Categoria: Educação

Ateliê Jatobá Nascente é inaugurado em Goiânia como espaço coletivo de criação, moradia e formação artística

Foto divulgação

Iniciativa reúne artistas de diferentes estados e propõe modelo autogerido que fortalece autonomia e expansão do circuito de artes visuais no Centro-Oeste, no último dia 15 de maio 

Em um cenário em que a criação artística tem buscado cada vez mais caminhos coletivos, autônomos e enraizados em diferentes territórios do país, iniciativas que articulam produção, formação e modos de vida ganham força como alternativas ao circuito tradicional das artes visuais. É nesse contexto que surge o Ateliê Jatobá Nascente, um espaço que se constrói não apenas como lugar de trabalho, mas como prática contínua de partilha, permanência e invenção coletiva.

No dia 15 de maio de 2026, a Associação Jatobá Nascente realizou a inauguração do Ateliê Jatobá Nascente, em Goiânia (GO), localizado na Rua Guaranis, Quadra P, lote 12, no bairro Loteamento Shangry-lá. O novo espaço reúne seis artistas visuais: Abraão Veloso, Lucélia Maciel, Genor Saler, Tor Teixeira, William Maia e Xica, oriundos do Sertão Negro Ateliê e Escola de Artes, instituição que tem se destacado no cenário nacional e internacional por valorizar saberes tradicionais, a partilha e a profissionalização de artistas.

O coletivo reuniu trajetórias de Minas Gerais, Bahia, Tocantins, Goiás e Rio de Janeiro, refletindo uma diversidade de experiências que se encontram na construção de um espaço comum. A criação do ateliê parte de um projeto independente idealizado e apoiado pelo artista visual Dalton Paula, a partir da compreensão de que espaços generosos de criação são fundamentais para o desenvolvimento de trajetórias artísticas e para o fortalecimento de contribuições coletivas no campo das artes visuais.

O projeto se estrutura por meio de um sistema de dez cotas adquiridas por colecionadores apoiadores, que serão contemplados com obras dos artistas ao longo de até cinco anos. Esse modelo busca fortalecer a emancipação financeira dos artistas, viabilizar a construção de moradia para os seis integrantes e consolidar o espaço como um núcleo de arte-educação. Ao articular ateliê, moradia e formação, a iniciativa propõe um modelo autogerido ainda raro no circuito artístico brasileiro, mas com potencial de expansão para outros territórios.

“O Ateliê Jatobá Nascente nasce como um espaço de continuidade dos nossos processos, onde a criação acontece de forma compartilhada e comprometida com o fortalecimento coletivo. Mais do que produzir, queremos construir um território de troca, formação e autonomia, que dialogue com a comunidade e amplie as possibilidades de existência para artistas em diferentes contextos”, afirmam os artistas do coletivo.

Programação e construção de comunidade
A inauguração oficial aconteceeu dia 15 de maio, onde o público pode visitar o espaço a partir das 14h, em um ateliê aberto com entrada gratuita. A ocasião permitirá conhecer obras e processos em gravura, pintura, escultura, tapeçaria e outras técnicas desenvolvidas pelos artistas.

O nome do espaço carrega uma dimensão simbólica importante. A referência ao jatobá evoca durabilidade, ancestralidade, fertilidade, proteção e abundância, enquanto “Nascente” aponta para o caráter de projeto-piloto que brota a partir das experiências do Sertão Negro, impulsionado pelo desejo de crescimento e expansão.

Desde novembro de 2025, os artistas já ocupam, compartilham e estruturam as atividades no espaço. Entre as ações em andamento, estão aulas de gravura ministradas pelos educadores Xica e Augusto César, em parceria com o Sertão Negro, com apoio da Funarte. Futuramente, outras atividades serão ofertadas, como oficinas e contações de histórias, ampliando o diálogo com a comunidade.

O ateliê também abriga os encontros do coletivo Batalhão das Gravadeiras, fundado por Xica, reunindo as artistas Anuã Anuá Aucê, Hortência Eduarda e Dara, com apadrinhamento de Lucélia Maciel e Eneida Sanches.

Como projeto oriundo do Sertão Negro, o Ateliê Jatobá Nascente se consolida como uma iniciativa de expansão do circuito artístico no Centro-Oeste, tendo como fundamento a autonomia, a produção artística e a construção de comunidade.

SERVIÇO

Inauguração Ateliê Jatobá Nascente
Data: 15 de maio de 2026.
Horário: Das 14h às 20h
Local: Rua Guaranis, Quadra P, lote 12, Goiânia (GO).
Entrada gratuita.

Doenças respiratórias aumentam no frio: especialista explica causas, sintomas e como se proteger

Foto Pexels

Professor de Medicina do CEUB orienta sobre prevenção, sinais de alerta e erros comuns no tratamento durante o período seco

Com a chegada do frio e do tempo seco, cresce o número de casos de gripe, rinite, sinusite e bronquite em todo o país. De acordo com o infectologista pediátrico e professor de Medicina do CEUB, Alexandre Paz Ferreira, esse aumento está diretamente ligado a fatores ambientais e comportamentais típicos dessa época do ano.

“No frio, as pessoas tendem a permanecer mais em ambientes fechados e pouco ventilados, o que facilita a transmissão de vírus respiratórios. Além disso, as baixas temperaturas favorecem a sobrevivência desses vírus no ambiente. Já o tempo seco prejudica os mecanismos naturais de defesa das vias respiratórias, dificultando a eliminação de secreções”, explica.

Como diferenciar gripe, rinite, sinusite e bronquite
Embora essas doenças compartilhem sintomas como tosse e secreção, existem sinais que ajudam a distingui-las:

  • Gripe e rinite: espirros frequentes, coriza, coceira no nariz; a gripe costuma durar cerca de uma semana
  • Sinusite: dor de cabeça, secreção amarelada ou esverdeada e sintomas prolongados (mais de 7 dias)
  • Bronquite: principal característica é a falta de ar, que pode ocorrer mesmo em repouso nos casos mais graves

Grupos mais vulneráveis
Crianças menores de 5 anos, idosos, fumantes, pessoas com doenças respiratórias crônicas (como asma e enfisema) e indivíduos com imunidade comprometida estão entre os mais suscetíveis a complicações. O médico reforça que crianças pequenas exigem atenção especial. Máscaras não devem ser usadas por menores de 2 anos, devido ao risco de sufocamento. Em caso de sintomas, o ideal é afastá-las temporariamente de ambientes coletivos, como creches. Manter a vacinação em dia e o acompanhamento pediátrico é essencial.

Quando procurar atendimento médico?
Alguns sinais indicam a necessidade de avaliação médica imediata como falta de ar ou dificuldade para respirar, febre alta persistente por mais de 48 horas, dificuldade para ingerir líquidos, vômitos frequentes, manchas avermelhadas ou arroxeadas na pele.

Automedicação é um dos principais erros
Segundo Alexandre, um dos erros mais comuns é o uso indiscriminado de medicamentos. “A maioria desses quadros é viral e autolimitada, ou seja, melhora sozinha. O uso excessivo de remédios pode trazer efeitos colaterais sem benefício real”, alerta o professor de Medicina do CEUB. O uso de antibióticos, por exemplo, só é indicado em casos específicos, como algumas sinusites bacterianas. Já analgésicos e lavagem nasal com soro fisiológico ajudam no alívio dos sintomas. Xaropes e descongestionantes devem ser usados com cautela e orientação médica.

Vacina da gripe é aliada importante
A vacina contra a gripe protege contra o vírus influenza, responsável por quadros mais graves e complicações como pneumonia. “Mesmo que não evite todos os tipos de gripe, ela reduz significativamente o risco de formas graves”, destaca o médico. A imunização é indicada a partir dos 6 meses de idade. No SUS, é oferecida gratuitamente para grupos prioritários, como crianças pequenas, idosos, gestantes, profissionais de saúde e pessoas com comorbidades.

Checklist: 5 cuidados essenciais no período seco

  • Higienizar as mãos com frequência
  • Usar máscara em caso de sintomas ou risco aumentado
  • Manter ambientes ventilados
  • Manter a vacinação atualizada
  • Cuidar da saúde geral: boa alimentação, sono de qualidade, atividade física e evitar o tabagismo

Copa Brasília de Ginástica em contagem regressiva com Arthur Zanetti e Ana Luísa Neiva

Foto divulgação

Considerado um dos maiores eventos ginástica do Brasil, o encontro acontece nos dias 23 e 24 de maio, no Colégio Marista, com expectativa de reunir de 15 a 20 mil pessoas, com entrada gratuita mediante ingresso no Sympla

A Copa Brasília de Ginástica 2026 chega à reta final de preparação com nomes de peso confirmados, expectativa de grande público e clima de celebração para a comunidade esportiva. O evento será realizado nos dias 23 e 24 de maio, no Colégio Marista, na 609 Sul, em Brasília, e deve reunir entre 15 e 20 mil pessoas ao longo dos dois dias, entre atletas, técnicos, famílias, torcedores e admiradores das modalidades de ginástica.

Promovida pela Federação Brasiliense de Ginástica (FBG), a Copa Brasília chega à sua 41ª edição consolidada como uma das maiores vitrines da ginástica no país e como um dos principais eventos de iniciação e massificação da modalidade, reunindo atletas de diferentes níveis, entidades, técnicos e famílias em torno da formação esportiva. Uma das maiores iniciativas do segmento na América Latina, a edição 2026 terá, além das apresentações de diferentes modalidades, a presença de convidados especiais como o medalhista olímpico Arthur Zanetti e a ginasta Ana Luísa Neiva, brasiliense que hoje representa o Brasil em competições nacionais e internacionais.

Zanetti é um dos maiores nomes da história da ginástica artística brasileira. Especialista nas argolas, foi campeão olímpico em Londres 2012, medalhista de prata nos Jogos Olímpicos Rio 2016, campeão mundial em 2013 e vice-campeão mundial em 2011, 2014 e 2018. Sua presença reforça o caráter inspirador da Copa, especialmente para crianças e jovens atletas que encontram no evento uma oportunidade de contato direto com grandes referências do esporte.

A edição deste ano também valoriza uma “Prata da Casa”. Natural de Brasília, Ana Luísa Neiva construiu sua trajetória na ginástica rítmica desde a infância e se tornou um dos nomes de destaque da elite brasileira. A atleta já integrou a Seleção Brasileira e representou o país em competições internacionais, simbolizando o potencial da formação esportiva no Distrito Federal e a força da ginástica brasiliense no cenário nacional.

Para a organização, a presença de atletas consagrados e de talentos formados em Brasília amplia o significado da Copa. Mais do que um evento esportivo, a iniciativa se tornou um espaço de encontro entre gerações, incentivo à base e fortalecimento da modalidade.

“A Copa Brasília é uma grande celebração da ginástica. Ela reúne famílias, entidades, técnicos, atletas iniciantes e nomes que já representam o Brasil em alto nível. Ter o Arthur Zanetti conosco e poder destacar uma atleta como a Ana Luísa, que hoje possui projeção nacional, mostra a força desse movimento”, pontua a organização do evento.

Entrada gratuita com retirada de ingresso

Neste ano, com objetivo de garantir a melhor organização no acesso do público ao ginásio, os interessados devem retirar previamente o ingresso pela plataforma Sympla em www.sympla.com.br/evento/copa-brasilia-de-ginastica-2026/3399645. A entrada é gratuita e a medida vale para todos: familiares, convidados e público em geral.

Serviço: Copa Brasília de Ginástica 2026
Data: 23 e 24 de maio de 2026

Horário: 7h30 (abertura dos portões para o público), 8h (início das apresentações), 19h30 (encerramento) – nos dois dias

Local: Colégio Marista, 609 Sul, Brasília

Entrada gratuita: pelo Sympla: https://www.sympla.com.br/evento/copa-brasilia-de-ginastica-2026/3399645

Informações: Instagram @fbginastica.df

Rolê Cultural Educativo do CCBB Brasília celebra a 24ª Semana Nacional de Museus com visitas mediadas, acessibilidade e cartografias afetivas

Rolê no Jogo Coleção de Arte BB | Foto: Tati Reis

De 18 a 24 de maio, programação dialoga com o tema “Museus unindo um mundo dividido”, proposto pelo Ibram, a partir de atividades como o Rolê na Exposição, o Rolê com LIBRAS e o Rolê Territórios e Afetos.

Entre 18 e 24 de maio, acontece a 24ª Semana Nacional de Museus, coordenada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), com o tema “Museus unindo um mundo dividido”. A proposta de refletir sobre o papel das instituições museológicas como espaços de escuta e aproximação se conecta diretamente ao trabalho do Rolê Cultural Educativo do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília), que aproveita a data para evidenciar atividades da sua programação regular alinhadas ao tema. A entrada é gratuita e os ingressos podem ser retirados pelo site bb.com.br/cultura ou presencialmente na bilheteria do CCBB Brasília.

Rolê na Exposição, por exemplo, propõe visitas mediadas em que o grupo não apenas observa as obras, mas se coloca em roda para interpretá-las coletivamente, transformando diferenças de olhar em matéria de troca. Os agendamentos para grupos escolares, universitários e instituições são realizados pela plataforma Mediato Conecta conecta.mediato.art.br. A atividade acontece de terça a sexta, às 9h, 10h, 14h, 15h e 19h, e aos sábados às 9h, com capacidade para 44 pessoas por horário (ou 88, nos horários duplos de 9h e 15h). Há, também, a possibilidade de transporte gratuito para instituições públicas.

Para quem chega sem agendamento prévio, o Rolê Espontâneo oferece uma porta de entrada aberta: sai de hora em hora, das 10h às 19h, de terça a domingo, e conduz o público por conversas e atividades interativas adaptadas a cada faixa etária. É uma forma de fazer do museu um território de encontro a partir das exposições em cartaz.

Para quem gosta de jogar, o Rolê no Jogo Coleção de Arte BB é uma boa pedida. Desenvolvido pelo programa educativo Rolê Cultural a partir da Coleção de Arte Banco do Brasil (acervo exposto no primeiro andar do CCBB Brasília), o jogo convida os participantes a montarem sua própria coleção reunindo cartas com obras de nomes como Oscar Niemeyer, Athos Bulcão e Roberto Burle Marx. Cada pessoa assume, por alguns momentos, o papel de curadora, mostrando que há sempre mais de uma forma de olhar para as mesmas imagens. O Rolê no Jogo acontece às sextas e sábados, às 18h, com capacidade para 30 pessoas.

Já o Rolê com LIBRAS, que acontece toda sexta-feira, promove uma vivência entre pessoas surdas e ouvintes por meio da arte e da cultura. A cada edição, uma atividade diferente: visitas, jogos, histórias ou jogos de mesa com intérprete de LIBRAS, nos dias 1 e 15/05 às 11h e nos dias 8, 22 e 29/05 às 16h. Já o Rolê Territórios e Afetos, às sextas-feiras, às 10h, convida os grupos a construírem, ao final da visita, um “mapa afetivo e poético” do Plano Piloto, demarcando lugares de memória e pertencimento. Uma atividade que transforma o museu em ponto de escuta da cidade.

Com uma proposta mais interativa, a Visita Espetáculo acontece ao ar livre e é conduzida por personagens. O público percorre o CCBB em uma caça às obras que transforma o espaço em cenário de descobertas. Aos sábados, domingos e feriados, às 16h e capacidade para 20 pessoas.          

O projeto é patrocinado pelo Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).

Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

Acessibilidade
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. 

Horários da van – De quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30. 

Programação:

Rolê na Exposição     
Voltada para escolas e grupos, a visita é um convite ao olhar coletivo com escuta, troca e reflexão sobre as obras, os artistas e os conceitos presentes nas exposições. Escolas públicas podem ter transporte gratuito para as visitas.      
Data: Terça a sexta-feira: às 9h, 10h, 14h, 15h e 19h. Sábados, às 9h. Os horários de 9h e 15h são duplos, permitindo agendamento de 88 pessoas.     
Duração: 1h30           
Capacidade: 44 pessoas        
Classificação: Livre                
Ponto de encontro: Sala do Educativo         
Agendamento: conecta.mediato.art.br

Rolê Territórios e Afetos       
Visita mediada agendada que conecta arte e arquitetura, explorando obras no CCBB e o patrimônio cultural de Brasília e entorno. Ao final, o público participa de um “mapa afetivo e poético” do Plano Piloto e arredores.       
Data: Toda sexta-feira, às 10h          
Duração: 1h30           
Capacidade: 44 pessoas        
Classificação: Livre     
Ponto de encontro: Sala do Educativo         
Agendamento: conecta.mediato.art.br

Rolê Espontâneo       
Aberta ao público e sem necessidade de agendamento, essa atividade acontece de hora em hora e propõe mediações interativas adaptadas às diferentes faixas etárias, promovendo diálogos sensíveis com as exposições em cartaz.      
Data: Terça-feira a domingo, das 10h às 19h (de hora em hora)    
Duração: 1h    
Capacidade: 30 pessoas        
Classificação: Livre                
Ponto de encontro: Sala do Educativo

Rolê no Jogo Coleção de Arte BB      
A atividade convida participantes a montar sua própria coleção a partir de obras da Coleção de Arte do Banco do Brasil com pinturas, esculturas e gravuras de nomes como Niemeyer, Athos Bulcão e Burle Marx. Pelo jogo, estimula-se o olhar estético e a conexão ativa com a arte brasileira.          
Data:
 Sextas e sábados, 18h 
Duração: 1h    
Capacidade: 30 pessoas        
Classificação: Livre                
Ponto de encontro: Sala do Educativo

Visita Espetáculo       
Conduzidos por personagens, os participantes percorrem o CCBB em uma caça às obras que transforma o espaço em cenário de descobertas. Arte, arquitetura e patrimônio se revelam por meio de uma experiência sensível que desperta memórias e afetos.
Data: Sábados, domingos e feriados, às 16h            
Duração: 40 minutos 
Capacidade: 20 pessoas        
Classificação: A partir de 8 anos       
Ponto de encontro: Sala do Educativo         

Rolê com LIBRAS        
Encontros semanais acessíveis que aproximam pessoas surdas e ouvintes por meio da arte e da cultura. A cada edição, uma atividade diferente: visitas, jogos, histórias ou jogos de mesa com intérprete de LIBRAS.         
01/05 – 
Vivência em LIBRAS: na exposição Joaquín Torres Garcia – 150 anos;      
08/05 – 
Vivência em LIBRAS: sinais e jogabilidade de um jogo em LIBRAS;           
15/05 – 
Jogo com LIBRAS: sinais e jogabilidade de um jogo em LIBRAS;    
22/05 – 
Vivência em LIBRAS: na exposição Joaquín Torres Garcia – 150 anos;      
29/05 – 
Vivência em LIBRAS: Sinais para Contação de Histórias.   
Data: Toda sexta-feira. Dias 01 e 15, às 11h e 22 e 29, às 16h        
Duração: 1h    
Capacidade: 25 pessoas        
Classificação: Livre                
Ponto de encontro: Sala do Educativo         

 

Serviço:

Rolê Cultural – Educativo do Centro Cultural Banco do Brasil
Centro Cultural Banco do Brasil – Distrito Federal Endereço: SCES Trecho 2 – Brasília/DF  Tel.: 61 3108-7600Programação completa em ccbb.com.br/brasilia/programacao/role-cultural-educativo-ccbb/
Ingressos: ingressos.ccbb.com.br     
Agendamento para grupos e escolas: conecta.mediato.art.br
Acesso: gratuitoClassificação Indicativa: livre

Fotos: https://drive.google.com/drive/folders/17C_XJZlLSFjIRhrChAYQCSseHdTtVkIq?usp=sharing

CCBB Brasília
Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h.
SCES Trecho 2 – Brasília/DF
Tel: (61) 3108-7600
E-mail: ccbbdf@bb.com.br
Site/ bb.com.br/cultura 
Instagram/ccbbbrasilia
TikTok/@ccbbcultura 
Youtube/ Bancodobrasil

Biblioteca da 108/308 Sul oferece programação cultural gratuita para todas as idades

Foto divulgação

EducArte na Praça promove encontro entre literatura, música e imaginação

Após passar por Sobradinho, o projeto EducArte na Praça chega ao Plano Piloto, onde ocupa, de 11 a 14/5, a Biblioteca Escolar Comunitária Profª Tatiana Eliza Nogueira, na 108/308 Sul, com uma programação dedicada à força da palavra falada, da música e da tradição oral. A iniciativa, que está em sua 4ª edição, segue com atividades gratuitas e abertas à comunidade, reafirmando seu compromisso com a democratização do acesso à cultura no Distrito Federal.

Concebido e coordenado pela professora Cléria Costa, com realização da Casa de Cultura Telar, o projeto promove encontros entre artistas e público em bibliotecas públicas e bibliotecas escolar-comunitárias, transformando esses espaços em ambientes vivos de escuta, criação e partilha.

Nesta etapa o EducArte tem início com o espetáculo PAR: Lendas e Cantos, com Ângela Café e Sérgio Duboc. O espetáculo oferece à comunidade, em especial ao público infantil, uma experiência que mistura contação de histórias e música. A apresentação reúne poemas, parlendas (versos infantis rimados e ritmados que integram o folclore brasileiro, utilizados para entreter, brincar e memorizar), lendas e canções em um formato sensível e interativo, conduzindo o público por narrativas que transitam entre o imaginário popular e a produção autoral.

Formado por dois artistas com trajetórias consolidadas na cultura brasiliense, o duo propõe um encontro direto com o público, em que a palavra ganha corpo e a música amplia sentidos, criando um ambiente de troca, escuta e encantamento.

Ao longo da semana, a programação segue com as contações de histórias do grupo Paepalanthus, coletivo reconhecido no DF por sua atuação na valorização da oralidade, da memória e da literatura, especialmente junto ao público infantil. A sessão de contos traz uma temática que explora a superação do medo, apresenta personagens como a Bernunça, o Lobisomem, a Bruxa, o Fantasma, a Aranha, conduzindo as crianças, de forma leve, segura e divertida, a enfrentarem seus próprios receios e ansiedades.

As atividades contam com recursos de acessibilidade, incluindo intérprete de Libras em sessões específicas, ampliando o alcance e garantindo a participação de diferentes públicos.

Mais do que uma agenda cultural, o EducArte na Praça reafirma o papel das bibliotecas como espaços de convivência, aprendizagem e expressão artística, aproximando crianças, jovens e adultos do universo da leitura e da imaginação.

Após a etapa no Plano Piloto, o projeto segue para Brazlândia, onde realiza sua programação de encerramento com espetáculos cênicos, música e batalhas de rima.

SERVIÇO:

EducArte na Praça – 4ª edição
Atividades gratuitas abertas à comunidade
Entrada franca

Realização: Casa de Cultura Telar
Coordenação: Cléria Costa

PROGRAMAÇÃO



PLANO PILOTO – 108/308 Sul

Biblioteca Escolar Comunitária Profª Tatiana Eliza Nogueira

11/05 (segunda) – 14h
Contação de histórias: PAR: Lendas e Cantos, com Ângela Café e Sérgio Duboc
Acessibilidade: Libras
Participação da Escola Pública Bilíngue Libras-Português de Brasília (912 Sul)

12/05 (terça) – 9h
Contação de histórias: Contos de Encantamento, com grupo Paepalanthus

13/05 (quarta) – 16h
Contação de histórias: Contos de Encantamento, com grupo Paepalanthus

14/05 (quinta) – 10h
Contação de histórias: Contos de Encantamento, com grupo Paepalanthus


BRAZLÂNDIA – próxima etapa

Biblioteca Escolar Comunitária Érico Veríssimo (Setor Sul, Área Especial 3/4 A, Brazlândia)

19/05 (terça) – 20h
Batalha Imaterial – Mano Dáblio convida as MCs Raika, Estelar, Elka, Fugazzi e Daend

20/05 (quarta) – 20h
Espetáculo músico-literário: Poesia Cantada, com Lucas Baraúna e Vagner Santana

21/05 (quinta) – 14h30
Espetáculo cênico-literário: Galhada em Tempos de Fissura, com Alice Stefânia

21/05 (quinta) – 20h
Espetáculo cênico-literário: Galhada em Tempos de Fissura, com Alice Stefânia

PAR LENDAS E CANTOS

O PAR: Lendas e Cantos é formado pela professora e pesquisadora Ângela Barcellos Café e pelo músico Sérgio Duboc, dois artistas com trajetórias marcantes na cultura do Distrito Federal. Unindo palavra e música, o duo apresenta espetáculos que transitam entre a tradição oral e a criação contemporânea, mesclando poemas, lendas, parlendas e canções em experiências interativas.

Ângela Café é doutora em Artes, professora e pesquisadora dedicada à cultura popular e à arte de contar histórias, com atuação em educação básica, graduação e pós-graduação. Sérgio Duboc é compositor, cantor e violonista, referência na música brasiliense, com vasta produção autoral e reconhecimento por sua contribuição à cena cultural do DF.

Juntos, criam apresentações que valorizam a escuta, o imaginário e o encontro entre artistas e público.

GRUPO PAEPALANTHUS

Inspirado na flor do cerrado conhecida como sempre-viva, o Grupo Paepalanthus nasce com o propósito de manter viva a arte milenar de contar histórias. Formado pelas contadoras e brincantes Aldanei Menegaz, Míriam Rocha, Rose Costa e Simone Carneiro, o coletivo reúne diferentes trajetórias em torno da tradição oral, criando experiências que encantam públicos de todas as idades.

Em suas apresentações, o grupo articula literatura, poesia, música e cultura popular, transformando narrativas em vivências sensíveis e afetivas. Voltadas especialmente à primeira infância — mas abertas ao encantamento de jovens e adultos —, as sessões conduzem o público por universos lúdicos que dialogam com emoções, memórias e imaginário coletivo.

Com temas que atravessam o medo, a imaginação e o crescimento, personagens como bruxas, fantasmas e figuras do folclore ganham vida em narrativas que convidam, de forma leve e acolhedora, ao enfrentamento simbólico dos próprios medos.

MinC abre inscrições para a 6ª Teia Nacional – Pontos de Cultura pela Justiça Climática, em Aracruz (ES)

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Credenciamento gratuito já está disponível para o maior encontro da rede Cultura Viva do Brasil, que será realizado entre os dias 19 e 24 de maio

Ministério da Cultura (MinC) abre, nesta quarta-feira (6), as inscrições para a 6ª Teia Nacional – Pontos de Cultura pela Justiça Climática, o maior encontro da rede Cultura Viva do Brasil. A programação será realizada entre os dias 19 e 24 de maio de 2026, em Aracruz, no Espírito Santo. O credenciamento é gratuito e deve ser realizado exclusivamente pela plataforma oficial do evento: Link.

As inscrições estão divididas em diferentes categorias. O cadastro livre pela plataforma é destinado ao público geral, autoridades e gestores interessados em acompanhar a programação do encontro. Já delegadas e delegados do 5º Fórum Nacional, pessoas selecionadas no Edital de Programação, Agentes Jovem Cultura Viva e convidados receberão um link específico de acesso por e-mail.

Com o tema da justiça climática e do bem viver, a Teia 2026 reunirá representantes da rede Cultura Viva de todo o país em uma programação voltada à troca de experiências, articulação em rede, apresentações culturais, debates, seminários, feiras e atividades formativas.

Reconhecidos pelo Ministério da Cultura desde 2004, os Pontos de Cultura são grupos, coletivos e entidades que desenvolvem ações culturais e comunitárias em seus territórios. Hoje, a Política Nacional Cultura Viva, instituída pela Lei nº 13.018/2014, reúne mais de 15 mil pontos certificados em todo o país.

Acessibilidade

As necessidades específicas poderão ser informadas no formulário de inscrição e a equipe de acessibilidade fará o acompanhamento junto às pessoas participantes, buscando garantir condições de dignidade, conforto, autonomia e inclusão durante o evento.

Sobre a Teia

A Teia é o principal encontro da Política Nacional Cultura Viva e reúne pontos de cultura de todas as regiões do país para promover intercâmbios, articulação em rede, formação, debates e apresentações culturais. O evento é uma realização do Ministério da Cultura, do Governo do Estado do Espírito Santo, da Prefeitura de Aracruz e da Comissão Nacional dos Pontos de Cultura (CNPdC), em parceria com o Instituto Federal do Espírito Santo (Ifes), o Sesc, a TVE, Unesco e o programa IberCultura Viva.

Serviço
Inscrições abertas – 6ª TEIA Nacional – Pontos de Cultura pela Justiça Climática
Data: 19 a 24 de maio de 2026
Local: Aracruz (ES)
Inscrições gratuitas:Link

Semana S no Distrito Federal traz Luísa Sonza ao Taguaparque com entrada gratuita

Foto divulgação

No próximo dia 16 de maio, shows, corrida de rua e atendimentos médicos gratuitos marcarão o maior evento integrado do Sistema Comércio. Retirada dos ingressos começa nesta sexta (24)

A cantora Luísa Sonza é a atração principal da Semana S de 2026. Com show gratuito, ela integra uma programação que traz, também, corrida de rua e atendimentos médicos gratuitos. O evento será realizado dia 16 de maio, a partir das 9h, no Taguaparque, em Taguatinga. 

Para o presidente da Fecomércio-DF, José Aparecido Freire, a iniciativa reforça o compromisso da instituição com a qualidade de vida do trabalhador e da comunidade. A Semana S representa a nossa dedicação em levar qualidade de vida à sociedade. Ao reunir saúde, educação, cultura, lazer e assistência em um espaço democrático como o Taguaparque, promovemos cidadania, reafirmando o papel do Sesc e da Fecomércio como pilares para o desenvolvimento do Distrito Federal”, afirma.  

Shows 

Além de Luísa Sonza, a Semana S traz aos palcos nomes como Bell Lins, com sua potência vocal no pop e soul; as Margaridas, trazendo a força e o ritmo do samba e MPB; Taliz, com sua sonoridade autoral e envolvente; e DJ Umiranda, responsável por ditar o ritmo com sets dinâmicos de música brasileira e eletrônica.  

Para assistir aos shows, é necessário realizar inscrição prévia pelo site https://cncsemanasbrasil.facedoor.events/df. Após o cadastro, o público deve apresentar o QR Code gerado e doar 1 kg de alimento não perecível para retirar o ingresso físico, limitado a um por CPF, nos seguintes pontos:

A partir de 24 de abril

Unidades Sesc:
Taguatinga Norte | Guará | Ceilândia | 504 Sul
Seg a sex: 12h às 20h
Sáb: 9h às 12h

JK Shopping
Piso L1, ao lado do Outback
Seg a sáb: 10h às 22h
Dom/feriado: 14h às 20h

A partir de 28 de abril:

Águas Claras Shopping
2º Piso, entrada principal, próximo à lotérica
Seg a sáb: 10h às 22h
Dom/feriado: 14h às 20h

 Corrida 

A programação da Semana S inclui corrida de 4 km, com percurso que circulará o Taguaparque. São mil vagas gratuitas, que receberão o kit com número de inscrição, camiseta e toalha. Inscrições serão abertas em breve no site do Sesc-DF (sescdf.com.br).   

Saúde e inserção de DIU 

Durante todo o dia, o público terá acesso a uma estrutura itinerante focada na prevenção e promoção da saúde. Entre os destaques estão a Carreta da Mulher, com exames de mamografia e citopatológico, e o Ônibus da Saúde, que oferecerá consultas médicas, de enfermagem, testes rápidos e inserção de DIU. Para a saúde do homem, vans especializadas disponibilizarão consultas e exames de PSA (exame para o rastreio, diagnóstico precoce e acompanhamento do câncer de próstata). O cuidado se estende à odontologia, por meio do OdontoSesc (limpeza e restauração), e à visão, com a Van da Oftalmologia.  

Oficinas 

A Semana S também valoriza o conhecimento e a vivência cultural. O projeto Cozinha Eficiente Itinerante oferecerá oficinas práticas e orientações nutricionais, enquanto o BiblioSesc promoverá o incentivo à leitura com contação de histórias e oficinas literárias.  

Serviço

Semana S
Data: 16 de maio, sábado 
Horário: a partir das 9h
Local: Taguaparque, Taguatinga – DF 
Entrada gratuita mediante apresentação de ingresso
Pré-cadastro: https://cncsemanasbrasil.facedoor.events/df

 

Uma noite no museu: SESI Lab começa a abrir as portas para visitas noturnas

Foto divulgação

Nova programação amplia o horário de funcionamento até as 22h, na última terça-feira de cada mês, para uma experiência diferente

Quem quiser conhecer o SESILab fora do horário tradicional agora tem uma nova oportunidade. A partir deste mês, o museu de arte, ciência e tecnologia localizado no coração de Brasília passa a abrir à noite uma vez por mês, estendendo o funcionamento até as 22h. A ação será realizada sempre na última terça-feira de cada mês, com início no dia 28 de abril.

Garanta seu ingresso para o SESI Lab

A proposta é simples: permitir que pessoas que trabalham durante o dia, estudantes ou quem apenas busca um programa diferente no meio da semana possam explorar o museu em um horário alternativo.

As próximas edições serão nos dias: 

  • 26 de maio 
  • 30 de junho 
  • 25 de agosto 
  • 29 de setembro 
  • 27 de outubro 
  • 24 de novembro 

Até então, a única forma de entrar no museu à noite era durante o Night Lab, evento noturno que ocorre uma vez por mês.

A ideia de estender o horário de funcionamento do SESILab surgiu a partir de uma experiência que já vinha sendo realizada com turmas de educação de jovens e adultos (EJA) e estudantes universitários, que participam de visitas noturnas ao museu. Com a estrutura já mobilizada para receber esses grupos, a equipe decidiu ampliar a experiência também para o público em geral. 

Visitar o museu à noite traz uma atmosfera diferente. Com menos movimento e a iluminação em destaque, os mais de 100 aparatos interativos do SESILab podem ser explorados com calma, criando uma experiência mais contemplativa e sensorial. Também está em cartaz, até 24 de maio, a Ocupação Palavra Cantada, que reconta a história de 30 anos da dupla infantil.

“As visitas noturnas surgiram inicialmente para atender estudantes que têm aulas no período da noite. Percebemos que a experiência de explorar o museu nesse horário é muito especial e decidimos abrir essa possibilidade também para o público em geral”, explica Claudia Ramalho, superintendente de Cultura do Serviço Social da Indústria (SESI).

Para visitar o museu à noite é preciso retirar o ingresso na plataforma Ingresso SA ou na bilheteria física do museu, da mesma forma como acontece para as visitas diurnas.

SESI Lab – Abertura noturna

SESILab – ao lado da Rodoviária do Plano Piloto

28 de abril de 2026

9h às 22h; entrada até 21h

Classificação: livre

Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia-entrada)

📱@sesi.lab

Vencedores do Prêmio Vivaleitura serão conhecidos no Dia Mundial do Livro. Veja quem são os finalistas

Divulgação

Entrega da 9ª edição será feita pelo presidente Lula, com a presença dos ministros da Cultura e da Educação, em Brasília

Nesta quinta-feira (23), Dia Mundial do Livro, serão conhecidos os vencedores do 9º Prêmio Vivaleitura, em cerimônia de entrega conduzida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O evento será realizado às 17h, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília, com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes, e do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e reconhece experiências de destaque e projetos de fomento à leitura em todo o país.

Ao todo, 1.848 projetos foram inscritos nesta edição, distribuídos entre as categorias Bibliotecas Públicas, Comunitárias e Privadas; Escolas Públicas, Privadas e Bibliotecas Escolares; Práticas Continuadas em Espaços Diversos; Escrita Criativa; e Sistema Prisional e Socioeducativo.

Confira os finalistas por categoria:

Na categoria Bibliotecas Públicas, Comunitárias e Privadas, foram selecionados: o Projeto Moara: leitura do mundo e da comunidade, de Santa Maria do Pará (PA), iniciativa que fortalece bibliotecas comunitárias na Amazônia, promovendo pertencimento, formação de mediadores e valorização de narrativas locais; Lonas de contato – Biblioteca comunitária itinerante, de Ananindeua (PA), biblioteca móvel que leva leitura, mediação cultural e convivência a comunidades periféricas e rurais, ampliando o acesso ao livro; Vaga Lume: Implementação de três novas bibliotecas comunitárias em Novo Airão, de São Paulo (SP), expande bibliotecas em áreas rurais da Amazônia Legal, formando mediadores e fortalecendo lideranças comunitárias; Roedores de Livros: 19 anos de leitura, afeto e cidadania nos territórios periféricos do DF, de Brasília (DF), projeto consolidado que promove leitura em territórios periféricos com ações contínuas de mediação e formação de leitores; e Biblioteca Comunitária do Mercado de Icoaraci e Bibliotecas Ribeirinhas, de Belém (PA), iniciativa enraizada na comunidade que integra leitura ao cotidiano, valorizando saberes populares e cultura amazônica.

Em Escolas Públicas, Privadas e Bibliotecas Escolares, os finalistas são: Sarau Literário CEMEIT, de Brasília (DF), projeto que estimula protagonismo juvenil por meio de saraus, integrando literatura, artes e pensamento crítico; Leituras Sentidas: Narrativas do Meu Lugar, de Boa Vista (RR), trabalha leitura sensorial e produção autoral, valorizando memórias e narrativas locais de estudantes; Biblioteca Falada: Conexões Culturais entre Jovens Rurais, de Riacho de Santana (BA), fortalece a biblioteca escolar como espaço de formação cidadã e protagonismo juvenil em áreas rurais; Projeto Toadas e Aboios: Na Pegada do Pertencer, de Sertânia (PE), valoriza a cultura sertaneja por meio da leitura e registro de tradições, fortalecendo identidade e memória; e Leituras Negras – Diálogos com as comunidades tradicionais, de Iraquara (BA), promove leitura de autores negros e indígenas com foco em identidade, arte e educação antirracista.

Na categoria Práticas Continuadas em Espaços Diversos, foram selecionados: Projeto Narrativas Subterrâneas, de Camaçari (BA), incentiva a escrita de mulheres negras e periféricas, fortalecendo identidade, memória e novas autorias; Clube de Leitura Negra, de Arraias (TO), promove leitura e debate de autores negros, ampliando o letramento racial e o alcance das discussões; Leia Mulheres Indígenas, de Natal (RN), coletivo que fortalece o protagonismo de escritoras indígenas por meio da circulação de suas obras e ações culturais; Leitura na Esquina, de Paulista (PE), democratiza o acesso ao livro com bibliotecas móveis e ações culturais em espaços públicos urbanos; e O Voo Livre do Baobá das Letras, de Belém (PA), fortalece biblioteca comunitária com foco em literatura afro-amazônica, inclusão e acessibilidade.

Já em Escrita Criativa, são finalistas: Lendo Histórias em Voz Alta, de Dias d’Ávila (BA), incentiva leitura em voz alta e produção autoral de crianças, valorizando oralidade e diversidade cultural; Bom Jardim das Pedras Encantadas: Uma Trilogia Literária e Educacional, de Bom Jardim (PE), integra literatura, memória e território em escolas, transformando comunidades em polos de leitura e criação; Autoria Indígena – Escrita Criativa Indígena de Abya Yala, de Ilhéus (BA), fortalece a escrita indígena e o protagonismo de povos originários na construção de narrativas próprias; Escola Latino-americana de Dramaturgias Emergentes, de Aparecida de Goiânia (GO), forma dramaturgos a partir de práticas comunitárias, ampliando vozes diversas na cena teatral; eRapadurinha: Escritas que Encantam, de Florianópolis (SC), valoriza tradição oral e saberes ancestrais na formação de leitores e autores, especialmente entre crianças.

Por fim, na categoria Sistema Prisional e Socioeducativo, foram selecionados: Livros Livres – Práticas de leitura para desenvolver e incluir pessoas privadas de liberdade, de Ribeirão Preto (SP), desenvolve clubes de leitura promovendo reflexão, autonomia e remição de pena; Projeto Escrevivências da Libertação, de Rio Branco (AC), estimula escrita criativa com foco em mulheres e diversidade, promovendo consciência e expressão;Histórias Além Muros, do Rio de Janeiro (RJ), incentiva leitura e escrita entre mulheres privadas de liberdade, com mediação literária e valorização de representatividade; A Leitura Liberta, de João Pessoa (PB), promove leitura como instrumento de ressocialização, com bibliotecas estruturadas e oficinas; e Programa Presídios Leitores, de Cruzeiro do Sul (AC), articula instituições para garantir acesso à leitura e remição de pena, impactando centenas de pessoas privadas de liberdade.

Prêmio Vivaleitura

Criado para reconhecer experiências que impactam positivamente a formação de leitores, o Prêmio Vivaleitura se consolidou como uma das principais políticas públicas de estímulo à leitura no Brasil. Além de reconhecer iniciativas, a premiação fortalece redes, amplia a visibilidade das ações e contribui para o aprimoramento de políticas culturais e educacionais.

“As práticas de leitura transformam vidas, ampliam horizontes e fortalecem a cidadania. O Prêmio Vivaleitura evidencia a potência dessas iniciativas espalhadas por todo o Brasil e reafirma o compromisso do Ministério da Cultura com o acesso ao livro e à leitura como direitos fundamentais”, destaca a ministra da Cultura, Margareth Menezes.

As iniciativas vencedoras de cada categoria receberão R$ 50 mil. Os projetos classificados entre o segundo e o quinto lugar serão contemplados com R$ 15 mil cada, totalizando R$ 550 mil em premiações. A cerimônia de entrega ocorrerá no Centro Internacional de Convenções do Brasil, em Brasília.

Com participação de todas as regiões do país, 782 municípios inscreveram projetos para a edição de 2025. Na distribuição por regiões, estados do Nordeste e do Sudeste concentraram o maior número de inscrições, com destaque para Bahia, Pernambuco, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.

Mapeamento e impacto nacional

Para além da visibilidade nacional e apoio financeiro, o Prêmio Vivaleitura cumpre um papel estratégico de mapeamento e divulgação das ações de leitura como ferramentas de transformação social e educacional no Brasil. A distribuição das propostas inscritas por categoria revela esse alcance: Práticas Continuadas em Espaços Diversos lideraram com 565 inscrições; seguidas por Bibliotecas Públicas, Comunitárias e Privadas (398); Escrita Criativa (389); Escolas Públicas, Privadas e Bibliotecas Escolares (381); e Sistema Prisional e Socioeducativo (115).

Ao longo de suas edições, mais de 14 mil experiências já foram catalogadas, compondo um importante panorama das práticas leitoras no país.

Para o secretário de Formação Artística e Cultural, Livro e Leitura do Ministério da Cultura, Fabiano Piuba, o prêmio fortalece políticas públicas e redes nos territórios. “O Vivaleitura nos permite identificar, reconhecer e fortalecer experiências que fazem a leitura acontecer nos territórios, muitas vezes em contextos desafiadores. São ações que mostram como o livro pode ser instrumento de inclusão, desenvolvimento e transformação social”.

O 9º Prêmio Vivaleitura – Edição 2025 é uma realização do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Formação Artística e Cultural, Livro e Leitura (Sefli), em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e a Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura.

SERVIÇO

Cerimônia do Dia Mundial do Livro
Data: quinta-feira, 23 de abril
Horário: 17h
Local: Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB) – Sala Congresso – SCES Trechos 2 e 53 – Brasília (DF)

Governo do Brasil celebra Dia Mundial do Livro

Presidente Lula participa da entrega do 9º Prêmio Vivaleitura e anuncia a expansão do MEC Livros nesta quinta-feira, 23 de abril, às 17h, em Brasília

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva entregará, em cerimônia alusiva ao Dia Mundial do Livro, o 9º Prêmio Vivaleitura, que reconhece experiências de destaque e projetos de fomento à leitura no país. O evento será às 17h desta quinta-feira, 23 de abril, no Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB), em Brasília, e contará com a presença do ministro da Educação, Leonardo Barchini, e da ministra da Cultura, Margareth Menezes. Durante a solenidade, os ministros assinarão a portaria interministerial que institui o novo Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL) 2026-2035, estabelecendo diretrizes estratégicas para os próximos anos.

CREDENCIAMENTO – Os profissionais de veículos de imprensa interessados na cobertura do evento devem realizar o credenciamento diário no Sistema da Presidência da República. As credenciais anuais 2026 do Palácio do Planalto também serão aceitas.

SERVIÇO
Cerimônia do Dia Mundial do Livro
Data: quinta-feira, 23 de abril
Horário: 17h
Local: Centro Internacional de Convenções do Brasil (CICB) – Sala Congresso – SCES Trechos 2 e 53 – Brasília (DF)

Super Cérebro leva oficina de estimulação cognitiva ao Boulevard Shopping Brasília

Foto divulgação

Atividade gratuita reúne jogos, desafios e iniciação ao soroban para crianças de 3 a 12 anos, no dia 25 de abril

Uma pausa divertida que também exercita o cérebro é a proposta da Oficina de Estimulação Cognitiva – Super Cérebro, que acontece no dia 25 (sábado), a partir das 14h, no Boulevard Shopping Brasília. Conduzida por uma equipe multidisciplinar da rede educacional, a atividade é gratuita e oferece, de forma leve e interativa, experiências que desenvolvem habilidades cognitivas e socioemocionais em crianças de 3 a 12 anos. As inscrições devem ser feitas no local, e a participação ocorre por ordem de chegada.

Com metodologia baseada na Teoria das Inteligências Múltiplas, o Super Cérebro aposta em estratégias que vão além do ensino tradicional. Durante a oficina, os participantes terão contato com o soroban (ábaco japonês), além de jogos de tabuleiro e desafios de lógica que estimulam memória, concentração, raciocínio e tomada de decisão.

A dinâmica será organizada por faixa etária de 3 a 6 anos, com até cinco participantes; e de 7 a 12 anos, com até oito crianças por grupo. As atividades acontecem, de forma simultânea, com acompanhamento de instrutores. As oficinas terão a duração de 1 hora e serão realizadas às 14h, às 15h10 e às 16h10.

Além de contribuir para o desempenho escolar, a proposta também favorece o desenvolvimento da autonomia, da socialização e do equilíbrio emocional. A iniciativa é indicada especialmente para crianças com dificuldade de concentração, memória ou excesso de exposição a telas.

Mais do que uma atividade pontual, a oficina reflete uma tendência crescente na educação: formar indivíduos mais preparados para lidar com os desafios do dia a dia, dentro e fora da sala de aula. “O nosso objetivo é mostrar que aprender pode ser prazeroso e significativo. Trabalhamos o desenvolvimento cognitivo aliado às habilidades emocionais, respeitando o ritmo de cada criança e estimulando seu potencial de forma natural”, destaca Mariah Viviane Souza Pereira, pedagoga, especialista em saúde mental e neurociência e diretora regional do Super Cérebro.

Para Rafael Mendonça, gerente de marketing do Boulevard Shopping Brasília, iniciativas como essa reforçam o papel do empreendimento como espaço de convivência e aprendizado. “Acreditamos na força das parcerias para oferecer experiências relevantes ao público. Ações como a oficina do Super Cérebro agregam valor à jornada dos nossos clientes ao unir entretenimento, educação e serviços de qualidade em um só lugar”, afirma.

Sobre o Boulevard Shopping Brasília
Administrado pela NIAD, o Boulevard Shopping Brasília completa 16 anos como um dos principais centros de convivência e consumo da capital, recebendo mais de 7 milhões de visitantes por ano. O empreendimento reúne um mix completo de varejo, gastronomia e entretenimento, com quatro salas de cinema, restaurantes como João Brasileiro, Taverna Viking e Mania do Churrasco, além de grandes redes de fast food, como Burger King, McDonald’s, Giraffas e Spoleto.


O shopping também se destaca pelo compromisso com a inclusão e a sustentabilidade, com ações consolidadas em ESG. Possui vagas verdes para recarga de carros elétricos, horta comunitária, espaços acessíveis para PCDs, idosos e gestantes, além de ambientes como o Espaço do Cliente, o fraldário, a Ecopraça e a Sala do Aconchego, destinada a pessoas com sensibilidade sensorial. Nas lojas, o aplicativo ColorADD pode ser acessado via QR Code, oferecendo mais autonomia aos clientes com daltonismo.


Em 2025, recebeu nove certificações do Instituto Selo Social como reconhecimento a práticas consistentes voltadas à responsabilidade social, à sustentabilidade e à geração de impacto positivo. O Instituto Selo Social é uma organização independente que certifica projetos de impacto social de empresas, organizações e órgãos públicos alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

SERVIÇO
Oficina Estimulação Cognitiva – Super Cérebro
Local: Boulevard Shopping Brasília
Data: 25 de abril
Público: crianças de 3 a 12 anos
Duração: 1 hora por turma
Horários: 14h, 15h10 e 16h10
3 a 6 anos, até 5 crianças por turma
7 a 12 anos, até 8 crianças por turma
Sujeito a lotação

Boulevard Shopping Brasília
Setor Terminal Norte, Conj J – Asa Norte
Informações: (61) 3448-3300
Site: https://www.boulevardbrasilia.com.br/
Instagram: @boulevardshoppingbrasilia
TikTok: @boulevardbrasilia

Festival Chefs do Brasis promove encontro entre produtores de Brasília e chefs de cozinha

Foto divulgação

O evento segue até este domingo, no estacionamento da Arena BRB Mané Garrincha. O público poderá degustar pratos de diversas regiões do país

O Festival Chefs do Brasis também promove o encontro entre produtores locais e chefs de cozinha, com o objetivo de aproximar quem produz de quem transforma os ingredientes em experiências gastronômicas. A proposta foi estimular novos negócios, incentivar o consumo de produtos do Distrito Federal e criar conexões capazes de fortalecer a cadeia produtiva local. O evento segue até este domingo(19), no estacionamento da Arena BRB Mané Garrincha.

A diversidade da produção artesanal do Distrito Federal ganhou espaço no local com histórias de empreendedores que transformam dedicação e identidade local em produtos únicos. De cogumelos frescos cultivados em Planaltina e no Lago Oeste a chocolates produzidos no Gama, os expositores destacaram a importância do evento para ampliar a visibilidade, conquistar novos clientes e aproximar pequenos produtores de consumidores e chefs de cozinha.

A Ceasa-DF, uma das apoiadoras do festival, também montou um estande no evento para apresentar a diversidade de produtos produzidos no Distrito Federal. O espaço reúne hortaliças, frutas, legumes, ervas, temperos, mel, cogumelos, queijos e outros itens cultivados ou produzidos por agricultores e pequenos empreendedores da região. A proposta é dar visibilidade a quem está na origem da cadeia alimentar, aproximando produtores, chefs, restaurantes e consumidores, além de mostrar quem leva os alimentos diretamente para a mesa das famílias e para a cozinha dos restaurantes.

Entre os destaques estiveram as oito variedades de cogumelos frescos comercializadas pelo produtor Ícaro de Sousa Ribeiro, abastecendo feiras, restaurantes, mercados e delivery no Distrito Federal, além dos chocolates artesanais desenvolvidos por Endy Sanchainy Motta, que aposta em ingredientes do Cerrado, como murici, baru e coentro, e no projeto de produzir, no futuro, um chocolate feito integralmente com cacau candango.

“Feiras como essa são fundamentais porque fazem a ponte entre quem produz e quem consome. Quem trabalha de forma especializada não entrega apenas o produto, mas também uma experiência e um atendimento mais próximo e individualizado”, afirma Ícaro de Sousa Ribeiro.

“Nosso sonho é produzir, em cerca de dez anos, um chocolate totalmente feito com cacau candango. Participar de uma feira gastronômica como essa foi muito importante, porque as pessoas puderam experimentar nossos sabores e os chefs ficaram encantados com a proposta”, destaca Endy Sanchainy Motta.

Sobre os Chefs do Brasis

O Chefs do Brasis conta com ilhas temáticas, onde o público pode experimentar pratos preparados exclusivamente para o evento, distribuídos entre diferentes categorias, como carnes e aves, massas e grãos, vegetais, pescados e sobremesas. A proposta é proporcionar uma verdadeira imersão na culinária nacional, além da oportunidade de acompanhar os chefs em ação.

Entre os chefs confirmados estão Brenno Trindade, Danilo Felipe, Di Oliveira, Edson Leite, Jimmy Ogro, Raquel Amaral, Ticiane Werner e Vitor Hugo, entre outros.

O evento é realizado pelo Instituto Brasileiro de Integração – Cultura, Turismo e Cidadania, em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda e o Governo do Distrito Federal. Conta com apoio da Ceasa-DF, Pissolatti Vinhos, Usadão Inox, Vinícola Brasília e Schipper, além do patrocínio da Total Serv.

Serviço
Festival Chefs do Brasis – 2ª edição
Ultimo dia – 19 de abril
Estacionamento da Arena BRB Mané Garrincha – Brasília
Pratos entre R$ 25 e R$ 50
Entrada gratuita

Divas do Samba 2026 abre inscrições para oficina gratuita de iluminação para mulheres

Foto divulgação

As oficinas serão ministradas no Jovem de Expressão, em Ceilândia, entre os dias 20 e 27 de abril, em formato presencial  

O Festival Divas do Samba está com mais uma edição fortalecendo o protagonismo feminino na economia criativa, com foco na música e nos bastidores do entretenimento. A iniciativa oferece Oficina Técnica Ilumina Petrobras, exclusiva para mulheres cis e trans, com inscrição gratuita, pelo link na bio do perfil do festival no Instagram.   

A atividade será realizada de 20 a 27 de abril, das 10h às 13h, no Jovem de Expressão, em formato presencial, com recursos de acessibilidade como intérprete de Libras e audiodescrição. O projeto foi aprovado na Seleção Petrobras Cultural, com recursos da Lei Rouanet.

Com facilitação da iluminadora Zizi Antunes, a formação integra o eixo estruturante do festival, que se posiciona como uma plataforma de fortalecimento da presença feminina na cadeia produtiva do entretenimento — especialmente nos bastidores técnicos, historicamente ocupados por homens. A iniciativa aposta na capacitação como ferramenta concreta de acesso ao mercado e ampliação de oportunidades profissionais para mulheres no setor cultural. 

“Nesse curso, as alunas irão aprender sobre eletricidade básica e uma introdução bem profunda sobre a luz do teatro e a sua evolução até os dias de hoje. Elas também terão  muita prática com luz, equipamentos, além de conhecer bastante toda a indumentária do teatro e as funcionalidades de que uma luz pode trazer para um espetáculo ou para um show”, explica Zizi. 

A coordenadora do Jovem de Expressão, Rayane Soares, sublinha que a iniciativa está em consonância com a proposta do programa, sediado na Praça do Cidadão, em Ceilândia. “Ao oferecer uma oficina gratuita e focada na formação cultural, a atividade dialoga diretamente com o que realizamos no Jovem de Expressão, que atua na formação de juventudes para o mercado da cultura, além de desenvolver atividades em frentes como educação, empreendedorismo e saúde mental”, destaca a coordenadora. 

Mais do que uma programação artística, o Divas do Samba se afirma como um projeto de impacto social e econômico, voltado à formação, empregabilidade e visibilidade feminina na música brasileira. Em sua estrutura, o festival já conta com 82% da equipe composta por mulheres — com meta de alcançar 90% nesta edição —, incluindo presença significativa em cargos de liderança e decisão. O festival conquistou o Selo Igual, concedido pela Women’s Music Event (WME), certificação concedida a iniciativas da indústria musical e cultural que promovem equidade de gênero, diversidade e inclusão. 

Idealizado por Ellen Oliveira e com direção artística-musical de Fernanda Jacob — que também sobe ao palco como atração —, o festival constrói um ambiente de valorização da mulher na música, tendo a brasilidade como fio condutor. A proposta é ir além do discurso sobre equidade de gênero, apresentando ações práticas que ampliam o acesso e promovem transformação no setor.

“Nesta edição, teremos duas rodas de samba exclusivamente femininas, com a mulherada ocupando seu espaço. Segundo dados do IBGE de 2020, apenas 15% das mulheres ocupam cargos na área de backstage. Por isso, destacamos um curso exclusivo de iluminação para mulheres, celebrando o talento e a força das nossas Divas”, detalha Ellen. 

“Quando falamos de protagonismo feminino, sempre pensamos naquela figura que está no palco. Mas, queremos falar também sobre quem dirige, produz, compõe, organiza e sustenta toda essa engrenagem que é fazer arte. Esse movimento que o Divas propõe é fundamental, porque ele vai ampliando narrativas,  é diversificado e cria outras possibilidades de futuro”, complementa Fernanda Jacob. 

Festival Divas do Samba

O Divas do Samba 2026 acontece nos dias 2 e 3 de maio, no Teatro da Caixa, com três apresentações musicais por dia, além de rodas de conversa após os espetáculos e uma feira de empreendedorismo feminino. A programação articula palco, formação e mercado, criando um ecossistema que impulsiona visibilidade e geração de renda para mulheres na cultura. A programação será divulgada em breve. 

O Festival Divas do Samba é apresentado pelo Ministério da Cultura e Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura – Lei Rouanet, com realização da Guia Acessibilidade Inclusiva. 

“O Divas do Samba é mais uma importante iniciativa que integra o Programa Petrobras Cultural, reforçando a presença da empresa em todo o país. Em especial, este espetáculo se destaca pelo seu papel transformador que fortalece a presença feminina na produção e disseminação da cultura”, assinala Alessandra Teixeira, Gerente de Patrocínios da Petrobras.

Serviço – Oficina Técnica Ilumina Petrobras

Local: Jovem de Expressão

Datas: 20 a 27 de abril (exceto 21/04 e fim de semana)

Horário: 10h às 13h

Inscrições: a partir de 10 de abril

Gratuito

Redes: https://www.instagram.com/festivaldivasdosamba/ 

Serviço – Festival Divas do Samba 2026

Datas: 2 e 3 de maio

Local: Teatro da Caixa Cultural

Gratuito

VIOLA CAIPIRA TRANSFORMA ESCOLAS RURAIS DO DF EM NÚCLEOS DE CULTURA E FORMAÇÃO CIDADÃ

Foto divulgação

Projeto leva aulas gratuitas de música a estudantes do campo e resgata tradições da cultura popular brasileira

Um som que atravessa gerações e carrega a história do Brasil agora ecoa dentro das escolas públicas rurais do Distrito Federal. O projeto Núcleo de Ensinamento da Viola, realizado pelo Clube do Violeiro Caipira, vai levarformação musical gratuita a alunos de comunidades do campo, promovendo inclusão, autoestima e valorização da cultura popular.

A iniciativa vai atender diretamente 80 alunos, distribuídos em quatro escolas localizadas nas regiões rurais de Paranoá, Planaltina, Brazlândia e CAUB I. As aulas acontecerão semanalmente no contraturno escolar, oferecendo aos participantes a oportunidade de aprender não apenas a tocar a viola caipira, mas também a compreender sua história e importância na identidade cultural brasileira.

Mais do que ensinar música, o projeto propõe uma transformação social. Por meio de uma metodologia que combina tradição oral — herdada de mestres da cultura popular — com técnicas acadêmicas, os alunos desenvolvem habilidades artísticas, cognitivas e socioemocionais. “O projeto nasce com o propósito de fortalecer vínculos comunitários e oferecer aos alunos uma nova perspectiva de futuro por meio da arte”, destaca Volmi Batista da Silva, idealizador da iniciativa, realizada com o apoio do Termo de Fomento nº 986083/2025, fruto de uma parceria entre o Ministério da Cultura e o Clube do Violeiro Caipira.

Cada participante receberá um kit completo com apostila didática, material pedagógico e acesso ao instrumento — podendo inclusive levar a viola para casa, ampliando o contato com o aprendizado e incentivando a prática contínua.

Com carga horária total de 60 horas ao longo de seis meses de aulas, o curso é dividido em três eixos: história da viola caipira, teoria musical e prática instrumental. Ao final, os alunos participam de apresentações públicas ao lado de violeiros profissionais, aproximando a comunidade escolar da produção cultural local.

Além de jovens entre 12 e 29 anos, o projeto também abre espaço para participantes de 50 a 75 anos, como pais de alunos que tiverem interesse em participar do projeto, promovendo o encontro entre gerações e fortalecendo a transmissão de saberes tradicionais, com aulas que se iniciam no dia 14 de abril e vão até o final do mês de novembro.

A iniciativa reforça o papel da escola como espaço de cultura, pertencimento e cidadania, especialmente em regiões rurais que muitas vezes têm acesso limitado a atividades artísticas estruturadas. Ao final do projeto, os alunos participantes receberão um certificado de conclusão do curso de viola caipira.

SERVIÇO
Projeto: Núcleo de Ensinamento da Viola
Realização: Clube do Violeiro Caipira
Público: Estudantes da rede pública rural do DF

Duração: 8 meses
Escolas rurais em Paranoá, Planaltina, Brazlândia e CAUB I

Do sonho ao negócio – programa Incubadora Digital está com vagas abertas

Foto divulgação

Incubadora Digital: Inscrições abertas para programa gratuito que ajuda a tirar ideias do papel

Iniciativa oferece capacitação prática, mentorias com especialistas e apoio completo para quem quer empreender, mesmo sem experiência

Quem tem vontade de empreender, mas não sabe por onde começar, agora tem uma oportunidade concreta. Estão abertas as inscrições para o programa Incubadora Digital, uma iniciativa que busca apoiar pessoas que querem transformar ideias em negócios ou fortalecer projetos que já existem.

O programa é voltado tanto para iniciantes quanto para quem já empreende e deseja crescer de forma mais organizada. A proposta é oferecer um aprendizado na prática, com oficinas, mentorias e acompanhamento de especialistas que ajudam em todas as etapas: desde a criação da ideia até a estruturação e expansão do negócio.

Capacitação prática e acesso para todos

Um dos grandes diferenciais do Incubadora Digital é o acesso democrático. Não é preciso ter empresa aberta nem experiência anterior para participar. Qualquer pessoa interessada pode se inscrever e começar a trilhar seu caminho no empreendedorismo com orientação profissional.

As atividades serão realizadas de forma presencial e também online, garantindo mais flexibilidade para os participantes. Durante o programa, os participantes aprendem a organizar o negócio, tomar decisões mais seguras e se conectar com outras pessoas que também estão empreendendo.

Cronograma das atividades

O  programa está dividido em etapas ao longo do mês de abril e início de maio:

Semana 01 – Inscrições: de 06/04 a 12/04

Semana 02 – Palestras: dias 13/04 (segunda), 15/04 (quarta) e 17/04 (sexta), das 14h às 18h

Semana 03 – Oficinas: dias 22/04 (quarta), 23/04 (quinta) e 24/04 (sexta), das 14h às 18h

Semana 04 – Mentorias: de 27/04 a 05/05, com atendimentos individuais e coletivos, das 9h às 17h

Semana 05 – Encerramento: dia 06/05 (quarta), com apresentação final dos projetos, das 14h às 18h

Vagas limitadas

O primeiro ciclo começou no dia 08 de abril, no Polo Tecnológico do PID, localizado no Setor Comercial Sul, na Asa Sul. Ao final do programa, os participantes recebem certificado, o que agrega valor à trajetória profissional. As vagas são limitadas, por isso é importante se inscrever o quanto antes.

Serviço

Incubadora Digital

Data: Mês de abril e maio

Local: Setor Comercial Sul, Edifício Paulo Sarasate, 3º andar – Brasília/DF 

Realização: ISN – Instituto Sarando as Nações e HDUN – Humanidade Diversificada Unida

Fomento: SECTI/GDF – Secretaria de Ciência e Tecnologia do DF

Inscrições e mais informações: (61) 98180-3983 / https://incubadoradigital.com

Corpo, tecnologia e futuro: CENA DIGITAL: 4ª Residência MEU LUGAR chega a Brasília para conectar a cena local às inovações globais

Divulgação

Em um mundo onde a inteligência artificial, a realidade virtual e os ambientes 3D deixaram de ser ficção científica para integrar o cotidiano, como os artistas das artes cênicas e da tecnologia podem se apropriar dessas ferramentas para expandir suas linguagens? Essa é a provocação central da 4ª Residência Artística MEU LUGAR, que ocupará o SESI Lab de abril a maio de 2026 com uma programação gratuita e imersiva.

Realizado pelo Núcleo de Pesquisa da Cena – ATOL, com apoio do SESI Lab.e patrocínio do Fundo de apoio à Cultura do DF (FAC), o projeto se consolida como um das mais relevantes pontes entre a produção do Centro-Oeste e as tendências de vanguarda no cenário das artes. Após três edições de sucesso – que conectaram profissionais de nove estados brasileiros – a residência dá um salto qualitativo ao oferecer um mergulho profundo em ferramentas como programação criativa, coreocinegrafia, dança 3D, audiovisual expandido, vídeo 360° e afrofuturismo como prática de resistência cultural.

O objetivo é claro: democratizar o acesso à profissionalização, fomentar a inovação na cena local e criar pontes duradouras entre interessados em arte e tecnologia, como T.I., vídeo 360º, realidade virtual, metaverso, I.A. e programação, além de linguagens e territórios. Assinam a direção geral do projeto Juana Rondon e a coordenação de produção Bárbara Campos.

Nesse contexto, a programação se destaca como o coração formativo da residência, oferecendo imersões em temas como coreocinegrafia, dança 3D, programação criativa, dramaturgia imersiva, audiovisual expandido e afrofuturismo.

Com 20 vagas por oficina, a iniciativa busca capacitar uma geração de criadores para atuar na confluência entre palco, tela e algoritmos, promovendo o acesso democrático a ferramentas de ponta e fortalecendo a cena local em diálogo com tendências globais.

As atividades são voltadas para estudantes e pesquisadores dos campos das artes e da tecnologia que desejam experimentar novas possibilidades de criação. As inscrições serão abertas em breve e divulgadas exclusivamente no perfil oficial do projeto no Instagram: @nucleodepesquisadacena.

Além das oficinas, o projeto promoverá encontros criativos fechados para os participantes, voltados ao compartilhamento de saberes e à continuidade dos processos iniciados. Já as sete palestras serão abertas ao público, com limite a 60 interessados por sessão, e os ingressos também serão disponibilizados pelo perfil do ATOL no Instagram.

Programação 100% gratuita

Coreocinegrafia – Jorge Garcia (SP)

De 2 a 4 de abril, das 15h às 18h

Com mais de três décadas de trajetória, Jorge Garcia é um dos nomes mais expressivos da dança contemporânea brasileira. Iniciou sua carreira em Recife (1991), integrou o Balé da Cidade de São Paulo e fundou sua própria companhia em 2005.

Premiado com o APCA 2021 pelo vídeo Janela 43, colaborou com diretores como Hector Babenco (filme Carandiru) e Heitor Dhalia (filme ANNA).

A oficina propõe uma imersão na coreocinegrafia, campo que intersecciona dança, performance e cinema ao vivo. Os participantes investigarão o corpo como operador e objeto da imagem, utilizando captação e transmissão em tempo real para criar novas dramaturgias visuais.

Palestra com Jorge Garcia, dia 4 de abril, a partir das 10h

Introdução à Programação Através da Dança – Iara Izidoro (PE)

De 10 a 15 de abril, das 14h às 17h30

Performer e coreógrafa recifense, Iara Izidoro dedica-se à integração de linguagens artísticas, investigando o diálogo entre matéria e corpo como constituição de presença.

A oficina articula corpo, tecnologia e criação artística. A partir da exploração corporal, as participantes desenvolverão instrumentos digitais de música e dança, integrando eletrônica básica e programação. A proposta é compreender os algoritmos como linguagem criativa.

Palestra com Iara Izidoro, dia 11 de abril, a partir das 10h

Encontro Criativo 1, dia 18 de abril, das 10h às 12h (fechado para participantes das oficinas, voltado ao compartilhamento de saberes e à continuidade dos processos criativos.)

Corpo Digital – Diego Mac (RS)

Dias 1º, 2 e 3 de maio, sexta, das 10h às 12h; sábado, das 10h às 12h e das 14h às 17h; e domingo, das 10h às 12h

Diego Mac é diretor de dança, videoartista e artista 3D, doutorando em Artes Cênicas (UFRGS). Suas obras participaram de mais de 30 eventos internacionais (Canadá,

EUA, Itália, Japão, Alemanha) e integraram festivais como FILE e a Bienal de Arte Digital. Recebeu o Prêmio Açorianos de Dança 2022 como Personalidade do Ano e o

Prêmio Trajetórias Culturais.

A oficina-laboratório compartilha técnicas de dança 3D desenvolvidas por Diego Mac, utilizando o software Blender. Os participantes trabalharão com amostras de motion capture para criar peças digitais de dança 3D, orientadas por uma estética comum e distribuídas em redes de arte digital baseadas em blockchain.

Palestra com Diego Mac, dia 2 de maio, a partir das 10h

Tecnologia ancestral e afrofuturismo: caminhos cosmoperceptivos da diáspora negra sobre (re)existência na contemporaneidade – Ifádámiláre Ọ ̀ jẹ ̀ yímiká (Louise)

Dias 8 e 9 de maio, quarta e quinta, das 14h às 17h Ifádámiláre Ọ ̀ jẹ ̀ yímiká (Louise) é Mestra em Dança pela UFBA, arte-educadora e pesquisadora. Seu trabalho é focado nas cosmologias africanas e danças da diáspora negra, atuando com oficinas, palestras e publicações acadêmicas no Brasil e no exterior.

Palestra com Ifádámiláre Ọ ̀ jẹ ̀ yímiká (Louise) + Encontro Criativo 2, dia 16 de maio, a partir das 10h

Audiovisual Expandido – Jair Molina (SP)

De 19 a 22 de maio, das 14h30 às 17h

Jair Molina é realizador audiovisual, mestre em Meios e Processos Audiovisuais (ECA-USP), diretor da Okra Filmes e idealizador do festival Cine-Cicletada. Professor na UEMG e pesquisador do LabArteMídia, é autor de Cinema ao Vivo e Experiências

Audiovisuais em Tempo Real (2024). Molina colaboração com o dramaturgo Zé Celso Martinez Corrêa e o Teatro Oficina Uzyna como em Cacilda!, Cypriano e Chan-ta-lan.

A oficina propõe um mergulho no audiovisual expandido, explorando suas relações com artes visuais, cinema, teatro e dança. Os participantes desenvolverão maquetes e experimentos de projeção, investigando dimensões narrativas e estéticas que ultrapassam os limites da tela.

Palestra com Jair Molina, dia 23 de maio, a partir das 10h Dramaturgia Imersiva – Juana Rondon (DF)

De 27 a 29 de maio, das 14h às 17h Juana Rondon é mestre em Dança (UFBA), diretora do Núcleo de Pesquisa da Cena – KOH e autora do livro O Olhar na Dança (2020). Dirigiu os espetáculos A Travessia – Uma Realidade Ficcional (com participações internacionais na Grécia e Espanha) e FIM (estreia no CCBB Brasília em 2025). Desde 2023, pesquisa e cria com Realidade Virtual.

A oficina oferece uma introdução prática às dramaturgias para vídeo 360° – Os participantes experimentarão a construção de narrativas em ambientes circulares e imersivos, culminando na gravação coletiva de um experimento audiovisual em 360°

Palestra + Encontro Criativo 3 com Juana Rondon, dia 30 de maio, a partir das 10h

Sobre o ATOL – Núcleo de Pesquisa da Cena Criado em 2017, o ATOL é um espaço de investigação e troca sobre a união do teatro, dança e tecnologia. Entre suas realizações estão o livro O Olhar na Dança (2020), o espetáculo com Realidade Virtual A Travessia (apresentado na Grécia e Espanha) e a recente estreia de FIM no CCBB Brasília (2025). A residência MEU LUGAR, que chega a sua 4ª edição, é a materialização desse compromisso com a pesquisa e a experimentação cênica no Distrito Federal. As edições anteriores da residência foram realizadas em 2021, 2022 e 2024.

Serviço:

4ª Residência Artística MEU LUGAR

Local: SESI Lab

Endereço: Setor Cultural Sul, Bloco A, Asa Sul

De 2 de abril a 30 de maio de 2026

Atividades gratuitas:

Oficinas: 20 vagas cada – inscrições pelo Instagram

Palestras: 60 ingressos por sessão – retirada pelo Instagram

Encontros criativos: exclusivos para participantes

Acessibilidade: Libras nas palestras e oficinas no SESILAB

Mais informações e inscrições: @nucleodepesquisadacena

Chocolate no pré-treino? Saiba como consumir sem prejudicar o desempenho na Páscoa

Foto Pexels

Especialista do CEUB explica como o doce pode fornecer energia para os exercícios, com atenção ao gasto calórico, e o que fazer para equilibrar excessos

A Páscoa costuma alterar a rotina alimentar, inclusive de quem mantém os treinos em dia. A boa notícia é que o chocolate não precisa sair do cardápio — desde que consumido com estratégia. A doutora em Neurofisiologia e professora de Educação Física do Centro Universitário de Brasília (CEUB), Leandra Batista, explica que o doce pode, sim, contribuir para o desempenho físico.

Segundo a especialista, o chocolate, especialmente com maior teor de cacau, pode funcionar como fonte rápida de energia antes do treino. “O chocolate é rico em carboidratos, que são a principal fonte de energia durante o exercício. Em pequenas quantidades, pode ser utilizado no pré-treino para melhorar o rendimento”, afirma.

Além disso, o chocolate amargo apresenta compostos que podem trazer benefícios adicionais. “Os flavonoides presentes no cacau podem estimular a produção de óxido nítrico, favorecendo a vasodilatação e o aumento do fluxo de oxigênio para os músculos. Isso pode contribuir para a resistência e o desempenho físico”, explica.

Estudos recentes também reforçam esse potencial. Uma pesquisa publicada em 2025 na revista Applied Sciences, da Universidade de Bolonha, identificou que o consumo de chocolate amargo pode estar associado à redução de dores musculares e melhora no desempenho em atletas. Apesar dos benefícios, o consumo exige atenção. “O ideal é optar por chocolates com maior teor de cacau e consumir pequenas porções entre 30 e 60 minutos antes do treino. O excesso pode causar desconforto e prejudicar o desempenho, principalmente devido à quantidade de gordura”, orienta.
Leandra reforça que o chocolate não deve ser visto como vilão, mas inserido em um contexto equilibrado. “O mais importante é a consistência dos hábitos ao longo do tempo. É possível aproveitar a Páscoa sem comprometer a saúde ou o desempenho”, finaliza.

Exagerou? Veja como equilibrar
Para quem acabou consumindo além do habitual, a orientação é evitar medidas radicais. Em vez de restrições severas, o ideal é retomar a rotina alimentar e ajustar o nível de atividade física ao longo dos dias seguintes. “Nesse processo, combinar exercícios aeróbicos com treinos de força faz toda a diferença: enquanto o cardio favorece o gasto calórico e ajuda a reequilibrar o organismo, a musculação além de favorecer o gasto calórico também, preserva a massa muscular e mantém o metabolismo mais ativo a longo prazo. Não é indicado tentar compensar tudo de uma vez. O mais importante é manter a regularidade nos exercícios e, se necessário, aumentar a intensidade de forma progressiva”, afirma a professora.

Dicas práticas de exercícios para aumentar o gasto calórico

  • Caminhada acelerada ou corrida leve (30 a 45 minutos) caso a pessoa tenha alguma limitação para corridas mais intensas.
  • Ajuda a manter o metabolismo ativo e é acessível para diferentes níveis de condicionamento.
  • Treinos intervalados (HIIT)
  • Alternar períodos curtos de alta intensidade com descanso pode aumentar o gasto calórico em menos tempo.
  • Aulas de bike ou spinning
  • Atividades dinâmicas e intensas, com alto potencial de queima calórica.
  • Pular corda
  • Exercício simples, mas eficiente para elevar a frequência cardíaca rapidamente.
  • Treinos combinados (cardio + musculação)

Associar exercícios aeróbicos com força ajuda a aumentar o gasto energético e preservar a massa muscular. “O mais importante é escolher uma atividade que seja possível manter com frequência. A regularidade tem muito mais impacto do que esforços pontuais e intensos”, encerra a professora do CEUB.

Projeto Re Soar abre inscrições em 1º de abril para curso gratuito de formação musical para adolescentes do Paranoá

Foto divulgação

A iniciativa oferece oficinas de canto, violão e teoria musical com foco em inclusão social

As inscrições para a iniciação musical do projeto Re Soar serão abertas no dia 1º de abril. É uma formação artística gratuita voltada a adolescentes de 12 a 16 anos que moram exclusivamente no Paranoá, com ou sem experiência prévia em música. Realizado pela Pungar Projetos, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF (FAC-DF), o projeto oferece oficinas presenciais de cantoviolão e teoria musical, além de palestras com profissionais da área e um sarau de encerramento aberto à comunidade.

Com foco na inclusão social e no fortalecimento de vínculos por meio da arte, o Re Soar busca ampliar o acesso à educação musical em um local onde ações culturais continuadas ainda são limitadas. A proposta é promover o desenvolvimento artístico, estimular o destaque juvenil e incentivar a participação de jovens em situação de vulnerabilidade social.

Idealizado por Cláudia Costa e Pedro Molusco, o projeto inclui gestão cultural, produção executiva e formação musical, garantindo uma abordagem pedagógica consistente e alinhada às necessidades do público atendido.

A equipe é composta por músicos com forte atuação no cenário cultural do DF. O próprio Pedro Molusco, coordenador e coidealizador, atua na interface entre formação musical, prática artística e mediação pedagógica. Com carreira iniciada em 1998, ele construiu trajetória sólida como cavaquinista, arranjador e educador, com participação em grupos relevantes da música brasiliense, de destaque no Brasil e no exterior.

Entre os professores está também Amílcar Paré, músico, violonista, vocalista, arranjador e educador musical, formado pelo Conservatório de Música Léo Schneider (RS), com passagem pela Escola de Choro Raphael Rabello, e licenciado em Música pela UnB. Com ampla experiência docente, atua, no DF, em grupos como Filhos de Dona Maria, Afoxé Ogum Pá, Bom Partido e Poetas do Samba, além de desenvolver trabalhos como diretor musical.

A formação em canto conta, ainda, com a artista Shaira, que possui trajetória marcada pela música popular brasileira e por expressões da cultura tradicional. Ex-integrante da banda Chinelo de Couro, participou da produção do álbum Cantos Brasileiros e de eventos como a Marcha das Margaridas e o Festival de Rabeca. Há mais de uma década integra o grupo Fuá de Seu Estrelo, patrimônio cultural imaterial de Brasília, e desenvolve trabalhos autorais, como o álbum Caluje. Com experiência em apresentações nacionais e internacionais, Shaira também atua como educadora musical, ministrando oficinas de canto popular e práticas percussivas.

O Re Soar nasceu a partir da vivência direta de sua equipe com crianças, adolescentes e famílias do Paranoá Parque. Sua primeira edição, realizada entre setembro de 2018 e março de 2019, demonstrou impacto significativo, tanto pelo engajamento dos participantes quanto pelo reconhecimento institucional: o projeto conquistou o 4º lugar no Prêmio Profissionais da Música 2019, na categoria Projeto Musical Especial – Infantil.

Nesta segunda edição, a iniciativa tem como objetivo ampliar seu alcance e consolidar sua atuação local, reafirmando a música como ferramenta de transformação social, convivência e ampliação de perspectivas para a juventude.

Além das aulas regulares, o projeto se destaca pelo compromisso com a acessibilidade, oferecendo recursos como intérprete de Librasaudiodescriçãomateriais táteislegendas e comunicação em linguagem acessível, garantindo a participação de pessoas com deficiência. Além disso, será distribuído lanche para os alunos durante todo o curso.

As inscrições podem ser feitas no endereço https://forms.gle/KFarcNMVBC8RBQYL8 entre os dias 1º a 08 de abril, gratuitamente.

Serviço:

O quê: Inscrições para curso de iniciação musical

Quem: Projeto Re Soar

Quando: 01 a 08/04

Onde: Centro Comunitário da Quadra 366, Paranoá Parque – DF

Domingos:

9h às 11h — Canto

10h40 às 12h40 — Violão (início 12/04/2026)

Terças-feiras:

18h30 às 20h30 — Teoria Musical (início 14/04/2026)

Inscrição: gratuita

Classificação: 12 a 16 anos

Foto: divulgação

Informações: @projetore_soar 

MAB tem programação educativa em março e destaca artistas, fazeres manuais e acessibilidade

Foto divulgação

MAB Educativo promove atividades para bebês, crianças e famílias, além de mediações no acervo com foco em artistas mulheres, oficinas de bordado e vitrais “fake”

Neste mês de março, o Museu de Arte de Brasília (MAB) dedica sua programação educativa ao Mês das Mulheres, ampliando a escuta sobre presença, produção e lutas das mulheres na arte e na cultura. A agenda reúne encontros de mediação e criação, com destaque para técnicas e linguagens que atravessam gerações, como o bordado e experiências que aproximam o público do acervo do museu por diferentes caminhos. 

Entre os destaques, estão as mediações especiais no acervo com foco em artistas mulheres presentes na coleção, convidando o público a observar trajetórias e obras a partir de outros enquadramentos e perguntas. A programação também abre espaço para a experiência coletiva: brincar, escutar histórias, experimentar materiais e construir leituras compartilhadas do museu e de seus contextos. O projeto é viabilizado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

Oficinas: fazer manual, cor e invenção

No eixo de práticas artísticas, a Oficina de Bordado em Talagarça propõe explorar pontos, cores e texturas em composições livres e expressivas, valorizando o bordado como linguagem também presente na arte contemporânea, um convite ao fazer manual, à escuta e à criação coletiva. 

Já a Oficina de Vitrais Fake convida o público a brincar com luz e cor por meio de uma técnica acessível: com arame e esmalte, participantes criam “vitrais de mentirinha”, explorando transparências, formas e combinações cromáticas inspiradas nos vitrais tradicionais. 

Encontro com professoras e professores: acessibilidade em pauta

No dia 27/3, o MAB promove um encontro com professoras e professores com convidado especial, voltado à conversa e reflexão sobre práticas educativas em acessibilidade, reforçando o compromisso do museu com ações mais inclusivas. 

Oficinas para escolas no mês de março

Durante a semana, educadores podem levar suas turmas para visitas mediadas ao acervo do MAB e às novas exposições. O programa também inclui oficinas de práticas artísticas relacionadas às linguagens das exposições temporárias. Escolas têm acesso ao programa por meio de agendamento online gratuito, na plataforma Conecta https://conecta.mediato.art.br/. Vale lembrar que a experiência conta com visitas mediadas com interpretação em libras mediante agendamento e exemplares do material educativo impressos em braile. O local onde acontece o educativo está preparado para receber pessoas com mobilidade reduzida.

 Oficinas para Escolas

1º ao 5º ano — Oficina de Frotagem            
6º ao 9º ano e Ensino Médio — Oficina de Desenho: Criaturas do MAB 

Programação 

Sábados

10h30 — Contação de Histórias para bebês (18 meses a 3 anos) — 10 vagas

15h — Visita Mediada ao Acervo

16h30 — Oficina de Vitrais Fake (a partir de 6 anos) — 15 vagas 

Domingos

10h30 — Teatro de Sombras (a partir de 4 anos) — 10 vagas

15h — Visita Patrimonial com Jogos

16h30 — Oficina de Bordado em Talagarça (a partir de 8 anos) — 15 vagas 

Encontro com professoras e professores

27/3 — Conversa e reflexão sobre práticas educativas em acessibilidade (com convidado especial). 

Sobre o MAB 

O Museu de Arte de Brasília é um espaço destinado a exposições, atividades culturais e programas educativos, e tem como objetivo promover a valorização e difusão da arte brasileira. O museu conta com um acervo composto por obras de artistas nacionais e internacionais e tem como principal objetivo valorizar e difundir a arte brasileira. 

Sobre a Mediato 

Mediato é uma empresa comprometida em colaborar com a difusão da produção artística, com a valorização dos bens culturais e a formação de novos públicos para a arte.  Desde 2010 tem desenvolvido programas educativos para Artes Visuais, Artes Cênicas e Educação Patrimonial, alcançando mais de 80 mil estudantes no Distrito Federal. Além do inovador trabalho de mediação desenvolvido para o teatro, a Mediato também contribui com a economia criativa local, por meio do Curso de Mediação Cultural que desde 2019 insere novos mediadores no mercado de trabalho. A Mediato quer cultivar uma comunidade crítica e sensível, com senso de pertencimento, valorização e também apreciação da cultura local.

Programa Educativo do Museu de Arte de Brasília (MAB) 

(Setor de Hotéis e Turismo Norte, trecho 1, Projeto Orla) 

Agendamento para escolas: https://conecta.mediato.art.br/

Oficinas: não é necessária inscrição

Funcionamento: Todos os dias, exceto terça-feira, de 10h às 19h 

Informações: @mediato.art 

Acesso: gratuito 

 

Páscoa solidária: como ações sociais entram na rotina escolar

Alunos do Grade 12 lideram a Campanha de PáscoaSolidária e mobilizam a comunidade escolar em torno de um gesto simples, com impacto coletivo. A arrecadação de chocolates reforça, na prática, valores como empatia, responsabilidade social e protagonismo — aprendizados que ultrapassam a sala de aula, divulgação

Campanhas de voluntariado ganham espaço na escola como estratégia para desenvolver empatia e responsabilidade social

A incorporação de projetos solidários ao cotidiano escolar tem levantado uma questão entre famílias e educadores: como equilibrar o desenvolvimento acadêmico com a formação socioemocional? Em um cenário em que habilidades como empatia, colaboração e responsabilidade ganham relevância, iniciativas que conectam alunos a experiências reais passam a influenciar decisões pedagógicas e a rotina das escolas.

Nesse contexto, a Campanha de Páscoa Solidária da Escola Canadense de Brasília, escola da Inspira Rede de Educadores,  mobiliza estudantes do High School (Grade 12) na liderança da ação, com participação dos alunos do Grade 9 como padrinhos do projeto nas unidades Sudoeste e Águas Claras. A proposta é arrecadar chocolates para crianças em situação de vulnerabilidade, entre os dias 23 de março e 2 de abril, envolvendo também famílias e comunidade escolar.

Quais são as principais dúvidas de pais e educadores?

A inclusão de ações sociais no ambiente escolar costuma gerar questionamentos práticos:

  • Projetos solidários interferem no rendimento acadêmico?
  • Como essas iniciativas contribuem para o desenvolvimento socioemocional?
  • Qual é o papel da família nesse tipo de atividade?
  • Em que medida crianças e adolescentes estão preparados para lidar com temas como desigualdade e vulnerabilidade?

Especialistas apontam que experiências concretas tendem a ampliar a compreensão dos alunos sobre o mundo ao seu redor, favorecendo o desenvolvimento de consciência social desde a educação infantil até a adolescência.

O que dizem especialistas em educação e desenvolvimento infantil?

De acordo com educadores, projetos estruturados de voluntariado ajudam a transformar conceitos abstratos — como empatia e solidariedade — em práticas observáveis. Quando inseridas de forma planejada, essas ações não competem com o currículo acadêmico, mas o complementam.

“Os projetos sociais são essenciais na formação dos alunos do High School, porque eles desenvolvem responsabilidade social, empatia e protagonismo. Aqui na Escola Canadense, eles complementam a formação acadêmica, promovendo habilidades como liderança, colaboração e consciência global, preparando os estudantes para atuar de forma ética e transformadora na sociedade.”, afirma Marília Cunha, Orientadora Educacional do High School.

A experiência também contribui para a formação pessoal dos estudantes: “A escola integra os projetos sociais ao currículo quando vincula a exigência acadêmica às práticas pedagógicas, como um serviço comunitário e o desenvolvimento de projetos pelos alunos. Essas iniciativas fazem parte da cultura institucional, promovendo protagonismo, liderança e responsabilidade social no dia a dia escolar”, complementa Marília.

A participação dos alunos mais velhos na liderança do projeto e dos estudantes mais novos como padrinhos também é vista como estratégia pedagógica. Esse modelo favorece o protagonismo juvenil e cria referências positivas dentro da própria comunidade escolar.

“Participar do projeto é contribuir para a felicidade de outras pessoas e entender, na prática, o valor dessas ações coletivas. A escola vai além do conteúdo: forma cidadãos mais conscientes e preparados para a vida”, afirmam os alunos Eduarda, Ricardo e Gabriel, do Grade 12, último ano do Ensino Médio.

Essa iniciativa é apenas uma das muitas ações que compõem o calendário da instituição. De forma pedagógica e contínua, a escola integra projetos sociais que acompanham o amadurecimento dos alunos — desde os anos finais do Ensino Fundamental até a formatura no Ensino Médio — sempre respeitando a faixa etária e as necessidades de cada etapa escolar para fortalecer o protagonismo juvenil e a consciência global.

Como aplicar esse conhecimento na prática?

Para famílias e escolas interessadas em integrar ações solidárias à formação dos alunos, alguns pontos podem orientar o processo:

  • Começar com experiências concretas: campanhas de arrecadação ou visitas a instituições ajudam a tornar o aprendizado mais tangível
  • Estimular o protagonismo: permitir que alunos participem da organização das ações amplia o engajamento
  • Promover diálogo em casa: conversar sobre o destino das doações e o contexto social envolvido fortalece o aprendizado
  • Respeitar a faixa etária: adaptar a abordagem conforme a idade evita sobrecarga emocional
  • Manter continuidade: projetos recorrentes ajudam a consolidar valores ao longo do tempo

O avanço de propostas educacionais que valorizam o desenvolvimento socioemocional acompanha mudanças mais amplas na sociedade. Temas como saúde mental, convivência social e responsabilidade coletiva passaram a integrar o debate educacional, ao lado do desempenho acadêmico.

Nesse cenário, iniciativas como campanhas solidárias deixam de ser atividades pontuais e passam a compor estratégias mais amplas de formação integral, conectando escola, família e comunidade.

A experiência mostra que não há um único modelo para integrar aprendizagem e desenvolvimento socioemocional. A construção desse equilíbrio depende da escuta ativa entre escola e famílias, além da observação das necessidades de cada criança e adolescente.

Projetos como a Campanha de Páscoa Solidária indicam que, quando bem estruturadas, ações coletivas podem ampliar o repertório dos alunos e contribuir para decisões pedagógicas mais conscientes, alinhadas às demandas do mundo contemporâneo.

Serviço

O quê: Campanha de Páscoa Solidária Escola Canadense de Brasília

Quando: de 23 de março a 2 de abril
O que doar: caixas de bombons ou Bis

Pontos de arrecadação:

Instituições beneficiadas:

  • Catedral Militar Rainha da Paz
  • Federação Espírita de Brasília (Asa Norte)
  • Instituto Bahá’í

Sobre a Escola Canadense de Brasília

A Escola Canadense de Brasília (ECB) é uma instituição com metodologia internacional, laica, com abordagem integral e foco no desenvolvimento acadêmico e socioemocional. Certificada pelo International Baccalaureate (IB), organização que autoriza escolas em todo o mundo a oferecer programas educacionais de padrão internacional, a ECB prepara seus alunos para atuar em contextos globais, com pensamento crítico, autonomia intelectual e consciência intercultural.

A escola é autorizada a ofertar dois dos três programas do IB: o Primary Years Programme (PYP), voltado à Educação Infantil e ao Ensino Fundamental – Anos Iniciais e o Middle Years Programme (MYP), destinado ao Ensino Fundamental – Anos Finais. Essa estrutura garante uma formação contínua, completa e coerente  alinhada às melhores práticas internacionais de educação.

www.escolacanadensedebrasilia.com.br
Informações: @escolacanadensebrasilia

Unidade SIG – SIG Quadra 8, Lote 2225, Parte F • Brasília – DF
Unidade Águas Claras – QS 05 Av. Areal, Lote 04 • Águas Claras – DF
WhatsApp: +55 (61) 9276-4957

Sobre a Inspira Rede de Educadores

A Inspira Rede de Educadores está entre as maiores redes de educação básica privada do Brasil, com mais de cem escolas distribuídas em mais de 18 estados e no Distrito Federal. Sob o comando de um renomado time de educadores, que somam décadas de experiência no setor, a rede busca trazer para o grupo escolas de excelência e forte reputação, mas sempre preservando os projetos pedagógicos e o legado de cada uma. Avançando em sua estratégia de internacionalização, até o início de 2026, a Inspira será a maior rede de escolas IB (International Baccalaureate) do País, ampliando para 16 certificações. Em 2024, seus alunos conquistaram 8.309 premiações olímpicas. Além disso, ao aplicar o Pisa-S (Pisa for Schools) em suas marcas para comparar o desempenho com o Pisa mundial, teve resultados similares com os dos melhores países do mundo. Todas as escolas da Inspira ficaram acima da média Brasil. No Enem, a rede conta com escolas mais bem colocadas em diversas regiões, entre elas Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia, entre outras.

Cultura popular e tecnologia se encontram nas escolas do DF com o projeto Filhos da Terra – Circuito de Educação Patrimonial

Foto divulgação

Em março e abril, iniciativa apoiada pela NeoenergiaBrasília e pelo Instituto Neoenergia, por meio da LIC-DF, leva cultura popular e tecnologia para as escolas de,Brazlândia,Itapoã e Estrutural. 

O projeto Filhos da Terra – Circuito de Educação Patrimonial realiza, em março e abril, uma série de ações educativas em escolas públicas de três regiões administrativas do Distrito Federal: Brazlândia (Centro Educacional Vendinha – área rural), Estrutural (CEF 2) e Itapoã (Zilda Arns). A proposta une cultura popular, tecnologia e educação patrimonial em uma experiência imersiva que conecta jovens ao patrimônio imaterial brasileiro. Voltada a estudantes de 11 a 18 anos do ensino fundamental e médio, a iniciativa conta com o apoio da Neoenergia Brasília e do Instituto Neoenergia, por meio da Lei de Incentivo à Cultura (LIC). 

Ao longo da programação, o projeto reforça seu interesse na preparação de professores e educadores na metodologia e nas trilhas de conhecimento que propõem para o trabalho com os alunos, apresentada por meio de um conjunto de 6vídeo aulas com apresentação da metodologia. Além da ação com os professores, em cada escola, será apresentada a coleção Cadernos de Cultura, conjunto editorial que documenta manifestações tradicionais brasileiras. Três exemplares completos da coleção serão doados às unidades escolares para uso pedagógico de professores e estudantes. As atividades incluem, além de apresentações de grupos locais de cultura popular, roda de conversa sobre cultura e identidade, exibição de documentário do projeto e vivência interativa com os jogos digitais educativos desenvolvidos pelo Filhos da Terra, que abordam manifestações como o Maracatu e a Congada. 

Para garantir o acesso às atividades digitais, o projeto disponibilizará 40 tablets com acesso à internet no dia do evento em cada escola. Os estudantes também receberão uma ecobag personalizada contendo um pendrive com acesso ao conteúdo educativo completo do projeto, além de materiais que levam aos estudantes informações importantes sobre o uso consciente da energia, permitindo que o aprendizado ultrapasse o espaço escolar e chegue também às famílias.

Como forma de fortalecer as identidades culturais locais, um grupo cultural da própria comunidade será convidado para realizar apresentação presencial em cada região, promovendo o diálogo entre tradição, território e juventude. A expectativa é beneficiar aproximadamente 2.500 estudantes nas três regiões administrativas.

Cadernos de Cultura

Fruto de quase dez anos de pesquisa de campo pelo projeto Filhos da Terra – Diversidade e Cultura, a coleção Cadernos de Cultura consta de 12 unidades inspiradas na obra O Povo Brasileiro, de Darcy Ribeiro, com registros feitos pelo fotógrafo Eraldo Peres, idealizador do projeto Filhos da Terra. 

O rico material está segmentado em quatro volumes principais, inspirados nas matrizes formadoras do país, como: Sertões, sobre vaqueiros, tropeiros e tradições do interior; Costa Atlântica, dedicada às culturas litorâneas e suas conexões com o mar; Mineração, que percorre os caminhos históricos da exploração mineral e suas expressões culturais; e Povos da Mata, focado nos modos de vida e espiritualidade das comunidades da floresta.

Os Cadernos revelam celebrações, rituais e práticas tradicionais que moldam os saberes populares em diferentes regiões do Brasil e se utilizam de elementos como fotografia, etnografia visual e inventário participativo. “Levar nosso Patrimônio Imaterial para os bancos escolares é de suma importância para garantir a informação e a valorização das festas populares do nosso país. E o apoio do Instituto Neoenergia é fundamental para que possamos seguir com esse legado apresentando e valorizando nossa cultura junto os jovens”, afirma Eraldo.

Game On

Na programação, uma das atividades de grande atratividade em ambientes escolares é o Game On, proposta de gamificação que transforma o aprendizado sobre cultura popular em experiência interativa. Os alunos mergulham em jogos digitais sobre o Maracatu Rural e a Congada. 

A estratégia, criada por Eraldo Peres para dialogar com o universo jovem, amplia o interesse pelas festas tradicionais brasileiras. Organizados por manifestação cultural, os games convidam a uma viagem pelo Brasil, explorando símbolos, personagens e narrativas dessas celebrações.

Os mesmos módulos que serão apresentados nas escolas estão disponíveis, gratuitamente, na aba Rede Cultura Game, no site do projeto. No ambiente virtual, o jogador percorre cenários inspirados nessas festas, guiado por Beto, âncora de telejornal que atua como mestre de cerimônias e conduz desafios contra os “Inimigos da Cultura”, vilões que tentam impedir os festejos. Ao longo das fases, surgem figuras emblemáticas como o Caboclo de Lança e a Dama do Paço, em um processo educativo fluido, lúdico e contemporâneo.

Sobre Eraldo Peres

Fotojornalista e produtor cultural, Eraldo Peres nasceu no Rio de Janeiro e vive em Brasília desde a infância. Atuouem importantes jornais, revistas e agências nacionais e internacionais e, desde 1996, dedica-se a iniciativas como Festa Brasileira e Filhos da Terra, voltadas à documentação fotográfica e audiovisual do patrimônio imaterial brasileiro.

Seu trabalho foi reconhecido em premiações como o Nikon Photo Contest International, o Humanity PhotoAwards (Unesco) e recebeu menção honrosa no World Press Photo. É diretor do Festival Mês da Fotografia e atua como curador de exposições e livros de fotografia.

Sobre o projeto

Reconhecido nacionalmente, o projeto Filhos da Terra foi finalista do Prêmio Rodrigo Melo Franco, concedido pelo Iphan, e desenvolve, há quase uma década, ações de pesquisa, documentação e difusão das culturas populares brasileiras. Inspirado nos Brasis de Darcy Ribeiro, o projeto constrói uma cartografia visual das manifestações tradicionais do país, reunindo acervo editorial, documentários, jogos digitais e metodologias educativas voltadas à valorização do patrimônio imaterial.

A coleção Cadernos de Cultura, que integra o acervo do projeto, foi realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e é distribuída gratuitamente a instituições públicas de educação e cultura, além de estar disponível para acesso digital no site oficial: www.filhosdaterra.org.

Sobre o Instituto Neoenergia

Sobre o Instituto Neoenergia: Integra o investimento social privado da Neoenergia, com o propósito de fomentar iniciativas que estimulem a transformação das pessoas e do planeta, nas regiões onde a empresa opera seus negócios. O Instituto desenvolve e apoia programas e projetos que colaboram com a redução das desigualdades sociais e a luta contra as mudanças climáticas. Por meio de cinco pilares de atuação – Educação, Formação e Pesquisa, Biodiversidade e Meio Ambiente, Arte e Cultura, Ação Social e Novas Tecnologias – fomenta transformação social a partir da descentralização territorial, onde comunidades vulnerabilizadas e mulheres negras estão no centro das mudanças. Em 2025, beneficiou mais de 3,12 milhões de pessoas.  

Saiba mais: https://www.institutoneoenergia.org.br   

 SERVIÇO

Filhos da Terra – Circuito de Educação Patrimonial

Brazlândia – Centro Educacional Vendinha (área rural)
Data: 25 e 26 de março de 2026

Estrutural – CEF 2
Data: 23 e 24 de abril de 2026

Itapoã – Zilda Arns
Data: 9 e 10 de abril de 2026

Público-alvo: estudantes de 11 a 18 anos do ensino fundamental e médio
Patrocínio: O projeto tem apoio da Neoenergia Brasília e do Instituto Neoenergia, por meio do Edital Transformando Energia em Cultura, via Lei de Incentivo à Cultura do Governo do Estado do Distrito Federal (LIC-DF).

Mais informações:
www.filhosdaterra.org
Instagram: @filhosdaterracultura

Planaltina recebe atendimentos gratuitos de saúde visual e bucal para estudantes da rede pública com o Projeto Olhar Cidadão

Foto divulgação

Ação acontece de 23 de março a 03 de abril e atende crianças e adolescentes de 6 a 17 anos com consultas oftalmológicas e odontológicas gratuitas

A cidade de Planaltina/DF recebe o Projeto Olhar Cidadão, iniciativa que oferece atendimentos oftalmológicos e odontológicos gratuitos para crianças e adolescentes de 6 a 17 anos, estudantes da rede pública de ensino. A ação acontece de 23 de março a 03 de abril, no Centro de Ensino Especial 01, Setor Educacional, Lote 1 com foco na prevenção, diagnóstico precoce e cuidado humanizado.

Antes de chegar a Planaltina, o projeto já passou pela Estrutural, Sol Nascente e Samambaia, levando atendimentos e ampliando o acesso à saúde em regiões com maior vulnerabilidade social. Após a etapa em Planaltina, a iniciativa segue para Guará, Ceilândia, Itapoã e Santa Maria, ampliando ainda mais o alcance da ação no Distrito Federal.

O projeto busca fortalecer o desenvolvimento infantil e o desempenho escolar, considerando que problemas de visão e de saúde bucal não identificados na infância podem comprometer a aprendizagem, gerar dores, infecções e impactar a autoestima e a convivência social.

Cuidado que transforma o desenvolvimento infantil

Durante a etapa em Planaltina, os estudantes terão acesso ao atendimento odontológico, com avaliação completa, aplicação de flúor, limpeza, orientações de higiene bucal e procedimentos preventivos. As ações contribuem para a redução de dores e faltas escolares, promovendo mais bem-estar e qualidade de vida.

Já o atendimento oftalmológico inclui triagem, consulta com especialista e, quando necessário, entrega gratuita de óculos, garantindo melhores condições para a concentração e o aprendizado em sala de aula.

Saúde também é um direito na infância

O Olhar Cidadão nasceu com a missão de ampliar o acesso a serviços essenciais de saúde bucal e visual em regiões com maior vulnerabilidade social. A iniciativa atua de forma estruturada, com foco em impacto social real, prevenção e cuidado integral com a infância.

Com um modelo itinerante, o projeto percorre diferentes regiões administrativas do DF, consolidando uma rede de cuidado que fortalece políticas públicas e promove transformação social por meio da saúde.

O projeto é uma realização da OSC Líderes do Brasil, com apoio da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), fortalecendo políticas públicas voltadas à proteção e ao desenvolvimento de crianças e adolescentes.

Serviço

Projeto Olhar Cidadão – Etapa Planaltina/DF
Data: 23 de março a 3 de abril
Onde: Centro de Ensino Especial 01, Setor Educacional. Lote 1
Público: crianças e adolescentes de 6 a 17 anos, estudantes da rede pública
Atendimentos oftalmológicos e odontológicos gratuitos
Inscrições: http://www.olharcidadaodf.com.br

Rede CT, através do Acelera, amplia acesso àcapacitação com cursos rápidos para o terceiro setor

Foto divulgação

A Rede CT – Capacitação e Transformação amplia suaatuação formativa com o Acelera, uma frente de cursos de curta duração voltada à qualificação de agentes, organizações e iniciativas que utilizam o esporte como ferramenta de transformação social. A iniciativa é aberta a diferentes perfis do terceiro setor e pode ser realizada por qualquer OSC interessada em compreender melhor as necessidades enfrentadas pelas organizações, seus gestores, colaboradores e voluntários, ampliando sua capacidade de atuação e impacto.

Com formato dinâmico e objetivo, o Acelera reúne conteúdos que complementam e reforçam a base teórica da rede de capacitação, oferecendo dicas práticas, orientações diretas e aplicáveis para quem deseja implementar melhorias de forma ágil em seus projetos.

Os primeiros cursos já estão disponíveis na plataforma e abordam temas estratégicos como tecnologia, gestão institucional e esporte para o desenvolvimento humano. Entre eles estão “Tecnologia para OSCs da Sociedade Civil”, “Esporte para o Desenvolvimento Humano” e “Comunicação Organizada e Criativa”, além de conteúdos voltados à gestão e sustentabilidade das organizações, como “Mensurando o Impacto Social de Sua Organização” e “Diversificação de Fontes de Recursos”.

O mais recente a entrar na plataforma é o curso“Como liderar e inovar na gestão institucional de OSCs”, conduzido por Alceu de Campos Natal Neto, fundador do Instituto Futebol de Rua. A partir de sua experiência de 20 anos em projetos sociais esportivos presentes em todo o país, propõe uma reflexão prática sobre os desafios e caminhos para uma gestão mais eficiente e alinhada ao propósito das organizações.

Para Alceu, falar sobre liderança e inovação no terceiro setor é, antes de tudo, falar sobre pessoas, responsabilidade e impacto. Segundo ele, “em muitos aspectos, a dinâmica de gestão no terceiro setor se aproxima do que vemos nas empresas: trabalhamos com dados, estratégias, metas e resultados, mas sempre com um olhar atento ao propósito social”.

Ao longo do curso, o especialista destaca pontos essenciais para o fortalecimento institucional, como a condução das equipes, a transparência no fluxo de informações, a tomada de decisões baseada em dados e a importância da atualização constante.

Como verdadeiros “cursos-relâmpago”, as atividades são ideais para quem busca adquirir conhecimento em pouco tempo, com foco em resultados concretos. Cada curso corresponde a quatro horas de capacitação, com certificação, e pode ser realizado de forma totalmente flexível, com acesso online e material de apoio, no momento mais conveniente para o participante.

Acesso aberto e flexível

Os cursos do Acelera são abertos a qualquer pessoa interessada, especialmente àquelas que atuam ou desejam atuar com esporte no terceiro setor. Noentanto, os conteúdos têm caráter transversal e podemser aplicados a diferentes tipos de organizações e iniciativas sociais.

O Acelera foi concebido como uma plataforma em constante atualização. Novos cursos serão lançados periodicamente ao longo do ano, sempre alinhados às demandas do campo social e às práticas contemporâneas de gestão, tecnologia e desenvolvimento humano por meio do esporte.

Sobre a Rede CT – Capacitação e Transformação

A Rede CT – Capacitação e Transformação nasce da união de mais de 20 anos de experiência do Instituto Futebol de Rua em desenvolvimento e captação de recursos com a Rede Igapó em projetos incentivados. A iniciativa conta com o Itaú como patrocinador master, além do patrocínio da B3 e do Instituto Aegea, e tem como objetivo capacitar empreendedores sociais esportivos para o uso da Lei Federal de Incentivoao Esporte, apoiando

programas que utilizam a prática esportiva como ferramenta de transformação social.

As inscrições estão abertas e podem ser feitas diretamente pelosite: https://capacitacaoetransformacao.org/aceleract

Rede CT – Capacitação e Transformação

CAIXA Cultural Brasília recebe oficina gratuita de escrita criativa com diretor de Humanismo Selvagem

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Atividade gratuita conduzida por Dimis, da companhia Bife Seco, propõe imersão prática em criação de histórias para teatro, cinema e podcast no dia 28 de fevereiro

Como transformar uma ideia em uma história potente? Como nascem as narrativas que chegam ao palco, ao cinema ou aos podcasts? Essas são algumas das questões que orientam a Oficina de Escrita Criativa: Roteiro e Dramaturgia, ministrada por Dimis, diretor, roteirista e dramaturgo vencedor do Prêmio Outras Palavras de 2021. A atividade acontece no dia 28 de fevereiro, na CAIXA Cultural Brasília, com participação gratuita e vagas limitadas a 30 pessoas.

 A atividade integra a programação da temporada do espetáculo Humanismo Selvagem, que estará em cartaz na capital entre os dias 26, 27, 28 de fevereiro e 1º de março. Escrita e dirigida por Dimis ao longo de uma década, a montagem serve como exemplo prático dentro da oficina, aproximando o público do processo real de criação dramatúrgica.  

Com duração de quatro horas, a oficina propõe uma imersão prática nos fundamentos da escrita narrativa para diferentes plataformas, como teatro, audiovisual e áudio série. Aberta a estudantes, artistas, escritores, podcasters, roteiristas e interessados em escrita criativa, a atividade não exige experiência prévia e acolhe tanto iniciantes quanto quem já escreve e deseja expandir seus processos criativos.

Durante o encontro, os participantes irão desenvolver exercícios práticos, criar situações dramáticas e experimentar ferramentas utilizadas por profissionais da área, com acompanhamento direto do ministrante. A proposta combina teoria, análise e prática, incentivando cada participante a explorar sua própria voz e transformar referências pessoais e coletivas em material dramatúrgico.

Segundo Dimis, a oficina é um espaço de descoberta e experimentação. “Cada história é um mundo a ser descoberto. A oficina é um convite para explorar ideias, ganhar confiança na escrita e perceber, na prática, como uma narrativa nasce e se desenvolve, seja ela no teatro, no cinema ou mesmo em um podcast”, afirma.

Ferramentas práticas para escrever histórias em diferentes formatos
Ao longo da atividade, Dimis compartilha o processo criativo que desenvolveu ao longo de 15 anos de pesquisa em dramaturgia autoral, abordando temas como estrutura dramática, construção de personagens, criação de conflitos e técnicas de inspiração. A abordagem parte de fundamentos clássicos da narrativa até processos contemporâneos, estimulando os participantes a desenvolverem autonomia criativa. Mais do que apresentar fórmulas, a oficina propõe a escrita como campo de experimentação e autoria, incentivando o olhar crítico e a construção de narrativas próprias.

Os participantes serão convidados a escrever cenas curtas e situações dramáticas, com devolutivas e comentários propositivos do ministrante. A atividade integra as ações de circulação do espetáculo Humanismo Selvagem e o projeto que celebra os 15 anos da companhia curitibana Bife Seco, com patrocínio oficial da Petrobras. A dramaturgia do espetáculo, escrita ao longo de dez anos por Dimis, também será apresentada como exemplo prático de amadurecimento criativo, reescrita e construção narrativa.

Sobre o ministrante
Dimis é diretor, dramaturgo e roteirista com atuação destacada na cena contemporânea brasileira. Co-fundador da companhia curitibana Bife Seco, desenvolve desde 2010 uma pesquisa autoral voltada à dramaturgia e a narrativas híbridas que transitam entre teatro, audiovisual, musicais e formatos digitais.

Assina textos e direções de obras reconhecidas nacionalmente, como Humanismo Selvagem, O Fantasma de Friedrich – Uma Pop Ópera Punk e Terrível Incrível Aventura, além de projetos em audiovisual e podcasts que somam mais de 400 mil ouvintes. Ao longo de sua trajetória, acumulou cerca de 30 prêmios nacionais e amplo reconhecimento da crítica especializada.

Paralelamente, atua como professor e orientador de processos criativos, ministrando oficinas e cursos em instituições culturais. Atualmente, desenvolve novos projetos ligados à comemoração dos 15 anos da Bife Seco, com patrocínio oficial da Petrobras, incluindo estreias, publicações e produções em diferentes cidades brasileiras ao longo de 2026 e 2027.

Serviço
Oficina de Escrita Criativa: Roteiro e Dramaturgia
Data: sábado, 28 de fevereiro
Horário: das 14h às 18h
Local: CAIXA Cultural Brasília (SBS Quadra 4 – Lotes 3/4 – Brasília – DF)
Classificação etária: 16 anos
Duração: 4 horas (com intervalo)
Vagas: 30 participantes
Inscrições gratuitas:
https://bit.ly/4qRedyI

Informações:
(61) 3206-6456 – bilheteria
(61) 3206-9448 – recepção
Instagram: https://www.instagram.com/bife_seco/

A 3ª edição do “FAZ TEU TAKE” já tem data marcada!

Divulgação

Faz Teu Take já está na sua terceira edição e se consolida como um evento qualitativo aos profissionais da comunicação.

A próxima edição já tem data marcada, acontecerá no próximo dia 11 de abril e as inscrições estão abertas (https://surl.li/gtdfenhttps://surl.li/gtdfen)

Faz Teu Take é um evento voltado para criadores de conteúdo, social medias, videomakers, fotógrafos e profissionais que desejam crescer e se posicionar no mercado audiovisual e digital.

Mais do que um evento de palestras é uma imersão prática e estratégica, que conecta aprendizado, networking e troca de experiências reais entre profissionais que vivem do que tazem.

Desde sua criação, o evento se consolidou como um ponto de encontro para quem busca acelerar sua trajetória no audiovisual, reunindo especialistas do mercado que compartilham não apenas teoria, mas vivências, processos e estratégias aplicáveis no dia a dia.

Ao longo das edições, o Faz Teu Take já impactou dezenas de pessoas promovendo viradas de chave, conexões profissionais e novas oportunidades de atuação.

A proposta do evento é encurtar caminhos, conectar pessoas e desenvolver profissionais que querem viver de forma consistente do digital, com uma programação que inclui palestras, momentos de networking guiado e troca direta com os palestrantes,

Objetivos

Faz Teu Take cria um ambiente propício para quem deseja sair da média e construir uma carreira sólida no mercado criativo.

Mais do que conteúdo, o evento entrega direção, / posicionamento e acesso ao ambiente certo – fatores que fazem toda a diferença na evolução profissional.

Serviço:

Faz Teu Take

Local: Auditório K da Universidade Católica de Brasília (UCB) – QS 07 Lote 01 – EPCT – Taguatinga Sul

Dia e hora: 11 de abril, das 9h às 18h

Adquira: https://surl.li/gtdfenhttps://surl.li/gtdfen

Rede social: @fazteutake_