Rock e Rock ’90 – 02h00). Os últimos ingressos antecipados estão à venda na plataforma Sympla.

Reforma completa e reinauguração em novembro

Além do festival à beira-lago, o público fiel do UK tem outro motivo para comemorar: a tradicional casa se prepara para inaugurar um espaço totalmente reformulado no início de novembro. Passando por uma transformação física completa, o projeto propõe uma evolução moderna e sofisticada, preservando o legado de mais de duas décadas de história na noite brasiliense.

De acordo com o sócio da casa, Francisco Neto, o festival no Temporâneo serve como um aquecimento para esse novo momento: “O público de Brasília tem uma relação de afeto e nostalgia muito forte com a nossa história de mais de 20 anos. O festival no Lago é a oportunidade perfeita para reunir essa turma querida enquanto preparamos a casa. Queremos marcar essa transição como uma evolução natural e moderna: um espaço renovado, com atmosfera de pub inglês sofisticado, carta de drinks clássicos bem executados e um cardápio especial, mas sem perder a alma rock’n’roll que nos trouxe até aqui”, destaca Neto.

Antes com o nome UK Music Hall, o pub deu espaço para diversos nomes importantes do gênero musical que é a cara de Brasília. Os frequentadores da casa tinham a oportunidade de curtir as noites brasilienses com sons de bandas autorais e de covers que viam do Oasis ao Legião Urbana.O UK também recebeu atrações internacionais, como Michale Graves, ex-vocalista do Misfits (EUA).  

SERVIÇO UK Music Festival

  • Data: Sexta-feira, 23 de outubro
  • Horário: A partir das 19h30 (encerramento às 04h)
  • Local: Temporâneo — AABB (Setor de Clubes Esportivos Sul – SCES)
  • Atrações:
    • 19h30 – Abertura com DJ Cláudio Lopes
    • 20h40 – Morning Glory (Oasis)
    • 22h00 – Paulo Mesquita (Rock ’80)
    • 23h20 – Zero10 (Pop/Rock)
    • 00h40 – Sereníssima (Legião Urbana)
    • 02h00 – Válvula (Pop/Rock + Rock ’90)
  • Ingressos: Vendas antecipadas via Sympla

AIC realizou cerimônia de Mérito Cultural Palmerinda Donato e Mérito Jovem Talento na Embaixada da Costa do Marfim

Shirley Pontes, embaixador da Costa do Marfim Diamontenė Alassane Zié, a Embaixatriz Bibata Diamontenė, Andrea de Fátima Barcala, embaixatriz do Camarões Laura Mbeng e embaixador Martin Mbeng.

Evento reuniu cerca de 120 convidados e homenageou personalidades da cultura e jovens talentos das artes

A Academia Internacional de Cultura (AIC) realizou, no dia 7 de outubro de 2026, a cerimônia de entrega do Mérito Cultural Palmerinda Donato e do Mérito Jovem Talento, em evento realizado com o apoio e a parceria da Embaixada da Costa do Marfim, em Brasilia.

A cerimônia foi conduzida pela presidente da AIC, Shirley Pontes, que está em seu quinto ano à frente da instituição. O encontro reuniu cerca de 120 convidados, entre artistas, escritores, profissionais ligados à cultura, jovens talentos, familiares, representantes diplomáticos e autoridades.

O Mérito Cultural Palmerinda Donato é destinado a pessoas que se destacam por sua atuação nas áreas da cultura e das artes. A homenagem leva o nome de Palmerinda Donato, que presidiu a Academia Internacional de Cultura durante 17 anos. A homenagem foi criada em sua memória e vem sendo realizada desde 2018.

Já o Mérito Jovem Talento reconhece adolescentes e crianças que demonstram habilidades e dedicação excepcionais em diferentes manifestações artísticas, valorizando o incentivo à formação cultural desde os primeiros anos.

Homenageados com o Mérito Cultural Palmerinda Donato Receberam o Mérito Cultural Palmerinda Donato:

  1. Ariadna Moreira – cantora lírica e preparadora vocal;
  2. Arthur Milhomen – gestor e engenheiro;
  3. Clara Arreguy – jornalista, escritora e ativista cultural;
  4. Daniel da Costa Agra – educador e escritor;
  5. Eloisa Cunha – atriz, professora de artes cênicas e produtora cultural;
  6. Henrique Ferreira – multi-instrumentista e produtor cultural;
  7. Isabel Almeida – jornalista dedicada à cobertura social, cultural e diplomática;
  8. Luís Antônio Violin – escritor dedicado à literatura juvenil;
  9. Meireluce Fernandes – escritora;
  10. Shirley Santos – professora de dança e coreógrafa.
    Jovens talentos reconhecidos

Jovens talentos reconhecidos
O Mérito Jovem Talento foi concedido a
:

• Luís Gustavo Barros, 12 anos – bailarino premiado em diversos festivais;
• Victor Hugo Garcia, 13 anos – bailarino premiado que já recebeu 12 bolsas de estudos no exterior;
• Laura Medeiros, 12 anos – cantora de música popular que participou do The Voice Kids em 2025;
• Miguel Falqueto Teles, 7 anos – acordeonista que aprendeu a tocar o instrumento de forma autodidata.

Música e arte marcaram a cerimônia
A programação artística da noite contou com apresentações dos próprios homenageados.

A cantora lírica Ariadna Moreira interpretou o clássico Over the Rainbow, acompanhada pela violinista Valentina Medeiros, de 12 anos. A cantora popular Laura Medeiros, de 12 anos, apresentou Vou deitar e rolar, acompanhada pelo multi-instrumentista Henrique Medeiros.
Encerrando a programação musical, Miguel Falqueto, de apenas 7 anos, apresentou Anunciação ao acordeom.
As apresentações foram recebidas com aplausos calorosos pelo público, que prestigiou especialmente o talento e a dedicação dos jovens artistas.

O papel da família e dos professores
Durante as palavras de encerramento, a presidente da Academia Internacional de Cultura, Shirley Pontes, destacou a importância da família e dos professores na formação e no desenvolvimento dos jovens que escolhem seguir uma trajetória artística.
“Existem dificuldades a serem superadas na trajetória de um jovem que deseja se dedicar às artes. E os pais e tutores são determinantes no florescer, ou não, desses talentos.”
Shirley ressaltou ainda a importância de reconhecer, incentivar e aplaudir aqueles que iniciam sua trajetória nas artes, reforçando o compromisso da AIC com a valorização da cultura e com a formação de novas gerações de artistas.

Cultura brasileira e diálogo internacional

Entre os convidados estiveram presentes o Embaixador da Costa do Marfim, Diamouténé Alassane Zié, e a Embaixatriz Bibata Diamouténé, além do Embaixador de Camarões, Martin Mbeng, e da Embaixatriz Laura Mbeng, entre outras autoridades e representantes da sociedade cultural e diplomática de Brasília.

Após a cerimônia, os convidados participaram de uma confraternização no salão principal da Embaixada da Costa do Marfim, onde puderam apreciar uma exposição de arte costa-marfinense e conhecer elementos da gastronomia típica do país.

Para a Academia Internacional de Cultura, a realização do evento reforça seu compromisso com a valorização das artes, o reconhecimento de personalidades que contribuem para a cultura e o incentivo às novas gerações, além de fortalecer o diálogo cultural e a aproximação entre os povos.
Realização: Academia Internacional de Cultura – AIC
Apoio e parceria: Embaixada da Costa do Marfim
Responsável: Shirley Pontes
Contato: (61) 99942-2552

Caldas Country Festival anuncia line-up completo com Gusttavo Lima, Hugo & Guilherme, Matheus & Kauan e outros grandes nomes do sertanejo

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Festival acontece nos dias 20 e 21 de novembro, em Caldas Novas (GO), com shows de Zezé Di Camargo & Luciano, Bruno & Marrone, Zé Neto & Cristiano e Natanzinho Lima, entre outras atrações

O Caldas Country Festival 2026 anunciou a programação musical completa de sua edição de 20 anos, marcada para os dias 20 e 21 de novembro, em Caldas Novas (GO). Parte do Circuito Sertanejo, o evento reúne artistas de diferentes gerações e vertentes do gênero, com apresentações de Gusttavo Lima, Matheus & Kauan, Zezé Di Camargo & Luciano, Bruno & Marrone, Zé Neto & Cristiano e Natanzinho Lima, entre outros nomes.

A edição comemorativa também tem Hugo & Guilherme como protagonistas da campanha do festival. Além de integrarem a programação musical, com show previsto para sexta-feira (20), a dupla interpreta a música-tema oficial do evento e estrela o filme da campanha, produzido integralmente com inteligência artificial. Na produção, os artistas pilotam uma nave rumo ao Caldas Country em uma narrativa que homenageia nomes que marcaram a história do festival.

Na sexta-feira (20), sobem ao palco Mariana Fagundes, Matheus & Kauan, Zezé Di Camargo & Luciano, Natanzinho Lima e Hugo & Guilherme. A noite reúne diferentes gerações do sertanejo, de duplas consagradas a artistas que movimentam o cenário atual do gênero.

No sábado (21), a programação começa com o projeto ‘Bar das Braba’ e segue com Bruno & Marrone, Zé Neto & Cristiano, Panda e Gusttavo Lima. O encerramento fica por conta de Henry Freitas, que se apresenta no trio elétrico, formato que integra a experiência do festival.

A programação deste ano reúne artistas que representam diferentes momentos e vertentes da música sertaneja, refletindo a diversidade do gênero e sua capacidade de se renovar e alcançar públicos de diferentes gerações. A proposta é oferecer uma programação consistente ao longo dos dois dias e reforçar a relevância do Caldas Country no calendário de eventos musicais do país.

Realizado em Caldas Novas, no interior de Goiás, o Caldas Country Festival faz parte do Circuito Sertanejo, que reúne alguns dos principais eventos do gênero no país. A edição de 2026 acontece nos dias 20 e 21 de novembro.

Serviço – Caldas Country Festival 2026

Data: 20 e 21 de novembro de 2026
Local: Solar de caldas – Caldas novas, 000, Solar de Caldas, Caldas Novas, GO, Brasil, 75690-000
Os ingressos já estão à venda pelo site da TotalAcesso. Mais informações no site oficial. 

Sobre o Caldas Country Festival

O Caldas Country Festival é o primeiro festival sertanejo do Brasil e a sexta e última etapa do Circuito Sertanejo. O evento, que acontece em Caldas Novas (GO), reúne, em dois dias, diversos artistas de renome da música brasileira, do sertanejo e de outros estilos musicais de sucesso, com shows para mais de 25 mil pessoas por dia.

Sobre o Circuito Sertanejo

O Circuito Sertanejo é a maior plataforma de shows do Brasil e reúne os seis principais eventos de música sertaneja do país: Expo Londrina, Ribeirão Rodeo Music, Pedro Leopoldo Rodeio Show, Festa do Peão de Boiadeiro Barretos, Jaguariúna Rodeo Festival e Caldas Country Festival. A iniciativa é fruto das parcerias entre Together – unidade de negócios da Ambev, que atua como facilitadora no mercado de grandes eventos, conectando pessoas, soluções e serviços – e a Diverti – empresa do Grupo DVT – com organizadores de cada uma das etapas do Circuito.

Sobre o Grupo DVT

O Grupo DVT é um grupo empresarial que gera negócios a partir do entretenimento. Suas empresas oferecem soluções completas na gestão de marcas e eventos, com competências que abrangem desde a criação e produção de eventos até a gestão de dados, marketing de influência, operação de alimentos e bebidas, tecnologia, e ativações de marcas. Com sede em São Paulo, o Grupo DVT é um dos mais completos grupos de entretenimento e negócios do Brasil. Isso porque acredita na conexão entre marcas e públicos a partir da criação de experiências que geram resultados. Para cumprir essa missão, o grupo conta com um portfólio de marcas reconhecidas nacionalmente, como Circuito Sertanejo, Jaguariúna Rodeo Festival, Caldas Country Festival, Ribeirão Rodeo Music, Camarote Bar Brahma e Coala Festival. Fazem parte do Grupo DVT as empresas Diverti, Total Acesso, Cooler DVT, ClanDVT, Coala Music e Instituto de Compromisso com o Desenvolvimento Humano (ICDH).

Renato & Raphael se apresentam no Festival Viva Goiânia nesta sexta

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Dupla leva o sertanejo goiano para a festa em comemoração aos 93 anos da capital

Nesta sexta-feira (23), a dupla Renato & Raphael se apresenta no Festival Viva Goiânia, que celebra os 93 anos da capital, em um show gratuito na Praça Arantes, no setor Morada do Sol.

O convite chega num momento especial para a dupla, que festeja seus 25 anos de estrada com o projeto DVD “25 Anos”, gravado em Goiânia e lançado em capítulos. Subir ao palco da cidade onde esse repertório foi registrado, em uma data tão simbólica, dá ao show um sabor de reencontro com o público de casa.

No setlist, Renato & Raphael devem passear por canções que marcaram diferentes fases da carreira e por lançamentos recentes. Entre eles está “Quando Eu Amo”, que já alcançou o marco de terceiro lugar entre as músicas mais tocadas nas rádios de Goiás, segundo o ranking do Connectmix, e “Beber Até Cair”, que passou de 1 milhão de visualizações no YouTube.

“Cantar no aniversário de Goiânia, para o povo que sempre acompanhou a nossa história, é uma emoção que a gente leva para o palco”, declara a dupla.

Além da dupla, a programação do aniversário de Goiânia também contará com o show de Amado Batista, que iniciará as 21h. Já no encerramento na comemoração os cantores Seu Jorge, Zeca Baleiro, Preto no Branco, Murilo Huff, Sandra de Sá e Kamisa 10 se apresentarão na Avenida Goiás no dia 24 de outubro.

Serviço
O quê: Show de Renato & Raphael no Festival Viva Goiânia
Quando: Sexta-feira, 23 de outubro, às 19h30
Onde: Praça Arantes, Avenida Mangalô, setor Morada do Sol
Entrada: Gratuita

Paris Filmes divulga cartazes individuais de “Jogos Vorazes – Amanhecer na Colheita”

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Longa chega em cinemas de todo o Brasil em novembro


 


A Paris Filmes divulga cartazes individuais de “Jogos Vorazes – Amanhecer na Colheita” (The Hunger Games: Sunrise on the Reaping). A nova distopia da série de sucesso que já levou milhões de pessoas aos cinemas terá sessões antecipadas a partir de
18 de novembro, com estreia em 19 de novembro. O lançamento será feito também em formatos especiais como IMAX. Baixe os cartazes

neste link e assista ao trailer
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O filme, dirigido por Francis Lawrence, revisitará o mundo de Panem 24 anos antes dos eventos de Jogos Vorazes, começando na manhã

da colheita da 50ª edição dos Jogos Vorazes, também conhecida como o Segundo Massacre Quaternário. “Jogos Vorazes – Amanhecer na Colheita” é baseado no livro homônimo de Suzanne Collins, lançado no Brasil pela Editora Rocco. O elenco conta com diversos
nomes de peso, como Ralph Fiennes, Jesse Plemons, Glenn Close, Kieran Culkin, Elle Fanning e mais. 

SOBRE A PARIS FILMES


A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H”, “Manas”, “Pedágio”, “Ritas” , “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, “A Empregada”, a franquia “Truque de Mestre”, “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia – e “Minha Melhor Amiga”.


Entre os próximos lançamentos estão “Feito Pipa”, “Geni e o Zepelim”, “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, “Minha Vida com Shurastey” e “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita”.

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Halloween no Brasília Shopping: uma tarde de doces travessuras

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Parada do Terror, pintura de rosto e caça aos doces transformam o shopping em cenário de Halloween no dia 24 de outubro

À medida que outubro avança, uma névoa de encanto e mistério se espalha pelos corredores do Brasília Shopping, transformando o cotidiano em um verdadeiro caldeirão de imaginação. No dia 24 de outubro, o mall abre as portas para o seu tradicional evento de Halloween, convidando pequenos bruxos, monstrinhos e fadas a celebrarem uma das datas mais lúdicas do ano.

Todo o cenário é pensado para aguçar os sentidos. A jornada tem início às 12h com a oficina de pintura de rosto, onde pinceladas coloridas dão vida a criaturas fantásticas e preparam os pequenos aventureiros para o espetáculo. Mais tarde, às 14h, os corredores se convertem em um palco vibrante com a Parada do Terror, que conduz o público em um verdadeiro desfile performático — o momento perfeito para exibir a fantasia escolhida. Logo em seguida, às 15h, os pequenos partem para a tão aguardada Caça aos Doces: é hora de desvendar enigmas, percorrer os cantos do shopping em busca de “gostosuras ou travessuras” e se divertir a cada pista revelada.

Quer se aventurar na Caça aos Doces? Então fica a dica: a brincadeira possui vagas limitadas e as famílias devem realizar a reserva gratuita pelo App Brasília Shopping a partir das 14h do dia 23 de outubro, garantindo a retirada da pulseira de acesso no Balcão de Informações (1º piso) e a concentração na Praça Central às 14h30. Já coloca o sininho no celular para garantir!

“O Halloween do Brasília Shopping já se tornou uma celebração emblemática em nosso calendário. A cada ano, é emocionante ver como os pequenos mergulham de cabeça na festa, caprichando nas fantasias, nos rostos pintados e nesse contraste apaixonante entre o terror e a fofura. É um evento preparado com muito carinho para fortalecer os laços familiares e celebrar o lúdico”, destaca Renata Monnerat, gerente de marketing do Brasília Shopping.

Você vem para essa festa de arrepiar?

Halloween Brasília Shopping
Data: 24 de outubro, sábado
Programação:

— Pintura de rosto: das 12h às 16h
— Parada do Terror: às 14h
— Caça aos Doces: às 15h
Concentração: Praça Central, a partir das 14h30. Reserva: App Brasília Shopping, a partir de 23 de outubro, às 14h30, com retirada de pulseirinha no Balcão de Informações, no 1º piso.
Entrada: gratuita, com vagas limitadas para a Caça aos Doces. Classificação indicativa livre.
Regulamento: disponível no App e no site do Brasília Shopping.

Com patrocínio master da Shell, Festival Clube do Choro encerra quarta edição do Complexo Cultural do Choro

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Nos dias 31 de outubro e 1º de novembro, programação reúne Jaques Morelenbaum e Moreno Veloso, Lucy Alves, Paula Lima, Wagner Tiso, Ian Coury, Assucena e João Camarero, entre outros nomes da música brasileira

Depois de meses de programação dedicada ao choro e à música brasileira, a quarta edição do Complexo Cultural do Choro chega ao encerramento com dois dias intensos de Festival. Nos dias 31 de outubro e 1º de novembro, o Espaço Cultural do Choro recebe artistas de diferentes gerações e vertentes, entre eles Jaques Morelenbaum e Moreno Veloso, Lucy Alves, Teresa Lopes, Trio Madeira Brasil, Paula Lima, Silvério Pontes e Marcelo Caldi, Wagner Tiso e Marcio Malard, Ian Coury, Michael Pipoquinha e Joabe Reis, Assucena e João Camarero. O projeto tem apresentação e patrocínio master da Shell.

“Na Shell, temos orgulho de construir parcerias que ajudam a manter viva a cultura brasileira e ampliam seu alcance para diferentes públicos e gerações. Ao lado do Complexo Cultural do Choro, contribuímos para preservar e fortalecer um dos gêneros mais importantes da nossa música, por meio de uma programação que conecta tradição, contemporaneidade e diversidade cultural. O patrocínio também ressalta a importância de Brasília para a estratégia da Shell” – comenta Monique Gonçalves, diretora de Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios da Shell Brasil.

Para marcar o encerramento, o Festival apresenta uma programação que percorre o choro, a música instrumental, a canção brasileira, o samba, o soul e o jazz, refletindo a diversidade de encontros que marcou a quarta edição.

“Chegar ao encerramento da quarta edição é motivo de muita alegria para todos nós. Ao longo desses meses, tivemos o choro como ponto de partida para encontros com diferentes gerações, linguagens e expressões da música brasileira, dentro e fora do Clube. O Festival traduz muito bem esse espírito ao reunir artistas com trajetórias tão diversas em dois dias de programação. É uma forma de celebrar tudo o que construímos nesta edição junto com os músicos e, principalmente, com o público”, afirma Henrique Neto, diretor da Escola Brasileira de Choro.

No dia 31 de outubro, a programação começa às 16h com o encontro de Jaques Morelenbaum e Moreno Veloso, seguido pela multi-instrumentista Lucy Alves. Juntos no palco, Jaques e Moreno apresentam um espetáculo acústico que aproxima suas trajetórias na música brasileira. O violoncelo de Morelenbaum encontra a voz e o violão de Moreno em uma apresentação intimista, construída também a partir da amizade entre os dois músicos, com espaço para improvisos e histórias compartilhadas com o público.

Arranjador, produtor e violoncelista, Jaques Morelenbaum tem em sua trajetória trabalhos com nomes como Tom Jobim, Caetano Veloso e Gilberto Gil. Moreno Veloso, cantor, compositor e multi-instrumentista, transita entre diferentes referências da música brasileira, do samba de roda a experiências contemporâneas da canção.

Cantora, compositora e multi-instrumentista, Lucy Alves transita por diferentes expressões da música brasileira. Em seu trabalho, alterna instrumentos como sanfona e violino e percorre ritmos como baião, xote, coco, frevo, choro e ciranda.

A partir das 19h50, apresentam-se Teresa Lopes, Trio Madeira Brasil e Paula Lima. Brasiliense, Teresa chega ao Festival com uma trajetória de 20 anos marcada pelo samba e por influências afro-brasileiras e internacionais. Ao longo da carreira, dividiu trabalhos e palcos com nomes como Almir Guineto, Fundo de Quintal, Arlindo Cruz, Fabiana Cozza e Ana Cañas, além de se apresentar em países como Portugal, Holanda, Noruega e Cuba. Em 2019, lançou o primeiro álbum, Clara Essência, com repertório dedicado a compositores de Brasília.

Criado em 1996, o Trio Madeira Brasil construiu uma trajetória dedicada à música instrumental brasileira e atualmente reúne Ronaldo do Bandolim, Zé Paulo Becker e Rafael Malmith. O grupo acumula apresentações no Brasil e no exterior e uma discografia dedicada a diferentes caminhos da música instrumental brasileira.

Paula Lima apresenta “Eu, Paula Lima – O Baile”, espetáculo idealizado e dirigido pela própria cantora que reúne diferentes referências de sua identidade musical e revisita momentos de sua trajetória. Em clima de baile, o repertório passa por sucessos como “Guarda-Chuva”, “Clareou”, “O Universo Que Habita em Mim” e “Deguste”, além de canções que dialogam com nomes como Hyldon, Tim Maia, Jorge Ben Jor, Rita Lee, Sandra de Sá e Marcos Valle. Entre o soul, o samba-rock, o samba e os grooves brasileiros, Paula propõe um encontro marcado pela música, pela dança e pela celebração.

No dia 1º de novembro, a programação recomeça às 16h com Silvério Pontes e Marcelo Caldi e o Duo Partilhas, de Wagner Tiso e Marcio Malard. Trompetista dedicado à música brasileira e ao choro, Silvério construiu uma trajetória que inclui trabalhos com Tim Maia, Luiz Melodia, Paulinho da Viola, Elza Soares, Francis Hime, Beth Carvalho e Yamandu Costa.

Parceiros musicais há mais de cinco décadas, Wagner Tiso e Marcio Malard apresentam o Duo Partilhas, encontro de piano e violoncelo com repertório que passa por Villa-Lobos e clássicos do choro e da música brasileira. A parceria dos dois músicos remonta ao fim dos anos 1960 e atravessou diferentes projetos e formações ao longo das décadas.

A partir das 19h50, a programação reúne Ian Coury, Michael Pipoquinha e Joabe Reis, além de Assucena e João Camarero. Natural de Brasília, Ian Coury é bandolinista, compositor, arranjador, educador e produtor musical, graduado pela Berklee College of Music e mestre pelo Berklee Global Jazz Institute, com trajetória que inclui apresentações no Brasil e no exterior.

Michael Pipoquinha e Joabe Reis dividem o palco em uma apresentação conjunta que aproxima duas trajetórias da música instrumental contemporânea. Cearense, Pipoquinha é contrabaixista, compositor e produtor e atua profissionalmente desde os 11 anos. Ao longo da carreira, tocou com artistas como Hamilton de Holanda, Yamandu Costa, Djavan, Gilberto Gil, Ivan Lins e Toninho Horta e levou seu trabalho a diferentes países. Em 2026, prepara o lançamento de Minha Pele, álbum no qual também se apresenta como cantor de composições próprias. Trombonista, compositor e produtor, Joabe Reis desenvolve um trabalho ligado ao jazz brasileiro contemporâneo, com influências do hip-hop, neo soul, funk e pop. Já passou por festivais como Rock in Rio e The Town e dividiu o palco com artistas como Jacob Collier, Kamasi Washington e Snarky Puppy. Em 2026, lançou seu terceiro álbum autoral, Drive Slow: A Última das Fantasias.

Assucena e João Camarero apresentam um encontro de voz e violão que reúne clássicos da música brasileira e composições autorais. A parceria dos dois começou em 2025, no projeto Contornos da Canção, do Sesc Pompeia, quando revisitaram o álbum À Flor da Pele, de Ney Matogrosso e Raphael Rabello. O repertório do novo encontro passa por referências como Tom Jobim, Dolores Duran, Elis Regina, Gal Costa e Elza Soares, além de canções autorais.

Por acontecer em um espaço intimista, os ingressos são limitados e, nas duas últimas edições, as entradas se esgotaram nos primeiros 30 minutos. Para esta edição, o link de compra será disponibilizado na comunidade do Clube do Choro no WhatsApp no dia 13 de outubro, às 15h. A recomendação é acompanhar o canal e se programar com antecedência.

O Festival encerra uma edição construída a partir de diferentes formas de aproximação com a música brasileira, dos encontros no palco às atividades realizadas no Parque da Cidade e às ações de formação. A diversidade da programação dos dois últimos dias traduz uma proposta presente ao longo do projeto: aproximar diferentes linguagens, trajetórias e públicos.

Sobre a Shell

Desde 1913 no país, a Shell Brasil é uma companhia de energia integrada, com participação nos setores de Petróleo e Gás, Soluções Baseadas na Natureza, Pesquisa & Desenvolvimento e Trading, por meio da comercializadora Shell Energy Brasil. A companhia está presente ainda no segmento de Biocombustíveis por meio da joint-venture Raízen, que no Brasil também gerencia a distribuição de combustíveis da marca Shell. A Shell Brasil trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia.

Fique por dentro das notícias da Shell Brasil: inscreva-se no Shell Brasil News Alert (https://www.shell.com.br/imprensa/noticias-por-email.html)

Serviço

Festival Clube do Choro – encerramento da 4ª edição do Complexo Cultural do Choro
Datas: 31 de outubro e 1º de novembro de 2026
Local: Espaço Cultural do Choro – Setor de Divulgação Cultural, Eixo Monumental, Brasília (DF)

31 de outubro
1ª sessão – 16h – Jaques Morelenbaum e Moreno Veloso | Lucy Alves
2ª sessão – 19h50 – Teresa Lopes | Trio Madeira Brasil | Paula Lima

1º de novembro
1ª sessão – 16h – Silvério Pontes e Marcelo Caldi | Duo Partilhas – Wagner Tiso e Marcio Malard
2ª sessão – 19h50 – Ian Coury | Michael Pipoquinha e Joabe Reis | Assucena e João Camarero

Ingressos: o link para compra será disponibilizado na comunidade do Clube do Choro no WhatsApp no dia 13 de outubro, às 15h. Os ingressos são adquiridos individualmente para cada uma das quatro sessões.


Classificação indicativa: Livre
Informações: (61) 3226-3969 / (61) 99868-2012
@complexodochoro / @clubedochoro

’A MEMÓRIA DO CHEIRO DAS COISAS’ É O REPRESENTANTE DE PORTUGAL NO OSCAR DE 2027

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O filme de António Ferreira foi escolhido pelos membros da Academia Portuguesa de Cinema para representar Portugal na disputa por uma indicação ao Oscar de Melhor Filme Internacional

O longa-metragem A MEMÓRIA DO CHEIRO DAS COISAS, dirigido por António Ferreira e protagonizado por José Martins e Mina Andala, foi selecionado como candidato de Portugal na categoria de Melhor Filme Internacional na 99ª edição do Oscar, em 2027. A escolha foi feita por meio de votação dos membros da Academia Portuguesa de Cinema.

A seleção representa uma importante conquista para o filme e abre uma nova etapa em sua trajetória internacional. Produzido pela Persona Non Grata Pictures e pela Muiraquitã Filmes, A MEMÓRIA DO CHEIRO DAS COISAS é um drama íntimo que atravessa temas como memória, envelhecimento e possibilidade de reconciliação, a partir de um olhar marcado pela profundidade emocional, pela contenção das interpretações e pela sutileza visual.

Filmado integralmente em Coimbra, com a participação majoritária de profissionais e atores da cidade, o filme mantém uma forte ligação com a comunidade artística local, que contribuiu para sua realização. A escolha para representar Portugal também é motivo de orgulho para essa comunidade, levando o trabalho desenvolvido em Coimbra a uma nova dimensão de reconhecimento.

A trajetória do filme já conta com outras distinções, entre elas o Prêmio de Melhor Ator concedido a José Martins no Festival Internacional de Cinema de Xangai e o Prêmio Sophia de Melhor Ator Protagonista, concedido pela Academia Portuguesa de Cinema.

Com a candidatura portuguesa ao Oscar 2027, A MEMÓRIA DO CHEIRO DAS COISAS dá continuidade a uma trajetória de reconhecimento em Portugal e no exterior, agora com a responsabilidade e o orgulho de representar o cinema português.

SOBRE O FILME

O tempo tirou de Arménio a fortaleza do corpo e seu novo lar é uma casa de repouso para idosos. Oisolamento e a amargura o afastaram da família e suas relações mais próximas são com os profissionais que cuidam dele. A chegada de Hermínia, sua nova enfermeira, tira as coisas de lugar. Mulher negra, ela destrava traumas e preconceitos do veterano de guerra que aprendeu a reconhecer inimigos pela cor da pele.

Construído como eco do colonialismo na África, A Memória do Cheiro das Coisas, novo filme doportuguês António Ferreira, intercala temas complexos e necessários: envelhecimento, solidão, racismo, redescoberta.

Para o diretor, o personagem lhe permite abordar muitos temas: “Sua relação com o passado écomplexa, especificamente com os negros, outrora ‘os inimigos’. Um homem que superou a violência da guerra, acostumado a ser independente, com toda a sua rudeza, se vê agora debilitado e em posição de vulnerabilidade nas mãos de uma mulher negra, tendo que lidar com seus preconceitos, tentando manter um equilíbrio entre sua autonomia e a necessidade de ser cuidado”, explicou Ferreira.

O diretor afirma também que seu filme é uma homenagem aos trabalhadores que dedicam suas vidas a cuidar de outras vidas: “Por esse motivo, imagens ‘documentais’ de asilos reais intercalam a narrativa de ficção”, diz o cineasta. O filme é estrelado por Mina Andala e José Martins, que venceu o prêmio de melhor ator no Festival Internacional de Cinema de Shanghai, na China, onde A Memória do Cheiro das Coisasestreou mundialmente. 

“Meu objetivo é que possamos observar os mecanismos por trás de tantos ‘Arménios’ na sociedade portuguesa: toda uma geração de homens atirada para a guerra, vítima de uma lavagem cerebral que desumanizou o negro. Ao ser forçado a esse contato, o outro se humaniza, se torna mais próximo e, em última análise, igual a nós”, conclui.

SINOPSE:

Diante da vulnerabilidade da velhice, Arménio éobrigado a encarar os fantasmas do passado, enquanto uma amizade inesperada floresce entre ele e Hermínia. Este filme é um retrato poético e intimista de um idoso em um asilo, explorando a fragilidade da condição humana, a inevitabilidade da morte e a busca por redenção. Aborda questões urgentes da nossa sociedade, como o envelhecimento da populaçãoe o racismo estrutural.

O DIRETOR

António Ferreira (Coimbra, 1970) é realizador e produtor luso-brasileiro. Formado na ESTC (Lisboa) e na dffb (Berlim), chamou atenção com o curta Respirar (debaixo d’água) (2000, Cannes). Assinou longas como Esquece tudo o que te disse (2002), Embargo (2010, de José Saramago), Pedro e Inês (2018, filme português mais visto do ano), A Bela América (2023) e A Memória do Cheiro das Coisas(2025). Dirigiu ainda a peça As lágrimas amargas de Petra von Kant (TNDM II, 2012) e o filme Posfácio nas Confecções Canhão. Fundador da APCA e membro da Academia Portuguesa de Cinema e da APACI, énaturalizado brasileiro e co-dirige, com Tathiani Sacilotto, a Persona Non Grata Pictures (Brasil/Portugal). Ao todo, soma oito filmes realizados, 30+ produzidos e 40 prêmios em 100+ festivais.

FICHA TÉCNICA
Direção:
 António Ferreira
Roteiro: Tiago Cravidão, António Ferreira
Produção: Persona Non Grata Pictures (Tathiani Sacilotto), coprodução Muiraquitã Filmes (Eliane Ferreira), António Ferreira, Laurence Lascary
Fotografia: Leandro Valente (Lee Fuzeta)

Montagem: António Ferreira
Direção de arte: Luísa Bebiano
Figurino: Inês Damasceno
Maquiagem: Raquel Ralha
Música original: Luís Pedro Madeira
Som: Bernardo Theriaga, Ricardo Cutz, Matheus Miguens, Ian Fernandes, Felipe Magalhaes
Produtoras: Persona Non Grata Pictures; Muiraquitã Filmes
País/ano: Portugal/Brasil, 2025
Duração: Drama, 96 min

Distribuição: Bretz Filmes

ELENCO
José Martins
 …………… Arménio
Mina Andala …………… Hermínia
Pedro Lamas …………… João
Robson Lemos …………… Jefferson
Maria Manuel Almeida …………… Amélia
Maria José Almeida (Mizé) …………… Joana
Sofia Coelho …………… Psicóloga
Paula Barata …………… Laura
José Castela …………… Tozé
Cláudia Carvalho …………… Administradora
Ricardo Vaz Trindade …………… Homem da Funerária
Francisco Paz …………… Telles
Luís Ferreira …………… Morais
Teosson Chau …………… Soldado
Zeca Carvalho …………… Fisioterapeuta
João Damasceno …………… Médico
Isabel Craveiro …………… Isabel

SOBRE A MUIRAQUITÃ FILMES
A Muiraquitã Filmes é uma produtora brasileira com um portfólio diverso de longas-metragens desenvolvidos em cooperação com parceiros criativos e inovadores de todo o mundo. A produtora ganhou destaque com documentários premiados, como “Cine Marrocos” de Ricardo Calil (Golden Dove na Next Masters Competition, Dok Leipzig 2018), “Fico te devendo uma carta sobre o Brasil” de Carol Benjamin (Menção Especial na First Appearance Competition, IDFA 2019) e “Os Arrependidos” (Melhor filme no ÉTudo Verdade 2021). 

Entre as ficções que produziu, estão “Vermelho Russo” de Charlie Braun (melhor roteiro no Festival do Rio 2016), “Querência” de Helvécio Marins Jr. (estreia na seção Fórum do Berlinale 2019 e Melhor Filme na Competição Internacional do Jeonju IFF) e “Retrato de um Certo Oriente” de Marcelo Gomes (Rotterdam Competição Big Screen 2024). 

Atualmente, entre outros projetos, trabalha na produção de “Sobre Memória e Esquecimento” de Ricardo Martensen (apoiado pelo IBF e pelo Sundance Institute) e na pós-produção de “Jardim dos Silêncios” de Henrique Dantas, uma coprodução com a Itália. Estreou recentemente “Pasárgada” de Dira Paes (melhor edição de som em Gramado 2024), “Cyclone” de Flavia Castro (Shanghai IFF e Munique IFF 2025) e a coprodução com Portugal “A Memória do Cheiro dasCoisas” de António Ferreira (melhor ator em Shangai IFF 2025).

SOBRE A PERSONA NON GRATA PICTURES
Fundada em 1999, a PERSONA NON GRATA PICTURES já produziu mais de 30 filmes de ficção e documentário, em coprodução com Brasil, Argentina, Equador, Portugal, Espanha, França, Alemanha e Moçambique. Com vocação internacional, seus filmes circulam por festivais e chegam aos circuitos comerciais de cinema e TV, sempre com assinatura autoral e diálogo com opúblico. A produtora prioriza coproduções com apoio de programas como Ibermedia, MEDIA, ICA (PT), FSA (BR) e CNC (FR). É dirigida por Tathiani Sacilotto e António Ferreira. Entre os títulos: A Memória doCheiro das Coisas (2025), A Bela América (2023), Pedro e Inês (2018), Embargo (2010) e outros.

SOBRE A BRETZ FILMES
Criada em 1990, a Bretz Filmes atua na distribuiçãopara cinema, vídeo, TV e streaming. Desde 2011, especializou-se em documentários e filmes de autor e, a partir de 2015, passou a priorizar o cinema brasileiro. Lançou títulos como O Cavalo de Turim, Nostalgia da Luz, Another Year, Cézanne e Eu, Honeyland, For Sama, Gabriel e a Montanha, On Yogae Fico Te Devendo Uma Carta Sobre o Brasil. Com 500+ títulos no catálogo, também desenvolve e coproduz projetos com parceiros como TV Globo, Globoplay, Canal Brasil, Netflix, Prime Video, Curta!, Arte 1 e outros.

Exposição de Yoshitaka Amano se despede com personagens de Final Fantasy e sessão especial de Angel’s Egg

Foto Sato Company

Encerramento no CCBB Brasília reúne encontros com cosplayers, exibição gratuita do clássico da animação japonesa e última oportunidade de visitar a mostra com 218 obras originais e experiência imersiva

A exposição Yoshitaka Amano – Além da Fantasia entra em seus últimos dias no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) com uma programação especial que leva para além das obras dois universos marcantes da trajetória do artista japonês. Nos dias 31 de outubro e 1º de novembro, o público poderá encontrar personagens da franquia Final Fantasy nas galerias da exposição. Já no feriado de 2 de novembro, o cinema do CCBB recebe uma sessão gratuita de Angel’s Egg (1985), clássico da animação japonesa dirigido por Mamoru Oshii, com concepção artística de Amano.

No sábado e domingo, das 14h às 19h, as cosplayers Rach Asakawa e Rayara Eckhardt estarão caracterizadas como Fang e Lightning, personagens de Final Fantasy. Durante os dois dias, os visitantes poderão interagir e fazer fotos com as personagens ao longo do percurso expositivo. A ação aproxima o público de uma das criações mais conhecidas de Amano, cuja contribuição para a identidade visual da franquia ajudou a construir um imaginário que marcou gerações de jogadores e ultrapassou as fronteiras dos videogames.

A programação continua na segunda-feira, 2 de novembro, quando o CCBB Brasília abrirá excepcionalmente durante o feriado e haverá exibição de Angel’s Egg, às 16h. A sessão gratuita oferece uma oportunidade de conhecer na tela do cinema uma das obras mais singulares da carreira de Amano. Os ingressos devem ser retirados pelo site www.bb.com.br/cultura ou na bilheteria física do centro cultural.

Com atmosfera gótica e surrealista, Angel’s Egg acompanha uma menina solitária que percorre uma cidade desolada enquanto protege um grande ovo. A narrativa, construída a partir de imagens simbólicas e poucos diálogos, convida o espectador a uma experiência visual contemplativa e enigmática. Lançado em 1985, o longa se tornou uma obra cultuada da animação japonesa, destacando a força da linguagem artística de Amano na criação de personagens, cenários e atmosferas fantásticas.

Última oportunidade de visitar a exposição

Além das atividades especiais, o público tem até 1º de novembro para conhecer Yoshitaka Amano – Além da Fantasia, que reúne 218 obras originais trazidas diretamente do Japão e uma instalação imersiva concebida especialmente para a mostra. Com curadoria de Antonio Curti e patrocínio da BB Asset, a exposição apresenta mais de cinco décadas de produção artística e revela a diversidade de linguagens exploradas por um dos nomes mais influentes da cultura visual contemporânea.

Entre pinturas, ilustrações, objetos e trabalhos pouco conhecidos do público brasileiro, a mostra revela uma produção que atravessa animação, quadrinhos, videogames, literatura, moda e artes visuais. As composições de linhas delicadas, figuras etéreas e referências que aproximam a tradição japonesa da arte ocidental evidenciam uma identidade artística que se mantém reconhecível em diferentes suportes e linguagens.

A passagem da exposição por Brasília dá continuidade ao encontro de Amano com o público brasileiro, iniciado com uma mostra realizada em São Paulo, em 2024, e ampliado pelas temporadas do CCBB em Belo Horizonte e no Rio de Janeiro. Sobre a oportunidade de apresentar seus trabalhos originais no país, o artista destaca: “Os visitantes poderão conhecer obras nunca exibidas, incluindo grandes peças em alumínio – algo que só pode ser plenamente apreciado ao ver o trabalho original, pessoalmente”.

Da animação às artes visuais

Nascido em 1952, na província japonesa de Shizuoka, Yoshitaka Amano começou a carreira ainda adolescente na Tatsunoko Production, um dos estúdios mais importantes da história da animação japonesa. Ao longo de mais de cinco décadas, desenvolveu uma linguagem própria, marcada pelo traço fluido, pela elegância das figuras e pela combinação de referências culturais de diferentes origens.

Sua contribuição para Final Fantasy foi decisiva para a identidade visual da franquia, enquanto trabalhos como Vampire Hunter D e Angel’s Egg consolidaram sua presença no universo da fantasia. Colaborações com autores, editoras e marcas internacionais ampliaram ainda mais o alcance de sua produção.

Organizada em sete núcleos temáticos — Tatsunoko, Final Fantasy, Candy Girl, Devaloka, Vampire Hunter D, Angel’s Egg e Colaborações —, a exposição permite acompanhar diferentes momentos dessa trajetória. O percurso termina no Pavilhão de Vidro, com uma instalação imersiva desenvolvida em parceria com a AYA Studio. Inspirada na série Devaloka, a experiência utiliza 15 projetores laser sincronizados, animações e desenho sonoro para envolver os visitantes em cenários povoados por divindades, criaturas fantásticas e paisagens que transitam entre o material e o espiritual.

Sobre a BB Asset

A BB Asset, maior gestora de fundos do país, administra cerca de R$ 1,79 trilhão em patrimônio líquido e é responsável pela gestão de mais de 1.200 fundos de investimento, atendendo milhões de pessoas que buscam realizar seus objetivos financeiros. A empresa é reconhecida pela excelência de sua gestão, com as maiores notas das agências de classificação de risco Fitch Ratings e Moody’s. Detém aproximadamente 17,4% de participação no mercado, consolidando sua liderança no setor. Seus produtos são distribuídos pela maior rede de atendimento bancário do país, o Banco do Brasil, e pelas principais plataformas de investimento. A BB Asset acredita que seu papel vai além da gestão de ativos. Com soluções desenvolvidas para diferentes perfis e objetivos, a empresa assume a responsabilidade de contribuir para uma sociedade mais inclusiva, participativa e conectada com o que realmente importa, investindo em iniciativas que promovem desenvolvimento ambiental, social, de governança e cultural.

Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Localizado no Edifício Tancredo Neves, o prédio é uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico de autoria de Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizadas exposições, shows, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, o CCBB Brasília oferece o Programa Educativo, projeto contínuo de arte-educação que desenvolve ações educativas e culturais. O programa aproxima os visitantes da programação em cartaz, acolhe o público espontâneo e atende especialmente estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições por meio de visitas mediadas e agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

Acessibilidade

A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional.

O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta no vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. Mais informações em: Serviços Oferecidos | CCBB Brasília

Horário da van – De quinta-feira a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h. | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.

Serviço:

Yoshitaka Amano – Além da Fantasia 

Até 2 de novembro de 2026

Horários: De terça-feira a domingo, das 9h às 21h

Programação especial de encerramento

Cosplayers Rach Asakawa e Rayara Eckhardt 

Dias 31 de outubro e 1º de novembro, sábado e domingo, das 14h às 19h

Exibição de Angel’s Egg
Dia 2 de novembro (segunda-feira), às 16h, no Cinema do CCBB

Ingressos gratuitos, mediante retirada no site www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília.

Local: Galerias 3, 5 e Pavilhão de Vidro do CCBB Brasília

Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul

Classificação indicativa: Livre

Barraca de Memórias leva histórias de mulheres pioneiras do DF para escolas e espaços comunitários do Guará

Foto divulgação

Projeto da Todo Público e do Coletivo ENTREVAZIOS faz exibições mediadas de minidocumentário, abre escuta poética com mulheres idosas e amplia acervo online de objetos afetivos que contam uma Brasília fora dos livros

Uma panela, uma fotografia, um caderno, um retalho de tecido. É a partir de objetos assim, guardados por mulheres que ajudaram a erguer o Distrito Federal, que o projeto Barraca de Memórias – Difusão do Acervo Poético chega ao Guará, uma das regiões mais antigas do DF. Realizada pela Todo Público em parceria com o Coletivo ENTREVAZIOS, a iniciativa circula entre outubro e novembro por escolas públicas e espaços comunitários com exibições de minidocumentário, rodas de conversa entre gerações e a ampliação do Acervo Poético de Objetos(acervo.entrevazios.com.br).

A programação começa com a Barraca de Memórias, no dia 27 de outubro no Centro de Convivência do Idoso no Guará. Um momento de escuta que funciona como o nome diz: um espaço onde mulheres idosas moradoras do Guará compartilham relatos e objetos que guardam a memória da região. Tudo o que for registrado passa a integrar o acervo online, que ganha novas narrativas. De 3 a 19 de novembro, o projeto faz 10 exibições mediadas do minidocumentário Barraca de Memórias, cada uma seguida de bate-papo e lanche. Duas sessões contam com intérprete de Libras e duas com audiodescrição. As exibições acontecerão em espaços como a Casa de Cultura do Guará, o Centro de Referência em Assistência Social do Guará, Unidades Básicas de Saúde, Escolas Públicas, entre outras. Nos dias 10 e 11, as sessões também serão abertas ao público e acontecerão no Auditório da Administração do Guará. 

Memória contra o apagamento

A proposta é reconhecer as mulheres idosas como guardiãs da memória e protagonistas da construção de Brasília, uma história que costuma ficar fora dos registros oficiais. Ao levar o projeto para jovens e, também, para pessoas idosas, o projeto aposta no encontro entre gerações que vivem no mesmo território: quem chegou primeiro e construiu a cidade, e quem herdou essas paisagens.

“Realizar a Barraca de Memórias no Guará é uma escolha que dialoga profundamente com a própria proposta do projeto. O Guará é um território importante para a construção da memória do Distrito Federal e, ao longo da pesquisa e da pré-produção, percebemos também a presença muito significativa da população idosa na região e a força das iniciativas comunitárias voltadas para esse público. Por isso, estar no Guará é também uma forma de reconhecer esse território, criar espaços de escuta e valorizar as histórias de vida de quem ajudou a construir a cidade. Acreditamos que preservar a memória é, sobretudo, reconhecer as pessoas e os territórios que fazem parte dela.” Afirma Luênia Guedes, coordenadora do projeto.

O Acervo Poético de Objetos reúne anos de pesquisa do Coletivo ENTREVAZIOS. A Barraca de Memórias já passou por Planaltina, Vila Planalto, Paranoá, Núcleo Bandeirante, Brazlândia, Candangolândia, Vila Telebrasília, Fercal e Taguatinga. No site, as histórias estão organizadas por região e podem ser acessadas de qualquer lugar.

“Levar este acervo para um site é dar permanência às vozes que a história tradicional frequentemente silencia. São mulheres que não apenas testemunharam a construção de Brasília, mas foram seus verdadeiros alicerces — com suas mãos, seus afazeres, seus sonhos e sua coragem de resistir e ficar. Elas não só ficaram: fizeram quintal, criaram laços, tornaram este chão habitável e cheio de afeto. Agora, suas memórias não se perdem no tempo. Cada panela, cada fotografia, cada história costurada no afeto vira patrimônio vivo, acessível a todos”, explica a artista e pesquisadora Maysa Carvalho.

Sobre o Coletivo Entrevazios 
Criado em 2014, o grupo vem propondo reflexões e diálogos contínuos sobre Brasília e suas poéticas, investigando as intersecções da cidade, arte, memória e os corpos que a atravessam.  Os desdobramentos artísticos do Coletivo incluem trabalhos como: o Livro de Artista ENTREVAZIOS (2014); a intervenção urbana O Estrangeiro (2015); a exposição instalativa De Ver Cidade – Brasília numa caixa de brincar (2019 e 2025); a intervenção poética de teatro de animação Lourença (2021); o minidocumentário Barraca de Memórias (2023); a exposição Percursos Inventados (2023); o espetáculo Carrego O Que Posso, Faço Quintal Onde Dá (2024 a 2026); as visitas teatralizadas com Cidade Espetáculo – Aventura nos Três Poderes (2024 e 2025), a exposição Memória Migrante – Mostra Acervo Poético (2025) e o projeto Barraca de Memórias (2026).

Sobre a Todo Público
 
A Todo Público é uma iniciativa especializada na sensibilização de públicos e na democratização do acesso à arte, à cultura e ao patrimônio. Desenvolve ações educativas e interativas que transformam espaços culturais em ambientes acessíveis, pautadas pela educação patrimonial, pela mediação artística e pela acessibilidade cultural social. Atua com mediação cultural, programas educativos, acessibilidade, mobilização de público e coordenação pedagógica. Entre suas realizações estão trabalhos como: a consultoria de programação do MAB Educativo (2019 a 2023); a curadoria e acessibilidade da mostra Percursos Inventados – Entrevazios (2023); a coordenação pedagógica de Cidade Espetáculo: Aventura nos Três Poderes (2024); a coordenação de metodologias do projeto Só Taguá Têm, com Instituto Soma e IPHAN (2025); a mobilização de público e a coordenação de acessibilidade do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e do DF Instrumental (2025); e, em 2026, a coordenação pedagógica do programa educativo da Praça dos Três Poderes.

SERVIÇO
Projeto Barraca de Memórias – Difusão do Acervo Poético
Escuta poética (Barraca de Memórias): 
27 de outubro
Exibições mediadas do mini documentário e bate-papo: 
de 3 a 19 de novembro
Acervo Poético de Objetos:acervo.entrevazios.com.br
Informações e programação completa em: 
@entrevazios

Espetáculo “Sobre Pedras” une guerra e recomeços no palco e oferece sessões gratuitas a estudantes do Ensino Médio da Estrutural

Foto divulgação

Escrita e interpretada por Iury Persan, a peça reúne teatro de sombras e vídeo mapping e terá oito sessões, de 27 a 29 de outubro, com mediação, debate e material didático para os alunos

Ensino Médio do Centro Educacional 01 da Estrutural vão assistir gratuitamente a “Sobre Pedras”, espetáculo escrito e interpretado por Iury Persan que parte do cenário de uma guerra para falar de perdas e recomeços. São oito sessões, de 27 a 29 de outubro de 2026, no auditório do Espaço Cultural CREAS: seis exclusivas para alunos do Centro Educacional 01 da Estrutural e duas abertas à comunidade.

Um homem diante dos escombros

Depois de um ataque, um homem retorna às ruínas da própria casa e procura a esposa, a filha e a mãe. Entre objetos quebrados, tenta reconstruir não só um espaço físico, mas aquilo que dava sentido à sua vida: imagina pratos sobre uma mesa que já não existe, serve uma refeição, espera pela família. Com restos de brinquedos, monta uma pequena casa. Uma flor vira lembrança do amor; uma antiga canção de ninar traz de volta o acolhimento materno.

Iury Persan, autor do texto e ator em cena, explica o ponto de partida. “A trajetória do personagem nos coloca diante de uma pergunta fundamental: o que resta de nós quando perdemos o lugar, as pessoas e as certezas que davam sentido à nossa existência?”, questiona Iury Persan. Embora o cenário seja o da guerra, a peça dialoga com batalhas do cotidiano, como a perda, a separação, a falta de trabalho, a solidão e a violência.

Teatro de corpo, sombra e silêncio

A dramaturgia é conduzida pelo corpo, silêncio, sonoridade e objetos, com recursos visuais como teatro de sombras. A linguagem nasce da pesquisa de Iury sobre a relação entre corpo e espaço, desenvolvida no laboratório cênico da Cia. Carcaça. “A casa destruída não é apenas o lugar onde a história acontece: ela age sobre o personagem, impõe limites, desperta lembranças e modifica seus movimentos”, conta o ator. Para ele, não se trata “simplesmente de retirar o texto falado, mas de construir uma dramaturgia em que a imagem, o movimento, a luz e a matéria tenham a mesma importância da palavra”.

Por que levar a peça aos estudantes

Moradia, família, memória, perdas, desigualdades e o direito de construir um futuro estão entre os temas que o espetáculo abre para conversa com os jovens. “É, sobretudo, uma oportunidade de olhar para o mundo a partir de uma perspectiva que nem sempre ocupa o centro das discussões em sala de aula: a visão de quem precisa lutar para preservar aquilo que lhe é mais essencial: a vida”.

A história da própria Cidade Estrutural, marcada pela luta por moradia e pela construção de uma comunidade, entra nessa conversa. “Conhecer essa trajetória permite que os jovens compreendam que o lugar onde vivem não surgiu por acaso: ele é resultado de processos históricos, de decisões políticas, de condições econômicas e, principalmente, das ações de pessoas que construíram suas vidas naquele território”, afirma. Iury ressalta que a experiência do personagem não equivale à realidade dos estudantes: a proposta não é transformar dificuldades sociais em imagens de guerra, e sim despertar perguntas sobre dignidade humana, direito à moradia e vínculos afetivos. “O teatro não precisa explicar aos jovens o que devem pensar; pode oferecer imagens, experiências e perguntas que os ajudem a elaborar suas próprias interpretações”, conta.

Mediação e debate 

Em todas as apresentações, uma mediação antecede o espetáculo e, ao final, estudantes, docentes, ator e equipe técnica participam de um debate. Alunos e professores recebem ainda um programa educativo com material didático impresso. As sessões de 28 de outubro, às 10h e às 16h, têm acessibilidade em Libras.

“Espero que o público leve consigo mais perguntas do que respostas prontas”, diz Iury, que quer ver a conversa passar por “memória, pertencimento, perda e reconstrução” sem igualar histórias diferentes nem simplificar suas complexidades.

Ao final, uma pequena casa feita de peças de brinquedo permanece em cena. Para o autor, a imagem ajuda a perceber “que uma casa é muito mais do que suas paredes e que uma ruína não representa apenas aquilo que foi destruído, mas também aquilo que permanece”.

O projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

Sobre o autor

Iury Persan é ator, dançarino, palhaço e dramaturgo, formado em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília. Estreou no teatro em 2007 e já foi premiado como melhor ator em festivais como o LUPA (2010), o FESTTO, em Teófilo Otoni (2014), e o de Guaçuí (2017). Integrou grupos como Cutucart, Coletiva Teatro e Teatro dos Ventos e levou trabalhos a Chicago (2016), Atenas (2019) e Lisboa (2024). Em 2023, estreou O Homem Raio, que escreve, dirige e interpreta no laboratório cênico Carcaça. Em 2025, integrou o elenco de Um Lapso de Ouro e Vinho, em temporadas nos SESC Presidente Dutra e Paulo Autran e no Espaço H2O, pelo Festival Nacional de Teatro de Bolso, com sucesso de crítica e público.

SERVIÇO
Sobre Pedras, de Iury Persan

Local: Auditório do Espaço Cultural CREAS, Administração Regional da Cidade Estrutural
Classificação indicativa: 14 anos
Programação:
27 de outubro: sessões às 10h e às 16h (estudantes); às 20h, sessão aberta ao público espontâneo
28 de outubro: sessões às 10h e às 16h, com acessibilidade em Libras (estudantes); às 20h, sessão aberta ao público espontâneo
29 de outubro: sessões às 10h e às 16h (estudantes)
Informações: @c1produtora

Vik Muniz chega ao CCBB Brasília com cerca de 188 obras na maior retrospectiva de sua carreira

Foto divulgação

“Vik Muniz – A Olho Nu”, vista por mais de 600 mil visitantes, percorre quase quatro décadas da trajetória de um dos artistas brasileiros de maior projeção internacional

A maior e mais abrangente retrospectiva já dedicada à produção de Vik Muniz chega ao Centro Cultural Banco do Brasil Brasília reunindo cerca de 188 obras, entre fotografias, esculturas e objetos, em um percurso por quase quatro décadas de criação de um dos artistas brasileiros de maior reconhecimento internacional. Com curadoria de Daniel Rangel, “Vik Muniz – A Olho Nu”ocupa as galerias I e II do CCBB Brasília de 27 de outubro de 2026 a 31 de janeiro de 2027, com entrada gratuita.

Apresentada pelo Centro Cultural Banco do Brasil Brasília, com patrocínio do Banco do Brasil, a exposição chega à capital federal depois de passar pelo Instituto Ricardo Brennand, no Recife, pelo Museu de Arte Contemporânea da Bahia, em Salvador, em uma realização do CCBB Salvador, e pelo CCBB Rio de Janeiro. Juntas, as três etapas receberam mais de 600 mil visitantes, demonstrando a receptividade do público à proposta.

Ao reunir diferentes fases da trajetória de Vik Muniz, “A Olho Nu” oferece ao visitante a oportunidade de conhecer em profundidade seu processo de criação, desde as primeiras experiências com esculturas até as séries fotográficas que o tornaram mundialmente conhecido e suas pesquisas mais recentes. Ao longo do percurso, é possível descobrir como os materiais são escolhidos, como as imagens são elaboradas e de que maneira uma mesma obra se transforma conforme a distância e a atenção de quem a observa.

O ineditismo do projeto está também na amplitude desse encontro entre trabalhos que nem sempre são apresentados juntos. Além das fotografias mais conhecidas, a retrospectiva evidencia a importância dos objetos e das esculturas na origem da pesquisa do artista. Assim, permite compreender como seu interesse pela fotografia surgiu da documentação de suas próprias peças e se tornou parte central de sua prática artística.

Como explica Daniel Rangel, a exposição “propõe um passeio pela produção do artista, desde suas obras tridimensionais, criadas antes do uso da câmera fotográfica, até suas séries mais conhecidas e as mais recentes”. Mais do que acompanhar uma sequência de obras, o público é convidado a perceber as relações entre elas e a reconhecer como memória, cultura popular e história da arte atravessam sua produção.

Nas galerias, esculturas são apresentadas ao lado das obras fotográficas, em um percurso que combina alguns eixos cronológicos com aproximações entre os trabalhos. “As obras se relacionam por similaridades poéticas, visuais, formais ou contextuais”, explica Rangel. Assim, embora permita acompanhar o desenvolvimento da produção de Vik Muniz, a montagem não segue uma ordem estritamente cronológica: o diálogo entre objetos e imagens orienta o visitante ao longo de toda a exposição.

Nascido em São Paulo, em 1961, Vik Muniz construiu uma das trajetórias mais reconhecidas da arte contemporânea brasileira ao transformar materiais cotidianos em imagens que surpreendem o olhar. Sua carreira internacional começou a ganhar forma nos anos 1980, quando se mudou para os Estados Unidos, e alcançou projeção com trabalhos realizados a partir de materiais tão diversos quanto açúcar, chocolate, brinquedos, recortes de revistas e resíduos.

Sua produção integra importantes acervos, como os do Centre Georges Pompidou, em Paris; do Museo Nacional Centro de Arte Reina Sofía, em Madri; do Solomon R. Guggenheim Museum, em Nova York; e da Tate, em Londres. No Brasil, está presente em coleções como as do Museu de Arte Moderna de São Paulo e do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, entre outras.

Além desse reconhecimento, sua trajetória é marcada por ações que aproximam arte, educação e transformação social. O trabalho realizado com catadores do aterro de Jardim Gramacho, no Rio de Janeiro, deu origem ao documentário “Lixo Extraordinário”, indicado ao Oscar.

É esse artista, cuja obra circula pelo mundo sem perder a ligação com suas origens, que o público de Brasília poderá reencontrar em uma exposição construída não apenas como retrospectiva, mas como oportunidade de compreender as conexões e transformações que atravessam sua produção.

Entre Medusa, Verso, ciência e imagem

Entre os destaques da exposição, “Medusa Marinara” aproxima a pesquisa do artista de imagens célebres da história da arte ao recriar a figura mitológica com alimentos e molho de tomate. O trabalho convida o visitante a alternar entre o reconhecimento da imagem e a descoberta dos elementos que a compõem, experiência recorrente na produção de Vik Muniz.

Por sua vez, a série “Verso” desloca a atenção para a parte de trás de pinturas conhecidas, como “Abaporu”, de Tarsila do Amaral; “Gioconda”, de Leonardo da Vinci; e “Noite Estrelada”, de Vincent van Gogh. Reproduzidos com precisão, molduras, etiquetas, manchas e marcas de uso revelam aspectos que costumam permanecer fora do campo de visão do público. Ao mostrar essas faces pouco vistas, o artista apresenta também os vestígios da circulação e da história material de cada pintura.

Enquanto esses trabalhos exploram reconhecimento e memória, outras séries questionam a confiança que depositamos nas imagens. Em “Principia”, um visor estereoscópico faz composições de objetos comuns parecerem fenômenos científicos complexos. Já em “Colônias”, desenvolvida em colaboração com o biólogo Tal Danino durante uma residência no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, células vivas são organizadas e registradas por microscopia, dando origem a imagens que aproximam arte e ciência.

Nesse percurso, a série “Relicário” ocupa um lugar central. Suas esculturas combinam formas familiares e materiais inesperados, alterando as expectativas sobre objetos reconhecíveis. Foi a partir da documentação dessas peças que Vik Muniz passou a investigar mais diretamente a linguagem fotográfica e a assumir o registro de suas criações. A presença desses trabalhos permite acompanhar essa passagem e perceber como o diálogo entre objeto e imagem permanece vivo em sua obra.

“Vik Muniz é um ilusionista — um mágico na construção de imagens que não existem, mas que se tornam reais”, afirma Daniel Rangel. Esse jogo visual se aproxima de referências presentes nas ruas, nas feiras, nas festas populares e nos objetos do dia a dia. Por isso, mesmo quando parte de obras consagradas da história da arte, sua produção abre caminhos de identificação com diferentes públicos.

Ao reunir 188 obras, “A Olho Nu” oferece ao público de Brasília a possibilidade de acompanhar essa pesquisa em profundidade. Entre a surpresa inicial e a observação dos detalhes, a exposição convida a descobrir materiais, revisitar imagens e compreender os processos de um artista que fez da transformação do cotidiano uma linguagem reconhecida internacionalmente.

Sobre Vik Muniz

Vik Muniz nasceu em 1961, em São Paulo, de pais imigrantes do Ceará e de Minas. Ele tem ateliês no Rio de Janeiro, Nova York e Salvador, e sua obra questiona e tensiona os limites da representação.

Apropriando-se de matérias-primas como açúcar, feijão, chocolate e até lixo, o artista meticulosamente compõe paisagens, retratos e imagens icônicas retiradas da história da arte e do imaginário da cultura visual, propondo outros significados para esses materiais e para as representações criadas.

Ele é regularmente convidado como palestrante, professor visitante e artista residente em instituições de ensino de prestígio, como a Universidade Harvard, o MIT, a Universidade de Princeton, Yale, a Sorbonne, Oxford, o Bard College, a Conferência TED e o Fórum Econômico Mundial. “Waste Land”, documentário sobre seu trabalho colaborativo no aterro sanitário do Jardim Gramacho, no Rio de Janeiro, foi indicado ao Oscar em 2010.

“Vik Muniz: Fotografia, Mente e Matéria”, publicado pela Aperture em 2025, é sua publicação mais recente. Vik Muniz também se destaca pelos projetos sociais que coordena, partindo da arte e da criatividade como fator de transformação em comunidades brasileiras e criando, ainda, trabalhos que buscam dar visibilidade a grupos marginalizados na nossa sociedade.

Em reconhecimento a essas contribuições, foi nomeado Embaixador da Boa Vontade da UNESCO. Ele fundou a Escola Vidigal, que oferece atividades extracurriculares em arte, design e tecnologia para crianças da favela Vidigal, no Rio de Janeiro, e abriu o Lugar Comum, uma galeria de arte contemporânea instalada no Mercado São Joaquim, um mercado tradicional de alimentos em Salvador, Bahia.

Sobre Daniel Rangel

Daniel Rangel é mestre em Artes Visuais pela USP, onde cursa o doutorado em poéticas visuais, e bacharel em Comunicação pela UCSal. Curador, pesquisador e gestor cultural com mais de duas décadas de atuação, dirige o Museu de Arte Contemporânea da Bahia (MAC-BAHIA)e é sócio da N+1 Arte Cultura. Foi curador-chefe do Museu de Arte Moderna da Bahia (2021–2023), diretor artístico do Instituto de Cultura Contemporânea (ICCo) e diretor da Diretoria de Museus da Secult-BA.

Assina a curadoria de “Vik Muniz – A Olho Nu”, maior retrospectiva do artista; “REVER”_Augusto de Campos, no Sesc Pompeia, eleita melhor exposição individual de artista brasileiro pela revista Select/Celeste; “Palavra em Movimento”, sobre Arnaldo Antunes, vencedora do APCA 2015; e “Mynameis Ivald Granato”, premiada no Arcanjo de Cultura. Participou de bienais e festivais no Brasil e no exterior, como a 8ª Bienal de Curitiba, as Bienais de Cerveira (Portugal), o Festival Art.br, em Nova York, e o World BiennialForum.

É autor e organizador de publicações como “Klaxon em Revista”, “Making Biennials in Contemporary Times”, “Luzescrita”, “ReadyMade in Brasil” e “Afonso Tostes: entre a cidade e a natureza”. Também realizou curadorias individuais de nomes como Tunga, Waltercio Caldas, José Resende, Carlito Carvalhosa, Ayrson Heráclito e Rodrigo Braga, além de mostras coletivas como “O Museu de Dona Lina”, “Encruzilhada, Utopias e Distopias” e “Poesis in Praxis”.

Acessibilidade CCBB

A ação Vem pro CCBB conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.

A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van.

Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.

Horários da van, de quinta a domingo:

Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h;

CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.

O CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

 

Serviço:

Exposição: “Vik Muniz – A Olho Nu”
Curadoria: Daniel Rangel
Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília – galerias I e II
Endereço: SCES Trecho 2 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves
Temporada: de 27 de outubro de 2026 a 31 de janeiro de 2027
Dias e horários de visitação: de terça a domingo, das 9h às 21h
Entrada gratuita, mediante retirada de ingressos no site do CCBB Brasília
Classificação indicativa: livre para todos os públicos

Informações: (61) 3108-7600 | ccbbdf@bb.com.br | site CCBB Brasília | Instagram: @ccbbbrasilia | TikTok: @ccbbcultura | YouTube: Bancodobrasil

Apresentação: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Patrocínio: Banco do Brasil

Henrique & Ruan grava DVD em Brasília com participações especiais

Foto divulgação

Captação será feita em 20 de outubro, no Mané Mercado, em Águas Claras, e reúne músicas inéditas, regravações e sucessos da dupla sertaneja

A dupla sertaneja Henrique & Ruan grava seu novo projeto audiovisual nesta terça-feira, 20 de outubro, às 21h, no Mané Mercado, em Águas Claras. Com direção musical de Ivan Miyazato, o DVD reúne canções inéditas, regravações de sucessos da música brasileira e hits que marcaram a trajetória dos artistas em Brasília. A gravação terá participações especiais de Ju Marques e Pedro Paulo & Matheus.

O projeto marca uma nova etapa da carreira da dupla, que retornou aos palcos em 2026 após quase três anos de afastamento. Com 20 anos de trajetória, Henrique & Ruan prepara um repertório que combina novidades e referências musicais que acompanham sua história. Entre as inéditas estão “A Casa Que a Gente Sonhou” e “Quando Digo Que Deixei de Te Lembrar”. O setlist também inclui “Precipitado” e “Disk Me”, além de regravações como “Como Eu Quero”, “Aquele Amor Que Faz Gostoso”, “Prazer Por Prazer / Por Aí Sem Você” e “Lágrimas e Chuva”.

A gravação também resgata sucessos associados à trajetória da dupla no cenário sertanejo do Distrito Federal, como “Vamos Pra Lá Beber”, “Chora Carolina”, “Então Dance”, “Por Isso” e “Por Você Eu Choro”. A proposta é reunir diferentes momentos da carreira em um mesmo projeto, aproximando o repertório autoral das canções que construíram a relação dos artistas com o público brasiliense.

Entre os convidados, Ju Marques participa da interpretação de “Sem Limites Pra Sonhar”, canção que integra o repertório do DVD. Natural de Ceilândia, no Distrito Federal, ficou conhecida ao interpretar grandes sucessos do rock e do pop internacional em ritmo de seresta e modão. A noite contará ainda com Pedro Paulo & Matheus, dupla reconhecida no cenário sertanejo regional. A direção musical é de Ivan Miyazato, profissional com trabalhos ligados a artistas como João Paulo & Daniel e Luan Santana.

Formada no fim dos anos 1990, em Minas Gerais, e radicada em Brasília desde meados dos anos 2000, Henrique & Ruan construiu sua trajetória no cenário musical do Distrito Federal. A dupla lançou sete CDs e dois DVDs: “Quando Eu Bebo, Eu Choro”, de 2017, com participação do Trio Parada Dura, e “Playlist Henrique & Ruan”, de 2019, gravado às margens do Lago Paranoá. A nova gravação audiovisual sucede o reencontro com o público em 2026 e reúne repertório novo e canções que fazem parte da história dos artistas.

SERVIÇO
Gravação do DVD Henrique & Ruan
Data: terça-feira, 20 de outubro de 2026
Horário: 21h
Local: Mané Mercado — Águas Claras, Brasília (DF)
Direção musical: Ivan Miyazato
Participações especiais: Ju Marques e Pedro Paulo & Matheus
Entrada: gratuita, com couvert artístico de R$ 25 se a pessoa consumir no local

Buraco do Jazz encerra temporada de 10 anos com três dias de shows

Foto divulgação

Com atração surpresa no sábado e clima de “até breve”, o festival se despede do público de Brasília e promete retornar na estiagem de 2027

Dez anos de música, encontros e ocupação cultural dos espaços públicos de Brasília merecem ser comemorados juntos, com uma despedida à altura. Por isso, de 22 a 24 de outubro, o Buraco do Jazz promove três dias de programação especial, a partir das 18h, no Centro Cultural Três Poderes (CC3P). A maratona de encerramento da temporada 2026 reúne Bivalves, Maíra Guedes, Encontro Racional e uma atração surpresa para o sábado.

Com mais de 350 edições ao longo de sua trajetória, sendo 25 realizadas apenas neste ano, o fim desta temporada marca um até breve. A chegada do período chuvoso anuncia a pausa anual do Buraco do Jazz para recarregar as energias. Para o idealizador do evento, Gustavo Frade, a parada vem acompanhada da certeza de dever cumprido em mais um ano de ocupação cultural. 

“Crescemos sem perder nossa identidade e o brasiliense adotou o Buraco do Jazz como o quintal da sua própria casa. Entendi que o nosso maior legado no gramado da Praça dos Três Poderes não são apenas os acordes, são os encontros. Agora é hora de pausar com a chegada das chuvas para reencontrar nosso público na estiagem de 2027”, pontua Frade.

Atrações
A programação começa na quinta-feira (22), com a banda Bivalves no já icônico palco-bolha, estrutura que se tornou uma das marcas visuais do evento. Na sexta-feira (23), Maíra Guedes assume o palco para mais uma noite de música ao ar livre. O gran finale fica para sábado (24), quando uma banda surpresa abre a programação às 17h, preparando o terreno para o Encontro Racional, às 20h, no último show desta temporada comemorativa.

Mas o Buraco do Jazz oferece uma experiência completa. Além de shows, o público pode conferir os produtos da Feira de Artesanato e aproveitar as opções gastronômicas da praça de food trucks. E, como uma despedida boa é divertida, o tradicional Concurso de Cangas promete engajar o público – as estampas e montagens mais criativas (ou mais feias, afinal não há perdedores) sobre o gramado serão premiadas.

SERVIÇO:
Buraco do Jazz – programação de encerramento
Quando: 22 a 24/10. Quinta a sábado, a partir das 18. Shows a partir das 20h
Onde: Centro Cultural Três Poderes
Quanto: entrada franca | contribuição voluntária – o festival é independente, sustentado principalmente por recursos próprios e pela contribuição espontânea do público.

Mais informações: @buracodojazz

PROGRAMAÇÃO
22/10 – Quinta – BIVALVES
23/10 – Sexta – MAÍRA GUEDES
24/10 – Sábado – banda surpresa, às 17h | Encontro Racional, às 20h

LONDON INTEGRA A SELEÇÃO DA MOSTRA DE CINEMA EM SÃO PAULO APÓS VENCER TRÊS PRÊMIOS NO FESTIVAL DO RIO

Victor Di Marco em LONDON (Crédito: Ma Villa Real)

O filme levou o Troféu Redentor nas categorias de Melhor Ator e Melhor Figurino, além do Prêmio FIPRESCI de Melhor Filme Brasileiro.

LONDON, longa queer nacional escrito e dirigido por Victor Di Marco e Márcio Picoli, saiu vitorioso do Festival do Rio com três prêmios nesta edição. Levando o Troféu Redentor nas categorias de Melhor Ator para Victor Di Marco e Melhor Figurino para Samy Still, além do Prêmio FIPRESCI de Melhor Filme Brasileiro, o filme integra a 50ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, que acontece entre os dias 15 e 29 de outubro de 2026.


“Eu sou um ator com deficiência e falo isso com muito orgulho. Eu tenho uma frase de um filme meu que diz que ‘para pessoas como eu, só é permitido sonhar dormindo…E é muito bom sonhar acordado’. Eu queria dedicar esse prêmio a minha avó que via novelas comigo todos os dias e me incentivava no dia seguinte a refazer todas cenas que eu via no dia anterior”, comemorou o ator após receber o Troféu Redentor de Melhor Ator no Encerramento do Festival do Rio.

Filmado em Porto Alegre pela Proa & Popa Produções e pela Balde de Tinta, o filme teve uma passagem emocionante no Festival de Veneza com a conquista do troféu Queer Lion.

A vitória vem através de um trabalho duro e sincero. Com uma realização atravessada por inúmeros desafios, como uma enchente catastrófica às vésperas das filmagens e materiais danificados, os diretores destacam que ter chegado a tantos festivais é, sobretudo, uma conquista coletiva de quem acreditou no potencial da produção.

LONDON terá duas sessões na 50ª edição da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo. Confira as datas, horários e locais:

CINESESC – 21/10 – 21:15 (quarta-feira)
ESPAÇO PETROBRAS DE CINEMA SALA 1 – 29/10 – 19:45 (quinta-feira)

Na trama, o diretor e roteirista Victor Di Marco interpreta London, um jovem com deficiência que trabalha fazendo performances eróticas em uma casa de fetiches. No entanto, tudo muda quando descobre a origem e o destino de sua deficiência através de um exame médico.

Com a decisão de guiar sua vida pelo diagnóstico ou pelos seus sonhos, o protagonista se vê diante de um mundo míope e distorcido enquanto reinventa forças para se libertar e descobrir quem realmente é. 

LONDON terá distribuição no Brasil da Retrato Filmes.

SINOPSE

London, um jovem com deficiência que trabalha em uma casa de fetiches, se vê diante de um dilema inesperado ao receber a oportunidade de compreender seu corpo por meio de um exame médico.

FICHA TÉCNICA
Elenco: 
Victor Di Marco, Carla Cassapo, Jéssica Teixeira, Pedro Bertoldi, Priscilla Colombi, Emilio Farias e Manu Thedy
Direção e Roteiro: Victor Di Marco e Márcio Picoli
Produção: Laura Moglia, Márcio Picoli, Victor Di Marco, Aline Gutierres
Coprodução: Sofia Wickerhauser, White Wolfy, Visom
Direção de Produção: Helena Poetini
Direção de Arte: Valeria Verba
Direção de Foto: Bruno Polidoro, ABC.
Montagem: Will Domingos, edt.
Produção executivo: Laura Moglia e Márcio Picoli
Trilha Sonora Original: Vito O. Azevedo
Som Direto: Cleverton Borges

SOBRE VICTOR DI MARCO

Victor Di Marco é ator, diretor e roteirista. Dirigiu e protagonizou  “LONDON”, seu longa de estreia que fará sua estreia na Semana da Crítica do Festival de Veneza, os curtas “ZAGÊRO”, “O que Pode um Corpo?” e “Possa Poder” em que foi indicado ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Despontou em sua carreira ganhando importantes prêmios de Melhor Ator, em que, se destacam as duas vezes no Festival de Cinema de Gramado (2022, 2024) em que Victor foi o primeiro ator com deficiência a receber este prêmio. Atuou também, na série Sob Pressão da Globoplay e lançou o livro “Capacitismo: o mito da capacidade” pela Editora Letramento, vendendo mais de 30 mil cópias.

SOBRE MÁRCIO PICOLI
Márcio Picoli é diretor, roteirista e produtor. London, seu primeiro longa-metragem, foi selecionado para a Settimana Internazionale della Critica do Festival de Veneza e tem distribuição da Retrato Filmes. Antes disso, dirigiu os curtas O Que Pode um Corpo?, Possa Poder, Rasgão e Zagêro, premiados no Festival de Gramado, Kinoforum, Curta Cinema, CinePE, Mix Brasil. Duas vezes indicado ao Prêmio Grande Otelo e duas vezes vencedor do prêmio Canal Brasil de curtas.

SOBRE A PRODUTORA
Proa & Popa Produções, produtora brasileira de cinema independente, fundada em 2019 por Laura Moglia. A empresa dedica seu trabalho ao desenvolvimento de obras autorais que unem sensibilidade artística e relevância contemporânea.

Em 2026, alcança um marco com a estreia mundial de seu primeiro longa-metragem, London, dirigido por Victor Di Marco e Márcio Picoli, na Settimana Internazionale della Critica do Festival Internacional de Cinema de Veneza.

Sua trajetória começou com o curta O que Pode um Corpo?, seguido por Possa Poder, Rasgão e Zagêro. Juntos, esses filmes somam mais de 80 prêmios em festivais nacionais e internacionais, além de indicações de O que Pode um Corpo? e Zagêro ao Grande Prêmio do Cinema Brasileiro (Grande Otelo).

A Proa & Popa segue dedicada a contar histórias que encontram no cinema um espaço de liberdade, afeto e transformação.

SOBRE A DISTRIBUIDORA
A Retrato Filmes é uma distribuidora focada na ampliação dos públicos do cinema independente em todas as telas. Reconhecida no mercado brasileiro por sua curadoria de prestígio, carrega assinou a distribuição de grandes títulos, como “Valor Sentimental”, vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional. O próximo lançamento nos cinemas será “Acampamento Miasma: Adolescência, Sexo e Morte”, terror slasher vencedor do Queer Palm. O longa estrelado por Gillian Anderson e Hannah Einbinder chega ao circuito nacional no dia 13 de agosto.

Em 2025, a Retrato Filmes firmou uma parceria inédita de investimento privado com a MUV Capital, ampliando seus serviços de distribuição com filmes internacionais de destaque nos principais festivais do mundo. Entre os títulos estrangeiros, lançou os espanhóis “Sirât”, de Oliver Laxe, indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional e de Melhor Som, e o drama “Surda”, de Eva Libertad, vencedor de três prêmios Goya, que se tornou objeto de estudo do Instituto Nacional de Educação dos Surdos (INES). Também foi responsável pelo relançamento em 4K dos clássicos “Cidade dos Sonhos”, de David Lynch, e “Amores Brutos”, de Alejandro Iñárritu.

No catálogo de produções e coproduções brasileiras, a distribuidora lançou os premiados “Ruas da Glória” (Melhor Ator Coadjuvante e Atriz Coadjuvante para Alejandro Claveaux e Diva Menner, no Festival do Rio), “Salão de Baile: This is Ballroom” (Prêmio Félix no Festival do Rio; Melhor Longa-Metragem no MixBrasil), que este ano integrou a programação do Falas do Orgulho, da TV Globo, e “Alma do Deserto” (Queer Lion no Festival de Veneza).

Dia das Crianças teve participação de mascotes e brindes grátis no Nicolândia

Foto divulgação

Programação especial reuniu brincadeiras, registros em cabine de fotos e atividades para a criançada no dia 12 de outubro

O Dia das Crianças foi de muita diversão no Nicolândia. Na segunda-feira do dia 12, o parque preparou uma programação especial para receber as famílias e transformar a data em um dia cheio de brincadeiras, encontros e momentos para guardar na memória.

Durante todo o funcionamento do parque, das 10h15 às 20h, a criançada poderá encontrar alguns dos mascotes do Nicolândia circulando pelo espaço e interagindo com o público. A programação também terá distribuição de brindes, como balões, broches e tatuagens, para deixar o passeio ainda mais divertido.

Entre as ativações preparadas especialmente para a data estão uma cabine de fotos, que promete render registros divertidos em família, e um painel interativo, onde as crianças poderão desenhar e deixar sua criatividade tomar conta do espaço.

Para completar a experiência, alguns produtos também estarão disponíveis para venda de forma itinerante dentro do parque, incluindo bonés e máquinas de bolinha de sabão — uma opção para quem quiser levar uma lembrança ou continuar a brincadeira durante o passeio.
 

A programação especial ocorre ao longo de todo o dia, acompanhando o horário de funcionamento do parque. A proposta é oferecer uma experiência que combine as atrações do Nicolândia com atividades pensadas especialmente para celebrar a infância.
 

Serviço – Dia das Crianças no Nicolândia
 

Data: segunda-feira, 12 de outubro
Horário: das 10h15 às 20h
Local: Nicolândia — Brasília (DF)

Passaportes: a partir de R$125,96 AQUI
Programação: interação com mascotes, distribuição de brindes, cabine de fotos e painel interativo para desenhos, além de produtos à venda de forma itinerante.

 

ÓPERA PARA COMEMORAR O MÊS DAS CRIANÇAS

Foto divulgação

Obra de Benjamin Britten com elenco formado por artistas da cidade será apresentada nos dias 17 e 18 de outubro.

No mês das crianças, Brasília recebe “Vamos fazer uma Ópera!”, espetáculo cênico-musical com a ópera “O Menino da Chaminé” de Benjamin Britten especialmente pensado para o público infantil e que também promete conquistar espectadores de todas as idades. A montagem marca os 50 anos da morte do compositor britânico e integra as homenagens realizadas em torno de sua obra.

Com direção artística, cênica e cenografia de Hyandra Ello e direção musical e regência do maestro Ricardo Sousa-Castro, o espetáculo reúne cantores adultos de destaque na cena operística de Brasília e seis crianças selecionadas por audição. Os jovens integrantes do elenco participaram de um processo de preparação que incluiu 40 horas de oficinas de canto e teatro, além dos ensaios para a montagem.

Para o maestro Ricardo Sousa-Castro, a obra foi concebida para ser acessível ao público infantil, sem abrir mão do estilo e da complexidade harmônica característicos de Britten. “A Orquestra Metropolitana de Brasília seguirá a formação original do compositor: um piano a quatro mãos, quarteto de cordas e percussão. Essa combinação resulta em uma sonoridade muito particular, com uma especial importância da percussão como elemento dramático. Além da participação de solistas adultos e crianças, a ópera também tem a participação do público, que é convidado a cantar em alguns momentos específicos. O Coro de Câmara de Brasília será o ponto de ligação entre os solistas e o público, ajudando a interpretar as canções da plateia”, explica.

O maestro também destaca o tratamento musical dado ao personagem João, protagonista da história. “O compositor dá um tratamento especial ao personagem João, que tem maior incidência de semitons e cromatismos, que contrastam com as melodias mais diatônicas e alegres das outras crianças. O tratamento melódico evidencia a diferença entre a sofrida vida de João e a das crianças que tiveram uma infância melhor. A ópera também apresenta momentos de maior complexidade harmônica, como na ária da Rita, com maior densidade musical e psicológica. No final, o compositor retoma, de maneira mais sutil, a dissonância de semitom do início, como se quisesse mostrar que há uma ferida em João que ainda não foi curada, deixando claro que o final feliz ainda não garante o futuro do personagem”, complementa Ricardo.

A história começa em Planaltina, nos anos 1990, quando um grupo de crianças brinca de queimada na rua. Por acidente, a bola cai na casa de Dona Meire, uma senhora misteriosa. Ao entrarem discretamente para recuperá-la, as crianças encontram um baú repleto de objetos antigos e uma partitura de ópera. Fascinada pela descoberta, Joana leva a partitura para casa e adormece.

É a partir desse sonho que a narrativa ganha novos contornos. Joana se transforma no pequeno João, um menino abandonado e obrigado a trabalhar limpando chaminés. Ao ficar preso dentro de uma delas, João pede socorro e acaba encontrando outras crianças, que ouvem sua história e decidem ajudá-lo. A partir daí, começa uma aventura que mistura música, imaginação e situações surpreendentes.

A montagem é dividida em três momentos — prólogo, interlúdio e ópera — e utiliza o sonho como elemento central da encenação. Para a diretora artística, cênica e cenógrafa Hyandra Ello, a proposta é criar um espaço em que tempo, lugar e realidade possam se transformar livremente. “Mais do que contar uma história sobre uma menina que sonha, a montagem propõe ao público sonhar junto com ela. Recuperar, por alguns instantes, a liberdade da infância, quando imaginar era uma forma natural de compreender o mundo e quando uma porta podia ser um portal, uma janela podia revelar outro universo e um imprevisto podia simplesmente abrir caminho para uma nova possibilidade”, explica Hyandra.

Visualmente, a encenação dialoga com o universo surrealista do artista René Magritte, especialmente por meio de portas e janelas que funcionam como portais entre diferentes espaços e estados de imaginação. Esses elementos se movimentam no palco e ajudam a criar, diante do público, um cenário em constante transformação.

A montagem também retoma uma história pessoal do produtor e cantor Hugo Lemos, que participou da primeira montagem da obra em Brasília, realizada em 2013. Na época, um edital da Secretaria de Cultura voltado para o público infantil possibilitou a realização do projeto, apresentado por sugestão do professor de canto e diretor de ópera Francisco Frias. 

Treze anos depois, Lemos decidiu retomar a proposta e convidou novamente o maestro Ricardo Sousa-Castro, único outro integrante da equipe original que permanece nesta nova montagem. “Sempre foi uma vontade repetir esse mesmo projeto, fazendo uma seleção de seis novas crianças e oferecendo 40 horas de oficinas de canto e de teatro. Nesses dois meses de preparação para a ópera, nas oficinas e nos primeiros ensaios, percebemos que, a cada dia, elas evoluem e se entregam ao processo com muita dedicação”, conta Hugo Lemos, que admite que essa é uma das óperas favoritas dele.

A seleção das seis crianças foi realizada em julho, por meio de audição, entre 12 candidatos, todos estudantes de música. Para Hugo, a escolha foi uma das etapas mais desafiadoras da produção, mas o resultado tem confirmado a aposta no novo elenco. “Garanto que o público ficará satisfeito e pode esperar um espetáculo divertido, encantador e profissional”, afirma.

Além de apresentar a ópera ao público infantil, a montagem aposta no contato das novas gerações com o canto lírico, o teatro e a música de concerto, aproximando crianças e famílias de uma linguagem artística muitas vezes associada apenas ao público adulto.

“Vamos fazer uma Ópera!” é um projeto realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e será apresentado no Teatro Madre Carmen Salles nos dias 17 e 18 de outubro. A classificação é livre e a duração aproximada é de 1h10. A sessão do dia 17 às 16h contará com audiodescrição, libras e programa em braile.

Elenco

Adultos
Dona Meire – Janette Dornellas
Rita – Gabriela Ramos
Julia – Isabel Quintela
Beto/Tonho – Hugo Lemos
Cláudio/Aldo – Roger Vieira

Crianças
João/Joana – Maísa Mourão
Caio – Joaquim Frazão
Sara – Maia Castro
Dani – Raphaela Paixão
Iuri – Murilo Mourão
Nina – Maria Leal

Ficha técnica

Direção Artística, Cênica e Cenografia: Hyandra Ello
Direção Musical e Regência: Maestro Ricardo Sousa-Castro
Direção de Produção: Hugo Lemos
Figurinos: Janette Dornellas
Iluminação: Lidianne Carvalho
Maquiagem: Ju Welasco
Orquestra Metropolitana de Brasília

Coro de Câmara de Brasília

Serviço:

Vamos fazer uma Ópera!

17 e 18 de outubro de 2026 às 16h e 19h
Teatro Madre Carmen Salles, 604 norte

Ingressos: R$ 20 (inteira) | R$ 10 (meia)
Antecipados: hl.art.br/vfo
Bilheteria local: uma hora antes de cada sessão (dinheiro ou pix)

Informações importantes:

• Ingressos gratuitos para crianças e jovens até 14 anos, maiores de 60 anos e PCD.
• Meia-entrada para estudantes, professores e profissionais da saúde
• Meia solidária mediante doação de alimentos
• Lugares por ordem de chegada (com fila preferencial prevista em lei)

A sessão do dia 17 às 16h contará com audiodescrição, libras e programa em braile.

Classificação: Livre
Duração: 1h10

Este projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal

Radiola amplia atuação internacional com missão empresarial a Macau

Foto divulgação

Agência brasiliense participa da 2026PLPEX, na China, e aposta no conhecimento da cultura brasileira para aproximar marcas e mercados

Peter Sola e André Vasquez, sócios-proprietários da Radiola Propaganda e Publicidade, sediada em Brasília, dão mais um passo rumo ao processo de internacionalização, em outubro. A agência brasiliense participa, de 21 a 24 de outubro, da 2026PLPEX — Exposição de Produtos e Serviços dos Países de Língua Portuguesa (Macau) 2026, realizada no Cotai Expo, no The Venetian Macao, na China. Representando a empresa, Peter integra uma missão empresarial voltada à criação de conexões comerciais e institucionais entre Brasil, Macau, China e países de língua portuguesa.

A 2026PLPEX reúne empresas, instituições e representantes de diferentes mercados sob o tema “Macau: Hub Global de Negócios”. A programação contempla setores como comércio eletrônico transfronteiriço, serviços profissionais, novas energias, economia azul, agronegócio, alimentos e bebidas, em um ambiente voltado à conexão entre a China e os países de língua portuguesa.

Em Macau, a Radiola terá espaço próprio para apresentar sua atuação em estratégia, criação, posicionamento de marcas, campanhas, conteúdo e comunicação integrada. O objetivo é estabelecer relações com empresas e instituições interessadas no mercado brasileiro, identificar demandas e abrir caminho para futuros projetos e parcerias.

A estratégia parte de uma percepção que vem orientando o movimento de expansão da agência: para uma empresa estrangeira entrar no Brasil, traduzir a comunicação para o português não é suficiente. É necessário compreender a cultura, os códigos, o comportamento e a linguagem de quem está do outro lado.

“Falar português não significa necessariamente falar brasileiro. Uma marca pode ter um excelente produto e uma estratégia que funciona muito bem em seu país de origem, mas isso não garante que ela vá conseguir conversar com o público daqui. Existe uma camada cultural que precisa ser compreendida, e é justamente nessa aproximação que acreditamos que a Radiola pode contribuir”, afirma Peter Sola, sócio-diretor geral da Radiola.

Para a Radiola, a participação também permite testar, em ambiente internacional, uma frente de atuação voltada a empresas chinesas, macaenses e de outros países interessados em ingressar ou ampliar sua presença no Brasil. A proposta inclui desde posicionamento e adaptação de marcas até campanhas, conteúdo, comunicação B2B, apresentações institucionais e materiais comerciais adequados ao mercado brasileiro.

Internacionalização já em marcha

A viagem a Macau acontece poucas semanas depois de outra experiência internacional da Radiola. Em setembro, a agência participou de uma missão empresarial a Lima, no Peru, promovida pelo Sebrae-DF em parceria com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e a Federação das Indústrias do Distrito Federal (Fibra).

A programação incluiu a Expoalimentaria, principal feira internacional de alimentos e bebidas da América Latina, além de agendas técnicas e institucionais. Para a Radiola, a participação serviu como primeiro teste desse movimento de aproximação com outros mercados e permitiu apresentar a empresas estrangeiras sua experiência em branding, estratégia, naming, embalagem e comunicação voltada ao consumidor brasileiro.

A experiência também ajudou a aprimorar a preparação para Macau. “Internacionalização é um processo. A cada contato você entende melhor como apresentar a empresa, quais materiais funcionam, como adaptar o discurso e onde estão as oportunidades. O Peru foi um primeiro passo e agora chegamos a Macau com novos aprendizados e uma proposta estruturada”, explica André.

O movimento internacional acompanha uma fase de expansão da Radiola no próprio mercado brasileiro, com participação em concorrências, conquista de novas contas e presença em ambientes de inovação e negócios. Agora, a agência começa a testar as oportunidades de levar seu conhecimento do mercado e da comunicação brasileira para além das fronteiras do país.

“Estamos construindo relações, conhecendo demandas e entendendo onde a nossa experiência pode gerar valor. Macau é uma oportunidade muito interessante porque funciona justamente como uma ponte entre a China e os países de língua portuguesa”, conclui Peter.

Sobre a Radiola

Fundada há 24 anos, a Radiola Propaganda e Publicidade é uma agência brasileira com atuação em estratégia, planejamento, criação, branding, campanhas, conteúdo e comunicação integrada. Com sede em Brasília, desenvolve projetos para clientes públicos e privados e vem ampliando sua atuação em diferentes mercados e segmentos.

Sala imersiva de Yoshitaka Amano atrai milhares de visitantes ao CCBB Brasília

Foto divulgação

Instalação no Pavilhão de Vidro utiliza 9 projetores laser sincronizados para transportar o público ao universo de Deva Loka

Luzes, imagens em movimento, criaturas fantásticas e constelações douradas tomam conta do Pavilhão de Vidro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília). É nesse espaço que acontece a sala imersiva de Yoshitaka Amano – Além da Fantasia, que encerra o percurso da exposição e vem despertando o interesse de milhares de visitantes desde a abertura da mostra na capital.

Com 11 minutos e 40 segundos de duração e nove projetores laser sincronizados, a instalação articula vídeo, luz, som, automação e projeção em uma sequência audiovisual construída a partir das obras do artista japonês. Desenvolvida especialmente para a mostra em parceria com a AYA Studio, a sala encerra o percurso expositivo e propõe uma passagem para dentro das imagens de Amano. Com patrocínio da BB Asset, a exposição fica em cartaz no CCBB Brasília até 1º de novembro.

A instalação toma como ponto de partida Deva Loka, termo sânscrito que significa “mundo dos deuses” e designa, nas cosmologias hindu e budista, o plano onde habitam os devas. Desenvolvida desde o fim dos anos 2000, a série reúne referências orientais e ocidentais em uma mitologia pessoal, povoada por figuras aladas, divindades, demônios, criaturas psicodélicas e elementos de ficção científica. Treze obras foram selecionadas por sua potência visual, e seis pinturas ganham movimento ao longo da sequência audiovisual.

A criação partiu de uma pergunta: como levar Amano para além das molduras sem apenas transformar as pinturas em animações? O trabalho buscou identificar e revelar movimentos, ritmos e atmosferas já latentes nas imagens, preservando a autoria e a força visual das obras originais.

Para isso, cada imagem foi digitalizada, recortada e separada em camadas. Ondas se expandem, serpentes circulam e personagens respiram, sempre preservando a delicadeza e a fluidez do traço de Amano. O mapeamento de projeção em paredes e piso, sincronizado ao design sonoro e à luz, transforma a sala em um ambiente que o público não apenas observa, mas habita.

A direção geral da exposição é de Felipe Sztutman. O desenvolvimento da obra imersiva é assinado por  AYA Studio. Ihon Yadoya responde pela produção técnica; Raphael Minhoso, João Alencar e Thiago Daudt; pela produção de conteúdo em motion graphics. Juvi Chagas assina a trilha sonora original. Antonio Curti assina a concepção e curadoria da exposição.“Desde o início, a pergunta era como levar Amano para além das molduras sem substituir a força das obras originais. Em vez de simplesmente animar as pinturas, buscamos revelar movimentos que já estavam latentes nelas. A tecnologia funciona como uma passagem: permite que o público deixe de apenas observar e, por alguns minutos, habite o universo de Amano”, afirma Felipe Sztutman, diretor geral da exposição.

Além da experiência imersiva

Em cartaz até 1º de novembro, Yoshitaka Amano – Além da Fantasia reúne 218 obras originais vindas diretamente do Japão e percorre mais de cinco décadas da trajetória do artista. A mostra apresenta pinturas, ilustrações, objetos e trabalhos que revelam diferentes momentos de uma produção que atravessa animação, videogames, literatura, quadrinhos, moda e artes visuais. Nascido em 1952, na província japonesa de Shizuoka, Amano iniciou a carreira ainda adolescente na Tatsunoko Production. Ao longo das décadas, desenvolveu uma linguagem própria, marcada por linhas fluidas, figuras etéreas e pelo encontro entre referências da tradição japonesa e diferentes influências da arte e da cultura contemporânea.

Entre seus trabalhos mais conhecidos estão sua contribuição para a identidade visual de Final Fantasy, os projetos Vampire Hunter D e Angel’s Egg e colaborações com Neil Gaiman, DC Comics, Magic: The Gathering e Vogue Itália. Com curadoria de Antonio Curti, a exposição está organizada em sete núcleos temáticos: Tatsunoko, Final Fantasy, Candy Girl, Deva Loka, Vampire Hunter D, Angel’s Egg e Colaborações. 

Sobre a BB Asset

A BB Asset, maior gestora de fundos do país, administra cerca de R$ 1,79 trilhão em patrimônio líquido e é responsável pela gestão de mais de 1.200 fundos de investimento, atendendo milhões de pessoas que buscam realizar seus objetivos financeiros. A empresa é reconhecida pela excelência de sua gestão, com as maiores notas das agências de classificação de risco Fitch Ratings e Moody’s. Detém aproximadamente 17,4% de participação no mercado, consolidando sua liderança no setor. Seus produtos são distribuídos pela maior rede de atendimento bancário do país, o Banco do Brasil, e pelas principais plataformas de investimento. A BB Asset acredita que seu papel vai além da gestão de ativos. Com soluções desenvolvidas para diferentes perfis e objetivos, a empresa assume a responsabilidade de contribuir para uma sociedade mais inclusiva, participativa e conectada com o que realmente importa, investindo em iniciativas que promovem desenvolvimento ambiental, social, de governança e cultural.

Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Localizado no Edifício Tancredo Neves, o prédio é uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico de autoria de Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizadas exposições, shows, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, o CCBB Brasília oferece o Programa Educativo, projeto contínuo de arte-educação que desenvolve ações educativas e culturais. O programa aproxima os visitantes da programação em cartaz, acolhe o público espontâneo e atende especialmente estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições por meio de visitas mediadas e agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

Acessibilidade

A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional.

O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta no vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. Mais informações em: Serviços Oferecidos | CCBB Brasília

Horário da van – De quinta-feira a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h. | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.

Serviço

Yoshitaka Amano – Além da Fantasia Até 1º de novembro de 2026

Horários: De terça-feira a domingo, das 9h às 21h

Ingressos gratuitos, mediante retirada no site www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília.

Local: Galerias 3, 5 e Pavilhão de Vidro do CCBB Brasília

Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul

Classificação indicativa: Livre