Tradição e sabores asiáticos marcam o evento em uma verdadeira celebração à cultura oriental
Nos dias 14, 15 e 16 de fevereiro de 2025, o Taguatinga Shopping receberá o aguardado Nipo Festival, um evento que celebra a cultura oriental e promete fascinar os visitantes com diversas atrações e atividades. Realizado no Estacionamento H, no 2º piso do shopping, o festival proporcionará uma imersão na rica herança asiática, reunindo opções gastronômicas autênticas e experiências culturais únicas.
Neste ano, o festival traz o tema o Origami, que é uma arte milenar oriental de dobraduras de papel. “Em 2025, completam-se 80 anos dos ataques em Hiroshima e Nagasaki. Essa data foi um dos motivos para a escolha do tema, pois nos convida a refletir sobre a tradicional história de Sadako, inspirada em uma lenda japonesa que afirma que quem dobrasse mil tsurus de papel em nome da paz e da saúde seria abençoado, simbolizando esperança e renovação”, explica Flávio Hideo, organizador do evento.
Além disso, o festival vai ter uma grande cenografia em origami, vai oferecer também oficinas de arte oriental e os participantes podem participar da tradição japonesa Sadako e fazer tsurus de papel. O nipo vai contar com concurso de K-POP e cosplay durante os 3 dias de evento, valendo prêmios.
Para os amantes da culinária asiática, o evento apresentará uma seleção de pratos autênticos, como: Lamen, Yakisoba, Hot Dog Coreano, Harumaki, Guioza, Udon, Buuble Tea. Essa variedade de sabores promete satisfazer até os paladares mais exigentes, proporcionando uma verdadeira viagem gastronômica à Ásia.
Além disso, os visitantes terão a oportunidade de vivenciar a vibrante cultura oriental por meio de apresentações de grupos de tambores renomados, como Reiwa Daiko e Matsuri Daiko.
O festival contará com uma série de workshops voltados para quem deseja explorar as artes tradicionais japonesas, como Origami, Sumiê, Mangá. O espaço Artists’ Alley será uma vitrine para talentos locais, permitindo que artistas exponham e comercializem suas obras.
Pensando na acessibilidade, o Nipo Festival será pet friendly e completamente coberto, garantindo o conforto dos visitantes. Os ingressos antecipados custarão R$15, valor correspondente à meia entrada para estudantes, cosplayers, doadores de 1kg de alimento não perecível e outras categorias previstas em lei no DF, e podem ser adquiridos pelo Sympla. Na sexta-feira, a entrada será gratuita até às 14h. Crianças de até 7 anos terão entrada gratuita, fazendo do evento uma opção perfeita para toda a família.
Fotos Nipo Festival – Divulgação
NIPO FESTIVAL
Data: 14 a 16 de fevereiro de 2025
Local: Taguatinga Shopping, Estacionamento H
Horário: Sexta-feira e sábado das 12h às 22h, domingo das 12h às 20h
Valores: R$30 inteira e R$10 meia (cosplayers, estudantes, doadores de alimentos e demais casos previstos em lei). Crianças até 7 anos não pagam: Sympla
Exposição apresenta mais de 700 itens, entre obras de arte de mais de 200 artistas de todas as regiões do país e documentos e objetos, que dão um panorama da década de 1980 no Brasil
Vista por mais de 300 mil pessoas, a grande exposição “Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil” chega ao Centro Cultural Banco do Brasil Brasília no dia 18 de fevereiro de 2025, depois de ter sido apresentada com enorme sucesso no CCBB RJ. Com Raphael Fonseca como curador-chefe e Amanda Tavares e Tálisson Melo como curadores-adjuntos, a mostra apresenta cerca de 300 obras de mais de 200 artistas de todas as regiões do país, mostrando um amplo panorama das artes brasileiras na década de 1980. Completam a exposição cerca de 400 elementos da cultura visual da época, como revistas, panfletos, capas de discos e objetos icônicos, ampliando a reflexão sobre o período.
O projeto é patrocinado pela BB Asset, gestora de fundos do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Mário Perrone, diretor comercial e de produtos da BB Asset, destaca que a responsabilidade da gestora vai além da administração de ativos. “Patrocinar a exposição ´Fullgás´ reforça nosso compromisso com o futuro, investindo não apenas em resultados, mas também naquilo que transforma uma sociedade: a cultura e arte. Como a maior gestora de fundos do Brasil, temos a honra de contribuir para a preservação do legado cultural do país, inspirando novas gerações e promovendo um Brasil mais vibrante e consciente da sua rica história e expressão artística. Este é o tipo de investimento que gera valor para todos.”
“’Fullgás’, assim como a música de Marina Lima, deseja que o público tenha contato com uma geração que depositou muito de sua energia existencial não apenas no fazer arte, mas também em novos projetos de país e cidadania. Uma geração que, nesse percurso, foi da intensidade à consciência da efemeridade das coisas, da vida”, afirmam os curadores.
A exposição será dividida em cinco núcleos conceituais cujos nomes são músicas da década de 1980: “Que país é este” (1987), “Beat acelerado” (1985), “Diversões eletrônicas” (1980), “Pássaros na garganta” (1982) e “O tempo não para” (1988). No pavilhão de vidro haverá obras tridimensionais e vídeos, apresentando um panorama do período para além da pintura. Neste espaço, entre outras, estará a obra “Coluna de cinzas” (1987), de Nuno Ramos, e uma instalação com balões do artista paraense radicado no Rio de Janeiro Paulo Paes. Na recepção central, ao lado da bilheteria, uma banca de jornal com revistas, vinis, livros e gibis publicados no período, com fatos marcantes da época, fará o público entrar no clima da exposição.
A mostra aborda o período de forma ampla, entendendo que seus questionamentos e impulsos começaram e terminaram fora do marco temporal de dez anos que tradicionalmente constitui uma década. Desta forma, a exposição abrange o período entre 1978 e 1993, tendo como marcos o final do Ato Institucional n° 5 e o ano posterior ao impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello. “Consideramos para a base de reflexões este arco de quinze anos e todas as suas mudanças estruturais e culturais para pensarmos o Brasil: do fim da ditadura militar ao retorno a uma democracia que, logo na sequência, lidará com o trauma de um impeachment”, contam os curadores, que selecionaram para a exposição obras de artistas cujas trajetórias começaram neste período.
Nas artes visuais, a Geração 80 ficou marcada pela icônica mostra “Como vai você, Geração 80?”, realizada no Parque Lage, em 1984. A exposição no CCBB entende a importância deste evento, trazendo, inclusive, algumas obras que estiveram na mostra, mas ampliando a reflexão. “Queremos mostrar que diversos artistas de fora do eixo Rio-São Paulo também estavam produzindo na época e que outras coisas também aconteceram no mesmo período histórico, como, por exemplo, o ‘Videobrasil’, realizado um ano antes, que destacava a produção de jovens videoartistas do país”, ressaltam os curadores. Desta forma, “Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil” terá nomes de destaque, como Adriana Varejão, Beatriz Milhazes, Daniel Senise, Leonilson, Luiz Zerbini, Leda Catunda, entre outros, mas também nomes importantes de todas as regiões do país, como Jorge dos Anjos (MG), Kassia Borges (GO), Sérgio Lucena (PB), Vitória Basaia (MT), Raul Cruz (PR), entre outros. Para realizar esta ampla pesquisa, a exposição contou, além dos curadores, com um grupo de consultores de diversos estados brasileiros.
Além das obras de arte, a exposição traz, ainda, diversos elementos da cultura visual da década de 1980, como revistas, panfletos, capas de discos e objetos, que fazem parte da formação desta geração. “Mais do que sobre artes visuais, é uma exposição sobre imagem e as obras de arte estão dialogando o tempo inteiro com essa cultura visual, por exemplo, se apropriado dos materiais produzidos pelas revistas, televisões, rádios, outdoors e elementos eletrônicos. Por isso, propomos incorporar esses dados, que quase são comentários na exposição, que vão dialogando com os elementos que estão nas obras de fato”, ressaltam Raphael Fonseca, Amanda Tavares e Tálisson Melo.
O catálogo digital da exposição será disponibilizado no site do CCBB, contendo fotos das obras e textos dos curadores e de autores de diversas regiões do Brasil, que abordam os tópicos centrais da exposição, analisando os diversos aspectos culturais deste recorte histórico. Depois do CCBB Brasília, onde ficará até o dia 27 de abril de 2025, a mostra seguirá para o CCBB São Paulo e posteriormente para o CCBB Belo Horizonte.
NÚCLEOS TEMÁTICOS
A exposição será dividida em cinco núcleos:
1 – “Que país é este” – reflete sobre o fim da ditadura militar e a passagem para a democracia. “Este núcleo traz questões relativas à política e à economia, debates em torno da Constituição, organização civil, variação das moedas, inflação, além de questões relativas à violência, pensando na herança da década de 1970 e da ditadura militar. Todos esses elementos estão colocados de uma maneira que questiona e tenta definir os rumos do país, a ideia de nação através de identidade e território”, contam os curadores. Desta forma, estão neste núcleo movimentos negros, de mulheres, indígenas e seringueiros, além do movimento punk, vinculado a debates políticos e sociais, assim como os debates em torno da Constituição e da redemocratização. Integram este núcleo obras que citam a ditadura e a tortura, como “Sem título” (1982), de Aprígio e Frederico Fonseca, os registros de movimentos sociais feitos pelo fotógrafo paraense Miguel Chikaoka, além de trabalhos de coletivos que começam a ocupar as ruas, algo até então não permitido pela ditadura militar, como o coletivo Manga Rosa. Arthur Bispo do Rosário também está neste núcleo com “Uma obra tão importante que levou 1986 para ser escrita”. O filme “Patriamada”, dirigido por Tizuka Yamasaki, feito durante do processo das Diretas Já, também integra este núcleo, assim como diversos outros trabalhos.
2 – “Beat acelerado” – traz obras e artistas que preferiram enfocar na nova aceleração do tempo, nos amores efêmeros, no prazer e na paixão pela cor. “Esse título remete ao corpo, à batida do coração, à empolgação, ao frenesi, e está mais em diálogo com artistas associados à pintura e ao desenho, com a comemoração e a negação da austeridade da arte dos anos 1970, que era vista como muito racional”, afirmam os curadores. Este é o maior núcleo da exposição e tem muitas obras onde a cor desempenha um papel central, como “Com que está a chave do banheiro 10?” (1989), de Beatriz Milhazes, e “Cérebro em stand” (1988), de Leda Catunda, mas também vídeos e esculturas, que trazem a ideia de emoção, como “Hommage aux marriages” (1989), de Marcos Chaves. “É o núcleo da abertura, da possibilidade de viver em um mundo colorido após a saída da ditadura”, contam os curadores. Neste núcleo também estão obras como a camisa “Overgoze” (1981), de Eduardo Kac, na época parte do Movimento de Arte Pornô, e “Dois coqueiros” (1990), de Ciro Cozzolino, entre muitas outras, além de diversos elementos da cultura visual da época.
3 – “Diversões eletrônicas” – traz artistas que mergulharam em um futurismo típico do momento histórico no qual a televisão desempenhou papel essencial, assim como as novas invenções tecnológicas e o desejo pela expansão aeroespacial. “É a experimentação no campo da arte a partir do acesso a determinadas mídias eletrônicas e pela expansão das mesmas – computadores, fotografias, videocassetes e walkmans, por exemplo. Há trabalhos que fazem uma experimentação com essa tecnologia e outros que vão representar esses elementos”, contam os curadores. Exemplos disso são as obras “Painel de controle” (1987), de Luiz Hermano, e Carro” (1980), de Jailton Moreira. Há, ainda, pinturas que incorporam a TV, como uma série de trabalhos em xerox, de Alex Vallauri e “Família materialista” (1982), de Cristina Salgado, ou a obra “Caderno Juquinha” (1980), de Lívia Flores, com referências da televisão e do design. Neste núcleo, estão também obras dos artistas baianos Leonardo Celuque – “Rastro de cometa” (1989) – e Jayme Figura – capacete feito de sucata “Sem título” (1980).
4 – “Pássaros na garganta” – neste núcleo estão presentes artistas que observavam mais a natureza e as discussões ecológicas do momento, assim como questões relativas à propriedade de terra e às consequências trágicas do capitalismo selvagem. Neste núcleo estão paisagens, como as obras “Lacrima Christie” (1989), de Cristina Canale, “O pranto dos animais II” (1989), de Hélio Melo e “Barranco” (1982), de Jacqmont, mas também trabalhos que alertam para as questões ambiental e indígena. Neste núcleo está a pintura da série “Césio 137” (1986), de Siron Franco, e os estudos para mosaico do Palácio da Cultura de Eliezer Rufino, feitos a partir de uma cultura visual de herança indígena. Há, ainda, a pintura na parede “Sem título” (1980), de Otoni Mesquita. “Esse núcleo vem quase como uma relação sublime sendo resgatada com a natureza, mas no sentido de uma natureza tanto quanto potencial de referência para a produção pictórica quanto de um assombro com as questões ambientais que atravessaram o período e que ganham visibilidade e debate no contexto da ECO 92, com pautas colocando a nossa vulnerabilidade enquanto existência no planeta”, dizem os curadores.
5 – “O tempo não para” – quinto e último núcleo da exposição, reflete sobre a passagem do tempo, conectando-se também com o nome da exposição, “Fullgás”, música de Marina Lima. “Este núcleo reúne obras que pensam a respeito da finitude e de como há uma discreta melancolia em todos os elogios ao excesso tão atribuídos a essa geração”, contam os curadores. Integram este núcleo trabalhos como “Mapa a cores” (1987), de Ana Amorim, que aborda sua localização e seus trajetos, “Sem título” (1990), de Fernanda Gomes, que fala da passagem do tempo através de papéis de cigarro acumulados, “As ruas da cidade” (1988), de Leonilson, “Entre céus e ruínas” (1992), de Leila Danziger, além das “Polaroids” (1980), de Fernando Zarif, e do vídeo “O profundo silêncio das coisas mortas” (1988), de Rafael França, entre outras.
SOBRE OS CURADORES
Raphael Fonseca (curador-chefe) nasceu no Rio de Janeiro e vive em Denver, EUA. É pesquisador da interseção entre curadoria, história da arte, crítica e educação. Trabalha como curador de arte moderna e contemporânea latino-americana no Denver Art Museum desde 2021. Curador-chefe da 14ª Bienal do Mercosul, a acontecer em 2025. Curatorial advisor da Prospect.6, em 2024, em New Orleans, Estados Unidos. Foi incluído na lista de 100 pessoas mais influentes das artes visuais globalmente pela revista ArtReview, em 2023. “Raio-que-o-parta”, exposição da qual foi curador-chefe e realizada no SESC 24 de Maio, recebeu os prêmios da Associação Brasileira de Críticos de Arte de melhor curadoria e melhor exposição de 2022. Doutor em Crítica e História da Arte pela UERJ. Recebeu o Prêmio Marcantonio Vilaça de curadoria (2015), o prêmio de curadoria do Centro Cultural São Paulo (2017), recebeu uma bolsa da Andy Warhol Foundation para a exposição “Who tells a tale, adds a tail” (Denver Art Museum, 2022), além de uma bolsa da Teiger Foundation para uma futura exposição sobre Roberto Gil de Montes, a ser realizada em co-curadoria entre o Denver Art Museum e o Los Angeles County Museum of Art (LACMA, junto a Rita González).
Amanda Tavares (curadora-adjunta) nasceu em Ipatinga (MG) e mora entre São Paulo e o Rio de Janeiro. Atua como pesquisadora e curadora em exposições e publicações de arte, além de projetos experimentais que relacionam arte e educação. É pós-doutora em Artes pela UERJ e doutora em Crítica e História da Arte pela mesma instituição. Mestre em teoria literária pela UNICAMP e graduada em Letras pela UFJF. É coordenadora editorial na 14ª Bienal do Mercosul. Foi membro do Júri Open Lisboa, na Arco – Feira de Arte Contemporânea (Lisboa, 2024). Foi pesquisadora, assistente de curadoria e coordenadora dos programas públicos na 23ª Bienal SESC_Videobrasil (2023-2024). Em 2022-2023, foi contemplada com a bolsa do programa MASP Pesquisa, destinada à pesquisa e difusão do acervo do MASP. Foi pesquisadora de conteúdo e assistente de curadoria no projeto de requalificação do Sítio Burle Marx (exposição e livro institucional) (2019-2020). Atualmente desenvolve o projeto de pós-doutorado “Arte popular: modos de usar (PPGAH/UERJ)”, no qual se dedica à relação entre a chamada arte popular no contexto da arte moderna e contemporânea.
Tálisson Melo (curador-adjunto) nasceu em Juiz de Fora (MG) e vive em São Paulo. Curador, pesquisador e professor. Pós-doutorando no Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo. Doutor em Sociologia e Antropologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com estágio na Yale University, EUA. Mestre em Artes pela Universidade Federal de Juiz de Fora, onde também se graduou bacharel em Artes e Design, com concentração em História da Arte pela Universidad de Salamanca, Espanha. Em 2023, foi selecionado pelo prêmio de jovens curadores da OMA Galeria. Ganhou o prêmio de melhor exposição (regional Centro-Oeste, 2023) da Associação Brasileira de Crítica de Arte (ABCA) pela exposição coletiva “Atualização do Sistema”, organizada pela Academia de Curadoria em parceria com a FAP-DF e o Museu Nacional da República.
ACESSIBILIDADE
A ação “Vem pro CCBB” oferece translado gratuito (de ida e volta) para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.
O ponto de embarque e desembarque da van fica próximo ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito e os ingressos podem ser emitidos no site bb.com.br/cultura, na bilheteria do CCBB, ou ainda pelo QR Code disponível no veículo.
Horários:
– Saindo da Biblioteca Nacional para o CCBB: 12h, 14h, 16h, 18h e 20h
– Saindo do CCBB para a Biblioteca Nacional: 13h, 15h, 17h, 19h e 21h
SOBRE O CCBB BRASÍLIA
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa CCBB Educativo, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana.
Desde o final de 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, e desde então recebe a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
A conquista atende à Ação 24 da Agenda 30, que tem por objetivo reforçar a gestão dos programas, iniciativas e práticas ambientais e de ecoeficiência do BB e demonstra o alinhamento do CCBB Brasília à estratégia corporativa do BB, enquanto espaço de difusão cultural que valoriza a diversidade, a acessibilidade, a inclusão e a sustentabilidade porque transformar vidas é parte da nossa cultura.
SOBRE A BB ASSET
A BB Asset, empresa do Banco do Brasil, é responsável pela gestão de mais de 1200 fundos de investimento para quase 3 milhões de pessoas que buscam realizar seus sonhos. Líder nacional no setor de fundos de investimento, detém aproximadamente 20% do mercado e administra um patrimônio líquido de cerca de R$ 1,6 trilhão*. Além disso, é reconhecida pela qualidade de sua gestão com as maiores notas das agências de classificação de risco Fitch Rating e Moody’s. Suas soluções de investimento estão disponíveis para atender a ampla variedade de objetivos de seus clientes. Como líder de mercado, entende sua responsabilidade na atuação em prol dos desenvolvimentos ambiental, social, de governança corporativa e cultural. Com o objetivo de agregar valor à sociedade, a BB Asset patrocina iniciativas como a exposição Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil. Porque, além de gerir ativos financeiros, investir em arte e cultura – para a maior gestora de fundos do Brasil – também é melhorar a vida das pessoas!
*Dados do ranking da ANBIMA de julho de 2024.
Luiz Zerbini, Os embaixadores do Oriente no Brasil
SERVIÇO
Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil
Período: 18 de fevereiro a 27 de abril de 2025
Local: CCBB Brasília – Recepção Central, Galerias 3 e 5 e Pavilhão de Vidro
Funcionamento: De terça-feira a domingo, das 9h às 21h
Dias 8 e 9 de fevereiro, no jardim do centro cultural
Mundo Bita participa do “Jornadinha nas Estrelas” e promete animar os pequenos foliões, no domingo
Lenine foto Jairo Goldflus
O CCBB Brasília entra em clima de folia e antecipa o Carnaval trazendo o Bloco Jornada nas Estrelas com o Maestro Spok, nos dias 8 e 9 de fevereiro, para celebração da cultura pernambucana e do frevo na Capital Federal.
O Maestro Spok, renomado saxofonista e diretor musical da SpokFrevo Orquestra, traz sua energia e musicalidade para os jardins do centro cultural. Os ingressos para o sábado custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). No domingo, a entrada é gratuita. Os ingressos estarão disponíveis no site www.bb.com.br/cultura ou na bilheteria física do CCBB Brasília.
Entre os convidados: Lenine, Roberta Sá, Ylana, DJs La Ursa e Lupe (PE) prometem agitar o público com ritmos contagiantes. O evento também conta com a participação da Orquestra Marafreboi e do grupo Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro, que apresenta a Orquestra Alada Trovão da Mata, representantes da cultura do DF. A garotada tem espaço garantido neste Grito de Carnaval com o “Jornadinha nas Estrelas”, momento em que o Maestro Spok convida a turma do Mundo Bita para animar a criançada.
A prévia carnavalesca acontece no jardim do CCBB Brasília, que se transforma em um reduto do frevo e das tradições carnavalescas nordestinas. Além de shows, a programação inclui oficinas culturais, aulões de frevo, customização de camisetas e atividades para adultos e crianças, promovendo a interação entre gerações e valorizando a diversidade cultural.
Com mais de 30 anos de carreira, Spok é conhecido por revitalizar o frevo, incorporando elementos do jazz e promovendo a tradição carnavalesca em palcos nacionais e internacionais. Spok, que sempre tocou em blocos de amigos, mas de uns tempos para cá pensou em produzir o seu próprio. O maestro considerou Brasília é o lugar ideal para esse lançamento. “Vou a Brasília até três vezes por ano, cidade que tenho muito carinho, fiz muitos amigos e onde temos um público cativo do Carnaval Pernambucano”.
O nome do bloco não poderia ser outro, uma vez que faz referência a clássica série de televisão de onde também saiu o nome de Spok. “Eu gostei muito do nome e resolvemos lançá-lo. Mas é claro que para isso acontecer, o CCBB Brasília foi importantíssimo, bem como os produtores, amigos e artistas, que acreditaram nesse projeto”.
No sábado (8), a programação começa com oficinas criativas, incluindo aulões de frevo,pinturas carnavalescase customização de camisetas para entrar no clima da festa. Na sequência, a DJ La Ursa abre a folia, seguido pela força da cultura popular do grupo Seu Estrelo e a Orquestra Alada Trovão da Mata. E o tão aguardado Bloco Jornada nas Estrelascom Maestro Spokrecebeos convidados especiais Lenine, Roberta Sá e Ylana, e traz a energia do Carnaval pernambucano para os jardins do CCBB.
No domingo (9), a programação é voltada para as crianças e suas famílias, com oficinas e shows pensados para encantar o público infantil e promover momentos de diversão. A programação reúne a Orquestra Marafreboi e o “Jornadinha nas Estrelas”, momento em que Maestro Spok recebe seus amigos do Mundo Bita, proporcionando uma experiência lúdica e inesquecível para os pequenos foliões. A parceria com o Mundo Bita, aliás, já rendeu frutos pois no ano passado lançaram um álbum voltado para a criançada chamado “Carnaval Mundo Bita com Maestro Spok”, que reúne onze sucessos em versões carnavalescas que inclui samba, frevo, axé, ciranda.
O Pré-Carnaval com o Bloco Jornada nas Estrelascom o Maestro Spok” promete ser um marco na programação cultural de Brasília, levando o frevo e a alegria do carnaval pernambucano ao Cerrado. Além de ser uma festa, o evento promove reflexões sobre cultura, economia criativa e inclusão social, fortalecendo laços entre tradição e modernidade. Prepare-se para vivenciar o verdadeiro espírito do carnaval e mergulhar na magia do frevo!
Programação
Dia 08 Fevereiro (sábado)
Início do Evento (Jardim) – 15h
02 Aulões de Frevo 30 Minutos (cada aula)
Pinturas de Rosto Carnavalescas
Customização de Fantasias
16h às 17h DJ La Ursa (DF)
17h15 às 18h45 Seu Estrelo – Orquestra Alada Trovão da Mata (DF)
19h00 às 21h20 Bloco Jornada nas Estrelas -Maestro Spok (Convidados Lenine, Roberta Sá e Ylana)
Dia 09 Fevereiro (domingo) – Dia do Frevo
Início do Evento (Jardim) – 14h
02 Aulões de Frevo – 30 Minutos (cada aula)
Pinturas de Rosto Carnavalescas
Oficina de Maracatu com o Bloco Suvaquinho da Asa
Apresentações de mágicos
15h às 16h DJ Lupe (PE)
16h15 às 17h30 Mundo Bita
17h50 às 20h30 Orquestra Marafreboi
Sobre as Atrações
MAESTRO SPOCK – Natural de Igarassu (PE), Maestro Spok é um dos mais influentes nomes da música brasileira, destacando-se como saxofonista, arranjador e compositor. Diretor musical da SpokFrevo Orquestra, ele combina tradição e modernidade, levando o frevo a festivais internacionais e consolidando-o como patrimônio cultural imaterial. Spok é conhecido por projetos como o Orquestrão, que encerra o carnaval recifense com mais de 100 músicos, e pelo seu papel na divulgação da cultura pernambucana pelo Brasil e pelo mundo. Sua dedicação inspira novas gerações, garantindo a preservação e evolução do frevo.
LENINE – cantor e compositor pernambucano de sucesso é ganhador de seis Grammy Latino, dois prêmios da APCA e nove Prêmio da Música Brasileira. Contabiliza-se que Lenine tenha escrito, gravado e produzido mais de quinhentas canções, algumas dessas gravadas por Maria Bethânia, Daniela Mercury, Elba Ramalho, Milton Nascimento, Gilberto Gil. Entre seus maiores sucessos estão: Hoje eu quero sair só, A balada do Cachorro louco, Paciência, Simples Assim.
ROBERTA SÁ – Tendo Carmem Miranda como uma de suas grandes inspirações, Roberta Sá (nascida em Natal- RN) é uma das cantoras mais celebradas da MPB contemporânea. Seu forco é o samba e a bossa nova. Já gravou seis álbuns de estúdio, e dois CD/DVD ao vivo. Em 2007, Roberta Sá foi indicada ao Grammy Latino na categoria de “Artista Revelação”, juntamente com o sambista Diogo Nogueira. Seu último disco, Sambasá (de 2022) ganhou uma versão ao vivo em 2023.
YLANA – Começou a carreira profissional aos 4 anos, gravando seu primeiro jingle e participando de comerciais de TV. Fez seu primeiro show solo em 2010 com transmissão internacional pela rádio BBC de Londres. Consolidou-se como cantora em 2013 com o lançamento de seu primeiro álbum autointitulado “YLANA”. Desde então, a cantora continuou a deixar sua marca no cenário musical, participando de projetos variados, como a gravação da canção “Dois Corações” em parceria com Ayrton Montarroyos, indicada ao Grammy Latino. Em 2024 a cantora lançou seu terceiro álbum: “Janga”.
MUNDO BITA – criado pelo músico e designer pernambucano Chaps Melo em 2011, já lançou dezenas de sucessos, que arrecadaram diversas certificações de Ouro, Platina, Diamante e Diamante Duplo. Depois de atingir a marca de 2 bilhões de views em seu canal do YouTube, em 2018, Mundo Bita foi indicado para o Grammy Latino na categoria Melhor Álbum Infantil Latino com o álbum Bita e a Natureza (2017).[9] O álbum tem 12 composições e conta com participações de Milton Nascimento, Larissa Lisboa e Jr. Black. Os temas das músicas vão desde preservação da natureza e criação dos filhos até questões atuais, como igualdade de direitos para meninos e meninas e inclusão de deficientes físicos.
ORQUESTA ALADA TROVÃO DA MATA – Com a proposta singular de cortejar as figuras do Mito do Calango Voador, uma criação do Grupo Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro, a orquestra mistura elementos de dança, teatro e música, criando uma experiência cênica e sonora única. O grupo traz à vida as histórias e personagens do cerrado brasiliense, com uma batida original conhecida como Samba Pisado, que evoca a tradição dos cortejos de rua e conecta o público ao rico imaginário do cerrado.
ORQUESTRA MARAFREBOI – Orquestra Marafreboi, composta por 17 músicos e cinco bailarinos, traz a energia vibrante do frevo e outros ritmos populares brasileiros sob a batuta do maestro Fabiano Medeiros. Conhecida por suas apresentações contagiantes, a orquestra é um dos destaques do circuito cultural do Distrito Federal, destacando-se pela sua capacidade de preservar e revitalizar as tradições da música popular, como o frevo, o maracatu, o samba e o xote.
ACESSIBILIDADE
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.
A van fica estacionada próximo ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB,ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários:
Biblioteca Nacional – CCBB: 12h, 14h, 16h, 18h e 20h
CCBB – Biblioteca Nacional: 13h, 15h, 17h, 19h e 21h
SOBRE O CCBB BRASÍLIA
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana.
Desde o final de 2022, o CCBB Brasília, se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, sendo que no ano de 2023, obtivemos a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
A conquista atende à Ação 24 da Agenda 30, que tem por objetivo reforçar a gestão dos programas, iniciativas e práticas ambientais e de ecoeficiência do BB e demonstra o alinhamento do CCBB Brasília a estratégia corporativa do BB, enquanto espaço de difusão cultural que valoriza a diversidade, a acessibilidade, a inclusão e a sustentabilidade porque transformar vidas é parte da nossa cultura.
DJ La Ursa
Serviço
Pré-Carnaval no CCBB Brasília
Bloco Jornada nas Estrelas com Maestro Spok e convidados
Local: Jardim do CCBB Brasília
Período: Dias 8 e 9 de fevereiro
Horários: Sábado, a partir das 15h. Domingo, a partir das 14h.
Sábado – Ingressos a R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia para estudantes, professores, profissionais da saúde, pessoa com deficiência e acompanhante, quando indispensável para locomoção, adultos maiores de 60 anos e clientes Ourocard).
Domingo – Ingressos gratuitos mediante retirada.
*Atividades pagas, ingressos liberados na sexta da semana anterior, às 12h. Programação gratuita, retirada a partir às 12h do dia anterior.
CCBB Brasília
Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul
As apresentações semanais serão abertas ao público às quintas-feiras
A Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, após mais de uma década, retorna aos palcos da Sala Martins Pena, a partir da próxima quinta-feira (6), às 20h. Os concertos serão semanais, às quintas. A entrada é gratuita mediante lotação do espaço, que hoje conta com 478 lugares. Durante o período em que o Teatro Nacional permaneceu fechado, a orquestra se apresentou no Teatro Plínio Marcos, também às quintas-feiras.
Para o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, trazer de volta a orquestra sinfônica para a “sua casa” é um grande presente a todos os brasilienses. “Todos nós esperávamos por este momento e poder celebrar a volta da orquestra a sua casa é uma alegria sem tamanho e uma sensação de missão cumprida também. O GDF se comprometeu em entregar a Martins Pena de forma completa para a população do DF e devolver a orquestra a este palco faz parte disso”, destaca Claudio Abrantes.
Para o maestro Cláudio Cohen há uma grande expectativa em voltar à Sala Martins Pena: “Estamos absolutamente eufóricos com o retorno da nossa temporada de concertos no Teatro Nacional Claudio Santoro, teremos concertos de excelência musical e diversidade de conteúdos”.
A programação do retorno oficial da Orquestra Sinfônica à Sala Martins Pena contará com a série Os Compositores, de Robert Schumann. O concerto para piano e orquestra terá a regência do maestro Claudio Cohen e a participação da solista Anastasiya Evsina. O público poderá retirar as senhas para assistir ao espetáculo 1 hora antes do início do concerto. A idade mínima para acessar a sala é de sete anos. No site da Secretaria de Cultura você confere a programação completa da orquestra
Visitas guiadas
Além da volta da orquestra, outra novidade é que a partir de sexta-feira (7), o Teatro Nacional receberá grupos de visitas guiadas. A visita será conduzida por um servidor da Subsecretaria do Patrimônio Cultural que falará sobre a história do teatro, sua arquitetura e as recentes obras. Na última sexta-feira do mês, a vista contará com acessibilidade e participação de um intérprete de Libras.
Reinauguração
Em 1966, o Teatro Nacional Claudio Santoro – na época Teatro Nacional de Brasília – era inaugurado com a abertura da Sala Martins Pena. Cinquenta e oito anos depois, a história se repetiu. Após permanecer por mais de uma década fechado, o maior espaço público do DF foi reaberto em 20 de dezembro do ano passado, depois de quase 11 anos fechado, com a reinauguração da Sala Martins Pena, primeiro espaço a ser restaurado pelo Governo do Distrito Federal (GDF).
A primeira etapa da obra contemplou a restauração da Sala Martins Pena e seu respectivo foyer, e a adequação da infraestrutura do teatro, que descumpria as normas vigentes de segurança, combate a incêndio e acessibilidade. Os trabalhos tiveram duração de dois anos e seguiram as diretrizes para respeitar o tombamento do equipamento público. Foram investidos R$ 70 milhões pelo GDF.
Sob a regência de Cláudio Cohen, a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro apresentará a peça ‘Os Compositores’, de Robert Schumann | Foto: Divulgação/Secec-DF
Com a reforma, a Sala Martins Pena está entre as mais modernas do país, com equipamentos cênicos de ponta, conforto sonoro para frequentadores e artistas e itens inibidores de chamas em caso de incêndio.
“É uma sinalização muito forte de um governo que apoia a cultura e que vê na cultura não só um vetor econômico, mas também um elemento de desenvolvimento da sociedade”, ressaltou Claudio Abrantes.
A Companhia Cultural e Artística da Arquidiocese de Brasília tem o prazer de anunciar a inauguração da exposição de arte sacra “E Se Fez Carne – O Mistério da Presença do Divino no Humano”, que acontecerá de 1º a 23 de fevereiro de 2025 no renomado Espaço Oscar Niemeyer, próximo à Praça dos Três Poderes. O evento conta com apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal e do Governo do Distrito Federal.
A mostra reúne uma coleção diversa que transita entre o clássico e o moderno, destacando estilos como o esculturas em barroco brasileiro, a iconografia bizantina, a ilustração moderna e o emolduramento florentino, um delicado presépio napolitano, entre outras obras.
Os visitantes poderão contemplar temas que expressam a profundidade espiritual da devoção cristã, como Nossa Senhora do Rosário, Menino Jesus de Praga, São José, Pantocrator e a Sagrada Família. Como afirma o Cardeal José Tolentino Mendonça, “a arte é uma epifania do invisível, um lugar onde o humano se encontra com o divino”. Essa reflexão orienta a exposição, que busca celebrar o mistério da encarnação e a ligação entre o sagrado e o humano.
Com entrada franca e classificação livre, a exposição estará aberta de terça a sexta-feira, das 9h às 18h, e aos sábados e domingos, das 9h às 17h.
Serviço:
Exposição: “E Se Fez Carne – O Mistério da Presença do Divino no Humano”
Data: 1º a 23 de fevereiro de 2025
Local: Espaço Oscar Niemeyer (próximo à Bandeira Nacional, Praça dos Três Poderes)
Horário de visitação:
Terça a sexta-feira: 9h às 18h
Sábados e domingos: 9h às 17h
Entrada: Franca
Classificação: Livre
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Sobre a Companhia Cultural e Artística da Arquidiocese de Brasília:
A Companhia é dedicada a promover a expressão artística e cultural da fé, integrando tradição e modernidade. Com uma equipe de voluntários e profissionais apaixonados por arte e cultura, a instituição atua em diversas frentes, incluindo artes plásticas, arquitetura e música, sempre buscando envolver a comunidade e fomentar o conhecimento.
Montagem da Cia. Stavis-Damaceno traz no elenco Rosana Stavis, apontada pela crítica especializada como uma das melhores atrizes do teatro brasileiro, e Helena de Jorge Portela
Novo espetáculo da premiada Cia. Stavis-Damaceno, “Nebulosa de Baco”, com dramaturgia e direção de Marcos Damaceno, e atuação de Rosana Stavis e Helena de Jorge Portela, faz temporada de 5 de fevereiro a 2 de março de 2025, no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília. O espetáculo, que se alterna entre o drama e a comédia, apresenta o difícil processo de duas atrizes ao interpretarem os papéis conturbados de uma filha e o seu pai; e navega sobre o conceito do que é verdade e o que é inventado, ou até onde conseguimos chegar à verdade. A peça tempatrocínio do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) e as sessões acontecem de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 18h. Exceção para os dias 8 e 9 de fevereiro, quando as sessões são às 17h30, e no dia 15, quando não haverá sessão.
“Nebulosa de Baco” foi inspirada na obra do Nobel de Literatura, Luigi Pirandello, e traz à cena uma atriz que não consegue chorar. Ajudada por outra atriz mais experiente, ela se prepara para atuar em uma peça sobre a difícil relação entre uma filha e o seu pai. Uma peça dentro de outra (uma dramática, a outra cômica) em que – como é próprio dos textos de Pirandello e muito atual para o tempo presente – são constantemente embaralhadas as noções entre o que é real e o que é inventado, entre o que é verdade e o que é mentira, entre o que é e o que parece, mas não é.
Em “Nebulosa de Baco” (da mesma companhia de “A Aforista”), duas mulheres, duas atrizes, estão em seu “habitat natural”, em uma sala de ensaio, e que é, nas palavras de Damaceno, “espaço fascinante de caos e criação, onde atrizes reconhecidamente fortes revelam suas fragilidades e inseguranças”. Nessa sala, elas tentam descobrir a melhor forma deinterpretar ali no palco, em uma peça que se equilibra entre o riso e o choro e que, por vezes, levanta questões delicadas e difíceis de se lidar, como os traumas causados pela violência e o abuso sexual na infância. Uma peça que, como é comum nas montagens de Damaceno, chama a atenção para o contraste entre os momentos hilariantes eoutros angustiantes e perturbadores.
A encenação traz outras características que são próprias da Companhia Stavis-Damaceno, como o ritmo vertiginoso de pensamentos aparentemente desordenados; o apreço pela dramaturgia contemporânea que nos apresenta novos olhares acerca das relações humanas em nossos dias; e a excelência do trabalho do elenco, trazendo ao público espetáculos contundentes que impactam quase que exclusivamente pela força dos atores e das palavras. “A Aforista” – considerada pelo 18º Prêmio APTR como uma das 5 melhores montagensde 2023 nas categorias dramaturgia, espetáculo, direção, atriz, figurino e música; e que ganhou alguns dos principais prêmios do teatro brasileiro, entre eles o de Melhor Espetáculo, conferido pela Associação Paulista de Críticos de Arte –, é um exemplo recente dessas características.
O nome “Nebulosa de Baco” tem inspiração na astronomia e na mitologia. As nebulosas são onde nascem as estrelas; entre as mais conhecidas estão a Nebulosa de Orion e a Nebulosa Olho de Gato. Já Baco, na mitologia greco-romana, não é apenas o deus do vinho e do teatro: ele representa a fertilidade criativa e a dualidade humana entre controle e entrega. É ele quem inspira a transformação do caos interno em beleza e expressão.
“É para isso que nascem as atrizes, para mostrar, a cada noite, aos olhos do público, o mundo visto sob outra luz. Não a luz acachapante do sol, mas feito a delicadeza, a suavidade da luz da lua”, conclui Damaceno.
Serviço
“Nebulosa de Baco”
Temporada: de 5 de fevereiro a 2 de março de 2025
Horários: quinta a sábado, às 20h | Domingo, às 18h| Estreia quarta, às 20h.
Observações:
• Dias 08 e 09/02 (sábado e domingo), as sessões começam às 17h30.
• Não haverá sessão no dia 15/02 (sábado).
• No dia 16/02, haverá bate-papo com o diretor e as atrizes após a sessão.
Local: Teatro do CCBB Brasília
Ingressos: R$ 15 (meia entrada) e R$ 30 (inteira) disponíveis no site bb.com.br/cultura ou na bilheteria do CCBB Brasília. Estudantes, maiores de 65 anos e clientes Ourocard pagam meia entrada.
Classificação indicativa: 18 anos
Duração: 90 minutos
Acessibilidade:
• No dia 14/02, a sessão terá intérprete de Libras.
• No dia 16/02, a sessão contará com audiodescrição.
• No dia 22/02, a sessão terá monitores para acolhimento de pessoas neurodivergentes.
Ficha técnica
Texto e direção: Marcos Damaceno
Elenco: Rosana Stavis e Helena de Jorge Portela
Iluminação: Beto Bruel e Ana Luzia Molinari de Simoni
EU DE VOCÊ , idealizado e criado pela atriz Denise Fraga, o produtor José Maria e o diretor Luiz Villaça, está de volta à Brasília depois de uma temporada de sucesso em 2024. A peça, que mostra histórias reais, costuradas com pérolas da literatura, música, imagens e poesia, estará em cartaz na capital federal de 30 de janeiro a 2 de fevereiro, quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 18h, no Teatro Unip.
“Que seria de nós sem os poetas? E o que seria deles sem a vida comum? É dessa mistura que surge a ideia de nosso Eu de Você. O que tem em comum a Cris, o Paulo Leminski e o Zezé di Camargo? Tchekhov, eu e Francisco? Pelo que a avó do Felipe estava chorando enquanto os Beatles compunham mais uma canção? O que fará o Wagner quando ouvir o que Chico Buarque fez com o seu também coração partido? Costumo dizer que a arte ajuda a gente a viver, que quem lê Dostoievski e Fernando Pessoa, no mínimo, vai sofrer mais bonito. Porque sofrerá com companhia, sofrerá com a cumplicidade dos poetas. Entenderá que fazemos parte de algo maior, que pertencemos à roda da humanidade, seus dilemas eternos e sua fatídica imperfeição” – ressalta Denise Fraga.
No espetáculo, o humor cotidiano leva o público a rir das situações corriqueiras. A gargalhada costuma ser uma arma poderosa que consegue ampliar a consciência, a sabedoria e trazer uma reflexão. Embora seja um solo, a atriz estará acompanhada de personagens inspirados em histórias reais: Fátima, Bruno, Clarice, Wagner, além de diversos artistas de grande reconhecimento, tecendo um bordado de vida e arte. Não há melhor espelho do que o outro. Sabemos quem somos a partir do que reverberamos. É urgente ver o outro, olhar pelo olhar do outro, ser eu de você. O que seria de nós se pudéssemos ser eu de você e você de mim, deixando-nos ambos atravessar por nossas experiências? Esta é a temática de Eu de Você, que estreou em setembro de 2019 no Theatro São Pedro, em Porto Alegre, cumpriu temporada em São Paulo, Belo Horizonte e Campinas e teve a turnê interrompida pela pandemia da COVID-19. Voltou em cartaz em 2022 em turnê e foi realizado em mais de 30 cidades do país, entre todas as regiões. Em Brasília, a peça fez oito sessões em 2024 com ingressos gratuitos esgotados todos os dias, e a presença da primeira-dama Janja e da ministra da Cultura, Margareth Menezes. O público brasiliense que não conseguiu acessar a temporada gratuita terá a oportunidade de assistir em 2025, com ingressos que custam de R$ 20,00 a R$ 140,00, permitindo novamente amplo e democrático acesso à obra.
Eu de Você tem direção do cineasta, roteirista, criador e diretor Luiz Villaça. A diretora de arte Simone Mina, multiartista, professora, figurinista, artista plástica, cenógrafa, premiada por importantes parcerias na cena teatral também faz parte deste time que tem ainda Rafael Gomes, criador, roteirista, dramaturgo, diretor de teatro e de cinema, responsável por montagens teatrais de reconhecimento nacional e a pesquisadora, encenadora e pedagoga no campo da dança e do teatro Kenia Dias, que é de Brasília, professora da UnB e desenvolve trabalhos com a corporalidade, teatralidade e composição como diretrizes, com o foco nas dinâmicas do movimento e suas relações com a improvisação. Para completar o quadro de profissionais das artes, Fernanda Maia, musicista, diretora musical, extraordinária na composição de vozes para diversos espetáculos e as musicistas Priscila Brigante, Clara Bastos e Ana Rodrigues executando a música criada ao vivo .
A empresa NIA TEATRO, de Denise Fraga, há mais de dez anos apresenta espetáculos em periferias até em grandes centros urbanos. Neste período, foram mais de 700 mil espectadores, o que revela a força do teatro no país.
“O desafio deste espetáculo é o de ressignificar nossa obra a cada tempo, voltar a promover os encontros, com afeto e presença. Contando histórias reais, rompendo a fronteira entre palco e plateia, fato e ficção, pedaços de vida embalados pela arte, pretendendo ampliar o nosso Teatro para uma real experiência de empatia” – conclui Denise, que canta mais de 10 canções do espetáculo, entre elas: O Cordão (Chico Buarque), Suspicious Minds (Elvis Presley) e Yolanda (Chico Buarque e Pablo Milanez).
Foto divulgação
SERVIÇO:
Espetáculo: EU DE VOCÊ
30 de janeiro a 2 de fevereiro de 2025
Quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 18h
Ingressos pelo Sympla
De R$ 20,00 a R$ 140,00, a depender do setor
Local: Teatro Unip, 913 Sul
Capacidade: 470 lugares
Em todas as sessões haverá Intérprete em LIBRAS, Audiodescrição e Monitoria para Pessoas Neurodiversas. Se precisar desse serviço, entre em contato com a produção pelo e-mail: comunicacao@niafilmes.com.br
Duração: 90 min
Classificação indicativa: 12 anos.
@DeniseFragaOficial
Ficha Técnica:
Idealização e Criação: Denise Fraga, José Maria e Luiz Villaça
Com Denise Fraga
Direção: Luiz Villaça
Produção: José Maria
Obra inspirada livremente nas narrativas de Akio Alex Missaka, Anas Obaid, Barbara Heckler, Bruno Favaro Martins, Clarice F. Vasconcelos, Cristiane Aparecida dos Santos Ferreira, Deise de Assis, Denise Miranda , Eliana Cristina dos Santos, Enzo Rodrigues, Érico Medeiros Jacobina Aires, Fátima Jinnyat, Felipe Aquino, Fernanda Pittelkow, Francisco Thiago Cavalcanti, Gláucia Faria, José Luiz Tavares, Julio Hernandes, Karina Cárdenas, Liliana Patrícia Pataquiva Barriga, Luis Gustavo Rocha, Maira Paola de Salvo, Marcia Angela Faga, Marcia YukieIkemoto, Marlene Simões de Paula, Nanci Bonani, Nathália da Silva de Oliveira, Raquel Nogueira Paulino, Ruth Maria Ferreiro Botelho, Sonia Manski, Sylvie Mutiene Ngkang, Thereza Brown, Vinicius Gabriel Araújo Portela, Wagner Júnior
Texto Final: Rafael Gomes, Denise Fraga e Luiz Villaça
Dramaturgia: Cassia Conti, André Dib, Denise Fraga, Fernanda Maia, Luiz Villaça e Rafael Gomes.
Colaboração dramatúrgica: Geraldo Carneiro, KeniaDias, José Maria
Direção Musical: Fernanda Maia
Musicistas: Ana Rodrigues/Luís Chamis, Clara Bastos/Gê Cortes e Priscila Brigante/Roberta Kelly
Direção de imagens em vídeo: André Dib
Direção de Movimento: Kenia Dias
Direção de Arte: Simone Mina
Iluminação: Wagner Antônio
Programação de Vídeo Mapping: Bruna Lessa
Design e operador de som: Carlos Henrique
Assistente e operador de luz e vídeo mapping: Ricardo Barbosa / Michelle Bezerra
Assistente de produção: Leonardo Shammah
Técnico de Palco: Alexander Peixoto
Contrarregra e camareira: Cristiane Ferreira
Costureira: Judite de Lima
Produção das imagens em vídeo: Café Royal
Produtora executiva: Adriana Tavares
Fotógrafo: Thiago “Beck” de Vicentis
Primeiro assistente de câmera: Diego José Marinho
Som direto: Fernando Akira
Eletricista: Alberto Ferreira
Logger: Hugo Dourado
Fotos para arte: Willy Biondani
Fotos de cena: Cacá Bernardes
Programação visual: Guime Davidson, Phillipe Marks
Assessoria de Imprensa SP: Morente Forte Comunicações| FT Estratégias
Assessoria de Imprensa Bsb: Âncora Comunicação | Carla Spegiorin
Roteiro de Audiodescrição: Letícia Schwartz
Consultoria: Luís D. Medeiros
Administração/ Financeiro: Evandro Fernandes
Apoio Institucional: Teatro Tuca – PUC SP
Coprodução: Café Royal
Realização: NIA Teatro
Este espetáculo é apresentado pelo Ministério da Cultura e Bradesco Seguros e foi realizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, Ministério da Cultura e Governo Federal.
Manter uma política de incentivo à cultura faz parte do compromisso do Grupo Bradesco Seguros considerando a cultura como ativo para o desenvolvimento dos capitais do conhecimento e do convívio social. Nesse sentido, o Circuito Cultural Bradesco Seguros se orgulha de ter patrocinado e apoiado, nos últimos anos, em diversas regiões do Brasil, projetos nas áreas de música, dança, artes plásticas, teatro, literatura e exposições, além de outras manifestações artísticas.
Dentre as atrações incentivadas destacam-se os musicais “Bibi – Uma vida em musical”, “Bem Sertanejo”, “Les Misérables”, “70 – Década do Divino Maravilhoso”, “Cinderella”, “O Fantasma da Ópera”, “A Cor Púrpura” e “Conserto para Dois”, além da “Série Dell’Arte Concertos Internacionais” e a exposição “Mickey 90 Anos”.
Baseado em uma emocionante história real, o filme é protagonizado por Vanessa Giácomo e Dan Stulbach e estreia nos cinemas em 20 de fevereiro
Foto divulgação
A +Galeria divulgou o trailer de seu primeiro lançamento de 2025: FÉ PARA OIMPOSSÍVEL. No longa, que é dirigido por Ernani Nunes, Vanessa Giácomo e Dan Stulbach interpretam Renee e Philip Murdoch e a estreia nos cinemas de todo o Brasil está marcada para 20 de fevereiro. O filme conta a impressionante história real de recuperação de Renee, que, após ser atacada durante uma corrida no Rio de Janeiro e internada em estado gravíssimo, superou todas as expectativas médicas.
FÉ PARA O IMPOSSÍVEL é uma coprodução da +Galeria com a 360 WayUp e o Grupo Telefilms.
Dan Stulbach interpreta o marido de Renee Murdoch (Giácomo), Philip Murdoch. Pastor em uma igreja, ele compartilha em suas redes sociais a evolução e a rotina de sua mulher durante sua recuperação, fazendo com que o caso ganhasse repercussão internacional, atraindo atenções dos grandes programas de notícias do país. Além disso, Juliana Alves interpreta a médica responsável por cuidar de Renee, valorizando o papel da ciência e da medicina em uma intensa e complicada recuperação.
The Medon, Julia Gomes, Bella Alelaf e Arthur Biancato interpretam os filhos de Philip e Renee em FÉ PARA O IMPOSSÍVEL. Além disso, o roteiro é escrito por Guilherme Ruiz e Carolina Minardi, adaptado do livro ‘Dê a volta por cima’, de Philip e Renee Murdoch, no qual dão a visão deles sobre o fato que marcou suas vidas.
FÉ PARA O IMPOSSÍVEL possui uma música tema, composta por Eli Soares, que leva o nome do filme.
A produção é assinada por Ricardo Costianovsky, Tomás Darcyl, Clara Ramos e Ygor Siqueira e a estreia de FÉ PARA O IMPOSSÍVEL está marcada para 20 de fevereiro.
Sobre a +Galeria Fundada em 2018, a +Galeria é uma empresa brasileira que atua no desenvolvimento, produção e distribuição de longas-metragens e séries nacionais. Inovação e dinamismo estão no DNA da +Galeria, que atua em parceria com as maiores produtoras do país, desde oinício de cada projeto. Focada em conteúdos comerciais e com grande apelo junto ao público, a empresa apresenta em seu catálogo filmes como Detetive Madeinusa, comédia com fenômenos do humor liderada pelo humorista Tirullipa e Papai é Pop, filme inspirado no livro homônimo de Marcos Piangers, estrelado por Lázaro Ramos ao lado de Paolla Oliveira; Fazendo Meu Filme, estrelado por Bela Fernandes; Meninas Não Choram, com Letícia Braga e Duda Matte; Partiu América, protagonizado por Matheus Ceará; Vovó Ninja, estrelado Gloria Pires; e Doce Família, com Mariana Xavier e Viih Tube.
Os próximos lançamentos da +Galeria são: Mãe Fora da Caixa, com Miá Mello; A Melhor Mãe do Mundo, dirigido por Anna Muylaert; Fé Para O Impossível, estrelado por Vanessa Giácomo e Dan Stulbach; Mamãe Saiu de Férias, estrelado por Dani Calabresa and Rafael Infante; “Assalto à Brasileira”, com Murilo Benício e Christian Malheiros; e “Pecadora” estrelado por Rayssa Bratillieri e José Loreto. A +Galeria é coprodutora e distribuidora de um case inédito no mercado cinematográfico local: A Menina Que Matou Os Pais e O Menino Que Matou Meus Pais, dois longas com pontos de vista diferentes sobre o caso von Richthofen. A trilogia sobre um dos crimes que mais chocou o Brasil foi concluída com o lançamento de A Menina Que Matou Os Pais – A Confissão.
Foto divulgação
Sobre a 360 WayUp A 360 WayUp nasceu com o objetivo de impulsionar o mercado cinematográfico cristão no país. A empresa atua no processo de viabilizar, produzir, distribuir e comunicar produtos que alcancem pessoas através de mensagens de fé e esperança. Para isso, utiliza-se de estratégias eficientes numa atuação em nível nacional. Fundada por Ygor Siqueira, a empresa tem como diferencial a expertise de se comunicar amplamente com o seu público-alvo: os cristãos. Com uma equipe experiente, a 360 WayUp é a única do mercado e tem revolucionado o segmento. Entre os lançamentos: Você Acredita?, Quarto de Guerra, Ressurreição, Milagres do Paraíso, Deus Não Está Morto 2, Ben-Hur, Para Sempre, Papa Francisco, A Cabana, A Estrela de Belém, Extraordinário, Mais que Vencedores, Paulo, Apóstolo de Cristo e Som da Liberdade, dentre outros, totalizando quase 30 milhões de espectadores levados ao cinema.
Espetáculo “Cores da China”, da renomada Universidade Minzu do Centro-Sul da China, será apresentado no Teatro dos Bancários em sessão única
Como parte das celebrações do Ano Novo Chinês, a capital federal receberá uma apresentação especial do Grupo de Danças da Universidade Minzu do Centro-Sul da China. O espetáculo “Cores da China” será exibido no dia 9 de fevereiro, às 15h, no Teatro dos Bancários, na Asa Sul.
Com capacidade para 400 pessoas, o evento é gratuito, e os ingressos podem ser reservados pela plataforma https://www.sympla.com.br/evento/ano-novo-chines-2025-espetaculo-cores-da-china/2805526. O espetáculo é uma realização do Instituto Sociocultural Brasil-China (Ibrachina) e do Ministério da Cultura, com apoio da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).
O Ano Novo Chinês, guiado pelo calendário lunar, é uma celebração marcada por tradições que simbolizam prosperidade e renovação. Em 2025, o Ano da Serpente será celebrado com dança e música, reunindo manifestações artísticas de diversas minorias étnicas da China.
Fundada em 1951, a Universidade Minzu do Centro-Sul é referência na promoção cultural das minorias étnicas, com sua Escola de Música e Dança conquistando reconhecimento internacional. O grupo já se apresentou em eventos culturais de grande porte em mais de 10 países, promovendo a riqueza das tradições chinesas.
O evento conta com financiamento da Lei Rouanet e apoio da Comissão Nacional de Assuntos Étnicos da China, da Embaixada da China no Brasil e do Instituto Confúcio na UnB. A BYD, CPFL Energia, e State Grid patrocinam a iniciativa.
Classificação: Livre Acessibilidade: Teatro adaptado para cadeirantes e intérprete de libras
OBS: Para maior comodidade, é recomendado chegar 1 hora antes do horário marcado no ingressos
Sobre o Ibrachina
Fundado em 2018 pelo Dr. Thomas Law, advogado, o Ibrachina é um Instituto sociocultural que tem como finalidade promover a integração entre as culturas e os povos do Brasil, China e de países que falam a língua portuguesa. O Ibrachina atua em parceria com universidades, entidades e associações, além de fazer parte das Frentes Parlamentares Brasil/China, BRICS, criadas pela Câmara dos Deputados, e de Cooperação Política Cultural entre Brasil, China, Coreia e Japão, da Câmara Municipal de São Paulo.
Gerard Butler e O’Shea Jackson Jr voltam às telonas como Big Nick e Donnie em 30 de janeiro nos cinemas de todo o país
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Com os atores Gerard Butler e O’Shea Jackson Jr. de volta aos papéis de Big Nick e Donnie, COVILDE LADRÕES 2 (Den of Thieves 2) chega aos cinemas brasileiros em 30 de janeiro, retomando a rivalidade intensa entre o policial canastrão e o esperto ladrão. Com Christian Gudegast assinando novamente a direção e o roteiro, a sequência transforma os antigos adversários em aliados, conforme ambos tentam se infiltrar no perigoso mundo das pedras preciosas para um novo roubo.
Mais do que apenas improvável, essa parceria terá desafios particulares para Big Nick e Donnie, dado o desfecho do último assalto. Mas, para entender de fato quais são eles, nada melhor do que revisitar o princípio de tudo. Por isso, a 10 dias da estreia da continuação, relembre “Covil de Ladrões” (2018):
Embora COVIL DE LADRÕES 2 seja ambientado na Europa, as vidas de Big Nick e Donnie se cruzam pela primeira vez em Los Angeles, nos Estados Unidos, quando o assalto a um carro-forte dá errado. O esquema, comandado pelo veterano da Marinha Ray Merrimen (Pablo Schreiber), parecia impecável. Mas, quando um dos seus parceiros comete um erro e dá início a um tiroteio com a polícia, o grupo de assaltantes não só causa a morte de muitas pessoas, inclusive de um dos seus aliados, como se torna alvo número um das autoridades.
Como detetive, Big Nick fica encarregado do caso e não demora muito para que descubra o envolvimento de Merrimen, que saiu da prisão há poucos meses. No entanto, não é o faro policial que o leva a essa conclusão. Adepto de métodos, no mínimo, duvidosos, Big Nick sequestra quem achava que era o elo fraco da gangue deMerrimen: Donnie, um bartender que servia de motorista nos roubos.
Desnorteado, Donnie confessa o envolvimento no tiroteio e, na tentativa de se livrar da prisão, revela que Merrimen tem planos ainda mais ambiciosos. O veterano quer realizar um feito que nenhum ladrão jamais conseguiu: invadir o Banco Central e sair com milhões de dólares irrastreáveis.
Com as informações do dedo duro, Big Nick fica confiante que será capaz de impedir Merrimen e seus capangas. No entanto, o policial descobre tarde demais que sua tática foi bem pouco efetiva. Isso porque, enquanto o detetive achava que tinha controle sobre o bartender e recebia informações quentes sobre o bando, era justo o “elo fraco” quem o estava controlando. Donnie, na verdade, era o grande cérebro da operação.
Veja bem, Donnie não mentiu para Big Nick. Na verdade, ciente deque era observado pelo detetive, ele o conduziu para uma armadilha: um assalto a uma pequena agência bancária, com direito a reféns e a ameaças bastante vocais de executá-los. O modus operandi do grupo até soava estranho, mas, no calor do momento, a primeira preocupação do Big Nick era impedir mais mortes e prender Merrimen e seus aliados, e por isso ele agiu com cautela.
Eventualmente, Big Nick entende que tudo não passava de uma distração, enquanto Merrimen executava o plano real. Para seu azar, porém, nesse momento o melhor que podia fazer era impedir que os assaltantes escapassem com todo o dinheiro. Afinal decontas, apesar de todos os riscos e obstáculos, Merriman, Donnie e companhia são bem-sucedidos no roubo ao Banco Central.
É, então, que a sorte parece finalmente sorrir para Big Nick: um engarrafamento prende policiais e bandidos numa mesma rua, criando a emboscada perfeita. Na troca de tiros, o detetive perde companheiros, na mesma medida que faz vítimas do outro lado. É um desfecho amargo, mas pelo menos Big Nick consegue desmontar a gangue e salvar o dinheiro, correto? Não. Acredite, Donnie foi capaz de enganar o policial uma última vez. É assim que o bartender escapa para Londres e leva com ele todo o dinheiro.
Quer dizer, se quiserem trabalhar juntos em COVIL DE LADRÕES 2, Big Nick e Donnie terão que superar a desconfiança, qualquer desejo de vingança e uma boa quantidade de traumas e perdas. Será que eles conseguem?
Com distribuição da Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina, COVIL DE LADRÕES 2 estreia nacionalmente em 30 de janeiro.
Foto divulgação
Sobre a Diamond Films A Diamond Films é a maior distribuidora independente da América Latina. Fundada em 2010, se destaca por distribuir os melhores filmes independentes da indústria cinematográfica. Atualmente, a empresa atua em sete países da América Latina: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Peru e México. No ano de 2016 começou a atuar no mercado europeu, por meio da sua filial na Espanha. No Brasil desde 2013, a Diamond Films distribuiu títulos como “Os Oito Odiados”, “Moonlight – Sob a Luz do Luar”, “Green Book – O Guia”, “Moonfall – Ameaça Lunar”, “No Ritmo do Coração”, “Spencer”, “A Pior Pessoa do Mundo”, “Órfã 2: A Origem”, “One Piece Film Red”, “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”, “Fale Comigo”, “Zona de Interesse”, “Anatomia de Uma Queda” e “Guerra Civil”.
Maior festival de cultura periférica do Brasil, Favela Sounds reúne tendências da música periférica de Norte a Sul do país
O maior festival de música periférica do Brasil chega ao Centro Cultural Banco do Brasil Brasília – CCBB Brasília para uma edição especial no dia 15 de fevereiro de 2025. Favela Sounds foi criado no Distrito Federal em 2016 e acontece habitualmente no Museu Nacional, reunindo multidões em torno de uma programação conhecida por conectar talentos de periferias de todos os cantos do país há sete edições.
O evento acontece entre as 14h do sábado e as 3h do domingo, programando 16 atrações, sendo uma DJ internacional. Entre os nomes a serem anunciados, novas expressões do rap, trap, pagodão baiano, tecnobrega, bregafunk, funk, afrobeat nigeriano e outros estilos que dominam as ruas das periferias de norte a sul do país e os guetos globais ganharão o palco do Favela Sounds; muitos pela primeira vez em Brasília.
Com entrada gratuita, os ingressos estarão disponíveis em breve no site oficial e na bilheteria do CCBB. A edição especial reproduz a energia e essência do festival nos jardins do CCBB, convocando a juventude periférica do DF e oferecendo ônibus gratuito para levar e buscar o público de diferentes RAs rumo ao festival.
Nesta edição, o festival dobrou a quantidade para 20 ônibus. Dois desses veículos farão uma rota ininterrupta entre a Rodoviária do Plano Piloto e o CCBB, do começo ao final do evento, contribuindo para a mobilidade do público que irá de ônibus ou metrô. Os demais ônibus vão e voltam dos endereços mais pedidos pelo público do evento em redes sociais, e demandam inscrição prévia para acesso.
Os shows apresentados no dia 15/02 representam o encerramento de uma maratona de atividades em outras RAs do DF que não o Plano Piloto, como Taguatinga, Ceilândia e Paranoá. Iniciando na segunda-feira (10/02), a programação inclui três debates em instituições públicas de ensino e duas oficinas criativas ministradas em unidades do sistema socioeducativo local. Acontecem, ainda, um laboratório para DJs e produtores musicais, de nome Afrobeat LAB, feito em parceria com o British Council, e uma edição do Favela Talks, conferência criada para fortalecer artistas e negócios criativos das periferias do Distrito Federal.
A edição especial do Favela Sounds no CCBB Brasília é realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura e da Lei de Incentivo à Cultura do Distrito Federal. Realizado pela Produz + e a Um Nome – Agência Criativa, o evento é apresentado e conta com patrocínio master do Banco do Brasil, além do patrocínio da Claro e apoio do British Council e do Instituto SOMA Cidadania Criativa.
SOBRE O FAVELA SOUNDS
Ao longo de sete edições, o Favela Sounds já atraiu mais de 300 mil pessoas à programação realizada gratuitamente no Museu Nacional, e promoveu shows de mais de 150 artistas, conectando talentos brasileiros com nomes de países das Américas, Europa e, principalmente, do continente africano. Voltado à juventude periférica do DF, o evento atrai atenções em todo o país pela originalidade da programação, sendo “um dos 10 melhores festivais brasileiros de 2023” segundo o Uol, e “um exemplo de acessibilidade para os festivais independentes do país”, de acordo com a Folha de S. Paulo.
Além da representatividade musical, Favela Sounds contribui para o desenvolvimento da criatividade periférica de modo geral em outros projetos: através do Favela Talks, ambiente de mercado que aproxima talentos de favelas do DF a referências criativas nacionais; do Favela.doc, série documental que mapeia a música de periferia brasileira, gravada em 2024, em fase de finalização; ou das incursões do festival pelo mundo, apresentando a música de favela do Brasil em eventos na Europa e em África.
SOBRE O CCBB BRASÍLIA
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana.
Desde o final de 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, e desde então vem obtendo a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
A conquista atende à Ação 24 da Agenda 30, que tem por objetivo reforçar a gestão dos programas, iniciativas e práticas ambientais e de ecoeficiência do BB e demonstra o alinhamento do CCBB Brasília a estratégia corporativa do BB, enquanto espaço de difusão cultural que valoriza a diversidade, a acessibilidade, a inclusão e a sustentabilidade porque transformar vidas é parte da nossa cultura.
SERVIÇO – Favela Sounds Edição Especial no CCBB Quando: 15 de fevereiro de 2025, sábado Horário: das 14h às 03h Onde: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília Entrada franca Programação e ingressos em breve. Classificação indicativa: 18 anos. Menores de 18 anos devem estar acompanhados por responsável legal. Mais informações: https://www.instagram.com/favelasounds
CCBB Brasília Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Ed. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF Fone: (61) 3108-7600 E-mail: ccbbdf@bb.com.br Site: https://ccbb.com.br/ Instagram/Facebook: @ccbbbrasilia TikTok: @ccbbcultura
Em cartaz nos dias 31/1, 1 e 2/2 (sexta, sábado e domingo)
Com 25 anos de carreira, o Barbatuques, grupo paulista reconhecido pela maneira única de produzir música corporal e vocal, aterrissa em Brasília para um fim de semana, trazendo na bagagem dois espetáculos e duas oficinas para crianças e adultos. A “Ocupação Barbatuques” toma conta da CAIXA Cultural, de 31/01 a 02/02 (sexta, sábado e domingo).
A temporada tem início na sexta-feira, às 20h, com o Show Barbatuques 25 anos, que será reapresentado no sábado, também às 20h, e no domingo, às 19h. Voltado para o público infantil, o show Tum Pá, terá sessões no sábado, às 16h, e no domingo, às 15h.
“Barbatuques 25 anos” percorre a longa trajetória sonora do Barbatuques, dos ritmos e cantos afro-brasileiros no primeiro disco “O Corpo do Som”, passando pelos experimentalismos vanguardistas de “O Seguinte é Esse”, pelas harmonias e polirritmias ricamente elaboradas de “AYÚ”, chegando ao momento atual com o lançamento frequente de singles, onde a canção também ganha força.
Já o show “Tum Pá”, primeiro espetáculo criado especialmente para as crianças, que completou 10 anos e volta devidamente reformulado para encantar mais ainda a garotada e os adultos também. São bichos, ruídos da cidade, assobios, instrumentos musicais, numa jornada musical criativa que brinca com o corpo da cabeça aos pés. Inclui jogos rítmicos, imitações de sons, cantos e brincadeiras.
OFICINAS:
Para esta temporada na CAIXA Cultural, o Barbatuques oferece ao público quatro oficinas. No sábado, das 10h às 12h, para o público em geral (a partir de 15 anos), e das 10h às 11h30, a Oficina infantil (até 14 anos). Quem não puder no sábado, terá a mesma oportunidade no domingo, nos mesmos horários.
As oficinas Barbatuques acontecem desde 1995, com grupos formados por adultos e crianças, em várias partes do Brasil e no exterior. São indicadas a qualquer pessoa, independentemente da idade e formação, principalmente a quem deseja desenvolver a capacidade rítmica e de improvisação, aprimorar a coordenação motora e conhecer uma forma ampla de “musicalizar-se”.
Sobre o Barbatuques
Grupo paulista de música corporal e vocal. Em sua extensa trajetória, foi muito além dos palcos de mais de 30 países, chegou nas trilhas sonoras do cinema e da publicidade, em jogos, nas pistas de dança em milhares de remixes criados por DJs. Clássicos já consagrados pelo público, como “Baião Destemperado” e “Baianá“, fazem sucesso em todas as plataformas de streaming no mundo, com uso massivo em vídeos de canais como Instagram e TikTok.
A sonoridade do Barbatuques tem uma sobreposição moderna de estilos e estéticas, são canções e “músicas “instrumentais” em ritmos tradicionais ou contemporâneos, como o baião, coco, samba, maracatu, rap, eletrônico, afoxé, funk, carimbó, toré indígena, rock, beatbox, kecak e a música africana. Exploram a fonética, aspectos rítmicos, harmônicos e melódicos do erudito, da tradição popular brasileira ao pop.
A linguagem pioneira desenvolvida pelo grupo contribuiu significativamente para a difusão da música corporal pelo mundo e é referência até hoje. O Barbatuques também mantém atividades em setores distintos como o corporativo e educacional, tornando-se uma significativa ferramenta pedagógica. Recentemente, lançou seu primeiro songbook ‘Barbatuques Volume 1’, com partituras de músicas transcritas e cifradas e um rico material sobre técnicas de música corporal, ferramenta que amplifica o acesso a essa linguagem.
Músicos: André Hosoi, André Venegas, Charles Raszl, Giba Alves, Helô Ribeiro, João Simão, Luciana Cestari, Lu Horta, Mairah Rocha, Marcelo Pretto, Maurício Maas, Renato Epstein, Taís Balieiro.
Músicos: André Hosoi, André Venegas, Giba Alves, Helô Ribeiro, João Simão, Lu Cestari, Mairah Rocha, Maurício Maas, Renato Epstein e Tais Balieiro
Sobre a CAIXA Cultural:
A CAIXA Cultural é um centro cultural que valoriza e promove diversas expressões artísticas. Com uma programação diversificada, oferece ao público a oportunidade de vivenciar e apreciar a arte em suas diferentes manifestações. Através do patrocínio da CAIXA e do Governo Federal, a CAIXA Cultural Brasília fortalece seu compromisso em incentivar e apoiar a cultura local, proporcionando experiências enriquecedoras para todos os públicos.
Depois de bater recordes de público, a exposição das lanternas de seda que virou febre em SP e no RJ abre dia 24 de janeiro na capital federal
Sucesso de público no Rio de Janeiro e em São Paulo, com mais de 100 mil visitantes em cada estado, a exposição imersiva “Luzes da Coreia – Festival de Lanternas Coreanas” chega a Brasília este mês. Depois de bater o recorde de público do MAC – Museu de Arte Contemporânea de Niterói desde a inauguração do espaço projetado por Oscar Niemeyer em 1996, a mostra ocupará o primeiro piso do Shopping Pátio Brasil, convidando o público para um mergulho na milenar cultura coreana.
“Luzes da Coreia – Festival de Lanternas Coreanas” revela uma das mais populares tradições culturais do país, com 1.200 lanternas coloridas de seda que dialogam com elementos cenográficos contemporâneos. O espaço será ocupado por túneis coloridos formados por lanternas de seda originais da cidade de Jinju, que desde 2003 sedia um dos mais tradicionais festivais culturais do país.
A tradição das lanternas de seda começou na 1ª Batalha da Fortaleza de Jinjuseong, durante a Guerra Imjin (1592-1598), entre 3.800 soldados do Exército Suseong (Coreia), que protegiam o castelo, e 20.000 soldados japoneses. Os coreanos usaram a lanterna no Rio Namgang em uma noite escura para avistar os japoneses, impedindo-os de cruzar o rio. Além de tática militar, as lanternas também foram usadas para enviar recados aos familiares fora da fortaleza. Mais tarde, a população da cidade de Jinju começou a lançar lanternas no Rio Namgang para homenagear as almas dos soldados que se sacrificaram, como símbolo de resistência.
No final dos túneis, o público encontra uma enorme lua em 3D, além de instalações, fotos e vídeos da cidade e do Festival Jinju Namgang Yudeung, mostrando a unidade entre a tradição e a contemporaneidade. Além das lanternas, os visitantes poderão conhecer e experimentar os Hanboks, trajes típicos coreanos.A exposição também conta com a presença do mascote de Jinju, a lontra Hamo, de 3 metros de altura.
A tradição deu lugar ao Festival Jinju Namgang Yudeung como um evento de destaque na Coreia, que é conhecido internacionalmente e todo ano reúne mais de 2 milhões de pessoas. A festividade foi designada pelo Ministério da Cultura, Esportes e Turismo como o festival representativo da Coreia e ainda foi selecionada como um festival de luxo global de desenvolvimento da Coreia por 5 anos consecutivos.
A exposição “Luzes da Coreia – Festival de Lanternas Coreanas” foi organizada pelo Centro Cultural Coreano no Brasil, dirigido por Cheul Hong Kim, e pela Prefeitura de Jinju. Realização do Fundo de Envolvimento da Indústria, Comércio e Turismo (FEICOTUR), curadoria da jornalista Ana Cláudia Guimarães, coordenação da NSM Produções e Eventos, projeto e execução HKB. Apoio da Secretaria de Turismo do Distrito Federal.
Símbolo de resistência para o povo coreano desde 1500, as coloridas lanternas de seda atraíram mais de 100 mil pessoas ao MAC Niterói, foto divulgação
SERVIÇO: ‘LUZES DA COREIA – FESTIVAL DE LANTERNAS COREANAS’
Data : 24 de janeiro a 24 de abril
Local: Shopping Pátio Brasil, 1o Piso.
Endereço: SCS QD 06, Asa Sul, Brasília-DF
Horário de visitação: Segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 12h às 20h
A ganhadora do Oscar interpreta a Presidente dos Estados Unidos
O Prime Video anuncia hoje a estreia do filme G20, um thriller de ação estrelado pela vencedora do Oscar Viola Davis, para 10 de abril. Dirigido por Patricia Riggen, o longa acompanha a Presidente dos EUA Danielle Sutton (Davis), que se torna o alvo número um depois que a cúpula do G20 é cercada. Depois de escapar da captura dos agressores, ela precisa ser mais esperta que o inimigo para proteger sua família, defender seu país e salvar os líderes mundiais. O filme estará disponível para transmissão em mais de 240 países e territórios em todo o mundo. G20 será a mais recente adição à assinatura Amazon Prime. Membros Prime no Brasil desfrutam de economia, conveniência e entretenimento, tudo em uma única assinatura.
“Esta é a Viola Davis como você nunca a viu – heroicamente lutando em um filme cheio de emoção”, disse Riggen. “Com G20, eu queria fazer o tipo de filme de ação clássico, do qual sempre fui fã, mas que se baseia nos altos riscos do mundo moderno e tecnologicamente avançado em que vivemos. Espero proporcionar ao público uma experiência cativante do início ao fim.”
Ao lado de Davis, G20 é estrelado por Anthony Anderson como Derek Sutton, Marsai Martin como Serena Sutton, Ramón Rodríguez como o agente Manny Ruiz, Douglas Hodge como Oliver Everett, Elizabeth Marvel como Joanna Worth, Sabrina Impacciatore como Elena Romano, Christopher Farrar como Demetrius Sutton e Antony Starr como Rutledge.
“G20 é um filme de ação de alto risco com muito coração”, disseram os produtores Davis e Julius Tennon. “Ele conta com um elenco fantástico e está enraizado na motivação fundamental que todos nós temos para proteger as pessoas e os lugares que mais importam para nós”, disse o produtor Andrew Lazar.
G20 foi escrito por Caitlin Parrish e Erica Weiss, e Logan Miller e Noah Miller, com história de Logan Miller e Noah Miller. O filme foi produzido por Andrew Lazar, p.g.a., Viola Davis e Julius Tennon. É uma coprodução do Amazon MGM Studios e da MRC, com a Mad Chance Productions e a JuVee Productions também produzindo.
Sobre o Prime Video
O Prime Video é um destino de entretenimento completo que oferece aos clientes uma vasta coleção de programação premium em um único aplicativo disponível em milhares de dispositivos. No Prime Video, os clientes podem encontrar seus filmes, séries, documentários e esportes ao vivo favoritos – incluindo séries e filmes produzidos por Amazon MGM Studios, como Matador de Aluguel, O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder, Fallout, Reacher, The Boys e Uma Ideia de Você; conteúdos licenciados favoritos dos fãs como Supernatural e Todo Mundo Odeia o Chris; esportes ao vivo exclusivos para membros Prime como Copa do Brasil e NBA; e programação de parceiros como Canais Globo, Max, Telecine, Premiere, Universal+, Sony One, Discovery+ e NBA League Pass, entre outros, por meio de assinaturas adicionais.
O Prime Video é apenas um dos muitos benefícios da assinatura Amazon Prime que proporciona economia, conveniência e entretenimento. Todos os clientes, independentemente de terem ou não uma assinatura Amazon Prime, podem alugar ou comprar títulos na Loja Prime Video, incluindo blockbusters como Os Mercenários 4, Homem-Aranha: Através do Aranhaverso, Taylor Swift: The Eras Tour, Meninas Malvadas e Wonka. Os clientes também podem ir aos bastidores de seus filmes e séries favoritos com acesso exclusivo ao X-Ray. Para mais informações, visite https://www.amazon.com/b/?node=2858778011
Sobre a Amazon
A Amazon orienta-se por quatro p
rincípios: obsessão pelo cliente ao invés de foco na concorrência, paixão por invenções, compromisso com excelência operacional e visão de longo prazo. A Amazon se empenha para ser a Empresa Mais Centrada no Cliente do Mundo, a Melhor Empregadora do Mundo, e o Lugar Mais Seguro para se Trabalhar no Mundo. Avaliações de consumidores, compra com 1-Clique, recomendações personalizadas, Prime, Fulfillment by Amazon (Logística da Amazon), AWS, Kindle Direct Publishing, Kindle, Career Choice, Fire tablets, Fire TV, Amazon Echo, Alexa, tecnologia Just Walk Out, Amazon Studios e The Climate Pledge são algumas das ações pioneiras da Amazon. Para mais informações, visite . e siga https://x.com/AmazonNews
Com direção de Brady Corbet, o longa, que recebeu sete indicações e venceu em três delas, deve chegar aos cinemas brasileiros em nova data: 20 de fevereiro
A Universal Pictures acaba de divulgar o trailer oficial de O Brutalista, filme já premiado no Festival de Veneza, em 2024, com o prêmio Leão de Prata, e vencedor do Globo de Ouro em três categorias: Melhor Direção (Brady Corbet), Melhor Ator (Adrien Brody) e Melhor Filme (Drama) – após acumular sete indicações à premiação.
O trailer traz vislumbres sobre a vida do arquiteto visionário László Toth (Adrien Brody), recém-fugido da Europa, que chega aos Estados Unidos em busca de reconstruir sua vida por completo, incluindo seu trabalho e principalmente seu casamento, após uma separação forçada. Sozinho em um novo país, encontrará quem reconheça seu talento para a construção, mas o preço disso pode ser alto.
Já exibido na 48ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, O Brutalista deve chegar aos cinemas brasileiros em 20 de fevereiro.
Sobre o filme: Em fuga da Europa do pós-guerra, o arquiteto visionário László Toth chega à América para reconstruir sua vida, seu trabalho e o casamento com sua esposa Erzsébet, depois da separação forçada durante a guerra por mudanças de fronteiras e regimes. Sozinho em um novo país estranho, László se estabelece na Pensilvânia, onde o rico e proeminente industrial Harrison Lee Van Buren reconhece seu talento para a construção. Mas poder e legado têm um custo muito alto.
A vitória de Fernanda Torres no Globo de Ouro, na categoria Melhor Atriz em Filme de Drama, é um marco para o cinema nacional e para a cultura brasileira. Vinte e cinco anos após Fernanda Montenegro conquistar a estatueta de Melhor Filme em Língua Estrangeira com Central do Brasil, sua filha, Fernanda Torres, brilha na mesma cerimônia. Um momento histórico e emocionante que simboliza a força do talento e da narrativa brasileira no cenário internacional. Certamente, Montenegro deve estar cheia de orgulho, vendo sua filha seguir seus passos e elevar ainda mais o nome do Brasil na dramaturgia mundial.
Como crítico de cinema em anos passados, sempre acreditei no potencial imenso do nosso cinema. Assistir a produções nacionais era uma experiência enriquecedora e, muitas vezes, impactante. Nossa vitória recente no Globo de Ouro é a prova de que não somos insuficientes quando se trata de qualidade e profundidade artística. Apesar dos desafios de financiamento e das dificuldades históricas que o setor enfrenta, o Brasil continua mostrando sua capacidade de contar histórias que ressoam em escala global.
Nos últimos dois anos, vimos um pequeno, mas significativo aumento nos investimentos no setor audiovisual. Isso é promissor, mas ainda há um longo caminho a percorrer. Premiações como essa evidenciam que investir em dramaturgia não é apenas valorizar a arte, mas também preservar a identidade e a memória do país. Espero que este momento inspire maior apoio estatal e privado ao cinema, para que possamos ver mais histórias brasileiras representadas nas grandes telas e premiações mundo afora.
Minha paixão pelo cinema nacional não é apenas como espectador ou crítico; é também como entusiasta e colaborador. Em 2024, tive a honra de idealizar e realizar o Festival Raro de Cinema, o primeiro dedicado exclusivamente a produções sobre doenças raras. Este projeto, que já planeja expandir para outras formas de arte com o nome FestRaro, é um exemplo de como o cinema pode educar, inspirar e transformar. Além disso, estou desenvolvendo um projeto seriado de documentários sobre o tema, que em breve trará novidades. A arte tem um poder único de conectar pessoas e histórias, e estou ansioso para continuar contribuindo com o setor.
Ainda Estou Aqui, o filme que consagrou Fernanda Torres, é mais do que uma produção premiada. Ele nos convida a revisitar uma época sombria da nossa história – a ditadura militar. Com um olhar sensível e uma atuação brilhante, a obra resgata a memória de figuras como Rubens Paiva e Eunice Paiva, reforçando a importância da resistência e da justiça. É um filme doloroso, mas necessário, especialmente em tempos em que a democracia e o Estado de Direito ainda precisam ser defendidos com veemência.
Pela merecida vitória, parabéns Fernanda Torres. Parabéns ao cinema nacional, que continua resistindo, emocionando e transformando. Viva a nossa cultura, viva a nossa história e, acima de tudo, viva o cinema brasileiro! brasileiro!
Sobre o autor:
Guilherme Vicente de Morais é jornalista formado pelo Centro Universitário Icesp, em Brasília, e especialista em comunicação digital e PR. Empresário visionário, é sócio-fundador da Editora Escreva, onde transforma
De 23 a 26 de janeiro, o Projeto Arte na Praça – Paranoá promete movimentar a cidade ao integrar cultura, lazer e economia criativa em um evento projetado para fomentar o turismo de eventos. A iniciativa, que acontece na Praça Central, em parceria entre o Instituto Casa da Vila e a Secretaria de Turismo do Distrito Federal (SETUR-DF), terá como destaques apresentações musicais, uma área gastronômica diversificada e exposição de produtos artesanais.
Segundo os produtores Aline Carvalho, Romerson Martins e Tiago Santos “TG”, o Projeto Arte na Praça busca fortalecer a identidade cultural do Paranoá, promovendo a integração da comunidade local com visitantes de diversas regiões. “O festival tem como objetivo atrair turistas e moradores interessados em experiências culturais enriquecedoras, enquanto estimula o fluxo de visitantes e promove a economia local”, afirma Tiago.
Os produtores destacam ainda que “cada detalhe foi pensado para criar um evento que una diversão e impacto positivo para a comunidade”.
Atrações Principais
Música
A programação musical será um dos grandes destaques do evento, com apresentações de artistas regionais reconhecidos por sua diversidade de estilos e alta qualidade sonora. A cada dia, o público poderá desfrutar de performances vibrantes e imersivas:
Quinta-feira (23/01):
• DJ William Executivo
• BTK 10 Bancas
• Beto Severo e Msid
• Fernando Mangabeira
• Wendel Borges
Sexta-feira (24/01):
• DJ Kaka
• Edmo Nogueira
• Soul Favela Mc’s e Nicácio X
• Sete Meia Um
• Crush Retrô
• Paulo Oliveira
Sábado (25/01):
• DJ Diego Santos
• Resiliência
• Carol Bastos
• Diga How
• Gotham
• Markin Almeida
• Diego Mel
Domingo (26/01):
• DJ Chikão
• Yure Araújo
• Real Samba
• Alan Victor
• Som A+
• Marcus Silva
Gastronomia
Uma ampla área gastronômica será dedicada a delícias culinárias, com estandes que oferecerão opções para diferentes gostos e preferências. A proposta, segundo Aline, é fazer do evento um destino ideal para apreciadores da boa comida e para aqueles que buscam explorar a riqueza gastronômica da região.
Artesanato
O evento também dará espaço à economia criativa com uma exposição de produtos artesanais. Os visitantes terão a oportunidade de adquirir peças únicas e originais, valorizando o trabalho de artesãos locais e tornando o festival uma experiência completa e memorável.
Aline lembra ainda que o projeto reforça o papel do Paranoá como um polo cultural e turístico, contribuindo diretamente para a economia local. “Ao atrair turistas e moradores, o evento movimenta setores como gastronomia, artesanato e música, além de consolidar a cidade como um destino atrativo para o turismo de eventos”, explica.
Parceria e Organização
Realizado pelo Instituto Casa da Vila em parceria com a Secretaria de Turismo do Distrito Federal (SETUR-DF), o projeto representa um modelo de integração entre cultura, lazer e desenvolvimento econômico.
Na última noite de 26 de novembro de 2024 a Academia Internacional de Cultura realizou um evento na Câmara Legislativa do DF. Tomaram posse 3 novas acadêmicas, Cleuza Brandão – cineasta e roteirista, Hiromi Takano- Psicóloga artista e escritora, e Isabel Barbosa- Empresária e escritora.
A Presidente da Academia Internacional de Cultura, e responsável pela produção do evento Shirley Pontes ressaltou a importância deste evento que se propõe a homenagear pessoas que fazem contribuições relevantes à sociedade por meio de seu trabalho e desempenho profissional e também, da alegria de realizar a VI Mostra coletiva de artistas da AIC.
Como atração musical, a Jovem Violonista Valentina Magalhães apresentou a peça Primavera de Vivaldi e encantou a todos.
Na sequência receberam homenagens:
Artes visuais: o artista Lourenço de Bem
Ciências: Dr. Rodrigo Souza Lima cirurgião de coluna,
Jornalismo: Sr. Pedro Paulo Moreira do Veículo “The Guide”
Literatura: a arquiteta e escritora Quélvia Heringer
Literatura: a psicóloga e escritora Dra. Rosa Graciela
Música: a violinista Káthia Pinheiro
Personalidade Pública: Ilda Peliz
Relações Internacionais: Embaixador da Hungria, Sr Miklós Halmai
E para completar a noite especial todos foram para o Foyer da CLDF onde aconteceu a abertura da VI Mostra de Arte e Literatura a exposição teve a curadoria de Socorro Mota e mais de 70 obras, das quais muitas premiadas internacionalmente. E para completar o encanto dessa noite, a violinista Katia Pinheiro acompanhada de PC Souza, tocaram para os presentes em clima de celebração. Uma noite memorável para todos que participaram.
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A Academia Internacional de Cultura – AIC, é uma associação sem fins lucrativos, de direito privado, com 27 anos de atividades e tem como missão congregar intelectuais do Brasil e de outros países nas áreas de artes, letras, música, ciências, filosofia, e Relações internacionais, promove o intercâmbio cultural, com vistas à paz e união entre os povos.
Festival celebra uma década em prol da descentralização da cultura em evento gratuito com música, teatro e diversidade
Neste sábado, 28 de dezembro, as dependências da Casa do Cantador serão palco da 10ª Edição da Feira Cultural de Ceilândia, projeto que se consolidou como um dos principais eventos culturais da agenda do Distrito Federal. Com fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec), a celebração envolve artistas da cultura popular da cidade, exposições de produtores locais da economia criativa e conta com a presença do cantor e compositor Flávio Venturini como atração nacional. A ação é proveniente do projeto Cultura Para Todos, que fomenta ações socioculturais para a população do DF.
A Feira Cultural de Ceilândia nasceu com o propósito de destacar o valor da cultura no contrafluxo, oferecendo shows de alta qualidade de forma gratuita. Com 53 anos de história, Ceilândia é referência na cultura nordestina no DF, e o evento busca unir os ceilandenses em toda a sua diversidade musical, com ritmos que vão desde MPB, HIP-HOP, Samba, Forró até Teatro de Mamulengo.
Flávio Venturini na Casa do Cantador
Flávio Venturini será a grande atração da Feira Cultural de Ceilândia, que acontecerá na Casa do Cantador. O evento promete reunir amantes da música e da cultura em uma noite especial, celebrando a diversidade artística do Brasil. Venturini apresentará um repertório que transita por seus grandes sucessos, proporcionando ao público momentos de nostalgia e emoção.
Flávio Venturini é um dos nomes mais emblemáticos da música popular brasileira, com uma carreira marcada por sucessos que mesclam poesia, melodia e sensibilidade. Integrante do movimento Clube da Esquina, Venturini fez história como membro das bandas O Terço e 14 Bis, além de consolidar sua carreira solo com clássicos como Todo Azul do Mar, Nascente e Planeta Sonho. Sua obra, marcada por influências do rock progressivo, MPB e música clássica, é reconhecida por sua originalidade e profundidade, conquistando gerações de fãs e deixando um legado inigualável na música brasileira.
Com expositores de diversos segmentos como moda, arte, gastronomia e artesanato, a programação cultural promete entreter o público a partir das 16h com um line-up diversificado, para todos os gostos e idades. Entre os destaques estão apresentações de Mamulengo Fuzuê, Caco de Cuia, Paulo Araújo, DJ Cazuza, Som de Classe, Fuá de Paula, Fuzuê Candango, e Flávio Venturini fechando a noite como atração principal.
À frente da ação, a produtora cultural Rosângela Dantas celebra o sucesso do projeto: “Estamos muito entusiasmados em realizar a 10ª edição da Feira Cultural de Ceilândia. Esta ação é uma celebração da diversidade cultural presente em nossa cidade, e a cada edição buscamos superar as expectativas, proporcionando experiências únicas para todos os participantes. Acreditamos que a cultura é um pilar fundamental para o desenvolvimento de uma comunidade, e a Feira Cultural é uma maneira de destacar e fortalecer a identidade plural de Ceilândia.”
Além de celebrar a riqueza da música brasileira que norteia as raízes culturais de Ceilândia, a feira também se destaca por ter um olhar cuidadoso em relação a questões significativas. O evento se preocupa com a acessibilidade, contando com intérpretes de libras, estrutura para pessoas com deficiência, além de audiodescrição ao vivo para atender a diversidade de públicos. A Feira Cultural é idealizada por Neci Araújo e Rosângela Dantas com realização da Artecei Produções Artísticas e Culturais, comprometida em promover a cultura e as artes no Distrito Federal.
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Serviço: Feira Cultural de Ceilândia – 10ª Edição Evento Gratuito Data: 28 de dezembro Hora: 16h Local: Casa do Cantador – Ceilândia
Programação:
16h: Mamulengo Fuzuê 17h: Som de Classe 18h: Fuá de Paula 19h: Fuzuê Candango 20h: Caco de Cuia 21h: Paulo Araújo 22h: Flávio Venturini DJ Cazuza: intervalos Instagram: @casadocantadoroficial @arteceiproducoes
Na noite deste sábado (21), a sala Martins Pena viveu um momento histórico com a apresentação de Almir Sater, que trouxe ao palco toda a magia de sua música. Com o tema “O Recomeço”, não apenas inaugurou uma nova fase para o Teatro Nacional, mas também ofereceu ao público uma noite cultural inesquecível. O secretário de Cultura do DF, Cláudio Abrantes, celebrou o momento com entusiasmo. “Estou extremamente feliz com tudo o que está acontecendo. Essa alegria e satisfação nos enche de otimismo e reforça a certeza de que o teatro será amplamente valorizado e bem utilizado. Esta é a verdadeiro casa da cultura brasileira”, destacou.
Os acordes da viola caipira de Almir Sater ressoaram na sala completamente lotada, preenchendo o ambiente com músicas que atravessam gerações. Clássicos como Tocando em Frente e Chalana emocionaram o público. Almir Sater falou da satisfação em fazer um show num momento tão especial para o Teatro Nacional. “Me sinto honrado em reinaugurar o teatro. Numa casa de arte, numa casa de emoção. O show de hoje foi emocionante, o público estava feliz. Esse foi o último show do ano. Encerramos o ano com teatro de ouro”, declarou.
O subsecretário de Cultura do DF, Felipe Ramón, destacou a importância da presença da população no Teatro Nacional. “Hoje é um dia especial porque é um dia aberto ao público, de entrada gratuita. Os ingressos esgotaram em questão de segundos, isso prova que o povo que ver o Almir Sater mas também quer muito vir ao Teatro Nacional”, afirmou.
O evento gratuito reforçou o compromisso do Teatro Nacional Claudio Santoro em democratizar o acesso à cultura, acolhendo pessoas de todas as idades e perfis. Um exemplo disso é a senhora Domingas Cardoso do Santos, que trabalhou por mais de três décadas como camareira no Teatro Nacional. Hoje, aos 77 anos, ela sentou na primeira fileira da sala Martins Pena e falou dos momentos marcantes que viveu por tantos anos. “É uma emoção muito grande estar aqui de novo. Conheci muitos artistas, como Fernanda Montenegro, Almir Sater, entre outros. Foram mais de 30 anos da minha vida dedicados ao Teatro Nacional”, relembrou.
Almir Sater, créditos: T2 Comunicação, Vídeo e Produções
“O Recomeço” não foi apenas o título do evento, mas também o sentimento de todo o público . A noite de sábado ficará marcada como um ponto de partida para uma nova era do Teatro Nacional, que promete continuar oferecendo momentos mágicos e inesquecíveis a todos.
Uma das mais importantes salas do Teatro Nacional Claudio Santoro passa a contar com 480 lugares, além de melhorias para espectadores com necessidades especiais. A Secretaria de Cultura preparou ampla programação de shows
Por Geovana Albuquerque, Agência Brasília
Fechada há uma década, a sala Martins Pena, do Teatro Nacional Claudio Santoro — um dos principais espaços artísticos da capital federal — volta a receber o público hoje. Localizado em um patrimônio cultural nacional — onde se apresentaram artistas de renome, como os atores Fernanda Montenegro e Paulo Autran, o corpo de balé Bolshoi e os irmãos cantores Maria Bethânia e Caetano Veloso — o recinto será reinaugurado com uma apresentação da Orquestra Sinfônica de Brasília, exclusiva a convidados. Essa será a primeira atividade da programação preparada para, pelos próximos dias, matar a saudade dos apreciadores das artes cênicas.
A reabertura é um marco para a área cultural de Brasília, setor que ainda tenta se reerguer das consequências da pandemia. Com o fechamento de pontos considerados relevantes, na região, para apresentações musicais e teatrais, que devido aos impactos econômicos negativos da Covid 19 não puderam seguir em funcionamento, como o Calaf, voltar a cruzar as portas do Teatro Nacional é uma vitória para os moradores da cidade.
“Trazer de volta a Sala Martins Pena é resgatar a identidade cultural da capital e reafirmar a importância da cultura como ferramenta de transformação, pertencimento e desenvolvimento. Estamos avançando, com o olhar voltado para o futuro, mas com o respeito que nossa história e nossos artistas merecem”, disse ao Correio a vice-governadora Celina Leão (PP).
“Ver a Orquestra Sinfônica retornando à sua casa é um presente não só para os músicos, mas para todos nós brasilienses, que temos o privilégio de viver em uma cidade que respira cultura e arte. Esse é apenas o começo de um movimento maior que fará do Teatro Nacional um espaço ainda mais grandioso e acessível para a população. É a cultura pulsando novamente em Brasília”, completou a progressista, à reportagem.
O debut da Martins Pena — que incialmente contava com 407 lugares e é adornada por um imponente painel de Athos Bulcão — se deu em 1966. E foi por ela que começou, há dois anos, uma ampla reforma do Teatro Nacional.
Após o evento de hoje, na sexta-feira, a Orquestra Sinfônica, voltará ao mesmo palco, que compartilhará com a dupla sertaneja Chitãozinho e Xororó no show Novo Ato, exclusivo para convidados. Para os dias seguintes, quem acessar o site Sympla terá à disposição várias atrações com ingressos gratuitos.
No sábado, será o show do músico Almir Sater. No dia seguinte, a Companhia de Comédia Melhores do Mundo, do DF, mostrará o brilho da prata da casa com o espetáculo Tela Plana. Na segunda-feira será a vez da banda brasiliense de punk rock Plebe Rude e convidados dela mostrarem porque a cidade projetada por Lucio Costa é também considerada a capital nacional desse gênero musical desde os anos 1980.
Reforma
O Teatro Nacional Claudio Santoro teve de ser fechado, há 10 anos, após haverem sido constatadas várias irregularidades que comprometiam a segurança dos frequentados. A reforma, contudo, por uma série de contratempos, só pôde ser iniciada em 2022. Esse projeto foi dividido em quatro etapas, sendo que a primeira estava focada na Martins Pena.
Os trabalhos na sala tiveram como objetivo adequá-la às normas de proteção do público, de acordo com o estabelecido por regras de engenharia e do Corpo de Bombeiros, além de deixá-la acessível e confortável a pessoas com deficiência. Com essa ação, a sala ganhou mais 73 poltronas, e passou, agora, a ter 480 lugares, todos com material anti chamas. Outra medida foi a abertura de duas saídas com rotas de fuga para evacuação rápida do público. Todas essas providências exigiram um investimento de R$ 70 milhões do Governo do Distrito Federal.
A renovação do espaço, contudo, enfrentou um desafio: manter as características originais, em atenção à preservação do patrimônio arquitetônico.
As salas Villa-Lobos e Alberto Nepomuceno, além do Espaço Dercy Gonçalves e o anexo do Teatro Nacional, também serão comtemplados em etapas subsequentes, para as que serão destinados R$ 300 milhões de reais.
A Villa-Lobos, a principal do teatro e sede da Orquestra Sinfônica, tem capacidade para 1.407 pessoas. Para ela uma atenção especial será dada: melhorar sua acústica, que sempre foi uma queixa em relação ao local.
Quem era Martins Pena?
Martins Pena foi dramaturgo brasileiro, nascido em 1815, no Rio de Janeiro. Após se formar em Comércio, em 1835, entrou na Academia de Belas Artes. Lá, teve contato com professores estrangeiros com os quais aprendeu outros idiomas, o que abriu caminho para ele ingressar na vida diplomática. Pena trabalhou no Ministério dos Negócios Estrangeiros e foi integrante da embaixada do Brasil em Londres.
O fluminense recebeu o título de fundador da comédia de costumes, reconhecimento às dezenas de peças teatrais que escreveu. Ele é patrono número 29 da Academia Brasileira de Letras, honraria concedida, após sua morte, e dada pelo fundador da instituição, Artur Azevedo, devido a sua influência e relevante trabalho pela dramaturgia brasileira.
Por Pedro Ibarra, Mariana Reginato e Pablo Giovanni
Última semana para aproveitar a 21ª Mostra do Filme Livre, que inclui sessões para a garotada e a tradicional Cabine Livre
A maior mostra de cinema do Brasil focada na produção independente é cria do CCBB! A MFL, em cartaz no CCBB Brasília até domingo, 22 de dezembro, oferece ao público a rara chance de ver a potência e a criatividade do cinema livre produzido no país. O ingresso é gratuito, mediante a retirada no site e na bilheteria física do CCBB. Depois da capital federal, a MFL segue, ainda, para o CCBBs do Rio de Janeiro e São Paulo.
A MFL em Brasília apresenta este ano 130 filmes entre curtas, médias e longas-metragens, de todos os gêneros, formatos e regiões do Brasil. As sessões, tradicionalmente, destacam o melhor da produção nacional, a exemplo de Autorias, com filmes de artistas renomados na MFL. Já a Territórios, também destaque no fim de semana, abre espaço para lugares de fala e pertencimentos.
Sessão Matinal para a garotada! – Por fim, a querida Mostrinha Livre, inclui a garotada com filmes para crianças de várias idades. Sessões acessíveis também estão programadas. Serão duas sessões infantis no fim de semana, sábado e domingo, sempre às 11h.
De sexta a domingo, o cinema mais radical com todo o seu experimentalismo também tem seu canal na Mostra do Filme Livre, mais precisamente na Cabine Livre, espaço montado no CCBB, onde essa produção é exibida em looping, das 15h às 19h.
PRODUÇÃO DO DF – Nesta última semana há destaque também para a produção do Distrito Federal. Da cena local, duas produções serão apresentadas no sábado: Lagoa do Nado, de Arthur B. Senra, que será exibido na sessão Territórios 4, no sábado, às 13h, e Caravana da Coragem, de Pedro B. Garcia, incluído na sessão Autorias 2, às 19h.
“O cinema brasileiro em geral tenta voltar aos patamares de produção e difusão pré-pandemia e a MFL se junta a centenas de mostras, festivais e cineclubes para preencher uma grande e histórica lacuna audiovisual, a da exibição, quase sempre deixada de lado em detrimento à produção. O resultado são milhares de filmes feitos por ano no país, que depois enfrentam dificuldades de serem vistos pelo grande público além da internet. Nossa missão é ajudar na valorização e reconhecimento do cinema mais original e potente que temos, o cinema livre, independente, possível.” Guilherme Whitaker
Todo o evento é gratuito. A programação completa, fotos, trailers e informações de todos os filmes estão em https://mostralivre.com/
A MFL é dedicada à memória do cineasta Silvio Lanna (1944/2024).
Acessibilidade
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.
A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van.
Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van:
Biblioteca Nacional – CCBB: 12h, 14h, 16h, 18h e 20h
CCBB – Biblioteca Nacional: 13h, 15h, 17h, 19h e 21h
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana.
Desde o final de 2022, o CCBB Brasília, se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, sendo que no ano de 2023, obtivemos a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Exumacao da arte
Serviço:
21ª MOSTRA DO FILME LIVRE
Patrocínio: Banco do Brasil
Curadoria: Guilherme Whitaker,Scheilla Franca e Gabriel Sanna
A retirada será pelo Sympla, sendo possível um ingresso por CPF
Marcando a reabertura da Sala Martins Pena, do Teatro Nacional Nacional Claudio Santoro, após dez anos fechado para reformas. O Governo do Distrito Federal irá realizar diversas atrações e shows de artistas da música brasileira que marcarão a reabertura de um espaço tão fundamental para a história construída na Esplanada dos Ministérios. E nesta quinta-feira (19), já estará disponível para retirada os ingressos para o público geral desfrutar do monumento que vem para fomentar a acessibilidade cultural em BSB.
Com show do icônico Almir Sater, que terá as cortesias liberadas para retirada do público nesta quinta-feira (a partir das 00hrs). O evento ainda contará com apresentações da Cia Os Melhores do Mundo, Agrupação Teatral Amacaca e a banda brasiliense Plebe Rude. A retirada poderá ser feita sempre um dia antes da apresentação, sendo possível apenas solicitar apenas um ticket por CPF, pelo Sympla https://www.sympla.com.br/
Confira a programação
Quarta (18): Sinfonia do Concreto 19h – Espetáculo da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro para operários que trabalharam na reconstrução da Sala Martins Pena (exclusivo para convidados)
Sexta (20): O Novo Ato 19h – Abertura 20h – Orquestra Sinfônica de Brasília com Chitãozinho e Xororó (exclusivo para convidados)
Sábado (21): O Recomeço 19h30 – Show de Almir Sater (ingressos disponíveis na quinta-feira, 19)
Domingo (22): De Volta aos Palcos 11h – Teatro infantil – Saltimbancos 17h – Os Melhores do Mundo – TelaPlana 19h30 – Os Melhores do Mundo – TelaPlana (ingressos disponíveis no sábado)
Dia 23: Hoje é Dia de Rock 20h – Apresentação da banda brasiliense Plebe Rude (ingressos disponíveis no domingo, 22)
Dia 26: Dia da Dança 18h30 às 21h. A dança contemporânea, a dança urbana, a dança brincante e o tradicional balé marcam presença na reabertura da Martins Pena para emocionar o público. (ingressos disponíveis no segunda, 23)
A contagem regressiva para o Capital Moto Week 2025 começa com uma grande novidade: a banda canadense MAGIC! é a primeira atração confirmada no line-up do maior festival de motos e rock da América Latina. Conhecida pelos hits “Rude”, “No Way No” e “Lay You Down Easy”, que conquistaram milhões de fãs ao redor do planeta, a banda traz sua combinação de pop, rock e reggae, prometendo embalar o público em um dos momentos mais aguardados do festival. A edição de 2025 acontecerá de 24 de julho a 2 de agosto, no Parque Granja do Torto, em Brasília.
O festival, que atrai mais de 800 mil pessoas e 300 mil motos de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². No mês de janeiro, o Capital Moto Week abrirá pré-venda limitada, exclusivamente para o show do dia 1 de agosto (sexta-feira) na categoria Ingresso de Pedestre.
Ao revelar a atração internacional MAGIC! como o primeiro anúncio do line-up, o Capital Moto Week reafirma sua posição como festival de alcance global, trazendo artistas que conectam diferentes estilos musicais e culturas. A banda canadense, formada por Nasri Atweh (vocal), Mark Pellizzer (guitarra), Ben Spivak (baixo) e Alex Tanas (bateria), será uma das estrelas do palco principal, que ano após ano se destaca por receber ícones da música nacional e internacional.
“É um grande prazer anunciar a MAGIC! como a primeira atração do Capital Moto Week 2025. Este é apenas o início do que será uma edição histórica. Queremos surpreender o público e elevar ainda mais o nível do festival”, afirma Pedro Franco, CEO do Capital Moto Week
Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. Com ampla infraestrutura, o Capital Moto Week está preparado para receber o público com conforto, segurança e experiências inesquecíveis. O festival é muito mais do que um ponto de encontro para motociclistas: é uma celebração da música, da liberdade e do espírito aventureiro que conecta gerações.
Sobre o CMW 2024 O Capital Moto Week encerrou a edição 2024 com a participação de mais de 792 mil pessoas e 342 mil motos, que transformaram o Parque de Exposições da Granja do Torto, em Brasília, numa verdadeira Cidade da Moto. Os headliners incluíram Raimundos, CPM 22, Humberto Gessinger, Massacration, Sepultura, Detonautas, Call The Police, Fernanda Abreu e Blitz. Historicamente, 40% do público é composto por turistas brasileiros e de países vizinhos.
O CMW prova, cada vez mais, ser uma poderosa plataforma de negócios: em 2024, conectou grandes marcas e players do Brasil e do mundo a um público apaixonado e qualificado por meio de múltiplas experiências, ativações, música e entretenimento de alta qualidade. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero (Zero Waste Alliance), zera emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva.
Foto divulgação
SERVIÇO Capital Moto Week 2025 Data: 24 de julho a 02 de agosto de 2025 Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek Email: imprensa@capitalmotoweek.com.br Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br
“Novocaine: À Prova de Dor” acaba de ter seu primeiro trailer divulgado pela Paramount Pictures. O filme estrelado por Jack Quaid, conhecido por seu papel na série “The Boys”, chega aos cinemas brasileiros em 13 de março de 2025. Também foi revelado o primeiro pôster da produção.
A prévia já havia sido exibida com exclusividade ao público brasileiro durante a CCXP24, que aconteceu em São Paulo entre 4 e 8 de dezembro. Além do trailer, também foi exibida uma entrevista entre Marcelo Forlani e Quaid na qual o ator comentou como foram as gravações do longa e como foi trabalhar com os outros nomes do elenco como Amber Midthunder (Avatar: O Último Mestre do Ar), Ray Nicholson (Sorria 2) e Jacob Batalon (Homem-Aranha: De Volta ao Lar).
“Novocaine: À Prova de Dor” conta a história de Nathan Caine (Jack Quaid), um homem que possui uma condição rara que faz com que ele não sinta dor. Quando a garota dos seus sonhos (Amber Midthunder) é sequestrada, Nathan transforma sua incapacidade de sentir dor em uma vantagem inesperada na luta para resgatá-la. Betty Gabriel, Matt Walsh, Lou Beatty Jr., Van Hengst e Conrad Kemp completam o elenco.
Distribuído pela Paramount Pictures, o filme tem direção de Dan Berk e Robert Olsen. O roteiro é assinado por Lars Jacobson, conhecido por “Dia dos Mortos” (2017) e “Herança Maldita” (2008).
Novocaine: À Prova de Dor – 13 de março nos cinemas