Brasília tem de melhor na Cultura, Entretenimentos, Arquitetura, Design e Decoração, Feiras, Cursos, Workshops, Seminários, Gastronomia, Vinhos, Cafés, Moda, Beleza…
Nova fase do grupo brasiliense une tradição, modernidade e tecnologia
A Banda Imagem, Patrimônio Cultural Simbólico de Brasília, lança seu novo EP “Beat Envolvente” — pelo selo Vitrola Play, com distribuição internacional da Virgin Music Group — e já leva o trabalho aos palcos: o grupo se apresenta no Circuito de Festas Tradicionais Comunitárias do DF neste sábado (22/11), às 21h30, no Pátio da Paróquia Medalha Milagrosa, no Riacho Fundo II. O lançamento marca um capítulo decisivo na trajetória da Imagem, que celebra 34 anos de música autoral, cultura popular e inovação estética.
O som que traduz o Brasil
A faixa-título, “Beat Envolvente”, composta por Jotapex, Dux e Cacá Silva, sintetiza o conceito do EP com batidas eletrônicas, percussões orgânicas e refrão marcante que celebra liberdade, dança e alegria.
“Boca na Boca”, interpretada por Paolla de Marco, combina pop global, graves intensos e irreverência juvenil, com forte potencial radiofônico.
Já “Tum Tum Tum”, de Dux e Cacá Silva, traz o DNA carnavalesco da banda com percussões afro-brasileiras e energia coletiva.
Encerrando o EP, “Viviane” explora o romantismo do forró e do xote com leveza, nostalgia e interpretação sensível de Rogê Nascimento.
Entre o popular e o contemporâneo
Mais que um lançamento, “Beat Envolvente” reafirma a identidade autoral da Banda Imagem e sua capacidade de dialogar com diferentes gerações. A fusão entre ritmos regionais e tendências eletrônicas reflete a maturidade do grupo e sua relevância na música brasileira contemporânea.
Com sede em Ceilândia (DF), a Imagem possui registro no INPI nº 903.070.197 e é reconhecida como Manifestação da Cultura Nacional pela Lei Federal nº 14.836/2024, reforçando sua trajetória como referência na cultura popular do Distrito Federal.
Música e tecnologia lado a lado
A nova fase também se estende ao audiovisual: o grupo aposta em realidade virtual, modelagem algorítmica e inteligência artificial para criar videoclipes e conteúdos imersivos. Os primeiros vídeos 100% produzidos com IA serão lançados em breve, consolidando a Imagem como pioneira na estética digital da música independente de Brasília.
Segundo o fundador e diretor artístico, Cacá Silva, a proposta é “levar a cultura popular a novas frequências, conectando tradição e tecnologia de forma sensível e criativa”.
SERVIÇO
EP “Beat Envolvente” – Banda Imagem
Selo: Vitrola Play Distribuição: Virgin Music Group Produção: Dux, Alessandro Miranda e Cacá Silva Interpretações: Paolla de Marco e Rogê Nascimento Contato (imprensa e shows): (61) 9 9664-3252 Instagram: @bandaimagem
Circuito de Festas Tradicionais Comunitárias do DF
Sábado, 22/11 21h30 Pátio da Paróquia Medalha Milagrosa – QN 11 Conj. 3, Lts 1–6, Riacho Fundo II A Banda Imagem apresenta ao vivo as músicas do novo EP e grandes sucessos da carreira.
Curador da mostra inédita de Sergio Camargo ressalta importância da exposição, realizada no Teatro Nacional, para a cena cultural brasileira
O nome de Sergio Camargo ganha novo fôlego na capital com mostra inédita que amplia a percepção sobre sua produção. Promovida pelo Metrópoles, a exposição, com início nesta quarta-feira (10/12), às 19h, transforma o Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional, em um percurso imersivo, em que luz, sombra e matéria se desdobram diante do visitante.
Com inauguração aberta aos brasilienses e entrada franca, o público é convidado a atravessar esse território de formas essenciais e ritmos discretos — um espaço em que a precisão poética do artista se revela em cada bloco, corte e superfície.
“Reinaugurar esse espaço maravilhoso, um patrimônio da cidade, em frente ao Conjunto Nacional, no maior quarteirão pedestre do Brasil, ao lado da biblioteca, do Museu Nacional, do Eixo Monumental e do SESI Lab… É realmente o miolo da cidade, um prédio com qualidade arquitetônica extraordinária”, pontua Marcelo Dantas, curador
Para ele, a escolha do Teatro Nacional como “casa” para a obra poética de Sergio foi certeira. “Um dos melhores de Brasília, um dos acertos mais brilhantes de Niemeyer. Trazer esse prédio de volta, após mais de 10 anos fechado, é maravilhoso. Fazer isso com Sérgio Camargo e com essa qualidade de obras é incrível”, destaca.
“No meu trabalho, tenho buscado levar arte a lugares não usuais. Isso muda o contexto da experiência. Se toda experiência artística se restringe à mesma sala branca, você nem lembra onde viu algo. Aqui não. Você não vai se esquecer dessa exposição porque o lugar é singular e especial. Isso faz toda diferença. Não queremos transformar a diversidade arquitetônica e ambiental em algo menor — queremos que seja sempre diferente, maior, provocadora”, assinala.
Serviço
Exposição “É Pau, é Pedra…”, de Sergio Camargo, realizada pelo Metrópoles Visitação de 10 de dezembro a 6 de março, no Foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional
O espetáculo “O Filho“, do dramaturgo francês Florian Zeller, é uma peça teatral premiada que aborda a depressão na adolescência e as complexas relações familiares após o divórcio, seguindo um jovem de 16 anos que se muda para morar com o pai e a madrasta, buscando sentido na vida enquanto os pais lutam para entender e ajudar.
A montagem brasileira conta com Maria Ribeiro, Gabriel Braga Nunes e Andreas Trotta no elenco, explorando temas como culpa, comunicação e os desafios da juventude contemporânea. A direção é de Leo Stefanini.
Local: Teatro Sesc Paulo Autran – EDUSESC Taguatinga Norte
Horário: SÁBADO ÀS 20H | DOMINGO ÀS 18H
Classificação Indicativa: 16 ANOS
Ingressos: GRATUITO
Duração do Espetáculo: 65 MINUTOS
Faça o cadastro no site para retirada do ingresso.
Entrada mediante doação de 1 kg de alimento não perecível + o QR CODE do ingresso.
Atenção: A retirada de ingresso não garante a entrada no teatro. Chegue com antecedência de 1 hora antes do espetáculo.
Apresentação do QR code do ingresso + 1kg de alimento é imprescindível para garantir a entrada ao teatro.
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Magnífico Espetáculo Natalino do Sesc-DF leva atrações gratuitas às unidades de Ceilândia e Gama
Foto divulgação
O “Magnífico Espetáculo Natalino” levará atividades gratuitas para toda a família até o dia 18 de dezembro. As unidades Bartolomeu Martins (Ceilândia) e Euzébio Pires de Araújo (Gama) foram transformadas em vilas natalinas com cenários especiais, intervenções artísticas e a presença do Papai Noel.
Programação
segunda a sexta, das 17h às 21h;
sábados e domingos, das 15h às 22h.
Entrada: Gratuita
Locais: Sesc Ceilândia e Sesc Gama
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ETERNOS
Foto divulgação
Um espetáculo teatral da Cia Barril
Você já se perguntou o que acontece quando a promessa de amizade eterna encontra o passar do tempo?
Em ETERNOS, quatro amigos se reencontram seis anos após o fim do Ensino Médio para passar o Réveillon de 1999 juntos. A virada do milênio — que muitos achavam que seria o fim do mundo — acaba sendo o palco para revelações, segredos guardados e emoções à flor da pele.
ETERNOS já emocionou muita gente. Quem viveu a adolescência nos anos 90 costuma sair com o peito apertado — ou aquecido. Tem algo na trilha sonora, nos conflitos e nas entrelinhas dessa história que pega de jeito. É nostálgico, intenso, divertido, verdadeiro. E não para por aí: o espetáculo também já foi apresentado para centenas de adolescentes em escolas públicas de Ceilândia, e a resposta foi linda. Mesmo com o salto no tempo, ETERNOS mostra que crescer é uma travessia que toca a todos, em qualquer geração.
Difícil sair da sala sem algo balançando por dentro.
Data: 12, 13 e 14 de dezembro
Horário: 20h
Local: Teatro Ary Barroso – Sesc 504 Sul
Classificação Indicativa: 12 anos
Ingressos via Sympla e bilheteria no local do evento: R$ 20,00
Venha fechar o ano em grande estilo e com muita diversão, porque nada como terminar o ano rodeado de risadas.
As cenas, como sempre, são inéditas e totalmente improvisadas – e você, nosso público, ajuda a criar essa noite única. Não deixe o ano acabar sem viver uma noite épica de improviso, boa companhia e, claro, muita gargalhada.
Data: 11 de dezembro
Horário: 20h
Local: Teatro Ary Barroso – Sesc 504 Sul
Classificação Indicativa: 14 anos
Ingressos via Sympla e bilheteria no local do evento: R$ 50,00 e R$ 25,00
Contato para entrevista: Daniel Obregon (61) 99891-2734
O ator Zé Regino interpreta um músico desajeitado e pouco talentoso enfrenta a missão de montar seu próprio palco antes de apresentar seu concerto de rabeca. Entre erros e imprevistos, ele se torna contrarregra de si mesmo, revelando com humor as dificuldades e desafios de um espetáculo nada convencional.
Data:12/12, 13/12 e 14/12
Horário: dias 12/12 e 13/12 às 20h
Dia 14/12 às 19h
Local: Teatro Sesc Silvio Barbato (Setor Comercial Sul)
A Embaixada da Itália em Brasília e a Triennale Milano, em colaboração com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal e o Museu Nacional da República de Brasilia, apresentam a exposição Pintura italiana hoje. Uma nova cena, iniciativa promovida pelo Ministério das Relações Exteriores e da Cooperação Internacional da Itália, com a curadoria de Damiano Gullì, Curador de Arte Contemporânea e do Public Program da Triennale Milano.
A abertura ocorrerá no dia 10 de dezembro, às 18h30, e contará com a presença da artista ítalo-brasileira Giulia Mangoni, que realizou uma obra mural site specificespecialmente para a exposição de Brasília, na galeria do Museu.
Brasília marca a segunda parada internacional da circulação da exposição. Depois de estrear com grande destaque em Buenos Aires, a mostra chega à capital brasileira antes de seguir viagem para duas outras metrópoles latino-americanas: Rio de Janeiro e Cidade do México.
Pintura italiana hoje. Uma nova cena se desenvolve a partir da exposição coletiva de mesmo nome, apresentada na Triennale Milano em 2023, e propõe um olhar sobre a cena emergente italiana formada por artistas nascidos entre 1990 e os anos 2000, que se expressam por meio da pintura.
A mostra apresenta obras de 27 artistas: Beatrice Alici, Bea Bonafini, Roberto de Pinto, Alice Faloretti, Alessandro Fogo, Andrea Fontanari, Giorgia Garzilli, Genuardi/Ruta (duo formado por Antonella Genuardi e Leonardo Ruta), Emilio Gola, Cecilia Granara, Diego Gualandris, Viola Leddi, Giulia Mangoni, Andrea Martinucci, Pietro Moretti, Ismaele Nones, Jem Perucchini, Edoardo Piermattei, Aronne Pleuteri, Giuliana Rosso, Davide Serpetti, Mario Silva, Sofia Silva, Marta Spagnoli, Maddalena Tesser e Eva Chiara Trevisan.
Pintura italiana hoje. Uma nova cena
Brasília, DF
Museu Nacional da República
11 de dezembro de 2025 – 22 de fevereiro de 2026
A Exposição é idealizada pela Triennale Milano, com curadoria de Damiano Gullì
Promovida pelo Ministério das Relações Exteriores e da Cooperação Internacional.
Realização da mostra: Embaixada da Itália em Brasília, Triennale Milano, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal
Serviço
Evento de abertura: 10 de dezembro, 18h30
Museu Nacional da República Brasília
Setor Cultural Sul, Lote 2 próximo à Rodoviária do Plano Piloto, Brasília – DF, 70070-150
Evento gratuito transforma a Esplanada dos Ministérios em um grande espaço de convivência, reforçando sustentabilidade, cultura e impacto econômico no Distrito Federal
A capital federal se prepara para receber uma das maiores celebrações natalinas do Distrito Federal. Entre os dias 8 de dezembro e 4 de janeiro, o Nosso Natal 2025 vai transformar a Esplanada dos Ministérios em um espaço de convivência, encantamento e renovação, reunindo arte, cultura, solidariedade e práticas sustentáveis.
O projeto nasce com a missão de oferecer ao público uma experiência leve, acolhedora e repleta de significado. Pensado para todas as idades, o evento cria um ambiente onde as famílias podem vivenciar a magia do Natal em sua essência, com luzes, encontros e esperança. O investimento público total no Nosso Natal 2025 foi de R$ 15 milhões, com retorno estimado em cerca de R$ 45 milhões para o Distrito Federal – resultado da movimentação da economia, geração de empregos diretos e indiretos e aumento na arrecadação de impostos.
Com apoio da Chefia-Executiva de Políticas Sociais, a comemoração natalina que o Distrito Federal merece é uma realização da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec-DF).
“O Nosso Natal é um presente para a cidade, um espaço de encontro, esperança e reconstrução de vínculos. Queremos que cada família se sinta acolhida e parte dessa grande celebração, que reforça nossa identidade e fortalece a economia criativa do DF. Convido todos a participarem, a viverem essa experiência e a celebrarem conosco um fim de ano mais humano, luminoso e cheio de sentido”, destaca o titular da Secec-DF, Claudio Abrantes.
“Toda a cenografia do espaço foi pensada visando soluções sustentáveis, reforçando o compromisso com o meio ambiente e com a construção de um futuro mais consciente”, afirma a presidente do Instituto Missão Hoje, Mariana Santos, responsável pela realização do projeto. A escolha da organização da sociedade civil para executar o evento foi realizada por meio de Edital de Chamamento Público, garantindo transparência e critérios técnicos na seleção.
Mais do que uma celebração, o Nosso Natal 2025 se consolida como um movimento coletivo que valoriza os espaços públicos, fortalece a diversidade cultural do DF e estimula o sentimento de pertencimento entre moradores e visitantes.
A iniciativa também chega em um momento de expansão da economia criativa na região, contribuindo para a geração de empregos e oportunidades para artistas, artesãos e pequenos empreendedores. “A proposta do Nosso Natal é unir as pessoas em torno da união, da fé e do afeto, mostrando que o fim de ano pode ser um período de recomeço e inspiração. Queremos que cada visitante se sinta parte dessa grande celebração comunitária”, completa Mariana.
Ao longo de quatro semanas, o público terá acesso a uma ampla programação gratuita, que inclui atrações culturais, oficinas temáticas, espetáculos infantis, atrações lúdicas e brinquedos que prometem encantar pessoas de todas as idades. Todas as atividades seguem a proposta de promover experiências afetivas, acessíveis e sustentáveis.
Durante o Nosso Natal, que acontece diariamente das 17h às 23h, o público poderá aproveitar uma programação contínua que reúne atrações para todas as idades. A partir das 17h, Trenzinho, Casa do Papai Noel, Pista de Gelo, Carrossel, Roda-Gigante e oficinas com turmas às 17h30, 18h35, 19h40 e 20h45. O Teatro Infantil inicia seu espetáculo às 18h, seguido de uma atração lúdica às 20h30.
No Palco Principal, a abertura do dia e o DJ começam às 17h, dando lugar ao show da banda Posers às 18h, ao retorno do DJ às 18h40 e a uma atração musical com Libras às 19h30. As filas dos brinquedos se encerram às 22h. E não haverá atividades nos dias 24 e 31 de dezembro.
A praça de alimentação do Nosso Natal foi pensada para oferecer uma experiência acessível, diversa e acolhedora para todos os visitantes. Com uma ampla variedade de opções gastronômicas, o espaço reúne negócios familiares, empreendedoras de diferentes regiões administrativas e empresas lideradas por mulheres, reforçando o compromisso do evento com a inclusão e o fortalecimento da economia local. Todos os fornecedores trabalham com ao menos uma opção em preço social, garantindo que o público encontre alternativas saborosas e acessíveis.
Serviço – Nosso Natal 2025
Data: de 8 de dezembro a 4 de janeiro (não haverá atividades nos dias 24 e 31 de dezembro).
Projeto Cultura Itinerante com fomento da Secec-DF, leva forró, poesia, improviso e cordel para estudantes e comunidades do DF
O Distrito Federal segue recebendo, até fevereiro, uma programação especial de repente nas escolas públicas e feiras populares. As apresentações integram o projeto Cultura Itinerante, realizado pela Associação dos Forrozeiros do Distrito Federal Asforró-DF com fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec-DF), fortalecendo a educação cultural, o acesso à arte e a tradição nordestina presente no território.
A iniciativa reúne dupla de mestres do repente que circulam por diferentes regiões administrativas, como Ceilândia, Brazlândia, Riacho Fundo II, Santa Maria, Gama, Planaltina e Guará levando desafios rimados, contação poética, distribuição de cordéis e vivências que dialogam diretamente com estudantes, professores, feirantes e moradores. Cada ação conta com estrutura técnica e equipe de produção, garantindo qualidade artística e cuidado com o público
Cultura e educação caminhando juntas Nas escolas, os repentistas apresentam o universo da cantoria nordestina de forma lúdica e participativa. O improviso transforma temas sugeridos pelos próprios alunos em rima e poesia, estimulando oralidade, criatividade, expressão e valorização das raízes culturais. A distribuição de cordéis amplia o contato das crianças com a literatura popular, reforçando a importância do patrimônio imaterial como ferramenta pedagógica. Nas feiras, o repente se mistura ao cotidiano das comunidades, fortalecendo vínculos afetivos e criando momentos de convivência cultural em espaços de grande circulação. Entre bancas, famílias e trabalhadores, o improviso se torna ponto de encontro, acolhimento e memória coletiva.
A programação prevista para as próximas semanas percorre escolas da Ceilândia, Brazlândia, Riacho Fundo II, Gama, Planaltina e Guará, além das tradicionais feiras da Guariroba, Setor O e Santa Maria. Entre os artistas confirmados estão Chico de Assis, João Santana, Nelson Santos, Ramalho de Oliveira, Sebastião Ferreira, Cosmo Caetano, Valdenor de Almeida e diversos poetas populares que dão vida às apresentações itinerantes
O circuito também atendeu unidades de ensino distribuídas por diversas regiões do DF, como a Escola Parque de Ceilândia; EC 64, EC 66, EC Lajes da Jiboia, EC Córrego da Coruja e CEM 03, todas em Ceilândia; os centros educacionais do Incra 08 e 09 em Brazlândia e Ceilândia; CED Gesner Teixeira no Gama; CEF Cerâmicas Dom Bosco em Planaltina; CED 01 do Riacho Fundo II; EC Agrovila II no CAUB II; CAIC Anísio Teixeira; CEM 01 do Guará; e CEF Doutora Zilda Arns no Paranoá.
Para Marques Célio, presidente da Asforró-DF, o projeto reafirma o compromisso com a circulação da cultura popular nordestina no Distrito Federal e fortalece o papel dos repentistas como guardiões das narrativas da oralidade. Com o apoio da Secec-DF, o Cultura Itinerante amplia o acesso da população às expressões tradicionais, descentraliza ações culturais e fortalece territórios que vivem a arte como forma de identidade e pertencimento.
Confira a programação das feiras: 30/11 – Feira Permanente do Setor O – Ceilândia • 10h – Chico de Assis & João Santana 07/12 – Feira Central de Santa Maria • 12h – Chico de Assis & João Santana 14/12 – Feira Central de Santa Maria • 12h – Chico de Assis & João Santana 01/02 – Feira Permanente da Guariroba – Ceilândia • 8h – Chico de Assis & João Santana 08/02 – Feira Permanente da Guariroba – Ceilândia • 8h – Chico de Assis & João Santana 22/02 – Feira Permanente da Guariroba – Ceilândia • 8h – Chico de Assis & João Santana
A turnê, que tem esgotado os lugares por onde passa, é dirigida por Jorge Farjalla e produzida pela Global Music
Celebrando 25 anos de uma das trajetórias mais marcantes da Música Popular Brasileira, a multiartista, que dá voz a inúmeros sucessos que atravessam gerações, chega com sua turnê inédita 25 Anas no Centro de Convenções Ulysses, no dia 21 de março. Com direção de Jorge Farjalla e produção da Global Music, o projeto já conquistou o público e tem esgotado ingressos em todas as cidades que passa. Os ingressos para a apresentação na capital federal já estão disponíveis no site da Bilheteria Digital.
Repertório – 25 Anas, a turnê que celebra os 25 anos de carreira de Ana Carolina, oferece um passeio luxuoso por uma das trajetórias mais consistentes da música brasileira. O repertório reúne clássicos atemporais, como Garganta, Quem de Nós Dois, Elevador e É Isso Aí, além de baladas que emocionam diferentes gerações, entre elas Encostar na Tua, A Canção Tocou na Hora Errada, Nada pra Mim, Pra Rua Me Levar e Confesso.
De olho no futuro, Ana Carolina apresenta ao público três faixas inéditas do recém-lançado EP Ainda Já – Volume 1. A primeira é Quem Dera Eu Seu Zé, atual música de trabalho, uma balada romântica de forte apelo popular, marcada por uma letra envolvente e espirituosa. Em Ex, a artista entrega uma verdadeira poesia concreta, que retrata com emoção e profundidade as nuances do fim de um relacionamento. Já em Mãe, presta uma homenagem delicada e emocionante a Aparecida de Souza, sua mãe, falecida em 2023.
Na turnê, Ana Carolina se apresenta ao lado deJuliano Valle (Teclados e Programação), Theo Silva (Guitarras e Violão), André Vasconcellos (Baixo), Thiago Faria (Violoncelo), Cesinha(Bateria) e Léo Reis (Percussão).
Espetáculo – A proposta do show ganha forma na fusão simbólica de versos de dois de seus clássicos: “O tempo faz tudo valer a pena e nem o erro é desperdício”, de “O Avesso dos Ponteiros”, e “Se precisar de alguma coisa / vá lá no meu armazém / Tem de tudo, quase tudo tem”, de “Armazém”. Juntas, essas frases ecoam a essência da nova produção — uma celebração da carreira plural e multifacetada da artista. No show, assim como em toda sua trajetória, cabem harmoniosamente 25 (ou talvez mais) Anas, seja aquela dos grandes sucessos, das mais variadas sonoridades e, claro, do olhar atento sobre seu tempo e seu futuro.
Dividido teatralmente em cinco atos não cronológicos — “A História”, “A Paixão”, “A Memória”, “O Reencontro” e “A Celebração”, o show é permeado por grandes sucessos, elementos cênicos e projeções em LED que ajudam a contar, de forma quase cinematográfica, as eras vividas pela cantora. É também nesse “armazém” simbólico que o público terá acesso, em primeira mão, às faixas inéditas do projeto Ainda Já, que serão apresentadas ao vivo pela primeira vez.
“O tempo é a razão disso tudo. Revisitar meus 25 anos de carreira é essencial neste show, mas quero também que o público viaje comigo para o agora e para o que ainda está por vir. Essas novas canções refletem meu presente e antecipam os caminhos que pretendo trilhar nos próximos anos”, explica Ana Carolina.
Todas as informações sobre venda de ingressos para os shows anunciados, novas datas adicionadas e os lançamentos podem ser encontradas no site oficial de Ana Carolina e suas redes sociais:
Sobre Ana Carolina – Cantora, compositora, arranjadora, produtora, instrumentista, musicista e artista plástica, Ana Carolina lançou seu primeiro álbum homônimo em 1999. Ao longo de 25 anos de carreira, construiu uma trajetória sólida na música brasileira, com 13 álbuns lançados — entre estúdio e ao vivo —, oito DVDs ou registros audiovisuais, e mais de cinco milhões de discos vendidos. Entre suas conquistas, estão três discos de ouro, dois de platina, um de platina duplo e um de diamante.
Ao longo dos anos, Ana recebeu importantes reconhecimentos, incluindo oito Prêmios Multishow de Música Brasileira, três Troféus Imprensa, um Prêmio TIM de Música e duas indicações ao Grammy Latino. Seu primeiro grande sucesso, “Garganta”, alavancou o álbum de estreia e abriu caminho para uma carreira marcada por cerca de 30 singles nas paradas nacionais — 26 deles presentes em trilhas de novelas.
Reconhecida também por sua força como compositora, Ana Carolina teve canções gravadas por grandes nomes como Maria Bethânia, Gal Costa, John Legend, Esperanza Spalding, Mart’nália, Zizi e Luiza Possi, Pedro Camargo Mariano, Preta Gil, entre outros. Acumula ainda duetos memoráveis com artistas como John Legend — com quem gravou “Entreolhares (The Way You’re Looking at Me)”, que liderou a Billboard Hot Songs (Rio de Janeiro) em 2009 —, Tony Bennett, em “The Very Thought of You”, presente no álbum Viva Duets, além de parcerias com Gilberto Gil, Maria Bethânia, Chico Buarque, Seu Jorge, Maria Gadú, Luiz Melodia e Guinga.
Antes do lançamento de “Ainda Já”, seu novo EP com faixas inéditas e autorais, Ana Carolina percorreu o Brasil e outros países com a aclamada turnê “Ana Canta Cássia – Estranho Seria se Eu Não Me Apaixonasse por Você” (2023–2024), uma homenagem à Cássia Eller. O espetáculo foi assistido por mais de 400 mil pessoas e deu origem a dois EPs com registros ao vivo das principais canções do projeto.
Com cerca de 11,5 milhões de seguidores nas redes sociais, Ana Carolina segue como uma das artistas mais relevantes da música brasileira — uma voz potente e sensível, cuja arte continua a se expandir e emocionar o público.
Álbuns:
Ana Carolina (1999/ Álbum de Estúdio)
Ana Rita Joana Iracema e Carolina (2001/ Álbum de Estúdio)
Estampado (2003/ Álbum de Estúdio)
Ana & Jorge (2005/ Álbum Ao Vivo)
Dois Quartos (2006/ Álbum de Estúdio)
Multishow Ao Vivo: Dois Quartos (2008/ Álbum Ao Vivo)
N9ve (2009/ Álbum de Estúdio/ Sony Music)
Multishow Ao Vivo: Ana Car9lina + Um (2009/ Álbum Ao Vivo)
Ensaio de Cores (2011/ Álbum Ao Vivo)
#AC (2013/ Álbum de Estúdio)
#AC Ao Vivo (2015/ Álbum Ao Vivo)
Fogueira em Alto Mar (2019/ Álbum de Estúdio)
Ana Canta Cássia (2024-25/ Álbum Ao Vivo)
DVDs ou Registro audiovisual:
Estampado (2003/ DVD)
Estampado – Um Instante que Nunca Pára (2004/ DVD)
Ana & Jorge (2005/ DVD Ao Vivo)
Multishow Ao Vivo: Dois Quartos (2008/ DVD Ao Vivo)
Multishow Ao Vivo: Ana Car9lina + Um (2009/ DVD Ao Vivo)
Tributo ao percussionista reúne Virgínia Rodrigues, Zé Manoel, Lucas dos Prazeres e Marivaldo dos Santos e acontece nos dias 13 e 14 de dezembro
Nos dias 13 e 14 de dezembro, o espetáculo “Amém & Amem – Naná Vasconcelos 80 anos” será apresentado na CAIXA Cultural Brasília. Em três apresentações, às 17h e às 20, no dia 13 e, às 19h, no dia 14, Virgínia Rodrigues, Zé Manoel, Lucas dos Prazeres e Marivaldo dos Santos realizam um encontro inédito, homenageando o artista pernambucano. O show de sábado, às 20h, terá acessibilidade em libras.
Naná Vasconcelos é reconhecido mundialmente por sua inventividade, tendo sido nove vezes eleito o Melhor Percussionista do Mundo pela revista americana Down Beat e venceu oito prêmios Grammy. Nascido em Pernambuco, iniciou a trajetória ao lado de Milton Nascimento nos anos 1960 e, na década seguinte, levou os sons do berimbau e das raízes brasileiras para os palcos do mundo, em colaborações com Don Cherry, Pat Metheny, Egberto Gismonti, Gato Barbieri, Jean-Luc Ponty e a banda Talking Heads, entre muitos outros.
O tributo revisita esse universo sonoro plural e espiritual que marcou a carreira de Naná, unindo ancestralidade, improviso e experimentação. O repertório destaca influências de Heitor Villa-Lobos e Milton Nascimento, composições autorais e parcerias emblemáticas. A direção musical é de Marivaldo dos Santos (do grupo internacional STOMP e do projeto Quabales), com direção artística de André Brasileiro.
“Esse é um encontro que celebra as sementes musicais plantadas por Naná. Quatro artistas profundamente impactados por sua obra se reúnem para homenagear o mestre, guiados pelo afeto e pela força criativa que ele nos ensinou”, comenta o diretor André Brasileiro.
“Amém & Amem – Naná Vasconcelos 80 anos” estreou em julho de 2024 em São Paulo. Em junho de 2025, o projeto entrou na agenda das Caixas Culturais, passando primeiramente pelo Rio de Janeiro, depois, São Paulo, e agora em Brasília.
Serviço:
[Música] Show Amém & Amem – Naná Vasconcelos 80 anos
Com Virgínia Rodrigues, Zé Manoel, Lucas dos Prazeres e Marivaldo dos Santos
Local: CAIXA Cultural Brasília – SBS Q. 4 Lotes 3/4
Datas e Horários: 13 de dezembro (sábado), às 17h e 20h. 14 de dezembro (domingo), às 19h. A sessão de sábado (13), às 20h, terá acessibilidade (libras).
Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos
Duração aproximada: 90 minutos
Capacidade: 406 lugares (oito para cadeirantes)
Acessibilidade: espaço adaptado para pessoas com deficiência
Ingressos: R$ 30 (inteira) | R$ 15 (meia-entrada) | disponívei a partir de 6 de dezembro, às 9h, na bilheteria do teatro; e, às 13h, no site Bilheteria Cultural
O serviço de streaming também participou de um painel especial no Unlock, com a presença de lideranças do Amazon MGM Studios
CLIQUE AQUI PARA ASSISTIR AO TEASER DE CANGAÇO NOVO
O Prime Video revelou hoje, no Palco Thunder da CCXP25, as novidades e detalhes das produções nacionais mais aguardadas pelo público para 2026. Apresentado pelos jornalistas Marcelo Forlani e Mari Palma, o painel dedicado às produções brasileiras Originais Amazon contou com a presença do elenco e a divulgação de conteúdos inéditos do filme Corrida dos Bichos, da segunda temporada de Cangaço Novo e as primeiras imagens da série documental Marília Mendonça: Sentimento Louco.
Entre os talentos presentes estavam Matheus Abreu (Mano), Rodrigo Santoro (Abu), Bruno Gagliasso (Leon), Isis Valverde (Nadine) e Thainá Duarte (Dalva), de Corrida dos Bichos, que compartilharam um pouco da trajetória de seus personagens na distopia dirigida por Ernesto Solis, Rodrigo Pesavento e Fernando Meirelles; e Thainá Duarte (Dilvânia), Allan Souza Lima (Ubaldo), Alice Carvalho (Dinorah) e Xamã (Carioca), de Cangaço Novo, que apresentaram cenas inéditas do bando dos Vaqueiros prestes a realizar o maior assalto de todos os tempos. Os atores revelaram a estreia da nova temporada para abril de 2026. O painel ainda contou com a exibição do teaser exclusivo de Marília Mendonça: Sentimento Louco, série documental em celebração a uma das maiores vozes do sertanejo.
O primeiro dia da programação do Prime Video na CCXP25 ainda contou com o painel Destravando a Narrativa Brasileira: Do Potencial Local ao Palco Global. Realizado no Palco Visão da CCXP Unlock, com a presença das lideranças do Amazon MGM Studios Nicole Clemens, Vice Presidente de Originais Internacionais, e Javiera Balmaceda, Head de Originais Internacionais para LATAM, Canadá e Austrália. A conversa focou na estratégia de conteúdo do Prime Video e do Amazon MGM Studios e o Brasil como um importante mercado criativo para narrativas internacionais, mediado pelo jornalista Igor Ribeiro.
“A narrativa brasileira é o cerne da nossa visão, e estamos orgulhosos de ver o público abraçar séries como Cangaço Novo e Tremembé, agora o Original Amazon local mais assistido do Prime Video Brasil.”, diz Nicole Clemens, Vice Presidente de Originais Internacionais. “A criatividade e a autenticidade da produção cultural do Brasil são fundamentais para nossa estratégia, e esperamos aprofundar as colaborações que levam essas histórias ao mundo”, complementa Javiera Balmaceda, Head de Originais Internacionais para LATAM, Canadá e Austrália.
Veja abaixo mais detalhes sobre as produções nacionais do Prime Video na CCXP25:
Sobre Cangaço Novo Produzida pela O2 Filmes, criada por Mariana Bardan e Eduardo Melo, e dirigida por Fábio Mendonça e Caito Ortiz, a segunda temporada traz ainda mais ação para a série. Depois de um esquema corrupto causar uma crise hídrica em Cratará, Ubaldo e Dinorah adotam uma estratégia audaciosa, roubando bancos para financiar a compra de serviços públicos essenciais para a cidade, desafiando o poder público. Para realizar esses novos assaltos, o bando contará com a ajuda de um grupo de ex-militares do sudeste, amigos de Ubaldo de longa data.
A produção tem no elenco, ainda, Thainá Duarte, Marcélia Cartaxo, Hermila Guedes, Xamã, Rafael Losso, Enio de Sá, Joálisson Cunha, Bruno Belarmino, Daniel Porpino e Luiz Carlos Vasconcelos. Sobre Corrida dos Bichos Gravado em diferentes locações da capital fluminense e em São Paulo, a produção é ambientada em um Rio de Janeiro distópico, onde o mar secou e a paisagem da cidade ganhou outra configuração. Dentro da nova realidade, um dos maiores entretenimentos da cidade é a Corrida dos Bichos, em que apostadores magnatas controlam pessoas de classes baixas, os Bichos, durante uma corrida em busca de um prêmio milionário. O filme acompanha um jovem corajoso na luta para salvar a vida de sua irmã.
Corrida dos Bichos é estrelado por Matheus Abreu, Rodrigo Santoro, Isis Valverde, Anitta, Bruno Gagliasso, Grazi Massafera, Seu Jorge,Thainá Duarte, João Guilherme, Silvero Pereira, Leandro Firmino, Jade Sassará, Azzy e Jéssica Córes. Com roteiro de Ernesto Solis, Eva Klaver, Marco Abujamra e Rodrigo Lages, o filme é produzido por Fernando Meirelles, Andrea Barata Ribeiro, Cris Abi e Vinicio Espinosa, da O2 Filmes, e dirigido por Ernesto Solis, Rodrigo Pesavento e Fernando Meirelles.
Sobre Marília Mendonça: Sentimento Louco A produção retratará a trajetória de vida e a carreira meteórica de uma das maiores vozes do sertanejo brasileiro: Marília Mendonça — a artista feminina mais ouvida do país. O projeto revisita os passos de uma cantora que marcou uma geração e transformou, para sempre, o cenário da música nacional. Natural de Cristianópolis, Goiás, Marília se consagrou como uma das principais representantes do sertanejo, abrindo caminho para outras mulheres no gênero com suas composições marcantes e presença autêntica. Com acesso exclusivo a arquivos pessoais e depoimentos de amigos, familiares e parceiros de estrada, a produção revela os bastidores de uma carreira construída com verdade, talento e emoção. Marília conquistou uma legião de fãs com seu carisma e seu amor incondicional pela música. Mesmo após sua partida precoce, sua voz segue ecoando por todo o Brasil, reafirmando sua força, sensibilidade e o legado eterno da Rainha da Sofrência.
Sobre o Prime Video O Prime Video é um destino de entretenimento completo que oferece aos clientes uma vasta coleção de programação premium em um único aplicativo disponível em milhares de dispositivos. No Prime Video, os clientes podem personalizar suas experiências e encontrar seus filmes, séries, e eventos ao vivo favoritos – incluindo séries e filmes produzidos pelo Amazon MGM Studios, como Fallout, Chefes de Estado, Reacher, Operação Natal, Matador de Aluguel, O Contador 2, The Boys, O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder, O Verão Que Mudou Minha Vida; conteúdos licenciados favoritos dos fãs; esportes ao vivo exclusivos para membros Prime como Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro e NBA, além de uma seleção de documentários esportivos como Bye Bye Barry, Kelce, e Earnhardt. O Prime Video é apenas um dos muitos benefícios da assinatura Amazon Prime que proporciona economia, conveniência e entretenimento. Todos os clientes, independentemente de terem ou não uma assinatura Amazon Prime, podem acessar o catálogo através de assinaturas como Canais Globo, HBO Max, Telecine, Premiere, Universal+, Sony One, discovery+ e NBA League Pass, entre outros, por meio de assinaturas adicionais no Prime Video, aluguel ou compra de títulos, e aproveitar ainda mais conteúdos gratuitamente com anúncios. Os clientes também podem ir aos bastidores de seus filmes e séries favoritos com acesso exclusivo ao X-Ray. Para mais informações, visite www.amazon.com/primevideo.
Sobre a Amazon A Amazon orienta-se por quatro princípios: obsessão pelo cliente ao invés de foco na concorrência, paixão por invenções, compromisso com excelência operacional e visão de longo prazo. A Amazon se empenha para ser a Empresa Mais Centrada no Cliente do Mundo, a Melhor Empregadora do Mundo, e o Lugar Mais Seguro para se Trabalhar no Mundo. Avaliações de consumidores, compra com 1-Clique, recomendações personalizadas, Prime, Fulfillment by Amazon (Logística da Amazon), AWS, Kindle Direct Publishing, Kindle, Career Choice, Fire tablets, Fire TV, Amazon Echo, Alexa, tecnologia Just Walk Out, Amazon Studios e The Climate Pledge são algumas das ações pioneiras da Amazon. Para mais informações, visite aboutamazon.com.br e siga @Amazon News.
Montagem inédita produzida por Roger Mello e Larissa Lopes homenageia Mario Reis com canções, releituras e narrativa poética no Teatro dos Bancários, com sessões marcadas para 13 e 14 de dezembro. Os ingressos estão à venda pelo Sympla e custam a partir de R$ 40
O Teatro dos Bancários será palco de uma viagem pela memória da música brasileira. Entre os dias 13 e 14 de dezembro, sábado e domingo, Brasília recebe “Mario, o Musical”, uma homenagem sensível e criativa ao cantor Mario Reis, artista fundamental que revolucionou o jeito de cantar e antecipou, em três décadas, o espírito da Bossa Nova.
Produzido por Roger Mello e Larissa Lopes, o espetáculo mistura música, poesia e teatro para revisitar a trajetória de Mario Reis, do início de sua carreira ao apogeu artístico, passando por suas parcerias com Carmen Miranda, Francisco Alves e Sinhô. Em cena, a montagem faz referência ao histórico show de 1971 no Golden Room do Copacabana Palace onde Mario cantou diante de uma plateia repleta de nomes históricos, entre eles, Juscelino Kubitschek e Chico Buarque.
Entre memórias, canções e delírios, o público é convidado a acompanhar o fluxo mental do artista em seus últimos dias. O roteiro mistura realidade e devaneio, resgatando os encontros com grandes ícones da música, as reflexões sobre o tempo e a solidão, e a elegância de quem viveu intensamente o som e o silêncio. O musical apresentará releituras de clássicos, iluminação dramática e sutileza interpretativa, instigando os presentes a redescobrir um dos nomes mais elegantes e modernos da nossa canção.
Elenco
Quem assina a direção de arte é o prestigiado Cássio Brasil, vencedor do Prêmio Shell e Grande Otelo (pela Academia Brasileira de Cinema), finalista do prêmio Bibi Ferreira, além de trabalhos com artistas famosos como Jô Soares, Walter Salles, Thiago Lacerda e Denise Fraga, acompanhado do assistente de direção Luca Lima.
A direção musical e o piano, estão sob a responsabilidade do carioca TIbor Fittel (pianista e acordeonista, vencedor do Prêmio Candango 2024 de melhor trilha sonora para cinema). Compõem o elenco Ariadna Moreira, soprano brasiliense; Renata Menezes, primeira clarineta da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro; e Enrique Sanchez(Trompetista da Orquestra Sinfônica de Brasília); Larissa Lopes e Rebecca Oliveira.
Homenagem de um artista a outro
Produzido, escrito e interpretado por Roger Mello, o musical também marca a celebração de seus 60 anos de vida e carreira artística. Escritor, ilustrador e dramaturgo premiado, Mello é o único latino-americano a vencer o prêmio Hans Christian Andersen, na categoria ilustrador, considerado o Nobel da literatura infantil, além de dez vezes vencedor do Prêmio Jabuti.
Com sua sensibilidade estética e narrativa, Roger recria Mario Reis não como uma figura do passado, mas como um símbolo de arte atemporal, um homem que cantou o futuro antes de todos o ouvirem.
Serviço Mario, o Musical
Quando: 13 e 14 de dezembro de 2025
Onde: Teatro dos Bancários (314/315 Sul)
Os ingressos estão à venda pelo Sympla e custam R$ 40 (meia-entrada) e R$ 80 (inteira);
DIA 11 –– QUINTA-FEIRA, ÀS 18H30, ABERTURA COM A EXIBIÇÃO DO FILME “IRADOH – 3 ATOS DE IRMANDADE: A MÚSICA, O CRIME E A JUSTIÇA” – ENTRADA FRANCA
Quinta-feira – 11 de dezembro
18h30
Duração: 18 minutos
Classificação Indicativa: 14 anos
Cine Brasília
IRADOH – 3 ATOS DE IRMANDADE: A MÚSICA, O CRIME E A JUSTIÇA
Filme-clipe, 18 min, SP, 2025. 14 anos
Direção: Kaique Alves, Thiago Eva
Dividido em três atos, o curta acompanha três irmãos: um músico, um advogado e um traficante. Embora sigam caminhos distintos, eles carregam a mesma raiz familiar. Três vielas, três destinos e um reencontro inevitável. Assinado pela KondZilla, Africa Creative, Sweet Filmes e pelo selo slap, da Som Livre, o projeto une música, cinema e narrativa urbana em uma produção que vem chamando atenção pela potência estética e pela força de sua história.
SOBRE O ARTISTA
Hodari é músico, cantor e compositor, em paralelo com suas profissões de tatuador modelo e diretor criativo. Faz parte do selo e editora We4 Music que tem no casting também os cantores Luccas Carlos e Marô. Recentemente, o cantor entrou para o time da Som Livre, que segue investindo em diferentes gênero e apostando em novos talentos, através do selo Slap.
Natural de Brasília e neto da militante negra Lydia Garcia de Mello, Hodari cresceu rodeado de artistas e referências da cultura africana. Seu nome, inclusive, significa “dignidade”, no dialeto zulu, escolhido por sua avó. Cantos e percussões do candomblé, hip hop, blues, jazz, gospel, MPB e o samba foram a trilha sonora da sua infância. Sua trajetória na música começou aos 15 anos, quando formou sua primeira banda, Skarto, que existiu entre 2007 e 2011. Desde lá, Hodari sempre imaginou o seu futuro ao lado da música.
Sobre o Festival:
Em 2025, o Curta Brasília chega a sua 13ª edição, firmando-se como um espaço de experimentação, diálogo e pioneirismo. Com realização marcada entre 11 e 14 de dezembro, no Cine Brasília — uma das joias arquitetônicas de Oscar Niemeyer —, o festival reafirma a vocação da capital da República para o audiovisual.
Foram 1519 filmes inscritos para o festival, oriundos de todas as 27 unidades da federação. Cerca de 120 obras serão exibidas ao longo dos quatro dias do evento. Além da Mostra Competitiva Nacional de Curtas-metragens, e a Mostra Decibéis — competitiva nacional de videoclipes —, o público também poderá assistir às mostras Curta-me Mucho: Amazônicas, InterAnima, Calanguinho, Tesourinha, Surdocine, Audiocine e Provocações. É uma imersão no no universo do audiovisual contemporâneo.
Realizado anualmente pela Sétima Produções, com o apoio da Secretaria de Cultura do Distrito Federal, o festival premia os melhores curtas e videoclipes produzidos a partir de janeiro de 2024, em duas categorias: Mostra nacional de curtas-metragens e Mostra Decibéis de videoclipes.
Com uma extensa e diversificada programação, o festival tem uma proposta inovadora e de qualidade unindo cinema, tecnologia, música, entre outras artes, se destacando como uma experiência única entre público, obras e artistas.
Durante quatro dias, o evento integra mostras de curta-metragens nacionais e internacionais, espaço dedicado a experiências em realidade virtual, workshops, oficinas, mercado de economia criativa, intervenções e performances artísticas.
A edição deste ano também vai trazer experiências em realidade virtual, debates e mercado de economia criativa. A programação completa do 13º Curta Brasília será divulgada em breve.
PROGRAMAÇÃO COMPLETA:PROGRAMAÇÃO COMPLETA:
Mostras Nacionais de Curtas-Metragens Programa1:
QUINTA 11/12 – 19h30
Duração: 1h33
Classificação Indicativa: 12 anos
Cine Brasília – Entrada franca
SECUNDÁRIA
Ficção, 16 min, CE, 2025. 10 anos
Direção: Amanda Pontes e Michelline Helena
Diana é uma atriz de 35 anos que está passando por um longo processo de casting para um filme. A vida real e a interação com suas amigas a faz questionar o que ela está deixando de legado nesse mundo.
CIDADE AFLUENTE
Híbrido, 16 min, DF, 2025. 12 anos
Direção: Josianne Diniz
Magali é caixa de supermercado e sente que passa os dias apenas observando a vida passar. Miguel faz entregas de bicicleta e sonha com um emprego estável perto de casa. O cotidiano os aproximará ainda mais, em meio a clientes incompreensíveis, chefes exigentes e colegas que tentam se apoiar, mesmo que o dia de trabalho seja exaustivo.
GIRASSÓIS
Ficção, 20 min, RJ, 2025. 12 anos
Direção: Jessica Linhares e Miguel Chaves
Em um Brasil de escala 6×1, Girassóis narra o cotidiano de Zé, um homem negro idoso, que ainda é obrigado a trabalhar. Abordando a realidade que sobrecarrega os trabalhadores brasileiros, a trama reflete sobre os desafios do trabalho, desde a rotina diária até o impacto no relacionamento familiar e nas esperanças para um futuro inóspito.
VEREDAS
Ficção, 18 min, SP, 2025. Livre
Direção: Igor Rossato
José é um imigrante servente de obras que têm problemas de audição e trabalha há anos no interior do Brasil, onde sonhos e desejos são endurecidos pelo universo que o cerca. Ao descobrir que a mãe está doente, ele se vê dividido entre seguir o trecho e voltar para casa.
PONTO CEGO
Ficção, 19 min, CE, 2025. 12 anos
Direção: Luciana Vieira e Marcel Beltrán
Marta é engenheira responsável pelas câmeras de segurança do porto de Fortaleza, um ambiente onde mulheres silenciadas convivem com o anonimato e o desprezo. Mas Marta está pronta para romper o silêncio.
Mostras Nacionais de Curtas-Metragens Programa2:
QUINTA 11/12 – 21h30
Duração: 1h35
Classificação Indicativa: 16 anos
Cine Brasília – Entrada franca
DEPOIS DO FIM
Ficção, 19 min, SP, 2024. Livre
Direção: Pedro Maciel
Anos após o término, Ana e Théo se reencontram por acaso e Ana oferece uma carona para seu ex-namorado. Durante o trajeto, eles preenchem o silêncio conversando sobre o passado e o que poderia ter sido.
TRÊS
Ficção, 21 min, DF, 2024. 14 anos
Direção: Lila Foster
O cotidiano de uma vida a três.
PONTO E VÍRGULA
Ficção, 17 min, SP, 2024. 16 anos
Direção: Thiago Kistenmacker
O recifense João chega ao Rio e adentra o mundo do carioca Vitor, após 30 anos sem vê-lo. Aos 70, os amantes assimilam passado, presente e possível futuro após a esposa de Vitor falecer e tanto de suas vidas parece ter chegado a um fim.
LINDA DO ROSÁRIO
Ficção, 19 min, RJ, 2024. Livre
Direção: Vladimir Seixas
Os sentimentos de Jéssica ficam à flor da pele quando ela está prestes a viver um amor capaz de fazer sua vida desabar.
GAZELA
Documentário, 18 min, PR, RJ, 2024. 14 anos
Direção: Evandro Manchini
Gazela acompanha a viagem de um documentarista em busca de respostas às lacunas deixadas pela morte de seu grande amigo. É um filme-homenagem sobre afeto, memórias, contradições e a efemeridade da vida.
Murilo, um grafiteiro da Zona Leste de São Paulo, narra memórias com seu melhor amigo Luquinhas em um diário animado sobre sua infância, amadurecimento e a cena do hip-hop paulista.
NÚMERO ERRADO
Animação, 9 min, MG, 2024. Livre.
Direção: Leonardo Marcini
Após sua rotina noturna ser interrompida por uma série de telefonemas e cartas endereçados por engano, descobrir quem é esta pessoa misteriosa promove intrigantes reflexões que vão alterar os rumos de sua vida para sempre.
TV ENTREABERTA
Animação, 8 min, MG, 2025. Livre.
Direção: Mateus Compart
Uma mulher é abduzida para dentro de sua TV, onde é atormentada por um apresentador caricato. Passando por vários gêneros televisivos, a personagem vai gradativamente sendo assimilada a esse sistema.
MÃE DA MANHÃ
Animação, 8 min, RS, 2024. 10 anos.
Direção: Clara Trevisan
No breu da noite, uma criatura faminta busca alimento e perpetua um ciclo contínuo.
KAKXOP PAHOK: AS CRIANÇAS CEGAS
Animação, 17 min, MG, 2025. Livre.
Direção: Cassiano Maxakali
Um dia todos os homens da aldeia saíram para caçar. Dias, semanas e meses se passaram… E eles não retornaram. As mulheres da aldeia então trocaram seus filhos entre si, para não ficarem sem maridos, e passaram a viver uma nova vida. Porém, um dia os homens voltaram da caçada. E se depararam com um estado de coisas muito diferente daquele que haviam deixado. Falado no idioma Maxakali e ilustrado pelos moradores da Aldeia Escola Floresta no município de Teófilo Otoni, em Minas Gerais, Kakxop pahok se baseia em história tradicional do povo Maxakali (Tikmû´ûn). E forma a Trilogia Hãmnõgnõy de animações indígenas com Konãgxeka: o dilúvio maxakali (2016) e Mãtãnãg, a encantada (2019).
PERCEBES
Animação, 12 min, Portugal e França, 2024. Livre.
Direção: Alexandra Ramires, Laura Gonçalves
Tendo como pano de fundo o mar e o Algarve urbano, acompanhamos o ciclo completo da vida de um molusco especial chamado craca-de-ganso. Da sua formação ao prato, nesta viagem, atravessamos diferentes contextos que nos permitem compreender melhor esta região e as pessoas que nela vivem.
A TRAGÉDIA DA LOBO-GUARÁ
Animação, 18 min, RJ, 2025. 12 anos.
Direção: Kimberly Palermo
Após perder tudo o que tinha, uma sentimental Lobo-guará vaga pelo Brasil em busca de um novo lar.
Mostra Sankofa: Conexão África
Sexta-feira, 12 de dezembro
17h00
Duração: 1h42
Classificação Indicativa: 12 anos
Cine Brasília – Entrada Franca
A curadoria da mostra foi feita pelo FESTin – Festival de Cinema Itinerante da Língua Portuguesa
AS CAÇADORAS
Animação, 9 min, Angola, 2024. 12 anos
Direção: Coreon DU
Num mundo de absurdos, fake news e uma linha ténue entre facto e ficção, todos nós precisamos de um bom reality show para nos dizer o que é realmente real. Felizmente, as estrelas de reality show Tisha e Trixie estão aqui para nos mostrar que são verdadeiramente reais quando se trata de parar o crime e que vão salvar o dia por todos os meios necessários.
JÓIA
Ficção, 36 min, Angola, 2023. 12 anos
Direção: Jonathan Samukange
Drama inspirado numa emocionante história verídica de uma jovem angolana que vivenciou um período de grande conflito em Angola e perante diversos perigos, a sua coragem, determinação, esperança e amor, são fundamentais para enfrentar e superar o que parece impossível de ultrapassar.
FITA COR-DE-ROSA
Animação, 15 min, Cabo Verde, 2023. Livre
Direção: Mon de Anjo
No tempo em que se descobriam novas terras, a gata Li Rau Mau-Mau reina na nossa ilhota deserta com apenas dois desejos: um amor para partilhar seu reino e caçar o pombo cheio de cores, Li-Bai, o Pombo Pomposo. Agora conseguiu realizar o segundo desejo, porém antes de o devorar, o pombo promete-lhe que se o deixar partir iria voltar com um companheiro para amar. Trato feito, o pombo tempos depois regressa – como prometido – mas no final traz-lhe algo que não esperava.
SUMARA MARÉ
Documentário, 8 min, Cabo Verde, 2023. Livre
Direção: Samira Vera-Cruz
A apanha da areia para construção civil continua a ser uma prática comum nas ilhas de Cabo Verde, situadas ao largo da costa ocidental Africana. Trata-se de uma prática ilegal que a polícia, em conjunto com o exército, tentam erradicar. Contudo, esta continua a ser a única forma de sobrevivência para muitas famílias, geralmente lideradas por mulheres que acordam de madrugada para se aventurar no mar apenas com uma pá e um balde, enfrentando correntes e ondas para apanhar areia. Também recolhem areia das montanhas arriscando ser soterradas.
O Sumara Maré é um curta documentário performativo experimental que conta a história desta destruição ambiental através da performance da Betty e da Ondiana, mãe e filha, e da narração de Chepa, Tina e Patrícia, mulheres que apanham areia para sobreviverem – mostrando o impacto na natureza, nas suas saúdes e na economia.
AS AVENTURAS DO ANGOSAT
Musical, 34 min, Angola, 2025. Livre
Direção: Resem Verkron e Marc Serena
Man Ré sonha que viaja pelo espaço. Lá, ele ouve vozes que lhe falam – suas esperanças, seus medos, os ministros que aparecem na televisão… Tudo vai bem até que sua nave se parte, e ele percebe que está sozinho. Filme musical angolano escrito e interpretado por Isis Hembe, um dos artistas urbanos mais renomados de Luanda.
Mostras Nacionais de Curtas-Metragens Programa3:
QUINTA 12/12 – 19h00
Duração: 1h30
Classificação Indicativa: 12 anos
Cine Brasília – Entrada franca
ÚLTIMA GERAÇÃO
Ficção, 19 min, GO, 2025. Livre
Direção: Matheus Amorim
Na casa da família Lima, a televisão nunca desliga. Fascinados por um modelo mais moderno, eles fazem de tudo para trocar o aparelho. Mas logo descobrem que alguns sacrifícios podem custar mais do que uma TV de última geração.
BIJUPIRÁ
Ficção, 14 min, BA, 2025. Livre
Direção: Eduardo Boccaletti
Tomé, um menino que vive com um pescador em alto-mar, questiona sua própria origem ao ouvir sobre a rêmora, um peixe que vive grudado ao tubarão-baleia. Em um ato impulsivo, ele solta o bote e se perde no oceano. Ao ser resgatado, Reinaldo o carrega nas costas, como o tubarão carrega a rêmora, revelando o elo entre eles.
SAMBA INFINITO
Ficção, 15 min, RJ, 2025. Livre
Direção: Leonardo Martinelli
Durante o Carnaval carioca, um gari enfrenta o luto pela perda da irmã enquanto cumpre suas obrigações de trabalho. Em meio à folia dos blocos de rua, ele encontra uma criança perdida e decide ajudá-la.
ARAME FARPADO
Ficção, 22 min, SP, 2025. 12 anos
Direção: Gustavo de Carvalho
No interior de São Paulo, duas irmãs e um recém-chegado padrasto são forçados a passar uma noite na sala de espera de um hospital, onde precisam lidar com estranhos – ao mesmo tempo em que buscam uma maneira de colocar sua família de volta aos trilhos.
TAPANDO BURACOS
Ficção, 20 min, AL, 2025. 12 anos
Direção: Pally e Laura Fragoso
Rosa e Janaína são duas jovens que sobrevivem tapando buracos em uma estrada rural no alto sertão.
Mostras Nacionais de Curtas-Metragens Programa4:
QUINTA 12/12 – 21h00
Duração: 1h43
Classificação Indicativa: 12 anos
Cine Brasília – Entrada franca
ALÉM DO SONHO
Documentário, 24 min, DF, 2025. Livre
Direção: José Walter Nunes e Sandra Bernardes Ribeiro
O “Além do Sonho” resgata o Seminário dos Estudos dos Problemas Urbanos de Brasília (1974), quando Lucio Costa, o criador da cidade, veio a Brasília pela 1ª vez depois da inauguração. Suas memórias, articuladas com vozes do presente, atualizam o debate sobre a capital, com seus antigos e novos desafios.
CABEÇA DE BOI
Documentário, 20 min, MG, 2025. 10 anos
Direção: Lucas Zacarias
Em uma cidade brasileira do interior, a cabeça de boi simboliza tanto poder quanto estagnação. Ao chegar na região, um forasteiro desvenda os mistérios do local por meio da história centenária de um lote amaldiçoado na praça da igreja matriz.
DE CODÓ A CEILÂNDIA
Documentário, 29 min, DF, 2025. Livre
Direção: Gu da Cei
De Codó a Ceilândia retrata um casal do Maranhão no DF, marcando sua história com luta, afeto, desigualdades urbanas e o sonho por moradia.
O MAPA EM QUE ESTÃO MEUS PÉS
Documentário, 13 min, AL, 2025. Livre
Direção: Luciano Pedro Jr.
Sebastião decide plantar seu coração no lugar em que ele nasceu.
LANÇA-FOGUETE
Ficção, 16 min, PE, 2025. 12 anos
Direção: William Oliveira
Lança-Foguete é um queer-ficção-científica-terror-psicológico que conta a história de Levi e sua mãe, que lidam com o luto de forma peculiar, após uma jovem trans ter sido uma das vítimas de misteriosas abduções extraterrestres que ocorreram na cidade do Recife.
A mesa propõe um debate sobre os processos de curadoria e programação de mostras e festivais de cinema, abordando os desafios e responsabilidades de quem constrói narrativas a partir da seleção de obras. Assuntos como critérios, perspectivas e práticas que orientam a curadoria no contexto atual do audiovisual brasileiro serão debatidos, sendo um campo em constante transformação, marcado pela diversidade de vozes, formatos e olhares. Convidados: Ana Arruda (diretora Curta Brasília), Amanda Porto (curadora Curta Brasília), Dany Proença (curadora Curta Brasília), Diego “Edu” Fernandes (curador Curta Brasília), Márcio Miranda (diretor Kinoforum). Mediação: Arthur Senra (coordenador de curadoria Curta Brasília)
Há inúmeras formas para que a não-comunicação se estabeleça, seja por conflitos, idiomas ou culturas. Neste filme de Giuliano Robert, o fato acontece por interferência da língua: uma mãe ouvinte relata o início de um processo de comunicação com o filho surdo. Partindo das experiências da mãe, Márcia, o documentário é conduzido pelo filho, Giuliano, em busca da relação com uma cultura que através da falta de informação e acesso, silencia maneiras outras de se comunicar.
POESIA COM AS MÃOS
Experimental, 6 min, PR, 2025. Livre.
Direção: Daiane Pereira Rodrigues
Alunos do Colombo +Libras sinalizam poemas produzidos na oficina “Escrita do olhar”, imagens se sobrepõem entre poemas e legendas.
PASSAGEM
Ficção, 11 min, MG, 2024. 10 anos.
Direção: Gabrielle Macedo
Por meio de um diálogo interno e lembranças de sua vida, Lina rememora quem era, o que sonhava e esperava do futuro, enquanto vive o contraste de uma existência sem propósito.
ALUMEIA
Videoclipe, 7 min, PB, 2024. Livre.
Direção: Luana Flores
Funcionária de uma usina eólica no Sertão da Parahyba usa um baú mágico para evocar seres encantados e denunciar a exploração ambiental e a neocolonização na Caatinga.
ENTRE SINAIS E MARÉS
Ficção, 16 min, PR, 2025. Livre.
Direção: João Gabriel Ferreira e João Gabriel Kowalski
Num romance que acaba de começar, Mari e Ana decidem conhecer a Ilha do Mel juntas, afim de criar memórias em comum. Chegando lá, as duas, que são mulheres surdas, procuram por um guia que compreenda a língua de sinais e são surpreendidas por Lambe-Lambe. Enquanto percorrem os pontos turísticos da Ilha, os três entendem que toda história de amor merece ser vivida.
Ludmilla, uma professora de educação física desmotivada, confronta seu passado quando seus alunos da quarta série pedem para competir nos Jogos Escolares de Taguatinga na categoria de queimada.
FOGO ABISMO
Documentário, 12 min, DF, 2025. Livre.
Direção: Roni Sousa
Em meio a fotos de família, imagens de arquivo e imagens fabulares, um narrador relembra sua infância na Vila Rabelo, uma das maiores favelas da capital brasileira. Uma carta de 2002 traz lembranças de afeto, ausência, fogo e abismo.
MULHERES NA MONTAGEM
Documentário, 15 min, DF, 2025. Livre.
Direção: Júlia Cassiano e Andyara Miranda
Mulheres na Montagem revisita a história do cinema pela edição, ofício que começou nas mãos de mulheres e, ao longo do tempo, deixou-as na margem. Entre passado e presente, o filme se cruza com depoimentos de montadoras do Distrito Federal, que refletem sobre os desafios da profissão e sobre os caminhos a serem trilhados.
DIZER ALGO SOBRE ESTAR AQUI
Híbrido, 12 min, DF, 2025. Livre.
Direção: Vaga-mundo: poéticas nômades
Filme-ensaio que parte do verso de Marília Garcia para pensar coletivamente o “aqui”. Através de escrita compartilhada, arquivo do Alaska Films Archives e lançamento comunitário de mantas, reflete presenças no mundo. Estar aqui é estar com: geleiras, árvores, palavras, fendas, fósseis. Estar aqui é habitar há milhares de anos.
VIA SACRA
Ficção, 20 min, DF, 2024. 12 anos.
Direção: João Campos
Gleide tenta se concentrar em seu local de trabalho. Na TV, imagens da racista violência policial. Um telefonema inesperado vai colocá-la em uma verdadeira Via Sacra pela vida.
Mostra Decibéis de Videoclipes
Sábado 13 de dezembro
17h00
Duração: 1h18
Classificação Indicativa: 14 anos
Cine Brasília
Duo Aduar – Córgo do Meio
3 min, MG, 2025, Livre
Direção: Davi Guedes e Duo Aduar
“Córgo do Meio” se baseia na memória nos medos da infância/juventude comuns nos ambientes não urbanos e usa como efeito prático o Mate painting tradicional para ampliar o caráter lúdico da obra.
Eduardo Penna – Antiviral
3 min, DF, 2024, Livre
Direção: Pedro Avellar
O clipe tenta usar uma abordagem divertida e intencionalmente simplória, com referência a clipes dos anos 90, para tratar do tema da música, que é a dificuldade de adaptação de alguém que passou dos quarenta, com o nível de exposição digital da atualidade. O refrão canta: Não me filme, não me compartilhe. Eu tenho medo. Sou de outro tempo.
Sr. Coimbra – Paracetamono
4 min PI, 2025, Livre
Direção: Tássia Araújo
Em cores vivas e ritmo marcante, ‘Paracetamono’ mostra um amor intenso e pulsante, entre cenários urbanos e afetos – mostrando que há remédio pra ciúme.
Fehlix – Ensino Médio (Freestyle)
4 min, DF, 2024, 10 anos
Direção: Deidade da vila
Fehlix relembra seu ensino médio
Luiz Barata – Marinheiro
4 min, RJ, 2025, Livre
Direção: João MM
Marinheiro é uma música sobre incertezas, como no poema de Fernando Pessoa: “Navegar é preciso, viver não é preciso.” A vida é sempre mais aberta ao fracasso, não se trata de uma ciência exata. O clipe, como num sonho, faz conexões metafóricas entre as imagens e emoções evocadas pela canção. Como o Jiu-Jitsu e o origami: ambos têm essa correlação — a gente vai se dobrando, se amassando, até chegar à beleza da forma final.
Matheus Perazo – Sinfonia do Adeus
4 min, RS, 2025, 12 anos
Direção: Jean Amaral e Matheus Perazo
Tragédia e poesia coexistem onde três personagens vagam a esmo pelas ruas da cidade de Rio Grande, no Rio Grande do Sul, transitando entre a vida, a morte e o esquecimento.
Pélico e Catto – Te Esperei
3 min, SP, 2025, Livre
Direção: André Peniche
A música “Te Esperei” conta a história de um relacionamento abusivo e o clipe narra a rotina do narrador, que pensa na parceira de forma obsessiva e a lembrança dela vai acompanhando ele pela casa. O clipe foi gravado em plano sequência.
JOÃO DONATO e DONATINHO – INTUIR
5 min, AC, 2024, Livre
Direção: Beatriz Nominato e Matheus Vinhas
Gravado em Rio Branco, no Acre, terra natal de João Donato e lugar de muitos passeios entre pai e filho, o videoclipe retrata a importância de Donatão para a população acreana, marcando as ruas da cidade. Uma homenagem delicada à memória do pai, que reflete sobre o tempo, a ancestralidade e o pertencimento.
O Grilo – Passo a Passo
4 min, BA – SP, 2024, Livre
Direção: Nathalia Mendes
O clipe apresenta a Grilo Viagens, agência que leva o espectador a viajar pela música, sem sair de casa, convidando-o a viver o agora e aproveitar o que realmente importa.
City Mall – Sapphire
3 min, SP, 2025, Livre
Direção: COSMO (Augusto Medeiros e Henrique Gomes)
O clipe traz o elevador como metáfora para a cabeça de um personagem que, ao buscar sua “pedra preciosa”, revisita ou cria momentos importantes dessa trajetória
Lipe Fiore – Impossível Me Esquecer
4 min, SP, 2024, Livre
Direção: Nathalia Mendes
Um personagem peculiar passa seus dias roubando vidas e criando belezas. Em “Impossível Me Esquecer” uma floricultura é cenário de amores que não podem existir mas também não serão esquecidos.
Jean Tassy – Acrônico — Short Film
8 min, SP, 2024, Livre
Direção: Blue (Carol AÓ e Helder Fruteira)
Acrônico é o álbum visual homônimo do artista brasiliense Jean Tassy. O álbum visual, que explora os dilemas de Jean e sua busca por soluções em meio aos desafios diários, foi concebido a partir de trocas criativas entre os diretores Helder Fruteira (também de Brasília) e Carol AÓ (soteropolitana), o próprio artista e sua diretora criativa.
Rachel Reis – Casca
3 min, BA, 2025, Livre
Direção: Aline Lata
À noite, a praia vira o reino de Rachel. Ela canta envolta em um universo lúdico, recriando memórias e cenas que revelam sua essência e formam sua verdadeira casca.
FRANQUE – Antigo Contigo (AAA)
3 min, SP, 2024, 10 anos
Direção: Gabriel Riccieri
Antigo Contigo é um projeto visual híbrido que trânsita entre videoclipe, visualizer e lyric vídeo. É um mergulho visual e surreal dentro do universo de ideias de “FRANQUE”.
Puro Suco – Maldito Poema Concreto
2 min, DF, 2025, Livre
Direção: Luna Colazante, Gabriel Ikeda e Paulo Cavalcante
Maldito Poema Concreto é uma celebração do hip hop e da cultura periférica, o poeta do gueto é aquele que transforma o revés e o maldizer em poesia. É aquele que transforma a dureza urbana e as dificuldades em ingredientes para sua arte, carregados de originalidade como suas subjetividades e história.
MEMO RAP – O CORRE
3 min, SP, 2024, 12 anos
Direção: Marcelo Pereira & Kayque Lima
No corre de cada dia, MEMO RAP traduz a realidade de um jovem periférico em busca dos seus sonhos, alternando entre CLT x RAP.
VÍRUS CARINHOSO – SCANK VIVE
3 min, BA, 2024, Livre
Direção: Iury Taillan e Vírus
Ponto de encontro entre a arte, a vida e a transformação de um luto, o novo lançamento do multi artista soteropolitano eterniza a memória de Scank.
VIVI – Banquete
3 min, SP, 2025, Livre
Direção: Viktor Lopes & Leticia Ribeiro
Vivi convida três tipos de pretendentes — o “bad boy” de jaqueta de couro e sorriso arrogante, o nerd de óculos redondos e jeito desajeitado, e o executivo alinhado em terno impecável — para um “banquete” que se revela um jogo de topar as próprias falhas
Zaina Woz – Boneca de Porcelana
3 min, SP, 2024, 12 anos
Direção: Marilia Curtolo
Boneca de Porcelana retrata a objetificação da mulher, trazendo o recorte das relações afetivas. Explora a vulnerabilidade e a luta pela autonomia, onde a fragilidade da boneca simboliza a sensação de ser manipulado e esvaziado pelo outro
FRIMES – FILME TRASH
3 min, MA, 2024, 14 anos
Direção: Lucas Sá e Frimes
Videoclipe da música “FILMETRASH”, dirigido por Lucas Sá e Frimes. Inspirado em Filmes B de horror dos anos 80, 90 e 2000.
Criolo ft Dino D’Santiago e Amaro Freitas – Esperança
5 min, SP, 2024, Livre
Direção: Helder Fruteira
“Esperança”, mais que um videoclipe, celebra a união cultural entre Brasil e Cabo Verde. Criado e dirigido pelo brasiliense Helder Fruteira, o projeto conta com a colaboração de Criolo, Dino D’Santiago e Amaro Freitas, e a expressiva coreografia de Rubens Oliveira. O filme visual, que também pulsa com a força ancestral dos Mandingas, transporta o espectador para Cabo Verde, onde cultura e esperança se entrelaçam. Este trabalho destaca a maestria individual dos artistas e a profunda conexão e legado cultural que transcende fronteiras geográficas.
Mostras Nacionais de Curtas-Metragens – Programa5
Sábado 13 de dezembro
19h00
Duração: 1h34
Classificação Indicativa: 12 anos
Cine Brasília – Entrada Franca
VOCÊ LEMBRA
Documentário, 17 min, MG, 2024. 10 anos
Direção: Victória Morais
Após a morte da matriarca, uma neta se reúne com mulheres de sua família para relembrar e ressignificar suas memórias.
KM 100
Ficção, 20 min, SP, 2024. Livre
Direção: Lucas Ribeiro
No Brasil do apagamento da memória negra, Miguel atravessa o país para descobrir suas origens e encontra ecos de pertencimento em um povoado sem nome.
SEBASTIANA
Documentário, 16 min, RJ, 2024. 12 anos
Direção: Pedro de Alencar
Rio de Janeiro, 1929. Isaltino, um menino de 8 anos, recebe a notícia de que sua mãe havia ateado fogo em si mesma e em seus irmãos. Décadas depois, o filho de Isaltino questiona o que de fato aconteceu com sua avó e seus tios
O CÉU NÃO SABE MEU NOME
Ficção, 20 min, BA, SP, 2024. Livre
Direção: Carol AÓ
Uma neta ressignifica a morte de sua mais velha através das memórias antes não ditas
FRONTERIZA FICÇÃO, 20 min, PR, 2025. Livre
Direção: Nay Mendl, Rosa Caldeira
Lucca, um jovem trans da periferia de São Paulo, viaja até o limite entre Brasil, Paraguai e Argentina em busca do pai que nunca conheceu. Lá conhece Diego, um paraguaio, que o apresenta os segredos da fronteira.
Mostras Nacionais de Curtas-Metragens – Programa6
Sábado 13 de dezembro
21h00
Duração: 1h36
Classificação Indicativa: 14 anos
Cine Brasília – Entrada Franca
PRESÉPIO
Ficção, 18 min, RJ, 2025. 12 anos
Direção: Felipe Bibian
No Natal, Dejair tenta convencer sua família do absurdo que é dar uma arma para uma criança.
MOTI
Ficção, 19 min, SP, 2024. 12 anos
Direção: Andre Okuma
Após uma visita surpresa, Nami revela segredos e traumas de infância, enquanto o neto muda de comportamento. Passado e presente se cruzam em uma história sobre imigração e política.
O MEDO TÁ FODA
Animação, 16 min, CE, 2024. 10 anos
Direção: Esaú Pereira
Em um deserto ensolarado, Revo faz uma ação que pode lhe trazer problemas que vão além de suas incertezas pessoais. Entre pedaladas e uma névoa misteriosa, nessa jornada de fuga, o protagonista conhece pessoas com conselhos essenciais para superar seu medo.
QUANDO SAIR LÁ FORA SEREI ANA
Ficção, 24 min, PB, 2025. 12 anos
Direção: Jamila Facury, Edson Lemos Akatoy
Um recorte na vida de Kelly, uma jovem que, após sobreviver a um crime cometido por seu ex-companheiro, entra no Programa de Proteção a Testemunhas (PROVITA) e precisa abandonar tudo o que conhece para seguir viva. Em uma nova cidade, com uma nova identidade, ela enfrenta o desafio de reconstruir sua vida enquanto lida com a síndrome do pânico e o trauma profundo que a afastaram de si mesma.
RÉQUIEM PARA MOÏSE
Documentário, 18 min, RJ, 2025. 14 anos
Direção: Caio Barretto Briso e Susanna Lira
A história do menino imigrante que encontra no Brasil sua esperança de futuro e acaba assassinato a golpes de beisebol em frente a uma famosa praia de um dos bairros mais caros da América Latina. O caso escancarou o racismo e a humilhação experimentados pelos refugiados de origem africana no Brasil.
A tradicional roda da Mostra Surdocine, acessível em Libras e Português, é um ponto de encontro para reflexão sobre a importância da produção audiovisual feita por e para surdos, sobre a representatividade e participação nas telas.
Convidados: Luérgio de Sousa (consultor de curadoria Surdocine), Adriana Marques (apresentadora Surdocine), Ana Arruda (diretora Curta Brasília) e artistas surdos participantes da Surdocine.
Roda de Conversa: Possibilidades de formação de público, exibição e distribuição para o Curta-metragem.
O Festival propõe uma conversa aberta e estratégica sobre como engajar audiências em um mundo conectado, acelerado e repleto de novas plataformas, debatendo o que influencia os caminhos da formação de público, da distribuição e exibição de curtas – dos cineclubes, escolas, festivais, linhas de fomento às plataformas digitais.
Convidados: Josiane Osório (Fórum dos Festivais), Marcelo Toledo OU Juliana Cruvinel (ABCV), Marisa Arraes (APAN) e João Rafael (Professor /EAPE/Secretaria de Educação/DF).
O Festival Curta Brasília convida mulheres atuantes nas artes e no cinema para uma roda sobre representatividade e protagonismo feminino, redes colaborativas e ações para mais práticas participativas, assim como reflexões sobre as obras presentes na edição deste ano que contam com diretoras, artistas e profissionais em destaque.
Convidadas: Sandra Bernardes Ribeiro (Realizadora), Lila Foster (Realizadora), profissionais representantes de filmes da programação, artistas e representantes de coletivos da cultura e do cinema
Na última quinta-feira, 27 de outubro, o Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves foi palco de um coquetel especial que reuniu cerca de 200 convidados para a abertura da aguardada exposição do artista visual e advogado José Maciel, intitulada “RAÍZES — Heranças Visuais“. A mostra ficará aberta ao público até o dia 1º de fevereiro e promete encantar os visitantes com sua profundidade e cores vibrantes.
Com curadoria de Danielle Athayde e Cláudio Pereira, e coordenação geral do Instituto Artetude Cultural, a exposição reúne cerca de cinquenta obras inéditas, que transitam entre desenhos, pinturas, esculturas em ferro vazado e objetos cenográficos, como totens e seixos rolados pintados. A variedade de formas e materiais reflete a riqueza e a multiplicidade das referências que permeiam a arte de Maciel, que mergulha em uma reflexão sobre identidade, memória e pertencimento.
O Panteão, com seu caráter histórico e simbólico, foi o cenário perfeito para o diálogo entre as obras de Maciel e o grandioso painel da Inconfidência Mineira, de João Câmara. A interação entre as obras de arte foi uma verdadeira imersão nas camadas da memória coletiva e pessoal, convidando o público a refletir sobre as múltiplas origens que nos constituem, tanto como indivíduos quanto como nação. O artista, ao revisitar o passado, traz à tona sentimentos e símbolos que ganham nova configuração no presente, criando um elo poético e dinâmico entre tempos e significados.
Além da exposição, os convidados foram brindados com um catálogo de capa dura, com 120 páginas, que compila as últimas obras de José Maciel, incluindo suas pinturas, esculturas e trabalhos em pedras. Organizado por Adriana Maciel e publicado pela editora Numa, o livro tem tiragem limitada de 700 exemplares e estará disponível em livrarias de Brasília.
A noite foi embalada pela música do saxofonista Washington Aguiar, que criou a atmosfera perfeita para o evento e para surpresa dos presentes contou com uma palhinha do músico saxofonista Milton Guedes, amigo de longa data da família Maciel, que encantou os convidados com sua performance.
Um evento memorável, que uniu arte, história e a vibrante cultura de nossa capital, foi celebrando a arte e a memória de nosso país em um dos mais icônicos espaços da cidade.
A 36ª edição da maior ação natalina do país está chegando ao fim. No Distrito Federal, mais de oito mil crianças tiveram seus pedidos adotados, mas dessas nem todas tiveram os seus presentes entregues pelos padrinhos até o momento. Quem adotou uma cartinha e ainda não entregou o presente tem até sábado (6) para garantir que o Natal dessas crianças seja ainda mais feliz.
Os brinquedos devem ser embrulhados com embalagem de presente e entregues em uma das oito agências dos Correios participantes da campanha espalhadas por todo o DF: Águas Claras Shopping, Brasília Shopping, Agência Central de Brasília, Taguatinga Centro, W3 Norte 508, Guará I, Sudoeste e 208/408 Sul. Além disso, há ainda a Casa do Papai Noel no Edifício Pasteur (712/912 Sul) que funcionará no próximo sábado (6). E para quem quiser adotar algum pedido ainda dá tempo. Até sábado (6), é possível acessar o Blog da campanha (https://blognoel.correios.com.br), se cadastrar, adotar uma cartinha e entregar o presente em um dos locais indicados. A campanha Papai Noel dos Correios atende crianças matriculadas em escolas da rede pública (até ao 5º ano do ensino fundamental, independentemente da idade) e de instituições parceiras, como creches, abrigos e núcleos socioeducativos. Também são recebidas cartas de crianças da sociedade, com até 10 anos de idade, em situação de vulnerabilidade social e de pessoas com deficiência (PcD) de qualquer idade. A campanha alinha, em mais esta edição, princípios como inclusão, diversidade e representatividade a valores de integridade e transparência. Por isso, para que a empresa possa acompanhar as adoções e as entregas dos presentes, madrinhas e padrinhos devem cadastrar o CPF ou CNPJ. Fique atento: os Correios não distribuem cartas para adoção diretamente à população, em suas residências. As cartinhas do Papai Noel dos Correios ficam disponíveis apenas nos locais indicados no blog.
As histórias, os personagens e os principais momentos da Campanha Papai Noel dos Correios 2025 podem ser acompanhados nas redes sociais oficiais da empresa:
X @Correiosbr; Facebook @correios; Instagram @correiosoficial.
Makes da edição anterior do Afro Fashion Day, em 2024. Os visuais foram assinados pela equipe de beleza com produtos Avon, que segue como marca oficial de beleza do evento pelo segundo ano consecutivo.
Pelo segundo ano consecutivo, marca apoia o evento em Salvador e destaca seu portfólio de maquiagens para todos os tipos e tons de pele
A Avon, marca número 1 em maquiagem no Brasil*, anuncia o patrocínio a mais uma edição do Afro Fashion Day, evento que celebra a moda e a cultura afro-brasileira. A participação da marca pelo segundo ano consecutivo reforça seu compromisso histórico antirracista e com a democratização da beleza.
Além de ativações exclusivas, como a de foto para o público virar capa de revista e outra para descobrir o tom ideal de base para sua pele, a marca levará seu vasto portfólio para que todos os presentes no evento possam experimentar e retocar suas makes. A marca também irá assinar a beleza, compondo o visual das modelos nos três blocos temáticos da passarela mais preta do Brasil: Ancestralidade, Festivo e Contemporâneo
“Acreditamos que a beleza é uma forma de expressão e de pertencimento. Estar no Afro Fashion Day não é apenas uma parceria isolada, mas uma iniciativa que reflete nosso compromisso genuíno de longa data com uma beleza diversa e inclusiva, que valoriza e celebra todas as identidades”, destaca Valéria Campos, Head Marketing de Maquiagem da Avon no Brasil.
Com um portfólio amplo e inclusivo, desenvolvido para atender diferentes tons, tipos e texturas de pele, linhas como AvonPower Stay e seus novos tons de vermelho, demonstram esse propósito ao oferecer fórmulas de alta performance, longa duração e uma paleta diversa de tonalidades, refletindo o compromisso da marca em representar a pluralidade das brasileiras. “Acreditamos que ouvir a voz das nossas consumidoras é o pilar de nossas ações. Este foco em diversidade de tons reflete a riqueza do nosso país e reforça nosso compromisso de promover uma beleza verdadeiramente inclusiva,” reforça Valéria.
O Afro Fashion Day 2025 ocorre no próximo dia 01, em Salvador, e reunirá desfiles, performances e ativações que exaltam a cultura preta e o protagonismo de profissionais negros na moda, na arte e na beleza. Com o tema deste ano voltado para beleza – uma celebração à moda, identidade e força da cultura negra em suas diversas expressões -, o evento segue como uma das principais plataformas de visibilidade e transformação social no calendário da moda nacional.
*Fonte: Kantar, Divisão Worldpanel | Painel de Consumidores l Participação do Mercado em Valor, Volume e Penetração | Total Brasil
Sobre Avon Avon é uma das maiores marcas de beleza do mundo e pertence à Natura Cosméticos. Há 138 anos, a Avon tem em sua essência um compromisso com as mulheres, promovendo não apenas experiências em beleza e autocuidado, mas também ações concretas em prol de sua independência e bem-estar. Presente no Brasil desde 1958, concentra no país sua maior operação. Seu portfólio diversificado inclui produtos inovadores e de alta tecnologia, com marcas mundialmente reconhecidas, como as linhas de maquiagem Power Stay, Tratamake e Color Trend, as linhas de cuidados Renew e Avon Care, além dos perfumes Far Away, Love|U, Attraction, Segno e 300km/H. Além disso, a marca oferece uma variedade de itens para Casa & Estilo. Para obter mais informações sobre a Avon, visite o site: www.avon.com.br.
O festival — pioneiro em levar cinema para a quebrada do DF — exibiu quase 60 filmes ao longo dos quatro dias de evento
A 18ª edição do Festival Taguá de Cinema chegou ao fim com o sentimento de missão cumprida: dar espaço a histórias que desafiam o senso comum, provando que o cinema é um instrumento poderosíssimo de luta e transformação.
Foram quase 60 obras exibidas ao longo dos quatro dias de evento, no CEMTN, em Taguatinga Norte. Produções de destaque das mostras DF e Competitiva foram premiadas pelo público e pelo júri técnico do festival. Oitavo Anjo, de Igor Nascimento de Souza, foi um dos filmes reconhecidos entre os competidores do Distrito Federal. O curta foi totalmente produzido por alunos do curso de audiovisual do Instituto Federal de Brasília (IFB).
“É muito satisfatório participar dessa mostra, porque é um sonho que a gente tem. É o meu primeiro curta e primeira vez que escrevo. O Festival Taguá é o maior festival da quebrada de Brasília. Nosso filme é feito na quebrada, produzido por uma galera de quebrada e ser exibido na quebrada e ser reconhecido é muito importante”, comemora Bruno Gustavo, que foi responsável pelo roteiro e pela fotografia do filme.
Encantos para Omo e Iyá, de Antonio Balbino, foi o filme escolhido pelo público da Mostra DF. A menção honrosa foi para o documentário No Profundo do Sonho, de Filipe de Almeida Cardeal.
Mostra Competitiva
O curta Ludmilla (DF), de Vinicius Moreira, foi o escolhido pelo júri popular na Mostra Competitiva, que exibiu 26 filmes, vindos de todas as regiões do país. O cineasta ressalta a importância de existir um festival, como o Taguá, fora do Plano Piloto. “O primeiro desafio foi fazer o filme aqui e trazer todos os profissionais para cá, algo que não é tão comum. A importância desse festival é a gente poder contar as nossas histórias, as nossas vivências”, assinala Vinicius.
Presépio (RJ), de Felipe Bibian, Talvez Meu Pai Seja Negro (BA), de Flávia Santana, e Como Nasce um Rio (BA), de Luma Flôres, foram os escolhidos pelo júri técnico. A Nave que Nunca Pousa (PB), de Ellen Morais, e Descamar (DF), de Nicolau, receberam a Menção Honrosa do festival.
A curadora Adriana Gomes destaca o festival como o primeiro de periferia e referência no DF. “Estou na curadoria há algumas edições e sempre é muito satisfatório ver o cinema nacional, olhar para o que está acontecendo, para o que estão pensando. É um recorte que chega do Brasil inteiro. As pessoas têm o interesse de mandar o seu filme para o Festival Taguá”, observa a curadora.
Além da Mostra Competitiva, o idealizador do Taguá, Willian Alves, destaca a Mostra Rebeldia e Resistência, que teve os filmes Anderson, do diretor Rodrigo Meirelles, e Canto meu Alvará, de Marcelo Lins. “São dois filmes cujos os personagens centrais são interpretados por pessoas com deficiência. A sessão, que teve cerca de 20 cegos entre os espectadores, teve audiodescrição. Após as exibições, tivemos um debate muito poderoso com os atores”, conta Alves. O festival contou ainda com as mostras Azul, Infantil, Taguá VR e Aiab.
Além do cinema
Além das mostras, o festival também ofereceu shows musicais e oficinas. A programação musical ficou por conta das Sambadeiras, As Margaridas, Quebrada em Versos e Batalha da Fonte, grupo de Taguatinga que usa as rimas e as batidas do rap para conscientização política da cena. “A primeira edição foi em 2016. A gente fundamentou uma batalha focada em debater coisas importantes para a nossa quebrada e para o nosso movimento, como racismo e violência policial”, conta o rapper.
Com apoio do Ministério da Cultura, evento gratuito promove três domingos de apresentações, rodas de conversa e valoriza uma das mais tradicionais expressões artísticas do Brasil
A riqueza da poesia improvisada e a sonoridade das violas vão tomar conta da Feira da Guariroba, em Ceilândia, com o projeto “Repente na Feira”. Realizado pela Associação dos Cantadores Repentistas e Escritores Populares do DF e Entorno (Acrespo) e viabilizado por meio do Termo de Fomento nº 977379/2025 do Ministério da Cultura, o evento acontecerá durante três domingos consecutivos (7, 14 e 21 de dezembro), oferecendo ao público acesso gratuito a uma das mais autênticas manifestações da cultura popular brasileira.
A Feira da Guariroba, um dos maiores e mais tradicionais centros de comércio e encontro do Distrito Federal, com mais de 30 anos de história e cerca de 726 boxes, será o palco perfeito para esta iniciativa. O local, já consagrado como espaço de diversidade de produtos, artesanato e gastronomia, reforça seu papel como polo difusor de cultura, levando arte de qualidade para a população, especialmente para famílias que não têm acesso a eventos pagos.
O repente, arte secular com raízes no Nordeste, envolve poesia improvisada, métrica e rima rigorosas, e é uma herança cultural trazida pelos candangos durante a construção de Brasília. O projeto visa não apenas preservar essa tradição como patrimônio cultural imaterial, mas também revitalizá-la, mostrando sua grandeza e complexidade artística para novas gerações.
Um dos pilares do “Repente na Feira” é o caráter competitivo, um estímulo histórico que exige dos artistas dedicação, agilidade mental e domínio da língua portuguesa. A competição serve como um motor para a excelência artística, premiando o talento e o compromisso com a arte. A etapa classificatória será realizada por meio de lives no YouTube da Acrespo nos dias 2 e 3 de dezembro, onde 22 repentistas concorrerão a vagas para as finais presenciais na feira.
Programação aos domingos
Aos domingos, a programação na Feira da Guariroba será intensa e gratuita, seguindo a seguinte estrutura:
8h – Roda de Prosa: Atividade formativa conduzida pelo renomado repentista João Santana, abordando temas como “O Repente e suas particularidades”, “A Literatura de Cordel e a Poesia Matuta” e “Rima, Métrica e Oração Poética”.
8h30 – Apresentações Competitivas:Duplas de repentistas concorrentes se enfrentam em desafios de poesia improvisada.
9h30 – Apresentação Especial:Encerramento com a consagrada dupla Chico de Assis e João Santana, campeões com diversas vitórias consecutivas, que se apresentam sem competir, presenteando o público com seu talento.
“Levar o repente para o coração de uma feira popular como a da Guariroba é celebrar a essência da cultura do povo. É na simplicidade e no calor do contato direto que essa arte secular se renova e se fortalece”, destaca a organização do projeto.
O “Repente na Feira” é um convite para vivenciar a emoção da poesia feita na hora, a tradição da viola e a força de uma cultura que resiste e se reinventa, encontrando na feira livre seu palco ideal.
Serviço:
Evento: Projeto “Repente na Feira”
Local: Feira da Guariroba – Ceilândia, DF
Datas: 7, 14 e 21 de dezembro (domingos)
Horário: A partir das 8h
Entrada: gratuita
Realização: Acrespo
Apoio: Ministério da Cultura (Termo de Fomento nº 977379/2025)
Sobre a Acrespo:
A Associação dos Cantadores Repentistas e Escritores Populares do DF e Entorno (Acrespo) tem um histórico de décadas na promoção e preservação do repente na região. É responsável pela realização de diversos festivais competitivos que consolidaram a arte dos cantadores no Distrito Federal.
Espetáculo multimídia para piano solo traz a genialidade da escritora brasileira através de composições inéditas e performance audiovisual inédita no DF
Em uma ousada fusão entre a música erudita e as artes multimídia, o espetáculo Clarice(a)nas, do compositor Marcus Mota, faz uma homenagem única à escritora Clarice Lispector, celebrando seus cem anos de nascimento, de maneira inovadora e sensorial. O evento será realizado em Brasília nos dias 06, 07 e 09 de dezembro, no Teatro Mifásol-Lá, com entrada franca.
Composta por uma suíte inédita para piano solo, Clarice(a)nas transcende o formato tradicional de recital. Ao lado da pianista Gisele Pires, a obra será acompanhada por projeções de vídeos criados por Alexandre Rangel,que mostram os textos base de cada peça e as partituras animadas. O espetáculo também conta com a participação da atriz Camila Guerra, que interpreta em duas línguas – português e Libras – as palavras de Clarice Lispector, enriquecendo a experiência com uma perspectiva visual e inclusiva. Além disso, o compositor Marcus Mota compartilhará, ao vivo, as motivações e as técnicas que deram origem à obra, numa interação entre palestra e performance, desafiando a forma convencional de se fazer música erudita.
“A proposta de Clarice(a)nas é criar um espaço onde diferentes linguagens artísticas se encontram. A música, o texto, o movimento e a tecnologia se entrelaçam para formar um espetáculo inovador, capaz de sensibilizar todos os sentidos”, afirma Mota, que em sua fala sobre o processo criativo revela que a ideia surgiu durante o período da pandemia, quando a sociedade foi tomada por um silêncio mundial. “Foi nesse contexto de distanciamento social que mergulhei na obra de Lispector, criando uma obra que, ao mesmo tempo, homenageia e questiona a vida e a escrita da autora, refletindo sobre o contraste entre a vida e a morte”, finaliza Marcus.
O espetáculo tem ainda uma programação especial no dia 09 de dezembro, com acessibilidade, incluindo interpretação em Libras e áudio descrição, proporcionando uma experiência inclusiva para todas as pessoas. O evento, realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, tem a proposta de aproximar a música erudita contemporânea do grande público, utilizando recursos tecnológicos para potencializar o impacto da obra.
SERVIÇO Espetáculo: Clarice(a)nas: Espetáculo para Piano em Espetáculo Multimídia Compositor: Marcus Mota Elenco: Gisele Pires (pianista) e Camila Guerra (atriz) Datas: 06, 07 e 09 de dezembro Horário: 19h Local: Teatro Mifásol-Lá Endereço: CRS 503, Bloco C, Loja 49 – Entrada W2 Sul Entrada: Gratuita Duração: Aproximadamente 40 minutos Acessibilidade (dia 09): interpretação em Libras e áudio descrição.
Acompanhada pela sua banda e por uma orquestra sinfônica com 55 músicos, artista se apresenta no próximo sábado, 29 de novembro, no Gramado do Eixo Cultural Ibero-Americano
Depois de encantar plateias em Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba, Marisa Monte desembarca em Brasília no próximo sábado, dia 29, com o espetáculo Phonica, um dos projetos mais aguardados do ano. Acompanhada pela sua banda e por uma orquestra sinfônica formada por 55 músicos, sob regência do maestro André Bachur, a apresentação será realizada no Gramado do Eixo Cultural Ibero-Americano.
Nas cidades por onde passou, Phonica tem emocionado o público com o repertório da turnê. No setlist, hits importantes da trajetória da cantora, como Vilarejo, Amor I Love You, Beija Eu,Diariamente, Feliz Alegre e Fortee Não Vá Embora. Sucessos dos Tribalistas – parceria da artista com Carlinhos Browne Arnaldo Antunes – também embalam os fãs, entre eles Carnavália e Velha Infância. A artista ainda interpreta sua nova composição, Sua Onda, lançada no início do mês de outubro especialmente para trazer algo inédito para a turnê.
No palco, Marisa está acompanhada por sua banda base, formada por Dadi Carvalho no violão e guitarra, Pupillo na bateria, Alberto Continentino no baixo e Pedrinho da Serrinha no cavaquinho e percussão. Entre os 55 instrumentistas que formam a orquestra selecionada especialmente para a turnê, estão 32 músicos de cordas, 18 de sopros, além de um trio de percussão, uma harpista e um pianista.
A turnê Phonica – Marisa Monte & Orquestra Ao Vivo é apresentada pelo Banco do Brasil, tem cartões BB Visa como meio de pagamento preferencial, patrocínio da Renner e Gol, apoio da Shell, a Billboard Brasil como parceira de conteúdo e a Imobie a Eletromidia como parceiras de mídia.
Serviço
29/11 – Brasília – Gramado do Eixo Cultural Ibero-Americano
Nascido da energia pulsante da Escola Parque Anísio Teixeira, em Ceilândia, o espetáculo “Manual Antirracista” cresceu, ganhou o mundo e hoje se firma como uma experiência cênica potente produzidas no Distrito Federal. Criado em 2022 a partir de uma oficina de teatro escolar, o trabalho atravessou festivais, escolas públicas e ações pedagógicas, conquistando reconhecimento artístico e relevância social.
Agora, em temporada no Distrito Federal —, iniciada na Faculdade UnB Planaltina (FUP) em 24/11— o “Manual Antirracista” apresenta sessões gratuitas (via Sympla) em novembro e dezembro, circulando pelo Plano Piloto (Museu Nacional, dias 02 e 03/12) e Ceilândia (Céu das Artes, dia 08 e 09/12),oferecendo ações pedagógicas e celebrando o Mês da Consciência Negra.
O espetáculo surgiu quando professores e estudantes se debruçaram sobre temas como africanidades, empoderamento negro e luta antirracista. Cada turma criou cenas a partir de suas próprias vivências — sementes que, reunidas, deram origem à dramaturgia assinada por Alana de Azevedo, também diretora do grupo Epateatro. Segundo ela, “o Manual nasceu da voz dos alunos — dos desejos, inquietações e perguntas que eles queriam ver no palco”.
A criação se fortaleceu com estudo, pesquisa e vivência. O grupo leu “Pequeno Manual Antirracista”, de Djamila Ribeiro, explorou técnicas do Teatro do Oprimido e mergulhou em narrativas afro-brasileiras. O resultado é um espetáculo em quadros que aborda desde contos africanos e representatividade até violência racial, passando por memória, afeto e resistência.
Em cena, o público encontra uma mãe que ressignifica a autoestima da filha negra por meio das histórias dos orixás; relatos reais de racismo e violência atualizados a cada temporada; uma releitura afiada de Cinderela, em que a princesa é negra e enfrenta as sutilezas do racismo cotidiano; e uma síntese histórica das leis que feriram e das que fortaleceram o povo negro no Brasil. “O teatro virou nossa ferramenta de estudo, cura e denúncia — mas também de beleza, humor e futuro”, resume Alana.
Desde sua estreia, “Manual Antirracista” vem acumulando conquistas. Em 2023, levou os prêmios de Melhor Dramaturgia Original e Melhor Espetáculo no Festival de Teatro Estudantil Amador (FESTA). Em 2024, foi remontado com apoio do Edital Realize, alcançando 12 escolas públicas de Ceilândia. Em 2025, o projeto foi selecionado pelo Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (FAC/DF) para circular por três Regiões Administrativas. No mesmo ano, recebeu Menção Honrosa e o Troféu Destaque da Noite no 3º Prêmio Paulo Freire de Educação.
Agora, durante novembro e dezembro — mês da Consciência Negra — o espetáculo realiza seis apresentações gratuitas e ações pedagógicas em escolas públicas de todo o DF. Os ingressos serão disponibilizados no Sympla a partir de 20 de novembro.
SERVIÇO:
Manual Antirracista
Apresentações gratuitas – Novembro e Dezembro de 2025 Realização: Coletivo Epateatro Projeto selecionado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC/DF) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal
Datas e locais: • 02 e 03/12 – Escola Parque da 308 Sul (Plano Piloto) – sempre às 19h • 08 e 09/12 – CEU das Artes de Ceilândia – às 14h
Ingressos: gratuitos via Sympla Ações pedagógicas: realizadas ao longo do Mês da Consciência Negra em escolas públicas do DF Mais informações: Instagram oficial do grupo – @coletivoepateatro
O Mapati abre suas portas em dezembro para mais uma edição do Festival Mapati de Arte e Cultura, tradicional mostra de encerramento do ano que reúne teatro, circo, música e processos formativos desenvolvidos ao longo dos últimos seis meses. Em clima de celebração, o festival apresenta uma série de espetáculos e demonstrações artísticas criadas por estudantes e artistas da casa, reafirmando a vocação do Mapati como espaço de experimentação, educação sensível e convivência cultural.
Com montagens inéditas e recriações de clássicos, a programação destaca o olhar singular do grupo para a formação artística de crianças e adolescentes — marca registrada do trabalho pedagógico da instituição —, além de revisitar temas populares e religiosos com liberdade poética e linguagem contemporânea.
O público poderá conferir desde o carismático musical “Os Saltimbancos”, passando pela festa acrobática do Festival de Circo Mapati, até o poético “Auto do Divino Nascimento”, obra que reinventa o mito cristão do nascimento de Jesus com humor, lirismo e aproximação entre o sagrado e o cotidiano.
Na versão de “Os Saltimbancos”, na segunda-feira, dia 1/12,, adaptada por Tereza Padilha, a história ganha novas cores, ritmos e referências culturais. “Incluímos samba, xaxado e até hip hop para aproximar a narrativa do universo musical brasileiro e deixá-la ainda mais atual”, explica a diretora. A montagem, que já percorre o país há três décadas, coleciona passagens por estados como Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Ceará, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Pará, Espírito Santo e Sergipe, além de ter sido apresentada internacionalmente em Luanda, Angola.
Já no” Auto do Divino Nascimento”, que será apresentado na quarta-feira (3/12), o sagrado é deslocado para o terreno do humano. A obra reinterpreta o mito cristão do nascimento de Jesus com frescor e irreverência, aproximando personagens bíblicos do cotidiano. A Maria criada pelo dramaturgo é uma adolescente cheia de energia, curiosa e questionadora. “Com humor e delicadeza, o texto desfaz a fronteira rígida entre sagrado e profano, trazendo os mitos para perto da gente comum”, explica a diretora Tereza Padilha.
O Festival Mapati é também o momento em que os estudantes dos cursos de musicalização sobem ao palco para compartilhar os resultados de seus percursos de criação, fortalecendo o compromisso da instituição com a formação continuada, o protagonismo artístico e a construção coletiva.
PROGRAMAÇÃO
SEGUNDA-FEIRA – 01/12/2025
OS SALTIMBANCOS Espetáculo de Teatro – Turma Matutina 🕒 19h Baseado no conto “Os Músicos de Bremen”, o espetáculo narra a jornada de um jumento, um cachorro, uma galinha e uma gata, todos fugitivos de maus-tratos. O quarteto decide unir forças para seguir rumo à cidade em busca de um sonho comum: formar um grupo musical. Ao longo do caminho, descobrem que só a cooperação e a amizade são capazes de enfrentar os obstáculos — inclusive o reencontro inesperado com seus antigos donos — e mudar seus destinos.
Finalização do Curso de Musicalização 🕒 20h
FESTIVAL DE CIRCO MAPATI Espetáculo de Circo – Turma Matutina 🕒 21h
QUARTA-FEIRA – 03/12/2025
AUTO DO DIVINO NASCIMENTO Espetáculo de Teatro – Turma Vespertina
De 1 a 3 de dezembro de 2025 Ingressos: R$ 50,00 🔗 Retirada de ingressos: informações disponibilizadas pelo Mapati em suas redes oficiais Informações: ciamapati@gmail.com | www.mapati.com.br Redes sociais: Twitter: @ciamapati Facebook: cia mapati Instagram: @teatromapati
Nesta quinta-feira, dia 27, no Teatro dos Bancários, evento reúne lideranças da Inovação, da IA e da Economia Digital para mostrar como a Tecnologia pode reinventar o Brasil a partir de Brasília
O TED nasceu da necessidade de compartilhar boas ideias com o mundo. Em palcos espalhados por mais de 130 países, especialistas de diversas áreas apresentam descobertas, experiências e caminhos que apontam para onde a humanidade está caminhando.
Em Brasília, essa conversa ganha um recorte especial: como a tecnologia, a inovação e o empreendedorismo podem reinventar o Brasil a partir da capital. É esta pergunta que move o TEDxBrasília, que neste ano traz para o palco algumas das principais lideranças da inovação no país e oferece um verdadeiro vislumbre do futuro.
Ao longo de uma noite, o público poderá conhecer iniciativas que conectam tendências globais – como inteligência artificial, construção 4.0, economia descentralizada, cidades inteligentes e governo digital – com soluções que já estão sendo testadas aqui, no Distrito Federal.
Entre os destaques do palco está Cristiane Pereira, uma das principais vozes da inovação em Brasília. Gestora de inovação, diretora-presidente do Instituto MultipliCIDADES, presidente da ASSESPRO-DF e liderança em diversas iniciativas de cidades inteligentes e fomento a startups — como o Hackacity Guará, o AgroHack e o programa START BSB —, ela mostra no TEDxBrasília como a capital pode se consolidar como referência em tecnologia e inovação voltadas à qualidade de vida nas cidades.
Outra presença de peso é a engenheira Juliana Martinelli, fundadora e CEO da InovaHouse3D, primeira empresa latino-americana a desenvolver uma impressora 3D para a construção civil. Reconhecida pela lista Forbes Under 30, ela apresenta como a impressão 3D pode reduzir custos, acelerar obras e transformar programas de habitação social, abrindo novas possibilidades para políticas públicas de moradia.
O evento também recebe o analista de sistemas Leonardo Ladeira, CEO do Portal de Compras Públicas. Especializado em aplicações web para gestão pública, ele mostra como plataformas digitais podem simplificar e tornar mais transparentes as licitações, democratizando o acesso de micro e pequenas empresas ao dinheiro público e fortalecendo economias locais.
Na fronteira da inteligência artificial, o pesquisador Lucas O. Souza traz a experiência acumulada em projetos no Vale do Silício e no setor público brasileiro. Ex-pesquisador sênior da Numenta e fundador da Derivada, iniciativa voltada ao fomento da IA no Brasil, ele debate como a inteligência artificial pode apoiar políticas públicas, educação e inovação, sem deixar pessoas e territórios para trás.
Completando o grupo de destaque em inovação e economia, o brasiliense Jorge Adriano, gerente de Estratégia e Políticas Públicas, defende que Empreendedorismo e Educação são chaves para uma economia urbana mais inclusiva. Com sólida formação em Administração, Gestão de Projetos e Marketing, ele apresenta como modelos de economia descentralizada podem fortalecer negócios locais, gerar novas oportunidades e tornar as cidades mais sustentáveis.
Além desse time, o TEDxBrasília conta ainda com as participações de Daniel Toys, Flávio Resende, Gisele Lima, GOG, Lai Santiago, Marlene Souza Lima, Nanda Fer Pimenta, Nicolas Behr, Nyedja Gennari, Pedro Helou e Simão de Miranda, que levam ao palco a força da arte urbana, da literatura, da música, da curadoria, da educação financeira, da comunicação e da palavra falada, compondo um mosaico diverso da criatividade candanga.
Um palco para ideias que inspiram
Previsto para o dia 27 de novembro, o TEDxBrasília será realizado no Teatro dos Bancários e deve reunir 500 participantes presenciais, além de alcançar milhões de pessoas no mundo todo por meio da publicação das palestras nas plataformas oficiais TED e TEDx no YouTube, que hoje somam mais de 42 milhões de assinantes.
Serão 16 palestras curtas e inspiradoras voltadas para valorizar a identidade candanga e projetar Brasília como polo de criatividade, diversidade e inovação.
O TEDxBrasília retorna à capital após sete anos. Segundo o organizador e curador Rafael Souza, jornalista com licença oficial do TED, o momento é oportuno para novas ideias ganharem espaço: “Vivemos um tempo em que o mundo precisa, mais do que nunca, de boas ideias – e também de soluções tecnológicas que tenham impacto real na vida das pessoas. Foi com esse propósito que nasceu o TED, organização global sem fins lucrativos dedicada a espalhar ‘ideas worth spreading’ — ideias que merecem ser compartilhadas”, afirma Rafael.
Com o tema Brasília — a reinvenção do Brasil, o evento parte da ideia de que a fundação da capital representou uma mudança profunda na identidade do país. Mistura de sotaques, saberes e culturas, Brasília é símbolo de futuro e criatividade — valores que estarão representados nas falas e nas performances do TEDxBrasília.
“Ter um TEDx em Brasília reforça o papel da capital como laboratório vivo de criatividade, diversidade cultural, inovação e espírito empreendedor. É uma oportunidade singular para refletir sobre o futuro da cidade e projetar iniciativas com impacto real: conectar talentos, ativar redes e apresentar ideias que inspiram ação”, comenta o organizador.
Sobre o TED e o TEDx – O TED é uma organização sem fins lucrativos dedicada a espalhar ideias que merecem ser espalhadas. O TEDx é o programa de eventos independentes, organizados localmente sob licença do TED, que compartilham a mesma missão com curadoria própria e foco em ideias. O TEDxBrasília é organizado de forma independente, seguindo as diretrizes oficiais do programa.
SERVIÇO:
TEDxBrasília – Tema: Brasília, a reinvenção do Brasil Data: 27 de novembro (quarta-feira) Horário: 19h30 (credenciamento a partir das 18h30) Local: Teatro dos Bancários – Entrequadra 514/515 Sul, Brasília-DF Público estimado: 500 pessoas Classificação indicativa: 14 anos Ingressos: Sympla – http://sympla.com.br/evento/tedxbrasilia-2025/3184175
O TEDxBrasília é um evento independente realizado sob licença oficial do TED, com curadoria do jornalista Rafael Souza. Todas as palestras serão publicadas posteriormente no canal TEDx no YouTube.
Evento reúne feira de artesanato, shows musicais e ações de incentivo à economia criativa no Quadradão Cultural de Santa Maria
A cidade de Santa Maria será palco, nos dias 28 e 29 de novembro, da EXPO ARTESÃO BSB, evento que pretende movimentar a economia criativa, fortalecer o turismo local e valorizar a produção artesanal do Distrito Federal. A iniciativa é organizada pelo Instituto Bem Viver DF e conta com apoio institucional da Secretaria de Turismo do Distrito Federal, reforçando ações de promoção do Destino Brasília e ampliando oportunidades para artistas e empreendedores da região.
A feira será realizada no Quadradão Cultural de Santa Maria (QC 1, Conjunto H, Setor Central) e terá estandes padronizados, área para circulação do público, exposição de artesanato e um palco com atrações musicais gratuitas.
Fomento à renda e ao comércio local Criado para incentivar o trabalho dos artesãos e empreendedores da cidade, o evento garante condições acessíveis a todos os participantes. Não haverá cobrança de taxas e 100% do valor das vendas ficará com os expositores, estimulando diretamente o comércio local e a geração de renda.
Atrações culturais A programação musical traz artistas de diferentes estilos, representando a diversidade cultural do Distrito Federal. As apresentações acontecem ao longo dos dois dias do evento.
Programação completa
Sexta-feira – 28 de novembro 08h00 às 17h00 – Exposição e atrações 08h00 — Abertura oficial com Cacá Silva 09h30 – 10h10 — Alisson e Ariel 10h30 – 11h10 — Jhonny e Rahonny 13h40 – 14h20 — Roniel e Rafael 14h50 – 15h30 — Boka de Sergipe 16h00 – 16h40 — Banda Imagem 18h00 — Encerramento
Sábado – 29 de novembro 17h00 às 00h00 – Exposição e atrações 17h00 — Abertura 18h00 – 18h40 — Talvanes e Thiago 19h10 – 19h50 — Nego Rainner 20h20 – 21h00 — Balbino 21h30 – 22h10 — Rafael Silva 22h40 – 23h20 — Trem das Cores
Santa Maria em destaque Apesar do forte potencial cultural e da grande população, Santa Maria ainda possui poucas iniciativas de grande porte no calendário oficial do Distrito Federal. A EXPO ARTESÃO BSB surge com a proposta de mudar essa realidade, valorizando a identidade local e atraindo visitantes, o que deve movimentar o comércio, os serviços e o turismo da região.
Para os organizadores, a parceria entre o Instituto Bem Viver DF e a Secretaria de Turismo do DF reforça a importância de integrar comunidade, gestão pública e ações voltadas ao fortalecimento do turismo cultural e da economia criativa.
Serviço — EXPO ARTESÃO BSB 2025 Local: Quadradão Cultural de Santa Maria (QC 1, Conjunto H, Setor Central) Data: 28 de novembro (das 8h às 17h) e 29 de novembro (das 17h às 00h) Entrada: gratuita Participação dos expositores: gratuita Realização: Instituto Bem Viver DF Apoio: Administração Regional de Santa Maria Fomento: Secretaria de Turismo do Distrito Federal (SETUR-DF)
Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional apresenta seleção de trilhas clássicas em tributo a um dos maiores nomes da música para cinema
A Sala Martins Pena, no Teatro Nacional “Claudio Santoro”, será palco, na quinta-feira (27), às 20h, de uma noite dedicada a um dos nomes mais influentes da música para cinema: o italiano Ennio Morricone (1928–2020). Considerado um dos maiores compositores do século 20, autor de trilhas de filmes consagrados, como Os Intocáveis’ (1987) e A Lenda do Pianista do Mar (1998), Morricone será homenageado em um concerto especial realizado pela Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional, em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal e Embaixada da Itália.
Com entrada gratuita mediante retirada prévia pelo Sympla, o concerto será regido pelo maestro italiano Damiano Tognetti, convidado especialmente para a ocasião e que chega ao Brasil diretamente da Itália. A apresentação integra a agenda de iniciativas que reforçam o intercâmbio artístico entre Brasil e Itália, uma relação histórica que o público brasiliense tem acompanhado com interesse crescente.
O repertório reunirá algumas das trilhas mais emblemáticas compostas por Morricone ao longo de seis décadas de carreira, incluindo obras imortalizadas no cinema por diretores como Sergio Leone e Giuseppe Tornatore. Segundo organizadores, a proposta é revisitar o legado musical do compositor não como simples homenagem nostálgica, mas como afirmação de sua relevância estética e influência permanente.
Para o embaixador da Itália no Brasil, Alessandro Cortese, o evento simboliza mais do que uma homenagem musical. “Ennio Morricone representa a alma criativa da Itália e parte fundamental da memória afetiva de milhões de pessoas ao redor do mundo. Trazer esse concerto a Brasília é uma forma de compartilhar esse legado e fortalecer os laços culturais entre nossos países”, afirma.
A retirada dos ingressos será feita pela plataforma Sympla, com disponibilidade a partir das 18h do dia 26/11 e das 12h do dia 27/11. O link para inscrição está no site da plataforma, e mais informações podem ser encontradas no perfil da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional no Instagram: @orquestrasinfonicatncs.
O concerto promete emocionar admiradores de Morricone e reafirmar o papel de Brasília como espaço vibrante para iniciativas culturais de alcance internacional.
Serviço
Concerto em homenagem a Ennio Morricone Data: 27 de novembro Horário: 20h Local: Sala Martins Pena – Teatro Nacional “Claudio Santoro”, Brasília Entrada: Gratuita (mediante retirada de ingresso pelo Sympla) Retirada de ingressos: – A partir das 18h do dia 26/11 – A partir das 12h do dia 27/11 Link:disponível no Sympla Mais informações: Instagram @orquestrasinfonicatncs
André Araújo é um dos intérpretes que protagoniza FIM Foto: Diego Bresani/Divulgação
Após sucesso no CCBB Brasília, dança-teatro segue provocando reflexões sobre o esgotamento do planeta
Depois de atrair grande público e repercussão positiva no CCBB Brasília, o espetáculo FIM inicia uma nova circulação pelo Distrito Federal. A montagem de dança-teatro, dirigida por Juana Rondon, chega agora ao IFB Gama nos dias 26, às 10h30, e 27 de novembro, às 15h30 e 19h30. Todas as sessões são abertas ao público, com entrada franca e seguidas de um bate-papo com a equipe.E depois segue para o Centro de Ensino Médio Taguatinga Norte (3 e 4 de dezembro), em sessões fechadas para os estudantes. No palco, mantém a proposta de instigar o público a refletir sobre o colapso do planeta, do corpo e das relações humanas.
Inspirado no livro Ideias para Adiar o Fim do Mundo, de Ailton Krenak, FIM combina dança, teatro físico e dramaturgia do movimento para abordar a repetição exaustiva do cotidiano, o acúmulo de lixo, a ansiedade que oprime e o isolamento que distancia. A cada sessão, o espetáculo se transforma: o desfecho muda, criando finais alternativos que expandem a experiência e convidam o público a revisitar suas próprias percepções sobre começo, meio e fim.
“Ao falar sobre fim ou diversos fins de ciclos que temos na vida, não existe uma conclusão ou ponto final. O espetáculo apresenta recortes do mundo, de situações cotidianas. Dessa forma, temos quatro cenas que compõem o trabalho. E após propor uma reflexão sobre a trajetória de cada intérprete, construímos três solos que apresentam seu contexto, sua visão de mundo. Assim, cada apresentação tem um final diferente que leva o público a novos questionamentos”, afirma Juana Rondon.
Além das apresentações, O IFB será palco também de duas oficinas gratuitas. Na quarta-feira (26/11), a partir das 13h30, a oficina Jazz Dance e House Dance – as intersecções culturais e sociais será ministrada por Bárbara Campos e Romulo Santos. Já na quinta-feira (04/12), partir das 17h, é a vez da oficina Introdução à Cultura Ballroom, conduzida por Overall Princess CielOnijá. Ela apresentará fundamentos dessa expressão performática e política. A inscrição para ambas pode ser feira por meio do formulário.
NÚCLEO DE PESQUISA DA CENA – KOH: ARTE, CORPO E TEMPO
O espetáculo FIM é fruto de uma pesquisa desenvolvida pelo Núcleo de Pesquisa da Cena – KOH, fundado em 2017. O grupo atua na intersecção entre dança, teatro e tecnologia, explorando as relações entre corpo, sociedade e temporalidade. Ao longo dos anos, o KOH consolidou-se como um espaço de criação e investigação artística voltado a provocar experiências sensoriais e reflexivas sobre o mundo contemporâneo.
Em FIM, a pesquisa estética e filosófica do núcleo se manifesta em cada gesto: o figurino combina elementos naturais e resíduos têxteis em um exercício de upcycling, e a trilha sonora reúne artistas de diferentes linguagens, para mostrar ambientes e recortes diversos do mundo. Com destaque para a parceria com a artista indígena Raíssa Matos, que engrandeceu nossa primeira cena com seu som.
FICHA TÉCNICA
Idealização: Bárbara Campos e Juana Rondon
Direção e Dramaturgia: Juana Rondon
Elenco: André Araújo, Bárbara Campos, Laura Rondon, Mylena Edna, Romulo Santos
Coordenação de Produção: Kalebe Lizan
Assistente de Produção: Ciellen Selene
Figurino: Letícia Peregrino
Cenografia: Juana Rondon
Iluminação: Tauana Barros
Operador de Som: Vinícius Rocha
Trilha sonora: Raíssa Matos (Cena 1), Quizzik (Cena 2), Vinícius Rocha (Cena 3) e Paulo Lessa (Cena 4 – solo Bárbara Campos)
Fotografia: Diego Bressani
Design Gráfico: Carol Senna
Coordenação Administrativa: Daniel Rondon
Oficineiras: Bárbara Campos, Ciellen Selene, Juana Rondon e Romulo Santos
Programação gratuita acontece de 27 a 30 de novembro, no CCBB Brasília. A Mostra, promovida pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, propõe debates sobre meio ambiente e direitos humanos a partir, sobretudo, dos olhares de povos originários e comunidades tradicionais.
A 15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos (MCDH) chega a Brasília entre os dias 27 e 30 de novembro, com programação gratuita no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). Com o tema “Direitos humanos e emergência climática: rumo a um futuro sustentável”, o evento apresenta filmes e debates que abordam a crise ambiental, a justiça climática e os modos de vida sustentáveis de povos indígenas, quilombolas e ribeirinhos, grupos que resistem há séculos à exploração predatória do planeta. A programação, gratuita e aberta ao público, dialoga com o tema da COP 30, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, realizada em Belém, no Pará.
Realizada pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), a mostra é uma das principais e mais longevas ações da pasta voltadas à educação e cultura em direitos humanos, reconhecendo o audiovisual como ferramenta de transformação social. A edição 2025 tem parceria com a Universidade Federal do Ceará (UFC), por meio do Curso de Cinema e Audiovisual, sob a coordenação geral de Samantha Capdeville, produtora audiovisual e professora do curso. Em Brasília, a realização da Mostra tem parceria com a Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília e o apoio do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).
A cineasta Sueli Maxakali, liderança do povo Tikmũ’ũn e referência no cinema indígena brasileiro, é a homenageada da 15ª edição. Seu longa mais recente, “Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá” (2025), será exibido na sessão de abertura da Mostra em todas as capitais participantes. O documentário, codirigido com Isael Maxakali, Roberto Romero e Luisa Lanna e premiado em festivais como o Festival de Brasília, o CachoeiraDoc e a Mostra Ecofalante, retrata a busca da diretora por seu pai, separado da família durante a ditadura militar. Confira o teaser AQUI.
FILMES E TEMÁTICAS
Com curadoria de Beatriz Furtado, realizadora audiovisual e professora do Instituto de Cultura e Arte da Universidade Federal do Ceará (UFC), e de Janaina de Paula, jornalista, realizadora e pesquisadora em audiovisual, a programação em Brasília reúne produções que refletem a pluralidade cultural e ambiental do país. São obras dirigidas em sua maioria por cineastas indígenas, quilombolas, ribeirinhos e realizadores de diversas regiões do Brasil, que abordam temas como território, ancestralidade, memória, meio ambiente e resistência.
Além de “Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá”, entre as produções estão “Ainda Há Moradores Aqui”, de Tiago Rodrigues, sobre o desastre urbano causado pela Braskem em Maceió; “Pau D’Arco”, de Ana Aranha, que acompanha a luta de trabalhadores rurais no Pará; “SUKANDE KASÁKÁ | Terra Doente”, de Kamikia Kisedje e Fred Rahal, que denuncia os impactos dos agrotóxicos em terras indígenas no Mato Grosso; e “Faísca”, de Barbara Matias Kariri, sobre mulheres que se mobilizam para o retorno das onças a seu território.
Com quatro sessões principais, a Mostra propõe um olhar sobre diferentes dimensões da relação entre a humanidade e a natureza. A sessão infantilapresenta o longa “Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa”, de Fernando Fraiha, além de curtas e médias-metragens que exploram o imaginário infantil e a diversidade regional brasileira. Asessão Terra/Nêgo Bispo ressalta o pensamento quilombola e a força dos territórios comunitários. A sessão Água/Antônia Melo faz referência à fundadora do Movimento Xingu Vivo Para Sempre, em Altamira (PA), reunindo filmes atravessados pela questão hídrica. A sessão Floresta/Raoni homenageia o líder caiapó, internacionalmente reconhecido por sua luta em defesa dos povos indígenas e da Amazônia, tema central dos quatro filmes exibidos.
Todos os títulos contam com Libras e Legendagem para Surdos e Ensurdecidos (LSE), garantindo acessibilidade e inclusão. Após as sessões, haverá debates sobre os filmes que contarão com acessibilidade em Libras.
OFICINA
Como parte da programação, a Mostra Cinema e Direitos Humanos realizou, nas semanas que antecedem as exibições, uma oficina com o tema “Imagens do comum: cinema, educação e direitos humanos”. A atividade foi voltada para educadores, agentes culturais e comunicadores populares. Em Brasília, a oficina foi conduzida pelo realizador audiovisual e educador Pedro B. Garcia, na Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (UnB), entre os dias 3 e 5 de novembro.
A oficina tinha como objetivo promover a sensibilização e reflexão crítica sobre a cultura dos direitos humanos por meio da linguagem cinematográfica. A atividade combinava exibição de filmes, exercícios de criação audiovisual e rodas de conversa sobre as imagens produzidas, debatendo como o respeito à dignidade humana também está relacionado às formas de representar diferentes sujeitos e territórios.
Ao longo de encontros que totalizaram nove horas/aula, os participantes foram convidados a se apropriar do cinema como instrumento de afirmação cultural e preservação de saberes e fazeres tradicionais, explorando a relação sensível entre imagem, memória e território. A ação integrou o eixo formativo da Mostra e visava estimular a replicação dessas práticas em espaços educativos e comunitários do Distrito Federal.
HISTÓRICO DA MOSTRA
A Mostra Cinema e Direitos Humanos é uma estratégia do Governo Federal para a consolidação da educação e da cultura em Direitos Humanos, entendendo o audiovisual nacional como forte aliado na construção de uma nova mentalidade coletiva para o exercício da solidariedade e do respeito às diferenças.
Criada em 2006, com a finalidade de celebrar o aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos, a mostra amplia e diversifica os espaços de informações e debates sobre direitos humanos, por meio da linguagem cinematográfica, tornando-se instrumento valioso de diálogo e transformação para públicos com pouco ou nenhum conhecimento sobre direitos humanos.
PROGRAMAÇÃO
>> Dia 1 – 27/11, quinta-feira
– 18h – Sessão de abertura
Classificação indicativa: 12 anos
Coffee break
Solenidade
Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá (2024, 90′) – MG/MS
Direção: Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero e Luisa Lanna
>> Dia 2 – 28/11, sexta-feira
– 14h – Sessão infantil 1
Classificação indicativa: Livre
Amazônia sem Garimpo (2022, 6’34”) – RJ
Direção: Tiago Carvalho e Julia Bernstein
No início do Mundo (2025, 7’46”) – CE
Direção: Camilla Osório
Chico Bento e a Goiabeira Maraviósa (2025, 90′) – SP
Direção: Fernando Fraiha
– 18h30 – Sessão Nego Bispo (Terra) + debate
Classificação indicativa: 12 anos
Eu sou Raiz (2022, 7′) – PE
Direção: Cíntia Lima e Lílian de Alcântara
Ainda Há Moradores Aqui (2025, 42’50”) – AL
Direção: Tiago Rodrigues
Pau D’Arco (2025, 89′) – PA
Direção: Ana Aranha
>> Dia 3 – 29/11, sábado
– 14h – Sessão infantil 2 + debate
Classificação indicativa: Livre
Ga vī: a voz do barro (2021, 10’40”) – PR
Direção: Ana Letícia Meira Schweig, Angélica Domingos, Cleber kronun de Almeida, Eduardo Santos Schaan, Geórgia de Macedo Garcia, Gilda Wankyly Kuita, Iracema Gãh Té Nascimento, Kassiane Schwingel, Marcus A. S. Wittmann, Nyg Kuita, Vini Albernaz
Òsányìn: O segredo das folhas (2021, 22′) – AL/BA/RJ
Direção: Pâmela Peregrino
Do Colo da Terra (2025, 75′) – MG/MS/AM
Direção: Renata Meirelles e David Vêluz
– 18h30 – Sessão Antônia Melo (Águas) + debate
Classificação indicativa: 10 anos
Kutala (2025, 5′) – MG
Direção: Fabio Martins e Quilombo Manzo
Rio de Mulheres (2009, 21′) – MG
Direção: Cristina Maure e Joana Oliveira
Cerrado, Coração das Águas: Conexão Caatinga (2025, 16’46”) – GO/TO/DF/MT
Direção: Fellipe Abreu e Luis Felipe Silva
As Lavadeiras do Rio Acaraú transformam a embarcação em nave de condução (2021, 12′) – CE
Direção: Kulumym-Açu
Volta Grande (2020, 27′) – PA
Direção: Fábio Nascimento
Rua do Pescador, Nº 6 (2025, 72′) – RS
Direção: Bárbara Paz
>> Dia 4 – 30/11, domingo
– 15h – Sessão Raoni (Floresta) + debate
Classificação indicativa: 14 anos
SUKANDE KASÁKÁ | Terra Doente (2025, 30′) – MT
Direção: Kamikia Kisedje, Fred Rahal
Faísca (2025, 12′) – CE
Direção: Barbara Matias Kariri
Grão (2020, 16′) – MG
Direção: Adriana Miranda
Curupira e a Máquina do Destino (2021, 25′) – AM
Direção: Janaína Wagner
– 19h – Sessão de encerramento
Classificação indicativa: 12 anos
Sede de Rio (2024, 72′) – BA
Direção: Marcelo Abreu Góis
SERVIÇO
15ª Mostra Cinema e Direitos Humanos em Brasília
Quando: De 27 a 30 de novembro de 2025
Onde: Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB Brasília) – Asa Sul – Trecho 2 – Asa Sul, Brasília (DF)
Gratuito
Classificação indicativa: confira a programação
Realização: Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) e Curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Ceará (UFC)