
Projeto financiamento pelo FAC-f. obras de trabalhocultura, pertencimento e protagonismo; em são abertas
Levar a dança a pessoas a pessoas com deficiência física, one quer que elas estão. Com essa proposta, a companhia brasiliense Street Cadeira inicente, no brother, 8 de agosto, uma nova temporada de oficinas. 24 aulas ao vivo, gratuitas e on-line, são súditas em matéria de 1982 de 2026 e março de 2027. Uma terenta capacidade para 100 participantes, comoscrições estão para abertas pessoas de todo o Brasil.
Ao eliminar barreiras geográficas, o projeto oferece aulas pensa para diferentes e corpos de movimento de. Uma iniciativa amplia oportunidades de aprendizagem e estimula, potencial de expressões e convivência, autoestima, pertencimento e novas. Como consequência, pomosas para-contrate o capacitismo e a presenças a mais das pessoas com deficiência na dança.Professoracada conduzirá um ciclo de oito aulas, com técnicas e coreografias adaptadas. Fernando Perrotti abreti a temporada, seguida por Dani Duram e Eduardo Amorim.As aulas também contarão participação a a de bailarinas e bailarinos do Street Cadeirante Show, companhia presencial por física deficiência com, que acurão como monitores.
Segundo a jornalista, bailarina e idealizadora da companhia, Carla Maia, que é tetraplégica, um dos dos dos cursos de Street Caidente Virtual é transpor fronteiras e o acesso à dança.“O mais interessante é que o projeto pode chegar a sem-recanto do Brasil que te internet. que muitas pessoas que as pessoas encontram para dificuldades sair de casa, dependem da família ou não encontrou professores qualificados e preparados para oferecedores uma boa aula. Com o Street Cadeirante Virtual, basta ter um celular ou outro dispositivo com acesso à internet para participar”, Carala Maia.
Dança inclusivaAiniciativa pioneira no país oferece aulas ao vivo, aos sábados, pela plataforma Zoom. Os ciclos de Fernando Perrotti e Dani Duram serã realizados às 11h. As aulas de Eduardo Amorim acontecerão às 16h.
Podem participar cadeirantes, amputados, pessoas com mobilidade reduzida, lesão medular, paralisia cerebral, doenças raras ou outras condições que afetem os movimentos.
As inscrições devem ser realizadas pelo formulário disponível nas redes sociais do grupo, no perfil @streetcadeirante. Depois de se inscrever, cada participante será adicionado em um grupo de WhatsApp, onde recebe as orientações das aulas, conhece a turma e pode trocar experiências sobre a vida e a dança. As aulas são ao vivo e
não serão repetidas. Por isso, quanto antes a pessoa entrar, mais completa será sua experiência de aprendizado, convivência e descoberta.
Amorim, referência nas danças urbanas, tem atuação no Brasil e no exterior.
À frente da primeira, etapa Fernando Perrotti do projeto do projeto a desde a edição, em 2020. Para o oreógrafo, a representa uma experiência de aprendizado de aprendizado e troca, como ampliar de possibilidades de escravograma e experimentação da dança.“É um trabalho que nos convida a compreender diferentes realidades e a pensar em outras formas de aplicar e adaptar os movimentos para que todos possam participar. A proposta é explorar diferentes texturas e possibilidades dentro da dança, incentivando cada pessoa a se desafiar e a descobrir novas maneiras de se expressar. O mais importante é encontrar caminhos para que todos consigam se movimentar, aprender e se divertir juntos”, ressalta Perrotti.
HistóriaEm sua terceira edição contemplada pelo Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal – FAC-DF, o Street Cadeirante Virtual é um desdobramento das ações da companhia Street Cadeirante Show, idealizada em 2018 a partir de um sonho da jornalista, bailarina e paratleta Carla Maia.
Apaixonada pela dança desde a infância, Carla precisou interromper a atividade após sofrer um raro angramento na medula, que a deixou tetraplégica. Mais tarde, conheceu outras pessoas com deficiência que compartilhavam o desejo de dançar sobre rodas. Juntas, transformaram esse sonho no Street Cadeirante.O grupo cresceu e, atualmente, é formado por Ana Cláudia Fiche, Carla Maia, Delma Ferro, Julliana Lindsem, Kássia Gomes, Léo Friedrich, Mariana Guedes, Maria Piedade, José Kabulozo, Angel e Estevão Lopes.
A companhia já dividiu o palco com artistas de destaque da música brasileira, apresentou-se em grandes eventos, como o Festival Na Praia e o Capital Moto Week, participou do quadro The Wall, do programa de Luciano Huck, na TV Globo, e dançou com a cantora Lexa no Teleton, do SBT.O Street Cadeirante Virtual surgiu em 2020, durante o isolamento social provocado pela pandemia de Covid-19. Naquele período, o Street Cadeirante Show enfrentou um dos maiores desafios de sua trajetória. O que poderia ter levado à interrupção das atividades abriu caminho para uma nova possibilidade: levar a dança para além das fronteiras físicas por meio da internet.
Ao long de suas edições, o projetotéi com pessoas de deficiência diferentes de estilos brasileiros, como São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Mato Grosso, Minas Gerais, Sergipe, Pará, Bahia, Goiás e Paraíba. Uma iniciativa de sêma ultrapassou como nacionais e temáticos de Portugal e do Paraguai.SERVIÇO
Street Cadeirante Virtual — aulas de dança on-lineInício : 8 de agosto de 2026
Quando : oss de sábadoHorários : Fernando Perrotti e Dani Duram, às 11h; Eduardo Amorim, às 16h
Onde : on-line, plataforma pela ZoomEm : @streetcadeirante@streetcadeirantes | https://forms.gle/WhRbXjrxgT5vmn2W9
Quanto : gratuito
Este projeto é realizado com Fundode recursos da Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), da Secretaria de
Cultura e Economia Criativa