Centro Cultural Banco do Brasil Brasília expõe Playmode, exposição que apresenta os jogos como um meio de reflexão sobre o comportamento humano

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O público poderá conferir obras criadas por artistas do Brasil, EUA, Japão, Suíça, Croácia, Grécia, França, Nova Zelândia, Irlanda, Bélgica, Itália, Portugal, República Tcheca e Alemanha

A exposição Playmode, que estreia no Centro Cultural Banco do Brasil. Brasília em 07 de fevereiro, explora o potencial lúdico dos games para provocar reflexões profundas
sobre a sociedade e a condição humana. A mostra, capaz de ressignificar os jogos, é gratuita e ficará em cartaz até 02 de abril de 2023.

Ao todo são 42 trabalhos de artistas e coletivos de 14 países que ocuparão a Galeria 1 e a Galeria 2 do CCBB Brasília. Os ingressos podem ser retirados em obras criadas por artistas do Brasil, EUA, Japão, Suíça, Croácia, Grécia, França, Nova Zelândia, Irlanda, Bélgica, Itália, Portugal, República Tcheca e Alemanha Brasília, janeiro de 2023 – A exposição Playmode, que estreia no Centro Cultural Banco do Brasil

Brasília em 07 de fevereiro, explora o potencial lúdico dos games para provocar reflexões profundas sobre a sociedade e a condição humana. A mostra, capaz de ressignificar os jogos, é gratuita e ficará em cartaz até 02 de abril de 2023. Ao todo são 42 trabalhos de artistas e coletivos de 14 países que ocuparão a Galeria 1 e a Galeria 2 do CCBB Brasília. Os ingressos podem ser retirados em www.bb.com.br/cultura.

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A interação proporcionada nas obras de Playmode traz novas interpretações sensoriais e conceituais.
“Os jogos criam um mundo à parte, alterando as nossas perspectivas e formas de ver as realidades que
nos envolvem”, comenta Filipe Pais, que assina a curadoria da mostra ao lado de Patrícia Gouveia.
“Buscamos obras que simbolizam a revolução digital que nós vivemos e que apresentem, pela linguagem da tecnologia, as necessidades básicas humanas de interagir, de se espelhar no outro e deresistir à imobilidade”, completa a curadora, que realizará uma palestra para o público, no dia 8 de fevereiro, durante a abertura do projeto.


Realizada pela primeira vez no Museu de Arte, Arquitetura e Tecnologia – MAAT de Lisboa, em Portugal,
Playmode desembarcou no Brasil neste ano nos CCBBs Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo,
chegando agora ao CCBB Brasília. A exposição tem patrocínio da BB Asset Management, gestora de
fundos que oferece soluções de investimentos simples e inovadoras e, tradicionalmente, apoia projetos
de alto valor cultural, como essa mostra, disseminando a cultura por meio do livre acesso à arte.

Ao realizar Playmode, o Centro Cultural Banco do Brasil oferece ao público a oportunidade de se
relacionar com formas renovadoras de apresentação da arte, além de democratizar o acesso a obras
nacionais e internacionais que proporcionam novas visões de mundo e convidam à reflexão.
Artistas

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Em Playmode estão obras de artistas, coletivos e estúdios do Brasil, EUA, Japão, Suíça, Croácia,
Grécia, França, Nova Zelândia, Irlanda, Bélgica, Itália, Portugal, República Tcheca e Alemanha. São
eles: Aram Bartholl, Bill Viola + Game Innovation Lab, Bobware, Brad Downey, Brent Watanabe,
Coletivo Beya Xinã Bena + Guilherme Meneses, David OReilly, Filipe Vilas-Boas, Harum Farocki, Isamu
Noguchi, Jaime Lauriano, Joseph DeLappe, Laura Lima + Marcius Galan, Lucas Pope, Mary Flanagan,
!Mediengruppe Bitnik, Milton Manetas, Molleindustria, Nelson Leirner, Pippin Barr, Priscila Fernandes,
Raquel Fukuda + Ricardo Barreto, Samuel Bianchini, Shimabuku, Tale of Tales (Auriea Harvey e Michaël
Samyn) e The Pixel Hunt.

Obras


Playmode apresenta 42 obras e, logo no início do percurso, destaca como o jogo serve a diferentes propósitos: evasão à realidade, construção e transformação social, subversão ou crítica dos próprios mecanismos da brincadeira. Uma das obras mais emblemáticas deste recorte é o “Xadrez Auto-Criativo” (2019), de Ricardo Barreto e Raquel Fukuda. A peça sugere uma reformulação desse jogo clássico. Os seis tabuleiros distribuídos nas mesas, previamente determinados pelos artistas,
demonstram jogadas possíveis com as quais o público poderá interagir a partir de regras do xadrez.


Um outro grupo de obras aborda a experiência dos jogos como uma possibilidade de gerar novas leituras
acerca de acontecimentos passados, servindo como ponto de partida para uma reflexão ampla sobre o
papel dessas brincadeiras na sociedade e de que maneira elas contribuem para a formação de nossas
identidades. É onde é apresentado o “Cubo de Dados” (1970), de Nelson Leirner. A peça se vale de
quadrados clássicos e explora a geometria espacial, transformando a peça cúbica simples em uma
escultura fractal.

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O trabalho de Jaime Lauriano é embalado pelo futebol com a obra “Morte Súbita” (2014), um vídeo em
que pessoas aparecem com a camisa da seleção brasileira cobrindo seus rostos, refletindo o poder do
futebol no país na década de 1970; e a “A Taça do mundo é nossa”, obra que é uma réplica do troféu
Jules Rimet da Copa de 1970, em que o Brasil de Pelé encantava os brasileiros.


Playmode também vai fundo no digital com vídeos e games que questionam a presença das crianças no
mundo dos adultos e apresentam uma discussão sobre regras fixas e interações sociais livres. São jogos
mais sóbrios e artísticos, que explicitam uma agenda ativista e pedagógica – em forte contraste aos
clássicos jogos de entretenimento –, convocando a atenção dos visitantes e fazendo-os pensar de forma
crítica sobre sistemas sociais, políticos e religiosos.


A mostra apresenta ainda brincadeiras e jogos que convidam os visitantes a ensaiarem novas formas de
transformar a realidade. Os jogadores são levados a sonhar com soluções para o mundo real. Ao mesmo
tempo, são desafiados às mais questionáveis tarefas. São obras com o seguinte apelo: coloque-se no
lugar do “outro”.

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Os povos originários também estão na mostra. Em “Huni Kuin” (2016), o antropólogo Guilherme
Menezes apresenta um jogo de videogame sobre a cultura do povo indígena Kaxinawá, do norte do
Brasil. Concebido em conjunto com indígenas, antropólogos, artistas e programadores, o jogo sugere
reflexões sobre como os processos colaborativos podem contribuir para questionar o lugar dos humanos
no planeta Terra. Foram quatro anos de desenvolvimento do projeto que pode ser conferido em
Playmode.

Programa CCBB Educativo  
Durante o projeto, o Programa CCBB Educativo oferece uma série de atividades interativas,
educacionais e didáticas para as crianças, com o objetivo de levar a esse público um pouco de
conhecimento, informação e cultura relacionado ao tema da exposição. A programação inclui desde
atividades de música e pintura a contação de histórias. A programação completa pode ser conferida no
site bb.com.br/cultura. Escolas, grupos ou instituições podem agendar visitas guiadas às galerias e
espaços expositivos durante a semana pelo e-mail: agendamento.df@ccbbeducativo.com 

Sobre a BB Asset Management
A BB Asset Management é líder da indústria nacional de fundos de investimento, com patrimônio líquido
sob gestão de R$ 1,435 trilhão em recursos e 20,12% de participação de mercado, conforme ranking de
Gestores de Fundos de Investimento da Anbima, de agosto de 2022. Oferece soluções de investimento
inovadoras e sustentáveis para todos os perfis de investidores e sua excelência em gestão é atestada
por duas importantes agências de rating – Fitch Rating e Moody´s.

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Serviço
Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Localização | SCES, Trecho 2 – Brasília, DF


Playmode
Período | 07 de fevereiro a 02 de abril de 2023, de 9h às 20h30
Local | Galeria 1 e 2
Verifique a classificação indicativa de acordo com a obra
Ingressos | bb.com.br/cultura
Entrada Gratuita


Informações
bb.com.br/cultura
Facebook/ccbb.brasilia
Twitter/ @ccbb_df
Instagram/ccbbbrasilia

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