Categoria: Educação

As empresas dos sonhos para os jovens: Prêmio Band e CIEE revela quais são!

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Google, Banco do Brasil, Itaú e Petrobras lideram ranking de preferência por jovens de 14 a 24 anos como lugares em que mais gostariam de trabalhar

O Prêmio Empregabilidade Jovem Rede Bandeirantes e CIEE, ocorrido na noite da última quarta-feira, 05, revelou as empresas em que os jovens adorariam trabalhar, além das empresas e organizações que mais geram oportunidades para os jovens dentro das categorias CLT, Aprendiz e Estágio, com ranking nacional e destaques por região. O evento entra em seu quarto ano consecutivo, sendo a 1ª edição realizada em conjunto com a Rádio Band.

Destinada à escolha dos jovens de 14 a 24 anos em todo o Brasil, a categoria “Meu Match Perfeito” foi apurada por meio de uma pesquisa encomendada pelo CIEE e realizada pelo Instituto Locomotiva, e revelou as empresas que essa faixa etária mais sonha em trabalhar. Com empates técnicos entre os primeiros e segundos colocados, o 1º lugar ficou entre: Google, Banco do Brasil, Itaú e Petrobras; seguidos em 2º lugar pelas empresas Coca-Cola, Bradesco, Caixa Econômica, Sicoob, Microsoft, Mercado Livre e Santander.

Já para as demais categorias da premiação, que apontam quais empresas e instituições mais geram oportunidades para jovens com carteira assinada (CLT), aprendizagem e estágio no primeiro trimestre do ano de 2026, o prêmio foi destinado conforme um levantamento do Ministério do Trabalho e Emprego – MTE, que teve como primeiro colocados, respectivamente, o Mercado Livre, Sendas Distribuidora S/A – Assaí Atacadista e o Tribunal de Justiça de São Paulo.

Confira a seguir as colocações para cada categoria e os destaques por região:

Categoria Contrato de Trabalho CLT

  1. Mercado Livre
  2. AEC Centro de Contatos S/A
  3. Almaviva
  4. Vulcabras
  5. Atento Brasil S/A
  6. Teleperformance CRM S.A
  7. Concentrix Brasil
  8. Einstein Hospital Israelita
  9. Grendene S.A
  10.  LAR Cooperativa Agroindustrial

Com destaques regionais para:

●      Sudeste – Mercado Livre

●      Nordeste – AEC Centro de Contatos S/A

●      Centro-Oeste – MBRF S.A

●      Sul  – Copacol — Cooperativa Agroindustrial Consolata

●      Norte – Moto Honda da Amazônia Ltda

Categoria Aprendiz

  1. Sendas Distribuidora S/A — Assaí Atacadista
  2. Arcos Dourados — McDonald’s
  3. AEC Centro de Contatos S/A
  4. Seara Alimentos Ltda
  5. MBRF S.A
  6. Supermercados BH Comércio de Alimentos S/A
  7. Correios
  8. Raia Drogasil S/A
  9. Vale S/A
  10.  SPDM — Assoc. Paulista para o Desenvolvimento da Medicina

Com destaques regionais para:

●      Sudeste – COMLURB — Cia. Municipal de Limpeza Urbana

●      Nordeste – Dass Nordeste Calçados

●      Centro-Oeste – CAOA Montadora de Veículos Ltda

●      Sul – LAR Cooperativa Agroindustrial

●      Norte – Vale S.A.

Categoria Estágio

  1. Tribunal de Justiça de São Paulo
  2. Tribunal de Justiça de Minas Gerais
  3. Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro
  4. Instituto Nacional do Seguro Social — INSS
  5. Itaú Unibanco
  6. Município do Recife — Prefeitura Municipal
  7. Tribunal de Justiça do Paraná
  8. Município de Curitiba — Prefeitura Municipal
  9. Defensoria Pública do Estado de São Paulo
  10.  Sec. Ciência, Tecnologia e Ens. Superior PR

Com destaques regionais para:

●      Sudeste – Tribunal de Justiça de São Paulo

●      Nordeste – Município do Recife — Prefeitura Municipal

●      Centro-Oeste – Instituto Nacional do Seguro Social — INSS

●      Sul – Tribunal de Justiça do Paraná

●      Norte – Município de Manaus — Sec. Municipal de Adm.

Conduzido pelos jornalistas da Band, Pedro Campos e Paula Valdez, o evento teve sua abertura marcada pelas falas do CEO do Grupo Bandeirantes de Comunicação, Cláudio Giordani, e do presidente do Conselho de Administração do CIEE e presidente do Sistema Nacional CIEE, José Augusto Minarelli. Na ocasião, Minarelli enfatizou que dar a primeira oportunidade aos jovens transforma a sociedade e impulsiona o desenvolvimento de todo o seu entorno.

O superintendente Institucional do CIEE, Rodrigo Dib, comentou que o evento é mais do que a entrega de troféus a executivos. “Como a maior organização de inclusão produtiva jovem da América Latina, nosso dever é não apenas debater a entrada dos jovens no mercado, mas valorizar quem torna isso realidade.”

CIEE 62 anos: Imparável

Desde sua fundação, o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, maior ONG de inclusão social e trabalho jovem da América Latina, se dedica à inserção de jovens no mundo do trabalho. Além disso, a instituição, responsável pela inserção de 7 milhões de brasileiros no mundo do trabalho, mantém cursos online gratuitos para qualificar a juventude e uma série de ações socioassistenciais voltada à promoção do conhecimento e fortalecimento de vínculos de populações prioritárias.

Confira aqui o nosso novo logo desde agosto/2023.

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ciee.online

Projeto literário promove contação de histórias no Sol Nascente

A 12ª Mostra de Literatura e Artes Integradas fomenta, no próximo dia 11 de agosto, uma oficina gratuita de contação de histórias na Escola Classe Córrego das Corujas, na área rural do Sol Nascente. A atividade será conduzida pela arte-educadora Nyedja Gennari, a partir das 14h, reunindo literatura, oralidade e incentivo à leitura em uma ação voltada à formação de novos leitores.

A programação é direcionada aos estudantes da escola, mas também será aberta ao público mediante inscrição pelo Instagram do projeto. Durante a atividade, o público será convidado a mergulhar no universo das narrativas, estimulando a criatividade, a imaginação e o interesse pelos livros por meio da tradição oral.

Para o curador Andrey do Amaral, iniciativas como essa aproximam a literatura da comunidade e ampliam o acesso à cultura. “Cada ação da Mostra representa uma oportunidade de encontro entre as pessoas e a literatura. Ao ocupar escolas e espaços públicos, com profissionais qualificados, conseguimos alcançar diferentes públicos e mostrar que uma boa história tem o poder de despertar a imaginação, fortalecer vínculos e incentivar o hábito da leitura em qualquer fase da vida. Nos emocionamos ao ver o alcance do projeto e a receptividade do público.”

Nas apresentações, há recursos de acessibilidade, incluindo audiodescrição e intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras), garantindo que pessoas com deficiência também possam participar da experiência sem prejuízo de entendimento.

Sob a proponência da Pergunta Fixar Editora Produtora, a ação integra a programação da 12ª Mostra de Literatura e Artes Integradas, realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), por meio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. Ao longo desta edição, o projeto promove atividades gratuitas em diferentes regiões administrativas, democratizando o acesso à literatura e fortalecendo a formação de público para as artes.

Serviço:

– Data: 11 de agosto

– Horário: 14h

– Local: Escola Classe Córrego das Corujas – Núcleo Rural Raul Machado, BR-070, Sol Nascente, Ceilândia

– Entrada: Gratuita (inscrições pelo Instagram do projeto)

– Acessibilidade: Audiodescrição e intérprete de Libras

– Instagram: @mostradeliteraturadf

Re Soar promove nova edição de oficinas gratuitas de iniciação musical para jovens de 12 a 16 anos do Paranoá

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Inscrições seguem até 15 de agosto pela internet e serão realizadas presencialmente no dia 16 de agosto, das 9h às 12h

A música tem o poder de transformar histórias, despertar talentos e criar novos caminhos. É com esse propósito que o Projeto Re Soar – Iniciação Musical abre inscrições para uma nova edição, oferecendo formação gratuita em canto, violão e teoria musical para adolescentes de 12 a 16 anos moradores do Paranoá, no Distrito Federal. Todo o material estará incluso nas oficinas.

As inscrições podem ser feitas online até o dia 15 de agosto. Já no dia 16 de agosto, haverá inscrições presenciais, das 9h às 12h, no próprio local onde acontecerão as atividades, no Centro Comunitário, quadra 366, Paranoá Parque. No mesmo dia será realizada a aula inaugural, às 9h aula de canto e às 10h40 aula de violão, marcando o início do ciclo formativo. Já no dia 18/08, das 18h30 às 20h30, aula de teoria musical.

A proposta é atender jovens que nunca tiveram contato com o ensino musical. Por isso, toda a formação foi pensada para alunos iniciantes, oferecendo uma base sólida para o desenvolvimento artístico e pessoal. Não é necessário possuir qualquer conhecimento prévio ou instrumento musical.

O ciclo formativo acontecerá entre 16 de agosto a 1º de novembro, com 12 encontros para cada curso, proporcionando aos participantes uma vivência completa de iniciação musical em um ambiente acolhedor, criativo e colaborativo.

A formação será conduzida por profissionais com ampla experiência na cena musical e na educação artística. O músico Pedro Molusco é o coordenador pedagógico. Já Luís Roberto Chocolate ministra as aulas de teoria musical, enquanto o músico, compositor e multi-instrumentista Amílcar Paré conduz as aulas de violão e a cantora, Shaira, a oficina de canto. Juntos, os professores unem conhecimento técnico e sensibilidade artística para proporcionar uma experiência de aprendizagem criativa e inspiradora.

Mais do que ensinar técnicas musicais, o projeto incentiva a convivência, a disciplina, a expressão artística e o fortalecimento dos vínculos comunitários. A iniciativa busca revelar talentos, estimular o protagonismo juvenil e criar oportunidades para que novos artistas encontrem, na música, um espaço de pertencimento, expressão e futuro.

A realização é da Pungar Projetos, idealizada pelos produtores culturais Cláudia Costa e Pedro Molusco, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). Todas as atividades são gratuitas e acontecem no Centro Comunitário da quadra 366, no Paranoá Parque. Veja como foi a última edição do projeto no 1º semestre de 2026: https://www.youtube.com/watch?v=JWPBdUkpSs4 .

As inscrições podem ser feitas no endereço https://forms.gle/LDkb7z2Z37vSypJR9  entre os dias 03 a 15/08 (formulário online) e 16/08 (presencial).

Serviço:

O quê: Projeto Re Soar – Iniciação Musical

Quem: Pungar Projetos

Quando: 03 a 15/08 (formulário online)

               16/08 (presencial)

Onde: Centro Comunitário da Quadra 366, Paranoá Parque – DF

Inscrição: gratuita

Link da inscrição: https://forms.gle/LDkb7z2Z37vSypJR9

Classificação: 12 a 16 anos

Foto: divulgação

Informações: @projetore_soar

Festival Trilha da Inclusão abre inscrições para cursos gratuitos e fortalece formação em acessibilidade cultural no DF

Dibulgação

Especialistas de referência nacional conduzem a primeira etapa da edição 2026, voltada à qualificação de profissionais que atuam na produção, mediação e gestão cultural

A formação é o ponto de partida para ampliar o acesso à cultura e fortalecer práticas mais inclusivas no setor. Com esse propósito, o Festival Trilha da Inclusão abre, a partir de 3 de agosto, as inscrições para sua etapa formativa, que reúne ações voltadas à qualificação de agentes culturais do Distrito Federal e do entorno.

Entre agosto e setembro, serão realizados os cursos Introdução à Audiodescrição, Visão na Palma da Mão: Introdução ao Braille e Arte COM Acessibilidade, que somam 60 horas de capacitação. As inscrições podem ser feitas pelo perfil oficial do projeto no Instagram: @trilha.dainclusao.

Realizada desde 2024 pelo Guia de Acessibilidade Inclusiva, com apoio da Secretaria de Cultura do Distrito Federal e recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, a iniciativa oferece três cursos gratuitos destinados a gestores e produtores culturais, artistas, educadores e comunicadores interessados em ampliar conhecimentos sobre acessibilidade e inclusão no campo cultural.

A programação tem como foco ampliar a qualificação desses profissionais para que a acessibilidade seja incorporada desde a concepção de projetos, eventos e espaços culturais, fortalecendo a inclusão e ampliando o acesso de diferentes públicos às manifestações artísticas.

Para Cássia Lemes, idealizadora do Trilha da Inclusão e diretora da Guia de Acessibilidade, a inclusão deve estar presente desde o planejamento das iniciativas culturais, como uma premissa para a criação de experiências mais democráticas e acessíveis. “A acessibilidade não é um detalhe que se acrescenta no final, ela é a forma como escolhemos receber as pessoas. Quando nasce junto com o projeto, a cultura se torna um espaço onde todos podem participar e se reconhecer”, afirma.

A diretora ressalta que um dos principais desafios é transformar a percepção sobre a acessibilidade no setor cultural, deixando de vê-la como uma obrigação e reconhecendo seu potencial de ampliar possibilidades de participação. “A inclusão começa na intenção de construir eventos em que ninguém precise pedir licença para pertencer. Planejar com acessibilidade é entender que a cultura só é completa quando pode ser vivida por todas as pessoas”, destaca.

Cursos

Cada curso oferece 30 vagas gratuitas, com reserva de 30% para pessoas com deficiência, e contará com a participação de consultores com deficiência, proporcionando uma aprendizagem baseada na experiência e no protagonismo de quem atua e usufrui diretamente na promoção da inclusão.

O curso Introdução à Audiodescrição, ministrado por Gabriela Passos e Fernando Rodrigues, será realizado de 11 de agosto a 3 de setembro, em formato on-line, pela plataforma Google Meet. A formação apresenta os fundamentos da audiodescrição, recurso de acessibilidade comunicacional que transforma informações visuais em descrições verbais, ampliando o acesso de pessoas com deficiência visual à cultura, à educação e à informação. Ao longo das aulas, os participantes conhecerão conceitos, aplicações e estratégias para a utilização desse recurso em produções audiovisuais, eventos e equipamentos culturais.

Com mais de 25 anos dedicados à educação e à acessibilidade, Gabriela Passos atua na elaboração de roteiros, narração e consultoria em audiodescrição para produções audiovisuais e eventos. Fernando Rodrigues, pessoa com deficiência visual, é uma das principais referências em acessibilidade cultural no Distrito Federal, com mais de 15 anos de atuação em projetos culturais, ensino do sistema Braille e consultorias para instituições públicas e privadas.

Na sequência, o curso Visão na Palma da Mão: Introdução ao Braille, conduzido por Viviane Queiroz, acontecerá de 15 de agosto a 19 de setembro, de forma híbrida. As aulas serão ministradas presencialmente, no AKZO Coworking (Asa Norte) e duas serão on line (Google Meet).  A formação apresenta o sistema Braille como ferramenta essencial para a comunicação e a inclusão. Com atividades teóricas e práticas, os participantes aprenderão os fundamentos da leitura e da escrita em Braille utilizando materiais específicos, ampliando o repertório para o desenvolvimento de iniciativas culturais mais acessíveis.

Encerrando a etapa formativa, Karen Montija, mestre em Acessibilidade Estética pela USP e referência nacional na área, ministra o curso Arte COM Acessibilidade, realizado de 3 a 29 de setembro, on-line, pela plataforma Google Meet. Baseada na metodologia Proposta de Acessibilidade à Experiência Estética (PAEE), desenvolvida pela pesquisadora, a formação reúne estudos de caso, atividades práticas e discussões sobre mediação cultural acessível, ampliando as possibilidades de acesso às artes visuais para pessoas com e sem deficiência e incentivando novas formas de fruição artística.

Festival Trilha da Inclusão

Desde 2024, O Festival Trilha da Inclusão é realizado pela Guia Acessibilidade Inclusiva e consolidou-se como uma das principais iniciativas voltadas à promoção da acessibilidade cultural na capital. Em duas edições, o projeto já impactou mais de três mil pessoas e desenvolveu um modelo de programação integralmente acessível, com protagonismo de pessoas com deficiência como artistas, produtores, gestores e formadores.

Em 2026, o festival será realizado  em quatro etapas: formação, exposição de artes visuais, seminário e festival cultural. A proposta é fortalecer a acessibilidade como elemento essencial da produção artística, estimular a formação de profissionais e ampliar o acesso da população às manifestações culturais.

SERVIÇO

Festival Trilha da Inclusão – Etapa Formativa

Inscrições gratuitas: Instagram @trilha.dainclusao

Curso Introdução à Audiodescrição
Inscrições: De 3 a 9 de agosto
Período: 11 de agosto a 3 de setembro
Modalidade: Online (Google Meet)
Aulas: Terças e quintas-feiras, das 19h30 às 22h

Vagas : 30 (trinta) , sendo 30% das vagas reservadas para pessoas com deficiência

Curso Visão na Palma da Mão – Introdução ao Braille
Inscrições: De 3 a 9 de agosto
Período: 15 de agosto a 19 de setembro
Modalidade: Híbrido (Aulas presenciais e duas aulas  on-line Google Meet, nos dias 22 de agosto e 12 de setembro).

Local: AKZO Coworking – SRTVN, Edifício Rádio Center, 1º subsolo – Asa Norte
Aulas: Sábados, das 15h às 18h

Vagas : 30 (trinta) , sendo 30% das vagas reservadas para pessoas com deficiência

Curso Arte COM Acessibilidade
Inscrições: 17 a 31 de agosto
Período: 3 a 29 de setembro
Modalidade: Online (Google Meet)
Aulas: Terças e quintas-feiras, das 19h30 às 22h

Vagas : 30 (trinta) , sendo 30% das vagas reservadas para pessoas com deficiência

8 livros infantojuvenis para aproveitar as férias longe das telas

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Especialista da Heavenly International School indica obras que unem aventura, criatividade e boas histórias para o período de descanso

Com a pausa do período letivo, as férias escolares chegam como uma oportunidade para desacelerar a rotina, brincar mais e viver novas experiências. Entre passeios, viagens e momentos em família, os livros podem se tornar grandes companheiros de crianças e adolescentes, apresentando personagens, cenários e narrativas capazes de despertar diferentes emoções.

Além de entreter, o contato com a literatura contribui para o desenvolvimento da criatividade, amplia o repertório e estimula a capacidade de imaginar, refletir e criar conexões com o mundo ao redor.

“Durante as férias, a relação com os livros pode acontecer de maneira mais espontânea, sem a pressão das atividades escolares. Quando a criança encontra uma obra que desperta seu interesse, ela passa a enxergar a leitura como uma descoberta prazerosa e não como uma obrigação”, explica Vanessa Rufino, bibliotecária da Heavenly International School.

Para tornar o período de descanso ainda mais especial, Vanessa selecionou oito títulos que misturam aventura, fantasia, humor e reflexões sobre amizade, coragem e descobertas, divididos de acordo com cada etapa escolar:

Educação Infantil (aproximadamente 3 a 5 anos)

1. Spot’s Collection – Eric Hill
As aventuras do simpático cachorrinho Spot conquistam os pequenos com histórias curtas, linguagem simples e ilustrações coloridas. Ideal para estimular os primeiros contatos com a leitura e ampliar o vocabulário em inglês.

2. The Napping House – Audrey Wood
Com texto repetitivo e ilustrações divertidas, a obra acompanha uma sequência de personagens que adormecem na mesma cama, criando uma narrativa envolvente e perfeita para a leitura compartilhada.

Ensino Fundamental I (aproximadamente 6 a 10 anos)

3. Mordisco: O Monstro do Livro – Emma Yarlett
Um livro interativo em que um monstrinho parece escapar das páginas e “devorar” a história. A proposta desperta a imaginação, diverte e incentiva a participação ativa da criança durante a leitura.

4. Green Eggs and Ham – Dr. Seuss
Um clássico da literatura infantil em língua inglesa que apresenta rimas, humor e repetições, tornando a leitura divertida enquanto estimula o aprendizado do idioma.

Ensino Fundamental II (aproximadamente 11 a 14 anos)

5. Corajosas – Arlene Diniz, Maria S. Araújo, Queren Ane e Thaís Oliveira
A obra reúne histórias inspiradoras de mulheres que enfrentaram desafios e transformaram suas realidades, incentivando reflexões sobre coragem, representatividade e protagonismo.

6. A Menina que Roubava Livros (The Book Thief) – Markus Zusak
Ambientado durante a Segunda Guerra Mundial, o romance acompanha uma jovem que encontra nos livros uma forma de enfrentar as dificuldades do período. Uma leitura sensível sobre amizade, empatia e o poder das palavras.

Ensino Médio (aproximadamente 15 a 17 anos)

7. Vidas Secas – Graciliano Ramos
Um dos maiores clássicos da literatura brasileira, retrata a vida de uma família que enfrenta a seca no sertão nordestino, proporcionando reflexões sobre desigualdade social, resistência e condição humana.

8. Contos – Machado de Assis
A coletânea apresenta narrativas marcadas pela ironia e pela análise da natureza humana. Uma excelente oportunidade para que os estudantes conheçam um dos maiores escritores da literatura brasileira.

Para Rufino, mais importante do que estabelecer metas durante o período de descanso é criar uma relação positiva com os livros. “Quando a criança encontra uma narrativa que desperta sua curiosidade, ela cria uma conexão afetiva com a leitura. Seja antes de dormir, durante uma viagem ou em uma tarde tranquila, esses momentos ajudam a desenvolver a criatividade e podem transformar o contato com os livros em um hábito para toda a vida”, conclui.

ANVISA APROVA CINCO NOVAS CANETAS COM SEMAGLUTIDA

A Anvisa aprovou o registro de cinco novas canetas com semaglutida para o tratamento de diabetes tipo 2 e obesidade. Com a ampliação da oferta, especialistas do CEUB podem explicar os impactos da medida para pacientes e os cuidados no uso desses medicamentos.

A fonte pode comentar:

  • quem realmente tem indicação para o uso da semaglutida;
  • o que muda com a chegada de novas opções ao mercado;
  • se o aumento da oferta pode ampliar o acesso ao tratamento;
  • os riscos da automedicação e do uso sem acompanhamento médico;
  • a importância de aliar o medicamento à alimentação saudável e à prática de exercícios;
  • os principais efeitos colaterais e contraindicações.

O Núcleo de Formação da Anti Status Quo Cia. de Dança convida para encerramento do: Mergulhos na Criação

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Programa apresenta ao público o processo criativo de nove artistas da dança, do teatro e da performance do DF no Centro de Dança

Neste domingo, 2 de agosto a partir das 14h, o Núcleo de Formação da Anti Status Quo Companhia de Dança realiza o segundo e último compartilhamento público dos processos criativos, desenvolvidos durante o “Mergulhos na Criação – Programa para Criadores em Dança e Artes Performáticas”, no Centro de Dança do DF com entrada gratuita. O evento conta com audiodescrição, durante as apresentações, e intérprete de Libras, no bate-papo que acontece logo após a mostra.

O programa idealizado e coordenado pela coreógrafa e diretora da Anti Status Quo Companhia de dança, Luciana Lara, se desenvolveu ao longo de seis meses com três encontros semanais, mentorias individuais, a residência artística “Instalações efêmeras” com Dudude Herrmann – referência nacional da dança brasileira e especialista em improvisação, o workshop “Quando o corpo escuta”, com a artista da dança contemporânea da Irlanda do Norte Suzannah McCreight, e um compartilhamento público das pesquisas realizado em maio.

“Em contraposição à lógica dos editais e de um sistema capitalista predatório, que privilegia a produtividade e impõe aos artistas a criação de novas obras em prazos curtos, com pouco tempo para a pesquisa e o amadurecimento dos processos, este projeto surge para colocar o foco no processo. A proposta foi oferecer tempo de qualidade e um ambiente propício à pesquisa, à reflexão e à experimentação, como um verdadeiro ateliê de investigação. O intuito foi fomentar a pesquisa e permitir que os artistas mergulhassem nas questões estéticas que atravessam seus trabalhos e aprofundassem seus processos.”, comenta Luciana Lara”

A mostra de encerramento compartilha com o público o estágio atual das pesquisas desenvolvidas pelos artistas. A intenção é que essa experiência impulsione cada participante do programa a dar continuidade às suas investigações e, futuramente, à criação de solos, transformando-os em espetáculos. Neste último compartilhamento público, cada artista terá a oportunidade de apresentar cerca de 20 minutos de seu trabalho, cuja concepção, direção e interpretação são integralmente assinadas por ele próprio.

O Mergulhos na Criação contribui para o fortalecimento da dança contemporânea e das artes performativas em Brasília. “Quem assistiu ao primeiro compartilhamento público, realizado em maio, poderá agora acompanhar um novo estágio das pesquisas. Essa oportunidade de abrir ao público o percurso do processo criativo é muito interessante para os artistas, pois permite experimentar o contato com a plateia antes de a obra estar pronta. O debate realizado depois da apresentação estreita ainda mais essa relação, promovendo um diálogo direto entre artistas e plateia. Aproximação, que, não apenas contribui para a formação de novas plateias, mas também qualifica o olhar do público para a linguagem das artes performativas contemporâneas”, avalia Luciana.

O programa “Mergulhos na Criação” é uma realização do Núcleo de Formação ASQ da Anti Status Quo Companhia de Dança, com patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). Os artistas participantes do Compartilhamento público são Adriana Freitas, Daniela Amoroso, Janaína Mello, Lúcia Corrêa, Mariangela Andrade, Marcela Brasil, Priscila Carneiro, Robson Castro e Samuel Sales.

Serviço:

Mergulhos na Criação – Programa para Criadores em Dança e Artes Performáticas

Local: Sala 3 do Centro de Dança do DF

Data: 2 de agosto de 2026 (domingo)

Horário: das 14h às 18h

Entrada: gratuita (plateia limitada – chegue com antecedência)

Acessibilidade: audiodescrição durante as apresentações e intérprete de Libras no bate-papo

Ficha técnica resumida:

Coordenação e facilitação: Luciana Lara

Realização: Núcleo de Formação ASQ – Anti Status Quo Companhia de Dança

Patrocínio: Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF)

2º Festival de Teatro do DF abre convocatória para grupos locais

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Seleção pública, premiação técnica e formação: o festival que coloca o teatro do DF em evidência. Inscrições vão até 20 de agosto; edital está disponível no perfil @festivalteatrodf

A 2ª edição do Festival de Teatro do Distrito Federal está com inscrições abertas para seleção de espetáculos locais. O edital e as demais informações podem ser consultados no perfil oficial do festival no Instagram: @festivalteatrodf. O prazo para inscrição vai até 20 de agosto de 2026.

Serão selecionados oito espetáculos de grupos do DF com apresentações comprovadas a partir de 2025. Cada montagem selecionada receberá cachê de R$ 6.000,00 e concorrerá a 11 categorias de premiação, divididas entre júri técnico e popular: Espetáculo Destaque (júri técnico e popular), Direção Destaque, Ator Destaque, Atriz Destaque, Dramaturgia Destaque, Iluminação Destaque, Maquiagem Destaque, Sonoplastia Destaque, Cenário Destaque e Figurino Destaque.

A linha curatorial do festival busca propostas de palco adulto que dialoguem com temas contemporâneos, destacando a maturidade, a pluralidade e a excelência técnica da produção cênica do Distrito Federal. O evento reafirma o papel do teatro como espaço de encontro, celebração e fomento à cadeia produtiva da região.

Para Lucas Isaksson, diretor geral e idealizador do festival, a edição celebra o amadurecimento do teatro brasiliense: “A nossa região pulsa cultura por meio de sua gente, e o teatro brasiliense é um reflexo direto. Esta segunda edição do festival nasce para honrar a cumplicidade entre artistas e público, que acompanha e apoia a arte. O Festival de Teatro do Distrito Federal é, acima de tudo, um espaço de visibilidade para quem movimenta a nossa cena.”

Izabella Beatriz, também diretora do festival, destaca o impacto do projeto desde sua estreia: “realizar o 1º Festival de Teatro do DF foi um marco para a cena local. Conseguimos reunir a potência, a diversidade e o talento dos nossos artistas, criando um espaço vibrante de troca com o público. E o resultado superou todas as expectativas.”

A 2ª Edição do Festival de Teatro do DF será realizada entre 10 e 18 de outubro de 2026, no Teatro Sesc Paulo Autran, em Taguatinga, com entrada gratuita. Além dos espetáculos, a programação inclui apresentação de um grupo convidado na cerimônia de encerramento, três homenagens a personalidades históricas das artes cênicas do DF, oito oficinas formativas para estudantes de escolas públicas e duas rodas de conversa sobre temas da cena teatral. Todas as atividades contarão com recursos de acessibilidade, incluindo Libras e audiodescrição.

O festival é realizado pela Interlúdio Produções com fomento do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF.

Serviço:

Evento: 2ª edição do Festival de Teatro do Distrito Federal – Convocatória para grupos locais
Inscrições: até 20 de agosto de 2026, pelo formulário online disponível no Instagram @festivalteatrodf
Elegibilidade: espetáculos de grupos do DF com estreia ou temporada a partir de 2025
Cachê de seleção: R$ 6.000,00 por espetáculo

Edital: https://drive.google.com/file/d/1rIE-uYPM020xslEVK9Mgaksi2ugtsjq8/view
Festival: 10 a 18 de outubro de 2026
Local: Teatro Sesc Paulo Autran (Taguatinga – DF)
Entrada: gratuita
Realização: Interlúdio Produções
Fomento: FAC-DF / Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF

Escola é peça-chave na adaptação de crianças em acolhimento e adoção e ajuda a fortalecer vínculos de pertencimento 

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Especialista do Grupo Aconchego destaca que a inclusão de diferentes configurações familiares, o combate ao preconceito e o diálogo com as famílias são fundamentais para o desenvolvimento de crianças e adolescentes  

Quando uma criança é acolhida por uma nova família, seja por meio da adoção ou do acolhimento familiar, a adaptação não acontece apenas dentro de casa. A escola também passa a ocupar um papel essencial nesse processo, sendo um dos primeiros espaços de convivência, socialização e construção do sentimento de pertencimento. Mais do que acompanhar o desempenho acadêmico, educadores podem contribuir para que crianças e adolescentes se sintam seguros, respeitados e acolhidos em uma nova etapa de suas vidas.

Embora o tema seja cada vez mais discutido, especialistas apontam que muitas instituições de ensino ainda enfrentam dificuldades para lidar com as especificidades das famílias formadas pela adoção ou com crianças que passaram por experiências de acolhimento. Comentários inadequados, atividades que reforçam apenas modelos tradicionais de família e a falta de preparo para enfrentar situações de preconceito ainda fazem parte da realidade de muitas escolas.

Para Juliana Miranda, coordenadora do serviço Família Acolhedora, do Grupo Aconchego, a comunidade escolar precisa compreender que a adaptação da criança é um processo coletivo. “A escola é um espaço de desenvolvimento, mas também de construção de vínculos. Quando professores e equipes pedagógicas conhecem a realidade daquela criança e acolhem sua história com respeito, contribuem significativamente para que ela se sinta pertencente ao ambiente escolar e fortaleça sua autoestima”, explica.

Um dos principais desafios está na forma como diferentes configurações familiares são apresentadas em sala de aula. Ainda é comum que atividades comemorativas ou conteúdos didáticos considerem apenas o modelo tradicional de família, deixando de contemplar crianças que vivem com pais adotivos, famílias acolhedoras, avós ou outros responsáveis legais.

Além disso, crianças que passaram por situações de violência, negligência ou longos períodos de acolhimento podem apresentar dificuldades de aprendizagem, alterações de comportamento ou maior necessidade de adaptação à rotina escolar. Especialistas alertam que esses comportamentos não devem ser interpretados como falta de interesse ou indisciplina, mas compreendidos à luz das experiências vividas por cada criança.

Outro ponto de atenção é o enfrentamento ao bullying e ao preconceito. Perguntas invasivas sobre a origem da criança, comentários sobre a ausência dos pais biológicos ou estigmas relacionados à adoção podem provocar sofrimento emocional e comprometer o processo de adaptação. Por isso, a escola deve atuar de forma preventiva, promovendo uma cultura de respeito à diversidade familiar e intervindo sempre que identificar situações discriminatórias.

Nesse cenário, a comunicação entre escola e família torna-se uma ferramenta indispensável. O diálogo constante permite que professores compreendam melhor as necessidades da criança, compartilhem estratégias de acompanhamento e construam, em conjunto com os responsáveis, soluções para os desafios que surgem durante a adaptação. “A parceria entre família e escola é fundamental. Quando existe diálogo, confiança e troca de informações, é possível compreender melhor o tempo da criança, respeitar seus limites e criar estratégias para favorecer seu desenvolvimento, tanto no aspecto emocional quanto no aprendizado”, destaca Juliana Miranda.

A especialista também defende a adoção de práticas pedagógicas mais inclusivas, que valorizem a diversidade das configurações familiares presentes na sociedade. A revisão de materiais didáticos, a adaptação de atividades em datas comemorativas, a formação continuada de professores e a promoção de projetos voltados à educação para o respeito e à convivência são algumas das iniciativas que ajudam a construir um ambiente escolar mais acolhedor.

Para o Grupo Aconchego, discutir o papel da escola é ampliar a compreensão de que a proteção de crianças e adolescentes é uma responsabilidade compartilhada. Família, escola e rede de proteção atuam de forma complementar para garantir que meninos e meninas encontrem não apenas um lugar para aprender, mas também um espaço onde possam desenvolver vínculos, construir sua identidade e exercer plenamente o direito à convivência familiar e comunitária.

Sobre o Grupo Aconchego O Aconchego é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, fundada em dezembro de 1997, que trabalha em prol da convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes em acolhimento familiar e institucional. 

Filiado à Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção – ANGAAD o Aconchego é reconhecido como referência em Brasília e conta com grande projeção nacional na criação de tecnologias sociais com vistas à garantia do direito das crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária, por meio de ações de intervenção com potencial para a transformação social e cultural.

Acelera CT lança curso gratuito de inteligência artificial para organizações sociais

Foto divulgação

Ministrada por Daiany França Saldanha, formação apresenta aplicações práticas, éticas e seguras da IA na gestão, na comunicação e no desenvolvimento de projetos de OSCs

A transformação digital é uma realidade no cotidiano profissional, mas como as organizações da sociedade civil podem absorver essas inovações sem perder a essência do seu trabalho humano e social? Para responder a esse desafio, o Acelera CT, programa de capacitação e minicursos rápidos criado pela Rede CT (Capacitação e Transformação) voltado para o fortalecimento do terceiro setor e projetos sociais, apresenta mais um curso: “IA Descomplicada para OSCs”. A iniciativa tem como missão aproximar a inteligência artificial generativa do ecossistema do terceiro setor, de maneira acessível, prática e segura.

O programa foi estruturado para desmistificar a tecnologia, demonstrando como ferramentas gratuitas e acessíveis podem atuar como copilotas nas rotinas administrativas, de comunicação e de gestão de projetos. Em um cenário em que as equipes frequentemente acumulam funções, aprender a interagir de forma otimizada com a IA economiza tempo produtivo, que pode ser redirecionado para outras atividades das OSCs.

Daiany França Sanldanha, coordenadora do time de Mentoria da Rede CT, é quem ministra a aula, que é gratuita, sintetizada e conta com emissão de certificado. O conteúdo permite a compreensão do funcionamento da IA generativa, aprendizado da importância e da criação de prompts eficazes para gerar resultados úteis e alinhados às necessidades institucionais. Além da otimização de processos, o curso dá um destaque fundamental à segurança e à ética do uso de ferramentas dessa espécie, abordando os limites da interação tecnológica, a governança de dados e as boas práticas para o uso da IA no ambiente social.

O conteúdo deste curso foi desenhado para quem não possui nenhuma familiaridade prévia com programação ou tecnologia, garantindo um aprendizado didático e de aplicação imediata. É recomendado para gestores, captadores, comunicadores e técnicos que buscam fortalecer a capacidade institucional de suas OSCs e ampliar seu impacto social com o auxílio dessa tecnologia.

Daiany é doutoranda e mestra em Mudança Social e Participação Política pela EACH/USP. Mentora de captação de recursos da Rede CT – Capacitação e Transformação, é fundadora do Líderes Esportivos e diretora da consultoria Mais Impacto. Fellow do Global Sports Mentoring Program e líder do Comitê de Esporte do Grupo Mulheres do Brasil, fundou e presidiu por nove anos um instituto reconhecido internacionalmente como “Best Organisation for Empowering Women Through Sport 2023”.

Sobre a Rede CT – Capacitação e Transformação

A Rede CT – Capacitação e Transformação nasce da união de mais de 20 anos de experiência do Instituto Futebol de Rua em desenvolvimento e captação de recursos com a Rede Igapó em projetos incentivados. A iniciativa conta com o Itaú como patrocinador master, além do patrocínio da B3 e do Instituto Aegea, e tem como objetivo capacitar empreendedores sociais esportivos para o uso da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, apoiando programas que utilizam a prática esportiva como ferramenta de transformação social.

O conteúdo pode ser acessado, gratuitamente, mediante inscrição: https://capacitacaoetransformacao.org/aceleract

Site Instagram

Oficina gratuita no Centro de Dança do DF explora a relação entre corpo e cidade

Estão abertas as inscrições para a oficina “Corpo, Cidade e Microutopias Cotidianas“, ministrada pela coreógrafa e pesquisadora Luciana Lara, no dia 27 de julho, no Centro de Dança do Distrito Federal. A atividade é gratuita e oferece certificado de participação.

A oficina é parte da programação da temporada do espetáculo “Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar”, da Anti Status Quo Companhia de Dança, que acontece entre 27 de julho e 29 de agosto com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). A obra transforma a cidade em palco e convida o público a percorrer trajetos que revelam camadas pouco percebidas do espaço urbano.

Durante a oficina, os participantes serão convidados a desacostumar o olhar por meio de exercícios cartográficos e ações físicas no espaço urbano, inspirados na pesquisa Corpo e Cidade, desenvolvida pela companhia desde 2003. A proposta articula dança contemporânea, artes visuais, performance, fotografia, escrita poética e práticas de cidade, entre outras disciplinas.

A atividade é acessível a pessoas com deficiência auditiva, com interpretação em Libras, e tem vagas limitadas.

Serviço
Oficina Corpo, Cidade e Microutopias Cotidianas
Data: 27 de julho (segunda-feira)
Horário: das 9h às 13h
Local: Centro de Dança do DF
Inscrições gratuitas: microutopiasasq@gmail.com
Acessível a pessoas com deficiência auditiva | Vagas limitadas | Com certificado

Sesc Ceilândia recebe oficina gratuita com espetáculo criado pela comunidade

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Projeto com direção de Nei Cirqueira abre 25 vagas para jovens e adultos a partir de 15 anos. Inscrições vão de 22 a 30 de julho e a formação, gratuita, termina em espetáculo

Ceilândia recebe, a partir de agosto, uma oficina gratuita de teatro voltada à formação de novos artistas e de novos olhares sobre a própria cidade. Com direção de Nei Cirqueira, o projeto oferece 25 vagas para jovens e adultos a partir de 15 anos, preferencialmente moradores da região. As inscrições acontecem de 20 a 30 de julho, pelo link. As aulas começam em 4 de agosto no Sesc Ceilândia Norte (QNN 27 Área Especial S/N).

Durante quatro meses, os participantes se encontram às terças e sextas, das 14h às 17h, em uma formação que une prática e teoria. A oficina é aberta tanto a quem já tem experiência quanto a quem nunca pisou num palco, a proposta é que ninguém precise chegar pronto, mas disposto a criar.

O trabalho parte da metodologia do Teatro do Oprimido, criada por Augusto Boal, que transforma “espectadores” em “espect-atores”: em vez de apenas assistir, o público entra em cena para identificar e discutir as opressões do cotidiano. A dramaturgia do espetáculo final é construída de forma colaborativa, a partir das vivências dos próprios participantes, para que a montagem reflita as realidades, as vozes e as demandas de Ceilândia.

Ao fim da formação, em novembro, o grupo apresenta o espetáculo criado ao longo da oficina, com sessões dedicadas a estudantes da rede pública, acompanhadas de material didático, palestras e debates. E para finalizar, uma sessão aberta ao público em geral.

Diretor

Nei Cirqueira mora em Ceilândia há quase 30 anos e conhece de perto as realidades que agora sobem ao palco. É pós-graduado em Direção Teatral pela Faculdade Dulcina e licenciado em Artes Cênicas pela UnB, com ampla trajetória como docente (SEEDF, UnB, Dulcina de Moraes). Seu trabalho voluntário no CEF 17, em Ceilândia, deu origem ao grupo Arte em Expansão, e ele também coordenou o Festival de Teatro na Escola e o projeto Teatro na Mochila, voltado a estudantes do DF. Entre os prêmios que reúne estão o de Melhor Ator no Prêmio Sesc e o de Melhor Direção no Campeonato de Teatro Sub-17 da Funarte.

A iniciativa conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

Serviço
Teatro do Oprimido – Oficina de Montagem em Ceilândia
Inscrições:
de 22 a 30 de julho de 2026 (até 12h do dia 30)           
Vagas: 25, gratuito    
Público: jovens e adultos a partir de 15 anos, preferencialmente moradores de Ceilândia
Início das aulas: 4 de agosto de 2026          
Encontros: terças e sextas, das 14h às 17h (4 meses)         
Local: Sesc Ceilândia (QNN 27, Área Especial S/N, Ceilândia Norte )
Inscrições pelo link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf3n_73S1M0kB-DkCns6jNHgbPpIC0Oydkb79gr_2ZwZB4kLg/viewform?usp=publish-editor

Guará sedia projeto que levará mais de 4 mil livros às escolas do DF

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A Escola Classe 2 do Guará recebe, no dia 4 de agosto, às 14h, o lançamento do projeto A Magia do Livro e da Leitura: Formar Crianças Leitoras para um Mundo Melhor , que marca a apresentação do livro O Segredo das Histórias que Moram nos Livros , de Simão de Miranda. A iniciativa, apoiada pelo Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC), prevê a distribuição gratuita da obra para estudantes, professores e espaços de leitura da rede pública de ensino.

Mais do que um lançamento literário, o projeto promove um encontro entre educação, cultura e imaginação. A programação inclui a entrega simbólica dos livros às escolas, um workshop de contação de histórias inspirado na obra e um momento de confraternização com os convidados. Ao todo, serão distribuídos cerca de 4 mil exemplares, fortalecendo as ações de incentivo à leitura e à formação de novos leitores nas escolas públicas do Distrito Federal.

Em O Segredo das Histórias que Moram nos Livros, as crianças embarcam em uma aventura ao lado de Aurora, guardiã das histórias, que conduz os leitores por uma viagem pela Pré-História, pelo Egito Antigo, pela China, pela Europa Medieval e por outros momentos marcantes da trajetória da escrita e dos livros. A narrativa reúne literatura, conhecimento histórico e atividades interativas, despertando a curiosidade e o encantamento pelo universo da leitura.

Reconhecido nacional e internacionalmente pelo trabalho na formação de educadores, Simão de Miranda é autor de quase 100 livros e defende que formar leitores é investir no futuro. O projeto reafirma esse compromisso ao aproximar crianças, professores e escolas do universo literário por meio de uma experiência que celebra o poder transformador dos livros.

A Magia do Livro e da Leitura: Formar Crianças Leitoras para um Mundo Melhor é executado pela Cia Lábios da Lua, Ponto de Cultura com mais de três décadas de atuação no Gama, fortalecendo as ações de valorização da literatura infantil e de formação de leitores.

Confira as primeiras escolas que receberão os livros e o cronograma de entregas:
CEF 02 – Estrutural – 11/08
CEF 03 – Estrutural – 04/09
EC 02 – Guará I – 25/09
EC 01 – Estrutural – 28/09

A iniciativa é realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) e da Lei de Incentivo à Cultura do Distrito Federal (Processo SECEC nº 00150-00015780/2025-26 – Termo de Ajuste nº 829/2025).

Serviço

Lançamento do projeto “A Magia do Livro e da Leitura: Formar Crianças Leitoras para um Mundo Melhor”

Data: 4 de agosto
Horário: 14h
Local: Escola Classe 2 do Guará

Exagerou na alimentação durante a Copa, as festas e as férias? Saiba como voltar à rotina sem radicalismos

Foto Pixabay

Especialista do CEUB dá dicas para reduzir o inchaço, recuperar o bem-estar e retomar a alimentação equilibrada após os excessos

Viagens, confraternizações, jogos da Copa, churrascos, petiscos e bebidas alcoólicas. Em períodos de comemorações e férias, é comum sair da rotina e exagerar na alimentação. Depois, vêm o inchaço, a sensação de peso e a promessa de compensar tudo com uma dieta rigorosa. A professora de Nutrição do Centro Universitário de Brasília (CEUB) Pollyana Ayub alerta que dietas, jejuns prolongados e restrições severas não são a melhor saída. Segundo ela, alguns dias de exagero dificilmente serão responsáveis por mudanças significativas no peso ou por comprometer um processo de emagrecimento.

“Uma refeição, um fim de semana ou alguns dias fora da rotina não determinam o sucesso ou o fracasso de uma alimentação saudável. O que faz diferença é o conjunto dos hábitos mantidos ao longo do tempo”. O problema surge quando os excessos passam a fazer parte da rotina: “O organismo consegue lidar bem com situações ocasionais. A preocupação é quando o padrão desequilibrado se prolonga por semanas ou meses, gerando ganho de peso e de outros impactos à saúde”, revela Ayub.

O peso na balança pode enganar
Após períodos de excessos, muitas pessoas percebem aumento do peso e acreditam ter ganhado gordura rapidamente. Na prática, nem sempre é isso que acontece. Segundo a nutricionista, o consumo elevado de alimentos ricos em sódio, açúcar e bebidas alcoólicas favorece a retenção de líquidos, provocando inchaço e alterações temporárias no peso. “Muitas vezes, esse aumento está mais relacionado à retenção hídrica do que ao ganho efetivo de gordura. Por isso, não é recomendado tomar decisões precipitadas ou adotar medidas radicais”, afirma Pollyana Ayub.

Nada de compensações radicais
Sucos detox, dietas líquidas, jejuns prolongados e planos alimentares muito restritivos costumam ganhar popularidade após períodos de excessos. Mas a especialista alerta que essas estratégias não possuem respaldo científico para promover uma suposta “limpeza” do organismo. “Nosso corpo já conta com mecanismos naturais de desintoxicação realizados principalmente pelo fígado, rins, intestino e pulmões. Não existe alimento ou dieta capaz de acelerar esse processo de forma milagrosa”, destaca.

Nada de passar fome para compensar
Outra atitude comum é tentar compensar os exageros ficando horas sem comer ou cortando drasticamente as calorias. Para Pollyana, essa estratégia costuma gerar mais problemas do que soluções. “Jejuns prolongados e dietas muito restritivas podem aumentar a fome, favorecer episódios de compulsão alimentar e dificultar a manutenção dos resultados a longo prazo”, afirma. A recomendação é voltar gradualmente à rotina, priorizando alimentação baseada em alimentos in natura e minimamente processados.

O que fazer após os excessos
Entre as orientações da especialista do CEUB estão:

  1. Aumentar o consumo de água ao longo do dia;
  2. Priorizar frutas, verduras, legumes e cereais integrais;
  3. Consumir fontes de proteína em todas as refeições;
  4. Reduzir o consumo de bebidas alcoólicas;
  5. Evitar ultraprocessados, como refrigerantes, salgadinhos e embutidos;
  6. Retomar a prática regular de atividade física;
  7. Manter horários regulares para as refeições;
  8. Dormir bem.

Segundo Ayub, uma estratégia simples é montar refeições equilibradas, preenchendo metade do prato com verduras e legumes, um quarto com proteínas e o restante com carboidratos de boa qualidade, como arroz, feijão, batata, mandioca ou grãos.

Sono e exercício também contam
Além da alimentação, outros fatores desempenham papel importante na recuperação do organismo. “O sono inadequado interfere nos hormônios relacionados à fome e à saciedade, aumentando o desejo por alimentos mais calóricos. Já a atividade física ajuda a regular o metabolismo, melhora a disposição e contribui para o controle do peso corporal”, explica Ayub. A recomendação é retomar gradualmente uma rotina compatível com a condição física de cada pessoa.

Quando procurar ajuda
Se a sensação de perda de controle sobre a alimentação for frequente ou se houver dificuldade para retomar hábitos saudáveis, a recomendação é buscar orientação profissional. “Cada pessoa tem necessidades, objetivos e condições de saúde diferentes. Por isso, o acompanhamento nutricional pode ajudar a construir estratégias mais adequadas e sustentáveis”, orienta. A especialista do CEUB reforça que um feriado, uma viagem ou uma sequência de comemorações não definem a saúde de ninguém. “O mais importante é lembrar que saúde é construída pelas escolhas feitas na maior parte do tempo, e não por um ou outro momento de exceção”, conclui.


Clube dos Pequenos Leitores recebe Mario Sales com histórias e educação financeira para crianças

Foto divulgação

Criador do personagem Barato participa de encontro gratuito que une literatura, contação de histórias e jogo de tabuleiro inspirado em Brasília

A literatura pode ser o primeiro passo para a educação financeira. Essa é a proposta que o escritor, ilustrador e pedagogo Mario Sales levará à próxima edição do Clube dos Pequenos Leitores do Boulevard Shopping Brasília, no sábado (25), às 16h. Para participar, basta retirar os ingressos gratuitos na plataforma Sympla.

Criador do personagem Barato, protagonista de uma série de livros infantis sobre educação financeira voltada a crianças em fase de alfabetização, Mario apresenta um universo em que temas como planejamento, consumo consciente e responsabilidade são abordados de forma leve, bem-humorada e acessível.

A programação começa com a leitura de uma das histórias, conduzida por Tia Soninha, professora e contadora de histórias, que apresentará às crianças o universo do personagem. Em seguida, o público participa do Baratópolis, jogo de tabuleiro criado por Mario Sales e Rudan de Souza para transformar conceitos de educação financeira em uma experiência lúdica e interativa.

Ambientado em Brasília, o jogo desafia os participantes a percorrer 31 casas, que representam os dias de um mês. Cada criança inicia a partida com dois mil “baracmas” e precisa tomar decisões ao longo do percurso, enfrentando situações do cotidiano, como pagar o aluguel, quitar uma multa por desrespeitar a faixa de pedestres e evitar compras por impulso. A proposta é estimular, desde cedo, reflexões sobre planejamento, escolhas e organização financeira.

A ideia surgiu da percepção de que ainda há poucos materiais voltados ao público infantil sobre o tema. “A gente quis falar de educação financeira porque existe uma lacuna nessa temática. Apesar de estar prevista na BNCC (Base Nacional Comum Curricular), a educação financeira não constitui uma disciplina própria e costuma ser trabalhada como tema transversal. Embora algumas escolas abordem esse conteúdo, ainda existe pouca literatura voltada à educação financeira para crianças”, explica Mario Sales.

Mestre em Educação Profissional e Tecnológica, especialista em Design Instrucional, pedagogo e ilustrador, Mario desenha há mais de 40 anos. Ao lado do amigo de infância Rudan de Souza, concretizou um projeto idealizado durante 25 anos: escrever uma coleção de livros infantis. A série do Barato é a realização desse sonho. Com o primeiro título da quintologia, os autores participaram da Feira do Livro de Lisboa, em 2026, apresentando o projeto ao público internacional.

Para Mario, iniciativas como o Clube dos Pequenos Leitores fortalecem o vínculo das crianças com a literatura em um momento em que as telas disputam sua atenção. “Participar do Clube dos Pequenos Leitores é uma forma de incentivar a literatura infantil em meio a tantas atrações do universo digital, especialmente para as crianças, que têm contato com o celular desde muito pequenas. O livro físico continua sendo muito importante. Há crianças que dormem com o Barato e com seus livros favoritos. Queremos incentivar que elas tenham livros em casa e, quem sabe, escrevam suas próprias histórias”, afirma o autor.

Para Rafael Mendonça, gerente de marketing do Boulevard Shopping Brasília, cada edição do projeto amplia as possibilidades de aprendizado por meio da literatura. “O Clube dos Pequenos Leitores foi pensado para despertar nas crianças o prazer pela leitura e criar experiências que envolvam toda a família. Receber Mario Sales mostra como a literatura infantil também pode abordar temas do cotidiano, como educação financeira, de forma divertida, criativa e adequada a cada fase da infância”, explica Mendonça.

Sobre o Boulevard Shopping Brasília

Administrado pela NIAD Shoppings Centers, o Boulevard Shopping Brasília completará 17 anos como um dos principais centros de convivência e consumo da capital, recebendo mais de 7 milhões de visitantes por ano. O empreendimento reúne um mix completo de varejo, gastronomia e entretenimento, com quatro salas de cinema, restaurantes como João Brasileiro, Taverna Viking e Mania do Churrasco, além de grandes redes de fast food, como Burger King, McDonald’s, Giraffas e Spoleto.

O shopping também se destaca pelo compromisso com a inclusão e a sustentabilidade, com ações consolidadas em ESG. Possui vagas verdes para recarga de carros elétricos, horta comunitária, espaços acessíveis para PCDs, idosos e gestantes, além de ambientes como o Espaço do Cliente, o fraldário, a Ecopraça e a Sala do Aconchego, destinada a pessoas com sensibilidade sensorial. Nas lojas, o aplicativo ColorADD pode ser acessado via QR Code, oferecendo mais autonomia aos clientes com daltonismo. 

Em 2025,  recebeu  nove certificações do Instituto Selo Social como reconhecimento a práticas consistentes voltadas à responsabilidade social, à sustentabilidade e à geração de impacto positivo. O Instituto Selo Social é uma organização independente que certifica projetos de impacto social de empresas, organizações e órgãos públicos alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

 Sobre a NIAD Shopping Centers

A NIAD é uma administradora especializada em shopping centers que oferece soluções inovadoras e inteligência de dados para gerar valor, experiências e resultados para investidores, lojistas e consumidores. Com atuação estratégica nas áreas de Planejamento, Desenvolvimento, Gestão, Comercialização e Marketing, a companhia reúne um time multidisciplinar focado na maximização da rentabilidade e no fortalecimento dos empreendimentos sob sua gestão. Presente nas regiões Sudeste, Sul, Centro-Oeste e Nordeste, tem em seu DNA compromisso, agilidade, confiança e foco, além de atuar como uma bússola na condução de iniciativas socioambientais, de diversidade e inclusão. Seu portfólio reúne empreendimentos voltados a diferentes perfis de públicos. Estão sob a gestão NIAD: Boulevard Shopping Brasília (DF); Boulevard Shopping Londrina (PR); Boulevard Shopping Vila Velha (ES); Bougainville Shopping (GO); Bella Città Shopping (RS); Shopping Pátio Alcântara e Santa Cruz Shopping (RJ), e Shopping Parque Oeste (BA).

SERVIÇO:

Clube dos Pequenos Leitores do Boulevard Shopping Brasília com Mario Sales

Data: 25/07 (sábado) 

Horário: 16h 

Local: Espaço Boulevard Kids – Piso 2

Retirada de ingressos gratuitos na plataforma Sympla

Sujeito à lotação. 

Boulevard Shopping Brasília
Setor Terminal Norte, Conj J – Asa Norte
Informações: (61) 3448-3300
Canais digitais: https://www.boulevardbrasilia.com.br/
@boulevardshoppingbrasilia
TikTok: @boulevardbrasilia

Rolê Cultural – CCBB Educativo tem oficinas gratuitas para curtir as férias criando

Foto divulgação

Práticas artísticas para diferentes idades transformam julho em um mês de criação, descoberta e encantamento

Julho no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) é também hora de aprender algo novo. O Rolê Cultural oferece quatro oficinas gratuitas de práticas artísticas ao longo das férias para quem quer sair com as mãos na massa, uma dobradura no bolso ou um personagem criado do zero.

As atividades acontecem de terça a domingo em diferentes horários. Todas as oficinas têm capacidade limitada e os ingressos são gratuitos, disponíveis em ingressos.ccbb.com.br ou na bilheteria do CCBB Brasília. Quem participar com o Passaporte de Férias do Rolê Cultural acumula carimbos a cada oficina concluída. O passaporte é retirado gratuitamente na Sala do Rolê Cultural (terça a domingo, das 9h às 20h30). Programação completa em bb.com.br/cultura.

A Oficina Formas Animadas (terça a sexta, às 14h, a partir de 6 anos) mostra que qualquer objeto pode virar personagem: uma colher, um guarda-chuva, um papel amassado, nas mãos dos participantes, tudo ganha voz, movimento e história, inspirado nas técnicas do teatro de animação. Nos fins de semana, a Oficina Bolhas Gigantes (sábados e domingos, às 14h, a partir de 4 anos) leva crianças, jovens e adultos para os jardins do CCBB para aprender a criar varinhas e a mistura certa para formar bolhas grandes, leves e cheias de cor, onde arte, brincadeira e ciência se encontram no ar.

Para quem prefere o silêncio criativo das dobras, a Oficina Origami Fantástico (terça a domingo, às 17h, a partir de 8 anos) ensina três dobraduras com papéis especiais e convida os participantes a descobrir a poesia que existe em cada dobra. E quem quer mergulhar no universo visual japonês encontra na Oficina Introdução ao Desenho de Mangá (terça a domingo, às 19h, a partir de 14 anos) um ponto de entrada: inspirada na obra de Yoshitaka Amano, a atividade ensina a desenhar rostos em perfil com as proporções e expressões marcantes da estética do mangá.

Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

Acessibilidade
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.

Horários da van – De quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.

Programação:

Passaporte de Férias
O Passaporte de Férias é o guia das férias no Rolê Cultural: a cada atividade, um carimbo. Oficinas, jogos, descobertas sobre patrimônio e propostas de criação compõem o trajeto pelo CCBB Brasília.       
Data: Terça-feira a domingo, das 9h às 20h30        
Classificação: Livre           
Ponto de encontro: Sala do Educativo

Oficina Formas Animadas    
Inspirada no teatro de animação, a oficina transforma objetos do cotidiano em personagens cheios de expressão. Uma colher, um guarda-chuva, um papel amassado, qualquer coisa pode ganhar voz, movimento e história.    
Data:
Terça a sexta, às 14h   
Duração: 1h   
Capacidade: 20 pessoas       
Classificação: A partir de 6 anos      
Ponto de encontro: Sala do Educativo

 

Oficina Bolhas Gigantes       
No espaço aberto do CCBB, crianças, jovens e adultos aprendem a criar varinhas e a mistura certa para formar bolhas gigantes. Entre fios, argolas e recipientes coloridos, o gesto simples de mergulhar a varinha no líquido vira experiência de arte, brincadeira e ciência.
Data: Sábados e domingos, às 14h.
Duração: 1h   
Capacidade: 10 pessoas       
Classificação: A partir de 4 anos      
Ponto de encontro: Jardins próximo ao Casulo

Oficina Origami Fantástico  
Inspirada na tradicional técnica japonesa, a oficina ensina três dobraduras diferentes e convida os participantes a descobrirem a poesia presente em cada dobra. Com papéis especiais, texturas e cores, o origami se revela uma prática de atenção, criação e encantamento.
Data: Terça a domingo, às 17h         
Duração: 1h   
Capacidade: 20 pessoas       
Classificação: A partir de 8 anos      
Ponto de encontro: Sala do Educativo

Oficina Introdução ao Desenho de Mangá 
Inspirada na obra de Yoshitaka Amano, a oficina ensina a desenhar rostos em perfil com as proporções e expressões marcantes da estética do mangá.
Data: Terça a domingo, às 19h         
Duração: 1h   
Capacidade: 20 pessoas       
Classificação: A partir de 14 anos    
Ponto de encontro: Sala do Educativo

Serviço:

Rolê Cultural – Educativo do Centro Cultural Banco do Brasil
Centro Cultural Banco do Brasil – Distrito Federal Endereço: SCES Trecho 2 – Brasília/DF  Tel.: 61 3108-7600Programação completa em ccbb.com.br/brasilia/programacao/role-cultural-educativo-ccbb/
Ingressos: ingressos.ccbb.com.br    
Agendamento para grupos e escolas: conecta.mediato.art.br
Acesso: gratuitoClassificação Indicativa: livre

CCBB Brasília
Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h.
SCES Trecho 2 – Brasília/DF
Tel: (61) 3108-7600
E-mail: ccbbdf@bb.com.br
Site/ bb.com.br/cultura 
Instagram/ccbbbrasilia
TikTok/@ccbbcultura 
Youtube/ Bancodobrasil

Brasília Lê volta no dia 25 de julho após conquistar Bronze no Prêmio Abrasce

Foto Telmo Ximenes

Movimento de incentivo à leitura do Brasília Shopping convida a cidade para uma nova pausa coletiva entre livros 

Sob a sombra das árvores e o céu infinito, o gesto silencioso de abrir um livro transforma-se encontro, manifesto e celebração da cultura. E neste sentido, a cidade acaba de ganhar mais um motivo para se orgulhar de sua vocação cultural. O Brasília Lê, iniciativa do Brasília Shopping que promove encontros de leitura ao ar livre e estimula o hábito de ler, foi reconhecido com o Bronze no Prêmio Abrasce 2026, na categoria Newton Rique de Sustentabilidade. E, embalado pela conquista nacional, o movimento realiza sua 2ª edição no próximo dia 25 de julho, das 9h às 12h, no gramado do shopping.

Conhecido como o “Oscar” dos shopping centers brasileiros, o Prêmio Abrasce reuniu mais de 800 cases de todo o país, destacando ações capazes de gerar impacto positivo em suas comunidades. O reconhecimento ao Brasília Lê reforça o papel do projeto como um manifesto em favor da leitura e da convivência, transformando o ato individual de abrir um livro em uma experiência compartilhada.

Criado com o propósito de “parar” a cidade por algumas horas, o evento estreou em 21 de abril, data em que Brasília e o Brasília Shopping celebram o aniversário. Na ocasião, leitores de diferentes idades ocuparam o jardim do mall para desfrutar de uma manhã dedicada exclusivamente aos livros, em um cenário que uniu conforto, troca e contemplação.

“Receber esse prêmio é a confirmação de que iniciativas genuínas têm o poder de transformar hábitos. O Brasília Lê nasceu do desejo de oferecer à cidade um momento de desconexão com as telas e reconexão com a literatura. Ver esse propósito validado por um reconhecimento nacional nos motiva a expandir ainda mais esse movimento”, afirma Renata Monnerat, gerente de marketing do Brasília Shopping.

Nesta edição, o público encontrará lounges acolhedores para os adultos, assim como contação de histórias e oficinas para os pequenos leitores. A experiência também conta com a Livraria da Vila, que levará uma curadoria especial de títulos, enquanto autores do Distrito Federal terão espaço dedicado em parceria com o Coletivo Maria Cobogó. A programação se soma a outras frentes permanentes do shopping voltadas ao incentivo à leitura, como o Clube do Livro e a campanha de doação de exemplares.

“Queremos que cada edição do Brasília Lê fortaleça a ideia de que Brasília pode, sim, ser reconhecida como uma cidade leitora. O prêmio nos inspira a seguir ampliando esse movimento e convidando cada vez mais pessoas a trocar algumas horas de tela por páginas e boas histórias”, completa Renata.

Serviço
Brasília Lê – 2ª edição

Dia: 25 de julho de 2026 

Horário: Das 9h às 12h

Local: Gramado e varanda do Brasília Shopping. | Entrada gratuita.

 Febrac participa de audiência pública no Senado e defende aperfeiçoamentos no Estatuto do Aprendiz

Presidente da Federação, Avelino Lombardi, representou o setor durante debate na Comissão de Assuntos Sociais e reforçou a necessidade de adequar a legislação à realidade das empresas de limpeza, conservação e facilities 

O presidente da Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços (Febrac), Avelino Lombardi, participou nesta terça-feira (14), no Senado Federal, da audiência pública promovida pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) para debater o Projeto de Lei nº 6.461/2019, que institui o Estatuto do Aprendiz.

O encontro reuniu parlamentares, representantes de entidades empresariais, Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) ,organizações formadoras e especialistas para discutir os impactos da proposta e os aperfeiçoamentos necessários antes da votação do projeto. A Febrac participou do debate representando as empresas do setor de limpeza, conservação e facilities, segmento que enfrenta desafios específicos para o cumprimento da legislação da aprendizagem.

Durante sua manifestação, Avelino Lombardi defendeu o aprimoramento do texto por meio do diálogo entre o Congresso Nacional, o setor produtivo e as entidades envolvidas na aprendizagem profissional. A Federação apoia a emenda apresentada pelo senador Laércio Oliveira, que busca adequar a legislação à realidade operacional das empresas do setor.

Segundo a Febrac, a legislação atual gera uma incompatibilidade jurídica ao exigir o cumprimento de cotas de aprendizagem em atividades consideradas insalubres ou perigosas, ao mesmo tempo em que proíbe que menores de 18 anos atuem nesses ambientes. “O setor de limpeza e conservação emprega cerca de 2,7 milhões de trabalhadores em todo o Brasil e, há muito tempo, enfrenta dificuldades para cumprir a legislação da aprendizagem. Por isso, apoiamos a emenda apresentada pelo senador Laércio Oliveira, que exclui da base de cálculo das cotas os trabalhadores que exercem atividades proibidas para menores de 18 anos, como as atividades insalubres, perigosas e noturnas. Hoje existe uma contradição: uma lei determina que as empresas cumpram a cota de aprendizes, enquanto outra proíbe que esses jovens atuem justamente nas atividades que predominam no nosso setor”, afirmou Avelino Lombardi.

O presidente da Febrac destacou ainda que a dificuldade enfrentada pelas empresas vai além da legislação e se reflete na prática. Segundo ele, mesmo quando são abertas vagas compatíveis com a faixa etária permitida, não existe mão de obra para ocupar essas vagas. 

“Defendemos um Estatuto do Aprendiz moderno, construído por meio do diálogo e capaz de contemplar as especificidades de cada setor econômico. Nosso objetivo não é reduzir oportunidades, mas criar regras que permitam ampliar a aprendizagem profissional com responsabilidade, equilíbrio e respeito à realidade das empresas e dos trabalhadores.”, ressaltou.

Para a Febrac, a audiência pública representou mais um importante espaço de construção coletiva em torno do novo marco legal da aprendizagem profissional. A entidade reafirma seu compromisso com a formação de jovens para o mercado de trabalho, desde que as normas sejam compatíveis com as características das atividades econômicas e proporcionem segurança jurídica para empresas, entidades formadoras e aprendizes.

Sobre a Febrac – A Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços (Febrac) foi criada para representar os interesses dos setores de serviços de Asseio e Conservação. Hoje, representa 12 setores ligados à terceirização de mão de obra especializada.

Com sede em Brasília, a federação agrega sindicatos nas 27 unidades federativas do país e ocupa cargos na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), nos Conselhos Nacionais do SESC e do SENAC, na Central Brasileira de Apoio ao Setor de Serviços (CEBRASSE) e na Câmara Brasileira de Serviços Terceirizáveis e na World Federation of Building Service Contractors (WFBSC). A Febrac tem como objetivo cuidar, organizar, defender e zelar pela organização das atividades por ela representadas.

SENAI e SESI Lab abrem as portas para edtechs com programa inédito da residência

Iano Andrade/CNI

A iniciativa, desenvolvida com o SESI e o SENAI, é gratuita e vai selecionar até 16 startups para desenvolver soluções voltadas à educação, à cultura e à aprendizagem

O Instituto SESI SENAI de Tecnologias Educacionais e o SESI Lab, localizado em Brasília (DF), estão com inscrições abertas para a terceira edição do Programa de Residência de Edtechs All Aboard. A iniciativa visa conectar startups ao ecossistema de inovação das instituições, oferecendo infraestrutura, acompanhamento especializado e oportunidades de desenvolvimento de soluções inovadoras em educação, cultura, divulgação científica e experiências de aprendizagem.

O programa é totalmente gratuito e não exige cessão de participação societária (0% equity), para que os empreendedores desenvolvam seus negócios com autonomia e apoio técnico. Ao todo, serão selecionadas até 16 startups para a residência de 12 meses, com possibilidade de renovação.

As inscrições podem ser realizadas entre 10 de julho e 3 de agosto de 2026, até as 23h59. Os interessados também poderão participar de uma live para esclarecimento de dúvidas, marcada para 28 de julho, às 16h30, no canal do SENAI no YouTube. O início da residência está previsto para 11 de agosto de 2026.

Programa inova com oferta que mistura ciência, educação e arte

É a primeira vez que o Programa de Residência de Edtechs All Aboard é realizado em conjunto com o museu de arte, ciência e tecnologia, o que fortalece o desenvolvimento de projetos para áreas de atuação do SESI Lab, como educação não formal e exposições e, também, reforça a participação de projetos como Maker Livre, SESI Lab Delas e a formação de profissionais da educação. As startups selecionadas também contribuirão para a avaliação e a melhoria de pelo menos um aparato expositivo do SESI Lab, além das soluções tecnológicas para educação profissional e superior.

Durante a residência, as startups terão acesso a uma estação de trabalho no SESI Lab, salas de reunião, espaços maker e biomaker para ideação e prototipagem, além de participar de eventos, ativações, mentorias e conexões com especialistas, investidores e parceiros do ecossistema de inovação.

Além da infraestrutura, os participantes contarão com acompanhamento dos especialistas do Instituto SESI SENAI de Tecnologias Educacionais e do SESI Lab, que auxiliarão com um autodiagnóstico realizado no momento da inscrição e oferecerão conteúdos, facilitações e oportunidades de networking ao longo da jornada.

As startups deverão participar ativamente da comunidade de inovação, frequentar presencialmente o espaço de coworking ao menos dois dias por semana e contribuir com iniciativas educacionais promovidas pelo SESI Lab, como oficinas, mentorias, palestras, demonstrações tecnológicas e atividades maker.

“Este é um marco importante da colaboração entre o SESI e SENAI na área de pesquisa e inovação, com foco em educação museal. O Brasil carece de soluções e talentos nessa área e as duas instituições somam forças para criar experiências de ensino inéditas associadas a diferentes aplicações de tecnologia. O que esperamos é tornar o trabalho do museu mais eficiente, além de formar novos profissionais e gerar novos negócios para as startups selecionadas”, afirma Cláudia Ramalho, superintendente de Cultura do SESI.

Quem pode se inscrever?

Startups com CNPJ ativo que desenvolvam produtos, processos ou serviços inovadores, preferencialmente nas áreas de educação, tecnologias para aprendizagem, cultura, divulgação científica ou experiências imersivas. As equipes devem ser compostas por integrantes maiores de 18 anos, demonstrar experiência ou qualificação compatível com a proposta apresentada e ter disponibilidade para frequentar presencialmente o espaço de coworking do SESI Lab, em Brasília (DF).

“Com essa residência, fortalecemos o ecossistema local e ajudamos a tirar do papel ideias que geram impacto real na aprendizagem e na preparação para o futuro do trabalho”, explica o especialista em Comunidades do Instituto SESI SENAI de Tecnologias Educacionais, Lucas de Freitas Sousa.  

A seleção será realizada em duas etapas:

  • Na primeira, terão prioridade edtechs e startups com soluções aplicáveis à educação, à formação profissional, à divulgação científica e a experiências educativas inovadoras;
  • Na segunda, serão avaliados critérios como modelo de negócios, potencial de mercado, capacidade de inovação, maturidade tecnológica, tração, impacto, diversidade, qualificação da equipe e potencial de crescimento.

O edital completo e o formulário de inscrição estão disponíveis aqui.

Cérebros em desenvolvimento: entender como crianças aprendem também exige olhar para o que elas sentem

Divulgação – Heavenly International School

Especialista em Neurociência e PhD em Educação, Mr. Marcello Lasneaux reforça que aprendizagem, emoção, vínculos e ambiente caminham juntos no desenvolvimento infantil e adolescente

Por muito tempo, falar sobre aprendizagem foi quase sinônimo de falar sobre notas, rendimento escolar, memória e concentração. Mas os avanços da neurociência e da psicologia do desenvolvimento vêm ampliando essa visão: crianças e adolescentes não aprendem apenas com o cérebro “racional”. Eles aprendem com o corpo, com as emoções, com os vínculos, com o ambiente e com as experiências que vivem dentro e fora da escola.
 

A infância e a adolescência são fases de intensa transformação cerebral. Nesse período, habilidades como atenção, planejamento, autocontrole, flexibilidade, motivação e tomada de decisão ainda estão em processo de amadurecimento. Por isso, comportamentos que muitas vezes são interpretados apenas como desinteresse, teimosia ou falta de disciplina podem estar relacionados a etapas naturais do neurodesenvolvimento ou a desafios emocionais e ambientais que interferem diretamente na aprendizagem.
 

Para Mr. Marcello Lasneaux, Diretor de Inteligência e Inovação da Heavenly International School, PhD em Educação e especialista em Neurociência, com atuação nas áreas de neurodesenvolvimento, aprendizagem e práticas educacionais, compreender essas fases exige reconhecer que o cérebro infantil e adolescente ainda está em construção. “Estamos diante de um conjunto cada vez mais consistente de evidências sobre o que podemos chamar de neuroinfância e neuroadolescência”, afirma.
 

Segundo ele, conceitos como neuroplasticidade, poda sináptica, amadurecimento das funções executivas e desenvolvimento dos sistemas emocionais ajudam educadores e famílias a compreenderem melhor como crianças e adolescentes aprendem, se relacionam e constroem sua identidade.
 

A ciência tem mostrado que aprender não é um processo isolado da vida emocional. Medo, ansiedade, insegurança, excesso de pressão e ausência de pertencimento podem prejudicar a forma como a criança registra, organiza e recupera informações. Da mesma forma, vínculos seguros, ambientes previsíveis, acolhimento, curiosidade e relações positivas com adultos favorecem a disposição para aprender.
 

Segundo Lasneaux, a antiga separação entre razão e emoção já não se sustenta diante das evidências atuais. “Hoje sabemos que as emoções exercem papel fundamental nos processos de atenção, aprendizagem e memória. A capacidade de manter a atenção em uma experiência, seja uma aula, uma leitura ou mesmo um jantar em família, depende, em grande medida, do significado emocional que essa experiência possui para a pessoa”, explica.
 

Na prática, isso significa que a escola não é apenas um lugar de transmissão de conteúdo. É também um espaço de construção emocional, social e cognitiva. A forma como a criança é acolhida, corrigida, estimulada e desafiada pode interferir diretamente em sua capacidade de aprender e de desenvolver autonomia.
 

O mesmo vale para a família. Em casa, a rotina, o sono, o uso de telas, os limites, o diálogo, o exemplo dos adultos e a forma como os erros são tratados também participam da formação do cérebro em desenvolvimento. A criança que se sente segura para errar tende a experimentar mais, perguntar mais e persistir mais. Já aquela que associa o erro à vergonha ou à punição pode desenvolver bloqueios, ansiedade e resistência diante de novos desafios.
 

Para Marcello, muitos comportamentos típicos da infância e da adolescência ainda são compreendidos de maneira equivocada pelos adultos. “Muitos comportamentos de crianças e adolescentes são interpretados como desinteresse, preguiça, rebeldia ou até mesmo falhas morais, quando, na verdade, podem refletir características próprias do desenvolvimento cognitivo, emocional e social dessas etapas da vida”, observa.
 

Ele destaca que educar exige equilíbrio entre presença, orientação e autonomia, ou seja, é como acompanhar uma travessia. Essa travessia, explica o especialista, exige que os adultos estejam próximos o suficiente para oferecer segurança, apoio e referência, mas também saibam permitir autonomia, descoberta e construção da própria identidade.
 

A discussão também se conecta ao crescente interesse pelas habilidades socioemocionais. Embora o estudo de Boer et al. (2025) tenha investigado especificamente o processamento neural de erros e o controle inibitório, seus resultados reforçam a importância de mecanismos de autorregulação e adaptação comportamental durante a adolescência.
 

Nessa mesma direção, o relatório da OCDE “Nurturing Social and Emotional Learning Across the Globe”, publicado em 2024 e realizado com estudantes de 10 e 15 anos, destaca o papel da escola no desenvolvimento de competências como persistência, empatia, curiosidade, criatividade, responsabilidade e colaboração. Em conjunto, essas evidências sugerem que o fortalecimento de processos de autorregulação cognitiva e socioemocional pode favorecer tanto a aprendizagem quanto o desenvolvimento integral dos estudantes.
 

O ponto central é que desenvolvimento acadêmico e desenvolvimento emocional não competem entre si. Ao contrário: caminham juntos. Um aluno emocionalmente sobrecarregado pode ter dificuldade de atenção. Um adolescente que não se sente pertencente ao ambiente escolar pode perder motivação. Uma criança que vive sob cobrança excessiva pode até apresentar bons resultados por algum tempo, mas com custo emocional elevado.
 

Esse impacto é ainda mais evidente quando há ansiedade, pressão por desempenho e medo de errar. “A ansiedade, a pressão por desempenho e o medo de errar podem comprometer a aprendizagem de maneira muito mais profunda do que normalmente imaginamos”, explica Lasneaux.
 

Segundo ele, quando o erro passa a ser percebido como ameaça, o estudante tende a se proteger em vez de explorar. “Aprender implica explorar, experimentar, revisar estratégias e, inevitavelmente, cometer erros”, ressalta.
 

Nesse contexto, a atuação integrada entre escola e família torna-se parte essencial do processo. A pergunta deixa de ser apenas “como melhorar o desempenho?” e passa a ser também “que condições estamos criando para que essa criança ou esse adolescente consiga aprender, amadurecer e se desenvolver de forma saudável?”.
 

Para Lasneaux, essa parceria é decisiva. “Família e escola são os dois contextos mais influentes no desenvolvimento de crianças e adolescentes. Quando atuam de forma alinhada, criam um ambiente de segurança, coerência e apoio que favorece não apenas a aprendizagem acadêmica, mas também o desenvolvimento emocional, cognitivo e social”, afirma.
 

Compreender o cérebro em desenvolvimento não significa reduzir filhos e alunos a explicações biológicas. Significa, ao contrário, ampliar o olhar: reconhecer que cada fase da vida tem desafios próprios, que maturidade não surge de uma vez, que emoções importam e que a aprendizagem mais consistente nasce da combinação entre afeto, limite, estímulo e sentido.
 

É justamente esse debate que será aprofundado na palestra magna “Cérebros em Desenvolvimento: como seus filhos aprendem, sentem e se transformam”, promovida pela Heavenly. A programação contempla duas unidades: no dia 16 de junho, às 8h30, na unidade Asa Norte, e no dia 17 de junho, às 8h30, na unidade High Lago Sul. Voltada às famílias Heavenly, a palestra propõe um momento de diálogo sobre aprendizagem, emoções, desenvolvimento infantojuvenil e a parceria entre família e escola na construção de experiências mais saudáveis e significativas para crianças e adolescentes.
 

Serviço:

Unidade Kinder Lago Sul
SHIS QI 19 chácara 18, Brasília – DF – 71.655-730

Unidade High Lago Sul
SHIS QI 17/19 S/N – Lote Seminário, Brasília – DF – 71.645-600

Unidade Asa Norte 
SGAN 606 módulo A – Asa Norte, Brasília – DF, 70.830-251

Contato: 
Telefone: (61) 3366-2820

Estudo da UnB amplia monitoramento do HPV e reforça avanços na prevenção do câncer de colo do útero

Foto divulgação

Pesquisa já avaliou cerca de 300 mulheres atendidas pelo SUS no Distrito Federal e inicia nova etapa para acompanhar a circulação do vírus após a introdução da vacinação

Um projeto de pesquisa desenvolvido na Universidade de Brasília (UnB) está ampliando o monitoramento da circulação do HPV (papilomavírus humano) entre mulheres jovens atendidas pela rede pública de saúde do Distrito Federal. A iniciativa busca identificar quais tipos do vírus ainda circulam na população após a implementação da vacinação pelo Sistema Único de Saúde (SUS), contribuindo para o aprimoramento das estratégias de prevenção e rastreamento do câncer de colo do útero.
 

Intitulado “Testagem para presença de tipos de HPV (Vírus do Papiloma Humano) em mulheres jovens atendidas pela rede pública de saúde do DF”, o estudo teve início há cerca de quatro anos, sob coordenação da professora Fabiana Pirani Carneiro, da Universidade de Brasília. Atualmente, a pesquisa entra em uma nova etapa, coordenada pela professora Andrea Barretto Motoyama, com apoio da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec), responsável pelo suporte administrativo e financeiro desta fase do projeto.
 

Realizada ao longo dos últimos quatro anos, a pesquisa já contou com a participação de aproximadamente 300 mulheres. O foco é avaliar a presença de diferentes tipos de HPV em uma geração que cresceu durante a implementação da vacinação contra o vírus no Brasil, permitindo analisar o impacto da imunização na circulação dos genótipos associados ao câncer de colo do útero.
 

“O projeto tem dois objetivos principais: verificar a presença de HPV em mulheres jovens elegíveis à vacinação pelo SUS e identificar se tipos de alto risco ainda circulam entre mulheres vacinadas, analisando quais são eles”, explica a professora Andrea Barretto Motoyama, coordenadora da atual etapa da pesquisa.
 

Os resultados preliminares observados até o momento são considerados promissores. Segundo a pesquisadora, o HPV16 — um dos principais responsáveis pelo desenvolvimento do câncer de colo do útero em todo o mundo — não foi identificado entre as participantes avaliadas até agora. “Os resultados preliminares são bons e mostram que o HPV16 não foi encontrado na nossa população. Isso indica que estamos no caminho certo para a erradicação do câncer de colo do útero”, afirma.
 

Nova etapa amplia acompanhamento
 

Após a conclusão da primeira fase, coordenada pela professora Fabiana Pirani Carneiro e financiada pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) e pela Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), o projeto inicia agora uma segunda etapa, sob coordenação da professora Andrea Barretto Motoyama. Esta fase é financiada por meio de emenda parlamentar da senadora Leila Barros e conta com apoio administrativo e financeiro da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec).
 

Nesta etapa, serão incluídas mais 250 participantes. Desse total, até 120 mulheres que apresentaram alguma alteração nos exames realizados anteriormente serão acompanhadas novamente pelos pesquisadores. Outras 130 participantes serão incorporadas ao estudo, ampliando a base de dados e fortalecendo a análise epidemiológica.
 

A coleta das amostras ocorre na Unidade Básica de Saúde 1 da Cidade Estrutural e no Hospital Materno Infantil de Brasília (HMIB), que recebe participantes de diferentes regiões administrativas do Distrito Federal. A expectativa é que os resultados parciais sejam divulgados em publicações científicas nos próximos meses, enquanto a conclusão da pesquisa está prevista para ocorrer entre 18 e 24 meses.
 

Além da produção de conhecimento científico e da formação de graduandos e pós-graduandos, o estudo também prevê ações educativas voltadas à conscientização da população sobre vacinação, prevenção de infecções sexualmente transmissíveis e importância dos exames de rastreamento. “Temos as ferramentas necessárias para erradicar o câncer de colo do útero. A vacinação é segura, protege contra o câncer e, associada ao rastreamento adequado e às práticas sexuais seguras, pode transformar essa realidade. Agora precisamos ampliar o acesso e a adesão a essas estratégias”, conclui Andrea Motoyama.

Diversom ZaS – Zero a Seis Diversom ZaS segue circulação pela rede pública de educação infantil 

Foto divulgação

Projeto itinerante leva parque sonoro, brinquedos musicais inéditos e oficinas para crianças de 0 a 6 anos em Centros de Educação da Primeira Infância do Distrito Federal

Depois de passar pelo CEEDV, no Plano Piloto, e pelos CEPIs de Samambaia e Recanto das Emas, o Diversom ZaS – Zero a Seis chega agora Ceilândia e segue circulação por Brazlândia, Guará, Núcleo Bandeirante, Paranoá, Planaltina e Sobradinho. O projeto itinerante leva experiências sensoriais e musicais inéditas para crianças de 0 a 6 anos, reunindo parque sonoro, oficinas de sensibilização musical e atividades voltadas a educadores e famílias, ampliando o acesso à cultura desde os primeiros anos da infância. A iniciativa é realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

Inspirado no universo lúdico e interativo do Diversom, o novo projeto foi pensado especialmente para a primeira infância, faixa etária que ainda encontra poucas estruturas culturais e recreativas adaptadas às suas necessidades. A proposta alia arte, educação e desenvolvimento infantil a partir da criação de brinquedos inéditos, desenvolvidos com foco em segurança, acessibilidade e estímulos sensoriais. Antes da circulação, o projeto passou por uma etapa de pesquisa dedicada ao estudo de materiais, possibilidades acústicas e soluções de engenharia apropriadas para crianças pequenas.

Para Luciano Porto, criador do Diversom ZaS ao lado de Márcio Vieira, a iniciativa nasce de uma escuta atenta sobre a infância e sobre a importância de criar espaços onde as crianças possam experimentar o mundo de forma livre, segura e sensível. “A música, o som e o brincar são ferramentas fundamentais no desenvolvimento cognitivo, emocional e afetivo, especialmente nos primeiros anos de vida. Queremos proporcionar experiências que despertem curiosidade, autonomia, imaginação e vínculos, aproximando também educadores e famílias desse processo de descoberta”,explica.

Entre os brinquedos criados especialmente para o projeto estão a gangorrinha de bolinhas, que mistura movimento e estímulos sonoros; o escorregador sensorial, com diferentes texturas e respostas acústicas; o BalanSOM, que transforma o balanço em experiência rítmica; a Arvorezinha Sonora, que reage aos movimentos das crianças; o Cavalinho Pó-có-tó, que recria o som do galope; além da Canoa Sonora e de instrumentos percussivos melódicos adaptados para a primeira infância.

Segundo Márcio Vieira, cada estrutura foi pensada para estimular diferentes formas de percepção e interação. “A criança brinca, mas ao mesmo tempo experimenta ritmo, escuta, coordenação motora, equilíbrio e criatividade. É uma experiência muito intuitiva, onde o corpo e o som se conectam de forma natural”, observa.

Ao integrar música e brincadeira, o Diversom ZaS atua diretamente no desenvolvimento físico, cognitivo, social e afetivo das crianças. As experiências sonoras compartilhadas estimulam comunicação, interação e aprendizagem coletiva, além de fortalecer vínculos familiares e comunitários. Em cada cidade participante, o projeto também realiza oficinas de sensibilização musical voltadas à comunidade escolar, envolvendo educadores e familiares em práticas que articulam música, escuta e desenvolvimento infantil.

Com expectativa de beneficiar cerca de duas mil crianças, o Diversom ZaS consolida-se como uma importante ação de descentralização cultural e formação de novas plateias, promovendo acesso à arte e à música desde a primeira infância.

SERVIÇO

Diversom ZaS – Zero a Seis
Parque sensorial sonoro itinerante para crianças de 0 a 6 anos

Ceilândia
CEPI Orquídeas do Cerrado – EQNP 8/12, P Sul
Período: 6 a 10 de julho
Oficina: 06/07, das 9h às 10h30

Brazlândia
CEPI Aroeiras – Quadra 03, Conjunto H, Área Especial, Setor Veredas
Período: 27 a 31 de julho
Oficina: 27/07, das 9h às 10h30

Guará
CEPI Lobo Guará – QE 01, Conjunto E, Lote 02, Área Especial, Lúcio Costa
Período: 3 a 7 de agosto
Oficina: 03/08, das 9h30 às 11h

Na sequência, o projeto passará ainda por Núcleo Bandeirante, Paranoá, Planaltina e Sobradinho.

Férias escolares

Divulgação

Programação de inverno do Centro Cultural TCU

Entre 14 e 24 de julho, o Centro Cultural TCU oferece oficinas educativas de arte para toda a família .
As atividades exploram diferentes linguagens artísticas, como criação visual, têxtil, teatral e de escultura .

Confira as atividades por dia:

🗓️ 14 e 22 de julho (criação visual)
Desenho maluco e composição visual: venha desenhar por outros traços e sob novas perspectivas. Faixa etária: livre

🗓️ 15 e 23 de julho (criação têxtil)
Ornamento de feltro, tear de panamá: dê vida a novas formas com técnicas básicas de costura. Faixa etária: 6+

🗓️ 16 e 24 de julho (criação teatral)
Teatro-dança e teatro de papel: outras maneiras de vivenciar o mundo cênico. Faixa etária: 5+

🗓️ 17 e 21 de julho (criação de escultura )
Dobradura e corte-encaixe: esculturas que nascem do vinco e do papel. Faixa etária: 5+

Espaço Aberto
Além da Programação de Inverno, o Programa Educativo do Centro Cultural TCU promove o ciclo de oficinas educativas e gratuitas do Espaço Aberto aos finais de semana . São atividades desenvolvidas em diálogo com a exposição “Festa de Luz: as festas populares e a arte brasileira” , em cartaz até 12 de setembro.

Serviço
Programação de inverno do Centro Cultural TCU
Data: 14 a 24 de julho
Horário: pela manhã, das 10h às 11h e das 11h20 às 12h20 ; e pela tarde, das 15h às 16h e das 16h20 às 17h20
Local: Centro Cultural TCU (St. de Clubes Esportivos Sul Trecho 3)
Entrada gratuita
Informações: (61) 3527-5221 / Instagram: @centroculturaltcu

Mais de 50 cursos gratuitos: CIEE Saber Virtual é opção para capacitação nas férias de julho

Foto divulgação

O ambiente virtual ultrapassou 1,7 milhão de matrículas e o catálogo de cursos inclui lançamentos recentes e trilhas para o fortalecimento de habilidades técnicas e comportamentais

As férias escolares e acadêmicas de julho são o período ideal para quem deseja conciliar o descanso e a capacitação profissional. O momento de pausa nas aulas abre espaço para explorar novas áreas de conhecimento, enriquecer o currículo e portfólio, além de fortalecer competências para se destacar no mercado de trabalho.

Alinhado com esse objetivo, o CIEE Saber Virtual, plataforma de cursos gratuitos do Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, já soma mais de 1,7 milhão de matrículas desde 2018e atualmente conta com mais de 37 mil estudantes cadastrados em 2026, até o momento. A plataforma oferece 53 cursos onlines com certificado de conclusão, destinados às habilidades técnicas e comportamentais, desenvolvimento profissional e ampliação de criatividade e protagonismo.

Entre os lançamentos deste ano no ambiente virtual estão os cursos Além do Like e Orientação Profissional – PUC-SP. Ambas as novidades são estruturadas em quatro módulos com conteúdos integrados que misturam dinâmicas interativas para exercitar o pensamento crítico e escolhas na vida profissional e pessoal.

A busca por qualificação também se reflete nas capacitações que foram mais procuradas nos últimos meses. Ao todo, os cursos já contabilizaram mais de 80 mil matrículas no primeiro semestre do ano. Focadas no aprimoramento de habilidades práticas, estratégias e processos criativos, os cursos mais queridos foram:

●     Planilhas no Excel

●     Documentos no Word

●     Como Falar Bem

●     Organize seu tempo

●     A Arte da Superação

“O CIEE Saber Virtual oferece aos estudantes, jovens e adolescentes a oportunidade de ampliar o conhecimento e desenvolver competências importantes para o mundo do trabalho por meio de cursos gratuitos e acessíveis. Nosso objetivo é contribuir para a formação desses jovens, incentivando o protagonismo em suas próprias trajetórias e preparando-os para fazer escolhas mais conscientes sobre o futuro, ampliando as possibilidades de desenvolvimento pessoal e profissional”, afirma a superintendente de Ação Social e Filantropia do CIEE, Maria Nilce.

Para acessar o Saber Virtual, o estudante deverá entrar no Portal CIEE e seguir o passo a passo: clicar na aba “Soluções” e, em seguida, em “Quero me preparar”. Depois, selecionar “Cursos Saber Virtual”, que será direcionado para a página de cadastro com login e senha, e conseguirá ter todo o catálogo dos cursos disponíveis. Para acesso simplificado, basta clicar no link: sabervirtual.ciee.org.br

Passo a passo para acessar o Saber Virtual:

O estudante deverá ser cadastrado no Portal CIEE e utilizar o mesmo login, digitando o seu CPF ou login de estudante, juntamente com a sua senha.

Portal CIEE:

Clicar na aba “Soluções” e, em seguida, em “Quero me preparar”. Depois, selecionar “Cursos Saber Virtual”, que será direcionado para a página de cadastro com o CPF ou login de estudante, juntamente com a sua senha, e conseguirá ter todo o catálogo dos cursos disponíveis. Para acesso simplificado, basta clicar no link: sabervirtual.ciee.org.br

Criando o cadastro no Portal CIEE, além de ter acesso aos cursos do CIEE Saber Virtual e se capacitar durante as férias, é possível ainda voltar do descanso escolar ou universitário com trabalho garantido – seja como aprendiz ou estagiário. O mês de julho é um ótimo momento para “preparar o terreno” e deixar seu perfil pronto para conquistar uma vaga assim que o segundo semestre se iniciar. Para acessar o portal basta acessar o link: https://portal.ciee.org.br/

CIEE 62 anos: Imparável
Desde sua fundação, o Centro de Integração Empresa-Escola – CIEE, maior ONG de inclusão social e trabalho jovem da América Latina, se dedica à inserção de jovens no mundo do trabalho. Além disso, a instituição, responsável pela inserção de 7 milhões de brasileiros no mundo do trabalho, mantém cursos online gratuitos para qualificar a juventude e uma série de ações socioassistenciais voltada à promoção do conhecimento e fortalecimento de vínculos de populações prioritárias.

Confira aqui o nosso novo logo desde agosto/2023.

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ciee.online

Férias no Conjunto Nacional têm diversão e tecnologia com oficinas de Robótica BSB

Divulgação

Quem procura uma programação diferente para as férias escolares já tem destino certo. O Shopping Conjunto Nacional recebe, nos dias 4, 5, 11 e 12 de julho, a Oficina de Robótica para Crianças, iniciativa que combina educação, inovação e entretenimento em atividades desenvolvidas para estimular a criatividade e o raciocínio lógico dos pequenos.

Durante a atividade, os participantes poderão explorar diferentes estações de robótica, escolher projetos de acordo com seus interesses e colocar a mão na massa com o acompanhamento de professores especializados. Os kits e materiais são fornecidos pela organização, proporcionando um ambiente seguro e estimulante para despertar o interesse pela ciência, tecnologia, engenharia e programação desde a infância.

Cada estação apresenta um desafio diferente, permitindo que as crianças desenvolvam habilidades como raciocínio lógico, criatividade, resolução de problemas e trabalho em equipe enquanto constroem e experimentam projetos tecnológicos. As oficinas terão sessões de 30 minutos (R$ 50) e 60 minutos (R$ 90).

Para o gerente de Marketing do Conjunto Nacional, Thiago Araújo, a novidade amplia as opções de lazer durante o período de férias. “Queremos oferecer experiências que vão além da diversão, e a oficina de robótica estimula a criatividade, desperta a curiosidade das crianças e transforma o shopping em um espaço de aprendizado, convivência e inovação para toda a família.”

A iniciativa integra a programação especial de férias do Conjunto Nacional, que neste ano celebra 55 anos de história oferecendo experiências para toda a família. Além de proporcionar entretenimento, o evento reforça o compromisso do shopping em incentivar atividades educativas e aproximar crianças do universo da inovação e da tecnologia.

Serviço
Oficina de Robótica para Crianças – Robótica BSB
Datas: 4 e 5 de julho | 11 e 12 de julho
Local: Shopping Conjunto Nacional
Sessões: 30 minutos (R$ 50) ou 60 minutos (R$ 90)