MAIS DE 300 REFÉNS, UMA MULTIDÃO NAS RUAS E UMA FUGA SOB APLAUSOS: A HISTÓRIA REAL POR TRÁS DE ASSALTO À BRASILEIRA

Divulgação

Em dezembro de 1987, o assalto à agência Banestado, em Londrina, mobilizou cerca de 5 mil pessoas e entrou para a história brasileira. Longa dirigido por José Eduardo Belmonte e protagonizado por Murilo Benício e Christian Malheiros estreia em 5 de novembro

É essa história que inspira ASSALTO À BRASILEIRA, novo longa de José Eduardo Belmonte (Alemão), protagonizado por Murilo Benício e Christian Malheiros. Com distribuição da Galeria, o filme chega aos cinemas em 5 de novembro e revisita um caso que ultrapassou os limites de uma ocorrência policial para se tornar um retrato das contradições sociais e econômicas do Brasil no final dos anos 1980.

O assalto que parou Londrina

Naquele dia, mais de 300 funcionários e clientes foram feitos reféns dentro do edifício de três andares. Os criminosos exigiam 30 milhões de cruzados, quantia que equivalia a aproximadamente U$ 10 milhões na época, e um ônibus com os vidros encobertos para garantir a fuga em direção ao estado de São Paulo.

Um dos aspectos mais surpreendentes do caso foi a reação popular. Cerca de 5 mil pessoas se aglomeraram nas imediações do banco para acompanhar o desfecho da ocorrência. Parte da multidão demonstrou apoio aos assaltantes e aplaudiram-os durante o deslocamento até o ônibus utilizado na fuga.

O Brasil atravessava uma grave crise econômica marcada pela inflação e pelo desgaste provocado pelas dificuldades financeiras que atingiam a população. O sentimento negativo em relação ao sistema bancário contribuiu para a reação do público ser positiva como forma de protesto.

O caso real chega às telonas

Em ASSALTO À BRASILEIRA, o diretor José Eduardo Belmonte parte desse acontecimento para construir uma narrativa que acompanha Paulo (Murilo Benício), jornalista recém-demitido que vê no assalto a oportunidade de conseguir um grande furo. Em meio à crise, ele decide intermediar a negociação entre os líderes da quadrilha, Moreno (Christian Malheiros) e Barba (Robson Nunes), e as autoridades. Do lado de fora do banco, o policial Fonseca (Paulo Miklos) conduz as tensas negociações.

Com roteiro de L.G. Bayão (Aumenta que é Rock and Roll), o longa também conta com Fernanda de Freitas e Yohama Eshima no elenco principal. A produção é uma parceria entre Galeria, Santa Rita Filmes e Grupo TeleFilms, com distribuição da Galeria.  

Em sua trajetória pelos festivais, o filme conquistou três prêmios no Festival de Brasília: Melhor Ator, para Murilo Benício; Melhor Ator Coadjuvante, para Christian Malheiros; e Melhor Filme pelo Júri Popular. A obra também foi exibida na Mostra Internacional de Cinema de São Paulo e no Festival de Cinema Brasileiro de Paris.

ASSALTO À BRASILEIRA estreia em 5 de novembro nos cinemas, com distribuição da Galeria.

Sobre a Galeria
A Galeria é um estúdio que desenvolve, produz e distribui conteúdo audiovisual brasileiro de alta qualidade, com forte apelo comercial e conexão com o público. Atuando de ponta a ponta, da curadoria e desenvolvimento à produção, lançamento e distribuição, a empresa tem a missão de transformar boas ideias em grandes histórias que emocionam, engajam e valorizam a diversidade e a cultura brasileira.

Fundada em 2018, a Galeria se destaca pela combinação entre curadoria refinada, acompanhamento minucioso e parcerias estratégicas com talentos criativos e produtoras de referência no país.

A empresa vem construindo uma trajetória sólida no audiovisual brasileiro, com produções que unem inovação, excelência técnica e diálogo com o grande público. Um marco dessa história é a trilogia baseada no caso Richthofen: “A Menina Que Matou Os Pais”, “O Menino Que Matou Meus Pais” e “A Menina Que Matou Os Pais – A Confissão” — realizada em parceria com a Santa Rita Filmes.

Entre os lançamentos estão “Mãe Fora da Caixa” (dir. Manuh Fontes), estrelado por Miá Mello, com produção de Morena Filmes; “Um Pai em Apuros” (dir. Carolina Durão), com Dani Calabresa e Rafael Infante; coprodução com Glaz e Disney; além de “Assalto à Brasileira” (dir. José Eduardo Belmonte) e “Pecadora” (dir. Dainara Toffoli), com produção da própria +Galeria, que têm Murilo Benício, Christian Malheiros, Rayssa Bratillieri e José Loreto nos papéis principais.

Também estão em desenvolvimento projetos como “Nico” (dir. Mariana Youssef), com Murilo Benício e Kevin Vechiatto, coproduzido com a LB Entertainment, além de futuras produções baseadas na obra da Palavra Cantada.

No catálogo recente, a Galeria conta com produções próprias como “Fé Para o Impossível”, além de coproduções com produtoras renomadas, incluindo “A Melhor Mãe do Mundo” (dir. Anna Muylaert), com Shirley Cruz e Seu Jorge, com produção da Biônica Filmes, que teve estreia internacional no 75º Festival de Berlim , “Papai é Pop”, com Lázaro Ramos e Paolla Oliveira, em parceria com a Pródigo; “Fazendo Meu Filme”, com Bela Fernandes, produzido pela Panorâmica; “Meninas Não Choram”, com Letícia Braga e Duda Matte, e produção da Morena Filmes; “Vovó Ninja”, estrelado por Glória Pires, em colaboração com a LC Barreto; “Doce Família”, coproduzido junto à Glaz; “Detetive Madeinusa”, com Tirullipa, coprodução com a Formata; “Partiu América”, com Matheus Ceará, coproduzido com a All Screens; além da trilogia Richthofen, com a Santa Rita Filmes.

Sobre a Santa Rita Filmes
Criada e dirigida pelo produtor Marcelo Braga, a Santa Rita Filmes completa 13 anos de trajetória e já realizou 13 longas-metragens (ficcionais e documentais), consolidando-se como referência no audiovisual brasileiro, especialmente no gênero true crime. Entre seus sucessos estão a trilogia “A Menina que Matou os Pais” (Amazon Prime Video) e “O Maníaco do Parque” (Amazon MGM Studios), que liderou o TOP Brasil por semanas, além da série documental “Maníaco do Parque – A História Não Contada” , também recordista de audiência no Prime Video. O catálogo inclui ainda obras infantojuvenis como “Hora de Brilhar” (Disney+), “A Garota Invisível” (Netflix) e “Lascados”, além de comédias como “Barraco de Família” (Paramount+),“Gostosas, Lindas e Sexies” e “No Ritmo da Fé”, que alcançou o TOP 10 global da Netflix.

Nos documentários e séries, a Santa Rita Filmes coleciona prêmios internacionais como El Ojo Iberoamérica e Cristal Festival da França, com destaque para “Encuentros en Brasil”, “Tu Casa es mi Casa” (Seleção Melhor Série tv/vod Academia Brasileira de Cinema 2023), “Guerreiros da Floresta”, “Deu Bola” (premiada no TAL 2024), “Brasil, Zil” e “Milton Nascimento – Intimidade e Poesia”. Em 2024, lançou “Janis, Amores de Carnaval”, selecionado na Mostra Retratos do Festival do Rio.

Finalizou em 2025 o longa “Assalto à Brasileira” em coprodução com +Galeria e Telefilms que percorre inicialmente festivais. Filme ganhador dos prêmios de melhor ator, melhor ator coadjuvante e melhor longa metragem pelo júri popular no Festival de Brasília, selecionado para o CineBH International Film Festival e para a 49ª Mostra de Cinema de São Paulo além de estar presente em alguns festivais internacionais e a série “Primavera nos Dentes – A História dos Secos & Molhados” no Canal Brasil.

Em 2026 terá “Assalto à brasileira” em lançamento comercial e o longa-metragem documental, “O Buscador” com Arthur Veríssimo. Está em produção da série documental “Mar Aberto – o caso Renata Agondi” e em breve terá o lançamento divulgado da série “Elis por João” na Warner Bros Discovery/HBO.

Além de desenvolver novos projetos de true crime e séries documentais. A Santa Rita Filmes se destaca por unir relevância social, apelo popular e inovação estética, conquistando espaço no Brasil e no exterior, com parcerias com players como Prime Video, Netflix, HBO, entre outros.

www.santaritafilmes.com.br

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