A Noviça Mais Rebelde está de volta a Brasília para 2 únicas apresentações no Teatro dos Bancários. O espetáculo já circulou pelo Brasil fazendo mais de 700 apresentações e foi visto por cerca de 700 mil pessoas, em mais de 40 cidades. Só na cidade de São Paulo foram mais de dez temporadas, nos teatros Renaissance, Raul Cortez e Santo Agostinho. No Rio de Janeiro foram quatro meses de temporada no Teatro Leblon em 2010. Na peça, o ator Wilson de Santos – que fez parte do fenômeno teatral “A Bofetada”, dá vida à Irmã Maria José, uma freira que canta, dança e conta histórias do seu passado picante para interagir com o público enquanto aguarda a chegada da Madre Superiora, que lhe prometeu um número de destaque num espetáculo beneficente. As apresentações de A Noviça Mais Rebelde serão nos dias 29 e 30 de agosto, no Teatro dos Bancários, às 20h no sábado e às 19h no domingo.
A Irmã Maria José é uma das personagens originais do musical “Noviças Rebeldes”, sucesso Off-Broadway chamado “Nunsense”, de Dan Goggin, dirigido por Wolf Maia com a Cia Baiana de Patifaria. A Noviça Mais Rebelde é uma criação do próprio Wilson. Na peça, a hilária freira que era renegada ao papel de contrarregra por não possuir talento – e por ter uma personalidade irreverente demais – volta tentando provar mais uma vez que sua fé pode conviver com as luzes dos holofotes e com os aplausos do público.
A comédia musical tem início quando a irmã Maria José se vê obrigada a entreter a plateia enquanto a Madre Superiora não chega para o show beneficente preparado para a noite. Improvisando jogos interativos e números musicais – todos retirados de lembranças hilárias do seu passado nada católico, antes de se converter à Igreja. Em pouco mais de uma hora,
todos participam de um “bingo santo”, de um jogo de roleta e até de um número de cabaré. Em meio às apresentações, Irmã Maria José ainda encontra espaço para falar sobre sua vida, alternando poesia e humor ao narrar a transformação de uma “garota da vida” em uma freira católica. A Noviça Mais Rebelde estreou em 2009, em Campinas (SP). Wilson de Santos, que durante mais de dez anos fez grande sucesso em montagens da Cia. Baiana de Patifaria como “A Bofetada” e “Noviças Rebeldes”, já foi dirigido por nomes como Bibi Ferreira (Viva o Demiurgo), Jorge Takla (Vitor ou Vitória) e Charles Möeller (A Diabólica Moll Flanders). Na TV, viveu o camareiro do night club Copacabana em Kubanacan (novela de Carlos Lombardi com direção de Wolf Maya) e o personagem “Jojo”, em Duas Caras (novela de Aguinaldo Silva com direção de Wolf Maya).
A NOVIÇA MAIS REBELDE Com Wilson de Santos Fotos: João Caldas Arte Gráfica: Vicente Queiroz Direção de Produção: Leonardo Leal Produção: Teatro do Riso Realização: Conspiração Cultural & MoshProd
NOTA PARA ROTEIRO A NOVIÇA MAIS REBELDE – Com Wilson de Santos. A comédia musical conta a história da Irmã Maria José, que convence a Madre Superiora a deixá-la fazer um show beneficente, seu único sonho não realizado desde que se tornou freira. Com o atraso da Madre, Maria José se vê obrigada a conversar com a plateia, improvisando jogos interativos e números musicais – todos retirados de lembranças hilárias do seu passado picante antes de se converter à Igreja.
Serviço
A NOVIÇA MAIS REBELDE Local: Teatro dos Bancários EQS 314/315 BL A – Asa Sul, Brasília – DF, 70383-400 Datas: 29 e 30/08/2026 Horários: Sábado às 20:00 e domingo às 19:00. Ingressos: de R$ 50,00 a R$70,00. Vendas: www.ingressosvirtual.com.br Classificação Etária: 12 anos
Cantora finlandesa se apresenta no Raven Hall; capital federal é a quarta cidade anunciada no Brasil para a nova turnê
Tarja Turunen, um dos principais nomes do metal sinfônico mundial, anuncia sua apresentação em Brasília como parte da “Frisson Live 2027”. O show acontece no dia 5 de junho de 2027, sábado, no Raven Hall. Os ingressos estão à venda pela Articket.
Com o anúncio de Brasília, Tarja passa a ter quatro apresentações anunciadas no Brasil em 2027. A agenda começa em Belém, no dia 30 de maio, segue por Porto Alegre, em 1º de junho, Curitiba, em 3 de junho, e chega à capital federal em 5 de junho. As datas de Porto Alegre e Curitiba também aparecem no calendário oficial da “Frisson Live 2027”.
O espetáculo terá como destaque o repertório de Frisson Noir, novo álbum de estúdio de Tarja. O trabalho representa uma das fases mais pesadas de sua carreira e combina metal contemporâneo, orquestrações cinematográficas, elementos de sua formação clássica e grandes arranjos vocais e instrumentais.
Além das novas composições, o repertório deverá incluir músicas de diferentes momentos da trajetória da artista. Reconhecida internacionalmente por sua voz e presença de palco, Tarja construiu uma sólida carreira solo e mantém uma relação próxima com o público brasileiro.
A apresentação em Brasília promete levar ao palco a intensidade e a atmosfera de Frisson Noir, em uma produção concebida para a nova turnê. O show será apresentado pela Top Link Music e acontece no Raven Hall, no Guará.
Serviço
Tarja – “Frisson Live 2027” Data: 5 de junho de 2027, sábado Horário: a partir das 20h Local: Raven Hall Endereço: Sof Sul Quadra 9, conjunto A – Guará, Brasília, Distrito Federal Ingressos: Articket Vendas online: https://articket.com.br/e/6815/tarja-turunen-em-brasilia
Primeiro dia do III Simpósio Nacional, reuniu delegações estaduais e abriu votações sobre profissionalização, formação e políticas públicas para o setor
Representantes do movimento junino de diferentes estados estão reunidos em Brasília para discutir políticas públicas, formação, financiamento e caminhos para a profissionalização das quadrilhas juninas brasileiras. Realizado nesta quinta-feira (20), o primeiro dia do III Simpósio Nacional de Quadrilhas Juninas foi marcado por uma programação intensa de debates, apresentações culturais e construção coletiva de propostas.
O encontro acontece no Eixo Cultural Ibero-Americano, antiga sede da Fundação Nacional de Artes (Funarte), e segue até sábado (22). Promovido pela Confederação Brasileira de Entidades de Quadrilhas Juninas (CONFEBRAQ), com fomento do Ministério da Cultura (MinC) e correalização da Liga Independente de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno (LINQ-DFE), o Simpósio reúne brincantes, dirigentes, pesquisadores, produtores culturais, gestores públicos e representantes de federações e ligas estaduais.
A abertura contou com apresentações de grupo folclórico, casal de xaxado e da Quadrilha Junina Matulão, além da composição da mesa de autoridades. Presidente da CONFEBRAQ, Sérgio Luiz destacou a importância de reunir o movimento para construir uma agenda nacional.
“Nós precisávamos, urgentemente, de um simpósio em que pudéssemos sentar e discutir qual é o caminho que precisamos dar para o nosso movimento junino nacional”, afirmou.
Um dos destaques do primeiro dia foi a palestra sobre economia criativa e sustentabilidade financeira do movimento junino, conduzida pela professora e mestra Luara Aquino, do Tocantins. A palestrante abordou temas como Sistema Nacional de Cultura, planejamento, gestão, prestação de contas e reconhecimento da cadeia produtiva mobilizada pelas quadrilhas.
“Tudo isso envolve uma produção importante dessas quadrilhas juninas, que são, na realidade, verdadeiros trabalhadores da cultura”, ressaltou Luara Aquino.
O debate reforçou que o movimento junino vai muito além das apresentações realizadas durante o período de São João. Ao longo de todo o ano, as quadrilhas mobilizam profissionais da música, dança, costura, figurino, cenografia, coreografia, produção cultural, comunicação e audiovisual, gerando trabalho, renda e oportunidades em diferentes territórios.
As primeiras votações das propostas construídas pelos participantes também começaram nesta quinta-feira. Entre as medidas aprovadas estão a defesa de uma categoria específica para quadrilhas juninas nos editais federais de cultura, a criação da Escola Nacional do Movimento Junino em formato de educação a distância e a realização de uma audiência pública nacional para apresentar as demandas do setor.
Também foram aprovadas propostas para reconhecer as quadrilhas como Escolas Livres da Cultura, ampliar os editais destinados às quadrilhas infantis e aproximar esses grupos das escolas, fortalecendo a relação entre cultura, educação e renovação do movimento.
Outras sugestões apresentadas deverão seguir para articulação, como a criação de um Observatório Nacional do Movimento Junino, a formação de uma rede nacional de boas práticas, a ampliação das parcerias com universidades e instituições de apoio e a mobilização junto aos parlamentos estaduais e ao Congresso Nacional.
No coração da capital do país, o início das votações e a sistematização das contribuições levadas pelas delegações e pelos brincantes representam um marco na história do movimento junino. O processo transforma demandas de diferentes regiões em uma agenda nacional voltada à formação, ao financiamento, à representação institucional e à valorização dos trabalhadores da cultura.
As propostas construídas durante os três dias serão reunidas na Carta de Brasília 2026. A leitura e a aprovação do documento ocorrerão na Plenária Final, marcada para sábado, das 15h30 às 17h30.
A programação continua até sábado (22), com palestras sobre inovação e espetacularização, identidade e memória, concursos, formação, inclusão, tecnologia e presença digital, além do Encontro Nacional de Avaliadores. Apresentações culturais e musicais acompanham as atividades, mantendo a celebração das tradições juninas integrada aos debates sobre o futuro do movimento.
Projeto “Dança Marcial – Encontros entre Improvisação e Marcialidade” apresenta espetáculos gratuitos – nos dias 27 e 28 de agosto – e amplia a programação com oficinas e ações formativas que unem criação artística, protagonismo feminino e acessibilidade
Em um país marcado pelos altos índices de violência contra as mulheres, a arte pode transformar o corpo em espaço de resistência, acolhimento e fortalecimento. É dessa reflexão que parte a segunda edição de Dança Marcial – Encontros entre Improvisação e Marcialidade, projeto que promove, entre agosto e novembro, uma programação dedicada ao encontro entre dança contemporânea e artes marciais. O público poderá acompanhar dois espetáculos gratuitos, nos dias 27 e 28 de agosto, no Teatro Galpão Hugo Rodas, do Espaço Cultural Renato Russo, além de oficinas e ações formativas que investigam como a improvisação e a marcialidade podem ampliar experiências artísticas e humanas.
Idealizado pela artista, pesquisadora e diretora Carol Barreiro, o projeto aproxima duas linguagens que compartilham princípios como presença, escuta, equilíbrio, prontidão e relação com o outro. Embora a conexão entre dança e artes marciais atravesse diferentes culturas e tradições ao longo da história, a proposta concentra seu olhar na produção contemporânea, transformando esse diálogo em ferramenta de criação artística e reflexão sobre questões urgentes da sociedade, especialmente a violência de gênero.
Essa dimensão social acompanha o projeto desde sua primeira edição e foi profundamente marcada pelo assassinato da dançarina e capoeirista Maria Glória Poltroniere Borges, vítima de feminicídio em 2020. A perda atravessou o processo criativo da equipe e permanece como uma das forças que impulsionam esta nova edição, reafirmando o compromisso da iniciativa com a construção de espaços de acolhimento, memória e fortalecimento feminino por meio da arte.
Ao lado da programação artística, o projeto também reafirma seu compromisso com a acessibilidade. As apresentações contam com audiodescrição, enquanto parte das oficinas é destinada a pessoas com deficiência visual e mulheres em situação de vulnerabilidade, ampliando o acesso à criação artística e às práticas corporais desenvolvidas pela pesquisa.
A abertura da programação acontece no dia 27 de agosto, com “Permissão para pousar”, espetáculo do Núcleo Improvisação em Contato (São Paulo). Com direção e concepção de Ricardo Neves, a montagem investiga a pausa como estado de atenção e disponibilidade. Em cena, Dom Gabriel, Dres Aguilera, Natália Karam e Ricardo Neves exploram a improvisação como linguagem para refletir sobre o ritmo da vida contemporânea, propondo uma experiência em que o silêncio, a suspensão e o movimento convivem permanentemente. A obra convida o público a perceber que, mesmo quando o corpo aparentemente repousa, permanece em constante estado de escuta e transformação.
No dia 28 de agosto, Carol Barreiro apresenta “CHANG’E嫦娥: Som, Dança e Cultura Chinesa”, espetáculo inspirado na deusa chinesa da Lua e nas recentes missões espaciais do país asiático. Ao lado da artista marcial e bailarina Kimberlly Lima, a diretora estabelece um diálogo entre dança contemporânea e Wushu, criando uma coreografia em permanente relação com a música executada ao vivo.
A trilha sonora é construída em tempo real por Eufrasio Prates, que utiliza um software desenvolvido especialmente para transformar os movimentos das intérpretes em paisagens sonoras, em diálogo com o timbre ancestral do Erhu, instrumento tradicional chinês interpretado por Tom Suassuna. Em CHANG’E, a acessibilidade deixa de ser um recurso complementar e passa a integrar a própria linguagem da obra, oferecendo uma experiência sensorial compartilhada entre pessoas com e sem deficiência visual.
A pesquisa apresentada nos espetáculos se desdobra em uma ampla programação formativa. Entre os dias 22 e 26 de agosto, artistas, estudantes e interessados poderão participar de oficinas conduzidas por Carol Barreiro, Ricardo Neves e Dresler Aguilera, dedicadas à improvisação, ao contato, à composição cênica e à investigação da marcialidade como linguagem para a dança contemporânea. As atividades exploram princípios do Aikido, do Contato Improvisação e de outras práticas corporais por meio de exercícios de percepção, escuta, peso, quedas, deslocamentos e criação coletiva.
A dimensão social do projeto também se manifesta nas oficinas voltadas exclusivamente ao público feminino. Em parceria com o projeto R.E.M.M.A.R. – Residência de Mulheres no Mundo das Artes, serão realizadas ações direcionadas a mulheres egressas do sistema prisional e a mulheres em situação de violência, utilizando dança, improvisação e artes marciais como ferramentas de fortalecimento, autonomia, expressão e reconstrução de vínculos. As atividades contam ainda com acompanhamento terapêutico e propõem um ambiente de escuta, acolhimento e desenvolvimento coletivo, reafirmando a arte como instrumento de transformação social.
Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), Dança Marcial – Encontros entre Improvisação e Marcialidade reafirma o potencial da arte como espaço de encontro entre diferentes saberes, aproximando criação contemporânea, acessibilidade, protagonismo feminino e pesquisa artística em uma programação que transforma a relação entre dança e artes marciais em experiência estética e reflexão sobre o presente.
Ficha técnica
Dança Marcial – Encontros entre Improvisação e Marcialidade
Idealização, direção geral, coordenação e direção artística: Carol Barreiro
Produção executiva e gestão administrativa-financeira: Janaína Mello
Espetáculo “Permissão para pousar” | Companhia Núcleo Improvisação em Contato (São Paulo) | Direção e concepção: Ricardo Neves | Elenco: Dom Gabriel, Dres Aguilera, Natália Karam e Ricardo Neves
Espetáculo “CHANG’E嫦娥: Som, Dança e Cultura Chinesa” | Idealização e direção: Carol Barreiro | Performances: Carol Barreiro e Kimberlly Lima | Direção musical: Eufrasio Prates | Músico (Erhu): Tom Suassuna | Consultoria cênica: Édi Oliveira
Oficinas
Professores: Carol Barreiro, Ricardo Neves e Dresler Aguilera | Terapeuta das oficinas para mulheres em situação de violência: Cleudes Pessoa | Curadoria e parceria R.E.M.M.A.R. – Residência de Mulheres no Mundo das Artes: Juliana Arraes
Equipe do projeto
Mediação cultural e criação da audiodescrição: Lúcia Corrêa | Articulação e captação de público com deficiência visual: Denise Braga | Fotografia: Humberto Araújo e Iara Achkar | Criação e registro audiovisual: Pedro Lenehr | Design, identidade visual e mídias sociais: Jéssica Paiva | Iluminação: Lemar Rezende | Cenotecnia: Daniel Lacourt | Realização: Ninja Loka Produção | Projeto realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).
Serviço
Dança Marcial – Encontros entre Improvisação e Marcialidade
Espetáculo: Permissão para pousar
Data: 27 de agosto (quinta-feira) | Horário: 19h30
Espetáculo: CHANG’E嫦娥: Som, Dança e Cultura Chinesa
Data: 28 de agosto (sexta-feira) | Horário: 19h30
Local: Teatro Galpão Hugo Rodas – Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul – Asa Sul
Ingressos: Gratuitos, mediante retirada antecipada pelo Linktree da Ninja Loka Produção.
Acessibilidade: Sessões com audiodescrição.
Classificação indicativa: Livre.
Oficinas
22 e 23 de agosto:Contato, Colisão e Cena – Improvisação, Artes Marciais e Performance, com Ricardo Neves, no Centro de Dança do DF.
25 de agosto: Encontro da oficina no Espaço Cultural Renato Russo.
22, 23 e 26 de agosto:Encontros e Quedas para Improvisar, com Dresler Aguilera, voltada ao público feminino.
Agosto a novembro: Oficinas destinadas a mulheres em situação de violência e mulheres egressas do sistema prisional, conduzidas por Carol Barreiro, Cleudes Pessoa e Juliana Arraes, em parceria com o projeto R.E.M.M.A.R.
Informações e retirada de ingressos: Linktree da Ninja Loka Produção
Realização: Ninja Loka Produção
Projeto realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).
Espetáculo gratuito será apresentado de 24 a 27 de agosto, com sessões às 16h e às 20h, no Sesc Ceilândia
O espetáculo O Entregador chega ao Teatro Newton Rossi, no Sesc Ceilândia, para uma nova temporada entre os dias 24 e 27 de agosto, com sessões gratuitas sempre às 16h e às 20h. A montagem, com dramaturgia de Rodolfo Godoi e direção de Rodolfo Godoi e Kamala Ramers, aborda as transformações do mundo do trabalho, a precarização, a lógica dos aplicativos e os discursos de empreendedorismo que atravessam a vida de milhares de trabalhadores. A temporada integra projeto realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF).
Em cena, Flávio Café e Lupe Leal conduzem uma narrativa que coloca no centro as experiências de quem vive o trabalho mediado por plataformas e as contradições presentes na promessa de autonomia e liberdade associada ao empreendedorismo. Com duração de 60 minutos e classificação indicativa livre, O Entregador utiliza a linguagem teatral para aproximar questões contemporâneas do cotidiano do público e provocar reflexões sobre trabalho, renda, relações sociais e as condições de vida no mundo atual.
A temporada também foi pensada para aproximar o espetáculo das escolas públicas do Distrito Federal. As sessões das 16h têm como público prioritário turmas do ensino regular, enquanto as apresentações das 20h buscam ampliar o acesso de estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e de turmas do ensino noturno, além de professores, trabalhadores e comunidade escolar.
Para os grupos escolares, a experiência inclui ainda uma atividade de mediação antes da apresentação, com o objetivo de preparar os estudantes para o espetáculo e criar um espaço de conversa sobre os temas presentes na montagem. A proposta é aproximar teatro e educação e estimular o contato dos estudantes com questões que fazem parte de suas próprias experiências e das relações de trabalho vivenciadas por suas famílias e comunidades.
As escolas públicas interessadas em levar suas turmas ao espetáculo devem realizar o agendamento prévio por meio de formulário, informando a instituição, a quantidade de estudantes, o turno de interesse e os demais dados necessários para a organização da atividade. O agendamento está sujeito à disponibilidade de vagas.
A presença das escolas é parte central da proposta da temporada. Para Rodolfo Godoi, professor da rede pública do DF, sociólogo e dramaturgo, levar o espetáculo aos estudantes amplia as possibilidades de diálogo entre arte, educação e realidade social.
“O Entregador trata de uma experiência muito próxima da vida dos estudantes, das famílias e dos trabalhadores do DF. A peça discute o trabalho por aplicativo, a precarização e a promessa de liberdade vendida pelo empreendedorismo. Levar esse debate para as escolas é uma forma de transformar o teatro em espaço de reflexão social”, afirma.
O Entregador integra a trajetória de pesquisa desenvolvida por Rodolfo Godoi a partir de trabalhos como Übercapitalismo, obra que circulou por escolas, teatros e festivais no Brasil e no exterior. A nova montagem amplia essa investigação sobre as relações entre trabalho, sociedade e capitalismo contemporâneo, se aproximando o debate de um fenômeno cada vez mais presente no cotidiano: o trabalho mediado por aplicativos.
A temporada no Sesc Ceilândia reforça ainda o compromisso do projeto com a formação de plateia, a democratização do acesso à cultura e a aproximação entre teatro e educação pública, levando ao público uma discussão sobre temas que atravessam a vida de trabalhadores, estudantes e famílias do Distrito Federal.
Serviço
O Entregador
Local: Teatro Newton Rossi- Sesc Ceilândia Data: 24 a 27 de agosto Horário: 16h e 20h Ingressos: gratuita, com retirada de ingresso no local Classificação: Livre
Sessões para escolas públicas Sessões das 16h: público prioritário de turmas do ensino regular Sessões das 20h: estudantes da EJA e turmas do ensino noturno, além de professores, trabalhadores e comunidade escolar
Ficha técnica Dramaturgia: Rodolfo Godoi
Design de Cenário e Figurino: Thiago Sabino
Design de Luz: Abaetê Queiroz e Larissa Souza
Operação de luz: Lemar Rezende
Operadora de Som: Rudah Vieira
Mapping e Projeção: Lucas Gonçalves
Sonografia: Abaetê Queiroz, João Marcelo Zinn e Rafael Maklon, Biel
Arte Gráfica : Manuella Leite
Realização Projeto realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal – FAC/DF.
Evento abre o projeto PatrimônioBrincante nos dias 29 e 30 de agosto com a tradicional Morte do Boi de Seu Teodoro e homenagem aos 100 anos do Boi da Fé em Deus (MA); entrada gratuita e acessibilidade em Libras.
Polo histórico da cultura tradicional no Distrito Federal, o Centro de Tradições Populares de Sobradinho sedia, nos dias 29 e 30 de agosto, a Festa do Boi de Seu Teodoro 2026. O encontro abre oficialmente o projeto Patrimônio Brincante, realizado pelo Instituto Alvorada Brasil com fomento da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (SECEC-DF), celebrando a consagrada Tradição da Morte do Boi de Seu Teodoro.
Durante dois dias, o terreiro e os palcos do centro comunitário recebem mestres, brincantes e grupos convidados do Distrito Federal, Maranhão, Pará, Goiás e São Paulo. Um dos grandes momentos do evento será a homenagem especial ao centenário (100 anos) do Boi da Fé em Deus (MA).
O intercâmbio cultural traz apresentações de Bumba Meu Boi em diferentes sotaques, como o Boi do Rosário (GO) e o Boi da Fé em Deus (MA), além do Carimbó Beija Flor de Marudá (PA) e nomes consagrados da música popular, como o maranhense radicado em São Paulo Tião Carvalho e os grupos brasilienses Pé de Cerrado e Orquestra Popular Marafreboi. Anfitriões da casa, o Boi de Seu Teodoro e o Tambor de Crioula de Seu Teodoro realizam apresentações especiais nos dois dias de programação.
“Teremos o Ritual da Morte do Boi de Seu Teodoro, que acontece todos os anos em Sobradinho/DF. Vamos manter a tradição e fazer valer a nossa cultura popular, aquilo que os nossos ancestrais deixaram com legado para nós”, destaca Guará Freire, filho do saudoso Mestre Teodoro Freire.
ESTRUTURA Toda a infraestrutura conta com tendas cobertas, brigada de emergência e equipe de apoio especializada. As atividades contam com acessibilidade em Língua Brasileira de Sinais (Libras), e o evento adota as diretrizes de acolhimento e segurança previstas pelas leis “Não é Não” (Lei Federal nº 14.786/2023) e “Por Todas Elas” (Lei Distrital nº 7.241/2023).
A festa é aberta a toda a comunidade, famílias, brincantes e amantes da cultura popular. Venha vivenciar esse grande encontro de tradições, cores e ritmos no coração de Sobradinho/DF!
PROGRAMAÇÃO DETALHADA
Sábado, 29 de Agosto 16h– Orquestra Popular Marafreboi (DF) 17h– Quadrilha Junina Num Só Piscar (DF) 18h– Carimbó Beija Flor de Marudá (PA) 19h– Boi do Rosário (GO) 20h– Tambor de Crioula de Seu Teodoro (DF) 21h– Tambor de Crioula Amor de São Benedito (MA) 22h – Paulinho do Forró e Banda Xamego Bom (DF) 23h – Boi de Seu Teodoro (DF) 00h30– Boi da Fé em Deus (MA)
Domingo, 30 de Agosto 14h – Capoeira Grito de Liberdade Mestre Cobra (DF) 15h – Boi Encanto do Itapoã (DF) 16h – Boi de Seu Teodoro (DF) 17h30 – Orquestra Alada (DF) 18h15 – Tambor de Crioula de Seu Teodoro (DF) 19h– Boi da Fé em Deus (MA) 20h00 – Tião Carvalho e Banda (SP) 21h00 – Pé de Cerrado (DF)
SERVIÇO Festa do Boi de Seu Teodoro 2026 – Projeto Patrimônio Brincante Datas: 29 e 30 de agosto de 2026 (sábado e domingo) Horários: Sábado a partir das 16h; Domingo a partir das 14h Local: Centro de Tradições Populares de Sobradinho Endereço: Quadra 15, Área Especial Nº 02, Lotes A, B, C e D – Av. Contorno, Sobradinho/DF Entrada: Gratuita Classificação indicativa: Livre Realização: Instituto Alvorada Brasil Fomento: Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (SECEC-DF)
Programação gratuita ocupa quatro finais de semana de setembro com oficinas, apresentações artísticas, feira de produtores e transporte gratuito entre o Plano Piloto e o Lago Oeste
Entre os dias 5 e 27 de setembro, o Encontro de Artes do Lago Oeste reúne oficinas e apresentações gratuitas de dança, cinema e audiovisual, música, circo e teatro na sede da Asproeste. Ao longo de quatro finais de semana, a iniciativa pretende ampliar o acesso à produção cultural na região e criar um espaço permanente de encontro entre artistas, moradores e visitantes, aproximando diferentes linguagens artísticas do cotidiano da comunidade.
Com uma programação pensada a partir das características do território, o encontro busca transformar os espaços de convivência do Lago Oeste em ambientes de criação, aprendizado e fruição artística. A proposta também valoriza a relação da comunidade com o Cerrado, reconhecendo a riqueza natural e cultural da região como parte importante da identidade local.
Programação
A programação começa no primeiro final de semana, dedicado à dança, nos dias 5 e 6 de setembro. Os dois dias contam com oficinas de dança afro conduzidas por Dilo Paulo e Lenna Siqueira, da Cia. Corpus Entre Mundos, além das apresentações dos espetáculos SEMUTSOC, no sábado, e EM SUAS MARCAS, no domingo.
“São trabalhos que integram a trajetória artística da companhia e reafirmam seu compromisso com uma produção que atravessa questões de identidade, memória, ancestralidade, território e representatividade”, explica Lenna Siqueira, da Cia. Corpus Entre Mundos. “Participar do Encontro no Lago Oeste é uma oportunidade importante de ampliar o acesso à dança e aproximar diferentes públicos da produção artística negra e contemporânea. O encontro também fortalece a circulação e a descentralização da produção cultural em Brasília, criando possibilidades de diálogo entre artistas, comunidade e território”, avalia a artista.
Na semana seguinte, em 12 e 13 de setembro, o foco passa para cinema e audiovisual. As atividades incluem as oficinas Primeiros Passos na Criação de Vídeos com o Celular, com Bruno Zakarewicz, e Introdução ao Audiovisual: Planejamento e Criação com Celular, com Thaís Holanda. À noite, o público poderá acompanhar as mostras de curtas “Cerrado em Cena” e “Cinema do DF”, com abertura da fanfarra Sarrada nas Estrelas, que vai tocar trilhas sonoras que marcaram clássicos da sétima arte.
O terceiro final de semana, em 19 e 20 de setembro, reúne música e circo. A programação oferece oficinas de criação e manipulação de malabares, música, voz, corpo, ritmo e percussão, além da apresentação circense Encantaria Libélica, da Cia. Libélicas. A programação musical será conduzida por diferentes fanfarras, com Rataria Lunática e Tropicaos no sábado; e Breguilhas Selvagens e Cumbias Psicodélicas no domingo.
O percussionista Lucas Ramalho vai ministrar as oficinas de Ritmo, História e Corporeidade, pilares do trabalho desenvolvido pelo músico. “Trabalho há mais de 10 anos com artes e eu não me lembro de ter feito algum trabalho no Lago Oeste, seja oficina ou apresentação. Eu entendo que é uma região que carece de iniciativas como essa”, observa Lucas.
O encerramento do encontro acontece nos dias 26 e 27 de setembro, com um final de semana dedicado ao teatro. Entre as atividades estão as oficinas Brincando de Atuar, com Ana Matuza, e Atuação para o Teatro: Exercícios e Jogos, com Luciana Martins. A programação também traz apresentações das fanfarras Me Chame Pelo Nome e Maluvidas e os espetáculos Umbigo do Infinito e A Batalha do Portal, do Coletivo Truvação.
Além da programação artística, todos os finais de semana contam com a Feira de Produtores do Lago Oeste, das 9h às 17h, fortalecendo a conexão entre cultura, economia local e convivência comunitária. As inscrições para as oficinas já estão abertas.
Direito à cultura
Para facilitar o acesso do público, o projeto também disponibiliza transporte gratuito entre a Rodoviária do Plano Piloto e a Asproeste, em horários programados ao longo dos dias de atividades. As inscrições para usar o transporte gratuito já podem ser feitas pelo formulário eletrônico.
Bruna Martins, organizadora do Encontro, mora há cinco anos no Lago Oeste e conta que a oferta de eventos culturais na região é escassa, o que obriga os moradores a se deslocarem para outros bairros para ter acesso à cultura. A iniciativa parte da vontade de transformar esse cenário.
“Distância e falta de transporte não podem decidir quem tem ou não acesso à arte. Trazer um festival com vários finais de semana de programação com foco em atender a comunidade rural é uma forma de democratizar o acesso à cultura e garantir que a população – são mais de 8 mil moradores – não precise se deslocar tanto para exercer o direito à arte”, sustenta a organizadora.
A acessibilidade é outro eixo do encontro. A programação contará com recursos de inclusão em diferentes atividades, como interpretação em Libras, audiodescrição e legendas descritivas, de acordo com a programação de cada final de semana.
Ao reunir artistas de diferentes áreas e criar oportunidades gratuitas de formação e apresentação, o Encontro de Artes do Lago Oeste aposta na descentralização do acesso à cultura no Distrito Federal e na valorização dos territórios que integram a capital. Mais do que levar atrações para uma região com pouca oferta cultural, a iniciativa propõe construir uma programação em diálogo com a comunidade e estimular novas formas de ocupação, convivência e pertencimento.
Este projeto é realizado pela Rang Cultural, pela Ana Martins Produções e pela Joana Piantino Produções, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). O encontro conta com apoio da Asproeste, da Horta do Preto, da La Pauta Comunicações e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec).
Programação completa – Encontro de Artes do Lago Oeste:
5 e 6 de setembro — Dança
Sábado, 5/9
9h às 17h – Feira de Produtores do Lago Oeste
14h às 16h – Oficina de Dança Afro com Dilo Paulo e Lenna Siqueira
16h às 18h – Oficina de Dança Afro com Dilo Paulo e Lenna Siqueira
19h – SEMUTSOC, da Cia. Corpus Entre Mundos
Domingo, 6/9
9h às 17h – Feira de Produtores do Lago Oeste
14h às 16h – Oficina de Dança Afro com Dilo Paulo e Lenna Siqueira
16h às 18h – Oficina de Dança Afro com Dilo Paulo e Lenna Siqueira
19h – EM SUAS MARCAS, da Cia. Corpus Entre Mundos
12 e 13 de setembro — Cinema e Audiovisual
Sábado, 12/9
9h às 17h – Feira de Produtores do Lago Oeste
14h às 16h – Oficina Primeiros Passos na Criação de Vídeos com o Celular, com Bruno Zakarewicz
16h às 18h – Oficina Introdução ao Audiovisual: Planejamento e Criação com Celular, com Thaís Holanda
18h30 – Sarrada nas Estrelas
19h – Mostras de Cinema: Cerrado em Cena e Cinema do DF
Domingo, 13 de setembro
9h às 17h – Feira de Produtores do Lago Oeste
14h às 16h – Oficina Introdução ao Audiovisual: Planejamento e Criação com Celular, com Thaís Holanda
16h às 18h – Oficina Primeiros Passos na Criação de Vídeos com o Celular, com Bruno Zakarewicz
18h30 – Sarrada nas Estrelas
19h – Mostras de Cinema: Cerrado em Cena e Cinema do DF
19 e 20 de setembro — Música e Circo
Sábado, 19/9
9h às 17h – Feira de Produtores do Lago Oeste
14h às 16h – Oficinas simultâneas de Criação de Malabares e Música para Todos: Voz, Corpo e Ritmo com Sofia Kern
16h às 18h – Oficinas simultâneas de Manipulação de Malabares com Trupé do Auto e Percussão Ritmo, História e Corporeidade com Lucas Ramalho
18h30 – A Encantaria Libélica, da Cia. Libélicas
19h30 – Fanfarra Rataria Lunática
20h30 – Fanfarra Tropicaos
Domingo, 20/9
9h às 17h – Feira de Produtores do Lago Oeste
14h às 16h – Oficinas simultâneas de Criação de Malabares com Trupé do Auto e Percussão Ritmo, História e Corporeidade com Lucas Ramalho
16h às 18h – Oficinas simultâneas de Manipulação de Malabares com Trupé do Auto e Música para Todos: Voz, Corpo e Ritmo com Sofia Kern
18h30 – A Encantaria Libélica, da Cia. Libélicas
19h30 – Fanfarra Breguilhas Selvagens
20h30 – Fanfarra Cumbias Psicodélicas
26 e 27 de setembro — Teatro
Sábado, 26/9
9h às 17h – Feira de Produtores do Lago Oeste
14h às 16h – Oficina Brincando de Atuar, com Ana Matuza
16h às 18h – Oficina Atuação para o Teatro: Exercícios e Jogos, com Luciana Martins
18h30 – Fanfarra Me Chame Pelo Nome
19h30 – Umbigo do Infinito, do Coletivo Truvação
Domingo, 27/9
9h às 17h – Feira de Produtores do Lago Oeste
14h às 16h – Oficina Brincando de Atuar, com Ana Matuza
16h às 18h – Oficina Atuação para o Teatro: Exercícios e Jogos, com Luciana Martins
Com Mônica Martelli e Ingrid Guimarães, longa terá exibição exclusiva antes de chegar aos cinemas de todo o país em 3 de setembro
O Cine Open Air do Iguatemi Brasília recebe, neste sábado (22), a pré-estreia de “Minha Melhor Amiga, longa estrelado por Mônica Martelli e Ingrid Guimarães. A sessão acontece às 20h35 e é um dos destaques da programação da 3ª edição do evento, que transforma o estacionamento do shopping em um cinema a céu aberto.
Com estreia nacional marcada para 3 de setembro, o filme poderá ser conferido antecipadamente pelo público de Brasília durante uma noite que combina cinema, gastronomia e uma estrutura especialmente preparada para proporcionar conforto e uma experiência diferenciada.
Neste sábado, além de “Minha Melhor Amiga”, às 20h35, a programação conta com “Super Mario Galaxy”, às 18h30, e “Nuremberg”, às 23h05. Já no domingo (23), o evento se encerra com “Zootopia 2”, às 19h, e “Michael”, às 21h10.
Além da programação cinematográfica, o evento oferece uma experiência diferenciada, com chaise para duas pessoas em cada ingresso, bomboniere oficial assinada pelo Cinemark e menu exclusivo preparado pelo restaurante Piselli.
Os ingressos para todas as sessões da 3ª edição do Cine Open Air estão esgotados, reforçando o sucesso do evento, que já se consolidou na agenda cultural e de lazer de Brasília.
O evento é apresentado por Bradesco Principal e American Express e patrocinada pelo iFood e Peugeot.
Para saber mais sobre o empreendimento e sua programação geral, acesse o site do empreendimento e as redes sociais.
Programação do fim de semana
Sábado (22/08) 18h30 –Super Mario Galaxy 20h35 –Minha Melhor Amiga 23h05 –Nuremberg
Domingo (23/08) 19h –Zootopia 2 21h10 –Michael
Serviço: 3ª edição do Cine Open Air – Iguatemi Brasília Data: sábado e domingo – 22 e 23 de agosto Local: Iguatemi Brasília Ingressos: esgotados
Sobre o Iguatemi Brasília
O Iguatemi Brasília reúne, em um só local, moda, gastronomia, serviços, passeio, conforto, conveniência e entretenimento. O shopping conta com o know-how da Iguatemi S.A, uma empresa full service (administra, planeja e constrói), classificada como a 36.ª marca mais valiosa do Brasil, a única em seu segmento. São mais de 149 lojas, entre elas 23 marcas inéditas na capital federal. O shopping conta, ainda, com um dos mais modernos projetos de arquitetura e paisagismo. Grandes skylights proporcionam total integração com o exterior e permitem ao público aproximação com a natureza. Além disso, oferece mais de 2.481 vagas de estacionamento, das quais 1.709 são cobertas.
Tem programação cultural gratuita para toda a família neste fim de semana!
📅 Sábado (22/8) 🌿 Feira Criativa ARTeira | 14h às 18h 🐂 Boi de Seu Teodoro | 17h
📅 Domingo (23/8) 🌿 Feira Criativa ARTeira | 14h às 18h 🎶 Repentistas Chico de Assis e João Santana | 16h
Nos dois dias, também haverá oficinas educativas e visitas mediadas à exposição Festa de Luz: as festas populares e a arte brasileira.
📍 Centro Cultural TCU – Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 3 🎟️ Entrada gratuita, mediante doação de 1 kg de alimento não perecível. 🔗 Mais informações no Instagram: @centroculturaltcu
Experiência jurídico-teatral chega a Brasíliaem 28 de agosto com um caso real, estratégias de acusação e defesa e uma decisão que ficará nas mãos da plateia
Culpado ou inocente? Condenar ou absolver? No dia 28 de agosto, quem estiver na plateia do Teatro Nacional de Brasília terá de ouvir diferentes versões de uma mesma história, analisar provas, colocar certezas em dúvida e, ao final, tomar uma decisão. O destino do réu estará, literalmente, nas mãos do público. Os interessados podem se inscrever no site: https://www.palcodojuri.com.br/
O Palco do Júri é uma produção do CVT Produções Culturais, ligado ao coletivo Vozes da Terra, que conecta operadores do Direito e reúne profissionais de diferentes áreas em uma construção coletiva, tendo entre seus protagonistas o advogado criminalista Valdivino Clarindo Lima e outros advogados de reconhecida atuação.
A experiência mistura Direito e teatro para mostrar, por dentro, o que acontece em um Tribunal do Júri. Ao longo de um dia inteiro, o evento reúne palestras e mesas-redondas sobre estratégias de acusação e defesa e bastidores de casos reais. Depois, a teoria dá lugar ao palco e a plateia passa a fazer parte do julgamento.
A estreia no Teatro Nacional será construída em torno do Caso Jaguaribe, baseado em uma história real. O público acompanhará provas, argumentos e versões até chegar ao momento de formar sua própria convicção.
A concepção e a realização do projeto são fruto de uma construção coletiva do CVT Produções Culturais, que envolve sua diretoria, produtores, profissionais da cultura e operadores do Direito. No palco, a dinâmica do Tribunal do Júri ganha vida a partir de suas figuras centrais — juiz, acusação e defesa —, interpretadas por profissionais que levam à experiência diferentes perspectivas e estratégias do plenário.
Entre eles está Valdivino Clarindo Lima, advogado criminalista com mais de 30 anos de carreira e centenas de atuações em julgamentos, que traz para o palco a experiência de quem conhece de perto a tensão, a imprevisibilidade e o peso das decisões tomadas diante de um júri. “O Tribunal do Júri é o palco da tragédia onde ninguém sai ganhando”, resume Valdivino.
Um dos momentos centrais da experiência será o “Protocolo Congela”. No auge do julgamento, a ação é interrompida para revelar ao público o que está por trás das estratégias apresentadas no plenário: por que determinada pergunta foi feita, o objetivo de uma linha de acusação ou defesa e como pequenos elementos podem mudar a percepção sobre um caso. Depois, o julgamento continua. E aquilo que parecia óbvio alguns minutos antes pode já não parecer mais.
Um tribunal para quem é, e para quem não é, do Direito
O Palco do Júri dialoga com estudantes, advogados, concurseiros e profissionais da área jurídica, mas também foi pensado para quem se interessa por Justiça, comportamento humano ou acompanha histórias de true crime. Com linguagem acessível, cenário, iluminação, trilha sonora e direção visual, a experiência aproxima o rigor do Direito da linguagem do teatro e coloca o público diante de uma responsabilidade normalmente reservada aos jurados.
No fim, haverá um veredito. Mas talvez a principal pergunta levada para casa seja outra: diante das mesmas provas, você teria certeza da sua decisão?
Serviço Palco do Júri – Experiência Jurídico-Teatral Data: 28 de agosto de 2026 Local: Teatro Nacional de Brasília – Brasília(DF) Caso: Caso Jaguaribe Idealização: Dr. Valdivino Clarindo Lima
09h00 – 09h20 – Abertura Institucional — Paulo Maurício Braz Siqueira (Poli) — presidente da OAB/DF no triênio 2025–2027, advogado com atuação em Direito Empresarial e Tributário, mestre em Direito Tributário pela PUC-SP e professor de graduação e pós-graduação;
09h20 – 09h50 – Dr. Heversom D’Abadia Teixeira Borges — juiz de Direito do TJDFT e professor da Escola da Magistratura
09h50 – 11h20 – PALESTRAS LIGA DAS MULHERES NO TRIBUNAL DO JÚRI: * 09h50 – Dra. Áricka Rosalia Alves Cunha – Advogada Criminalista * 10h20 – Dra. Maria Odila – Advogada Criminalista com atuação no Tribunal do Júri, escritora e autora da obra Diário de uma Pena; * 10h50 – Dra. Izabela Jamar – Advogada Criminalista e especialista em Direitos Humanos e Direitos das Mulheres, professora, com produção acadêmica na área de Direitos Humanos e Justiça de Transição;
10h50 – 11h20 | INTERVALO
11h20 – 11h50 – Dra Sarah Assman – procuradora federal, mestre em Direitos Fundamentais, professora, palestrante, autora da obra Conheça Seus Direitos, diretora da Escola Superior de Advocacia da OAB/PE e conselheira da OAB/PE; 11h50 – 12h20 – Dr. Rodrigo Faucz — advogado criminalista habilitado para atuar perante o Tribunal Penal Internacional, em Haia; pós-doutor em Direito pela UFPR, doutor pelo Programa Interdisciplinar em Neurociências da UFMG, mestre em Direitos Fundamentais e Democracia pela UniBrasil e professor de Processo Penal;
12h20 – 14h00 | ALMOÇO
14h00 – 15h00- PALESTRAS LIGA DAS MULHERES NO TRIBUNAL DO JÚRI *14h00 – Dra. Vanessa Ramos – Advogada Criminalista, especialista em Tribunal do Júri e Leis Especiais *14h30 – Dra Lenda Tariana – presidente da Caixa de Assistência dos Advogados do Distrito Federal (CAADF) no triênio 2025–2027 e ex-vice-presidente da OAB/DF;
15h00 – 15h30 – Ana Paula Dantas – fundadora e diretora do Instituto Unificado de Ensino Jurídico (IUEJ), idealizadora do VOX Criminal, pedagoga, bacharel em Direito, mestranda em Ciências Criminológico-Forenses e mentora de advogados em posicionamento estratégico
15h30 – 16h00 – Amanda Melo, conhecida como Amanda CSI — perita oficial criminal, farmacêutica, especialista em Genética e Biologia Molecular, mestre em Produtos Naturais e Sintéticos Bioativos, bacharel em Direito e professora de Perícia Criminal, Criminalística e Medicina Legal;
16h00 – 16h30 | INTERVALO
16h30 – 17h00 – Dr. Álvaro de Assis – Advogado Criminalista com atuação especializada no Tribunal do Júri, presidente da Comissão Especial de Defesa do Tribunal do Júri da OAB/DF e mentor de formações práticas voltadas à atuação defensiva, da delegacia ao plenário;
17h00 – 17h30 – Dr. Anderson Costa – advogado criminalista, mestre em Educação, especialista em Direito Penal e Processo Penal, professor universitário e de cursos preparatórios, presidente da Comissão de Processo Penal da OAB/DF e secretário-adjunto da Comissão Nacional do Tribunal do Júri;
17h30 – 19h30 – ESPETÁCULO TEATRAL — PALCO DO JÚRI – VOCÊ CONDENARIA OU ABSOLVERIA? Duas horas de experiência imersiva, unindo Direito, artes cênicas e a reconstituição de um caso real, com participação ativa do público.
Encontro reúne pesquisadores da UnB e da UFSM para discutir a poesia, o desejo, o amor, a violência, e a relação do poeta espanhol com Granada
Noventa anos após sua morte, a obra de Federico García Lorca (1898–1936) continua provocando novas leituras e diálogos com o presente. Para marcar os 90 anos da morte de um dos mais importantes nomes da cultura espanhola, oInstituto Cervantes e a Embaixada da Espanha promovem, no dia 20 de agosto, às 19h, a conferência “García Lorca, incontornável, 90 anos depois”. O encontro será realizado no Instituto Cervantes, com entrada gratuita.
Poeta, dramaturgo e artista múltiplo, García Lorca construiu uma obra que transita entre inovação e tradição e dialoga com a poesia, o teatro, a música, o folclore e as artes. Sua produção é marcada por uma linguagem de forte dimensão simbólica e por questões que permanecem atuais, atravessando diferentes gerações e culturas.
A conferência propõe justamente revisitar esse legado a partir de perspectivas contemporâneas. A programação reúne pesquisadores de universidades brasileiras em três apresentações que abordam diferentes aspectos da trajetória e da criação do poeta espanhol.
A professora doutora Elga Pérez-Laborde (UnB-DF)apresenta “O femicídio na poética de Federico García Lorca: tragédias numa perspectiva contemporânea”, estabelecendo relações entre a obra de Lorca e questões que permanecem presentes no debate social e cultural.
Na sequência, a professora doutora Luciana Ferrari Montemezzo (UFSM-RS) aborda “Traduzindo a Granada de Federico García Lorca”, propondo uma reflexão sobre a cidade que marcou profundamente a vida e a obra do poeta e sobre os desafios de transpor seus universos culturais e poéticos.
O professor doutor Roberto Medina (UnB-DF) encerra a programação com “García Lorca, o desejo encarnado e o amor oscuro”, uma leitura sobre desejo e amor na produção do escritor espanhol.
A iniciativa integra as comemorações dos 90 anos da morte de Federico García Lorca e reafirma a permanência de seu legado artístico e cultural. Ao revisitar sua obra a partir de diferentes perspectivas, o encontro evidencia a capacidade de sua produção de continuar inspirando o pensamento, a criação e o diálogo entre culturas.
Serviço
Conferência “García Lorca, incontornável, 90 anos depois” Data: 20 de agosto de 2026 Horário: 19h Local: Instituto Cervantes Brasília – SEPS 707/907 Sul, Conjunto D Entrada: gratuita
Atividades formativas incluem crítica de cinema, edição de som, figurino e atuação
A mais tradicional e longeva mostra cinematográfica do país, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro está com inscrições abertas para as oficinas de sua 59ª edição. As pessoas interessadas podem se inscrever gratuitamente até domingo (23/8), pelo site oficial do festival, que será realizado de 11 a 19 de setembro.
As oficinas do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro integram um importante eixo da programação dedicado à formação, à troca de experiências e à ampliação do acesso ao conhecimento no campo audiovisual. Por meio de atividades voltadas ao desenvolvimento técnico, artístico e crítico, as oficinas contribuem para a qualificação de novos talentos, o aperfeiçoamento de profissionais e o fortalecimento da diversidade de olhares e práticas no cinema brasileiro.
Nesta edição, o público pode se inscrever nas oficinas de Figurino para Cinema: Acesso, Linguagem e Inserção Profissional, ministrada por Nina Maria e focada nos processos de criação, concepção visual e pesquisa estética aplicada ao vestuário no cinema; a de Edição de Som para Curtas no DaVinci Resolve, sob a coordenação do especialista em mixagem Micael Guimarães, que aborda técnicas e ferramentas necessárias para o desenho de som, edição e finalização sonora de obras audiovisuais na ferramenta DaVinci Resolve; a de Atuação para Cinema: Poéticas e Procedimentos, com Noá Bonoba, que explora a construção da performance diante das câmeras, analisando métodos e a relação do ator com a linguagem cinematográfica; a de Crítica em Cinema, conduzida por Luiz Joaquim, destinada ao desenvolvimento do olhar crítico e da escrita sobre o cinema, discutindo formas de análise e contextualização de obras; e a O Que Pode a Montagem?, com a montadora Karen Akerman, focada na narrativa audiovisual, ritmo e na organização da estrutura dramática de um filme durante o processo de edição.
O 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro conta com apoio da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Cine Brasília, Canal Brasil, Canal Like,, Embaixada da Espanha, Instituto Goethe, Projeto Paradiso, Rio2C, Estúdios Aicon, FAC-UnB, Abraccine e Fipresci. Conta com o apoio de mídia do Correio Braziliense e tem a TV Globo como Emissora Oficial, o Metrópoles como Media Partner. É realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal e pelo Instituto Alvorada Brasil, em gestão compartilhada que se estende por três anos, culminando em 2026, nesta 59ª edição. Conta com recursos de incentivo federal da Petrobras. Tem patrocínio do BNDES, Sebrae e patrocínio especial do Banco de Brasília (BRB).
Sob a presidência do secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto, com direção geral de Sara Rocha, o 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro tem direção artística do crítico, cineasta e programador Eduardo Valente.
SERVIÇO
Oficinas do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Datas: 8, 9, 10 e 12 de setembro de 2026 + cobertura de 4 noites do 59º FBCB
Horário: Dias 8, 9 e 10 setetembro (das 19h20 às 20h40 – online); dia 12 setembro (das 15h às 17h – presencial no Auditório Cine Brasília).
Carga horária total: Encontros online (6h) e Cobertura presencial (10h).
Sinopse da oficina: A partir de três encontros online (via Google Meet) e um presencial (no Distrito Federal), a oficina ‘Crítica em Cinema’ irá proporcionar aos participantes a chance de debater possibilidades de conceitos, de importância (encontro 1), de estruturas, de métodos e desafios da crítica de cinema. Pela oficina, os alunos também irão cobrir o 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e ter seus textos publicados em blog específico. Com o objetivo de estimular a análise fílmica e uma lógica de escrita que expanda a expressão do autor em comunhão com a obra e com a sua visão de mundo, a oficina irá apresentar alguns critérios de julgamentos estéticos. Para tanto, a oficina irá utilizar textos e trechos de filmes como exemplos, e também problematizar algumas opções próprias da escrita sobre cinema (encontro 2), sem deixar de lados aspectos próprios de nossa complexa sociedade contemporânea (encontro 3). Irá ainda distinguir questões que aproximam e distanciam a crítica própria da cobertura de um festival (encontro 4). A oficina irá oferecer, ainda, uma bibliográfica básica de modo que os alunos possam ampliar seus conhecimentos na área.
Minibio do oficineiro: Luiz Joaquim, do Recife, é jornalista, mestre em comunicação, escritor, professor, curador e crítico de cinema.
Atuação para Cinema: Poéticas e Procedimentos, com Noá Bonoba
Datas: 13 a 15 de setembro
Horário: 14h às 18h
Local: Hotel Ramada
Sinopse: Uma oficina prática voltada à experimentação de diferentes modos de construir presença diante da câmera. Partindo da compreensão de que não existe um único registro de atuação cinematográfica, a proposta amplia o repertório dos participantes por meio de exercícios que investigam estados cênicos, escuta, ritmo, ação, repetição e relação com o enquadramento. A metodologia articula práticas de atuação, análise de trechos de filmes e discussões realizadas durante os próprios exercícios, compreendendo a atuação como resultado da relação entre corpo, câmera e direção. Ao longo da oficina, os participantes experimentarão diferentes procedimentos de criação, observando como pequenas alterações de presença produzem efeitos distintos na imagem cinematográfica. No encontro final, parte dos exercícios será filmada para que o grupo possa assistir ao material e refletir sobre os modos como a câmera transforma e potencializa a atuação. Cada participante receberá os registros realizados durante a oficina como material de acompanhamento de seu próprio processo.
Minibio da oficineira: Noá Bonoba é atriz, roteirista, realizadora, preparadora de elenco, encenadora, dramaturga e pesquisadora. Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Ceará, desenvolve investigações sobre cinematografias trans e a invenção de mundos a partir de seres ctônicos, fabulação sci-fi e desmontes do real. Sua trajetória artística começa no teatro, onde criou obras que exploram o estranhamento cognitivo, o não-humano e metodologias colaborativas de encenação. No cinema, é formada pela Escola Pública de Audiovisual da Vila das Artes, recentemente filmou seu primeiro longa como diretora (Iguaraguá) e é protagonista de “Morte e Vida Madalena”, de Guto Parente, vencedor de diversos prêmios e com estreia nos cinemas marcada para 2026. Atua em processos criativos que atravessam corpo, mito, escrita e fabulação especulativa.
O que pode a montagem?, com Karen Akerman
Datas: 16 a 18 de setembro
Horário: 14h às 18h
Local: Centro Universitário Iesb – Asa Sul
Pré requisito: noções de Adobe Premiere
Sinopse da oficina: Investiga teoria e prática das ferramentas da montagem de cinema. Uma exploração de gêneros e linguagens a partir do estudo de casos reais. Como as decisões na ilha de edição transformam o sentido de uma cena? Partindo da minha experiência como montadora em filmes de diferentes universos e linguagens, esta oficina convida a mergulhar nos bastidores desse processo, articulando teoria e prática em um ambiente de troca. No primeiro momento, investigaremos as ferramentas conceituais da montagem, analisando como a articulação entre planos, o uso do som e as escolhas de ritmo moldam a experiência do espectador. A partir dessa base, faremos um exercício prático de criação: utilizando um material de arquivo coletivo fornecido para a turma, cada participante será incentivado a manipular e reordenar as imagens, construindo objetos autorais entre a autoficção e o ensaio visual. A proposta é refletir sobre o corte, testar limites formais e explorar a montagem enquanto pensamento vivo, onde a limitação de recursos atua como combustível para a liberdade e para a invenção de novas formas de narrar.
Minibio da oficineira: Karen Akerman transita pelos mais diversos gêneros e formatos do audiovisual – ficção e documentário, cinema narrativo e experimental, longas, séries e curtas como montadora, majoritariamente, mas também como diretora, produtora, consultora e professora. Em sua filmografia como montadora, destacam-se obras como O Processo, de Maria Augusta Ramos, A Febre, de Maya Da-Rin, e O Riso e a Faca, de Pedro Pinho.
Edição de som para curtas no Davinci Resolve, com Micael Guimarães
Datas: 14, 15, 16 de setembro
Horário: 14h às 18h
Local: Jovem de Expressão (Ceilândia)
Público alvo: Estudantes, realizadores audiovisuais, montadores, diretores e demais interessados em edição de som para curtas-metragens.
Sinopse da oficina: Esta oficina propõe uma conversa sobre os conceitos fundamentais da edição de som para curtas-metragens, tendo o DaVinci Resolve como ferramenta de demonstração. O objetivo é apresentar uma forma de pensar o som na pós-produção, mostrando como organizar o material, estruturar a timeline e tomar decisões que contribuam para a narrativa e a experiência do espectador. Ao longo dos encontros, serão discutidos temas como organização do projeto, edição de diálogos, construção de ambiências, utilização de efeitos sonoros, continuidade sonora, percepção, ritmo e a relação entre imagem e som. Também serão abordadas estratégias para manter um fluxo de trabalho organizado e eficiente, facilitando a comunicação entre as diferentes etapas da pós-produção. Mais do que ensinar comandos ou ferramentas específicas, a oficina busca desenvolver o olhar — e a escuta — para a edição de som, oferecendo aos participantes uma base conceitual que poderá ser aplicada em diferentes projetos audiovisuais.
Minibio do oficineiro: Micael Guimarães, Mica, atua no audiovisual há mais de 30 anos e é especialista em edição e mixagem de som para cinema. Premiado no Festival de Brasília, CinePE, e vários outros. Trabalha com foco na construção narrativa por meio do som em curtas e longas-metragens.
Figurino Para Cinema: Acesso, Linguagem e Inserção Profissional, com Nina Maria
Datas: 15 a 18 de setembro de 2026
Horário: 15h às 18h
Local: Jovem de Expressão (Ceilândia)
Sinopse da oficina: O figurino é uma das principais ferramentas de construção narrativa do cinema. Ele veste personagens,comunica identidade, contexto histórico, relações sociais e aspectos psicológicos da dramaturgia. Esta oficina propõe uma introdução prática ao figurino cinematográfico, apresentando suas etapas de criação desde a leitura do roteiro até a organização do departamento de figurino durante as filmagens. Ao longo de 12 horas, os participantes conhecerão conceitos fundamentais da linguagem do figurino, métodos de pesquisa, desenvolvimento de propostas visuais e a dinâmica profissional do setor no audiovisual brasileiro. Voltada especialmente às ações afirmativas do Festival, a atividade busca democratizar o acesso a um campo técnico ainda pouco conhecido, oferecendo ferramentas que contribuam para a formação e inserção de novos profissionais na cadeia produtiva do cinema.
Minibio da oficineira: Nina Maria é figurinista, pesquisadora e educadora, com 16 anos de experiência no audiovisual brasileiro. Iniciou sua trajetória no cinema assinando o figurino do curta 50 Anos em 5, de José Eduardo Belmonte, exibido na abertura do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Desde então, trabalhou em produções como Ainda Temos a Imensidão da Noite (Gustavo Galvão), Menarca e Levante (Lillah Halla), ambos selecionados para a Semaine de la Critique do Festival de Cannes, além da série Notícias Populares (Canal Brasil) e do longa Melhor Mãe do Mundo (Anna Muylaert). Paralelamente à atuação profissional, desenvolve atividades de formação e atualmente coordena o Curso de Formação em Figurino da Escola de Cinema Ateliê Bucareste.
O relato de uma mulher em meio a um processo de transformação interior, tomada por novas sensações e percepções
Em seu primeiro solo, Alessandra Negrini dá voz a uma mulher em processo de reflexão, depois de ganhar uma pequena planta. Certo dia, ao limpar uma estante, A., vivida por Alessandra, se vê presa à planta por um fio de cabelo e submerge em um estranho processo, no qual observa seu corpo transformar-se em algo que desconhece. Despedindo-se de sua forma humana, A. ora narra fatos de seu cotidiano, ora se entrega a reflexões diversas, que transitam entre o lírico e o cômico.
A Árvore, com texto de Silvia Gomez e direção de Ester Laccava, faz curta temporada no Teatro Unip (913 Sul), de 27 a 30 de agosto, com sessões de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h. Os ingressos, a partir de R$ 25, já estão à venda em https://bileto.sympla.com.br/event/123352/d/397963. A peça já fez temporadas de sucesso em São Paulo, Recife, Fortaleza, São Luís, João Pessoa e Salvador, e chega a Brasília com patrocínio local da Brasal, a convite do Circuito de Teatro Brasileiro, e tem como patrocinador nacional o PagBank.
De acordo com a atriz, a peça é composta por muitas camadas. “A. nos conta a sua história, a sua aventura mais íntima e nos oferece o testemunho de ver o seu corpo se transformando. As angústias e as alegrias dessa viagem viram palavras e imagens potentes. É uma escrita performática, uma página, uma peça, uma narrativa dessa metáfora de virar algo que não é mais si mesmo”, comenta e define: “A Árvore é um relato, um relato de amor.”
O texto, que é o primeiro monólogo de Silvia Gomez, teve como inspiração uma imagem. “Um dia, regando uma planta na estante, vi um fio do meu cabelo preso a ela. Pedi para meu filho fotografar e transformei o episódio em textos. Nesta peça, esse disparou a metamorfose, elaborando a sensação de certa forma delirante de ter sido agarrada por aquela planta, como se ela tivesse algo a dizer”, revela.
“As personagens, que escrevo são essas, que, de repente, olham para a realidade, mas não cabem mais nela, adentrando um espaço de delírio que, para mim, é, na verdade, de extrema lucidez. Um exercício de tentar elaborar o real por outra camada, reconhecendo nele as fissuras que nos permitem formular novas perguntas”, completa a autora, que foi indicada ao Prêmio Shell de dramaturgia, em 2019, por “Neste mundo louco, nesta noite brilhante”, e ao APCA, de 2022, por “Gesto”.
Ficha técnica:
Produção: Alessandra Negrini e Gabriel Fontes Paiva | Atriz: Alessandra Negrini | Texto: Silvia Gomez | Direção e concepção: Ester Laccava | Idealização: Alessandra Negrini | Assistência de direção: Giulia Lacava | Desenho de luz: Mirella Brandi | Cenografia: Camila Schimidt | Trilha sonora: Morris | Edição da trilha sonora: Chuck Hipolitho | Preparação corporal: Anderson Gouvêa | Realização de peruca: Feliciano San Roman | Técnica de luz: Giorgia Tolaini | Técnicos de som e vídeo: Thiago Rocha e Bruna Moreti | Camareira: Terezinha Caetano | Contrarregra: Vanessa Batista | Cenotécnico: Cassio Omae | Fotos: Priscila Prade | Designer gráfico: Alexandre Brandão | Assessoria de imprensa em Brasília: Território Comunicação | Produção em Brasília: Deca Produções | Produção: Corpo Rastreado | Gestão de Projeto: Luana Gorayeb | Realização: Fontes Realizações Artísticas | Patrocínio local: Brasal | Patrocínio nacional: PagBank
Serviço:
A Árvore, com Alessandra Negrini
Gênero: Drama
Local: Teatro UNIP
Endereço: SGAS 913 – Asa Sul
Temporada: de 27 a 30 de agosto.
Horários: de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h
Não será permitida a entrada após o início do espetáculo.
O Teatro UNIP: https://www.teatrounip.com | https://www.facebook.com/TeatroUnip | @teatrounip. Bilheteria: apenas nos dias de apresentação, sábado e domingo das 14h até o início do espetáculo. Aceita todos os cartões de débito e crédito. Não aceita cheque. Ar-condicionado e acesso para cadeirantes. Estacionamento gratuito. Capacidade para 500 pessoas
Espetáculo aborda violência doméstica e feminicídio por meio de uma narrativa poética e promove rodas de conversa com estudantes da rede pública
Depois de iniciar sua circulação por Sobradinho no começo de agosto, o espetáculo “Os Sapatos que Atravessam a Rua” realiza, nesta quinta-feira, 20 de agosto, as três últimas apresentações do projeto, no Centro Interescolar de Línguas (CIL) de Sobradinho. A montagem, que aborda violência doméstica e feminicídio a partir de uma linguagem poética e sensível, já passou pelo Centro de Ensino Médio 02 de Sobradinho (CEM 02), onde realizou outras três sessões em 6 de agosto. Ao todo, serão seis apresentações voltadas a estudantes da rede pública. O projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).
Um par de sapatos esquecido em uma prateleira é o ponto de partida da história. Escrito e dirigido por Áurea Liz, o espetáculo tem como protagonista Miós, uma sapateira de 65 anos interpretada por Gelly Saigg. Ela herdou do pai o ofício e uma pequena banca de consertos diante de uma pista movimentada. Enquanto observa as pessoas atravessarem a rua para deixar seus calçados, Miós percebe que cada par carrega uma história. Um deles, porém, permanece esquecido. Sua dona nunca voltou para buscá-lo.
É a partir dessa ausência que a dramaturgia revela, pouco a pouco, a história de uma mulher vítima de feminicídio. Sem recorrer ao sensacionalismo, a montagem transforma objetos cotidianos, silêncios e memórias em elementos capazes de provocar identificação e reflexão sobre uma violência que, muitas vezes, permanece escondida dentro das relações familiares e afetivas.
A circulação pelas escolas amplia esse diálogo ao aproximar a obra diretamente dos jovens. Após cada apresentação, os estudantes participam de uma roda de conversa sobre violência doméstica, redes de apoio, abandono e envelhecimento, criando uma ponte entre aquilo que é apresentado no palco e situações que podem estar presentes na realidade das comunidades.
Para Gelly Saigg, atriz e proponente do projeto, levar o espetáculo ao ambiente escolar também significa utilizar a arte como instrumento de informação e conscientização. Ao colocar o tema em cena e abrir espaço para a conversa, a iniciativa busca contribuir para que os estudantes reconheçam diferentes formas de violência, compreendam a importância do acolhimento e conheçam caminhos possíveis para romper ciclos de silêncio.
A apresentação desta quinta-feira encerra a circulação de “Os Sapatos que Atravessam a Rua” pelas duas escolas de Sobradinho, concluindo um percurso que reuniu teatro, diálogo e conscientização em torno do enfrentamento à violência contra a mulher.
Arte como espaço de escuta
Na montagem, a banca de Miós deixa de ser apenas um lugar de conserto de sapatos. Ela se transforma em território de cuidado, resistência e preservação de histórias. Atravessar a rua, nesse contexto, representa também a disposição de olhar para o outro e ouvir aquilo que, muitas vezes, permanece escondido.
A iniciativa parte do entendimento de que a cultura pode desempenhar um papel importante na prevenção da violência. Ao tratar o feminicídio por meio de uma narrativa simbólica e sensível, o espetáculo cria condições para que um assunto difícil seja discutido sem perder sua gravidade.
Em edição anterior do projeto, o espetáculo percorreu escolas da rede pública de ensino de Samambaia, Sobradinho e Ceilândia, sempre acompanhado por rodas de conversa com os estudantes e equipes pedagógicas. As apresentações despertaram reflexões profundas e estimularam a participação do público, que frequentemente permanecia após o encerramento para compartilhar experiências, dúvidas e percepções sobre os temas abordados.
“Como esperado, a peça abriu portas para o diálogo. Muitos jovens encontraram naquele momento um espaço seguro para falar, ouvir e refletir sobre situações que, muitas vezes, permanecem em silêncio. Isso reforça o papel da arte como instrumento de educação, escuta e transformação“, afirma Moara Barbosa, produtora executiva do projeto. A repercussão positiva e o envolvimento das comunidades escolares reforçaram a importância de ampliar a circulação do espetáculo e de fortalecer ações que promovam o diálogo e a formação cidadã no ambiente escolar.
A realização destinada à comunidade escolar também reforça o compromisso do projeto com a descentralização cultural, ao levar uma obra de relevância artística e social a estudantes de Sobradinho.
Reconhecimento
Além do impacto junto às comunidades escolares, “Os Sapatos que Atravessam a Rua” também coleciona reconhecimento no cenário cultural do Distrito Federal. A montagem esteve entre as vencedoras da 3ª edição do FestCaras, competição de esquetes realizada no Gama com o objetivo de fortalecer as artes cênicas do DF. Em 2025, o festival reuniu 14 companhias de teatro, que concorreram em 14 categorias, destacando produções pela qualidade artística e relevância de suas propostas.
A trajetória de suas criadoras também tem recebido reconhecimento público. A dramaturga e diretora Áurea Liz foi homenageada com uma Moção de Louvor pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), durante sessão solene promovida pelo Programa Nacional dos Comitês de Cultura no Distrito Federal, em parceria com a CLDF e o Sindicato dos Professores do Distrito Federal, em reconhecimento à sua contribuição para a integração entre arte, cultura e educação. Na mesma solenidade, a atriz Gelly Saigg, que interpreta a personagem Mió, também recebeu a homenagem por sua atuação no fortalecimento da cultura e da educação por meio das artes.
Acessibilidade integrada à experiência
“Os Sapatos que Atravessam a Rua” incorpora recursos destinados a ampliar o acesso de pessoas com deficiência. O projeto prevê, na primeira sessão, interpretação em Libras e audiodescrição simultânea, programas em Braille, vídeos com legendas, Libras e audiodescrição, além da possibilidade de reconhecimento tátil do cenário e dos figurinos antes das apresentações.
A acessibilidade não aparece apenas como um recurso complementar, mas como parte da concepção do projeto, permitindo que diferentes públicos tenham contato com a obra de maneira autônoma e com qualidade estética.
Formada majoritariamente por mulheres e com a presença de profissionais com deficiência, a equipe reúne artistas e técnicos de diferentes áreas. Além de Gelly Saigg e Áurea Liz, integram a ficha técnica profissionais de produção, comunicação, música, iluminação, caracterização, Libras, audiodescrição e consultoria de acessibilidade.
As apresentações são direcionadas a estudantes e à comunidade escolar previamente mobilizada pelas instituições participantes.
Ficha técnica
Gelly Saigg – Atriz
Áurea Liz – Dramaturgia e Direção
Moara Barbosa – Produção Executiva
O Carcará – Coordenação Administrativa
Ale Capone – Consultoria de Acessibilidade
Patrícia Albuquerque – Interpretação em Libras
Jane Menezes Cinema Cego – Audiodescrição
Cruziá Comunicação – Design, Gestão de Redes Sociais,
Fotografia, Captação e Edição de vídeo
Miccael Grandis – Assistência de comunicação
Ana Luiza Aguiar – Produção de Conteúdo
Alexandra Vinagre – Caracterização e maquiagem
Tauana Barros – Iluminação
Vitor Barbosa – Operação de som e Trilha sonora original
Pedro Barbosa – Coordenação Técnica e Trilha sonora original
Monyelle Faria – Assistência de Produção
Fabiana Paula – Contrarregragem e assistência de produção
Sequência estreia em outubro nos cinemas brasileiros
A Paris Filmes acaba de divulgar novas imagens de “A Queda 2: No Limite”(“Fall 2”). Dos mesmos criadores de “Obsessão”, produção de suspense e aventura retoma sensação de extrema vertigem do primeiro longa, “A Queda” (2022). Sequência ganha nova data de estreia e chega em 08 de outubro nos cinemas brasileiros. Baixe as imagens neste link. Assista ao trailer aqui e baixe o pôster aqui.
De luto pela morte de sua irmã Shiloh, Jax Hunter cria um laço com Luce, a amiga corajosa de Shiloh. Juntas, elas enfrentam a perigosa passarela suspensa do Monte Kwan, na Tailândia. Quando um deslizamento de rochas as deixa presas em uma estreita prancha a mais de 3.000 metros de altitude, Jax precisa enfrentar seus medos para sobreviver.
Virginia Gardner, Grace Caroline Currey, Harriet Slater estão no elenco e Scott Mann e Jonathan Frank assinam o roteiro. A dupla Michael Spierig e Peter Spierig dirige a produção.
SOBRE A PARIS FILMES
A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H”, “Manas”, “Pedágio”, “Ritas”, “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, “A Empregada”, a franquia “Truque de Mestre” e “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia.
Entre os próximos lançamentos estão “Feito Pipa”, “Geni e o Zepelim”, “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, “Minha Melhor Amiga”, “Minha Vida com Shurastey” e “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita”.
Acompanhe as novidades sobre esse e outros lançamentos por meio das redes sociais:
Montagem acontece nos dias 22, 23, 29 e 30 de agosto, às 16h, no Teatro Brasília Shopping, e convida o público a embarcar em uma jornada pelo Reino dos Cogumelos
Os personagens mais queridos dos videogames ganham vida no espetáculo infantil aos Super Encanadores, que promete divertir crianças e adultos com uma história cheia de aventura, humor e muita ação. As apresentações acontecem nos dias 22, 23, 29 e 30 de agosto, sempre às 16h, no Teatro Brasília Shopping, com produção de Neia e Nando.
A história acompanha os irmãos Mario e Luigi, dois encanadores que, inesperadamente, são transportados para o Reino dos Cogumelos. Lá, eles conhecem a Princesa Peach e descobrem que o local está ameaçado pelo poderoso rei dos Koopas, que pretende expandir seu domínio por todos os reinos. Unidos, os irmãos embarcam em uma missão repleta de obstáculos, encontros surpreendentes e momentos de muita coragem para impedir os planos do vilão.
O espetáculo convida crianças e adultos a viver uma tarde de fantasia, aventura e diversão, reforçando valores como trabalho em equipe, amizade e perseverança.
SERVIÇO: Os Super Encanadores
Datas:, 22, 23, 29 e 30 de agosto de 2026. Horário: às 16h. Local: Teatro Brasília Shopping. Ingressos: R$ 40 (inteira) | R$ 20 (meia-entrada). Vendas:
Festival seleciona videoclipes de todo o Brasil para mostra competitiva e promove chamada para produção audiovisual e oficinas gratuitas em Belo Horizonte
O VIDEOCLIPE-SE FESTIVAL inicia as atividades de sua quarta edição com inscrições abertas, a partir desta quarta-feira, 19 de agosto. Produzido pela Limonada Audiovisual, em coprodução com a Maria Bonita Filmes, o evento destaca a produção de videoclipes no país, reunindo artistas, produtores e videomakers em uma programação que inclui exibição, premiação, formação e incentivo à criação audiovisual.
Uma das principais ações desta edição é a tradicional Mostra Competitiva de Videoclipes, que recebe inscrições de artistas de todo o Brasil. As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas até 30 de setembro. Podem ser submetidas obras produzidas a partir de 2020. Ao todo, 20 videoclipes serão selecionados e disponibilizados para exibição na plataforma do festival.
Os trabalhos concorrem em quatro categorias: Júri Técnico, Júri Popular, Melhor Videoclipe com Temática Diversidade e Melhor Performance Artística em Videoclipe. Os vencedores receberão premiação em dinheiro e o troféu do festival. A cerimônia de premiação será realizada durante uma sessão especial de exibição em uma sala de cinema de Belo Horizonte.
Festival incentiva a produção de novos videoclipes
Além de dar visibilidade a trabalhos realizados em diferentes regiões do país, o VIDEOCLIPE-SE mantém uma de suas principais frentes de incentivo à produção independente. Nesta edição, o festival promove uma chamada voltada para a produção completa de um videoclipe destinado a artistas independentes de Belo Horizonte e Região Metropolitana.
Podem participar artistas solo ou bandas que tenham lançado até cinco videoclipes ao longo da carreira. Para concorrer, é necessário que a música escolhida para o projeto já esteja gravada.
A proposta reforça o caráter do festival como uma plataforma não apenas de exibição, mas também de estímulo à criação e à aproximação entre música e audiovisual.
Formação para novos profissionais
A quarta edição também terá uma programação dedicada à formação. Serão realizadas duas oficinas práticas na sede da Limonada Audiovisual, em Belo Horizonte, voltadas para quem deseja conhecer ou aprofundar seus conhecimentos sobre os processos envolvidos na realização de vídeos musicais.
As atividades abordarão Produção e Direção de Fotografia para videoclipes e oferecerão, juntas, 30 vagas, divididas em duas turmas.
Trajetória
Criado em 2023, o VIDEOCLIPE-SE FESTIVAL chega à quarta edição ampliando uma trajetória dedicada à valorização do videoclipe como linguagem artística e espaço de experimentação audiovisual.
Desde sua criação, o festival já exibiu mais de 70 videoclipes, sendo 50 deles em sessões no Cine Humberto Mauro, em Belo Horizonte. A iniciativa também foi responsável pela produção de cinco videoclipes para artistas independentes da capital mineira e Região Metropolitana e já capacitou mais de 200 pessoas por meio de oficinas e masterclasses.
À frente do projeto está a Limonada Audiovisual, produtora que atua no mercado desde 2012 com a criação de conteúdos plurais e diversos. O festival é realizado em coprodução com a Maria Bonita Filmes, produtora independente de Belo Horizonte.
Em 2026, o VIDEOCLIPE-SE FESTIVAL é realizado com recursos da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Belo Horizonte, por meio do edital BH Nas Telas.
SERVIÇO
Inscrições abertas para 4º VIDEOCLIPE-SE FESTIVAL
Mostra Competitiva de Videoclipes Inscrições: 19 de agosto a 30 de setembro de 2026 Podem participar: videoclipes de artistas de todo o Brasil produzidos a partir de 2020 Seleção: 20 videoclipes Categorias: Júri Técnico, Júri Popular, Melhor Videoclipe com Temática Diversidade e Melhor Performance Artística em Videoclipe
Chamada para produção de videoclipe Destinada a artistas independentes de Belo Horizonte e Região Metropolitana Podem participar artistas ou bandas com até cinco videoclipes lançados na carreira A música inscrita deve estar previamente gravada
Oficinas Produção e Direção de Fotografia para videoclipes 30 vagas divididas em duas turmas Local: sede da Limonada Audiovisual
O espetáculo “Entre Elas” passeia pelas histórias de três amigas professoras que vivem situações inesperadas durante uma viagem. Diante de tais situações típicas do universo feminino, os conflitos, os afetos e as confissões surgem de forma marcante, sempre com muito humor e emoção. Temas que ainda são tabus na sociedade estão retratados na dramaturgia, que brinca com um fato inusitado: o que leva três professoras a se encontrarem numa cela de prisão?
Através dessa comédia, vêm à tona temas importantes e pertencentes ao universo feminino tratados de maneira direta, leve e divertida. O texto e direção são de Márcia Marmori, que teve a inspiração da obra após vencer um câncer de mama, percebendo a urgente necessidade de abertura de espaços de debate sobre temas femininos que grande parte das mulheres foi ensinada a ter vergonha de sentir, de desejar e de falar.
No elenco estão as experientes atrizes Elisange Oliveira, Gelly Saigg e Léo Thilé. As apresentações no Centro Educacional Jardins Mangueiral serão gratuitas. O projeto conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.
QUEM FAZ
Texto e Direção: Marcia Marmori
Assistente de produção: Barbara Freitas
Elenco: Leo Thilé, Gelly Saigg, Elisange Oliveira
Iluminação: Haroldo
Cenário e figurino: Roumier de Castro
Produção Executiva: Kacus Martins
Sonoplastia: Marcia Marmori
Assessoria de Imprensa: Josuel Junior
Designer Gráfico: Lucas Sancho
Mediadora: Eloisa Cunha
Intérprete de Libra: Iury Ferraz
Áudio descrição: Elma Lucia
Gestão administrativa: C1 arte e entretenimento
Fotografia: Saulo Figueiredo
PROGRAME-SE
Dias 24, 25, 27 e 28 no Centro Educacional Jardins Mangueiral, no Jardim Botânico.
As apresentações são gratuitas e a ação contará com programa educativo que envolve material didático, palestras de mediação e debates com o público.
Nova edição do Quarta Seara reúne churrasco, vinho a R$ 14 e o melhor do samba, na 706 Norte
Churrasco, vinho e samba. A combinação que tem tudo para transformar a quarta-feira em um dos dias mais disputados da semana está de volta ao Na Seis – Comida de Bar, na 706 Norte. Por tempo limitado, a casa retoma o Quarta Seara – Churrascão Grátis, agora em um novo formato que une gastronomia e A Alma do Samba Antigo, comandado por Marquinhos Benon.
A programação começa às 16h30, com o DJ Maraskin, conhecido pela versatilidade e por sets que passeiam por diferentes estilos musicais. Com trajetória marcada pela participação em grandes eventos e festivais, o DJ já se apresentou em diversas cidades brasileiras, como Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Salvador, Goiânia, Uberlândia, Porto Alegre e Maceió, além de ter levado seu som para Buenos Aires, na Argentina.
A partir das 17h, começa o churrascão gratuito, servido até as 19h30. Preparado com produtos Seara, o menu inclui frango, costelinha, linguiça, pão de alho, batata bolinha e farofinha. Para acompanhar, a casa oferece taça de vinho por R$ 14.
A partir das 19h, o os clássicos da velha guarda do samba tomam conta do Na Seis com Marquinhos Benon, que apresenta o projeto A Alma do Samba Antigo. A proposta é revisitar grandes clássicos do gênero e celebrar a tradição do samba em uma noite que combina música, gastronomia e convivência.
“O Quarta Seara foi uma ação que conquistou muito o nosso público e estamos felizes em trazer essa experiência de volta, agora junto com o samba da velha guarda. A ideia é que a pessoa possa chegar cedo, encontrar os amigos, comer um churrasco, tomar um vinho e depois curtir o samba. É uma programação pensada para transformar a quarta-feira em um dia especial”, afirma Jomilton Júnior, um dos sócios do Na Seis.
A ação do churrascão gratuito acontece por tempo limitado, enquanto a programação musical da casa segue regularmente de quarta a sábado.
Samba de quarta a sábado
O samba é um dos principais protagonistas da programação do Na Seis. Além das quartas-feiras com Marquinhos Benon, a casa recebe, às quintas, o Samba do Degradê, com Teresa Lopes, Kris Maciel e Márcio Marinho. Às sextas, é a vez de Breno Alves e Trio, enquanto os sábados são comandados por Carol Nogueira. As apresentações acontecem das 19h às 22h.
Na cozinha, o cupim segue como uma das especialidades da casa, aparecendo em preparos como Cupim na Parrilla, Bolinho de Cupim, Sanduíche de Cupim, Arroz de Cupim e Batata com Cupim. A combinação entre gastronomia e música reforça a proposta do Na Seis de criar um espaço de encontro na W3 Norte, com sabores e ritmos que celebram a cultura brasileira.
“Miraculous® Ladybug: O Show Musical” chega a Brasília como parte de sua turnê nacional pelo Brasil
“Miraculous® Ladybug: O Show Musical”, adaptação oficial para o palco da série de sucesso Miraculous: As Aventuras de Ladybug e Cat Noir, da Miraculous Corp — joint venture entre Mediawan e ZAG —, chega a Brasília para quatro apresentações nos dias 22 e 23 de agosto, no Teatro UNIP Brasília. A capital federal recebe a superprodução internacional como parte da turnê brasileira do espetáculo, que já passou por Natal e Fortaleza. Apresentada pelo Ministério da Cultura e pela Brasilprev, com patrocínio da Eurofarma, a realização é da Passos na Arte e Touché Entretenimento. Os ingressos estão à venda pela Sympla e na bilheteria do teatro.
Dirigida por Marllos Silva, esta produção espetacular e voltada para a família, promete uma experiência inesquecível para públicos de todas as idades. Apresentando efeitos especiais de tirar o fôlego, cenários majestosos e um show de luzes deslumbrante, a performance ao vivo mistura magia, narrativa envolvente, coreografias impressionantes e canções originais criadas exclusivamente para o palco. O resultado é uma jornada totalmente imersiva que aproxima os personagens amados mais do que nunca de seus fãs.
Para dar forma a essa experiência, a equipe criativa conta ainda com direção musical de Laura Visconti, canções originais adicionais de Daniel Rocha, coreografias de Danilo Santana, desenho de som de Gabriel D’Angelo, desenho de luz de Felipe Antello, cenários da artista plástica Flávia Junqueira e João Azevedo, com cenografia executiva de Victor Aragão, figurinos de Bruno Oliveira e visagismo deAnderson Bueno.
Miraculous® Ladybug: O Show Musical convida o público para o mundo mágico de Paris — onde Marinette, uma adolescente comum, se transforma na icônica super-heroína Ladybug ao lado do enigmático Cat Noir. Enquanto Marinette se prepara para comemorar seu aniversário, uma nova ameaça paira sobre a cidade. O sinistro Hawk Moth usa seus poderes sombrios para drenar as cores do mundo, mergulhando tudo no caos. Marinette e Adrien devem enfrentar o desafio, confrontar seus medos e abraçar seus destinos. Guiados pelo poder dos Miraculous, eles embarcam em sua maior batalha até agora — para proteger sua cidade e restaurar a esperança. O lançamento brasileiro segue adaptações anteriores de sucesso na Espanha e na França.
O elenco é liderado por Isabella Daneluz(Marinette/Ladybug), Enzo Campeão (Adrien Agreste/Cat Noir), Sofia Ferrer (Alya Césaire), Victor Marinho (Nino Lahiffe), Nicole Lara (Sabine Cheng), Lucas Cordeiro (Tom Dupain), Beatrice Miranda (Chloé Bourgeois e Saturadora), Bia Passos (Sabrina Raincomprix e Tikki), Bruno Albuquerque (Mestre Fu), Júlio Félix (Hawk Moth) e Talihel (Plagg). Completam a companhia os integrantes do ensemble Marina Nogueira, Ana Júlia Cestaro, Alicia Silvano e Cassio Cöllares, além de Giovanna Melo como swing feminino e Júnior Pires como swing masculino.
No espetáculo, os personagens ganham vida através de performances habilidosas e figurinos meticulosamente elaborados que capturam a magia da série. Cenografia imersiva, elementos multimídia e tecnologia de palco inovadora transportam os espectadores diretamente para as ruas icônicas de Paris, recriando a atmosfera que os fãs conhecem do mundo animado.
O musical combina canções familiares com composições originais inéditas criadas especialmente para o show, convidando o público a cantar junto enquanto descobre novas favoritas. Mais do que uma aventura de super-heróis, a história explora amizade, trabalho em equipe, bravura e amor através de reviravoltas emocionais e momentos inesperados. Ao longo da performance, cenas interativas convidam o público a se tornar parte da ação, ajudando Ladybug e Cat Noir a enfrentar Hawk Moth, Rhinosaur e um novo vilão misterioso, Spectre.
A Touché Entretenimento traz para a produção sua expertise em musicais familiares de grande escala, com créditos que incluem Beetlejuice – O Musical, Uma Babá Quase Perfeita, Peter Pan – O Musical da Broadway, Cinderella – O Musical da Broadway, Bob Esponja – O Musical e Patrulha Canina – O Musical! Corrida de Resgate. Essa experiência molda um show grandioso e de alta energia, projetado para unir pais e filhos em um evento teatral imersivo cheio de adrenalina, fantasia e emoção.
“A Brasilprev tem construído sua atuação em cultura a partir de projetos que combinam relevância artística, alcance de público e potencial de conexão entre gerações. ‘Miraculous® Ladybug: O Show Musical’ reúne esses atributos ao levar uma experiência teatral de grande escala para diferentes cidades do país”, afirma Laura Beltran, gerente de Comunicação da Brasilprev.
A turnê nacional de “Miraculous® Ladybug: O Show Musical” segue por diferentes capitais brasileiras ao longo de 2026. Após a passagem por Brasília, o espetáculo segue para Goiânia (Teatro Rio Vermelho, dia 29 de agosto), Belém (Theatro da Paz, dias 5 e 6 de setembro) e São Paulo (Teatro Villa-Lobos, de 3 de outubro a 1º de novembro). Outras cidades já integram o planejamento da turnê e devem ser anunciadas em breve, ampliando a circulação do espetáculo pelo país e levando o universo de Ladybug e Cat Noir a diferentes públicos.
Sobre a Touché Entretenimento
Fundada em 2008, a Touché Entretenimento é uma das principais produtoras de teatro musical do Brasil, reconhecida por realizar superproduções que combinam excelência artística, impacto visual e grande alcance de público. Capitaneada por Renata Borges, a empresa é responsável por montagens que marcaram o cenário recente do gênero no país, como Beetlejuice, Uma Babá Quase Perfeita, Querido Evan Hansen, Alguma Coisa Podre, Cinderela – O Musical da Broadway, Peter Pan – O Musical da Broadway e Bob Esponja – O Musical. Ao longo de sua trajetória, seus espetáculos acumularam dezenas de prêmios e indicações importantes nas principais premiações do teatro brasileiro no eixo Rio-São Paulo, consolidando a Touché como uma das referências na produção de musicais de grande porte no país. Em 2026, a produtora inicia um novo capítulo ao se preparar para estrear no campo dos musicais brasileiros originais com Meu Filho é um Musical, espetáculo inspirado na trajetória e no legado de Paulo Gustavo. Paralelamente, já anuncia a chegada da montagem brasileira de O Diabo Veste Prada, com estreia prevista para fevereiro de 2027.
Sobre a Brasilprev
Com 32 anos de atuação, a Brasilprev Seguros e Previdência S.A tem como acionistas a BB Seguros, braço de seguros, capitalização e previdência privada do Banco do Brasil, e a Principal Financial Group, uma das principais instituições financeiras dos Estados Unidos. Líder do setor, a companhia conta com mais de R$471,6 bilhões em ativos sob gestão e uma carteira de 2,5 milhões de clientes. Especialista no negócio de previdência privada, com produtos acessíveis e serviços diferenciados, a Brasilprev conta com a rede de agências do Banco do Brasil como seu principal canal de distribuição.
Sobre Miraculous®
Miraculous® acompanha as aventuras de dois adolescentes aparentemente comuns com identidades secretas — Marinette e Adrien — que se transformam magicamente nos super-heróis Ladybug e Cat Noir para proteger a cidade de Paris de supervilões inesperados. Entrando em sua segunda década em 2026, o universo Miraculous® continua a cativar o público através de sua série de animação em CG, especiais de TV, longa-metragem, conteúdo digital, produtos licenciados, jogos, eventos ao vivo e muito mais. Com amplo apelo para todas as idades, as cinco temporadas da série estão disponíveis em mais de 150 países em todo o mundo, e a sexta temporada continuará sendo lançada ao longo de 2026. Uma sétima temporada está atualmente em produção, com estreia prevista para 2026. Miraculous® ganhou mais de 40 prêmios, incluindo Melhor Série de Animação na categoria Programação Infantil no Kidscreen Awards 2023.
Sobre a Miraculous Corp
A Miraculous Corp é a inovadora joint venture entre Mediawan e ZAG, criada em 2024 para reunir todos os aspectos da aclamada franquia global Miraculous®. Mediawan — o principal grupo independente de produção audiovisual na Europa, liderado por Pierre-Antoine Capton — é conhecido por títulos proeminentes como Miraculous, Adolescence, Call My Agent, O Problema dos 3 Corpos, HIP, O Conde de Monte Cristo e Rhythm and Flow. ZAG, um estúdio de animação independente liderado por Jeremy Zag, ganhou reconhecimento global com a criação do selo ZAG HEROEZ, que inclui Miraculous e Ghostforce.
Sediada nos Estados Unidos, a Miraculous Corp supervisiona a visão criativa e a estratégia comercial da franquia, expandindo sua presença global e inaugurando uma nova era de personagens icônicos e narrativas envolventes. Guiada pela missão de inspirar futuros heróis a mudar o mundo, a Miraculous Corp desenvolve histórias que ressoam com o público jovem. Agora entrando em sua segunda década, a série principal da empresa, Miraculous: As Aventuras de Ladybug e Cat Noir, tornou-se um fenômeno mundial através de sua rica animação, temas emocionalmente profundos e heróis relacionáveis. Com um portfólio dinâmico que inclui novos formatos como Miraculous Chibi e a primeira série spin-off original do universo Miraculous, Miraculous Stellar Force™ em produção, a Miraculous Corp está apenas no começo de sua jornada.
SERVIÇO:
Miraculous® Ladybug: O Show Musical – Brasília
Datas: 22 e 23 de agosto de 2026
Local: Teatro UNIP Brasília Endereço: SGAS 913, Conjunto B, Asa Sul – Brasília (DF)
Evento impactou diversas cadeias, como produtores rurais, o turismo, segmento cultural, comerciantes, artesãos, estética e beleza, vestuário, logística, entre outros
Depois de 9 dias de funcionamento, a 6a Feira Nacional da Uva e do Vinho de Brasília, em Planaltina, encerra suas atividades e divulga seu balanço final. Ao todo, 230 mil pessoas visitaram o evento, realizado no Parque de Exposições da cidade. Devido aos incrementos nas atrações da feira e forte presença da população, a organização estima uma movimentação de cerca de R$ 53 milhões na economia local. As cadeias impactadas reúnem os produtores rurais, o turismo, segmento cultural, comerciantes, artesãos, estética e beleza, vestuário, logística, entre outros.
“A Feira tem uma importância salutar para Planaltina e regiões vizinhas”, destacou o presidente da Associação Cresce DF, realizadora da Feira, Eduardo Campos. “Estamos falando de comércio estimulado, muito networking, setor de serviços aquecido. Cito como exemplos os hotéis ocupados, salões de beleza em plena atividade, lojas de roupas vendendo”, completou.
Um dos setores mais tocados pela Feira da Uva e do Vinho é o do turismo. Graças ao evento, o turismo rural e enoturismo recebem uma divulgação que estimula o segmento. “A Feira da Uva e do Vinho é um grande divulgador do nosso trabalho, dos eventos que realizamos”, disse o produtor Júlio Holz. “Não só a minha propriedade. mas diversas outras podem perceber um aumento de pelo menos 70% no número de visitantes no período que sucede o evento”, acrescentou.
No segmento cultural, a Feira mobilizou um pequeno exército de profissionais, com pelo menos 300 pessoas. A maioria delas ligados à montagem, instalação e operação de equipamentos. No que diz respeito aos artistas, cerca de 150 músicos, dançarinos e outros subiram nos palcos do evento.
Neste ano, o dia de maior movimento da Feira foi o último sábado, com a realização do show do cantor Natanzinho. Com um total de 100 mil visitantes, por medida de segurança a organização da Feira teve de fechar os portões do Parque de Exposições de Planaltina. Foi o maior público registrado, ao mesmo tempo, no local.
“Agradeço a cada pessoa que esteve conosco, a cada trabalhador que ajudou a tirar esta edição da nossa Feira do papel e torná-la o sucesso marcante que foi”, destacou Eduardo Campos. “Sabemos da importância da Feira em Planaltina, da responsabilidade que é torná-la melhor a cada ano”, completou.
Neste ano, a Feira trouxe como as maiores novidades dois novos espaços. A Arena Gamer, onde, é possível jogar e conhecer o Museu do Videogame, experimentar o simulador de direção, vivenciar a realidade virtual, explorar a robótica e muito mais. E a Vila dos Sabores, um local onde famílias, amigos e casais podem viver experiências totalmente novas nas feiras do Distrito Federal. O ambiente recebeu tratamento diferenciado, com piso especial, iluminação intimista e a presença de um palco 360o, com shows diários de artistas locais. Ao fundo, uma ponte à frente de um telão de LED, com paisagens naturais, completou a ambientação. O espaço reuniu diversas casas, como pizzarias, churrascarias e várias choperias.
Economia e agricultura A Feira Nacional da Uva e do Vinho movimenta a economia criativa e fortalece importantes setores produtivos do Distrito Federal, gerando oportunidades para artistas e staffs, produtores rurais, agricultores familiares, artesãos, pequenos empresários e comerciantes locais.
A feira também celebra uma das culturas agrícolas mais relevantes da região. Segundo o Relatório do Valor Bruto da Produção (VBP) Agropecuária 2025, elaborado pela Emater-DF, a produção de uva no Distrito Federal alcançou 768 toneladas em uma área cultivada de 86 hectares. O resultado foi obtido por 58 produtores e gerou um Valor Bruto da Produção de R$ 11,2 milhões no período.
A 6a Feira Nacional da Uva e do Vinho de Brasília foi realizada pela Associação Cresce-DF e pelo Instituto Produzir, com apoio da Emater-DF, Administração Regional de Planaltina, Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal, Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Secretaria de Turismo, Governo do Distrito Federal, Ministério do Turismo e Ministério da Agricultura e Pecuária. O evento valoriza a agricultura local, e é um importante divulgador da cultura da uva, dos artesãos e empreendedores do DF.
Etapa brasiliense contou com apresentações de Chico César, Os Garotin, Esdras Nogueira, Samba Delas, Calango Careta e DJ GG Tentação no Eixo Cultural Ibero-Americano; circuito passou por quatro cidades brasileiras
Brasília encerrou, no último sábado (15), a primeira edição nacional do Festival Multiversos com um público de mais de 6 mil pessoas no gramado do Eixo Cultural Ibero-Americano. Em quase oito horas de programação, a capital federal recebeu uma combinação de música brasileira, artistas de diferentes gerações, manifestações culturais do Distrito Federal e ações voltadas à sustentabilidade, acessibilidade e economia criativa.
A etapa brasiliense contou com shows de Chico César, Os Garotin, Esdras Nogueira, Samba Delas, Calango Careta e DJ GG Tentação, consolidando a proposta do festival de promover encontros entre diferentes estilos, trajetórias e públicos. O resultado marcou o encerramento do circuito que percorreu, ao longo de 2026, as cidades mineiras de Belo Horizonte, Divinópolis, Betim e Brasília.
“O Multiversos nasce do encontro. Queremos aproximar artistas, públicos e ideias em um ambiente onde cultura, diversidade e sustentabilidade caminhem juntas. Brasília encerra essa primeira edição nacional representando exatamente esse espírito de conexão e pluralidade”, afirma Wagner Luis Gonçalves, presidente do Instituto Iniciativa Global e idealizador do projeto.
A circulação por diferentes cidades é parte central da identidade do Multiversos. Em vez de concentrar a programação em um único território, o projeto busca estabelecer conexões utilizando a cultura como ponto de partida para discutir temas contemporâneos.
Cultura, sustentabilidade e inclusão
Além dos shows, o festival incorporou ao longo de sua primeira edição iniciativas relacionadas à sustentabilidade, acessibilidade e economia criativa.
A proposta foi demonstrar que grandes eventos culturais podem incorporar práticas responsáveis em sua realização, estimulando o consumo consciente e a redução de impactos ambientais. Nas diferentes etapas, também foram adotadas medidas de acessibilidade, como espaços reservados para pessoas com deficiência, rampas, banheiros adaptados, tradução em Libras e audiodescrição.
Sobre o Festival Multiversos
O Festival Multiversos é um projeto itinerante de música e cultura brasileira realizado pelo Instituto Iniciativa Global, organização sem fins lucrativos sediada em Belo Horizonte (MG), que atua em projetos culturais, educacionais e de direitos humanos. O evento tem patrocínio da Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
Após temporada de sucesso em Portugal, monólogo dirigido por Luciana Paes chega ao Ulysses Centro de Convenções nos dias 10 e 11 de setembro.
Quem tem medo de poesia? Gregório Duvivier certamente não. Apaixonado pelas palavras, o ator, humorista e escritor apresenta em Brasília o espetáculo “O Céu da Língua”, nos dias 10 e 11 de setembro, no Ulysses Centro de Convenções. A comédia poética, dirigida por Luciana Paes, mostra que a poesia está muito mais presente no cotidiano do que costumamos perceber.
Depois de estrear com sucesso em Portugal, o monólogo chega à capital federal propondo um encontro divertido entre literatura, humor e língua portuguesa. No palco, Gregório utiliza seu discurso ágil e sedutor para convencer a plateia de que tropeçamos diariamente na poesia, nas conversas, nas músicas, nas expressões populares e até nas palavras que provocam sensações estranhas.
A montagem recebeu elogios da imprensa portuguesa. “Uma ode à língua portuguesa e ao poder da palavra”, definiu a crítica Suzana Verde, do jornal Observador. Já o cronista Miguel Esteves Cardoso escreveu, no Público, que “Gregório Duvivier é um artista completo, no sentido mais renascentista do termo”.
O espetáculo marcou o retorno de Gregório ao teatro com um texto inédito após cinco anos. Criada inicialmente em homenagem aos 500 anos de Luís de Camões, a peça encontrou em Portugal um público que compartilha com o artista a paixão pela língua portuguesa.
Formado em Letras pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e autor de três livros de poesia, Gregório reconhece que o gênero literário ainda costuma ser encarado como algo distante ou excessivamente complexo. Em “O Céu da Língua”, ele procura mudar esse olhar.
“A poesia é uma fonte de humor involuntário, motivo de chacota. Escrevi uma peça que pode ajudar alguém a enxergar melhor o que os poetas querem dizer e, para isso, a gente precisa trocar os óculos de leitura”, afirma Duvivier.
Na esquina do poema com a piada
A direção é de Luciana Paes, parceira de Gregório no espetáculo de improvisação “Portátil” e em produções do canal Porta dos Fundos. Uma das fundadoras da Cia. Hiato, Luciana estreia na direção teatral com uma encenação minimalista, sem elementos tradicionais de cenário.
No palco praticamente vazio, o instrumentista Pedro Aune cria a ambientação musical ao vivo com o contrabaixo, enquanto a designer Theodora Duvivier, irmã de Gregório, conduz as projeções exibidas ao fundo. O restante fica por conta do artista e de sua devoção pelas palavras.
“‘O Céu da Língua’ não é um recital. O stand-up comedy aqui é uma pegadinha para falar de literatura”, explica Luciana. Gregório completa: “A peça fica na esquina do poema com a piada”.
Ao longo de 85 minutos, o humorista brinca com os códigos particulares criados entre pais e filhos ou casais apaixonados, as mudanças provocadas pelas reformas ortográficas e a ressurreição de palavras como “irado”, “sinistro” e “brutal”, que retornaram ao vocabulário dos jovens com novos significados.
Nem os termos corporativos ou repetidos à exaustão escapam. Palavras como “atravessamento”, “disruptivo” e “briefing” dividem espaço com outras que despertam sensações apenas pelo som, como “afta”, “íngua” e “seborreia”. De todas elas, Gregório extrai reflexões e humor.
A poesia escondida no cotidiano
Para mostrar que usamos poesia mesmo sem perceber, o espetáculo chama a atenção para metáforas presentes em expressões corriqueiras, como “batata da perna”, “céu da boca” e “pisando em ovos”. O texto também celebra a tradição dos grandes letristas da música brasileira, com referências a Orestes Barbosa e Caetano Veloso e às canções “Chão de Estrelas” e “Livros”.
A proposta é mostrar que a poesia não é hermética nem está restrita aos livros. Ela aparece nas músicas, nas conversas e nas palavras usadas todos os dias. Em cumplicidade com a plateia, Gregório conduz o público por esse vasto repertório, lembrando que, apesar das diferenças, a língua portuguesa cria laços, aproxima pessoas e também pode provocar muitas gargalhadas.
Serviço
Espetáculo: “O Céu da Língua” Datas: 10 e 11 de setembro Local: Ulysses Centro de Convenções
Espaço à beira do Lago Paranoá tem abertura antecipada aos domingos para contemplação do pôr do sol, descontos exclusivos, promoções especiais e programação musical
A temporada do Trust Love segue movimentando a cidade e ganha novidades para complementar a experiência. Até 17 de outubro, o espaço localizado na orla do Lago Paranoá, no Clube Almirante Alexandrino (CAALEX), reúne alta gastronomia, coquetelaria autoral e música ao vivo. Nesta edição, além das tradicionais cabanas à beira lago, o projeto apresenta novas ações, como o Festival de Inverno, programação especial aos domingos e vantagens para confraternizações. As reservas são realizadas mediante taxa de R$50 por pessoa, pelo site www.trustbsb.com.br.
“O Trust Love foi criado para proporcionar algo além de um jantar. Com o conceito ‘Acreditamos no Amor’, queremos oferecer um espaço para conexões e histórias que merecem ser comemoradas”, destaca Maurício Rodrigues, sócio do Trust e idealizador do projeto.
Neste ano, o funcionamento acontece de terça à sábado, das 18h à 0h, e aos domingos, das 17h às 23h. Aos fins de semana, o Trust abre mais cedo para que o público possa contemplar o pôr do sol, acompanhado de dose dupla de qualquer drinque do cardápio, das 17h às 19h.
“O céu de Brasília é um dos grandes destaques para os brasilienses, e o pôr do sol à beira lago é um espetáculo à parte. Queríamos que os visitantes tivessem a oportunidade de chegar mais cedo para aproveitar esse momento, sendo um complemento da experiência Trust Love.”, afirma Ygor Brito, também sócio e idealizador do projeto.
2º edição da Rua do Amor
A Rua do Amor está de volta ao Trust Love. Após a primeira edição, o espaço realiza no dia 22 de agosto a segunda edição do encontro, mantendo a proposta de reunir amigos solteiros, grupos e para quem busca uma programação descontraída para aproveitar o fim de tarde em Brasília. A experiência combina sunset, gastronomia e música boa com DJ Maffra e Júlia Moreno. A proposta inicia à partir das 17h e para movimentar o espaço, os primeiros 50 homens que chegarem à Rua do Amor ganham um Whiskey Sour do Zaya Drinks por conta da casa. Os ingressos podem ser adquiridos pela plataforma Ticket and Go, por R$25.
Festival de Inverno
Outra novidade da temporada é o Festival de Inverno do Trust. De 11 de agosto até o fim de setembro, sempre de terça a quinta-feira, todas as reservas terão 50% de desconto. Além disso, cada cliente receberá um chocolate quente especial da casa como cortesia, tornando a experiência mais aconchegante durante os meses mais frios na capital.
A iniciativa busca incentivar os visitantes a aproveitar as noites de inverno em um ambiente que une conforto, boa gastronomia e uma vista do Lago Paranoá de tirar o fôlego.
Espaço para confraternizações
O Trust também passou a oferecer condições especiais para aniversários, confraternizações e encontros entre amigos e familiares. O espaço tem capacidade para grupos de dez a 30 pessoas, em uma área exclusiva.
Como benefício, a cada 10 convidados o grupo ganha uma cortesia, podendo escolher entre uma garrafa de espumante ou uma sobremesa da casa.
Gastronomia autoral
Para completar a experiência, o Trust mantém um de seus principais atrativos, o cardápio assinado pelo chef Erivanio Souza, que combina ingredientes selecionados e preparos exclusivos. O cardápio contempla entradas, massas, risotos, carnes, frutos do mar, opções vegetarianas e sobremesas.
Coquetelaria
A experiência é complementada pela carta de drinques desenvolvida pela Zaya Drinks, com curadoria de Gustavo Guedes. Com cerca de 15 drinques autorais, além de clássicos da coquetelaria e uma carta de vinhos cuidadosamente selecionada.
Serviço:
Trust Love
Local: Clube Almirante Alexandrino – SCES Trecho 2, Conjunto 16, Asa Sul, Brasília – DF
Período: Até 17 de outubro, de terça a sábado, das 18h às 0h e domingo de 17h às 23h
Encontro gratuito sobre som, arte e outras espécies será seguido por visita mediada à exposição “Selva Elétrica”
É possível escutar outras espécies? E o que o som pode revelar sobre as relações entre humanos, natureza e cultura? Essas são algumas das questões que atravessam a palestra “Escutar outras espécies”, que a artista Vivian Caccuri e o curador Bernardo José de Souza realizam nesta quarta-feira (19), às 15h, na CAIXA Cultural Brasília. A atividade é gratuita, tem vagas limitadas e oferece certificado de participação.
O encontro propõe uma aproximação com os conceitos, pesquisas e processos de “Selva Elétrica”, exposição de Vivian Caccuri em cartaz no espaço até 22 de novembro. Artista e curador conversam sobre as relações entre humanos e outras formas de vida e sobre o papel do som e da escuta em uma pesquisa que, há mais de uma década, atravessa o trabalho da artista.
Às 16h30, a programação continua com “Por dentro da Selva Elétrica”, visita mediada conduzida também por Vivian e Bernardo. O público poderá percorrer a exposição ao lado dos dois, conhecer as obras e descobrir aspectos do processo de criação e das escolhas curatoriais. A mostra reúne instalações, vídeos, esculturas e trabalhos têxteis em uma experiência na qual a escuta ocupa um papel tão importante quanto o olhar.
As duas atividades têm participação gratuita, mediante inscrição, e vagas limitadas.
Serviço
Palestra “Escutar outras espécies” 19 de agosto, às 15h “Por dentro da Selva Elétrica” – visita mediada 19 de agosto, às 16h30 Com: Vivian Caccuri e Bernardo José de Souza Local: CAIXA Cultural Brasília – Setor Bancário Sul, Quadra 4 – Asa Sul Participação gratuita | Vagas limitadas | Certificado de participação Inscrições:https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Programacao.aspx?idEvento=4836