Iniciativa realizada pelo Instituto Alvorada Brasil promoverá 24 encontros com vivências de dança, percussão, visitas mediadas e ações de acessibilidade cultural para alunos do DF
O Instituto Alvorada Brasil dá início à 3ª edição do projeto “Memória e Educação”, iniciativa voltada à valorização da cultura popular, formação cidadã e educação patrimonial no Distrito Federal. Realizado na sede do Centro de Tradições Populares Bumba Meu Boi de Seu Teodoro, em Sobradinho (DF), o projeto receberá estudantes de escolas públicas do DF para um mergulho nas raízes culturais do território. Nesta edição, a programação ganha ainda mais força ao integrar, além do tradicional Bumba Meu Boi, os saberes e ritmos da Escola de Samba Bola Preta de Sobradinho.
Ao todo, serão realizadas 24 atividades culturais que contemplam visitas mediadas ao Museu do Bumba Meu Boi, apresentações folclóricas e vivências formativas de dança e percussão. Para assegurar a democratização e o pleno acesso dos participantes, o projeto custeará integralmente o transporte em ônibus de ida e volta e o fornecimento de alimentação aos estudantes durante os encontros.
Para Guará Freire, filho do saudoso mestre Teodoro Freire e responsável pela Direção Artística do projeto, ver a iniciativa alcançar sua terceira fase consolida o propósito de preservar a memória e formar novas gerações.
“Era o grande sonho de mestre Teodoro Freire repassar esse saber para as crianças e jovens, mostrar o significado dos instrumentos, a beleza das indumentárias e a força do nosso legado. Chegar à terceira edição com essa união entre o Bumba Meu Boi e o Bola Preta de Sobradinho nos permite ampliar as vivências, aproximando os estudantes das matrizes afro-brasileiras e carnavalescas que formam a identidade cultural de Brasília”, destaca Guará Freire.
Educação Patrimonial e Acessibilidade O Bumba Meu Boi do Seu Teodoro é oficialmente reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Distrito Federal, sendo uma das referências mais emblemáticas da história da capital. Durante as visitas ao Museu do Boi, os alunos terão contato direto com o acervo histórico de indumentárias, instrumentos musicais e registros fotográficos da manifestação.
A 3ª edição também reforça o compromisso com a inclusão e a acessibilidade cultural: todas as 24 atividades contarão com a presença de intérprete da Língua Brasileira de Sinais (Libras). Além disso, o espaço conta com piso tátil e materiais em Braille para apresentação da exposição, e uma das turmas atendidas será exclusivamente destinada a estudantes da Educação Especial.
Sobre o Projeto O projeto “Memória e Educação – 3ª Edição” é uma realização do Instituto Alvorada Brasil com fomento do Ministério da Cultura (MinC), estimulando a difusão da arte popular tradicional, a valorização dos mestres da cultura e a circulação de saberes em escolas de diversas regiões do Distrito Federal.
SERVIÇO: Projeto Memória e Educação – 3ª Edição Realização: Instituto Alvorada Brasil Local: Centro de Tradições Populares Bumba Meu Boi de Seu Teodoro (Quadra 15, Sobradinho – DF) Público-alvo: Estudantes da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal Atividades: Visitas mediadas ao museu, oficinas práticas de percussão e dança (Boi e Samba) e apresentações culturais Acessibilidade: Intérprete de Libras em todas as atividades, piso tátil e conteúdo em Braille no acervo museológico Informações e Redes:@boideseuteodoro e @memoriaeeducacao
Iniciativa da Liga dos Blocos Tradicionais, com apoio do Ministério da Cultura, começou na última segunda-feira (28), no CEM Urso Branco, com show de mágica
O projeto Liga nas Escolas inicia suas atividades nesta segunda-feira, 28 de setembro, às 10h, no Centro de Ensino Médio Urso Branco, no Núcleo Bandeirante. A iniciativa é da Liga Carnavalesca dos Trios, Bandas e Blocos Tradicionais (LCTBBT), com apoio do Ministério da Cultura (MinC), levará oficinas de artes plásticas, dança, música e mágica à comunidade escolar. A primeira atividade contará com um show de mágica.
O projeto conta com atividades formativas e nove apresentações artísticas. A programação inclui oito shows de bandas e orquestras dos blocos tradicionais e um espetáculo de mágica. A expectativa é atender cerca de 120 estudantes, de 15 a 18 anos, nas oficinas, e alcançar um público de 1.200 espectadores ao longo das apresentações, entre alunos, professores e integrantes da comunidade.
“Queremos que os jovens tenham a oportunidade de experimentar a arte, descobrir habilidades e reconhecer que também podem criar cultura. O contato com os artistas e com o fazer dos blocos aproxima a escola da comunidade e ajuda a construir vínculos com a história do lugar onde eles vivem,” explica Paulo Henrique Nadiceo, idealizador do projeto .
A proposta busca aproximar as novas gerações das tradições do carnaval e da cultura popular brasileira, com vivências de frevo, axé, marchinhas, maracatu e percussão. A Liga reúne os blocos Pacotão, Galinho de Brasília, Mamãe Taguá, Asé Dudu, O Menino da Ceilândia, Bloco dos Raparigueiros, Baratona e Baratinha.
“Os blocos tradicionais guardam ritmos, saberes e memórias que fazem parte da identidade do Distrito Federal. Valorizar suas matrizes culturais, do frevo à percussão afro-brasileira, é manter essa diversidade viva e criar condições para que as novas gerações conheçam, pratiquem e deem continuidade a essas tradições.”
Liga dos Blocos Tradicionais Fundada em 1997, a Liga dos Blocos Tradicionais de Brasília nasceu para organizar o calendário do carnaval de rua do Distrito Federal e fortalecer a atuação conjunta das agremiações. A instituição sem fins lucrativos passou a representar oficialmente os blocos em 2000. Ao longo de sua trajetória, a Liga e seus filiados desenvolvem o carnaval de Brasília e ações culturais e sociais e oficinas de música, dança, artesanato e bonecos gigantes, com foco na valorização das tradições populares do DF.
Serviço Liga nas Escolas Apoio: Ministério da Cultura Data: 28 de setembro de 2026, segunda-feira Local: Centro de Ensino Médio Urso Branco Endereço: 3ª Avenida, Área Especial 4, Núcleo Bandeirante, Brasília/DF Primeira atividade: show de mágica Realização: Liga dos Blocos Tradicionais @ligadosblocosdf https://ligadosblocos.com.br/
No Brasil, são 6,3 mil oportunidades, com destaque para Administração, Educação, Direito e Contabilidade. No Distrito Federal, a área administrativa lidera com 203 vagas
O Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE encerra setembro com 712 vagas de estágio abertas no Distrito Federal. A oferta contempla estudantes do ensino médio, cursos técnicos e graduação em diferentes áreas de formação, ampliando as possibilidades de inserção produtiva, qualificação e desenvolvimento profissional.
A área administrativa lidera a oferta no DF, com 203 vagas, seguida por ensino médio (107), educação (63), direito (53), informática (37) e contabilidade (35). Também há oportunidades em marketing (25), comunicação e design (22 vagas cada), construção civil (20), esportes (19) e na área administrativa de nível técnico (18).
Outras formações também aparecem entre as oportunidades disponíveis. Há dez vagas em saúde e outras dez em saúde de nível técnico, nove em licenciatura, oito em elétrica e eletrônica de nível técnico, cinco em secretariado e cinco em agropecuária, além de vagas em arquitetura e urbanismo, química, farmácia, nutrição, letras, produção mecânica e outras áreas.
No cenário nacional, o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE está com 6,3 mil oportunidades abertas em todo o Brasil. Administração, Educação, Direito e Contabilidade estão entre as áreas com maior oferta, e São Paulo, Ceará, Distrito Federal e Bahia concentram os maiores volumes de oportunidades nesta semana.
As vagas contribuem para a empregabilidade jovem ao aproximar a formação acadêmica da experiência prática no mundo do trabalho. Por meio do estágio, os estudantes podem desenvolver competências profissionais, ampliar conhecimentos e construir experiências relacionadas à área em que estão se qualificando.
Os interessados devem se cadastrar gratuitamente pelo site do Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, ciee.org.br, ou buscar atendimento presencial na unidade do CIEE, localizada no Setor Sudoeste, em Brasília (DF). As vagas são atualizadas e podem ser preenchidas ao longo da semana.
CIEE 62 anos: Imparável
Desde sua fundação, o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, maior ONG de inclusão social e trabalho jovem da América Latina, se dedica à inserção de jovens no mundo do trabalho. Além disso, a instituição, responsável pela inserção de 7 milhões de brasileiros no mundo do trabalho, mantém cursos online gratuitos para qualificar a juventude e uma série de ações socioassistenciais voltada à promoção do conhecimento e fortalecimento de vínculos de populações prioritárias.
Projeto do Instituto Janelas da Arte, com atuação em rede com o Instituto No Setor e investimento do Fundo Socioambiental da CAIXA, ocupa espaço no centro da cidade durante dois anos e propõe cultura, economia criativa e sustentabilidade como ferramentas de transformação social e cultural
Primeiras atividades gratuitas começam neste sábado, 26 de setembro, com oficina de lambe-lambe e workshop sobre cidade, território e Agenda 2030
Em uma região do centro de Brasília marcada por desigualdades e grandes desafios sociais, uma nova ocupação propõe outro caminho para a transformação do território. Cultura, formação, economia criativa e sustentabilidade estão no centro do EIXO – Espaço de Inovação, Criatividade e Sustentabilidade, projeto do Instituto Janelas da Arte, com atuação em rede com o Instituto Cultural e Social No Setor.
O EIXO nasce do encontro de trajetórias de organizações que já atuam com cultura, formação e transformação social e do desejo de construir, no Setor Comercial Sul, uma experiência permanente de criação, aprendizagem e convivência. Durante dois anos, o projeto transforma um espaço na Quadra 5 do SCS em um laboratório vivo e busca demonstrar, na prática, como cultura, economia criativa e sustentabilidade podem contribuir efetivamente para transformar um território.
As primeiras atividades começam neste sábado, 26 de setembro, com duas ações gratuitas voltadas à relação entre cidade, criação e território. Das 14h às 17h, o ilustrador e grafiteiro Bera conduz a oficina de lambe-lambe “A cidade também é nossa tela”. A atividade parte da ideia da cidade como suporte de expressão e convida os participantes a experimentar criação, composição e ocupação visual do espaço urbano. Ilustrador e grafiteiro, Bera nasceu em Uberaba (MG), vive em Brasília desde 2006 e atua há dez anos na cena do grafite. Também desenvolve sua produção autoral por meio da marca BERAVERSO.
Também no sábado, das 14h às 16h, o geógrafo Guilherme Machado ministra o workshop “Ressignificação. Cidades Vivas, Rimas e Traços: a Agenda 2030 no Coração do Território”. Um convite a refletir sobre os espaços que ocupa, as relações que estabelece com a cidade e as possibilidades de transformação do território. A proposta é aproximar cultura urbana, sustentabilidade e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estimulando novas leituras e formas de imaginar a cidade. Guilherme é geógrafo, especialista em gestão cultural e avaliação de impacto social, com experiência na aplicação territorial dos ODS e em projetos que articulam cultura urbana, patrimônio imaterial e sustentabilidade, especialmente no Distrito Federal.
Já no dia 7 de outubro, começam dois cursos voltados aos bastidores da música ao vivo. O curso de Sonorização, com Tom Serralvo, apresenta o trabalho de quem cuida da qualidade do som em shows, eventos e apresentações — da preparação dos equipamentos ao acompanhamento técnico durante a performance. Já o curso de Roadie, com Bruna Moom, mostra a rotina de quem atua na montagem e no suporte a artistas e músicos, preparando instrumentos, equipamentos e palco para que tudo funcione na hora do show.
As duas formações incluem prática no Cerrado Jazz Festival, em 9 de outubro, aproximando os participantes de uma situação real de produção e operação técnica. As inscrições ficam abertas até 1º de outubro, pelo Instagram do EIXO, @eixo.scs.
Para o Instituto Cultural e Social No Setor, que tem sua trajetória diretamente ligada ao centro de Brasília, a chegada do EIXO representa também a concretização de uma ideia construída ao longo dos anos: ter estrutura, continuidade e condições para desenvolver uma ocupação cultural capaz de dialogar com os desafios e as potências do SCS.
“O Setor Comercial Sul é um território muito estigmatizado, e durante muito tempo se falou em devolver esse espaço para as pessoas. Mas transformar um território não é apenas limpar ou retirar quem está ali. É criar políticas, cultura e possibilidades de ocupação. Para mim, o EIXO é a materialização de um sonho, que nasce dessa atuação em rede com o Instituto Janelas: ter um espaço estruturado, com condições de mostrar, na prática, como existem outras possibilidades de transformar um território, gerar oportunidades e construir outras formas de viver o centro da cidade”, afirma Rafael Reis, diretor-presidente do Instituto Cultural e Social No Setor.
Para Lorena Oliveira, presidente do Instituto Janelas da Arte, Cidadania e Sustentabilidade, a proposta é fazer com que essa presença no território produza também novas possibilidades para as pessoas. “Queremos que o EIXO seja um espaço onde a formação se transforme em oportunidade real. Um lugar para desenvolver habilidades, se qualificar, experimentar novas possibilidades e encontrar caminhos para o trabalho e a geração de renda. E queremos fazer isso de maneira conectada ao território e às pessoas que fazem parte do centro de Brasília.”
A sustentabilidade também aparece associada à inclusão social e produtiva. Entre as ações previstas estão iniciativas de plantio, reflorestamento urbano e implantação de hortas comunitárias no SCS, unindo cuidado ambiental, geração de renda e fortalecimento do vínculo com o território. Outro destaque é o laboratório de reciclagem de plástico, que transforma tampinhas em placas que podem ser utilizadas na produção de móveis e outros objetos.
A programação que começa agora inaugura uma agenda contínua de formação, produção cultural, atividades artísticas e ações ligadas à sustentabilidade. Ao longo dos dois anos, o EIXO prevê cursos, oficinas e vivências, além de apresentações artísticas, exposições, feiras, intervenções urbanas e ações de convivência. A formação terá atenção especial a pessoas em situação de vulnerabilidade, ampliando possibilidades de qualificação, trabalho e geração de renda e fortalecendo a economia criativa.
Com investimento do Fundo Socioambiental da CAIXA, o EIXO inicia assim uma ocupação de longo prazo no Setor Comercial Sul. Novas atividades, vagas, inscrições e a programação serão divulgadas pelo Instagram @eixo.scs.
Serviço
EIXO – Espaço de Inovação, Criatividade e Sustentabilidade Local: Setor Comercial Sul, Quadra 5 – Brasília/DF Período: julho de 2026 a junho de 2028 Realização: Instituto Janelas da Arte Atuação em rede: Instituto Cultural e Social No Setor Investimento: Fundo Socioambiental da CAIXA Informações e inscrições: @eixo.scs
26 de setembro
Oficina de Lambe-Lambe com Bera – “A cidade também é nossa tela” Horário: 14h às 17h Vagas: 25 Acesso livre, sujeito à lotação
Workshop “Ressignificação. Cidades Vivas, Rimas e Traços: a Agenda 2030 no Coração do Território” Com Guilherme Machado Horário: 14h às 16h Acesso livre, sujeito à lotação
Curso de Sonorização com Tom Serralvo Carga horária: 10 horas Início: 7 de outubro Inscrições até: 1º de outubro Inscrições: @eixo.scs
Curso de Roadie com Bruna Moom Carga horária: 10 horas Início: 7 de outubro Inscrições até: 1º de outubro Inscrições: @eixo.scs
Sobre o Instituto Janelas
O Instituto Janelas da Arte, Cidadania e Sustentabilidade é uma organização da sociedade civil que desenvolve projetos nas áreas de cultura, educação, formação, acessibilidade, inclusão social, cidadania, direitos humanos, empreendedorismo e sustentabilidade. Sua atuação reúne produção e gestão de projetos culturais, ações de formação e qualificação e iniciativas voltadas à democratização do acesso à arte e à promoção da transformação social. O Instituto integra a Rede Nacional de Escolas Livres de Formação em Arte e Cultura, do Ministério da Cultura, reconhecimento de sua trajetória na formação artística e cultural e na valorização da diversidade e dos saberes comunitários.
Sobre o Instituto No Setor
O Instituto Cultural e Social No Setor (INS) nasceu das mobilizações e ocupações culturais realizadas no Setor Comercial Sul, em Brasília, desde 2018, e se formalizou como organização da sociedade civil em 2020. Com atuação no Distrito Federal e em outros territórios do país, desenvolve projetos nas áreas de cultura, educação, sustentabilidade, desenvolvimento territorial, economia criativa e promoção de direitos, tendo o Direito à Cidade como eixo central de sua atuação.
Iniciativa realiza encontro neste sábado (26), na Universidade do Distrito Federal, após percorrer diferentes regiões do DF, alcançando centenas de estudantes da rede pública
O projeto Nossa Vez realiza, neste sábado (26/9), aulão gratuito de preparação para o Enem. O encerramento da iniciativa será em Ceilândia, na Universidade do Distrito Federal, localizada na QNN 31, Áreas Especiais B/C/D/E, Ceilândia Norte. A programação ocorre das 7h45 às 12h30 e reúne aulas de diferentes áreas do conhecimento, além de apresentação do rapper Japão Viela 17 durante o intervalo. As inscrições podem ser feitas pelo formulário eletrônico.
Realizado pelo Instituto Rosa dos Ventos em parceria com a Secretaria Nacional de Juventude do Governo Federal, o Nossa Vez promoveu encontros gratuitos em diferentes regiões do Distrito Federal, levando conteúdos, estratégias de prova e orientação para estudantes do terceiro ano do Ensino Médio, da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e para quem já concluiu o Ensino Médio em escolas públicas.
Ao longo da programação, o projeto passou por Brazlândia, Gama, Recanto das Emas, Planaltina, Taguatinga, Samambaia e Ceilândia, que recebe o segundo encontro neste sábado. A circulação por diferentes territórios buscou aproximar a preparação para o Enem das comunidades e ampliar as possibilidades de participação de estudantes que nem sempre conseguem acessar cursos preparatórios.
Durante os encontros, os participantes tiveram acesso a aulas de Língua Portuguesa, Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Redação, além de orientações sobre resolução de questões, organização do tempo de prova e estratégias relacionadas ao modelo de avaliação do Enem. A programação também incorporou apresentações culturais, aproximando a preparação acadêmica de outras formas de conhecimento e expressão.
“Levar o Nossa Vez em Ceilândia é também olhar para tudo o que aconteceu nos territórios por onde passamos. Cada encontro teve uma dinâmica própria, com estudantes diferentes, histórias diferentes e maneiras diferentes de se relacionar com o Enem. Acho que esse é um dos maiores aprendizados do projeto: quando a gente sai do lugar comum e vai até onde os jovens estão, a educação deixa de ser uma ideia abstrata e ganha rosto, conversa e troca”, afirma a presidente do Instituto Rosa dos Ventos, Stéffanie Oliveira.
A professora de Química Luana Bezerra participou do aulão em Ceilândia, no último 12 de setembro. Ela destaca temas que muito provavelmente devem ser cobrados no exame, como terras raras e jogos de aposta. “Se você é um aluno da rede pública, pode vir participar com a gente. Sabemos o tanto que é importante estarmos atualizados com todos esses assuntos”, convida a docente.
Programação do encerramento
O encontro começa às 7h45, com aula de Português ministrada pela professora Kássia Braga. Na sequência, o professor Waldizar Borges conduz a aula de Matemática. A programação segue com Ciências da Natureza, reunindo os professores Cleiton, de Química; Alexandre, de Biologia; e Kitéria, de Física.
Às 10h, durante o intervalo, o público poderá acompanhar a apresentação do rapper Japão Viela 17, artista com trajetória ligada à cultura hip-hop do Distrito Federal. Depois da apresentação, às 10h15, será realizada a primeira aula de Ciências Humanas, com Saulo, em Sociologia, e Luís Ferrara, em Filosofia.
Às 11h, a programação continua com Leonardo C., em Geografia, e Keilla, em História. O encerramento das atividades será com a aula de Redação, ministrada pela professora Andressa Soares.
O Nossa Vez é uma realização do Instituto Rosa dos Ventos, em parceria com a Secretaria Nacional de Juventude do Governo Federal.
Serviço – Projeto Nossa Vez – Ceilândia
Data: sábado (26 de setembro)
Horário: das 7h45 às 12h30
Local: Universidade do Distrito Federal — QNN 31, Áreas Especiais B/C/D/E, Ceilândia Norte
Visitantes poderão cumprir trilhas de conhecimento para concorrer a brindes colecionáveis e prêmios focados no desenvolvimento profissional
A Expo CIEE 2026, maior evento jovem gratuito da América Latina, irá oferecer uma experiência 100% gamificada aos visitantes. O evento, que acontece nos dias 15, 16 e 17 de outubro no Pavilhão Amarelo do Expo Center Norte, em São Paulo, visa incentivar o público a cumprir jornadas intencionais de aprendizado, conectando os objetivos de carreira dos estudantes a uma dinâmica interativa com prêmios.
Para orientar a navegação, o aplicativo oficial do evento oferecerá sugestões de trilhas temáticas personalizadas de acordo com as metas de cada estudante. A gamificação funcionará da seguinte forma:
● Gamificação Digital (Aplicativo do Evento): Disponível a partir do momento da inscrição, o app “Expo CIEE”, compatível com iOS e Android, permite que o participante pontue cumprindo tarefas e interagindo na plataforma. A contagem oficial de pontos para o ranking começa no primeiro dia da feira e segue até o encerramento. Ao final da Expo CIEE, os três participantes mais bem colocados no ranking geral receberão prêmios voltados ao desenvolvimento de suas carreiras.
O objetivo principal da gamificação é incentivar uma participação ativa e estruturada, garantindo que o jovem passe por uma jornada de conhecimento completa e alinhada com seus objetivos de futuro.
Palestrante confirmados
A Expo CIEE 2026 aposta no entretenimento do público e mistura conteúdo relevante com lazer e cultura jovem com palcos projetados para oferecer palestras que impulsionam carreiras e também trazem nomes importantes da atualidade. Entre os confirmados até o momento estão os influencers Felca, Leo Santana, Nathalia Arcuri e Camila Pudim; grandes nomes da internet.
Serviço:
EXPO CIEE 2026: Maior evento jovem gratuito da América Latina
Data: 15, 16 e 17 de outubro, quinta, sexta e sábado
A Expo CIEE 2026 é o maior evento jovem gratuito da América Latina e marca uma nova fase do CIEE ao evoluir de uma feira de carreira para um ecossistema completo de experiências, desenvolvimento, oportunidades e conexão com o futuro.
Voltada especialmente ao público universitário, a EXPO CIEE reúne empresas, especialistas, influenciadores e Instituições de Ensino para proporcionar uma jornada prática e interativa, onde os jovens deixam de imaginar o futuro e passam a vivê-lo na prática. Durante os três dias de evento, os participantes têm acesso a palestras, workshops, vagas de Estágio e Aprendizagem, experiências de marca, networking e conecta jovens a conhecimento, tecnologia, inovação e entretenimento, transformando aprendizado em vivência e preparando uma nova geração para construir seu futuro com mais confiança e protagonismo.
CIEE 62 anos: Imparável Desde sua fundação, o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, maior ONG de inclusão social e trabalho jovem da América Latina, se dedica à inserção de jovens no mundo do trabalho. Além disso, a instituição, responsável pela inserção de 7 milhões de brasileiros no mundo do trabalho, mantém cursos online gratuitos para qualificar a juventude e uma série de ações socioassistenciais voltada à promoção do conhecimento e fortalecimento de vínculos de populações prioritárias.
O Projeto ‘Tem Graffiti na minha Escola’ do artista e arte-educador Fernando Elom chega à sua 3ª edição contemplando os alunos dos centros de ensino CEF 11, CEF 25 e CEF 35 na Ceilândia.
Amante da cultura Hip Hop e morador da cidade, Elom é conhecido por traços no grafitti cheios de mensagens e significados, com campanhas educativas, em prol das mulheres, não-violência, amor e cidadania.
O projeto patrocinado pelo FAC dá continuidade aos ensinamentos dos pilares do hip hop que agregam, direcionam e destacam os valores da união e respeito entre os alunos.
Para Elom, grafiteiro de longa data, ver o interesse das crianças desde cedo é muito gratificante e o projeto visa desenvolver ações educativas e de inclusão para jovens que passam por processo de vulnerabilidade social.
“Ver o projeto chegar à sua 3ª edição é muito enriquecedor. Trazer os elementos do Hip Hop como ferramenta pedagógica e motivacional para crianças e adolescentes tem resultados surpreendentes “, declara o artista
O projeto destaca novos talentos além de embelezar os muros e áreas de convivência das escolas trazendo assim cultura e arte em traços coloridos cheios de histórias.
Com texto e direção de Sérgio Maggio, espetáculo une animais humanizados, reflexões sobre a cadeia alimentar e acessibilidade em temporada gratuita para o ensino fundamental
A partir deste mês de setembro de 2026, dez escolas públicas do Distrito Federal recebem a itinerância do projeto artístico e pedagógico “O Coelho e o Casamento da Onça”. Concebida como uma fábula inédita, a montagem utiliza o bom humor e a ludicidade para aproximar o público infantojuvenil de pautas cruciais, como a preservação ambiental, a sustentabilidade e o respeito à biodiversidade.
Realizado pelo Instituto Cidade Céu de Arte, Educação e Cultura com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), o espetáculo tem dramaturgia e direção geral assinadas por Sérgio Maggio, do coletivo Criaturas Alaranjadas, que comemora 20 anos de estrada, figurinos, cenário e assistência de direção de Jones Schneider. No elenco, intérpretes de destaque na cena teatral de Brasília: Vanessa de Farias, Jeff Moreira, Wol Nunnes. Iclélia Maranhão e Márcia Costa. As canções originais têm letras de Sérgio Maggio e melodias de Janaina Sabino.
SINOPSE
Na trama, o Coelho é convocado às pressas para organizar o casamento da rainha da floresta, a Onça. Em meio aos preparativos, ele tem ideias mirabolantes de alterar a ordem natural das plantas — como imaginar abóboras nas árvores e jabuticabas no chão. Após levar uma “jabuticabeirada” na cabeça com a ajuda das tartarugas, ele compreende que a natureza é perfeita exatamente como é.
Enquanto isso, moradores da floresta, como o Sapo e a Galinha D’Angola, entram em pânico imaginando que virarão o prato principal do banquete de casamento. Cabe ao Coelho acalmar os ânimos e explicar conceitos fundamentais de ecologia, como a cadeia alimentar e a importância de cada espécie no ecossistema, alertando que o maior perigo para o meio ambiente não são os predadores naturais, mas sim a falta de educação e o descaso humano.
“Esse projeto traz as delícias da fábula e sua capacidade de encantar e educar as crianças. Nesse projeto, a famosa moral da história é fundamental: proteja os animais e exalte a natureza”, aponta Jones.
Todos os bichos:
Jeff Moreira interpreta o Coelho, o agitado e criativo organizador de eventos que atua como a voz da razão na floresta.
Vanessa de Farias assume os papéis da imponente Onça (a noiva da cerimônia), além da talentosa Cigarra e do Sapo.
Wol Nunnes reveza-se em múltiplos papéis, incluindo as incansáveis Formigas, as pacientes Tartarugas e o vaidoso Pavão.
Iclélia Maranhão interpreta a Galinha D’Angola.
Márcia Costa faz a Capivara, Tartaruga e Formiga.
Arte e Educação: Um Projeto Completo
Além das apresentações teatrais nas escolas, o projeto destaca-se por sua vertente pedagógica. As instituições recebem material de apoio com propostas de rodas de conversa e atividades lúdicas divididas por faixa etária (como a brincadeira “Cada coisa no seu lugar!” para os menores e “O Tribunal dos Bichos” para debater a cadeia alimentar com os mais velhos), estimulando a produção textual e o pensamento crítico dos estudantes. A dramaturgia de Sérgio Maggio ganha a impressão de 500 livros que serão distribuídos entre as escolas visitadas e rede públicas de Bibliotecas do DF.
Cronograma de Estreia (Setembro e Outubro de 2026)
A circulação passa por diversas regiões administrativas do DF:
17/09/2026 – Escola Classe 01 (SIA) – 14:00
17/09/2026 – Escola Classe (Guará) – 16:30
18/09/2026 – Escola Classe 06 (Gama) – 14:00
29/09/2026 – Escola Classe 01 (Candangolândia) – 16:30
29/09/2026 – Escola Classe Núcleo Bandeirante – 14:00
01/10/2026 – Escola Classe 01 (Riacho Fundo I) – 14:00
01/10/2026 – Escola Classe 13 (Taguatinga) – 16:30 com libras e audiodescrição
05/10/2026 – Escola Classe 11 (Sobradinho) – 16:30
09/10/2026 – Centro de Ensino Fundamental 01 (Vila Planalto) – 14:00 com libras e audiodescrição
13/10/2026 – Centro de Ensino Fundamental 08 (Cruzeiro) – 14:00
SERVIÇO:
Espetáculo: “O Coelho e o Casamento da Onça”
Público: Alunos do ensino fundamental da rede pública do DF
Realização: Instituto Cidade Céu de Arte, Educação e Cultura, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) e FAC
Projeto promove roda de conversa, yoga e exercícios de resiliência emocional em agosto; apresentações teatrais gratuitas seguem até outubro
Como falar com crianças sobre mudanças do clima sem causar ecoansiedade? Nos dias 26 e 28 de setembro, o projeto Roça Cri-criativa leva para o centro da cidade de concreto uma abordagem lúdica e afetiva sobre o aquecimento global, com exercícios de respiração e yoga, além de plantio de mudas nativas do Cerrado. A ação “Infâncias, Natureza e Emergências Climáticas” marca o início da temporada 2026 do musical infantil, que chega com uma versão inédita e canções autorais para conduzir os pequenos por uma divertida viagem de autoconhecimento, emoções, preservação ambiental e diversidade.
Patrocinado pela Neoenergia e pelo Instituto Neoenergia, por meio do edital Transformando Energia em Cultura 2025-2026, o projeto é um desdobramento do Show da Roça Cri-criativa, lançado em 2025 (ouça aqui). Nesta edição, as histórias ganham uma narrativa completa, protagonizada por Nambira – a Palhaça Frita, que parte em uma jornada em busca do caminho do coração. A aventura fica mais fascinante com a ajuda dos animais da fazenda, como a Abelhinha Zazá, o Sapo Saltitante, a Serpente Sorridente, o Burrinho Genial, entre outros.
A natureza invade a cidade A atividade de abertura “Infâncias, Natureza e Emergências Climáticas” conecta ecologia e resiliência emocional por meio de rodas de conversa interativas, exercícios de respiração e práticas inspiradas no yoga. No sábado (26/09), a Prefeitura da 215 Norte recebe a ação comunitária. Já na segunda-feira (28/09), é dia de semear na Escola Classe Beija-Flor (EQN 315/316). Estudantes e professores participam do plantio coletivo de 20 mudas nativas do Cerrado, criando uma oportunidade para vivenciar concretamente uma ação de regeneração ambiental.
De acordo com Nambir Kaur, idealizadora da iniciativa, a proposta é transformar um assunto que pode parecer complexo ou assustador em uma experiência de conexão, cuidado e participação. “Essa ação do projeto Roça Cri-criativa cria um espaço para que as crianças possam sentir a natureza colocando os pés e mãos na terra, colocando em prática assim os direitos recém conquistados no ECA Ambiental.” O projeto também fará a distribuição de mudas de árvores durante as apresentações, em outubro.
Nambira, o Grilo Cri-criativo e os animais da Roça Após o ciclo de vivências ambientais nas escolas, a iniciativa chega aos palcos com a nova montagem da jornada musical Roça Cri-criativa. Violão, piano, percussão, harpa, baixo e sanfona são instrumentos que compõem a trilha sonora. O musical, que é aberto ao público com entrada gratuita e prioriza crianças da rede pública de ensino, reúne dez composições autorais e convida as crianças a participarem ativamente: cantar, respirar, pular e praticar posturas de yoga inspiradas nos animais da roça (as “posturas dos bichos”).
“A montagem valoriza o universo rural brasileiro e aproxima as crianças urbanas da cultura do campo e da natureza”, destaca Nambir Kaur, que é professora de yoga há uma década. Na nova história, quem conduz a criançada é Nambira, a Palhaça Frita, que perdeu a graça na cidade barulhenta, com a cabeça cheia de buzinas, boletos e pressa. Guiada pelo som de um grilo, ela cruza a porteira da Roça Cri-criativa e encontra o Grilo Cri-criativo, dono do reco-reco mais famoso do Cerrado. Assim, ela inicia uma aventura de encontro com o caminho do coração com a ajuda dos animais da fazenda.
Cada personagem apresenta uma descoberta. A Abelhinha Zazá fala sobre meditação; o Sapo Saltitante, sobre alegria; a Vaquinha Manhosa, sobre contemplação; o Burrinho Genial, sobre escuta e sabedoria; o Patinho, sobre amor e diversidade; o Caracol Bemol, sobre paciência e respeito ao tempo; e o Tatu Boladão, sobre a raiva que se acalma.
Acessibilidade e inclusão
Pensado para acolher a diversidade infantil, o espetáculo oferece tradução em Libras, audiodescrição com fones e profissional qualificado, além de parcerias com entidades como DF Down e IPCCDV. A Roça Cri-criativa é uma realização da Casa Jasmim, Ponto de Cultura do MinC focado na valorização de artistas mulheres e na relação entre infância e natureza. O projeto tem concepção de Nambir (coordenadora geral, roteirista, compositora e professora de yoga), direção musical de Jeff, direção cênica de Tiago Linhares e composições de Nambir, Jeff e Beatriz Águida.
SERVIÇO Roça Cri-criativa – Ação“Infâncias, Natureza e Emergências Climáticas” Quando: 26/09 a 23/10. Confira a programação. Entrada franca.
26 de setembro, às 10h: Ação comunitária na Prefeitura da 215 Norte (Brasília/DF)
28 de setembro, às 9h30 e 16h30: Escola Classe Beija-Flor (EQN 315/316, Asa Norte) — com plantio de 20 mudas nativas do Cerrado
2 de outubro (sexta-feira), às 15h: Apresentação do espetáculo no Teatro Hugo Rodas / Centro Cultural Renato Russo, Plano Piloto 22 de outubro (quinta-feira), às 10h e 15h: Apresentação do espetáculo no Complexo Cultural de Planaltina
Projeto oferece oficinas gratuitas para jovens e adultos a partir de 16 anos; inscrições continuam abertas durante a passagem da carreta-escola pela região
O projeto CriAtiva – Comunicação, Cultura e Audiovisual já está no Guará oferecendo cursos gratuitos nas áreas de comunicação, marketing digital, fotografia e produção audiovisual. As inscrições continuam abertas para moradores interessados em participar das oficinas.
A carreta-escola está instalada na QE 25, Área Especial do CAVE, ao lado da Feira do Guará II, onde permanecerá até 5 de outubro. A iniciativa é voltada para jovens e adultos a partir de 16 anos e combina aulas teóricas e atividades práticas.
Entre as opções de capacitação estão Gerenciamento de Redes Sociais, Tráfego Pago e Estratégias Digitais, Fotografia Digital e Produção Audiovisual. Os conteúdos podem ser utilizados tanto na busca por oportunidades no mercado de trabalho quanto na criação de projetos próprios, iniciativas culturais e pequenos negócios.
As atividades são realizadas em diferentes horários, das 8h às 18h, permitindo que estudantes, trabalhadores e demais interessados possam escolher uma turma de acordo com sua disponibilidade.
Cursos disponíveis
Fotografia Digital: das 8h às 10h e das 14h às 16h;
Tráfego Pago e Estratégias Digitais: das 8h às 10h e das 16h às 18h;
Gerenciamento de Redes Sociais: das 10h às 12h e das 14h às 16h;
Produção Audiovisual: das 10h às 12h e das 16h às 18h.
A proposta do CriAtiva é ampliar o acesso à formação profissional em áreas ligadas à comunicação e à economia criativa, oferecendo ferramentas que podem ajudar os participantes a ingressar no mercado, aprimorar seus negócios ou desenvolver projetos independentes.
Depois do Guará, o projeto seguirá para Ceilândia, onde ficará de 8 de outubro a 6 de novembro. A última etapa do circuito será realizada em Samambaia, entre 9 de novembro e 8 de dezembro.
A iniciativa é fomentada pela Secretaria de Estado de Turismo do Distrito Federal (Secec-DF), com realização do Instituto Rede Solidária e apoio das Administrações Regionais das quatro regiões participantes.
Serviço
Projeto: CriAtiva – Comunicação, Cultura e Audiovisual Período no Guará: até 5 de outubro Local: SRIA II, QE 25, Área Especial do CAVE, ao lado da Feira do Guará II Público: jovens e adultos a partir de 16 anos Horário: das 8h às 18h, conforme o curso Inscrições: abertas Site: institutoredesolidaria.org.br/criativa/ WhatsApp: (61) 98374-9556 Fomento: Secretaria de Estado de Turismo do Distrito Federal (Secec-DF) Realização: Instituto Rede Solidária Apoio: Administração Regional do Guará
Com entrada gratuita, evento reúne música, dança, gastronomia, artes visuais, cultura popular e manifestações urbanas no dia 19 de setembro
A Escola Classe Dom Bosco, em São Sebastião, será transformada em um grande território cultural no dia 19 de setembro de 2026. Das 15h às 22h, o Festival Cores e Sabores do Brasil reunirá diferentes expressões artísticas, ritmos, tradições e sabores em uma experiência gratuita que convida o público a conhecer, participar e celebrar a diversidade brasileira.
Com entrada gratuita e público estimado em 2 mil pessoas, o Festival foi concebido para ir além de uma sequência de apresentações. A proposta é ocupar o ambiente escolar com atividades simultâneas e criar um espaço de convivência, descoberta e valorização da cultura nacional.
Durante o evento, o público poderá circular por cinco áreas temáticas: Território Brasil, destinado aos shows e às grandes apresentações; Vila das Artes, com exposição, audiovisual, painel e roda de conversa; Vila dos Sabores, dedicada à gastronomia regional; Alameda da Juventude, com grafite, break e batalha de rimas; e Parque dos Sentidos, voltado a experiências sensoriais e artísticas.
Cultura em movimento
A partir das 15h, o Festival funcionará de forma dinâmica, permitindo que os visitantes conheçam livremente os diferentes ambientes. Além de experimentar sabores regionais e acompanhar intervenções artísticas, o público poderá participar das atividades sensoriais e se envolver com manifestações da cultura urbana.
Dentro do Território Brasil, a Arena dos Brasis será dedicada às expressões culturais tradicionais e contemporâneas. A programação reunirá carimbó, danças gaúchas, maracatu, break e batalha de rimas.
Algumas dessas manifestações poderão ultrapassar os limites do palco e se transformar em cortejos pelo espaço do Festival, levando música, dança e cultura diretamente ao encontro do público. A proposta é fazer com que a arte circule pela escola e envolva toda a comunidade.
Diversidade musical no palco
A partir das 17h30, o público será convidado a se reunir no Território Brasil para acompanhar a principal programação artística do Festival.
A programação começa com Mari Bigio, unindo cordel, poesia, música e oralidade. Em seguida, As Fulô do Cerrado representam a cultura popular e as tradições do Cerrado, enquanto o Chypher’s Clan leva ao palco breaking, hip-hop e cultura urbana.
O público também poderá participar do Baile Charme, que promove a dança e a cultura negra. A programação segue com Dhi Ribeiro, apresentando samba, música brasileira e identidade negra, e Grego – do Piseiro, misturando piseiro, rap, trap e sonoridades contemporâneas.
O encerramento artístico ficará por conta do Bloco Eduardo e Mônica, que combina rock brasileiro, carnaval e identidade brasiliense. A atração será a apoteose do Festival, celebrando Brasília após uma jornada por diferentes culturas e regiões do país.
Um encontro de culturas, gerações e linguagens
O line-up foi pensado para apresentar um Brasil plural, formado por diferentes identidades, gerações e expressões artísticas. Cultura popular, cordel, breaking, charme, piseiro, rap, trap, samba, rock e carnaval estarão reunidos em uma mesma programação.
Mari Bigio possui circulação por diferentes estados e reconhecimento nacional por seu trabalho ligado à literatura, ao cordel e à cultura popular. Grego se destaca pelo forte alcance nas plataformas digitais, com milhões de ouvintes mensais e projeção nacional.
Dhi Ribeiro possui uma longa trajetória artística, com experiências internacionais, e participou do programa The Voice Brasil, em 2017, integrando o Time Brown. As Fulô do Cerrado atuam no circuito da cultura popular e participam de festivais e iniciativas voltadas às tradições brasileiras.
O Bloco Eduardo e Mônica apresenta forte capacidade de mobilização em Brasília, misturando carnaval, rock nacional e referências da capital federal. Já o Chypher’s Clan representa a força da cultura urbana e estabelece uma conexão direta com as atividades da Alameda da Juventude.
Mais do que assistir às apresentações, o público será convidado a viver uma jornada: primeiro descobrir, depois participar, encontrar-se e, ao final, celebrar.
O Festival Cores e Sabores do Brasil é realizado pelo Instituto Darwin, com apoio do Ministério da Cultura.
Horários previstos das atrações
17h30 – Mari Bigio Cordel, poesia, música e oralidade.
18h – As Fulô do Cerrado Cultura popular, Cerrado e tradições brasileiras.
18h40 – Chypher’s Clan Breaking, hip-hop e cultura urbana.
19h20 – Baile Charme Dança, cultura negra e participação do público.
19h40 – Dhi Ribeiro Samba, música brasileira e identidade negra.
20h20 – Grego – do Piseiro Piseiro, rap, trap e música contemporânea.
21h05 – Bloco Eduardo e Mônica Rock brasileiro, carnaval e identidade brasiliense.
22h – Encerramento oficial
Os horários poderão passar por ajustes de acordo com as necessidades técnicas e a duração das apresentações.
Serviço
Festival Cores e Sabores do Brasil Data: 19 de setembro de 2026 Horário: das 15h às 22h Local: Escola Classe Dom Bosco – São Sebastião/DF Entrada: gratuita Público estimado: 2 mil pessoas Realização: Instituto Darwin Apoio: Ministério da Cultura
De 14 a 18 de setembro, estudantes da rede pública têm sessões exclusivas, às 9h30 e às 15h, no Auditório da Administração do Guará em ação de formação de plateia
O espetáculo Outra História de Amorcumpre, entre os dias 14 e 18 de setembro, uma semana inteira dedicada a estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal. Em sessões gratuitas às 9h30 e às 15h, no Auditório da Administração do Guará, a peça leva à plateia estudantil uma reflexão sobre os estigmas do envelhecer, a partir da história de um casal que está junto há 45 anos.
Escrito e dirigido por Zé Regino, o texto acompanha o casal, vivido por Ruth Guimarães e Humberto Pedrancini enfrentando antigas e novas facetas da convivência, entre ternura, humor e conflito, desconstruindo e reconstruindo os próprios laços. Para os estudantes, a montagem funciona como um convite a rever ideias prontas sobre velhice, afeto e desejo, e a enxergar, nos mais velhos, muitas vezes avós, pais e professores, sonhos e histórias que a sociedade insiste em silenciar.
A escolha de levar o espetáculo primeiro às escolas não é acidental. Zé Regino conta que o texto nasceu de uma experiência pessoal com o etarismo e que seu maior interesse é provocar justamente esse tipo de virada de olhar em quem assiste, ainda jovem. “O sonho não acaba com a idade, o sonho está na pessoa. Comparam um velho sonhador a um jovem irresponsável, como se sonhar fosse coisa de gente inconsequente. Pois que sejamos todos irresponsáveis, não importa a idade, mas que o sonho continue nos alimentando”, destaca Zé Regino.
O diretor reforça que o convite às escolas é, antes de tudo, um chamado à empatia. “Veja o humano antes de ver a idade. Veja o sonho antes de ver a idade da pessoa. Veja o que move a pessoa antes de ver sua idade, isso é uma coisa que a sociedade não faz”, diz. Para ele, quebrar esse padrão de olhar cedo, ainda na escola, é parte do papel do teatro como formação de plateia e de cidadania.
Programação Sessões para escolas de 14 a 18 de setembro (segunda a sexta-feira), às 9h30 e às 15h, gratuitas, voltadas a turmas da rede pública de ensino, com classificação indicativa de 14 anos. Para o público, serão oferecidas duas sessões abertas, nos dias 18 (sexta-feira), às 20h30, e 19 (sábado), às 16h, sempre com entrada gratuita, mediante retirada de ingressos via Sympla: https://www.sympla.com.br/evento__3566285. Em 2025, o espetáculo percorreu, em temporada itinerante, os estados do Piauí, do Ceará e de Minas Gerais.]
A produção é de Kacus Martins e organiza sessões acessíveis em Libras e audiodescrição. O projeto é patrocinado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.
SERVIÇO: Espetáculo Outra História de Amor Sessões para escolas: 14 a 18 de setembro, às 9h30 e às 15h Sessões abertas ao público: 18/09, às 20h30; e 19/09, às 16h. Retirada de ingressos via Sympla https://www.sympla.com.br/evento__3566285. Entrada: Gratuita Local: Auditório da Administração do Guará Classificação indicativa: 14 anos
Viva o Cerrado Vivo difunde a educação socioambiental através do encantamento das culturas populares
No dia 11 de setembro é celebrado o Dia Nacional do Cerrado, data que inspirou a criação do projeto Viva o Cerrado Vivo no Distrito Federal. De 11 a 18 de setembro, a segunda edição do projeto visitará seis escolas públicas do Gama com ações de educação socioambiental enraizadas na cultura popular brasileira. A programação integra apresentações dos grupos Caco de Cuia e Mamulengo Fuzuê com palestras da socioambientalista lolanda Rocha. A primeira parada será na Escola Classe 18, no Setor Sul.
Viva o Cerrado Vivo também é inspirado na Lei Distrital nº 7.053/2022, que institui a Semana do Cerrado no calendário da rede pública de ensino do DF. A mestra em Desenvolvimento Sustentável Iolanda Rocha atuou nas discussões para a criação da lei e levará às escolas conhecimentos socioambientais atualizados. Já os grupos Caco de Cuia e Mamulengo Fuzuê integram o tema com repertório selecionado de forró e esquetes do teatro popular de bonecos.
Viva O Cerrado Vivo é um projeto realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). A primeira edição foi realizada em 2025 e percorreu escolas públicas do Recanto das Emas, Riacho Fundo, Riacho Fundo II e Água Quente. Neste ano, no Gama, serão visitadas a Escola Classe 18, o CEF Tamanduá, Escola Classe 29, Escola Classe 21, CEF Ponte Alta Norte e Escola Classe Córrego Barreiro.
Após o percurso, a iniciativa lançará um minidocumentário sobre as ações desenvolvidas, buscando ampliar o debate e inspirar novos projetos.
Pelo Cerrado Vivo!
O Dia Nacional do Cerrado foi instituído em 2003. A data busca conscientizar a população e o poder público sobre a preservação do bioma, que ocupa 25% do território brasileiro e é considerado a savana com a maior sociobiodiversidade do planeta. O Cerrado é também berço das águas, onde estão localizadas as nascentes das principais bacias hidrográficas do Brasil. Por outro lado, especialistas o apontam como o bioma mais ameaçado no país, devido ao agronegócio, à monocultura e outros usos degradantes do solo e das águas.
PROGRAMAÇÃO
11/09 – 10h30: Escola Classe 18 – Setor Sul
15/09 – 13h30: CEF Tamanduá – Ponte Alta Sul
16/09 – 16h20: Escola Classe 29 – Setor Sul 17/09 – 10h30: Escola Classe 21 – Setor Leste
18/09 – 11h: CEF PAN – Ponte Alta Norte
18/09 – 15h30: Escola Classe Córrego Barreiro – Ponte Alta Sul
O Crudo de Atum do Gurumê ParkShopping traz lâminas do pescado fresco sobre molho de tucupi e melancia marinada no molho Su, finalizadas com azeite de cariru, chilli oil e alho crocante. A combinação une acidez suave e alto teor de hidratação para os dias quentes, divulgação
Cortes precisos, acidez botânica e curadoria enológica definem a temporada que transforma a alta gastronomia oriental em refúgio sensorial.
Em resposta ao microclima seco e às elevadas temperaturas da Capital Federal, o Gurumê ParkShopping apresenta uma seleção autoral focada na termorregulação do paladar e na leveza estética. Concebida pelos chefs executivos Daiti Ieda e Renato Araújo, a experiência harmoniza pescados nobres de águas frias, insumos nativos da biodiversidade brasileira e uma coquetelaria botânica de autor. A iniciativa reafirma o posicionamento da grife no segmento de alta gastronomia contemporânea, oferecendo uma imersão sensorial pautada pelo frescor imediato e pela hospitalidade sofisticada.
A coleção de pratos para a temporada nasce da investigação sobre o impacto fisiológico e emocional da comida em climas áridos. A proposta dos chefs vai além da redução de calorias: explora a sinergia entre o teor hídrico de frutas frescas, a acidez de fermentados milenares e o estímulo do nervo trigêmeo por meio de óleos aromáticos e infusões. O frescor é tratado como conceito arquitetônico, em que cada etapa limpa o paladar e restabelece o conforto térmico do comensal.
Fundado em 2014 no Fashion Mall, no Rio de Janeiro, pela visão de Jerônimo Bocayuva em sociedade com o Grupo Trigo, o Gurumê completa 12 anos consolidando o conceito do “japonês de autor com alma brasileira”. A assinatura culinária une duas trajetórias complementares: a bagagem de Daiti Ieda — que refinou sua técnica nipônica nos tradicionais balcões de Tsukiji, em Tóquio — e a intuição criativa do chef cearense Renato Araújo. Juntos, traduzem a disciplina milenar dos cortes em um diálogo cosmopolita com os biomas nacionais.
A curadoria dos insumos prioriza a rastreabilidade e o frescor absoluto. O atum de profundidade e o salmão fresco dividem espaço com elementos identitários do território brasileiro, como o tucupi amazônico de fermentação equilibrada e o azeite perfumado com folhas de cariru. Na enogastronomia, a casa destaca o Gurumê Merlot Safra 2020 (R$ 125,00 a garrafa / R$ 37,00 a taça), rótulo exclusivo elaborado na Serra Gaúcha pelo enólogo Adolfo Lona sob a filosofia de mínima intervenção, sem passagem por carvalho e servido a temperaturas refrescadas (14°C a 16°C).
A linguagem culinária dos chefs
O menu destaca preparações que valorizam texturas puras e contrastes térmicos sutis:
Crudo de Atum (R$ 59,00): Lâminas do pescado cru dispostas sobre redução de tucupi e melancia marinada no vinagre de arroz Su, finalizadas com azeite de cariru, chilli oil artesanal e flocos crocantes de alho.
Barriga Roll Salmon (R$ 72,00): Cortes nobres de salmão com toque de cream cheese, ovas de massago red, azeite trufado, flor de sal e raspas de limão-siciliano para equilibrar a untuosidade.
Mixologia e Hidratação: Criações autorais como o Satori Martini (R$ 45,00) e o Sakura (R$ 52,00), elaborados com Sake Honjozo Jose, lichia e notas florais, além do mocktail Ronin Uri (R$ 28,00), focado em extratos de pepino e equilíbrio cítrico sem álcool.
No salão do Espaço Gourmet do ParkShopping, o projeto arquitetônico valoriza linhas curvas em madeira clara, acústica tratada e iluminação pontual, criando uma atmosfera de refúgio e acolhimento. O serviço combina a precisão técnica do sushibar à hospitalidade atenta, transformando a refeição em um intervalo de desaceleração e contemplação sensorial.
A seleção de pratos e a carta autoral de bebidas estão disponíveis diariamente durante o horário de funcionamento da casa no salão e em canais oficiais. Reservas para grupos e experiências guiadas são realizadas mediante consulta prévia.
Sobre o Gurumê
O Gurumê é um consagrado restaurante de gastronomia japonesa contemporânea, reconhecido por sua qualidade excepcional, design de vanguarda e ambiente sofisticado. Unindo o rigor técnico oriental e a hospitalidade acolhedora do DNA brasileiro, a marca integra o portfólio de marcas do Grupo Trigo e proporciona experiências de alta gastronomia focadas no consumo consciente e na entrega de valor justo.
Alunos de seis escolas de Planaltina e Vale do Amanhecer tiveram a oportunidade de vivenciar os fundamentos da cultura hip hop na prática.
Foram contempladas a EC 01, CEF 03, CEF 04, CAIC-Assis Chateaubriand, EC mestres D’Armas e CE Stella dos Querubins. Ao todo mais de 400 jovens participaram das oficinas de grafite e danças urbanas como breaking e passinho, além de aulas práticas com DJs e MCs.
Houve também bate-papo sobre bullying no ambiente virtual e palestras sobre a importância do acolhimento, solidariedade e união no ambiente escolar.
A cultura Hip Hop representada pelo grupo Start Family Crew levou aos estudantes um pouco do que há de melhor no movimento. Para Chede Zied e Victor Cavalcanti bboy e proponente da ação, projetos como esse quando inseridos na grade curricular fazem diferença na educação e crescimento do alunos. “É uma satisfação apresentar os pilares do Hip Hop para as crianças. Elas prestam atenção em tudo. Interagem, questionam e se divertem com a gente”
O projeto foi patrocinado pelo FAC-DF (Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal)
Estudantes do ensino médio, cursos técnicos e graduação podem concorrer às vagas; áreas administrativa, educação, saúde e direito concentram o maior número de ofertas nesta semana
O Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE começa o mês de setembro com 781 vagas de estágio abertas no Distrito Federal. As oportunidades contemplam estudantes do ensino médio, cursos técnicos e graduação que buscam experiência prática, qualificação profissional e desenvolvimento para a inserção no mundo do trabalho. A área Administrativa concentra o maior número de vagas nesta semana, com 198, seguida por Educação (98), Ensino Médio (88), Saúde (67), Campo do Direito (52), Informática (42) e Contabilidade (39).
Também há vagas em Marketing (24), Construção Civil (23), Comunicação (22), Psicologia (17), Administração Técnica (16), entre outros setores. A diversidade de áreas permite que estudantes de diferentes formações encontrem possibilidades de vivenciar a rotina profissional ainda durante os estudos, aliando os conhecimentos acadêmicos à experiência prática.
7,4 mil vagas em todo o Brasil
Nesta semana, o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE está com 7,4 mil vagas de estágio em todo o Brasil. Administração, Educação, Direito e Contabilidade estão entre as áreas com maior oferta, enquanto São Paulo, Distrito Federal, Ceará e Bahia concentram os maiores volumes de vagas.
Como participar
Para concorrer às vagas, os estudantes devem manter o cadastro atualizado no portal do CIEE e consultar as vagas compatíveis com seu perfil. As inscrições são gratuitas.
CIEE 62 anos: Imparável
Desde sua fundação, o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, maior ONG de inclusão social e trabalho jovem da América Latina, se dedica à inserção de jovens no mundo do trabalho. Além disso, a instituição, responsável pela inserção de 7 milhões de brasileiros no mundo do trabalho, mantém cursos online gratuitos para qualificar a juventude e uma série de ações socioassistenciais voltada à promoção do conhecimento e fortalecimento de vínculos de populações prioritárias.
Encontro acontece nos dias 8 e 9 de setembro e contará com palestras e atividades práticas
Seminário do cavalo terá dois dias de programação no Parque Granja do Torto, com debates sobre bem-estar animal, biomecânica, nutrição, treinamento, medicina esportiva e manejo de equinos
O Distrito Federal recebe, nos dias 8 e 9 de setembro, o Seminário do Cavalo, evento gratuito que reunirá no Parque Granja do Torto profissionais, estudantes, médicos-veterinários, criadores, atletas e demais interessados no universo da equinocultura. Durante dois dias, especialistas de diferentes áreas vão discutir temas relacionados ao desenvolvimento da atividade, como bem-estar animal, biomecânica, nutrição, treinamento, saúde esportiva e preparação dos cavalos e atletas para o esporte equestre.
Organizadora do Seminário do Cavalo, Lydia Costa explica que a iniciativa busca fortalecer e dar mais visibilidade à equinocultura no Distrito Federal, além de promover a integração entre os diferentes segmentos ligados à atividade. “Queremos reunir profissionais, estudantes, criadores e pessoas que convivem com cavalos, aproximando o conhecimento científico das experiências práticas. A ideia é criar um espaço de troca de informações sobre criação, manejo, saúde e utilização dos equinos”, afirma.
No dia 8 de setembro, a programação terá como tema central “Bem-estar Animal e Bases da Equinocultura Moderna”. A abertura será às 8h30, com credenciamento e coffee break. Às 9h30, a médica-veterinária Cláudia Leschonski, da Universidade do Cavalo, em São Paulo, ministra a palestra magna “Um relacionamento em movimento – os desafios da equinocultura no século XXI”.
Na sequência, o painel “Biomecânica dos Equinos: Movimento, Conformação e Saúde” vai abordar a relação entre a estrutura corporal, o movimento e a saúde dos cavalos. Entre os participantes previstos estão a fisioterapeuta Leandra Leal, mestre e doutoranda pela Universidade de Brasília (UnB), e a médica-veterinária Gabriela Guenka, especialista em ortopedia e biomecânica equina, cuja participação ainda consta como a confirmar. A moderação será do coronel Jorge Dornelles, presidente da Associação Nacional de Equoterapia (ANDE Brasil).
Bem-estar e alta performance A programação da tarde inclui o painel “Ambiência e Manejo: Construindo um Ambiente Saudável para o Cavalo”, com a participação de Rodrigo Oliveira, docente permanente e coordenador do Programa de Pós-Graduação em Saúde Animal da UnB.
Outro destaque será a discussão “Bem-estar x Alta Performance: Existe Conflito?”, que vai colocar em debate a relação entre os cuidados com os animais e as exigências do esporte de alto rendimento. Participam do painel Almir Vieira, presidente da Federação Hípica de Brasília, e Antônio Raphael, médico-veterinário e docente na Universidade de Brasília. A moderação ficará a cargo de Fernando Gonçalves, presidente do Sindicato de Criadores de Bovinos, Bubalinos e Equídeos.
Nutrição, treinamento e saúde esportiva No dia 9 de setembro, o seminário terá como tema central “Nutrição, Treinamento e Saúde Esportiva”. A programação começa às 8h com coffee break e, às 8h30, será realizado o painel “Nutrição de Equinos: Alimentação para Saúde e Performance”. Participam da discussão Mariana Bonow, médica-veterinária graduada pela UnB, e Wender Ferreira da Silva Ponte, zootecnista e docente na UPIS.
Às 9h45, o painel “Esporte Equestre: Treinamento Baseado em Evidências” vai discutir a preparação para a prática esportiva a partir de conhecimentos técnicos e científicos. Estão entre os participantes Luiza Khodr, especialista em ensino da equitação desde 2002, e Cláudia Leschonski, médica-veterinária. O seminário também abre espaço para discutir a dimensão econômica da atividade. Às 11h, Alexandre Bezerra Nabholz, líder da Equine Capital, ministra palestra sobre mercado financeiro equestre.
Medicina esportiva e atividades práticas No período da tarde, o painel “Medicina Esportiva e Longevidade dos Equinos Atletas” abordará os cuidados com a saúde dos animais submetidos à atividade esportiva. A partir das 15h, o conhecimento deixa as salas de discussão e ganha espaço também nas oficinas práticas. A programação inclui atividades sobre casqueamento e doma, sob responsabilidade do Senar-DF; marcha, morfologia e julgamento do Mangalarga Marchador, com Júlio Rafael e o Núcleo Mangalarga Marchador; e caracterizações raciais, sob responsabilidade da Associação de Zootecnistas do Distrito Federal.
Também será realizada uma oficina de horsemanship, voltada ao respeito e à confiança na relação com os cavalos. A atividade será conduzida pela médica-veterinária Cláudia Leschonski, da Universidade do Cavalo (SP), que destaca que os avanços no conhecimento sobre comportamento e bem-estar animal têm provocado mudanças na forma como os cavalos são manejados e treinados. Para ela, esse novo olhar é um dos principais desafios da equinocultura contemporânea. “Precisamos buscar bons resultados sem perder de vista as necessidades e os limites de cada cavalo. Conhecer melhor o animal nos permite construir práticas de manejo e treinamento mais responsáveis e adequadas.”
Cláudia também ressalta que bem-estar e desempenho não precisam estar em lados opostos, especialmente quando o treinamento considera as características individuais e o comportamento dos equinos. “Quando existe respeito aos limites do cavalo e uma relação construída com confiança, é possível conciliar desempenho, segurança e bem-estar. Isso contribui para um trabalho mais consistente e para uma relação mais equilibrada entre o animal e quem lida com ele.”
A participação no Seminário do Cavalo é gratuita. A organização solicita apenas, de forma voluntária, a doação de ração para cavalos. As inscrições podem ser feitas pelo site oficial do evento.
Serviço Seminário do Cavalo Data: 8 e 9 de setembro de 2026 Local: Parque Granja do Torto – Brasília (DF) Entrada: gratuita Doação: contribuição voluntária de ração para cavalos Inscrições:seminariodocavalo.com.br Programação: palestras, painéis e oficinas práticas sobre bem-estar animal, biomecânica, manejo, nutrição, treinamento, medicina esportiva, esporte equestre e equinocultura
Iniciativa reúne agentes culturais locais para criar materiais educativos e de educação patrimonial comunitária
No dia 30 de agosto (domingo), Planaltina (DF) recebe a quarta etapa do projeto EducAtiva Espaços Museais. O encontro abrirá uma roda de validação e de escuta participativa, onde será apresentado o material de educação patrimonial do território construído junto à comunidade e agentes culturais locais. O encontro ocupará o Pé Vermelho – Espaço Contemporâneo, a partir das 17h e com entrada franca e livre.
Criado no Distrito Federal, o EducAtiva Espaços Museais objetiva desenvolver dispositivos de mediação e educação patrimonial que fortaleçam o reconhecimento e a valorização dos patrimônios culturais locais. A iniciativa acontece através de quatro etapas colaborativas, em parceria com espaços de memória, educadores, artistas e agentes comunitários. Todos os envolvidos são mobilizados a pesquisar, experimentar e produzir conteúdos sensíveis que dialoguem com as histórias e contextos culturais da comunidade.
O projeto é realizado pela Simpoiese Projetos Culturais, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). Em Planaltina, as ações são mobilizadas em parceria com o Espaço Pé Vermelho, desde o mês de julho, com a participação de Ana Mago, Camila Soato, João Angelini, Lu Férriz, Lua Cavalcante, Luamar Ronan Nunes da Silva, Luciana Paiva, Marley Medeiros, Nelcilene Santos Gama, Pamella Wyla, Raissa Studart, Sabrina May, Tainam Malta Sousa e Viviane Pinto.
Segundo a coordenadora do projeto, Viviane Pinto, o EducAtiva busca ampliar repertórios, práticas e reflexões em arte, educação, patrimônio e comunidade, a partir de temas urgentes e de interesse comum. “Queremos que os materiais criados façam sentido à comunidade e sirvam de base para ações futuras de educação patrimonial e circulação das memórias locais”, completa.
Em setembro, o projeto segue para a região administrativa do Sol Nascente/Pôr do Sol, em parceria com a Cozinha Popular Mara Maria de Jesus e em diálogo com a Coordenação Distrital do Movimento de Trabalhadoras e Trabalhadores por Direitos (MTD-DF). Por lá, o Laboratório de Cocriação de Materiais Educativos será realizado nos dias 05 e 06/09, das 9h às 17h, e o Encontro de Validação no dia 08 de novembro, às 10h.
Inventário e criação colaborativa
O caráter colaborativo do projeto propicia a criação de um inventário cultural afetivo em cada território. Na etapa 1, é realizado o diagnóstico, mapeamento e levantamento de memórias, buscando identificar práticas, saberes e referências que constituem a memória cultural local, incluindo imagens, textos, documentos, depoimentos e conversas. Na etapa 2, inicia-se o Laboratório de Cocriação dos materiais educativos, através da escuta, reflexão e cocriação com todos os agentes envolvidos.
A etapa 3 é voltada ao Design Colaborativo, onde todo o conteúdo sistematizado é editado de forma gráfica, dando vida a um protótipo de material educativo voltado à educação patrimonial e à produção compartilhada do conhecimento. Na etapa 4, acontece o último encontro para apresentação, escuta crítica e validação coletiva dos materiais desenvolvidos, que seguirão abertos para reuso e adaptação segundo as agendas próprias de cada território.
SERVIÇO EducAtiva Espaços Museais – Planaltina Quando: 30 de agosto (domingo), às 17h Onde: Pé Vermelho – Espaço Contemporâneo Endereço: Av. 13 de Maio, Praça São Sebastião, Quadra 57, Lote 6 – Planaltina (DF) Entrada e classificação: franca e livre Nas redes: @simpoiese
Iniciativa promove formação gratuita e descentralizada para estudantes da rede pública, com aulas de diferentes áreas do conhecimento e apresentação cultural durante o intervalo
O Planaltina recebe, neste sábado (29), mais uma edição do Nossa Vez, projeto que leva preparação gratuita para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a diferentes regiões do Distrito Federal. O aulão acontece no campus da Universidade de Brasília (UnB) de Planaltina, das 7h30 às 12h30, com aulas de Português, Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Sociais Aplicadas e Redação. Durante o intervalo, o rapper Fillipe Costta faz apresentação para os futuros universitários.
Realizado pelo Instituto Rosa dos Ventos em parceria com a Secretaria Nacional de Juventude do Governo Federal, o Nossa Vez busca democratizar o acesso à preparação para o Enem e aproximar dos territórios uma formação gratuita e de qualidade. O projeto é voltado a estudantes do 3º ano do Ensino Médio, alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e egressos da rede pública. As inscrições gratuitas devem ser feitas pelo formulário eletrônico.
Ao todo, o projeto reúne nove encontros entre agosto e setembro, totalizando 45 aulas presenciais e contando com a participação de 14 professores especialistas em diferentes áreas do conhecimento. Depois de passar por Brazlândia, Gama e Recanto das Emas, o Nossa Vez chega a Planaltina e segue, nas próximas semanas, para Estrutural (SCIA), Ceilândia, Taguatinga e Samambaia.
A proposta pedagógica combina a revisão dos conteúdos mais recorrentes do Enem com estratégias para resolução de questões e compreensão da Teoria de Resposta ao Item (TRI), além de orientações sobre gestão do tempo de prova e preparação emocional. Dessa forma, os aulões buscam preparar os participantes não apenas em relação aos conteúdos, mas também para os desafios práticos e emocionais envolvidos na realização do exame.
Educação e cultura
A programação cultural integra a proposta do Nossa Vez de aproximar educação, cultura e formação cidadã. As apresentações acontecem durante o intervalo dos aulões e proporcionam aos estudantes um momento de contato com a produção artística, dentro de uma programação que entende o acesso à arte como parte importante da formação da juventude.
“O Nossa Vez parte do princípio de que educação e cultura são indissociáveis. O acesso à arte e às diferentes manifestações culturais é essencial não apenas para o ingresso no ensino superior público, mas também para a formação integral dos estudantes. Além de promover a preparação de egressos da rede pública para o Enem, a missão do projeto é mostrar a esses jovens que a cultura é parte constitutiva de sua trajetória educacional, contribuindo tanto para o desempenho no exame quanto para a construção de suas identidades e para a vida”, explica a presidente do Instituto Rosa dos Ventos.
A iniciativa também aposta na descentralização como estratégia para reduzir barreiras de acesso ao ensino superior. Ao levar os aulões para diferentes Regiões Administrativas, o projeto aproxima a preparação para o Enem das comunidades e amplia as possibilidades de participação de estudantes que nem sempre têm acesso a cursos preparatórios.
“O estudante passa a vida na escola pública, para no final ir para a faculdade privada, enquanto os estudantes de escolas privadas garantem sua vaga na universidade pública. O Nossa Vez vem para desconstruir esse pensamento antigo e dizer que é possível, sim, o estudante da rede pública entrar na federal”, resume a professora de Português, Andresa Ferreira.
Programação em Planaltina
O aulão começa às 7h45 com Português, ministrado pela professora Polyane da Hora. Na sequência, o professor Ítalo Leão conduz a aula de Matemática. Das 9h15 às 10h, os estudantes participam do bloco de Ciências da Natureza, com os professores Cleiton (Química), Alexandre (Biologia) e Kitéria (Física).
Após o intervalo, a programação segue com Ciências Humanas, reunindo os professores Saulo (Sociologia), Bárbara (Filosofia), Leonardo C. (Geografia) e Keilla (História). O encontro termina com aula de Redação, ministrada pela professora Cássia Jupira.
O Nossa Vez é uma realização do Instituto Rosa dos Ventos, em parceria com a Secretaria Nacional de Juventude do Governo Federal.
Programação Aulão Nossa Vez – Planaltina:
07h45 – 08h30: Português — Profª. Polyane da Hora
08h30 – 09h15: Matemática — Prof. Ítalo Leão
09h15 – 10h00: Ciências da Natureza — Prof. Cleiton (Química) / Prof. Alexandre (Biologia) / Profª. Kitéria (Física)
Atividades formativas incluem crítica de cinema, edição de som, figurino e atuação
A mais tradicional e longeva mostra cinematográfica do país, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro está com inscrições abertas para as oficinas de sua 59ª edição. As pessoas interessadas podem se inscrever gratuitamente até domingo (23/8), pelo site oficial do festival, que será realizado de 11 a 19 de setembro.
As oficinas do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro integram um importante eixo da programação dedicado à formação, à troca de experiências e à ampliação do acesso ao conhecimento no campo audiovisual. Por meio de atividades voltadas ao desenvolvimento técnico, artístico e crítico, as oficinas contribuem para a qualificação de novos talentos, o aperfeiçoamento de profissionais e o fortalecimento da diversidade de olhares e práticas no cinema brasileiro.
Nesta edição, o público pode se inscrever nas oficinas de Figurino para Cinema: Acesso, Linguagem e Inserção Profissional, ministrada por Nina Maria e focada nos processos de criação, concepção visual e pesquisa estética aplicada ao vestuário no cinema; a de Edição de Som para Curtas no DaVinci Resolve, sob a coordenação do especialista em mixagem Micael Guimarães, que aborda técnicas e ferramentas necessárias para o desenho de som, edição e finalização sonora de obras audiovisuais na ferramenta DaVinci Resolve; a de Atuação para Cinema: Poéticas e Procedimentos, com Noá Bonoba, que explora a construção da performance diante das câmeras, analisando métodos e a relação do ator com a linguagem cinematográfica; a de Crítica em Cinema, conduzida por Luiz Joaquim, destinada ao desenvolvimento do olhar crítico e da escrita sobre o cinema, discutindo formas de análise e contextualização de obras; e a O Que Pode a Montagem?, com a montadora Karen Akerman, focada na narrativa audiovisual, ritmo e na organização da estrutura dramática de um filme durante o processo de edição.
O 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro conta com apoio da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Cine Brasília, Canal Brasil, Canal Like,, Embaixada da Espanha, Instituto Goethe, Projeto Paradiso, Rio2C, Estúdios Aicon, FAC-UnB, Abraccine e Fipresci. Conta com o apoio de mídia do Correio Braziliense e tem a TV Globo como Emissora Oficial, o Metrópoles como Media Partner. É realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal e pelo Instituto Alvorada Brasil, em gestão compartilhada que se estende por três anos, culminando em 2026, nesta 59ª edição. Conta com recursos de incentivo federal da Petrobras. Tem patrocínio do BNDES, Sebrae e patrocínio especial do Banco de Brasília (BRB).
Sob a presidência do secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto, com direção geral de Sara Rocha, o 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro tem direção artística do crítico, cineasta e programador Eduardo Valente.
SERVIÇO
Oficinas do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Datas: 8, 9, 10 e 12 de setembro de 2026 + cobertura de 4 noites do 59º FBCB
Horário: Dias 8, 9 e 10 setetembro (das 19h20 às 20h40 – online); dia 12 setembro (das 15h às 17h – presencial no Auditório Cine Brasília).
Carga horária total: Encontros online (6h) e Cobertura presencial (10h).
Sinopse da oficina: A partir de três encontros online (via Google Meet) e um presencial (no Distrito Federal), a oficina ‘Crítica em Cinema’ irá proporcionar aos participantes a chance de debater possibilidades de conceitos, de importância (encontro 1), de estruturas, de métodos e desafios da crítica de cinema. Pela oficina, os alunos também irão cobrir o 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e ter seus textos publicados em blog específico. Com o objetivo de estimular a análise fílmica e uma lógica de escrita que expanda a expressão do autor em comunhão com a obra e com a sua visão de mundo, a oficina irá apresentar alguns critérios de julgamentos estéticos. Para tanto, a oficina irá utilizar textos e trechos de filmes como exemplos, e também problematizar algumas opções próprias da escrita sobre cinema (encontro 2), sem deixar de lados aspectos próprios de nossa complexa sociedade contemporânea (encontro 3). Irá ainda distinguir questões que aproximam e distanciam a crítica própria da cobertura de um festival (encontro 4). A oficina irá oferecer, ainda, uma bibliográfica básica de modo que os alunos possam ampliar seus conhecimentos na área.
Minibio do oficineiro: Luiz Joaquim, do Recife, é jornalista, mestre em comunicação, escritor, professor, curador e crítico de cinema.
Atuação para Cinema: Poéticas e Procedimentos, com Noá Bonoba
Datas: 13 a 15 de setembro
Horário: 14h às 18h
Local: Hotel Ramada
Sinopse: Uma oficina prática voltada à experimentação de diferentes modos de construir presença diante da câmera. Partindo da compreensão de que não existe um único registro de atuação cinematográfica, a proposta amplia o repertório dos participantes por meio de exercícios que investigam estados cênicos, escuta, ritmo, ação, repetição e relação com o enquadramento. A metodologia articula práticas de atuação, análise de trechos de filmes e discussões realizadas durante os próprios exercícios, compreendendo a atuação como resultado da relação entre corpo, câmera e direção. Ao longo da oficina, os participantes experimentarão diferentes procedimentos de criação, observando como pequenas alterações de presença produzem efeitos distintos na imagem cinematográfica. No encontro final, parte dos exercícios será filmada para que o grupo possa assistir ao material e refletir sobre os modos como a câmera transforma e potencializa a atuação. Cada participante receberá os registros realizados durante a oficina como material de acompanhamento de seu próprio processo.
Minibio da oficineira: Noá Bonoba é atriz, roteirista, realizadora, preparadora de elenco, encenadora, dramaturga e pesquisadora. Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Ceará, desenvolve investigações sobre cinematografias trans e a invenção de mundos a partir de seres ctônicos, fabulação sci-fi e desmontes do real. Sua trajetória artística começa no teatro, onde criou obras que exploram o estranhamento cognitivo, o não-humano e metodologias colaborativas de encenação. No cinema, é formada pela Escola Pública de Audiovisual da Vila das Artes, recentemente filmou seu primeiro longa como diretora (Iguaraguá) e é protagonista de “Morte e Vida Madalena”, de Guto Parente, vencedor de diversos prêmios e com estreia nos cinemas marcada para 2026. Atua em processos criativos que atravessam corpo, mito, escrita e fabulação especulativa.
O que pode a montagem?, com Karen Akerman
Datas: 16 a 18 de setembro
Horário: 14h às 18h
Local: Centro Universitário Iesb – Asa Sul
Pré requisito: noções de Adobe Premiere
Sinopse da oficina: Investiga teoria e prática das ferramentas da montagem de cinema. Uma exploração de gêneros e linguagens a partir do estudo de casos reais. Como as decisões na ilha de edição transformam o sentido de uma cena? Partindo da minha experiência como montadora em filmes de diferentes universos e linguagens, esta oficina convida a mergulhar nos bastidores desse processo, articulando teoria e prática em um ambiente de troca. No primeiro momento, investigaremos as ferramentas conceituais da montagem, analisando como a articulação entre planos, o uso do som e as escolhas de ritmo moldam a experiência do espectador. A partir dessa base, faremos um exercício prático de criação: utilizando um material de arquivo coletivo fornecido para a turma, cada participante será incentivado a manipular e reordenar as imagens, construindo objetos autorais entre a autoficção e o ensaio visual. A proposta é refletir sobre o corte, testar limites formais e explorar a montagem enquanto pensamento vivo, onde a limitação de recursos atua como combustível para a liberdade e para a invenção de novas formas de narrar.
Minibio da oficineira: Karen Akerman transita pelos mais diversos gêneros e formatos do audiovisual – ficção e documentário, cinema narrativo e experimental, longas, séries e curtas como montadora, majoritariamente, mas também como diretora, produtora, consultora e professora. Em sua filmografia como montadora, destacam-se obras como O Processo, de Maria Augusta Ramos, A Febre, de Maya Da-Rin, e O Riso e a Faca, de Pedro Pinho.
Edição de som para curtas no Davinci Resolve, com Micael Guimarães
Datas: 14, 15, 16 de setembro
Horário: 14h às 18h
Local: Jovem de Expressão (Ceilândia)
Público alvo: Estudantes, realizadores audiovisuais, montadores, diretores e demais interessados em edição de som para curtas-metragens.
Sinopse da oficina: Esta oficina propõe uma conversa sobre os conceitos fundamentais da edição de som para curtas-metragens, tendo o DaVinci Resolve como ferramenta de demonstração. O objetivo é apresentar uma forma de pensar o som na pós-produção, mostrando como organizar o material, estruturar a timeline e tomar decisões que contribuam para a narrativa e a experiência do espectador. Ao longo dos encontros, serão discutidos temas como organização do projeto, edição de diálogos, construção de ambiências, utilização de efeitos sonoros, continuidade sonora, percepção, ritmo e a relação entre imagem e som. Também serão abordadas estratégias para manter um fluxo de trabalho organizado e eficiente, facilitando a comunicação entre as diferentes etapas da pós-produção. Mais do que ensinar comandos ou ferramentas específicas, a oficina busca desenvolver o olhar — e a escuta — para a edição de som, oferecendo aos participantes uma base conceitual que poderá ser aplicada em diferentes projetos audiovisuais.
Minibio do oficineiro: Micael Guimarães, Mica, atua no audiovisual há mais de 30 anos e é especialista em edição e mixagem de som para cinema. Premiado no Festival de Brasília, CinePE, e vários outros. Trabalha com foco na construção narrativa por meio do som em curtas e longas-metragens.
Figurino Para Cinema: Acesso, Linguagem e Inserção Profissional, com Nina Maria
Datas: 15 a 18 de setembro de 2026
Horário: 15h às 18h
Local: Jovem de Expressão (Ceilândia)
Sinopse da oficina: O figurino é uma das principais ferramentas de construção narrativa do cinema. Ele veste personagens,comunica identidade, contexto histórico, relações sociais e aspectos psicológicos da dramaturgia. Esta oficina propõe uma introdução prática ao figurino cinematográfico, apresentando suas etapas de criação desde a leitura do roteiro até a organização do departamento de figurino durante as filmagens. Ao longo de 12 horas, os participantes conhecerão conceitos fundamentais da linguagem do figurino, métodos de pesquisa, desenvolvimento de propostas visuais e a dinâmica profissional do setor no audiovisual brasileiro. Voltada especialmente às ações afirmativas do Festival, a atividade busca democratizar o acesso a um campo técnico ainda pouco conhecido, oferecendo ferramentas que contribuam para a formação e inserção de novos profissionais na cadeia produtiva do cinema.
Minibio da oficineira: Nina Maria é figurinista, pesquisadora e educadora, com 16 anos de experiência no audiovisual brasileiro. Iniciou sua trajetória no cinema assinando o figurino do curta 50 Anos em 5, de José Eduardo Belmonte, exibido na abertura do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Desde então, trabalhou em produções como Ainda Temos a Imensidão da Noite (Gustavo Galvão), Menarca e Levante (Lillah Halla), ambos selecionados para a Semaine de la Critique do Festival de Cannes, além da série Notícias Populares (Canal Brasil) e do longa Melhor Mãe do Mundo (Anna Muylaert). Paralelamente à atuação profissional, desenvolve atividades de formação e atualmente coordena o Curso de Formação em Figurino da Escola de Cinema Ateliê Bucareste.
Na semana dedicada aos estagiários, estudantes encontram vagas em diferentes áreas de formação; Administração, Educação, Saúde, Ensino Médio e Direito concentram as maiores ofertas
Na semana em que é celebrado o Dia do Estagiário, em 18 de agosto, o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE está com 680 vagas de estágio abertas no Distrito Federal. As vagas contemplam estudantes do ensino médio, cursos técnicos e graduação e representam um caminho para unir formação acadêmica, experiência prática e desenvolvimento profissional.
A área Administrativa lidera a oferta nesta semana, com 179 vagas, seguida por Educação (96), Saúde (67), Ensino Médio (61), Campo do Direito (45), Informática (36), Construção Civil (26) e Contabilidade (24).
Há ainda vagas em Marketing (20), Comunicação (17), Esportes (17), Administração Técnica (16), Psicologia (14), Design (12), Saúde Técnica (8), Arquitetura e Urbanismo (4), Letras (4), Produção Mecânica (3), Química (3), Licenciatura (5), Nutrição (3), Economia (2), Indústria Técnica (2), entre outras áreas de formação.
Celebrado em 18 de agosto, o Dia do Estagiário chama a atenção para a importância dessa etapa na formação dos estudantes. O estágio aproxima o conhecimento adquirido em sala de aula da prática profissional e permite o desenvolvimento de competências importantes para a inserção no mundo do trabalho.
Para as empresas, a contratação de estagiários também contribui para a formação profissional da juventude e para a aproximação com novos conhecimentos e diferentes perspectivas. O Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE atua nessa conexão entre estudantes, instituições de ensino e organizações parceiras.
As inscrições são gratuitas e podem ser ser realizadas pelo portal www.ciee.org.br ou presencialmente na unidade do CIEE-DF, localizada na EQSW 304/504, no Sudoeste.
CIEE 62 anos: Imparável
Desde sua fundação, o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, maior ONG de inclusão social e trabalho jovem da América Latina, se dedica à inserção de jovens no mundo do trabalho. Além disso, a instituição, responsável pela inserção de 7 milhões de brasileiros no mundo do trabalho, mantém cursos online gratuitos para qualificar a juventude e uma série de ações socioassistenciais voltada à promoção do conhecimento e fortalecimento de vínculos de populações prioritárias.
Conferência reúne estudantes em Brasília para simulações diplomáticas, debates sobre desafios globais e atividades de liderança
Pela primeira vez, uma conferência da Yale International Relations Association, voltada à simulação das Nações Unidas, será realizada no Brasil. O Yale Model United Nations Brasil (YMUNB) acontece de 14 a 16 de agosto, em Brasília (DF), e reúne centenas de estudantes do Ensino Médio de todo o país e também de outros países para três dias de debates, negociações diplomáticas, intercâmbio cultural e desenvolvimento de habilidades de liderança.
Entre os estudantes que participam da estreia estão 14 alunos do Rio de Janeiro, do 10th Grade — equivalente ao 3° Ano do Ensino Médio — da Rio International School (RIS). Durante a conferência, os estudantes assumem o papel de representantes de países, líderes e diplomatas e participam de comitês que reproduzem processos de negociação e tomada de decisão semelhantes aos encontrados em organismos internacionais.
“Ao assumir o papel de um diplomata e precisar pesquisar, construir argumentos, ouvir diferentes perspectivas, negociar e buscar consensos, o estudante é desafiado a pensar de forma crítica e a compreender que questões complexas não têm respostas simples. Para nós, da RIS, proporcionar esse contato com uma conferência internacional dessa dimensão, realizada pela primeira vez no Brasil, também significa ampliar os horizontes dos alunos e prepará-los para atuar em um mundo cada vez mais conectado, diverso e globalizado”, afirma Camila Loureiro, diretora da Rio International School.
Realizado em Brasília, considerada pela própria organização o coração diplomático da América Latina, o YMUNB nasce apoiado em mais de cinco décadas de tradição do Yale Model United Nations (YMUN). O evento combina a tradição acadêmica da universidade de Yale com temas relacionados a alguns dos principais desafios contemporâneos.
Ao longo dos três dias, a programação inclui sessões de comitês, workshops, painel sobre admissões em universidades internacionais, feira universitária e atividades culturais. A agenda contempla discussões que passam por questões de paz e segurança, justiça climática e governança tecnológica, além de momentos voltados ao desenvolvimento de liderança.
A proposta é trabalhar competências como argumentação, pensamento crítico, pesquisa, negociação, construção de consenso e comunicação. Para participar, os delegados precisam, inclusive, preparar documentos de posicionamento sobre os temas que serão debatidos, reunindo pesquisas sobre a posição de seus países e os objetivos que pretendem defender durante as sessões.
Para a direção da Rio International School, a participação dos seus alunos amplia a experiência de uma formação que busca conectar o aprendizado em sala de aula a situações práticas e a questões de alcance internacional. Em um ambiente que reúne jovens de diferentes origens e perspectivas, a conferência também proporciona contato com outras culturas e formas de pensar, enquanto coloca os estudantes diante do desafio de defender posições, ouvir diferentes argumentos e buscar soluções por meio do diálogo — competências cada vez mais relevantes para uma formação acadêmica de caráter internacional.
A Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles (BDB) realiza, no dia 21 de agosto, às 19h30, o 2º Encontro da Segunda Temporada do [Setor Poético], clube de leitura dedicado à poesia. Nesta edição, o grupo irá discutir a obra Apontamentos de história sobrenatural, de Mário Quintana, um dos mais importantes nomes da literatura brasileira.
Publicado em 1976, Apontamentos de história sobrenatural reúne poemas que transitam entre o cotidiano, a memória, a infância, o tempo e o mistério. Com a linguagem sensível, irônica e bem-humorada que consagrou Quintana, a obra convida o leitor a enxergar o extraordinário nas experiências mais simples, combinando lirismo e reflexões sobre a existência. O livro é considerado um dos marcos da maturidade literária do autor e recebeu o Prêmio Jabuti no ano de seu lançamento.
O encontro acontece poucas semanas após o aniversário de nascimento de Mário Quintana, celebrado em 30 de julho. Nascido em 1906, na cidade de Alegrete (RS), o poeta, tradutor e jornalista construiu uma das trajetórias mais marcantes da literatura brasileira. Autor de uma extensa produção poética, Quintana conquistou leitores de diferentes gerações por sua escrita delicada, marcada pela simplicidade, pela profundidade filosófica e pelo olhar atento sobre a vida cotidiana. Sua obra permanece como uma referência da poesia em língua portuguesa.
Sobre o [Setor Poético]
Aberto ao público, o [Setor Poético] é um espaço de leitura, troca de experiências e diálogo em torno da produção poética, reunindo leitores, escritores e apreciadores do gênero em encontros conduzidos pelos escritores Lívia Milanez, Kuzman e T. H. Wellington, curadores do clube de leitura. A participação é gratuita e não exige inscrição prévia. O encontro será realizado na Biblioteca Demonstrativa, localizada na EQS 506/507, Asa Sul, em Brasília.
Para participar e ficar por dentro da programação cultural da BibliotecaDemonstrativa, acompanhe as redes sociais da @bdbcultural no Instagram, Facebook eYouTube.
Sobre a programação cultural da BDB
A programação cultural da BibliotecaDemonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles é realizada por meio do Termo de Colaboração nº 950548/2023 com o Instituto Incluir, uma organização da sociedade civil.
Serviço:
[Setor Poético] – 2 º Encontro da Segunda Temporada
Obra: Apontamentos de história sobrenatural, de Mário Quintana
Projeto gratuito no Gama reúne palestras, oficinas de criação de jogos e arenas com realidade virtual, consoles, simuladores de corrida, Just Dance e games retrô
Durante cinco dias, o universo dos jogos digitais será utilizado como ferramenta de inclusão, aprendizado e participação social no Gama. Entre os dias 17 e 21 de agosto, o Centro de Ensino Especial 01 do Gama recebe o Missão Inclusiva, projeto gratuito que promove uma programação educativa, cultural, social e tecnológica especialmente voltada aos alunos: crianças, adolescentes, jovens e adultos com deficiência.
Com o apoio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação, a iniciativa do Instituto Anjos Games em parceria com o Governo do Distrito Federal pretende atender diretamente cerca de 500 pessoas com deficiência, oferecendo experiências adaptadas e acessíveis com tecnologia, jogos digitais e inovação. A programação será realizada das 8h às 17h, com atividades planejadas para estimular a criatividade, o desenvolvimento de habilidades, a autonomia e o interesse por ciência e tecnologia.
Ao longo do período, o público poderá participar de palestras, oficinas de desenvolvimento de jogos digitais e arenas interativas, com equipamentos, softwares e recursos pensados para ampliar a acessibilidade. Entre as ferramentas previstas estão controles adaptados, personalização de comandos, legendas, audiodescrição e outras tecnologias assistivas.
Para Lucas Vinícius, presidente da Anjo Games e coordenador-geral do projeto, a proposta vai além do entretenimento e busca mostrar como os games podem contribuir para a educação e para a inclusão. “Mais do que proporcionar momentos de lazer, o projeto utiliza os games como uma poderosa ferramenta de desenvolvimento cognitivo, social e emocional, estimulando habilidades como raciocínio lógico, coordenação motora, trabalho em equipe, criatividade, comunicação e resolução de problemas”.
Da tecnologia assistiva aos jogos digitais Um dos destaques da programação serão as palestras “Tecnologia Assistiva e Inovação: Caminhos para uma Educação Mais Inclusiva”. Serão realizadas duas apresentações por dia, uma pela manhã e outra à tarde, com duração de 60 minutos. O sistema de rodízio dos estudantes pelo auditório permitirá que diferentes grupos tenham acesso ao conteúdo de maneira equilibrada.
As palestras abordarão como ciência, tecnologia e inovação podem contribuir para o desenvolvimento de ferramentas capazes de ampliar as possibilidades de aprendizagem e participação de pessoas com deficiência. Também serão apresentados exemplos de recursos digitais, aplicativos acessíveis e estratégias pedagógicas inclusivas, destacando a participação de professores e famílias no desenvolvimento acadêmico, social e emocional dos estudantes.
A programação também contará com 10 oficinas práticas de desenvolvimento de jogos digitais, realizadas com a plataforma Construct. As atividades terão duração de 60 minutos por turma e deverão atender aproximadamente 100 participantes. De forma adaptada e acessível, os alunos terão contato com conceitos básicos de lógica de programação, design de jogos, criatividade e construção de narrativas.
Arenas de games Outra atração do Missão Inclusiva será o conjunto de arenas tecnológicas e interativas. A proposta é permitir que os participantes experimentem diferentes modalidades de jogos em ambientes preparados para receber pessoas com diferentes necessidades de acessibilidade.
Na Arena Just Dance, música e movimento estarão no centro da experiência, com uma atividade voltada à diversão, à interação social e à prática de atividades físicas. Já a Arena Corrida contará com um cockpit de simulador, proporcionando uma experiência de automobilismo virtual com jogos de corrida.
A Arena Console reunirá jogos atuais e controles adaptados para pessoas com deficiência, enquanto a Arena PC Gamer oferecerá computadores de alto desempenho para experiências com jogos competitivos e cooperativos. Arena Retrô e Museu apresentará consoles clássicos, jogos icônicos e conteúdos relacionados à história dos videogames. O espaço contará ainda com recursos de acessibilidade e QR Codes com conteúdos visuais e auditivos.
Completando a programação, a Arena de Realidade Virtual (VR) proporcionará experiências imersivas, ampliando o contato dos participantes com diferentes possibilidades oferecidas pelas tecnologias digitais.
Acessibilidade como parte da experiência A estrutura do projeto foi planejada para contemplar diferentes dimensões da acessibilidade, incluindo aspectos físicos, comunicacionais e atitudinais. Entre as medidas previstas estão rampas de acesso onde necessárias, vagas reservadas, intérpretes de Libras, comunicação acessível, tecnologias assistivas e capacitação da equipe para um atendimento humanizado.
A proposta é garantir que os participantes possam vivenciar as atividades com autonomia, dignidade e segurança, independentemente de suas necessidades específicas. O Missão Inclusiva está alinhado à Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015), à Lei de Acessibilidade (Lei nº 10.098/2000), ao Decreto nº 37.843/2016 e à Portaria SECTI nº 117/2023.
SERVIÇO Missão Inclusiva De 17 a 21 de agosto, de segunda a sexta-feira Das 8h às 17h No Centro de Ensino Especial 01 do Gama – Setor Central EQ 55/56 – Gama Entrada gratuita Informações: www.instagram.com/missao_inclusiva
Atividade será realizada no dia 14 de agosto, na Escola Classe Córrego das Corujas, com entrada gratuita e recursos de acessibilidade
A 12ª edição da Mostra de Literatura e Artes Integradas realiza, no dia 14 de agosto, a partir das 14h, uma oficina gratuita de contação de histórias no Sol Nascente, na Escola Classe Córrego das Corujas.
A atividade contará com a participação de Mariath Oliveira, Gorete Gomes e Andrey do Amaral, que conduzirão o público por uma experiência de incentivo à leitura, à imaginação e à valorização da literatura e da oralidade.
Voltada à comunidade escolar e ao público interessado, a programação busca aproximar crianças e jovens do universo literário de forma lúdica e participativa, utilizando a contação de histórias como ferramenta de formação, expressão e estímulo à criatividade.
A iniciativa também reforça o compromisso com a acessibilidade e a inclusão, contando com audiodescrição e recursos acessíveis para ampliar a participação do público.
A Mostra de Literatura e Artes Integradas é realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e promove ações de democratização do acesso à cultura e à literatura em diferentes territórios do Distrito Federal.
SERVIÇO:
– Data: 14 de agosto de 2026, sexta-feira
– Horário: a partir das 14h
– Local: Escola Classe Córrego das Corujas – Núcleo Rural Raul Machado, BR-070, Sol Nascente/DF
– Entrada: gratuita
– Acessibilidade: Audiodescrição e recursos de acessibilidade
– Participantes: Mariath Oliveira, Gorete Gomes e Andrey do Amaral
– Realização: Mostra de Literatura e Artes Integradas, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF)