Campanha “Amor é a menor distância entre dois corações” presenteia público com uma manta e sorteio de uma viagem para Campos do Jordão, além de um vale compras no valor de R$ 3.000
Considerada a data mais romântica do calendário, o Dia dos Namorados chega ao JK Shopping celebrando os casais apaixonados com a campanha “Amor é a menor distância entre dois corações”. Até o dia 16 de junho, na promoção Compre e Ganhe, a cada R$ 400 em compras, o shopping presenteia os clientes com uma manta Elegance. Já na promoção Compre e Concorra, a cada R$ 200 em compras, o participante recebe um número da sorte para concorrer a um vale viagem (casal) exclusivo da CVC para Campos do Jordão e um vale compras no valor de R$ 3.000.
Para a troca da manta e participação no sorteio, basta cadastrar as notas fiscais no aplicativo Wynk e dirigir-se ao ponto de trocas, localizado no balcão de informações – Piso L1 para validar o QR Code que aparecerá no celular e retirar o brinde. O limite é de uma manta por CPF e o sorteio acontece no dia 19 de junho.
“Estamos muito animados em proporcionar aos nossos clientes uma experiência única neste Dia dos Namorados. A viagem é uma forma de celebrar o amor e proximidade e estamos felizes em poder oferecer essa oportunidade que, certamente, criará memórias para toda a vida”, afirma Eliza Ferreira, superintendente do JK Shopping.
Happy hour no JK
Pensando em proporcionar um momento descontraído e cheio de amor, no dia 12 de junho, o centro de compras promove um Happy Hour de Namorados. A programação acontece das 18h às 22h, na Praça de Alimentação (Piso L3) do JK Shopping e conta com decoração temática, shows ao vivo com Kaio Oliveira e Flávia Lindgren, apresentação e animação com o locutor Dodô e a palhaça Casarina, que distribuirá prêmios e brincadeiras para animar os casais. A data ainda promete ofertas de pratos exclusivos em restaurantes selecionados do centro de compras. A entrada é gratuita e aberta ao público.
Vitrine de presentes
As vitrines das lojas do JK Shopping estão recheadas de novidades para os enamorados garantirem os presentes em comemoração a data. O que não faltam são opções que vão desde vestuário, perfumaria, cosméticos, calçados, acessórios e presentes tecnológicos.
As lojas Vivara, Damyller, Melissa, Império das Maquiagens, Santa Lolla, Puket e 55rj, são algumas das 160 operações que estão com coleções dedicadas para a ocasião. Com o objetivo de apoiar os clientes em suas escolhas, o JK Shopping disponibiliza uma vitrine virtual com diversas opções de presentes.
Boas expectativas
Otimista, o JK Shopping espera um crescimento significativo em vendas e movimentação. Segundo Eliza Ferreira, superintendente do shopping, os lojistas estão preparados para atender a alta demanda com seus estoques reforçados e produtos diferenciados, prezando sempre pela qualidade. “A expectativa é superar em mais de 10% o volume de vendas e movimentação em comparação a campanha do ano anterior”, pontua.
Ainda segundo Eliza, as ações desenvolvidas para o Dia dos Namorados foram preparadas para entregar ao público experiências que valorizem o romantismo que simboliza a data. “Lançamos uma campanha que celebra o amor, aproximar as pessoas e valorizar os momentos compartilhados. Nosso objetivo é encantar o consumidor, transformando uma ida ao shopping em uma experiência inspiradora, além de gerar resultado para os nossos lojistas, impulsionando as vendas através das ações promocionais”, conclui.
SERVIÇO: Dia dos Namorados JK Shopping
Amor é a menor distância entre dois corações
Compre e Concorra
A cada R$ 200 em compras, o participante recebe um número da sorte para concorrer a um vale viagem (casal) exclusivo da CVC para Campos do Jordão + um vale compras no valor de R$ 3.000.
Data: até 16 de junho de 2024.
Data do sorteio: 19 de junho de 2024.
Troca de notas: Aplicativo Wynk.
Compre e Ganhe
Nas compras acima de R$400, o cliente ganha uma manta Elegance. Enquanto durar o estoque de 1.400 mantas. Limitado um brinde por CPF.
Data: até 16 de junho de 2024.
Retirada do produto: Balcão de informações localizado no Piso L1.
Happy Hour de Namorados
Data: 12 de junho de 2024.
Local: Praça de Alimentação — dois palcos.
Atrações: Kaio Oliveira e Flávia Lindgren.
Apresentação: Dodô.
Dinâmica: distribuição de prêmios e brincadeiras com Casarina a palhaça casamenteira para animar os casais, além da oferta de pratos exclusivos em restaurantes selecionados do centro de compras.
30 artistas e bandas independentes foram escolhidas para participar da semifinal que acontece agora em junho
O Brasília Independente, projeto reconhecido por promover o trabalho de artistas independentes do Distrito Federal e entorno, divulga, finalmente, a lista de músicas selecionadas para participar da edição 2024. Dos cerca de 400 inscritos, foram selecionados 30 artistas, que participarão das eliminatórias: dia 15 de junho, no SESC Gama, e dia 23 de junho, no Sesc Taguatinga. Veja abaixo a lista com 30 selecionados.
Após as etapas semifinais, os vídeos dos 10 finalistas serão exibidos na programação da TV Globo e se apresentarão ao vivo para os jurados, com direito a votação popular pela internet para eleger um vencedor do voto popular.
A grande final, com o anúncio e a premiação dos vencedores, será realizada em um grande show na Praça do Cruzeiro, em setembro, com a participação de uma atração nacional ainda a ser definida. Os três primeiros colocados receberão troféus e prêmios em dinheiro, 10 mil, 5 mil e 3 mil reais, respectivamente.
Além da divulgação das bandas na TV Globo, o Brasília Independente contará com um programa especial sobre o evento ao longo da programação, culminando com a exibição da grande final e o anúncio dos vencedores.
O Brasília Independente está em novo formato. Independente, segue sob coordenação geral da jornalista cultural, Márcia Witczak, e mantém o apoio e parceria com a Programação da TV Globo para exibição das bandas na televisão.
Desde sua criação, o Brasília Independente tem desempenhado um papel fundamental na cena cultural do Distrito Federal, divulgando e incentivando a cena autoral da música local. Mais de 120 bandas de todos os estilos já participaram do concurso, tendo suas performances exibidas pela TV Globo Brasília.
O projeto continua a beneficiar os artistas independentes, mantendo sua essência e objetivos originais, mas traz algumas novidades. Uma delas é que 2024, o Brasília Independente presta uma homenagem ao Rock de Brasília, marcando pontos turísticos da cidade com a trilha sonora que conta a história desse estilo musical na capital. Além disso, institui-se o prêmio “Rota Brasília Capital do Rock” de música independente, reconhecendo a contribuição das bandas para a cena musical da cidade.
O Brasília Independente continua aberto a todos os estilos musicais, mantendo a homenagem como uma reverência ao estilo que colocou Brasília no mapa da música brasileira como a Capital do Rock, destacando-se como uma produtora de música de alta qualidade.
Siga nossos canais digitais para acompanhar todos os detalhes do Brasília Independente 2024 e participe!
O evento acontece simultaneamente em 27 países, com 23 filmes, incluindo os 4 curtas-metragens da Competição de Filmes de Terror do Japão e duas séries completas de doramas
O JFF+ apresenta a estreia mundial da versão 4K digitalmente remasterizada de Jungle Emperor Leo (Kimba The White Lion)
A Fundação Japão promove, até 2 de julho (23h59), o Festival de Cinema Japonês Online JFF+ 2024. Nesta terceira edição do evento, 27 países e regiões recebem uma grande variedade de filmes e, pela primeira vez, duas séries completas de doramas: Downtown Rocket e Rikuoh.
Dividido em duas partes, o JFF reserva o período até 18 de junho (23h59) para os filmes e anime. Entre os filmes, estão na programação We Made a Beautiful Bouquet, que explodiu em popularidade entre os membros da Geração Z após seu lançamento, em 2021, e Baby Assassins, que conquistou as redes sociais japonesas, com seu terceiro filme já programado para ser lançado no próximo outono japonês.
Para os fãs da culinária japonesa, School Meals Time Graduation e The Zen Diary trazem a deliciosa cultura gastronômica. Destaque também para a estreia mundial da versão 4K remasterizada digitalmente de Jungle Emperor Leo, também conhecido como Kimba The White Lion, um anime clássico baseado na obra-prima do mangá de Osamu Tezuka.
No período de 19 de junho a 2 de julho (23h59), estarão disponíveis as séries dramáticas de TV (dorama), extremamente populares em todo o mundo. Downtown Rocket e Rikuoh estarão disponíveis na íntegra, cada uma com 10 episódios. São comoventes dramas humanos sobre pessoas que perseguem grandes sonhos, que se tornaram grandes sucessos logo após seus lançamentos no Japão.
“Em meio a uma situação social em evolução no Japão pós-pandemia e após o sucesso retumbante dos vencedores do Oscar, Godzilla Minus One e The Boy and the Heron, selecionamos cuidadosamente títulos que temos certeza ressoarão com o público em todo o mundo. Este ano, o JFF Online disponibilizará filmes e séries de TV para um número recorde de países e regiões, compartilhando o cinema japonês com o mercado internacional”, disse Masafumi Konomi, produtor do JFF.
Além dos filmes e doramas de TV, diversos eventos serão realizados paralelamente ao evento para promover o Festival e o cinema japonês em todo o mundo durante este período. Fiquem atentos à programação no site oficial do evento e no site e redes sociais da Fundação Japão.
FESTIVAL DE CINEMA JAPONÊS ONLINE 2024
Organização
Fundação Japão
Co-organização
Consulados Gerais do Japão
Associação Japan Taiwan Exchange
Datase horários*
• JFF+ primeira parte – 23 filmes, incluindo 4 curtas-metragens da Competição de Filmes de Terror do Japão: de 5 de junho a 18 de junho de 2024 (23h59)
• JFF+ segunda parte – 2 séries de doramas: de 19 de junho a 2 de julho de 2024 (23h59)
Argentina, Austrália, Brasil, Brunei, Camboja, Egito, França, Alemanha, Hungria, Índia, Indonésia, Itália, Laos, China continental, Malásia, México, Mianmar, Nova Zelândia, Peru, Filipinas, Singapura, Espanha, Taiwan, Tailândia, Reino Unido, Estados Unidos e Vietnã
Em 2016, a Fundação Japão, como parte da iniciativa JFF Asia Pacific Gateway, promoveu pela primeira vez o Festival de Cinema Japonês JFF com o objetivo de divulgar a produção cinematográfica de seu país. Esta primeira edição foi realizada em 10 países da Ásia e Austrália. Pouco a pouco, o evento foi se expandindo. Chegou à China e Índia, em 2017, depois para a Rússia, em 2018. Em 2023, o JFF foi assistido por mais de 120 mil espectadores.
Um portal dedicado a compartilhar a emoção do cinema japonês com o mundo. Com conteúdo principalmente em inglês e japonês, é composto por seções trazendo as últimas notícias do cinema japonês, entrevistas, discussões e artigos exclusivos.
Em 2022, foi integrado a ele o “JFF+ Cinema Independente”, um projeto de streaming online que apresenta filmes do circuito independente de cinema japonês.
A Fundação Japão é uma instituição japonesa dedicada a realizar pesquisas abrangentes e programas de intercâmbio cultural internacional em todo o mundo. Com o objetivo de aprofundar a compreensão mútua entre o povo do Japão e outros países/regiões, nossos vários atividades e serviços de informação criam oportunidades para interações entre pessoas.
A Fundação Japão possui 26 escritórios no exterior em 25 países, entre eles o Brasil. Está ativa em toda a Ásia, Oceania, Américas, Europa, Oriente Médio e África e trabalha em estreita colaboração com representantes diplomáticos japoneses missões e outras organizações relacionadas em cada país.
Programação precede início oficial das atividades da nova gestão compartilhada entre a Secec e a OSC Box Cultural, que terá duração de três anos
OSC traz novas ações para a programação do Cine com o objetivo de realizar pelo menos 72 sessões mensais, entre exibições comerciais, mostras e festivais
Foto divulgação
A parceria entre a Organização da Sociedade Civil Box Cultural e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec) à frente do Cine Brasília está de volta. Na última terça-feira (28) foi firmado o contrato de gestão compartilhada que terá vigência de três anos, marcando o início de uma nova fase para este espaço cultural e garantindo o seu funcionamento até 2027.
Com 64 anos de história, o Cine Brasília é um dos mais importantes centros de exibição cinematográfica da América Latina. Considerado Patrimônio Mundial da Humanidade desde 1987, sua trajetória está intrinsecamente ligada ao desenvolvimento do cinema local e nacional. Nos últimos meses, a Secec realizou uma nova seleção que assegura a operação deste equipamento tão valioso. À frente da pasta da Cultura, Cláudio Abrantes celebra a retomada das atividades e continuidade das ações do Cine.
“A gente está com a Box (Cultural) que foi a vencedora — que já fez um trabalho com a gente no passado, um trabalho exemplar —, e teve a melhor pontuação. A Box já vai entrar em operação nos próximos dias para que a gente tenha uma programação com filmes, debates, na essência do Cine Brasília.”
O secretário também salienta a importância do novo formato de contrato, com um ano a mais de duração. “Este contrato traz uma novidade, que é a validade de três anos. A Box fica três anos conosco e isso dá um ganho, uma tranquilidade muito grande para quem frequenta, para quem gosta do Cine Brasília”, pontua.
Dando continuidade ao trabalho iniciado em agosto de 2022, com o contrato de co-gestão que se encerrou em março deste ano, a Box Cultural segue para o segundo período à frente da condução do Cine. Sara Rocha, diretora geral da Box Cultural, ressalta a alegria da organização de estar novamente gerindo o cinema.
“A gente está muito feliz e honrado em seguir nesse trabalho para fazer a programação, a manutenção e o cuidado com esse equipamento tão amado pela cidade, sem dúvidas aproveitando alguns aprendizados que a gente conseguiu desenvolver e diagnosticar na primeira etapa, e procurando ampliar e melhorar algumas características e estratégias.”
Algumas ações experimentadas na última gestão e que serão mantidas e aprimoradas. A gestão vai manter e aperfeiçoar o formulário de solicitação de pauta, que permite a qualquer ente ou pessoa solicitar e programar atividades no Cine Brasília; bem como manter a Seleção de Curtas, uma iniciativa pioneira do Cine em selecionar com cachê curtas-metragens que são exibidos na grade; tudo isso mantendo a programação alinhada com a produção independente nacional e internacional.
Além das práticas mencionadas, a gestão pretende ampliar as sessões acessíveis, que passarão a acontecer duas vezes por mês, exibindo filmes com audiodescrição sincronizado na sala, com legenda descritiva e janela de Libras na tela, com sala à meia luz e som reduzido para abarcar pessoas autistas e/ou com sensibilidades auditivas.
Também é importante evidenciar a relevância de o contrato de gestão ter sido estendido por três anos e algumas metas da nova administração. Agora vão ser três anos de gestão, então a ideia é que as várias ações continuadas ganhem mais fôlego e mais peso. Queremos cumprir uma meta de pelo menos 864 sessões, com uma previsão de 72 mensais, algo que a gente cumpriu acima, na gestão passada. A ideia é manter essa métrica — inclusive aumentá-la. Previsão de lançamentos de filmes, pelo menos 18, sempre aliados com debates; e realização de pelo menos 19 mostras temáticas.
A gestão prevê a exibição de 150 curtas-metragens dentro da programação comercial, selecionados por meio da chamada pública, https://cinebrasilia.com/selecao-de-curtas/ além da realização de 150 sessões infantis e infanto-juvenis, com pelo menos 34 sessões dedicadas ao programa Territórios Culturais. Também estão previstas 27 palestras e atividades formativas com figuras de destaque no cenário nacional e internacional, em alinhamento com o Programa Conexão Cultura DF. O plano inclui ainda 18 oficinas voltadas para jovens, com no mínimo 36 horas de atividades que cobrem funções técnicas da cadeia produtiva audiovisual.
Também serão realizadas três edições do FomentaCine, o ambiente de mercado do Cine Brasília, com previsão de cada uma ser realizada em abril dos próximos anos, trazendo novamente as consultorias, as rodadas de negócios, pitchings, seminários e uma série de atividades variadas.
Destaque para as metas futuras de buscar uma captação complementar de recursos para fazer a troca das poltronas do cinema e outra para a requalificação da área do café, tornando este último um ambiente convidativo, com uma oferta diversificada, de qualidade; uma espécie de hub criativo de empreendimentos gastronômicos de Brasília, a partir de um aviso público que será aberto pela Secretaria de Cultura no futuro.
SESSÕES ESPECIAIS
Na primeira semana de junho, haverá três sessões especiais no Cine Brasília, todas com entrada gratuita. A partir desta quarta-feira (5), o espaço recebe os eventos do Ministério dos Povos Indígenas (MPI), da TV Senado, e da Embaixada do Reino dos Países Baixos no Brasil.
A semana se inicia com a “Jornada Bruno Pereira e Dom Phillips”, evento do Ministério dos Povos Indígenas que, já na abertura, traz representantes do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, (MDHC), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), e da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja). Depois, haverá a mesa redonda “A memória do indigenismo no Vale do Javari a partir da luta dos defensores de direitos humanos, comunicadores e ambientalistas”, seguida da exibição do documentário Vale dos Isolados: O Assassinato de Bruno e Dom, da diretora Sônia Bridi, em homenagem póstuma ao assassinato do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, ocorrido há dois anos no Amazonas.
Destaca-se a necessidade de confirmação de presença através de formulário
Na quinta-feira (6), o Cine Brasília recebe o documentário Arte no Caos, do diretor Jimi Figueiredo, da TV Senado. A exibição mostra o processo de criação do artista plástico Vik Muniz para o mosaico que foi posteriormente doado ao Congresso Nacional. A obra narra a história da invasão da Praça dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023, a partir da ótica da reconstrução do Congresso Nacional, e utiliza destroços dos atos ocorridos naquela data.
A semana se encerra com o documentário “Da Bahia para o Brooklyn – Histórias do Caribe”, dirigido e protagonizado pela jornalista holandesa Nina Jurna, promovido pela Embaixada do Reino dos Países Baixos no Brasil, que será exibido nesta sexta-feira (7). A obra narra um retorno e busca pelas próprias raízes em uma viagem por inúmeros países, onde passado e presente se entrelaçam e revelam a escravidão e colonialismo.
Foto divulgação
SERVIÇO – CINE BRASÍLIA
Endereço: Asa Sul Entrequadra Sul 106/107 – Brasília, DF, 70345-400.
Fechado para montagem do evento do Ministério dos Povos Indígenas
QUARTA-FEIRA, 05/06 (entrada gratuita)
14h00 — Abertura “Jornada Bruno Pereira e Dom Phillips”
15h00 — Mesa redonda “A memória do indigenismo no Vale do Javari a partir da luta dos defensores de direitos humanos, comunicadores e ambientalistas”
16h30 — Exibição Vale dos Isolados: O Assassinato de Bruno e Dom
QUINTA-FEIRA, 06/06 (entrada gratuita)
20h00 — Arte no Caos
Bahia to Brooklyn Brazilie
SEXTA-FEIRA, 07/06 (entrada gratuita)
19h00 — Da Bahia para o Brooklyn: Histórias do Caribe
SESSÕES ESPECIAIS
Vale dos Isolados: o Assassinato de Bruno e Dom
(Documentário/Crime/Investigação/Brasil/2023/103min) de Sônia Bridi
Sinopse: O assassinato de Bruno e Dom revela como a negligência do Estado fez ressurgir um ciclo histórico de violência na região com o maior número de indígenas isolados do mundo.
Sinopse: ‘Arte no caos’ retrata o processo criativo do artista Vik Muniz durante a elaboração da obra ‘8 de Janeiro de 2023’. Criada a partir dos destroços dos atos ocorridos naquela data.
(Documentário/Países Baixos/2023/44min) de Nina Jurna
Sinopse: Para contar a história do Caribe, é quase impossível não começar profundamente na América do Sul, na Bahia, Brasil, e terminar no Brooklyn, Nova York. Nina Jurna mudou-se para o Brasil em 2011 com a crença de que encontraria lá a sociedade mista ideal – um caldeirão de cores e culturas. No entanto, rapidamente se prova ser uma ilusão. O Brasil é uma sociedade dura, baseada em classes, onde os privilégios e as posições de destaque são predominantemente ocupados pela elite branca brasileira. Na base da escada social estão principalmente os brasileiros negros. No Rio, a história da escravidão foi literalmente varrida para debaixo do tapete. Mas como é em Salvador, a capital do estado da Bahia, onde a maioria da população é negra?
Após o sucesso das duas primeiras edições do Vinho no Barco Brasília, o renomado Sommelier Frederico Castro realizará a terceira edição desse disputado e exclusivo evento.
O sofisticado “Vinho no Barco” ocorrerá no dia 22/06/2024, sábado, na embarcação Diamond, a mais luxuosa de Brasília/DF, com saída do Clube Social dos Oficiais da Polícia Militar do Distrito Federal/COPM-DF, início do embarque às 16h:00, finalizando às 16h:30, para que todos possam contemplar o pôr do sol navegando pelas águas do Lago Paranoá. A navegação terá duração aproximada de quatro horas e meia, com desembarque até às 21h:00 no mesmo local do embarque.
O evento requintado contará com decoração sofisticada, adega do Sommelier (com vinhos selecionados pelo próprio anfitrião) , pratos elaborados por uma Chef de Cozinha, garçons, banda ao vivo (que animará à noite inteira com muita música) e o pôr do sol mais incrível do Distrito Federal.
Shows fazem do circuito Sesc Tradições Juninas e acontecem na sexta (7) e no sábado (8), no estacionamento do Sesc Bartolomeu Martins, em Ceilândia
A banda baiana Djavú e a cantora paraense Joelma são as atrações principais do Sesc Tradições Juninas na próxima sexta (7) e sábado (8), no estacionamento do Sesc Bartolomeu Martins, em Ceilândia. Mais uma vez, a entrada será gratuita, mediante retirada antecipada de ingressos e doação de um quilo de alimento não perecível.
A distribuição dos ingressos terá início nesta quarta-feira (5), das 10h às 20h, nas unidades do Sesc em Ceilândia, 504 Sul, Taguatinga Norte e Guará, enquanto durarem os estoques. Será possível retirar convites para os dois dias de evento, ou seja, até dois pares de ingressos por CPF.
Tanto na sexta quanto no sábado, a abertura dos portões será às 17h. Vale lembrar que a entrada é sujeita à lotação do espaço. A expectativa do Sesc é reunir 10 mil pessoas em cada dia de evento.
Importante:
Será permitida a retirada de até 02 ingressos para cada dia de evento por CPF;
É necessário doar 1kg de alimento para cada dia de show;
Menores de 16 anos não podem retirar ingresso;
Crianças (até 12 anos de idade) não precisam de ingresso;
A entrada de menores de 16 anos desacompanhados não será permitida;
Os ingressos são válidos até as 19h. A recomendação é que as famílias cheguem cedo.
A estrutura montada contará com bebidas e comidas típicas, brinquedos infláveis, banheiros e área PCD.
Djavú
A Banda Djavú é um grupo musical brasileiro de tecnobrega que teve sua origem na cidade de Capim Grosso, Bahia, em 2008. O grupo ganhou destaque em âmbito nacional com o sucesso de suas canções, com destaque para “Não Desligue o Telefone” e “Me Libera (O Que Pensa Que Eu Sou)”.
Joelma
Joelma da Silva Mendes é uma cantora, dançarina, coreógrafa, compositora e empresária. Nascida e criada no Pará, em 2024, ela comemora 30 anos de carreira com a turnê “Isso é Calypso” e mais de um bilhão de visulizações no YouTube.
Sesc Tradições Juninas
No total, o circuito Sesc Tradições Juninas contará com 13 eventos, espalhados por todas as unidades do Sesc-DF. O público poderá acompanhar todas as informações sobre os eventos pelo site (www.sescdf.com.br) e pelas redes sociais do Sesc-DF (@sescdf).
Até 12 de junho, nas compras acima de R$600, os clientes ganharão um Coração de Chocolate ao Leite
Coração de Chocolate Kopenhagen foto divulgação
Qual é a receita para um relacionamento de sucesso? Não pode faltar amor, lealdade e zelo na mesma medida. Também é preciso uma pitada de aventura, uma porção de memórias felizes e, claro, uma dose extra de diversão. Para equilibrar o sabor, nada como boas surpresas, que ficam ainda mais irresistíveis em forma de chocolate.
Para adoçar ainda mais o Dia dos Namorados, o Brasília Shopping elencou um brinde delicioso e igualmente imperdível. Até 12 de junho, nas compras acima de R$600, os clientes ganharão um Coração de Chocolate ao Leite da Kopenhagen (130g) – válido uma unidade por CPF.
“O Dia dos Namorados é uma data super aguardada. De maneira especial, esta ocasião incentiva as pessoas a demonstrarem seus afetos por meio de palavras, ações e gestos carinhosos. Por aqui, a nossa proposta é deixar essa celebração ainda mais doce, agradando o paladar e acalentando o coração”, reflete Renata Monnerat, gerente de marketing do Brasília Shopping.
Para garantir o mimo é simples: basta efetuar compras acima de R$600 nas lojas participantes e realizar o cadastro das notas fiscais no aplicativo Wynk. A retirada será feita no Balcão de Trocas, localizado no 1º Piso. Promoção ativa enquanto durarem os estoques.
Neste Dia dos Namorados, surpreenda quem você ama com presentes do Brasília Shopping. Para maiores informações, confira o regulamento no site e acesse as redes sociais do centro de compras.
Dia dos Namorados Brasília Shopping, foto divulgação
Serviço: Campanha Dia dos Namorados Brasília Shopping
Período: De 01 de junho a 12 de junho de 2024.
Como trocar as notas fiscais: Aplicativo Wynk.Mecânica da Promoção: Nas compras acima de R$600, os clientes ganham Coração de Chocolate ao Leite da Kopenhagen (130g). Trocas limitadas a um brinde por CPF. O Balcão de Trocas fica localizado no 1ª piso, próximo à Zinzane.
Lideranças indígenas visitadas por Nagakura e Krenak participarão de conversas sobre a exposição
Foto Hiromi Nagakura
No dia 11 de junho de 2024, o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília inaugura a exposição “Hiromi Nagakura até a Amazônia com Ailton Krenak”, mostra idealizada pelo Instituto Tomie Ohtake, de São Paulo. Com curadoria de Ailton Krenak e curadoria adjunta de Angela Pappiani, Eliza Otsuka e Priscyla Gomes, a exposição apresenta 120 fotografias inéditas no Brasil do premiado fotógrafo japonês Hiromi Nagakura, realizadas em viagens com Krenak, principalmente pelo território amazônico, entre 1993 e 1998.
A mostra, com entrada gratuita, ficará em cartaz na Galeria 01 do CCBB Brasília, de 11 de junho a 18 de agosto, de terça a domingo, das 9h às 21h, sendo a entrada na galeria até às 20h40. O público poderá participar de conversas entre o curador e lideranças indígenas de diversas etnias, realizadas em torno da exposição, além de vivências e de uma oficina de trançado buriti com lideranças Xavante.
Reforçando o compromisso do CCBB com a acessibilidade e democratização do acesso à arte e cultura, a ação “Vem pro CCBB”, que conta com uma va para transporte gratuito de visitantes, estará à disposição do público para viabilizar mobilidade com vistas à visitação, partindo do ponto no centro da capital (em frente à Biblioteca Nacional) até o CCBB Brasília. A exposição é patrocinada pelo Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Depois de Brasília, a mostra segue para o CCBB Belo Horizonte.
Foto Hiromi Nagakura
PERCURSO DA EXPOSIÇÃO
A exposição está dividida nos dois andares da Galeria 1 onde, logo na entrada, o visitante será recebido por cantos tradicionais das etnias representadas na exposição e visitadas por Nagakura e Krenak, com imagens que remetem à floresta e ao cerrado. Registros da vida nas aldeias, interação entre os membros das comunidades, rituais e costumes, levam a uma imersão nos povos da floresta, Huni Kuin, Yawanawá, Ashaninka e Yanomami. Objetos de uso típico ou ritual poderão ser manuseados pelo público e terão audiodescrição. Os povos do cerrado, Krikati, Gavião e Xavante também foram fotografados e terão um espaço dedicado a eles e, em especial, às crianças.. A mostra conta ainda com registros em vídeos, que apresentam o trabalho de Nagakura em viagens por outros continentes, cenários de conflitos mundiais e rituais e celebrações típicas de povos ao redor do mundo, e outro, intitulado “Conversa na Rede”, produzido pelo Ciclo Selvagem, que apresenta um encontro entre Nagakura e Ailton que juntos recontam trechos da viagem e aprofundam suas conversas sobre a floresta, a fotografia e o mundo.
VIAGENS AO LONGO DE CINCO ANOS
As viagens de Nagakura e Krenak levaram quase cinco anos, de 1993 a 1998, dezenas de horas, sempre na companhia da produtora e intérprete Eliza Otsuka. A exposição, acompanhada dos encontros, é o resultado de uma “união de esforços para fazer uma celebração em torno dessa amizade alimentada pelo sonho e beleza da obra do fotógrafo Hiromi Nagakura”, diz Ailton Krenak. Segundo Krenak, a mostra traz algumas das belas imagens das viagens às aldeias e comunidades na Amazônia brasileira. “Momentos de intimidade e contentamento entre ‘amigos para sempre’ inspiraram esta mostra fotográfica mediada por encontros com algumas das pessoas queridas que nos receberam em suas cozinhas e canoas, suas praias de rios e nas aldeias: Ashaninka, Xavante, Krikati, Gavião, Yawanawá, Huni Kuin e comunidades ribeirinhas no Rio Juruá e região do lavrado em Roraima”, destaca o curador. As viagens alcançaram os estados do Acre, Roraima, Mato Grosso, Maranhão, São Paulo e Amazonas. A aproximação entre Krenak e Nagakura começou numa conversa, sentados em esteiras, na sede da Aliança dos Povos da Floresta, no bairro do Butantã, em São Paulo, onde se conheceram, quando Eliza Otsuka apresentou o plano de viagens de Nagakura. “Ela [Eliza] resumiu com estas palavras o conceito todo do projeto para alguns anos dali para frente: ele vai ser a sua sombra por onde você for, quando estiver dormindo e quando estiver acordado”, recorda-se Krenak. Esta história toda está reunida em um dos livros escrito em nihongo, publicado pela editora Tokuma (Tóquio, 1998), intitulado “Assim como os rios, assim como os pássaros: uma viagem com o filósofo da floresta, Ailton Krenak”, assumido por Krenak como a sua biografia feita por Hiromi Nagakura.
SOBRE O ARTISTA
Hiromi Nagakura nasceu em 1952 na cidade de Kushiro, ao norte da ilha de Hokkaido, no Japão. Desde criança, amou gente e a natureza, interessado em pessoas e culturas de outros lugares do mundo. Sentia-se atraído pelo novo, pelo desconhecido. Viajou para destinos diversos, visitou as ilhas do Pacífico Sul, entrou em contato com povos nômades do Afeganistão. Foi então que sentiu a necessidade de documentar seus encontros e começou a praticar e se aperfeiçoar nas técnicas da fotografia. Para ele, desde o início, a fotografia sempre foi um instrumento para se relacionar com o mundo e a diversidade de culturas, paisagens e pensamentos. Formou-se em direito, mas seguiu a carreira de fotógrafo. Trabalhou na agência noticiosa Jiji Press porque admirava os fotógrafos reconhecidos por seus trabalhos de cobertura de guerras. Em 1979, com 27 anos, Nagakura decidiu tornar-se fotojornalista independente, caminho que acabou levando-o a conhecer a África do Sul, Zimbábue, União Soviética, Afeganistão, Turquia, Líbano, El Salvador, Bolívia, Peru, Brasil, Indonésia, México, Groenlândia e vários outros países, em todos os continentes. Realizou centenas de viagens e exposições, publicou dezenas de livros, foi personagem de inúmeros documentários, escreveu reportagens, ministrou oficinas e palestras, recebeu prêmios.
Foto Hiromi Nagakura
SOBRE O CURADOR
Ailton Alves Lacerda Krenak nasceu em 1953 no Vale do Rio Doce, em Minas Gerais, quando o povo Krenak vivia no exílio, expulso de seu territóri tradicional por invasores que ocuparam e depredaram as matas densas às margens do Watu, como o povo originário chama seu avô-rio. Depois, nos anos de ditadura, a antiga aldeia Krenak foi transformada em prisão indígena, testemunha da violência contra os povos que insistiam em desafiar a ordem imposta vivendo de um modo diferente. Ailton viveu parte de sua vida em São Paulo, onde estudou e começou sua militância no movimento que começava a surgir no final dos anos 1970, reunindo indígenas de muitas etnias em torno de uma luta comum por direitos. Sua imagem pintando o rosto de preto no Congresso Nacional tornou-se símbolo da resistência indígena na Constituinte.
Coordenou a União das Nações Indígenas, o Núcleo de Cultura Indígena, o Centro de Pesquisa Indígena, a Embaixada dos Povos da Floresta e a Aliança dos Povos da Floresta ao lado de seringueiros, extrativistas e ribeirinhos pela vida da (e com a) Floresta. Regressou nos anos 2000 a seu território, que ajudara a consolidar em 1999. Hoje vive às margens do Watu, ferido pela lama do rompimento da barragem de dejetos da Samarco em 2015. Ali o povo se fortalece, rememora a língua e os ritos, restabelece a vida. Nos últimos anos, Ailton Krenak tem se dedicado à manifestação do pensamento através do som e do poder sagrado das palavras, refletindo sobre temas que afetam a todas e todos nós, seres vivos de todas as humanidades, companheiros da mesma canoa Terra que navega no firmamento. Suas palavras estão registradas em livros que nos aproximam da cosmologia dos povos originários e confrontam nossa vida cotidiana. Autor de Ideias para adiar o fim do mundo (2019), A vida não é útil (2020) e Futuro ancestral (2022). É comendador da Ordem de Mérito Cultural da Presidência da República e doutor honoris causa pela Universidade de Brasília (UNB) e pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Em 2023, foi eleito como membro da Academia Brasileira de Letras e Academia Mineira de Letras.
SOBRE O CCBB BRASÍLIA
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana.
Desde o final de 2022, o CCBB Brasília, se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, sendo que no ano de 2023, obtivemos a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
A conquista atende à Ação 24 da Agenda 30, que tem por objetivo reforçar a gestão dos programas, iniciativas e práticas ambientais e de ecoeficiência do BB e demonstra o alinhamento do CCBB Brasília a estratégia corporativa do BB, enquanto espaço de difusão cultural que valoriza a diversidade, a acessibilidade, a inclusão e a sustentabilidade porque transformar vidas é parte da nossa cultura.
Foto Hiromi Nagakura
PROGRAMAÇÃO DE EVENTOS Mesas 11 junho, às 19h Palestra com Ailton Krenak Ailton Krenak, companheiro nas viagens realizadas pela Amazônia com Hiromi Nagakura por vários territórios indígenas, fala sobre a tradição milenar desses povos, a conexão com os territórios, a reverência aos ancestrais e os desafios dos tempos atuais.
12 junho, às 11h Mesa de conversa: A força da terra e do céu Um encontro de saberes e vivências trazendo a força e importância do Cerrado: o bioma fundamental para o equilíbrio das águas e do clima e o mais agredido neste momento de extrema importância para o futuro do planeta. A presença dos povos originários como mantenedores do Cerrado e do conhecimento milenar sobre a vida em harmonia com o ecossistema, a luta para barrar o desmatamento e as agressões, a adaptação difícil às novas paisagens.
Com Ailton Krenak, José Cohxyj Krikati, Cleonice Pedzariwe Xavante, Rosemar Redzaprowi’O e Geninho Tseredzapriwe Tsibo’oopre. José Cohxyj Krikati é formado em Ciência da Linguagem em Licenciatura Intercultural pela Universidade Federal de Goiás UFG onde atualmente faz mestrado sobre os cantos de seu povo. Cleonice Pedzariwe e Rosemar Redzaprowi’O vivem na aldeia São Pedro, são mães, guerreiras, artesãs experientes e mantenedoras da cultura e tradição do povo A’uwê. Geninho Tseredzapriwe Tsibo’oopre passou por toda formação tradicional, dentro da cultura Xavante. É formado em Licenciatura Intercultural e Pedagogia pela Universidade Federal de Goiás e hoje é vereador na Câmara Municipal de Campinápolis.
13 junho, às 11h Mesa de conversa: A força das águas e da floresta Com Ailton Krenak, Maria de Fátima de Souza Yawanawá e Maria Luiza Yawanawá. A presença feminina, a força da floresta e seu poder de cura e manutenção da vida. Ailton reencontra Maria de Fátima, que conheceu há mais de 30 anos atrás nas viagens pela Amazônia, nas visitas às aldeias Yawanawá. Nessa conversa, a importância da floresta na vida dos povos tradicionais, o esforço pela manutenção da vida, a beleza das tradições e da transmissão do conhecimento para as novas gerações. Maria de Fátima e Maria Luiza são mulheres formadas dentro da tradição do povo Yawanawá da Terra Indígena Rio Gregório, aldeia Yawanari mestras nos segredos e poderes de cura da floresta.
Oficina e Vivências
14 de junho, às 16h – Vivências de cantos rituais Xavante transmitidos nos sonhos, que são fundamentais na vida do povo Xavante e conduz as decisões da vida prática, a caça, a pesca, estratégias políticas e conecta o povo aos seus ancestrais e ao mundo espiritual. O sonho é fundamental na vida do povo A’uwê Uptabi, conhecido como Xavante. Ele conduz as decisões da vida prática, a caça, a pesca, os movimentos pelo território, as estratégias políticas, ele conecta o povo aos ancestrais e ao mundo espiritual. Os cantos também são recebidos pelos nos sonhos e depois transmitidos para toda a comunidade, passando a integrar as cerimônias coletivas, os rituais espirituais. Existem diferentes tipos de cantos para cada momento do dia, para cada ritual da tradição milenar do povo A’uwê. Geninho Tseredzapriwe Tsibo’oopre passou por toda formação tradicional, dentro da cultura Xavante. É formado em Licenciatura Intercultural e Pedagogia pela Universidade Federal de Goiás e representa, como vereador, seu povo e a aldeia São Pedro na Câmara Municipal de Campinápolis.
15 de junho, às 16h – Transmissão de conhecimento Krikati, com José Krikati sobre as razões da música e das festas para o povo Krikati e a importância educativa para a manutenção da biodiversidade cultural e seus saberes. Quais as razões da música para o povo Krikati, o que ela busca e seu objetivo? Tendo como ponto de partida a “Festa do Gavião”, a conversa irá explorar os recursos utilizados nessa festa e qual a sua importância educativa para o povo e manutenção da biodiversidade cultural e seus saberes. José Cohxyj Krikati é formado em Ciência da Linguagem em Licenciatura Intercultural pela Universidade Federal de Goiás UFG onde atualmente faz mestrado sobre os cantos de seu povo. Foi discípulo do cantor Krikati, presente nas fotos de Hiromi Nagakura.
16 de junho às 16h – Oficina de trançado buriti, com lideranças Xavante. Uma tradição milenar entre as mulheres, que requer habilidade e arte e é transmitido de geração para geração. O trançado de buriti é uma tradição milenar das mulheres A´uwê Uptabi, conhecido como povo Xavante. A palmeira do buriti está presente nas narrativas tradicionais e na vida do povo A’uwê.
Para confeccionar os diversos tamanhos de cestos, que vão transportar desde os bebês até as frutas e raízes para a alimentação, as mulheres buscam n cerrado os brotos do buriti e preparam as fibras para serem trançadas. Um trabalho duro que requer habilidade e arte, conhecimento tradicional transmitido de geração a geração. Cleonice Pedzariwe e Rosemar Redzaprowi’O vivem na aldeia São Pedro, são mães, guerreiras e aprenderam com suas mães e avós os fundamentos da cultura do povo Xavante. São artesãs experientes e hoje transmitem o conhecimento para as novas gerações para a manutenção da cultura e tradição do povo A’uwê.
Foto Hiromi Nagakura
Serviço: Hiromi Nagakura até a Amazônia com Ailton Krenak De 11 de junho a 18 de agosto Galeria 01 do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília Classificação indicativa: livre Entrada gratuita, mediante emissão de ingressos na bilheteria física ou pelo site bb.com.br/cultura. Mesas, oficina e vivências Entrada gratuita, mediante emissão de ingressos na bilheteria física ou pelo site bb.com.br/cultura. Os ingressos serão disponibilizados a partir das 9h do dia de cada atividade. Atividades sujeitas à lotação.
CCBB Brasília
Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF E-mail: ccbbdf@bb.com.br
Após três anos de temporadas de sucesso na Europa, o coletivo Instrumento de Ver se despede do espetáculo com duas apresentações em Brasília
Foto Joao Saenger
Depois de percorrer 5 países, 35 cidades e lotar dezenas de teatros mundo afora, com cerca de 30 mil espectadores, o espetáculo circense “23 fragmentos desses últimos dias” volta ao seu país de origem para se despedir do palco, ou melhor, do picadeiro. As últimas apresentações da obra franco-brasileira, idealizada pelas artistas circenses do coletivo Instrumento de Ver e pela circógrafa francesa Maroussia Diaz Verbèke, acontecem em Brasília, cidade natal do coletivo, nas datas 1 e 2 de junho, no Eixo Cultural Ibero-americano e em São Paulo, de 14 a 30 de junho.
Desde que chegou ao país, em abril deste ano, o espetáculo percorreu importantes festivais de circo de cidades icônicas: Recife, no Festival de Circo do Brasil, e Rio de Janeiro no Festival do Teatro Brasileiro. Em Brasília, as apresentações acontecem no âmbito do 3º Arranha-Céu – Festival de Circo Atual.
Os ingressos podem ser adquiridos pelo pelo Sympla
O espetáculo
Em cena, o circo, os ritmos e as expressões culturais como o forró, o maracatu, o frevo e até o passinho carioca se unem a temáticas relevantes como a democracia, a demarcação de terras indígenas e o racismo. Tudo acontece em meio ao impressionante manejo de objetos não descartáveis. E, para completar a mistura, a trilha sonora, composta apenas por músicas nacionais, foi cuidadosamente pensada para compor com os fragmentos, criando ritmo e envolvendo a plateia. A playlist, resultado da curadoria cuidadosa do brasiliense Cícero Fraga e do francês Loïc Diaz Ronda, celebra a música brasileira e contagia gringos e brasileiros em cada apresentação.
No picadeiro, as artistas Beatrice Martins, Julia Henning e Maíra Moraes, integrantes do coletivo Instrumento de Ver, compartilham a cena com um trio brasileiro e bem variado: o dançarino carioca André Oliveira, o frevista e contorcionista pernambucano Lucas Maciel e Marco Motta, circense baiano radicado na Espanha.
“Tudo começou com essa vontade de falar com o corpo, com garrafas, com vidro, lâmpadas e o plástico bolha. É impossível identificar de onde vem esse desejo que tanto movimenta. Mas, olhando para trás, podemos ver as montanhas que ele moveu e as pontes que construímos para atravessar mundos”, relembra Maíra.
Após uma circulação de três anos, realizada em parceria com a companhia francesa Le Troisième Cirque, que resultou em um grande sucesso de público, de críticas e uma pertinente repercussão na imprensa internacional, o espetáculo segue provocando reflexões sobre temas agudos. E, como não poderia ser diferente, em se tratando do time de artistas que compõe a obra, “23 fragmentos desses últimos dias” continua impressionando a plateia com apresentações ousadas e performances circenses arriscadas como o equilibrismo, o faquirismo, o contorcionismo e a acrobacia.
“Vivemos uma grande aventura circulando o nosso espetáculo entre o Brasil, a França, a Bélgica e a Suíça. De 2021 pra cá, vivemos toda a intensidade possível de uma vida itinerante, muito bem acompanhadas de nosso trio de amigos. Voamos de lá pra cá, de cá pra lá, de olhos fechados, sorriso no rosto e com muito sangue nos olhos”, comenta Beatrice, com um quê de saudade.
Despedida em casa
Para aalegria dos candangos, Brasília, cidade natal do coletivo, está entre as cidades do Brasil que recebem as últimas apresentações do espetáculo. De acordo com Julia Henning, o esforço para encerrar o espetáculo no Brasil foi coletivo.
“Estar fora nos trouxe questionamentos profundos sobre o nosso fazer e nossa identidade artística. Agora voltamos pra casa para nos ver a partir dos olhos dos brasileiros. Fizemos de tudo para encerrar este projeto no Brasil. Estamos em um misto de emoção que só as despedidas podem provocar. Por aqui, estamos felizes em contar com a nossa equipe brasileira: Cícero Fraga, Euler Oliveira e Gabi Onanga, parceiros de longa data, abrilhantando a nossa técnica. Olhando assim, até parece o fim do caminho, mas sabemos que é daí que surge essa habilidade em construir pontes, que insiste em nos movimentar”, finaliza Julia.
Sobre o coletivo
O coletivo Instrumento de Ver, grupo circense com 22 anos de circo, já circulou com seus espetáculos por mais de 70 cidades brasileiras, em 4 países diferentes. O grupo, que já teve diversas formações ao longo desses anos, é encabeçado por Beatrice Martins, Julia Henning e Maíra Moraes. Os parceiros e parceiras que criaram em coletivo constituíram a identidade artística do grupo que tem uma atuação eclética e está sempre surpreendendo o público. São acrobatas, técnicos, produtores, realizadores, diretores, criadores, vendedores de pipoca, fotógrafos e artistas de diferentes áreas. Inventam e reinventam jeitos de criar, reconfigurando-se o tempo todo e lidando com as mais diversas facetas da produção cultural e da criação artística. Têm o processo de criação como fonte de inspiração, como caminho e como fim.
O grupo tem uma contribuição ímpar para o circo. Já se apresentaram na rua, no teatro, em cervejarias, em festas, nas periferias e nos centros de pequenas e grandes cidades. Criaram filmes, espetáculos online, performances, discutindo e propondo formas variadas de fazer circo, numa linguagem autoral e cheia de pesquisa. Além de “23 fragmentos desses últimos dias”, elaboraram os espetáculos circenses “Porumtriz”, “O Que Me Toca é Meu Também”, direção de Raquel Karro e “Meu Chapéu é o Céu”, direção de Leo Sykes, aplaudidos por um público de mais de 50 mil pessoas por todo o Brasil. Também fizeram espetáculos em parceria com outros grupos, como o “Bubuia”, para bebês, e “Vinco”, de dança contemporânea. Fundaram o espaço cultural Galpoa e o festival Arranha-Céu. São conhecidas pelas criações em diferentes formatos como a festa-espetáculo “Pão e Circo” e “Encontro de Bastidor”, além dos ensaios abertos do projeto “Geringonça” em espaços alternativos. Criaram o espetáculo virtual “Estudos de Aproximação”, em parceria com João Saenger e Caetano Maia. Com o cineasta Cícero Fraga, realizaram os curtas-metragens: “O Homem Banco”, “Exufrida”, “Assum Preto” e “Ruína”, premiados em festivais do mundo inteiro. Como artistas produtivas e produtoras criativas, defendem a gestão inovadora em rede, sob o prisma de não dissociar o fazer artístico da gestão cultural.
Foto Joao Saenger
Serviço – “23 fragmentos desses últimos dias” no Brasil
Junho – Brasília
Datas: 01 e 02 de junho
Local: Teatro Plínio Marcos, Eixo Cultural Ibero-americano – 3º Arranha-Céu – Festival de Circo Atual
Funn Festival 2024 deu a largada nas comemorações juninas com shows memoráveis de lendas do forró nacional
Levantaram poeira! Os maiores nomes do arrasta pé brasileiro embalaram cerca de 10 mil pessoas na abertura dos festejos juninos em Brasília, na noite da última sexta-feira, crédito: Amanda Nunes Fotografia
O Funn Festival 2024 trouxe uma noite inesquecível nesta sexta-feira, 31 de maio, ao transformar o cerrado em um verdadeiro sertão nordestino. Com apresentações emocionantes, a celebração junina se desenrolou em grande estilo, fazendo cerca de 10 mil pessoas dançarem e pularem a noite toda.
Celebrando 25 anos de atividade ininterrupta com a mesma formação, a Falamansa encheu os corações do público de alegria e esperança em uma noite de magia, crédito: Amanda Nunes Fotografia
Falamansa: A Primeira Atração da Noite
A noite começou com a energia contagiante do Falamansa. Ao som de “Xote dos Milagres”, o mais famoso grupo de forró universitário abriu a apresentação botando a plateia para dançar. O vocalista Tato, com muita empolgação, interagiu com o público e até convidou algumas pessoas para subir ao palco e dançar. Os sucessos da carreira da banda embalaram casais de todas as idades em um arrasta-pé animado. O pé de serra do Falamansa continua a encantar gerações com sua sonoridade autêntica e envolvente.
Elba Ramalho e Geraldo Azevedo comemoram quase 40 anos de parceria com um repertório escolhido a dedo que passeou pelos clássicos do cancioneiro brasileiro, crédito: Lucas Bolzan
Elba Ramalho: A Herdeira de Luiz Gonzaga
Elba Ramalho, considerada a herdeira natural de Luiz Gonzaga, subiu ao palco com toda a sua energia vibrante e repertório repleto de clássicos juninos. A multidão na plateia se emocionou e tirou o pé do chão junto com a cantora. Com sua potência vocal inigualável, Elba cantou, dançou e agitou a galera do início ao fim. Músicas como “Olha pro céu” e “Frevo Mulher” fizeram o público viajar pelo sertão nordestino e viver intensamente a cultura das festas juninas.
Geraldo Azevedo: O sabiá do sertão
Geraldo Azevedo, lenda da Música Popular Brasileira, trouxe ao palco canções que exaltam o amor, a natureza e as raízes culturais do Nordeste. Junto com Elba Ramalho, ele abriu o show com o clássico “Olha pro céu”, emocionando a todos. Sua performance foi marcada por músicas de Dominguinhos, Luiz Gonzaga e seu próprio repertório, reforçando a ligação profunda entre música e tradição junina. Geraldo mantém viva a cultura nordestina com suas melodias envolventes e letras poéticas.
Gastronomia Típica para Aquecer os Corações
Além dos shows, o Funn Festival ofereceu uma rica gastronomia típica da época junina. Restaurantes no complexo serviram pratos deliciosos, como arroz de carreteiro, que aqueceram os corações dos presentes e proporcionaram uma experiência completa de sabor e tradição.
O sábado é do sertanejo!
E a programação continua no sábado, 01 de junho, com os shows imperdíveis de Bruno & Marrone e Marcos & Belutti, garantindo um final de semana repleto de música e diversão para toda a família.
Ingressos
Os ingressos estão à venda no no site oficial do evento e também estão disponíveis para compra na bilheteria do próprio festival, localizada no Estacionamento 09 do Parque da Cidade, em Brasília, e nas lojas do do Café e um Cherô da Asa Sul, CLS 107 Sul, Bloco C – Loja 02, Asa Norte, SCLN 109 Norte, Bloco C – Loja 37 e Noroeste, CLNW EQ 2/3, Bloco K, Edifício Ícone – Loja 04.
O Funn Festival é apresentado pela Caixa Econômica Federal, com patrocínio dos Correios e do Governo Federal. Clientes Cartões Caixa têm até 20% de desconto nos ingressos adquiridos no site.
SERVIÇO:
Estacionamento 9, Praça das Fontes, Parque da Cidade – Brasília/DF
Evento terá ações de apoio ao artesanato e turismo do RS, arrecadação de doações para os desabrigados e ingresso solidário que dá direito à meia-entrada. Além de estandes e espaços temáticos,
a Expotchê destaca atrações como Nenhum de Nós, Chimarruts, Elton Saldanha, Grupo Tholl, Grupo Ana Terra, Overdriver Duo, Gurias Gaúchas e apresentações de projeção folclórica
31ª Expotchê
Pela 31ª vez, a Expotchê movimentará a capital do país com a cultura, tradição e pujança do Rio Grande do Sul (RS). Por força das circunstâncias seria razoável cancelar ou adiar a edição 2024, mas o consenso, mais do que nunca, é de ser necessário seguir em frente. Assim, em meio a maior tragédia vivida pelo estado com enchentes devastadoras, o povo gaúcho dá demonstração do quanto é trabalhador, guerreiro e participativo. Diante de tamanha determinação dos parceiros riograndenses em aproveitar oportunidades de negócios e fazer a roda girar, não resta dúvida: a reconstrução do estado está em marcha. De 07 a 16 de junho, direto do Pavilhão do Parque da Cidade, vem aí uma inesquecível edição da Expotchê.
Realizada pela Rome Eventos, ininterruptamente, desde 1992, a Expotchê é sempre sucesso de público, e este ano a expectativa é de uma visitação ainda mais expressiva, considerando a solidariedade manifestada pelos brasileiros ao povo gaúcho nestes tempos desafiadores. Segundo Rômulo Mendonça, diretor-geral da Rome Eventos, são esperadas cerca de 150 mil pessoas em 10 dias. “Tem sido impressionante ver a energia que os nossos amigos gaúchos estão empregando na participação do evento. Da nossa parte, estamos focados em colaborar da melhor forma e somar esforços nesse período de retomada”, afirma. E para estimular ainda mais a presença do público, um dos atrativos da edição é a opção do ingresso solidário, que garante meia entrada mediante comprovação de doação a partir de R$ 5 reais ao pix oficial da campanha orientada pelo governo do RS.
Os estandes, distribuídos em 17 mil m², reunirão o melhor da produção do estado, englobando segmentos como agroindústria familiar, artesanato, turismo e comércio. Na ala destinada agroindústria familiar, que recebe apoio da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e Federação das Agroindústrias do RS (FETAG) para participar do evento, o público encontrará produtos como vinho, cachaça, mel, embutidos, queijos, doces, erva-mate, orgânicos, artesanato em lã, entre outros.
Serão cerca de 40 municípios representados na Expotchê, sendo 24 deles ligados à agroindústria: Nova Bassano, Soledade, Harmonia, Caibate, Santa Tereza, Poço das Antas, Venâncio Aires, Paraí, Bento Gonçalves, Bagé, Estrela, Varanópolis, Passo do Sobrado, Teutônia, Ilópolis, São Lourenço do Sul, Nova Roma do Sul, Três de Maio, Vera Cruz, Garibaldi, Colorado, Farroupilha, Dois Lajeado e Vista Gaúcha. “O Rio Grande do Sul consolidou a valorização da Agricultura Familiar e a agroindustrialização fortalece este conceito promovendo renda, fixação da família na propriedade e estimula a sucessão familiar na propriedade”, considera Ronaldo Santini, presidente da SDR. Para uma melhor experiência de compras e lazer, a Expotchê conta com um layout e cenografia envolventes, que convidam o visitante a passar horas no local. Segmentam o espaço de grandes proporções, áreas temáticas como a Tchê Bier—com sua carreta de chopp—, Praça do Chocolate, Praça do Vinho e, para tranquilidade dos pais e alegria dos pequenos, uma ampla brinquedoteca e uma fazendinha com animais de pequeno porte. A praça de alimentação é uma atração à parte, com bares e restaurantes servindo delícias da culinária gaúcha como churrasco, arroz de carreteiro, chuleta na brasa, choripan, além de crepes, pastéis, espetinhos, cervejas e chopp de vinho.
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AÇÕES SOLIDÁRIAS
Um dos destaques da Expotchê será uma ilha de 126 m² cedida pela Rome Eventos para que cerca de 100 artesãos– 15 deles presentes ao evento— comercializem suas produções. O grande parceiro nessa ação é o Programa do Artesanato Brasileiro (PAB)/ Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (MEMP) do Governo Federal, que custeia a viagem, hospedagem, alimentação do grupo e presta o suporte necessário para que esses artistas participem da exposição. “Nesse momento delicado que vive o Rio Grande do Sul, é de extrema importância que os artesãos tenham onde escoar sua produção, gerando, além de renda, oportunidade de novos negócios”, defende Elizabete Bacelar, diretora do PAB.
Importante ativo do estado, o turismo do Rio Grande do Sul, mesmo que muitos roteiros não tenham sido atingidos, diretamente, sofre as consequências da tragédia. Por isso, o setor merecerá atenção especial. A Secretaria de Estado de Turismo do Distrito Federal (Setur-DF) se dispôs a atuar em benefício da Secretaria de Turismo do Rio Grande do Sul (Setur-RS), divulgando campanhas como “Não cancele, remarque”. Através da chamada “Abrace, sinta e viva o Rio Grande do Sul” lançada pelo RS, também serão divulgados roteiros comoo “Inverno nos Pampas”, “Caminho das Águas Termais” e “Vindima 2025”.
A Expotchê ainda servirá de ponto de coleta para doações destinadas ao povo gaúcho. Em consulta à Secretaria de Defesa Civil do RS, ficou definido que, neste momento, são muito bem-vindas roupas íntimas novas e cestas básicas. Do Distrito Federal, o gabinete da primeira-dama Mayara Noronha disponibilizará pessoal para manuseio das doações e se encarregará também do transporte, caso necessário.
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ATRAÇÕES CULTURAIS
Para um público diverso, uma programação eclética. Entre as atrações estão bandas e artistas gaúchos como Nenhum de Nós, Elton Saldanha, Overdriver Duo, Chimarruts eGurias Gaúchas. De Brasília, estarão Bruno Z, acompanhado de músicos da cidade e do RS, e grupos musicais de gaúchos que residem no DF. E isso para ficar apenas na música…Na parte dos espetáculos estão o GrupoTholl, de arte circense, e o Grupo Ana Terra, de projeção folclórica.Os Centros de Tradição Gaúcha (CTGs) são presença garantida, com suas performances vibrantes e trajes típicos, que convidam a plateia a viajar no tempo, pelos costumes, folclore e valores dos gaúchos.
“Os artistas temiam reviver a insegurança da pandemia, quando as oportunidades de trabalho escassearam. Para eles, subir ao palco e mostrar sua cultura tem um significado ainda maior neste momento. É uma emoção muito grande que o público, certamente, vai sentir com a gente”, revela Leda Simone, diretora-executiva da Rome Eventos.
Em comemoração ao Bicentenário da Imigração Alemã (julho/2024), que começou no Brasil, justamente, pela cidade de São Leopoldo, no Rio Grande do Sul, o evento, em uma parceria com a Embaixada da Alemanha, receberá a exposição “Jornada para o Brasil: História das migrações de povos de língua alemã”. Desenvolvida pelo Prof. Dr. Martin N. Dreher, membro do Instituto Histórico de São Leopoldo, e pela escritora Erny Mügge, da editora Oikos, e realizada pelo Instituto Martius-Staden, a mostra traz fotos e registros históricos que abordam mais um importante capítulo na formação identitária do povo riograndense.
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BANDAS, GRUPOS E ARTISTAS
Nenhum de Nós (Porto Alegre/RS)
Com 37 anos de carreira o Nenhum de Nós superou, mais de 2.350 shows, 17 álbuns, 03 DVDs e 02 EPs, a banda possui reconhecimento de crítica, muito prêmios e uma legião de fãs. Em abril de 2024 recebeu o primeiro Disco de Diamante (mais de 150 milhões de execuções no streaming) pelo álbum “A Céu Aberto”. Um de seus hits, “Camila, Camila”, sempre cantado em uníssono no evento, é quase um hino da Expotchê.
Overdriver Duo (Novo Hamburgo/RS)
Liderada pelo casal Evandro Tiburski e Fabi Terada, a Overdriver Duo desembarca com a turnê que já passou por 15 países e 3 continentes, na Expothê. “O amor é a resposta” impressiona com uma performance eletrizante que mistura elementos do pop, rock e eletrônico, passando por hits nacionais e internacionais dos anos 80 para a atualidade.
Gurias Gaúchas (Porto Alegre/RS)
A gaiteira Adriana de Los Santos e a baixista e cantora Ariane Motta participaram das bandas Só Gurias e As Bahgualadas e, em 2012, fundaram o Gurias Gaúchas. Além do belíssimo trabalho vocal e instrumental, o projeto se diferencia por ser uma banda em que mulheres se apresentam com bota e bombacha. O show exalta a música cultural do Rio Grande do Sul de forma livre, com o toque e a força femininos.
Elton Saldanha (Porto Alegre/RS)
Cantor e compositor brasileiro, Elton Saldanha é um dos expoentes da música regional gaúcha. Também jornalista e ator, em todas as atividades foi um porta-voz de sua cultura. Entre seus maiores sucessos estão: “Eu Sou do Sul”, “Castelhana”, “Canta Catarina”, “Cardeais”, “Hino dos Cavaleiros da Paz”, “Ronda de Tropa” e “Pé na Estrada”.
Grupo Ana Terra (São Franscisco de Paula/RS)
Fundado em 1998 com inspiração na heroína do romance “O Tempo e o Vento”, de Érico Veríssimo, o grupo de projeção folclórica Ana Terra é reconhecido pelas performances de dança que celebram as tradições gaúchas. A qualidade técnica da companhia, somada à temática histórica na concepção de seus espetáculos, fazem das apresentações grupo experiências inesquecíveis
Grupo Tholl (Pelotas/RS)
Patrimônio Cultural do RS, o grupo foi criado em 1987 e 2002, realizou uma montagem completa, enquadrada na linguagem do “novo circo”. Sem picadeiro e sem lona, surgia o “Tholl, Imagem e Sonho”. No repertório de espetáculos estão “Exotique”, “O Circo de Bonecos”, “Par ou Ímpar”, com Kleiton & Kledir, e “Cirquin”. A trupe recebe apoio da Secretaria da Cultura do Rio Grande do Sul para participar da Expotchê.
Bruno Z (Brasília/DF)
Completando 20 anos de carreira, o cantor Bruno Z preparou uma apresentação com repertório de clássicos dos grandes nomes do Rock no Rio Grande do Sul. Entre os homenageados estão Wander Wildner, Bidê ou Balde, Cidadão Quem, Frank Jorge, Graforréia Xilarmônica, Cachorro Grande, Engenheiros do Hawaii, Nenhum de Nós, Júpiter Maçã, TNT, entre outros.
ACESSIBILIDADE, SUSTENTABILIDADE, INCLUSÃO E LEGADOS
A Expotchê é reconhecida como uma importante plataforma indutora de impactos socioambientais positivos. A cada edição incrementa o seu plano de Sustentabilidade e amplia, a partir do Rome Cidadania, a colaboração com vários agentes e entidades sociais, como a Abrace, ONG Vida Positiva e Associação dos Deficientes Visuais.
Nesse sentido, é valioso o apoio recebido da Secretaria de Estado da Mulher do Distrito Federal, que disponibilizará em seu estande material informativo sobre a Rede de Proteção à Mulher do DF e demais projetos, além de marcar presença com artesãs e manualistas comercializando seus produtos. A participação converge com a ação desenvolvida com Subsecretaria de Apoio a Vítimas de Violência (SUBAV), da Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania do Distrito Federal, que apresentará iniciativas sobre esta pauta, abrangendo treinamento de fornecedores, espaço de comercialização dos produtos do Projeto Banco de Talentos e campanha de sensibilização e orientação ao público.
Entre os compromissos do evento estão: carbono zero, com gerenciamento seletivo dos resíduos rumo ao lixo zero; qualificação profissional da cadeia produtiva de eventos; campanha de educação para a sustentabilidade; redução das desigualdades com inclusão produtiva de jovens, pessoas com deficiência, LGBTQIA+; fortalecimento da economia local com contratações de empreendedores locais; 100% das contratações de fornecedores de micro e pequenas empresas; uso prioritário de iluminação de LED (redução de até 80% na energia elétrica); medidas de saúde e bem-estar para os colaboradores; inclusão de deficientes visuais na oferta de serviços ao púbico, como a massagem expressa.
As instalações do Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, que abriga o evento, proporcionam acesso facilitado a todos, em acordo com a legislação. Nos shows há área reservada a cadeirantes, idosos e portadores de necessidades especiais e, para circulação no evento, disponibilidade de cadeiras de rodas. Os corredores são amplos, sem elevações ou obstáculos que dificultem a circulação de cadeiras de rodas ou o caminhar de pessoas com dificuldade de locomoção.
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SOBRE O EVENTO
Ao longo de mais de três décadas, a Expotchê se consolidou como um espaço de promoção de lazer e cultura não apenas para a população do Distrito Federal e Entorno, mas para turistas de outros estados e público estrangeiro, principalmente o da comunidade diplomática residente na capital do país. Mais que compras e entretenimento cultural, a Expotchê permite uma aproximação maior com este povo tão singular que é o gaúcho.
A Expotchê aconteceu pela primeira vez em 1992 e é o evento mais antigo do Calendário Oficial de Eventos do Distrito Federal, conforme publicação no Diário Oficial do DF, Lei nº 3.622, de 18 de julho de 2005.
Realizada pela Rome Eventos, conta com o apoio das Secretarias de Desenvolvimento Econômico, do Turismo, da Cultura e do Desenvolvimento Rural (SDR) do Governo do Rio Grande do Sul, da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul; das Secretarias de Esporte e do Turismo e da Mulher do Governo do Distrito Federal e do Programa do Artesanato Brasileiro – PAB/Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte do Governo Federal.
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PROGRAMAÇÃO CULTURAL
7 de junho (sexta-feira)
17h Grupo de dança do CTG Sinuelo da Saudade (DF)
19h Solenidade oficial de abertura
20h Grupo circense Tholl (RS)
21h Cantor Elton Saldanha (RS)
8 de junho (sábado)
15h Grupo circense Tholl (RS)
17h Grupo de dança do CTG Estância Gaúcha do Planalto (DF)
19h Grupo circense Tholl (RS)
21h Banda Overdriver Duo (RS)
9 de junho (domingo)
13h Grupo de dança do CTG Sinuelo da Saudade (DF)
15h Grupo circense Tholl (RS)
17h Grupo de dança do CTG Sinuelo da Saudade (DF)
19h Grupo circense Tholl (RS)
10 de junho (segunda-feira)
19h Grupo circense Tholl (RS)
20h Grupo de dança do CTG Sinuelo da Saudade (DF)
21h Grupo Cancioneiros do Planalto (DF)
11 de junho (terça-feira)
19h Grupo circense Tholl (RS)
20h Grupo de dança do CTG Querência de Valparaíso de Goiás (GO)
21 Tributo ao Rock Gaúcho (DF/RS)
12 de junho (quarta-feira)
19h The Allpargatas/Le Farfalle (DF/RS)
20h Grupo de projeção folclórica Ana Terra (RS)
21h Banda Nenhum de Nós (RS)
13 de junho (quinta-feira)
19h The Allpargatas/Le Farfalle (DF/RS)
20h Grupo de projeção folclórica Ana Terra (RS)
21h Banda Chimarruts (RS)
14 de junho (sexta-feira)
19h Grupo de projeção folclórica Ana Terra (RS)
20h Couro e Cordas (DF/RS)
21h Banda Gurias Gaúchas – Espetáculo Elas cantam o Rio Grande (RS)
15 de junho (sábado)
15h Grupo de projeção folclórica Ana Terra (RS)
20h Grupo de projeção folclórica Ana Terra (RS)
21h Banda Gurias Gaúchas- Show Baile das Gurias (RS)
16 de junho (domingo)
12h Grupo de projeção folclórica Ana Terra (RS)
17h Grupo de Dança CTG Estância Gaúcha do Planalto (DF)
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SERVIÇO
31ª Expotchê
Data: de 07 a 16 de junho
Local: Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade
De segunda à sexta: das 16h às 23h (entrada gratuita das 16 às 17h)
Sábado e domingo: das 11h às 23h
Ingresso: R$20 (meia-entrada e ingresso solidário)
Pessoas com deficiência: acesso gratuito (acompanhante paga meia-entrada)
Indicação: livre
*comprovante de doação feita a qualquer momento de um mínimo de R$ 5 ao pix oficial de doações (Banrisul), dá direito à meia-entrada
A 50 dias da abertura dos portões, participe do maior festival de moto e rock da América Latina, que acontecerá em Brasília de 18 a 27 de julho
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Imagine um festival que é muito mais do que música, é uma celebração do espírito do rock e do amor pelas motocicletas. Imagine 10 dias com mais de 110 shows de algumas das maiores bandas do gênero do Brasil e do mundo. Imagine esse festival reunindo quase 900 mil pessoas de todos os lugares do planeta, 1,8 mil motoclubes e cerca de 20 mil pessoas que se instalam e chegam a morar no local. Sem contar as 350 mil motos, de todos os tipos que circulam pelos mais de 300 mil m² do seu complexo. Agora imagine tudo isso em um festival Lixo Zero que prioriza a inclusão e pluralidade!
Pode ser que você – ainda – não tenha ouvido falar, mas esse festival existe há 20 anos e acontece, anualmente, aqui no Brasil. Mais precisamente em Brasília (DF). Ele se chama Capital Moto Week e a próxima chance de viver essa experiência única será de 18 a 27 de julho. Uma edição que promete entrar para a história! Então, se você ainda não conhece, se prepare para pegar a estrada e vivenciar o maior festival de motos e rock da América Latina e o terceiro maior do mundo. Ingressos disponíveis na Bilheteria Digital
“Para os que amam festivais, o Capital Moto Week é uma experiência diferenciada por sua atmosfera única! É uma celebração marcada pelo espírito de irmandade, que reflete a essência da comunidade motociclista”, destaca o CEO do CMW, Pedro Franco. O CMW se destaca como ponto de encontro para entusiastas das duas rodas e da música dos quatro cantos do Brasil: desde sua primeira edição, já passaram pelo CMW mais de 6 milhões de pessoas de diversos países e de todos os continentes.
Pega essa ideia: 5 diferenciais do Capital Moto Week
Muito Rock and Roll | Como não poderia deixar de ser, o CMW tem uma grande preocupação com a curadoria musical. Do blues ao metal, todos os gostos são contemplados. São 10 dias, mais de 90 bandas e 5 palcos onde vão acontecer mais de 110 shows de bandas locais, nacionais e internacionais. Os headliners de 2024 são: Raimundos, CPM 22, Humberto Gessinger, Detonautas, Call The Police, Fernanda Abreu e Blitz. Destaque para a banda Sepultura, que está em turnê de despedida e se apresentará pela última vez em Brasília no palco do CMW.
Cultura motociclística | O Capital Moto Week vibra um ambiente de comunidade e camaradagem, próprias dos amantes das duas rodas. Mais de 350 mil motos circulam pelo festival, com a presença de 1,8 mil motoclubes e 20 mil “moradores” temporários, que acampam no complexo durante todo o festival. O festival também conecta a cultura. Ali acontecem desfiles de moda e o complexo se transforma em um museu a céu aberto, onde artistas de variados estilos expõem sua arte em grafitti, quadros, artesanatos e tattoos.
Maior passeio motociclístico do mundo | No último dia do festival, as motos saem do complexo e tomam as ruas de Brasília. Literalmente. Em 2023, 35 mil motos percorreram pontos turísticos da cidade e retornaram à Granja do Torto para celebrar os últimos instantes na Cidade da Moto. “O passeio é uma tradição do Capital Moto Week e é uma forma de mostrar que a capital federal acolhe esse público e seu estilo de vida”, explica Pedro Franco. No percurso sob duas ou três rodas, paisagens arquitetônicas traçadas por Oscar Niemeyer e Lúcio Costa.
Cidade da Moto | Em 2024, o CMW ocupará uma área de mais de 300 mil m², o equivalente a 25 Maracanãs. No local, há dezenas de restaurantes, lojas de variados artigos, parque de diversões, acampamentos, postos de saúde, postos policiais, heliponto e outros. Além dos shows, as experiências imersivas incluem roda-gigante, bungee-jump, uma tirolesa que cruza, pelo alto, a arena de shows. Até campeonato de motos off-road dentro do complexo, demonstrações de habilidades na direção, globo da morte e exibições de novos modelos.
Lixo Zero | A produção do CMW, do planejamento à desmontagem do complexo, gera diversos impactos positivos. No centro de triagem – aberto para visitação – os resíduos orgânicos são separados para compostagem e os demais seguem para reciclagem. Esse foco no meio ambiente levou o festival a zerar as emissões de CO2 e a receber, em 2022 e 2023, o certificado Lixo Zero, emitido pela Zero Waste International Alliance. O CMW também possui o ISO 20.121, garantindo que toda a cadeia produtiva esteja alinhada às práticas sustentáveis.
Motociclistas sem garupa e pilotando não pagam | Motos com garupa entram grátis de segunda a sexta-feira até as 18h e, aos sábados e domingos, até às 15h | Crianças de até 12 anos não pagam, desde que acompanhadas de seu responsável | Menores de 16 anos somente acompanhados de um responsável legal | Ingresso solidário é concedido para quem levar lixo eletrônico ou 1kg de alimento não perecível | PCD tem acesso grátis e, se necessitar de acompanhante, este também tem gratuidade | Pessoas 60 anos ou mais têm direito à meia-entrada | Obrigatória apresentação de documento de comprovação válido de meia-entrada no momento do acesso.
Serviço Capital Moto Week 2024 Quando: 18 a 27/07/2024 Onde: Parque Granja do Torto | Brasília (DF) Ingressos: Bilheteria Digital Assessoria de Imprensa: (11) 99541-1710 | (61) 98112-2757
Evento, que acontecerá a partir do dia 31 de maio (sexta-feira), terá como atrações confirmadas Joelma, Frank Aguiar e banda Djavú.
Para celebrar uma das épocas mais aguardadas do ano, vem aí o Sesc Tradições Juninas 2024, uma festa que promete agitar os brasilienses com uma programação repleta de cultura, música e diversão. Com início marcado para 31 de maio, os finais de semana da instituição serão invadidos por comidas típicas, quadrilha e shows de grandes nomes da música brasileira.
Entre os destaques da programação, estão os renomados artistas Joelma, Frank Aguiar e a banda Djavú, que prometem fazer o público dançar com grandes sucessos. O pontapé inicial será dado com um mega show do cantor Frank Aguiar, em dia 1º de junho, a partir das 18h, no Sesc Taguatinga Sul.
O Sesc Tradições Juninas vai passar por todas as unidades, em datas específicas, sempre com entrada gratuita. Confira abaixo o calendário completo:
– 31 de maio (sexta-feira) – Sesc Taguatinga Sul
– 1º de junho (sábado) – Sesc Taguatinga Sul: apresentação Frank Aguiar
– 7 de junho (sexta-feira) – Sesc Bartolomeu Martins (Ceilândia): apresentação Djavú
– 8 de junho (sábado) – Sesc Bartolomeu Martins (Ceilândia): apresentação Joelma
– 14 de junho (sexta-feira) – Sesc Mitri Moufarrege (913 Sul)
– 15 de junho (sábado) – Sesc Alberto Vilardo (Estação 504 Sul)
– 16 de junho (domingo) – Sesc Alberto Vilardo (Estação 504 Sul)
– 21 de junho (sexta-feira) – Sesc Valdenir Machado (Taguatinga Norte)
– 22 de junho (sábado) – Sesc Valdenir Machado (Taguatinga Norte)
– 28 de junho (sexta-feira) – Sesc Gama
– 29 de junho (sábado) – Sesc Gama
– 5 de julho (sexta-feira) – Sesc Milton Carlos (Guará)
– 6 de julho (sábado) – Sesc Milton Carlos (Guará): atração a definir
SERVIÇO
Abertura Sesc Tradições Juninas
Quando: 31 de maio e 1º de junho Local: Sesc de Taguatinga Sul Entrada: gratuita mediante doação de alimento Evento sujeito à lotação Mais informações: https://www.sescdf.com.br/
Alô, galera de Brasília! O final de semana está chegando e o Sesc-DF preparou uma programação cultural de primeira para você curtir. O destaque fica por conta do Sesc Tradições Juninas, que traz o grande cantor Frank Aguiar, neste sábado (1), na unidade de Taguatinga Sul. Mas não para por aí! Tem exposição, teatro, comédia e muito mais. Se liga nas dicas e marque na agenda:
Frank Aguiar foto divulgação
FESTA JUNINA
Sesc Tradições Juninas com Frank Aguiar
Sinopse: Celebre a época mais esperada do ano com comidas típicas, quadrilhas e muita música. O destaque é o show do Frank Aguiar, que promete animar a galera com seus sucessos no sábado.
Data e Horário: 31 de maio (sexta-feira) e 1º de junho (sabado), a partir das 18h
Atrações: sexta, 31 Banda Xoddó e sábado, 1º de junho, Felipe Rodrigues e Frank Aguiar
Local: Sesc Taguatinga Sul
EXPOSIÇÃO DE ARTE
Entre Fragmentos: Arte como Resistência
Sinopse: A mostra aborda a arte como forma de resistência política, transformando a vida nas ruas em um ponto de reflexão. Peças que retratam a luta e a resiliência de indivíduos marginalizados.
Data e Horário: Até 2 de junho, das 9h às 18h
Local: Teatro Sesc Ary Barroso – 504 Sul
TEATRO
Mais um Clichê de Amor
Sinopse: Uma comédia romântica que satiriza os clichês do gênero. Diego e Juliana, dois desconhecidos, se encontram presos em um elevador e tentam se entender, com muitas risadas garantidas.
Data e Horário: 31 de maio a 01 de junho, sexta às 20h30 e sábado das 18h30 às 20h30
Local: Teatro Sesc Ary Barroso – 504 Sul
Cor de Amora
Sinopse: Com dramaturgia e trilha sonora original, o espetáculo é um convite à reflexão sobre as relações, o tempo e a solidão, apresentado de forma poética e não linear.
Data e Horário: 1 e 2 de junho, sábado às 20h e domingo às 19h
Local: Teatro Paulo Autran – Edusesc Taguatinga Norte
Entrada franca
STAND UP
Agilmar Ferreira – Fora do Quintal
Sinopse: Prepare-se para rir muito com Agilmar Ferreira, o humorista que faz sucesso nas redes sociais. Venha conhecer seus personagens cativantes e se divertir com suas análises hilárias do cotidiano.
Data e Horário: 2 de junho, às 17h
Local: Teatro Ary Barroso – Sesc 504 Sul
Aproveite o final de semana e desfrute dessas atrações incríveis que o Sesc-DF preparou para você!
Dirigido por João Wainer, o longa é inspirado na trajetória da atual escritora e romancista Raquel de Oliveira
Cartaz oficial
Baseado na história real da primeira mulher a chefiar o tráfico da Rocinha, o filme de ação “Bandida – A Número Um”, dirigido por João Wainer (“A Jaula”), ganhou nova data de estreia. O filme chega aos cinemas de todo o Brasil no dia 20 de junho, com distribuição daParis Filmes. Protagonizada por Maria Bomani e rodada na comunidade Pavão-Pavãozinho, na Zona Sul do Rio de Janeiro, a obra acompanha a trajetória de Rebeca, que aos nove anos foi vendida pela própria avó ao bicheiro Amoroso (Milhem Cortaz), que chefiava o morro. A produção é da Paris Entretenimento em coprodução com TX Filmes, Film2B, Claro e Telecine e apoio da Rio Filme, órgão que integra a Secretaria de Cultura da Prefeitura do Rio.
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O filme é inspirado no livro “A Número Um”, de Raquel de Oliveira, e tem roteiro de Patricia Andrade, Cesar Gananian, João Wainer e Thais Nunes. Ambientado na Rocinha dos anos 1980 e leva o espectador a uma imersão no cotidiano de uma das maiores e mais violentas comunidades do Rio de Janeiro daquela época. A atriz e cantora Maria Bomani (Vitória Nascimento Câmara), que foi criada na comunidade da Cidade Alta, em Cordovil, na zona norte do Rio, estreia nos cinemas como protagonista do longa-metragem. O elenco inclui Jean Amorim como Pará, o chefe do tráfico de drogas na comunidade; o cantor Otto no papel do traficante Del Rey da Rocinha; além de nomes como Wilson Rabelo (“Bacurau”), MC Marechal, JP Rufino, Natália Lage, Natália Deodato, Thaís Gullin, entre outros. A jovem Michely Gabriely, influenciadora digital do perfil @filhasiincera, que tem mais de 3 milhões de seguidores no Tik Tok, faz sua estreia nos cinemas vivendo Rebeca quando criança.
Sinopse:
Aos nove anos, Rebeca é vendida por sua avó para o bicheiro que comandava a Rocinha. Disputada por bicheiros e traficantes, a comunidade passa por mudanças de poder. Rebeca vira mulher do traficante chefe e, com a morte do parceiro, sua sucessora. A eletrizante trajetória de crime, violência, drogas e amor de uma mulher chefe do tráfico na Rocinha, no Rio de Janeiro dos anos 1980.
Crédito Karyme França
Elenco:
Rebeca (Maria Bomani)
Pará (Jean Amorim)
Boca Mole (Sant)
Carcará (João Vitor Nascimento)
Cara Murcha (Jorge Hissa)
Zildo (Wilson Rabelo)
Seu Amoroso (Milhem Cortaz)
Gil (MC Marechal)
Menor B (JP Rufino)
Joana (Natália Lage)
Gigi (Natália Deodato)
Saurio (Paulo Guidelly)
Trakinas (Jeckie Brown)
Zefa (Jessica Barbosa)
Del Rey (Otto)
Carlos (Vitor Feitosa)
Mãe Ester (Mãe Rita)
Soldado Sales (Pierre Santos)
Zé (Maurício Soca)
Maria (Fatima Domingues)
Sargento Rubens (Zé Mario Farias)
Pai da Rebeca (Julio Adrião)
Gigante (Evaldo Macarrão)
Feliciano (Antônio Benício)
Madame (Thais Gulin)
Alemão (Kelner Macedo)
Seu Antônio (Marcelo Mello)
Rebeca criança (Michely Gabriely)
Ficha técnica:
Direção: João Wainer
Roteiro: Patricia Andrade, Cesar Gananian, João Wainer, Thais Nunes
Direção de Fotografia: Miguel Vassy
Direção de Arte: Monica Delfino
Direção de Produção: Tim Maia
Produção de Elenco: Mônica Nêga
Figurino: Bella Cardoso
Som Direto: Toninho Muricy, ABC
Caracterização: Sônia Penna
Montagem: Cesar Gananian
Supervisão de Edição de Som e Mixagem: Eduardo Hamerschlak
Trilha Sonora: Tejo Damasceno
Produção Executiva: Camila Villas Boas, Mariana Marcondes
Produção: Márcio Fraccaroli, André Fraccaroli, Veronica Stumpf
Produção Associada: Rodrigo Castellar, Adrien Muselet, Ana Luiza Beraba e Kiki Lavigne
Produção: Paris Entretenimento
Distribuição: Paris Filmes
Coprodução: TX Filmes, Film2B, Claro, Telecine
Apoio: Rio Filme, Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, Governo Federal, Ministério da Cultura e Lei Paulo Gustavo.
Sobre a Paris Entretenimento:
Fundada em 2011, a Paris Entretenimento consolidou-se como produtora independente em 2015, com o lançamento de “Carrossel – O Filme”. Desde então, seus filmes foram vistos por 20 milhões de pessoas nos cinemas. Entre 2015 e 2018, a Paris Entretenimento foi aprodutora que mais lançou filmes no país, com um total de quatorze longas-metragens originais exibidos em circuito comercial. Os gêneros variados dessas produções reafirmam sua versatilidade e, consequentemente, seu posicionamento no mercado audiovisual: adaptações de séries infantis (“Carrossel”, “Carrossel 2 – O Sumiço de Maria Joaquina”, “Detetives do Prédio Azul – O Filme” e “Detetives do Prédio Azul 2 – O Mistério Italiano”), infanto-juvenis (“Internet – O Filme”, “Meus 15 Anos” e “10 Horas para o Natal”), comédia romântica (“Um Namorado Para Minha Mulher”), adaptação que deu vida à HQ nacional de ação (“O Doutrinador”), que deu origem a uma série para o canal Space) e três documentários (“Teresinha”, “Todas as Meninas Reunidas Vamos Lá!” e “Aqualoucos”). Nos últimos três anos, produziu as comédias “A Sogra Perfeita” e “Dois Mais Dois”, “Detetives do Prédio Azul 3 – Uma Aventura no Fim do Mundo”, “Um Dia Cinco Estrelas”, de Hsu Chien, além dos longas “Meu Nome é Gal”, “Tá Escrito” e “Férias Trocadas”. Em 2024, a Paris Entretenimento desenvolve os longas “CIC – Central de Inteligência Cearense”, com Edmilson Filho e “Homem com H”, cinebiografia do multifacetado artista Ney Matogrosso.
Sobre o Telecine:
O Telecine oferece um serviço 100% filmes, construído a partir de uma curadoria feita por pessoas que amam cinema e entendem o gosto do brasileiro. Disponível em streaming e nos canais de TV por assinatura, o catálogo do Telecine está recheado de preciosidades, que vão desde lançamentos a filmes amados que marcaram época. A marca aposta na capilaridade de distribuição e em parcerias, permitindo ao assinante acessar o acervo completo de filmes em diferentes telas, seja através de apps já conhecidos pelo público, como Globoplay e Prime Video, ou nas plataformas das operadoras de TV paga (Claro, Oi, SKY e Vivo).
Sobre a Paris Filmes:
A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X” e “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia.
A partir de 28 de maio, Brasília poderá conhecer de perto mais de 160 objetos elaborados em cerâmica, cobre, ouro, prata e têxteis que contam a história das antigas civilizações peruanas
Depilador cerimonial Era utilizado principalmente pelos homens para remover pelos faciais. Ouro. 200 a.C – 700 d.C Estilo Frias, Costa Norte de Perú Crédito: Museo Oro del Perú – Armas del Mundo | Fundación Miguel Mujica Gallo
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília recebe, a partir de 28 de maio, a exposição Tesouros Ancestrais do Peru. Sucesso no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, a exposição que chega ao CCBB é uma viagem no tempo e um convite para o público conhecer de perto a história e cultura das antigas civilizações andinas. São 162 peças datadas entre 900 a.C e 1600 d.C, a grande maioria em cerâmica, cobre, ouro, prata e têxteis. A entrada é gratuita e os ingressos podem ser retirados na bilheteria ou pelo site: https://ccbb.com.br/
Divida por cinco blocos temáticos – Linha do Tempo, Mineração, Divindades e Rituais, Cerâmica e Têxteis e Colonização –, o conjunto raro de objetos descobertos em diversas expedições arqueológicas é reconhecido como patrimônio pelo Ministério da Cultura do Peru, pertence à Fundação Mujica Gallo, e faz parte do catálogo do Museo Oro del Perú y Armas del Mundo.
Em cartaz até 11 de agosto, a mostra é patrocinada pelo Banco do Brasil e BB Asset Management, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A organização é da Arte A Produções.
Coroa de penas A armação é feita de uma estrutura de cana que foi coberta com um tecido de algodão. A parte externa é decorada com penas turquesa, amarela, roxa e vermelha. Elas têm um design suspenso e, na parte inferior, há duas fitas de algodão que são usadas para prendê-las à cabeça. Penas, algodão. Cultura Chimu, Costa Norte do Peru 900-1450 d.C
Objetos milenares contam a história
Também conhecido como Tahuantinsuyo, ou “Terra de Quatro Regiões”, na língua quechua, o Império Inca foi a maior e mais importante reunião de culturas da América antiga. Com base em Cusco, sede política localizada no atual Peru, era formado por diversos povos e atingiu, em seu auge, cerca de 12 milhões de habitantes. Politeístas, os incas conseguiram, entre 1438 e 1532, unificar, seja pela força ou por alianças, sociedades da região costeira do Oceano Pacífico e da cordilheira dos Andes.
Espalhados por um território estimado em 4 mil quilômetros, que ia do sul da Colômbia até partes do Chile e da Argentina, passando por todo o Equador, Peru e Bolívia, os povos da região tinham em comum o domínio de técnicas sofisticadas de administração, mineração, irrigação, agricultura, cerâmica, produção têxtil e arquitetura. O mais conhecido e visitado desses territórios é Machu Picchu, um dos poucos não destruídos completamente durante o processo de colonização.
Na mostra, traços culturais dos povos andinos são revelados em utensílios como depiladores, bolsas, penachos, máscaras funerárias e coroas feitas de ouro. Há também módulos dedicados à cerâmica e aos objetos têxteis, como jaquetas, gorros e sapatos. No acervo estão ainda Tumis, espécies de facas ornamentais usadas durante cerimônias de sacrifícios de animais e, em casos excepcionais, de humanos.
“O desenvolvimento de todas essas culturas revela um acúmulo histórico notável de conhecimentos e a maestria em diversas técnicas e ofícios, refletidos na elegância e complexidade das peças apresentadas. A habilidade na mineração e na confecção de objetos feitos de ouro, prata, cobre e outros minerais atinge um nível de sofisticação excepcional, mesmo nas civilizações mais antigas”, explicam Patricia Arana e Rodolfo de Athayde, que assinam a curadoria da exposição.
Da agricultura à colonização
No primeiro bloco, Linha do Tempo, são pontuados os momentos-chave de mais de 10 mil anos de história andina, desde os primeiros habitantes (pescadores e caçadores) até o surgimento da agricultura de irrigação. Essa evolução permitiu que essas populações desenvolvessem um alto nível tecnológico, dedicando-se à produção cerâmica, à metalurgia e têxteis, alcançando um notável desenvolvimento cultural.
Já o segundo bloco, Mineração, aborda o domínio sobre os metais, o controle sobre o ambiente natural e, consequentemente, seu impacto nas dinâmicas das estruturas do poder. Trata-se de um aspecto fundamental do desenvolvimento dos povos que utilizavam ferramentas diversas para extrair e utilizar cobre, ouro e prata, produzindo objetos de notável elaboração.
Na área Divindades e Rituais é possível conhecer peças em ouro e prata, cerâmica e frisos de personagens divinos e semidivinos, que orientavam o sistema teocrático-militar operado a partir de complexas cosmovisões fundadoras das culturas andinas.
Os metais eram usados para decorar edifícios, adornar corpos e vestes reais em rituais e oferendas funerárias. Um detalhe é que só as pessoas pertencentes à elite podiam usar ouro. Nesta área são expostas máscaras e luvas feitas do mineral, além dos Tumis e dos recipientes usados em rituais sagrados, como os utilizados para recolher o sangue dos seres sacrificados.
No quarto bloco, Cerâmicas e Têxteis, estão peças e informações sobre as técnicas utilizadas desde 1.800 a.C. para produção de barro moldado e cozido em fornalha. Essas técnicas permitiram uma produção intensa de utensílios usados também para expressar ideias e representar estilos de vida e tradições. Também é mostrada a importância da domesticação de animais como lhamas e alpacas para a produção têxtil e artística.
A seção Colonização trata da história da colonização do império Inca pelos espanhóis e a fundação do Vice-reinado do Peru. Esse bloco expositivo pretende mostrar a assimetria desse violento encontro de civilizações, que funda uma nova identidade sincrética e mestiça, sobre as ruínas do império Inca.
O percurso da exposição também conta com o Projeto Panaca que divulga, por meio de vídeos de desenhos animados, a história das culturas antigas do Peru. A série de filmes será exibida ao público e é parte do conteúdo educativo da mostra.
Escultura Objeto constituía parte de um conjunto funerário. Ouro. Estilo Frias, Costa Norte do Perú 200 a.C – 700 d.C Crédito: Museo Oro del Perú – Armas del Mundo | Fundación Miguel Mujica Gallo
Elo entre gerações
A mostra conta com obras contemporâneas propondo um olhar que amplia a leitura do acervo, a fim de provocar uma visão crítica e reflexiva sobre a representatividade das peças.
O legado e o compromisso com a preservação de conhecimentos ancestrais afloram na cuidadosa réplica contemporânea do “Quipu de Nasca”, elaborada pelo arqueólogo Alejo Rojas. O instrumento também é tema na obra “Quipucamayoc”, de Alexandra Grau, uma recriação de quipus coloridos, que aludem a essas ferramentas de registros e contabilidade dos Incas. Os diferentes nós feitos nas cordas criam uma linguagem que guarda a história dessa cultura.
O videoarte “Técnicas de deformação plástica” de Bete Esteves e Beth Franco utiliza imagens das técnicas de mineração e trabalho nos metais para criar uma relação com os métodos violentos narrados pelos protagonistas.
O peruano Iván Sikic, apresenta a obra “Saqueo” (Pilhagem). Sua referência são os diferentes momentos da história em que a extração compulsiva do ouro gerou um significativo impacto cultural ou ecológico. A instalação questiona o legado colonial e os efeitos da mineração ilegal do ouro até a atualidade.
Ecos até os dias atuais
As peças da exposição são raras em diversos sentidos. Quase tudo o que havia em território inca foi destruído, roubado ou derretido. Posteriormente, também foi saqueado por assaltantes de monumentos arqueológicos, conhecidos no Perucomo huaqueiros, que reviraram tumbas e centros cerimoniais em busca de peças a serem vendidas ilegalmente a colecionadores.
Dos poucos objetos que sobreviveram, os mais comuns são oferendas funerárias compostas por pequenas figuras de ouro e prata de mulheres e homens. Essas figuras parecem representar os jovens que acompanhavam os mortos em seus processos funerais: em geral, ficam de pé, têm as mãos sobre o peito ou seguram objetos como leque ou espiga de milho. Algumas dessas imagens foram encontradas em sítios arqueológicos vestidas com tecidos e penas.
“As peças que resistiram ao período da voracidade dos colonizadores e dos huaqueiros foram encontradas posteriormente em escavações arqueológicas. Não temos ideia do que se perdeu. Até as construções espanholas foram edificadas sobre monumentos e locais incas, uma amostra clara da necessidade de legitimar o seu poder”, explica o curador, Rodolfo de Athayde. “A história dessas peças é a história viva do desenvolvimento das civilizações andinas até o império inca, o mais importante que já se formou nas Américas”, completa.
Tumi ou faca cerimonial, com uma representação antropomórfica do deus Lambayeque chamado Naylamp. Ouro, crisocola. Cultura Lambayeque Costa Norte do Peru 900-1450 d.C Crédito: Museo Oro del Perú – Armas del Mundo | Fundación Miguel Mujica Gallo
Serviço
Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF
Tesouros Ancestrais do Peru
Período | 28 de maio a 11 de agosto, das 09h às 21h (entrada nas galerias até 20h40)
A tradição e a diversão se encontram na segunda edição do evento, que contará com diversas operações gastronômicas, quadrilhas locais e tributo a Luiz Gonzaga
O Festival Julino do Parque da Cidade está chegando em 2024 para trazer toda a energia e alegria das festas juninas para o coração da capital federal. Com shows do renomado cantor Lenine e da cantora Lucy Alves, o evento ocorrerá em 13 de julho com uma programação que inclui um tributo a Luiz Gonzaga pelo Trio Balançado e apresentações de quadrilhas locais, prometendo muita música e diversão para o público da capital, sem falar na gastronomia, com participação de restaurantes da cidade.
As atrações
Lenine é vencedor de diversos prêmios como Grammy Latino e Prêmio da Música Brasileira, com uma trajetória de mais de 40 anos na música, que ganhou impulso nos anos 1990. Os sucessos do cantor pernambucano incluem canções como “Hoje eu quero sair só” e “Simples Assim”, presentes no repertório dos shows mais recentes do artista, que carregam a sonoridade original dos discos, acompanhados pelo baterista Pantico Rocha e pelo produtor musical Bruno Giorgio, filho de Lenine e responsável por produzir, mixar e masterizar vários trabalhos dele nos últimos anos.
A cantora e atriz Lucy Alves, por sua vez, ficou conhecida por participar do programa The Voice Brasil em 2013, no qual foi a 2ª colocada. No ano seguinte, lançou seu primeiro álbum de estúdio, e atualmente transita entre a música – com direito a uma indicação ao Grammy Latino – e trabalhos de atuação para TV, como as novelas “Travessia” e “Amor de Mãe”, da TV Globo. Lançamento mais recente da atriz, o EP “Flor de Sol” (2024) inclui faixas em parceria com Ivete Sangalo, Rachel Reis e a banda Àttooxxá. Ela soma mais 3 milhões de streams no Spotify e mais de 5 milhões de views no YouTube.
Mais detalhes
Julino, que terá uma área de mais de 7.500 metros quadrados transformada em um verdadeiro arraial, repleto de barracas de comidas típicas, brincadeiras e decoração temática, com bandeirinhas coloridas e uma animada fogueira. A programação começa às 17h e se estende até 1h, totalizando 8 horas de muita alegria e música.
Para os amantes da típica culinária junina, o evento contará com 15 operações de comida e bebida com restaurantes de Brasília, das típicas iguarias como canjica, pipoca, milho verde e quentão, até pratos como caldos, pamonha e churrasco de carneiro. Também haverá barracas com brincadeiras típicas, garantindo a diversão do público.
Duo Sanches Madalena interpreta compositores brasileiros como H. Villa-Lobos e clássicosinternacionais
Duo Sanches Madalena
O Festival Estação da Música Clássica promove o desenvolvimento de novos concertos de música clássica no Distrito Federal. Nesta edição, solistas, duos, trios e quartetos se apresentarão na Companhia de Teatro Lábios da Lua, com o apoio do FAC-DF e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF. As apresentações desta temporada ocorrerão nesta quinta-feira, 23 de maio, e sexta-feira, 24 de maio, às 20 horas, com o Duo Sanches Madalena.
O Duo Sanches Madalena, composto por Nícolas Madalena (cello) e Víctor Hugo Sanchez (piano), foi fundado em 2011 na Escola de Música de Brasília, onde ambos estudavam. Inicialmente, o duo focou em repertórios pouco conhecidos e composições autorais. Com o tempo, começaram a realizar recitais na escola, com acompanhamento de professores, e posteriormente receberam convites para apresentações profissionais. Após um período de inatividade enquanto completavam seus estudos, o duo retomou suas atividades em 2019, já como músicos profissionais e artisticamente maduros. Atualmente, o foco do duo está em repertórios brasileiros (popular e erudito), autorais e modernistas, abrangendo o final do século XIX e início do século XX. Entre os compositores interpretados estão H. Villa-Lobos, F. Poulenc e A. Kachaturian.
Serviço Gama recebe duo com repertório erudito brasileito para concerto do 4º Festival Estação da Música Horário: 20 horas Datas: 23 e 24 de maio de 2024 (quinta e sexta) Ingressos: Contribuição voluntária Local: Teatro da Cia Lábios da Lua Endereço: Quadra 4, Lote 16, Lojas C e D, Setor Sul Comercial, Gama Classificação: Livre Para mais informações, acesse: Projeto Estação da Música
Dos dias 24 a 26 de maio, Brasília irá receber a 3° edição do evento de automobilismo Bsb Underground. A ação acontecerá no Parque de exposições Granja do Torto, um espaço amplo e preparado para sediar eventos desse tipo.
Esta edição irá proporcionar uma oportunidade de presenciar exposição de carros customizados, oficina de grafite, competição de drift, além de apresentações de break dance e danças urbanas. Além disso tudo, ainda será disponibilizada a carona radical, onde alguns participantes terão a oportunidade de participar de um circuito de drift com pilotos profissionais.
“Os eventos de automobilismo são grandes fomentadores do turismo em nossa capital, realizamos diversas ações que tenham essa temática e sempre alcançamos ótimos resultados. Investir nessa área é proporcionar não só o turismo para os cidadãos, mas também proporciona um espaço para lazer e união familiar.” Cristiano Araújo, Secretário de Turismo do Distrito Federal.
Em homenagem ao Dia Nacional do Café, a programação terá ações, masterclass e oficinas voltadas para o vasto universo da bebida. Entrada franca!
Para a maior parte das pessoas de todo o mundo, o dia só começa depois de uma bela e generosa xícara de café. Mais que o sabor inigualável, este “elixir” energizante faz parte do cotidiano das pessoas por uma questão de hábito, que são propagados de geração em geração. Não à toa, a expressão “tomar um café” é sinônimo de estar junto, vivenciar momentos, se reunir com pessoas — seja em contexto profissional ou pessoal.
Em homenagem ao Dia Nacional do Café, o Brasília Shopping promove uma edição especial do Mercadinho inteiramente voltada para o universo desta bebida milenar. O evento acontecerá neste sábado (25/05), das 10h às 17h, e contará com uma programação recheada de oficinas para colocar a mão na massa, feira com vinte expositores da capital e aula show com Bela Gil, uma das chefs mais consagradas do Brasil. A entrada é franca.
“Há oito anos, o Mercadinho é um dos eventos mais queridos pelo público do nosso mall. A cada nova edição, valorizamos não somente nomes consagrados da gastronomia nacional, como também buscamos exaltar o que vem sendo feito localmente. Desta vez, o café, uma das bebidas mais tradicionais em todo mundo, será o fio condutor que irá conectar as novidades do mercado local com experiências que destacam informações sobre este universo tão amplo e que conquista cada vez mais aficionados”, reflete Renata Monnerat, gerente de marketing do Brasília Shopping.
Programação energizante
Evento tradicional do calendário do Brasília Shopping, esta edição do Mercadinho está alinhada com o tema. Ao todo, serão vinte expositores que, além de suas versões autorais de produtos com café, também oferecerão iguarias como embutidos, queijos e doces artesanais. O circuito estará montado na Entrada W3 Norte, das 10h às 17h.
A imersão no universo dos “coffee lovers” terá início às 11h, com masterclass liderada pela equipe da Nespresso. Na ocasião, os participantes entenderão como a marca vem revolucionando o segmento mundo afora, por meio das diversas inovações, e também ficarão por dentro dos lançamentos.
Em seguida, às 12h, na Praça Central, o ponto alto do evento será com a chef Bela Gil, que também abordará a temática sob a perspectiva da gastronomia. Culinarista e apresentadora do programa Bela Cozinha, no GNT, ela é uma dos maiores nomes quando o assunto é alimentação saudável, consciente e equilibrada. Na aula-show, o público pode esperar diversas dicas de como inovar nas receitas protagonizadas por café, além de momentos de interação.
À tarde, a palavra de ordem será criatividade. Às 14h, acontecerá a Oficina de Aquarela de Café; às 15h, terá o concurso de Latte Art e Oficina de Mini Horta com Cápsulas. A participação nas oficinas será limitada a 12 crianças por horário. A participação será mediante cadastro no Balcão de Informações, localizado no 1º piso, 1 hora antes do início das atividades.
O encerramento será por conta da banda Trio Jazz, que irá animar os visitantes com setlist animado e eletrizante, que apresentará um mix entre clássicos e contemporâneos do gênero musical
Bela Gil
Mercadinho + Café
Confira a programação:
11h: Masterclass com equipe Nespresso (Entrada W3 Norte)
12h: Aula-show com chef Bela Gil
14h: Oficina* de Aquarela de Café (Entrada W3 Norte)
15h: Concurso de Latte Art (entrada W3 Norte) e Oficina* de Mini Horta com cápsulas
16h: Show com banda Trio Jazz (Entrada W3 norte)
*A participação nas oficinas será limitada a 12 crianças por horário. O cadastro deverá ser feito no Balcão de Informações, localizado no 1º piso, 1 hora antes do início das atividades.
Dr. Rodrigo Schröder, com mais de 1 milhão de seguidores nas redes, destaca que apesar da eficácia para energia e concentração, o uso da cafeína requer cuidado, podendo despertar ansiedade, problemas gástricos e até dependência
Foto Freepik
Seja como um pré-treino, uma pausa no trabalho ou até uma convenção social, o café é mais do que uma bebida e se tornou um hábito cultural. Entre as bebidas favoritas dos brasileiros, ganhou um dia nacional para ser celebrado em 25 de maio. Mas apesar de agradar ao paladar, o que atrai mesmo são os efeitos, que podem ser benéficos ou não, conforme explica o médico Rodrigo Schröder, um dos maiores nomes da Medicina e Performance esportiva e referência em comunicação sobre saúde, com mais de 1 milhão de seguidores nas redes.
A favor da bebida, o profissional destaca que, de forma controlada, o café é um poderoso aliado a saúde:
“Em quantidades moderadas, ele pode melhorar o desempenho cognitivo, aumentar o estado de alerta e a concentração. Além disso, o café é rico em antioxidantes, que ajudam a combater os radicais livres no corpo, reduzindo o risco de várias doenças crônicas, como doenças cardíacas e diabetes tipo 2”.
Mais benefícios do que apenas se manter acordado – Usado para driblar o sono, o café vai além, segundo o médico, e traz vantagens até mesmo protegendo contra danos celulares. De acordo com Rodrigo, estão entre os principais benefícios:
Melhora da função cognitiva: A cafeína pode melhorar a memória, o tempo de reação e a função cognitiva geral;
Propriedades antioxidantes: Os antioxidantes no café podem ajudar a proteger contra danos celulares;
Redução do risco de doenças: Estudos sugerem que o consumo moderado de café pode reduzir o risco de doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e certas formas de câncer.
Melhora no desempenho físico: A cafeína pode aumentar os níveis de adrenalina, preparando o corpo para esforços físicos.
Entretanto, o médico destaca que para obter os benefícios, inclusive relacionados ao aumento da energia, é necessário ter cuidado com as quantidades. “Assim evita-se os efeitos colaterais. Recomenda-se limitar o consumo a cerca de 2-3 xícaras por dia. Além disso, evitar consumir café no final da tarde ou à noite pode ajudar a prevenir problemas de sono.”
Sem moderação, ele pode se tornar um vilão – De modo geral, os malefícios do café estão diretamente ligados aos excessos. Segundo o Dr. Schröder, estão entre os principais efeitos colaterais:
Ansiedade e nervosismo: Altas doses de cafeína podem aumentar os níveis de ansiedade;
Distúrbios do sono: O consumo de café, especialmente à noite, pode prejudicar a qualidade do sono;
Problemas digestivos: Para algumas pessoas, o café pode causar problemas digestivos, como refluxo ácido e irritação gástrica.
Dependência de cafeína: O uso regular de grandes quantidades de cafeína pode levar à dependência, com sintomas de abstinência como dores de cabeça e irritabilidade quando o consumo é interrompido.
Substitutos para quem gosta do efeito, mas não é fã do sabor – Pesquisas já mostraram que o café está presente na casa de 98% dos brasileiros e que está entre as bebidas favoritas por aqui. Apesar disso, nem todo mundo gosta. Mas calma, ainda dá para ter os benefícios de outra forma.
Entre os principais substitutos, o médico lista o chá verde, que é rico em antioxidantes e com uma quantidade moderada de cafeína, pode melhorar a função cognitiva e a queima de gordura; o chá preto, que contém cafeína e antioxidantes que oferecem benefícios similares aos do café; a erva-mate, que contém cafeína e uma variedade de nutrientes e o matchá, uma forma de chá verde em pó, conhecida por seus altos níveis de antioxidantes e propriedades de aumento de energia.
Sobre Rodrigo Schröder
Dr. Rodrigo Schröder é formado em Medicina, com residência em Ortopedia e Traumatologia. Entretanto, foi em sua pós graduação de Nutrologia Esportiva e Medicina do Esporte e no mestrado em Nutrição e Dietética que ele se encontrou e hoje é um dos maiores profissionais do país em Medicina e Performance Esportiva. Na agenda de consultas, celebridades do entretenimento como Vera Fischer, Anderson Leonardo, Bárbara Coelho, Rodriguinho e outros; e do esporte, como Bárbara Seixas, Lara Nobre, Diego Alves e mais.
A rica cultura popular nordestina segue encantando a comunidade, com experiência imersiva no tradicional patrimônio cultural brasileiro, o forró
Neste sábado, 25 de maio, os trios mais renomados do Distrito Federal irão animar a noite no Palácio da Poesia. Nesta edição, o público terá a chance de desfrutar do melhor da cultura nordestina raiz, com grandes nomes do Forró Pé de Serra. O evento, organizado pela Associação dos Forrozeiros do Distrito Federal (Asforró-DF) com o apoio do Ministério da Cultura, acontecerá na Casa do Cantador, em Ceilândia, a partir das 20h, e terá entrada gratuita. As atrações da noite incluem shows de Trio Cariri, Trio Asa Norte, Trio do Nordeste, Almirante Aboiador e Forrozão Ferro de Ouro.
Foto Samuel Andrade
A Casa do Cantador, um dos mais icônicos espaços culturais do Distrito Federal, será o palco para essas emocionantes apresentações. Ao longo de todo o ano, em dois sábados por mês, o Palácio da Poesia é tomado pelos acordes do forró, oferecendo uma programação diversificada e empolgante que promete agradar a todos os fãs do gênero.
Marques Célio, presidente da Asforró-DF, ressalta a importância de manter viva a alegre identidade da cultura nordestina: “Consideramos o ‘Sabadão do Forró’ um momento de celebração. Estamos preservando nossa identidade e resgatando as raízes culturais que nos definem.”
Foto Samuel Andrade
Serviço:
Sabadão do Forró na Casa do Cantador
Atrações: Trio Cariri, Trio Asa Norte, Trio do Nordeste, Almirante Aboiador e Forrozão Ferro de Ouro
Evento ocorre nos dias 24 e 25 de maio com diversos shows, apresentações de quadrilha e comidas típicas
Foto divulgação
Está chegando uma das épocas mais esperadas e divertidas do ano: as festas juninas. E para dar o pontapé inicial nos festejos do Distrito Federal, o Arraiá de Águas Claras, o maior da região, acontece neste fim de semana, entre os dias 24 e 25 de maio, no estacionamento do Centro Universitário Uniplan. A megafesta promete animar a cidade com grandes shows e tudo o que torna a época tão popular e especial.
Mantendo a melhor essência das festas, não podem faltar as amadas e saborosas comidas típicas. Para que todos apreciem as tradicionais receitas, o espaço conta com diversas opções gastronômicas, como cachorro-quente, canjica, curau, churros, pastel, caldo de cana, maçã do amor, espetinho, carreteiro, caldos e muito mais, com valores a partir de R$10.
Para beber, o público ainda pode aproveitar clássicos como quentão, caldo de cana e vinhos. Neste ano, o festejo conta com a presença de marcas conceituadas, como os chopes artesanais da Cruls Cervejaria, os deliciosos cookies e milk shakes da American Cookies, além de fondues, café e chocolate quente da Cacau Show.
Fotos divulgação
Além da boa comida, os brasilienses poderão contemplar uma programação musical bem animada, com atrações de peso, como Pedro Paulo & Matheus, Zé Felipe & Miguel, Encosta Neu, Julia Moreno e Trio Balançado. Há ainda apresentações de quadrilhas juninas. Todos os dias, o público pode acompanhar o encanto e a animação de diversos grupos.
“Estamos animados e empolgados com o Arraiá de Águas Claras. Este ano, preparamos uma festa ainda mais especial, com muita comida boa, música animada, quadrilhas, queremos ver a diversão em todas as famílias”, comenta Daniel Duarte, um dos organizadores do Arraiá.
O CCBB Brasília realiza a feira Saberes e Sabores de Goiás, nos dias 25 e 26 de maio, das 10h às 20h, um evento que celebra a rica cultura do artesanato e gastronomia do estado de Goiás. Com entrada gratuita, o público tem a oportunidade de conhecer mais as tradições goianas por meio de uma variedade de expressões artesanais e culinárias.
O evento busca se conectar com a rica cultura de Goiás, promovendo um intercâmbio cultural enriquecedor no coração de Brasília. A feira é uma oportunidade para artistas e artesãos locais divulgarem seus trabalhos, e para o público apreciar e adquirir produtos únicos.
Valorização do empreendedorismo de Goiás
Diversos aspectos da cultura goiana são contemplados na feira, que também é uma ação de valorização do empreendedorismo regional, e se alinha ao propósito da Fundação Banco do Brasil, que colaborou com sua visão sobre o tema na curadoria do evento.
– Artesanato: uma seleção de cerâmicas, arte e decoração, além de cristais que simbolizam a identidade cultural de Goiás;
– Cosmetologia natural com insumos do cerrado;
– Manualidades: tecelagens, bordados, biojoias, entre outros; e
– Gastronomia: o melhor da culinária goiana, incluindo compotas, geleias, pães e uma variedade de doces tradicionais, além de praça de alimentação com uma variedade de pratos regionais, como a galinhada com pequi do Chico Chicó e as delícias do Meu Bem Caldos.
Confira os expositores:
– Casa de Alícia Arte e decoração com temática do cerrado / Goiás.
– Cuidados do Cerrado
Cosmetologia natural feita com insumos do cerrado / Goiás.
– Instituto Maria do Barro Peças com temas relacionados à cultura do cerrado / Goiás.
– Empório Gourmet Doces, compotas, geleias.
– Empório Agridoce
Doces, compotas, geleias, pães.
– Rosas de Açúcar Mulheres doceiras de Valparaíso de Goiás, especialistas em suspiros.
– Arte Capital Artesanato em homenagem ao cerrado, ipês e arvores.
– Associação de Bordadeiras As Três Baianinhas
Projeto que visa valorizar a arte de bordar, e gerar renda para mulheres do entorno de Brasília.
– Aflorar de Gaia Biojoias feitas com flores do cerrado e resina
– Caleidoscópio Almeida
Caleidoscópios feitos em cerâmica
– Rede de Comunidades que Sustentam a Agricultura em Brasília
Alimentos orgânicos oriundos produzidos por comunidades sustentáveis
– Saholi Chás & Blends
Chás naturais com insumos locais
Interação e Acessibilidade
A organização da feira visa facilitar o fluxo de visitantes e promover a interação entre os expositores e o público. A disposição das barraquinhas e food trucks ao longo do vão central permite que os visitantes experimentem a feira de maneira confortável e acessível.
E por falar em acessibilidade, a ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.
A van fica estacionada próximo ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria física do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante olugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede a entrada na van. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Confira os horários:
Biblioteca Nacional – CCBB: 12h, 14h, 16h, 18h, 20h
A curadoria da feira é fundamental para que cada item exposto não apenas represente a cultura de Goiás, mas também ressoe a inspiração poética de Cora Coralina, que é tema da programação cultural em cartaz no CCBB Brasília, no mesmo período, realçando a diversidade, representatividade, protagonismo e expressividade femininos que se destacam na feira.
Na mesma semana da feira, espetáculo e oficina teatral também celebram a cultura goiana
Além da feira, a cultura goiana também é tema da programação teatral, com o espetáculo “Cora do Rio Vermelho”, que leva para o palco a obra e a vida da poetisa, contista e doceira goiana, Cora Coralina, reunindo diversos poemas dos livros “Vintém de Cobre – meias confissões de Aninha”, “Meu Livro de Cordel”, “Villa Boa de Goyaz” e “Poemas dos becos de Goiás e estórias mais”. As sessões da curta temporada acontecem de 24 a 26 de maio, sexta 18h (sessão extra) e 20h, sábado 18h e 20h (2 sessões) e domingo 16h e 18h (2 sessões). As sessões de sexta, às 20h, de sábado, também às 20h, e de domingo, às 18h, contam com intérprete em Libras e serão seguidas de bate-papo entre a equipe e os espectadores. Os ingressos disponíveis, no valor de R$ 30,00 (inteira) e R$ 15 (a meia), à venda em www.bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB Brasília.
Além do espetáculo, uma oficina teatral gratuita “Frutos da Terra” nos dias 23 e 24 de maio, das 14h às 18h, no teatro do CCBB Brasília. As inscrições foram gratuitas e encerraram em 19 de maio. Os participantes selecionados, conduzidos pelo diretor do espetáculo, Isaac Bernat, ministrará a oficina que visa desenvolver – através de exercícios de sensibilização – o papel que o ato de contar histórias individualmente e em grupo pode ter no reconhecimento da identidade do ator e/ou do indivíduo como parte da sociedade. O trabalho parte da pesquisa sobre os griots, que são os mestres da palavra e a memória do continente africano
Convidamos todos a se juntarem a nós neste evento cultural enriquecedor que promete ser uma celebração memorável da arte, do artesanato, da cultura e da culinária típica do estado de Goiás.
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana.
Desde o final de 2022, o CCBB Brasília, se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, sendo que no ano de 2023, obtivemos a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Serviço:
Saberes e Sabores de Goiás – feira de artesanato e gastronomia
Local: Vão Central do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul
Seminário e lançamento de livro e exposição fazem parte das atividades programadas pelo Itamaraty, em parceria com a FAAP e a Amcham Brasil, para comemorar a data
O bicentenário das relações bilaterais entre o Brasil e os Estados Unidos movimentará a capital federal na última semana de maio (mais precisamente no dia 28). É quando ocorre uma série de atividades promovidas pelo Ministério de Relações Exteriores, Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) e Câmara Americana de Comércio para o Brasil (AMCHAM), em comemoração à data.
O evento contará com três vertentes: um seminário, o lançamento de um livro acadêmico e a inauguração de uma exposição – todos convergentes para o tema. A programação completa pode ser conferida aqui
O Seminário
O seminário, intitulado “Encontros: 200 anos de Amizade Brasil e Estados Unidos”, ocorre no Auditório Wladimir Murtinho, no Palácio do Itamaraty, das 8h30 às 15h45. O público pode participar, mediante inscrição prévia pelo link
Entre os palestrantes confirmados, estão: Mauro Vieira, ministro das Relações Exteriores; embaixadora Maria Luisa Escorel de Moraes, secretária para Europa e América do Norte do Ministério das Relações Exteriores; embaixadora Márcia Loureiro, presidente da Fundação Alexandre de Gusmão – FUNAG; Abrão Neto, presidente, Amcham Brasil; Fernanda Magnotta, professora e coordenadora de Relações Internacionais na FAAP; embaixador Rubens Ricupero, ex-embaixador do Brasil nos Estados Unidos; embaixadora Elizabeth Bagley, atual embaixadora dos Estados Unidos no Brasil; e a embaixadora Maria Luiza Viotti, atual embaixadora do Brasil nos Estados Unidos.
“Em 2024, celebramos os 200 anos das relações diplomáticas entre Brasil e os Estados Unidos, iniciada em 26 de maio de 1824, com o reconhecimento da independência do Brasil. Estamos contentes em fazer parte destas comemorações”, afirma Celita Procópio de Carvalho, presidente do Conselho de Curadores da FAAP, lembrando que uma comitiva de 30 alunos, da FAAP, em São Paulo, vem especialmente participar de todas as atividades do evento.
A Exposição
A exposição “Encontros: 200 anos de Amizade Brasil – Estados Unidos” apresenta uma extensa cronologia que detalha o histórico das relações bilaterais entre os dois países. São mais de 100 reproduções de fotografias, documentos e obras de arte, além de alguns objetos organizados em dez núcleos temáticos. Também compõem a mostra presentes presidenciais emprestados do acervo do Palácio do Planalto e vídeos documentais.
A maioria das imagens foram cedidas por arquivos e acervos de instituições públicas brasileiras e norte-americanas. Entre elas, reproduções de duas obras do acervo do Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Alvares Penteado, de Candido Portinari e Anita Malfatti, artistas fundamentais da história da arte brasileira que tiveram vivências marcantes nos Estados Unidos.
“Esta exposição celebra os 200 anos de relações amigáveis, pacíficas e ininterruptas entre os dois maiores países das Américas. Não é coisa pouca e em qualquer outra região do mundo, poucos países podem se vangloriar de possuírem um semelhante percurso bicentenário em suas relações bilaterais”, afirma o embaixador Gonçalo Mello Mourão, curador da exposição.
Ele explica que, no dia 26 de maio de 1824, o presidente James Monroe recebe, formalmente e como tal, o primeiro-ministro plenipotenciário do Brasil em Washington. Os Estados Unidos seriam, assim, o primeiro país a reconhecer, de fato e de direito, a independência e o Império do Brasil.
O livro
Na oportunidade, será lançada ainda a primeira edição do livro “Uma parceria bicentenária: passado, presente e futuro das relações Brasil-Estados Unidos”, organizado pela professora Fernanda Magnotta, coordenadora da FAAP e liderança à frente do programa Business and International Affairs, que permite tripla titulação em Relações Internacionais, Administração e Economia.
Segundo a Profa. Magnotta, as relações diplomáticas entre Brasil e Estados Unidos são históricas e importantes. “São ancoradas por traços identitários que descrevem os dois países, cada um à sua maneira, como “excepcionais”, dignos de desempenhar um papel singular no mundo. Refletem, além disso, o peso que têm as duas maiores democracias do hemisfério ocidental, cujos recursos materiais e ideológicos tornam impossível ignorar convergências e divergências entre si”, explica.
A professora esclarece ainda que se, por um lado, temos motivos para celebrar valores compartilhados e agendas comuns, por outro, também precisamos reconhecer que nossa história é repleta de desconfianças mútuas e ambiguidades. “Nos termos de Joseph Smith, no clássico Unequal Giants, trata-se de uma relação, antes de tudo, profundamente assimétrica. Com isso em vista, é fundamental para Brasil e Estados Unidos não apenas manter a comunicação estreita, mas empenhar-se na compreensão do outro. O que nos move? Como nos vemos? Como enquadramos o mundo?”, provoca no texto de introdução do livro.
Sobre a autora
Fernanda Magnotta, doutora pelo PPGRI San Tiago Dantas (UNESP/UNICAMP/PUC-SP), é professora e especialista em política dos EUA, com foco nas relações entre EUA-China-América Latina. À frente do programa de Relações Internacionais da FAAP, em São Paulo, ela é Senior Fellow no CEBRI, no Rio de Janeiro, e Global Fellow do Wilson Center, em Washington DC. Contribui como colunista para o Portal UOL e para a Rádio CBN, além de ser analista de internacional da CNN Brasil. Seu trabalho inclui publicações acadêmicas e artigos de opinião com circulação em diferentes idiomas.
Fernanda Magnotta – CRÉDITO RAFAYANE CARVALHO
Reconhecida internacionalmente, liderou a delegação da Cúpula da Juventude do G20 do Brasil na China, e observou as eleições dos EUA de 2016 em Ohio, convidada pela Embaixada dos EUA. Selecionada para o Programa W30 da UCLA em 2017, está entre os top 30 em gestão acadêmica global. Recebeu bolsa Fulbright para aprofundar os estudos nas relações EUA-China-Brasil durante a gestão Trump na University of Southern California (2022-2023). Suas análises aparecem nos principais meios de comunicação no Brasil e nos EUA frequentemente. Magnotta é palestrante regular de cursos e treinamentos para diplomatas e oficiais militares, coordena projetos envolvendo autoridades, pesquisadores e líderes do setor privado nos dois países. Contribuiu diretamente para a organização das celebrações do bicentenário das relações bilaterais, em 2024, em diversas frentes.
Sobre o MAB FAAP
Desde que abriu suas portas pela primeira vez em 10 de agosto de 1961, com a mostra “Barroco no Brasil”, o Museu de Arte Brasileira da Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) se comprometeu a incentivar e divulgar a arte brasileira. Além de seu acervo próprio que conta com mais de 3 mil obras de arte a partir do final do século 19, no decorrer dos últimos anos, abrigou exposições marcantes para a história da cultura do País, como a exposição “Toyota – O Ritmo do Espaço” premiada pela APCA em 2018. Em 2016, foi criada a Coleção Moda-MAB que reúne vestimentas, bonecas e acessórios de estilistas contemporâneos brasileiros, fortalecendo o vínculo entre o museu e a moda, que desde 1989 esteve presente por meio de desfiles e exposições vinculadas ao tema. Cabe destacar que além da pesquisa e organização de exposições de temas pertinentes às artes visuais brasileiras, o MAB incorporou a apresentação de mostras de arte internacional com temáticas de interesse geral que trazem experiências significativas ao público e ampliam a compreensão do fazer artístico e cultural.
Sobre a FAAP – Fundada em 1947, a Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP) é uma instituição de ensino superior de referência, privada e com caráter filantrópico. Ao longo de sua história, a instituição vem executando as etapas que lhe permitem ajustar-se permanentemente ao momento histórico, cultural, econômico e social do Brasil e do mundo. Construiu valores e crenças que norteiam sua missão de amparar, fomentar e desenvolver as artes visuais e ciências, a cultura e o ensino.
Apresenta-se como uma instituição tripartite – educacional, cultural e artística. Investindo em cultura e ensino por meio do Museu de Arte Brasileira, do Teatro FAAP, do Colégio FAAP, da biblioteca (criada em 1959) e das faculdades. A Fundação possui campus em São Paulo e Ribeirão Preto e mantém parcerias mundo afora por meio de intercâmbios e residências. A FAAP tem como objetivo colocar no mercado de trabalho formadores de opinião e pessoas de ação.
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SERVIÇO:
Seminário Comemoração BR-US 200 anos | Presencial Itamaraty