Categoria: Entretenimento

Diversidade e Inclusão: a mesma rota em todas as curvas do Capital Moto Week 2025

Foto divulgação

Festival celebra compromisso com pluralidade e acessibilidade com cultura de motos e rock. Edição acontece de 24 de julho a 2 de agosto, em Brasília

Maior festival de moto e rock da América Latina, o Capital Moto Week reforça mais um ano seu compromisso com acessibilidade, diversidade e inclusão. De 24 de julho a 2 de agosto, em Brasília, um complexo de 320 mil m² deve receber cerca de 800 mil pessoas, 300 mil motos e 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo. Entre eles, um público muito especial e que é acompanhado de perto pelo CMW Por Todos, programa que assegura a participação de pessoas com deficiência e mobilidade reduzida de forma acolhedora e sem barreiras nas atividades.

De acordo com a CEO do Capital Moto Week, Juliana Jacinto, o CMW Por Todos apresenta soluções efetivas de acessibilidade e inclusão no festival, que é considerado um ponto de encontro para todas as pessoas. “ Usamos a caveira como símbolo da igualdade, já que debaixo da pele somos todos iguais. Com as ações de acessibilidade e inclusão buscamos fazer com que as pessoas com deficiência e todas as tribos se sintam pertencentes, confortáveis e seguras para entrar, usufruir e se divertir sem barreiras ou preconceitos ”, afirma.

O trabalho de conscientização começa antes mesmo da abertura dos portões do festival por meio de campanha promovida nas redes sociais oficiais do CMW. Lá, o público é orientado a ter uma postura amigável, inclusiva e corresponsável no festival. Já durante os dias de CMW, a acessibilidade e a inclusão podem ser vistas em todos os cantos, desde banheiros adaptados, rotas acessíveis e audiodescrição de cardápios até um concierge exclusivo para oferecer suporte ao público.

É um orgulho ver que o CMW se tornou um espaço de celebração da pluralidade, acolhendo públicos diversos com respeito e cuidado. Projetamos o festival para garantir uma experiência única, onde o público pode estar imerso na cultura e no estilo de vida das motos e do rock. É um espaço de conscientização e a prova de que todos podem viver com liberdade, emoção e aventura ”, acrescenta Juliana.

Entre as iniciativas, estão a presença de intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras) nos shows principais e a disponibilidade de ingressos gratuitos para pessoas com deficiência e a oferta de apoio personalizado. Na edição de 2024, o CMW ofereceu ingressos gratuitos para 800 PCDs, além de disponibilizar cordões de identificação, cadeiras de rodas e kits sensoriais, que ajudam a descomprimir, a acalmar e a reduzir a ansiedade de pessoas neurodivergentes.

A expectativa para este ano é ampliar o atendimento, tornando o festival cada vez mais inclusivo: “ O CMW foi se moldando ao longo de mais de 20 anos, até chegarmos ao formato que temos hoje. Nesta edição serão 10 dias de programação e mais de 100 shows de algumas das maiores bandas do rock nacional e internacional. Queremos que este público possa aproveitar todos os espaços e momentos únicos que só a Cidade da Moto pode oferecer ”, reforça a CEO.

Confira ações voltadas para deficientes físicos, auditivos, visuais, intelectuais, pessoas com síndromes variadas e pessoas com mobilidade reduzidas:

  • Gratuidade no ingresso gratuito para PcD e meia-entrada para um acompanhante, garantindo que todos possam participar sem barreiras financeiras.
  • Estacionamento gratuito com vagas reservadas, facilitando o acesso.
  • Concierge exclusivo para oferecer suporte personalizado às pessoas com deficiência, tornando a experiência no festival o mais agradável possível.
  • Rota acessível em todo o festival, acesso aos principais locais e atrações com sinalização e rampas, garantindo que as pessoas possam se deslocar com segurança entre os ambientes.
  • Empréstimo de kits sensoriais para pessoas neurodivergentes, ajudando a acalmar e reduzir a ansiedade, gerando sensação de conforto e segurança.
  • Praça de alimentação acessível com mesas preferenciais adaptadas para cadeiras de rodas e um amplo espaço para circulação.
  • Audiodescrição de cardápios, facilitando a escolha de refeições para pessoas com deficiência visual.
  • Banheiros adaptados estrategicamente distribuídos por todo o festival, assegurando acesso facilitado a todos os participantes.
  • Área exclusiva para pessoas com deficiência na arena de shows , próxima ao palco principal, proporcionando uma visão adequada dos shows e ambiente confortável para desfrutar da experiência musical.
  • Intérprete de Língua Brasileira de Sinais nos shows principais.
  • Distribuição de cordão de girassol para identificar deficiências ocultas.
  • Roda gigante acessível e gratuita .
  • Equipe de atendimento orientada, assegurando um serviço atencioso e eficiente, adaptado às necessidades dos participantes.

Ingressos CMW 2025| https://www.bilheteriadigital.com/capitalmotoweek

Motociclistas sem garupa e pilotando não pagam | Motos com garupa entram grátis de segunda a sexta-feira até as 18h e, aos sábados e domingos, até às 15h | Crianças de até 12 anos não pagam, desde que acompanhadas de seu responsável | Menores de 16 anos somente acompanhados de um responsável legal | Ingresso solidário, que garante desconto especial no valor da inteira, é concedido para quem levar lixo eletrônico ou 1kg de alimento não perecível | PCD tem acesso grátis e, se necessitar de acompanhante, este tem direito à meia-entrada | Pessoas com 60 anos ou mais têm direito à meia-entrada | Obrigatória apresentação de documento de comprovação válido de meia-entrada no momento do acesso.

Sobre o Capital Moto Week 2025
De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

SERVIÇO
Capital Moto Week 2025
Data : 24 de julho a 02 de agosto de 2025
Local : Parque Granja do Torto | Brasília | DF
Redes : Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek
Site : https://www.capitalmotoweek.com.br

Última chamada para o Comida di Buteco 2025

Não perca a chance de fazer parte dessa celebração do paladar e a corrida pelo melhor buteco do país. Vá até os bares, vote e ajude a eleger o seu favorito

O clima de competição e sabor invadiu os bares da capital federal com o concurso gastronômico que agita a butecagem da cidade. Mas atenção! É só até esse domingo, 4 de maio. Com 38 bares concorrentes, os brasilienses têm a oportunidade de experimentar uma variedade de petiscos pelo valor fixo de R$ 35, cada um em sua própria identidade gastronômica.

Nesta primeira etapa regional, a votação para eleger os melhores está nas mãos do público e de um seleto grupo de jurados locais. Após a votação, será a divulgação dos resultados locais. Em Brasília, o resultado do concurso será anunciado no dia 2 de junho. E no mês de julho, em uma festa grandiosa realizada em São Paulo, será revelado o buteco campeão, coroando o estabelecimento que se destacou em sabor, inovação e tradição.

Os interessados em participar dessa festividade gastronômica e em conhecer os petiscos oferecidos pelos bares podem acessar a lista completa dos butecos participantes e as delícias que cada um oferece no site oficial: https://comidadibuteco.com.br/

Divulgação

Serviço  
Período: 11 de abril até 4 de maio  
Preço dos petiscos: R$35  
Patrocinadores em Brasília:   
Cerveja Oficial: AMSTEL  
Apresentação: McCain  
Patrocinadores Nacionais: Santander/Getnet, FYS, SEBRAE   
Apoiadores: Chandon, Delta   
Apoiadores Institucionais: Setur/GDF, IESB, Bosque, Germer, Abrasel, Neooh, Boxnet, NEOOH e Piraquê   
Promoção: Globo   

Redes:
Facebook: /comidadibuteco   
Instagram: _comidadibuteco   
Twitter: @_comidadibuteco   
Site: https://comidadibuteco.com.br/

Capital Moto Week confirma Paralamas em show comemorativo de 40 anos

Foto divulgação

Banda se apresenta na Cidade da Moto em 25 de julho com a turnê “Paralamas Clássicos”. Ingressos com valores de pré-venda estão disponíveis de 29 de abril a 1° de maio

Vital e sua moto mandaram avisar: os Paralamas do Sucesso vão tocar (mais uma vez) no Capital Moto Week, o maior festival de motos e rock da América Latina. O trio formado por Herbert Vianna, Bi Ribeiro e João Barone apresenta, no dia 25 de julho, a turnê “Paralamas Clássicos”, que celebra os 40 anos de carreira e seus incontáveis sucessos. A Cidade da Moto convida o público para um passeio pela variedade rítmica da banda, com influência do rock inglês, reggae, dub, pop e música latina. Os ingressos de pré-venda estão disponíveis de 29 de abril a 1° de maio, a partir de R$ 80, na Bilheteriadigital.com

É sempre gratificante receber os Paralamas na Cidade da Moto, agora pela terceira vez. As apresentações da banda no festival em 2017 e 2022 foram históricas e encantaram o nosso público. É uma alegria recebermos este show comemorativo com hits que fazem parte das nossas vidas ”, celebra Pedro Franco, CEO do Capital Moto Week. O CMW 2025 acontece de 24 de julho a 2 de agosto, no Parque Granja do Torto, em Brasília.

O repertório estrelado de “Paralamas Clássicos” inclui 33 faixas que navegam do disco de estreia, Cinema Mudo (1983), ao mais recente, Sinais do Sim (2017). Entre os 27 álbuns lançados, representa a história do grupo contada em forma de músicas, como “Alagados”. “Meu Erro”, “Lanterna dos Afogados” e “Ela Disse Adeus”. No palco principal do Capital Moto Week, ao lado do icônico trio, estarão os músicos que acompanham a banda há décadas: João Fera (teclados), Monteiro Jr. (saxofone) e Bidu Cordeiro (trombone).

Para nós, Paralamas, é sempre especial estar e tocar em Brasília. Temos um pé na cidade, foi onde Bi e Herbert viveram um bom momento em suas vidas. Estar na Moto Week mais uma vez é um prazer e um orgulho. Os Paralamas do Sucesso vão tocar na Capital! ”, celebra João Barone.

O line-up do Capital Moto Week 2025 conta ainda com Lobão, Angra, Cidade Negra e a banda canadense MAGIC!, conhecida pelos hits “Rude”, “No Way No” e “Lay You Down Easy”, que conquistaram milhões de fãs ao redor do planeta. O grupo é formado por Nasri Atweh (vocal), Mark Pellizzer (guitarra), Ben Spivak (baixo) e Alex Tanas (bateria), e traz sua combinação de pop, rock e reggae, prometendo encantar o público em um dos momentos mais aguardados do festival. As demais atrações principais do festival serão anunciadas nas próximas semanas.

Ingressos CMW 2025|

https://www.bilheteriadigital.com/capitalmotoweek

Motociclistas sem garupa e pilotando não pagam | Motos com garupa entram grátis de segunda a sexta-feira até as 18h e, aos sábados e domingos, até às 15h | Crianças de até 12 anos não pagam, desde que acompanhadas de seu responsável | Menores de 16 anos somente acompanhados de um responsável legal | Ingresso solidário, que garante desconto especial no valor da inteira, é concedido para quem levar lixo eletrônico ou 1kg de alimento não perecível | PCD tem acesso grátis e, se necessitar de acompanhante, este tem direito à meia-entrada | Pessoas com 60 anos ou mais têm direito à meia-entrada | Obrigatória apresentação de documento de comprovação válido de meia-entrada no momento do acesso.

Sobre o Capital Moto Week 2025
De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

SERVIÇO
Capital Moto Week 2025
Data : 24 de julho a 02 de agosto de 2025
Local : Parque Granja do Torto | Brasília | DF
Redes : Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek
Site : http://www.capitalmotoweek.com.br

CCBB Brasília apresenta “A Canção é Urgente: Vozes LatinA-Americanas”

Na série musical, Assucena recebe Josyara, Ava Rocha e Catto


Assucena, crédito: Lethicia Galo

Projeto mergulha nas obras de cantoras e compositoras latino-americanas das décadas de 1960 e 1970, propondo releituras deste cancioneiro por artistas das novas gerações da MPB

Além das três noites de shows, série musical conta com workshop sobre circulação musical na América Latina 

O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB Brasília) recebe os shows do projeto “A Canção é Urgente: Vozes LatinA-Americanas”, um encontro íntimo entre a cantora Assucena e a composição feminina e de resistência na América Latina. A série, composta por três apresentações musicais de Assucena com participações especiais das cantoras Josyara, Ava Rocha e Catto, importantes nomes da MPB, além de um workshop sobre circulação musical, ocorre entre os dias 1º e 4 de maio, no Teatro do CCBB Brasília. Os ingressos gratuitos estarão disponíveis um dia antes de cada apresentação, pelo site bb.com.br/cultura ou na bilheteria do CCBB Brasília.

Em “A Canção é Urgente: Vozes LatinA-Americanas”, Assucena divide o palco com o arranjador e diretor musical Rafael Acerbi (violão e guitarra), as musicistas Ingrid Cavalcanti (baixo), Yara Oliveira (bateria e percussão) e Vitoria Faria (acordeón). A cada noite, um novo repertório é apresentado e uma convidada especial abrilhanta a apresentação. 

Na sexta-feira, 2 de maio, Assucena recebe Josyara, cantora, compositora e violonista baiana, de ampla expressão entre os novos talentos musicais país. No sábado, 3 de maio, a convidada é Ava Rocha, cantora, compositora e diretora de cinema carioca em cena desde 2008. E no domingo, 4 de maio, quem sobe ao palco ao lado de Assucena é Catto, cantora, compositora e instrumentista gaúcha atuante desde 2006. 

Com patrocínio do Banco do Brasil, a série musical tem como ponto de partida o movimento “Nova Canção Latino-Americana”, que surgiu nos anos 1960-70 como resistência à indústria cultural hegemônica, com o intuito de valorizar a diversidade étnico-cultural e o cancioneiro popular da América Latina. O movimento foi marcado por sua forte conexão com as questões sociais, políticas e culturais da época, buscando denunciar as desigualdades, as opressões e as ditaduras militares que se instauravam em diversos países da região. 

No Brasil, muitos artistas dialogaram com seus ideais, sobretudo no contexto da Música Popular Brasileira (MPB), compartilhando raízes na valorização da cultura popular, na crítica social e no enfrentamento a regimes autoritários – e provocou união e comoção. E é esta mistura de referências que define o repertório selecionado por Valéria Graziano, pesquisadora e idealizadora do projeto, marcado por releituras inéditas das obras de cantoras e compositoras que contribuíram para a renovação da música latino-americana. 

Entre as homenageadas estão Violeta Parra (Chile), Chavela Vargas e Amparo Ochoa (México), Soledad Bravo (Venezuela), Chabuca Granda e Mercedes Sosa (Argentina), que celebraria 90 anos em 2025. Uma das principais representantes do Nova Canção, a argentina inspira também o título do projeto com “La Canción es Urgente”, clássico que imortalizou, com letra de Teresa Parodi. 

O repertório inclui, ainda, homenagens a Omara Portuondo (Cuba) e Susana Baca (Peru) que, embora não tenham integrado diretamente o movimento, foram fundamentais para o cancioneiro latino-americano e para a valorização da diversidade cultural da região.

Do Brasil, o repertório do espetáculo inclui homenagem à Elis Regina, artista que se conectou ao espírito do movimento tanto por meio da gravação de canções emblemáticas de Milton Nascimento quanto por sua postura política de denúncia, tendo cantado temas latino-americanos como “Gracias a la vida”, de Violeta Parra. 

“Subir ao palco com artistas que admiro para reverenciar grandes nomes do movimento da Nova Canção Latino Americana é de uma honra e responsabilidade enormes. Será um mergulho nas cores tão diversas dessas Américas Latinas plurais em ritmos, melodias e conteúdos. É como passar uma borracha nas fronteiras nacionais e buscar o elo que nos conecta enquanto povo e resistência. Cantaremos nossas mátrias: Mercedes Sosa, Teresa Parodi, Violeta Parra, Suzana Baca, Omara Portuondo, Elis e outras tantas. Feliz demais por ter a oportunidade desse mergulho”, conta Assucena.

A apresentação traz canções como “Volver a los 17” (Violeta Parra), “Gracias a la Vida” (Violeta Parra), “Maria Maria” e “Canção da América” (ambas de Milton Nascimento/Fernando Brant), “No Soy de Aquí ni Soy de Allá” (Facundo Cabral), “Canción de las Cosas Simples” (César Isella), “Duerme, Negrito” (Atahualpa Yupanqui) e, claro, “La Canción es Urgente” (Teresa Parodi), entre outras, além de composições das artistas convidadas que dialogam com esse repertório.

Além dos shows, no dia 1º de maio, o projeto oferece um workshop sobre circulação musical na América Latina, conduzido por Valéria Graziano. Com entrada gratuita, a atividade oferecerá um espaço de diálogo e aprendizado para artistas, produtores culturais e gestores que desejam explorar e fortalecer a circulação musical na América Latina. 

O projeto nasce da urgência de (re)pensar o presente e o futuro da América Latina. Neste sentido, propõe a criação de pontes entre artistas mulheres de diferentes gerações da música latino-americana, resgatando conexões ancestrais, memórias e tradições culturais diversas, e aproximando artistas e público brasileiros da riqueza cultural do continente. 

Além disso, ao trazer artistas que representam a diversidade de gêneros, sonoridades e estéticas da nova geração da MPB, o projeto também promove o encontro e a criação a partir das diferenças, reafirmando a música como um poderoso elo de unidade e emancipação para os povos latino-americanos.

“A Canção é Urgente: Vozes LatinA-Americanas” estreou em março no CCBB Rio de Janeiro, passou pelo CCBB Belo Horizonte e encerra sua primeira temporada nacional no Teatro do CCBB Brasília, entre 1º e 4 de maio, com entrada franca.

SOBRE AS ARTISTAS

Assucena 

Assucena é um acontecimento na música popular brasileira desde que surgiu como uma das vocalistas à frente da banda As Bahias e a Cozinha Mineira. Baiana de Vitória da Conquista e radicada em São Paulo, a cantora e compositora está em carreira solo desde 2021 e lançou em 2023 o álbum “Lusco Fusco”, produzido por Pupillo e Rafael Acerbi. Intérprete visceral, homenageou Gal Costa no espetáculo “Rio e também posso chorar”, que celebrava os 50 anos de “Fatal”, circulando em várias cidades, e, em 2025, chegou a vez de levar para os palcos sua extensa pesquisa sobre vozes femininas na América Latina. 

Josyara

Cantora, compositora, instrumentista e produtora musical de Juazeiro, no interior da Bahia. É dona dos álbuns “Mansa Fúria” (2018), que lhe rendeu as indicações para melhor disco do ano pela APCA (Associação Paulista dos Críticos de Artes) e Revelação do Ano, no Prêmio Multishow, “Estreite” (2020), em parceria com Giovani Cidreira, “ÀdeusdarÁ” (2022) e o EP “Mandiga Multiplicação”, onde interpreta músicas do Timbalada.

Ava Rocha

Cantora e compositora de destaque na música contemporânea. Também é cineasta, performer, poeta e artista visual. Tem cinco discos lançados: “Diurno” (2011), “Ava Patrya Yndia Yracema” (2015), “Trança” (2018), o compacto “Sal Gruesa”, ao lado dos Los Toscos (2020), e Nektar (2023). Além dos álbuns, tem uma série de singles lançados e participações em trabalhos de Jards Macalé, Anelis Assumpção, Negro Leo, Iara Rennó, entre outros.

Catto

Cantora, compositora e produtora musical. Ao longo de seus 15 anos de carreira lançou discos, gravações ao vivo e cantou ao lado de artistas como Maria Bethânia, Marina Lima e Ney Matogrosso, além de ter suas músicas nas trilhas sonoras de novelas da Rede Globo. Em seu trabalho mais recente, “Belezas são Coisas Acesas por Dentro”, Catto celebra a obra de Gal Costa.

SOBRE O CCBB BRASÍLIA

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília), inaugurado em 12 de outubro de 2000, está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, oferece o CCBB Educativo, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz CCBB, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana.

Desde o final de 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, e desde então vem obtendo a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade. A conquista atende à Ação 24 da Agenda 30, que tem por objetivo reforçar a gestão dos programas, iniciativas e práticas ambientais e de ecoeficiência do BB e demonstra o alinhamento do CCBB Brasília a estratégia corporativa do BB, enquanto espaço de difusão cultural que valoriza a diversidade, a acessibilidade, a inclusão e a sustentabilidade porque transformar vidas é parte da nossa cultura.

Acessibilidade

A ação “Vem pro CCBB” oferece translado gratuito (de ida e volta) para o CCBB Brasília, de terça a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. O ponto de embarque e desembarque da van fica próximo ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito e os ingressos podem ser emitidos no site bb.com.br/cultura, na bilheteria do CCBB, ou ainda pelo QR Code disponível no veículo.

Horários

– Saindo da Biblioteca Nacional para o CCBB: 12h, 14h, 16h, 18h e 20h 

– Saindo do CCBB para a Biblioteca Nacional: 13h, 15h, 17h, 19h e 21h 

PROGRAMAÇÃO

1º de maio (quinta), das 14h às 18h

Local: Cinema

Workshop Circulação Musical na América Latina: desafios e oportunidades, com Valéria Graziano

Integrando o projeto “A canção é urgente: Vozes LatinA-Americanas”, este workshop oferece um espaço de diálogo e aprendizado para artistas, produtores culturais e gestores que desejam explorar e fortalecer a circulação musical na América Latina. Inspirada pelo espírito de integração cultural e resistência do movimento Nova Canção Latino-Americana, a atividade busca refletir sobre os desafios atuais e propor estratégias que potencializem o intercâmbio artístico e a valorização das identidades, expressões e produções culturais da região.

Público-alvo: Artistas, produtores culturais, gestores culturais, estudantes de música, pesquisadores e interessados na integração cultural latino-americana.

〰️ 2 de maio (sexta), às 20 horas 

Teatro do CCBB Brasília 

Assucena convida Josyara

〰️ 3 de maio (sábado), às 20 horas 

Teatro do CCBB Brasília 

Assucena convida Ava Rocha

〰️ 4 de maio (domingo), às 18 horas 

Teatro do CCBB Brasília 

Assucena convida Catto

CCBB Brasília 

Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h

Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Ed. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF

Fone: (61) 3108-7600 

E-mail: ccbbdf@bb.com.br 

Site: bb.com.br/cultura 

Instagram/Facebook: @ccbbbrasilia 

TikTok: @ccbbcultura   

 

 

 

SERVIÇO 

“A Canção É Urgente: Vozes Latina-Americanas” no CCBB Brasília

 

Workshop

Circulação Musical na América Latina: desafios e oportunidades 

Quando: 1º de maio (quinta), das 14h às 18h 

Onde: Cinema do CCBB Brasília

Entrada franca sem inscrições prévias
Lotação: 70 pessoas

 

Shows

Quando: 2 de maio (sexta), às 20 horas, com participação de Josyara; 3 de maio (sábado), às 20 horas, com participação de Ava Rocha; e 4 de maio (domingo), às 18 horas, com participação de Catto. 

Onde: Teatro do CCBB Brasília 

Ingressos gratuitos disponíveis a partir de 1º de maio, sempre um dia antes de cada apresentação, para retirada no site bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB Brasília.

Classificação indicativa: 12 anos

Mais informações: https://www.instagram.com/vozeslatinaamericanas/

 

Capital Moto Week iniciou venda de Camping Ville com barracas fixas e serviços exclusivos

Foto divulgação

De espaço para barraca própria à cabana com deck e ar-condicionado: festival oferece opções para todos os gostos e bolsos

O desejo de vivenciar 24 horas por dia o Capital Moto Week 2025, maior festival de moto e rock da América Latina, se tornou realidade! Estão abertas as vendas para o Camping Ville, experiência premium de acomodação para os apaixonados por aventura que não abrem mão de conforto. Montado na Cidade da Moto, o espaço é uma parceria com a Vila Mundo, referência em projetos de hospedagem para festivais. Com diárias a partir de R$220, o público tem acesso ao complexo de 320 mil m² durante o festival, que acontece de 24 de julho a 2 de agosto. Garanta sua vaga em: https://www.capitalmotoweek.com.br/campingvillenocmw

O Camping Ville é uma alternativa ao já conhecido camping gratuito e ao espaço para motorhomes. A estrutura dispõe de barracas já montadas que recebem até quatro pessoas, com lençóis, travesseiros, colchões infláveis ou camas dobráveis e colchonetes, banheiros e chuveiros privativos e fontes de energia elétrica. Há ainda wi-fi para hóspedes, área de convivência, fogueira exclusiva, cozinha compartilhada e espaço para churrasco, além de segurança, controle de acesso e estacionamento para motos. E o melhor, o hóspede recebe tudo pronto! É só chegar e descansar.

Pedro Franco, CEO do Capital Moto Week, explica que a modalidade atrai quem busca viver a experiência dentro do festival sem renunciar ao conforto e conveniência, sobretudo os motociclistas, que cruzam o país sob duas rodas e evitam a logística de carregar todo o equipamento. “ Com o Camping Ville, elevamos o padrão do festival, oferecendo uma experiência imersiva que mistura o prazer de morar na Cidade da Moto com o conforto de um serviço de primeira classe ”, destaca.

Para quem deseja uma experiência ainda mais personalizada, o festival oferece a opção de domos, áreas projetadas com instalações modernas e sofisticadas que priorizam privacidade, conforto e tranquilidade. Com design elegante, os domos acomodam até três pessoas e incluem ar-condicionado, piso deck, camas box solteiro, travesseiros, roupa de cama com lençol e fronha, toalhas, cabideiro, espelho, tomada, luminária, e mesa com cadeiras. Informações sobre esta opção de acomodação serão disponibilizadas nas próximas semanas.

Garanta sua experiência no Camping Ville:

  • Barraca iglu para 1 pessoa | R$220 por noite
    Comodidades exclusivas com chuveiros e banheiros, cozinha em área restrita, controle de acesso 24 horas, além de barraca iglu para 1 pessoa, cama dobrável e colchonete, roupa de cama, lençol e fronha, travesseiro, cobertor, protetor auricular e lampião.
  • Barraca iglu para 2 pessoas | R$325 por noite
    Comodidades exclusivas com chuveiros e banheiros, cozinha em área restrita, controle de acesso 24 horas, além de barraca iglu para 2 pessoas, dois colchões infláveis, roupas de cama, lençóis e fronhas, travesseiros, cobertores, protetores auriculares e lampião.
  • Barraca com varanda para 2 pessoas | R$380 a R$490 por noite
    Comodidades exclusivas com chuveiros e banheiros, cozinha em área restrita, controle de acesso 24 horas, além de cabana para 2 pessoas, duas camas dobráveis com colchonetes ou dois colchões infláveis, roupas de cama, lençóis e fronhas, travesseiros, cobertores, protetores auriculares, lampião e opção de mesa com duas banquetas.
  • Barraca alta para 4 pessoas| R$670 por noite
    Comodidades exclusivas com chuveiros e banheiros, cozinha em área restrita, controle de acesso 24 horas, além de cabana para 4 pessoas, quatro camas dobráveis + colchonetes, roupas de cama, lençóis e fronhas, travesseiros e cobertores, protetores auriculares e lampião.
  • Espaço para Montar Barraca | R$176 por noite
    Comodidades exclusivas com chuveiros e banheiros, cozinha em área restrita, controle de acesso 24 horas, além de área de 2,5m x 2,5m para montar barraca própria.

Ingressos CMW 2025| https://www.bilheteriadigital.com/capitalmotoweek

Motociclistas sem garupa e pilotando não pagam | Motos com garupa entram grátis de segunda a sexta-feira até as 18h e, aos sábados e domingos, até às 15h | Crianças de até 12 anos não pagam, desde que acompanhadas de seu responsável | Menores de 16 anos somente acompanhados de um responsável legal | Ingresso solidário, que garante desconto especial no valor da inteira, é concedido para quem levar lixo eletrônico ou 1kg de alimento não perecível | PCD tem acesso grátis e, se necessitar de acompanhante, este tem direito à meia-entrada | Pessoas com 60 anos ou mais têm direito à meia-entrada | Obrigatória apresentação de documento de comprovação válido de meia-entrada no momento do acesso.

Sobre o Capital Moto Week 2025
De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

SERVIÇO
Capital Moto Week 2025
Data: 24 de julho a 02 de agosto de 2025
Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF
Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek
Site: http://www.capitalmotoweek.com.br

Cine Brasília exibe Conto de Verão em sessão especial nos dias 26 e 27 em memória ao cineasta francês Éric Rohmer

Com ingressos no valor único de R$5, a sessão “15 Anos Sem Rohmer” presta homenagem a um dos maiores ícones da Nouvelle Vague

Exibição do clássico marca o início de uma nova ação do Cine que mensalmente exibirá algum clássico do cinema mundial

O Cine Brasília fecha abril prestando homenagem a um dos grandes mestres da sétima arte com a sessão especial 15 Anos Sem Rohmer, que acontece neste final de semana. Em memória dos 15 anos da morte do cineasta francês Éric Rohmer, serão realizadas duas sessões do clássico Conto de Verão no sábado, 26, às 20h, e no domingo, 27, às 18h, com ingressos no valor único de R$5. 

Ícone da Nouvelle Vague, Rohmer construiu uma obra marcada pela delicadeza dos diálogos e pela profunda observação dos sentimentos humanos. Seu cinema, muitas vezes focado em dilemas amorosos e escolhas morais, influenciou gerações e segue vivo na história do audiovisual.

Conto de Verão, de 1996, é parte da série “Contos das Quatro Estações”, que também inclui “Conto da Primavera”, “Conto de Inverno” e “Conto de Outono”. No filme, acompanhamos Gaspard, um jovem que, durante as férias no litoral francês, vê sua vida amorosa se complicar ao se envolver com duas mulheres enquanto aguarda a chegada de sua namorada.

Além de relembrar sua partida, a sessão especial abre caminho para uma nova ação do Cine Brasília que, a partir de agora, passa a exibir mensalmente clássicos do cinema mundial. 

ESTREIAS

A grande estreia da semana é o documentário Noel Rosa – Um Espírito Circulante, dirigido por Joana Nin. Com 71 minutos de duração, o filme celebra a memória e a influência contínua de Noel, conectando gerações através da música. A obra faz uma busca pelos rastros deixados por Noel Rosa no bairro de Vila Isabel, no Rio de Janeiro, onde o compositor viveu e se inspirou.

Misturando passado e presente, a produção homenageia a trajetória de um dos maiores nomes da música popular brasileira e conta com a participação de importantes intérpretes, como Dori Caymmi, Moacyr Luz, Mart’nália, Nilze Carvalho e Edu Krieger. 

SESSÃO CONTRATURNO

Nesta semana, a Sessão Contraturno do Cine traz o filme A Batalha da Rua Maria Antônia, de Vera Egito. O drama, ambientado em outubro de 1968, durante a ditadura militar brasileira, mostra a resistência de estudantes e professores que enfrentam ataques do Comando de Caça aos Comunistas, em uma narrativa construída em 21 planos-sequência, capturando toda a tensão da chamada “Batalha dos Estudantes”. A exibição acontece na sexta, às 10h. 

SESSÃO ATÍPICA

O live-action Branca de Neve, de Marc Webb, é o escolhido para a próxima Sessão Atípica. Nesta nova versão do clássico conto de fadas, Branca de Neve precisa escapar da fúria da Rainha Má e, perdida na floresta, encontra abrigo entre os sete anões, enquanto a vilã trama novos planos para derrotá-la.

Voltada para pessoas autistas e neurodivergentes, a Sessão Atípica acontece sempre na última quarta-feira do mês, em duas exibições, às 10h e às 14h. Durante o filme a sala de cinema é adaptada com luzes parcialmente acesas, volume de som mais baixo, temperatura ambiente e é liberada a circulação. Este mês a sessão acontece dia 30.

EM CARTAZ

A programação segue com seis filmes em cartaz. Como opção para a criançada e toda a família, Abá e Sua Banda, animação dirigida por Humberto Avelar, traz a história de Abá, um jovem príncipe apaixonado por música que entra em conflito com as expectativas de seu pai. Em busca de seu próprio caminho, ele parte com amigos rumo a um Festival de Música e acaba enfrentando uma ameaça à diversidade cultural do universo de Pomar. A animação também será exibida na Sessão Família deste domingo, 27, às 16h10.

No drama Baixo Centro, dirigido por Samuel Marotta e Ewerton Belico, a cidade de Belo Horizonte torna-se o cenário de encontros e desencontros nas madrugadas silenciosas. Teresa e Robert percorrem espaços de resistência e memória, em uma narrativa fragmentada que retrata a fragilidade dos sonhos em meio a um ambiente de ruínas e esperanças desfeitas.

Já no suspense Presença, o premiado diretor Steven Soderbergh apresenta a história de uma família que se muda para uma nova casa e passa a ser observada por uma entidade invisível. Narrado do ponto de vista dessa presença, o filme estrelado por Lucy Liu oferece uma perspectiva inquietante sobre o medo e as relações familiares.

Remasterizado em 4K, o filme Onda Nova, de Ícaro Martins e José Antonio Garcia, narra a criação do “Gayvotas Futebol Clube”, em um momento histórico para o futebol feminino no Brasil, evidenciando os desafios enfrentados por jogadoras em um ambiente ainda marcado pelo preconceito de gênero e sexualidade.

Também em exibição, o clássico Cidade dos Sonhos, de David Lynch, apresenta a história de Betty, uma aspirante a atriz que, ao chegar em Los Angeles, se envolve em uma trama cheia de mistério ao lado de uma mulher que perdeu a memória, em uma jornada onírica e inesquecível. O filme também será exibido na Sessão ao Meio-Dia desta quinta, 24.

Completando a programação, o documentário Milton Bituca Nascimento, dirigido por Júlia Moraes, presta um emocionante tributo à carreira de um dos maiores ícones da música brasileira. O filme acompanha a turnê de despedida de Milton Nascimento, revelando a profundidade da conexão emocional entre o artista e seu público, celebrando sua trajetória marcada pela força espiritual e afetiva.

SELEÇÃO DE CURTAS

O curta-metragem Ataques Psicotrônicos, de Calebe Lopes, é o selecionado da semana na Chamada de Curtas do Cine Brasília e abrirá sessões de Onda Nova e Cidade dos Sonhos. O filme traz uma abordagem ousada dentro da ficção científica brasileira, protagonizado por Virgínia, uma cientista negra, complexa e cheia de camadas, que rompe com estereótipos tradicionais do gênero. Ao seu lado, um ex-pastor evangélico também surge como uma figura tridimensional, distante das representações convencionais.

Os curtas exibidos no Cine Brasília são selecionados na Chamada Pública de Curtas do Cine Brasília uma iniciativa que busca ampliar a diversidade da programação e fortalecer o cinema nacional. A previsão da atual gestão é que 150 curtas de todo o Brasil sejam exibidos antes das sessões de longas-metragens em cartaz. Os filmes escolhidos recebem um cachê que, recentemente, passou por uma atualização. Para obras finalizadas a partir de 2024 o valor passou de R$1.000 para R$1.300. Já para aquelas concluídas até 2023 o valor, que antes era de R$500, foi para R$800. As inscrições podem ser feitas até 1º de abril de 2027 pelo site cinebrasilia.com/chamadas-publicas, onde também está disponível o edital completo.

CINE AD

O Cine AD está de volta em abril para a segunda de cinco sessões que acontecem até julho. Marcada para o próximo sábado, 26, às 14h, a programação traz três curtas brasileiros: Ciranda Feiticeira, uma animação sobre o ritual da pesca entre mãe e filha na Ilha de Itamaracá; Diriti de Bdè Buré, documentário que retrata a vida de uma mestra ceramista Karajá e a preservação de sua cultura; e O Véu de Amani, drama de uma menina paquistanesa que vive no Brasil e sua amizade com uma garota brasileira. 

O Cine AD une cinema, acessibilidade e inclusão em sessões com audiodescrição voltadas especialmente para pessoas com deficiência visual, mas abertas ao público geral. A entrada é gratuita e a exibição é seguida de debate.

SESSÃO ESPECIAL

No dia 24, o Cine será ponto de encontro da Fashion Revolution Brasília 2025, com uma programação gratuita que une moda, arte, sustentabilidade e justiça social. Às 19h será exibido o documentário O Ponto Firme, seguido do debate “Moda, Ressocialização e Futuro”, com mediação de Didas Bernardino e participação das educadoras Mara Belo e Samanta Farias.

Antes disso, a partir das 18h, na Varanda Sul, acontece o Mini Encontro de Brechós, reunindo brechós independentes, além de uma performance de costura interativa com Ju Silva e Mel Collasso. E fechando a noite, às 21h20, a pesquisadora Iara Vidal comanda a palestra “Moda é Política”, refletindo sobre o vestir como ato político.

PRÉ-ESTREIA

Esta semana a Sala Vladimir Carvalho recebe a pré-estreia do filme Inventário de Imagens Perdidas. A sessão acontece no dia 29, a partir das 19h30 e contará com a apresentação da equipe antes da exibição e, ao final, um debate com o diretor Gustavo Galvão e as atrizes Maria Galant e Larissa Mauro, mediado pelo cineasta e professor da UnB, Pablo Gonçalo. A entrada é gratuita, sem ingressos, por ordem de chegada.

Mais informações em www.crisolfilmes.com

SESSÃO DE LANÇAMENTO

E fechando o mês, no dia 30 será realizada uma sessão de lançamento do curta Além do Sonho, documentário que resgata o I Seminário dos Estudos dos Problemas Urbanos de Brasília, realizado em 1974. Com direção de José Walter Nunes e Sandra Bernardes, o filme articula memórias de Lúcio Costa e depoimentos contemporâneos para refletir sobre os desafios urbanos da capital. A exibição começa às 19h e será seguida de debate com os diretores, os professores da UnB Frederico de Holanda e José Carlos Coutinho, e convidados que participaram do filme. A entrada é gratuita.

INGRESSOS E ACESSIBILIDADEOs ingressos para as sessões regulares do Cine Brasília, bem como para a Sessão  Contraturno, Sessão ao Meio Dia e a Sessão Família, custam R$20 (inteira) e R$10 (meia), com exceção das segundas-feiras, quando o valor único é de R$5. A Sessão Atípica conta com entrada no valor único de R$10 e as sessões especiais 15 Anos Sem Rohmer têm entrada única de R$5. A programação da Fashion Revolution e das sessões do Cine AD, de Inventário de Imagens Perdidas e Além do Sonho são gratuitas.

Os filmes Noel Rosa – Um Espírito Circulante, Presença, Milton Bituca Nascimento e Branca de Neve possuem recursos de acessibilidade de Libras, audiodescrição e legendas através do aplicativo MovieReading, A Batalha da Rua Maria Antônia e Abá e Sua Banda no MLoad, e o filme Onda Nova pelo PingPlay. No Cine AD os recursos são exibidos na tela.

O Cine Brasília segue com o Programa de Fidelidade – CINELOVER que recompensa espectadores frequentes. A cada sessão assistida, os participantes acumulam carimbos no cartão fidelidade, que podem ser trocados por prêmios como entradas gratuitas, ímãs, baldes de pipoca, ecobags e camisetas exclusivas. O programa é válido para sessões regulares da grade, bem como para as especiais permanentes Sessão Contraturno, Sessão Família e Sessão ao Meio-Dia. Cada ingresso dessas três sessões especiais dá direito a dois carimbos no cartão fidelidade. Mais informações em cinebrasilia.com/fidelidade.

Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema, entre às 9h e 21h, de terça a domingo, e entre às 13h e 21h, nas segundas-feiras, ou no SITE.

SERVIÇO – CINE BRASÍLIA
Endereço:
Asa Sul Entrequadra Sul 106/107 – Brasília, DF, 70345-400.
Informações pelo WhatsApp: 61 99878-2198 ou contato@cinebrasilia.com
Ingressos à venda na bilheteria ou pelo link: ingresso.com/cinema/cine-brasilia
Mais informações: cinebrasilia.com ou @cinebrasiliaoficial

Cidade dos Sonhos

PROGRAMAÇÃO 24 A 30 DE ABRIL

QUINTA-FEIRA, 24/04

10h00 — Abá e Sua Banda

12h00 — Sessão ao Meio-Dia – Cidade dos Sonhos

15h00 — Ataques Psicotrônicos (curta-metragem) + Onda Nova

17h30 — Noel Rosa – Um Espírito Circulante

19h00 — Fashion Revolution – O Ponto Firme + debate + palestra

SEXTA-FEIRA, 25/04

10h00 — Sessão Contraturno – A Batalha da Rua Maria Antônia

14h00 — Milton Bituca Nascimento

16h30 — Presença

18h20 — Noel Rosa – Um Espírito Circulante

20h00 — Ataques Psicotrônicos (curta-metragem) + Cidade dos Sonhos

SÁBADO, 26/04

10h00 — Abá e Sua Banda

14h00 — Cine AD – Ciranda da Feiticeira + Diriti de Bdè Buré + O Véu de Amani

16h30 — Ataques Psicotrônicos (curta-metragem) + Cidade dos Sonhos

20h00 — 15 Anos Sem Rohmer – Conto de Verão

DOMINGO, 27/04

10h00 — Abá e Sua Banda

14h00 — Milton Bituca Nascimento

16h10 — Sessão Família – Abá e Sua Banda

18h00 — 15 Anos Sem Rohmer – Conto de Verão

20h20 — Noel Rosa – Um Espírito Circulante

SEGUNDA-FEIRA, 28/04

14h00 — Presença

16h00 — Onda Nova

18h20 — Noel Rosa – Um Espírito Circulante

20h00 — Ataques Psicotrônicos (curta-metragem) + Cidade dos Sonhos

TERÇA-FEIRA, 29/04

10h00 — Abá e Sua Banda

14h00 — Presença

16h00 —  Baixo Centro

18h00 — Noel Rosa – Um Espírito Circulante

19h30 — Pré-Estreia – Inventário de Imagens Perdidas + debate

QUARTA-FEIRA, 30/04

10h00 — Sessão Atípica – Branca de Neve

14h00 — Sessão Atípica – Branca de Neve

17h00 — Noel Rosa – Um Espírito Circulante

19h00 — Sessão de Lançamento – Além do Sonho + debate

CCBB Brasília apresenta terceira edição do Superjazz Festival

Estreia 30 de abril, Dia Internacional do Jazz, no Jardim do Centro Cultural

Entrada gratuita mediante retirada de ingressos

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) apresenta a nova temporada do Superjazz Festival, com estreia marcada para o dia 30 de abril, data em que se celebra o Dia Internacional do Jazz. Nesta terceira edição, os encontros passam a ser quinzenais e vão até o dia 6 de agosto, com apresentações musicais ao ar livre, a partir das 17h, em um dos fins de tarde mais especiais da capital, e embalados pelo melhor do estilo e da música afro-brasileira. O festival é para público de todas as idades, com entrada gratuita, mediante emissão de ingresso no site www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília.

Para este ano, foram convidados três curadores que trazem um novo olhar sobre a cena de música instrumental: a cantora e compositora Flor Furacão, o DJ, produtor e músico Mario Sartô e o trompetista Paulo Black. “Participar da equipe de curadoria do Superjazz Festival, ao lado de Flor Furacão e Paulo Black, foi uma experiência muito gratificante. Juntos conseguimos montar um line up incrível, que traça um verdadeiro panorama da riqueza e da diversidade do cenário musical jazzístico do Distrito Federal”, afirma Mario Sartô, um dos curadores convidados.

 “Seguimos com a proposta do festival de mesclar estilos tendo o Jazz como elemento central, consolidando o Superjazz como um evento que não apenas celebra a sua rica herança, mas também explora suas novas possibilidades e fusões, principalmente com a música Afro Brasileira. O festival também abrirá um pequeno edital, voltado para novos artistas e estudantes de música, reafirmando nosso compromisso com a valorização da música instrumental e a inclusão de novos talentos da cena musical do DF”, comenta Dudão Melo, idealizador do festival e do Coletivo Superjazz.

A programação da estreia traz dois grandes nomes consagrados na cena jazzística da nossa cidade, Renato Vasconcellos e Daniel Santiago, além do projeto Rádio Superjazz. No palco, a diversidade da composição jazzística, curiosidades sobre músicas e artistas em uma atmosfera descontraída e informativa.

O primeiro show da temporada, às 18h, será do pianista Renato Vasconcelos, que apresenta um repertório autoral, com composições novas e faixas dos seus discos, em interpretações que dialogam com o jazz, a música brasileira e a formação erudita do artista. Com vasta experiência ao lado de nomes como Rosa Passos, Roberto Menescal e Toninho Horta, Renato sobe ao palco acompanhado por André Vasconcelos (guitarra), Oswaldo Amorim (baixo) e Thiago Cunha (bateria).

Em seguida, às 19h30, é a vez do guitarrista, compositor e produtor Daniel Santiago, um dos nomes mais expressivos da música instrumental contemporânea no Brasil. Parceiro de Milton Nascimento, Hermeto Pascoal e Hamilton de Holanda — com quem foi indicado quatro vezes ao Grammy —, Santiago une as raízes da música brasileira ao rock progressivo e às complexidades do jazz moderno. Sua trajetória inclui apresentações em festivais internacionais ao lado de Eric Clapton, além de colaborações com Pedro Martins, Joshua Redman e Kurt Rosenwinkel. No Superjazz, ele traz ao público um show que traduz sua linguagem original, definida por Guinga como “nostálgica e futurista”.

Também na programação, a Rádio Superjazz entra em cena antes dos shows, durante as transições e no encerramento, criando a ambientação sonora ideal para curtir o pôr do sol com elegância e descontração. A seleção musical é conduzida por Dudão Melo e DJ SartÔ, que assinam a curadoria e a discotecagem com um olhar atento à pluralidade sonora do festival — entre clássicos do jazz, grooves, brasilidades e sons contemporâneos.

Dia Internacional do Jazz

O Dia Internacional do Jazz, celebrado em 30 de abril, foi instituído pela UNESCO, em 2011, para ressaltar a relevância desse gênero musical, capaz de transcender fronteiras culturais e geográficas. A data é uma homenagem à rica trajetória e diversidade do jazz, originado na comunidade afro-americana, e reforça sua importância na construção da paz, no incentivo ao diálogo entre culturas e na promoção da cooperação global.

Além de celebrar as características do estilo musical, como a improvisação e a expressão individual, a data comemorativa também visa incentivar a educação musical e o respeito pela diversidade cultural.

PROGRAMAÇÃO

30/04 – Estreia da temporada 2025

17h Rádio Superjazz

18h Renato Vasconcelos

19h15 Rádio Superjazz

19h30 Daniel Santiago

21h Rádio Superjazz

EM MAIO TEM MAIS…

14/05

17h Rádio Superjazz

18h Maboh e Os Jazzies

19h15 Rádio Superjazz

19h30 Passo Largo convida Gaivota Naves

21h Rádio Superjazz

28/05

17h Rádio Superjazz convida Clube do Vinil BCE/UNB

18h Paula Zimbres

19h15 Rádio Superjazz

19h30 J.G. Joshua

21h Rádio Superjazz

SOBRE OS ARTISTAS

Renato Vasconcellos é um dos nomes mais respeitados da música instrumental brasiliense, com uma trajetória de cinco décadas. Desde 1975, já acompanhou Cássia Eller, Zélia Duncan, Maria Bethânia, Simone, Beto Guedes e Wilson Simonal. No campo instrumental, dividiu o palco com mestres como Toninho Horta, Nivaldo Ornellas e Raul de Souza, além de importantes artistas do jazz internacional, como Phil Woods e Branford Marsalis.

No show do Superjazz Festival, Renato se apresenta com seu quarteto, formado por Bruno Medina (sax), Hamilton Pinheiro (baixo) e Misael Barros (bateria). O repertório mistura composições autorais e homenagens a ícones como João Donato e Hermeto Pascoal, com forte presença de ritmos brasileiros.

Daniel Santiago, guitarrista, violonista e compositor brasiliense, é um dos nomes mais respeitados da música instrumental contemporânea. Com uma sonoridade que mistura raízes da música brasileira, influências do rock setentista e as complexidades do jazz moderno, Santiago desenvolve uma linguagem original e emocional — definida por Guinga como “nostálgica e futurista”.

Ao longo de mais de 20 anos de carreira, já colaborou com nomes como Milton Nascimento, Hamilton de Holanda, Hermeto Pascoal e Joshua Redman, além de ter sido indicado a quatro prêmios Grammy. Em 2021, lançou o álbum Song for Tomorrow, com produção de Kurt Rosenwinkel e participações de Eric Clapton, Aaron Parks e outros grandes nomes da cena internacional. No palco do Superjazz, apresenta um show autoral que reflete sua trajetória e experimentações — uma fusão vibrante entre sofisticação técnica e emoção genuína.

Rádio Superjazz é um projeto que mistura o formato de programa de rádio com a dinâmica da discotecagem em vinil, criando uma experiência musical rica e descontraída. Comandada pelos experientes radialistas e DJs Dudão Melo e Mario SartÔ, a dupla apresenta músicas contextualizadas com curiosidades e histórias sobre os artistas e álbuns, no estilo “Os Tiozão do Jazz”, como são carinhosamente chamados pelo público.

Dudão Melo é criador do Coletivo Superjazz, idealizador do Eixão do Jazz e do Superjazz Festival, além de ter atuado como diretor de selos e produtoras importantes. Já discotecou em cidades como Nova York, Nova Orleans e Luanda, e foi apresentador do premiado programa Jazzmasters. Mario SartÔ, com mais de 25 anos de rádio, é também curador musical e produtor. Atuou como saxofonista em diversas formações, incluindo o grupo Araketu, e é DJ residente do Coletivo Superjazz.

ACESSIBILIDADE   

A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.   

A van fica estacionada próximo ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB, ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.    

Horários:   

Biblioteca Nacional – CCBB: 12h, 14h, 16h, 18h e 20h   

CCBB – Biblioteca Nacional: 13h, 15h, 17h, 19h e 21h   

SOBRE O CCBB BRASÍLIA  

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.  

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.  

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana.  

Desde o final de 2022, o CCBB Brasília, se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, sendo que no ano de 2023, obtivemos a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade.  

A conquista atende à Ação 24 da Agenda 30, que tem por objetivo reforçar a gestão dos programas, iniciativas e práticas ambientais e de ecoeficiência do BB e demonstra o alinhamento do CCBB Brasília a estratégia corporativa do BB, enquanto espaço de difusão cultural que valoriza a diversidade, a acessibilidade, a inclusão e a sustentabilidade porque transformar vidas é parte da nossa cultura.  

TatianaReis

Serviço

Superjazz Festival – 3ª. Temporada

De 30 de abril a 6 de agosto – quinzenalmente

Horários:

Sempre às quartas-feiras

A partir das 17h  

Ingressos gratuitos, mediante retirada no site .https://ccbb.com.br/ e na bilheteria física do CCBB Brasília.

Local: Jardim do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília 

Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul 

Classificação indicativa: Livre

CCBB Brasília  

Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h  

E-mail: ccbbdf@bb.com.br

Informações:  

Fone: (61) 3108-7600  

E-mail: ccbbdf@bb.com.br

Site/ https://ccbb.com.br/

Facebook/ @ccbb.brasilia  

Instagram/ @ccbbbrasilia  

YouTube/ bancodobrasil  

TikTok/@ccbbcultura   

Feriado com Diversão: Sesc+Zoo celebra Dia do Trabalhador com programação gratuita

Em parceria com o Jardim Zoológico de Brasília, o Sesc-DF promove dia com brincadeiras, aproximação com a natureza e educação ambiental.

O feriado de 1º de maio está chegando e os brasilienses já têm uma ótima opção de lazer. Em comemoração ao Dia do Trabalhador, o Sesc-DF, em parceria com o Jardim Zoológico de Brasília, promove mais uma edição do Sesc+Zoo. Das 8h30 às 16h, toda a família está convidada a aproveitar um dia repleto de diversão, com atividades recreativas e educação ambiental em meio à natureza.

A estrutura do Sesc-DF será montada no gramado em frente ao Teatro Arena. O público vai poder aproveitar os brinquedos infláveis, pedal kart, totó, tênis de mesa, milho no buraco, jogos de tabuleiro e muitas outras atrações para todas as idades. Além disso, o evento vai proporcionar uma oportunidade única de aproximação com a natureza, promovendo a conscientização sobre a importância da preservação da fauna brasileira.

“A parceria entre o Sesc-DF e o Jardim Zoológico de Brasília reforça nosso compromisso de oferecer à comunidade momentos de lazer, aliados à educação ambiental. O Sesc+Zoo é uma oportunidade única de reunir famílias e amigos para celebrar o Dia do Trabalhador em contato com a natureza. Será uma experiência inesquecível, que une diversão, conhecimento e responsabilidade socioambiental.”, afirma o diretor-regional do Sesc-DF, Valcides de Araújo.

Quinta Edição do Sesc + Zoo

A parceria entre o Zoológico e o Sesc-DF teve início em 2023. Desde então, o projeto Sesc+Zoo é realizado duas vezes por ano, em datas especiais: no Dia do Trabalhador e no Dia das Crianças.

Entrada Gratuita

Vale ressaltar que, desde o final de março, o Zoológico de Brasília passou a oferecer entrada gratuita para todos os visitantes aos domingos e feriados. A novidade faz parte do programa Lazer para Todos, viabilizado pelo decreto assinado pelo governador Ibaneis Rocha.

Foto divulgação

Serviço

Sesc+Zoo: Dia do Trabalhador

Local: Jardim Zoológico de Brasília – Avenida das Nações, Via L 4 Sul, s/n – Asa

Sul, Brasília – DF, 70610-100

Data: 01/05 (quinta-feira)

Horário: 08h30 às 16h00

Entrada gratuita

CONTOS DA TERRA VERMELHA

GRUPO PAEPALANTHUS HOMENAGEIA BRASÍLIA COM ESPETÁCULO SOBRE 
ARQUEOLOGIA INDÍGENA NO BRASIL CENTRAL

Entrada Franca

Muita gente acredita que Brasília surgiu sobre o nada, mas não é bem assim. Para contar a história da Capital Federal, muito antes de sua construção, o Grupo Paepalanthus criou o espetáculo Contos da Terra Vermelha, que será apresentado no auditório da Escola Classe 26 de Setembro de Taguatinga, nos dias 24 e 28 de abril) e no auditório do Centro de Ensino Médio de Taguatinga Norte – CEMTN no dia 30 de abril. A entrada é franca e aberta ao público.

Contos da Terra Vermelha tem como cenário o Distrito Federal antes de ter sido assentado sobre terras goianas. A ideia é reverenciar a ancestralidade presente nesse território há mais de 10 mil anos. Com uma junção das linguagens, que inclui narração oral, música ao vivo e teatro de sombras, o espetáculo permite uma experiência estética capaz de despertar a atenção para essa história pouco divulgada e desconstruir a ideia de que Brasília foi assentada sobre o nada, sobre o ermo. A construção de Brasília invisibilizou a presença de indígenas, quilombolas e sertanejos nesse território.

O espetáculo foi concebido a partir da dissertação de Mestrado “Quem conta um conto, aumenta um ponto: contadores de histórias no Distrito Federal (1991 a 2011) – UnB, 2012, de autoria de Aldanei Menegaz de Andrade. Trata-se de uma homenagem a Brasília e a sua História e contribui para a valorização do patrimônio histórico e artístico do Distrito Federal.

São histórias como a origem do povo Mebengokré, a lenda do Santo Antônio do Descoberto, a Mãe do Ouro e a chegada da modernidade no interior do país, que integram parte do repertório.

Construído coletivamente pelo grupo Paepalanthus: Aldanei Menegaz, Míriam Rocha, Rose Costa e Simone Carneiro, o espetáculo tem trilha sonora original do músico Lipe Lemos, executada ao vivo, e assessoria em teatro de sombras da Cia Lumiato – Thiago Bresani e Soledad Garcia e direção de Joana Abreu.

PALESTRA – Além das apresentações, o grupo promove uma palestra de arqueologia indígena no Brasil Central no dia 29 de abril, às 11h e às 13h, no Centro de Ensino Médio de Taguatinga Norte (CEMTN), proferida pelo arqueólogo Dr. Franscisco Pugliese – Unb, destinadas a estudantes de ensino médio, professores e demais interessados em conhecer melhor a história dos primeiros habitantes do planalto central.

Contos da Terra Vermelha pretende contribuir para a promoção da educação patrimonial, diálogo e reconhecimento da cultura e preservação da memória do Distrito Federal, com formação de plateia.  A partir do enredo do espetáculo, foi produzida uma cartilha que apresenta subsídios na perspectiva de desenvolvimento da temática, além de jogos e passatempos, que será distribuída ao público.

A iniciativa é uma realização do grupo Paepalathus e conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal – FAC/DF. Todas as ações do projeto são gratuitas, abertas ao público em geral, mas direcionadas especialmente a estudantes a partir do 4º ano do ensino fundamental, Ensino Médio e professores.

PROGRAMAÇÃO

ESPETÁCULO: CONTOS DA TERRA VERMELHA EM TEATRO DE SOMBRAS:

AUDITÓRIO DA ESCOLA CLASSE 26 DE SETEMBRO DE TAGUATINGA (St. G Norte AE 8 – Taguatinga):

•             24 DE ABRIL – QUINTA-FEIRA:  9h30, 14h

•             28 DE ABRIL – SEGUNDA-FEIRA:  9h30, 14h e 20h

AUDITÓRIO DO CENTRO DE ENSINO MÉDIO DE TAGUATINGA NORTE (St. C Norte 02, 03 – Taguatinga):

•             30 DE ABRIL – QUARTA-FEIRA: 9h, 11h, 14h e 16h

PALESTRA: “POR UMA ARQUEOLOGIA INDÍGENA NO BRASIL CENTRAL”

Proferida pelo arqueólogo Francisco Pugliese (UnB)

AUDITÓRIO DO CENTRO DE ENSINO MÉDIO DE TAGUATINGA NORTE (St. C Norte 02, 03 – Taguatinga):

•             29 DE ABRIL – TERÇA-FEIRA: 11h e 13h

Foto com as 4 contadoras do Paepalanthus

ENTRADA FRANCA
CI: Livre

FICHA TÉCNICA

Coordenação geral: Míriam Rocha

Produção executiva: Aldanei Menegaz e Grupo Paepalanthus

Elenco: Aldanei Menegaz, Míriam Rocha, Rose Costa e Simone Carneiro – Grupo Paepalanthus

Músico: Lipe Lemos

Direção: Joana Abreu

Assessoria em Teatro de Sombras: Soledad Garcia e Thiago Bresani – Cia Lumiato

Para conhecer mais sobre o Grupo Paepalanthus, acesse as redes sociais:

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FACEBOOK: https://www.facebook.com/paepalanthus

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“2 MUNDOS” TRAZ REFLEXÃO CRÍTICA SOBRE A CONQUISTA DA AMÉRICA

Apresentado pela Companhia Lumiato, o espetáculo propõe ao público do Gama e Ceilândia experiência sensorial para contar a história de dois mundos em confronto. Entrada franca

25 e 26 de abril – SESC Gama
9 e 10 de maio – SESC Ceilândia

Uma reflexão sobre o processo de colonização da América, bem como seus impactos que reverberam na atualidade é o mote do espetáculo 2 Mundos, apresentado pela Companhia Lumiato em duas temporadas, com sessões para escola e para o público em geral:  de dias 25 e 26/4, no Teatro Paulo Gracindo (SESC Gama) e de 9 a 10/5 no Teatro Newton Rossi (SESC Ceilândia). A entrada é franca.

Idealizado pela atriz e e sombrista Soledad Garcia, 2 Mundos propõe uma experiência sensorial e imersiva que mistura teatro de sombras, sons e imagens para contar a história de dois mundos em confronto. O espectador é levado ao espaço cênico ampliando a percepção dos sentidos e vivendo de perto a performance dos atores sombristas – Soledad juntamente com Thiago Bresani.

Nesta montagem a companhia aprofunda-se na linguagem do teatro de sombras contemporâneo e utiliza a estética do cubismo para complementar a narrativa das imagens que contam a história, sem o uso da palavra, para aprofundar os sentimentos que atravessam as cenas e propor intimidade com o espectador.

O espetáculo conduz a plateia a um tempo passado que encontra analogias contínuas com o presente. Segundo Soledad, a narrativa não indica uma data exata, um único lugar, um só povo, um personagem específico ou uma lenda em especial. “Apresentamos personagens em situações limite, onde valores como a liberdade, amor, respeito, fé e felicidade são colocados em jogo, entrando em choque com outro tipo de cultura”, explica.

Em cena, o encontro de duas culturas opostas, que revelam os sentimentos e motivações mais profundas da humanidade. Quando no embate das diferenças explode a luta pela vida, a morte de um jovem acontece trazendo uma nova esperança.   Para o ator e sombrista Thiago Bresani, ‘’a partir dessa tensão histórica, cultural e universal, o roteiro explora o conflito dramatúrgico para revelar o quanto se pode ir fundo quando se deseja o poder, a riqueza, o sucesso e a prosperidade a qualquer preço. Cada lado possui os seus motivos, suas crenças e ninguém sairá ileso no final da história”.

Além dos espetáculos para o público, 2 Mundos integra um projeto de formação de plateia que incluir oficinas de teatro de sombras, rodas de conversa com os alunos após as sessões exclusivas para escolas. O intuito é estimular o olhar crítico e a experiência artística nas novas gerações. As apresentações abertas ao público contam com audiodescrição, interpretação em Libras, visita tátil e bate-papo acessível após o espetáculo!

2 Mundos estreou em 2018 e desde então circulou por várias mostras e festivais pelo Brasil. Desta vez, a Cia. Lumiato leva seu projeto de formação de plateia a estudantes do ensino médio de escolas públicas do Gama e Ceilândia, realizando essas quatro apresentações para estudantes e duas para o público em geral. O diferencial desta ação é a garantia de acesso: todos os alunos terão transporte gratuito até os locais das apresentações, removendo barreiras geográficas e econômicas e também terá transporte exclusivo para pessoas cegas e surdas. O projeto de formação de plateia inclui mediações pós-espetáculo para discutir a linguagem do teatro de sombras e a temática proposta. A ação democratiza o acesso à cultura para jovens da periferia, muitos em seu primeiro contato com as artes cênicas.O projeto 2 Mundos é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF (FAC/DF) e apoio do SESC/DF. 

Ficha Artística
Direção, Cenografia e Iluminação: Alexandre Fávero
Ideia original e Argumento: Soledad Garcia
Roteiro: Alexandre Fávero, Fabiana Bigarella, Soledad Garcia e Thiago Bresani
Sombristas:  Soledad Garcia e Thiago Bresani
Assistente de direção: Fabiana Bigarella
Pesquisa e construção do material cênico:  Soledad Garcia e Thiago Bresani
Trilha sonora: Mateus Ferrari
Designer de som: Marcelo Dal Col
Figurinos: Soledad Garcia

Ficha Técnica do projeto
Soledad Garcia – Coordenadora Geral, Atriz e Arte/Educadora
Mirella Dias – Produção Executiva
Thiago Bresani – Ator e Arte/Educador
Rodrigo Lelis – Coordenador Técnico
Diego Bresani – Registro Fotográfico
JOY BALLARD – Registro Audiovisual
Celma da Silva Souza – Intérprete de Libras
Henrique Marinelli – Designer Gráfico
Lúcia Corrêa – Audiodescrição
Fernando Hiacovvith – Consultoria para audiodescrição
Tato Comunicação/ Jaqueline Dias – Assessoria de Imprensa
Tato Comunicação/ Lunares Ayla – Gestão de redes sociais

A Companhia Lumiato
A companhia de teatro Lumiato foi criada no ano de 2008, em Buenos Aires, Argentina, por Thiago Bresani e Soledad Garcia, durante sua formação como bonequeiros na Universidade de San Martin, onde estudaram várias linguagens do teatro de formas animadas. É a primeira companhia à pesquisar, produzir e difundir o teatro de sombras na região centro-oeste do Brasil. Com dramaturgias originais em seus espetáculos e uma abordagem moderna, resultando em performances visualmente deslumbrantes e emocionalmente impactantes, aborda questões sociais, políticas e emocionais, oferecendo uma reflexão profunda sobre a condição humana. Além disso, a Lumiato é conhecida por colaborar com outros artistas e instituições, ampliando ainda mais os limites do teatro de sombras. Seus espetáculos são frequentemente elogiados pela originalidade, beleza estética e impacto emocional, cativando públicos de todas as idades ao redor do mundo. No cenário nacional e internacional, a Companhia Lumiato tem conquistado prêmios e reconhecimento pela sua contribuição para o enriquecimento das artes cênicas e por sua capacidade de encantar espectadores de todas as idades.

2 MUNDOS crédito Diego Bresani


 
SERVIÇO

“2 MUNDOS” – CIA LUMIATO
Duração do espetáculo: 50 minutos
(Classificação indicativa 12 anos)

SESC GAMA
– Data: 25 e 26 de abril
– Local: Teatro Paulo Gracindo
25/04/2025 (fechada para escolas de ensino médio) – 10h e 15h
26/04/2025 – 18h (aberta ao público) Libras e Audiodescrição
Transporte exclusivo para pessoas cegas e surdas
Enviar mensagem para Celma 61 9221-0614 (surdos) e com Denise 61 8114- 6610 (cegos).
– Classificação Indicativa: 12 anos
– Entrada Gratuita

SESC CEILÂNDIA
– Data: 9 a 10 de maio
– Local: Teatro Newton Rossi
09/05/2025 (fechada para escolas de ensino médio) – 10h e 15h
10/05/2025 – 18h (aberta ao público) Libras e Audiodescrição
Transporte exclusivo para pessoas cegas e surdas
Enviar mensagem para Celma 61 99221-0614 (surdos) e com Denise 61 98114-6610 (cegos).
– Classificação Indicativa: 12 anos
– Entrada Gratuita

Redes Sociais da Cia Lumiato
https://www.instagram.com/cialumiato/
https://www.facebook.com/cialumiato

Claudia Ohana e Maria Helena Chira abrirão a programação de 2025 do SESI – DF Cultura

Foto divulgação

Na noite de quarta-feira – véspera de feriado feriado —, terá início a temporada de 2025 do Sesi-DF Cultural. As atrizes Claudia Ohana e Maria Helena Chira encenarão Parabéns Sr. Presidente – in concert no Centro Cultural Sesi, em Taguatinga. O espetáculo está marcado para as 20 horas. Todas as apresentações do Sesi-DF Cultural, que seguirá até novembro, têm retirada gratuita de ingressos e ocorrerão às quartas-feiras, as chamadas Quartas Culturais.

A peça Parabéns Sr. Presidente – in concert, de 70 minutos, promete transportar a plateia para os bastidores da celebração do aniversário de 45 anos do presidente estadunidense John Kennedy, em 1962, em Nova York. A soprano Maria Callas (Claudia Ohana) e a atriz Marilyn Monroe (Maria Helena Chira) se apresentaram naquela noite. O musical retrata o encontro das duas. A classificação indicativa é de 12 anos.

Realizado pelo Serviço Social da Indústria do Distrito Federal, o Sesi-DF Cultural tem a proposta de contribuir para a democratização do acesso à arte. A temporada de 2025 do projeto faz parte do Inspira Brasília, movimento criado com o propósito de estimular negócios locais por meio da divulgação de produtos, serviços, eventos e atrações que representam a diversidade cultural e econômica do Distrito Federal, além da criação de uma plataforma de conexões com o intuito de impulsionar a economia criativa.

Participam do Inspira Brasília o governo do DF, a Câmara Legislativa, a Federação de Agricultura e Pecuária do DF (Fape-DF), a Fecomércio-DF, o Sistema Fibra — do qual faz parte o Sesi-DF — e o Sebrae no DF. Saiba mais em https://www.inspirabrasilia.com.br

Atrações de maio
Em maio, a programação do Sesi-DF Cultural seguirá com o show A Música do Queen, da banda Queen of Magic. Será no dia 7, às 19h30, no Sesi Central Park (Asa Norte). O tributo relembrará clássicos do grupo de rock britânico, com classificação livre.

No dia 14 será a vez de o mágico Tio André animar o público com números surpreendentes e cheios de humor, interatividade e criatividade. O espetáculo Palco Mágico ocorrerá às 19h30, no Sesi/Senai Sobradinho. A classificação é livre.

Já no dia 21, às 20 horas, a C1 Arte e Entretenimento levará ao Centro Cultural Sesi, em Taguatinga, o espetáculo Há Vagas para Moças de Fino Trato – Experimento Final. As atrizes Carol Nemetala, Nalu Miranda e Rosanna Viegas dividem o palco em uma abordagem em que renunciam às tradicionais marcações de cena para explorar os limites entre a realidade e a ficção. A direção é de Cleber Lopes e a classificação indicativa é de 14 anos.

O Rei Leão, com a Néia e Nando Cia de Teatro, será a última atração de maio, no dia 28. Inspirada no musical da Broadway, a montagem tem classificação livre e será encenada na Praça da Bíblia, na Candangolândia, em parceria com a administração regional.

Ingressos
O público pode retirar os ingressos online ou nas centrais de atendimento das unidades do Sesi-DF Central Park, Gama, Sobradinho e Taguatinga, em dias úteis, até a data do espetáculo, das 8 horas às 17h30. Cada pessoa tem direito a retirar até dois ingressos (crianças de até 3 anos não precisam de bilhete).

A emissão dos ingressos pela internet é no site https://www.ticketfacil.com.br/categories/sesi-brasilia.html. Nesse caso, há a cobrança de taxa administrativa de R$ 2 por ingresso, com pagamento feito no próprio site.

Nos eventos de abril e maio, a entrada será mediante a entrega de um pacote de absorventes externos. As doações serão destinadas a instituições sociais por meio do Programa Conexão, desenvolvido pelo Sistema Fibra com o propósito de envolver pessoas em ações de responsabilidade social.

A agenda dos espetáculos está no site https://www.sesidfcultural.org.br, atualizado mensalmente, e pode ser acompanhada também nas páginas do Sesi-DF no https://www.instagram.com/sesi_df?igsh=MW8xOHJmd3VveDJrag== e no https://www.facebook.com/share/16XD42K8QV/?mibextid=wwXIfr

Em caso de dúvidas, entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) do Sesi-DF, pelo telefone (61) 4042-6565, opção 1, em dias úteis, das 7h30 às 18h30.

Por Samira Pádua, Assessoria de Comunicação do Sistema Fibra

BALEIAS

Espetáculo inspirado em romance finalista do Prêmio Jabuti estreia em Brasília

Foto divulgação

Obra “O luto da baleia”, de Solange Cianni, trata do suicídio de um jovem e da luta por renascimento da mãe

*Encenação dirigida por Jonathan Andrade poderá ser vista em Taguatinga, Gama, Ceilândia e Plano Piloto, com entrada franca

A literatura tem sido fonte inesgotável de inspiração para o teatro. Traduzir a escrita literária para a cena é um desafio e prova que, ao compartilhar a experiência presencial no teatro, intérpretes e público apropriam-se do tema, levando-o a um horizonte de reflexão que extrapola o simples entretenimento. Este é o convite do espetáculo “Baleias”, uma adaptação para a linguagem teatral do livro “O luto da baleia”, escrito por Solange Cianni e um dos cinco finalistas do 65º Prêmio Jabuti, em 2023, na categoria Romance de Entretenimento. Com dramaturgia e direção de Jonathan Andrade, o resultado poderá ser visto a partir do dia 25 de abril, no Teatro Yara Amaral do SESI Taguatinga, num projeto de circulação que ainda vai passar por Gama, Ceilândia e Plano Piloto.  

Em cena está a jornada de uma mãe em busca da cura para a dor causada pela perda de um filho que escolheu morrer. Para abordar um tema tão sensível, a escritora, pedagoga e atriz Solange Cianni se inspirou no costume das baleias orcas de carregar o corpo do filhote morto durante vários dias e por milhares de quilômetros através do oceano até abandoná-lo, num processo de luto e despedida. No livro e agora no espetáculo, a mãe também percorre um doloroso caminho de desapego até encontrar o aconchego para o filho morto nos braços de Nanã, mãe ancestral dos pântanos, senhora da criação e da passagem de luz dos mortos desta vida para outras. 

O livro “O luto da baleia” foi lançado em 2022, pelo coletivo editorial Maria Cobogó, do qual Cianni é uma das fundadoras, e logo conquistou o mercado, tornando-se um dos mais vendidos do coletivo. “O livro impacta muitos leitores, não só em Brasília, mas em outras cidades do Brasil por conta do tema, que desperta curiosidade, provoca tristeza, superação e solidariedade. Recebo muitas mensagens de mulheres que vivenciaram situações como as descritas no livro ou que conhecem alguém que viveu algo similar”, informa a autora. Solange também revela ser procurada por grupos de apoio a mulheres e clubes de leitura, interessados em refletir sobre o tema. 

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que anualmente mais de 720 mil pessoas escolhem morrer no mundo, sendo a terceira causa de morte entre pessoas de 15 a 29 anos. Entretanto, o tema do suicídio permanece silenciado, um tabu, sem espaço para o diálogo e para o acolhimento, conforme afirma Solange Cianni: “É um tema sensível e necessário. O tabu e o silêncio sufocam os familiares, que não encontram lugar para ressignificar a dor da perda. Falar, escrever, dramatizar são maneiras de abrir espaço para, minimamente, se refletir sobre isso”. Segundo ela, a adaptação do livro para o teatro, com a abordagem poética que vem sendo concebida por Jonathan Andrade, pode aumentar a possibilidade de debater sobre o assunto. “Isso me interessa muito: o alcance que esta história pode ter é também uma forma de abraçar mães que perderam seus filhos, como a protagonista do livro”, diz. 

Na encenação que chega aos palcos, as personagens ganham vida através do trabalho das atrizes Gleide Firmino, Carmem Moretzsohn e da própria Solange Cianni, na pele da mulher-baleia que nada em águas abertas. Ela dá vida à jornada da mãe numa proposta onírica e simbólica. “Teatro para mim é um lugar mágico”, diz Solange. E acrescenta: “Ter Jonathan Andrade como diretor e dramaturgo, com seu olhar apurado, detalhista, seu talento e delicadeza é um privilégio. Estar no palco com atrizes admiráveis e ainda reunir uma equipe técnica primorosa como a nossa, me deixa bastante feliz e entusiasmada. É como se eu estivesse sendo premiada!”

“Baleias” poderá ser visto, com entrada franca, nos dias 25 e 26 de abril, no Teatro SESI Yara Amaral (Taguatinga Norte); nos dias 29 e 30 de abril, no Espaço Semente (Gama); e nos dias 9, 10 e 11 de maio no Teatro Galpão Hugo Rodas do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul. O patrocínio é do Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Distrito Federal.   

O ESPETÁCULO
Baleias utiliza os dispositivos do teatro, assim como de imagens projetadas e de uma trilha sonora original para oferecer um olhar sensível sobre o luto que muitas vezes a sociedade tem dificuldade de enxergar e sobre o qual permanece uma névoa. Na encenação, as atrizes buscam uma comunicação direta com o público, revezando personagens, vivendo ora a mãe, ora o filho, ora a baleia… Elas ensaiam e falam de um processo falido na busca para que a literatura se torne teatro. “Queremos fazer do encontro uma poesia visual, alcançar um lirismo na abordagem deste tema, com várias camadas. Atrizes que conversam como cidadãs no mundo e reverberam o que foi a história na literatura e o que foi sendo a nossa história no tratamento da dramaturgia”, explica o dramaturgo e diretor Jonathan Andrade.

Para compor a dramaturgia da cena, o encenador e criador trabalhou sobre o que era ficcional e o que era narrativo no livro (que é baseado numa história real), até criar um espaço de reflexão sobre a existência humana, atravessada por tudo que está vivo. A dramaturgia incorporou ainda os improvisos criados pelas atrizes a partir de trechos do romance. 

Mas nada é explícito em “Baleias”. Caberá ao público dispor de suas próprias ferramentas e buscar suas experiências íntimas e entendimentos pessoais para travar um diálogo profundo e honesto com o poema visual apresentado em cena. 

“Baleias” conta com trilha sonora composta e gravada por Fernanda Cabral, além de uma trilha original criada e executada ao vivo por Mar Nóbrega. As imagens projetadas têm a assinatura de Marcelo Pontes e as projeções mapeadas são de Aníbal Diniz.

A EQUIPE
JONATHAN ANDRADE – dramaturgia e direção
Artista não-binárie multilinguagem. Escritor, ator, diretor, dramaturgo, cenógrafo, figurinista e bacharel em Artes Cênicas, com habilitação em Interpretação Teatral, pela Universidade de Brasília. É integrante fundador do Grupo Sutil Ato, coletivo de teatro que atua no mercado profissional do DF e nacional há 19 anos. Já assinou a direção de 36 espetáculos, recebendo prêmios com dramaturgias, cenografia e espetáculos. Como diretor e preparador de elenco, investiga o que tem conceituado como dramaturgias celulares, processos de criação e estudos da presença em cena a partir de musculaturas e ossaturas emocionais. Atuou como professor da Faculdade Dulcina de Moraes, onde também foi coordenador pedagógico dos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Artes Cênicas, entre 2009 e 2013. Integrou o Aisthesis, coletivo multilinguagem (dança, teatro, audiovisual e performance), a partir de encontros de cocriação e experimentação híbrida de linguagens. Atualmente é também estudante do 8º semestre de psicologia.

SOLANGE CIANNI – autoria e atuação
Solange Cianni nasceu no Rio de Janeiro, é pedagoga, psicopedagoga, escritora e atriz, com especialização em Comunicação e Expressão na Universidade de Barcelona, Espanha, com cerca de 40 anos de experiência em Educação Infantil. Tem seis livros infantis editados e três para adultos. No teatro participou como atriz da montagem de “Gota D’Água”, com Bibi Ferreira, inaugurando o Teatro Dulcina/DF em 1980; trabalhou com diretores teatrais renomados em Brasília como Hugo Rodas, Guilherme Reis, Jonathan Andrade, Fernando Villar, dentre outros. É membro do Coletivo Literário Maria Cobogó, criado em 2018 em Brasília, Brasil, onde mora desde seus 15 anos.

CARMEM MORETZSOHN – atuação
Atriz profissional desde 1980 e jornalista desde 1983. Como atriz, atuou em mais de 40 espetáculos, sob direção de Hugo Rodas, Adriano e Fernando Guimarães, Antonio Abujamra, Guilherme Reis, Fernando Villar, Marcelo Saback, dentre muitos outros, tendo conquistado dois prêmios e o Troféu Prêmio SESC/DF do Teatro Candango, por sua relevância para as artes cênicas no Distrito Federal. Também atua em cinema, desenvolve trajetória como tradutora do espanhol e é uma das curadoras do Slow Filme – Festival Internacional de Cinema e Alimentação e diretora artística do Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília. Como jornalista, atuou para veículos como Correio Braziliense, Jornal de Brasília, TV Globo, SBT e TV Bandeirantes. Hoje, dirige a Objeto Sim Projetos Culturais Ltda, empresa especializada em assessoria de imprensa e produção cultural. 

GLEIDE FIRMINO – atuação
Graduada em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília UNB e em Pedagogia pela Universidade Católica de Brasília-UCB, atua como atriz profissional desde 2004. Integra o elenco do grupo Teatro Do Concreto desde 2005, tendo sido indicada, em 2009, ao Prêmio de melhor Atriz no Festival Nacional de Teatro de Macapá, pela atuação no espetáculo “Diário do Maldito”. É atriz colaboradora do grupo Sutil Ato, desde 2011. Desenvolve trajetória exitosa no cinema, tendo conquistado já quatro Troféus Câmara Legislativa de Melhor Atriz, sendo o mais recente em 2024, pelo filme “Via Sacra”, de João Campos, que também recebeu menção honrosa no Festival de Cinema de Gramado 2024. Pela atuação no filme “A Caroneira”, de Otavio Chamorro e Tiago Vaz, conquistou, além do Troféu Câmara Legislativa, uma indicação a Melhor Atriz no Cine Festival Ceará. 

ENTREVISTA COM O DIRETOR E DRAMATURGO JONATHAN ANDRADE
1. De que forma você trabalhou a dramaturgia, para um texto que trata de um tema tão sensível?

A diferença entre a literatura e o teatro foi o primeiro grande provocador e desafio. A outra questão é que a autora do livro e atriz do processo, Solange Cianni, fez uma provocação de buscar leveza diante de um tema tão fundo, árido, doloroso e duro que é falar sobre a perda de um filho, falar sobre suicídio, que são questões ainda tabus e que atravessam a gente como sociedade. E na dificuldade de lidar com a morte, com a complexidade que pode vir a ser um suicídio, sob o ponto de vista clínico, biológico, mas também uma questão social, afetiva, emocional, de escolha. Tudo isso está um pouco nesse redemoinho. São palavras e histórias muito densas. Então, essa provocação de buscar a leveza foi muito grande. Fomos buscar outros relevos, texturas, contradições e contrastes para não deixar de levantar esse tema que precisa ser abordado. 

2. Qual foi sua maior preocupação para a encenação?
Minha maior preocupação tem a ver com a modulação da literatura para o teatro e encontrar fôlego para um tema que a própria literatura afoga a gente. E conseguir uma comunicação e diálogo a partir para um diálogo a partir da simplicidade da troca, conseguir fazer do encontro para falar disso numa poesia visual, um lirismo para poder abordar esse tema, com ferramentas do teatro e várias camadas. A gente tem atrizes que ensaiam e falam de um processo falido na busca para que essa literatura se torne teatro. Atrizes que conversam como cidadãs no mundo e reverberam o que foi a história na literatura e o que foi sendo a nossa história no tratamento da dramaturgia. O espaço do público que ressoa e reverbera gerando essa água maior de partilha de experiência e vivência para a gente tentar refletir e pensar e a própria história do livro que vai aparecer como corpo de cena, expressivo, atualizado ali, buscando existir como poética corporal, física, gestual. A dramaturgia vai buscar essa complexidade: o que é rito e o que é distanciamento, o que é metalinguístico e o que é ficcional e narrativo, o respeito à literatura e a criação de um outro universo onde ela se insere, como a erosão, a criação da mítica desse grande ensaio e a busca por refletir sobre a existência humana, atravessada por tudo que está vivo. E outras coisas compuseram a dramaturgia e que são importantes, o livro foi improvisado pelas atrizes em provocações dramatúrgicas e a partir desse material outra dramaturgia foi sendo pensada e criada por mim, abraçando esse material criador. Fomos unindo as nossas intensidades para essa literatura em cena.

3. De que forma a encenação se relaciona com o público?
A encenação se relaciona com o público nessa tentativa nossa enquanto linguagem, o teatro é a linguagem da carne, do inter-relacional, humano, que se debruça sobre o assombro, o que se sente, o que é partilhável, o espelhamento, os embates de memória dos corpos que estão dentro. A encenação vai se relacionar de forma poética, delicada, funda, reflexiva, existencial, honesta para que a gente tenha um olhar sobre nós, sobre aquilo que a gente arrasta como vivência de fatos que marcam tanto a gente. A encenação tem o desejo de colocar o público para contemplar a beleza das imagens, dessa poesia visual, que é simples também, despretensiosa naquilo que está se propondo. Um espaço de partilha e reverberação entre aquilo que eu contemplo e o que eu consigo refletir sobre isso, o quanto eu consigo imergir e emergir um pouco do meu olhar sobre a minha própria existência, minha relação com o outro, com a vida, com a morte, com a perda.

4. Como os personagens aparecem/são representados no espetáculo?
Tem várias camadas: o corpo social das atrizes que vai refletir sobre a vida e sobre a relação ética com o personagem que atua, o processo que cria o espetáculo, com o confronto com a história original do livro, com a aproximação e distância disso tudo e todos os papéis que são também dessa atriz. Porque é sobre atravessamentos: o quanto elas vão sendo atravessadas pela personagem da mãe, do filho, elas atualizam isso num tablado de jogo onde a história é vivida. Elas são baleia, mãe, filho e tem também essa camada do audiovisual, que a dramaturgia vai contemplar de uma maneira muito forte, essa outra dimensão que ao mesmo tempo que é cotidiana, é também fantasiosa, onírica, simbólica. Como falar da perda, da morte, da vida sem brincar em várias dimensões? A dramaturgia vai brincar com tudo isso.

5. Como você definiria o formato do espetáculo? Um poema visual? 
O formato do espetáculo, ao mesmo tempo que tem o ritualístico, do jogo, da expressão da cena e das imagens, tem também um trabalho documental, tanto das atrizes como do próprio público e mesmo da autora do livro. Talvez a gente possa falar do teatro contemporâneo que vai buscar debater o tema com o público que está ali, um teatro mítico também porque o lirismo narrativo e visual puxa pra isso. É um espetáculo híbrido de linguagens, um poema visual.

6. A encenação faz uso de recursos de imagens projetadas?

O uso das imagens vem na tentativa de ampliar as camadas de sentido, se relacionar com a possibilidade de materializar outras dimensões. O audiovisual que já atravessa o teatro há tanto tempo, colabora a tensionar o sentido da cena, ampliar a dimensão simbólica do trabalho. No nosso caso é um eixo dramatúrgico em si, uma história que o público acompanha a partir das imagens. Uma das personagens existe, em 95% do espetáculo, a partir da imagem que está sendo projetada, que é a mãe que se lança na jornada da entrega desse filho morto a Nanã. Uma jornada de busca por ela mesma, de desapego, de reencontro consigo. Então a gente acompanha esse eixo dramatúrgico que se sobrepõe, se justapõe, que entrecorta e gera fissura na dramaturgia que é executada ao vivo.

FICHA TÉCNICA
Autoria: Solange Cianni
Direção/Direção de arte e Dramaturgia: Jonathan Andrade 
Elenco: Carmem Moretzsohn, Gleide Firmino e Solange Cianni
Produção executiva: Alana Ferrigno
Cenografia e iluminação: Jonathan Andrade 
Trilha sonora original: Fernanda Cabral e Mar Nóbrega
Iluminação: Jonathan Andrade e Luigi Carvalho
Cinegrafista: Marcelo Pontes
Vídeo mapping: Aníbal Diniz 
Fotografia: Pollyana Sá
Design gráfico: Manuella Leite
Assessoria de mídias: Karol Cruz 
Patrocínio: Fundo de Apoio à Cultura – FAC, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Distrito Federal
Apoio: Sesi DF e Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul

SERVIÇO

Data: 25 e 26 de abril
Local: Teatro SESI Yara Amaral – Taguatinga Norte
Horários: dia 25, às 20h; dia 26, às 17h e às 20h
ENTRADA FRANCA

Data: 29 e 30 de abril
Local: Espaço Semente – Gama
Horários: dia 29, às 20h; dia 30, às 15h e às 20h
ENTRADA FRANCA

Data: 9, 10 e 11 de abril
Local: Teatro Galpão Hugo Rodas do Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul
Horários: sexta e sábado às 20h / domingo às 19:00
ENTRADA FRANCA

APRESENTAÇÕES EM CEILÂNDIA
Local e datas: a confirmar
ENTRADA FRANCA

MAIS INFORMAÇÕES: @lutodabaleia (Instagram)

Brazilian Fest Brasília estreia com quatro noites, público estimado de 400 mil pessoas e entrada franca na Esplanada dos Ministérios

Com estrutura de megafestival e acesso livre, evento acontece entre os dias 29 de maio e 1º de junho com atrações como Zezé di Camargo, Raça Negra, É o Tchan e Solange Almeida

De 29 de maio a 1º de junho, a capital federal se transforma em palco para o maior festival gratuito do Brasil: o Brazilian Fest – Edição Brasília. Com entrada franca e curadoria plural, o evento promete reunir mais de 400 mil pessoas ao longo de quatro dias na Esplanada dos Ministérios, celebrando a diversidade musical, o acesso à cultura e o orgulho de ser brasileiro. A proposta inclusiva, o festival espera reunir mais de 400 mil pessoas ao longo dos quatro dias, em uma área que equivale a sete campos de futebol do Maracanã.

Com mais de 70 mil m² de estrutura, o evento oferece shows, ações sociais e experiências imersivas, sem cobrança de ingresso, redefinindo o modo como o brasileiro se relaciona com cultura e lazer. “O Brazilian Fest Brasília foi pensado para incluir, emocionar e pertencer — sem catraca, sem filtro e sem distinção”, afirma Marcelo Brandi, idealizador do festival e nome consagrado no mercado artístico nacional e nome com mais de 27 anos no show business.

É a estreia do festival em Brasília, marcando o retorno do Brazilian Fest  após mais de três décadas de história. Mais do que shows, o evento entrega pertencimento. Com estrutura de grandes festivais pagos — mas sem catraca —, o projeto é um símbolo de que cultura é direito, e o palco também é de todos.É a estreia do festival em Brasília, marcando o retorno do Brazilian Fest  após mais de três décadas de história. Mais do que shows, o evento entrega pertencimento. Com estrutura de grandes festivais pagos — mas sem catraca —, o projeto é um símbolo de que cultura é direito, e o palco também é de todos.

Atrações principais por dia:

  • Quinta-feira (29/05): Solange Almeida, Pablo do Arrocha, Zezé Di Camargo
  • Sexta-feira (30/05): Marília Tavares, Murilo Huff, Manu Bahitdão
  • Sábado (31/05): Traia Véia, Raça Negra
  • Domingo (01/06): Atração Surpresa, É o Tchan

Além do Palco Fes — com dimensões de 60×30 metros e boca de cena de 22x10m, comparável aos maiores festivais do mundo — o evento contará com o Palco MPB, de 25x14m, voltado para artistas emergentes e performances durante as trocas de palco.

Mais do que entretenimento, o Brazilian Fest Brasília propõe um novo paradigma para os festivais brasileiros: democratizar o acesso à música sem abrir mão da excelência. Segundo levantamento Datafolha (2023), mais de 70% dos brasileiros afirmam não frequentar eventos pagos por falta de recursos. Com entrada franca, estrutura premium e curadoria diversa, o festival responde diretamente a esse desejo reprimido por participação cultural.

A proposta também impacta positivamente a economia e a saúde pública. Durante todos os dias, o evento disponibilizará uma estrutura com 13 tendas de atendimento gratuito, oferecendo exames odontológicos, oftalmológicos, ginecológicos e clínicos, além de aferição de pressão e glicemia.

“A cultura acessível não é sinônimo de entrega simplificada. Cultura gratuita não é menor — é maior. O palco, quando acessível, vira espelho. A música não é só um show — é uma declaração de que a vida de quem assiste também importa”, destaca Brandi.

“O som da nossa gente não tem catraca. O Brazilian Fest entrega o que há de melhor em estrutura e curadoria, com acesso livre. A cultura é de todos, e o palco também”, completa.

O Brazilian Fest Edicão Brasília é uma realização da Brazilian Fest, maior produtora de festivais gratuitos do Brasil, com edições já confirmadas para Goiânia (outubro) e São Paulo (dezembro). A empresa se destaca por reunir marcas e artistas em torno de um mesmo propósito: ampliar o alcance da cultura nacional com impacto social real.

Após 27 anos de história, o Brazilian Fest Show retorna com nova identidade estratégica e posicionamento claro: cultura é direito, e acesso é compromisso. O festival se assume como o maior evento musical de entrada franca do país, com curadoria diversa, estrutura premium e impacto social real.

Inspirado em um Brasil que canta, dança e não para, o projeto valoriza o Brasil real. É um espaço onde o Brasil inteiro canta junto — com orgulho, afeto e liberdade.

“Assinar o rebranding do Brazilian Fest é reposicionar uma marca que tem alma, história e poder de mobilização real. Estamos construindo uma plataforma cultural de grande escala, com propósito e impacto.”  afirma Bruna Panza, head comercial da Incode, responsável pela comunicação e captação de patrocínios do festival. 

“Acreditamos no poder da cultura como motor de transformação. Essa nova fase do festival não é só sobre música, mas sobre criar pontes, gerar acesso e movimentar a economia criativa do país”, complementa Gilberto Júnior, CEO da Incode

Sobre a Brazilian Fest Show
A Brazilian Fest Show é referência nacional na produção de festivais com entrada franca. Com entrega de padrão internacional, curadoria musical diversa e ações sociais, seus projetos transformam o consumo de cultura no Brasil, promovendo inclusão, pertencimento e desenvolvimento local.


Cartaz oficial do Brasília Fest 2025 destaca o line-up completo dos quatro dias de evento gratuito, que acontece de 29 de maio a 1º de junho na Esplanada dos Ministérios, com shows de Raça Negra, É o Tchanm Zezé di Camargo, Solange Almeida e outras atrações, divulgação

Serviço
Evento: Brazilian Fest Brasília
Data: De 29 de maio a 1º de junho de 2025
Local: Esplanada dos Ministérios, Brasília – DF
Entrada: Franca

Site: brazilianfestof.com.br 

Instagram: @brazilianfestoficial

https://www.instagram.com/brazilianfestoficial?igsh=MXd2dzU2M2QxMnVnMw==

Samba Prime celebra 10 anos e chega à Brasília neste sábado

Festival de samba e pagode acontece neste sábado na capital federal, na Arena Lounge do Mané Garrincha

O Samba Prime, consolidado como o melhor festival de samba e pagode do Brasil, comemora uma década de história com uma edição especial. Em Brasília o evento acontece no dia 26 de abril, sábado, na Arena Lounge do Mané Garrincha. O evento tem apoio da Emgea, patrocínio da Caixa Econômica Federal e realização do Ministério da Cultura, Governo Federal – União e reconstrução.

Entre as atrações confirmadas estão nomes de peso como Ferrugem, Dilsinho, Kamisa 10, Mumuzinho, Aratu e Di Propósito.

Ingressos pelo site https://centraldoseventos.com.br/sambaprimebrasilia

A edição de 10 anos será totalmente diferente de tudo o que já foi apresentado em uma década. Com ingressos limitados, o Samba Prime Brasília traz ambientes distribuídos em dois setores, proporcionando espaços aconchegantes e bem-organizados para que o público possa desfrutar o evento da melhor forma.  O evento está dividido pelos setores: “Camarote” e “Espaço Prime”.

Em 2025, ao marcar dez anos, o Samba Prime comemora sua trajetória de sucesso com um evento inesquecível em celebração ao samba. O festival será enriquecido por uma decoração temática especialmente preparada para criar uma atmosfera de celebração.

Evento: Samba Prime – Edição Especial de 10 Anos
Quando: 26 de Abril
Onde: Arena Lounge Mané Garrincha
Atrações: Ferrugem, Dilsinho, Mumuzinho, Kamisa 10 e Di Propósito
Quanto: A partir de R$ 130
À venda no Site Central dos Eventos

https://centraldoseventos.com.br/sambaprimebrasilia

Secretaria de Cultura confirma Prêmio Candango de Literatura para obras publicadas em 2024

Troféu do Prêmio Candango de Literatura, desenvolvido pelo artista plástico e ilustrador André Cerino, crédito: arquivo Instituto Casa de Autores

Lançamento da segunda edição do certame será em 9 de maio, na Sala Martins Pena do Teatro Nacional Claudio Santoro. Inscrições podem ser feitas de 10 de maio a 25 de junho de 2025

Prêmio Candango de Literatura chega à segunda edição em 2025, consolidando a capital do Brasil no cenário literário internacional. Realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), em parceria com o Instituto Casa de Autores, o prêmio, voltado para países de língua portuguesa, reconhece autores, designers e projeto de incentivo à leitura, dentro de uma oportunidade especial de visibilidade e conexão. O lançamento oficial será em 9 de maio, na Sala Martins Pena (Teatro Nacional Cláudio Santoro), com a presença de autoridades, figuras do universo literário e o show “Clodo Ferreira – existência”, tributo à vida e obra do compositor e professor Clodo Ferreira (1951-2024). A cerimônia de premiação acontecerá no mesmo cenário, em 31 de outubro. Com R$ 195 mil distribuídos entre os vencedores, a iniciativa reforça o compromisso com a diversidade e a circulação de obras que ecoam em português, idioma que une continentes, culturas e vozes. 

Para Claudio Abrantes, Secretário de Cultura e Economia Criativa, a importância do Prêmio Candango de Literatura reside em seu papel de incentivo à criação literária e à difusão da cultura escrita. “Ao premiar autores e projetos que se destacam, o prêmio contribui para o fortalecimento da identidade cultural do Distrito Federal, do Brasil e de países de língua portuguesa, estimulando a leitura e a valorização da literatura como forma de expressão artística e crítica social”, enfatiza o secretário.

No âmbito do 2º Prêmio Candango de Literatura, serão concedidas sete premiações divididas em três pilares principais: obras de caráter literário, editorial e iniciativas pedagógicas de incentivo à leitura. Nas obras de caráter literário, serão R$140 mil divididos entre “Melhor Romance”, “Melhor Livro de Contos”, “Melhor Livro de Poesia” e o “Prêmio Brasília”, este último exclusivo para autores nascidos ou residentes no Distrito Federal. Já as categorias “Melhor Capa” e “Melhor Projeto Gráfico”, de caráter editorial, serão contempladas com R$ 20 mil, cada. Por fim, será entregue o Prêmio Candango de Literatura, no valor de R$ 15 mil, à “Melhor Iniciativa de Incentivo à Leitura”, incluindo ações voltadas para pessoas com deficiência (PCD). Esta última premiação, de caráter pedagógico, é destinada a pessoas físicas e jurídicas com, no mínimo, dois anos de comprovada atuação na área. 

Para participar, o regulamento traz entre as obrigatoriedades que a obra inscrita seja redigida em língua portuguesa, editada e comercializada no Brasil e/ou nos Países da Comunidade Lusófona no ano de 2024.  As inscrições estarão abertas entre 10 de maio e 25 de junho, e são gratuitas. Após esta fase, o júri se debruçará sobre as obras para selecionar os dez finalistas em cada categoria. Os resultados dessa etapa serão divulgados em setembro e os vencedores serão conhecidos na noite de premiação, em outubro. 

A curadoria estará a cargo de João Anzanello Carrascoza. Escritor, professor e redator publicitário, considerado uma das revelações da ficção brasileira e um dos maiores contistas contemporâneos, Carrascoza foi o vencedor na categoria “Contos” na primeira edição do Prêmio Candango de Literatura. É motivo de júbilo a grande responsabilidade de ser curador do Prêmio Candango de Literatura. Sobretudo, porque é um prêmio aberto a todos que escrevem em língua portuguesa, independentemente do país em que vivem. Também porque contempla não apenas os gêneros tradicionais como o romance, o conto, a poesia, mas talentos da cidade, ações de incentivo à leitura, projeto gráfico, entre outras categorias. É um prêmio que já demonstrou, em sua edição inaugural, ser capaz de motivar a participação de centenas de autores, e, assim, reconhecer a qualidade de obras vigorosas e revelar novas vozes”, afirma o curador.

Com a ampliação da visibilidade do prêmio e a expectativa gerada a partir do lançamento do certame em 2022, a expectativa é de atrair ainda mais participantes, superando as quase duas mil inscrições da primeira edição. A campanha de divulgação do projeto visa a promover o intercâmbio entre países lusófonos, fomentar a leitura e difundir a escrita como patrimônio cultural. 

Sobre Clodo Ferreira- Existência

Trata-se de um show-homenagem dos filhos João e Pedro Ferreira à trajetória artística de Clodo Ferreira – cantor, compositor, escritor, fotógrafo e professor. Em formato intimista, o espetáculo revisita canções do álbum Constelação de palavras (2024) e sucessos consagrados como Cebola cortada e Mentira da saudade, em parcerias com nomes como os irmãos Climério e Clésio, além de Dominguinhos e Zeca Bahia. A apresentação une a sensibilidade musical de João, violonista e diretor musical da banda Natiruts, e a expressividade de Pedro, percussionista e intérprete, celebrando, com afeto, talento e tradição familiar, o legado de um dos grandes nomes da música brasileira. 

Serviço:

2º Prêmio Candango de Literatura

Lançamento: 9 de maio, às 19h

Local: Sala Martins Pena do Teatro Nacional Cláudio Santoro

Inscrições: De 10 de maio a 25 de junho

Categorias: Romance, Contos, Poesia, Prêmio Brasília, Capa, Projeto Gráfico e Incentivo à Leitura 
Prêmios: Valor total distribuído de R$ 195 mil.
Abrangência: Escritores, designers e editores de países de língua portuguesa

Informações sobre regulamento e inscrições: https://premiocandangodeliteratura.com.br/

instagram/facebook:premiocandangodeliteratura

Capital Moto Week anuncia Cidade Negra no line-up de 2025

Apresentação marca o retorno do grupo à Brasília após último show há quase 10 anos. Ingressos já estão disponíveis

Ícone da música nacional, o Cidade Negra chega pela primeira vez ao maior festival de motos e rock da América Latina no dia 1° de agosto. O grupo retorna a Brasília após um hiato de quase 10 anos e se apresentará no palco principal do Capital Moto Week na penúltima noite do festival, que receberá ainda o grupo canadense Magic!. A expectativa é pelo embalo do Cidade Negra com a fusão do reggae brasileiro com elementos de pop e soul, que prometem emocionar o público. Os ingressos já estão disponíveis em: http://www.bilheteriadigital.com/capitalmotoweek

A escolha da banda para o line-up de 2025 reforça a essência do CMW, que destaca ícones do rock e pop nacional, além de grupos que marcaram gerações. “Queremos surpreender o público mais uma vez trazendo o máximo de vertentes do rock e de gêneros próximos. Estamos muito animados em ter o Cidade Negra na edição. As músicas fazem parte da nossa história e nos fazem refletir com letras de amor e temas sociais”, celebra Pedro Franco, CEO do festival.

Com quase quatro décadas de história, o Cidade Negra volta a Brasília. O vocalista Toni Garrido e o baixista Bino Farias vão agitar a arena de shows da Cidade da Moto com hits como “A Estrada”, “O Erê”, “Firmamento” e “Onde você mora?”. Ao longo da carreira, a banda conquistou milhares de fãs com álbuns marcantes que falam de amor e temas sociais, como Sobre Todas as Forças (1994), O Erê (1996) e Acústico MTV: Cidade Negra (2002), que inclui um dos maiores sucessos: “Girassol”.

Animados com o show na Cidade da Moto, Toni Garrido e Bino Farias deixaram uma mensagem aos fãs: “Salve galera paz e amor, dia 1º de agosto tem Cidade Negra no Capital Moto Week. Que delícia, hein? Queremos ver toda a família regueira e brasileira neste show que já está sendo pensado com muito som para nosso encontro em Brasília!”.

Na mesma noite, sobe ao palco principal a banda canadense MAGIC!, conhecida pelos hits mundiais “Rude”, “No Way No” e “Lay You Down Easy”, que conquistaram milhões de fãs ao redor do planeta. O grupo, formado por Nasri Atweh (vocal), Mark Pellizzer (guitarra), Ben Spivak (baixo) e Alex Tanas (bateria), traz sua combinação de pop, rock e reggae em um dos momentos mais aguardados do festival. Além deles, o CMW já confirmou duas lendas do rock nacional para 31 de julho: Lobão com Power Trio e o metal de Angra. As demais atrações principais serão anunciadas nas próximas semanas.

Ingressos CMW 2025| http://www.bilheteriadigital.com/capitalmotoweek
Motociclistas sem garupa e pilotando não pagam | Motos com garupa entram grátis de segunda a sexta-feira até as 18h e, aos sábados e domingos, até às 15h | Crianças de até 12 anos não pagam, desde que acompanhadas de seu responsável | Menores de 16 anos somente acompanhados de um responsável legal | Ingresso solidário, que garante desconto especial no valor da inteira, é concedido para quem levar lixo eletrônico ou 1kg de alimento não perecível | PCD tem acesso grátis e, se necessitar de acompanhante, este tem direito à meia-entrada | Pessoas com 60 anos ou mais têm direito à meia-entrada | Obrigatória apresentação de documento de comprovação válido de meia-entrada no momento do acesso.

Sobre o Capital Moto Week 2025
De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

Foto divulgação

SERVIÇO
Capital Moto Week 2025
Data: 24 de julho a 02 de agosto de 2025
Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF
Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek
Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br

Semana do rock movimenta programação do London Street Pub

Semana do rock movimenta programação do London Street Pub

Do pop rock contemporâneo ao rock clássico dos anos 80, o London Street Pub recebe artistas durante a semana para promover noites animadas, com boa música. Fernanda Mesquita, proprietária do espaço, conta que o estilo musical está entre os mais pedidos “por isso, vamos investir a semana toda no melhor do rock internacional”. Na programação, de quarta a sábado, diversos artistas se apresentam no palco do pub

Na quarta-feira (23), Julia Sykes comanda a noite com músicas pop rock e na quinta-feira (24), a banda Sara in duo traz um repertório de rock clássico. Na sexta-feira (25), o trio formado por Rafa Alves, Jones Cavalante e Willian Baruh apresenta grandes sucessos do rock dos anos 80 e 90 como Like a Virgin, da icônica Madonna, e It must have been love, da dupla Roxette. Já no sábado (26), a banda Monster Jam finaliza a programação da semana com versões de Scorpions, Pink Floyd e Duran Duran.

O bar brasiliense reproduz os tradicionais pubs ingleses e oferece um cardápio variado com comidas típicas da Inglaterra e outros países, feitas com um tempero brasileiro. Há diversas opções de bebidas, incluindo cervejas artesanais, além de um ambiente temático, arejado e acolhedor para reunir os amigos e curtir uma boa música. 

O couvert custa R$20,00 e os shows têm início às 19h30. Às quartas-feiras, o chopp Pilsen de 330 ml sai com 50% de desconto e às quintas a casa oferece rolha free para quem levar sua própria garrafa.

Fundado pelo casal Fernanda e Sérgio Mesquita, o pub surgiu da vontade de unir a paixão por cervejas especiais com a valorização da música ao vivo. “A gente sente o que o nosso público pede, e todos gostam de rock nacional e internacional”, disse Fernanda.

Monster Jam

Serviço

Fim de semana do Rock na London Street Pub

Dia 23/4 (quarta-feira): Julia Sykes – Pop rock

Dia 24/4 (quinta-feira): Sara in duo – Rock clássico 

Dia 25/4 (sexta-feira): Rafa Alves, Jones Cavalante e Wilian Baruh – Rock Internacional Anos 80 e 90

Dia 26/4 (sábado): Monster Jam – Rock

Hora: 19h30

Local: CLN 214, parte de trás do bloco D

Couvert: R$20,00

Inside Out – A cara de Brasília

Babel El Seed

Inédito em Brasília – Depois de ganhar o Prêmio TED, de apoio a projetos globais de grande impacto, em 2011, o artista francês JR lançou o Projeto Inside Out, uma plataforma participativa que ajuda indivíduos e comunidades a transmitirem uma mensagem por meio de retratos em preto e branco em grande escala colados como lambe-lambe em espaços públicos de mais de uma centena de países ao redor do mundo. Nesta quarta-feira, 23 de abril, das 14h às 20h, será a vez de fotografar os brasilienses que quiserem fazer parte do mural interativo com 200 fotos que ficará em exibição até julho de 2025 como parte da mostra “Frequências Urbanas – uma voz única no diálogo coletivo”, na Caixa Cultural Brasília. 

JR exibe livremente nas ruas do mundo, capturando a atenção de todos, incluindo aqueles que não costumam frequentar museus. Sua prática artística torna visíveis os anônimos colando seus retratos no espaço público, desde as favelas brasileiras até as ruas de Nova York e Istambul. Essas instalações feitas na ação em grupo são documentadas e compartilhadas online.Em Brasília, as fotos serão feitas gratuitamente no estacionamento da Caixa Cultural (Setor Bancário Sul), sem agendamento e ficarão expostas na área externa do referido espaço cultural. O mural do Inside Out Project e a exposição “Frequências Urbanas” têm visitação gratuita e reúne artistas nacionais e internacionais que retratam a essência da arte urbana, também conhecida como street art, que se consolidou como uma das principais formas de expressão visual no mundo. É neste contexto de celebração que a mostra reunirá obras de artistas renomados de diversas culturas – brasileira, francesa, congolesa, tunisiana, norte americana – com o objetivo de proporcionar um intercâmbio cultural e artístico de grande impacto ao público. Nomes como: Cripta Djan, Circle, Kouka, Rero, Luísa Pimenta, Kássia Borges, El Seed estão na mostra. Parte desses artistas dividiram um ateliê, o Vilarejo 21, no Altiplano Leste (DF), e produziram obras inéditas que vão fazer parte da mostra.  

SERVIÇO

Fotos: Inside Out Project em Brasília

Quarta, 23/4, das 14h às 20h, no estacionamento da Caixa Cultural Brasília

Frequências Urbanas – Uma voz única no diálogo coletivo

Exposição internacional de arte urbana

CAIXA Cultural Brasília: Setor Bancário Sul – Quadra 4, Lotes 3/4 – Brasília-DF

Abertura: 23/04/2025 às 19h

Temporada: de 24/04 a 20/07/2025

Horário: De terça a domingo, das 9h às 21h

Acessibilidade: A exposição terá como medida de acessibilidade áudio-descrição para todas as obras

Classificação indicativa: Livre

Entrada gratuita

Porão do Rock anuncia novas atração internacional e bandas nacionais; confira o line-up

Velvet Chains 

Festival acontece nos dias 23 e 24 de maio na Arena BRB

O tradicional Porão do Rock revelou mais uma parte do seu aguardado line-up. Entre os nomes confirmados, o grande destaque internacional fica por conta da banda Velvet Chains, dos Estados Unidos. Com um som que mistura hard rock e grunge, o grupo vem conquistando espaço na cena e promete um show enérgico no festival, que acontece nos dias 23 e 24 de maio, na Arena BRB, em Brasília.

Além da atração internacional, a nova leva de anunciados traz veteranos e novos nomes do rock nacional. Entre eles, está o Little Quail & Mad Birds, um dos ícones do rock brasiliense. Também integram a lista as bandas Lupa, Trampa, Bay Side Kings, Adorável Clichê, Cassino Supernova, César Degraff e Guizão, garantindo diversidade de estilos e propostas musicais.

Segundo Gustavo Sá, organizador do evento, a seleção reflete o compromisso do festival em trazer um mix de sonoridades. “O Porão sempre buscou esse equilíbrio entre tradição e novidade. Ter o Velvet Chains no line-up reforça nosso caráter internacional e a conexão com o público que curte rock em alto nível. E, claro, não deixamos de lado a cena nacional, que segue forte e pulsante”, afirma.

Com essas adições, o Porão do Rock 2025 reforça sua tradição de apostar em uma programação que une artistas consolidados e novas promessas da música independente. Mais novidades sobre o festival devem ser divulgadas nas próximas semanas.

Os ingressos já estão disponíveis no site Digital Ingressos, e custam a partir de R$150 (meia-entrada). O Porão do Rock é um dos festivais mais tradicionais do Brasil e segue fortalecendo a cena do rock independente e mainstream. 

Line-up do festival:

23/05 (sexta feira):

Sepultura

Raimundos

CPM 22

Dead Fish

Pense 

Fin Del Mundo

Black Pantera

DFC

Velvet Chains 

Little Quali

Bay Side

24/05 (Sábado)

Stone Temple Pilots

Baianasystem

Terno Rei

Matanza Ritual
Menores Atos

The Monic

Lupa

Trampa

Adorável Clichê

Cassino Supernova 

Cezar Degraf

Guizão

Sobre o Porão do Rock

Com uma trajetória marcada pela valorização da música e cultura, o Porão do Rock se firmou como um dos maiores festivais do Brasil. Desde sua fundação, já recebeu grandes nomes internacionais, como The Hives, Suicidal Tendencies, Muse e agora o Stone Temple Pilots, além de inúmeros artistas que se tornaram referência no cenário musical. Em 2025, o festival reafirma seu compromisso com a inovação e com a nova geração, trazendo o melhor do rock, com uma estrutura moderna e experiências memoráveis.

Serviço:

Data: 23 e 24 de maio de 2025

Local: Estacionamento da Arena BRB – Brasília

Ingressos: Disponíveis no https://poraodorock.digitalingressos.com.br/porao-do-rock-brasilia

Classificação: 18 anos

Ingressos – 1º lote

Pista (1 dia)

• Meia-entrada: R$ 150

• Solidário: R$ 180

• Inteira: R$ 300

Camarote (1 dia)

• Meia-entrada: R$ 250

• Solidário: R$ 300

• Inteira: R$ 500

Passaporte (2 dias)

• Meia-entrada: R$ 250

• Solidário: R$ 300

• Inteira: R$ 500

Passaporte camarote (2 dias)

• Meia-entrada: R$ 450

• Solidário: R$ 540

• Inteira: R$ 900

3º Prêmio WEB do Teatro do DF abre votação popular para escolha dos melhores espetáculos em 11 categorias

A organização do 3º Prêmio WEB do Teatro do DF informa que já está aberta a votação popular para escolher os melhores espetáculos, iniciativas, montagens e ações ligadas às artes cênicas do Distrito Federal realizadas nos anos de 2022, 2023 e 2024. Esta edição recebeu inscrições de mais de 120 projetos e espetáculos que concorrem em 11 categorias. Para votar, o público deve acessar o formulário online e selecionar seus favoritos. O anúncio dos vencedores acontece no dia 7 de maio, às 19h, no Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul.

Os espetáculos e projetos inscritos no 3º Prêmio WEB do Teatro do DF concorrem a prêmios em 11 categorias: Espetáculo Adulto (44 participantes); Espetáculo Infanto-Juvenil (4); Espetáculo Primeira Infância (2); Espetáculo Musical (3); Espetáculo Solo/Monólogo (11); Espetáculo de Rua e Espaço Alternativo (7); Espetáculo de Formas Animadas (Sombras e/ou Bonecos) (3); Montagem Universitária (8); Montagem Livre (Teatro de Escola, Escola de Teatro ou Curso Livre) (4); Espetáculo Local em Circulação Nacional e Internacional (14); e Projetos ou Iniciativas (17). O 3º Prêmio WEB de Teatro do DF é realizado pelo Grupo Tripé e tem o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).

Nesta edição, todos os projetos inscritos integrarão uma publicação coordenada pela professora Fabiana Marroni. A professora conta com um grupo de pesquisa criado pelo Grupo Tripé em parceria com o Instituto de Artes da UnB. A equipe é formada pelos seus co-fundadores Ana Quintas e Gustavo Haeser, além dos pesquisadores Ander Keller, Anna Uchôa, Isadora Lima, Jebs Vicente e Likidah Ferreira, selecionados via convocatória pública.

Sobre o prêmio

Em sua terceira edição, o Prêmio Web de Teatro do DF teve 120 participantes nas edições anteriores, distribuindo mais de 50 premiações. São espetáculos que levaram mais de 100 mil espectadores a teatros e espaços dedicados às artes cênicas e circularam por mais de 50 cidades ao redor do planeta. Além dos prêmios, já ofereceu 11 homenagens a personagens do teatro de Brasília, como Alexandre Ribondi, Hugo Rodas e Iara Pietricovsky.

O projeto Prêmio Web de Teatro do DF nasceu do desejo do Grupo Tripé em colaborar com a memória, a preservação e a valorização da produção cênica e de seus artistas, técnicos e fazedores do Distrito Federal. Além de reconhecer e valorizar os artistas locais de maneira democrática e popular, promover o teatro em ambientes virtuais e incentivar a participação e engajamento do público, o projeto conta com seu aspecto de mapeamento, onde os dados das produções são utilizados para a geração de dados e indicadores sobre a classe artística e seus projetos. Idealizado durante o ano de 2018, foi criado com o intuito de criar novas narrativas acerca do teatro produzido no Distrito Federal e novos entendimentos quanto ao panorama cênico da cidade, gerando assim novas inquietações, questionamentos e crises – terrenos frutíferos para o surgimento de novas ideias que enriqueçam a cadeia cultural, que fortaleçam a classe artística, que a reafirmam como componente de uma economia criativa que deve ser preservada e incentivada.

Foto divulgação

Serviço

Votação aberta para o 3º Prêmio WEB do Teatro do DF

Até | 7 de maio 

Voto online | https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdEX16e5y1iMqoX7BL23wEqQa-fbWbRQdl1V0-g05klnRO9IQ/viewform

Instagram | @grupotripe

Informações | https://www.grupotripe.com/

Contato | emaildotripe@gmail.com

Realização | Grupo Tripé

Patrocínio | Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF)

LINGUAGENS VISUAIS DO MUNDO SE ENCONTRAM NA EXPOSIÇÃO FREQUÊNCIAS URBANAS

Após 10 anos da bem-sucedida mostra ‘Street Art – Um Panorama Urbano‘, a CAIXA Cultural revisita a cena global da arte urbana conectando artistas internacionais e brasileiros em um espaço de intercâmbio e de reflexão, agora com o projeto intitulado ‘Frequências Urbanas – uma voz única no diálogo coletivo’, em exposição de abril a julho de 2025 na CAIXA Cultural Brasília.

Também conhecida como street art, a arte urbana se consolidou como uma das principais formas de expressão visual no mundo. É neste contexto de celebração que a mostra reunirá obras de artistas renomados de diversas culturas – brasileira, francesa, congolesa, tunisiana, norte americana – com o objetivo de proporcionar um intercâmbio cultural e artístico de grande impacto ao público.

“A exposição Frequências Urbanas se posiciona como uma encruzilhada vibrante na qual artistas de diversas origens e com múltiplas raízes se encontram para celebrar a essência da arte urbana. Esse movimento, tanto local quanto global, reflete uma cultura em constante evolução, com cada artista trazendo sua voz única enquanto participa de um diálogo coletivo”, resume RERO, curador e artista da exposição. 

Ele diz que embora ancorados em seu território, os artistas em exposição na mostra inspiram-se em movimentos artísticos globais que permite entender melhor as questões urgentes como as mudanças climáticas, o resgate da ancestralidade e a desigualdade social.

Frequências Urbanas destaca essa dualidade, reunindo obras que refletem particularidades culturais ao mesmo tempo em que exploram temas universais como identidade, resistência e esperança. Ao construir pontes entre tradições locais e tendências contemporâneas, os artistas conseguem estabelecer uma conexão profunda com seu público, promovendo assim um intercâmbio cultural enriquecedor e uma conscientização compartilhada.

A mostra se propõe a renovar a experiência exitosa do projeto ‘Street Art’, quando foram exibidas obras de renome internacional como Banksy e JeF Aerosol, que alcançaram grande sucesso de público e de mídia. 

“Agora, Frequências Urbanas traz novos nomes para expandir o impacto da arte urbana no Brasil, visando ainda o fortalecimento da relação entre artistas estrangeiros e brasileiros e trocas culturais, em especial a relação entre Brasil e França, que celebram neste ano de 2025 uma parceria de promoção cultural entre os dois países’, diz Luiz Prado, curador e produtor da exposição.

A exposição reflete ainda a diversidade cultural de Brasília, cidade ‘com gente de todas as partes do Brasil e do mundo’, no mês em que a capital federal – um dos mais importantes conjuntos urbanísticos-arquitetônicos do País – completa 65 anos de sua inauguração, em 21 de abril.

“Inauguramos a exposição na semana de aniversário da cidade, convidando o público a ser fotografado pelo projeto Inside Out do artista francês JR, participando assim da confecção de um mural de mais de 150 m² que ficará em exposição na CAIXA Cultural mostrando a diversidade, a mistura e as diferenças múltiplas que formaram a população de Brasília”, diz Prado.

A ação do Inside Out está prevista para o dia 23 de abril, antes da abertura da mostra, das 14h às 20h, no estacionamento da CAIXA Cultural, quando os interessados em participar do projeto serão fotografados – em um caminhão-estúdio que estará no local -, para a criação interativa do painel a ser exibido nos muros do entorno do centro cultural.

“Frequências Urbanas não é apenas uma exposição, mas uma manifestação da alma urbana e humana, uma exploração das múltiplas vozes que compõem a paisagem artística atual esteja ela dentro ou fora da galeria”, completa o curador da mostra. Estarão em exibição na exposição Frequências Urbanas as obras dos seguintes artistas e coletivos:

CRIPTA

@criptadjan

Cripta Djan é pixador, artista, ativista e documentarista que tem a pixação como eixo central de sua trajetória nos espaços urbanos. Sua atuação representa e reivindica a figura do pixador nos campos político, acadêmico, artístico e cinematográfico.

Seu trabalho transita entre o desenho e a escrita, a forma e a contra forma, o legível e o ilegível, o certo e o errado. Começou sua história nas ruas de Itapevi, na Grande São Paulo, e hoje tem seu trabalho reconhecido internacionalmente, levando a linguagem da pixaçãopara centros de arte contemporânea ao redor do mundo

CYRCLE

CYRCLE é um coletivo formado pelos artistas americanos David Leavitt e David Torres, de Los Angeles, Califórnia (EUA). Suas obras enfatizam a vida, a dualidade e a condição humana compartilhada com a contemplação estética da forma, tipo de letra e cor.

A dupla trabalha em diversas mídias, desde a investigação da forma até o incentivo à participação, os desafios do CYRCLE e, ao mesmo tempo, abrangem todo o continuum do que é arte.

KOUKA

@kouka_ntadi

Pintor franco-congolês, Kouka Ntadi é nascido em Paris, em 1981, neto do pintor expressionista Francis Gruber. O artista confronta suas origens, tanto em suas telas quanto na rua. Explorando diferentes formas de retrato, ele desenvolve seus temas de pesquisa em torno da essência do Homem e da identidade.

Sua pintura brinca com os códigos do grafite para melhor tocar o cerne da pesquisa sobre o estatuto da imagem. Desde seus famosos “Guerreiros Bantu”, sua primeira marca urbana, ele tem nos lembrado constantemente que o espaço público, assim como o mundo, não pertence a ninguém.

RERO

@rerostudio

Na intersecção de práticas urbanas, land art e criação conceitual inspirada por Duchamp, Debord e, claro, Roland Barthes, Rero questiona a retórica da imagem e sua “cadeia flutuante de significados”. 

As obras de arte intrigantes e luminosas do artista, infundidas com um senso moderno e transgressivo de poesia, suas instalações inovadoras e descomunais se espalharam pelo mundo. Para Rero, “a arte é um sistema de alarme que busca despertar o músculo atrofiado da sensibilidade coletiva”, escreveu o crítico de arte Achille Bonito Oliva.

LUÍSA PIMENTA

@luisa_pimenta

Artista carioca de 18 anos, Luísa Pimenta é um jovem talento e grande promessa do cenário artístico atual. Ela se nutriu da efervescência da cena do grafiti de rua nos EUA, transformando todas as influências e pluralidades da arte urbana norte-americana em traços marcantes que se misturam com suas raízes brasileiras.

Suas obras são uma verdadeira janela para sua alma. Com expressões viscerais, traços firmes e impactantes, Luísa compartilha seus afetos e percepções do mundo de forma autêntica e repleta de sensibilidade, se comunicando com o espectador de forma intensa e tocante.

KASSIA BORGES

@kassiaborgess

Kássia Borges Karajá é artista visual, pesquisadora, professora e curadora. Pesquisa principalmente questões em torno da mulher e da ancestralidade. Partindo dos conhecimentos da tradicional cerâmica Karajá, se debruça, sobretudo, no barro para suas criações contemporâneas. 

Além de sua investigação em cerâmica, é membro também do coletivo MAHKU (Movimento dos artistas Huni Kuin), destaque na 60ª edição da Bienal de Veneza, com participação em salões e exposições em instituições nacionais e internacionais. 

EL SEED

@elseed

EL Seed é um artista que combina pintura e escultura para criar uma linguagem visual única, inspirada na tradição da caligrafia e na pulsação da arte urbana. Seu trabalho se destaca por camadas intrincadas de cores, símbolos e letras, que expressam mensagens universais sobre coexistência, paz e liberdade.

A identidade, a herança cultural e o desejo humano por conexão e pertencimento são temas que atravessam sua obra. Por meio de sua arte, EL Seed dá visibilidade às comunidades com as quais se relaciona, utilizando a linguagem como ponte para o diálogo e a construção de um senso de coletividade.

INSIDE OUT PROJECT – JR

@insideoutproject @jr

Depois de ganhar o Prêmio TED, em 2011, o artista francês JR lançou o Projeto Inside Out, em exibição na mostra. O artista criou uma plataforma participativa que ajuda indivíduos e comunidades a transmitirem uma mensagem por meio de retratos em preto e branco em grande escala colados como lambe-lambe em espaços públicos. 

JR exibe livremente nas ruas do mundo, capturando a atenção de todos, incluindo aqueles que não costumam frequentar museus. Sua prática artística torna visíveis os anônimos colando seus retratos no espaço público, desde as favelas brasileiras até as ruas de Nova York e Istambul. Essas instalações feitas na ação em grupo são documentadas e compartilhadas online.


Mostra na Caixa Cultural Brasília apresenta exposição com artistas nacionais e internacionais que retratam e celebram a essência da arte urbana

SERVIÇO

Frequências Urbanas – Uma voz única no diálogo coletivo

Exposição internacional de arte urbana

CAIXA     Cultural Brasília: Setor Bancário Sul – Quadra 4, Lotes 3/4 – Brasília-DF

Abertura: 23/04/2025 às 19h

Temporada: de 24/04 a 20/07/2025

Horário: De terça a domingo, das 9h às 21h

Acessibilidade: A exposição terá como medida de acessibilidade áudio-descrição para todas as obras

Classificação indicativa: Livre

Entrada gratuita

Capital Moto Week celebra 65 anos de Brasília como a capital da moto e do rock

Conexão histórica entre o festival e a cidade se revela no maior passeio motociclístico a céu aberto do mundo, que acontece anualmente no último dia do CMW

Brasília, a jovem capital do país, comemora 65 anos nesta segunda-feira (21), reafirmando sua grandiosidade e modernidade. Você pode se perguntar o que este “quadradinho”, no centro do mapa tem em comum, além do nome, com o Capital Moto Week, o maior festival de motos e rocks da América Latina? Prepare-se porque a resposta pode te surpreender!

Com seus traços ousados, que desenham no cerrado um cenário futurista e icônico, Brasília é símbolo da inovação e do espírito visionário do país. Qualquer semelhança com o DNA do CMW não é coincidência! O festival nasceu há mais de 20 anos, na vanguarda do segmento, para celebrar a conexão entre culturas, países e gerações em torno da paixão pelas motos e pelo rock. A Cidade da Moto, construída com suas curvas e retas em um complexo de 320 mil m², já recebeu mais de 7 milhões de visitantes e artistas de todo o mundo em busca de experiências recheadas de liberdade, emoção e aventura.

“A cidade está sempre de braços abertos para o nosso público, que vem de diversos estados e países e tem a oportunidade de conhecer Brasília sob uma ótica diferente: sob duas rodas. O CMW também tem esta função, ajudar a formar novos olhares sobre nossa Capital e ajudar a colocar Brasília entre os grandes eventos e centros de entretenimento do país”, afirma Pedro Franco, CEO do Capital Moto Week.

Neste ano, a expectativa é receber, de 24 de julho a 2 de agosto, mais de 800 mil pessoas, 300 mil motos e 1.800 motoclubes. Entre roncos de motores e muito rock-and-roll, o público do festival aproveita a estadia para apreciar os projetos visionários de Oscar Niemeyer e Lúcio Costa, ícones da arquitetura e da modernidade. Para se ter ideia do impacto positivo, o CMW movimenta mais de R$ 62 milhões no turismo, gastronomia e hotelaria da região, além de gerar 17 mil postos de trabalho diretos e indiretos.

A conexão entre o festival e a Capital também se reflete no maior passeio motociclístico a céu aberto do mundo, que acontece anualmente no último dia do evento. Em 2024, 42 mil motociclistas percorreram 60 km pelas avenidas icônicas da cidade, sentindo o espírito de liberdade e o vento no rosto. A jornada sobre duas rodas começa na Cidade da Moto, passa pelo Eixão Norte e entra no Eixo Monumental, revelando alguns dos principais cartões postais do país: o Congresso Nacional, Palácio do Planalto, Catedral Metropolitana, conhecida por suas colunas curvas e vitrais deslumbrantes, e o Museu Nacional.

O comboio atravessa a Ponte JK, única brasileira na lista das “27 pontes mais bonitas do mundo”, até o Jardim Botânico, que oferece trilhas ecológicas, jardins temáticos e contato com a flora do Cerrado. “O passeio é uma tradição, um marco para o Capital Moto Week e para Brasília. É um verdadeiro convite para o público explorar os traços e as belezas do planalto central, sempre com responsabilidade, consciência e segurança”, ressalta Franco.

São 10 dias de programação, com mais de 100 shows, com cinco palcos temáticos, estandes de marcas nacionais e internacionais, lojas, restaurantes, cinema a céu aberto, e muito mais. Tudo projetado para promover um festival Lixo Zero e oferecer a melhor experiência para os visitantes, com inclusão e acessibilidade. Com mistura de motos e rock ‘n’ roll, o Capital Moto Week é uma homenagem viva à cultura motociclística e à cidade que o acolhe com tanto estilo. Entre conquistas e transformações, a cidade e o CMW reafirmam suas vocações para o novo, para a liberdade e para a conexão entre passado, presente e futuro.

Sobre o Capital Moto Week 2025
De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

Foto divulgação

SERVIÇO
Capital Moto Week 2025
Data: 24 de julho a 02 de agosto de 2025
Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF
Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek
Imprensa: (61) 99987-9915 | (61) 8112-2757 | (61) 8427-2785
Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br

Buraco do Jazz 2025

Neste mês de abril o Buraco do Jazz completa 9 anos de BSB, com 275 edições já realizadas

Nos dias 24 e 25 de Abril das 18h as 00h o Buraco bota pra arregaçar de novo, comemorando o aniversario de BSB e o tão desejado retorno às atividades com o fim do período das chuvas.

O parceiro Centro Cultural 3 Poderes está de gramado aberto ao público com o tapete vermelho para a chegada de todos

Já foi colocado CAL e ADUBO NPK  desde o começo das chuvas para o preparo do gramado muito amado pelas cangas e assim, assistir e curtir as bandas fazendo aquele show. Como sempre vocês fazem parte da nossa história, para na próxima quinta a banda MOLINAS trará muito som do clássico ao contemporâneo

Na espontaneidade de um encontro de amigos, a Molinas surgiu como na melhor tradição do blues e jazz: de improviso, semensaio e ao vivo diante do público, no BsBlues de 2019. Agora fazendo a abertura das atividades no buraco do jazz 2025 com os músicos que tiram os melhores acordes de cada instrumento, com a nossa vocalista Nina Molina.

No dia 25 Sexta-feira vem com um blues de primeira categocia, com a Banda Procurados Blues Band. Há 15 anos, a Procurados Blues Band tem presença cativa nos palcos de pubs, festivais e eventos do circuito cultural nacional. Víctor Abreu (guitarra e voz), Luiz Rubim (baixo e voz) e Túlio Lima (bateria) viajam por releituras de canções que marcaram época, e que não podem faltar quando o assunto é blues, soul e derivados. Ao longo dos anos o grupo tem se apresentado em casas renomadas e em importantes eventos pelo país. O repertório autêntico e cheio de identidade faz da Procurados uma grata surpresa aos amantes da boa música por onde passa.

Serviço: Buraco do Jazz

Quando? Quinta e sexta

Onde? No Gramado da Bandeira Nacional

Que hora? Das 18h as 00h

O que tem? vinhos/drinks/chopp artesanal/gins/whisky expositores e praça de alimentação com os Food Trucks

Terceiro dia de shows na Esplanada encerra celebrações pelos 65 anos de Brasília

O último dia de festa do aniversário da cidade ficou marcado pela animação do público que lotou a área central; a expectativa é de que nos três dias o evento tenha reunido 1 milhão de pessoas


A dupla Zé Neto & Cristiano foi uma das atrações mais esperadas da noite | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília

As comemorações pelos 65 anos de Brasília chegaram ao fim nesta segunda-feira (21), com uma noite embalada pelos shows que reuniram milhares de pessoas na Esplanada dos Ministérios. No dia oficial do aniversário da cidade, o público vibrou ao som do pagode brasiliense do grupo Menos É Mais e do sertanejo da dupla Zé Neto & Cristiano. As apresentações coroaram o encerramento da programação festiva promovida pelo Governo do Distrito Federal (GDF).

O último dia ainda contou com show de drones reproduzindo os principais símbolos da capital, como a Catedral Metropolitana, a Arena BRB Mané Garrincha e a Torre de TV.

Com o tema “O melhor tempo é agora”, as ações de festividade oficiais começaram na quinta-feira (17) com os programas Vai de Graça e Lazer Para Todos – que garantiram mais de 2,8 milhões de usuários no transporte público e mais de 48 mil visitantes no Jardim Botânico e Zoológico -, e se estendeu ao longo de cinco dias, incluindo atrações culturais no Cine Brasília, no Teatro Nacional e no Museu Nacional da República, eventos religiosos como a Via-Sacra no Morro da Capelinha e a Missa de Ação de Graças, além de festivais gastronômicos e maratona.

“Foram três dias de festa [na Esplanada], sem nenhuma ocorrência grave. Então é realmente uma honra fazer parte desse momento, celebrar uma cidade que virou a chave no desenvolvimento na parte social e com grandes obras. Celebrar tudo isso com esse povo que construiu a história do Distrito Federal traz uma sensação de pertencimento”, defendeu a vice-governadora, Celina Leão.

Segundo o secretário de Turismo, Cristiano Araújo, a festa reuniu 650 mil pessoas nos dois primeiros dias e a expectativa é que com o público desta segunda-feira o número chegue a 1 milhão.

“Foi um aniversário diferente, extraordinário, porque a gente conseguiu botar Brasília no calendário nacional de eventos. Conseguimos ver os hotéis, bares e restaurantes cheios. Conseguimos o objetivo de implementar o turismo e fazer disso uma atividade econômica, de geração de renda. Foi muito positivo”, classificou Araújo.

O secretário-executivo de Segurança Pública do DF, Alexandre Patury, destacou que, mesmo com grande público, o evento foi bastante seguro em função do policiamento reforçado com policiais distribuídos em toda a Esplanada e com áreas de revista, evitando a entrada de itens proibidos. “Nós não tivemos nenhuma ocorrência grave, mesmo passando essa quantidade enorme de pessoas. Então diria que foi uma das maiores e mais seguras festas de todos os tempos”, avaliou.

Festa plural

A primeira atração principal da noite foi o grupo Menos É Mais. Nascido em Brasília e alçado ao sucesso nacional com o projeto Churrasquinho, o grupo fez uma apresentação repleta de emoção e orgulho por voltar à terra natal. Durante duas horas, o grupo embalou o público com clássicos do samba e do pagode, além de sucessos autorais como Coração Partido, Lapada Dela e Aquele Lugar.

Fã do Menos É Mais, a diarista Suene Conceição Pantoja, 32 anos, compareceu para conferir pela primeira vez a apresentação do grupo. “Achei muito bom. Eu vim de ônibus sem gastar nada. É muito legal uma festa assim para a gente se divertir”, disse a paraense que mora há dois anos no Itapoã. “Aqui é um lugar que tem trabalho para todas as pessoas e que recebe a gente de fora muito bem”.

Em seguida, o ritmo mudou. A dupla Bruno Cesar & Rodrigo aqueceu o palco para a chegada dos sertanejos Zé Neto & Cristiano, responsáveis pelo grande encerramento da noite. A dupla presenteou os fãs com sucessos já consagrados.

Festa desde cedo

As celebrações começaram logo cedo. Das 8h30 às 10h30, uma área exclusiva recebeu atrações esportivas e musicais voltadas especialmente para o público idoso integrante do projeto Viver 60+. Às 11h, o cantor gospel Eli Soares emocionou fiéis durante clamor evangélico em bênçãos ao DF. Já à tarde, os shows das bandas Doze Por Oito e BenzaDeus e dos cantores Adriana Samartini e Leon Correia deram o tom da festa que tomaria conta da Esplanada.

Nos dias anteriores, a programação também foi intensa. Na sexta-feira (19), Wesley Safadão e Léo Santana comandaram o palco com muito forró, piseiro, axé e pagode baiano. No sábado (20), artistas nordestinos como Fagner, o projeto O Grande Encontro e Mari Fernandez encantaram o público.

A estudante Esther Mateus Dias, 19 anos, gostou tanto da estrutura e das atrações que compareceu nos três dias. “A estrutura está bem ampla, não está tumultuada, está tudo muito organizado. E os shows também, porque a gente tem uma visibilidade muito boa dos artistas. Eles estão diretamente com a gente”, comentou.

Além das atrações musicais, o aniversário de Brasília contou com uma estrutura de lazer completa. O público pôde aproveitar tirolesa, roda-gigante, áreas dedicadas às crianças e aos pets, exposições culturais e uma ampla praça de alimentação. A organização do evento ficou por conta do Instituto Eleva, com apoio da Secretaria de Turismo do DF (Setur-DF). Ao todo, foram investidos R$ 15 milhões para a realização da festa.

Celebração para a família

A estrutura ampla e segura atraiu muitas famílias à área central. A dona de casa Hadassa Naysa, 28 anos, foi de Ceilândia com as filhas, a irmã, a mãe e o pai. “É um espaço que dá para aproveitar quem vem sozinho e também quem vem com a família toda, porque a gente vê que tem bastante segurança, banheiros e área que dá para brincar com as crianças. Está bem organizado”, destacou.

A contadora Patrícia Lima, 40 anos, reuniu 20 amigos para curtir a programação do aniversário da cidade e gostou do que viu. “Estou achando maravilhoso. Tudo organizado e muito aconchegante. A estrutura é digna de show, com segurança, revista, tudo muito seguro”, afirmou. “Estamos aqui umas 20 pessoas de vários lugares. Ninguém gastou nada para estar aqui. Todo mundo deixou o carro em casa e veio de ônibus”, completou.

O rodoviário Nadir Carreiro dos Santos, 42 anos, foi até o aniversário de Brasília pelo pagode do Menos É Mais. “Vim me divertir com a minha filha e com a minha esposa, trazer a família para ver um pagode”, revelou. “Estou achando muito seguro e legal, porque o lazer da população é sempre importante”, acrescentou.

Fé, união e espetáculo emocionam mais de 10 mil pessoas na Via-Sacra do Paranoá 2025

Encenação reuniu moradores de todas as crenças, mobilizou 400 voluntários e fortaleceu laços comunitários e economia local

Com encenação teatral a céu aberto, a Via Sacra do Paranoá 2025 levou o público a reviver os últimos passos de Jesus Cristo. A tradicional apresentação percorreu cenas marcantes da Paixão, morte e ressurreição, unindo elementos cênicos, iluminação dramática e a participação voluntária de moradores da região, divulgação Via-Sacra Paranoá

Com cenas comoventes, multidão emocionada e um grande mutirão de fé e voluntariado, a 48ª edição da Via-Sacra ao Vivo do Paranoá transformou as ruas do Distrito Federal em um grande palco de espiritualidade nesta Sexta-Feira Santa (18/4). Realizada desde 1977, a maior encenação de rua do DF voltou a atrair uma multidão — segundo estimativas da organização, mais de 10 mil pessoas acompanharam a representação dos últimos passos de Jesus Cristo até sua ressurreição.

O evento começou com a tradicional missa de Adoração da Cruz, celebrada na Paróquia Santa Maria dos Pobres, no Paranoá, pelo padre espanhol Miguel, que há seis anos atua na comunidade. Em suas palavras:

“A Via-Sacra do Paranoá nasceu da fé do povo e segue viva até hoje. É uma oportunidade para que todos, inclusive quem pouco frequenta a igreja, volte seus olhos para o sofrimento de Cristo e busque viver mais conforme a vontade de Deus. Aqui, a religiosidade popular se manifesta de forma fantástica.”

A encenação percorreu 2,5 km entre a CAESB e a Paróquia, com 160 atores e mais de 400 profissionais e voluntários envolvidos na produção, iluminação, som e estrutura. Tudo preparado com meses de antecedência — com amor, fé e suor da comunidade local. Entre eles, o casal Pedro Henrique e Ana Luísa, voluntários há mais de duas décadas. Pedro hoje coordena a equipe de voluntários:

“A experiência de coordenar é um desafio, mas também um consolo. Deus capacita os escolhidos. A preparação é intensa, especialmente nos últimos quatro meses. Mas é a fé que nos move. Caminhar com Jesus, levar nossas cruzes e crer na ressurreição é o que nos fortalece.”

Na equipe de bastidores, Maria Edna cuida, desde 2013, do figurino de mais de 160 personagens:

“Trabalho com cerca de 300 kg de roupas. É cansativo, mas gratificante. Me emociono a cada ano quando vejo todos prontos, vestindo a paróquia. Quando penso em desistir, lembro que está chegando e sigo firme.”

Outro pilar do evento é José Domingos Lopes, há 17 anos responsável pela cenografia de quase 1 tonelada. Ele começa a construção cerca de três meses antes. A cada edição, a cena da ressurreição é diferente:

“Este ano me inspirei na parte interna da igreja. O que me motiva? A fé. Ao final do evento, sinto o dever cumprido.”

A comunidade abraça o evento. Famílias inteiras acompanham cada passo. Caso da professora Kelly Christina, moradora do Paranoá desde a infância:

“Venho desde pequena. É um ato de gratidão. Trago meus filhos para que cresçam na fé como eu cresci.”

O tom ecumênico também marcou presença. A empresária evangélica Jéssica Pulgas, ao lado do marido e do filho de quatro anos, acompanhou o evento pela primeira vez:

“Vim pelo meu filho, que pediu para ver Jesus. Sou evangélica, mas achei tudo lindo. Está tudo certo até agora.”

A produção teve a coordeção geral assinada por Diarly Lacerda, das Obras Sociais da Arquidiocese de Brasília (OASSAB), com apoio das pastorais da paróquia. Diarly destaca que o evento envolve todo o comércio local, movimentando mais de R$ 350 mil na economia do Paranoá, entre contratações de luz, som e fornecedores da própria cidade:

“Até os cabelos do ator que interpreta Jesus Cristo são cuidados por um salão voluntário da região. É um evento que gera cultura, espiritualidade e renda.”

A Via-Sacra contou também com o apoio do termo de fomento executado pela Secretaria de Cultura e da emenda parlamentar do deputado João Cardoso, presidente da Frente Parlamentar Católica da CLDF.

O momento de maior comoção foi a ressurreição, apresentada em um altar com três níveis e quatro passagens da vida de Jesus. A primeira retratando o Jesus menino com sua mãe e José, como na imagem da Sagrada Família. Seguida pelo encontro de Jesus com Maria durante a via dolorosa. A terceira cena remetia a famosa escultura da Pietà, onde Maria tem seu filho morto nos braços. E por fim, no terceiro e último nível surge Cristo glorioso e ressuscitado, iluminado por lasers, fogos de artifício e uma chuva de papel picado ao som da canção “Cheiro de Rosas”, interpretada ao vivo. A cena foi precedida por uma apresentação de dança de crianças vestidas de anjinhos, emocionando o público.

Ao final, padre Miguel desejou um bom retorno a todos, encerrando uma noite marcada por emoção, espiritualidade e união comunitária. A Via-Sacra do Paranoá mais uma vez mostrou que, quando a fé move um povo, nada é impossível.

Sobre a Via-Sacra do Paranoá
Criada em 1977, a Via-Sacra ao Vivo do Paranoá é a maior encenação de rua do DF, realizada por moradores e voluntários da Paróquia Santa Maria dos Pobres. Com mais de 500 envolvidos na produção, é parte do calendário oficial de eventos do DF desde 2005 (Lei nº 3.538/2005) e representa um forte elo entre cultura popular, fé cristã e pertencimento comunitário.

A encenação envolve atualmente mais de 500 voluntários — entre atores, figurantes e equipe técnica — e atrai milhares de fiéis todos os anos durante a Semana Santa. Com um percurso de 2,5 km pelas principais ruas do Paranoá, o espetáculo é realizado em espaço aberto e combina arte, fé e comunhão. Mais do que uma representação da Paixão de Cristo, o evento é um testemunho vivo da força da fé coletiva, da solidariedade e da cultura construída pelo povo do Paranoá.