A Embaixada da Itália no Brasil realiza a 5ª edição do “Vini D’Italia – Salão do Vinho Italiano no Brasil”, evento que busca promover a excelência do vinho italiano e fortalecer os laços enogastronômicos e comerciais entre Itália e Brasil. Este ano, o encontro será realizado sob a condução do Embaixador Alessandro Cortese, com curadoria da crítica enogastronômica Sueli Maestri, idealizadora do evento. A iniciativa, que já faz parte do calendário de Brasília desde 2018, acontece este ano em 21 de novembro.
O evento se insere na IX Edição da Semana da Cozinha Italiana no Mundo organizada pelo Ministério das Relações Exteriores e da Cooperação Internacional da Itália, e representa uma iniciativa importante para levar a excelência da vitivinícola italiana diretamente ao público-alvo, estimulando a promoção e comercialização do vinho italiano no Brasil, mercado de enorme potencial para esse consumo.
A esse respeito, destaca-se que, entre janeiro e outubro de 2024, as importações de vinhos italianos cresceram 9,1% em comparação com o mesmo período do ano anterior, totalizando 7,9 milhões de litros e elevando a participação italiana no mercado do vinho brasileiro para 6,3%. No mesmo período, as importações de espumantes italianos atingiram 796,2 mil litros (+12,4%), com a participação italiana subindo para 14,9%.
A edição de 2024 da Vini D’Italia consolida Brasília ainda mais como a Capital do Vinho Italiano, posicionando o evento no circuito dos principais salões de vinho do país e promete uma participação recorde de importadores e rótulos. Com a presença de 24 importadoras, o evento exibirá uma variedade de 235 rótulos de todas as regiões vinícolas da Itália. Esta diversidade permite ao público explorar o melhor da produção italiana, de vinhos icônicos a descobertas de pequenas vinícolas.
Pela primeira vez, o Vini D’Italia contará com a participação especial da vinícola italiana Antonelli Montefalco, que virá ao Brasil especialmente para apresentar seus vinhos. Fundada em 1883 e localizada no coração da Região Úmbria, com 430 hectares, a vinícola é conhecida por suas uvas autênticas, como Sagrantino, Spoletino e Sangiovese. Este ano, o destaque vai para o vinho Montefalco Riserva DOC 2020, premiado com o cobiçado selo Tre Bicchieri da Gambero Rosso, consagrando-se como o melhor vinho da vinícola.
A edição de 2024 celebra também o tema “O Vinho no Brasil ao longo dos 150 anos da Imigração Italiana“, destacando a contribuição fundamental dos imigrantes italianos na introdução da cultura do vinho e no desenvolvimento e profissionalização do mercado de vinhos do Brasil, que hoje conta com 1.100 vinícolas em atividade.
O Salão do Vinho Italiano no Brasil se destaca por ser uma referência não só para especialistas do setor, mas também para todos os apaixonados por vinhos. Com uma curadoria impecável e presença de grandes nomes, a edição de 2024 oferece aos participantes uma experiência completa, que alia tradição, cultura e inovação.
Divulgação
Serviço:
Evento: Vini d’Italia – Salão do Vinho Italiano no Brasil – 5ª Edição
Data: 21 de novembro das 18h45 às 23 horas
Local: Embaixada da Italia no Brasil – SES – Quadra 807 – Lote 30, St. de Embaixadas Sul SES 807 – Asa Sul, Brasília
Entrada: mediante convite, para público especializado do setor
Programação inclui a espaço para fotos com o bom velhinho,Brinquedão Natalino e a tradicional Caravana da Coca-Cola
Brinquedo na praça central – créditos: divulgação
O clima natalino tomou conta do DF Plaza Shopping, que inaugurou neste domingo a temporada de Natal com a chegada do Papai Noel e uma decoração encantadora, repleta de atrações para crianças e adultos. Em novembro, o Papai Noel estará no shopping de quinta a domingo, das 14h às 20h, aguardando a todos para fotos e abraços, em uma experiência gratuita que já faz parte das tradições de fim de ano.
Além da presença do bom velhinho, o shopping apresenta o Brinquedão Natal Luz, um espaço interativo e instagramável, que estará disponível diariamente durante todo o horário de funcionamento do shopping. Com o Papai Noel, um trenó repleto de presentes, escorregadores iluminados, bengalas de Natal e uma torre elástica, o Brinquedão convida as crianças a se aventurarem em uma experiência mágica e cheia de diversão.
A atração conta ainda com um espaço de bolinhas, garantindo entretenimento para crianças de até 13 anos. A participação no Brinquedão é paga e o valor varia de acordo com o tempo de permanência, sendo R$ 40 por 25 minutos e R$ 50 para 40 minutos, com um acréscimo de R$ 5 para cada cinco minutos adicionais. Descontos especiais de 50% são oferecidos para crianças com necessidades especiais e aniversariantes da semana, mediante comprovação.
“Estamos animados em proporcionar aos nossos visitantes uma temporada de Natal cheia de encanto e diversão. Nosso objetivo é criar momentos únicos e inesquecíveis para as famílias, com atrações que vão desde o tradicional Papai Noel até o nosso Brinquedão Natal Luz, que certamente será um ponto de encontro para quem busca viver a magia dessa época do ano”, destaca Mariane Moura, coordenadora de marketing do DF Plaza Shopping.
Para completar a experiência, no dia 30 de novembro, o shopping será o ponto de partida da tradicional Caravana de Natal da Coca-Cola, que levará o brilho natalino para as ruas de Águas Claras com seus caminhões iluminados e decorados. O evento marca oficialmente o início das celebrações de fim de ano e promete emocionar toda a comunidade com sua atmosfera festiva.
O DF Plaza convida todas as famílias para embarcarem nessa jornada natalina e aproveitarem cada detalhe preparado para tornar essa temporada especial e cheia de boas lembranças.
Caravana da Coca-Cola
No dia 30 de novembro, a tão aguardada Caravana de Natal da Coca-Cola terá início no DF Plaza Shopping, levando toda a magia natalina às ruas de Águas Claras. Com a presença dos icônicos caminhões iluminados e decorados com temas festivos, a caravana promete encantar o público com sua atmosfera encantadora, marcando o início da temporada de celebrações de fim de ano.
Depois de sessões realizadas no Cine Brasília e no Auditório do IFB Campus Riacho Fundo, exibição de 53 filmes, 45 estrangeiros, oito brasileiros, a organização do Lobo Fest – Festival de Internacional de Filmes anunciou na tarde do dia 15 de novembro, sexta-feira, os premiados da 16ª edição. A escolha dos vencedores foi feita pelo Júri Oficial do festival formado pelos críticos e cineastas Fábio Krispin, Mônica Gaspar e Tiago de Aragão. O público também pôde votar nos seus preferidos ao final de cada sessão.
Ulisses de Freitas, Táta Cavalcante, Manoela Neves e Josiane Osorio – equipe do Lobo Fest – Festival Internacional de Filmes
A Menção Honrosa do júri oficial foi para “Uma laranja de Jaffa”, do diretor Mohammed Almughanni – Palestina (2023). A Menção Especial do Lobo Fest pela escolha dos curadores do festival ficou com “Amarela”, de André Hayato Saito (Brasil), pela complexidade da trama e bela representação da personagem central.
Pela escolha da audiência, o Melhor Filme Nacional ficou com “Umbilina e sua grande rival”, de Marlom Meirelles Nascimento. O prêmio de Melhor Filme Internacional foi para “Queria poder dizer a verdade”, de Victor Augusto Mendívil (Peru). Como Melhor Filme Sessão Infanto-juvenil “A caminhonete do meu avô”, de Shadrak Boakye (Estados Unidos).
Pela escolha do Júri Oficial, o prêmio de melhor filme nacional foi para “Rinha”, de Rita Pestana – Brasil (2023). E o Prêmio de Melhor Curta Internacional ficou com “Juro Por Tudo de Mais Sagrado“, de Sam Manacsa – Filipinas (2023).
Os filmes brasileiros vencedores escolhidos pelo Júri Oficial e pela Escolha da Audiência receberam um prêmio no valor de R$ 1.500,00 (um mil e quinhentos reais) cada, e o melhor filme nacional escolhido pelo júri recebeu um prêmio da DOT Cine para a pós-produção de um filme de curta-metragem. A idealizadora do Lobo Fest – Festival Internacional de Filmes e uma das curadoras da mostra, Josiane Osorio celebrou as escolhas do júri e da audiência.
O que disse o Júri Oficial sobre os premiados e a menção honrosa
Menção Honrosa
Uma Laranja de Jaffa, de Mohammed Almughanni – Palestina (2023)
“No momento atual em que o Estado de Israel perpetra um genocídio contra o povo palestino, o filme é capaz de mostrar como a máquina sionista busca naturalizar a opressão em situações tão cotidianas como o simples direito de ir e vir. A princípio, a boa interação entre um palestino e um israelense, parece indicar uma possibilidade de reconciliação. No entanto, a truculência dos militares israelenses, que em certo momento parece afetar igualmente os dois personagens, logo recai com mais força para o lado palestino. A humilhação imposta ao rapaz palestino é aqui a humilhação de todo um povo e o filme consegue tocar nessa ferida de uma forma dura e ao mesmo tempo comovente.”
Melhor Filme Nacional
Rinha, de Rita Pestana – Brasil (2023)
“Ao retratar o mundo de Cássia ser invadido pelas vicissitudes da vida e de seu pai, o filme mistura a melancolia e a urgência de continuar tocando o barco até não dar mais, resultando numa obra tocante que nos remete às nossas incapacidades de dar conta de tudo. Há uma busca incessante pelo pai, talvez pela impossibilidade de alcançá-lo, a protagonista é levada a viver exatamente o que ele vivia. Da precariedade do trabalho autônomo à rinha de galo, o filme é realizado de maneira precisa, unindo montagem, som e fotografia a partir de uma direção sensível e potente.”
Melhor Filme Internacional
Juro Por Tudo de Mais Sagrado, de Sam Manacsa – Filipinas, 2023
“O filme trata de um problema contemporâneo de difícil solução que é a deterioração das relações trabalhistas desembocando em uma nova forma de escravização, no caso do filme, de mulheres. As relações trabalhistas apresentadas no filme não se responsabilizam minimamente pelo bem-estar do trabalhador, não há cumprimento dos prazos para pagamento de salário, falta de respeito para horário de refeições e carga horária máxima de trabalho. Sem cair no risco de se parecer com um sindicato ou instituições que possam fazer valer os acordos ou denunciar os abusos, o filme em sua narrativa adentra esse mundo e nos brinda com um curta duro, cruel e hipnótico.”
Sobre a 16 edição do Lobo Fest – Festival Internacional de Filmes
A 16ª edição do Lobo Fest – Festival Internacional de Filmes aconteceu em duas etapas. A primeira, nos dias 26 e 27 de outubro no Cine Brasília, e a segunda, de 11 a 15 de novembro, no Auditório do IFB Campus Riacho Fundo. Durante todo o festival, o público pôde ver a mais recente produção mundial e brasileira de filmes de curtas metragens nas categorias animação, ficção e documentário. Participaram da mostra competitiva, oito filmes brasileiros, sendo um deles de Brasília, e 45 estrangeiros de países como: China, Filipinas, Costa Rica, Turquia, República Tcheca, Japão, Palestina, França, Alemanha, Reino Unido e Itália, entre outros.
A comissão de seleção da 16ª edição do Lobo Fest, formada pelos curadores Bruno Carmelo, Josiane Osório, Rodrigo Campos e Ulisses de Freitas, recebeu mais de 2 mil inscrições de filmes de várias partes do mundo e do Brasil. Foram privilegiadas as produções que tratam de temas atuais por meio de uma linguagem contemporânea, filmes provocadores. Todos os filmes foram produzidos entre 2023 e 2024, garantindo o ineditismo da mostra para o público. Este projeto foi realizado pela Tabata Filmes com o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).
A caminhonete do meu avô – de Shadrak Boakye
Sobre a Tábata Filmes
Projetos itinerantes, inclusivos e focados em temas importantes para nós e para a sociedade fazem parte do histórico da Tábata Filmes. Trouxemos para o DF um cinema de fora do circuito comercial, que encanta por sua diversidade e representatividade: tudo isso para lutar por culturas que todos possam conhecer e com as quais possamos nos identificar. Assim nos aproximamos uns dos outros e do mundo que nos cerca. Em 2014, a Tábata Filmes realizou a sétima edição do Festival Internacional de Filmes Curtíssimos, com uma circulação de aproximadamente 3 mil pessoas durante os três dias de evento e uma mostra competitiva que reuniu cerca de 90 filmes (45 nacionais). Desde então, realiza inúmeros festivais e atividades formativas para ampliar o interesse do público pelo cinema e a cadeia produtiva do cinema.
Martinho da Vila, Lia de Itamaracá, Orquestra Zumbi dos Palmares, Coral Família Alcântara, Dhi Ribeiro e convidados integram a programação
Dias 16 e 17 de novembro. Ingressos gratuitos.
O Complexo Cultural Ibero-Americano será palco da segunda edição do Concerto Negro em Brasília, projeto que une música erudita e popular em homenagem à cultura afro-brasileira. As apresentações gratuitas ocorrem nos dias 16 e 17 de novembro, como parte das comemorações do Mês da Consciência Negra. O evento, com produção da Beco da Coruja e curadoria do maestro Fabiano Medeiros, tem como objetivo ressaltar a riqueza cultural africana e suas influências na música brasileira.
No sábado, dia 16, Martinho da Vila, ícone do samba e um dos criadores do evento, trará sua experiência e carisma ao palco em apresentação única, juntamente com a Orquestra Zumbi dos Palmares, sob a regência do Maestro Leonardo Bruno, que apresenta concerto marcado pelo encontro do erudito com o popular em uma pegada afro-brasileira. Ainda no programa, o Coral Família Alcântara, com mais de 60 anos de história, traz ao palco a tradição quilombola em emocionantes interpretações, Lia de Itamaracá, patrimônio vivo da ciranda, e Dhi Ribeiro, com sua voz marcante enriquecerá o espetáculo com ritmos afro-brasileiros.
E domingo, dia 17, a programação segue com a Orquestra Zumbi dos Palmares, o Coral Família Alcântara, Dhi Ribeiro e Lia de Itamaracá, em uma noite de celebração às tradições e raízes afro-brasileiras, encerrando o evento com performances emocionantes e cheias de ancestralidade. Ambas as apresentações contam com a participação da soprano brasiliense Aida Kellen.
O Concerto Negro é um espetáculo inspirado no cancioneiro afro-brasileiro e procura integrar a música erudita à popular. No repertório, peças do compositor do século 18 Padre José Maurício, de Alberto Nepomuceno, primeiro brasileiro a compor óperas em português, além de clássicos europeus com temas ligados à cultura negra.
Idealizado por duas grandes personalidades da música brasileira, de um lado, o Maestro Leonardo Bruno que apresenta no repertório do Concerto Negro, clássicos da música Afro-brasileiro. Do outro lado, uma das maiores representações da música genuinamente brasileira, o compositor Martinho da Vila, cuja força de sua densa obra traz a genialidade dos grandes mestres do samba. “Em 1986, eu e Martinho começamos esse trabalho e em 1989 fizemos a primeira apresentação com a Orquestra Sinfônica do Espírito Santo, onde eu era titular. Nós conversávamos muito e dessas conversas surgiam memórias de canções lindas do Brasil Escravo. E fomos organizando o que poderia caber nesse concerto. No final, já tínhamos o repertório que se somou à minha experiência sinfônica”, relembra o maestro Leonardo Bruno, sobre o nascimento do Concerto Negro.
Além das apresentações, a edição deste ano traz uma programação diversificada, com atividades que se estendem antes dos grandes concertos. Entre os destaques, está a Roda de Saberes, no dia 14/11, 15h, na Escola de Música de Brasília, com artistas e gestores culturais negros. A roda será um espaço de troca e reflexão sobre a cultura afro-brasileira e contará com a participação de A roda de saberes contará com a participação de Aida Kellen , professora e cantora lírica, Dhi Ribeiro, cantora e da música popular brasileira, Marcelo Café, compositor e músico, Kátia Pinheiro, spalla da Orquestra Zumbi dos Palmares e Prof. Dr. Alciomar Oliveira, professor de música da UnB. E no dia 15/11, ensaio aberto às 20h, no Complexo Cultural Ibero-Americano.
O Concerto Negro também promoverá ações de inclusão social e acessibilidade. O evento contará com intérpretes de Libras e audiodescrição para pessoas com deficiência visual. Além disso, ações socioambientais, como o plantio de mudas no Distrito Federal, reforçam o compromisso do projeto com a sustentabilidade.
O Concerto Negro tem apresentação do Ministério da Cultura e Instituto Vale Cultural,. É realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF e patrocínio do Instituto Vale Cultural por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Conta ainda com apoio do Eixo Cultural Ibero-Americano, Instituto Janelas da Arte e Instituto Brasileiro do Frevo.
Programação
14/11 – Quinta-feira
Roda de Saberes, espaço para debates e trocas de experiências sobre os desafios e conquistas de artistas e gestores negros no Brasil. Os participantes compartilharão suas trajetórias de vida e carreira, contribuindo para a reflexão sobre o protagonismo negro na música e na gestão cultural.
● Horário: 15h
● Local: Escola de Música de Brasília
Participantes:
● Aida Kellen: Professora e cantora lírica, abordará sua trajetória como mulher negra no canto erudito.
● Dhi Ribeiro: Cantora da música popular brasileira, refletirá sobre sua carreira em Brasília e no Brasil, além de seu papel como intérprete da cidade.
● Marcelo Café: Compositor e músico, trará suas experiências e desafios como artista negro na cena musical de Brasília.
● Kátia Pinheiro: Spalla da Orquestra Zumbi dos Palmares, falará sobre sua trajetória na música erudita como violinista.
● Prof. Dr. Alciomar Oliveira(UnB):Professor de música, discutirá os desafios enfrentados por professores negros, com ênfase em suas experiências fora do Brasil e na música orquestral.
15/11 – Sexta-feira
Ensaio aberto com Martinho da Vila, Lia de Itamaracá, Família Alcântara Coral, Dhi Ribeiro, Maestro Leonardo Bruno e Oquestra Zumbi dos Palmares
● Horário: 20h
● Local: Complexo Cultural Ibero-Americano
16/11 – Sábado
Concerto com Martinho da Vila, Família Alcântara Coral, Dhi Ribeiro, Lia de Itamaracá, Maestro Leonardo Bruno e Orquestra Zumbi dos Palmares
● Horário: 20h
● Local: Complexo Cultural Ibero-Americano
17/11 – Domingo
Concerto com Lia de Itamaracá, Família Alcântara Coral, Dhi Ribeiro, Maestro Leonardo Bruno e Orquestra Zumbi dos Palmares
● Horário: 19h
● Local: Complexo Cultural Ibero-Americano
Sobre as atrações
Coral Família Alcântara Com 60 anos de história, o coral é formado por gerações de uma família quilombola de João Monlevade (MG), e suas apresentações emocionantes transmitem o legado musical africano.
Dhi Ribeiro Cantora e compositora, Dhi Ribeiro é uma das principais vozes da música afro-brasileira. Seu repertório de samba e ritmos afro-brasileiros exalta a cultura negra e a tradição popular.
Lia de Itamaracá A icônica cirandeira Lia de Itamaracá também integra o Concerto Negro, trazendo o encantamento da ciranda e sua herança cultural, com uma carreira marcada pelo reconhecimento de sua importância na preservação da cultura afro-brasileira.
Martinho da Vila
Ícone do samba e da cultura popular brasileira, Martinho da Vila tem mais de 50 anos de carreira e é autor de clássicos como “Casa de Bamba” e “Devagar, Devagarinho”. Suas músicas exaltam as raízes afro-brasileiras e a simplicidade do cotidiano. Além de cantor e compositor, Martinho é um dos criadores do Concerto Negro, reafirmando seu papel na promoção da diversidade e da cultura afrodescendente.
Maestro Leonardo Bruno
Leonardo Bruno é maestro, arranjador e compositor. Foi regente das Orquestras Sinfônicas do Espírito Santo, Paraíba e Filarmônica do Rio de Janeiro. Como arranjador, trabalhou com Gilberto Gil, Zeca Pagodinho e Martinho da Vila. Também é compositor, com parcerias notáveis como “Frevo Rasgado” e “Zumbi dos Palmares” e idealizador do Concerto Negro.
Orquestra Zumbi dos Palmares Formada por músicos negros e pardos, a orquestra é regida pelo Maestro Leonardo Bruno e apresenta um repertório que celebra a herança afro-brasileira, mesclando o erudito e o popular. Seus arranjos orquestrais vibrantes refletem a força ancestral africana com um toque inovador. A orquestra está programando turnê do trabalho de pesquisa sobre os cânticos para os orixás nos centros de candomblé ou de xangô.
Evento trará filmes inéditos e retrospectiva com comédias clássicas do cinema italiano. Até o momento, 29 filmes foram confirmados no Festival
O PENITENTE (THE PENITENT): Divulgação
A nova edição do FESTIVAL DE CINEMA ITALIANO NO BRASIL já tem data confirmada. O evento, que já faz parte do calendário brasileiro há 19 anos, começa no dia 7 de novembro. O Festival, mais uma vez, estará presente em todo o Brasil, e dessa vez levará filmes para mais de 70 cidades de todas as regiões do país. Além disso, todos os longas estarão disponíveis em formato online e poderão ser vistos no site do Festival.
Por enquanto, são 79 cidades que receberão os longas do FESTIVAL DE CINEMA ITALIANO NO BRASIL deste ano. Confira abaixo a lista completa.
Além de filmes inéditos que destacam a produção mais recente do cinema italiano, o FESTIVAL DE CINEMA ITALIANO NO BRASIL, neste ano, apresentará uma retrospectiva com algumas das principais obras clássicas do país com obras de Vittorio de Sica e Roberto Benigni.
O FESTIVAL DE CINEMA ITALIANO NO BRASIL foi fundado pela Câmara do Comércio Italiana de São Paulo – ITALCAM, e conta com o patrocínio e a colaboração da Embaixada da Itália. Três anos atrás, a Embaixada da Itália lançou o projeto de exibir os filmes do Festival também presencialmente no Brasil inteiro com o objetivo de divulgar a Cultura Italiana por meio do seu Cinema, conhecido no mundo inteiro pela sua criatividade e genialidade. O projeto virou um enorme sucesso e este ano estará presente em mais de 120 salas de projeção.
O Festival tem, pelo quarto ano consecutivo, o patrocínio da Pirelli, como patrocinador master do festival. “O Festival de Cinema Italiano é um evento importante na agenda anual e celebra a forte presença da cultura italiana no Brasil, onde a Pirelli contribui de forma significativa há quase um século”, diz Cesar Alarcon, CEO e Vice-Presidente Sênior da Pirelli para a América Latina.
Confira, abaixo, a lista com os filmes selecionados até o momento do 19º FESTIVAL DE CINEMA ITALIANO NO BRASIL.
Filmes Inéditos A ALMA EM PAZ (L’ANIMA IN PACE), 2023 – Direção: Ciro Formisano CARACAS (CARACAS), 2024 – Direção: Marco D’Amore E SE O MEU PAI (E SE MIO PADRE), 2024 – Direção: Solange Tonnini ÉRAMOS CRIANÇAS (ERAVAMO BAMBINI), 2024 – Direção: Marco Martani LAF (PALAZZINA LAF), 2023 – Direção: Michele Riondino MIA (MIA), 2023 – Direção: Ivano De Matteo NASCIDA PARA VOCÊ (NATA PER TE), 2023 – Direção: Fabio Mollo O PENITENTE (THE PENITENT), 2023 – Direção: Luca Barbareschi ROMEU É JULIETA (ROMEO È GIULIETTA), 2024 – Direção: Giovanni Veronesi TOQUINHO: ENCONTROS E UM VIOLÃO, 2024 – Direção: Erica Bernardini UM MUNDO À PARTE (UN MONDO A PARTE), 2024 – Direção: Riccardo Milani EM BUSCA (À LA RECHERCHE, 2023 – Direção: Giulio Base POSSO ENTRAR? UMA ODE A NÁPOLES (POSSO ENTRARE? AN ODE TO NAPLES), 2023 – Direção: Trudie Styler MAIS UM VERÃO EM FAMÍLIA (UN ALTRO FERRAGOSTO), 2024 – Direção: Paolo Virzí PARECE BASTANTE PARIS (PERE PARECCHIO PARIGI), 2024 – Direção: Leonardo Pieraccioni ADEUS, GAROTO (CIAO, BAMBINO), 2024 – Direção: Edgardo Pistone
Filmes Retrospectiva ABISMO DE UM SONHO – Direção: Federico Fellini (1952) A DUPLA EXPLOSIVA – Direção: Marcello Fondato (1974) CONFUSÕES À ITALIANA – Direção: Mario Mattoli (1954) GUARDAS E LADRÕES – Direção: Mario Monicelli e Steno (1951) NÁPOLES MILIONÁRIA – Direção: Eduardo De Filippo (1950) O COMUM SENTIDO DO PUDOR – Direção: Alberto Sordi (1976) O HOMEM DA CAIXINHA – Direção: Carlo Ludovico Bragaglia (1950) O OURO DE NÁPOLES – Direção: Vittorio De Sica (1954) ONDE PASSAREMOS AS FÉRIAS? – Direção: Alberto Sordi, Mauro Bolognini, Luciano Salce (1978) O PEQUENO DIABO – Direção: Roberto Benigni (1988) A VIAGEM DO CAPITÃO TORNADO – Direção: Ettore Scola (1990) TOTÒ A COLORI – Direção: Steno (1952)
Confira a ficha técnica completa dos filmes da Retrospectiva aqui.
Confira as cidades participantes até o momento, por região:
Sudeste: Areal (RJ), Casemiro de Abreu (RJ), Engenheiro Paulo de Frontin (RJ), Guapimirim (RJ), Itaocara (RJ), Paraty (RJ), Maricá (RJ), Nova Friburgo (RJ), Niterói (RJ), Vila Pavão (ES), Colatina (ES), Nova Venécia (ES), Petrópolis (RJ), Icaraí (Niterói – RJ), Barra do Piraí (RJ), Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES), Barbacena (MG), Belo Horizonte (MG), Ouro Preto (MG), Conquista (MG), Sacramento (MG), Uberaba (MG), Jacutinga (MG), Juiz de Fora (MG), São João del Rei (MG), Tiradentes (MG), Uberlândia (MG), Viçosa (MG), Campinas (SP), Cordeirópolis (SP), Mococa (SP), São Paulo (SP), Santos (SP), Rio Claro (SP), Vale do Ribeira (SP), Registro (SP), Birigui (SP), São Caetano do Sul (SP) e Piracicaba (SP)
Centro-Oeste: Cuiabá (MT), Brasília (DF) e Goiânia (GO)
Norte: Porto Velho (RO), Belém (PA) e Manaus (AM)
Nordeste: Itapipoca (CE), Recife (PE), Salvador (BA) e São Luís (MA)
Sul: Caçador (SC), Blumenau (SC), Joinville (SC), Cascavel (PR), Curitiba (PR), Maringá (PR), Medianeira (PR), Ponta Grossa (PR), Jacarezinho (PR), Caiobá (PR), Concórdia (SC), Antônio Prado (RS), Caxias do Sul (RS), Farroupilha (RS), Flores da Cunha (RS), Gramado (RS), Erechim (RS), Passo Fundo (RS), Bento Gonçalves (RS), Santa Maria (RS), Ivorá (RS), Faxinal Do Soturno (RS), Nova Palma (RS), Dona Francisca (RS), São João Do Polesine (RS), Silveira Martins (RS), Restinga Sêca (RS) e Porto Alegre (RS).
O festival, lançado no último dia 5 na Arena BRB Mané Garrincha, traz Gemma O’Brien e Felipe Grimaldi entre os palestrantes principais
Foto divulgação
Na noite do dia 5 , foi realizada a cerimônia de lançamento do Pixel Show Brasília, que desembarca na capital entre os dias 22 e 24 de novembro. Este é o maior festival de criatividade da América Latina e promete transformar a Arena BRB Mané Garrincha em um verdadeiro palco de inovação e arte, com 95% de sua programação gratuita e atrações que abrangem desde exposições e experiências em realidade virtual até palestras e workshops com renomados artistas e designers internacionais. A iniciativa conta com o apoio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal.
A programação do festival inclui palestras com nomes de peso da cena artística global, entre eles a australiana Gemma O’Brien, reconhecida internacionalmente por seu trabalho de tipografia experimental e ilustração. O’Brien, cuja obra já foi destaque em diversas galerias e campanhas ao redor do mundo, compartilhará sua experiência em tipografia e design visual, revelando suas técnicas e a visão única que a transformaram em referência no setor. Ao lado dela, Felipe Grimaldi, designer gráfico, professor, letrista, artista visual, comunicador digital e muralista, possue um vasto repertório acerca de símbolos e caligrafias populares. Grimaldi também dedica-se ao exercício de comunicador digital, popularizando-se com os reels de “react”, onde realiza observações técnicas e estéticas de trabalhos de outros artistas. O artista fará uma palestra contando sobre o desafio de entrada no mercado, o antes e o depois de virar influencer ecomo foi a repercussão do “Chora Photoshop”.
Além deles estão confirmadas também as palestras de Orkut Buyukkokten, engenheiro de software visionário, criador da rede social que levou o nome dele e que deu início ao ambiente de relacionamento social que encontramos hoje nas mídias sociais; David Carson, designer gráfico e ex-surfista, é considerado um dos criativos mais influentes dos anos 90 e Jordan Soles, vice-presidente de Desenvolvimento Tecnológico da Rodeo FX, empresa canadense de efeitos visuais para cinema, televisão e publicidade, famosa por ter sido a criadora de efeitos para a série Game of Thrones.
Para o público em geral, o Pixel Show oferece acesso gratuito a uma série de atividades interativas e expositivas, como a feira de expositores, Sharp Talks e a arena multiuso com shows e apresentações. As Sharp Talks são um ponto alto da programação gratuita: palestras curtas e dinâmicas que abordam temas de inovação, cultura e criatividade. Esse espaço de diálogos rápidos e inspiradores é uma oportunidade para o público conhecer tendências e se conectar com ideias criativas de maneira acessível e descontraída.
Os workshops – que terão acesso por ordem de chegada, com preferência para quem possui ingressos pagos (para as palestras das conferências) e sobrando vagas será liberado a participação do público em geral – são sessões práticas ministradas por artistas e designers de renome. Com capacidade para até 40 participantes por sessão, os workshops abrangem temas como ilustração, animação, design gráfico e pixel art, garantindo espaço para que iniciantes e profissionais experimentem e aperfeiçoem novas técnicas. Entre os nomes já confirmados que darão treinamentos estão o da própria Gemma O’Brien, Marcio Okabe, origamista que encontrou no origami uma forma de expressar sua criatividade e conectar-se com suas raízes culturais; Red, que tem o desenho como terapia desde muito cedo, e que atua profissionalmente no meio artístico em várias vertentes como ilustrações digitais, pintura de murais e tatuagem; entre outros.
Outro destaque do festival é a área de experiências tecnológicas, onde os visitantes podem explorar instalações de realidade estendida (XR), simuladores e outras ferramentas inovadoras. Essa área convida o público a interagir com o que há de mais recente em tecnologia imersiva, oferecendo uma oportunidade única de experimentar novas dimensões de interatividade. A proposta é promover uma imersão total que combina aprendizado e entretenimento, com atividades abertas a todos.
Além disso, o evento conta com o Espaço Makers, uma plataforma para criadores independentes e artistas urbanos exporem e comercializarem suas obras, que vão desde esculturas e ilustrações até objetos de design. Com foco na produção autoral, o espaço é ideal para quem deseja apoiar a arte local e conhecer novas expressões criativas. Para as famílias, o Pixel Show trará atividadesespecialmente desenvolvida para incentivar o contato das crianças com a arte e a tecnologia, em atividades lúdicas e educativas.
Para encerrar a experiência, o food park oferece uma seleção de food trucks com opções gastronômicas variadas, de pratos típicos da região a sabores internacionais!
Além das atividades gratuitas, o Pixel Show oferece duas categorias de ingressos pagos para acesso às conferências e outras experiências exclusivas. O ingresso Basic, com valor a partir de R$82,50, dá direito ao acesso às conferências, entrada na feira, experiências interativas, Sharp Talks e workshops, além das gravações das palestras ocorridas durante o Pixel Show Brasília que estarão disponíveis em até 15 dias após o evento. Já o ingresso Black, com valor a partir de R$500, oferece acesso completo ao conteúdo do festival, com prioridade nos workshops, fastpass para as atividades, um vale cerveja e acesso às gravações das palestras do evento em Brasília e de todas as edições anteriores.
Com um formato acessível e inspirador, o Pixel Show Brasília está preparado para se tornar um marco na capital federal, conectando o público com a vanguarda da economia criativa e abrindo portas para novas possibilidades de expressão e aprendizado. “Nosso objetivo é criar um evento onde todos possam se sentir inspirados, se conectar com o universo criativo e expandir seus próprios limites”, destaca Simon Szacher, um dos organizadores. “Queremos que Brasília se torne um novo ponto de referência para a inovação e a criatividade.”
Serviço Festival Internacional de Criatividade Pixel Show 2024 – 19ª Edição Data: 22 a 24 de novembro, das 09h às 21h Local: Arena BRB Mané Garrincha, Brasília Endereço: SRPN (Setor de Recreação Pública Norte), Brasília Mais informações: https://pixelshow.co
Sobre o Festival Internacional de Criatividade Pixel Show
O Pixel Show é o mais antigo do Brasil e o maior festival de criatividade da América Latina e acontece desde 2005, no último trimestre do ano. Na última edição presencial, em 2022, reuniu mais de 50 mil pessoas para muita inovação, networking e negócios em um fim de semana incrível. O Pixel Show tem como tema central tendências, inspirações, cultura, arte, empreendedorismo, inovação e tecnologia, buscando fomentar e abastecer com ideias o mercado da economia criativa, sempre gerando impacto social positivo, inclusive nas áreas de saúde, sustentabilidade e educação, entre outras.
O Pixel Show foi finalista do prêmio Cultura do Estado de São Paulo em duas edições (2019 e biênio 2020-2021). Em 2022, recebeu a Medalha Mário de Andrade devido à importância de todo seu trabalho e seu histórico de realizações em prol da Economia Criativa. As principais notícias do evento e deste mercado circulam durante todo o ano nas redes sociais do festival e na revista Zupi, veículo oficial do Pixel Show. Em 2020 e 2021, em suas edições 100% online, foi assistido por mais de 130 mil pessoas que geraram mais de 5 milhões de impressões, em mais de 75 países ao redor do mundo. Em 2024, chega a sua 19ª edição dessa vez em uma nova praça, Brasília. Também já foram realizadas quatro edições em outras capitais, sendo duas em Porto Alegre, uma em Recife e uma em Salvador.
Foto divulgação
Acesse https://pixelshow.co/press para assistir a vídeos e ver fotos de edições passadas, além de poder se cadastrar para cobrir o festival. E já “sinta o clima” do que te espera em 2024.
Mais longevo festival de cinema do país, o 57º FBCB acontece de 30 de novembro a 7 de dezembro de 2024, com nove mostras em cartaz, além das exibições especiais de abertura e encerramento
Festival programa debates, oficinas, encontros setoriais, e as atividades do 6º Ambiente de Mercado e da 4ª Conferência do Audiovisual Brasileiro
Tudo isso no Cine Brasília, que contará com estrutura inédita e ampliada montada para o Festival, com três auditórios – sendo a principal batizada nesta quarta (6/11) como Sala de Cinema Vladimir Carvalho
Além dela, haverá uma segunda sala de cinema, uma sala multiuso, uma sala de reuniões e praça de alimentação
Mostra Competitiva Nacional tem seis longas e 12 curtas selecionados entre os 1180 inscritos; eles recebem cachês de seleção de R$ 30 mil para longas e R$ 10 mil para curtas; 26º Troféu Câmara Legislativa distribui R$ 240 mil em prêmios para os filmes concorrentes da Mostra Brasília
Na abertura do festival, atriz Zezé Motta será laureada com o Troféu Candango pelo conjunto de sua obra; edição também presta homenagens póstumas a Vladimir Carvalho e Mallú Moraes, grandes nomes do cinema brasileiro e candango
Planaltina, Taguatinga e Gama recebem exibições gratuitas da Mostra Competitiva Nacional, da Mostra Brasília e do Festivalzinho
Filmes de abertura, encerramento, Mostra Competitiva Nacional e Mostra Brasília serão exibidas com recursos de legendagem em closed caption e audiodescrição ao vivo
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TEASER DO 57º FESTIVAL DE BRASÍLIA
A gestão compartilhada do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro anunciou nesta quarta-feira (6/11), a programação oficial da 57º edição do evento. Referência histórica que atravessa gerações, o mais longevo festival de cinema do país ocupa mais uma vez o Cine Brasília, entre os dias 30 de novembro e 7 de dezembro de 2024. Nesta edição serão exibidos 79 filmes, distribuídos em nove mostras, sendo elas: as tradicionais Competitiva Nacional e Mostra Brasília, três mostras paralelas, sessões especiais, exibições de mercado, Festivalzinho e FestUni, com produções universitárias.
Além de um volume ampliado de filmes, a 57ª edição apresenta como novidade uma estrutura inédita montada ao redor do Cine Brasília. A Arena do Festival de Brasília, que já comporta a tradicional praça de alimentação e a área de convivência, neste ano agregará mais três auditórios.
O primeiro deles é a tradicional sala de projeção do Cine Brasília, que ganhou o título oficial de Sala de Cinema Vladimir Carvalho, segundo o decreto 46.498, publicado no DODF na terça-feira (5/11). Uma segunda sala de cinema reunirá exibições paralelas e especiais; enquanto os outros dois vão receber a 4ª Conferência do Audiovisual Brasileiro, as oficinas, os encontros setoriais e todas as atividades do 6º Ambiente de Mercado. A estrutura se completa com uma sala multiuso para a realização de debates e uma sala de reuniões para os júris.
O primeiro Troféu Candango de 2025 já tem dona: a veterana atriz, ganhadora do Candango por sua atuação em Xica da Silva, no Festival de Brasília de 1975, Zezé Motta. Ela será a grande homenageada desta edição e receberá a estatueta pelo conjunto de sua obra na noite de abertura. Na ocasião, o festival presta tributo póstumo a um dos maiores documentaristas brasileiros, o cineasta e professor paraibano radicado em Brasília Vladimir Carvalho, e à produtora, atriz e cantora Mallú Moraes. São duas figuras que marcaram o cinema nacional e, particularmente, se tornaram referência do cinema candango.
Sob a presidência do secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, e a direção geral da produtora Sara Rocha, o 57º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro tem direção artística do crítico, cineasta e programador Eduardo Valente. A edição apresenta um mosaico do mais novo cinema brasileiro, com produções de Norte a Sul do país.
“As comissões de seleção do Festival puderam mergulhar num universo amplo de filmes, que comprovam a vitalidade e a diversidade da produção do país. Foi um processo ao mesmo tempo prazeroso e difícil, porque mesmo com uma ampliação do número total de obras exibidas, uma quantidade enorme de bons filmes sempre precisa ficar de fora”, reconheceu Valente.
Para ele, os filmes que compõem a seleção oficial e as diversas mostras paralelas foram selecionados pela importância individual e pelo panorama que traçam em conjunto. “Eles representam, de maneira ampla, uma imagem firme e plural do que se faz de mais relevante no cinema brasileiro hoje”, define.
O 57º Festival de Brasília apresenta seis longas-metragens e 12 curtas na Mostra Competitiva Nacional, selecionados entre 1.180 títulos (953 curtas e 227 longas) inscritos; quatro longas e oito curtas da Mostra Brasília – 26º Troféu Câmara Legislativa, voltado para as produções do DF; 13 longas para as mostras paralelas Caleidoscópio, Festival dos Festivais e A Formação dos Brasis, 7 produções infanto-juvenis que integram o Festivalzinho, sessões especiais, filmes de abertura e encerramento, e três exibições conectadas ao mercado.
Os selecionados para as mostras competitivas nacionais serão remunerados com cachê de seleção nos valores de R$ 30 mil para longas-metragens e R$ 10 mil para curtas. Há ainda prêmios em dinheiro, como o Prêmio Canal Brasil de Curtas, que concede R$ 15 mil ao Curta eleito por júri montado pelo canal; e prêmios em mídia, como o do Canal Like, que concede R$ 50 mil em anúncios no canal ao Melhor Longa pelo Júri Oficial. Na Mostra Brasília, o audiovisual candango concorre a R$ 240 mil reais em prêmios concedidos pelo 26º Troféu Câmara Legislativa.
Para o secretário de Cultura e Economia Criativa e presidente do Festival de Brasília, Claudio Abrantes, o evento desempenha um papel central na sensibilização de novos públicos para o cinema brasileiro, além de movimentar toda a cadeia de produção na economia criativa. “Geramos empregos e oportunidades, além de evidenciar a riqueza cultural e das produções artísticas do nosso país e da nossa cidade”, destaca. Ele também ressalta que o festival é um dos grandes legados da cultura do DF. “Este é um evento que é reconhecido não só nacionalmente, mas também no cenário internacional. Com planejamento e transparência, esperamos entregar a 57ª edição com a qualidade que a sociedade e toda a comunidade cinematográfica e setor do audiovisual merecem.”
Por esse motivo, a 57ª edição do Festival de Brasília não estará restrita ao Plano Piloto. Como todo ano, as ações de descentralização permitem que os filmes do festival cheguem a outras regiões administrativas do DF. De 30 de novembro a 7 de dezembro, portanto, o filme de abertura, a Mostra Competitiva Nacional e a Mostra Brasília ganham projeção simultânea em Planaltina, Taguatinga e Gama.
As sessões nas RAs acontecem na sede da Cia Lábios da Lua (Gama), no Complexo Cultural de Planaltina e na Faculdade Estácio do Pistão Sul (Taguatinga). Durante a semana haverá sessões matinais exclusivas para escolas do Festivalzinho. No sábado, o programa de títulos infantis será exibido gratuitamente. As RAs também terão praças de alimentação e estrutura para apresentações de shows de DJs após as exibições da Mostra Competitiva Nacional.
Nesta edição, Brasília terá estrutura de acessibilidade mais adequada às demandas da comunidade. Os filmes de abertura e encerramento, e os todos os filmes da Mostra Competitiva Nacional e da Mostra Brasília terão legendagem descritiva em tela complementar abaixo da tela do cinema e audiodescrição feita ao vivo com sistema de transmissão para fones de ouvido. Além de espaço adequado para fluxo de pessoas com mobilidade reduzida, as cerimônias de abertura e encerramento terão tradução para Libras.
A 57ª edição do FBCB conta com apoio do Cine Brasília, Canal Brasil, Canal Like e Metrópoles. É realizado pelo Instituto Brasil Alvorada e Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, em gestão compartilhada que se estende às três próximas edições do festival, culminando em 2026, na 59ª edição. Conheça a programação de filmes, mostra a mostra.
FILMES DE ABERTURA E ENCERRAMENTO
Os filmes são apresentados logo após as cerimônias de abertura e encerramento do festival, apresentadas pela atriz e influenciadora acreana Gleici Damasceno, nos dias 30 de novembro e 7 de dezembro de 2024. Homenagens a grandes personalidades das ciências e artes brasileiras se apresentam em formato documental, com duas estreias marcantes para as telas do país.
Na abertura, Marcelo Gomes (Cinema, Aspirinas e Urubus) faz a primeira exibição de seu novíssimo longa-metragem, Criaturas da Mente, filme que investiga o sonho como motor da revolução humana, acompanhando o trabalho e a vida do neurocientista e escritor brasileiro Sidarta Ribeiro.
No encerramento, Lírio Ferreira e Carolina Sá apresentam O Menino d’Olho d’Água, documentário sobre mestre do instrumental brasileiro, Hermeto Pascoal, filmado no sertão alagoano, lugar onde nasceu e de onde vem suas primeiras referências sonoras.
Ambos filmes são exibidos com os recursos de legendagem descritiva e audiodescrição ao vivo no Cine Brasília. O filme de abertura também será exibido nas RAs de descentralização do Festival de Brasília: sede da Cia Lábios da Lua (Gama), Complexo Cultural de Planaltina e Faculdade Estácio – Pistão Sul (Taguatinga)
MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL – LONGAS
A 57ª edição do Festival de Brasília traz Ruy Guerra de volta à competição de longas. O vetereano cineasta de origem moçambicana apresenta A Fúria, a aguardada conclusão de sua trilogia política iniciada com o clássico Os Fuzis (1964) – apresentado em Brasília em mostra retrospectiva de 1975 –, seguida por A Queda (1977) – participante da Mostra Competitiva de 1978. Em A Fúria, codirigido por Luciana Mazzotti, Guerra traz Ricardo Blat no papel antes interpretado pelo saudoso Nelson Xavier, vencedor do prêmio de Melhor Ator daquele ano.
Quem também volta após consagração em edição anterior do evento com filme novo é Sérgio Borges, diretor mineiro que levou o Candango de melhor longa em 2010 por O Céu Sobre os Ombros. Agora, ao lado da diretora Clarissa Campolina (de Girimunho e Canção ao Longe – exibido em 2022), ele divide a direção de Suçuarana, um drama sobre a retirante Dora em busca de trabalho e de uma terra antiga de sua mãe em uma região mineradora, até encontrar um vilarejo repleto de afeto e coletividade.
Também de Minas Gerais, integra a competição oficial de longas a produção indígena Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá, de Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero e Luisa Lanna. Trata-se de um documentário protagonizado por uma das próprias diretoras do filme, Sueli, que é arte-educadora da Aldeia Escola Floresta de Teófilo Otoni (MG). O filme relata a sua busca pelo pai, Luis Kaiowá, de quem foi separada pela ditadura militar.
Um título inédito de Brasília se apresenta na seleção oficial da Mostra Competitiva Nacional. Longa-metragem de estreia do diretor brasiliense Guilherme Bacalhao, Pacto da Viola, traz grande elenco local para contar a história de um músico sertanejo que precisa ajudar o pai doente, um capitão de folia que tem uma dívida com os santos e demônios.
A diretora amazonense Christiane Garcia faz sua estreia em longa de ficção com Enquanto o Céu Não me Espera. Estrelado por Irandhir Santos, o filme narra a história de um agricultor que luta contra as dificuldades climáticas em um pequeno sítio afetado pelas cheias dos rios da Amazônia.
Já Salomé, de Pernambuco, é o segundo longa da carreira do diretor André Antônio, que se tornou uma referência do cinema queer brasileiro contemporâneo ao integrar o coletivo Surto & Deslumbramento. Aqui ele narra a história de uma jovem modelo que se apaixona por um rapaz envolvido em uma estranha seita, que cultua a sanguinária princesa bíblica Salomé.
A Comissão de Seleção de longas da Mostra Competitiva Nacional 2024 é composta por Janaína Oliveira, Leonardo Bomfim, Luís Fernando Moura e Rafaella Rezende. Eles tiveram o desafio de assistir e selecionar entre 227 longas, os seis em competição. O júri que premiará os longas em cartaz é formado por Affonso Uchôa, Carina Bini, Heitor Augusto, Mariana Nunes e Sandra Kogut.
O festival forma, ainda, o Júri do Prêmio Zózimo Bulbul, a conferir os troféus para os melhores filmes com temática afirmativa. O júri é montado a partir de indicações do Centro Afro Carioca de Cinema e da Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro – Apan, e em 2024 é composto por Aristótelis tothi, Vitor José Pereira e Larô Gonzaga.
MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL – CURTAS
Na seleção de curtas-metragens, o 57º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro reforça sua vocação para trazer questões urgentes da sociedade contemporânea, sob as mais diversas perspectivas geográficas, de gênero e de raça, com obras representantes de todas as regiões brasileiras.
O cinema candango conseguiu o maior espaço dentre os curtas, com três filmes na disputa: Inflamável, do diretor estreante Rafael Ribeiro Gontijo; Descamar, dirigido pelo escritor, professor e curta-metragista premiado da produtora relatar-se, Nicolau; e o novo documentário da veterana cineasta e professora de cinema Dácia Ibiapina sobre o saudoso mestre quilombola Nêgo Bispo, Confluências.
De São Paulo, Javyju – Bom Dia, marca a estreia da cacica Kunha Rete, que divide a direção com Carlos Eduardo Magalhães (Palavra Cantada 3D), numa ficção científica futurista situada em uma aldeia Guarani. E, de Minas Gerais, Mãe de Ouro, de Maick Hannder, apresenta uma ficção sobre a superação do luto.
Representantes do Rio de Janeiro, Yuri Costa traz sua perspectiva afrossurrealista para uma viagem às festas black dos anos 1970 no drama E Seu Corpo é Belo, enquanto a dupla Samuel Lobo e Rodrigo de Janeiro apresentam o documentário Dois Nilos, que celebra o cinema negro brasileiro, com um passeio pelas memórias do cineasta Afrânio Vital.
A região Norte está representada com a nova produção do realizador e professor Antonio Fargoni, que idealizou o movimento do Cinema Instantâneo, estilo presente neste curta de ficção de Rondônia, E Assim Aprendi a Voar.
O Sul concentra duas produções. Uma de Santa Catarina, Kabuki, única animação da competição, realizada em stop motion pelo premiado quadrinista e curta-metragista Tiago Minamisawa. E a outra do Rio Grande do Sul, Chibo. Digirido por Gabriela Poester e Henrique Lahude, o documentário investiga a travessia clandestina de mercadorias de uma família que mora na fronteira entre Brasil e Argentina.
Do Nordeste, o público poderá mergulhar nos curtas Maremoto, de Cristina Lima e Juliana Bezerra, do Rio Grande do Norte, e Mar de Dentro, de Lia Letícia, de Pernambuco. No curta potiguar, as diretoras contam a história de uma filha de pescador frustrada que assume o desafio de fazer um mergulho em alto-mar para resgatar um tesouro. Na produção pernambucana, a diretora e artista visual realiza uma performance poética permeada pela história política de Preto Sérgio, um ex-detento preso injustamente ainda menor de idade em Fernando de Noronha.
A Comissão de Seleção de Curtas elencou os 12 filmes a partir de 953 inscritos. Os trabalhos foram desenvolvidos por André Dib, Bruno Victor, Camila Macedo, Karen Black, Lorenna Montenegro e Sergio Silva. O júri da categoria é composto por Lila Foster, Mirella Façanha, Paola Malmann, Simone Zuccolotto e Thiago Costa.
MOSTRA BRASÍLIA – 26º TROFÉU CÂMARA LEGISLATIVA
Na programação da Mostra Brasília – 26º Troféu Câmara Legislativa, a seleção 2024 dos concorrentes aos R$ 240 mil em prêmios reúne desde diretores estreantes do Distrito Federal a cineastas premiados. A seleção de longas-metragens da mostra reúne quatro filmes.
Veterano e premiado, com várias passagens pelo Festival de Brasília, o documentarista Renato Barbieri volta à Mostra Brasília com seu novo longa Tesouro Natterer. O filme aborda o naturalista austríaco Johann Natterer, membro da Expedição Austríaca que acompanhou a então Arquiduquesa Leopoldina em sua vinda ao Brasil, em 1817.
Outro nome muito conhecido do teatro e das artes no Distrito Federal, Adriano Guimarães (do Coletivo Irmãos Guimarães) faz uma incursão solo no universo cinematográfico com a produção Nada, um delicado drama sobre uma mulher que volta ao interior onde viveu na infância para acompanhar os últimos dias de vida de sua irmã.
Além desses, a seção de longas marca a estreia de curtas-metragistas premiados de Brasília neste formato. Fáuston Silva, que coleciona láureas por seu filme Meu Amigo Nietzsche, apresenta seu Manual do Herói, uma ficção sobre um rapaz que recebe um manual das mãos de uma heroína mascarada; e Cristiane Bernardes e Tiago de Aragão exibem pela primeira vez no Brasil o documentário A Câmara, que registra a atuação das mulheres do parlamento em meio ao cenário de polarização.
Dentre os curtas brasilienses inscritos, foram selecionados oito filmes. De documentários experimentais a animação infanto-juvenil e exercícios de linguagem nos mais variados gêneros da ficção, a Mostra Brasília tem aqui um mosaico da produção recente de realizadores da cidade. Do lado mais experimental, estão os documentários Caravana da Coragem, de Pedro B. Garcia; A Sua Imagem na Minha Caixa de Correio, de Silvino Mendonça; e a ficção Cemitério Verde, de Maurício Chades.
Clarice Cardell, muito conhecida por seu trabalho com teatro para bebês, estreia pela primeira vez na mostra com a animação Kwat e Jaí – Os Bebês Heróis do Xingu. O drama espiritual ONA, também marca a primeira incursão das egressas do Instituto Federal de Brasília (IFB) Clara Maria e M4vi Adroindie na mostra. Já Rafael Lobo volta à disputa neste ano com outro curta de horror, Xarpi, enquanto o ator João Campos apresenta seu segundo curta como diretor, Via Sacra; e os irmãos Diego e Danilo Borges também retornam à mostra com seu segundo trabalho, Manequim.
A Comissão de Seleção da Mostra Brasília é formada pela própria CLDF e em 2024 contou com os esforços de Ciro Marcondes, Glória Teixeira, Suellen Batista, Ulisses de Freitas e William Alves. O Júri que distribui os prêmios em dinheiro é composto por Antonio Grassi, Catarina Accioly e José Delvinei.
MOSTRAS PARALELAS E SESSÕES HORS CONCOURS
Além das mostras competitivas, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro apresenta três mostras paralelas que complementam o panorama de filmes exibidos nesta edição. São elas: a Mostra Caleidoscópio, a Mostra A Formação dos Brasis e o retorno da Mostra Festival dos Festivais. Além dessas, o festival também apresenta sessões especiais, o tradicional Festivalzinho, com 7 títulos entre longas e curtas-metragens, os Lançamentos de Mercado e o FestUni, em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), com produções de curtas-metragens universitários de várias regiões do País.
Na Mostra Caleidoscópio, nova mostra competitiva do festival com prêmios próprios, cinco títulos destacam trabalhos que desafiam os olhares dos espectadores do Festival de Brasília pela maneira como se aproximam de temas e universos surpreendentes, através de um ponto de vista inquieto e criativo de seus realizadores e realizadoras.
Três títulos paulistas entram na competição – Trópico de Leão, de Luna Alkalay, Future Brilliant, Abílio Dias, e Topo, de Eugenio Puppo. Juntam-se a estes, o mineiro Palimpsesto, de André Di Franco e Felipe Canêdo, e o pernambucano Filhas da Noite, Henrique Arruda e Sylara Silvério. A mostra conta com júri especial, formado por Adirley Queiróz, Sara Silveira e José Geraldo Couto, que concederá dois Candangos aos seus maiores destaques na premiação final do evento.
Não competitiva, a mostra A Formação dos Brasis reúne quatro documentários que ajudam a entender aspectos formadores da cultura e da sociedade brasileira. As produções apresentam retratos de grandes artistas fundamentais, seja através de figuras históricas importantes a quem a historiografia oficial não deu a devida importância, seja por uma reflexão sobre a realidade contemporânea nas escolas secundárias brasileiras, que formam os Brasis de amanhã.
A produção carioca Barreto, Fotógrafo das Lentes Nuas, de Miguel Freire, abre as exibições desta mostra, com uma homenagem ao mestre Luiz Carlos Barreto, em um filme que acompanha seu processo criativo. De Minas Gerais, Ana Carolina Soares exibe o Ausente, e da Bahia, a diretora Mariana Jaspe apresenta Quem é Essa Mulher?. Complementa esta mostra o filme Brasiliana: a história do musical negro que apresentou o Brasil ao mundo, de Joel Zito Araújo, sobre a companhia de teatro de revistas que projetou as identidades nacionais globalmente.
Já para compor a seleção da mostra Festival dos Festivais, a equipe curatorial traz para suas primeiras exibições em solo brasiliense alguns dos mais comentados filmes brasileiros exibidos anteriormente com destaque em outros grandes festivais de cinema, como os de Gramado, Rio e Mostra de São Paulo.
Apocalipse nos Trópicos, de Petra Costa, abre os trabalhos com um debate sobre a teologia que impulsiona a política brasileira; Kasa Branca, de Luciano Vidigal, lança um olhar para o cuidado familiar e a ancestralidade; A Queda do Céu, de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha, captura a beleza de um ritual Yanomami; e Oeste Outra Vez, de Erico Rassi, trata da pouca aptidão masculina para compreender as dores de amor.
Entre as sessões especiais, quatro títulos complementam as exibições. O clássico Xica da Silva, de Cacá Diegues, ganha exibição única em homenagem aos 80 anos de Zezé Motta. André Luiz Oliveira também exibe um clássico, Meteorango Kid: Herói Intergalático (1969) em cópia restaurada e ainda inédita.
Procura-se Meteorango Kid – Vivo ou Morto (2023), de Marcel Gonnet, em homenagem ao clássico do diretor candango, também ganha sessão no festival, resgatando o processo de produção e o impacto do clássico de Oliveira. E Sinfonia da Sobrevivência, de Michel Coeli, chama a atenção para a crise climática que atravessamos no país, com foco especial no desastre ambiental do Pantanal.
No Festivalzinho, sete obras foram selecionadas entre as 153 infantis inscritas na seleção do evento. São três longas e quatro curtas-metragens, exibidos no Cine Brasília e nas RAs para escolas públicas e em sessões abertas. Entre os exibidos estão Abá e sua Banda, de Humberto Avelar, Marraia, de Diego Scarparo, Joãozinho – o filme, do candango Faustón da Silva, e A Menina e o Flautista, de Lara Dezan.
Nos lançamentos do mercado, parcerias com importantes canais potencializam as atividades programadas com as primeiras exibições de séries e filmes. O Globoplay exibe os documentários, Malvinas: diário de uma guerra, de Ricardo Pereira e Eugenia Moreyra, e Kubrusly: mistério sempre há de pintar por aí, de Caio Cavechini e Evelyn Kuriki, na programação do evento. A EBC também lança a primeira temporada de Como nascem os heróis, série de Iberê Carvalho sobre a criação das identidades nacionais.
SERVIÇO – 57º FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO Data: 30 de novembro a 7 de dezembro de 2024 Locais: Cine Brasília (106/107 Sul), Complexo Cultural de Planaltina, Taguatinga e Gama. Ingressos da Mostra Competitiva Nacional a R$ 20,00 e R$ 10,00, à venda na bilheteria do Cine Brasília a partir de duas horas antes de cada sessão. Demais exibições com entrada franca. Programação completa: festcinebrasilia.com.br.
PROGRAMAÇÃO DE FILMES E MOSTRAS
FILME DE ABERTURA
30 de novembro, 21h30, no Cine Brasília – Sala de Cinema Vladimir Carvalho e, às 20h, nas RAs Criaturas da Mente Direção: Marcelo Gomes Reprise: 1º de dezembro, 18h, no Cine Brasília – Sala 2
FILME DE ENCERRAMENTO
7 de dezembro, às 21h30, no Cine Brasília – Sala de Cinema Vladimir Carvalho O Menino d’Olho d’Água Direção: Lírio Ferreira e Carolina Sá
MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL Exibições no Cine Brasília – Sala de Cinema Vladimir Carvalho (21h) com ingressos a R$ 20 e R$ 10 (meia), e, às 20h, nas RAs, com entrada franca
1º de dezembro
Curtas Maremoto (RN), de Cristina Lima e Juliana Bezerra Chibo (RS), de Gabriela Poester e Henrique Lahude
Longa Suçuarana (MG), de Clarissa Campolina e Sérgio Borges
2 de dezembro
Curtas Inlamável (DF), de Rafael Ribeiro Gontijo Javyju – Bom Dia (SP), de Kunha Rete e Carlos Eduardo Magalhães
Longa Pacto da Viola (DF), de Guilherme Bacalhao
3 de dezembro
Curtas Mar de Dentro (PE), de Lia Letícia Confluências (DF), de Dácia Ibiapina
Longa Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá (MG), de Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero e Luisa Lanna
4 de dezembro
Curtas E Assim Aprendi a Voar (RO), de Antonio Fargoni Mãe do Ouro (MG), de Maick Hannder
Longa Enquanto o Céu Não Me Espera (AM), de Christiane Garcia
5 de dezembro
Curtas Descamar (DF), de Nicolau Kabuki (SC), de Tiago Minamisawa
Longa Salomé (PE), de André Antonio
6 de dezembro
Curtas Dois Nilos (RJ), de Samuel Lobo e Rodrigo de Janeiro E Seu Corpo é Belo (RJ), de Yuri Costa
Longa A Fúria (SP), de Ruy Guerra e Luciana Mazzotti
MOSTRA BRASÍLIA Exibições no Cine Brasília – Sala de Cinema Vladimir Carvalho e nas RAs, 18h, com entrada franca
3 de dezembro
Curtas Caravana da Coragem, de Pedro B. Garcia A Sua Imagem na Minha Caixa de Correio, de Silvino Mendonça
Longa Nada, de Adriano Guimarães
4 de dezembro
Curtas Manequim, de Danilo Borges e Diego Borges ONA, de Clara Maria e M4vi Afroindie
Longa Manual do Herói, de Fáuston da Silva
5 de dezembro
Curtas Xarpi, de Rafael Lobo Via Sacra, de João Campos
Longa A Câmara, de Cristiane Bernardes e Tiago de Aragã
6 de dezembro
Curtas Kwat e Jaí – Os Bebês Heróis do Xingu, de Clarice Cardell Cemitério Verde, de Maurício Chades
Longa Tesouro Natterer, de Renato Barbieri
MOSTRA CALEIDOSCÓPIO Exibições no Cine Brasília – Sala de Cinema Vladimir Carvalho, às 15h, com entrada franca
2 de dezembro Palimpsesto (MG), de André Di Franco e Felipe Canêdo
3 de dezembro Trópico de Leão (SP), de Luna Alkalay
4 de dezembro Filhas da Noite (PE), de Henrique Arruda e Sylara Silvério
5 de dezembro Future Brilliant (SP), de Abílio Dias
6 de dezembro Topo (SP), de Eugenio Puppo
MOSTRA PARALELA FESTIVAL DOS FESTIVAIS Exibições no Cine Brasília, com entrada franca
2 de dezembro, Sala de Cinema Vladimir Carvalho, às 18h Apocalipse nos Trópicos (DF/RJ/SP), de Petra Costa
4 de dezembro, Sala 2, às 19h Kasa Branca (RJ), de Luciano Vidigal
5 de dezembro, Sala 2, às 19h A Queda do Céu (SP), de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha
6 de dezembro, Sala 2, às 15h Oeste Outra Vez (GO), de Erico Rassi
MOSTRA PARALELA A FORMAÇÃO DOS BRASIS Exibições no Cine Brasília com entrada franca
1 de dezembro, Sala de Cinema Vladimir Carvalho, às 15h Barreto, Fotógrafo das Lentes Nuas (RJ), de Miguel Freire
3 de dezembro, Sala 2, às 18h Ausente (MG), de Ana Carolina Soares
5 de dezembro, Sala 2, às 17h Quem É Essa Mulher? (BA/RJ), de Mariana Jaspe
6 de dezembro, Sala 2, às 17h Brasiliana: A História do Musical Negro que Apresentou o Brasil ao Mundo (MG/RJ), de Joel Zito Araújo
SESSÕES ESPECIAIS Exibições no Cine Brasília com entrada franca
1º de dezembro, às 18h, no Cine Brasília – Sala de Cinema Vladimir Carvalho Meteorango Kid – Herói Intergalático (cópia restaurada) Direção: André Luiz Oliveira
1º de dezembro, às 19h, no Cine Brasília – Sala 2 Xica da Silva Direção: Cacá Diegues
2 de dezembro, às 19h, no Cine Brasília – Sala 2 Procura-se Meteorango Kid: Vivo ou Morto Direção: Marcel Gonnet e Daniel Fróes
7 de dezembro, às 11h, no Cine Brasília – Sala de Cinema Vladimir Carvalho Sinfonia da Sobrevivência Direção: Michel Coeli MOSTRA PARALELA FESTIVALZINHO Exibições no Cine Brasília e nas RAs, com entrada franca
1 de dezembro, Sala de Cinema Vladimir Carvalho, às 10h
Longa Abá e Sua Banda (RJ), de Humberto Avelar
4 de dezembro, Sala de Cinema Vladimir Carvalho, às 10h
Longa Marraia (ES), de Diego Scarparo
5 de dezembro, Sala de Cinema Vladimir Carvalho, às 10h
Longa Joãozinho – O Filme (DF) de Fáuston da Silva
6 de dezembro, Sala de Cinema Vladimir Carvalho, às 10h
Curtas Outro Lugar (MT), de Perseu Azul Maréu (RJ), de Nicole Schlegel A Menina que Queria Voar (BA), de Tais Amordivino A Menina e o Flautista (SP), de Lara Dezan
7 de dezembro, Sala de Cinema Vladimir Carvalho, às 9h
Longa Abá e Sua Banda (RJ), de Humberto Avelar
LANÇAMENTOS DO MERCADO Exibições no Cine Brasília – Sala 2, de 2 a 4 de dezembro, às 17h, com entrada franca
2 de dezembro Como Nascem os Heróis (DF), de Iberê Carvalho
3 de dezembro Malvinas: O Diário de Uma Guerra (Brasil/Argentina/Portugal), de Ricardo Pereira e Eugenia Moreyra
4 de dezembro Kubrusly: Mistério Sempre Há de Pintar Por Aí (SP/RJ/BA), de Caio Cavechini e Evelyn Kuriki
FESTUNI Mostra de produções universitárias, em parceria com a UnB. Exibições no Cine Brasília – Sala de Cinema Vladimir Carvalho. Dias 2 e 3 de dezembro, às 9h, com entrada franca
2 de dezembro
Fui na Feira (SP), de Ana Carolina Aliaga e Vitória Marques Cida Tem Duas Sílabas (SP), de Giovanna Castellari Néctar do Tempo (BA), de Pedro Rodrigues Desconserto (CE), de Haniel Lucena Anderson Automóveis (DF), de João Monteiro Noites em Claro (CE), de Elvis Alves Penumbra (SP), de Johnathan Aguiar Pálido Ponto Vermelho (PA), de Kalel Pessôa, Arthur Oliveira e Lucas Chefe Caboclinho (PE), de João Marcelo Coaxo (RS), de Cecília Silva Martinez
3 de dezembro
Retorno (DF), de Arthur Paiosi Eu Faço Loucuras por Você (SP), de Gabriela Queiroz Deus Não Deixa (RJ), de Marçal Vianna Manchas de Sol (RS), de Martha Mariot Sagrada Travesti do Evangelho (GO), de Júlia F. Cândida Monalisa (MG) de Tainá Lima No Avesso do Espelho (SP), de Beatriz Sampaio Queda (MG), de Pedro d’Melo e Arthur Assis Entre Sonhos e Barracos (MG), de Arthur Quadra, Carol Alves, Gabriel Pimenta, Giovanna Moraes, Marcelle Won Held, Maria Julia Max, Micaella Matias e Tainá Lima
O evento, que acontece nos dias 20, 21 e 22 de novembro no Expominas, em Belo Horizonte, oferece discussões relevantes e diversas oportunidades de negócios para a cadeia do café
Entre os dias 20 e 22 de novembro de 2024, a cidade de Belo Horizonte recebe a 12ª edição da Semana Internacional do Café (SIC), um dos maiores e mais importantes eventos do mercado cafeeiro do Brasil e do mundo. Com o tema: “Como o clima, a ciência e os novos consumidores estão moldando o futuro do café”, a SIC, como é conhecida, espera movimentar aproximadamente 60 milhões de reais em negócios e receber cerca de 20 mil participantes de 40 países, no Expominas, na capital mineira.
Considerada uma das maiores feiras do mundo, o evento tem o objetivo de conectar e gerar oportunidades para toda a cadeia do café brasileiro no acesso a mercados, conhecimento e negócios.
Com um sólido histórico de 11 anos de sucesso, o evento vem se destacando na promoção do café brasileiro nacional e internacionalmente, mostrando o que há de mais inovador no setor, por meio de histórias, troca de conhecimento, conexões, oportunidades de negócios em toda cadeia cafeeira.
Durante três dias, a programação oferece conteúdo de ponta em forma de palestras, workshops, competições, pesquisas e degustações orientadas e os visitantes podem ter acesso a 170 marcas expositoras, novidades e tendências de mercados, além de poderem conferir premiações, como Coffee of the Year, em que os melhores cafés brasileiros da safra nova serão conhecidos, e Campeonato Brasileiro de Barista, cujo campeão irá representar o Brasil no campeonato mundial em 2025.
“A SIC se estabeleceu como a principal plataforma para a promoção, acesso a mercados, e negócios do café brasileiro e se tornou um ponto de encontro indispensável para produtores, compradores, cooperativas, indústria, torrefadores, baristas e especialistas em café de todo o Brasil e do mundo. Participar do evento é uma oportunidade única para se engajar em discussões relevantes sobre a produção de cafés sustentáveis e de origem controlada, proporcionando um ambiente fértil para a troca de conhecimentos, inovação e estabelecimento de parcerias estratégicas”, comenta Caio Alonso, diretor da Espresso&CO, um dos realizadores do evento.
Com foco em negócios e B2B, a SIC reúne diversos profissionais do mercado do café. Desde grandes produtores àqueles que estão se preparando para abrir a própria cafeteria. Além de representantes de empresas que atuam em todas as etapas da cadeia produtiva (seleção, processamento e embalagem do grão), agrônomos, mestres de torra, baristas e representantes de setores complementares, como o de leites vegetais.
Antônio de Salvo, presidente do Sistema Faemg Senar, uma das entidades realizadoras do evento, reforça a importância da SIC. “Os cafeicultores mineiros, com dedicação e resiliência, colocam o estado como o maior produtor de café do Brasil. A SIC é um importante evento para aproximar os produtores rurais, grandes responsáveis por essa liderança, e os demais elos do setor. Essa conexão viabiliza um terreno propício para parcerias e bons negócios e mostra ao consumidor final a qualidade e a importância dos nossos cafés. O Sistema Faemg Senar está sempre junto dos cafeicultores e demais produtores rurais mineiros para que eles possam continuar gerando riquezas e alimentos para Minas, Brasil e o mundo”, destaca.
O Sebrae Minas, outra importante entidade realizadora do evento, também destaca a importância do estado de Minas Gerais para o segmento. “Minas Gerais é referência na produção e comercialização de cafés, sendo responsável por 51% de toda a safra do Brasil. Há mais de uma década, o Sebrae Minas desenvolve um trabalho de excelência com as nove regiões produtoras do estado para valorizar a atuação dos produtores, gerar novos mercados e perspectivas de negócios e estimular o desenvolvimento econômico e sustentável dos territórios. E a SIC, que acontece anualmente em nosso estado, traz uma visão diferenciada para ajudar a impulsionar esse trabalho e destacar a identidade e a origem controlada dos nossos cafés. O evento gera oportunidades para toda a cadeia produtiva em Minas Gerais, mostrando sua diversidade e olhando tanto para o mercado nacional, quanto internacional”, destaca o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae Minas, Marcelo de Souza e Silva.
Este ano, o tema central do encontro “Como o clima, a ciência e os novos consumidores estão moldando o futuro do café”, faz referência ao atual cenário mundial e a necessidade e demanda por sustentabilidade em todos os setores e o governo de Minas Gerais reforça a importância de caminhos sustentáveis para o setor.
“Nosso café tem qualidade e é produzido com sustentabilidade. Os números recordes nas exportações e a abertura de grandes mercados, como a China, são prova de que investir em tecnologia, inovações, assistência técnica e equilíbrio com o meio ambiente dá resultados. E a SIC é uma vitrine de tudo isso. Os consumidores, hoje, têm muita informação sobre a cadeia produtiva e estão cada vez mais exigentes sobre os processos. Vê-los endossando a nossa bebida como um produto de qualidade é a prova de que estamos avançando no rumo certo”, afirma o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Governo de Minas Gerais, Thales Fernandes.
A SIC é uma realização Espresso&CO, Sistema Faemg Senar, Sebrae e Governo do estado de Minas Gerais, com apoio institucional do Sistema Ocemg. Além de patrocínio diamante 3corações, patrocínio prata Nespresso, Nescafé e Sicoob, e patrocínio bronze Yara, Melitta e Senar.
O evento é gratuito para produtores rurais, empresas da área (visitantes com CNPJ) e visitantes internacionais. Pessoas físicas têm acesso por meio da compra de ingresso (R$70,00 para os três dias).
Sobre Semana Internacional do Café (SIC)
A Semana Internacional do Café, nascida em 2013, na cidade mineira de Belo Horizonte, é uma das maiores feiras de café do mundo. A SIC, como é conhecida, tem o objetivo de promover o café brasileiro para o Brasil e para o mundo, mostrar o que há de mais inovador no mercado, contar histórias, trocar conhecimento, gerar conexões, impulsionar negócios e ampliar as oportunidades para toda cadeia cafeeira. Em sua programação, inclui diversos expositores e conteúdo de ponta em forma de palestras, cursos, workshops, competições, pesquisas e degustações orientadas. Com foco em negócios e B2B, reúne diversos profissionais dos setor do café. Desde grandes produtores àqueles que estão se preparando para abrir a própria cafeteria. Além de representantes de empresas que atuam em todas as etapas da cadeia produtiva (seleção, processamento e embalagem do grão), agrônomos, mestres de torra, baristas e representantes de setores complementares, como o de leites vegetais. Já em sua 12ª edição, traz como tema central “Como o clima, a ciência e os novos consumidores estão moldando o futuro do café”.
Na coletiva, será divulgada toda a programação de filmes pensada para 2024, sob a direção artística de Eduardo Valente
Festival de Brasília lança programação da 57ª Edição em coletiva de imprensa no dia 6 de novembro
Na coletiva, será divulgada toda a programação de filmes pensada para 2024, sob a direção artística de Eduardo Valente
A gestão compartilhada do Festival de Brasília anunciará a programação de filmes da 57ª edição em coletiva de imprensa realizada no foyer do Cine Brasília, dia 6 de novembro, às 9h30. Na ocasião, serão divulgados os quase 80 filmes exibidos, entre eles, os seis longas-metragens e 12 curtas-metragens que integrarão a Mostra Competitiva Nacional e os quatro longas e oito curtas da Mostra Brasília.
Na coletiva, também serão anunciadas as mudanças graduais e melhorias propostas para o festival ao longo do triênio de gestão, que já começam a se mostrar na 57ª edição. Participarão da sessão, o Secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, um representante da comissão do Troféu Câmara Legislativa, Claudinei Pirelli, além da diretora geral, Sara Rocha, e do diretor artístico do festival para as próximas três edições, Eduardo Valente.
A 57ª edição do Festival de Brasília acontece de 30 de novembro a 7 de dezembro, no Cine Brasília, no Gama, Planaltina e Taguatinga . O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro é uma realização da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec-DF) e do Instituto Alvorada Brasil, em gestão compartilhada, com o apoio da Câmara Legislativa do DF.
SERVIÇO – Coletiva de imprensa da 57ª Edição do Festival de Brasília
Com exibição única e gratuita no Sesc de Taguatinga Norte, Guylherme Almeida dramatiza, em ficção científica, tragédia ocorrida com pai na periferia do DF
Após grande estreia em Brasília e no Rio de Janeiro, o espetáculo teatral Ípsilon chega a Taguatinga levando uma ficção científica baseada em tragédia real ocorrida em aterro do Distrito Federal. A obra com um pé no espaço sideral e outro nas mazelas terrestres terá exibição única no palco do Teatro Paulo Autran em 29 de Outubro, às 20h. Entrada gratuita.
Autor do espetáculo, Guylherme Almeida retrata o drama ocorrido dentro da própria família. O pai do curador e dramaturgo foi queimado vivo queimado vivo em cemitério de pneus no Riacho Fundo I.
Construída a partir de vivências nas favelas de Brasília e Recife, a peça estreou no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) e depois foi encenada no palco carioca do Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto. Por onde passou, teve ingressos esgotados e fila de espera em todas as sessões, além de arrancar elogios da crítica especializada.
Tragédia Real
Em setembro de 2022, o G1 noticiou: “O corpo de um homem de 47 anos foi encontrado carbonizado no Riacho Fundo I, no Distrito Federal.”
A matéria não informa, mas o homem encontrado carbonizado era o pai de Guylherme Almeida, experiente produtor cultural e curador de eventos de grandíssimo porte na capital do país, como o Aniversário de Brasília, Réveillon de Brasília e o Festival Ibero-Americano de Artes Integradas. Esse trágico acontecimento é uma das camadas dramatúrgicas que o espetáculo “Ípsilon” aborda.
Antes mesmo de perder a figura paterna — que foi queimado vivo em um cemitério de pneus na periferia do Distrito Federal — Guylherme já estava debruçado sobre a trajetória de figuras negras importantes, como Carolina de Jesus, Mae Carol Jemison e Judith Jamison, com o objetivo de escrever um espetáculo autoral sobre as conquistas da população negra e os desafios que corpos dissidentes enfrentam ao ingressar em uma espécie de vida burguesa. No entanto, esses estudos foram atravessados pelo assassinato do pai e, em vez de vivenciar o luto à distância, ele optou por incorporá-lo ao processo criativo.
Assim surgiu a protagonista Carolyna (com ípsilon), uma astronauta bem-sucedida que retorna à sua cidade natal em uma missão de trabalho e descobre que o município onde nasceu foi reduzido a um aterro sanitário de pneus. Coube à atriz Juliana Plasmo interpretar essa astronauta, capaz de viver no espaço, mas incerta se conseguirá sobreviver em sua terra natal, limitada pela fumaça, pneus e abandono, em analogias que parecem perpassar, em alguma medida, toda a narrativa preta.
Crítica especializada
“Em Ípsilon, a proposta estética chama a atenção por dialogar de forma intrínseca com a dramaturgia. Os pneus, parte da cenografia, também assinada por Almeida, ganham um significado profundo. Eles não são meros objetos de cena. Além disso, o desenho de luz de Ana Quintas explora a caixa preta e cria diferentes perspectivas e lugares. A variação de tons, alternando entre o lugar inóspito e a praia derradeira, contribui para a atmosfera da peça. A trilha sonora original de Miguel Mendes costura as cenas e permeia os relatos. Os figurinos, criados por Alê Santos, desempenham um papel crucial ao delinear a personagem como uma mulher forte, destemida e complexa. Notavelmente, a escolha do figurino para a cena final formula a insensatez social e individual diante do trágico fim. Por fim, é imprescindível mencionar a interpretação impecável de Juliana Plasmo. Contar a história de Carolyna e a morte do pai em cada sessão, como se fosse a primeira vez, exige uma técnica e maturidade artística consideráveis. A atriz demonstra tino, calma e domínio em cada fala e ação. É gratificante ver intérpretes tão entregues e capazes de se sobressair em trabalhos como esse, nos quais a visão do encenador também se faz tão presente. É elogiável a dramaturgia enxuta.” – Celso Faria
“Além da dramaturgia impactante, o espetáculo oferece um pungente cenário de pneus, que gera um desenho cênico como há tempos não se via no teatro brasileiro. O resultado é um sensível debate social, provocado por quem tem legitimidade e conhece, como poucos, a dor de não pertencer.” — Diego Ponce de Leon
Sobre o autor
Contrariando os indicadores sociais, Guylherme Almeida nasceu em um núcleo familiar precário, na periferia da capital federal, e, mesmo sem recursos financeiros, se tornou um dos produtores mais disputados do país, com mais de 100 produções no currículo. Depois de rodar festivais de teatro em todo o mundo, Guylherme (com ípsilon) voltou ao seu país disposto a encarar o desafio de sobreviver ao passado. Tal qual Carolyna.
Sinopse
Carolyna (com “ípsilon”), uma astronauta bem-sucedida que retorna à sua cidade natal em uma missão de trabalho, descobre que o município onde nasceu foi reduzido a um aterro sanitário de pneus. Durante o processo de criação de “Ipsilon”, o pai do diretor e dramaturgo foi queimado vivo. Esse ato trágico foi incluído no espetáculo de forma documental e é uma das camadas dramatúrgicas da peça, que também é uma ficção.
Ficha Técnica
Direção e Texto: Guylherme Almeida Elenco: Juliana Plasmo
Trilha Sonora Original: Miguel Mendes
Iluminação: Ana Quintas
Figurino: Alê Santos
Cenografia: Guylherme Almeida
Comunicação Visual: Paulo Falcão
Consultor dramaturgia: Giordano de Castro
Coordenação de Comunicação: 2Oxe Comunica
Coordenação Administrativa: Isabela Ornelas
Produção Executiva: Paulo Falcão
Assistência de Direção: Filipe Lacerda
Assistência de Produção: Eliane Silva e Duda Gomes
Registro Fotográfico: Humberto Araújo, Jessica Lima e Will Lopes
Uma feira de arte colaborativa com 30 expositores locais, sendo cada um com um lançamento inédito impresso em serigrafia
Nos dias 2 e 3 de novembro, pela primeira vez, o CCBB Brasília sedia uma edição da Feira Motim – Arte Colaborativa. O evento promove a cultura local e reúne artistas independentes que expõem e comercializam seus trabalhos para oferecer ao público oferece uma rica diversidade de expressões artísticas e culturais. A feira vai acontecer na Galeria 01, das 09h às 21h, com entrada gratuita, mediante retirada de ingresso no site e bilheteria.
Sobre a Feira Motim
A Feira Motim é um evento colaborativo dedicado à arte impressa, que surgiu em 2014, idealizado pelos irmãos Felipe Honda e Leandro Melo. Desde então, a feira tem se consolidado como um dos principais eventos de arte colaborativa no Brasil, proporcionando um espaço inclusivo para artistas independentes exibirem e comercializarem suas obras.
Conceito e Objetivos
O principal objetivo da Feira Motim é criar um ambiente de interação e troca entre artistas e o público, promovendo a cultura local e nacional. A feira abrange uma ampla gama de produtos, incluindo quadrinhos, desenhos, pinturas, zines, gravuras, pôsteres, revistas, camisetas e outros itens relacionados, sendo uma oportunidade para os visitantes conhecerem trabalhos inovadores e adquirirem peças exclusivas diretamente dos criadores.
Diversidade Artística
Com 30 expositores, a feira apresenta uma variedade de estilos e técnicas, e traz a produção artística de Alfé, Amanda Pichi, Carla Sena, Cecília Barbosa, CPC, Cris Akanni, Dona Dora, Estúdio Transeunte, Flaviana Medeiros, Gustavo Gobbo, Jo Nobrega, Ju Germano, Ju Serejo, Lucas Gehre, Mannu, Mão, Marcelo Maróstica, Marissa Pimental, Matheus Athaides, Meraki, Nebula, Nino, Pattrícia Orgaraiz, Paulo Rocker, Rafael Trinco, Raissa Costa, Rodrigo Nardotto, Sarah Seabra, Thiago Fagundes, Vinicius Santa Rosa e Zero.
André Giancotti, Gerente Geral do CCBB Brasília, destacou a importância de sediar o evento no centro cultural: “A realização da Feira Motim no CCBB Brasília celebra a rica diversidade das artes gráficas e também fortalece a conexão entre artistas e o público. Ao sediar a feira, reafirmamos nosso compromisso com a promoção da cultura e da criatividade, proporcionando um espaço inclusivo e acessível para todos. A Feira Motim é uma oportunidade para fomentar o intercâmbio cultural e incentivar o desenvolvimento artístico na nossa região.”
Acessibilidade
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.
A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van:
Biblioteca Nacional – CCBB: 12h, 14h, 16h, 18h e 20h
CCBB – Biblioteca Nacional: 13h, 15h, 17h, 19h e 21h
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana.
Desde o final de 2022, o CCBB Brasília, se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, sendo que no ano de 2023, obtivemos a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
A conquista atende à Ação 24 da Agenda 30, que tem por objetivo reforçar a gestão dos programas, iniciativas e práticas ambientais e de ecoeficiência do BB e demonstra o alinhamento do CCBB Brasília a estratégia corporativa do BB, enquanto espaço de difusão cultural que valoriza a diversidade, a acessibilidade, a inclusão e a sustentabilidade porque transformar vidas é parte da nossa cultura.
Serviço
Evento: Motim no CCBB Brasília – Feira de Arte Colaborativa
Data: 2 e 3 de novembro de 2024
Horário: das 10h às 20h
Local: Galeria 01 do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) Brasília
Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF
Entrada: Gratuita, mediante retirada de ingresso no sitewww.bb.com.br/cultura e na bilheteria física
O 4ºCitronela Doc – Festival de Documentários de Ilhabela, que será realizado entre 7 e 10 de novembro de 2024, firmou parceria com a Spcine, que fará a transmissão online de parte dos filmes exibidos no festival. Os documentários ficarão disponíveis na plataforma entre 7 e 15 de novembro, para todo o Brasil.
Neste ano, além de ser a plataforma de exibição online dos filmes do Citronela Doc, a Spcine também promoverá, durante o festival, uma mesa de debates com Leandro Pardí, responsável por difusão na Spcine, que vai falar sobre curadoria e a difusão de filmes fora da capital e curadoria. Outra atividade apoiada pela instituição durante o festival será o estudo de caso do filme “Fluxo”, de Filipe Barbosa, que faz parte da rede afirmativa da Spcine. Filipe Barbosa, 28 anos, diretor do curta, falará sobre o processo de produção do filme, totalmente produzido na Cidade Tiradentes (São Paulo), bairro de origem do cineasta, que aborda a cultura funk. “Eu tinha um orçamento de mil reais e o sonho de fazer um filme”, conta ele.
A Spcine, São Paulo Cinema e Audiovisual, empresa da Prefeitura de São Paulo, fomenta o desenvolvimento do setor audiovisual na cidade a partir da promoção de cursos, workshops e do incentivo à produção cinematográfica, apoiando cineastas por meio de editais e programas de apoio e promovendo a distribuição e exibição de produtos audiovisuais.
“É uma satisfação termos como parceiro a Spcine, uma instituição tão importante na formação e capacitação de profissionais no setor audiovisual e que fomenta o surgimento de novas vozes no cinema”, diz Matias Borgström, diretor de produção do Citronela Doc.
O Citronela Doc é um festival de cinema documental não-competitivo, com entrada gratuita, realizado em Ilhabela (SP), com transmissão online para todo o Brasil. Neste ano o festival trará filmes documentais de longa e curta-metragem, brasileiros, contemporâneos e premiados, buscando sempre trazer uma diversidade de olhares, pontos de vista e temáticas.
Serão realizadas duas mostras principais, uma de filmes nacionais e uma de filmes do Litoral Norte e Vale do Paraíba, além de debates e outras atividades culturais e artísticas. A mostra nacional trará filmes premiados que estão passando pelo circuito de festivais nacionais e internacionais, como “A Queda do Céu” (Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha) e “Luiz Melodia – No Coração do Brasil” (Alessandra Dorgan).
Boa parte dos filmes está disponível online, como “A Transformação de Canuto” (Ariel Kuaray Ortega e Ernesto de Carvalho), “Rejeito” (Pedro de Filippis), “Não Existe Almoço Grátis”(Marcos Nepomuceno e Pedro Chabel) e Hoje é o Primeiro Dia do Resto de Sua Vida (Bel Bechara e Sandro Serpa). Veja a sinopse dos filmes abaixo.
O Citronela Doc é realizado em Ilhabela anualmente desde 2021 e foi idealizado por um grupo de profissionais do audiovisual que reside na cidade e atua ativamente no desenvolvimento e preservação da cultura local. Tendo como cenário um dos destinos mais charmosos do litoral de São Paulo, o Citronela Doc proporciona a experiência do encontro com o cinema e com a natureza.
ALEXANDRINA – UM RELAMPAGO – EQUIPE PROJETO – Keila Sankofa
SERVIÇO:
4º Citronela Doc – Festival de Documentários de Ilhabela
O festival tem produção de Ver Para Crer, Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo; realização da Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura e Governo Federal; apoio de Esporte Clube Ilhabela, DL Projeções, Salga Filmes, DBM Produções e Prefeitura Municipal de Ilhabela.
Mais informações no perfil do Instagram @citroneladoc
PROGRAMAÇÃO
Dia 7
Quinta-feira
14h30
Estudo de caso: Fluxo
Com o diretor Filipe Barbosa, em parceria com Spcine
Classificação indicativa: 12 anos
16h
Não existe Almoço Grátis – 74′
Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel
17h30
Debate
Litoral Norte e Vale: Rede de Realizadores e Formação de Público
Libras
19h
Mostra Litoral Norte e Vale do Paraíba
Classificação livre
Minha Narrativa – 14′
Natalia Regina e Débora Carvalho, Ubatuba
Macoura – 16′
Gilda Brasileiro e Rodrigo Pereira, Caraguatatuba
Libras
O Menino É Homem – 9′
Maquir Alves, Ubatuba
Homem Aranha (Retratos Filmados) – 12′
Luis Henrique Mioto, Ilhabela
Libras
Benzô – 15′
Leticia Andra, São Sebastião
Libras
Marta Consertadora de Guarda-Chuva – 11′
Dannyel Leite, Santa Branca e Jacareí
Libras
20h20
DJ Norma Nascimento
20h40
Mostra Litoral Norte e Vale do Paraíba
Marés da Noite – 7′
Juliana Sada e Noemi Martinelle, São Sebastião
Libras
Jundu – Memórias do Território – 7′
Paulo Alberton, São Sebastião
Libras
O Brilho da Herança – 15′
Deco Machado e Ramon Soares, Ubatuba
Eva Esperança – 25′
Rosa Sebastião de Souza e Luis Henrique Mioto, Ilhabela
Libras
O Último Baile – 26′
Juliana Borges, Ilhabela
Dia 8
Sexta-feira
14h30
Hoje é o Primeiro Dia do Resto de Sua Vida – 96′
Bel Bechara e Sandro Serpa
Libras
16h20
Debate
Diretores como Personagens: Desafios nessa Interseção Criativa
Libras
18h
Sessão de abertura
A Transformação de Canuto – 130′
Ariel Kuaray Ortega e Ernesto de Carvalho
Classificação: 12 anos
Libras
20h10
Cerimônia e coquetel de abertura
Fidura Cardial e Anna Pires + Videoclipe Caiçara Futurista
21h10
Terror Mandelão – 74′
GG Albuquerque e Felipe Larozza
Classificação indicativa: 16 anos
22h40
Música
DJ Kewst
Dia 9
Sábado
14h30
Curtas Mostra Nacional
Utopia Muda – 19′
Julio Matos
Pirenopolynda – 24′
Tita Maravilha, Izzi Vitório, Bruno Victor
Classificação: 16 anos
Rei da Ciranda Pesada – 12′
Cíntia Lima
O Som da Pele – 22′
Marcos Santos
16h15
Toda Noite Estarei Lá – 72′
Suellen Vasconcelos e Tati Franklin
Libras
17h-19h
Antonieta Kombiblioteca
Atividade infantil
17h40
Debate
Territórios e Direitos: Narrativas de Reivindicação
Libras
19h15
Ouvidor – 74′
Matias Borgström
Classificação: 12 anos
20h30
Música
Batuqueiros do silêncio
21h
Luiz Melodia – No Coração do Brasil – 85′
Alessandra Dorgan
Libras
22h40
Música
Baile Charme na Subida do Morro + Videoclipe Diversoficando (Caixa Allta)
Dia 10
Domingo
14h30
Curtas Mostra Nacional
Impedimento – 22′
Renata Baracho
Libras
Alexandrina – Um Relâmpago – 11′
Keila Sankofa
Libras
A Chuva do Caju – 20′
Alan Schvarsberg
O Corpo da Terra – 12′
Day Rodrigues
16h10
Debate
O Cinema e a Crise Ambiental: Existe um Futuro Possível?
Libras
17h45
Rejeito – 75′
Pedro de Filippis
Libras
17h-19h
Atividade infantil
Antonieta Kombiblioteca (atividade infantil)
Teatro
O menor Teatro D´Ilhabela
19h15
Cerimônia de encerramento
Música
Turma do Morro – Grupo de Cultura Popular do Pés no Chão
20h
Sessão de encerramento
A Queda do Céu – 110′
Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha
Serviços:
Todos os dias, das 18h à meia noite
– Café Eté – café e snacks
– Dita Birita – drinks
Todos os dias, das 18h às 22h
– Livraria Canoa – livros
– Espaço das Pretas – afroempreendedorismo e moda
– Armazém Paneiro – produtos locais e economia circular
SINOPSES E DADOS SOBRE OS FILMES
LONGAS
A Queda do Céu
Diretores: Gabriela Carneiro da Cunha e Eryk Rocha
Local: Brasil-RJ-SP, Itália/França
Ano: 2024
Longa-metragem centrado na festa Reahu, ritual funerário e a mais importante cerimônia dos povos indígenas Yanomami, que reúne centenas de parentes dos falecidos com a finalidade de apagar todos os rastros daquele que se foi e assim colocá-lo em esquecimento. Baseado no livro “A Queda do Céu: Palavra de um Xamã Yanomami”, organizado pelo antropólogo francês Bruce Albert a partir das falas gravadas do xamã yanomami Davi Kopenawa, o filme apresenta a cosmologia do povo Yanomami, o mundo dos espíritos xapiri, o trabalho dos xamãs para segurar o céu e curar o mundo das doenças produzidas pelos não-indígenas, como o garimpo ilegal, o cerco promovido pelo povo da mercadoria e a vingança da Terra.
Exibido no Festival de Cannes, vencedor do Troféu Redentor de Melhor Direção de Documentário no Festival do Rio 2024 e selecionado para a Mostra Internacional em São Paulo.
Duração: 108 min
A Transformação de Canuto
Diretores: Ariel Kuaray Ortega e Ernesto de Carvalho
Local: SP/PE/RS
Ano: 2023
Em uma pequena comunidade Mbyá-Guarani entre o Brasil e a Argentina, todos conhecem o nome Canuto: um homem que, muitos anos atrás, sofreu a temida transformação em onça e, depois, morreu tragicamente. Agora, um filme está sendo feito para contar a sua história. Por que isso aconteceu com ele? Mas, mais importante, quem na aldeia deveria interpretar o seu papel?
Vencedor do prêmio de melhor filme da Competição Envision no IDFA-Amstardã; melhor filme (Grand Prix Nanook-Jean Rouch) no Festival Jean Rouch; melhor direção, melhor fotografia e melhor roteiro de temática afirmativa no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro; menção honrosa na Mostra Ecofalante de Cinema.
Duração: 130 min
Classificação: 12 anos
Hoje é o Primeiro Dia do Resto de Sua Vida
Diretores: Bel Bechara e Sandro Serpa
Local: SP
Ano: 2024
Em 2021, no meio da pandemia e de um governo de extrema direita, os cineastas Bel Bechara e Sandro Serpa recebem a notícia que vai mudar as suas vidas: há um bebê de quatro meses para adotarem.
Exibido no É Tudo Verdade.
Duração: 96 min
Luiz Melodia – No Coração do Brasil
Diretora: Alessandra Dorgan
Local: SP
Ano: 2024
Com imagens de arquivo raras e narrado em primeira pessoa pelo próprio Luiz Melodia, o filme retraça a trajetória de um dos maiores e mais injustiçados cantores e compositores da música brasileira, da infância no morro aos palcos.
Vencedor do prêmio de melhor filme no In-Edit Brasil; prêmio do público para filme sul-americano no Bonito CineSur; melhor documentário no Festival de Paraty; exibido no É Tudo Verdade.
Duração: 85 min
Não Existe Almoço Grátis
Diretores: Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel
Local: DF
Ano: 2023
Em Sol Nascente, considerada atualmente como a maior favela do Brasil, Socorro, Jurailde e Bizza lideram uma das Cozinhas Solidárias do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). Para a posse do terceiro mandato do presidente Lula, elas estão encarregadas de cozinhar para centenas de pessoas que chegarão a Brasília para assistir à cerimônia. Em meio a ameaças de golpe, o filme acompanha esta saga e traz entrevistas íntimas sobre suas vidas e a organização coletiva, revelando que o futuro se cozinha a muitas mãos.
Vencedor do prêmio do público e menção honrosa do júri da Mostra Brasília no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro; prêmio do público na Mostra Ecofalante de Cinema.
Duração: 74 min
Ouvidor
Diretor: Matias Borgström
Local: SP
Ano: 2023
No centro de São Paulo, 120 artistas latino-americanos residem e produzem na Ouvidor 63, a maior ocupação artística da América Latina. Enfrentando constantes ameaças de despejo pelo Governo do Estado, os residentes também lidam com divergências internas decorrentes do patrocínio da Red Bull para viabilizar sua Bienal de Artes.
Exibido no festival Olhar de Cinema e na Mostra Ecofalante de Cinema.
Duração: 74 min
Classificação: 12 anos
Rejeito
Diretor: Pedro de Filippis
Local: Brasil-SP/EUA
Ano: 2023
Após os maiores rompimentos de barragens de rejeito da história, novas barragens ameaçam romper sobre milhões de pessoas em Minas Gerais. Uma conselheira ambiental do Estado confronta o modus operandi do governo e mineradoras, enquanto moradores resistem em suas comunidades ameaçadas.
Vencedor do prêmio de melhor direção no FICA – Festival de Cinema Ambiental; prêmio da juventude no CineEco (Portugal); menção especial do júri no Festival Indie Memphis (EUA); exibido no IDFA-Amsterdã, Cinéma du Réel, Hot Docs, Festival de Camden (EUA), Panorámica – Festival Latino-Americano de Estocolmo, Cinéma Sous les Étoiles (Canadá), Festival Brésil en Mouvements (França), Festival Terra di Tutti (Itália), Festival Science New Wave, Festival Destinazione Sud (Itália), Festival do Rio, CineBH – Mostra de Belo Horizonte e Forumdoc.bh – Festival do Filme Documentário e Etnográfico.
Duração: 75 min
Terror Mandelão
Diretores: GG Albuquerque e Felipe Larozza
Local: SP
Ano: 2024
O som, a tecnologia e o mercado de trabalho dos bailes funk das quebradas de São Paulo. Acompanha a caminhada do DJ K, um dos principais DJs do Baile do Helipa, na maior favela da cidade, e seu amigo MC Zero K, que emplacou o seu primeiro hit da vida após dez anos insistindo na carreira. Mostra os altos e baixos enfrentados pelos jovens na luta para viver da sua música.
Exibido no In-Edit Brasil.
Duração: 74 min
Classificação: 16 anos
Toda Noite Estarei Lá
Diretores: Suellen Vasconcelos e Tati Franklin
Local: ES
Ano: 2023
Impedida de frequentar o culto de sua preferência, Mel não desiste de professar a sua fé. Toda noite ela prepara cartazes e os leva para a porta da igreja, à espera do dia que poderá voltar a entrar. Ao longo de anos marcados pela ascensão de um governo ultraconservador e pelas dificuldades trazidas por uma inesperada pandemia, o documentário acompanha a luta da cabeleireira transexual por fazer valer o seu direito constitucional à liberdade religiosa.
Vencedor do prêmio de melhor direção no Olhar de Cinema; prêmio do público no Festival de Vitória.
Duração: 72 min
Classificação: 12 anos
CURTAS-METRAGEM – NACIONAL
A Chuva do Caju
Diretor: Alan Schvarsberg
Local: DF
Ano: 2024
No coração de um vale escondido nas profundezas do Brasil central, Seu Alvino e Dona Neuza plantam e colhem o que a terra dá, como o cajuzinho do cerrado e o baru. Após mais de dois séculos, o tempo continua passando lento no quilombo Vão de Almas, apesar da seca cada vez mais severa.
Vencedor de menção honrosa do Prêmio Zózimo Bulbul no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro; exibido na Mostra Ecofalante de Cinema.
Duração: 21 min
Alexandrina – Um relâmpago
Diretora: Keila Sankofa
Local: AM
Ano: 2022
Alexandrina, mulher preta da Amazônia, que antes fora reduzida a objeto de estudo, esvaziada do seu vasto repertório de conhecimento e logo jogada ao limbo do suposto esquecimento, agora é o presente! O filme faz do cinema de invenção um campo fértil de contestação, que ousa rasgar os registros do perverso e mentiroso passado.
Exibido na Ji.hlava – Festival de Documentários de Jihlava (República Tcheca), Goiânia Mostra Curtas, Cine PE, Curta Cinema e no Cine Ceará.
Duração: 11 min
Impedimento
Diretora: Renata Baracho
Local: AL
Ano: 2023
Na terra da Rainha Marta, no Estádio Rei Pelé, mulheres amam o futebol.
Duração: 23 min
Pirenopolynda
Diretores: Izzi Vitório, Tita Maravilha e Bruno Victor
Local: DF/GO
Ano: 2023
A Festa do Divino Espiríto Santo de Pirenópolis, em Goiás, acontece há mais de 200 anos. Esse ano Tita Maravilha vai brincar também.
Vencedor do prêmio de melhor filme da Mostra Goiás na Goiânia Mostra Curtas; exibido no FestCurtas BH – Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte, Doclisboa, For Rainbow – Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual e de Gênero (Ceará), Mostra de Tiradentes e no PirenópolisDoc – Festival de Cinema Documentário (GO).
Duração: 24 min
Classificação: 16 anos
O Corpo da Terra
Diretora: Day Rodrigues
Local: SP/BA
Ano: 2023
A preservação da terra e o pensamento da arquitetura afro-brasileira na origem e identidade do país, narrados no Terreiro Casa Branca (Salvador, Bahia), por um encontro atemporal que se abre através de texturas, vozes e memórias e nos guiam por uma arqueologia da ancestralidade. Através das experiências do solo sagrado e do candomblé, em direção a lugares de referência para a preservação do meio ambiente, simbologias, rastros e historiografias, em uma trilha de cosmovisões que se revela quando pedimos Agô.
Duração: 12 min
O Som da Pele
Diretor: Marcos Santos
Local: PE
Ano: 2023
Irton Mário da Silva, mais conhecido como Mestre Batman, fala de seu projeto Batuqueiros do Silêncio, um grupo de percussão formado por surdos.
Exibido no In-Edit Brasil.
Duração: 25 minutos
Rei da Ciranda Pesada
Diretora: Cíntia Lima
Local: PE
Ano: 2023
Discípulo de Baracho, o Rei sem Coroa, ao longo de mais de 50 anos de carreira e campeão de diversos festivais, João Limoeiro transformou a Ciranda de Engenho no ritmo que conhecemos hoje. Cirandeiro referência da Mata Norte de Pernambuco, pelo povo se consagra Rei Coroado.
Exibido na Mostra de Tiradentes.
Duração: 12 min
Utopia Muda
Diretor: Julio Matos
Local: SP
Ano: 2023
A democratização dos meios de comunicação a partir da história da Rádio Muda, a mais longeva rádio livre que desafiou o sistema para defender a liberdade de expressão.
Vencedor do prêmio EDT de montagem no É Tudo Verdade; exibido no Movies that Matter e no Go Shorts (ambos na Holanda), Festival de Curtas de Busan (Coreia do Sul) e no Cine PE | Festival Audiovisual e no Festival Guarnicê.
Festival vai do dia 1 a 30 de novembro. Ao todo participam 36 casas no DF
Um evento que promete destacar a rica e tradicional culinária argentina com um toque do talento brasileiro. Assim será a primeira edição do Concurso de Gastronomia Argentina no Distrito Federal, promovido pela Embaixada da Argentina, em parceria com o SINDHOBAR, FECOMÉRCIO-DF e SENAC-DF.
O concurso ocorrerá ao longo do mês de novembro, e o público terá a oportunidade de escolher o melhor prato por meio de uma votação online. Os preços poderão variar de acordo com o tipo de menu escolhido pelo restaurante, sendo:
– Menu Tradicional: R$ 54,90 almoço e R$ 69,90 jantar – Menu Plus: R$ 68,90 almoço e R$ 89,90 jantar – Menu Premium: R$ 89 almoço e R$ 109 jantar – Menu Diamond: R$ 109 almoço e R$ 149 jantar
Os chefs e restaurantes envolvidos serão convidados a demonstrar suas habilidades e a paixão pela culinária argentina, recriando pratos típicos da Argentina com autenticidade e criatividade.
Conexão Brasil-Bariloche
O chef Lucas Rivas, do prestigiado Hotel Llao Llao, em Bariloche, será o grande destaque do evento de abertura do Concurso de Gastronomia Argentina, no dia 29 de outubro de 2024, no Senac DF do Pátio Brasil Shopping. Rivas, conhecido por sua excelência culinária, trará diretamente da Argentina sua expertise para uma masterclass exclusiva, que vai proporcionar aos participantes a oportunidade de aprender com um dos maiores nomes da gastronomia argentina.
Durante a estadia na Capital Federal, Lucas Rivas tem encontro marcado com chefs locais dos restaurantes Oscar, Norton, Osteria Vicenza e Sallva criando menus colaborativos, unindo a tradição argentina com sabores brasileiros. Como votar
Os Restaurantes participantes disponibilizarão um QR CODE direcionado para o site oficial do concurso ( https://gastronomiaargentina.com.br/). Na página, os clientes encontrarão um formulário que deve ser preenchido de acordo com sua opinião. Todos que votarem concorrerão a uma cesta de produtos argentinos. Ao final do mês do concurso, vencerá o estabelecimento que obtiver mais vezes a pontuação máxima.
O vencedor não só ganhará visibilidade, mas também terá a chance de representar o Brasil na 9ª edição do “Torneo Federal de Chefs” na Argentina, programado para acontecer em Buenos Aires em agosto de 2025. Além disso, participará, como convidado da cidade de Bariloche, do BALC- Bariloche a la Carta, festival gastronômico que acontece todos os anos, no mês de outubro, na cidade de San Carlos de Bariloche.
O resultado do concurso será anunciado na primeira semana de dezembro, durante um evento na Embaixada da Argentina. Confira as casas participantes:
ASA SUL Assados do Fred Parrilla Chicago Prime DomFrancisco 402 sul Dom Francisco Asbac FUEGO Mercadito Bar Norton Restaurante OSTERIA VICENZA Villa Tevere Toro Parrilla Libertango Brasilia TICIANA WERNER RESTAURANTE La Boca Sandwicheria
ASA NORTE Blas cozinha de cultura BSB GRILL NORTE Caminito Parrilla Capim Dourado Chicago Prime De Paulina Bodegón Don Parrillero Godofredo IVV Swinebar SUPERQUADRA BAR Toro Parrilla LA PORTEÑA Oscar Restaurante
LAGO SUL CHIMICHURRI- Costumes Argentinas Chicago Prime – unidade aeroporto Chicago Prime – qi 13 Sallva Bar & Ristorante Zero1 Pizzaria
Festival acontecerá de 7 de novembro a 8 de dezembro
O FESTIVAL DE CINEMA ITALIANO NO BRASIL chega à sua 19ª edição com uma programação repleta de filmes inéditos e uma retrospectiva sobre o humor do cinema italiano (que será anunciada em breve). O evento acontece de 7 de novembro a 8 de dezembro de 2024.
O pôster e o manifesto desta edição celebram a força e a independência da mulher contemporânea: “…nem mãe, nem irmã, nem amante, nem esposa… simplesmente, Mulher! A Mulher de hoje, moderna, dona dos próprios ideais, do seu próprio corpo, do próprio futuro. Resiliente, forte, inteligente. É ela que escreve a própria história, sem pedir permissão”.
A seleção de filmes inéditos inclui o documentário TOQUINHO: ENCONTROS E UM VIOLÃO, dirigido por Erica Bernardini e escolhido pela Embaixada da Itália para celebrar os 150 anos da Imigração Italiana no Brasil e a comédia UM MUNDO À PARTE, de Riccardo Milani, marido da atriz e cineasta Paola Cortellesi, diretora do grande sucesso italiano do ano passado “Ainda Temos o Amanhã”. O longa de Milani se destaca como a maior bilheteria da Itália em 2024, com mais de 1 milhão de espectadores.
Há na seleção também o drama ÉRAMOS CRIANÇAS, de Marco Martani, que traz uma história tocante sobre amizade e vingança e o longa ROMEU É JULIETA, de Giovanni Veronesi, que acompanha a trajetória de uma jovem atriz que assume uma identidade masculina para interpretar o papel de Romeu. O filme conquistou o Globi d’Oro de Melhor Comédia em 2024.
Destacam-se também CARACAS, o segundo filme dirigido pelo ator Marco D’Amore, uma adaptação do romance “Napoli Ferrovia” de Ermanno Rea e NASCIDA PARA VOCÊ, de Fabio Mollo, baseado na história real de Luca Trapanese que conquistou a mídia italiana, com roteiro assinado por Furio Andreotti e Giulia Calenda, coautores de “Ainda Temos o Amanhã”. O festival também apresentará de forma exclusiva o recém-finalizado HEY JOE, de Claudio Giovannesi, conhecido por seus trabalhos em “Gomorra” e “Piranhas”.
A programação inclui ainda MIA, de Ivano De Matteo, filme vencedor do Globi d’Oro de Melhor Roteiro e Melhor Ator em 2023; O PENITENTE, dirigido por Luca Barbareschi, selecionado para o Festival de Veneza de 2023; E SE O MEU PAI, da diretora estreante Solange Tonnini, no qual uma menina de 12 anos decide investigar os enigmas por trás da ausência do pai e descobre segredos familiares inesperados; além dos longas A ALMA EM PAZ, de Ciro Formisano e LAF, de Michele Riondino.
Um destaque especial deste ano será a homenagem ao diretor Matteo Garrone. EU, CAPITÃO, seu filme mais recente, fará parte da programação desta edição. Embora não seja um filme inédito nos cinemas brasileiros, sua relevância é indiscutível, sendo o filme italiano mais importante de 2023, vencedor do Leão de Prata em Veneza e indicado ao Oscar 2024 e Golden Globes 2024 como Melhor Filme Estrangeiro. A obra acompanha a jornada épica de dois adolescentes senegaleses, Seydou (Seydou Sarr) e Moussa (Moustapha Fall), que deixam Dakar e partem rumo à Europa. A viagem, no entanto, é repleta de obstáculos que, entre outras coisas, mostram o que pode haver de pior no mundo, desumanizando os dois rapazes.
Confira, abaixo, a lista com os primeiros filmes inéditos do 19º festival de cinema italiano.
Filmes Inéditos
A ALMA EM PAZ (L’ANIMA IN PACE), 2023 – Direção: Ciro Formisano
CARACAS (CARACAS), 2024 – Direção: Marco D’Amore
E SE O MEU PAI (E SE MIO PADRE), 2024 – Direção: Solange Tonnini
ÉRAMOS CRIANÇAS (ERAVAMO BAMBINI), 2024 – Direção: Marco Martani
HEY JOE (HEY JOE), 2024 – Direção: Claudio Giovannesi
LAF (PALAZZINA LAF), 2023 – Direção: Michele Riondino
MIA (MIA), 2023 – Direção: Ivano De Matteo
NASCIDA PARA VOCÊ (NATA PER TE), 2023 – Direção: Fabio Mollo
O PENITENTE (THE PENITENT), 2023 – Direção: Luca Barbareschi
ROMEU É JULIETA (ROMEO È GIULIETTA), 2024 – Direção: Giovanni Veronesi
TOQUINHO: ENCONTROS E UM VIOLÃO, 2024 – Direção: Erica Bernardini
UM MUNDO À PARTE (UN MONDO A PARTE), 2024 – Direção: Riccardo Milani
A nova edição do FESTIVAL DE CINEMA ITALIANO NO BRASILcomeça para o público no próximo dia 7 de novembro e se estende até 8 de dezembro, para diversas regiões do Brasil e também via streaming.
O FESTIVAL DE CINEMA ITALIANO NO BRASIL 2024 foi fundado pela Câmara do Comércio Italiana de São Paulo – ITALCAM, e conta com a colaboração e patrocínio da Embaixada da Itália, e tem a Pirelli, pelo quarto ano consecutivo, como patrocinador master do festival, reconfirmando uma tradição da empresa de incentivar a cultura italiana no Brasil, contribuindo de forma concreta ao grande sucesso do evento cinematográfico que completa 19 anos.
“A 19ª edição do Festival de Cinema Italiano é mais uma oportunidade que a Pirelli tem em contribuir ativamente para a disseminação da cultura italiana no Brasil. Como uma empresa quase centenária no país, somos parte importante em um contexto de troca de experiências entre as duas nações. Absorvemos muito do Brasil para concebermos uma Pirelli nacional, mas que respeita seu legado italiano. Essa troca se faz presente também em situações como esta, onde podemos apoiar o diálogo cultural através do cinema, fortalecendo os laços entre os países”, conclui Cesar Alarcon, CEO e vice-presidente sênior da Pirelli na América Latina.
Sucesso de público e de crítica, espetáculo que trata da amizade entre os escritores Franz Kafka e Max Brod, vividos por Maurício Machado e Anderson Di Rizzi, após temporadas de sucesso em São Paulo e Rio de Janeiro, e turnê de sucesso pelo país, celebra uma homenagem ao centenário de morte do escritor Franz Kafka em 2024.
APRESENTAÇÃO
O escritor Franz Kafka (1883-1924) é um dos grandes nomes da literatura universal. Grande parte da sua obra veio a público após a sua morte. E isso só foi possível graças a um outro escritor: Max Brod (1884-1968). Foi a ele que Kafka confiou seus escritos numa demonstração de confiança. Essa amizade entre os dois escritores é a inspiração de “Um beijo em Franz Kafka”.
Kafka e Brod são vividos, respectivamente, por Maurício Machado (que recebeu em 2019 o prêmio nacional de melhor ator por sua performance como Kafka – Prêmio Nacional Cenym (ATEB – ACADEMIA DE ARTES NO TEATRO DO BRASIL) e por Anderson Di Rizzi (que também foi indicado como melhor ator coadjuvante no mesmo prêmio – onde seu último trabalho na TV foi a novela de enorme sucesso “A Dona do pedaço” de Walcyr Carrasco na TV Globo).
A dramaturgia tem a assinatura de Sérgio Roveri, a direção é de Eduardo Figueiredo, com a participação do ator/bailarino, Thiago Pach, e música ao vivo interpretada por Ricardo Pesce no acordeon e piano, que faz referências criativas à obra de Kafka.
Kafka publicou em vida poucos de seus contos. Alguns deles foram “O veredito”, em 1913, e “A metamorfose” (que viria a tornar-se sua mais célebre obra), em 1915. Quando confiou seus escritos a Max Brod, Kafka fez a ele um pedido: que tudo fosse destruído. Tal incumbência foi expressamente feita numa carta endereçada a Brod – uma das muitas que o autor gostava de destinar ao amigo.
Max e Kafka se conheceram quando cursaram Direito, e o primeiro não demoraria a reconhecer o valor literário dos escritos do amigo. A recomendação de destruir tudo deve ter sido uma verdadeira (e crucial) escolha para Brod, que optou por não realizar o pedido do amigo. Tal decisão possibilitou às gerações seguintes conhecer obras-primas da literatura como “O processo” e “Na colônia penal”. Essa última obra, ainda que sob o verniz da ficção, é o testemunho de um ambiente que o escritor conheceu bem.
Tanto que a peça faz, através de sua dramaturgia, esse recorte na vida de ambos. O encontro entre eles dá-se dias antes de Kafka ser internado num sanatório na Áustria. E isso permite a ambos fazerem uma série de reflexões acerca da vida, da vocação literária – que Kafka chegaria a chamar de “seu chamado” — e, claro, do elo que os unia: a amizade.
A narrativa é entremeada de referências e de citações aos escritos de Kafka, sejam eles sua ficção ou as muitas cartas trocadas por ele com variados interlocutores. Outros elementos são usados para ilustrar a riqueza psicológica desse escritor. O bailarino Thiago Pach personifica, num segundo plano, alguns dos personagens e pensamentos do escritor. Já a trilha original, criada por Guga Stroeter e Matias Capovilla, é executada ao vivo por Ricardo Pesce, que se divide entre o piano e o acordeom.
Do século XX aos dias atuais, Franz Kafka inspirou, através de sua obra, muitos indivíduos a fazerem da escrita um meio de expressão. Homens e mulheres no mundo todo. Podemos citar como exemplos nomes como o franco-argelino Albert Camus, o francês Jean-Paul Sartre, além do português José Saramago e dos latino-americanos Vargas Llosa e Gabriel Garcia Márquez – tendo este sido agraciado com o Nobel de Literatura. No Brasil, podemos citar Clarice Lispector e, mais recentemente, João Ubaldo Ribeiro e Ruben Fonseca.
Mas foi Max Brod o primeiro – ou um dos primeiros, melhor dizendo – a reconhecer no amigo sua vocação para criar histórias geniais. E essa relação foi construída não só tendo por pilar o gosto pela literatura. Foi fundamentada também por valores como lealdade e generosidade. Valores dos quais muitos andam distantes nesses tempos de cizânia e intolerância.
Que o teatro então nos resgate!
SINOPSE
A peça mostra um encontro fictício entre o escritor Franz Kafka e seu grande amigo, o também escritor Max Brod, dias antes de Kafka ser internado em um sanatório na Áustria. Depois de discorrer um pouco sobre mulheres, família e literatura, o autor de clássicos como O Processo e A Metamorfose revela o verdadeiro motivo de sua visita: ele deseja que o amigo destrua toda a sua obra.
Baseada em fato real envolvendo os dois personagens, “Um Beijo em Franz Kafka” é inspirada em uma carta que Kafka escreveu a Max Brod, pouco antes de morrer, pedindo para que ele queimasse toda sua gigante obra inédita. Em vida, Kafka viu publicada uma parcela muito pequena de sua produção e queria que tudo que estava guardado fosse incinerado pelo amigo logo após sua morte. Ele que sofria de tuberculose, foi internado no dia 10 de abril de 1924 em um sanatório de Viena, onde faleceu no dia 03 de junho de 1924. Kafka escreveu sobre a condição humana. Foi um homem comum, genial, cuja narrativa só ficou conhecida graças à negativa de Max Brod em atender ao amigo. Ao invés de incinerar as páginas ele providenciou a sua publicação. O Homem nunca mais foi o mesmo.
PRÊMIOS E INDICAÇÕES
– Prêmio Nacional Cenym 2019 (ATEB – ACADEMIA DE ARTES NO TEATRO DO BRASIL)
Melhor ator (Maurício Machado)
Melhor trilha sonora original ou adaptada
Melhor maquiagem
Melhor fotografia de publicidade
Melhor direção de arte
– Prêmio de “Reconhecimento Popular” RJ – Melhor dupla de atores em cena/ Figurino e Maquiagem – 2019
– Mais 05 indicações Prêmio Nacional Cenym (ATEB – ACADEMIA DE ARTES NO TEATRO DO BRASIL) – 2019 – (melhor ator coadjuvante (Anderson Di Rizzi)/ melhor cenário /melhor sonoplastia/ melhor qualidade técnica / melhor iluminação)
– Indicado ao Prêmio Bibi Ferreira – 2019 (melhor cenário)
– Indicado ao prêmio Shell de Teatro – 2018 (melhor figurino)
– Indicado ao prêmio Aplauso Brasil – 2018 (melhor espetáculo/ 2018)
FICHA TÉCNICA
Texto: Sérgio Roveri
Direção: Eduardo Figueiredo
Elenco: Anderson Di Rizzi e Maurício Machado
Músico: Ricardo Pesce
Bailarino: Thiago Pach
Direção Musical e Trilha Original: Guga Stroeter e Matias Capovilla
Preparação corporal e movimento cênico: Roberto Alencar e Renata Aspesi
Cenário e figurinos: Kleber Montanheiro
Visagismo/maquiagem: Armando Filho
Boneco e máscaras: Anie Welter
Desenho de Luz: Paulo Denizot
Fotografia de Divulgação: Priscila Prade
Programação Visual: Vitor Vieira
Assistente de Direção: Alex Bartelli
Estagiária de Direção: Mariana Amâncio de Sousa
Produção Executiva: Paulo Travassos
Assistente de Produção: Mavi Uema
Administração: Paulo Paixão
Financeiro: Thaiss Vasconcellos
Leis de Incentivo: Renata Vieira
Consultoria Teórica: Prof. Sênior Pós-Doutora Celeste H. M. Ribeiro de Sousa
– Programa de Pós-Graduação em Língua Alemã – USP
Realização e produção: manhas & manias projetos culturais
Temporada: dias 26 e 27 de outubro, sábado, às 20h e domingo, às 19h30
Não será permitida a entrada após o início do espetáculo
Ingressos:
Plateia: R$ 120 (inteira), R$ 60 (meia), e R$ 90 ingresso solidário (mediante doação de 1kg de alimento) promoção válida para os primeiros 40 ingressos por sessão
Plateia popular: R$ 50 (inteira), e R$ 25 (meia)
À venda pelo site Sympla e na Belini (113 Sul), (sem taxas).
Aceita: Cartões e Pix
Duração: 70 minutos
Classificação indicativa: não recomendado para menores de 16 anos
Acessibilidade: teatro acessível para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.
O Teatro UNIP: https://teatrounip.com/ | https://www.facebook.com/TeatroUnip?mibextid=LQQJ4d | @teatrounip. Bilheteria: apenas nos dias de apresentação sábado e domingo das 14h até o início do espetáculo. Aceita todos os cartões de débito e crédito. Não aceita cheque. Ar-condicionado e acesso para cadeirantes. Estacionamento gratuito. Capacidade para 500 pessoas.
Velório do cineasta Vladimir Carvalho acontece no Cine Brasília nesta sexta
O Cine Brasília expressa seu mais profundo pesar pelo falecimento de Vladimir Carvalho, um dos grandes mestres do cinema brasileiro. Aos 89 anos, Vladimir deixa um legado inestimável para o cinema nacional, marcado por filmes que retratam com profundidade a história e a luta do povo brasileiro, como O País de São Saruê e Conterrâneos Velhos de Guerra.
Convidamos todos os amigos, familiares e admiradores de sua obra para o velório, que será realizado amanhã, dia 25 de outubro, das 09h30 às 13h30, no Cine Brasília. Em seguida, o sepultamento será realizado às 14h30 no Jazigo dos Pioneiros, no cemitério Campo da Esperança. Será um momento de despedida, mas também de homenagem ao homem e artista que tanto contribuiu para o cinema e para a cultura brasileira.
O Cine Brasília se orgulha de ter sido palco de diversas exibições e debates sobre sua obra, e lamenta profundamente essa perda. Seu talento, coragem e dedicação à arte seguirão inspirando cineastas, críticos e amantes do cinema por gerações. Nossos sentimentos e solidariedade à família, amigos e a todos que tiveram o privilégio de conhecer e admirar seu trabalho. O cinema brasileiro está de luto, mas o legado de Vladimir permanecerá gravado em nossa história.
25ª edição do maior festival de artes cênicas da região central do Brasil acontece de 5 a 17 de novembro
*Espetáculos da Argentina, Espanha, Canadá e Brasil se revezam em palcos do Plano Piloto, Taguatinga, Ceilândia e Varjão
*Show de Paulo Miklos, exibições cinematográficas, leitura dramática, residência, encontros e oficinas
*Lançamento da coleção de Dramaturgia Holandesa Contemporânea
Mememria Matriz foto Diego Bresani
Espetáculos internacionais inéditos no País, estreias nacionais e encenações premiadas compõem a programação do Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília, que chega à 25ª edição em 2024. De 5 a 17 de novembro, o teatro, a dança e a música irão ocupar os palcos (e as ruas) da capital brasileira, com todo o vigor deste que é um dos cinco maiores festivais de artes cênicas do Brasil. Logo na abertura, “Deserto”, primeira adaptação brasileira da obra e das memórias do escritor chileno Roberto Bolaño, com dramaturgia e direção de Luiz Felipe Reis e atuação de Renato Livera, que poderá ser visto no Teatro dos Bancários, nos dias 5 e 6, às 20h. De Manaus vem a estreia de “Sebastião”, novo e divertido trabalho do Coletivo 23 que traz o tema do preconceito contra a comunidade LGBTQIAPN+.
Ao longo de 13 dias, nos teatros do Espaço Cultural Renato Russo, Teatro dos Bancários, Centro Cultural da ADUnB, Cine Brasília, espaços urbanos e nos palcos das unidades do SESC em Taguatinga e Ceilândia, o público poderá assistir a espetáculos, shows, filmes, num total de 20 atrações. E especialmente para os artistas, as atividades formativas incluem oficinas, residência e os Encontros do Cena. Um grande painel da produção artística contemporânea, acompanhado de momentos de aprofundamento e reflexão.
O CENA CONTEMPORÂNEA tem direção geral de Guilherme Reis e o patrocínio oficial da Petrobras e do Ministério da Cultura, através do Programa Petrobras Cultural e da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).
MEMÓRIA E CONSTRUÇÃO DE FUTURO
Como lidar com o apagamento de alguém, de um povo, de uma obra? Como evitá-lo? Como recuperar a história, afirmar identidades e construir pontes para o amanhã? Estas são questões que permeiam os espetáculos da programação do 25º Cena Contemporânea, ao lado de reflexões sobre dramaturgia, literatura e auto ficção.
A programação abre com “Deserto”, um profundo mergulho do dramaturgo e diretor Luiz Felipe Reis na obra do escritor chileno Roberto Bolaño. Além dos escritos do autor, a encenação discute o estado desértico do mundo hoje, vivendo uma crise civilizatória e climática que desertifica imaginários e subjetividades. Paralelamente, o festival apresenta “Future Lovers”, da companhia espanhola La Tristura, que propõe a aproximação com a geração que herdou o planeta como está, um mundo hiper estimulado e tecnológico, e que nos oferece um olhar sobre as novas formas de relacionamento e de amor.
“no hay banda”, do autor e ator argentino Martín Flores Cardenas, é obra performática inclassificável, que indaga sobre a eternidade do teatro, tendo a história pessoal do artista como ponto de partida. Biografias também são o centro de “Não me entrego, não!”, monólogo em que Othon Bastos, o maior ator brasileiro vivo, comemora 91 anos de vida e 70 de carreira, com dramaturgia e direção de Flávio Marinho; e “A Escultura”, no qual a coreógrafa, bailarina e atriz Yara De Cunto, de 85 anos e com deficiência visual, oferece um passeio por sua vida, a partir de dramaturgia e direção de Adriano Guimarães.
A relação de diferentes criadores com suas mães e as diversas maneiras de elaboração do luto pela perda estão no foco de três encenações. “Between me and you”, do Canadá, mescla teatro e dança para apresentar uma conversa íntima, fluida, imaginária da coreógrafa e bailarina Heidi Strauss com sua mãe. “Azira’i”, que rendeu à atriz indígena Zahy Tentehar o Prêmio Shell de Melhor Atriz de 2024, aborda a relevância da ancestralidade, a partir da história de sua mãe, a primeira pajé mulher de seu povo, e comenta os processos de aculturação, sob a direção de Denise Stutz e Duda Rios. E “Meu nome: mamãe” é uma poética obra em que o ator Aury Porto aborda, com leveza e bom humor, o desaparecimento gradual de sua mãe, acometida pela doença do Alzheimer.
IDENTIDADE – Um recorte da história da rainha dos reinos de Ndongo e Matamba, situados na região atual de Angola, no século XVII, é tema do espetáculo “Nzinga”. Idealizado e dirigido por Aysha Nascimento, Bruno Garcia e Flávio Rodrigues, a encenação propõe uma imersão nos repertórios culturais das matrizes bantu. É também sobre a memória ancestral dos corpos pretos que trata “Danúbio”, novo espetáculo do dramaturgo e diretor Jonathan Andrade, que estreia no CENA.
De Manaus vem a estreia de “Sebastião”, novo e divertido trabalho do Coletivo 23 que traz o tema do preconceito contra a comunidade LGBTQIAPN+. A obra é uma resposta artística e bem-humorada da companhia a reações violentas suscitadas por um clipe em que bailarinos gays dançavam dentro de uma igreja. Histórias reais também inspiram a narrativa de “Me Escuta (No teatro)“, espetáculo originalmente criado para espaços abertos e que faz sua estreia no palco durante o festival. Dirigido por Miriam Virna, a obra leva para a cena histórias verdadeiras coletadas nas ruas do Distrito Federal.
“Memória Matriz”, da Cia Lumiato, aborda a construção da identidade de gênero feminino, ao levar para a cena a relação entre mãe e filha, atravessada por histórias de família e legados geracionais. E em “Júpiter e a Gaivota – É impossível viver sem o teatro”, da companhia S.A.I., está uma leitura feminina, contemporânea e brasileira do clássico “A Gaivota”, de Tchecov, assinada por Ada Luana. A encenação faz sua estreia no Brasil durante o Cena Contemporânea, depois de participar do The Alexandrinsky International Theater Festival, em São Petersburgo.
TEATRO DE RUA – Na Praça Central do Varjão será possível assistir a “Umbigo do Infinito”, do Coletivo Truvação. Escrita e dirigida por Yuri Fidelis, a peça apresenta a história de uma mulher que busca encontrar a cura para suas dores em um mundo em que não há humanos, apenas criaturas.
SHOW E EXIBIÇÕES CINEMATOGRÁFICAS – Na segunda semana de festival, o Cine Brasília vai receber o Programa Cena Petrobras, com o show “Paulo Miklos ao Vivo” e a exibição de dois longas-metragens em que o teatro dialoga com a linguagem cinematográfica, assinados por diretoras com origem nos palcos.
O repertório de “Paulo Miklos ao Vivo” traz músicas dos álbuns “Do Amor não Vai Sobrar Ninguém” (2022) e “A Gente Mora no Agora” (2017), além de sucessos dos Titãs, como “Pra Dizer Adeus” (de Nando Reis e Toni Bellotto), “Comida” (Arnaldo Antunes / Marcelo Fromer / Sergio Britto) e “Flores” (Tony Bellotto / Charles Gavin / Paulo Miklos / Sergio Britto), além de uma releitura de “É Preciso Saber Viver” (de Roberto e Erasmo Carlos) e da canção “Vou Te Encontrar” (de Nando Reis), lançada com grande sucesso como single. No programa estão ainda versões ao vivo para “Um Misto de Todas as Coisas”, “Todo Esse Querer” e “Do Amor Não Vai Sobrar Ninguém”, todas de sua autoria, além da parceria com Emicida em “A Lei desse Troço”, entre outras.
Dentre as exibições cinematográficas, será possível assistir, em primeira mão no Brasil, ao filme “Reas”, um documentário musical extraordinário dirigido pela dramaturga e encenadora argentina Lola Arias e ambientado em uma prisão feminina na Argentina. E ainda “O Diabo na Rua no Meio do Redemunho”, adaptação da diretora brasileira Bia Lessa para o clássico “Grande Sertão: Veredas”, de Guimarães Rosa.
ATIVIDADES FORMATIVAS – Além dos espetáculos, o Cena Contemporânea programou uma série de eventos de formação, como a oficina “O corpo do ator”, a ser ministrada pelo artista argentino Martín Cárdenas Flores, e uma oficina de movimento com a coreógrafa e performer canadense Heidi Strauss. Também haverá uma residência com a atriz e diretora Giovana Soar, que vai dirigir a leitura dramática da obra “No Canal à Esquerda”, do autor Alex Van Warmerdam, como parte do lançamento da coleção Dramaturgia Holandesa, da editora Cobogó em parceria com o Núcleo dos Festivais Internacionais de Artes Cênicas do Brasil. E nas tardes de quarta-feira, haverá os Encontros do Cena, um espaço para debater e aprofundar temas como ancestralidade, identidade, etarismo, sempre sob a luz da criação cênica.
PROGRAMAÇÃO
SEGUNDA, 04/11
18h30 às 22h – Abertura com encontro festivo – Falas institucionais e homenagens – DJ Flavia Aguiar | Performance | Homenagens | DJs Criolina
TERÇA, 05/11
20h30 – Deserto – Teatro dos Bancários
QUARTA, 06/11
15h às 18h – Encontros do Cena – Sala Marco Antonio Guimarães do Espaço Cultural Renato Russo
19h – no hay banda – Sala Multiuso do Espaço Cultural Renato Russo
20h30 – Deserto – Teatro dos Bancários
20h30 – Memória Matriz – Teatro Galpão Hugo Rodas do Espaço Cultural Renato Russo
(coleta de resíduo eletrônico)
QUINTA, 07/11
9h às 14h – Residência com Giovana Soar – Sala Marco Antonio Guimarães do Espaço Cultural Renato Russo
10h às 13h – O corpo do ator – Oficina com Martín Flores Cárdenas – Sala Multiuso do Espaço Cultural Renato Russo
19h – no hay banda – Sala Multiuso do Espaço Cultural Renato Russo
20h30 – Memória Matriz – Teatro Galpão Hugo Rodas do Espaço Cultural Renato Russo
(coleta de resíduo eletrônico)
SEXTA, 08/11
9h às 14h – Residência com Giovana Soar – Sala Marco Antonio Guimarães do Espaço Cultural Renato Russo
10h às 13h – O corpo do ator – Oficina com Martín Flores Cárdenas – Sala Multiuso do Espaço Cultural Renato Russo
19h – no hay banda – Sala Multiuso do Espaço Cultural Renato Russo
20h30 – A Escultura – Teatro dos Bancários
SÁBADO, 09/11
9h às 14h – Residência com Giovana Soar – Sala Marco Antonio Guimarães do Espaço Cultural Renato Russo
20h – Manifesto do eu só – Teatro Sesc Paulo Autran de Taguatinga
20h30 – A Escultura – Teatro dos Bancários
20h30 – Danubio – Teatro Galpão Hugo Rodas do Espaço Cultural Renato Russo
DOMINGO, 10/11
9h às 14h – Residência com Giovana Soar – Sala Marco Antonio Guimarães do Espaço Cultural Renato Russo
19h – Nzinga – Sala Multiuso do Espaço Cultural Renato Russo
20h – Manifesto do eu só – Teatro Sesc Paulo Autran de Taguatinga
20h30 – A Escultura – Teatro dos Bancários
20h30 – Danubio – Teatro Galpão Hugo Rodas do Espaço Cultural Renato Russo
SEGUNDA, 11/11
9h às 14h – Residência com Giovana Soar – Sala Marco Antonio Guimarães do Espaço Cultural Renato Russo
20h – Nzinga – Sala Multiuso do Espaço Cultural Renato Russo
20h30 – Show Paulo Miklos ao Vivo – Cine Brasília
TERÇA, 12/11
17h30 – Leitura dramática e lançamento do livro “Canal à esquerda” – Sala Marco Antonio Guimarães do Espaço Cultural Renato Russo
18h – Filme ‘O Diabo na Rua, No Meio do Redemunho’ – Cine Brasília
20h – Filme ‘Reas’ – Cine Brasília
20h30 – Não me entrego, não! – Centro Cultural da ADUnB
20h30 – Sebastião – Teatro dos Bancários
20h30 – Azira’i – Teatro Galpão Hugo Rodas do Espaço Cultural Renato Russo
QUARTA, 13/11
15h às 18h – Encontros do Cena – Sala Marco Antonio Guimarães do Espaço Cultural Renato Russo
19h – Between me and you – Sala Multiuso do Espaço Cultural Renato Russo
20h30 – Não me entrego, não! – Centro Cultural da ADUnB
20h30 – Sebastião – Teatro dos Bancários
20h30 – Azira’i – Teatro Galpão Hugo Rodas do Espaço Cultural Renato Russo
QUINTA, 14/11
19h – Between me and you – Sala Multiuso do Espaço Cultural Renato Russo
SEXTA, 15/11
10h às 13h – Oficina com Heidi Strauss – Canadá
18h30 – Me escuta – Teatro Sesc 504 Sul
20h – Meu nome: Mamãe – Teatro Sesc Newton Rossi de Ceilândia
20h – Júpiter e a Gaivota – É impossível viver sem o teatro – Teatro dos Bancários
20h30 – Future Lovers – Teatro Galpão Hugo Rodas do Espaço Cultural Renato Russo
SÁBADO, 16/11
18h30 – Me escuta – Teatro Sesc 504 Sul
19h – Meu nome: Mamãe – Sala Multiuso do Espaço Cultural Renato Russo
19h – Umbigo do Infinito – Praça Central do Varjão
20h – Júpiter e a Gaivota – É impossível viver sem o teatro – Teatro dos Bancários
20h – Sebastião – Teatro Sesc Newton Rossi de Ceilândia
20h30 – Future Lovers – Teatro Galpão Hugo Rodas do Espaço Cultural Renato Russo
DOMINGO, 17/11
18h30 – Me escuta – Teatro Sesc 504 Sul
19h – Meu nome: Mamãe – Sala Multiuso do Espaço Cultural Renato Russo
20h – Júpiter e a Gaivota – É impossível viver sem o teatro – Teatro dos Bancários
20h – 0 Danúbio – Teatro Sesc Newton Rossi de Ceilândia
20h30 – Future Lovers – Teatro Galpão Hugo Rodas do Espaço Cultural Renato Russo
*Haverá coleta de resíduos eletrônicos no Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul e no Centro Cultural da ADUnB.
CENA CONTEMPORÂNEA – FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO DE BRASÍLIA
Coordenação de Comunicação: Michele Milani e Cena Promoções
Patrocínio Oficial: Petrobras
Realização: Ministério da Cultura, Governo Federal União e Reconstrução
Paulo Miklos foto divulgação
SERVIÇO
Data: 5 a 17 de novembro de 2024
Locais: Espaço Cultural Renato Russo, Teatro dos Bancários, Centro Cultural da ADUnB, Cine Brasília, Teatro Sesc Paulo Autran de Taguatinga, Teatro Sesc Newton Rossi de Ceilândia
Horários: ver programação
Ingressos para espetáculos em Brasília: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia)
Entrada franca nas sessões em Taguatinga e Ceilândia
Festival Raro de Cinema estreia no Cine Brasília em 29 de outubro, trazendo narrativas inspiradoras e inclusivas
Brasília se prepara para receber um evento inédito e transformador: o Festival Raro de Cinema, a primeira mostra brasileira dedicada exclusivamente a filmes que abordam a realidade das pessoas que convivem com doenças raras. O evento será realizado de 29 de outubro a 1º de novembro de 2024, no Cine Brasília, e promete uma programação rica em histórias emocionantes e reflexivas que convidam o público a enxergar essas condições sob novas perspectivas.
Idealizado pela Associação MariaVitoria de Doenças Raras e Crônicas (AMAVIRARAS), o festival tem como objetivo ampliar a visibilidade dessas condições de saúde que afetam milhões de brasileiros. Serão exibidos filmes que retratam os desafios, superações e a busca por qualidade de vida dos pacientes e suas famílias. Além disso, o evento contará com recursos de acessibilidade, como audiodescrição e Libras, garantindo que todos possam participar e se emocionar com as obras.
“Queremos sensibilizar o público e mostrar que, mesmo sendo raras, essas doenças afetam um número significativo de pessoas e trazem desafios diários que muitas vezes são invisíveis para a sociedade”, destaca o jornalista e curador da mostra Guilherme Vicente de Morais, que selecionou filmes que vão além do entretenimento, gerando reflexão sobre inclusão e saúde pública.
Entre os títulos que serão exibidos estão Tin Soldiers, um documentário que explora a vida de pacientes com Fibrodisplasia Ossificante Progressiva (FOP), também conhecida como “Síndrome do Homem de Pedra”, e Na Minha Pele, que acompanha a luta de três pacientes que enfrentam a Psoríase Pustulosa Generalizada, uma doença rara sem cura. Esses filmes, junto com outras narrativas, prometem emocionar e conscientizar o público, promovendo uma reflexão necessária sobre empatia e saúde.
Com entrada gratuita e classificação indicativa de 14 anos, o Festival Raro de Cinema convida todos a participar deste evento único, que une arte e inclusão, colocando em evidência histórias raramente contadas, mas que merecem ser conhecidas e discutidas.
Sobre o Festival Raro de Cinema
O Festival Raro de Cinema é a primeira mostra brasileira dedicada exclusivamente às doenças raras. Com uma programação focada em narrativas impactantes, o festival busca conscientizar o público sobre a realidade dessas condições, promovendo a inclusão e a empatia. Idealizado pelo jornalista Guilherme Vicente de Morais e realizado pela Associação MariaVitoria de Doenças Raras e Crônicas (AMAVIRARAS), o evento se destaca por usar o poder do cinema como uma ferramenta de transformação social, conectando histórias emocionantes à necessidade de um debate mais amplo sobre doenças raras no Brasil.
Sobre o curador da mostra
Guilherme Vicente, formado em Jornalismo e especializado em Comunicação Digital e Docência no Ensino Superior, é um entusiasta da sétima arte e reconhece o poder do audiovisual na visibilidade de causas sociais, como as doenças raras. Como curador do Festival Raro de Cinema, ele seleciona filmes que sensibilizam o público sobre a realidade de milhões de brasileiros, promovendo empatia e conscientização. Guilherme vê o festival como uma plataforma de transformação cultural e social, fomentando diálogos e a inclusão através da arte cinematográfica.
Realizado desde a década de 70, jantar comemorativo acontece no Iate Clube de Brasília, neste sábado, e marca o 50º Encontro Anual dos Pioneiros
O Clube dos Pioneiros de Brasília realiza neste sábado, dia 19, a partir das 20h, o 50º Encontro Anual dos Pioneiros, no Salão Nobre do Iate Clube. A iniciativa, que ocorre desde a década de 70, reunirá candangos e familiares para a solenidade de entrega da Medalha de Honra ao Mérito Pioneira. Na sequência, ocorrerá um jantar animado pela cantora Anna Doni e banda.
De acordo com o presidente do Clube, Roosevelt Dias Beltrão, o encontro tem por objetivo a troca de ideias sobre a cidade que acolheu tantos brasileiros, além de proporcionar um reencontro de velhos amigos. “Na oportunidade, homenagearemos pessoas que souberam e continuam construindo uma nova realidade a partir de um sonho”, afirma.
Foto divulgação
Ao todo, serão homenageados cerca de cem pioneiros. Entre eles (in memorian), está o goiano Orédio Alves de Resende, da Induspina, que chegou na capital federal em 1958 para fundar a primeira rede de autopeças do DF, de portas abertas até hoje. Falecido em 2021, durante a pandemia, Orédio ganhou, em 2019, um filme produzido por seu filho caçula – o jornalista Flávio Resende -, intitulado “O Legado de um Pioneiro”, que pode ser assistido pelo Youtube, no link: O LEGADO DE UM PIONEIRO (https://youtu.be/es1ps-xz1lg?si=9aCmoI3FChOEAjgH)
Os convites, por adesão, podem ser solicitados pelos telefones (61) 3328-6516/99987-6674.
O projeto de ocupação ocorre entre 9 de outubro a 8 de dezembro de 2024
O espetáculo circula por seis cidades do DF (Plano Piloto, Sobradinho, Gama, Taguatinga, Ceilândia e Planaltina) com 22 apresentações gratuitas e 25% das sessões totalmente acessíveis (para surdos e cegos) e 50% (surdos).
Além das sessões da peça, o projeto traz ações paralelas como bate-papo com elenco após as apresentações, aulão de tango no Conic, exposição de fotos de bailarinos 50+, oficinas lúdicas para idosos em centro de vivências e ciclo de debates sobre o envelhecer para populações vulneráveis e dissidentes.
O espetáculo O Último Tango é um compasso entre dança, teatro, audiovisual e música. Um lampejo lúdico, inovador e essencial para a sociedade discutir e repensar o etarismo como um importante tema de política pública. Multicultural, o projeto contemplado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) traz em seu escopo uma série de atividades em torno da itinerância inédita de 22 sessões da montagem por seis cidades do DF (Plano Piloto, Sobradinho, Gama, Taguatinga, Ceilândia e Planaltina), com entrada franca e 25% das sessões totalmente acessíveis para cegos e surdos e 50% (surdos).
Entre 9 de outubro e 8 de dezembro de 2024, o projeto executa ações paralelas que ampliam sensivelmente o debate apresentado no palco. A abertura do projeto acontece de forma lúdica com tango na rua em aulão promovido pelo coreógrafo Paulo Pivetta, no calçadão do Boulevard Center (Conic), dia 9 de outubro (às 12h). A partir da estreia da peça (10/10), no foyer de cada teatro, a fotógrafa Nityama Macrini apresenta exposição individual “Corpos que Dançam Não Envelhecem”, com dançarinas e coreógrafo na maturidade, a exemplo de Yara de Cunto e Gisele Santoro.
O projeto corre cinco centros de vivências e grupo de apoio a idosos no Plano Piloto, Gama, Taguatinga, Ceilândia e Planaltina, com “Oficina de Jogos Lúdicos para a Maturidade”, ministrada pelo ator, arte-educador Jones Abreu Schneider. Visita dois centros universitários (Iesb e Uniceub) e um terreiro de Umbanda para discutir o envelhecer em populações vulneráveis e dissidentes, como LGBTQIANP+, mulheres negras, matrizes africanas e artistas.
“É um projeto de fôlego, uma ocupação inédita que parte da montagem teatral e dialoga com multilinguagens como a dança, a fotografia, com o objetivo de pautar o envelhecimento e suas consequências. A urgência de políticas públicas e o combate ao etarismo”, observa Schneider, ator e idealizador do projeto, que realiza itinerância em parceria com o coletivo Criaturas Alaranjadas.
O projeto busca sensibilizar o público para as questões que envolvem o envelhecimento, destacando a importância de inclusão e do respeito às diversidades presentes nas diferentes comunidades. A itinerância tem o fôlego de 22 sessões da montagem que narra o encontro de dois homens com ritmos de vida distintos, um deles maduro e o outro idoso, que juntos, encontram na dança o compasso da superação e um sopro de salvação.
Montagem tocante
A peça mergulha no universo de dois desconhecidos que se unem em razão da paixão pelo tango e que revoluciona as suas vidas. Os personagens, Antônio (Chico Sant´Anna) e Manoel (Jones Abreu Schneider) apontam para a capacidade de reinvenção do ser humano em qualquer faixa etária da vida. Executados pelos musicistas Janaina Sabino (piano digital) e Pedro Tupã, o tango e canções de matriz africana são temas para reflexões profundas sobre encontros e superação. Temas como finitude, etarismo, preconceito, homofobia e os horrores e contradições de um tempo que flerta com o fascismo vão sendo costurados e resultam em um palco para reflexões sobre a vida e a autonomia na terceira idade.
Com texto inédito de Santiago Serrano e dirigido pelo dramaturgo e roteirista Sérgio Maggio, o espetáculo reúne um time talentoso de diversas gerações da capital federal, que já se apresentaram em espaço alternativo, a Galeria do CCBB Brasília, em 2023, com casa lotada todos os dias, graças ao Prêmio de Estímulo ao Teatro Funarte 2022. E agora voltam, graças ao Fundo de Apoio à Cultura (FAC), em montagem inédita do espetáculo para teatros tradicionais. “Nessa nova etapa, agora com todas as apresentações são realizadas dentro de teatros convencionais, o que traz uma experiência inédita para a equipe”, aponta Sérgio Maggio.
Circulação DF 2024: OUTUBRO Plano Piloto | Teatro Hugo Rodas / Espaço Cultura Renato Russo Dia 10 de outubro, às 20h. Dia 11 de outubro, às 16h (libras e audiodescrição e bate-papo com plateia) e às 20h. Dia 12 de outubro, às 20h. Dia 13 de outubro, às 19h. Dia 31 de outubro, às 20h (audiodescrição). Teatro de Sobradinho Dia 17 de outubro, às 16h (audiodescrição e bate-papo com plateia) e às 20h. NOVEMBRO Plano Piloto | Teatro Hugo Rodas / Espaço Cultura Renato Russo Dia 1 e 2 de novembro, às 20h. Teatro Sesc Paulo Gracindo (Gama) Dia 6 de novembro, às 16h (libras e audiodescrição e bate-papo com plateia) e às 20h. Teatro Sesc Paulo Autran (Taguatinga) Dia 12 de novembro, às 16h (libras e audiodescrição e bate-papo com plateia) e às 20h. Teatro Sesc Newton Rossi (Ceilândia) Dia 14 de novembro, às 16h (libras e audiodescrição e bate-papo com plateia) e às 20h. Complexo Cultural de Planaltina Dia 19 de novembro, às 16h (audiodescrição e bate-papo com plateia) e às 20h. DEZEMBRO Plano Piloto | Teatro Hugo Rodas / Espaço Cultura Renato Russo Dia 5 de dezembro, às 20h. Dia 6 de dezembro, às 20h. Dia 7 de dezembro, às 20h (audiodescrição). Dia 8 de dezembro, às 19h
Classificação indicativa: 12 anos Duração: 70’ minutos
Ações paralelas ⱱ Aula de Tang (dia 9/10/24, às 12h, no calçadão do Boulevard Center, Conic) Outra ação que faz parte do projeto e acontece em um único dia é um Aulão de Tango, em 9 de outubro, às 12h, no Conic, no passeio do Boulevard Center (Setor de Diversões Sul), com o professor Paulo Pivetta, responsável pela preparação dos atores Sant´Anna e Schneider. É direcionado ao público passante e aberto a qualquer pessoa, sem limite de idade.
ⱱ Corpos que dançam não envelhecem (nos foyers dos teatros durante a circulação de 10/10 a 8/12/24)
No foyer dos teatros onde acontecem as sessões da peça, enquanto espera o primeiro sinal, o espectador vai apreciar a exposição “Corpos que Dançam não Envelhecem”, da fotógrafa Nityama Macrini. A mostra surge como uma proposta ousada e necessária para desmistificar a ideia de que a dança é uma prática reservada apenas ao corpo jovem. Ao clicar dançarinos na maturidade, o projeto desconstrói os preconceitos associados ao corpo do artista e à sua suposta “data de validade”.
Foram fotografados, em Brasília, ícones da dança do DF: Yara de Cunto (bailarina clássica, coreógrafa contemporânea e criadora do Balé do Teatro Guaíra), Gisèle Santoro (bailarina clássica, coreógrafa e mentora do Seminário Internacional de Dança), Lenora Lobo (dançarina e coreógrafa da Alaya Cia. de Dança) e Luciana Lara (dançarina e coreógrafa Anti Status Quo Cia. de Dança), e bailarino e coreógrafo moçambicano Idio Chichava, que fez residência na capital.
ⱱ O Que o Tempo Deixou para Mim (Rodas de Conversa) Faltam alguns convidados (Entre os dias 24 e 30/10/24) O ciclo de debates é composto por quatro rodas de conversas presenciais, que discutem a memória e as experiências de envelhecimento em populações consideradas vulneráveis. O debate terá intérprete de libras e gravação para o Canal do Criaturas Alaranjadas pelo YouTube “O objetivo, além de entreter, é também o de criar uma plataforma de escuta e aprendizado com aqueles que muitas vezes são marginalizados nas conversas sobre envelhecimento”, conta Jones Schneider.
1) “O Tempo e o Povo da Cultura”, com cenógrafa e figurinista Maria Carmem Souza (Ateliê Goldoni) e o ator e diretor Tullio Guimarães (ator 60+, arte-educador e diretor de teatro) (Iesb) e Dia 24/10 2) “O Tempo e as Comunidades de Matrizes Tradicionais”; 3) “O Tempo e a População LGBTQIAPN+” com Bebel Mendonça (ativista LGBTQUIAP+, mulher trans negra 60+, coordenadora do Coletivo Força Trans) – Local: (Uniceub).
4) “O Tempo e a Mulher Negra”. Com Lydia Garcia (mulher negra 80+, Primeira professora de música da rede pública de ensino do Distrito Federal com formação em piano, ativista antirracista)(Uniceub).
Jogos Lúdicos para a Maturidade (com Jones Abreu Schneider)
Estimular a criatividade, a memória e o bem-estar emocional são os principais objetivos dessa iniciativa para promover a interação e a socialização entre os idosos. O projeto estará presente em cinco Centros de Convivência de Idosos, com oficinas de duas horas de duração, totalizando dez horas de aulas ministradas pelo ator e arte-educador Jones Schneider. Os locais escolhidos incluem Centros situados no Plano Piloto e nas cidades de Ceilândia, Taguatinga, Gama e Planaltina, democratizando e espalhando vivências, a força motriz deste projeto, pelos arrabaldes/ quatro cantos do DF.
Programação:
1) Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos à Pessoa Idosa (Cecon Planaltina) – 18 de outubro de 2024, às 14h30. 2) Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos à Pessoa Idosa (Plano Piloto/ Obra Social Santa Isabel – OSSI) – 22 de outubro de 2024, às 14h30. 3) Grupo dos Mais Vividos – GMV (Sesc Gama) – 23 de outubro de 2024, às 14h30. 4) Serviço de Acolhimento Institucional para Pessoas Idosas – SAIPI – Casa Viva (Taguatinga) – 24 de outubro de 2024, às 14h30. 5) Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos à Pessoa Idosa (Ceilândia Norte) – 25 de outubro de 2024, às 14h30.
Foto Hugo Lira
SINOPSE “O ÚLTIMO TANGO” Na vida de Antônio, um octogenário viúvo que vive sob a pressão de seus filhos, a perda de memória parece um fardo. No entanto, seu espírito sonhador ainda brilha ao lembrar-se da promessa feita a sua falecida esposa, Elvira: aprender a dançar tango e conhecer Buenos Aires. Por outro lado, Manoel, um artista maduro sem residência fixa, enfrenta dificuldades financeiras enquanto ensina tango nas praças. Quando os caminhos de Antônio e Manoel se cruzam, eles descobrem uma conexão inesperada que transforma suas vidas. Juntos, eles se unem ao ritmo vibrante do tango portenho, rompendo as barreiras do tempo e da solidão, e criando uma narrativa poderosa sobre sonhos, solidariedade e a luta contra as adversidades. Uma história que se impõe à sociedade, urgentemente convidando à reflexão.
Ficha Técnica: Concepção do projeto, coordenação de produção e direção artística: Jones Abreu Schneider e Criaturas Alaranjadas Direção de cena: Sérgio Maggio Direção de imagens: Catarina Accioly Dramaturgia: Santiago Serrano Produção: Paula Jacobson Tradução: Carmem Moretzsohn Intérpretes: Chico Sant´Anna (Antônio) e Jones Abreu Schneider (Manoel) Musicista: Janaina Sabino (piano digital), Pedro Tupã (percussão) e Lucas Ramalho (stand in percussão) Bailarinos em videoarte: Dilo Paulo e Lenna Siqueira (Corpus entre Mundos) Fotógrafa exposição: Nityama Macrini. Bailarinos exposição: Yara de Cunto, Gisèle Santoro, Lenora Lobo, Luciana Lara e Idio Chichava Cenografia: Maria Carmem de Souza Coreografia cênica: Dilo Paulo Iluminação e desenho de luz: Rodrigo Lélis Preparação e coreografias de tango: Paulo Pivetta Edição e câmeras: João Paulo Procópio e Gui Campos Pesquisa de figurino e objetos de cena: Astaruth Lira, Jones Abreu Schneider e Sérgio Maggio Figurino: O Grupo Artesã bonecos: Edinartesgomes Operador de luz e som: Jeff Landim e Michel Araújo Operador de vídeo: Hugo Lira e Caio Marins Coordenação de acessibilidade: Astaruth Lira Audiodescrição: Fernando Rodrigues (Instituto da Pessoa com Deficiência) Intérprete de libras: Flávia Novaes Camareira: Celeste Silva Assistentes de produção: Carol Petitinga Assistente de direção: Noah Marques Coordenação financeira: Katiana Santiago Assistência administrativa: Thaline Hellen Identidade visual: Fernando Lopes Design: Jana Ferreira Redes sociais: Loane Luniere e Ianca Gomes/ Gibi Comunica Agradecimentos: André Mendes (Sesc Gama); Bárbara Chebon; Bidô Galvão; Boulevard Center; Camilla Valadares; Carol Nemetala (Sesc Taguatinga); Casa dos 4; Casa Rosa; Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB/DF; Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos à Pessoa Idosa (Ceilândia Norte); Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos à Pessoa Idosa (Planaltina); Centro de Convivência e Fortalecimento de Vínculos à Pessoa Idosa (Plano Piloto/ Obra Social Santa Isabel – OSSI; Centro Universitário IESB; Dênis Camargo; Douglas Érico;, Douglas Silva; Embaixada da Argentina no Brasil; Espaço da Casa Viva (Taguatinga); Flávia Portella; Fernanda Cabral; Grupo dos Mais Vividos GMV (Sesc Gama); Instituto Cidade Céu de Arte, Educação e Cultura; Instituto Janela das Artes; Júnior Ribeiro (Secec/DF); Leonardo Hernandez; Lenka Neiva; Lino Ferreira; Lorena Oliveira; Márcia Tauil; Mírian Tereza (CCBB/DF); Rede Sesc de Teatros do DF; Renice Querino da Fonseca; Secretaria de Educação do Distrito Federal; Sâmea Andrade; Secretaria Regional de Ensino de Sobradinho, Thayane Queiroz (Sesc Gama) e Uniceub.
Evento acontece nos dias 11, 12 e 13 de outubro e conta com diversas atrações
Durante três dias, Brasília será o epicentro da cultura geek. Entre os dias 11, 12 e 13 de outubro, a Claro Brasil apresenta o VideoGameShow, que faz seu retorno triunfal com uma programação de tirar o fôlego. Afinal, foram cinco anos de espera. O evento volta com o melhor da cultura geek, com atrações para todas as idades e promete sacudir o Taguatinga Shopping, que contará com transporte gratuito entre o local e as estações do metrô de Águas Claras e a Praça do Relógio.
Esta edição terá o comando da apresentadora Diana Zambrozuski, que receberá no palco principal nomes de peso. Serão 8.000m² de área, abrigando mais de 100 estações de jogos imperdíveis, incluindo torneios de games, museu do videogame, mesas de RPG, concursos de cosplay, apresentações musicais, feira geek, artists’ alley, exposição de Action Figures e estátuas em escala de tamanho real, e muito mais.
O festival vai receber grandes nomes da internet, como: Muca Muriçoca, Gordox, Thiago sem T e Caracol Raivoso, que juntos somam milhares de seguidores no mundo digital. Para a criançada as atrações ficam por conta de nomes como Robin Hood Gamer e Beto Gamer da Família Arqueira, Athos e Lopers, que somados tem mais de 50 milhões de inscritos em seus canais do Youtube.
É claro que os dubladores não iam ficar de fora: vozes marcantes de filmes, programas e séries estarão presentes. Entre as estrelas: Guilherme Briggs, que é a voz do Mickey Mouse, Buzz Lightyear, Superman e Cosmo dos Padrinhos Mágicos; Wendel Bezerra que entrou para o imaginário popular com as vozes de Bob Esponja e Goku; Alexandre Moreno, que dá voz ao Gato de Botas, a do Hulk e aos personagens de Adam Sandler, e finalizando com Luiz Feier Motta, que dubla Wolverine, o sensei John Kreese de Cobra Kai e a voz de Sylvester Stallone; entre muitos outros.
Outra parte que promete agitar o VGS são as exposições e estações de jogos. Entre elas, a incrível exposição de One Piece traz em tamanho real os personagens mais queridos, como: Boa Hancock, Monkey D. Luffy e Roronoa Zoro , em que os fãs podem ver de perto e tirar fotos. O evento conta também, com o museu VideoGameShow, uma das maiores coleções do país que vai desde o clássico Magnavox Odyssey de 1972, aos consoles mais modernos. Destaque para coleção de Playstation, que deixa os fãs alucinados e carrega uma das edições mais famosas, como o PS2 automobile, o PS1 10 Million Editon, que só existem 100 no mundo, dentre outras edições raras.
“Nós estamos trazendo para Brasília o melhor do mundo gamer, desde as personalidades até os consoles de jogos, queremos que nossos fãs tenham uma experiência completa e única. Além de esperarmos que o evento seja um grande sucesso, nós queremos fomentar o mercado e transformar a capital do Brasil em um grande polo do mundo geek”, explica Edivaldo Júnior, organizador do VideoGameShow 2024.
No VídeoGameShow também tem preocupação com o futuro do planeta. Durante o evento, a sustentabilidade fará parte de sua essência, com uma parceria de peso com a Sustentare Saneamento. Eles estarão no local fazendo coleta de resíduos de lixo eletrônico e conscientizando o público sobre a preservação do meio-ambiente.
O evento é realizado pela Lei de Incentivo à Cultura do Distrito Federal, tem patrocínio da Claro Brasil e parceria com Instituto Levvo e Mc Donald’s, Coca-Cola sem açúcar, Monster Energy, Sustentare Saneamento, Kid Games Geek Experience, Glacon, La Priori, 60 Minutos, Bacon Arcano, Candango Geek e Record TV Brasília.
Sobre o evento
Desde sua estreia em 2016, o VideoGameShow tem sido um marco na cena cultural de Brasília, reunindo pessoas de todas as idades para celebrar a rica história dos videogames e explorar os universos fantásticos da cultura geek. Com uma estrutura profissional, o evento rapidamente conquistou o coração da família brasiliense.
SERVIÇO: VideoGameShow Onde todos os Universos se encontram! Data: 11, 12 e 13 de outubro Horário: 11h às 22h Local: Taguatinga Shopping Endereço: Qs 1 Rua 210, Lote 40, Taguatinga – DF Ingressos: www.videogameshow.com.br Valores: Ingressos a partir de R$ 70 Siga nas redes: Instagram | @videogameshowbr
A Embaixada e Consulados dos Estados Unidos, em parceria com 20 Espaços Americanos, localizados em diversas regiões do país, promoveu o Maker Day Brasil 2024 no dia 14 de setembro. O Maker Day é um evento dedicado para celebrar e promover a criatividade e a inovação, com foco em temas essenciais como inclusão social, cultura, educação, tecnologia, democracia e direitos humanos.
O evento contou com uma série de oficinas, demonstrações e exposições, onde participantes podem interagir com novas tecnologias, explorar processos criativos e discutir questões relacionadas à preservação ambiental. Nesta edição, o evento vai acontecer nas seguintes cidades: Brasilia-DF, Lins-SP, São Carlos-SP, Tupã-SP, São Paulo-SP, São Bernardo do Campo-SP, São Jose dos Campos-SP, Sorocaba-SP, Londrina-PR, Uberaba-MG, Ubá-MG, Juiz de Fora-MG, Uberlândia-MG, Patrocinio-MG, Manaus-AM, Recife-PE, Salvador-BA, Goiânia-GO, Rio de Janeiro-RJ, Belém-PA.
Maker Day 2024 também, marca um momento significativo na trajetória de colaboração entre o Brasil e os Estados Unidos, que neste ano, comemora 200 anos de relações diplomáticas.
Evento criado em 2018 com o apoio da Embaixada e Consulados dos EUA no Brasil, por meio do Escritório dos Espaços Americanos, o Maker Day Brasil é um evento desenvolvido para promover o movimento maker e a educação STEAM.O objetivo é fomentar a criatividade e a inovação por meio de atividades “mão-na-massa” para alunos e comunidades em geral. Além de estimular a cultura maker local, o evento busca expandir a rede de parceiros e os benefícios associados a essas ações. Realizado anualmente no último sábado de setembro, o Maker Day acontece de forma simultânea em diversos Espaços Americanos no país. A edição de 2024 acontece excepcionalmente em meados de setembro.
Sobre os Espaços Americanos:
Os Espaços Americanos são centros de cultura e informação abertos ao público que facilitam o aprendizado de inglês, promovem encontros e estimulam a interação entre as comunidades locais com os Estados Unidos. Apoiados pelo Departamento de Estado dos EUA, essa rede oferece uma programação diálogos abertos, além de atividades práticas voltadas para educação e a cultura. No Brasil, a rede de Espaços Americanos conta com mais de 30 localidades projetadas para compartilhar os valores norte-americanos, ideais, cultura e perspectivas sobre uma variedade de temas.
SESI Lab vai receber a batalha das gurias, Talíz e GOG para uma noite que promete muita música e dança. Ingressos disponíveis online e na bilheteria do museu
O SESI Lab vai virar baile! Na próxima quinta-feira, 3/10, a 16ª edição do Night Lab, com o tema “conexão territórios”, vai receber artistas brasilienses que prometem movimentar as estruturas do museu. A noite vai começar com a Batalha das Gurias, um coletivo de meninas e mulheres que faz rimas improvisadas. Em seguida, vem a cantora Talíz, de Samambaia/DF, disseminadora do gênero R&B. O músico GOG também marca presença. O rapper é considerado pioneiro no hip hop brasiliense e tem mais de 30 anos de história no mundo da música.
Estéfane Câmara, também conhecida como MC Marciana, conta que toda equipe da Batalha das Gurias está muito animada em se apresentar no SESI Lab. “Esperamos que as pessoas se divirtam, queremos promover um verdadeiro espetáculo de rimas improvisada no museu. Vai ser incrível estar dentro deste espaço”, afirma.
A cantora e compositora Talíz conta que preparou um show de muita personalidade para o Night Lab. “Nunca fiz um show dentro de um museu, essa é uma oportunidade única onde vamos ver várias formas de arte se encontrando. Vou levar versões minhas de músicas de artistas que me inspiraram, como Lauryn Hill e Negra Li, e músicas autorais”, explica.
Já o cantor, rapper e compositor Genival Oliveira Gonçalves, mais conhecido como GOG, traz na bagagem mais de dez álbuns lançados e mais de 30 anos de carreira. O músico, nascido em Sobradinho/DF, é o primeiro rapper a abrir o próprio selo musical e lançar outros nomes do rap do DF.
Oficinas
Para deixar a noite ainda mais animada, o grafiteiro Rafael Odrus vai ensinar técnicas e estilos básicos para criação de letras em grafite. Os participantes da oficina vão ter a oportunidade de explorar o design tipográfico, o uso de cores e texturas, além de técnicas de preenchimento e contorno. A oficina começa com uma introdução ao esboço das letras, seguida pela estilização, com foco em formas 2D, sombras e efeitos de profundidade.
Odrus é considerado o primeiro grafiteiro surdo do Brasil. Ele começou a desenhar em Planaltina/DF, mas seus traços não estão só no capital federal. O artista já foi para Holanda, França, Canadá, África do Sul e Estados Unidos. Ele traz, com a arte urbana, reflexões sobre acessibilidade, deficiência e inclusão.
Já a dançarina Layla Paulino vai apresentar em sua oficina como a dança periférica latino-americana pode ser vista como um instrumento de comunicação e socialização, além de um importante disseminador cultural. Durante a oficina, serão trabalhadas dinâmicas e técnicas que adentram no funk, dancehall e reggaeton. A oficina é um convite para mostrar que a dança é um espaço para todos, sem restrições.
Conversa poética
A conversa poética desta edição é com o Gean, artista digital que fundou o 2050, um laboratório de inovação e tecnologia que desenvolve projetos e serviços tecnológicos. Imerso no universo da realidade mista, virtual, impressão 3D e inteligência artificial, ele cria projetos levando em consideração a perspectiva periférica e possíveis caminhos para mudanças. No bate papo no Night Lab, ele vai falar sobre mobilização e empoderamento.
Confira a programação completa:
Shows
19h30 às 20h30: Batalha das Gurias
20h30 às 21h30: Taliz
22h às 23h30: GOG
Conversa poética
20h30 às 21h30: conversa com Gean 2050 sobre mobilização e empoderamento
Local: Experimento Lab
Oficinas e ativações
20h às 22h: Night Art Graffiti com Rafael Odrus
Local: Espaço Maker
>> 40 vagas
>> distribuição de fichas 30 minutos antes, no hall do 1º pavimento
20h às 22h: Danças Periféricas Latinoamericanas, com Layla Paulino
Local: Experimento Lab
>> 40 vagas
>> distribuição de fichas 30 minutos antes, no hall do 1º pavimento
Clientes do Banco do Brasil contam com vantagenspara assistir aos shows do festival, como pré-venda, descontos, fast pass e muito mais
Paulinho da Viola foto divulgação
De 14 de novembro a 14 de dezembro, Brasília será palco de uma série de encontros entre artistas consagrados no país e no exterior. O Festival Estilo Brasil, oferecido pelo Banco do Brasil Estilo, irá reunir nomes como Ana Carolina,Xamã, Geraldo Azevedo, Poesia Acústica, Ivan Lins, Chico César, Paulinho da Viola, Silva, Stacey Kent e muito mais para celebrar a brasilidade de nossa música, em apresentações no Ulysses Centro de Convenções.
Clientes Banco do Brasil com cartão Ourocard Visa terão acesso à pré-venda exclusiva e desconto de 70%, sobre o valor de entrada inteira,para curtir o evento que conta com o patrocínio de Ourocard Visa, Banco do Brasil e Governo Federal. A realização é do Metrópoles e a produção da Oh! Artes.
Pré-venda antecipada
Os clientes Banco do Brasil com Ourocard Visa poderão garantir, entre os dias 7 a 11 de outubro, os ingressos para os shows do festival de forma exclusiva na https://www.bilheteriadigital.com/. As vendas para o público geral começam no dia 12.
Parcelamento diferenciado
Durante a pré-venda, clientes Banco do Brasil com cartões Ourocard Visa têm o benefício exclusivode parcelar em até oito vezes sem juros, além depoder adquirir até quatro ingressos em todas as categorias.
Fila exclusiva
Clientes que possuírem cartões Banco do BrasilOurocard Visa têm direito à fila exclusiva (fast pass), que garante maior velocidade no acesso ao local do evento.
Desconto
Após a pré-venda, clientes Banco do Brasil comcartões Ourocard Visa têm direito a desconto de 60% sobre o valor do ingresso inteiro durante todo o período de comercialização das entradas.
Além desses diferenciais para aproveitar o FestivalEstilo Brasil, clientes Banco do Brasil com cartões Ourocard contam com uma série de benefícios, que vão desde cashback, desconto na anuidade, parcelamento de compras pagas com preço de à vista, acesso a salas VIP em diversos aeroportos, e muito mais.
Pré-venda exclusiva clientes BB Ourocard Visa:de 7 a 11 de outubro venda exclusiva com 70% de desconto para clientes BB Ourocard Visa (parcelamento em até 8x sem juros). Início de vendas para público: 12 de outubro (cliente Banco do Brasil Visa têm 60% de desconto) Clientes têm direito a adquirir até quatro (4) entradas por CPF (em qualquer categoria).
Estudantes participarão de palestras e oficinas, desenvolvendo uma compreensão mais profunda sobre os impactos do abandono animal na sociedade e na saúde pública
O Projeto Educa + Pet surge como uma iniciativa pioneira na Cidade Estrutural, voltada para conscientizar e educar alunos do 4º ano do Centro de Ensino Fundamental 02 sobre a importância do cuidado e respeito aos animais. Focado em combater o abandono e os maus-tratos, o projeto promove atividades educacionais e interativas, com o objetivo de formar uma geração mais responsável em relação à causa animal.
Atividades e ações
Com o apoio da escola, o projeto abordará temas como posse responsável, controle de zoonoses e adoção consciente. As crianças participarão de palestras e oficinas, desenvolvendo uma compreensão mais profunda sobre os impactos do abandono de animais na sociedade e na saúde pública.
Além disso, o Projeto Educa + Pet realiza ações práticas fora das salas de aula, como a Blitz Pet, que distribuirá adesivos e promoverá a pintura de faixas de pedestres voltadas para a segurança dos animais. Essas iniciativas visam engajar a comunidade e reduzir o número de animais abandonados nas ruas.
Campanha de vacinação: O dia também será marcado para uma campanha de vacinação de animais de estimação, envolvendo a imunização antirrábica.
Lançamento do Gatil
A inauguração do Gatil Pet Amigo marca um importante avanço na proteção e acolhimento de animais abandonados no Distrito Federal. A estrutura foi planejada e construída pela Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap), com mão de obra de reeducandos, destacando o caráter social do projeto. Com foco na reabilitação animal e humana, o Gatil oferecerá um espaço adequado para abrigar gatos em situação de vulnerabilidade, promovendo o bem-estar dos animais enquanto proporciona aos reeducandos uma oportunidade de aprendizado e reintegração à sociedade.
Pipoca, teatro e diversão
A criançada também terá a oportunidade de se divertir com uma apresentação especial da Cia Teatral Fábula, que promete boas gargalhadas e momentos de descontração, oferecendo uma mistura perfeita de pipoca, teatro e diversão para todos os presentes.
Impacto esperado
Com a educação infantil como foco, o Educa + Pet espera que os valores aprendidos na escola sejam levados para casa, criando uma corrente de conscientização entre alunos, famílias e comunidade. A ideia é transformar o conhecimento em ações práticas, fomentando uma cultura de respeito e proteção aos animais.
Sobre a iniciativa
O Projeto Educa + Pet é coordenado pelo Instituto do Bem-Estar Animal (ICBEM) e conta com a colaboração de profissionais voluntários, incluindo veterinários e educadores. Com uma abordagem prática e educativa, o projeto tem como meta expandir suas atividades para outras regiões administrativas do Distrito Federal, sempre com foco na formação de uma sociedade mais consciente.
Foto divulgação
Serviço:
Projeto Educa + Pet Onde: Centro de Ensino Fundamental 02 da Estrutural Quando: 5 de outubro Horário: De 8h às 12h Realização: Centro de Ensino Fundamental 02 da Estrutural Organização: Instituto Cultural e do Bem-estar Animal (ICBEM) Apoio: Secretaria de Saúde do Distrito Federal