Categoria: Educação

Da distração à criação: como transformar o fascínio das crianças por games em pensamento crítico e raciocínio lógico

Da tela à ação: Integrada ao programa Mind Makers na START Anglo Brasília, aluna explora conceitos de robótica e cultura digital que estimulam a criatividade, o raciocínio crítico e o aprendizado ativo.

O dilema das famílias sobre o tempo de tela e as estratégias pedagógicas que utilizam a cultura digital para desenvolver habilidades cognitivas na infância e na adolescência

Em um cotidiano em que smartphones, consoles e computadores disputam a atenção das novas gerações a cada segundo, pais, mães e professores compartilham uma angústia comum: como lidar com a onipresença dos jogos eletrônicos sem transformar a tecnologia em uma vilã do rendimento escolar? A decisão pedagógica em debate vai além de simplesmente proibir ou liberar o acesso às telas; o desafio central está em orientar crianças e adolescentes para que deixem de ser apenas consumidores passivos de conteúdo digital e se tornem autores e solucionadores de problemas reais. Diante da incerteza sobre como dosar diversão, concentração e aprendizado, educadores apontam que a saída contemporânea reside na intencionalidade pedagógica e no desenvolvimento do pensamento computacional desde a educação infantil.

Quais são as principais dúvidas de pais e educadores?

O convívio diário com as tecnologias digitais levanta discussões profundas sobre limites, rotina e formação integral dos estudantes:

  • Tempo de tela versus tempo de estudo: Qual é o ponto de equilíbrio para que o universo dos games não prejudique os hábitos de estudo, o foco nas disciplinas tradicionais e a saúde física?
  • Consumo passivo versus criação ativa: De que maneira a atração infantil por desafios em jogos pode ser canalizada para estimular a curiosidade científica, o raciocínio matemático e a lógica de programação?
  • Impactos no desenvolvimento socioemocional: O ambiente conectado favorece o isolamento ou, quando mediado pela escola e pela família, pode se transformar em um espaço de colaboração, resiliência e trabalho em equipe?
  • Mediação da rotina doméstica: Como os pais podem estabelecer acordos e regras claras sobre o uso de dispositivos sem recorrer a conflitos permanentes no ambiente familiar?

O que dizem especialistas em educação e desenvolvimento infantil?

Especialistas em ciências da aprendizagem e neuroeducação destacam que o cérebro das crianças e jovens responde de forma potente a dinâmicas gamificadas e investigativas. A educadora e diretora escolar Lilian Damasceno — com mais de três décadas de experiência na liderança de grandes instituições no Distrito Federal e em São Paulo — explica que o erro está em desvincular a cultura digital da rotina escolar.

“Uma criança pode ter extrema facilidade para deslizar o dedo em um aparelho celular e, ainda assim, não saber transformar essa facilidade em conhecimento estruturado ou raciocínio autônomo. Não basta colocar um computador em sala de aula; a tecnologia precisa ter intencionalidade clara. Quando inserimos o pensamento computacional e a lógica dos games no currículo, estamos instrumentalizando esse estudante para decompor problemas complexos, pensar de forma algorítmica e construir soluções originais. A tecnologia na escola não serve para substituir o vínculo humano, mas para potencializar o protagonismo e a capacidade de aprender.” — Lilian Damasceno, Head of School da START Anglo Bilingual School Brasília (Asa Sul).

Consensos pedagógicos contemporâneos reforçam que a letramento digital e a resolução de problemas (PBL) devem caminhar de mãos dadas com a formação sócio emocional. Ao vivenciar atividades de robótica, programação e criação multimídia com propostas como o Mind Makers, o estudante desenvolve competências socioemocionais fundamentais: aprende a lidar com frustrações diante do erro, articula estratégias coletivas e aprimora a tomada de decisões éticas e conscientes.

Como aplicar esse conhecimento na prática?

Integrar a cultura digital de maneira saudável e produtiva na rotina familiar e escolar exige posturas equilibradas e orientações concretas:

  • Estimule a curiosidade sobre “como as coisas funcionam”: Em vez de questionar apenas o tempo gasto em um jogo, pergunte à criança como as regras foram programadas, quais desafios os criadores enfrentaram e o que ela mudaria naquele cenário.
  • Incentive projetos com aplicação manual e digital integrada: Alterne telas com atividades de criação física, como jogos de tabuleiro, desafios de robótica, desenho e experimentos práticos que exijam planejamento prévio.
  • Dialogue sobre frustração e perseverança: Nos jogos, passar de fase costuma exigir múltiplas tentativas; aproveite esse mesmo raciocínio para ajudar o estudante a encarar os erros acadêmicos como parte natural da evolução.
  • Alinhe a régua acadêmica à parceria família-escola: Busque instituições que possuam projetos claros de cultura digital e cidadania responsável, mantendo diálogo constante com o corpo docente sobre a evolução do aluno.

Contexto ampliado: competências para um futuro sem fronteiras

O debate sobre inovação educacional e o universo dos jogos reflete as profundas transformações socioeconômicas globais. O mercado de trabalho contemporâneo valoriza profissionais capazes de articular o rigor técnico a habilidades humanas complexas (soft skills), como comunicação interpessoal, empatia, liderança e adaptabilidade a cenários imprevistos.

Nesse contexto, propostas que conectam metodologias ativas, bilinguismo de imersão e plataformas digitais preparam o estudante não apenas para exames e vestibulares de alta performance, mas para a cidadania plena em uma sociedade conectada e globalizada.

Não existem regras universais nem caminhos infalíveis para equilibrar infância, adolescência e o mundo digital. O avanço da aprendizagem e a construção da segurança emocional acontecem no exercício diário da escuta ativa, na presença atenta dos adultos e na construção de um pacto de confiança entre o lar e o colégio. Quando a curiosidade natural dos jovens encontra orientação qualificada e espaço para a imaginação, a tecnologia deixa de ser um ruído na rotina e se transforma em uma ponte definitiva para a autonomia e o conhecimento.

Serviço à comunidade escolar

Para vivenciar na prática como a tecnologia se conecta ao raciocínio lógico e ao universo gamer na educação infantil e no ensino fundamental, as famílias poderão participar do encontro pedagógico imersivo promovido em parceria com o programa Mind Makers:

Evento: Experiência Imersiva Mind Makers – Tecnologia, Games e Aprendizagem Criativa

Local: START Anglo Bilingual School – Unidade Brasília (Asa Sul)

Data e Horários:

9h30 — Acolhimento e café de boas-vindas para as famílias

10h00 — Início das oficinas práticas para estudantes e responsáveis

11h30 — Sessão de esclarecimento de dúvidas e diálogo pedagógico com a equipe Mind Makers

Sobre a START Anglo Bilingual School – Brasília

Consolidada no mercado educacional de São Paulo como referência em formação global e inovação pedagógica, a START Anglo Bilingual School chega a Brasília com unidade na Asa Sul para oferecer uma experiência de bilinguismo de imersão real com rigor acadêmico. Ancorada na tradição e no conteúdo autoral do Sistema Anglo de Ensino, a instituição alia alta performance nos vestibulares e exames internacionais a metodologias ativas, aprendizagem baseada em projetos (PBL) e um consistente desenvolvimento socioemocional. Com liderança pedagógica de Lilian Damasceno — educadora com mais de 30 anos de experiência e ampla atuação em renomadas escolas da capital —, a START propõe uma educação viva, integrando a família e a escola na formação de cidadãos autônomos, seguros e preparados para os desafios do cenário global.

Mais informações: https://brasilia.startangloschool.com.br/| Instagram: @startanglobrasilia

Telefone 61 9161-5038

Nova edição do Drama Club apresenta três espetáculos estudantis abertos ao público em Brasília

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Alunos da Heavenly International School levam ao palco montagens de Romeu e Julieta, Frozen e Grease, em apresentações que acontecem entre os dias 5 e 10 de novembro, no Teatro do High School. Ingressos custam a partir de R$ 20

O teatro será protagonista de uma programação especial em Brasília no mês de novembro. A Heavenly International School promove mais uma edição do Drama Club, projeto que reúne estudantes em produções teatrais inspiradas em grandes clássicos da literatura, do cinema e dos musicais. Com três espetáculos abertos ao público, a iniciativa transforma o palco em um espaço de expressão artística, criatividade e aprendizagem.


As apresentações acontecem nos dias 5, 9 e 10 de novembro, sempre às 19h30, no Teatro do High School, e prometem emocionar o público com histórias que atravessam gerações. Nesta edição, os estudantes apresentam adaptações de Romeu e Julieta, Frozen e Grease, reunindo diferentes estilos e linguagens artísticas. Os ingressos custam R$ 40 (inteira) ou R$ 20 (meia-social), mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível.


A programação começa no dia 5 de novembro, com Romeu e Julieta, encenado pelos alunos do Ensino Médio. Inspirada na célebre obra de William Shakespeare, a montagem apresenta uma das histórias de amor mais conhecidas da literatura mundial, marcada por conflitos familiares, escolhas difíceis e sentimentos intensos.


No dia 9 de novembro, será a vez dos estudantes do 9º ano da unidade Lago Sul apresentarem Frozen. Inspirado no sucesso da Disney, o espetáculo transporta o público para um universo de fantasia, com uma narrativa sobre amor, coragem, amizade e a força dos laços familiares.


Encerrando a programação, no dia 10 de novembro, os alunos do 8º ano da unidade Lago Sul sobem ao palco com Grease. Ambientado na juventude dos anos 1950, o musical combina romance, humor, dança e canções que marcaram gerações, em uma história sobre amizade, descobertas e os desafios da adolescência.


Muito além dos palcos


Mais do que proporcionar entretenimento, o Drama Club integra a proposta pedagógica da Heavenly International School de estimular o desenvolvimento integral dos estudantes por meio de experiências que ultrapassam os limites da sala de aula.

Durante os ensaios e a preparação dos espetáculos, os alunos são incentivados a explorar seus talentos, desenvolver a comunicação, fortalecer a autoconfiança e exercitar habilidades como disciplina, criatividade, cooperação e trabalho em equipe.


Cada apresentação representa o resultado de um processo coletivo de aprendizagem. Desde a construção dos personagens até os momentos finais no palco, os estudantes enfrentam desafios, descobrem novas capacidades e aprendem a importância do comprometimento individual para o sucesso do grupo.


O projeto também proporciona uma oportunidade de aproximação entre a escola, as famílias e a comunidade. Ao abrir as apresentações ao público, a instituição compartilha não apenas o resultado artístico das produções, mas também o percurso de descobertas e conquistas vivenciado pelos alunos.


Com histórias que transitam entre o romance, a fantasia e a comédia musical, a nova edição do Drama Club reforça o papel da arte na educação e mostra que o teatro é, acima de tudo, um espaço para desenvolver talentos, construir vínculos e formar protagonistas dentro e fora dos palcos.


Serviço:

Drama Club – Heavenly International School


Local: Teatro do High School – SHIS QI 17/19 S/N – Lote Seminário, Lago Sul

Programação:

  • 5 de novembro, às 19h30: Romeu e Julieta – Ensino Médio
  • 9 de novembro, às 19h30: Frozen – 9º ano | Lago Sul
  • 10 de novembro, às 19h30: Grease – 8º ano | Lago Sul

Valores dos ingressos:

  • Inteira: R$ 40
  • Meia-social: R$ 20 + 1 kg de alimento não perecível

Ingressos disponíveis pela plataforma Sympla:

Estudantes de todo o país disputam final da ONEE 2026 em Brasília

Foto divulgação

Classificados após uma edição recorde, com mais de 758 mil inscritos, participam de desafios presenciais entre 3 e 6 de novembro

Cerimônia nacional de premiação será realizada no dia 5

Brasília recebe, entre os dias 3 e 6 de novembro, a Semana Olímpica da Olimpíada Nacional de Eficiência Energética (ONEE) 2026. A programação reúne estudantes e professores de diferentes estados para os desafios finais da competição, atividades educativas e a cerimônia nacional de premiação, marcada para o dia 5 de novembro, às 10h, na Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Promovida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), por meio do Programa de Eficiência Energética (PEE), e coordenada pelo Instituto Abradee, ligado à Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), a ONEE conta com a participação de 48 distribuidoras de energia elétrica. Em 2026, o Grupo Equatorial, representado pela Equatorial Piauí, é a empresa proponente da iniciativa.

A edição deste ano bateu recorde de participação, com mais de 758 mil estudantes inscritos, mais de 16 mil educadores cadastrados, mais de 8 mil escolas e presença em 2.243 municípios brasileiros. A olimpíada é voltada a alunos do 8º e 9º anos do Ensino Fundamental e, pela primeira vez, também aos estudantes do 1º e 2º anos do Ensino Médio, das redes pública e privada.

Na primeira fase, os participantes realizaram desafios gamificados e provas objetivas sobre eficiência energética, sustentabilidade, consumo consciente e segurança no uso da eletricidade. Agora, os estudantes classificados seguem para Brasília para disputar a etapa final, que definirá os vencedores nacionais.

Desafios finais na sede da ANEEL

No dia 4 de novembro, os estudantes participarão dos desafios presenciais na sede da ANEEL. As atividades incluem provas de conhecimento e desafios com jogos em realidade virtual (VR), com programações específicas para alunos do Ensino Fundamental e do Ensino Médio.

Enquanto os estudantes participam das provas, professores e familiares terão atividades próprias. A agenda prevê visitas à ANEEL e ao Museu de Eficiência Energética, além de palestras voltadas aos educadores e aos familiares dos participantes.

A correção das provas e a validação dos resultados pela banca avaliadora também estão previstas para o dia 4, após a conclusão dos desafios. Os resultados definirão os estudantes que receberão as principais premiações da edição.

Cerimônia nacional de premiação acontece no dia 5

A Cerimônia Nacional de Premiação da ONEE 2026 será realizada no dia 5 de novembro, às 10h, na CNI, em Brasília. O evento prevê discursos de autoridades, entrega de medalhas, troféus e certificados, além do anúncio e da entrega de premiações especiais.

Os estudantes de destaque em seus estados receberão notebooks e terão as despesas de viagem e participação custeadas pela organização. Na etapa final, os participantes disputarão os desafios que definirão os seis vencedores nacionais (três do ensino fundamental e três do ensino médio) da ONEE 2026.

A cerimônia também integra o reconhecimento aos educadores. Neste ano, a olimpíada destina mais de R$ 250 mil em premiações para professores, distribuídas em quatro modalidades. Entre os benefícios estão viagens para Brasília, vouchers de até R$ 15 mil, reconhecimento de destaques regionais e participação na BETT Brasil 2027 para seis professores vinculados aos estudantes campeões nacionais.

Após a cerimônia, está previsto um passeio por Brasília para os contemplados na programação. O retorno dos participantes aos seus estados está programado para o dia 6 de novembro.

Educação para o uso consciente da energia

A ONEE busca aproximar os estudantes de temas relacionados à eficiência energética e ao uso seguro e consciente da eletricidade. Por meio de desafios, jogos e provas, a competição leva conteúdos de ciência e sustentabilidade ao ambiente escolar e estimula a reflexão sobre os hábitos de consumo e seus impactos.

A Semana Olímpica marca a etapa final de uma edição que envolveu milhares de escolas e educadores em todo o país, reunindo estudantes para celebrar o aprendizado e reconhecer o desempenho alcançado ao longo da competição.

Mais informações estão disponíveis em onee.org.br.

Clube de Leitura CCBB Brasília recebe Ruy Castro e Heloisa Seixas para conversar sobre livros escolhidos pelo público

Ruy Castro e Heloisa Seixas

Entre as obras selecionadas está Trincheira Tropical, de Ruy Castro, eleito Livro do Ano no Prêmio Jabuti 2026. Encontro acontece em 4 de novembro, com entrada gratuita

Premiado como Livro do Ano no Jabuti 2026, Trincheira Tropical: a Segunda Guerra Mundial no Rio, de Ruy Castro, foi uma das obras escolhidas pelo público para o próximo encontro do Clube de Leitura CCBB Brasília. O título, que também venceu a categoria Biografia e Reportagem na premiação anunciada em 27 de outubro, dividirá a pauta com O livro dos pequenos nãos, de Heloisa Seixas, igualmente selecionado pelos leitores. Os dois escritores participam de uma conversa sobre biografia e memória no dia 4 de novembro, às 18h30, no Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília. A mediação será da curadora Suzana Vargas e do escritor, jornalista e crítico literário Mauricio Melo Junior. A entrada é gratuita.

As obras foram escolhidas em votação realizada nas redes sociais do CCBB Brasília entre 14 e 19 de outubro. Os leitores puderam optar entre dois títulos de cada escritor. Trincheira Tropical concorreu com O ouvidor do Brasil: 99 vezes Tom Jobim, enquanto O livro dos pequenos nãos disputou a preferência do público com O oitavo selo: quase romance.

A escolha dos livros pelos leitores é uma das características do Clube de Leitura. A proposta é que as obras sejam conhecidas previamente e sirvam de ponto de partida para conversas com os autores, que incluem experiências de escrita, processos criativos e perguntas da plateia.

Da Segunda Guerra Mundial às escolhas que mudam destinos

Em Trincheira Tropical: a Segunda Guerra Mundial no Rio, Ruy Castro reconstitui o cotidiano do Rio de Janeiro entre 1935 e 1945, mostrando como o conflito mundial afetou a vida dos brasileiros antes mesmo da entrada oficial do país na guerra. Espiões, refugiados, disputas políticas, racionamento de produtos e blecautes aparecem em uma narrativa que também acompanha as transformações nos costumes e na produção cultural da época. O livro aborda ainda a mobilização popular pela participação brasileira no conflito e a atuação da Força Expedicionária Brasileira na Itália.

Já O livro dos pequenos nãos, de Heloisa Seixas, explora as relações entre acaso, destino e livre-arbítrio, mostrando como decisões aparentemente pequenas podem alterar o rumo de uma vida. O romance entrelaça três histórias ambientadas em diferentes momentos do Brasil: a de Lia, que muda seu caminho de volta para casa no Rio de Janeiro, em 2018, a de João Alexandre, médico do Exército durante a campanha de Canudos, em 1897, e a de Angélica, uma menina que passa férias no litoral da Bahia em 1935, quando a presença do bando de Lampião ameaça a tranquilidade de sua família. Ao conectar personagens e acontecimentos separados pelo tempo, a autora propõe uma reflexão sobre as consequências das escolhas individuais.

Embora sigam caminhos narrativos distintos, as duas obras oferecem pontos de partida para uma conversa sobre memória, acontecimentos históricos e as maneiras como experiências individuais e coletivas se transformam em literatura

Encontro entre autores e leitores

Escritor, jornalista e membro da Academia Brasileira de Letras, Ruy Castro é conhecido por biografias de Nelson Rodrigues, Garrincha e Carmen Miranda, além de livros dedicados à história cultural brasileira. Sua trajetória inclui o Prêmio Machado de Assis, recebido em 2021, e obras sobre a bossa nova, o samba-canção e o Rio de Janeiro.

Heloisa Seixas construiu uma carreira que transita entre o jornalismo, a ficção e a dramaturgia. Estreou na literatura em 1995, com Pente de Vênus: histórias do amor assombrado, e desde então publicou romances, contos e novelas, além de escrever para o teatro.

Criado em 2021 no CCBB Rio de Janeiro, o Clube de Leitura reuniu cerca de quatro mil pessoas presencialmente ao longo de cinco anos. Os encontros são mensais, presenciais e têm duração de 1h30, com os 30 minutos finais destinados às perguntas da plateia. A programação prevê ainda distribuição de livros e sessões de autógrafos para os 20 primeiros que chegarem ao teatro.

A temporada do Clube de Leitura CCBB Brasília teve início em 7 de outubro, com a participação de Ana Miranda e Andressa Marques. Após o encontro de novembro, com Ruy Castro e Heloisa Seixas, o projeto recebe Itamar Vieira Junior, em 2 de dezembro. A programação continua em 3 de fevereiro, 3 de março e 7 de abril de 2027, com convidados e obras que serão anunciados posteriormente.

Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, diferentes formas de arte e criatividade.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de arte, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizadas exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Também oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação que desenvolve atividades para aproximar o público da programação cultural.

Acessibilidade

A ação Vem pro CCBB oferece transporte gratuito para o público, com uma van que parte das proximidades da Biblioteca Nacional em direção ao CCBB Brasília, de quinta a domingo.

Horários da van — de quinta a domingo

Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h.

CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.

Serviço

Clube de Leitura CCBB Brasília — Ruy Castro e Heloisa Seixas

Livros escolhidos: Trincheira Tropical: a Segunda Guerra Mundial no Rio, de Ruy Castro, e O livro dos pequenos nãos, de Heloisa Seixas
Convidados: Ruy Castro e Heloisa Seixas
Mediação: Suzana Vargas e Mauricio Melo Junior
Data: 4 de novembro de 2026 (quarta-feira)
Horário: 18h30
Local: Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Endereço: SCES Trecho 02, Lote 22 — Edifício Presidente Tancredo Neves — Setor de Clubes Esportivos Sul
Ingressos: Gratuitos, mediante retirada a partir das 12h do dia anterior
Classificação indicativa: 14 anos

CCBB Brasília
Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h
Site: ccbb.com.br/brasilia
Informações: (61) 3108-7600
Instagram: @ccbbbrasilia


Mostra reúne projetos de estudantes no DF

Alunos da Seriös School expõem iniciativas criadas do planejamento à comercialização na Mostra do Conhecimento: vivência prática estimula cooperação, resolução de problemas e pensamento crítico desde a infância, divulgação

Evento escolar investiga conexões do Atlântico Sul com base em ciclo bianual focado em ciência, diplomacia e sustentabilidade

A Seriös School realiza no sábado, 31 de outubro, das 9h às 12h30, na unidade da SGAS 902, em Brasília, a edição 2026 de sua Mostra do Conhecimento. O encontro reúne produções acadêmicas e protótipos autorais desenvolvidos por estudantes da Educação Infantil ao Ensino Médio, sob o tema central “Travessias do Atlântico Sul”. A temática inaugura o Tema Norteador Bianual (2026/2027) da instituição, concebido para orientar investigações interdisciplinares sobre as relações históricas, culturais e econômicas compartilhadas entre a América do Sul e o continente africano ao longo dos próximos dois anos letivos.

Os trabalhos apresentados resultam de pesquisas desenvolvidas na Disciplina de Projetos do colégio. A proposta pedagógica fundamenta-se na resolução de problemas concretos por meio de dois pilares centrais: diplomacia — exercitada na compreensão de diferentes pontos de vista, na argumentação fundamentada e na negociação de acordos — e empreendedorismo, aplicado no diagnóstico de demandas socioambientais, planejamento de recursos e execução de soluções práticas.

Como parte integrante da programação, a Feira de Empreendedorismo mobiliza estudantes da Educação Infantil e dos Anos Iniciais por meio da metodologia de Design Thinking, adaptada a cada faixa etária. Em vez de atuarem como meros vendedores de itens predefinidos por adultos, as crianças vivenciam ativamente todas as etapas do processo: do levantamento de ideias e pesquisa de mercado à prototipagem, criação da identidade visual e planejamento financeiro. A iniciativa cruza conteúdos curriculares — aplicando na matemática cálculos de custos, precificação, quantidades e noções de sistema monetário — com o desenvolvimento prático de criatividade, cooperação e autonomia nas decisões.

Os produtos comercializados foram concebidos diretamente a partir das conexões culturais com os países banhados pelo oceano. Entre os projetos desenvolvidos, o Infantil 4 criou o Argentina no Palito, o 1º ano desenvolveu o Dindim do Atlântico, o 3º ano estruturou a Pipoca Navegante e o 4º ano produz pulseiras autorais inspiradas na cultura angolana. “O grande diferencial da proposta está em não tratar o empreendedorismo apenas como uma atividade comercial, mas como uma oportunidade concreta de desenvolver pensamento crítico e colaboração. Queremos que as crianças percebam que são capazes de transformar ideias em projetos reais, valorizando o aprendizado em todo esse percurso e não apenas no resultado final”, pontua Kallini Barbosa, coordenadora pedagógica dos Anos Iniciais da Seriös School.

Cada projeto submetido às bancas técnicas é estruturado em quatro critérios: relevância do problema investigado, originalidade da resposta proposta, viabilidade executiva e qualidade da comunicação oral em formato de pitch. As bancas são formadas pelo corpo docente e por especialistas convidados, definindo as equipes que avançam para a etapa de aprimoramento rumo ao Seriös Awards, premiação institucional agendada para 3 de dezembro. O público visitante também participa por meio de votação popular em plataforma digital nas categorias Curtidas, Mobilização, Profundidade e Destaque Geral, em apuração independente das notas curriculares.

“A escolha de um tema bianual voltado ao Atlântico Sul oferece aos estudantes a oportunidade de compreender o papel geopolítico do Brasil e exercitar competências que vão além do conteúdo teórico. Ao defenderem seus projetos em público, os alunos transformam hipóteses em realizações concretas e vivenciam a prática da diplomacia e da iniciativa empreendedora”, afirma Gustavo Wigman, diretor-geral da instituição.

O evento é aberto a famílias, educadores e membros da comunidade. O encerramento contará com uma feijoada comunitária, prato tradicional brasileiro representativo das pontes culturais, históricas e gastronômicas entre os povos que integram a bacia do Atlântico Sul.

Serviço

  • Evento: Mostra do Conhecimento 2026 — Travessias do Atlântico Sul (Tema Norteador Bianual 2026/2027) e Feira de Empreendedorismo
  • Data: 31 de outubro de 2026 (sábado)
  • Horário: Das 9h às 12h30 (seguido de feijoada de encerramento)
  • Local: Seriös School (SGAS 902, Bloco C, Asa Sul, Brasília – DF)
  • Informações e programação: https://seriosacademy.com.br/mostra2026

Sobre a Fractal Educação

A Fractal Educação é um grupo educacional que combina experiência em gestão e atuação de educadores no desenvolvimento de escolas e projetos pedagógicos. Sua visão de crescimento se apoia na valorização dos professores, na qualidade da formação e no respeito à identidade de cada instituição. No Distrito Federal, seus investimentos incluem o Seriös School, na Asa Sul, e a Kingdom School, no Lago Sul.

Curso gratuito ensina a romper barreiras nas redese tornar a comunicação mais acessível

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Acessibilidade para Comunicação e Redes Sociais, do projeto Janelas da Inclusão, oferece ferramentas para ampliar o acesso à informação e transformar a produção de conteúdos e ações de comunicação

Uma informação pode estar disponível e, ainda assim, não ser acessível a todos. Reconhecer o que impede diferentes pessoas de compreender uma mensagem e aprender a reduzir essas barreiras é a proposta do curso gratuito Acessibilidade para Comunicação e Redes Sociais, que acontece de 10 de novembro a 3 de dezembro, no Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul. As inscrições estão abertas para maiores de 18 anos.

A formação convida os participantes a repensar a maneira como se comunicam e a colocar esse aprendizado em prática. Ao longo de 20 horas de aulas presenciais, os alunos poderão desenvolver um olhar mais atento à diversidade dos públicos e aprender a incorporar a acessibilidade desde o planejamento de uma ação até a produção e a circulação de seus conteúdos.

Com atenção especial ao ambiente digital, o curso amplia a discussão para além das postagens nas redes sociais. A proposta é compreender como as pessoas recebem, interpretam e interagem com as informações e quais escolhas podem facilitar ou dificultar esse acesso. A partir dessas questões, a formação apresenta caminhos para construir uma comunicação que favoreça a participação de mais pessoas, incluindo pessoas com deficiência.

Linguagem acessível, descrição de imagens, recursos de acessibilidade em vídeos, produção de textos e planejamento de conteúdos inclusivos integram a programação. As aulas combinam teoria, atividades práticas e troca de experiências para que os participantes possam aplicar os conhecimentos em seus projetos, ambientes de trabalho e práticas cotidianas de comunicação.

A formação será conduzida por Bia Cruz, produtora de cinema e mídias digitais com deficiência auditiva e autora do Guia de Produção Audiovisual Dirigida por Pessoas Surdas. Sua trajetória reúne atuação em produção executiva, direção de produção, consultoria em acessibilidade cultural, fotografia, edição de vídeo e gestão de redes sociais, além de pesquisas nas áreas de acessibilidade, educação e cinema.

Os encontros acontecem às terças e quintas-feiras, das 19h às 21h30. As vagas são limitadas, e os participantes com frequência mínima de 75% das aulas receberão certificado.

O Janelas da Inclusão é realizado pela Tato Comunicação, com apoio do Instituto Janelas da Arte e recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF).

Serviço

Curso: Acessibilidade para Comunicação e Redes Sociais 

Professora: Bia Cruz 

Período: 10 de novembro a 3 de dezembro de 2026 

Dias: Terças e quintas-feiras 

Horário: Das 19h às 21h30 

Carga horária: 20 horas 

Local: Espaço Cultural Renato Russo – CRS 508, Asa Sul, Brasília/DF 

Modalidade: Presencial 

Público: Maiores de 18 anos 

Inscrições: Gratuitas pelo @janelas.dainclusao

Vagas limitadas 

Certificação: Para participantes com frequência mínima de 75% das aulas 

Realização: Tato Comunicação (@tatocomunicacao) 

Apoio: Instituto Janelas da Arte (@institutojanelasdaarte) 

Patrocínio: Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF)

Projeto realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.

Brincando com Arte leva forró e mamulengo a escolas públicas do DF

Foto divulgaçaõ

Iniciativa da Artecei reuniu apresentações gratuitas e palestras sobre música popular brasileira para aproximar crianças e jovens das expressões culturais do país

O projeto Brincando com Arte encerrou sua programação em escolas públicas do Distrito Federal com apresentações de forró, teatro de mamulengo e palestras sobre a diversidade da música popular brasileira. Realizada pela Artecei Produções Artísticas e Culturais, a iniciativa reuniu 1.500 estudantes da rede pública de ensino.

As atividades passaram por Ceilândia e Riacho Fundo II. Com programação gratuita dentro das escolas, o projeto buscou ampliar o acesso de crianças e jovens à cultura e criar oportunidades de contato com artistas e manifestações populares brasileiras.

“Queremos que as crianças e os jovens tenham a oportunidade de conhecer o forró e o mamulengo de perto, em contato com os artistas. Levar essas manifestações para a escola é uma forma de valorizar a cultura popular e despertar a curiosidade dos estudantes sobre os saberes que fazem parte da nossa história”, afirma Rosângela Dantas, idealizadora do projeto e diretora da Artecei.

As apresentações musicais levaram o forró à comunidade escolar. O mamulengo, forma tradicional do teatro de bonecos, integrou a programação cênica. A proposta foi reunir essas linguagens no ambiente de ensino, valorizando expressões da cultura popular e incentivando a formação de plateias.

As palestras abordaram as características e a diversidade da música popular brasileira. A atividade educativa complementou as apresentações e teve como objetivo estimular o interesse dos estudantes pelas diferentes expressões musicais do país.

Criada em 2005, a Artecei reúne artistas populares com ligação com Ceilândia e Brasília. A organização desenvolve projetos com oficinas, apresentações musicais, palestras, capacitações e feiras culturais, em articulação com escolas, educadores e comunidades do Distrito Federal.

Enem: inscrições abertas para o último aulão Nossa Vez, em Taguatinga Norte

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Último encontro da iniciativa será no CED 06, no sábado (31/10), com aulas para estudantes da rede pública e apresentação da cantora Anna Moura

O projeto Nossa Vez realiza, no sábado (31/10), o último aulão gratuito de preparação para o Enem. O encontro será no Centro Educacional (CED) 06 de Taguatinga Norte, no Setor L Norte, QNL 01, das 7h30 às 12h30. A programação é voltada para estudantes do terceiro ano do Ensino Médio, alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e egressos da rede pública de ensino, independentemente da região administrativa onde moram. As inscrições gratuitas são feitas pelo formulário eletrônico.

Realizado pelo Instituto Rosa dos Ventos em parceria com a Secretaria Nacional de Juventude do Governo Federal, o Nossa Vez levou ao longo de sua programação aulas gratuitas de preparação para o Enem a diferentes regiões do Distrito Federal. A iniciativa passou por Brazlândia, Gama, Recanto das Emas, Planaltina, Ceilândia, Taguatinga e Samambaia, ampliando o acesso a conteúdos, estratégias de prova e orientação para públicos que nem sempre têm acesso a cursos preparatórios.

“O Nossa Vez foi um presente para as comunidades escolares de oito regiões administrativas do DF. Durante nove sábados, pudemos compartilhar saberes, experiências, cultura e muito conhecimento, com aulas interdisciplinares com até três professores lecionando o mesmo tema no mesmo espaço. Temas variados e atualidades como Bets, Terras Raras e Inclusão foram tratados e discutidos durante as aulas”, lembra o coordenador pedagógico, Francisco Kito Oliveira. Nos aulões, também foram trabalhadas questões relacionadas a resolução de questões, organização do tempo e estratégias para a realização da prova.

O projeto também integrou educação e cultura em sua programação. Os aulões receberam apresentações de artistas do Distrito Federal durante os intervalos, criando momentos de convivência e expressão artística ao longo da preparação. No encerramento, a atração será a cantora Anna Moura, que se apresenta às 10h, durante o intervalo.

Os dados de participação reforçam o alcance da iniciativa: mais de 60% dos inscritos se identificam como pretos, pardos ou indígenas. A circulação por diferentes territórios do DF buscou alcançar públicos diversos e aproximar a preparação para o Enem de estudantes com diferentes trajetórias escolares. Ao todo, mais de 700 estudantes foram impactados pela iniciativa.

“A universidade pública não pode ser um horizonte distante para quem estuda na escola pública. Precisa ser uma possibilidade concreta. Democratizar o acesso ao ensino superior também é devolver aos jovens o direito de imaginar um futuro maior do que as barreiras que encontram pelo caminho”, assinala o professor Fernando Sousa, um dos idealizadores do projeto.

Programação do último aulão

As atividades começam às 7h30, com aula de Português, ministrada pela professora Kássia Braga, seguida pela aula de Matemática, com o professor Ítalo Leão, às 8h15. Às 9h15, será a vez de Ciências da Natureza, com Luana Bezerra, em Química; Kiteria Karol, em Física; e Humberto, em Biologia.

Às 10h, o intervalo será acompanhado pelo show da cantora Anna Moura. Na sequência, às 10h15, a programação retoma com Ciências Humanas e Sociais Aplicadas, com Saulo Nepomuceno, em Sociologia, e Ferrara, em Filosofia. Às 11h, a segunda aula da área reúne Leonardo Castro, em Geografia, e Andresa Ferreira, em História. O encerramento acontece às 11h45, com a aula de Redação, ministrada pelo professor Thiago Motta. As atividades seguem até às 12h30.

O último encontro do Nossa Vez é gratuito e aberto ao público que integra o perfil atendido pelo projeto: estudantes do terceiro ano do Ensino Médio, alunos da EJA e pessoas que já concluíram o Ensino Médio na rede pública.

“Quando a gente pensa em um projeto como o Nossa Vez, é fácil olhar para os números: quantos encontros, quantas aulas, quantos estudantes. Mas, para nós, o que realmente importa está além desses números. Está naquele estudante que descobriu uma estratégia que não conhecia, que conseguiu tirar uma dúvida, que se sentiu capaz de enfrentar uma prova tão decisiva ou que, simplesmente, passou a enxergar a universidade como uma possibilidade real”, afirma a presidente do Instituto Rosa dos Ventos, Stéffanie Oliveira.

“O Nossa Vez passou por diferentes regiões administrativas e encontrou estudantes cheios de talento, perguntas e vontade de chegar mais longe. Cada encontro reafirmou aquilo em que acredito: quando uma oportunidade aparece, muitos sonhos deixam de parecer impossíveis”, completa Fernando Sousa.

Programação completa:

7h30 – 08h15 Português

8h15 – 9h Matemática

9h15 – 10h Ciências Naturais

10h – 10h15 Intervalo, com show de Anna Moura

10h15 – 11h Ciências Humanas e Sociais Aplicadas 1

11h – 11h45 Ciências Humanas e Sociais Aplicadas 2

11h45 – 12h30 Redação

Serviço – Aulão do Projeto Nossa Vez

Data: sábado, 31 de outubro

Horário: 7h30 às 12h30

Local: Centro Educacional (CED) 06, Setor L Norte, QNL 01 – Taguatinga Norte

Inscrição: gratuita https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSczW5P5p1420Fr5CnnkpmylXgx7P2BGSsP6CY48xjJVHdHIFA/viewform

Redes: https://www.instagram.com/auloesnossavez/

Instituto TeArt deu continuidade a seminário sobre práticas antirracistas na educação e na arte, com edição gratuita em Brasília

Divulgação

Encontro no Teatro Sesc Silvio Barbato, em 27 de outubro, reúniu professores, artistas e pesquisadores do Centro-Oeste. Foram 150 vagas, com inscrição online

O Instituto TeArt realiza, no dia 27 de outubro, das 17h30 às 21h15, o seminário gratuito “Práticas Antirracistas na Educação e na Arte em Contextos do Centro-Oeste”, no Teatro Sesc Silvio Barbato (Sesc SCS). Com edição anterior realizada em São Paulo em setembro deste ano, a ação formativa é voltada prioritariamente a professores da rede pública, além de arte-educadores e agentes da cultura e da educação. A ação integra o Projeto Enredar do Programa TeArt.

A partir das relações entre território, arte, educação, memória e representatividade negra, o seminário propõe partilhas e diálogos interdisciplinares sobre práticas pedagógicas antirracistas. Dois painéis e uma mesa de diálogo abordam a atuação de artistas negros, a mediação cultural e as práticas educativas nos territórios do Centro-Oeste. A iniciativa dialoga com as Leis nº 10.639/2003 e nº 11.645/2008, que tornam obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira, africana e indígena nas escolas.

“Buscamos reconhecer vocações educacionais, artísticas e culturais nos territórios e comunidades escolares e, a partir delas, estabelecer redes de colaboração, trabalho e aprendizagem com as pessoas e instituições parceiras.”, pontua Auana Diniz, coordenadora do Projeto Enredar.

O painel de abertura, com Nelson Inocencio (UnB), discute se a presença crescente de artistas negros e indígenas nas exposições representa uma mudança efetiva nas condutas de museus, galerias e colecionadores. A mesa “Arte, Educação e Práticas Antirracistas: Diálogos desde o Centro-Oeste” reúne Helo Sanvoy, Kanzelumuka e Helen Gomes. O encerramento apresenta a Escola de Saberes Sertão Negro, com Melissa Alves.

“Essas ações reafirmam um dos principais focos de atuação do projeto Enredar: entrecruzar perspectivas da educação democrática com práticas e temáticas antirracistas e interculturais e com a produção artística contemporânea, em suas diversas vertentes, construindo processos de trabalho colaborativo com as comunidades escolares e seus diferentes agentes.”, complementa Diniz.

Programação

17h30 | Credenciamento e boas-vindas 18h45 | Abertura

19h–19h30 | Painel de abertura – Entre o acontecimento e a permanência: mostras de artes visuais no cenário das representações plurais, com Nelson Inocencio (professor e pesquisador, VIS/IdA/UnB)

19h30–20h45 | Mesa redonda – Arte, Educação e Práticas Antirracistas: Diálogos desde o Centro-Oeste, com Helô Sanvoy (artista), Kanzelumuka (artista cênica, pesquisadora e docente, CEN/IdA/UnB) e Helen Gomes (vice-diretora, CED São Francisco). Mediação: Auana Diniz

20h45–21h15 | Painel de encerramento – Sertão Negro: uma Escola de Saberes no Centro-Oeste, com Melissa Alves (coordenadora de Curadoria e Residência Artística e de Educação, Escola de Saberes Sertão Negro)

Identidade visual

A identidade do seminário parte da obra Elástico (2018), do artista Abraão Veloso. A pintura traz referências às paisagens culturais vividas por ele em Minas Gerais e em Goiás, como as canecas de ágata, e amplia o campo de representação das masculinidades negras.

Parceiros

O seminário ‘Práticas Antirracistas na Educação e na Arte em Contextos do Centro-Oeste’ é realizado com patrocínio do Itaú BBA, por meio da Lei Rouanet, e com patrocínio do Serpro. O evento conta também com o apoio do Sesc/DF, da Cerrado Cultural e do B Hotel Brasília. O Instituto TeArt é mantido pela Almeida & Dale. Esta é uma realização do Instituto TeArt, Barthô Naïf e Ministério da Cultura.

Sobre o Instituto TeArt

Associação cultural sem fins lucrativos, o Instituto TeArt iniciou suas atividades em maio de 2024. Sua missão é ampliar o acesso à arte e à cultura nas regiões do Brasil, por meio de programas e do apoio a projetos educativos, artísticos e culturais criados em parceria com redes locais. O Enredar é seu projeto educativo voltado à rede pública, que articula arte e território em Brasília, Goiânia, Recife e São Paulo.

Sobre a Barthô Naïf

Com mais de duas décadas de atuação, a Plataforma Barthô promove a Arte Popular Brasileira e conecta artistas, exposições, galerias, museus, colecionadores e público. Foi idealizada por Odécio Rossafa, em parceria com Shirlene Pérola Negra.

Serviço

Seminário “Práticas Antirracistas na Educação e na Arte em Contextos do Centro-Oeste”

Data: 27 de outubro, das 17h30 às 21h15

Local: Teatro Sesc Silvio Barbato (Sesc SCS) – Setor Comercial Sul, Quadra 2, Edifício Presidente Dutra, Asa Sul, Brasília/DF

Vagas: 150

Inscrição: gratuita, online – https://forms.cloud.microsoft/r/CNCkLTWuzR

Coordenação geral: Auana Diniz Informações para a imprensa Comunicacao@institutoteart.org.br

Cultura Inglesa acelera expansão por franquias em oito estados e no Distrito Federal

Foto divulgação

Meta de chegar a mais de 300 novas franquias até 2030, instituição identifica potencial de crescimento na Bahia, Espírito Santo, Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Tocantins e no Distrito Federal

A Cultura Inglesa está ampliando sua estratégia de expansão por franquias e tem oito estados no radar para os próximos ciclos de crescimento: Bahia, Espirito Santo, Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo,  Tocantins e mais o Distrito Federal. O movimento faz parte de uma estratégia iniciada em 2025, quando o franchising passou a ocupar posição de destaque no plano de crescimento da instituição, que prevê comercializar 45 novas franquias em 2026 e alcançar mais de 300 novas unidades até 2030.

A expansão contempla as nove regiões onde a Cultura Inglesa possui direitos de atuação. Segundo Wilson Diniz, CEO, ainda há espaço para avançar tanto em mercados já tradicionais para a marca quanto em novas praças, especialmente fora do eixo Rio-São Paulo. Atualmente, são 125 unidades em operação no total, sendo 60 próprias. Entre as franquias, 65 já estão em funcionamento e as demais encontram-se em fase de implantação.

“O nosso mapa de expansão mostra que ainda existe um potencial muito grande tanto no eixo Rio-São Paulo, com pontos nobres que ainda não estão ocupados pela marca, e também fora desses dois estados. Estamos olhando com atenção para mercados como Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins”, afirma Juliana Coutinho Paiva Bove, responsável pela expansão de franquias na Cultura Inglesa.

Estrutura preparada para crescer

A escolha das novas praças ocorre dentro de uma estrutura criada especificamente para sustentar o avanço da rede. Desde a mudança de estratégia, a Cultura Inglesa passou a contar com uma equipe dedicada à vertical de franchising, com áreas voltadas para expansão, relacionamento com franqueados e marketing específico para a rede. A estrutura foi criada para acompanhar um ritmo maior de crescimento sem abrir mão dos padrões da instituição.

Para 2027, a Cultura Inglesa também prepara um programa voltado a multifranqueados, com incentivos para atuais parceiros que desejem ampliar sua presença na rede e para novos candidatos interessados em operar mais de uma unidade. A iniciativa reforça a estratégia de ampliar a capilaridade da marca por meio de parceiros locais.

“Quando decidimos colocar o franchising como um dos pilares estratégicos da Cultura Inglesa, sabíamos que não se tratava simplesmente de acelerar a abertura de unidades. Era preciso criar uma estrutura preparada para crescer, com processos, equipes e suporte adequados para receber novos parceiros”, afirma Diniz. Segundo o executivo, a instituição busca acelerar a expansão preservando a qualidade da experiência educacional e a força da marca.

Expansão acompanha transformação do mercado

Com 92 anos de atuação, a instituição reúne mais de 125 escolas próprias e franqueadas em oito estados mais Distrito Federal e atende mais de 80 mil estudantes. O movimento ocorre em um cenário de mudanças no setor de ensino de idiomas, marcado pelo avanço das aulas on-line, aplicativos, plataformas baseadas em inteligência artificial e escolas bilíngues.

Como resposta, a Cultura Inglesa ampliou seu ecossistema de produtos e fontes de receita, reunindo escolas físicas, certificações internacionais, cursos on-line, programas bilíngues para escolas de ensino básico, faculdade e, mais recentemente, escola de Educação Infantil e Ensino Fundamental bilíngues.

Franquias ampliam presença em novos mercados

Para ampliar o acesso de empreendedores à marca, a Cultura Inglesa lançou neste ano o formato de microfranquia, também chamado de Smart. O modelo exige investimento inicial a partir de R$ 110 mil, pode ser instalado em espaços de aproximadamente 60 metros quadrados, com duas salas de aula, e foi desenvolvido para operar tanto em unidades de rua quanto em formatos como School in School, dentro de escolas de educação básica. A estrutura também pode ser instalada em faculdades, condomínios residenciais e clubes.

“Estamos levando a expansão para mercados nos quais identificamos potencial de desenvolvimento do ensino de inglês e, ao mesmo tempo, criando formatos que permitam que empreendedores locais participem desse movimento. O modelo Smart reduz a necessidade de uma estrutura física maior e amplia as possibilidades de localização da unidade, sem abrir mão da metodologia, da marca e do suporte da Cultura Inglesa”, destaca Wilson Diniz.

Além da microfranquia, a rede trabalha com unidades nos formatos P, M e G, com investimentos a partir de R$ 180 mil, R$ 280 mil e R$ 380 mil, respectivamente. Todos os modelos têm lucratividade média estimada em 25%, enquanto o faturamento médio mensal projetado parte de R$ 54 mil no formato Smart e chega a R$ 216 mil na unidade G.

A estratégia também contempla diferentes fontes de receita para os franqueados. Além das escolas presenciais, o ecossistema da Cultura Inglesa reúne cursos on-line, certificações internacionais, programas bilíngues para escolas de educação básica e materiais didáticos, permitindo que os parceiros atuem comercialmente em diferentes frentes da educação.

“Temos uma marca de 92 anos, extremamente consolidada, mas ainda encontramos espaços importantes para crescer. O objetivo da expansão por franquias é justamente aproximar a Cultura Inglesa de novos mercados e, ao mesmo tempo, oferecer aos empreendedores modelos de negócio compatíveis com diferentes realidades locais”, afirma o CEO.

Com a expansão, a Cultura Inglesa busca combinar a experiência acumulada em mais de nove décadas de atuação com modelos de franquia capazes de atender diferentes perfis de investidores e regiões..

Sobre a Cultura Inglesa

Com 92 anos de tradição, a Cultura Inglesa é uma instituição sem fins lucrativos voltada para o ensino do idioma inglês. São 125 escolas, entre próprias e franquias, localizadas em nove estados do Brasil, reunindo um ecossistema educacional que atende mais de 80 mil estudantes.

A Cultura Inglesa se destaca no setor de ensino de idiomas ao oferecer uma experiência digital e imersiva de aprendizado do inglês, nos formatos presencial e remoto, e pela aplicação de exames e certificações internacionais de qualidade. Além disso, a instituição possui um programa bilíngue intracurricular para quase 100 escolas regulares e é referência em cursos de graduação, pós-graduação e extensão nas áreas de educação e bilinguismo, por meio da Faculdade Cultura Inglesa.

No âmbito social, a Cultura Inglesa oferece à população, anualmente, cerca de 1.300 bolsas integrais de estudo, a partir do programa Bolsas de Impacto e de sua unidade social localizada no Complexo Paraisópolis.

O Tempo Esculpido à Mão: Quando o Afeto se Torna o Mais Puro Legado

Os mascotes da START Anglo Bilingual School personificam a proposta lúdica do Sweet Chocolate Lab, oficina gastronómica e sensorial desenvolvida em parceria com a Le Fit para mães e filhos na unidade da Asa Sul, divugaçao

Em colaboração exclusiva com a Le Fit, a START Anglo Bilingual School transforma sua unidade da Asa Sul em um ateliê sensorial de alta gastronomia e cumplicidade entre mães e filhos

No território onde a sofisticação encontra o propósito formativo, o verdadeiro luxo não habita na ostentação material, mas na raridade do tempo compartilhado e na eternização do afeto. Reconhecida pela busca incansável pela excelência acadêmica e pela formação humana integral, a START Anglo Bilingual School abre as portas de sua nova unidade na Asa Sul, em Brasília, para revelar não um evento pontual, mas um manifesto vivo de sua filosofia de acolhimento: o Start Chocolate Lab. Em uma atmosfera que resgata a sensibilidade das artes manuais e o calor dos encontros autênticos, a instituição convida as famílias a desacelerarem o ritmo do mundo contemporâneo para vivenciarem uma experiência imersiva de contemplação, conexão sensorial e presença absoluta.

A gênese do projeto nasce da sinergia curada entre a visão pedagógica humanizada da START e a expertise artesanal da Le Fit, ateliê de confeitaria contemporânea consagrado pelo rigor na seleção de ingredientes nobres, chocolates funcionais e formulações limpas, livres de açúcares refinados. Essa união traduz a própria definição de wellness luxury: a comunhão inegociável entre o prazer gustativo mais refinado e o cuidado com a saúde e o bem-estar. Sob a condução técnica da Le Fit, a oficina transcende a gastronomia para se tornar um laboratório de alquimia emocional. Conforme pontua a liderança da escola, o encontro foi concebido para que o gesto simples de temperar e moldar ganhe status de criação artística, onde o diálogo e o toque compartilhado entre mães e filhos constroem pontes indeléveis de afeto.

Cada fragmento do espaço físico foi desenhado sob uma cenografia que evoca o conforto refinado e o design sensorial. A jornada tem início na transição arquitetônica da entrada, emoldurada por uma instalação orgânica de balões que ressignifica os tons icônicos da paleta institucional da escola. No interior, o ambiente descarta qualquer frieza convencional: mesas baixas, almofadas texturizadas e uma luz acolhedora convidam à horizontalidade do convívio. A precisão do detalhe — elemento definidor do universo haute couture — reflete-se nos aventais em alfaiataria personalizada, nas espátulas e bowls ergonômicos e nas formas de silicone com silhuetas lúdicas de animais. A individualidade de cada participante atinge seu ápice na customização das caixas brancas com uma cartela curatorial de adesivos exclusivos dos mascotes da START: uma embalagem concebida não como mero recipiente, mas como um estojo de memória única, onde a imperfeição poética das criações infantis é celebrada como obra de arte singular.

O Start Chocolate Lab convoca todos os sentidos a uma coreografia delicada: o aroma quente e envolvente do cacau puro derretido, o brilho das texturas que se transformam ao toque das pequenas mãos e a riqueza do paladar que desperta para a pureza de novos sabores saudáveis. Mais do que a manufatura de bombons, a experiência orquestra a entrega daquilo que o mercado de luxo contemporâneo define como o bem mais escasso: a memória afetiva inscrita no tempo. Cada mãe e filho vivenciam um estilo de vida aspiracional em que o aprendizado não se impõe pelo tecnicismo, mas pela cumplicidade, pelo riso espontâneo e pela construção conjunta de lembranças que ecoarão pela vida adulta.

Ao apresentar iniciativas que entrelaçam rigor conceitual, nutrição consciente e sofisticação relacional, a START Anglo Bilingual School reafirma sua vocação de liderar a formação de vanguarda na capital federal, provando que uma instituição de ensino de excelência se ergue, fundamentalmente, na qualidade das conexões que abriga. O chocolate cumpre seu ciclo e se esvai; a densidade das memórias forjadas permanece inalterada como o mais nobre patrimônio familiar.

Notas Curatoriais do Encontro:

  • Data & Horário: Sábado, 24 de outubro de 2026
  • Local: Ateliê de Vivências da START Anglo Bilingual School – Unidade Asa Sul (Brasília, DF)
  • Curadoria Gastronômica: Le Fit Chocolates
  • Acesso: Experiência exclusiva com vagas limitadas para a comunidade escolar e convidados selecionados.

Sobre a START Anglo Bilingual School – Brasília

Consolidada no mercado educacional de São Paulo como referência em formação global e inovação pedagógica, a START Anglo Bilingual School chega a Brasília com unidade na Asa Sul para oferecer uma experiência de bilinguismo de imersão real com rigor acadêmico. Ancorada na tradição e no conteúdo autoral do Sistema Anglo de Ensino, a instituição alia alta performance nos vestibulares e exames internacionais a metodologias ativas, aprendizagem baseada em projetos (PBL) e um consistente desenvolvimento socioemocional. Com liderança pedagógica de Lilian Damasceno — educadora com mais de 30 anos de experiência e ampla atuação em renomadas escolas da capital —, a START propõe uma educação viva, integrando a família e a escola na formação de cidadãos autônomos, seguros e preparados para os desafios do cenário global.

Mais informações: https://brasilia.startangloschool.com.br/| Instagram: @startanglobrasilia

Telefone 61 9161-5038

Outubro Rosa: nódulo na mama após a gravidez nem sempre é consequência da amamentação

Foto Majestic

Alterações persistentes não devem ser atribuídas apenas ao acúmulo de leite. Exames podem ser feitos sem esperar o desmame, explica mastologista do CEUB

Dor, inchaço, endurecimento das mamas e nódulos são alterações comuns durante a amamentação. O desafio é diferenciar situações relacionadas à lactação de sinais que precisam de investigação médica. No Outubro Rosa, Gabriela de Albuquerque, professora de Medicina do Centro Universitário de Brasília (CEUB), alerta que no período pós-parto, mudanças naturais nas mamas podem mascarar sintomas de câncer e levar a atrasos no diagnóstico, sobretudo porque algumas manifestações da doença se confundem com problemas frequentes entre lactantes, como mastite e ductos bloqueados.

A especialista em Mastologia e Cirurgia Geral alerta: amamentar protege, mas não elimina o risco. “A amamentação ajuda a reduzir o risco de câncer de mama, mas não impede que a doença apareça. Mesmo quem está amamentando deve ficar atenta”. Embora as mamas possam ficar mais cheias, sensíveis e endurecidas durante a amamentação, a especialista orienta mulheres a procurarem atendimento diante de alterações persistentes. “Não presuma que o sintoma é apenas uma consequência normal da lactação”.

Entre os sinais de atenção estão os nódulos que permanecem após as mamadas. “Nódulos endurecidos e persistentes que surgem e se mantêm por mais de duas semanas ou ficam inalterados após as mamadas ou esvaziamento das mamas precisam ser investigados”, destaca Gabriela. Esse prazo não deve ser entendido como uma orientação para esperar. Ao perceber um caroço ou alteração preocupante, deve-se procurar avaliação médica imediatamente.

Também merecem atenção:

  • Pele engrossada ou com aspecto de “casca de laranja”;
  • Mamilo que passa a ficar retraído ou voltado para dentro;
  • Saída espontânea de secreção transparente ou com sangue;
  • Vermelhidão persistente ou mastite que não melhora com o tratamento.

É possível fazer mamografia durante a amamentação?
De acordo com Gabriela de Albuquerque, a mulher não precisa esperar o desmame para investigar uma alteração. Ultrassonografia, mamografia e, quando indicada, ressonância magnética podem ser realizadas durante a lactação. “A amamentação não deve ser interrompida para fazer os exames de investigação, assim como os exames não devem ser atrasados em função do aleitamento”, explica a mastologista. Ela recomenda, antes do exame, avisar à equipe que está amamentando e, quando possível, amamentar ou retirar o leite antes do exame para reduzir o desconforto e facilitar a avaliação das imagens.

O câncer após a gravidez pode ser mais agressivo?
O câncer de mama diagnosticado nos primeiros anos após o parto pode apresentar características de maior agressividade em alguns grupos de pacientes. Segundo Gabriela, o primeiro ano merece atenção especial. Um estudo publicado na revista npj Breast Cancer, com 385 mulheres com tumores positivos para receptores hormonais e HER2-negativos, encontrou pontuações mais altas em um teste genômico usado para estimar o risco de recorrência entre as pacientes diagnosticadas nos primeiros 12 meses após o nascimento de um filho.

Os resultados também sugerem que esse comportamento pode estar presente em tumores diagnosticados até três anos após o parto. “Isso não significa que toda alteração na mama seja câncer: muitas mudanças estão relacionadas à lactação e melhoram com o manejo adequado. Sintomas persistentes, porém, precisam ser investigados”, reforça a professora do CEUB.


Mercado brasileiro de vinhos cresce e amplia debate sobre qualificação profissional

Foto Pexel

Em meio às transformações do consumo e à expansão do setor no país, especialistas destacam a importância de uma formação que integre produção, territórios e negócios

O mercado brasileiro de vinhos registrou crescimento de 41,9% no consumo em 2025, na contramão da tendência mundial. Segundo dados atribuídos à Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV), o país consumiu 440 milhões de litros no período, enquanto o consumo global apresentou retração de 2,7%. O cenário amplia a discussão sobre os desafios de profissionalização de um setor que reúne produção agrícola, indústria, comércio e serviços.
 

Para Rafael Sá, sommelier internacional, as transformações do mercado reforçam a importância da formação especializada.
 

“O mercado do vinho está cada vez mais complexo e exige profissionais que compreendam toda a cadeia, desde a produção até o consumidor final. Hoje, conhecer os rótulos não é suficiente. É preciso entender os territórios, as transformações do consumo e as oportunidades de negócios.”
 

O movimento brasileiro ocorre em um contexto internacional marcado por mudanças nos hábitos de consumo, pressões econômicas e desafios climáticos. Segundo os dados de mercado levantados para esta pauta, as importações brasileiras de vinhos alcançaram aproximadamente US$ 558,7 milhões em 2025, ante US$ 523,4 milhões no ano anterior. Em volume, as compras teriam passado de 159,6 milhões para 165,1 milhões de litros.
 

A diversidade de rótulos disponíveis no país e as transformações no comportamento do consumidor colocam em discussão a necessidade de profissionais capazes de compreender não apenas as características sensoriais da bebida, mas também os territórios produtores, as estratégias de comercialização e a dinâmica dos negócios.
 

É nesse contexto que o professor e consultor Marcelo Vargas, com mais de 15 anos de experiência no setor de alimentos e bebidas, desenvolveu o MBA em Vinho: Territórios, Estilos e Mercado. A pós-graduação, realizada pela Sensory Business em parceria com a Universidade Anhanguera, do grupo Cogna Educação, terá início em outubro de 2026.
 

“Conhecer vinho é o ponto de partida. O desafio está em conectar território, produção, análise sensorial, estilos e mercado”, afirma Vargas.
 

A proposta é reunir conhecimentos tradicionalmente abordados em diferentes áreas da cadeia vitivinícola, conectando fundamentos científicos, características dos territórios produtores, análise sensorial e estratégias comerciais.
 

Da produção ao consumidor: os desafios de um mercado em transformação
 

A cadeia vitivinícola envolve fatores que ultrapassam a produção da bebida. Clima, solo, variedades de uvas e técnicas de vinificação influenciam as características dos vinhos, enquanto aspectos culturais, econômicos e comerciais interferem em seu posicionamento no mercado.
 

No cenário internacional, o setor enfrenta mudanças nos padrões de consumo, incertezas econômicas e os efeitos de eventos climáticos sobre a produção.
 

No Brasil, a diversidade de regiões produtoras e a presença de vinhos importados ampliam o universo de conhecimentos envolvidos nas atividades de produção, distribuição, comercialização e serviço.
 

Essa complexidade também está relacionada ao perfil dos profissionais que atuam no setor. Além do domínio técnico, atividades ligadas à gestão, ao marketing e à experiência do consumidor exigem conhecimentos de diferentes áreas.
 

O MBA desenvolvido por Vargas busca integrar esses conteúdos em uma formação acadêmica de 400 horas, distribuídas ao longo de 12 meses, em formato integralmente online.
 

A grade curricular está organizada em dez disciplinas, que abrangem fundamentos de viticultura e enologia, análise sensorial, variedades de uvas, estilos de vinhos e características dos territórios produtores do Velho e do Novo Mundo, incluindo o Brasil.
 

O programa também contempla marketing, comércio eletrônico, comportamento de consumo, serviço, elaboração de cartas de vinhos e identificação de oportunidades de negócios.
 

Além das disciplinas regulares, estão previstos seminários com especialistas brasileiros e internacionais e workshops online de degustação realizados trimestralmente.
 

Formação reúne especialistas brasileiros e internacionais
 

O corpo docente reúne pesquisadores, doutores, mestres, sommeliers e profissionais com experiência em diferentes segmentos do mercado vitivinícola.
 

Entre os professores anunciados estão Fernanda Spinelli, Bruno Cisilotto, Caroline Dani, Jessica Marinzeck, Fernanda Cattani e Vinícius Caliari. O programa também contará com a participação de docentes internacionais, como Karine de Souza, professora de Wine Business da Università di Salerno, na Itália.
 

Responsável pela criação do curso, Marcelo Vargas é mestre em Wine Management pela Università di Camerino, na Itália, e possui MBA em Marketing e Negócios do Vinho pela ESPM e CIAS Innovation, além de especialização em vinhos com ênfase em análise sensorial.
 

Foi coordenador técnico e professor do MBA em Negócios e Marketing do Vinho da ESPM e atualmente leciona em programas de pós-graduação da Università di Camerino, ESPM e PUCRS.
 

Em 2023, recebeu da revista Prazeres da Mesa o reconhecimento de Melhor Sommelier Consultor do Brasil.
 

Com a criação da pós-graduação, a Sensory Business amplia sua atuação na área educacional e leva para o ambiente acadêmico sua experiência em pesquisa, formação profissional e desenvolvimento de projetos relacionados a vinhos, bebidas e alimentos.
 

O programa é direcionado a profissionais que já atuam no setor e àqueles que desejam ingressar no mercado, reunindo conhecimentos técnicos e comerciais em uma mesma formação.
 

A aula magna está prevista para 3 de outubro de 2026, enquanto o início das atividades acadêmicas da primeira turma está marcado para o dia 15 do mesmo mês.
 

O investimento é de R$ 19.990, e as inscrições estão disponíveis no site oficial da Sensory Business.

SERVIÇO

MBA em Vinho: Territórios, Estilos e Mercado

Realização: Sensory Business em parceria com a Universidade Anhanguera

Modalidade: ensino a distância, 100% online

Carga horária: 400 horas

Duração: 12 meses

Aula magna: 3 de outubro de 2026

Início das aulas: 15 de outubro de 2026

Investimento: R$ 19.990

Certificação: pós-graduação lato sensu

Inscrições: sensorybusiness.com/mba

Muito além da sala de aula: professor tem papel estratégico na proteção da infância 

Foto Magnific

Profissionais podem identificar mudanças de comportamento e sinais de vulnerabilidade e contribuir para o encaminhamento de crianças e adolescentes à rede de proteção   

A escola é um dos espaços onde crianças e adolescentes passam boa parte da rotina. Por isso, além da função pedagógica, professores podem ocupar uma posição importante na identificação de situações que afetam o bem-estar e a segurança dos estudantes. Mudanças repentinas de comportamento, dificuldades de interação, queda no rendimento, isolamento ou alterações emocionais podem ser percebidas no cotidiano escolar e, quando observadas com atenção, servir como sinais de que algo precisa ser investigado.

A atuação, entretanto, não significa transformar o professor em psicólogo, assistente social ou responsável por solucionar situações de violência e vulnerabilidade. Seu papel está principalmente na observação, no acolhimento e na comunicação adequada com a equipe escolar e com os serviços que integram a rede de proteção.

Para Juliana Miranda, coordenadora do Serviço Família Acolhedora, a proximidade estabelecida entre professores e estudantes pode fazer da escola um espaço importante para a identificação precoce de situações que exigem atenção. “O professor convive diariamente com a criança e, muitas vezes, percebe mudanças que podem passar despercebidas em outros ambientes. Isso não significa que ele precise diagnosticar o que está acontecendo, mas que pode reconhecer um sinal, acolher aquela criança e acionar os profissionais e serviços responsáveis”, afirma.

A atenção ganha ainda mais importância quando se trata de crianças e adolescentes que vivem situações de vulnerabilidade ou estão inseridos em serviços de acolhimento. Mudanças familiares, afastamento temporário da família de origem, adaptação a uma nova rotina ou experiências anteriores de violência podem repercutir no comportamento e na vida escolar.

Nesses casos, a escola pode contribuir para a construção de um ambiente de segurança e pertencimento. Manter uma rotina, estabelecer relações de confiança e evitar situações de exposição ou estigmatização são atitudes que ajudam a criança a se adaptar e preservar sua trajetória escolar. “Para uma criança que está passando por uma mudança importante na vida familiar, a escola pode representar um dos poucos espaços de continuidade. Por isso, é fundamental que ela seja recebida sem julgamentos e tenha sua história respeitada. O acolhimento precisa acontecer também no cotidiano, nas pequenas relações e na forma como essa criança é tratada”, explica Juliana.

A comunicação entre escola, família e rede de proteção também é fundamental. Quando uma situação de risco é identificada, o encaminhamento deve seguir os protocolos existentes e envolver os profissionais capacitados para avaliar cada caso. A articulação entre educação, assistência social, saúde, Conselho Tutelar e demais integrantes da rede permite que a criança ou o adolescente não fique sozinho diante de uma situação de violação de direitos.

Outro desafio é evitar que crianças em situação de vulnerabilidade sejam marcadas pelo estigma. Para Juliana, a escola precisa ser um espaço capaz de reconhecer as necessidades individuais sem reduzir o estudante à situação que ele vivencia. “Uma criança não pode ser definida pelo acolhimento, pela condição da família ou por uma situação de violência que tenha enfrentado. Ela continua sendo uma criança, com potencialidades, desejos, dificuldades e direito de participar da vida escolar como qualquer outra”, ressalta.

A construção de uma rede de proteção efetiva depende, portanto, de diferentes atores trabalhando de maneira articulada. O professor não ocupa sozinho a linha de frente desse trabalho, mas pode ser um importante elo entre a criança e os serviços que têm a responsabilidade de protegê-la. “Proteger uma criança é uma responsabilidade compartilhada. Quando o professor sabe observar, quando a escola sabe acolher e quando os serviços conseguem trabalhar de forma articulada, aumentamos as possibilidades de identificar uma situação de vulnerabilidade e oferecer a resposta adequada”, conclui Juliana.

Sobre o Grupo Aconchego – O Aconchego é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, fundada em dezembro de 1997, que trabalha em prol da convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes em acolhimento familiar e institucional. 

Filiado à Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção – ANGAAD o Aconchego é reconhecido como referência em Brasília e conta com grande projeção nacional na criação de tecnologias sociais com vistas à garantia do direito das crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária, por meio de ações de intervenção com potencial para a transformação social e cultural.

Encontro de Iluminadoras abre inscrições gratuitas para oficinas e rodas de conversa voltadas a mulheres no audiovisual e artes cênicas no DF

Foto divulgação

Iniciativa pioneira busca transformar a desigualdade estrutural nos bastidores da cultura — onde apenas 15% dos profissionais de iluminação são mulheres — ao oferecer capacitação gratuita de 20 a 24 de outubro, no Teatro Sesc Silvio Barbato.

Estão abertas as inscrições gratuitas para o Encontro de Iluminadoras, um espaço de formação técnica, diálogo e fortalecimento de redes criado por e para mulheres que atuam,  ou desejam atuar, no setor de iluminação cênica e audiovisual no Distrito Federal.

Idealizado e realizado pela iluminadora Zizi Antunes, com produção da Guia Acessibilidade Inclusiva, o projeto conta com financiamento do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF e do SESC DF (que cede o espaço para as atividades). O encontro ocorre entre os dias 20 e 24 de outubro de 2026 no Teatro Sesc Silvio Barbato (Setor Comercial Sul).

As inscrições para as oficinas devem ser realizadas pelo formulário online: https://forms.gle/QixCmBwBjqyjtsWM6.

A proposta surge como resposta direta a uma grave realidade do setor: segundo dados do Censo da Indústria Criativa (2022), apenas 15% dos profissionais de iluminação cênica no Brasil são mulheres. O dado revela uma desigualdade estrutural nos bastidores da cultura, um campo historicamente dominado por homens, onde a presença feminina ainda é minoria. O projeto busca mudar esse panorama ao capacitar 30 mulheres (distribuídas em duas turmas de 15 alunas), articulando conhecimento prático, reflexão crítica e oportunidades de inserção e pertencimento no mercado.

“A iluminação de palco não é um detalhe técnico neutro. Quem opera a luz decide o que se vê, quem se vê e como se vê. Ter mais mulheres — e mulheres mais diversas — nesse lugar é um ato político e estético ao mesmo tempo”, destaca Zizi.

Trilhas de formação técnica, lives e trocas profissionais

A programação soma 40 horas de formação técnica gratuita em iluminação, divididas em duas trilhas simultâneas nos turnos da tarde e da noite, garantindo certificado a todas as concluintes:

  • Oficina de Direção de Fotografia: Desenhando Luz e Sombra no Audiovisual
    • Instrutora: Dani Azul (Diretora de Fotografia, diretora audiovisual e educomunicadora, vencedora do Troféu Câmara Legislativa no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro).
    • Data/Horário: 20 a 23 de outubro, das 13h às 17h.

“A proposta é trazer uma oficina bastante prática, onde vamos trabalhar noções básicas de câmera para vídeo e realizar exercícios práticos de iluminação, explorando situações reais tanto em luz natural quanto com refletores em ambientes internos. Além da prática, vamos analisar cenas de filmes para construir esse olhar crítico e entender como a luz foi desenhada para criar cada narrativa”, destaca Dani.

  • Oficina de Iluminação Básica para Teatro
    • Instrutora: Zizi Antunes (Iluminadora, Analista de Cultura do Sesc DF, com mais de 20 anos de carreira e 50 projetos de luz assinados).
    • Data/Horário: 20 a 23 de outubro, das 18h às 22h.
  • Módulo de Produção
    • Instrutora: Helem Vaz (Gestora cultural, administradora e Analista de Gestão do Centro Cultural SESC DF).
    • Carga horária: 4h distribuídas para todas as turmas durante o curso.

Além das oficinas, a programação inclui lives online com profissionais de referência nacional e internacional, abordando temas centrais como iluminação para peles negras, a trajetória feminina no audiovisual e questões de gênero nos bastidores.

No sábado, 24 de outubro, das 13h às 20h, o evento encerra suas atividades com uma Roda de Conversa aberta ao público (com previsão de 100 participantes e transmissão ao vivo). O encontro reunirá pesquisadoras, artistas e profissionais do setor para debater o presente e o futuro da iluminação no Brasil. As inscrições gratuitas para a Roda de Conversa podem ser feitas pelo link: https://forms.gle/S1SrGmknwrCCWqog6 .

Acessibilidade, Acolhimento Infantil e Ações Afirmativas

O Encontro de Iluminadoras é voltado exclusivamente a mulheres cis e trans com mais de 18 anos, residentes no Distrito Federal, englobando desde profissionais já inseridas até iniciantes que desejam ingressar na área. Para assegurar um impacto real contra as barreiras históricas do setor, a seleção adota critérios de prioridade afirmativa para mulheres negras, periféricas, LGBTQIAPN+ e em situação de vulnerabilidade social.

O projeto acredita que o acesso ao conhecimento não pode depender de condição financeira nem de barreiras familiares. Por isso, além de ser 100% gratuito, contará com um espaço lúdico de acolhimento infantil durante todas as atividades, garantindo que as mães possam participar plenamente de toda a programação.

SERVIÇO- Encontro de Iluminadoras 2026

  • Data: 20 a 24 de outubro de 2026
  • Local: Teatro Sesc Silvio Barbato – Sesc Setor Comercial Sul, Brasília – DF
  • Público-alvo: Mulheres cis e trans, a partir de 18 anos, moradoras do DF
  • Investimento: Gratuito

Oficinas de Formação

  • Inscrições: 1º a 14 de outubro de 2026
  • Link de Inscrição (Oficinas): https://forms.gle/QixCmBwBjqyjtsWM6
  • Vagas: 15 vagas por turma (30 no total)
  • Certificação: 40 horas totais de formação

Roda de Conversa (com transmissão ao vivo)

Clube dos Pequenos Leitores mostra como nasce um livro

Foto divulgação

Bate-papo com o autor e o ilustrador de “Na volta a gente compra” percorre o caminho da obra, da ideia à gráfica

Diante da vitrine, a criança aponta para o brinquedo e a resposta já vem pronta, repetida de cor por pais e mães: “na volta a gente compra”. A frase, que costuma encerrar a conversa e render um suspiro, é o ponto de partida do livro do escritor e editor Cristiano Paulo e do encontro desta edição do Clube dos Pequenos Leitores, projeto de leitura infantil idealizado pelo Boulevard Shopping Brasília. No dia 24 (sábado), às 16h, no Piso 1, a garotada conhece de perto a história de Dudu, um menino de perguntas difíceis e grandes vontades que transforma uma promessa adiada em aventura sobre consumo consciente, empatia e o gesto de dividir. Para participar, basta retirar ingresso gratuito, na plataforma Sympla. As vagas são limitadas.

Ao lado do ilustrador André Cerino, Cristiano Paulo conduz as crianças pelo roteiro real de um livro: a ideia vira texto, o texto pede imagem, os esboços sobem à mesa, a capa é escolhida e a gráfica imprime. Os pequenos poderão fazer perguntas ao longo do percurso, e a proposta é que a troca seja leve e cheia de curiosidades, sem cara de aula.

Na obra, Dudu ouve o tal “na volta” diante de um carrinho vermelho com faróis que acendem e, em vez de se conformar, segue um trem de brinquedo até uma porta dourada escondida entre as prateleiras. Do outro lado fica a cidade dos brinquedos que nunca foram comprados, habitada pelo urso gigante Piula e vigiada por Gula, o dragão do “só mais um”, que acorda sempre que uma criança pede brinquedo novo sem dar valor aos que já tem. A história oferece ao pequeno leitor um vocabulário raro para o que sente quando a vontade não é atendida na hora: a saudade, diz o livro, não precisa ser resolvida, e sim compreendida.

“Quando a criança descobre que um livro começa num rabisco, ela passa a enxergar a leitura como algo que também pode ser seu. E, ao falar de consumo consciente a partir de uma cena que toda família conhece, o encontro leva essa conversa para dentro de casa, com leveza”, afirma Rafael Mendonça, gerente de marketing do Boulevard Shopping Brasília.

Cristiano Paulo é carioca, criado em Brasília, pai de duas meninas, auditor federal e mestre em gestão pública. Já correu seis maratonas e dá voz a autores brasileiros nos canais Radinho de Pilha, Poesia e Som e Fonte do Alto. O ilustrador André Cerino, pernambucano de Recife e brasiliense desde 1983, ilustra livros, jornais e revistas há quatro décadas e soma prêmios em salões de humor e no International Latino Book Awards, na categoria de melhor livro infantil ilustrado em português. Foi o artista homenageado da Feira do Livro de Brasília de 2019, mantém galeria no Setor Gráfico e a editora Ninho da Palavra, e é criador da Turma do Caracol, projeto de música infantil com mais de 60 canções gravadas.

Sobre o Boulevard Shopping Brasília

Administrado pela NIAD Shoppings Centers, o Boulevard Shopping Brasília completou 17 anos como um dos principais centros de convivência e consumo da capital, recebendo mais de 7 milhões de visitantes por ano. O empreendimento reúne um mix completo de varejo, gastronomia e entretenimento, com quatro salas de cinema, restaurantes como João Brasileiro, Taverna Viking e Mania do Churrasco, além de grandes redes de fast food, como Burger King, McDonald’s, Giraffas e Spoleto.

O shopping também se destaca pelo compromisso com a inclusão e a sustentabilidade, com ações consolidadas em ESG. Possui vagas verdes para recarga de carros elétricos, horta comunitária, espaços acessíveis para PCDs, idosos e gestantes, além de ambientes como o Espaço do Cliente, o fraldário e a Ecopraça .Nas lojas, o aplicativo ColorADD pode ser acessado via QR Code, oferecendo mais autonomia aos clientes com daltonismo.

Em 2025,  recebeu  nove certificações do Instituto Selo Social como reconhecimento a práticas consistentes voltadas à responsabilidade social, à sustentabilidade e à geração de impacto positivo. O Instituto Selo Social é uma organização independente que certifica projetos de impacto social de empresas, organizações e órgãos públicos alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

SERVIÇO

Clube dos Pequenos Leitores do Boulevard Shopping Brasília com

Cristiano Paulo e André Cerino e a obra “Na volta a gente compra”

Dia 24 de outubro (sábado), às 16h,  no  Espaço Viver Boulevard ,  Piso 1

Ingressos gratuitos no Sympla

Vagas limitadas

Classificação livre

Boulevard Shopping Brasília

Setor Terminal Norte, Conj J – Asa Norte

Informações: (61) 3448-3300

Canais digitais: https://www.boulevardbrasilia.com.br/

@boulevardshoppingbrasilia

Como equilibrar alta performance acadêmica e saúde emocional na formação escolar

À frente da nova unidade da START Anglo Bilingual School na Asa Sul, Lilian Damasceno destaca a integração entre excelência curricular e repertório socioemocional como pilar indispensável para preparar os estudantes para desafios globais, divulgação

O dilema das famílias diante de rotinas cada vez mais exigentes e o papel da escola na construção de repertório para um futuro imprevisível

Entre a pressão por resultados em exames tradicionais e a crescente preocupação com a saúde mental de crianças e adolescentes, pais e educadores enfrentam um dilema pedagógico decisivo: como preparar os jovens para os desafios do mundo contemporâneo sem sobrecarregá-los emocionalmente? Em meio a um cenário em que o bilinguismo e a excelência deixaram de ser diferenciais para se tornarem pré-requisitos, a busca por instituições capazes de integrar rigor curricular, desenvolvimento socioemocional e visão global exige escolhas cada vez mais conscientes e antecipadas das famílias. Para liderar esse debate e estruturar essa transição no Distrito Federal, a educadora e gestora escolar Lilian Damasceno retorna a Brasília trazendo na bagagem mais de 30 anos de docência e gestão em instituições de referência no DF e em São Paulo.

Quais são as principais dúvidas de pais e educadores?

A escolha da trajetória escolar costuma suscitar reflexões complexas no seio familiar. Entre as inquietações mais recorrentes, destacam-se:

  • Desempenho acadêmico versus equilíbrio socioemocional: É possível manter uma régua de excelência elevada sem gerar ansiedade excessiva, insegurança ou esgotamento na rotina dos estudantes?
  • Imersão linguística real versus aulas pontuais de idioma: Qual é o impacto neurológico, cognitivo e cultural de vivenciar o bilinguismo de imersão curricular em vez de apenas estender a carga horária de inglês?
  • O papel das metodologias ativas: Como a aprendizagem baseada em projetos (PBL) e o pensamento crítico ajudam a transformar o conteúdo teórico em competências práticas de resolução de problemas cotidianos?
  • Educação parental e parceria com a escola: Onde termina a responsabilidade da instituição e onde começa a da família na mediação de conflitos, autonomia e uso equilibrado de tecnologias?

O que dizem especialistas em educação e desenvolvimento infantil?

Especialistas em desenvolvimento humano alertam que a alta performance, quando desprovida de segurança socioemocional, torna-se frágil e arriscada. Licenciada pela Universidade de Brasília (UnB) e pelo UniCEUB, mestre em Administração e Gestão de Pessoas pelo IDP e com formação em Direito, Lilian Damasceno — que atuou à frente de instituições como School of the Nations e Colégio Everest Internacional, em Brasília, e no Colégio Pueri Domus (Grupo SEB), em São Paulo — destaca que a educação deve ser compreendida como um ecossistema vivo.

“Quando falamos em alta performance educacional, estamos nos referindo à régua acadêmica e ao rigor intelectual. No entanto, se essa régua caminhar isolada, ela entrega apenas notas em vestibulares, mas deixa lacunas na formação do indivíduo. Hoje, o mercado de trabalho e a sociedade contratam pelo currículo técnico, mas desligam pela ausência de soft skills. Nosso dever é fornecer repertório emocional, acadêmico e linguístico para que os jovens saibam pensar de forma autônoma, mediar conflitos e navegar em cenários que sequer existem hoje.” — Lilian Damasceno, Head of School da unidade Brasília da START Anglo Bilingual School (Asa Sul).

A educadora ressalta que essa abordagem integradora deve ter início na primeira infância. Longe de ser apenas um espaço de recreação, a educação infantil é o alicerce onde se constroem as funções executivas, a capacidade relacional e a linguagem, demandando intencionalidade pedagógica e escuta sensível.

Como aplicar esse conhecimento na prática?

Para traduzir conceitos pedagógicos em decisões seguras no dia a dia, educadores e especialistas sugerem pontos de atenção na rotina de casa e da escola:

  • Observe o engajamento e a postura diante do erro: Crianças e adolescentes estimulados por metodologias ativas tendem a encarar o erro não como fracasso, mas como etapa do aprendizado, buscando soluções alternativas de forma colaborativa.
  • Priorize o bilinguismo com intencionalidade formativa: A aquisição de uma segunda língua é mais profunda e duradoura quando integrada à exploração de ciências, artes e convivência, permitindo o desenvolvimento de um autêntico mindset internacional.
  • Fortaleça canais abertos de diálogo entre família e corpo docente: O alinhamento de valores e expectativas entre pais e professores cria uma rede de proteção emocional que dá sustentação nos momentos de transição escolar ou pressão de exames.
  • Planeje a transição com calma e maturidade: A definição da escola não deve ocorrer por impulso; processos formativos consistentes demandam tempo para que a criança assimile o novo ambiente e a família conheça em profundidade a proposta da instituição.

Contexto ampliado: raízes locais e visão de futuro

O retorno de Lilian Damasceno a Brasília para liderar a implantação da START Anglo School na Asa Sul se insere em um contexto singular da capital federal. O espaço escolhido para a nova unidade carrega a memória educacional da cidade, ocupando um endereço historicamente dedicado ao aprendizado pelo pioneiro Professor Aloísio.

A proposta combina a solidez acadêmica e autoral do Sistema Anglo de Ensino com a personalização exigida pelas famílias brasilienses, dialogando com o perfil de uma cidade construída sobre mérito, dedicação e aspiração por voos globais.

Não existem fórmulas mágicas nem manuais pedagógicos estanques. A formação integral de crianças e adolescentes é um processo contínuo que se concretiza na escuta diária, no respeito ao ritmo individual e na capacidade de construir alianças sólidas entre quem educa em casa e quem educa na escola. Quando conhecimento acadêmico, preparo socioemocional e princípios claros caminham juntos, os jovens desenvolvem a bússola necessária para trilhar qualquer jornada no mundo.

Sobre a START Anglo Bilingual School – Brasília

Consolidada no mercado educacional de São Paulo como referência em formação global e inovação pedagógica, a START Anglo Bilingual School chega a Brasília com unidade na Asa Sul para oferecer uma experiência de bilinguismo de imersão real com rigor acadêmico. Ancorada na tradição e no conteúdo autoral do Sistema Anglo de Ensino, a instituição alia alta performance nos vestibulares e exames internacionais a metodologias ativas, aprendizagem baseada em projetos (PBL) e um consistente desenvolvimento socioemocional. Com liderança pedagógica de Lilian Damasceno — educadora com mais de 30 anos de experiência e ampla atuação em renomadas escolas da capital —, a START propõe uma educação viva, integrando a família e a escola na formação de cidadãos autônomos, seguros e preparados para os desafios do cenário global.

Mais informações: https://brasilia.startangloschool.com.br/| Instagram: @startanglobrasilia

Telefone 61 9161-5038

Fractal Educação anuncia unidade exclusiva para o Seriös Jünior e novos espaços de criação e inovação na unidade principal

Localizada na Asa Sul, em Brasília, a nova estrutura de educação infantil incorpora 3,4 mil m² de área construída e amplia a capacidade da rede em 400 vagas; projeto arquitetônico assinado pela Ambientar traz fachada ventilada em brises metálicos coloridos e segurança planejada, Divulgação / Ambientar Arquitetura

Integração com o Colégio Cresça+ amplia a capacidade total para aproximadamente mil alunos e fortalece uma educação autoral, de raízes brasileiras e olhar internacional, com acolhimento e atenção a cada estudante.

A Fractal Educação anuncia a expansão do Seriös School, na Asa Sul, com a integração do Colégio Cresça+ e investimentos de até R$ 1 milhão na modernização da unidade principal. Em 2027, a Unidade Cresça+ receberá o Seriös Jünior, do Infantil 2 ao 3º ano, em uma sede dedicada à infância. Na SGAS 902, os estudantes do 4º ano ao Ensino Médio terão uma escola redesenhada para conectar excelência acadêmica, liderança de projetos e desenvolvimento de competências que ampliem suas oportunidades de sucesso na universidade e na vida profissional.

A Unidade Cresça+ acrescenta ao colégio mais de 3.400 m² de área construída, além de áreas verdes e espaços ao ar livre, com capacidade para receber entre 350 e 400 alunos. Próximas entre si, as duas unidades terão capacidade instalada para aproximadamente mil estudantes. Na unidade principal, a transformação de 915 m² do mezanino já mobiliza R$ 700 mil em obras, com investimentos previstos para superar R$ 1 milhão até o final de 2026.

A expansão se apoia em um projeto pedagógico autoral, sustentado por uma editora própria, por uma formação sólida em linguagens e por uma trajetória de participação e conquistas em olimpíadas do conhecimento. No Seriös, essa base se traduz em estudantes que pesquisam, criam, defendem propostas e assumem a condução de projetos. Empreendedorismo, diplomacia e comunicação dão direção a esse trabalho, conectando o rigor acadêmico à capacidade de tomar iniciativa, dialogar com diferentes perspectivas e transformar conhecimento em soluções práticas. É a partir dessa experiência que a escola busca desenvolver, em Brasília, uma referência brasileira em educação com alcance internacional.

O espírito olímpico faz parte dessa formação: a partir do 4º ano do Ensino Fundamental, os alunos são incentivados a explorar sua curiosidade, enfrentar desafios e compartilhar conhecimentos. Entre o 4º ano e a 3ª série do Ensino Médio, 80% dos estudantes participam de olimpíadas do conhecimento, e entre os participantes, 80% conquistam medalhas. A força do trabalho com linguagens também se reflete nos resultados: mais de 90% dos alunos que realizaram o Enem alcançaram nota igual ou superior a 800 na redação. O Seriös foi ainda a primeira escola brasileira a vencer a British English Olympics, competição acadêmica internacional realizada em inglês. No acesso ao ensino superior, 85% dos alunos da 3ª série foram aprovados em universidades federais, e a trajetória da escola inclui aprovações em instituições de prestígio internacional, como o Dartmouth College, nos Estados Unidos.

“Acreditamos em uma educação feita por educadores. Os professores precisam ter espaço para criar, participar das decisões e acompanhar de perto o desenvolvimento de cada aluno. É desse trabalho que devem partir as escolhas de investimento. Cabe à gestão garantir as condições para realizá-lo e fazer com que o crescimento amplie as oportunidades sem perder a proximidade com os estudantes e suas famílias”, afirma Gustavo Wigman, fundador e presidente da Fractal Educação e diretor do Seriös.

Mais espaço para a infância

A nova sede do Seriös Jünior reúne áreas verdes, piscina e espaços para brincar, explorar e aprender. O turno regular e as opções de semi-integral e After School integram uma base sólida em linguagem, matemática e inglês a experiências em arte, ciência, esporte e criação. A proposta amplia o repertório e as descobertas das crianças, com o brincar no centro da experiência e tempo para imaginar, conviver e ser criança.

A organização em duas unidades próximas também foi orientada pelo diálogo com as famílias do Seriös e da Cresça+. O desenho responde à demanda por ambientes mais dedicados à infância e permite combinar a atenção de uma escola pequena com a variedade de projetos e a continuidade da formação de uma escola maior.

“Estamos construindo algo novo a partir de histórias que merecem ser preservadas. A Cresça+ completa 50 anos e o Seriös, 15, com gerações de famílias, professores e alunos que ajudaram a construir essas trajetórias. Queremos levar esse legado adiante, ampliando as oportunidades sem perder o cuidado de uma escola em que cada criança é conhecida”, explica Wigman.

Investimentos que acompanham cada etapa

A unidade principal do Seriös também passa por uma transformação, com novos ambientes para música, robótica e projetos, além da renovação da biblioteca. Concebidos com a participação dos estudantes, os espaços ampliam as oportunidades de descobrir aptidões, desenvolver interesses e liderar iniciativas, conectando a formação acadêmica a competências para a universidade e para a vida profissional.

Os projetos das duas unidades são assinados pela Ambientar Arquitetura Escolar. “A arquitetura precisa acompanhar o crescimento dos alunos. No Jünior, os espaços convidam a brincar, a explorar e a viver a infância. Na unidade principal, favorecem o encontro, a criação e a realização de projetos que os estudantes possam conduzir e reconhecer como seus. Queremos que, em cada etapa, eles encontrem um lugar ao qual gostem de pertencer”, destaca Larissa Cayres, arquiteta e fundadora da Ambientar.

“Brasília tem condições de criar e exportar um modelo de educação, em vez de apenas importar fórmulas prontas. A presença das embaixadas e o espírito empreendedor que marcou a construção da cidade são referências para uma escola que ensina a tomar iniciativa, dialogar com diferentes culturas e transformar ideias em realizações. É essa identidade brasiliense, com raízes brasileiras e olhar internacional, que queremos levar adiante”, afirma Gustavo Wigman, fundador e presidente da Fractal Educação e diretor do Seriös.

Sobre a Fractal Educação

A Fractal Educação é um grupo educacional que combina experiência em gestão e atuação de educadores no desenvolvimento de escolas e projetos pedagógicos. Sua visão de crescimento se apoia na valorização dos professores, na qualidade da formação e no respeito à identidade de cada instituição. No Distrito Federal, seus investimentos incluem o Seriös School, na Asa Sul, e a Kingdom School, no Lago Sul.

Laboratório Criativo chega ao Gama com cursos gratuitos de tecnologia

Foto divulgação

Projeto do Instituto HDUN, em parceria com a SECTI-DF, oferece capacitação em robótica educacional e fabricação digital; iniciativa já passou por Santa Maria e seguirá para Samambaia e Ceilândia

Moradores do Gama terão a oportunidade de participar de cursos gratuitos de robótica educacional e fabricação digital por meio do Projeto Laboratório Criativo. As atividades estão previstas para ocorrer de 19 de outubro a 13 de novembro, com o objetivo de ampliar o acesso à ciência, à tecnologia e à inovação no Distrito Federal.

Realizado pelo Instituto Sociocultural Humanidade Diversificada e Unida (HDUN), em parceria com a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (SECTI-DF), o projeto oferece formação prática e busca desenvolver novas habilidades entre os participantes, aproximando a população de conhecimentos tecnológicos e de possibilidades de qualificação.

A iniciativa prevê atender até 2 mil pessoas. Desse total, até 1.500 participantes serão beneficiados diretamente pelas capacitações, enquanto outras 500 pessoas poderão participar do Evento Tecnológico Integrador, que reunirá exposições, desafios, competições e apresentações dos projetos desenvolvidos durante os cursos.

No Gama, a programação contempla atividades nos períodos da manhã, das 8h às 12h, e da tarde, das 14h às 18h. 

Aprendizado na prática

O Laboratório Criativo oferece cursos de robótica educacional e fabricação digital, com atividades voltadas à experimentação, à criação de protótipos e ao desenvolvimento de soluções tecnológicas.

A metodologia prioriza a aprendizagem prática, estimulando o raciocínio lógico, a criatividade, a autonomia e o trabalho em equipe. Durante as formações, os participantes têm contato com conceitos e ferramentas que permitem transformar ideias em projetos, além de desenvolver habilidades importantes para o ambiente educacional e o mercado de trabalho.

Ao levar as capacitações para diferentes regiões administrativas do DF, o projeto busca democratizar o acesso à tecnologia e ampliar as oportunidades de aprendizagem nas comunidades.

Projeto já passou por Santa Maria

A primeira etapa do Laboratório Criativo foi realizada em Santa Maria, onde as atividades começaram em 21 de setembro e seguem até 16 de outubro, na Escola Marinha.

Após a etapa no Gama, o projeto seguirá para Samambaia e Ceilândia, com atividades previstas para o período de 16 de novembro a 11 de dezembro. 

A programação também prevê o Evento Tecnológico Integrador, que reunirá participantes para compartilhar experiências e apresentar os trabalhos desenvolvidos durante as formações. A atividade contará com exposições de protótipos, desafios maker, demonstrações e competições, valorizando o aprendizado e incentivando a criação de novas soluções.

SERVIÇO

Projeto Laboratório Criativo – Gama

Período: 19 de outubro a 13 de novembro de 2026.

Cursos gratuitos: robótica educacional e fabricação digital.

Local: Colégio Exatas – ST. Leste, Praça 02

Horários: das 8h às 12h e das 14h às 18h.

Realização: Instituto Sociocultural Humanidade Diversificada e Unida (HDUN).

Parceria: Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (SECTI-DF).

O cronograma está sujeito a alterações conforme a disponibilidade das instituições participantes.

Proativa Comunicação celebra 25 anos de história, credibilidade e compromisso com a comunicação estratégica

Flavio Resende

Agência brasiliense sob o comando do jornalista Flávio Resende consolida-se como uma das empresas de comunicação mais tradicionais da cidade, com larga experiência no atendimento a entidades de classe, além de projetos e negócios sociais

A Proativa Comunicação completa 25 anos de atuação, consolidando uma trajetória dedicada à comunicação estratégica, ao relacionamento com a imprensa e à construção de reputação para empresas, entidades e instituições. Ao longo de sua história, a agência acompanhou as transformações do mercado da comunicação, adaptando estratégias, incorporando novas ferramentas e mantendo o compromisso com a informação de qualidade, a credibilidade e os resultados.

A marca de 25 anos representa não apenas a longevidade de uma empresa, mas também a capacidade de evoluir em um ambiente de constantes mudanças. Em um cenário marcado pela velocidade da informação, pela transformação digital e pela multiplicidade de canais, a comunicação tornou-se cada vez mais estratégica para organizações que desejam fortalecer sua imagem, ampliar sua presença pública e estabelecer conexões consistentes com seus públicos de interesse.

Para o diretor executivo da Proativa Comunicação, Flávio Resende, a comemoração é um momento de reconhecer o caminho percorrido e reafirmar o compromisso com o futuro.“Completar 25 anos é motivo de orgulho e, sobretudo, de gratidão. Construir uma trajetória consistente na comunicação exige credibilidade, responsabilidade, capacidade de adaptação e, principalmente, confiança. Ao longo desses anos, tivemos a oportunidade de contribuir para histórias, projetos e iniciativas de diferentes organizações, sempre acreditando que a comunicação vai muito além de divulgar informações: ela ajuda a construir reputações, aproximar pessoas e dar visibilidade a ideias que fazem a diferença”, afirma Flávio Resende.

Comunicação que acompanha as transformações

A história da Proativa Comunicação se insere em um período de profundas mudanças na forma como empresas, instituições e sociedade se relacionam com a informação. Se, há 25 anos, a assessoria de imprensa tinha nos veículos tradicionais seu principal eixo de atuação, hoje a comunicação demanda uma visão integrada, capaz de articular diferentes plataformas, linguagens e estratégias.

Nesse contexto, o trabalho de comunicação exige planejamento, conhecimento dos públicos, agilidade na apuração e na resposta, além de uma compreensão cada vez mais ampla dos desafios relacionados à imagem e à reputação.

“Os meios mudaram, a tecnologia transformou a maneira de produzir e consumir informação, mas a essência da boa comunicação permanece: credibilidade, clareza, estratégia e relacionamento. O desafio é acompanhar essas transformações sem perder de vista os princípios que sustentam uma comunicação responsável e relevante”, destaca o diretor executivo.

Olhar para o futuro

Ao celebrar seu jubileu de prata, a Proativa Comunicação reafirma a importância de uma atuação pautada pela confiança, pela inovação e pelo compromisso com os resultados de seus clientes e parceiros.

A data também convida à reflexão sobre o papel da comunicação em uma sociedade cada vez mais conectada, na qual a reputação se tornou um ativo fundamental e a qualidade da informação é indispensável para a construção de relações duradouras.

“Esses 25 anos são parte de uma história construída por pessoas, clientes, parceiros e profissionais que acreditaram no nosso trabalho. Celebrar essa trajetória significa reconhecer tudo o que vivemos, valorizar as relações que construímos e seguir adiante com disposição para aprender, inovar e fazer ainda melhor. Temos muito orgulho do caminho percorrido e entusiasmo pelos próximos capítulos”, conclui Flávio Resende.

Com 25 anos de história, a Proativa Comunicação celebra o legado construído e renova seu compromisso com uma comunicação estratégica, consistente e conectada aos desafios do presente e às oportunidades do futuro.

Sobre a Proativa Comunicação – Em 2001, surgiu no mercado a Proativa, agência que tem como principal meta construir e fortalecer a imagem das organizações, posicionando-as de forma diferenciada nos meios, e estabelecer uma relação pedagógica com o cliente a fim de que ele incorpore a Cultura de Comunicação. Todos os seus serviços são realizados por meio de uma equipe qualificada de profissionais, com ampla experiência e plenamente habilitados para tomar decisões, sugerir ações proativas e planejar boas estratégias de comunicação. 

Com 25 anos de atuação, a empresa apresenta-se repaginada, com nova identidade, novos serviços e novos colaboradores, trazendo o lema “25 anos olhando para frente”. Entre os seus serviços estão: Assessoria de Comunicação e Imprensa, Publicidade e Propaganda, Revisão de Textos, Editoração Eletrônica, Media Coaching, Fotografia, Criação e Manutenção de Páginas na Web e Gerenciamento de Crises, RP Digital e Análise de Mídia. 

Carlos Afonso Nobre e Priscila Cruz são vencedores dos Prêmios Professor Emérito e Guerreiro da Educação 2026

Carlos Nobre e Priscila Cruz, foto divulgação

A 29º edição do evento ocorre na próxima quinta-feira, dia 15 de outubro, no Teatro CIEE, em São Paulo/SP

Neste Dia dos Professores, 15 de outubro, o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE celebra a educação com a entrega do Prêmio Professor Emérito – Troféu Guerreiro da Educação Ruy Mesquita 2026. O evento acontecerá no Teatro CIEE, na sede da instituição, em São Paulo/SP. A participação é gratuita, e os interessados podem garantir a sua presença confirmando a inscrição aqui. 

Nesta edição, os homenageados são os educadores Carlos Afonso Nobre e Priscila Cruz, que serão agraciados com o Prêmio Professor Emérito e o Guerreiro da Educação, respectivamente.

Carlos Afonso Nobre –  Prêmio Professor Emérito

Conselheiro do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral do Vaticano, professor de pós-graduação em Meteorologia do INPE, pesquisador e cientista sênior do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo, copresidente do Painel Científico para a Amazônia e representante do Brasil no grupo Planetary Guardians, além de coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Mudanças Climáticas e membro da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e da Academia Mundial de Ciências (TWAS).   

Formou-se em Engenharia Eletrônica no ITA em 1974 e doutorado em Meteorologia no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, em 1983. Foi presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) entre 2015 e 2016, diretor do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) em 2015 e secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) de 2011 a 2015.

Priscila Cruz – Guerreiro da Educação

Cofundadora e presidente-executiva do Todos Pela Educação, é graduada em Administração de Empresas pela FGV-SP e em Direito pela USP, possui mestrado em Administração Pública pela Harvard Kennedy School of Government. É membro de conselhos de instituições como o Instituto Articule, a Fundação Itaú Educação e Cultura e o Instituto Rodrigo Mendes, além de integrar o grupo de estudos em Educação da Unicamp.

Reconhecida pela AACSB International como uma das Líderes Influentes de 2023 por seu impacto social e compromisso com a educação, foi premiada com o Prêmio Empreendedor Social da Folha de S.Paulo em 2022 e recebeu o prêmio de aluna destaque em 2014 e 2015 pela Harvard Kennedy School of Government. Em 2012, foi contemplada com o Prêmio Darcy Ribeiro, concedido pela Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados, e com o Prêmio Jovem Liderança na Educação, do Grupo Estado de S. Paulo.

Os dois educadores somam-se aos demais vencedores da premiação, que acontece desde 1997 e é promovida pelo CIEE e o jornal O Estado de S. Paulo: Ruth Cardoso, Miguel Reale, Esther de Figueiredo Ferraz, Luiz Décourt, José Pastore, Hélio Guerra, Antônio Cândido, Paulo Vanzolini, Paulo Nogueira, Crodowaldo Pavan, Ives Gandra, Evanildo Bechara, Adib Jatene, José Cretella Júnior, Angelita Gama, Delfim Neto, William Saad Hossne, José Goldemberg, Celso Lafer, Rubens Ricupero, Roberto Rodrigues, Fernando Henrique Cardoso, Paulo Nathanael Pereira de Souza, Raul Cutait, Sônia Guimarães, Ivette Senise Ferreira, Vahan Agopyan, Viviane Senna, Arnaldo Niskier, Laura Laganá, Eunice Prudente e Antônio Palma. 

Serviço: 

Prêmios Professor Emérito e Guerreiro da Educação

Data: quinta-feira, 15/10

Horário: a partir das 09h

Local: Teatro CIEE – Rua Tabapuã, 445 – Itaim Bibi, São Paulo/SP

A inscrição para o evento pode ser feita clicando aqui

CIEE 62 anos: Imparável
Desde sua fundação, o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, maior ONG de inclusão social e trabalho jovem da América Latina, se dedica à inserção de jovens no mundo do trabalho. Além disso, a instituição, responsável pela inserção de 7 milhões de brasileiros no mundo do trabalho, mantém cursos online gratuitos para qualificar a juventude e uma série de ações socioassistenciais voltada à promoção do conhecimento e fortalecimento de vínculos de populações prioritárias. 

Confira aqui o nosso novo logo desde agosto/2023.

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MAIS INFORMAÇÕES PARA A IMPRENSA

Gerente de Comunicação do CIEE                                                       

Tânia Moura – tania@ciee.org.br

Fractal Educação expande operação em Brasília com aquisição de unidade infantil e R$ 1 milhão em infraestrutura na Seriös School

Localizada na Asa Sul, em Brasília, a nova estrutura de educação infantil incorpora 3,4 mil m² de área construída e amplia a capacidade da rede em 170 vagas; projeto arquitetônico assinado pela Ambientar traz fachada ventilada em brises metálicos coloridos e segurança planejada, foto Divulgação / Ambientar Arquitetura

Movimento consolida novo campus dedicado à primeira infância, adiciona mais de 7,3 mil m² de área e projeta expansão da base de alunos para cerca de 850 matrículas no DF

Em meio à crescente consolidação do mercado de educação básica privada no Centro-Oeste, a Fractal Educação anuncia uma nova rodada de expansão no Distrito Federal. A operação contempla a aquisição e o retrofit integral de uma nova unidade física — a Seriös Júnior (unidade Cresça+) —, somada a um ciclo de investimentos de até R$ 1 milhão em infraestrutura e inovação no campus principal da Seriös School (SGAS 902). O movimento amplia a capacidade instalada da rede para receber cerca de 170 novos estudantes na primeira infância e projeta elevar a base combinada para até 850 alunos já no ciclo letivo de 2027.

A transação insere-se na tese do grupo de capitalizar ativos estratégicos na capital federal, segundo maior polo de capital privado do país, oferecendo uma alternativa de escola brasileira autoral e internacional frente às redes de franquias padronizadas do Sudeste.

Contexto de Mercado: A Fronteira do Centro-Oeste no K-12 Premium

O segmento de educação básica premium no Brasil avança a uma taxa de aproximadamente 10% ao ano, impulsionado pela busca das famílias por bilinguismo estruturado, inovação curricular e permanência estendida no contraturno. Enquanto praças maduras como São Paulo e Rio de Janeiro enfrentam saturação de oferta e tíquetes restritivos que superam os R$ 10 mil mensais, o Distrito Federal desponta como o principal vetor de crescimento para operadoras capitalizadas.

A capital reúne a maior renda per capita do país e um público decisor altamente instruído, que prioriza conveniência logística (deslocamentos inferiores a 30 minutos) e segurança institucional de longo prazo. A aposta da Fractal Educação responde diretamente a essa demanda, unindo governança corporativa, eficiência em custos compartilhados e investimentos intensivos em espaços de aprendizagem ativa.

Detalhes da Operação e Expansão Física

A expansão operacional do grupo desdobra-se em duas frentes de infraestrutura desenhadas pela Ambientar Arquitetura Escolar, sob liderança da arquiteta Larissa Cayres:

  1. Nova Unidade Seriös Júnior (unidade Cresça+): Localizada estrategicamente em frente à unidade principal na Asa Sul, a escola incorpora 3.420 m² de área construída e 3.897 m² de áreas verdes (sendo 127 m² em pátio interno descoberto e 3.770 m² no lote integrado). O espaço foi planejado para atender exclusivamente as etapas de toddler e early years (berçário e educação infantil), com fachada ventilada de brises metálicos coloridos e segurança reforçada. A abertura oficial das matrículas ocorre em 13 de outubro.
  1. Modernização do Campus Principal (Seriös School): Requalificação de 915 m² no mezanino corporativo e pedagógico, transformado em um Centro de Inovação e Contraturno. As intervenções somam R$ 700 mil já executados, com teto de R$ 1 milhão previsto até o final de 2026.
  1. Novos Ambientes Especializados: A entrega inclui um Laboratório de Robótica Semi-industrial (com cortadora a laser, impressoras 3D e bancadas de eletrônica), uma Sala de Música e Espaço Garagem (acusticamente isolada e equipada com teclados Roland V-Piano, bateria e instrumentos de corda), a Sala de Aula Aquário (voltada a metodologias de Design Thinking), além do novo Lounge do Grêmio Estudantil e reformulação completa da biblioteca com tablado orgânico.

A fase executiva e a operação das novas estruturas mobilizam uma equipe multidisciplinar superior a 50 profissionais diretos e indiretos entre engenharia, arquitetura, corpo docente e administrativo.

Perfil dos Ativos e Tese de Gestão

A mudança de posicionamento para Seriös School acompanha a transição de um modelo tradicional para um ecossistema internacional de ciclo completo (do berçário ao Ensino Médio).

Diferente das franquias de prateleira, a holding opera sob a premissa da autoria pedagógica: desenvolve matriz própria de avaliação por competências e proficiência (CEFR A1 a C2), adota programas proprietários de escrita analítica (Programa Verbo) e integra o ecossistema de olimpíadas científicas por meio do Instituto Vertere, cuja Olimpíada Brasileira de Linguística (OBL) passou a valer para ingresso direto na Unicamp. A governança da Fractal Educação centraliza áreas de apoio e tecnologia (plataforma SOMA), permitindo que a escola concentre esforços na retenção e no rigor acadêmico.

O Investidor: Track Record e Consolidação

Controlada por investidores com histórico na profissionalização de ativos de ensino básico e com suporte de investidores globais, a Fractal Educação consolidou-se como sócia operadora do Seriös, saneando passivos e posicionando a operação para atingir escala e rentabilidade. No Distrito Federal, a holding também é responsável pelas duas unidades da Kingdom School, no Lago Sul, estruturando uma plataforma de ensino bilíngue com tíquetes balanceados a partir de R$ 4 mil mensais.

Declarações Oficiais

“Nosso racional em Brasília não é importar fórmulas prontas ou expandir por meio de franquias genéricas. Estamos investindo em ativos reais de infraestrutura, com arquitetura pensada para a permanência e para o desenvolvimento cognitivo dos estudantes. A aquisição da unidade Júnior e o aporte na modernização do mezanino comprovam que a disciplina de custos de uma holding deve servir exatamente para viabilizar investimentos pesados na ponta pedagógica e no conforto das famílias”, afirma Gustavo Wigman, diretor e porta-voz da Fractal Educação.

“Para mim, a arquitetura escolar não é apenas o cenário onde a aprendizagem acontece. Ela também educa. Por isso, na Seriös Júnior e no mezanino da Seriös School, trabalhamos para criar espaços mais integrados, com uma relação mais próxima com as áreas verdes e com diferentes possibilidades de uso. A ideia foi fugir da lógica de espaços muito fragmentados e criar ambientes que estimulem a curiosidade, a experimentação e a autonomia dos alunos. Da robótica à música, cada espaço foi pensado para que o estudante possa aprender também por meio da experiência, sempre com conforto, segurança e ergonomia”, destaca Larissa Cayres, arquiteta e fundadora da Ambientar Arquitetura Escolar.

Com a formalização da nova unidade em 13 de outubro, a Fractal Educação abre a campanha unificada de matrículas e rematrículas para 2027. O grupo planeja para os próximos ciclos a implementação de um laboratório de gastronomia curricular e segue avaliando oportunidades de consolidação inorgânica no Centro-Oeste, fortalecendo a geração de valor em ativos imobiliários educacionais de alta performance.

Sobre a Fractal Educação

A Fractal Educação é um grupo educacional focado em alta performance acadêmica, inovação e consolidação no segmento de ensino básico. Controlador de 13 unidades de educação básica no Brasil, entre eles o Seriös School e duas unidades da Kingdom School, no Lago Sul, em Brasília,  e articulador de projetos de expansão na capital do país, o grupo atua na formação de lideranças e no desenvolvimento socioeducativo por meio de gestão profissional e das iniciativas do Instituto Vertere.

Enem: inscrições abertas para o último aulão Nossa Vez, em Taguatinga Norte

Foto divulgação

Último encontro da iniciativa será no CED 06, no sábado (17/10), com aulas para estudantes da rede pública e apresentação da cantora Anna Moura

O projeto Nossa Vez realiza, no sábado (17/10), o último aulão gratuito de preparação para o Enem. O encontro será no Centro Educacional (CED) 06 de Taguatinga Norte, no Setor L Norte, QNL 01, das 7h30 às 12h30. A programação é voltada para estudantes do terceiro ano do Ensino Médio, alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e egressos da rede pública de ensino, independentemente da região administrativa onde moram. As inscrições gratuitas são feitas pelo formulário eletrônico. 

Realizado pelo Instituto Rosa dos Ventos em parceria com a Secretaria Nacional de Juventude do Governo Federal, o Nossa Vez levou ao longo de sua programação aulas gratuitas de preparação para o Enem a diferentes regiões do Distrito Federal. A iniciativa passou por Brazlândia, Gama, Recanto das Emas, Planaltina, Ceilândia, Taguatinga e Samambaia, ampliando o acesso a conteúdos, estratégias de prova e orientação para públicos que nem sempre têm acesso a cursos preparatórios.

“O Nossa Vez foi um presente para as comunidades escolares de oito regiões administrativas do DF. Durante nove sábados, pudemos compartilhar saberes, experiências, cultura e muito conhecimento, com aulas interdisciplinares com até três professores lecionando o mesmo tema no mesmo espaço. Temas variados e atualidades como Bets, Terras Raras e Inclusão foram tratados e discutidos durante as aulas”, lembra o coordenador pedagógico, Francisco Kito Oliveira. Nos aulões, também foram trabalhadas questões relacionadas a resolução de questões, organização do tempo e estratégias para a realização da prova.

O projeto também integrou educação e cultura em sua programação. Os aulões receberam apresentações de artistas do Distrito Federal durante os intervalos, criando momentos de convivência e expressão artística ao longo da preparação. No encerramento, a atração será a cantora Anna Moura, que se apresenta às 10h, durante o intervalo.

Os dados de participação reforçam o alcance da iniciativa: mais de 60% dos inscritos se identificam como pretos, pardos ou indígenas. A circulação por diferentes territórios do DF buscou alcançar públicos diversos e aproximar a preparação para o Enem de estudantes com diferentes trajetórias escolares. Ao todo, mais de 700 estudantes foram impactados pela iniciativa.

“A universidade pública não pode ser um horizonte distante para quem estuda na escola pública. Precisa ser uma possibilidade concreta. Democratizar o acesso ao ensino superior também é devolver aos jovens o direito de imaginar um futuro maior do que as barreiras que encontram pelo caminho”, assinala o professor Fernando Sousa, um dos idealizadores do projeto. 

Programação do último aulão

As atividades começam às 7h30, com aula de Português, com a professora Polyane da Hora,  seguida pela aula de Matemática, às 8h15, conduzida pelo professor Ítalo Leão.. Às 9h15, será a vez de Ciências da Natureza, com os professores: Cleiton (Química), Física: Kiteria Karol (Física) e Alexandre Viana (Biologia). .

Às 10h, o intervalo será acompanhado pelo show de Anna Moura. Na sequência, às 10h15, a programação retoma com Ciências Humanas e Sociais Aplicadas 1. Às 11h, será realizada a segunda aula da área, que conta com os professores Saulo Nepomuceno (Sociologia), Bárbara Honorato (Filosofia), Leonardo Castro (Geografia) e Keilla Villa Flor (História). O encerramento acontece às 11h45, com a aula de Redação, conduzida pelo professor Thiago Motta,  finalizando as atividades às 12h30.

O último encontro do Nossa Vez é gratuito e aberto ao público que integra o perfil atendido pelo projeto: estudantes do terceiro ano do Ensino Médio, alunos da EJA e pessoas que já concluíram o Ensino Médio na rede pública.

“Quando a gente pensa em um projeto como o Nossa Vez, é fácil olhar para os números: quantos encontros, quantas aulas, quantos estudantes. Mas, para nós, o que realmente importa está além desses números. Está naquele estudante que descobriu uma estratégia que não conhecia, que conseguiu tirar uma dúvida, que se sentiu capaz de enfrentar uma prova tão decisiva ou que, simplesmente, passou a enxergar a universidade como uma possibilidade real”, afirma a presidente do Instituto Rosa dos Ventos, Stéffanie Oliveira. 

“O Nossa Vez passou por diferentes regiões administrativas e encontrou estudantes cheios de talento, perguntas e vontade de chegar mais longe. Cada encontro reafirmou aquilo em que acredito: quando uma oportunidade aparece, muitos sonhos deixam de parecer impossíveis”, completa Fernando Sousa. 

Programação completa: 

7h30 – 08h15 Português 

8h15 – 9h Matemática 

9h15 – 10h Ciências Naturais

10h – 10h15 Intervalo, com show de Anna Moura 

10h15 – 11h Ciências Humanas e Sociais Aplicadas 1 

11h – 11h45 Ciências Humanas e Sociais Aplicadas 2 

11h45 – 12h30 Redação

Serviço – Aulão do Projeto Nossa Vez

Data: sábado, 17 de outubro 

Horário: 7h30 às 12h30

Local: Centro Educacional (CED) 06, Setor L Norte, QNL 01 – Taguatinga Norte

Inscrição: gratuita https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSczW5P5p1420Fr5CnnkpmylXgx7P2BGSsP6CY48xjJVHdHIFA/viewform 

Redes: https://www.instagram.com/auloesnossavez/ 

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Sesc Cultural promove o curso Modernismo na História da Arte Brasileira e reúne pesquisadoras de referência

Foto divulgação

A historiadora, antropóloga e escritora Lilia Schwarcz abre o ciclo de palestras com masterclass aberta ao público, no dia 17 de outubro

Com o objetivo de refletir, investigar e expandir o olhar sobre a Semana de Arte de 1922, o Sesc Cultural promove o curso Modernismo na História da Arte Brasileira, série de quatro encontros presenciais, no Teatro Silvio Barbato, de 17 de outubro a 28 de novembro, com entrada franca e distribuição de ingresso com meia hora de antecedência no foyer do teatro. A aula inaugural será ministrada pela historiadora e antropóloga Lilia Schwarcz (17.10, das 13h30 às 16h30).

A Semana de Arte de 1922 ocupa o lugar de marco simbólico do modernismo brasileiro. Idealizado por artistas e intelectuais em São Paulo, o festival, que confrontou os cânones do classicismo, foi muito mais um eco de intensas transformações culturais, sociais e históricas do que o primeiro capítulo do movimento que mudou a cultura no país nas primeiras décadas do século 20. 

A histórica manifestação artístico-cultural foi desdobramento da busca por uma identidade nacional, que envolveu tensões, diálogos e disputas em torno das heranças europeias, africanas e indígenas que constituem a diversidade cultural do país. “A Semana de 22 produziu uma espécie de catequese a partir da projeção de seus outros. Mulheres, negras, indígenas estavam na representação dos modernistas, mas não estavam presentes”, aponta a escritora Lilia Schwarcz, imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL). 

Este é o primeiro curso do Programa Educativo do Sesc Cultural, unidade do Sesc totalmente voltada à cultura no DF. Com inauguração prevista para o final de 2028, o espaço da 511 Norte já mantém programação artística-cultural ativa. Ao longo de quatro módulos, os participantes vão mergulhar no contexto da Semana de 1922, na influência das vanguardas europeias (como o expressionismo, cubismo, futurismo e surrealismo), no contexto estético da arte no Brasil para além do eixo hegemônico Rio-São Paulo, bem como nos desdobramentos do Modernismo em Brasília e em sua influência sobre a produção artística, arquitetônica e cultural da capital, além de refletir, a partir de perspectivas contemporâneas, sobre as ausências de vozes negras e indígenas nos debates artísticos do período e sobre a ampliação dessas narrativas na história da arte brasileira. 

 Além de Lilia Schwarcz (Semana de 22: ecos, mitos e ausências), mais quatro pesquisadoras contribuem para o aprofundamento das discussões. São elas: a professora da Universidade de Brasília (UnB), Vera Pugliese (As vanguardas e o modernismo brasileiro), a jornalista e curadora Graça Ramos (O modernismo em Brasília), e as artistas, pesquisadoras e curadoras Renata Felinto e Naine Terena (Outros Modernismos). 

Projeto Educativo 

Participam do curso do Sesc Cultural 15 professores selecionados da rede Sesc de ensino (EduSesc) que integram um grupo de trabalho para aplicar os conceitos discutidos do curso de Modernismo em novas propostas metodológicas para sala de aula. O tema integra o currículo das escolas do Distrito Federal pelo fato de o projeto modernista de Brasília ser tombado como Patrimônio Cultural da Humanidade. O Programa Educativo é um dos pilares do Sesc Cultural, cuja sede, na 511 Norte, entra em processo de reforma em 2027. 

“O curso Modernismo na História da Arte Brasileira inaugura uma frente muito importante do Sesc Cultural: a de promover conhecimento, reflexão e formação a partir da cultura. Ao reunir pesquisadoras de diferentes áreas e perspectivas, estamos propondo um olhar mais amplo sobre o Modernismo, reconhecendo sua importância histórica, mas também discutindo as vozes e narrativas que ficaram à margem dessa história. E fazer isso a partir de Brasília é ainda mais significativo, porque a cidade é um dos grandes legados do projeto modernista brasileiro. Queremos que esse conhecimento ultrapasse os encontros e contribua também para novas práticas educativas, especialmente nas escolas do Sesc-DF,” afirma o diretor regional do Sesc-DF, Valcides de Araújo.

ENCONTROS 

17/10 – Semana de 22: ecos, mitos e ausências (Lilia Schwarcz) 

Analisa a Semana de Arte Moderna como o marco inicial da narrativa artística no Brasil. A aula investiga como a memória do evento foi construída ao longo do século XX, confrontando mitos e fatos históricos. Também debate as disputas de identidade nacional e as exclusões de artistas, regiões e expressões culturais à margem do cânone. 

31/10 – As vanguardas e o Modernismo Brasileiro (Vera Pugliese) 

Examina as conexões e a ressignificação de movimentos europeus — como Expressionismo, Cubismo, Futurismo e Surrealismo — no cenário brasileiro. Discute as propostas de renovação de intelectuais e artistas locais em meio aos conflitos entre tradição e modernidade. Reflete ainda sobre as regras historiográficas que definiram o que virou arte oficial e o que foi deixado na periferia. 

14/11 – Modernismos em Brasília (Graça Ramos) 

Aborda Brasília como a consolidação prática dos conceitos modernos em formato urbano, artístico e cultural. Investiga os vínculos entre arquitetura, literatura e artes visuais na criação da capital federal como ícone de um projeto político e nacional. A análise interdisciplinar busca entender a cidade como um espaço de reinvenção das metas modernistas. 

28/11 – Outros Modernismos (Renata Felinto e Naine Terena) 

Propõe uma revisão crítica sobre como a população negra e os povos indígenas foram retratados no imaginário modernista nacional. Debate os atritos entre visibilidade, apropriação cultural e exclusão histórica. O encerramento usa a arte contemporânea para expandir o cânone oficial e destacar as vozes, experiências e produções que foram marginalizadas no passado.  

Participação de Lilia Schwarcz e pesquisadores  

LILIA SCHWARCZ – Historiadora e antropóloga, professora sênior da Universidade de São Paulo (USP) e Global Scholar da Universidade de Princeton. Integra a Academia Brasileira de Letras e possui publicações voltadas à formação social e cultural do Brasil. 

VERA PUGLIESE – Professora associada do Departamento de Artes Visuais da Universidade de Brasília (UnB), pesquisadora do CNPq e coordenadora do Laboratório de Teoria e História da Arte. Possui doutorado e mestrado pela UnB, com pós-doutorado na École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS). 

GRAÇA RAMOS – Jornalista, doutora em História da Arte pela Universidade de Barcelona e mestre em Literatura pela UnB. Atua como pesquisadora, curadora e escritora com foco na produção artística e arquitetônica de Brasília e no patrimônio cultural. 

RENATA FELINTO – Artista visual, pesquisadora, curadora e professora. É doutora em Artes Visuais pela Unesp com pós-doutorado na University of Pennsylvania, desenvolvendo trabalhos sobre arte, identidade, memória e diáspora africana. 

NAINE TERENA – Pesquisadora, curadora, educadora e ativista do povo Terena. Atua na promoção da arte indígena contemporânea, articulando projetos sobre memória, território, direitos indígenas e perspectivas decoloniais. 

Sobre o Sesc Cultural 

O Sesc Cultural será um complexo de quase de 10 mil metros quadrados na Quadra 511 da Asa Norte, em Brasília, com obras previstas para iniciar em 2027 a partir da revitalização de uma estrutura abandonada por quase duas décadas. 

Projetado originalmente na década de 1970 por João Filgueiras Lima, o Lelé, o edifício histórico ganha nova vida por meio de um projeto de Marcelo Ferraz, arquiteto discípulo da tradição de Lina Bo Bardi, que preserva a construção original e adiciona uma expansão contemporânea em forma de cubo de concreto rosa rotacionado a 45 graus. 

O espaço multifuncional reunirá teatro, salas de oficinas, laboratório de arte e tecnologia, jardim de esculturas, espaços expositivos, áreas dedicadas à primeira infância, além de restaurante, cafeteria, loja e zonas de convivência. 

Parte do Sistema S, o Sesc é uma instituição privada mantida pelos empresários do comércio de bens, serviços e turismo. Embora tenha como público prioritário os trabalhadores do setor e seus dependentes, seus serviços e sua estrutura estão disponíveis à população em geral. 

 SERVIÇO 

O quê: Curso presencial Modernismo na História da Arte Brasileira.  

Local: Teatro Silvio Barbato – Setor Comercial Sul 

Horário: Dia 17.10 – masterclass com Lilia Schwarcz das 13h30 às 16h30; demais encontros, das 10h às 13h.  

Ingressos: gratuitos com distribuição meia hora antes no foyer do Teatro Silvio Barbato (sujeito à lotação). 

CEUB abre inscrições para curso gratuito sobre Relações Internacionais aplicadas ao jornalismo

Notícias Sem Fronteiras terá turmas na Asa Norte e em Taguatinga. Inscrições gratuitas podem ser feitas até 10 de outubro

O Centro Universitário de Brasília (CEUB) está com inscrições abertas para o curso gratuito de extensão “Notícias Sem Fronteiras”, que busca aproximar Relações Internacionais e Jornalismo e desenvolver a capacidade de analisar e comunicar acontecimentos globais com mais contexto, profundidade e clareza. A formação é voltada a alunos e egressos de Jornalismo e profissionais da Comunicação em geral. As inscrições podem ser feitas até 10 de outubro.

O curso também pretende estimular o protagonismo e a troca de conhecimentos entre os estudantes, a partir de discussões sobre temas contemporâneos da agenda internacional e os desafios de traduzi-los para o público. Entre os assuntos abordados estão geopolítica das terras raras, cobertura de conflitos, relações entre Estados Unidos e América Latina, representação da América Latina na imprensa, regimes autoritários, violência e influência das redes sociais na informação internacional.

Nesta edição, o Notícias Sem Fronteiras contará com duas turmas. A Turma A terá aulas às terças-feiras, das 19h30 às 21h, no campus Asa Norte. Já a Turma B será realizada às quartas-feiras, das 9h30 às 11h, no campus Taguatinga. O período de realização do curso será de 6 de outubro a 7 de novembro de 2026.

Cronograma:
Turma A — Campus Asa Norte
06/10 — Ouro do Século XXI: como decifrar a geopolítica das terras raras
20/10 — Como olhar para os dois lados da mesma moeda ao cobrir um conflito?
28/10 — De aliados a alvos: como os EUA trocaram a influência pela coerção na América Latina
03/11 — Por que só lembrada na tragédia: como a América Latina é retratada?
Turma B — Campus Taguatinga
07/10 — Como identificar um tirano: manual de sobrevivência do jornalista na nova geopolítica mundial
21/10 — Entre armas e sanções: o poder da mídia na percepção pública de um conflito
29/10 — Quando a violência deixa de chocar? Como a repetição da violência transforma tragédias em rotinas
04/11 — Quem noticia o mundo? Como os influenciadores digitais estão mudando a informação internacional

SERVIÇO – Inscrições gratuitas para o curso Notícias Sem Fronteiras
Curso conecta Relações Internacionais e Jornalismo para ampliar a compreensão sobre acontecimentos globais
Público: alunos e egressos de Jornalismo e profissionais da Comunicação em geral
Período: 06/10 a 07/11/2026
Turma A: terças-feiras, das 19h30 às 21h, no campus Asa Norte
Inscrições em https://www.uniceub.br/pdp/extensao/comunicacao/noticias-sem-fronteiras