Categoria: Cultura, Entretenimento

Gama Art Day ocupa o Gama com 12 horas de música, arte urbana, formação e economia criativa

Foto divulgação

Em 19 de setembro, festival gratuito reúne Garage Fuzz, Lumma, Kids Grace, Degraff e Mixine, além de grafite, skate, dança, capoeira e economia criativa na Pista de Skate do Gama

Música, grafite, quadrinhos, dança, capoeira, skate, artesanato e outras expressões da cultura independente ocuparão o Gama em 19 de setembro, durante a segunda edição do Gama Art Day. Gratuito e com 12 horas de programação, o festival toma a Pista de Skate do Gama com atividades que combinam shows, formação, esporte, arte urbana e economia criativa, ao mesmo tempo em que propõe uma intervenção artística no espaço.

A programação começa pela manhã e segue até a noite, com workshops de grafite e danças urbanas, campeonato de skate, capoeira, intervenções artísticas, feiras de artesanato e quadrinhos, adoção de animais, gastronomia e DJ. A partir das 17h, a música assume o palco com Kids Grace, Lumma, Mixine, Degraff, , todas do Distrito Federal, até a apresentação da paulistana Garage Fuzz, ícone do hardcore brasileiro e principal atração musical desta edição.

A Garage Fuzz chega ao Gama trazendo para o festival uma trajetória construída ao longo de décadas na cena independente nacional. Sua presença ao lado de bandas do Distrito Federal ajuda a estabelecer uma das pontes propostas pelo evento: aproximar diferentes gerações, trajetórias e circuitos da música independente, ao mesmo tempo em que amplia a visibilidade da produção artística realizada na região.

Mas é a própria Pista de Skate do Gama que costura as diferentes frentes da programação. Em vez de funcionar apenas como endereço do evento, ela integra sua proposta. Um espaço cotidiano de encontro, esporte e sociabilidade juvenil, ganha novas marcas visuais produzidas durante o festival.

Além de arte e atitude, o festival também abre espaço para o esporte, com um campeonato julgado por Punk, professor de skate e representante da cena da cidade. Ao incorporar skatistas e referências locais à programação, o Gama Art Day reconhece uma cultura que já ocupa a pista antes da chegada dos palcos, feiras e demais estruturas do evento.

Para Priscilla Silva, idealizadora, produtora cultural e proponente do projeto, é justamente essa relação com um espaço já apropriado pela comunidade que orienta a escolha do local. “A pista de skate já é, naturalmente, um lugar de encontro, especialmente para os jovens. Quando levamos para esse espaço todas essas linguagens, fortalecemos algo que já existe ali: a criatividade, a convivência e o sentimento de pertencimento. Queremos que o Gama Art Day dialogue com quem vive a cidade, com quem produz arte aqui e com quem ocupa esse espaço por meio do esporte”, afirma.

O Gama Art Day conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (FAC-DF).

CULTURA URBANA PARA VER, FAZER E COMPARTILHAR

Se os shows concentram parte da programação no palco, outras atividades convidam o público a se aproximar dos processos de criação. A proposta formativa da segunda edição aparece especialmente nos workshops e nas intervenções realizadas ao longo do dia, aproximando artistas, praticantes e quem deseja ter um primeiro contato com essas linguagens.

No grafite, Curujito conduz o workshop dedicado à prática e aos processos dessa expressão artística. Paralelamente, a pista ganha novas cores e traços com as intervenções de Amanda (Santa Surda), Bruno Kabelo, Pedro Chavez, MOG e Raul Lopes — os quatro últimos selecionados por meio de edital. O público poderá acompanhar os trabalhos sendo construídos e, ao fim do festival, parte dessa produção permanecerá incorporada à paisagem do local.

A dança entra nessa mesma lógica de participação. Dáfne Ariel conduz o workshop de danças urbanas, trabalhando o corpo como linguagem ligada à música, à identidade e às manifestações que nasceram e se desenvolveram nas ruas. Já o professor Gabriel, do Massapê Capoeira, leva à programação uma expressão que conecta movimento e musicalidade a uma tradição marcada pela ancestralidade, pela transmissão de saberes e pela prática coletiva.

A trilha sonora da tarde fica por conta do DJ Brotha, antes da sequência de shows que começa às 17h. Dessa forma, a programação atravessa diferentes linguagens sem estabelecer fronteiras rígidas entre formação, apresentação, esporte e convivência — quem chega para assistir a uma banda pode encontrar uma intervenção de grafite em andamento, acompanhar o skate, participar de uma atividade ou conhecer outros artistas e iniciativas da região.

A dimensão comunitária alcança ainda a causa animal, com ponto de coleta de doações para o Abrigo Flora e Fauna durante todo o evento, além da feirinha de adoção. A iniciativa se soma às feiras, à gastronomia e às demais atividades que fazem do Gama Art Day um espaço de permanência ao longo de todo o dia, para além dos horários dos shows.

ECONOMIA CRIATIVA E VIDA COMUNITÁRIA

Ao redor da pista, outras atividades ajudam a criar um ambiente de permanência e circulação durante todo o dia. A programação inclui feira de artesanato, feira de histórias em quadrinhos (HQs), espaço gastronômico e feirinha de adoção de animais.

A presença dessas iniciativas amplia o alcance do Gama Art Day e abre espaço para empreendedores criativos, artistas gráficos, quadrinistas, artesãos e projetos ligados à própria comunidade.

O resultado é um evento pensado não apenas para quem acompanha determinada banda ou atividade, mas também para famílias, moradores, jovens e frequentadores da região, que podem chegar, circular e descobrir diferentes expressões culturais no mesmo espaço.

Para o projeto, essa diversidade é especialmente importante porque reafirma o Gama como território produtor de cultura. Ao realizar um festival multicultural fora do circuito central de Brasília, o Gama Art Day contribui para ampliar o acesso à programação artística gratuita e, ao mesmo tempo, valoriza artistas, iniciativas e públicos das regiões administrativas do Distrito Federal.

ACESSIBILIDADE COMO PARTE DA EXPERIÊNCIA

A acessibilidade integra a concepção do festival. O Gama Art Day contará com intérpretes de Libras, audiodescrição, audioguia, comunicação acessível e estrutura destinada a pessoas com deficiência e mobilidade reduzida.

A proposta é permitir que diferentes públicos possam não apenas estar presentes, mas acompanhar e participar efetivamente das atividades oferecidas.

PROGRAMAÇÃO

9h – Início das atividades

Feirinha de adoção de animais
Feira de artesanato
Feira de HQs
Espaço gastronômico

10h – Workshop de Grafite
Com Curujito

11h – Capoeira
Com professor Gabriel – Massapê Capoeira

14h – Workshop de Danças Urbanas
Com Dáfne Ariel

16h – DJ Brotha

17h – Mixine

18h – Degraff

19h – Kids Grace

20h – Lumma

21h – Garage Fuzz

SERVIÇO

Gama Art Day – 2ª edição

Data: 19 de setembro de 2026, sábado
Horário: a partir das 9h
Local: Pista de Skate do Gama
Entrada: gratuita
Classificação: livre
Acessibilidade: Libras, audiodescrição, audioguia, comunicação acessível e estrutura para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida
Realização: com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF)

Musical “Amor em Pedaços” encerra temporada 2026 com apresentação no Complexo Cultural de Samambaia

Foto divulgação

Espetáculo inspirado em sucesso da Broadway percorreu diferentes regiões do DF e promoveu ações de democratização do acesso à cultura

Depois de passar pelo SESC Gama e pelo Espaço Cultural Renato Russo, o musical “Amor em Pedaços” chega ao fim da temporada 2026 nesta sexta-feira (11/09), com duas apresentações no Complexo Cultural de Samambaia, às 14h30 e às 20h. A sessão marca o encerramento de uma circulação que levou música, teatro e histórias de afeto a diferentes públicos do Distrito Federal.

Livremente inspirado no renomado musical Waitress, da Broadway, “Amor em Pedaços” apresenta uma adaptação brasileira que combina humor, sensibilidade e música para contar uma história sobre amizade, recomeços e a busca por autonomia. Na trama, Jenna encontra na cozinha e na confeitaria um espaço de acolhimento diante dos desafios de sua vida pessoal. Ao lado das amigas Becky e Dora, ela descobre que novos caminhos também podem ser construídos a partir dos vínculos, dos afetos e das relações que cultivamos.

Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), o espetáculo foi adaptado pela primeira vez em 2024 e retorna em 2026 com novo elenco e trilha sonora traduzida pelo premiado versionista Rafael Oliveira. A montagem preserva a essência da obra original, mas aposta em uma abordagem conectada à realidade e à sensibilidade do público brasileiro.

Teatro como espaço de encontro
Um dos destaques da temporada foi a proposta de aproximar o espetáculo de públicos que tradicionalmente encontram barreiras para acessar a produção cultural. Ao longo da circulação, “Amor em Pedaços” recebeu representantes e integrantes de diferentes instituições sociais e educacionais, ampliando o diálogo entre a produção artística e a comunidade.

Entre as instituições que participaram das apresentações estão a Associação de Surdos Gama; CEM 03 Gama – Educação de Jovens e Adultos; CEF 10 Gama – Educação de Jovens e Adultos; CECON Gama Sul; CEPAVs; SESCs + Vividos Gama; Clube da 3ª Idade Gama; Instituto Sociocultural Fonte de Luz; Elas – Rede de Enfrentamento à Violência contra a Mulher do Gama e Santa Maria; Rede EJA – Samambaia; Instituto de Promoção das Pessoas com Deficiência Visual; e Associação Jasminas – Casa Jasmim.

A iniciativa reforça a proposta do projeto de fazer da arte também um espaço de convivência, representatividade e acesso. Ao todo, 520 ingressos gratuitos foram destinados a mulheres atendidas pelos Centros Especializados de Atendimento à Mulher (CEPAVs), estudantes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e pessoas com deficiência.

Para o produtor Victor Meira, a circulação amplia o alcance da montagem e fortalece a relação entre teatro e comunidade. A proposta é criar uma atmosfera acolhedora, em que a cozinha, que é um elemento central da narrativa, funciona como espaço simbólico de memórias, encontros e descobertas.

SERVIÇO:
Amor em Pedaços – o musical 
Quando: 11/09. Sexta-feira, às 14h30 e às 20h
Onde: Complexo Cultural de Samambaia – Quadra 301 Conjunto 05 Lote 01- Samambaia/DF
Ingressos: R$ 10,00 (meia-entrada) | R$ 20,00 (inteira)
Onde retirar: www.sympla.com.br/evento/amor-em-pedacos/3505559 

Classificação indicativa: livre
Mais informações: @amorempedacosmusical

Zé Neto & Cristiano e Mariana Fagundes são confirmados no Caldas Country Festival 2026

Dupla sertaneja e cantora se juntam ao line-up da última etapa do Circuito Sertanejo, que acontece nos dias 20 e 21 de novembro, em Caldas Novas (GO)

O Caldas Country Festival 2026 acaba de anunciar mais duas atrações para sua próxima edição: Zé Neto & Cristiano e Mariana Fagundes. Os artistas se juntam ao time de nomes já confirmados para o festival, que acontece nos dias 20 e 21 de novembro, em Caldas Novas (GO), e encerra o calendário do Circuito Sertanejo.

Uma das duplas de maior destaque do sertanejo contemporâneo, Zé Neto & Cristiano retornam ao Caldas Country com um repertório repleto de sucessos que marcaram a trajetória dos artistas. Com hits como “Largado às Traças”, “Notificação Preferida”, “Seu Polícia”, “Barulho do Foguete” e “Oi Balde”, a dupla promete um show para cantar do início ao fim ao lado do público.

Ao lado dos artistas, Mariana Fagundes estreia no line-up desta edição, levando ao palco sua voz e sua identidade dentro da música sertaneja. A cantora se destaca por transitar entre diferentes vertentes do gênero e por um repertório que combina grandes sucessos sertanejos com músicas autorais, ampliando a presença feminina na programação do festival.

As novas confirmações reforçam a proposta do Caldas Country de reunir diferentes gerações, estilos e momentos da música sertaneja em uma mesma programação. A dupla, já consolidada entre os grandes nomes do gênero, divide espaço com uma nova geração de artistas que vem ganhando cada vez mais espaço no cenário nacional.

“O Caldas Country tem essa característica de reunir artistas que representam diferentes momentos do sertanejo e, principalmente, um público que conhece e vive essas músicas. Zé Neto & Cristiano chegam com uma trajetória muito forte e uma conexão enorme com os fãs, enquanto a Mariana representa essa renovação e a força que as mulheres têm conquistado cada vez mais no gênero”, afirma Felipe Paiva, head de negócios do Grupo DVT, empresa responsável pelo Caldas Country Festival e pelo Circuito Sertanejo.

A edição de 2026 já confirmou nomes como Gusttavo Lima, Zezé Di Camargo & Luciano, Hugo & Guilherme e Natanzinho Lima, além das novas atrações anunciadas. A programação completa e outras novidades serão divulgadas ao longo dos próximos meses.

Realizado anualmente em Caldas Novas, o festival reúne milhares de fãs de todo o Brasil e encerra o Circuito Sertanejo, projeto que conecta alguns dos principais eventos de música sertaneja do país. Além dos shows, a edição de 2026 contará com experiências e ativações que serão anunciadas ao longo dos próximos meses.

Além dos shows, o festival promete novas experiências, ativações e novidades que serão anunciadas nos próximos meses. Mais informações sobre ingressos e setores estarão disponíveis nos canais oficiais do evento.

Serviço – Caldas Country Festival 2026

Data: 20 e 21 de novembro

Endereço: Solar de Caldas – Caldas Novas, nº000 – Caldas Novas (GO) – CEP 75690-000

Ingressos pela Total Acesso, em breve

Informações e ingressos pelo site oficial

Sobre o Caldas Country Festival

O Caldas Country Festival é o primeiro festival sertanejo do Brasil e a sexta e última etapa do Circuito Sertanejo. O evento, que acontece em Caldas Novas (GO), reúne, em dois dias, diversos artistas de renome da música brasileira, do sertanejo e de outros estilos musicais de sucesso, com shows para mais de 25 mil pessoas por dia.

Sobre o Circuito Sertanejo

O Circuito Sertanejo é a maior plataforma de shows do Brasil e reúne os seis principais eventos de música sertaneja do país: Expo Londrina, Ribeirão Rodeo Music, Pedro Leopoldo Rodeio Show, Festa do Peão de Boiadeiro Barretos, Jaguariúna Rodeo Festival e Caldas Country Festival. A iniciativa é fruto das parcerias entre Together – unidade de negócios da Ambev, que atua como facilitadora no mercado de grandes eventos, conectando pessoas, soluções e serviços – e a Diverti – empresa do Grupo DVT – com organizadores de cada uma das etapas do Circuito.

Sobre o Grupo DVT

O Grupo DVT é um grupo empresarial que gera negócios a partir do entretenimento. Suas empresas oferecem soluções completas na gestão de marcas e eventos, com competências que abrangem desde a criação e produção de eventos até a gestão de dados, marketing de influência, operação de alimentos e bebidas, tecnologia, e ativações de marcas. Com sede em São Paulo, o Grupo DVT é um dos mais completos grupos de entretenimento e negócios do Brasil. Isso porque acredita na conexão entre marcas e públicos a partir da criação de experiências que geram resultados. Para cumprir essa missão, o grupo conta com um portfólio de marcas reconhecidas nacionalmente, como Circuito Sertanejo, Jaguariúna Rodeo Festival, Caldas Country Festival, Ribeirão Rodeo Music, Camarote Bar Brahma e Coala Festival. Fazem parte do Grupo DVT as empresas Diverti, Total Acesso, Cooler DVT, ClanDVT, Coala Music e Instituto de Compromisso com o Desenvolvimento Humano (ICDH).

Mostra Violas Brasileiras: Da Raiz Ao Contemporâneo chega a Brasília com Programação Gratuita no CCBB

Foto divulgação

Evento, que será realizado em quatro dias consecutivos, irá reunir diferentes gerações de artistas para celebrar a diversidade das violas brasileiras 

Brasília recebe, de 10 a 13 de setembro, a Mostra Violas Brasileiras: Da Raiz ao Contemporâneo, iniciativa que reúne diferentes gerações de artistas para celebrar a riqueza, a diversidade e a permanência das violas na cultura musical brasileira. Com programação gratuita no CCBB Brasília, a mostra promove um encontro entre tradição e contemporaneidade por meio de apresentações musicais e seminários.

Idealizada pelo produtor cultural e coordenador do Projeto Violas Brasileiras, Júlio José, com direção artística do violeiro, compositor e pesquisador Ivan Vilela, a iniciativa apresenta diferentes expressões da viola em diversas regiões do país. Com isso, a proposta evidencia a diversidade de sonoridades, tradições, afinações, repertórios e formas de tocar que compõem a grande família das violas brasileiras, aproximando diferentes gerações de artistas, mestres, pesquisadores, intérpretes e novos talentos. 

Ressaltando que o universo da viola brasileira é formado por diferentes tradições e linguagens, a programação em Brasília começa na quinta-feira (10) com apresentações de Moreira Acopiara com os Repentistas, às 18h, e Bob Vieira, às 21h. Na sexta-feira (11), o público poderá assistir aos shows de Bilora, às 19h, e Cássio Nobre e Mestre Aurino, às 21h.

O sábado (12) concentra uma programação especial, começando às 13h com a Oficina de Afinações com Bob Vieira, seguida, às 15h, pelo show da Orquestra Roda de Viola com Dayane dos Reis. Às 16h30, será a vez de Diego Britto e Kauan Alves do Quilombo do Carrapato part Ruiter na percussão; às 18h, do Grupo Victor Batista e Galba; às 19h30, de Levi Ramiro; e, às 21h, de Carol Carneiro.

No domingo (13), último dia da Mostra, a programação começa às 19h30, com Volmi Batista. Já o encerramento, previsto para iniciar às 21h, ficará por conta de Miltinho Edilberto e Duda.

“A programação brasiliense amplia o diálogo proposto pela mostra entre diferentes territórios, gerações e formas de expressão da viola brasileira. Ao reunir apresentações musicais e uma atividade de formação, o evento oferece ao público não apenas a oportunidade de ouvir diferentes artistas, mas também de conhecer aspectos relacionados ao universo do instrumento e à diversidade de suas práticas”, afirma o produtor cultural Júlio José.

A passagem pelo CCBB Brasília integra a circulação da Mostra Violas Brasileiras: Da Raiz ao Contemporâneo, que apresenta ao público diferentes artistas, repertórios e formas de tocar, aproximando a tradição da produção musical contemporânea.

Programação

10/09 (Quinta-feira)

18h: Moreira Acopiara com Repentistas — Show

Moreira de Acopiara é o nome artístico de Manoel Moreira Júnior, nascido em 1961, no município de Acopiara. Poeta fecundo, estudioso das coisas do interior do Brasil e apaixonado pelo Nordeste brasileiro, desenvolve importante trabalho voltado para a cultura popular, notadamente a literatura de cordel.

21h: Bob Vieira — Show

Bob Vieira é violeiro, compositor e intérprete de Itapetininga (SP), com mais de quatro décadas dedicadas à música de raiz brasileira e à expansão contemporânea da viola caipira. Iniciou sua trajetória musical aos 20 anos, em contato direto com mestres da tradição caipira do interior paulista, experiência que moldou sua identidade artística e o consolidou como um dos principais nomes da viola no estado de São Paulo.

11/09 (Sexta-feira)

19h: Bilora — Show

Nome artístico de Valmir Ribeiro de Carvalho, Bilora atua como Músico desde 1990 quando começou a participar de Festivais da Canção na região do Vale do Mucuri, tornando-se um dos compositores mais premiados em Festivais da Canção pelo Brasil. Além de um pesquisador da cultura popular, ligado aos movimentos do universo da Viola Caipira mineira e brasileira, é um dos criadores da ANVB (Associação Nacional dos Violeiros do Brasil) onde atuou como presidente, organizando e participando de Seminários e Encontros de Viola Caipira em Minas, São Paulo e Brasília.

21h: Cássio Nobre e Mestre Aurino — Show

Cassio Nobre é maranhense radicado na Bahia desde 1987. Músico, compositor e

produtor musical e audiovisual desde a década de 1990, atuou na produção e direção musical de mais de 20 álbuns, incluindo os premiados álbuns Viola de Arame, Samba Chula de São Braz (Prêmio Pixinguinha), Samba de Nicinha (Petrobrás Cultural) e Mestre Aurino da Viola (Natura Musical). Já o Mestre Aurino da Viola nasceu em Teodoro Sampaio, Recôncavo Baiano. Cantador de chula e violeiro, herdou da família a arte da viola machete, instrumento raro cujo

construtor era seu tio Clarindo da Viola. Em 2022-2023 lançou o álbum duplo “Mestre Aurino de Maracangalha e sua viola” (Natura Musical), gravado em comunidades rurais do Recôncavo com os últimos detentores dos saberes da viola machete e do samba chula.

12/09 (Sábado)

13h: Oficina de Afinações com Bob Vieira

15h: Orquestra Roda de Viola com Dayane dos Reis — Show

Fundada em 2011 pelo violeiro Fábio Miranda e dirigida pelo violeiro Pedro Vaz desde 2014, a Orquestra Roda de Viola é um grupo brasiliense formado por violeiros e violeiras, amigos e amantes da música e da viola caipira que juntos se propõem a executar clássicos do cancioneiro caipira com arranjos autorais e instrumentais. A apresentação também contará com a participação da cantora, compositora e violeira nascida em Minas Gerais, Dayane dos Reis.

16h30: Diego Britto e Kauan Alves do Quilombo do Carrapato part Ruiter na percussão — Show

18h: Grupo Victor Batista e Galba — Show

Victor Batista é cantor, compositor, violeiro, pesquisador da cultura popular, produtor cultural, produtor musical, arte educador e contador de histórias. Nascido em Belo Horizonte, ao longo da carreira Victor Batista produziu e participou de vários projetos culturais pelo Brasil e exterior, lançando diversos álbuns e trabalhos autorais que destacam sua pesquisa e interpretação da música brasileira. Atualmente, em seu trabalho solo apresenta um espetáculo intimista de voz e viola caipira, transitando por diversas vertentes da música brasileira, com releituras de clássicos da MPB e canções autorais. Já Antônio João Galba é multi-instrumentista autodidata, compõe, canta e toca por intuição vários instrumentos, tais como a viola caipira, violão, violino, rabeca, bandolim, entre outros. Nascido em Guarda-Mor, cidade situada no noroeste mineiro, Galba gravou em 2012 o disco “Caçador de Lua”, seu primeiro CD solo que conta com composições próprias e de seu amigo Luiz Salgado.

19h30: Levi Ramiro — Show

Natural de Uru, pequena cidade do interior Paulista, o violeiro e artesão é conhecido por tocar em instrumentos que ele próprio constrói, como as violas de cabaça. Com base nos valores da cultura popular e elementos que formam nossa música Brasileira, Levi Ramiro celebra em suas composições, a poesia e simplicidade da vida interiorana. 

21h: Carol Carneiro — Show

A brasiliense Carol Carneiro é violeira, cantora e compositora com mais de 20 anos de estrada musical. Tem dois álbuns gravados, ambos trazendo a presença dos ritmos folclóricos, tradicionais do Brasil e de fronteira. Seu trabalho de pesquisa com a música brasileira reverberou no convite da Orquestra Sinfônica Brasileira em 2021 para representar a Região Centro Oeste do Brasil da figura da Cantadeira Violeira. Também faz parte do coletivo “Violeiras do Brasil”, que prestigia e fortalece o movimento das mulheres cantoras e violeiras de todo país.

13/09 (Domingo)

19h30: Volmi Batista — Show

Idealizador dos projetos “Núcleo de ensinamento da Viola”, que incentiva o ensino educacional para crianças sobre a música e sobre a viola caipira, e “Viola Em Canto de Mulher”, exclusivo para mulheres Violeiras, Volmi Batista promove a ascensão e difusão das culturas afrodescendentes, indígenas e europeias enquanto manifestações tradicionais. Também luta pela inserção, empoderamento e valorização das mulheres na concepção artística e na produção cultural de seus projetos, assim como a valorização do conceito Caipira enquanto identidade que expressa originalidade, autenticidade, brasilidade e estilo de vida.

21h: Miltinho Edilberto e Duda — Show

Miltinho Edilberto é músico, produtor e compositor premiado em mais de 30 Festivais. Se apresentando com frequência no premiadíssimo “Sr Brasil”, com Rolando Boldrin, e “Viola, minha viola” com Inezita Barroso, Edilberto é considerado pela crítica como um dos violeiros mais completos do Brasil. Passando por Oficinas e apresentações sobre Folclore Brasileiro, Miltinho vem preservando nossas raízes com pesquisa e criatividade após levar a Viola brasileira a 7 países da Europa (Alemanha, Espanha, França,Holanda, Inglaterra, Suíça e Portugal). Já Duda Stéfano é cantora, compositora e triangulista de São Carlos (SP), com trajetória dedicada ao forró pé de serra e à valorização da cultura nordestina. Artista do Sudeste, constrói sua identidade musical a partir do encontro entre suas raízes caipiras e a tradição do forró, unindo voz, triângulo e interpretação marcante.

Sobre o CCBB Brasília

Obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado no dia 12 de outubro de 2000 com o intuito de reunir, no mesmo espaço, diferentes formas de manifestações artísticas que englobam música, artes cênicas, artes visuais, entre outras.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília está sediado no Edifício Tancredo Neves e dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, salas de cinema, salas de teatro e jardins que possibilitam a realização de exposições, shows, espetáculos, exibições de filmes e demais performances artísticas.

Acessibilidade    

A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.    

 A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou, ainda, pelo QR Code na própria van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code, que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. 

Horários da van – de quinta a domingo:    

Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h    

CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30 

Fotos de divulgação

SERVIÇO

Mostra Violas Brasileiras: Da Raiz ao Contemporâneo

Data: 10 a 13 de setembro de 2026

Local: CCBB Brasília (Setor de Clubes Especial Sul Trecho 2 – Plano Piloto)

Ingressos: Entrada gratuita. Ingressos retirados no site bb.com.br/cultura ou na bilheteria do CCBB 

Classificação indicativa: Livre

Informações:  fone: (61) 3108-7600 | e-mail: ccbbdf@bb.com.br | site/ bb.com.br/cultura | Instagram/ @ccbbbrasilia | Tiktok/@ccbbcultura | YouTube/ Bancodobrasil 

Comitê de Cultura do DF abre formação gratuita em prevenção de riscos no trabalho cultural

Divulgação

Programação reúne cinco módulos, dois on-line e três presenciais, com conhecimento teórico e demonstrações práticas de técnicas de proteção coletiva e individual

De 14 a 18 de setembro, no período noturno, acontece o ‘Ciclo Formativo de Iniciação à Segurança do Trabalho na Cultura’, proposta introdutória com 5 módulos, aulas on-line e presenciais, abordando teoria e demonstrações práticas. A formação é promovida pelo Programa Nacional dos Comitês de Cultura no Distrito Federal (PNCC DF), e é voltada a produtores culturais, técnicos de palco, roadies, iluminadores, sonorizadores, cenotécnicos, artistas, educadores, monitores, equipes de apoio e coletivos que atuam em montagens, ensaios, oficinas e eventos.

Segundo a Associação Brasileira de Promotores de Eventos (Abrape), o setor vem crescendo em 2026 e, junto com a expansão do mercado, cresce também a exposição das equipes técnicas a riscos durante montagem de estruturas, choques elétricos em instalações provisórias e desabamento de palcos e cenários. O tema ganhou mais relevância nos últimos meses com o debate, no Ministério do Trabalho e Emprego, para a criação de uma Norma Regulamentadora específica para o setor de eventos, estabelecendo parâmetros mínimos de prevenção para todas as fases de uma produção, do planejamento à desmontagem.

“À medida que o setor cultural do Distrito Federal cresce, tanto em número de eventos quanto na dimensão e na complexidade dos eventos realizados, torna-se fundamental ampliar o conhecimento sobre segurança do trabalho. Termos produtores preparados para identificar situações emergenciais dentro de um evento, e assim acionar o profissional habilitado, garante que a entrega seja tão boa quanto foi planejada”, afirma Rafael Reis, coordenador-geral do PNCC DF.

É nesse cenário que o ciclo formativo se insere. Com carga horária total de 22 horas, o curso não substitui certificações técnicas obrigatórias, mas busca sensibilizar trabalhadoras e trabalhadores da cultura para a identificação de riscos e a adoção de boas práticas no dia a dia de produções artísticas. Flávia Moreira da Fonseca, engenheira de segurança do trabalho que irá ministrar a formação, explica que a “capacitação irá mostrar que a segurança também faz parte de uma produção cultural bem planejada e que pequenas atitudes podem prevenir acidentes e salvar vidas”.

Junto com Flávia, estarão presentes os profissionais Cleiton Rodrigues da Silva, especialista em segurança do trabalho, eletricidade industrial e prevenção em combate à incêndio, e Jonathan Tavares, engenheiro civil, supervisor de brigada e especialista em segurança contra incêndio.

As referências técnicas do curso gratuito incluem as Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho e Emprego, NR-5 (CIPA), NR-6 (EPI), NR-10 (segurança em eletricidade), NR-23 (proteção contra incêndios) e NR-35 (trabalho em altura), além de diretrizes internacionais de primeiros socorros. Nos encontros presenciais, serão feitas demonstrações práticas com instrutores e bombeiros treinados.

Metodologia

O percurso é dividido em cinco módulos, combinando encontros virtuais e presenciais:

  • Módulo 1 — Introdução à Segurança do Trabalho na Cultura (on-line): panorama dos principais riscos do setor, noções de prevenção e leitura de ambientes de trabalho. INSCRIÇÃO https://forms.gle/mrS1nqmLirFCjePv8 
  • Módulo 2 — Segurança em Eletricidade (presencial, no Espaço Cultural Mapati): princípios básicos de eletricidade, riscos elétricos comuns em eventos e boas práticas no manuseio de cabos e conectores. INSCRIÇÃO https://forms.gle/sm47pxhpvVSMjnZy8 
  • Módulo 3 — Segurança em Altura (presencial, no Espaço Cultural Mapati): fundamentos sobre risco de queda, uso de equipamentos e simulação orientada de procedimentos de trabalho em altura. INSCRIÇÃO https://forms.gle/XLfc2GrKH4MCTQmbA 
  • Módulo 4 — CIPA e EPIs (on-line): lógica da prevenção coletiva inspirada na CIPA e critérios de seleção, uso e conservação de equipamentos de proteção individual. INSCRIÇÃO https://forms.gle/KbDFzSUvpT1VgiJN6 
  • Módulo 5 — Primeiros Socorros e Combate a Princípio de Incêndio (presencial, no Espaço Cultural Mapati): noções de atendimento pré-hospitalar baseadas em protocolos internacionais de reanimação cardiopulmonar, manejo inicial de traumas e manuseio de extintores. INSCRIÇÃO https://forms.gle/kNFDbSzuJ89VxHJQ6 

Serviço

Ciclo Formativo de Iniciação à Segurança do Trabalho na Cultura
Datas: de 14 a 18 de setembro
Período: noturno
Local: módulo I e IV (on-line) e módulo II, III e V (Espaço Cultural Mapati – SHCGN 707, Bloco K, Casa 05 – Asa Norte)
Inscrição: gratuita

Qual é sua fragrância ideal para viver o Rock in Rio 2026? Descubra a sua vibe!

Foto divulgação

Perfumista Veronica Kato explica a proposta dos novos Boosters de Humor e como diferentes
combinações podem acompanhar cada mood do público na maratona de shows

Com a contagem regressiva para a maratona de shows do Rock in Rio 2026 já a todo vapor, a busca
pelo look e pela maquiagem perfeitos ganha um novo aliado indispensável na preparação: o
perfume! Afinal, encarar horas em frente aos palcos pede não apenas estilo, mas também uma boa
dose de energia, confiança e alto astral. De olho nessa jornada intensa de experiências e emoções, a
Natura, líder no mercado de beleza e cuidados pessoais na América Latina, apresenta uma inovação
que une perfumaria e neurociência: os novos Mood Boosters de Humor. Criadas e testadas pela
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Armandinho e Choro Livre celebram Jacob do Bandolim no Complexo Cultural do Choro

Foto divulgação

Com patrocínio master da Shell, programação reúne Tributo aos Mestres nos dias 10 e 11, Choro Livre Convida na quarta-feira (9) e Choro no Parque e Feijoada com Samba no sábado (12)

A obra de Jacob do Bandolim, um dos grandes nomes da história do choro, ganha novas interpretações no palco do Clube do Choro de Brasília nos dias 10 e 11 de setembro. Com patrocínio master da Shell, o Complexo Cultural do Choro recebe Armandinho Macêdo e o Regional Choro Livre para mais uma edição do Tributo aos Mestres, dedicada ao compositor e bandolinista. A programação da semana começa na quarta-feira (9), com Laura Medeiros, Carlos Pial e Marlene Souza Lima no Choro Livre Convida, e segue no sábado (12), com Choro no Parque e Feijoada com Samba.

Com mais de seis décadas dedicadas à música, Armandinho Macêdo construiu uma trajetória marcada pelo encontro entre tradição e experimentação. Filho de Osmar Macêdo, um dos criadores do trio elétrico, começou a carreira ainda criança e tornou-se uma referência da guitarra baiana e da música instrumental brasileira. À frente de projetos como A Cor do Som e Armandinho, Dodô e Osmar, levou sua música a mais de 20 países e, em 2024, recebeu o Prêmio da Música Brasileira de Melhor Solista e de Melhor Álbum Instrumental por Encontro das Águas, gravado com Yamandu Costa e indicado também ao Grammy Latino.

No Tributo aos Mestres, Armandinho se une ao Regional Choro Livre para revisitar a obra de Jacob do Bandolim, em um encontro que aproxima diferentes trajetórias da música instrumental brasileira. Considerado um dos nomes fundamentais da história do choro, Jacob deixou uma obra que permanece como referência para diferentes gerações de instrumentistas.

Mas a programação do Complexo começa na quarta-feira (9), às 19h30, com mais uma edição do Choro Livre Convida, conduzida pelo Regional Choro Livre. Desta vez, o palco recebe Laura Medeiros, Carlos Pial e Marlene Souza Lima, três artistas de diferentes gerações e trajetórias.

A jovem Laura Medeiros começou a cantar ainda muito pequena e ganhou projeção nacional ao participar da oitava temporada do The Voice Kids. Vinda de uma família de músicos, chamou atenção nas Audições às Cegas com sua interpretação de Carcará, que fez todos os técnicos virarem as cadeiras.

O percussionista maranhense Carlos Pial acumula cerca de 30 anos de trajetória na música instrumental brasileira, com trabalhos autorais, apresentações em diferentes estados do país e turnês internacionais. Também atuou como professor no Curso Internacional de Verão de Brasília (CIVEBRA) e recebeu, ao longo da carreira, reconhecimentos como instrumentista, intérprete e arranjador.

Completa o encontro Marlene Souza Lima, guitarrista, violonista, compositora, arranjadora e produtora musical. Com atuação em diferentes capitais brasileiras, apresentou-se no Sesc Brasil Instrumental, em São Paulo, e, em 2025, idealizou e produziu, ao lado do dramaturgo Sergio Maggio, o espetáculo Chiquinha Gonzaga – Entre Tempos.

No sábado (12), a programação segue com o Choro no Parque, levando a música para o Parque da Cidade, e com a tradicional Feijoada com Samba, no Clube do Choro, encontro que reúne música e gastronomia e já integra a programação do Complexo Cultural do Choro.

Para Henrique Neto, diretor da Escola Brasileira de Choro, encontros como esse traduzem a proposta do Complexo Cultural do Choro de preservar a memória do gênero e, ao mesmo tempo, mantê-lo em permanente diálogo com diferentes artistas e gerações. “Receber artistas como Armandinho e, ao mesmo tempo, abrir espaço para músicos que constroem a cena brasileira é uma forma de fortalecer o diálogo entre diferentes gerações e manter viva a tradição do choro e do samba. O Complexo Cultural do Choro é, antes de tudo, um espaço de encontro, formação e celebração da música brasileira.”

Com patrocínio master da Shell, o Complexo Cultural do Choro promove uma programação permanente de shows, rodas de choro e samba, atividades formativas e encontros musicais voltados à preservação, renovação e difusão da música brasileira. Em sua quarta edição, o projeto reafirma o compromisso de fortalecer a circulação do choro e de outros gêneros da música instrumental, aproximando artistas consagrados, novos talentos e o público.

“Na Shell, temos orgulho de construir parcerias que ajudam a manter viva a cultura brasileira e ampliam seu alcance para diferentes públicos e gerações. Ao lado do Complexo Cultural do Choro, contribuímos para preservar e fortalecer um dos gêneros mais importantes da nossa música, por meio de uma programação que conecta tradição, contemporaneidade e diversidade cultural”, comenta Monique Gonçalves, gerente executiva de Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios da Shell Brasil.

Sobre o Projeto

Em sua quarta edição, o Complexo Cultural do Choro reúne shows, rodas de choro e samba, ensaios abertos e atividades formativas voltadas à preservação e à renovação da música instrumental brasileira. Desenvolvido pela Escola Brasileira de Choro e pelo Clube do Choro de Brasília, o projeto também investe em ações de acessibilidade, com recursos de audiodescrição e interpretação em Libras mediante solicitação (sob demanda no 61 99868-2012).

Sobre o Regional Choro Livre

Criado a partir da trajetória de Reco do Bandolim, um dos fundadores do Clube do Choro de Brasília, o Choro Livre é um dos grupos mais tradicionais em atividade na capital. Com mais de quatro décadas de história, o regional construiu uma identidade própria ao equilibrar fidelidade à tradição com uma abordagem aberta e contemporânea do gênero.

Ao longo de sua trajetória, o grupo dividiu o palco com grandes nomes da música brasileira, como Moraes Moreira, Clementina de Jesus, Paulinho da Viola, Hermeto Paschoal e Sivuca, além de participar de turnês e festivais internacionais.

Hoje, o Choro Livre é a base dos projetos musicais do Clube do Choro de Brasília e segue como um dos principais difusores do gênero, conectando diferentes gerações em torno do choro.

Sobre a Shell

Desde 1913 no país, a Shell Brasil é uma companhia de energia integrada, com participação nos setores de Petróleo e Gás, Soluções Baseadas na Natureza, Pesquisa & Desenvolvimento e Trading, por meio da comercializadora Shell Energy Brasil. A companhia está presente ainda no segmento de Biocombustíveis por meio da joint-venture Raízen, que no Brasil também gerencia a distribuição de combustíveis da marca Shell. A Shell Brasil trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia.

Fique por dentro das notícias da Shell Brasil: inscreva-se no Shell Brasil News Alert (https://www.shell.com.br/imprensa/noticias-por-email.html )

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO

Quarta-feira (09/09)
19h30 – Choro Livre Convida com Laura Medeiros, Carlos Pial e Marlene Souza/

Quinta-feira (10/09)
20h30 – Tributo aos Mestres Armandinho e Regional Choro Livre em um tributo a Jacob do bandolim

Sexta-feira (11/09)
20h30 – Tributo aos Mestres Armandinho e Regional Choro Livre em um tributo a Jacob do bandolim

Sábado (12/09)
11h00 – Choro no Parque com os alunos da Escola Brasileira de Choro
12h00 – Feijoada com Samba

SERVIÇO
Complexo Cultural do Choro de Brasília

Dias: 9, 10, 11 e 12 de setembro (quarta-feira, quinta-feira, sexta-feira e sábado)
Endereço: Espaço Cultural do Choro – Setor de Divulgação Cultural – Eixo Monumental e Parque da Cidade, estacionamento 10
Telefone: (61) 3226-3969 e (61) 99868-2012
Acesso gratuito para Choro Livre Convida e Choro no Parque
Show Armandinho e Choro Livre ingressos à venda em:
Dia 10: https://www.bilheteriadigital.com/armandinho-e-choro-livre-em-tributo-a-jacob-do-bandolim-10-de-setembro
Dia 11: https://checkout2.bilheteriadigital.com/armandinho-e-choro-livre-em-tributo-a-jacob-do-bandolim-11-de-setembro
Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos


Fluir Festival abre seleção para artistas de Goiás, Minas Gerais e Distrito Federal

Foto divulgação

Seis atrações serão escolhidas para integrar a programação do festival, que acontece nos dias 10 e 11 de outubro, em Pirenópolis, com Gloria Groove, Seu Jorge, BaianaSystem e Marcelo D2; inscrições seguem até sexta-feira (4)

O Fluir Festival abriu uma seleção para artistas de Goiás, Minas Gerais e Distrito Federal interessados em integrar o line-up de sua próxima edição, marcada para os dias 10 e 11 de outubro, em Pirenópolis (GO). Seis atrações serão escolhidas para se apresentar no festival, que já tem entre os nomes confirmados Gloria Groove, Seu Jorge, BaianaSystem e Marcelo D2. As inscrições seguem até esta sexta-feira, 4 de setembro.

A iniciativa amplia o espaço destinado à produção musical da região dentro da programação do Fluir e abre uma oportunidade para que novos nomes dividam o festival com artistas de projeção nacional. A proposta, segundo a organização, é fortalecer progressivamente a presença de artistas locais e regionais também nas próximas edições.

Podem participar artistas, bandas e projetos musicais de diferentes gêneros e expressões da música brasileira, sem restrição a um único estilo. A intenção é permitir que a curadoria tenha contato com diferentes cenas e linguagens musicais em atividade nos três territórios contemplados pela seleção.

Para participar, os interessados devem enviar um portfólio com informações sobre trajetória artística, proposta musical, repertório, identidade do projeto, apresentações e experiências anteriores, materiais audiovisuais e relação com a cena musical regional.

A seleção das seis atrações ficará a cargo da curadoria do Fluir Festival, que levará em consideração a proposta artística dos trabalhos inscritos e sua relação com o conceito e a programação musical do evento.

Realizado pela Fluir Experiências, dos empresários Gabrielle Carvalho e Bruno Ribeiro, e pelo Piri Lounge, de Marcus Bruno Molinari e Eduardo Pacheco, o Fluir Festival chega a Pirenópolis nos dias 10 e 11 de outubro. A Fluir Experiências esteve à frente do TIM Music Goiás, realizado em Goiânia em 2024, enquanto o Piri Lounge assina diferentes eventos realizados na cidade histórica.

As inscrições para a seleção seguem abertas até 4 de setembro de 2026, por meio do formulário disponível na bio do Instagram @fluir.festival (https://fluirfestivalstaff.netlify.app/ ).

SERVIÇO

Seleção de artistas – Fluir Festival 2026
Inscrições: até 4 de setembro de 2026
Abrangência: artistas de Goiás, Minas Gerais e Distrito Federal
Vagas: seis atrações
Inscrições: formulário on-line disponível na bio do @fluir.festival

Fluir Festival 2026
Datas: 10 e 11 de outubro
Abertura dos portões: 16h
Local: Módulo Esportivo – Av. Dário Mendonça, esquina com Av. Nhonhô Godinho – próximo ao Aeroporto de Pirenópolis – Pirenópolis (GO)
Ingressos: a partir de R$ 150, nas modalidades de meia-entrada solidária e demais casos previstos em lei
Contato: Eduardo Pacheco – (62) 98151-4742Mais informações em https://www.instagram.com/fluir.festival/@fluir.festival

Encontro de Artes do Lago Oeste começa com oficinas e apresentações gratuitas de dança

Foto divulgaçãt

Primeiro final de semana do projeto reúne oficinas de dança afro e apresentações da Cia. Corpus Entre Mundos nos dias 5 e 6 de setembro, na Asproeste

O Encontro de Artes do Lago Oeste começa neste final de semana, dos dias 5 e 6 de setembro, com agenda dedicada à dança. Nos dois dias, a Asproeste recebe programação gratuita que reúne oficinas de dança afro e apresentações da Cia. Corpus Entre Mundos. A iniciativa, que segue até 27 de setembro, promove quatro finais de semana de atividades culturais no Lago Oeste, aproximando artistas, moradores e visitantes por meio de diferentes linguagens artísticas.

Neste final de semana, o público poderá participar de duas oficinas de dança afro por dia, ministradas por Dilo Paulo e Lenna Siqueira, da Cia. Corpus Entre Mundos. As atividades acontecem das 14h às 16h e das 16h às 18h. As oficinas são uma oportunidade para conhecer e experimentar elementos da dança afro em uma atividade de formação conduzida por artistas com atuação na linguagem. As inscrições para as oficinas são feitas pelo formulário eletrônico. 

À noite, a programação segue com apresentações da companhia. No sábado, às 19h, será apresentado SEMUTSOC, trabalho que integra a trajetória da Cia. Corpus Entre Mundos. No domingo, também às 19h, é a vez de EM SUAS MARCAS, apresentado pela mesma companhia. As duas obras atravessam temas como identidade, memória, ancestralidade, território e representatividade, colocando a dança em diálogo com questões sociais e culturais. 

“A participação da Corpus Entre Mundos reafirma a potência da arte como espaço de encontro, formação e transformação. Entre a prática da oficina e a experiência dos espetáculos, a companhia busca não apenas apresentar uma obra, mas criar conexões e provocar reflexões sobre os corpos, as histórias e as culturas que constituem nossa sociedade”, explica a integrante da companhia, Lenna Siqueira. 

A programação começa antes mesmo das oficinas, com a Feira de Produtores do Lago Oeste, das 9h às 17h. A atividade integra todos os finais de semana do encontro e reúne produção local em uma programação que busca aproximar cultura, economia e convivência comunitária.

Transporte gratuito e acessibilidade

Para facilitar a participação de moradores de outras regiões do Distrito Federal, o Encontro de Artes do Lago Oeste oferece transporte gratuito entre a Rodoviária do Plano Piloto e a Asproeste. No sábado e no domingo, os horários previstos são:

13h: Plano Piloto → Asproeste

16h15: Asproeste → Plano Piloto

17h15: Plano Piloto → Asproeste

21h30: Asproeste → Plano Piloto

O transporte é gratuito, mas é necessário realizar a inscrição prévia pelo formulário eletrônico. As vagas estão sujeitas à capacidade do transporte.

A iniciativa integra a proposta do encontro de ampliar o acesso à cultura em uma região do Distrito Federal que possui oferta reduzida de eventos artísticos. Moradora do Lago Oeste e organizadora do projeto, Bruna Martins destaca que a distância e a dificuldade de deslocamento são fatores que podem limitar a participação da população em atividades culturais realizadas em outras regiões. “Serão quatro finais de semana com oficinas e espetáculos gratuitos, na Asproeste –  um espaço que já é um ponto de encontro no bairro –,  oferecendo novas experiências culturais, movimentando o comércio local e fortalecendo laços entre moradores”, reforça a organizadora. 

A acessibilidade também está presente na programação do encontro. As atividades contam com recursos de inclusão de acordo com cada final de semana, incluindo interpretação em Libras, audiodescrição e legendas descritivas.

Próximos finais de semana

Depois da abertura dedicada à dança, o Encontro de Artes do Lago Oeste segue com uma programação que percorre diferentes linguagens. Nos dias 12 e 13 de setembro, o tema será cinema e audiovisual, com as oficinas Primeiros Passos na Criação de Vídeos com o Celular, com Bruno Zakarewicz, e Introdução ao Audiovisual: Planejamento e Criação com Celular, com Thaís Holanda. À noite, serão exibidas as mostras de curtas Cerrado em Cena e Cinema do DF, com abertura da fanfarra Sarrada nas Estrelas.

Em 19 e 20 de setembro, o encontro reúne música e circo, com oficinas de malabares, música, voz, corpo, ritmo e percussão. A programação também terá a apresentação A Encantaria Libélica, da Cia. Libélicas, e shows das fanfarras Pedra Fundamental , Tropicaos, Breguilhas Selvagens e Cumbias Psicodélicas.

O encerramento será nos dias 26 e 27 de setembro, com um final de semana dedicado ao teatro. Estão previstas as oficinas Brincando de Atuar, com Ana Matuza, e Atuação para o Teatro: Exercícios e Jogos, com Luciana Martins, além das apresentações das fanfarras Me Chame Pelo Nome e Maluvidas e dos espetáculos Umbigo do Infinito e A Batalha do Portal, do Coletivo Truvação.

Todas as atividades são gratuitas e acontecem na Asproeste, no Lago Oeste. As inscrições para as oficinas e para o transporte estão disponíveis por meio de formulários eletrônicos.

Este projeto é realizado pela Rang Cultural, pela Ana Martins Produções e pela Joana Piantino Produções, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). O encontro conta com apoio da Asproeste, da Horta do Preto, da La Pauta Comunicações e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec).

Programação 5 e 6 de setembro – Dança

Sábado (5/9)

9h às 17h – Feira de Produtores do Lago Oeste

14h às 16h – Oficina de Dança Afro com Dilo Paulo e Lenna Siqueira

16h às 18h – Oficina de Dança Afro com Dilo Paulo e Lenna Siqueira

19h – SEMUTSOC, da Cia. Corpus Entre Mundos

Domingo (6/9)

9h às 17h – Feira de Produtores do Lago Oeste

14h às 16h – Oficina de Dança Afro com Dilo Paulo e Lenna Siqueira

16h às 18h – Oficina de Dança Afro com Dilo Paulo e Lenna Siqueira

19h – EM SUAS MARCAS, da Cia. Corpus Entre Mundos

SERVIÇO — Encontro de Artes do Lago Oeste- Dança

Quando: 5 e 6 de setembro de 2026

Onde: Asproeste – Lago Oeste

Entrada: gratuita

Inscrições para oficinas: https://forms.gle/kqPMdXirUVxCCLRMA 

Transporte gratuito: Rodoviária do Plano Piloto ↔ Asproeste

Inscrições para transporte: https://forms.gle/eG5XgTKHXujKJnTBA 

Redes: https://www.instagram.com/encontro.de.artes/ 

Programação dos demais finais de semana: 

12 e 13 de setembro — Cinema e Audiovisual

Sábado, 12/9

9h às 17h – Feira de Produtores do Lago Oeste

14h às 16h – Oficina Primeiros Passos na Criação de Vídeos com o Celular, com Bruno Zakarewicz

16h às 18h – Oficina Introdução ao Audiovisual: Planejamento e Criação com Celular, com Thaís Holanda

18h30 –   Sarrada nas Estrelas

19h – Mostras de Cinema: Cerrado em Cena e Cinema do DF

Domingo, 13 de setembro 

9h às 17h – Feira de Produtores do Lago Oeste

14h às 16h – Oficina Introdução ao Audiovisual: Planejamento e Criação com Celular, com Thaís Holanda 

16h às 18h – Oficina Primeiros Passos na Criação de Vídeos com o Celular, com Bruno Zakarewicz

18h30 –   Sarrada nas Estrelas

19h – Mostras de Cinema: Cerrado em Cena e Cinema do DF

19 e 20 de setembro — Música e Circo

Sábado, 19/9

9h às 17h – Feira de Produtores do Lago Oeste

14h às 16h – Oficinas simultâneas de Criação de Malabares e Música para Todos: Voz, Corpo e Ritmo com Sofia Kern

16h às 18h – Oficinas simultâneas de Manipulação de Malabares com Trupé do Auto  e Percussão Ritmo, História e Corporeidade com Lucas Ramalho

18h30 – A Encantaria Libélica, da Cia. Libélicas

19h30 – Fanfarra Pedra Fundamental 

20h30 – Fanfarra Tropicaos

Domingo, 20/9

9h às 17h – Feira de Produtores do Lago Oeste

14h às 16h – Oficinas simultâneas de Criação de Malabares com Trupé do Auto e Percussão Ritmo, História e Corporeidade com Lucas Ramalho

16h às 18h – Oficinas simultâneas de Manipulação de Malabares com Trupé do Auto e Música para Todos: Voz, Corpo e Ritmo com Sofia Kern

18h30 – A Encantaria Libélica, da Cia. Libélicas

19h30 – Fanfarra Breguilhas Selvagens

20h30 – Fanfarra Cumbias Psicodélicas

26 e 27 de setembro — Teatro

Sábado, 26/9

9h às 17h – Feira de Produtores do Lago Oeste

14h às 16h – Oficina Brincando de Atuar, com Ana Matuza

16h às 18h – Oficina Atuação para o Teatro: Exercícios e Jogos, com Luciana Martins

18h30 – Fanfarra Me Chame Pelo Nome

19h30 – Umbigo do Infinito, do Coletivo Truvação

Domingo, 27/9

9h às 17h – Feira de Produtores do Lago Oeste

14h às 16h – Oficina Brincando de Atuar, com Ana Matuza

16h às 18h – Oficina Atuação para o Teatro: Exercícios e Jogos, com Luciana Martins

18h30 – Fanfarra Maluvidas

19h30 – A Batalha do Portal, do Coletivo Truvação

Cantor brasiliense, Gigio Teixeira lança releitura de “Neon Moon” de Brooks & Dunn e apresenta novo capítulo do projeto Nashville Sessions

Foto divulgação

Lançamento chega nas plataformas digitais no dia 18 de setembro e dá continuidade ao projeto que interliga a trajetória brasileira com a tradição country norte-americana

A trajetória do cantor brasiliense, Gigio Teixeira, em Nashville, nos Estados Unidos, ganha um novo capítulo no dia 18 de setembro com o lançamento de Neon Moon, clássico da música country da dupla Brooks & Dunn, que passa a integrar a série Nashville Sessions, projeto criado a partir de uma imersão do artista na cena musical norte-americana e que reúne releituras de canções marcantes do gênero. O lançamento estará disponível nas plataformas de streaming e no YouTube.

Gravado em Nashville com músicos americanos, o projeto carrega experiências ao lado de grandes nomes do country music. O Nashville Sessions nasceu do desejo de Gigio de aproximar sua trajetória como artista brasileiro da sonoridade e tradição do country nos Estados Unidos. Ao longo da série, diferentes canções revelam novas fases dessa experiência e ajudam a construir uma narrativa musical que atravessa gerações do gênero.

“Neon Moon” já está com o pré-save disponível no link https://sym.ffm.to/neonmoon e dá continuidade a esse trabalho ao revisitar uma música que se tornou referência dentro do country. Na interpretação de Gigio, a canção ganha a identidade vocal do artista sem perder a atmosfera que marcou sua trajetória dentro do gênero. O lançamento também reforça a proposta do projeto de apresentar ao público brasileiro parte da sonoridade que o cantor encontrou durante sua passagem por Nashville.

“Neon Moon é uma música que carrega muito da essência que eu quero mostrar no Nashville Sessions. É um clássico que tem uma atmosfera muito marcante e que pra mim, representa essa conexão com o country mais clássico que se passa nas décadas de 70 a 90. Poder gravar cercado de músicos que vivem essa cultura diariamente, tornou a experiência ainda mais especial.”, explica Gigio Teixeira.

Encontro de Pokémon TCG agita o Conjunto Nacional neste domingo

Foto divulgação

Fãs de Pokémon têm encontro marcado neste domingo, a partir das 14h, no Jardim Urbano do Shopping Conjunto Nacional. O evento reunirá crianças, jovens, adultos, colecionadores e jogadores para uma tarde de trocas, diversão e muita interação no universo Pokémon.

Durante o Encontro de Cartinhas Pokémon, o público poderá trocar cards, conhecer outros fãs e completar suas coleções. A programação também contará com sorteios e brindes especiais disponíveis pelo aplicativo do Conjunto Nacional, o aMais.

Um dos destaques será o Campeonato Distrital de Pokémon TCG, que promete reunir jogadores em partidas estratégicas e cheias de emoção. A competição fortalece a comunidade local e amplia o espaço dedicado ao jogo de cartas colecionáveis em Brasília.

Para o gerente de marketing do Conjunto Nacional, Thiago Araújo, o encontro é uma oportunidade para reunir famílias e aproximar diferentes gerações por meio de uma paixão em comum. “Além das disputas, o evento promove convivência, aprendizado e novas amizades entre os participantes”, afirma.

A programação começa às 14h, no Jardim Urbano do Shopping Conjunto Nacional. Os interessados podem levar suas cartinhas para participar das trocas e aproveitar todas as atividades preparadas para o encontro.

Encontro Pokémon TCG no Conjunto Nacional
Data: 06.09 (domingo)
Hora: a partir das 14h
Local: Shopping Conjunto Nacional – Jardim Urbano – 3º piso

+Informações: www.conjuntonacional.com.br

Cinema vira teatro no Sabadinho Divertido do Venâncio Shopping

Foto divulgação

Programação gratuita reúne clássicos reinventados, diversão para todas as idades e o talento de artistas brasilienses

Quatro clássicos do cinema ganham adaptações para o teatro na programação de setembro do Sabadinho Divertido, no Venâncio Shopping. A iniciativa recebe a Cia Teatral Néia e Nando em sessões gratuitas, realizadas aos sábados, sempre às 14h, com espetáculos voltados para toda a família e em formato pet friendly.

A programação começa no dia 5 com “O Menino Lobo”, que acompanha a jornada de Mogli, menino criado por lobos, em meio aos desafios e às descobertas da selva. 

No dia 12, “Batman e os Vilões” traz o confronto do herói e de seu parceiro Robin contra o Pinguim, que ameaça dominar Gotham City.

Na semana seguinte, no dia 19, será apresentada a peça “A Dama e o Vagabundo”, inspirada na história da cadelinha Lady e do cão de rua Vagabundo. Após se perder na cidade, Lady conta com a ajuda do novo amigo para encontrar o caminho de volta para casa. 

Encerrando a programação, no dia 26, “A Bela Adormecida” apresenta a história da princesa Aurora, vítima de uma maldição lançada pela fada Malévola e condenada a um sono profundo, que só poderá ser interrompido pelo príncipe Felipe.

Além de proporcionar entretenimento gratuito, o Sabadinho Divertido convida famílias, crianças, avós e seus animais de estimação a compartilharem momentos de lazer por meio do teatro.

“Valorizar os talentos da nossa cidade e proporcionar ao público acesso a experiências culturais de qualidade é parte do que buscamos oferecer”, afirma Rosângela Castro, gerente de marketing do Venâncio Shopping. 

Estacionamento promocional

Para oferecer ainda mais comodidade aos visitantes, o Venâncio Shopping disponibiliza estacionamento coberto por valor fixo de R$ 8, de segunda a sexta-feira, das 17h às 23h. Aos finais de semana e feriados, clientes que realizarem compras a partir de R$ 50 têm gratuidade no estacionamento mediante validação do ticket no Balcão de Informações, localizado no piso G1. O benefício é válido das 8h às 23h59, conforme regulamento disponível no site do empreendimento.

Sobre o Venâncio Shopping

No centro da capital do país, desde 1976, o Venâncio Shopping traz em seu DNA um conceito inovador. Além de ser uma excelente opção para compras e experiências, é também um Hub de Serviços e ponto de solução de pessoas, com sua torre business atrelada a torre de empresarial , alta gastronomia da capital como Jamie Oliver Kitchen, Cantón Peruvian & Chinese Food, Confraria do Camarão e Outback Steakhouse e Starbucks. Entre os serviços oferecidos, estão opções como: Procon, Na Hora Empresarial, Polícia Federal, cartório de registro de imóveis em Brasília, clínicas, faculdades, entre outros

Serviço

Sabadinho Divertido no Venâncio Shopping

Sempre aos sábados de setembro, às 14h

Acesso liberado

Livre para todos os públicos 

Pet friendly

Venâncio Shopping
SCS Q. 8 – Asa Sul
Informações: (61) 3208-2000
Site: www.venancioshopping.com.br
Instagram: @venancioshopping

Bem-vinda ao Círculo de Confiança: Ariana Grande integra a família Focker no trailer inédito de ‘Entrando Numa Grande Fria’

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Nova comédia da franquia de sucesso chega aos cinemas em 26 de novembro

Ariana Grande tenta socializar com a família Focker no novo trailer de “Entrando Numa Grande Fria”, liberado pela Paramount Pictures nesta quinta-feira (3/9) junto ao cartaz inédito. No material inédito, Henry Focker (Skyler Gisondo) apresenta sua namorada Olivia Jones (Ariana Grande) ao seu pai Greg (Ben Stiller) durante uma visita à casa do avô Jack (Robert De Niro), que está comemorando seu aniversário. O que era para ser uma simples reunião em família acaba se tornando uma disputa entre Greg e Olívia pela atenção do aposentado. A comédia mais aguardada do ano chega aos cinemas brasileiros em 26 de novembro.

Além de De Niro, Stiller, Gisondo e Ariana, a sequência ainda conta com Owen Wilson, Teri Polo, Beanie Feldstein, Blythe Danner, Eduardo Franco e Cole Escola no elenco. Neste novo capítulo da franquia, Henry, filho de Greg e Pam, se apaixona por Olivia Jones, uma mulher que parece não combinar nada com ele.

John Hamburg, que produziu “Entrando Numa Fria Maior Ainda com a Família”, agora assume a direção e o roteiro do quarto longa. O filme é produzido pela Delirious Media e a Particular Pictures. A distribuição é da Paramount Pictures.

Entrando Na Maior Fria – 26 de novembro de 2026 nos cinemas

@paramountbrasil

#EntrandoNumaGrandeFria

Filme com acessibilidade disponível através do aplicativo GRETA.

Sobre a Paramount Pictures

A Paramount Pictures Corporation (PPC), uma produtora global e distribuidora de conteúdo audiovisual, é uma unidade da Paramount Global (NASDAQ: PARA, PARAA), uma empresa líder global de mídia e entretenimento que cria conteúdo premium e experiências para audiências ao redor do mundo. A Paramount Pictures possui algumas das mais poderosas marcas em entretenimento audiovisual, incluindo Paramount Pictures, Paramount Animation e Paramount Players. As operações da PPC também incluem  Paramount Home Entertainment, Paramount Pictures International, Paramount Licensing Inc. e a Paramount Studio Group.

Grace Gianoukas desembarca em Brasília com seu novo espetáculo, “Dora”, no Teatro Royal Tulip

Foto divulgação

Com direção de Gilberto Gawronski e texto de Thereza Falcão, comédia apresenta uma personagem espirituosa diante das surpresas da vida

Dama da comédia brasileira, Grace Gianoukas chega a Brasília com seu mais novo espetáculo, “Dora”, escrito por Thereza Falcão e dirigido por Gilberto Gawronski. Após imenso sucesso em sua estreia no RJ, ela fará apenas três apresentações no Teatro Royal Tulip, de 11 a 13 de setembro, sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 18h. Os ingressos estão disponíveis no site da Sympla.

Apresentada pelo Ministério da Cultura e BB Seguros, com realização da Inova Brand, “Dora” é uma comédia sensível e bem-humorada sobre uma mulher espirituosa, cheia de certezas e com uma maneira muito particular de enxergar o mundo. Entre lembranças, relações familiares e situações inesperadas, ela percebe que a vida ainda pode guardar grandes surpresas.

Na peça, Grace encarna uma mulher que acreditava que sua história já estava escrita. Mas a vida provou que ainda faltavam alguns capítulos. Dora passou décadas cuidando dos outros. Dedicou-se à família, preservou suas histórias, assumiu responsabilidades e adiou desejos que pareciam poder esperar. Acreditava conhecer perfeitamente a mulher que havia se tornado e as razões que determinaram cada uma de suas escolhas. Até que as certezas que sustentavam sua existência começam a perder o lugar. É desse ponto de partida que a comédia se desdobra, transitando com naturalidade entre o riso e a emoção para falar sobre aquilo que todos carregamos: as escolhas que fazemos, as versões que construímos sobre nós mesmos e a possibilidade de transformar o próprio destino.

Em cena, Dora se vê diante de perguntas que evitou durante toda a vida. Ao revisitar relações familiares, amores interrompidos, promessas não cumpridas e sonhos adiados, ela percebe que o passado não é uma narrativa imutável. Cada lembrança pode esconder um novo significado, e cada verdade pode alterar profundamente a maneira como nos enxergamos.

O espetáculo toca, com delicadeza e irreverência, em temas como luto, pertencimento, culpa, envelhecimento, solidão e desejo. Espirituosa, contraditória, impaciente, afetuosa e dona de uma percepção particular sobre o mundo, a personagem vive cercada pelas presenças de uma família que já não está fisicamente ao seu lado, mas que continua influenciando seus gestos, decisões e afetos. A sua relação com a família, com os vizinhos, com o trabalho, com a tecnologia e até com a própria ideia de felicidade cria situações absurdas e reconhecíveis, de suas manias e pequenas revoltas às suas tentativas de manter tudo sob controle enquanto a vida insiste em surpreendê-la.

Dora faz o público rir enquanto propõe questionamentos que permanecem depois que as luzes do teatro se apagam: quantas escolhas fizemos para atender aos outros? Quantos sonhos chamamos de impossíveis apenas porque tivemos medo de vivê-los? E quem seríamos se, pela primeira vez, nos permitíssemos escolher livremente? Mais do que uma história sobre aquilo que ficou para trás, “Dora” é uma celebração de tudo o que ainda pode começar.

Sobre a BB Seguros

A BB Seguros é uma empresa de participações de capital aberto que atua nos segmentos de seguros, previdência aberta, títulos de capitalização e planos odontológicos. Com foco constante na inovação, tanto no canal do Banco do Brasil quanto em canais próprios e de parceiros, adotamos uma estratégia centrada no cliente, buscando oferecer experiências cada vez mais simples, relevantes e personalizadas. A companhia se destaca como líder de mercado em seguros rurais, previdência e capitalização. Como parte de sua estratégia para ampliar a proteção dos brasileiros, a BB Seguros dispõe do maior programa de relacionamento em proteção e futuro do Brasil: o Nível de Proteção, que reconhece como “Superprotegido” o cliente que possui quatro ou mais produtos. Quem é Superprotegido tem acesso a benefícios exclusivos, como atendimento prioritário e especializado, vantagens mensais, ingressos para eventos patrocinados, consultoria financeira e previdenciária e serviços de assistência residencial. Saiba mais sobre o programa em https://www.bbseguros.com.br/superprotegido.

Grace Gianoukas vive Dora

Premiada atriz, autora e criadora do emblemático “Terça Insana”, Grace Gianoukas é uma das grandes referências da comédia brasileira. O projeto transformou a linguagem do humor no país e revelou uma geração de talentos da cena teatral de São Paulo.

Depois da turnê nacional de “Nasci para ser Dercy” e de sua participação na novela “Êta Mundo Melhor!”, da TV Globo, Grace retorna aos palcos em um solo escrito para explorar diferentes registros de interpretação. Além da protagonista, a atriz dá corpo e voz às pessoas que atravessam suas lembranças, construindo em cena um universo de gestos, afetos e conflitos familiares.

Em “Dora”, sua precisão cômica se une a uma dimensão íntima e sensível, em uma atuação que transforma observação humana em humor e aproxima a personagem do público.

No cinema, atuou em filmes como “A Festa”, de Ugo Giorgetti, “Eu Não Conhecia Tururu”, de Florinda Bolkan, e “O Clube das Mulheres de Negócios”, de Anna Muylaert, pelo qual recebeu o Kikito de Melhor Elenco no Festival de Cinema de Gramado.

Em 2022, levou ao palco “Grace em Revista”, espetáculo comemorativo de seus 40 anos de carreira teatral, que lhe rendeu o Prêmio Prio de Humor e o Troféu Miguel Arcanjo. Sua trajetória reúne ainda o Troféu Açorianos por “O Acre Vai à Rússia”, o Prêmio Mambembe de Melhor Atriz por “O Pequeno Mago”, o Troféu Nelson Rodrigues de referência nacional no teatro e na televisão e o Prêmio Aplauso Brasil de Melhor Atriz por “Grace Recebe”.

Em 2023, estreou em São Paulo “Nasci pra Ser Dercy”, espetáculo que segue em turnê pelo Brasil. Por sua atuação, Grace recebeu o Prêmio Shell, o Prêmio APCA e o Prêmio I Love Prio de Humor como Melhor Atriz.

Gilberto Gawronski | Direção

Ator, diretor e cenógrafo, Gilberto Gawronski é um dos nomes mais premiados do teatro brasileiro. Formado pela Casa das Artes de Laranjeiras (CAL), construiu uma trajetória marcada pelo rigor artístico, pela valorização do texto teatral e por montagens que unem refinamento estético e investigação da condição humana. Entre seus trabalhos estão “Dama da Noite”, “Na Solidão dos Campos de Algodão”, “Medida por Medida”, “Bom Crioulo”, “Ato de Comunhão”, “À Beira do Mar Aberto” e “A Ira de Narciso”.

Vencedor de prêmios como Shell, APCA, Sharp, Mambembe, Qualidade Brasil e Açorianos, conduz em “Dora” uma encenação que equilibra humor, delicadeza e emoção, valorizando a presença da atriz e as diferentes camadas do texto.

Thereza Falcão | Texto

Dramaturga, roteirista e diretora teatral, Thereza Falcão tem mais de 30 anos de atuação no teatro, na televisão e no audiovisual. Durante mais de duas décadas, integrou o núcleo de dramaturgia da TV Globo, onde assinou como autora titular “Novo Mundo”, “Nos Tempos do Imperador” e “Elas por Elas”. Também foi coautora de “Cordel Encantado” e “Joia Rara” e colaboradora de “Avenida Brasil”.

Nos palcos, é autora de “Emilinha e Marlene – As Rainhas do Rádio”, “Sonho Encantado de Cordel – O Musical”, “Festa no Arraial – O Musical” e “Dora”. Também dirigiu a comédia “A Manhã Seguinte”, de Peter Quilter, e adaptou obras como “A Mulher que Escreveu a Bíblia”, “Memórias de Adriano” e “Fim de Caso”, além de traduzir “Sra. Klein”, de Nicholas Wright.

Sinopse

“Dora” é uma comédia sensível e bem-humorada sobre uma mulher espirituosa, cheia de certezas e com uma maneira muito particular de enxergar o mundo. Entre lembranças, relações familiares e situações inesperadas, ela percebe que a vida ainda pode guardar grandes surpresas.

Serviço:

Espetáculo Dora

Sessões: 11 a 13 de setembro, sexta e sábado, às 20h, e domingo, às 18h

Local: Teatro Royal Tulip – SHTN, Trecho 1, Conjunto 1B, Bl. C, Brasília – DF 

Ingressos: de R$ 25 a R$ 140, disponíveis no site https://bileto.sympla.com.br/event/125921/d/408963  

Gênero: comédia

Classificação: 14 anos

Duração: 60 minutos

Rede social: https://www.instagram.com/dora.acomedia/

Ficha técnica:

Autora: Thereza Falcão

Direção: Gilberto Gawronski

Cenógrafo: Nello Marrese

Figurinista: Rosina Lobosco

Iluminador: Vilmar Olos

Direção Musical e Trilha Sonora: Rodrigo Marçal

Vídeos: Rico Vilarouca

Visagismo: Vitor Martinez

Direção de Arte Gráfica: Mauricio Tavares

Designer Gráfico: Ramon Silva

Assessoria de Imprensa: Carlos Pinho

Fotos de Estúdio: João Pedro Hachiya

Fotos de Cena: Dalton Valerio

Produtor de Elenco: Felipe Ventura

Aderecista: André Wonder

Costureira: Railda Costa

Assistentes de Produção: Michele Spindola e Thaisa Azeredo

Assistente de Direção: Wesley May

Assistente de Cenografia: Avner

Coordenação de Produção: Filomena Mancuzo

Diretor de Produção: Sergio Lopes

Marketing, Comercial e Coordenador de Projeto: Mauricio Tavares

Mestra das artes, Yara de Cunto é celebrada no Centro Cultural Banco do Brasil

Foto de Isamel Monticelli

A Escultura, em cartaz no Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil. Nos dias 4 e 5 de setembro, mistura dança e teatro a partir das memórias da primeira-dama da dança do Distrito Federal. Montagem integra a programação do Movimento Internacional de Dança (MID) 

Aclamada como Mestra das Artes pela Funarte e primeira-dama da dança do Distrito Federal, Yara de Cunto, 87anos, não gosta de ser colocada em pedestais, altares nem em lugares que a coloquem acima do outro. Costuma dizer, com convicção, que prefere dividir os refletores comquem está do seu lado. Em A Escultura, montagem dirigida por Adriano Guimarães, a bailarina, atriz e coreógrafa se viu no centro da criação. Precisou ficar diante de sua própria história e vivenciar essas memórias num corpo que envelhece e impõe limites físicos. O espetáculo está em cartaz no Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil, nos dias 04.09, às 15h30, (sessão para estudantes de escolas públicas) e 05.09, às 20h (gratuita e aberta ao público). Os ingressos para a sessão do dia 05.09 estarão disponíveis no site e na bilheteria físicado CCBB a partir do meio-dia de 04.09.

Em A Escultura, Yara de Cunto foi convocada a ficardiante de si, como se estivesse num espelho a esquadrinhar a trajetória artística em detalhes. “Nunca me interessou o umbigo. O outro sempre foi a minha busca. Em A Escultura, fui afetuosamente chamada a pensar a minha vida e a condição física, a visão que perdi. Foi duplamente desafiador”, conta artista que divide a cena com a bailarina, coreógrafa e amiga Giselle Rodrigues, parceira desde os anos 1990.

A Escultura integra a programação do Movimento Internacional de Dança (MID). “Yara de Cunto está na base da criação do MID como curadora. Finalizar mais uma jornada do MID com sua presença no palco tem um forte sentido simbólico e de pertencimento para o festival”, avalia o diretor-geral do MID, Sergio Bacelar.

Em cena, Yara e Giselle experimentam uma profundarelação. Numa primeira camada, Giselle é guia de Yara, criando caminhos de mobilidade para que ela possa se deslocar com segurança no palco. Em outro aspecto da narrativa, as duas formam um pulsante duo que risca, em coreografias, os movimentos que constroem imagens memoriais emocionantes. “Foi um processo prazeroso. Fizemos exercícios de aplicação corporal que deu mais segurança a essa Yara que perdeu parte da visão. Foram alongamentos, toques, respirações que promoveram uma reconexão e uma mudança em sua musculatura interna. Alterou até o tônus da sua voz. Houve uma transformaçãoem seu corpo que permitiu essa nova mobilidade no espaço cênico”, relata Giselle que assina a dramaturgia ao lado de Adriano Guimarães.

Graças à montagem A Escultura, Yara de Cunto compreendeu a importância da percepção do corpo para uma pessoa que tem baixa ou nenhuma visão. “Tenho essa condição especial por ser bailarina e ter trabalhado meu corpo durante toda a minha vida. Isso é fundamental para que eu possa me deslocar com mais segurança no espaço. Fica de pé e caminhar muda completamente quando apercepção de corpo é um estado de consciência”, avalia Yara de Cunto, que, recentemente, encapou uma oficina de dança para pessoas com deficiência visual programada pelo MID.

A dança da vida

Diretor de A Escultura, Adriano Guimarães conta que o maior desafio para a criação da montagem não passou pela perda de visão de Yara de Cunto. Ao contrário, essa condição que, para o senso comum poderia ser limitante, quebrou expectativas e barreiras na composição das cenas. “O mais difícil foi colocar a vida marcante de Yara de Cunto dentro da dramaturgia. Essa seleção foi o mais delicado porque estávamos diante de uma mulher com uma vida artística excepcional”, aponta.  “Levei um susto quando comecei a contribuir para os textos. Eu contava e relatava, isso é uma coisa desafiante, porque tem de ultrapassar algumas barreiras da sua vida, de momentos passados, das emoções. Então relatar isso é complicado”, completa Yara. 

As memórias de Yara de Cunto confundem-se com o amadurecimento das artes cênicas no Brasil. Como atriz, trabalhou no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC) ao lado de Tônia Carrero e Margarida Reis. Foi dirigida pelos míticos diretores estrangeiros, Adolf Celi, Henriette Morineau e Ruggero Jacob, que chegaram ao Brasil na segunda metade do século 20. Trabalhou no inquieto Teatro de Ipanema ao lado Rubens Corrêa e Ivan Albuquerque. Fundou o Balé do Teatro Guaíra (Curitiba), um dos mais importantes do país. Está na base da formação da primeira geração de intérpretes-criadores de dança contemporânea no Distrito Federal. “Poderia estar quietinha em casa por conta da visão e agora dessas pernas (ri), mas estou no palco porque está na minha corrente sanguínea. Vejo e me alimento de tudo. É a minha vocação. Danço desde os 8 anos e vivi uma vida intensa na arte”, anuncia.

A Escultura é uma explosão da linha de tempo de Yara de Cunto. Uma colcha memorial de gestos, frases, sonhos e lembranças que vagam sobre os olhos admirados da plateia. As sessões que acontecem no teatro do CCBB Brasília integram o Movimento Internacional de Dança. Parte de narrativas íntimas para esculpir a força e expressão artística de uma mulher que sempre expandiu as suas fronteiras.

Sobre o MID

Criado em 2014, o MID já recebeu mais de 75 mil pessoas, apresentou 100 coreografias do DF e trouxe artistas de 17 países. Patrocinado pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB/DF), pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF) e apoiado por instituições como o Banco do Brasil e o SESC-DF, o evento firma-se como um dos principais festivais de dança do país.

Sinopse A Escultura

A Escultura constrói, a partir da profunda relação de Yarade Cunto com a dança, momentos marcantes de sua vida. Reencenando esses acontecimentos, ela explora com um corpo moldado pela passagem do tempo, revelando a plasticidade do envelhecimento que emerge dessa transformação. Ao lado de Yara está a bailarina e coreógrafa Giselle Rodrigues, com mais de 30 anos de trajetória. Juntas, elas desafiam a percepção convencional de que a carreira na dança está intrinsecamente ligada ao vigor físico da juventude, mostrando que a passagem do tempo – e mesmo as deficiências – não são barreiras intransponíveis.

Acessibilidade CCBB

A ação  Vem pro CCBB conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.

A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.

Horários da van, de quinta a domingo:

Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h

CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.

O CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

SERVIÇO:

A ESCULTURA

Dias 04.09, às 15h30 (sessão para estudantes de escolas públicas) com acessibilidade de libras e audiodescrição.

Dia 05.09, às 20h, (sessão gratuita e aberta ao público).

Serviço:

[Dança] A Escultura

Gênero: teatro dança

Local: Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília

Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF

Temporada: de 4 e 5 setembro de 2026

Dias e horários: sexta, às 15h30 (sessão para estudantes de escolas públicas), sábado, às 20h (aberta ao público).

Ingresso: gratuito com retirada no site www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília, a partir das 12h de 4 de setembro.

Duração: 60 minutos
Classificação indicativa: livre

Capacidade: 327 lugares | O Teatro possui áreas para cadeiras de rodas, assentos especiais para obesos e rampas. 

CCBB Brasília

Funcionamento: De terça a domingo, das 9h às 21h

Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF

Fone: (61) 3108-7600

E-mail: ccbbdf@bb.com.br

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Orquestra fez homenagem a Michael Jackson em Brasília


Orquestra Filarmônica Moderna Brasileira apresenta Ídolos Orquestrados – Michael Jackson — Foto: reprodução/Edu Hargreaves 

Orquestra Filarmônica Moderna Brasileira se apresentou na capital, nesta sexta-feira (4), com 17 sucessos do rei do pop; g1 mostrou os preparativos

Por Marcella Rodrigues, Ivana Caramori – G1 DF

A Orquestra Filarmônica Moderna Brasileira se apresentou em Brasília, nesta sexta-feira (4), para homenagear o rei pop, Michael Jackson. O g1 esteve nos bastidores da apresentação que acontece no Centro de Convenções Ulysses Guimarães

🔎 Apesar dos ingressos estarem esgotados, às 19h30, será liberada uma fila de espera para quem estiver no local e não conseguiu uma entrada. O show é gratuito.

A orquestra tem direção geral e regência do maestro Tiago Padim e conta com mais de 40 artistas – entre músicos, cantores, atores e bailarinos.

Foram interpretados 17 sucessos do rei do pop, como Thriller, Beat It, Billie Jean, Bad, Black or White, I’ll Be There e They Don’t Care About Us. 

O espetáculo faz parte do Projeto Ídolos Orquestrados 2026 e já passou por Vitória(ES) e Belo Horizonte (BH).

A orquestra conta com seis cantores de Vitória (ES), que passaram por audições e estão ensaiando desde junho. Segundo Anderson Rosa, diretor artístico do projeto, um dos objetivos é relacionar a conexão entre o povo brasileiro com o rei do pop. 

“A gente tem a história de um menino do Brasil, que é muito fã do Michael Jackson, e vive uma jornada para ver o show dele. A história se passa em 1993”, conta Anderson.

O regente da orquestra e maestro Tiago Padimfala que um dos desafios foi escolher o repertório, organizando em um formato sinfônico e com elementos de banda. “Vocês vão ouvir bateria, guitarra, teclado, sintetizadores”, fala Tiago. 

Liege Milhioli, diretora vocal, fala que Michael é uma referência como cantor e bailarino, o que trouxe desafios para a produção. 

“A gente tentou trazer a referência que o Michael em seis vozes. Foi um processo bem árduo de ensaio, confecção de arranjos”, fala Liege.

  • 🔎 A Orquestra Filarmônica Moderna Brasileira foi idealizada pelo regente Tiago Padim e se reuniu pela primeira vez em 1º de agosto de 2022.

Alice Caymmi apresenta “Para Minha Tia Nana”, na CAIXA Cultural Brasília

Foto divulgação

A CAIXA Cultural Brasília apresenta, de 10 a 13 de setembro de 2026, o espetáculo “Para Minha Tia Nana”, tributo da cantora e compositora Alice Caymmi à sua tia Nana Caymmi, um dos grandes nomes da música brasileira

As apresentações acontecem de quinta-feira a sábado, às 20h, e domingo, às 19h. A primeira sessão, no dia 10 de setembro, contará com intérprete de Libras. Na sexta-feira, 12 de setembro, às 16h, será realizada a Oficina de Música com Eduardo Farias, pianista que acompanha Alice Caymmi no espetáculo. Após a atividade, os participantes poderão acompanhar a passagem de som do show. As vagas são limitadas e as inscrições serão realizadas pelo site CAIXA Cultural (caixacultural.gov.br).

Criado quando Nana Caymmi ainda estava viva, como forma de reverência e homenagem, o projeto ganhou um novo significado após o falecimento da artista, em 2025, aos 84 anos. O tributo enaltece a força da memória afetiva, artística e familiar que une as duas gerações, cujo sobrenome ocupa lugar de destaque na história da música brasileira.

O repertório reúne clássicos imortalizados na voz de Nana, como “Resposta ao Tempo”, “Só Louco”, “Suave Veneno” e “Oração ao Tempo”, além dos boleros “Sabe de Mim” e “Se Queres Saber”.

Acompanhada pelo piano de Eduardo Farias, Alice busca preservar a profundidade e a força das canções, ao mesmo tempo em que incorpora sua própria identidade artística. No palco, o espetáculo estabelece uma ponte entre tradição e contemporaneidade, aproximando diferentes gerações da música brasileira.

“A cada ensaio, revisitar esse repertório é sempre um desafio. A Nana sempre cantou a dor com intensidade, e essa herança me atravessa”, afirma Alice Caymmi. Descrito pela cantora como uma homenagem “à flor da pele”, o espetáculo celebra a permanência do legado de Nana Caymmi. Alice destaca ainda que a influência da tia em sua formação artística é “incontornável”, e que essa conexão se reflete em cada momento da apresentação.

Oficina de música com Eduardo Farias

Do acompanhamento ao improviso: linguagem, harmonia e criação na música popular brasileira. Na oficina, o pianista, arranjador, orquestrador e produtor musical, Eduardo Farias convida o público a mergulhar, de forma prática e acessível, nos principais elementos da linguagem musical presentes na música popular brasileira e no jazz.

A partir da experiência artística do espetáculo “Para Minha Tia Nana”, a atividade parte da formação de um duo de piano e voz para explorar o papel do pianista no acompanhamento do cantor e na construção da interpretação musical.

Durante a oficina, serão abordados conceitos fundamentais que ajudam a compreender os processos criativos envolvidos em uma performance, passando por temas como acompanhamento, linguagem harmônica, improvisação e criação musical.

A atividade é voltada a pessoas interessadas em música, sejam estudantes, músicos, profissionais ou público em geral.

Sobre Alice Caymmi

Cantora e compositora nascida no Rio de Janeiro em 1990, Alice Caymmi é um dos nomes de destaque da música brasileira contemporânea. Neta de Dorival Caymmi e filha de Danilo Caymmi, pertence a uma das famílias de maior importância na história da Música Popular Brasileira, mas construiu uma trajetória própria, marcada por uma voz intensa e por uma identidade artística que transita por diferentes universos, entre a MPB, o pop e a música eletrônica. Apesar do contato precoce com a música e de ter participado de trabalhos de sua tia Nana Caymmi desde os 12 anos, sua carreira profissional teve início em 2012, com o lançamento de seu primeiro álbum autoral. Desde então, Alice vem consolidando uma trajetória própria e uma discografia reconhecida pela crítica.

Ficha técnica:

Alice Caymmi – voz | Eduardo Farias – piano | Lucas Azevedo – produção artística | Vander Lopes, Letícia Trindade e Glauker Bernardes – produção executiva | Raquel Fonseca – produção local | Fotos – Marcela Cure | Assessoria de imprensa: Território Comunicação

Serviço:

[MÚSICA] Alice Caymmi – “Para Minha Tia Nana”

Local: CAIXA Cultural Brasília – SBS – Quadra 4 – Lotes 3/4
Datas: 10 a 13 de setembro de 2026

Horários: de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h

Acessibilidade: 10/9 – sessão com intérprete de Libras

Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada para clientes CAIXA e casos previstos em lei)

Vendas: a partir de sábado, 5 de setembro. Horário de abertura da bilheteria: às 9h, no teatro, e às 13h, no site https://bilheteriacultural.com.br/

Classificação indicativa: 14 anos

Oficina de Música com Eduardo Farias: 12/9, das 16h às 18h
Do acompanhamento ao improviso: linguagem, harmonia e criação na música popular brasileira

Vagas limitadas e inscrições pelo site CAIXA Cultural (caixacultural.gov.br)

Após a oficina, os participantes poderão acompanhar a passagem de som do espetáculo.

Henrique & Juliano – Manifesto Musical Brasília 

Divulgação
O Manifesto Musical não é apenas uma turnê. É um convite.Um projeto marcante, criado para acontecer uma única vez, em 2026, e viver um tempo em que escolhemos nos encontrar de verdade.

O show da turnê “Manifesto Musical” de Henrique & Juliano em Brasília acontece no dia 12 de setembro de 2026 (sábado), na Arena BRB Mané Garrincha

A primeira dupla sertaneja a esgotar ingressos no Maracanã/RJ, Henrique & Juliano se apresentaram para mais de 60 mil pessoas, no dia 03 de Janeiro, no maior estádio do país. O show também marcou o início da turnê Manifesto Musical, com 11 cidades confirmadas em 2026.

A turnê nasceu após três apresentações com ingressos, também esgotados no Allianz Parque, em São Paulo, mostrando que o Manifesto Musical se consolidou como uma celebração da trajetória da dupla, construída com autenticidade, consistência e uma conexão rara com o público, que em coro canta o repertório mais celebrado dos últimos anos.

A proposta do Manifesto Musical vai além da música: é um posicionamento, uma declaração de identidade e verdade artística que acompanha Henrique & Juliano ao longo dos anos. A turnê 2026 nasce com esse mesmo espírito, prometendo levar ao Brasil um show ainda mais intenso e carregado de significado.

Prepare-se para uma apresentação histórica, com um espetáculo inédito que promete emocionar o público. Não perca essa oportunidade única de vivenciar uma experiência inesquecível!

Os ingressos para a data em Brasília estão esgotados (foram esgotados em poucas horas após a abertura das vendas). As vendas oficiais e consultas eram realizadas exclusivamente pelo site da Guichê Web

Serviço

MANIFESTO MUSICAL BRASÍLIA (DF)
Data: 12 de setembro
Local: Arena BRB Mané Garrincha
Endereço: Eixo Monumental – SRPN – Asa Norte, Brasília – DF, 70070-701

Informações e vendas: Guichê Web

Instalação imersiva convida o visitante a entrar em um coração gigante e viver uma experiência única na arte contemporânea

Foto divulgação

Exposição de Eny Junia transforma escultura em espaço de interação, tecnologia, música e reflexão sobre a vida

Entrar em uma grande escultura – em formato de coração humano – e ouvir batimentos cardíacos. Essa é a experiência proposta pela artista visual Eny Junia na instalação Coração, obra inédita que será apresentada ao público em uma exposição cuja abertura reunirá performances musicais, intervenções artísticas e participação ativa dos visitantes.

Com uma altura de 2,2 metros, a escultura foi concebida para acolher uma pessoa em seu interior, rompendo a distância tradicional entre obra e espectador. Mais do que observar, o visitante passa a integrar a instalação, tornando-se parte da experiência artística.

A obra combina escultura, tecnologia e interatividade para provocar uma reflexão sobre a vida, o cuidado consigo mesmo e a importância das relações humanas em um tempo marcado pela velocidade, pela superficialidade e pelo excesso de estímulos.

Construída em estrutura metálica e revestida com papel machê produzido a partir de cerca de 380 quilos de jornais reciclados, Coração nasceu de uma experiência pessoal vivida por Eny Junia. Após enfrentar um período de intenso estresse, a artista recebeu de seu médico uma pergunta que permaneceu ecoando durante anos: “Você não tem dó do seu coração?” seguida da prescrição: “Você precisa aprender a cuidar dele”. A partir dessa inquietação, iniciou um processo criativo que acabou se tornando também um percurso de transformação interior.

Durante toda a execução da obra, Eny contou com a orientação do artista Lourenço de Bem, responsável por acompanhar tecnicamente o projeto e por compartilhar os conhecimentos necessários para a construção da escultura em grande escala. “A obra foi crescendo ao mesmo tempo em que eu compreendia melhor o significado de cuidar da vida e das relações humanas”, resume a artista, que foi premiada com o 1° lugar no 45° Salão de Artes Riachuelo 2025, Marinha do Brasil, com a obra “Força interior”.

Arte, tecnologia e participação

Além da dimensão da escultura, a instalação incorpora recursos tecnológicos desenvolvidos pelo artista multimídia Alexandre Rangel. Pulsações cardíacas, projeções luminosas que percorrem artérias e veias e uma ambientação sonora interativa transformam a estrutura em um organismo vivo, ampliando a imersão do público.

Dois momentos marcantes da experiência acontecem quando o visitante está dentro do Coração e quando pode escutar batimentos cardíacos como se estivesse no interior de um corpo vivo.

As crianças também terão participação especial. A instalação apresenta elementos lúdicos que simulam o percurso do sangue pelas artérias por meio de bolinhas coloridas, além de oficinas de papel machê e atividades de mediação durante a exposição.

Abertura reúne música, inclusão e celebração coletiva

A inauguração da exposição foi concebida como uma grande experiência participativa, reunindo diferentes linguagens artísticas em torno do tema central da obra. Entre os destaques está a apresentação dos Batucadeiros, grupo formado por crianças que interpretará a composição inédita O Som do Coração em interação com o público.

A programação contará ainda com apresentação do Coral do Senado, leitura de uma crônica sobre Brasília por uma filha de pioneira da capital e uma interpretação coletiva da canção Carinhoso, de Pixinguinha e Braguinha, sob regência do maestro Eldom Soares.

Ao longo da temporada, a exposição também oferecerá oficinas de papel machê, contação de histórias para crianças e palestra com cardiologista voltada ao público acima de 60 anos.

Ao reunir escultura, tecnologia, música, educação e participação, Coração propõe uma experiência sensível que ultrapassa os limites da contemplação artística. A instalação transforma o visitante em protagonista de uma reflexão sobre aquilo que pulsa dentro de cada pessoa e sobre a responsabilidade coletiva de preservar o que nos torna essencialmente humanos.

SERVIÇO

Exposição: Coração – Eny Junia

Abertura: 3 de setembro de 2026

Local: Anexo do Museu da República

Visitação: de 3/9/26 a 1/11/26, de terça a domingo, das 9h às 18h30

Entrada: franca

Informações: @exposicaocoracao

Embaixada da Espanha e Instituto Cervantes Brasília promovem ciclo de documentários musicais “Músicas para Tus Ojos”

Divulgação

Programação, realizada em parceria com o Festival In-Edit, reúne quatro produções espanholas que abordam música, memória, identidade, inclusão e cultura

A Embaixada da Espanha e o Instituto Cervantes Brasília, em parceria com o Festival In-Edit, apresentam, em setembro, o ciclo de documentários musicais “Músicas para Tus Ojos”. A programação reúne quatro produções audiovisuais espanholas que têm a música como ponto de partida para contar histórias de vida, revisitar patrimônios culturais e refletir sobre temas como identidade, memória, inclusão e transformação social.

As sessões serão realizadas sempre às 19h, no Instituto Cervantes Brasília, com entrada gratuita e filmes com legendas em português. A programação começa no dia 9 de setembro, com La guitarra flamenca de Yerai Cortés, e segue até o dia 30, com uma sessão semanal.

Mais do que documentários sobre música, os filmes selecionados apresentam diferentes maneiras de compreender a arte como instrumento de expressão, resistência e transformação. Ao longo da programação, o público será convidado a percorrer diferentes territórios e universos musicais, em uma viagem que aproxima experiências individuais e coletivas por meio da música.

Os filmes

9 de setembro – La guitarra flamenca de Yerai Cortés

Primeiro longa-metragem dirigido por Antón Álvarez, conhecido artisticamente como C. Tangana, o documentário acompanha o guitarrista flamenco YeraiCortés e mergulha em um doloroso segredo familiar que marcou sua trajetória. A produção transforma a música em caminho para a reconciliação com as próprias origens e com uma história familiar marcada por silêncios e feridas.

16 de setembro – El canto de las manos

Dirigido por María Valverde, o filme acompanha o desafio do Coro de las Manos Blancas, da Venezuela, formado por pessoas surdas, na preparação de uma apresentação da ópera Fidelio, de Beethoven. Sob a regência do maestro Gustavo Dudamel, os integrantes do coro levam a música aos palcos por meio da língua de sinais. A produção aborda o poder inclusivo e transformador da arte, questionando os limites tradicionalmente impostos à experiência musical.

23 de setembro – Omega Wants To Dance

De Ramon Tort, o documentário investiga a dança em suas múltiplas dimensões, percorrendo diferentes lugares e culturas. A dança aparece como celebração, ritual, sedução e catarse coletiva, revelando uma linguagem universal capaz de conectar corpos, comunidades e tradições.

30 de setembro – La Marsellesa de los Borrachos

Dirigido por Pablo Gil Rituerto, o documentário resgata uma história pouco conhecida da Espanha durante a ditadura franquista. Em uma jornada clandestina, um grupo de etnomusicólogos italianos percorreu diferentes regiões do país para registrar canções populares de resistência. As gravações preservaram as vozes de operários, intelectuais e camponeses e transformaram a música em documento histórico e instrumento de memória.

Com propostas e linguagens distintas, os quatro filmes revelam a extraordinária capacidade da música de atravessar fronteiras, preservar memórias e criar novas formas de encontro. O ciclo também reforça o diálogo cultural entre Brasil e Espanha, aproximando o público brasiliense da produção documental espanhola contemporânea.

O Instituto Cervantes Brasília é referência na promoção da língua espanhola e na difusão das culturas dos países hispânicos, oferecendo ao público uma programação cultural diversificada que aproxima Brasília da produção artística e cultural do mundo hispânico.

Serviço

Ciclo de documentários musicais “Músicas para TusOjos”
Realização: Embaixada da Espanha e Instituto Cervantes Brasília, em parceria com o Festival In-Edit
Local: Instituto Cervantes Brasília – SEPS 707/907 Sul, Conjunto D
Horário: 19h
Entrada: gratuita
Legendas: português

Programação:
• 09/09 – La guitarra flamenca de Yerai Cortés
• 16/09 – El canto de las manos
• 23/09 – Omega Wants To Dance
• 30/09 – La Marsellesa de los Borrachos

ESPETÁCULO “COMPASSO DA MUDANÇA” CELEBRA 25 anos do Instituto Reciclando Sons

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Apresentação Única Será no dia 10 de Setembro, às 19h, no Auditório da Casa Thomas Jefferson, na 606 Norte

O espetáculo “Compasso da Mudança – Cultura Brasileira em Formação e Ação” celebra os 25 anos do Instituto Reciclando Sons, que desde 2001 ensina formação musical, em iniciativas de educação, cultura e inclusão social para crianças, jovens e adultos na Cidade Estrutural (a 16 KM de Brasília), no Distrito Federal. A apresentação vai acontecer no dia 10 de setembro, uma quinta-feira, a partir das 19h, no auditório da Casa Thomas Jefferson, na 606 Norte. A produção musical é de Bruno Efe. A produção artística é da maestra e regente Rejane Pacheco, fundadora do Reciclando. O ingresso, solidário, será um par de tênis – calçados que serão doados aos estudantes em formação musical do Reciclando. A apresentação do concerto ficará a cargo da jornalista Kátia Cubel, que é voluntária no Reciclando Sons.

A apresentação irá contar com a orquestra Amigos do Reciclando, banda, vozes, coral e a orquestra infantil Compasso da Mudança. No repertório, clássicos do cancioneiro brasileiro, como:

– Asa Branca, de Luiz Gonzaga,

– Anunciação, de Alceu Valença

– O Show Tem que Continuar, de Arlindo Cruz

– Disparada, de Geraldo Vandré e Theo de Barros

– Aqui é o Meu País, de Ivan Lins

– Céu de Santo Amaro, letra de Flávio Venturini sobre música de Bach.

PARTICIPAÇÕES ESPECIAIS

Haverá três participações especiais durante o show: a cantora Ana Lélia, Jonathas Pingo e Banda, fruto da parceira com Girassol Studio.

MICHAEL JACKSON

 A apresentação inclui no repertório três músicas do cantor Michael Jackson. São elas: Ben, They Don’t Care About Us e Earth Song.

O espetáculo acontecerá graças a recursos do programa de Fomento 008/2025, da Funarte.

Brasília virou a capital dos pets? Episódio final de documentário mostra o que mudou na relação da cidade com os animais

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Último capítulo de “Brasília, Capital dos Pets” aborda avanços na legislação, expansão de serviços especializados e uma mudança de comportamento que colocou os animais no centro da vida das famílias

De integrantes da família a protagonistas de mudanças na legislação, nos serviços e até na forma de ocupar a cidade. No dia 28 de agosto, estreiou no YouTube o quarto e último episódio da série documental “Brasília, Capital dos Pets”, produção que percorreu diferentes histórias para mostrar como a relação entre brasilienses e animais se transformou ao longo dos anos.

Intitulado “A Evolução do Olhar”, o episódio que encerra a série amplia a discussão apresentada nos capítulos anteriores e mostra como os pets conquistaram um espaço cada vez mais relevante nas famílias e na sociedade. O documentário aborda mudanças na legislação, o crescimento de serviços especializados e uma nova percepção sobre cuidado, responsabilidade e bem-estar animal.

O episódio final funciona também como uma síntese da pergunta que conduziu toda a produção: o que fez Brasília se tornar uma cidade cada vez mais conectada ao universo pet?

Ao longo de quatro episódios, a série mostra que essa transformação vai muito além do aumento do número de animais de estimação nos lares. Ela aparece na criação de espaços de convivência, em iniciativas de proteção e adoção responsável, em projetos sociais e terapêuticos e na consolidação de uma cultura em que cães e outros animais participam cada vez mais da rotina das pessoas.

Uma Brasília vista pela relação com os animais

Realizada pelo Instituto Semper Fidelis, com produção de Juno, Nove Zero Um e Carol Cortez, “Brasília, Capital dos Pets” percorre diferentes cenários do Distrito Federal para registrar personagens, projetos e iniciativas ligados à cultura pet.

No episódio de estreia, “Brasília Pet Friendly”, a série acompanha o motociclista e fotógrafo Thiago Bernardes em experiências pela cidade ao lado dos cães Filó, Téo e Juju. O capítulo apresenta espaços e atividades como o Dogin Club e o Canicross e mostra como a presença dos animais também cria novas formas de lazer, convivência e ocupação dos espaços urbanos.

Na sequência, “A cultura do afeto” apresenta iniciativas relacionadas à educação, proteção animal e adoção responsável. Já “Entre cuidar e ser cuidado” destaca projetos que mostram a presença dos animais em terapias, ações sociais e atividades de cuidado.

Agora, “A Evolução do Olhar” encerra a trajetória conectando essas diferentes histórias a uma transformação mais ampla: a mudança na maneira como a sociedade percebe e se relaciona com os animais.

Mais do que registrar a cultura pet da capital federal, a série propõe uma reflexão sobre afeto, inclusão e responsabilidade e mostra como a evolução dessa relação também ajuda a contar uma parte da história recente da própria cidade.

SERVIÇO
Série: Brasília, Capital dos Pets
Onde assistir: https://youtu.be/x2-EacFlQ6o?is=g2nRnDN-DIoSg0UO

Episódio 1: Brasília Pet Friendly
Episódio 2: A Cultura do Afeto
Episódio 3: Entre Cuidar e Ser Cuidado
Episódio 4: A Evolução do Olhar
Realização: Semper Fidelis
Produção: Juno | Nove Zero Um | Carol Cortez
Apoio: Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF | GDF


Nipo Festival transforma Brasília no ‘Mundo dos Colecionáveis’ em setembro

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Com quase 7 mil m², evento ocupa o Taguatinga Shopping nos dias 18, 19 e 20 de setembro com mais de 100 bazares, gastronomia, games, cosplay, K-pop e competições de TCG

Brasília entra de vez no universo dos colecionáveis em setembro. Nos dias 18, 19 e 20, o estacionamento H do TGS recebe a 9ª edição do Nipo Festival, que terá como tema o “Mundo dos Colecionáveis” e promete três dias dedicados à cultura asiática, gastronomia, games, cosplay, K-pop e aos itens que movimentam uma legião de fãs.

Com quase 7 mil m² de área, o festival contará com mais de 100 bazares e 17 operações de alimentação, além da presença dos influenciadores Kai e Aline e TiuSam. Uma das grandes novidades será uma área especialmente dedicada aos colecionáveis e aos Trading Card Games (TCG).

O espaço terá uma arena preparada para receber até 300 competidores, com disputas de Pokémon, Disney Lorcana, Magic: The Gathering e One Piece Card Game. A programação também inclui campeonatos de cosplay e K-pop, ampliando as experiências para diferentes públicos da cultura geek e asiática.

“Os colecionáveis ganharam uma força enorme nos últimos anos e reúnem públicos de diferentes gerações. Nesta edição, queremos trazer esse universo para dentro do Nipo Festival de uma maneira ainda maior, com espaço para quem coleciona, para quem compete e também para quem está começando a conhecer esse mundo. A proposta é que o público encontre muitas experiências diferentes em um mesmo lugar”, destaca Flávio Hideo Mikami, organizador e idealizador do Nipo Festival.

Além das competições, os visitantes poderão circular pelos bazares em busca de produtos, peças e itens ligados à cultura asiática e geek, enquanto a praça gastronômica reúne diferentes opções para completar a experiência.

Os ingressos estão disponíveis pela Sympla, com meia-entrada a R$ 20. O público que levar 1 kg de alimento também poderá adquirir o ingresso pelo valor da meia-entrada.

O evento conta também com a presença do TGS Solidário, iniciativa que viabiliza a meia-entrada mediante a doação de 1 kg de alimento não perecível. Durante os três dias, voluntários estarão na entrada recebendo as doações do público. Ao final do evento, todos os alimentos arrecadados serão organizados em cestas básicas e destinados às instituições parceiras do projeto, ampliando o impacto da iniciativa para além da programação cultural.

Serviço – Nipo Festival 2026
 Quando: 18, 19 e 20 de setembro
 Onde: Estacionamento H do Taguatinga Shopping – Brasília (DF)
 Tema: Mundo dos Colecionáveis
 Ingressos: Sympla
 Meia-entrada: R$ 20
 Ingresso solidário: 1 kg de alimento garante o valor de meia-entrada

House Geek 2026 transforma Brasília em ponto de encontro da cultura pop

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Prepare o cosplay, reúna o seu squad e atualize a lista de personagens favoritos: Brasília vai se transformar em um grande universo geek entre os dias 4 e 6 de setembro. O House Geek 2026 ocupará o Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade com influenciadores, games, K-pop, cosplay, música, dubladores e experiências interativas para fãs de todas as idades.
Entre as atrações confirmadas estão os influenciadores Daishikawa, EuHipe, Terrorizando, FroggTV e Pricenot. Os criadores de conteúdo vão movimentar a programação e ampliar a conexão do evento com o público das redes sociais. Daishikawa estará presente em dois dias do House Geek.

“O House Geek será um grande ponto de encontro para quem vive e acompanha a cultura geek. Queremos que o público encontre seus criadores favoritos, participe das competições, conheça artistas e compartilhe experiências com pessoas que têm as mesmas paixões”, afirma o organizador do evento, Mario Kodama.

A programação terá nomes conhecidos da dublagem brasileira, como Wellington Lima e Felipe Grinnan, profissionais responsáveis pelas vozes de personagens de filmes, séries, animes, animações e games. Além das participações de Jacque Souza, Silvio Giraldi, Jade Salles e Heron Hayashi.

As atrações vão permitir que os fãs conheçam mais sobre os bastidores da dublagem, da criação artística e do mercado de entretenimento, além de se aproximarem dos profissionais que fazem parte da cultura pop brasileira.

Cosplay e K-pop
Quem gosta de interpretar personagens poderá participar do desfile cosplay, previsto para os três dias do House Geek. A programação também terá competições e jurados especializados, valorizando a criatividade, a caracterização e a presença de palco dos participantes.

Os fãs da cultura sul-coreana terão duas atividades especiais. A apresentação K-pop será realizada no sábado, 5 de setembro, enquanto o Concurso K-pop acontecerá no domingo, dia 6. As informações sobre inscrições e regulamentos estão disponíveis nos canais oficiais do evento.

“O cosplay e o K-pop são movimentos que mobilizam comunidades muito criativas e participativas. Queremos oferecer um palco para que esses artistas mostrem seus trabalhos, encontrem novos públicos e celebrem aquilo que gostam”, destaca Mario Kodama.

Arena Games
O House Geek 2026 contará com campeonato de Just Dance, competição de jogos para PC e uma Arena Free Play. O espaço permitirá que os visitantes experimentem diferentes títulos e participem de atividades ao longo dos três dias. A área Mesa & Dados será dedicada aos jogos de tabuleiro e às sessões de RPG conduzidas por mestres convidados.

Já a Arena Gamer reunirá torneios, partidas livres e telões para o público acompanhar as finais dos jogos competitivos. Outra atração será a área Retrô Arcade, com fliperamas clássicos e consoles que marcaram diferentes gerações.

Artist Alley
A programação também terá uma Artist Alley, espaço destinado à exposição dos trabalhos de ilustradores, quadrinistas, artesãos e outros profissionais ligados à cultura geek. O público poderá conhecer produções autorais e adquirir itens diretamente dos artistas.

A área de cosplay e artistas contará ainda com passarela e cenários temáticos para fotografias. As inscrições para expositores, gastronomia e Artist Alley são realizadas por meio dos formulários disponibilizados pela organização. A programação musical terá apresentações das bandas Repliforce Geek e Maverick Hunters, com repertórios inspirados no universo dos animes, games e da cultura pop.

Espaço Sensorial
A edição de 2026 contará com um espaço sensorial destinado às pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). O ambiente oferecerá acolhimento, redução de estímulos e um local adequado para pausa e regulação durante o evento.

“Queremos proporcionar uma experiência divertida, segura e acolhedora, e o espaço sensorial reforça o nosso compromisso com um House Geek mais inclusivo, preparado para receber diferentes públicos e suas famílias”, destaca Mario Kodama.

O evento terá ainda espaço gastronômico com mais de 30 opções e ambiente instagramável para o público registrar os melhores momentos e compartilhar a experiência nas redes sociais.

Ingressos
O público poderá escolher entre o Day Pass, válido para um dos três dias, e o Combo 3 Days, que permite a entrada durante todo o evento. A meia-entrada será concedida aos públicos previstos na legislação, mediante apresentação de documento comprobatório.

Serviço
House Geek 2026
Data: 4 a 6 de setembro de 2026
Local: Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade – Brasília/DF
Site: housegeek.com.br
Instagram: @housegeekbrasil

Ministério da Cultura e Brasal apresentam, pelo Circuito de Teatro Brasileiro: O Deus da Calífórnia

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exto da celebrada autora francesa Yasmina Reza propõe uma discussão sobre o limite tênue entre civilidade e barbárie a partir de uma briga entre crianças,

A trama de O Deus da Carnificina acompanha o encontro entre dois casais que se reúnem para resolver, de forma civilizada, uma briga entre seus filhos. Mas o que começa como um encontro cordial rapidamente se transforma em um confronto inesperado.

A obra, dos anos 2000, ficou mais conhecida com a adaptação de Roman Polanski, para o cinema, e estrelada por Jodie Foster, Kate Winslet, Christoph Waltz e John C. Reilly. Nesta nova versão brasileira, a direção é assinada por Rodrigo Portella e tem no elenco Angelo Paes Leme, Bianca Byington, Thelmo Fernandes e Anna Sophia Folch.

Para Rodrigo Portella, a peça explora o limite tênue entre civilidade e barbárie. “É como se os pactos e convenções sociais estivessem sempre por um fio diante da nossa força primitiva, caótica e violenta. Penso em criar uma encenação que explicite essa tensão, valorizando no trabalho dos atores essa desconstrução da compostura social e moral para ir revelando aos poucos toda sujeira, toda a selvageria, como se os personagens e a própria cena fossem se descascando, revelando atitudes de profunda intolerância e horror”, revela.

A atriz e idealizadora do projeto, Anna Sophia Folch, destaca a atualidade do texto. “A peça é um retrato incômodo do nosso tempo. É um texto extremamente provocativo que fala sobre a falência do diálogo, sobre como as pessoas defendem suas próprias narrativas a qualquer custo e sobre a rapidez com que a convivência se transforma em disputa. Os temas passam pela educação e pelas estruturas sociais, mas principalmente pela ideia de que o conceito de civilidade é muito mais frágil do que gostaríamos de admitir”, diz.

Já Felipe Valle, que assina a direção de produção, reforça que essa tragicomédia cria uma espécie de “espelho atemporal das relações sociais em sua forma mais pura e objetiva”. E ainda acrescenta: “A obra provoca uma reflexão sobre a forma como tendemos a simplificar as relações pessoais, muitas vezes dividindo tudo entre extremos. Ao mesmo tempo, evidencia o contraste entre as narrativas e como isso impacta o convívio em sociedade.”.

Ficha técnica:

Texto: Yasmina Reza | Direção: Rodrigo Portella | Tradução: Eloisa Araújo Ribeiro | Elenco: Angelo Paes Leme, Bianca Byington, Thelmo Fernandes e Anna Sophia Folch | Direção musical e trilha sonora original: Federico Puppi | Figurinos: Karen Brusttolin | Cenografia: Rodrigo Portella | Cenotecnia: Rahira Coelho | Iluminação: Ana Luzia Molinari de Simoni | Coordenação geral: Anna Sophia Folch e Felipe Valle | Direção de produção: Felipe Valle | Produção executiva: Juliana Trimer | Assessoria de imprensa Brasília: Rodrigo Machado | Produção em Brasília: DECA Produções | Identidade visual: José Américo Mancini e Diego Navarro | Mídias sociais: Enzo Amarelo | Fotos de divulgação: Alê Catan | Fotos de cena: Annelize Tozetto | Patrocínio local: Brasal

Sinopse:

Dois casais se reúnem para resolver, de forma civilizada, uma briga entre seus filhos. Mas o que começa como um encontro cordial rapidamente se transforma em um confronto inesperado. Uma comédia ácida que revela o quão frágil pode ser a nossa ideia de civilidade.

Serviço:

[Tragicomédia] O Deus da Carnificina, de Yasmina Reza

Local: Teatro UNIP (SGAS 913)

Temporada: dias 12 e 13 de setembro

Horários: sábado, às 18h e às 20h, e domingo, às 17h às 19h30

Não é permitida a entrada após o início do espetáculo

Ingressos: a partir de R$25,00 (meia)

Bilheteria: https://bileto.sympla.com.br/event/124251/d/408411 e física, sem taxas, na Belini (113 Sul)

Duração: 80 minutos

Classificação indicativa: 14 anos

O Teatro UNIP: https://www.teatrounip.com | https://www.facebook.com/TeatroUnip | @teatrounip. Bilheteria: apenas nos dias de apresentação sábado e domingo das 14h até o início do espetáculo. Aceita todos os cartões de débito e crédito. Não aceita cheque. Ar-condicionado e acesso para cadeirantes. Estacionamento gratuito. Capacidade para 500 pessoas.