“Ceilândia, do preconceito ao orgulho” tem como objetivo homenagear e ressignificar a história da cidade. Evento acontece neste sábado (25/03), às 10h, no JK Espaço Arte
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Para falar de Ceilândia é preciso jogar luz sobre seu território. E é exatamente essa a proposta do livro “Ceilândia, do preconceito ao orgulho”: homenagear, celebrar e dar voz aos cidadãos e cidadãs que contribuíram para a criação da maior Região Administrativa do Distrito Federal, que completa 52 anos no próximo dia 27 de março. Para marcar esse momento e celebrar a cidade que o acolhe, no dia 25 (sábado), a partir das 10h, o JK Shopping promove, na Galeria JK Espaço Arte (Piso S1), o lançamento da publicação, que será distribuída de forma gratuita durante o evento e posteriormente por R$ 30 através do Instagram @ceilandialivro.
Escrito por Clemilton Saraiva, analista histórico e econômico, Leão Hamaral, jornalista e empresário e Lucas Pinheiro, articulista do movimento social e cultural, o livro, ao longo de suas 200 páginas, guia o leitor em uma visita pela cidade, traçando um panorama sociocultural com ênfase nos processos evolutivos, civilizatórios e econômicos da população ceilandense. Para Clemilton Saraiva, a obra é um marco, pois estabelece uma nova narrativa que sai do preconceito e mostra o orgulho, além de destacar e deixar registrada a história de Ceilândia para as gerações futuras. “O livro é fruto de um grande desafio para dar voz aos que fizerem parte da história da cidade e apresentar aos leitores uma Ceilândia não mais pelos acontecimentos de porta de delegacia e sim pelas portas da cidadania de quem superou todas as expectativas”, destaca Clemilton Saraiva.
Apoiador do projeto e espaço para a inauguração da tiragem, o JK Shopping ressalta a importância do fomento à cultura, educação e valorização da cidade. “É necessário valorizarmos e reconhecermos a importância da Ceilândia para o desenvolvimento do Distrito Federal, em especial na cultura e economia. Nos colocamos sempre à disposição para promover programações que evidenciem e fortaleçam a memória e história da região”, enfatiza Eliza Ferreira, superintendente do empreendimento.
Arte que homenageia
Como forma de homenagem à Ceilândia, o artista Jailson Belfort receberá os convidados com uma inédita Live Paint (pintura ao vivo), onde por meio das canetas esferográficas, o maranhense vai retratar o monumento mais marcante da cidade: a famosa “Caixa D’água”. Atualmente, o artista está com a exposição “Brasília em Traços“ em exibição no JK Espaço Arte. Até o dia 31 de março, o público poderá conferir doze obras em tributo a Capital Federal e seus seus principais monumentos e ícones. A mostra é gratuita, com funcionamento de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 14h às 20h.
SERVIÇO:
Lançamento do livro “Ceilândia, do preconceito ao orgulho” Data: 25 de março de 2023 (sábado).
No dia 25 de março, a garotada vai se encontrar com o Coelho em uma tarde de oficinas para desenvolver a criatividade com muita diversão na Oficina de Páscoa do Casapark. Serão realizadas quatro oficinas que receberão 75 crianças cada, com idades entre 4 e 12 anos, acompanhadas de um ou dois adultos. Elas vão aprender a customizar coelhinhos que levarão para casa, vão se divertir com a pintura de rosto ou de braço e tirar fotos com os personagens temáticos.
A Oficina de Páscoa do Casapark acontece no Espaço Casa, com turmas das 13h às 14h, das 14h30 às 15h30, das 16h às 17h e das 17h30 às 18h30. Com entrada gratuita, os ingressos para as crianças devem ser retirados antecipadamente no Sympla .https://www.sympla.com.br/evento/oficina-de-pascoa-casapark/1920838
Os ingressos serão disponibilizados de maneira fracionada ao longo da semana na plataforma Sympla, sempre às 10h. O Espaço Casa fica no Casapark Piso Superior com entrada pela Livraria da Travessa. O Casapark fica no SGCV Lote 22, Park Sul – Brasília. Telefone: (61) 3403-5300.
A Oficina de Páscoa do Casapark vai receber as crianças com carinho, conforto, atenção e segurança. Cada criança tem que estar acompanhada de um adulto responsável ou, no máximo, dois. Cada ingresso infantil é individual. Se a pessoa tem mais de uma criança, deve retirar um ingresso para cada. Assim que a criança entra no espaço, ela vai encontrar um cenário lúdico para se encontrar com o coelho da Páscoa. A criança poderá abraçar o coelhinho, tirar fotos e depois se sentar à mesinha para participar da oficina. Cada criança vai customizar uma almofadinha em formato de coelhinho e outra no formato de uma cenoura, para alimentar o coelhinho.
Espaços para crianças
O Casapark está preparado para receber as crianças e seus pais para que todos possam se divertir com conforto, segurança e tranquilidade. O Casapark disponibiliza ao público serviços gratuitos de fraldário, copa baby, banheiro infantil e carrinhos para empréstimo, além de um parquinho infantil ao ar livre criado especialmente para os pequenos poderem se divertir em segurança, o Casa Parquinho.
Foto Divulgação
Serviço:
Oficina de Páscoa do Casapark
Público | Crianças de 4 a 12 anos
Quando | 25 de março, sábado
Horários das sessões | 13h às 14h
14h30 às 15h30
16h às 17h
17h30 às 18h30
Onde | Espaço Casa
Casapark Piso Superior – Entrada pela Livraria da Travessa
Guido Boggiani. Índia Caduveo (Mbayá). Rio Nabileque, Mato Grosso do Sul. Sistema Museal da Universidade dos Estudos de Florença.
Vincenzo Pastore. Retrato de mulher com criança no colo. São Paulo, c. 1910. Acervo do Instituto Moreira Salles.Vincenzo Pastore. Mulheres descansando em banco de praça. São Paulo, c. 1910. Acervo do Instituto Moreira Salles.
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília e a Embaixada da Itália em Brasília, em colaboração com o Instituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro apresentam a exposição “Fotógrafos Italianos – no florescer da fotografia brasileira”, na galeria 4 do CCBB, aberta à visitação a partir do dia 21 de março, de terça-feira a domingo, das 9h às 20h30. A entrada é gratuita, com retirada de ingresso no site https://ccbb.com.br/brasilia/ Classificação indicativa: livre.
Guido Boggiani. India Caduveo (Mbayá), Rio Nabileque. Mato Grosso do Sul. Acervo do Sistema Museale dell’Università degli Studi di Firenze.
A mostra conta com mais de 90 imagens, em reprodução, realizadas entre os meados do século XIX e o início do século XX, por fotógrafos italianos que se destacaram como verdadeiros pioneiros da ‘oitava arte’. Este trabalho, ainda pouco conhecido, contribuiu para a história da fotografia brasileira e a criação de uma identidade visual como nação-Brasil.
Entre os muitos italianos que atuaram como fotógrafos no recorte temporal escolhido, os curadores da exposição, Joaquim Marçal Ferreira de Andrade e Livia Raponi, selecionaram nove personagens que brilham pelas trajetórias singulares e pela qualidade poética e visual de suas obras: Luiz Terragno, Camillo Vedani, João Firpo, Ermanno Stradelli, Nicola Parente, Guido Boggiani, Vincenzo Pastore, Virgilio Calegari, Luís Musso.
Nicola Maria Parente. [Retrato de Zacarias Milhazes]. S. l., 1886. Ferrótipo. Acervo do Museu Histórico Nacional/Ibram. Reprodução de Francisco Moreira da Costa. Domínio Público
Particular interesse assume, no registro do Brasil das últimas décadas do século XIX, o trabalho dos fotógrafos-viajantes Guido Boggiani e Ermanno Stradelli, que documentaram o Brasil indígena. O primeiro conviveu intensamente com os povos Chamacoco e Kadiwéu da região fronteiriça com o Paraguai, deixando maravilhosos retratos de homens e mulheres, com atenção especial a suas pinturas faciais e corporais. O segundo, Ermanno Stradelli, completou 13 expedições na Amazónia brasileira, documentando com sua câmara a floresta, os rios, as aldeias indígenas e seus habitantes. Seu aporte mais relevante, no campo da fotografia, é o registro da expedição conhecida como Pacificação dos Crichanás (1884), capitaneada pelo cientista João Barbosa Rodrigues. Stradelli atuou neste caso como o repórter ante-litteram de uma missão de primeiro contato entre representantes do poder público e indígenas isolados. As imagens realizadas nesta ocasião terão destaque no percurso expositivo.
Luiz Musso. Entrada e fachada monumental em estilo neoclássico do Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista. Avenida Pedro II, Rio de Janeiro RJ, ca. 1903. Acervo do Instituto Moreira Salles.Virgílio Calegari. Rua dos Andradas. Porto Alegre RS, 1900-1910. Acervo do Museu de Porto Alegre Joaquim FelizardoCamillo Vedani. Largo do Paço. Atual Praça XV de Novembro. Rio de Janeiro, Acervo do Instituto Moreira Salles.
Vale lembrar que a paixão dos curadores pelo tema, resultou numa aprofundada pesquisa que deu à luz a dois projetos: o primeiro é a exposição e o segundo é o livro “Italianos detrás da Câmara. Trajetórias e olhares marcantes no florescer da fotografia no Brasil”, publicado em 2022 pela Editora Unesp.
Segundo o Embaixador italiano Francesco Azzarello, “Vendo o trabalho desses fotógrafos, que registraram com seu olhar e seu equipamento as múltiplas paisagens de sua pátria escolhida, temos a certeza de que a documentação iconográfica produzida por eles é de imenso interesse para a historiografia e a antropologia brasileiras, como também para a história das relações culturais Itália-Brasil.”
Serviço:
Fotógrafos Italianos, no florescer da fotografia brasileira
Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Espacial Sul – Brasília – DF
Fone: 61 3108 7600
Visitação: de 21 de março a 04 de junho de 2023
Horários: de terça-feira a domingo, das 9h às 20h30
Serão selecionadas 34 produções em diferentes categorias, que irão compor as Mostras Competitiva, Paralela, Infantil e Mostra Especial Azul do Festival
Até 25 de março, estarão abertas as inscrições para a mostra competitiva do 17º Festival Taguá de Cinema. O Festival receberá obras de curta-metragem com até 30 minutos de duração, produzidas entre 2021 e 2023. Podem participar filmes de ficção, documentários, filmes experimentais, de animação, além de produções infantis e juvenis. A inscrição é gratuita e deve ser realizada pelo link: https://www.festivaltaguatinga.com.br//
O estímulo à produção de filmes independentes realizados em contextos de emancipação sociocultural é o princípio norteador do Festival Taguá de Cinema. Realizado desde 1998, o evento movimenta a cena para além dos grande eixos, apresentando curtas de diversos estilos e formas de realização com narrativas lineares, experimentais, poéticas e documentais
Inscrições e Seleção
As inscrições devem ser realizadas pelo site oficial do Festival (www.festivaltaguatinga.com.br), onde também está disponível o regulamento. Serão selecionadas obras para a Mostra Competitiva, através de duas etapas: seleção por voto popular online de obras inscritas no “Festival Online” e seleção por curadoria de 34 obras inscritas. A seleção do voto popular fica aberta de 26 de abril a 16 de maio, e elegerá o filme mais votado para participar da Mostra Competitiva com exibição presencial. Entre as obras inscritas serão selecionados filmes para integrar as Mostras Competitiva, Paralela e Infantil. Além da Sessão Azul, dedicada a portadores de TEA (Transtorno do Espectro Autista), é adaptada, com condições de luz e som adequadas ao público, bem como oferece monitores qualificados para atender às famílias.
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Premiação
Os filmes selecionados serão convidados a participar da Mostra Competitiva, com todas as despesas de deslocamento e hospedagem pagas aos realizadores que residem fora do Distrito Federal. E concorrerão a quatro prêmios em dinheiro, sendo três deles no valor de R$3.000,00 para cada uma das três obras escolhidas pelo Júri Oficial do Festival e um prêmio no valor de R$1.000,00 para o filme escolhido pelo Júri Popular.
Programação presencial
A Mostra Competitiva do 17º Festival Taguá de Cinema será realizada entre os dias 07 e 10 de junho, no Teatro Paulo Autran – Sesc Taguatinga (Brasília – DF). Além da exibição dos curtas selecionados e noite de premiação, o evento realizará oficinas, debates, shows e festas, além das Mostra Paralela e Mostra Infantil.
Outra novidade é que nesta edição, a plataforma do festival ganha mais uma função e disponibilizará um game com 10 desafios para serem cumpridos, os jogadores com as maiores pontuações irão ganhar prêmios. Os desafios serão lançados a partir do dia 6 de março. E para quem quiser participar basta abrir uma conta no site:
Visitas mediadas promovem experiência artística e educativa. E acontecem em abril para turmas do ensino básico
Neste mês de março, professores e coordenadores do ensino básico podem inscrever turmas para o Circuito Patrimonial Arte e Cidade, que será realizado no Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul) e na super quadra modelo 308 sul, de 04 a 30 de abril. E viver experiências na obra DE VER CIDADE, Brasília Numa Caixa de Brincar, criada pelo coletivo de artistas Entrevazios. As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo link: https://www.mediato.art.br/agendamento
A previsão de atendimento é de pelo menos 1400 estudantes de escolas públicas. A iniciativa oferece transporte para escolas que não dispõe de recursos. A experiência conta com audiodescrição da obra completa, tradução e interpretação em libras para uma visita mediada mediante agendamento, e está em local preparado para receber pessoas com mobilidade reduzida.
Brasília, 63 anos de história
Em 21 de abril, Brasília completa 63 anos de história e para celebrar a capital, crianças e adolescentes podem mergulhar em uma experiência artística e educativa com as paisagens de Brasília. O Circuito Patrimonial Arte e Cidade leva o público por meio de trajetos mediados na cidade-patrimônio e de interações com uma obra de arte, estudantes de escolas públicas do Distrito Federal terão a oportunidade de conhecer a cidade e criar vínculos com os bens culturais que compõem a área de tombamento da capital.
Proposto pela Mediato, uma instituição que atua na área de mediação artística e cultural, a iniciativa tem como propósito conectar as escolas aos bens culturais da cidade, uma equipe de educadoras guiará as turmas em um percurso criativo pela superquadra 308 Sul, momento em que os estudantes poderão conhecer a história e as curiosidades do Plano Urbanístico de Brasília. Na sequência, entrarão em contato com a obra DE VER CIDADE, Brasília Numa Caixa de Brincar, instalada no Espaço Cultural Renato Russo. A iniciativa conta com apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC/DF).
Assista uma ação do Circuito Patrimonial Arte e Cidade:
Mediato é uma inciativa que atua na área de mediação artística e cultural, colaborando para a formação de novos públicos para a arte, para a difusão da produção artística e valorização dos bens culturais. Atua no mercado cultural desde 2010 desenvolvendo programas educativos para Artes Visuais, Artes Cênicas e Educação Patrimonial, somando o alcance de mais de 50 mil estudantes do Distrito Federal. Além disso, desde 2014 desenvolve um trabalho inovador de mediação para o teatro, intitulado “Diálogo com Espectadores”.
8 mulheres inspiradoras em suas áreas de atuação. O evento aconteceu na Casa da Argelia no Lago su,l Brasilia.
Foram homenageadas Ana Beatriz Bezerra (Neurocientista), Andréia Salles (Jornalista e Escritora), Cláudia Godoy (Fotojornalista), Dinah Opoczynsky (Adida cultural da Embaixada da Bélgica), Doutora Jane (Delegada e Deputada Distrital), Jane Marrocos (Curadora de Arte e Cultura) e a Embaixatriz da Argélia Saida Bladehane. Shirley Pontes, Presidente da AIC, fez uma preleção sobre a Argélia: sua história, encantos, moda, cultura e potencialidades. Seguiu-se a fala de Conselheira da Argélia Sra. Emira Dalia Jazairy que ressaltou o importante papel das heroínas que lutaram pela independência do país que aconteceu em 1962.
Curriculum das homenageadas:
Dra. Ana Beatriz Costa Bezerra: Psicologia clínica, especialização Gerontologia, com pesquisa em neurociência, Mestrado em Ciências médicas, foi Professora universitária. Dedica-se a área de reabilitação cognitiva há 23. Em Brasília fundou a clínica Estímulos onde promove o aprimoramento da performance cognitiva de adultos e idosos. Oferece também reabilitação cognitiva para adultos que desejam melhorar seu desempenho, principalmente pós-covid, idosos com ou sem demências, aceleração da recuperação de AVC e outros prejuízos da idade. Tem doutoramento em Neurociências, na UnB.
Andréia Salles: Jornalista atua há mais de vinte anos em Brasília, nas áreas de Comunicação Corporativa e Public Affairs. Foi apontada como um dos 350 profissionais de RP mais influentes do mundo, pela revista PRWeek, no catálogo Global Power Book, por dois anos consecutivos. Recebeu as indicações de Top MegaBrasil de Comunicação, como “Mais Admirados do Centro- Oeste”, por três anos. Escreveu a saga “A Gôndola Vermelha” lançada em julho de 2020 foi seu romance de estreia. A trama se passa em Veneza, no século XVII. O texto harmoniza pesquisa histórica cuidadosa sobre cenários e hábitos da poderosa Sereníssima República de Veneza. Em 2021 lançou: A Herança de Lucca, em 2022 lançou a Corte de Nápoles. Tem previsão de lançar o quarto livro da saga em final de 2023.
Cláudia Godoy: Jornalista, com especialização em Economia e Relações Internacionais. Trabalhou em agências de notícias, como Xinhua, da China, na Rádio Nacional e TV Nacional, além da RBS e Telesur, da Venezuela. Fotógrafa. Criadora do site Bacuri Brasil. Como fotojornalista, organiza exposições sobre cultura e turismo. Os últimos trabalhos foram sobre “Arquitetura barroca na Bolívia” (2018) e “Budapeste, um Olhar Brasileiro” em setembro de 2022.
Dinah Opoczynsky: Nascida em Bruxelas, administradora, Trabalhou como executiva em grandes empresas. Há 12 anos mudou-se para o Brasil e se estabeleceu em Goiânia. Inicialmente dedicou-se ao ensino de francês e aprendeu o português com perfeição. Ao longo de sua atividade profissional desenvolveu muitos projetos culturais parcerias com embaixadas francófonas. Foi homenageada na Câmara dos Deputados em reconhecimento do trabalho cultural e de utilidade pública realizado. Em 2020, se mudou-se para Brasília e assumiu a Função de Adida Cultural, Imprensa e Comunicação da Embaixada do Reino da Bélgica. É atualmente Vice-presidente da Eunic Brasília (European National Space of Culture).
Deputada Distrital Doutora Jane: Primeira graduação em enfermagem, e depois Direito. Foi Policial Civil de carreira. Servidora pública por mais de 40 anos. Delegada por 15 anos, trabalhouem várias delegacias. Destacou-se pelo trabalho em defesa das mulheres e da segurança pública com mais eficiência. Foi Chefe da controladoria da Codeplan, Chefe da Procuradoria da FAP-DF, Secretária de Estado de Políticas públicas para crianças e adolescentes do DF. Foi também Administradora de Sobradinho, Sobradinho II e Fercal. Em 2022 foi eleita Deputada Distrital eleita com 19.006 votos.
Jane Marrocos: Brasiliense, Bacharel em Direito, iniciou sua carreira de Servidora Pública na área de Serviço Social. Trabalhou também no Banco Central, Rede Sarah, Detran, e Presidiu o Clube do Servidor onde se dedicou a área Cultural. É Servidora da Câmara Legislativa do DF há mais de 20 anos onde foi gestora nas áreas: Diretora Legislativa, Secretaria da Comissão de Constituição e Justiça, Secretaria Executiva na Gestão de Pessoas, Chefe de Gabinete na Administração e Finanças e Diretora da Escola do Legislativo. Há 6 anos preside o Conselho Curador de Cultura, na Câmara Legislativa do Distrito Federal. A Diretora de Artes visuais da AIC a artista plástica Socorro Mota para entregar o Troféu
Luciana Santos: É Cuiabana de nascimento e Brasiliense de coração. Bacharel em direito, encontrou no ramo de vendas sua maior paixão. Empresária há 23 anos em Brasília. Presidente do Clube Soroptimista Brasília Norte Sul. Este trabalho voluntário consiste em apoiar jovens e mulheres em situação de risco, capacitando-as para que se fortaleçam e se tornem micro empreendedoras. A Presidente eleita das Soroptimistas Clube Brasília Norte Sul Sra. Maryvan Rossi entregou o Troféu.
Saida Bladehane: Argelina, casada, 4 filhos Fala Árabe, Francês, Inglês, Espanhol e Português.Foi professora de Inglês. Esteve em missão diplomática em Kuala Lampur, Venezuela, e Brasil. Tem formação em Estética e emagrecimento, na Espanha e criou a primeira Clínica de Estética, beleza e emagrecimento da Argélia. Foi Presidente da Associação de cônjuges de Diplomatas na Venezuela. Está em missão no Brasil desde 2021. Nazareth Tunholi entregou o troféu.
O embaixador da Argélia Rachid Bladehane agradeceu a presença dos embaixadores e ilustres convidados e, em clima de celebração o jantar foi servido com mais de 10 pratos típicos da Argélia, que encantou a todos.
DATA E HORA 17. Março. 2023 – HOMENAGEM TROFÉU MULHER AIC – 2023 e Mostra cultural da Argélia LOCAL: Casa da Argélia em Brasília REALIZAÇÂO: AIC- Academia Internacional de Cultura – CONTATO Presidente da AIC – Shirley Pontes –061 999422552
O ecletismo nas artes visuais tem como essência a liberdade de expressão para exercer, escolher e conciliar
pensamentos e visões de cada artista. Ao realizar obras em diferentes vertentes da arte por eles representadas, algumas vezes inspirados por suas origens, os brasileiros e estrangeiros radicados em Brasília, que ora expõem, produzem trabalhos em grande diversidade de estilos e técnicas, evidenciando características próprias em múltiplas variações.
Essa mostra traz ao público uma análise da observação conjunta de realidade e abstração, ao unir um grupo de mais de quarenta artistas que representamideias e estilos diferentes e contrastantes, possibilitando a correlação de períodos que abrangem do academicismo até a contemporaneidade.
CINE BRASÍLIA E ESPAÇO CULTURAL RENATO RUSSO, DE 24 A 28 DE AGOSTO DE 2022.
Único festival no Brasil a unir cinema e gastronomia apresenta programação inédita
*Exibição de 22 filmes, produzidos em 13 países de cinco continentes
*Abertura com o premiadíssimo “Os Caçadores de Trufas”, coprodução de Estados Unidos, Itália e Grécia
*Estreia nacional do documentário brasileiro “Antes do prato”, idealizado e realizado pelo Greenpeace com direção de Carol Quintanilha
*Lançamento do livro “Da fome à fome: diálogos com Josué de Castro, organizado pelas pesquisadoras Ana Paula Bortoletto e Tereza Campello
*Realização de oficinas, degustações e debates sobre a produção de vinhos naturais, PANCs, entre outros
*Sessões para o público infantil nas manhãs de sábado e domingo
*ENTRADA FRANCA!
Comer é um ato político. Saber de onde vêm e como são produzidos os alimentos em nossa mesa, respeitar a sazonalidade e ter consciência de como nossos hábitos afetam o meio ambiente são alguns dos passos que podemos dar em nome da sustentabilidade do planeta. A proposta de SLOW FILME – FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA E ALIMENTAÇÃO caminha nesta direção. O festival chega à 11ª edição, entre 24 e 28 de agosto, no Cine Brasília e no Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul, exibindo filmes que propõem grandes reflexões.
A programação abre com a exibição de “Os Caçadores de Trufas“, produção premiada em diversos festivais, que chega à telona pela primeira vez no Brasil e que acompanha um grupo de idosos em busca da desejada trufa branca de Alba, no Piemonte italiano. SLOW FILME tem curadoria do professor de cinema e crítico Sérgio Moriconi e a entrada é franca. O Festival conta com o patrocínio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Distrito Federal.
Durante cinco dias, serão exibidos 22 títulos produzidos em 13 países: Brasil, França, Espanha, Austrália, Itália, Estados Unidos, Grécia, Peru, Índia, Portugal, Turquia, Finlândia e Taiwan. São filmes como o inédito brasileiro “Antes do prato”, idealizado e realizado do Greenpeace Brasil, com direção de Carol Quintanilha, produção da Theodora Filme e apoio do Instituto Ibirapitanga. O filme vai do sul ao norte do país registrando experiências de sucesso das comunidades no combate à fome, em comunhão com a natureza. “Antes do prato” faz sua estreia nacional no festival e a exibição será seguida de debate, com as participações da professora de nutrição da UnB, Elisabetta Recine, da porta-voz do Greenpeace para Agricultura e Alimentação, Marina Lacôrte e de Rogério Dias, presidente do Instituto Brasil Orgânico. Mediação do jornalista e coordenador das atividades paralelas do Slow Filme, Guilherme Lobão.
Outro destaque é “A receita do equilíbrio”, filme espanhol de 2020, que acompanha a rotina do chef Ricard Camarena, detentor de duas estrelas Michelin e recentemente vencedor do Prêmio Nacional de Gastronomia. A produção registra a reabertura do restaurante, depois da pandemia, e a aposta do chef numa culinária baseada na produção vegetal local.
A programação apresenta ainda o documentário espanhol inédito “Constante y El Floridita de Hemingway” recupera a figura do mixologista Constante Ribalaigua, espanhol radicado em Cuba que fazia drinques no célebre bar El Floridita e que foi apelidado pelo escritor Ernest Hemingway de “O Rei dos Daiquiris”.
SLOW FILME promove também o lançamento do livro “Da fome à fome”, organizado pelas pesquisadoras Ana Paula Bortoletto e Tereza Campello, ex-ministra do Desenvolvimento Social. A edição recupera e atualiza as análises de “Geografia da fome: o dilema brasileiro: pão ou aço”, clássico do pensamento nacional publicado há 75 anos pelo médico, geógrafo e antropólogo, Josué de Castro.
As atividades formativas, que são uma marca do SLOW FILME, acontecerão no Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul e no próprio Cine Brasília. Concebidas e coordenadas pelo professor e crítico de gastronomia Guilherme Lobão, elas serão divididas em duas linhas: oficinas e ciclo de conversas. Na primeira, sob o título OFICINAS DO GOSTO, estão quatro oficinas sobre a atividade vinícola artesanal da região, o projeto de valorização dos frutos locais e a valorização das PANCs – Plantas Alimentícias Não-Convencionais. Já os DIÁLOGOS DE CINEMA, ARTE E ALIMENTAÇÃO incluem dois debates realizados após as exibições, dentro do próprio Cine Brasília, e uma conversa online sobre o encontro da arte com a alimentação. As oficinas têm número limitado de participantes e será necessário fazer inscrição.
Ainda como parte da programação, a lateral sul do Cine Brasília acolherá uma feira de produtos gastronômicos, orgânicos e artesanais, sob a coordenação da Limonada Project.
SLOW FILME 2022 é uma realização da Objeto Sim Projetos Culturais e conta com o patrocínio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Distrito Federal. Apoio do Espaço Cultural Renato Russo, das Embaixadas da Itália, Espanha, França e Portugal, do IFB – Instituto Federal de Brasília, Comunidade Slow Food Guardiões do Cerrado e Festival Festa do Cinema Italiano.
O FESTIVAL
A programação da 11ª edição do SLOW FILME reforça a aposta do festival na valorização da produção local, no combate ao uso indiscriminado de defensivos agrícolas, na relevância do papel das mulheres, seja liderando cozinhas de renome ou preservando o conhecimento ancestral, e na manutenção de tradições, como os antigos armazéns, as sementes originais e até mesmo os drinques clássicos.
O respeito à tradição atravessa a narrativa de filmes como “Os Caçadores de Trufas“, com a colheita das trufas brancas na Itália, feita por idosos que são os únicos conhecedores dos locais onde encontrar a especiaria; “Setembro a vida inteira”, sobre a produção vinícola portuguesa; “Mercerias de Beagá”, divertido documentário sobre os últimos armazéns tradicionais da capital mineira (a sessão será dedicada a Jorge Ferreira, empresário dono de bares e restaurantes tradicionais de Brasília e grande parceiro do Slow Filme, falecido em 2013); o brasileiro “O branco da raiz”, com registro da produção de mandioca por uma família de Alagoas; e “Foça – o mercado da terra”, sobre pequenos agricultores turcos que seguem técnicas tradicionais de plantio.
A ancestralidade está ainda na raiz dos questionamentos propostos por três títulos. O italiano “O Vegetariano” mostra a vida de Krishna, filho de um brâmane, que vive na Itália ordenhando vacas e um dia se vê diante do dilema de abandonar ou não suas próprias crenças quando uma vaca improdutiva precisa ser abatida. Já “Sementes enterradas” apresenta a atuação do chef indiano Vikas Kana, que migrou para Nova York como sem-teto e conquistou a celebridade, uma estrela Michelin e tornou-se embaixador de sua cultura nos Estados Unidos. E o curioso curta-metragem italiano “Omelia camponesa” mostra camponeses italianos recitando textos proféticos do cineasta Pier Paolo Pasolini, chamando atenção para a morte da cultura milenar de pequenos agricultores e sua luta por manter a produção limpa de agrotóxicos.
A batalha contra a globalização também está em foco em produções como “As sementes de Vandana Shiva”, premiado documentário sobre a célebre eco ativista indiana que enfrentou os gigantes corporativos da agricultura industrial, ganhou destaque no movimento de justiça alimentar e inspirou uma cruzada internacional pela mudança – a sessão contará com a apresentação de Thaíssa Aragão, porta-voz da Comunidade Slow Food Guardiões do Cerrado. E ainda “O mestre cervejeiro”, que revela a história de ascensão, queda e recuperação de uma cervejaria tradicional da Lapônia diante da invasão da gigante global Heineken.
A importância da atuação de mulheres na produção de alimentos é destaque em “Semeadoras de Vida”, com o registro do trabalho de agricultoras dos campos do planalto andino; “Neste Mundo”, sobre a criação de ovinos e caprinos na Itália, feita por pastoras; e “Em busca de mulheres chefs”, uma reflexão sobre a liderança feminina nas grandes cozinhas, cuja sessão será seguida de debate, com participação da editora do Cenas de Cinema e integrante do Elviras – Coletivo de Mulheres Críticas de Cinema, Cecília Barroso, e da chef e ativista Bela Marconi.
No campo da animação, SLOW FILME apresenta os premiados “Almoço de domingo”, que ganhou o César de melhor curta de animação, e “Bom dia, Mundo”, longa francês inspirado em série premiada no Annecy Animation Festival, que será exibido na sessão infantil, da manhã de sábado. No domingo de manhã, cartaz para ”Tainá – A origem”, de Rosane Svartman.
ATIVIDADES FORMATIVAS – O espaço dedicado ao aprendizado e à reflexão no festival será dividido nas vertentes Oficinas do Gosto e Diálogos de cinema, arte e alimentação. As Oficinas do Gosto vão ensinar e apresentar processos gastronômicos e sensoriais: “Slow Wine: vinhos naturais e uvas do cerrado”, sobre a crescente produção vinícola artesanal da região; “GOsTO Cerrado”, sobre o projeto que pesquisa meio ambiente, gastronomia e turismo, com foco nos frutos do cerrado e seu uso; “Percurso Quadra Comestível”, com Fabio Vieira, idealizador do Projeto Hortelã, para o reconhecimento das PANCs – Plantas Alimentícias Não-Convencionais encontradas pelo caminho; e “Uso Criativo das PANCs”, com o projeto Mato de Comer, especializado em molhos, geleias e pestos artesanais feitos com PANCs.
Também serão realizados os Diálogos de cinema, arte e alimentação, com um bate-papo online e duas rodas de conversa. O professor e ativista, facilitador do Slow Food Cerrado, Jean Marconi, vai falar, em encontro no Instagram do Slow Filme, sobre como a alimentação impacta a sociedade sob o ponto de vista da cultura alimentar. E dois encontros irã aprofundar os temas apresentados na tela, após a exibição dos filmes “Antes do Prato” e “À procura de mulheres chefs”. Mediação do jornalista Guilherme Lobão.
LANÇAMENTOLIVRO – Por que o Brasil voltou ao Mapa da Fome das Nações Unidas? Como uma potência agropecuária mantém parte significativa de sua população em insegurança alimentar? Em 27 ensaios assinados por pesquisadores e ativistas, “Da fome à fome: diálogos com Josué de Castro” recorre ao legado do intelectual pernambucano para mostrar que, ao contrário do que prega o senso comum, essa terrível e persistente mazela não se combate apenas com produção de alimentos.
Organizado pelas pesquisadoras Ana Paula Bortoletto e Tereza Campello, ex-ministra do Desenvolvimento Social, o livro recupera e atualiza as análises de “Geografia da fome: o dilema brasileiro: pão ou aço”, clássico do pensamento nacional publicado há 75 anos. A obra é resultado de seminário realizado em 2021 pela Cátedra Josué de Castro da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP). Entre os participantes do evento — e autores do livro — estão José Graziano da Silva, ex-presidente da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), e Carlos Monteiro, um dos maiores especialistas mundiais em nutrição e alimentação, além das pesquisadoras Tania Bacelar e Inês Rugani, dos economistas Ricardo Abramovay e Ladislau Dowbor e militantes do movimento negro, quilombola, sem-teto e da alimentação saudável.
“Da fome à fome: diálogos com Josué de Castro” será lançado no domingo, dia 28, às 17h, no foyer do Cine Brasília, com a presença de Tereza Campello e do professor Renato Carvalheira do Nascimento, especialista na obra de Josué de Castro e autor de um dos artigos.
19h – “Os caçadores de Trufas” (Itália/EUA/Grécia/84’), de Michael Dweck e Gregory Kershaw
Sessão especial de abertura
QUINTA-FEIRA, DIA 25 DE AGOSTO
16h – “Setembro a vida inteira” (Portugal/100’), de Sofia Fonseca
18h – “A receita do equilíbrio” (Espanha/70’), de Óscar Bernàcer
20h – “Semeadoras de Vida” (Peru/74’), de Álvaro e Diego Sarmiento
SEXTA-FEIRA, DIA 26 DE AGOSTO
16h – “Mercearias de Beagá” (Brasil/29’), de Marcos Lôndero e Nani Rodrigues + “O branco da raiz” (Brasil, 24’), de Anderson Barbosa + “Ylan, um gostinho de casa” (Taiwan/18’), de MoMo Tseng e Hsing Ying
18h – “Sementes enterradas” (Índia/75’), de Andrei Severny
20h – “Antes do prato” (Brasil/60’), de Carol Quintanilha
Sessão seguida de debate
SÁBADO, DIA 27 DE AGOSTO
10h30 – “Bom dia, Mundo!” (Animação/França/61’), de Anne-lise Koehler e Eric Serre
16h – “À procura de mulheres chefs” (França/90’), de Vérane Frédiani
Sessão seguida de debate
18h – “O Vegetariano” (Itália/110’), de Roberto San Piet
20h – “Almoço de domingo” (Animação/França/13’), de Céline Devaux
+ “Constante Y El Floridita de Hemingway” (Espanha/60’), de Ramón Vilaró
DOMINGO, DIA 28 DE AGOSTO
10h30 – “Tainá– A origem” (Brasil/80’), de Rosane Svartman
16h – “Omelia camponesa” (Itália/França/10’), de JR e Alice Rohrwacher + “O mestre cervejeiro” (Finlândia/27’), de Antti Haase + “Foça – o mercado da terra” (Turquia/10’), de Ramazan Emiroğlu
18h – “Neste Mundo” (Itália/97’), de Anna Kauber
20h – “As sementes de Vandana Shiva” (EUA/Austrália/81’), de James Becket e Camila Becket
Sessão com apresentação de Thaíssa Aragão , porta-voz da Comunidade Slow Food Guardiões do Cerrado
SINOPSES
ANTES DO PRATO
Brasil, 2022, 54min, 12 anos
Direção: Carol Quintanilha
Produção executiva: Juliana Borges
Produção: Theodora Filmes
Realização: Greenpeace
Com: Paola Carosella, dona Jacira Roque
Uma realização do Greenpeace Brasil, com produção da Theodora Filmes e apoio do Instituto Ibirapitanga, o documentário vai a três regiões do Brasil e mostra uma mobilização social potente e diversa para combater a fome, gerar saúde e garantir um meio ambiente em equilíbrio para toda a população. Diante de um país em crise, o filme retrata como a agricultura familiar agroecológica vem criando pontes entre as cidades e o campo para propor uma revolução no atual modelo de produção e consumo de alimentos. Uma revolução em rede, conectada, solidária. E que já está em andamento.
ALMOÇO DE DOMINGO (LE REPAS DOMINICAL)
França, 2015, 13min, 12 anos
Direção: Céline Devaux
É domingo. No almoço, James observa os membros da sua família. Eles lhe fazem perguntas sem ouvir suas respostas, lhe dão conselhos de coisas que eles mesmos não fazem, o acariciam e lhe dão bofetadas; mas é normal, é o almoço de domingo.
A RECEITA DO EQUILÍBRIO (LA RECETA DEL EQUILIBRIO)
Espanha, 2020, 70min, 12 anos
Direção: Óscar Bernàcer
Ricard Camarena baseia sua culinária na produção vegetal local de Valência. Sua busca constante pela harmonia entre sabores tem seduzido a crítica e ultrapassado fronteiras. Ao lado de Mari Carmen Bañuls, cérebro da gestão dos seus restaurantes, os dois formam uma equipe indissociável que superou grandes adversidades para alcançar o sucesso, garantido por duas estrelas Michelin e pelo recente Prêmio Nacional de Gastronomia. O casal vive o momento mais equilibrado. Equilibrado? O surto da Covid-19 os lançou num desafio até então inédito: reabrir seus restaurantes com a incerteza do “novo normal”. Indiferente à pandemia, a horta continua seu ciclo natural de crescimento e oferece ao chef um novo horizonte de sabores.
AS SEMENTES DE VANDANA SHIVA (THE SEEDS OF VANDANA SHIVA)
Austrália, 2021, 81min, 12 anos
Direção: James Becket, Camila Becket
Como a filha obstinada de um conservador florestal do Himalaia se tornou o pior pesadelo da Monsanto? “As sementes de Vandana Shiva” conta a história de vida notável da eco-ativistagandhiana Dra. Vandana Shiva, como ela enfrentou os Golias corporativos da agricultura industrial, ganhou destaque nos movimentos de economia de sementes e alimentos orgânicos e está inspirando uma cruzada internacional transformadora.
À PROCURA DE MULHERES CHEFS (A LA RECHERCHE DES FEMMES CHEFS)
O mundo da gastronomia é dominado por grandes chefs homens. Mas por que isso acontece? Para conduzir essa investigação, Vérane Frédiani viajou os quatro cantos do mundo e foi ao encontro de mulheres ativas, que trabalham duro para treinar suas equipes e que têm inovado na alta gastronomia. Ao longo do filme, estão mulheres que lideram as cozinhas de ótimos restaurantes, mas que estão também nas escolas e mesmo fazendo comida de rua. São ainda sommeliers, ativistas, que lutam diariamente para existir em esferas masculinas, que promovem o desenvolvimento sustentável e que querem mudar o mundo através de sua visão de gastronomia, expandindo o papel das mulheres na sociedade.
BOM DIA, MUNDO (BONJOUR, LE MONDE)
Animação, França, 2019, 61min, 10 anos
Direção: Anne-lise Koehler e Eric Serre
Filme baseado numa série de animação cujo piloto foi premiado no Annecy Animation Festival em 2015, onde o longa foi exibido pela primeira vez, em 2019. Dez espécies de animais nascem entre muitas outras, vivem e se desenvolvem ao longo de um rio… A coruja de orelhas compridas voa para nascer uma segunda vez e dominar a noite. O grande “mergulhão-de-crista” percorre o seu território pesqueiro, tornando-se invisível e fazendo a dança das algas. O martim-pescador em sua jornada em busca de um lugar ao sol. A tartaruga de lago européia que se deixa guiar pela água e desafia o tempo. O noctule de Leisler que vê com os ouvidos a sinfonia da noite. O castor europeu, este construtor das margens que não resiste ao cheiro das árvores. A salamandra malhada que explora os dois lados do mundo, essa estranha maravilha. A garça, o pássaro de junco que sonha em pegar a lua. O peixe “lúcio do norte” que deseja se tornar colossal para viver grandes aventuras. E finalmente o imperador “anax”, esse lutador cuja armadura é forjada pelo sol. Todos exclamando: “Olá mundo!”.
CONSTANTE Y EL FLORIDITA DE HEMINGWAY
Espanha, 2020, 55min, 12 anos
Direção: Ramón Vilaró
O famoso mixologista (coqueteleiro) Constante Ribalaigua, natural de Lloret de Mar (Girona), emigrou para Cuba no final do século IXX, e alcançou fama mundial como dono da “Floridita”. O bar conquistou um célebre cliente regular, o escritor Ernest Hemingway, que batizou o proprietário de “O Rei dos Daiquiris”. Rodado em Havana, Barcelona e Lloret de Mar, relata as experiências em Cuba do ganhador do Prêmio Nobel de Literatura e sua especialíssima relação com o famoso Ribalaigua. O filme conta com a participação especial do ator cubano Jorge Perugorría (de “Morango e Chocolate”). “Não se preocupe em descobrir igrejas, prédios ou praças de uma cidade. Se você quer conhecer sua cultura, passe uma noite em seus bares”, dizia Ernest Hemingway.
FOÇA, MERCADO DA TERRA (FOÇA, EARTH MARKET)
Turquia, 2019, 11min, Livre
Direção: Ramazan Emiroğlu
O documentário enfoca pequenos agricultores familiares que utilizam técnicas tradicionais no entorno da cidade de Foça, província de İzmir. Essas famílias comercializam seus produtos agrícolas ali mesmo, em Foça (pronuncia-se fotcha), onde há um mercado estabelecido há muito tempo. Muitos fazem pão com farinha moída com trigo, uma herança do tempo dos moinhos de pedra, além de azeitonas em conserva das árvores das redondezas e as vendem em salmoura. Trazem para o mercado as ervas e legumes que cultivam em seus jardins e assim resistem à agricultura industrial. Há entre todos uma rejeição aos fertilizantes químicos, pesticidas químicos e herbicidas nocivos ao solo. Desta maneira, conseguem garantir que alimentos limpos e justos sejam produzidos localmente.
MERCEARIAS DE BEAGÁ
Minas, 2021, 28’17´, Livre
Direção: Marcos Lôndero e Nani Rodrigues
As mercearias são locais de contemplação, onde se encontra de tudo. Tudo mesmo. De cerveja gelada a ratoeira, de vela de 15 dias a maria mole, passando por queijos, frios, óleo de motocicleta, enlatados, vassouras, ração para gatos e cachorros e por aí vai. Além disso, ainda tem o lance dos olhos nos olhos, da camaradagem, da caderneta de fiado. “Mercearias de Beagá – Circuito Histórico” celebra cinco casas, em quatro regiões de Belo Horizonte: Mercearia do Chico, Pérola do Atlântico, Bar e Café Cristal, Armazém do Zé Totó e Bar e Mercearia do Zé Correia. Conta as histórias desses bravos estabelecimentos, todos eles com mais de 40 anos de serviços prestados à população da capital mineira e que foram passados de pais para filhos.
NESTE MUNDO (IN QUESTO MONDO)
Itália, 2018, 97min, 12 anos
Direção: Anna Kauber
O documentário conta a história da vida de pastoras na Itália e é o resultado de uma jornada de mais de dois anos e 100 entrevistas com mulheres entre 20 e 102 anos. A figura do pastor, nas imagens e simbolicamente, está associada ao gênero masculino. Mas no setor de criação de ovinos e caprinos, cada vez mais mulheres optam por realizar esse trabalho tradicionalmente patriarcal. O filme conta a história dessas mulheres através da experiência da diretora, que viveu com elas e mergulhou no seu dia a dia. Os laços de amizade e carinho assim criados tornaram-se um dos fundamentos da linha narrativa íntima e espontânea das protagonistas. O documentário é, portanto, uma representação desse mundo incomum, onde a distinta abordagem feminina traz implicações na lida dos animais, protegendo sua extraordinária biodiversidade e, ao mesmo tempo, preservando as majestosas paisagens italianas das grandes altitudes.
*Prêmio de Melhor Documentário Italiano no Festival de Cinema de Turim 2018.
O BRANCO DA RAIZ
Brasil, 2019, 24min, Livre
Direção: Anderson Barbosa
Uma vez por ano, uma família coleta e desafia o momento de plantar, colher e produzir farinha de mandioca artesanal no interior de Alagoas. A farinha de mandioca é uma das principais bases da cultura brasileira e por muitos considerada a raiz de seu povo: uma tradição silenciosa que está morrendo lentamente.
O MESTRE CERVEJEIRO (THE MASTER BREWER)
Finlândia, 2021, 26’50, 12 anos
Direção: Antti Haase
A ascensão, queda e ascensão de uma cervejaria local na Lapônia. Esta história mágica de retorno começa com Leo Andelin, que em 1963 desenvolveu a comida mais famosa da Finlândia: a cerveja Lapin Kulta. Menino de uma família da classe trabalhadora na remota Tornio, Leo cresce para se tornar um humilde “cavalheiro da cerveja”. Ele nutre uma relação apaixonada por sua “flor da cerveja do norte”, conquistando então uma verdadeira aclamação internacional. Mas o trabalho da vida de Leo é destruído quando, em 2010, a consagrada cervejaria Tornio é fechada pela gigante global Heineken. Mas o repatriado local Kaj Kostiander corre para resgatar o velho “Jedi da cerveja”, Leo, que transmite sua sabedoria para o jovem. Juntos, eles lançam uma campanha recorde de crowdfunding e vão atrás da levedura da cerveja original. Como um conto de fadas, uma recompensa dourada aguarda Leo e Kaj no final. Edificante e belo, “The Master Brewer” mostra como as pessoas que vivem longe dos centros do poder global ainda podem sobreviver e prosperar com engenhosidade, perseverança e autenticidade.
Krishna, filho de um brâmane, mora na Itália ordenhando vacas. Esta atividade o remete à sua infância na Índia, caracterizada por um grande respeito pela natureza. Lá, quando uma vaca improdutiva está para ser abatida, ele tem que fazer uma escolha difícil: aceitar a cultura em que vive ou seguir sua consciência?
OMELIA CAMPONESA (OMELIA CONTADINA)
França/Itália, 2019, 10min, 12 anos
Direção: JR e Alice Rohrwacher
Em parceria com o artista plástico francês JR, Alice Rohrwacher, uma das jovens diretoras italianas mais promissoras da atualidade (do filme “Lazzaro Felice”), filma uma ação cinematográfica com um grupo de camponeses do norte da Itália. No dia dos mortos, eles declamam textos proféticos de Pier Paolo Pasolini e Rachel Carson (do clássico da literatura ambientalista Primavera Silenciosa), numa cerimônia funerária. O defunto é a cultura milenar de milhões de pequenos agricultores que lutam todos os dias para nos manter vivos, produzindo comida e mais vida.
OS CAÇADORES DE TRUFAS (THE TRUFFLE HUNTERS)
EUA/Itália/Grécia, 2020 84min, Livre
Direção: Michael Dweck e Gregory Kershaw
O filme acompanha várias pessoas idosas que procuram o Piemonte italiano em busca da desejada trufa branca de Alba. A iguaria fica escondida nas profundezas das florestas do norte da Itália. Desejada pelos clientes mais ricos do mundo, a trufa branca permanece um mistério tão aromático quanto estranho. Não pode ser cultivada ou encontrada, mesmo com as escavadeiras mais modernas e engenhosas. Os únicos seres na Terra que sabem desenterrá-los são um pequeno grupo de cães e seus companheiros humanos de cabelos grisalhos, idosos italianos que andam com uma bengala e possuem um senso de humor perverso. Curiosamente, eles só vão em busca de trufas à noite para não dar pistas para outros como eles. No entanto, este pequeno grupo de rastreadores dá origem a um incrível mercado que abrange todo o planeta.
*O filme foi premiado nos festivais de Capri/Hollywood, American Society of Cinematographers/EUA, Cinema Eye Honors Awards/EUA, El Gouna Film Festival/Egito, dentre outros.
SEMEADORAS DE VIDA (SEMBRADORAS DE VIDA)
Peru, 2019, 74min, Livre
Direção: Álvaro e Diego Sarmiento
Cinco mulheres do planalto andino em sua luta diária para manter uma maneira tradicional e orgânica de trabalhar a terra. Na cosmovisão andina, as mulheres e a terra estão fortemente interrelacionadas. Tanto o corpo de uma mulher quanto o solo da terra são capazes de dar e nutrir vida. No contexto de uma crescente industrialização da agricultura e com o uso de pesticidas químicos e sementes geneticamente modificadas, são as mulheres – conectadas à terra através de laços de irmandade – que assumem o papel de protetoras da “mãe terra”. O documentário abarca o processo de trabalho segundo o calendário agrícola, nos diferentes labores de semeadura e cultivo, em Puno e Cusco e captura a emoção e a alegria de trabalhar no campo – além de uma grande preocupação pela mudança climática, que provoca secas e friagens, afetando a vida dos agricultores.
Prêmio de Melhor Documentário Internacional do Festival Internacional de Cine Indígena Dreamspeakers Film Festival, no Canadá.
SEMENTES ENTERRADAS (BURIED SEEDS)
Índia, 2017, 75min, 12 anos
Direção: Andrei Severny
Uma história de paixão e determinação diante das adversidades da vida. O filme acompanha Vikas Khana, chef estrela Michelin, em sua jornada como imigrante. Vikas, quando criança, costumava se refugiar na cozinha da avó e ali descobre sua paixão pela tradição da culinária indiana. Aos 29 anos, ele se muda para Nova York e acaba em um abrigo para sem-tetos. Depois de anos de luta e trabalho duro, ele abre seu primeiro restaurante indiano em Manhattan. Hoje é um dos chefs mais influentes do mundo.
*O filme conquistou mais de 25 prêmios em festivais internacionais, entre eles os de Melhor Documentário, Diretor e Trilha Sonora, em festivais como Canadá, Nova York, Florença, Calcutá, assim como o Prêmio do Cinema Europeu.
SETEMBRO A VIDA INTEIRA
Portugal, 2019, 98min, 12 anos
Direção: Ana Sofia Fonseca
Um país. 700 milhões de garrafas. Mais de 2.000 anos de história. Todos os calendários, a sorte jogada em setembro. Homens, mulheres e crianças contam a vida pelas vindimas. O vinho está na moda e o português nunca teve tanto reconhecimento como hoje. Este filme é o retrato pessoal, um tema universal com a alquimia local. Uma viagem pela intimidade das vinhas e das adegas, descobrindo paixões, crimes e aventuras. Mas é também um filme sobre liberdade e fé. Um convite à reflexão sobre a natureza humana e a relação entre os donos da terra e quem a trabalha. Porque nada fermenta como uma boa história: as vidas das gentes do vinho são passaporte para descobrir Portugal.
YILAN, UM GOSTINHO DE CASA (YILAN, A TASTE OF HOME)
Taiwan, 2021, 18min, 12 anos
Direção: MoMo Tseng e Hsing-Ying
Quando o chef Andoni e seus colegas fazem uma viagem a Yilan para participar de um fórum sobre gastronomia, eles não nutriam grandes expectativas. Como especialistas em cozinha basca, eles simplesmente querem compartilhar sua experiência com os outros. Mas a região de Taiwan rapidamente os cativa. Eles ficam hipnotizados com a colheita de folhas de chá frescas, mercados matinais repletos de produtos locais e descobertas culinárias inesperadas. Os paralelos entre as cozinhas basca e taiwanesa são surpreendentes e inesperadas tanto em técnicas, tradições e identidade cultural. O talentoso documentarista MoMo Tseng fez um documento sobre comida, sabores, tradições e identidades.
Ernest é um grande urso da montanha. Ele gosta de tocar música e comer geleia. Ele acolheu Celestine, um pequeno rato órfão, e agora eles vivem juntos. À medida que a primeira neve se aproxima, eles se preparam para a hibernação de Ernest: é preciso cuidar de Bibi, seu ganso selvagem que voará antes mesmo do início dos grandes frios, ir ao baile dos ratos e celebrar o primeiro dia do inverno. Por fim, prepare um delicioso biscoito para que Ernest coma um bom lanche antes de hibernar até a primavera!
TAINÁ – A ORIGEM
Brasil, 2013, 80min, Livre
Direção: Rosane Svartman
Com: Wiranu Tembe, Beatriz Noskoski, Igor Ozzy, Anderson Bruno, Gracindo Júnior, Nuno Leal Maia, Guilherme Berenguer, Mayara Bentes
A floresta amazônica é invadida por piratas da biodiversidade e a jovem índia Maya (Mayara Bentes) acaba tornando-se vítima dos bandidos, deixando órfã a bebê Tainá. Abrigada entre as raízes da Grande Árvore (sapopemba), a criança é salva e criada pelo velho e solitário pajé Tigê (Gracindo Júnior). Cinco anos depois, ele leva Tainá (Wiranu Tembe) à aldeia do seu povo, onde está para ser escolhido o novo líder defensor da natureza. Por ser menina, Tainá é impedida de se apresentar ao combate, mas pela herança de Maya, a última das Amazonas guerreiras, e com o apoio de Laurinha (Beatriz Noskoski), esperta menina da cidade, e do índio nerd Gobi (Igor Ozzy), a indiazinha parte para derrotar os malfeitores, desvendando o mistério de sua própria origem.
FICHA TÉCNICA – 11º SLOW FILME
Realização: Objeto Sim Projetos Culturais
Direção geral: Gioconda Caputo e Carmem Moretzsohn
Curadoria: Sérgio Moriconi
Coordenadora de produção: Amanda Guedes
Coordenação de atividades paralelas: Guilherme Lobão
Assessoria de imprensa: Objeto Sim
Fotografia: Zuleika de Souza
Designer gráfico: João Victor Maciel
Cobertura videográfica: Lucas Ayub
Cenografia: Natália Ayub Interiores e Cenografia
Mídias sociais: Zabelê Comunicação – Gabriel Hoewwll/Mônica Rodrigues
Programação visual: João Victor Maciel
Vinheta: Cinese Audiovisual
SERVIÇO
11º SLOW FILME – FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA E ALIMENTAÇÃO
Data: 24 a 28 de agosto de 2022
Local: Cine Brasília e Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul
Horários: ver programação
ENTRADA FRANCA (oficinas mediante inscrição, com envio de mensagem de interesse para slowfilmefestival@gmail.com)
Com mais de cem obras em diferentes linguagens produzidas entre 2008 e 2022, a exposição tem entrada franca a partir do dia 23 de março.
Foto Divulgação
Entre 24 de março e 19 de agosto, a Galeria Marcantonio Vilaça do Centro Cultural TCU apresenta a mostra “A PARTE PELO TODO”, com obras do premiado artista Lucas Dupin. Com curadoria de Cinara Barbosa, a exposição é composta de treze séries de trabalhos, entre instalações, objetos, aquarelas, vídeos, fotoperformances e fotografias, produzidos entre 2008 e 2022.
Foto Divulgação
A visitação é aberta ao público de segunda a sexta-feira, das 9 às 18h. Para escolas, a visitação é de segunda-feira a quarta-feira, mediante agendamento prévio. A entrada é gratuita e a classificação indicativa é livre para todos os públicos. O Centro Cultural TCU fica no Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 3, Brasília – DF. Telefone (61) 3316-5327.
A exposição traz um recorte recente da obra do artista multidisciplinar, que é resultado de diferentes pesquisas e linguagens. O ponto de partida é o diálogo e a produção a partir dos contextos e recursos que se materializam em direção à simplicidade dos materiais e gestos empregados. Exemplo é a instalação Jardins Suspensos, série em que fragmentos de calçadas de pedras portuguesas suspensas por fios de nylon. A mesma pedra é um elemento das fotoperformances “pedra/ouro” e “pedra/carne”, ambas da série Equivalências, que discute, por meio de pequenas trocas simbólicas, o passado impregnado neste tipo de calçamento.
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Esta é a maior exposição individual já realizada por Lucas Dupin. Mas o artista avisa que “A PARTE PELO TODO” não se trata de uma retrospectiva, muito embora inclua obras criadas ao longo de sua trajetória. “Apesar das séries serem compostas por obras de diferentes períodos e linguagens, elas apontam para um modo de lidar com o que nos cerca. Cada série pode comportar diversas obras, caso da série Bitucas, composta por 50 aquarelas”, explica Dupin.
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“A PARTE PELO TODO” é também o título de um livro lançado recentemente por Lucas Dupin. Essa publicação foi um dos elementos que norteou Cinara Barbosa. “A ideia foi instigar uma relação com a produção do artista enfatizando elementos que possam relacionar o trabalho como um todo”, explica. A curadoria atuou de modo a destacar essa perspectiva de como as obras apresentadas podem sugerir a complexidade do todo. “É um convite para o público entrar neste jogo que consiste em olhar para tudo e entender elementos e fragmentos nas séries e como transbordam umas nas outras nessa construção de uma pesquisa artística”, sugere a curadora.
Brasília – O artista tem uma relação bastante íntima com a cidade, onde vêm com frequência desde 2016, tecendo amizades e conhecendo a cena local. Em 2018, Dupin foi selecionado para uma residência artística organizada pela Casa de Cultura da América Latina (CAL) e a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI). “Pude viver em Brasília por um mês, pesquisando e produzindo novos trabalhos, mas ainda não tinha feito nenhuma exposição por aqui”, conta.
Sobre o artista
Lucas Dupin (Belo Horizonte, 1985) é Mestre e Bacharel em Artes Visuais pela UFMG. Nos últimos quinze anos, tem realizado exposições individuais e coletivas promovidas por instituições como Bienal do Mercosul, Instituto Tomie Ohtake, FUNARTE, além de já ter participado de mais de uma dezena de importantes premiações e residências artísticas no Brasil e no exterior como, por exemplo: Bolsa Pampulha, Pivô, FAAP, FUNDAJ e The Banff Centre. Ministra cursos e participa de júris de seleção de artes com frequência desde 2008, além de ser um dos curadores e coordenadores do Fórum de Fotoperformance. Publicou em 2022 seu primeiro livro monográfico reunindo uma seleção de obras e textos inéditos escritos pelos curadores Cauê Alves e Élise Girardot. Vive e trabalha em Belo Horizonte e São Paulo.
Sobre a curadora
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Cinara Barbosa é professora adjunta do Departamento de Artes Visuais (VIS) da Universidade de Brasília (UnB). É curadora e pesquisadora de arte contemporânea brasileira. Idealizou e coordena o Plano das Artes, projeto voltado ao desenvolvimento e ao fortalecimento do sistema das artes, que envolve circuitos por espaços autônomos de arte do Distrito Federal, a formação de arte-educadores e a produção artística. Foi diretora e curadora do Elefante Centro Cultural (DF). Homenageada pelo Prêmio Vera Brandt 2019, foi membro do comitê de indicação do Prêmio Pipa 2019 e 2022. Em suas pesquisas, interessa-se por produções artísticas de revisitação crítica à história da arte, poéticas arquivísticas, de coleção e de memória. Dentre suas pesquisas mais recentes, decorrentes de estudos curatoriais, está a mediação educativa em espaços expositivos associada às práticas institucionais.
Sobre o Centro Cultural TCU
As ações promovidas pelo Centro Cultural TCU oferecem a estudantes e ao grande público importantes oportunidades de acesso à história, à arte e a outras formas de manifestação cultural.
As exposições são atendidas pelo Programa Educativo do CCTCU, que promove a interação de alunos, professores e demais visitantes com o conteúdo expositivo para compartilharem suas experiências e pontos de vista. As atividades culturais do CCTCU também têm a aptidão e o propósito de explicar a importância do papel do Tribunal de Contas da União e de aproximá-lo dos cidadãos, a quem já se dedica em sua missão institucional de aperfeiçoamento da administração pública em benefício da sociedade.
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Serviço:
A Parte Pelo Todo
de Lucas Dupin
Instalações, objetos, aquarelas, vídeos, fotoperformances e fotografias
Curadoria | Cinara Barbosa
Coquetel de inauguração | 23 de março, às 19h (aberta a todos os públicos)
Visitação | Até o dia 19 de agosto
Segunda a sexta, das 9h às 18h
Visitação para escolas | De segunda a quarta, mediante agendamento
Onde | Galeria Marcantonio Vilaça
Centro Cultural TCU
Endereço | Setor de Clubes Esportivos Sul Trecho 3, Brasília – DF
Telefone | (61) 3316-5327
Entrada | Gratuita
Classificação indicativa | Livre para todos os públicos
Neste mês de março, os apaixonados por carros têm um ótimo motivo para comemorar. É que no dia 19/03, das 14h às 18h, o Pátio Brasil Shopping irá receber a terceira edição da exposição Customs Car Meet com exibição de mais de 120 carros clássicos, customizados e esportivos.
Organizado pelos empresários Washington Luiz e Rafalel Almeida, o evento vai transformar o varandão do Pátio em uma enorme garagem com carros de Drift e das marcas Audi, Porsche, Chevrolet, Camaro e McLaren. E claro, que não pode faltar um espaço para projetos curativos e veículos de outras marcas.
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Além da exposição ter entrada gratuita, quem passar por lá vai ter a oportunidade de visitar a exposição de carros Premium, Super Esportivos e Esportivos. Fora isso, o público também poderá concorrer a brindes e participar de sorteios, tudo isso ao som de DJs tocando músicas com temas de filmes voltados para o automobilismo. Durante a ação, as crianças também poderão se divertir e desfrutar de atividades como cama elástica, entre outros.
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E como parte de uma tarde diferenciada, exclusiva e com muitas surpresas, os brasilienses também poderão ajudar a eleger o carro vencedor na exposição. De acordo com Washington Luiz, a competição contará com a participação de jurados de Brasília e São Paulo para a escolha de seis campeões.
A Casa Albuquerque abre o calendário expositivo de 2023 apresentando Eduardo Sued – A amplitude da luz, com curadoria de Cinara Barbosa. A mostra celebra a longa e importante trajetória de Sued, referência incontornável no que diz respeito ao uso da cor na arte brasileira.
Eduardo Sued é um dos grandes mestres da pintura abstrato geométrica brasileira. Embora não se coloque como associado a um movimento artístico em específico sua produção está relacionada ao concretismo a partir de uma pesquisa artística com ênfase na construção cromática.
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Aos 97 anos, produz com intensidade e regularmente em seu ateliê no Rio de Janeiro. Rigor, requinte, experimentalismo da cor, da espacialidade, das formas e do gesto da pincelada sobre a superfície da tela, são características de sua atuação e trabalho.
A exposição Eduardo Sued – a amplitude da luz apresenta um conjunto de obras do artista que confirma seu propósito da pintura como uma forma de pensamento deste campo. A curadoria procura ressaltar essa reflexão chamando a atenção para a luz como princípio e elemento que, embora sutil, constitui uma questão relevante na arte. “É possível ver no conjunto de obras apresentadas na Casa Albuquerque Galeria de Arte a produção mais recente de Eduardo Sued, com obras produzidas sobretudo em 2022 em relação com trabalhos relacionados a algumas séries significativas de sua trajetória.
A proposta curatorial é destacar a luz como um elemento importante e amplo, ou seja, tanto no trabalho de cor e da composição do Sued nessa sua compreensão do fazer da pintura quanto na montagem da exposição. Esse apontamentocuratorial para luz estimula a pensar a paleta, textura, composição e esses atravessamentos no espaço”, diz a curadora Cinara Barbosa.
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Sobre Eduardo Sued
Eduardo Sued (1925 – Rio de Janeiro) é pintor, ilustrador, gravador, vitralista, desenhista brasileiro e professor. Cursou a Escola Nacional de Engenharia do Rio de Janeiro entre 1946 e 1948. No ano seguinte inicia formação artística em curso livre de pintura e desenho do pintor alemão Henrique Boese (1897-1982). Trabalha em seguida como desenhista no escritório do arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012). Viaja para Paris e frequenta as academias La Grande Chaumière e Julian. Em 1953 e frequenta o ateliê de Iberê Camargo (1914-1994) desenvolvendo estudos de gravura em metal e passa a ser seu assistente. Na década de 1950 inicia trajetória como professor de desenho e pintura. Sua pesquisa artística passa da figuração ao desenvolvimento construtivo e cromático se constituindo de maneira mais destacada a partir dos anos 1980. Realizou diversas exposições individuais em espaços culturais e museus como: no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (1982), Paço Imperial / RJ (1992), Museu Nacional de Belas Artes / RJ (1994) e no Centro de Arte Hélio Oiticica / RJ (1998), Museu Nacional da República Honestino Guimarães em Brasília (1919). Participou de coletivas no Brasil e no exterior, incluindo a Bienal de São Paulo e a Bienal de Veneza e também em galerias de arte entre elas Celma Albuquerque em Belo Horizonte, 2013.
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Serviço
Eduardo Sued – A amplitude da luz 15 de março a 15 de abril seg-sex: 10 às 19 hs sab: 10 às 13 hs
Visitas mediadas para grupos de até 10 pessoas: quintas-feiras, às 17 horas agendamento prévio para visitas pelo telefone 99885 1030
Concebido pelo light designer Moisez Vasconcellos, apresentações de 21 a 23 de março, na Casa Thomas Jefferson, com ingressos gratuitos
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Brasília recebe, de 21 a 23 de março, o espetáculo inédito Paisagem Sonora, do light designer Moisez Vasconcellos, atualmente radicado no Rio de Janeiro. Paisagem Sonora é um espetáculo experimental que reúne luz, som e tecnologia e tem inspiração na obra STIFTERS DINGE, do artista alemão Heiner Goebbels. As apresentações acontecem na Casa Thomas Jefferson – Asa Sul, com duas sessões diárias, às 20h e às 21h.
A performance utiliza-se de máquinas e robôs que desenham uma paisagem em sincronia com a música (ou silêncio) que é a linha mestra que guia a experiência visual. Durante aproximadamente 30 minutos, o público fará uma imersão em sensações visuais que não obedecem a uma dramaturgia ou narrativa convencional. “Neste espetáculo, buscamos ampliar as possibilidades do espectador em traduzir, à sua maneira, as provocações visuais apresentadas”, explica o idealizador do espetáculo, Moisez Vasconcellos.
Vasconcellos conta que desde László Moholy-Nagy, pintor e artista húngaro bem como professor na escola Bauhaus, a inclusão de tecnologias associadas ao fazer artístico tem ganhado cada vez mais espaços nas artes. “Com o surgimento de obras de arte que têm a luz como matéria prima para a composição, artistas como Dan Flavin e James Turrell alçaram novos voos e caminhos para a arte, trazendo a luz como protagonista de suas obras”, acrescenta.
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Paisagem Sonora segue esse caminho que os pioneiros abriram e é uma curiosa experiência para os espectadores, um convite à criação de narrativas únicas e individuais, sugeridas por todos os estímulos sonoros e visuais da performance.
Para que as máquinas possam executar esta experiência foram chamados alguns artistas para ajudar a compor as paisagens da experiência visual e sonora, como Rodrigo Balduíno (música), Fernando Gutierrez (conteúdo de vídeo), Anibal Alexandre (Video Mapping) e Izabel Ramil (imagens). A performance ainda conta com o ator Rodrigo Fischer.
O projeto Paisagem Sonora é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF) e a entrada é gratuita.
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Sobre Moisez Vasconcellos
Moisez Vasconcellos iniciou seus trabalhos como designer de iluminação em 2001, desde então realizou inúmeros trabalhos em Teatro, Dança, Shows e Óperas. Coordenou equipes técnicas de importantes festivais de Teatro e Ópera do país. Recebeu o prêmio melhor iluminação no Festival SESC do Teatro de Brasília. Atualmente cria luzes para os shows Alô Base, de Lulu Santos, Barão Vermelho 40 anos, e IZA.
Evento de produção audiovisual contará com rodas de conversa, shows e atividades formativas
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O projeto Luz, Câmera, Expressão, do programa Jovem de Expressão, encerra seu ciclo de atividades de um ano inteiro com um grande seminário gratuito e aberto a toda a comunidade. O evento, que será realizado nos dias 16, 17 e 18 de março de 2023, no espaço do Jovem de Expressão, em Ceilândia-DF, amplia o debate a respeito das produções audiovisuais realizadas por jovens na periferia. Durante os três dias, o projeto promoverá uma programação com atividades formativas, rodas de conversa, shows e mostra de filmes.
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Realizado no último ano, o Luz, Câmera, Expressão ofereceu a jovens de 18 a 29 anos dois ciclos de oficinas, com uma carga horária total de 3 meses e 54 horas. Durante o projeto, foram ofertadas aos participantes 14 modalidades de cursos de longa duração e 10 workshops gratuitos voltados à especialização na área do audiovisual.
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Como resultado dos meses dedicados à formação desses jovens, o projeto apresentará mais de 10 produções inéditas que participarão de mostras competitivas com premiações.
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O Luz, Câmera, Expressão é um projeto realizado pelo Programa Jovem de Expressão — reconhecido há mais de 15 anos como berço da arte, da cultura e do protagonismo das juventudes periféricas do Distrito Federal —, pela Rede Urbana de Ações Socioculturais (R.U.A.S), e apresentado pelo Instituto CNP Brasil e pelo Ministério do Turismo.
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Confira a programação!
16/03
10h às 15h – Oficina de Edição de vídeo com Ada Oliveira
14h às 18h - Oficina de sonoplastia Fernando Gutierrez
18h – Abertura oficial
Momento de apresentação dos 15 anos de atuação do Jovem de Expressão na área da cultura e economia criativa com a participação do Instituto CNP
20h - Mostra Cine de Expressão 2021
Apresentação dos filmes produzidos pelo projeto Cine de Expressão em 2021:
Eu era o Lobisomen da Cei – DF, 2021, 17min, Direção Suellen Batista
Rebele-se – DF, 2021, 22min, Direção Welly
O Afeto das Trancinhas – DF, 2021, 12min, Direção Barbara Campos
O Quinto Monumento – DF, 2021, 18min, Direção Miguel Leujin
21h - Show com Nega Eve
17/03
10h às 15h - Oficina de Cinema Vertical com Victor Ribeiro
17h às 18h - Mostra Filmes de plástico
– Nada – MG, 2017, 27min, Direção Gabriel Martins
– Rapsódia para o homem negro – MG, 2015, 24min, Direção Gabriel Martins
15h às 17h - Debate O Futuro dos Festivais de Cinema Independente
Mediação: Bethania Maia – APAN
Convidadas:
– Adriana Gomes – Festival Motriz
– Priscila do Carmo – Festival de Sobradinho
– Carina Bini – Festival Cinema e Transcendência
18h - Debate INserção na tela
Mediação: VH
Convidados:
– Beethoven Andrade
– Val Gomes
– Nelson Inocêncio
– Leonardo Monteiro
20h - Mostra Videoclipes Jovem 2022
Tarzan – 13K – Direção Alana Dutra
Kizumba – Selva – Direção Priscila Pereira
Índio feat Fugazzi – Vinte e Três – Direção Wendella Alves
Miragem de Ravena – Direção Luis Felipe
20h30 - Palestra Não somos Invisíveis com Helder Fruteira
22h - Show com DuBlu
18/03
10h às 15h - Oficina de Cenotécnica com Walisson Barba
8h às 12h - Oficina Departamento de foto: conhecendo os equipamentos nos estúdios Tao e Frame, facilitador Gabriel Brito
14h - Debate Cinema Delas
Mediação: Pietra Sousa
Convidadas:
– Rejane Faria – Atriz- Filmes de plástico
– Joanna Ramos – Diretora de fotografia – Movielas
– Joyce Prado – Diretora e produtora – Oxalá produções
16h - Debate Mercado audiovisual
Mediação: Juana Miranda – Roda Gigante
Convidados:
– Ana Rabelo – Sal Filmes
– Camila Abade – Doc. Racionais
– William Alves – Festival de Taguatinga
18h - Mostra Luz, Câmera e Expressão 2022
Apresentação dos filmes produzidos pelo projeto Luz, Câmera, Expressão em 2022:
-1 para não, 2 para sim – DF, 2022, 16 min, Direção Nico de Souza
– O sol desapareceu – DF, 2022, 15min, Direção Pedro Medeiros
– Maria – DF, 2022, 10min, Direção Vinicius Alexandre
– Levei meu monstro para passear – DF, 2022, 11min, Direção Larissa Costa
– Ceinfluencer – DF, 2022, Direção Rafa Soul
19h40 - Premiação
Entrega de troféus para as melhores produções exibidas durante o evento.
Dinha é uma escritora, poeta e mulher periférica que utiliza a arte para retratar a vida real em suas obras . O encontro está marcado para o dia 22, de forma gratuita e vagas limitadas
Que tal uma oportunidade única de bater um papo com sua escritora favorita e descobrir de onde vem tanta inspiração para suas obras de sucesso? No dia 22 de março, a BibliON oferecerá um bate-papo literário com a autora Dinha, também conhecida como Maria Nilda de Carvalho Mota. Desde os 12 anos de idade, Dinha tem escrito poemas e publicado fanzines de poesia, refletindo sobre suas angústias durante tempos difíceis. Não perca a chance de conhecer a mente criativa por trás de obras tão impactantes.
Atualmente, além de escritora, Dinha é educadora e professora da rede pública municipal de ensino, levando sua experiência e conhecimento para outros cenários. O encontro online com a autora está marcado para às 19h e será mediado por Neide Almeida, escritora, poeta, educadora e gestora cultural, atuando também como docente, pesquisadora independente e consultora na área de leitura. Com a sua mediação, o bate-papo promete ser uma experiência enriquecedora para todos os participantes.
Abaixo seguem informações sobre a atração. Não perca a oportunidade de participar desta conversa e acessar todos os livros de Dinha que estão disponíveis na plataforma da BibliON.
Com o livro “Horas, minutas y segundas”, Dinha revela-se, cada vez mais, como uma voz potente, belíssima e profundamente original na poesia brasileira contemporânea, uma voz assumidamente feminina e negra, revolucionária, fazendo brotar vida no poema e poemas para a vida, uma re- existência feita de mágoa e liberdade, de dor e cuidado, medo e gozo, denúncia e provocação, amargura e ironia, desalento e esperança, cansaço e força, sonho, desejo, criação e amor pleno.
O livro é resultado de uma campanha de financiamento coletivo que levou internet para centenas de famílias do Fundão do Ipiranga (periferia da cidade de São Paulo-SP) e narra o dia a dia da escritora, a violência cotidiana, as perdas para o Estado Genocida e as pequenas alegrias esperanças permitidas em tempos de isolamento social. Dinha – Maria Nilda de Carvalho Mota, a Dinha, é moradora do Parque Bristol e nasceu em dezembro de 1978, na cidade de Milagres (CE). Veio para São Paulo no ano seguinte, com o pai, a mãe e mais sete irmãos. Em 1999, ingressou no curso de Letras da USP. Hoje é mestranda da área de Estudos Comparados de Literaturas de Língua Portuguesa, educadora, professora da rede pública municipal de ensino, mediadora de leitura e integrante ativa do Poder e Revolução. Fundado em 1999, é um grupo de pessoas jovens e adultas que administram o Maloca Espaço Cultural (local onde funciona a Biblioteca Comunitária Livro-Pra-Quê-Te-Quero) e buscam meios de impulsionar o desenvolvimento político, econômico, social e cultural dos bairros Parque Bristol, Jardim São Savério, Vila Liviero, Caraguatá e adjacências.
Os interessados em participar das atividades devem acessar https://www.biblion.org.br/agenda/ e se inscrever. Lembrando que as ações possuem vagas limitadas, por isso não perca tempo e corra para participar.
BibliON
Para utilizar o serviço gratuito de empréstimos de livros, basta que os interessados acessem www.biblion.org.br ou baixem o aplicativo BibliON, disponível no Google Play e na Apple Store e realizem um breve cadastro.
O usuário pode fazer empréstimo de até duas obras simultâneas, por 15 dias. A BibliON permite ações como organizar listas, adicionar favoritos, compartilhar um livro como dica de leitura nas redes sociais, fazer reservas, ver histórico e sugerir novas aquisições. Por meio de princípios de gamificação, os associados conseguem acompanhar as estatísticas do tempo dedicado à leitura e participar de desafios. E o sistema de busca permite que o usuário utilize diversos filtros, como tema, autor, categoria ou título – ou até mesmo leitura indicada para grupos etários, como leitura infantil e juvenil.
É possível ler em dispositivos móveis, sem a necessidade de usar dados do celular, por meio do download prévio do título ou, ainda, ajustar o tamanho da letra e o contraste da tela; escolher diferentes modos de leitura para dia ou para noite e acionar a leitura em voz sintetizada, para saída em áudio do texto.
Sambistas se apresentam em evento gratuito, que ocorrerá das 12h às 19h, no 3º piso do shopping. Veja a programação!
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Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher, celebrado no último dia 8 de março, o Samba no Conjunto deste mês traz a apresentação de duas personalidades do samba na capital federal. Kika Ribeiro e Carol Nogueira são as atrações do evento gratuito que ocorre no próximo sábado (18/3), no Jardim Urbano, localizado na área aberta do 3º piso do shopping. A festa começa às 12h e segue até às 19h.
Às 13h, quem sobe ao palco é a artista Kika Ribeiro acompanhada de sua banda. Cantora desde a infância, Kika já passou por diversos estilos musicais até se encontrar e se apaixonar pelo Samba. Seu repertório conta com canções autorais, que ao longo das apresentações são mescladas com releituras de lendas da música brasileira, como: Clara Nunes, Beth Carvalho, Alcione, Cartola, Fundo de Quintal, Adilson Bispo, Zeca Pagodinho, Jorge Aragão, entre outros grandes nomes.
A partir das 16h, o palco do Samba no Conjunto é da cantora Carol Nogueira. Frequentadora assídua das rodas de samba de Brasília, em 2019, durante uma “canja” despretensiosa a artista viu seu hobby se tornar profissão. Atualmente, Carol é cantora, compositora, produtora cultural, além de bacharel em direito. Vinda de família portuguesa e carioca, ela afirma que o samba e suas vertentes formaram as suas influências e que isso se reflete na escolha do repertório e em suas interpretações.
“O samba é o meu axé, meu som sagrado”, diz a sambista ao lembrar de Wilson das Neves, uma de suas grandes inspirações na música. Dona de uma voz e simpatia incomuns, Carol Nogueira é divertida, romântica e espirituosa em seus shows. “Pra mim o samba é lugar de amor, de luta, de fé, de alegria e amizade”, finaliza.
Além da roda de Samba, no dia do evento o parceiro do shopping Don Vitório irá oferecer um cardápio especial para os participantes. Entre as delícias estão o Arroz Carreteiro feito no disco de arado (R$ 15); o Beef de Chorizo na parrilla com farofa e chimichuri (R$25); o Beef Ancho na parrilla com farofa e chimichuri (R$25) e o Hambúrguer Artesanal feito com pão, carne bovina 160g, chedda, barbecue e molho (R$ 20). Todas as porções são individuais!
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Serviço
Jardim Urbano apresenta: Samba no Conjunto, especial mês da Mulher
Data: 18/03 (sábado)
Hora: das 12h às 19h
Local: Jardim Urbano, localizado na área aberta do 3º piso do shopping.
O projeto, que promove formação no segmento do audiovisual em unidades de ensino público do DF, este ano conta com patrocínio da Neoenergia Brasília, por iniciativa do
Instituto Neoenergia e terá abertura especial dia 17 de março
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No próximo dia 17 de março, uma das salas do Espaço Itaú de Cinema do CasaPark será palco do lançamento da edição 2023 do “Vamos ao Cinema”. E para marcar a ocasião serão projetados seis filmes premiados pelo projeto em 2022, que foram produzidos por alunos do ensino médio de escolas públicas do Distrito Federal. Após a sessão, o cineasta convidado Fáuston da Silva fará uma palestra sobre o uso do celular em produções de baixo custo, mas mantendo sempre a criatividade e qualidade do produto final.
Criado em 2009, por Valéria Marcondes da VêCultura Produções, o projeto vem se aprimorando, a cada ano. Em 2022 passou a integrar disciplinas eletivas do Novo Ensino Médio em escolas públicas do DF conquistando cada vez mais o interesse dos alunos nas cinco instituições por onde passou. Foram realizadas oficinas de audiovisual, jornalismo cultural, design para redes sociais, elaboração de projetos, oficinas sobre a Agenda 2030 e produção de 11 filmes, abrindo um novo caminho profissional para os jovens que queiram trabalhar no segmento de cinema ou audiovisual. Além disso, foram realizadas quatro idas ao cinema para assistir aos filmes: Medida Provisória, Thor Amor e Trovão, Marte Um e Pantera Negra: Wakanda pra Sempre.
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Em 2023, o “Vamos ao Cinema” passa a contar com o patrocínio da Neoenergia Brasília como iniciativa do Instituto Neoenergia, por meio da Lei de Incentivo à Cultura do Distrito Federal – LIC- DF (Processo nº 0150-000072972020-63) e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal entrando em uma nova fase e fazendo valer o slogan do patrocinador que é: “transformando energia em cultura”. “Oferecer apoio a iniciativas culturais contribui não somente com a valorização da rica diversidade cultural brasileira e de suas tradições locais, mas também com a inclusão social e redução das desigualdades.
O Instituto Neoenergiareconhece a importância do campo da Arte e Cultura para o alcance do desenvolvimento sustentável, entendendo o seu potencial transformador para a criação de uma sociedade mais justa, inclusiva, equitativa e diversa. Por meio do Edital Transformando Energia em Cultura, ajudamos a fortalecer diversos projetos socioculturais, ampliando a geração de impacto positivo de suas ações”, afirma Renata Ferreira Chagas, Diretora-Presidente do Instituto Neoenergia.
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Para a edição 2023, o projeto já tem confirmadas as escolas, CED 310 de Santa Maria, CED 15 da Ceilândia e CECON Estrutural – um centro de convivência que atende adolescentes – e pretende atender cerca de 120 estudantes neste primeiro semestre. A programação, que vai até 29 de junho, contará com oficinas presenciais e virtuais, idas ao cinema, criação e veiculação de oito episódios do VC Pode! Cast, e as tão aguardadas sessões de cinema que, neste semestre serão duas, com filmes escolhidos pelos estudantes que participam do “Vamos ao Cinema”. O encerramento, assim como a abertura, será com a apresentação dos filmes produzidos pela turma de 2023, quando os alunos poderão conferir suas produções na telona.
É importante ressaltar que o projeto introduz esses adolescentes à Agenda 2030 e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS e conta com profissionais gabaritados no assunto, que fazem parte do Programa Estratégico UnB 2030: Sustentabilidade e Desenvolvimento Inclusivo da Universidade de Brasília. “O Vamos ao Cinema é um projeto social, educacional e cultural, cujo objetivo é demonstrar aos alunos que o audiovisual é um setor em ascendência no país e no mundo, e pode ser a profissão de muitos deles. Mudar o mundo para melhor é também uma prática indispensável, por isso, os ODS são apresentados e trabalhados pelos jovens”, afirma Valéria Marcondes, coordenadora do “Vamos ao Cinema”. Quem quiser saber mais sobre o projeto, ou ter acesso ao conteúdo, é só acessar o site https://www.vamosaocinema.org.br/
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Sessão de lançamento do projeto “Vamos ao Cinema” 2023 Data: 17 de março Local: Espaço Itaú de Cinema- CasaPark Horário: 9:00h até 12h
Venha conhecer de perto a tradicional comida uruguaia
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Para começo de conversa, Parrilla é como os argentinos e uruguaios chamam a churrasqueira, que por sinal, tem um estilo bem diferente no preparo da carne brasileira. Na Parrilla, a peça de carne não é atravessada por um espeto, ela é colocada sobre um gradil de metal e ao invés do tradicional carvão, o fogo é alimentado por lenha e brasas.
O responsável por comandar essa forma diferenciada de preparar tanto carnes como legumes é o Chef Parrileiro Lucas Matheus. “Temos mais uma peculiaridade no preparo: o gradil em que colocamos as peças de carne é inclinado, de forma que a gordura liberada pelo cozimento das carnes escorre por canaletas, separada por 15 centímetros da brasa, sem pingar no fogo e assim, diminui a fumaça e o sabor também fica bem característico”, destaca o especialista, treinado por grandes nomes parrileiro, entre eles Miguel Riephoff.
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Figueira La Parrilla vem se consolidando há mais de uma década como casa típica de cortes nobres, e vem ampliando seu cardápio, ousando no preparo cada vez mais rebuscado, entregando aos clientes requinte e qualidade. “Faço o melhor na cozinha, com minha equipe, para que o cliente deseje sempre vir até o Figueira La Parrilla”.
Venha conhecer as novidades que o Figueira La Parrilla tem para te oferecer. Além dos pratos salgados, uma gama maravilhosa de sobremesas e carta de vinhos com as melhores opções do Brasil e do Mundo.
Serviço: Figueira La Parrilla
Horário de Funcionamento: Domingo a domingo, 11h às 00h
Imagine conviver com uma dor forte ou moderada por mais de três meses seguidos: esta é a dor crônica, um incômodo que atinge cerca de quatro em cada 10 pessoas no Brasil. Segundo o artigo “Prevalência de dor crônica no Brasil: revisão sistemática”, publicado em 2021, que reuniu 35 estudos sobre o tema, a predominância desse sintoma variou de 23% a 76% dentre o total da população brasileira, com a média nacional de 45,59% dos pacientes. É mais frequente em mulheres.
As causas são diversas, desde quedas e lesões graves, infecções ou distúrbios auto-imunes, até mesmo alteração na capacidade dos nervos de transmitirem informações ao cérebro. O processo de manifestação deste sintoma é lento e pode começar com uma dor aguda, leve, que não é tratada, e evolui para estágios mais fortes, incomodando cada vez mais o paciente. Em parte dos casos, o quadro evolui para um estágio irreversível, e cabe ao indivíduo saber conviver com este sintoma.
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A convivência com a dor pode ser amenizada através de hábitos saudáveis e práticas que ajudam o corpo a estimular a região dolorida. “Mudanças de hábitos são de uma grande importância para controle das dores crônicas. Além do tratamento médico, da alimentação saudável e da prática de atividades físicas, os cuidados paliativos com o corpo, como massagens, são grandes aliados para estimular que o próprio organismo reaja positivamente em relação às causas da dor”, explica a especialista em Medicina Integrativa e educadora física, Luciana Tokarski, empresária que fundou o Spa Cristal, em Brasília.
A especialista ressalta que o tratamento seja multidisciplinar, com médicos e profissionais qualificados para orientar as atividades, como um fisioterapeuta ou um educador físico. Luciana Tokarski lembra também que, para que se tenha saúde garantida, é importante também reservar um tempo para realizar atividades que tragam prazer, tranquilidade e relaxamento. O estresse, ansiedade e alterações de humor são fatores agravantes da dor crônica.
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“Aqui no Spa trabalhamos com procedimentos indicados para estes casos, como a Massagem Relaxante, que estimula a musculatura e auxilia no combate ao estresse, estimulando o relaxamento; a Reflexologia, técnica que alivia tensões; a terapia com Pedras Quentes, uma técnica milenar que relaxa a musculatura e alivia dores; e a Hidrozônioterapia, banho com ozônio conhecido por agir em todo o corpo, promovendo relaxamento e alívio de dores” finaliza a especialista
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Spa Cristal By Luciana Tokarski
Colônia Agrícola, Riacho Fundo 1, Chácara 20, Vila Kanegae
O Club&Casa Summit 2023, reúne profissionais renomados do setor, como Dafna Blaschkauer, Leo Branco, representantes da Ecophon e convidados
O Club&Casa Design, maior plataforma brasileira de relacionamento e capacitação de profissionais e lojistas da área de arquitetura, design de interiores e paisagismo, realiza a terceira edição do Club&Casa Summit, no dia 15 de março, em São Paulo. O evento é exclusivo para os associados à plataforma e convidados, este ano, acontecerá dentro da maior feira de revestimentos e acabamentos da América Latina, a Expo Revestir, no São Paulo Expo.
“Para nós, o Club&Casa Summit representa uma junção de tudo o que fazemos para gerar e capacitar ainda mais nossos associados. Acreditamos que a transformação é a força do nosso relacionamento. No evento, conseguiremos passar, em algumas horas, uma visão macro sobre gestão, liderança, resiliência e performance. Esse movimento de olhar amplo fortalece e consolida a importância do Club&Casa Summit para o setor”, explica Thiago Sodré, CEO do Club&Casa Design.
Com especialistas da área de gestão, liderança, empreendedorismo e arquitetura, o evento contará com palestras, painéis e debates sobre estratégias assertivas para atingir uma alta performance no trabalho, resiliência e dicas de networking.
Alguns dos palestrantes e especialistas que participarão do evento e trarão um ponto de exclamação ao público presente são: Dafna Blashkauer, Leo Branco, Paulo Vitor Porto e convidados. Para finalizar, a Ecophon falará sobre Arquitetura de Alta Performance. Thiago Kaschny, gerente de produtos da marca, recebe Margaret Candossim, Bruna Murolo e Pedro Pontes para a troca de experiências.
A abertura acontece às 15h30 com Thiago Sodré, CEO do Club&Casa e idealizador do Club&Casa Summit. Já as palestras começam às 16h e o primeiro tema do dia será “Liderando com alta performance” com Dafna Blashkauer, autora do best-seller “Power Skills:As habilidades-chave para destravar seu potencial máximo”, e executiva global com passagens pelas empresas Apple, Microsoft e Nike. A profissional é formada em administração pela FEA-USP, com mais de 25 anos de experiência em posições de liderança.
Na palestra, Dafna apresentará os caminhos para o domínio das habilidades poderosas que já existem dentro de nós e para o despertar do nosso potencial máximo, imprescindíveis para a conquista do sucesso na carreira e na vida.
Leo Branco, editor da revista Exame, vai mediar um painel sobre Resiliência no Empreendedorismo. O bate-papo com convidados está marcado para às 17h e trará reflexões sobre capacitação e como reagir diante das adversidades do mundo corporativo.
O último painel do evento Club&Casa Summit é sobre o tema: Arquitetura de Alta Performance. A Ecophon – fornecedora sueca de soluções acústicas pertencente ao Grupo Saint-Gobain – convidará escritórios premiados e renomados do setor para discutir métodos e trazer insights de como a arquitetura pode ser aplicada de forma a gerar mais negócios e impactar mais pessoas.
Essa é uma dentre outras grandes ações coordenadas que o Club&Casa Design estará apresentando dentro da Expo Revestir deste ano, com o intuito de fomentar e impulsionar o ecossistema criativo, com um olhar importante sobre a construção e o fortalecimento das ações de posicionamento e imagem, destacando ainda a relevância dos relacionamentos entre fornecedores, parceiros e profissionais do setor.
A Revista Exame é a mídia partner neste evento, que é patrocinado pela Amorim, Ecophon, Evol, Minha Casa Financiada e Sherwin Williams.
Criado para potencializar o relacionamento entre profissionais de arquitetura, design de interiores, construção civil e lojas do setor, o Club&Casa Design nasceu em 2015 e, no último ano (2022), a empresa intermediou cerca de R$500 milhões em negócios. Além disso, mais de 2 mil eventos, como palestras, workshops, viagens de capacitação e cursos voltados para o segmento foram realizados pelo Club&Casa Design.
Club&Casa Summit(Acontece dentro da feira Expo Revestir, exclusivo para convidados) Data: 15/03/2022 Local: São Paulo Expo Endereço: Rodovia dos Imigrantes, 1,5 km – Vila Água Funda, São Paulo – SP Horário do evento: 15h00 às 19h00
Agenda: 15h – Abertura do espaço 15h30 – Abertura do evento com Thiago Sodré (CEO do Club&Casa) 16h às 16h50 – Palestra: Liderando com alta performance – Dafna Blaschkauer 17h às 17h50 – Painel: Resiliência no Empreendedorismo – Leo Branco, Paulo Vitor Porto e convidados 18h às 18h50 – Painel: Arquitetura de Alta Performance (Ecophon) com Thiago Kaschny, gerente de produtos da Ecophon e Margaret Candossim, Bruna Murolo e Pedro Pontes. Ecophon e Margaret Candossim, Bruna Murolo e Pedro Pontes. 19h – Encerramento – Thiago Sodré (Ceo do Club&Casa)
Sobre o Club&Casa Design
Fundado em 2015, o Club&Casa Design é focado na experiência, no reconhecimento, na capacitação e na viabilização de negócios para profissionais do segmento de arquitetura, design de interiores e construção civil. Nos últimos anos, foram transacionadas centenas de milhões em negócios no programa, que funciona como um clube de relacionamento para mais de 30 segmentos da construção civil.
A Expo Revestir é a maior feira de revestimentos e acabamentos da América Latina, promovida pela Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica para Revestimentos, Louças Sanitárias e Congêneres (Anfacer) desde 2001. Na sua próxima edição, inaugura sua “nova casa” no São Paulo Expo, com 62 mil metros quadrados, com trazendo mais experiências, conteúdos, design, tendências e inspirações para o setor e contará com mais de 300 expositores que apresentarão lançamentos em cerâmicas, louças sanitárias, metais para cozinha e banheiro, rochas ornamentais, mosaicos, madeiras, laminados, cimentícios e vítreos.
Jailson Belfort promove aula de desenho que dialoga com monumentos de Brasília. Atividade inclui ainda visita guiada à exposição Brasília em Linhas, do próprio artista, em cartaz na galeria Ruben Valentim.
Dias 18, 19, 25 e 26 de março. Inscrição gratuita.
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Que tal aprender a desenhar usando apenas canetas esferográficas comuns e ainda conhecer melhor os monumentos de Brasília como o Memorial JK ou o Catetinho? Essa é a proposta da oficina “Desenho em Linhas para Crianças”, que o artista Jailson Belfort promove nos dias 18, 19, 25 e 26 de março, com turmas às 15h, 16h ou 17h, no Espaço Cultural Renato Russo.
A atividade gratuita, voltada para crianças a partir de 7 anos, inclui aula de desenho em traços, conversa sobre patrimônio cultural e monumentos de Brasília e ainda visita guiada à exposição Brasília em Linhas, do próprio artista, que está em cartaz na Galeria Ruben Valentim até o dia 26 de março. O objetivo é despertar nos pequenos o interesse pelas artes, suas possibilidades do fazer e ainda ressaltar valores importantes na construção do cidadão.
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“A Educação Patrimonial é fundamental para a construção da cidadania. Por meio de conceitos de Patrimônio e sua importância é possível desenvolver a noção de pertencimento, preservação e reconhecimento do legado histórico e artístico de nossa cidade. Durante a aula, desenvolvemos metodologia voltada à esses objetivos a partir do desafio de desenhar os monumentos da Capital Federal ao mesmo tempo em que conversamos com as crianças sobre sua importância cultural e artística”, explica Jailson.
A exposição ‘Brasília em Linhas’ é a mais recente mostra do artista plástico Jailson Belfort. A montagem é composta por 60 (sessenta) obras feitas com canetas esferográficas em homenagem a Capital Federal e retrata seus principais monumentos e ícones. As criações artísticas podem ser visitadas de 9 de fevereiro a 26 de março na galeria Ruben Valentim, do Espaço Cultural Renato Russo.
Cada arte retrata a capital por meio de milhares de traços. Belfort evidencia a precisão, a dedicação e a atenção aos detalhes numa técnica única e inovadora. Para esta composição, utilizou-se linhas, curvas e texturas variadas, inspiradas pela beleza e simplicidade brasiliense.
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A exposição “Brasília em Linhas” tem como realizadores a Secretaria de Cultura e Economia Criativa, o Espaco Cultural Renato Russo e o Instituto Janelas da Arte.
Sobre o artista Jailson Belfort
Natural de São Luís/MA, o artista plástico começou a desenhar na infância, tendo como referência o apresentador de TV e desenhista Daniel Azulay (1947-2020). É formado em Design, pela Universidade Federal do Maranhão. Trabalhou com Publicidade e Propaganda, em agências, onde foi designer gráfico, ilustrador e diretor de arte. Essa trajetória o levou ao universo dinâmico da comunicação visual, e sua sensibilidade às imagens do cotidiano, que foi tomando forma de arte ao longo de décadas de carreira. Já realizou diversas exposições, como: “Caneta Criativa”, no Supremo Tribunal Federal (Brasília, 2018), “Brasilidade”, no Arte Core – Museu de Arte Moderna (Rio de Janeiro, 2019) e “Brasília em Linhas”, no Espaço Oscar Niemeyer (2020), no Espaço Lúcio Costa (2021) e na Biblioteca Demonstrativa do Brasil (2022).
Foto Divulga.ção
SERVIÇO:
Oficina “Desenho em Linhas para Crianças”
Dias 18, 19, 25 e 26 de março Horários: 15h, 16h e 17h Local: Espaço Cultural Renato Russo – 508 Sul Inscrição gratuita para crianças a partir de 7 anos
Presidente Celso Luiz Moretti e Maria Chiara Carrozza – Presidente do Conselho Nacional de Pesquisa – CNRPresidente Celso Luiz Moretti, Maria Chiara Carrozza – Presidente do Conselho Nacional de Pesquisa – CNR e Francesco Azzarello (Embaixador da Itália no Brasil)
A Presidente do Conselho Nacional de Pesquisa da Itália (CNR), a Profa. Maria Chiara Carrozza, assinou hoje uma carta de intenção de cooperação estratégica com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, junto ao Presidente da EMBRAPA Celso Luiz Moretti.
Para o Embaixador da Itália Azzarello “a assinatura da carta de intenção coroa a visita fundamental da Presidente Carrozza a Brasília, resultando de um jogo de equipe que permitiu alcançar, em curto prazo, um acordo que abre o caminho para a concreta cooperação com um gigante de sucesso mundial como a EMBRAPA”.
A Empresa federal, criada em 1973, desempenhou um papel decisivo no desenvolvimento do setor agropecuário, possibilitando ao Brasil passar, da posição de simples importador até os primeiros anos da década de ’70, à de terceiro maior produtor mundial, logo atrás de EUA e China, mas de primeiro exportador junto aos EUA, ocupando, alternadamente, o primeiro lugar, dependendo do tipo de produto. A EMBRAPA possui 43 centros de pesquisa e desenvolvimento em território brasileiro, equivalente ao dobro da extensão da União Europeia.
As principais áreas de interesse do acordo abrangem setores de importância crucial para as aplicações industriais da pesquisa, como as biotecnologias, nanotecnologias, agricultura de precisão, inteligência artificial e drones para a agricultura.
Espetáculos reúne elementos do teatro, circo e música para falar de sentimentos como medo, frustração, coragem e liberdade
Estreia 20/03. Sessões gratuitas com intérprete de libras
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Teatro, circo e música. Estes são os elementos que juntos compõem Pedaços de Maria, novo espetáculo que nasce da iniciativa de “As Desempregadas”, com estreia marcada para o dia 20/3. Primeiro trabalho solo da multiartista Maria Tavares, Pedaços de Maria propõe uma brincadeira cênica que reúne elementos das diversas linguagens artísticas para tratar, de maneira leve e divertida, de sentimentos inerentes à condição humana: frustração e realização, medo e coragem, vergonha e liberdade, angústia e alento.
Pedaços de Maria será apresentado nas cidades de Itapoã, Varjão, Paranoá, São Sebastião e Jardim Botânico, sendo 2 apresentações em cada, totalizando 10 sessões gratuitas e que contarão com Intérprete de Libras. Nesse primeiro momento serão sete apresentações com sessões abertas ao público e para escolas.
Parte do projeto Pedaços de Maria, que promoveu as Oficinas “Expressão Vocal” e “Processos Criativos Femininos” para mulheres moradoras da RA de São Sebastião, o espetáculo se inspira nas experiências compartilhadas por essas mulheres, as tantas “Marias” que lutam, brincam, choram, riem, amam, criam seus filhos, cozinham, trabalham, cantam, confessam dores e amores.
A partir também de um processo criativo que ressignifica suas vivências pessoais aliadas às suas experiências artísticas, Maria Tavares traz à cena a voz do feminino com sutileza, força e magnetismo próprios de “Maria” – aquela que guarda em si diversas mulheres em uma só. “São pedaços de maria, são pedaços meus que são pedaços seus e são pedaços nossos! São mulheres, são histórias, são memórias que se cruzam, nos aproximam e nos humanizam”, explica Maria Tavares.
Identificando, reconhecendo, acolhendo e juntando cada pedaço de si, a artista apresenta uma arte humanizada, onde o riso e o choro aproximam artista e público, quando mulheres e homens se reconhecem e se identificam a partir de situações e sentimentos muito íntimos e ao mesmo tempo tão universais que o espetáculo propõe.
A trilha sonora é composta por músicas de autoria da artista e executada ao vivo, contando também com canções incidentais de domínio público. Dirigido por Anasha Gelli (que ministrou a Oficina Processos Criativos Feminino), Pedaços de Maria conta com a participação de Rudah Vieira, filho de Maria Tavares, como cenotécnico e operador de som. A preparação vocal foi conduzida pela artista Shaira Ribeiro, ministrante da Oficina Expressão Vocal.
Pedaços de Maria é uma iniciativa de “As Desempregadas”, que realiza projetos de arte educação com mulheres de comunidades. O projeto é realizado com o apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal – FAC/DF.
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Sobre Maria Tavares e a iniciativa “As Desempregadas”
Em 2015 foram oficialmente batizadas de “As Desempregadas” pelo Mestre de arte de rua e palhaçaria Mandioca Frita, grande amigo de Maria.
Em 2017 nasceu o espetáculo “As Desempregadas”, que traz como temática: o trabalho, emprego/desemprego, o feminino, a amizade.
O espetáculo circulou pelo DF e GO, e emocionou por onde passou sendo indicado para concorrer ao Prêmio Sesc do Teatro Candango na categoria de melhor espetáculo de rua.
De lá pra cá, “As Desempregadas” vem realizando diversos projetos culturais em Arte, Educação e Formação, propondo a partilha de experiências e de vivências pessoais e coletivas entre mulheres diversas. As ações desenvolvidas incentivam a fruição e a criação artística, a independência financeira, o empoderamento, a autogestão e a autonomia sobre o corpo, saberes e potencialidades. Desempregadas são artistas, mães, costureiras, mães de santo, lavadeiras, cozinheiras, faxineiras.
E agora, vivenciamos o projeto de criação e montagem do espetáculo solo “Pedaços de Maria”.
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Serviço
Pedaços de Maria
Com Maria Tavares, da iniciativa “As Desempregadas”.
Data: 20/03 – Sessão fechada para escola
Horários: 9h e 11h
Local: Colégio Zilda Arns, CEF Doutora Zilda Arns – Qd 378 – Del Lago – Itapoã
Data: 22/03 – Sessão fechada para escola
Horário: 16h30 e 19h
Local: IFB São Sebastião
Área Especial 2-, s/n – São Bartolomeu (São Sebastião)
Data: 25/03 – Aberto ao Público
Horário: 10h
Local: CPS – Centro de Práticas Sustentáveis do Jardim Botânico.
Jardins Mangueiral – São Sebastião, Brasília (depois do balão que desce pra São Sebastião, entra na primeira a direita, estará à direita).
Data: 29/03 – Aberto ao Público
Horário: 14h30
Local: CEDEP – Centro de Cultura e Desenvolvimento do Paranoá,
Q, Q 9 Conjunto D e, 9 – Paranoá
Data: 29/03 – Aberto ao Público
Horário: 17h
Local: CPS – Centro de Práticas Sustentáveis do Jardim Botânico.
Jardins Mangueiral – São Sebastião, Brasília (depois do balão que desce pra São Sebastião, entra na primeira a direita, estará à direita).
Ficha Técnica:
Coordenação Geral e Atriz-criadora: Maria Tavares
Gestão e Coordenação de Produção: Mariana Baeta
Direção: Anasha Gelli
Cenário: Anasha Gelli, Maria Tavares e Gabriel Eckmam
Cenotécnico e operador de som: Rudah Vieira
Produção executiva: Francisco Pessanha
Fotos e vídeos: Tatiana Reis/Gabriela Pires – Ocreimagem
Artes gráficas: Miguel Haru
Comunicação: Ana Amábile
Preparação vocal e ministrante da Oficina “Expressão Vocal”: Shaira Ribeiro
Ministrante da Oficina “Processos Criativos Femininos”: Anasha Gelli
Assistentes de Produção: Luérgio de Souza e Bruna Luiza
Realização: As Desempregadas
Apoio: IFB – Campus São Sebastião, Ponto de Cultura Palco, Casa Luar, CPS do Jardim Botânico, CEDEP – Centro de Cultura e Desenvolvimento do Paranoá, Colégio Zilda Arns Itapoã, Ateliê Umbigo de Eros, Movimento Marias em Conexão
Projeto realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal
Na sexta-feira, 17 de março, será realizado o ‘Sarau Complexo’ no canteiro central 208/408, comércio, em Samambaia Norte, em frente ao Supermercado Caíque. O projeto que conta com apoio do Fundo de Apoio à Cultura do DF (FAC-DF) é desenvolvido por artistas, produtores culturais, músicos independentes e poetas de Samambaia e leva às mais diversas formas de arte à comunidade de Samambaia em um novo horário: das 15h às 20h.
O Sarau Complexo dá espaço aos artistas dos quatro cantos do Distrito Federal espaço para serem reconhecidos por seus trabalhos autorais, entre canções, poemas, artes e teatro. Nesta edição, o Sarau Complexo será realizado durante a Feira do Artesanato Livre que está montada no local e promete animar a tarde de quem passa pelo túnel que cobre a ciclovia da região.
A programação especial é gratuita e terá canto coral com o Coral Levando a Vida, apresentações musicais com Gerson Deveras, Izzo Maia; Seu Roque Tupinambá; e o Sr. Valdivino música Raiz, que desenvolve cultura popular. Performance e poemas com Suene Karin e Jirlene Pascoal;
Para o responsável pelo projeto, Ronald Marques, o Sarau Complexo tem grande importância para o nicho de artistas do Distrito Federal, pois cede o espaço aos inúmeros talentos que a cidade tem e ainda é um espaço de inclusão pois leva cultura e arte a comunidades de forma itinerante e gratuita.
O evento é gratuito, e tem início às 15h, em frente ao Banco do Brasil e ao Supermercado CAIQUE, em Samambaia Norte.
Iniciativa acontecerá todo sábado, a partir de 12h, com entrada franca
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O Venâncio Shopping recebe o projeto Samba com Cerveja, a partir de sábado (18). Localizado no Deck, o evento proporciona uma imersão na cultura do samba raiz, acompanhado de uma boa feijoada e cerveja gelada.
Todos os sábados, a partir de 12h o público pode se deliciar com o enredo mais brasileiro e animado que há: samba com cerveja e feijoada. Produzida pelo chef Fábio Matsunaga, a feijoada de lei será servida por R$ 35, também haverá porção de torresmo para petiscar, por R$ 20. E para refrescar, será servido o chope artesanal Cruls Puro Malte, ao preço de R$ 5 (300 ml). O rótulo é uma produção local da Cruls, que nasceu em 2017 e desde então coleciona diversos prêmios.
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A animação deste sábado (18) será com Andreza Marques e banda em show em formato de samba de roda com repertório recheado de clássicos do samba, de 13h às 18h. A cada sábado o público terá um show com artistas de diferentes gerações da música.
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SERVIÇO:
Samba com Cerveja no Venâncio Shopping Data: Todos os sábados Horário: a partir de 12h Local: Deck -Venâncio Shopping Entrada: Gratuita
No sábado, 18 de março, às 21h30, a banda Red Veld se apresenta no Espaço Casa com um show em comemoração ao Dia de São Patrício, padroeiro da Irlanda. O grupo interpretará clássicos da Irish Music. O St, Patrick’s Day é uma festa anual comemorada em 17 de março que celebra o aniversário de morte de São Patrício, padroeiro da Irlanda. Os ingressos devem ser adquiridos pelo Sympla https://www.sympla.com.br/evento/espaco-casa-apresenta-banda-red-veld-celebra-st-patrick-s-day/1898708
No primeiro lote, os ingressos custam R$ 20,00 (inteira) e R$10,00 (meia). No segundo lote, os ingressos custam R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia). O Espaço Casa fica no Casapark Piso Superior com entrada pela Livraria da Travessa. O Casapark fica no SGCV Lote 22, Park Sul – Brasília. Telefone: (61) 3403-5300.
O Red Veld é formado por Gaje Mansfield na voz e no violão, Diogo Vanelli na percussão e Chico Gomes no banjo e tin whistle. Desde 2017, a banda toca em pubs, bares, festas, festivais celtas e medievais. No repertório, a banda apresenta músicas tradicionais e contemporâneas do folk irlandês, escocês e americano. “Convidamos o público a entrar com a gente nessa viagem por outros tempos e lugares, experimentando a alegria dos pubs irlandeses a força da música que conta sobre revoluções, e a irreverência das músicas de amor”, comentam os membros do Red Veld.
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Serviço:
Show | Red Veld | St. Patrick’s Day
Músicos | Gaje Mansfield (voz e no violão), Diogo Vanelli (percussão) e Chico Gomes (banjo e tin whistle)
Quando | 18/03, sábado
Às 21h30
Onde | Espaço Casa
Casapark Piso Superior – Entrada pela Livraria da Travessa
Entrada | Primeiro Lote | R$ 20,00 (inteira) e R$10,00 (meia)
Segundo Lote | R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia)