Categoria: Cultura, Entretenimento

Iphan anuncia restauro da Praça dos Três Poderes e de monumentos históricos em Brasília

Foto: Mariana Alves/Iphan

Como parte das comemorações pelos 65 anos de Brasília (21 de abril), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) apresentou, na tarde da última terça-feira (22), o projeto de restauro da Praça dos Três Poderes, que será viabilizado com recursos do Novo PAC. O evento, realizado no SESI Lab, também marcou a celebração de uma parceria entre o Instituto e o Governo do Distrito Federal (GDF) para ações de preservação em outros bens tombados da capital.

“Vamos oferecer à praça mais conforto , mas sem desviar do seu projeto original”, destacou o presidente do Iphan, Leandro Grass, ao enfatizar o equilíbrio entre modernização e preservação das características arquitetônicas e históricas do espaço.

Grass também ressaltou a importância simbólica do local: “A Praça dos Três Poderes é a praça mais importante do Brasil, pois reúne os três poderes e representa a democracia e a inclusão social”.

Em sua fala, ele ainda destacou o empenho do presidente Lula nas ações de preservação. “Estamos aqui hoje falando da restauração da Praça muito por conta da obstinação do presidente Lula em preservar nossos cartões de visita. A Praça dos Três Poderes simboliza nossos valores, é um lugar de convergência e diálogo”, disse.

Montante investido

O investimento total estimado para a execução das obras é de R$ 22 milhões, enquanto a elaboração do projeto contou com recursos de R$ 744 mil, por meio de contrato firmado em 2023 com a empresa especializada Land 5 Arquitetura e Urbanismo Ltda. A previsão é que as obras sejam concluídas em 2026.

Além da Praça, o Iphan anunciou a destinação de mais recursos do Novo PAC: R$ 500 mil para o desenvolvimento do projeto de restauro do Museu Vivo da Memória Candanga e R$ 200 mil para o Catetinho, ambos em parceria com o GDF. O Secretário de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Cláudio Abrantes, destacou a importância da valorização da capital. “A Praça dos Três Poderes é símbolo de paz, diversidade e democracia. Nosso esforço é para que Brasília seja cada vez mais reverenciada e mostrada ao Brasil e ao mundo”, afirmou. Ele também ressaltou o papel dos restauros na preservação da identidade da cidade. “Essas obras vão manter a essência de Brasília. A Praça é emblemática e, em breve, será entregue de forma plena à população”, completou.

O Secretário de Economia Criativa e Fomento Cultura do Ministério da Cultura, Henilton Menezes, reforçou o compromisso do governo federal com a execução do projeto. “Demonstramos apoio a esse restauro. Vamos acompanhar o projeto e agilizar o que for possível. O que aconteceu aqui na Praça não pode acontecer de novo, e não é possível anistiar a destruição que foi feita na nossa capital. Vamos viabilizar essas obras com recursos também da Lei Rouanet”, afirmou.

Representando o setor produtivo, o vice-presidente executivo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (FIBRA), Jamal Jorge Bittar, reforçou a necessidade de cuidado contínuo com o patrimônio. “O que aconteceu no 8 de janeiro ficará marcado como uma tentativa frustrada de golpe, que deve ser rejeitada por todo cidadão. Agora, precisamos focar na recuperação da Praça dos Três Poderes, cuidando de cada detalhe, como as pedras portuguesas, para que nossa história não seja apagada”, declarou.

Monumentos contemplados

O projeto da Praça dos Três Poderes foi elaborado com base em diagnóstico técnico e contou com a participação da sociedade por meio de consulta pública, que ouviu mais de 100 pessoas, a maioria moradores do Distrito Federal. No projeto, buscou-se refletir os anseios da população, especialmente em relação a melhorias em acessibilidade, segurança e sinalização.

O superintendente do Iphan no Distrito Federal, Thiago Perpétuo, destacou a importância de adaptar espaços históricos às necessidades contemporâneas. “É importante enfatizar que bens tombados podem passar por atualizações, a exemplo da Praça dos Três Poderes. É uma praça um pouco difícil de ser utilizada pela população nos dias de hoje. Depois da restauração, queremos resgatar essa perspectiva: a Praça é de todos os cidadãos e poderá ser desfrutada por todos, com mais acessibilidade”, afirmou.

Entre as obras e monumentos contemplados no projeto estão: Os Candangos, Herma de JK, Herma de Tiradentes, Marco Brasília, Herma de Israel Pinheiro, Pombal, além do Museu da Cidade e do Espaço Lúcio Costa.

O projeto inclui ainda a implantação de sistemas de monitoramento da Praça e do Espaço Lúcio Costa, medidas de prevenção contra incêndio (no Espaço Lúcio Costa e no Museu da Cidade), além de soluções de sonorização e climatização para o Espaço Lúcio Costa.

Secretaria de Cultura confirma Prêmio Candango de Literatura para obras publicadas em 2024

Troféu do Prêmio Candango de Literatura, desenvolvido pelo artista plástico e ilustrador André Cerino, crédito: arquivo Instituto Casa de Autores

Lançamento da segunda edição do certame será em 9 de maio, na Sala Martins Pena do Teatro Nacional Claudio Santoro. Inscrições podem ser feitas de 10 de maio a 25 de junho de 2025

Prêmio Candango de Literatura chega à segunda edição em 2025, consolidando a capital do Brasil no cenário literário internacional. Realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), em parceria com o Instituto Casa de Autores, o prêmio, voltado para países de língua portuguesa, reconhece autores, designers e projeto de incentivo à leitura, dentro de uma oportunidade especial de visibilidade e conexão. O lançamento oficial será em 9 de maio, na Sala Martins Pena (Teatro Nacional Cláudio Santoro), com a presença de autoridades, figuras do universo literário e o show “Clodo Ferreira – existência”, tributo à vida e obra do compositor e professor Clodo Ferreira (1951-2024). A cerimônia de premiação acontecerá no mesmo cenário, em 31 de outubro. Com R$ 195 mil distribuídos entre os vencedores, a iniciativa reforça o compromisso com a diversidade e a circulação de obras que ecoam em português, idioma que une continentes, culturas e vozes. 

Para Claudio Abrantes, Secretário de Cultura e Economia Criativa, a importância do Prêmio Candango de Literatura reside em seu papel de incentivo à criação literária e à difusão da cultura escrita. “Ao premiar autores e projetos que se destacam, o prêmio contribui para o fortalecimento da identidade cultural do Distrito Federal, do Brasil e de países de língua portuguesa, estimulando a leitura e a valorização da literatura como forma de expressão artística e crítica social”, enfatiza o secretário.

No âmbito do 2º Prêmio Candango de Literatura, serão concedidas sete premiações divididas em três pilares principais: obras de caráter literário, editorial e iniciativas pedagógicas de incentivo à leitura. Nas obras de caráter literário, serão R$140 mil divididos entre “Melhor Romance”, “Melhor Livro de Contos”, “Melhor Livro de Poesia” e o “Prêmio Brasília”, este último exclusivo para autores nascidos ou residentes no Distrito Federal. Já as categorias “Melhor Capa” e “Melhor Projeto Gráfico”, de caráter editorial, serão contempladas com R$ 20 mil, cada. Por fim, será entregue o Prêmio Candango de Literatura, no valor de R$ 15 mil, à “Melhor Iniciativa de Incentivo à Leitura”, incluindo ações voltadas para pessoas com deficiência (PCD). Esta última premiação, de caráter pedagógico, é destinada a pessoas físicas e jurídicas com, no mínimo, dois anos de comprovada atuação na área. 

Para participar, o regulamento traz entre as obrigatoriedades que a obra inscrita seja redigida em língua portuguesa, editada e comercializada no Brasil e/ou nos Países da Comunidade Lusófona no ano de 2024.  As inscrições estarão abertas entre 10 de maio e 25 de junho, e são gratuitas. Após esta fase, o júri se debruçará sobre as obras para selecionar os dez finalistas em cada categoria. Os resultados dessa etapa serão divulgados em setembro e os vencedores serão conhecidos na noite de premiação, em outubro. 

A curadoria estará a cargo de João Anzanello Carrascoza. Escritor, professor e redator publicitário, considerado uma das revelações da ficção brasileira e um dos maiores contistas contemporâneos, Carrascoza foi o vencedor na categoria “Contos” na primeira edição do Prêmio Candango de Literatura. É motivo de júbilo a grande responsabilidade de ser curador do Prêmio Candango de Literatura. Sobretudo, porque é um prêmio aberto a todos que escrevem em língua portuguesa, independentemente do país em que vivem. Também porque contempla não apenas os gêneros tradicionais como o romance, o conto, a poesia, mas talentos da cidade, ações de incentivo à leitura, projeto gráfico, entre outras categorias. É um prêmio que já demonstrou, em sua edição inaugural, ser capaz de motivar a participação de centenas de autores, e, assim, reconhecer a qualidade de obras vigorosas e revelar novas vozes”, afirma o curador.

Com a ampliação da visibilidade do prêmio e a expectativa gerada a partir do lançamento do certame em 2022, a expectativa é de atrair ainda mais participantes, superando as quase duas mil inscrições da primeira edição. A campanha de divulgação do projeto visa a promover o intercâmbio entre países lusófonos, fomentar a leitura e difundir a escrita como patrimônio cultural. 

Sobre Clodo Ferreira- Existência

Trata-se de um show-homenagem dos filhos João e Pedro Ferreira à trajetória artística de Clodo Ferreira – cantor, compositor, escritor, fotógrafo e professor. Em formato intimista, o espetáculo revisita canções do álbum Constelação de palavras (2024) e sucessos consagrados como Cebola cortada e Mentira da saudade, em parcerias com nomes como os irmãos Climério e Clésio, além de Dominguinhos e Zeca Bahia. A apresentação une a sensibilidade musical de João, violonista e diretor musical da banda Natiruts, e a expressividade de Pedro, percussionista e intérprete, celebrando, com afeto, talento e tradição familiar, o legado de um dos grandes nomes da música brasileira. 

Serviço:

2º Prêmio Candango de Literatura

Lançamento: 9 de maio, às 19h

Local: Sala Martins Pena do Teatro Nacional Cláudio Santoro

Inscrições: De 10 de maio a 25 de junho

Categorias: Romance, Contos, Poesia, Prêmio Brasília, Capa, Projeto Gráfico e Incentivo à Leitura 
Prêmios: Valor total distribuído de R$ 195 mil.
Abrangência: Escritores, designers e editores de países de língua portuguesa

Informações sobre regulamento e inscrições: https://premiocandangodeliteratura.com.br/

instagram/facebook:premiocandangodeliteratura

Inside Out – A cara de Brasília

Babel El Seed

Inédito em Brasília – Depois de ganhar o Prêmio TED, de apoio a projetos globais de grande impacto, em 2011, o artista francês JR lançou o Projeto Inside Out, uma plataforma participativa que ajuda indivíduos e comunidades a transmitirem uma mensagem por meio de retratos em preto e branco em grande escala colados como lambe-lambe em espaços públicos de mais de uma centena de países ao redor do mundo. Nesta quarta-feira, 23 de abril, das 14h às 20h, será a vez de fotografar os brasilienses que quiserem fazer parte do mural interativo com 200 fotos que ficará em exibição até julho de 2025 como parte da mostra “Frequências Urbanas – uma voz única no diálogo coletivo”, na Caixa Cultural Brasília. 

JR exibe livremente nas ruas do mundo, capturando a atenção de todos, incluindo aqueles que não costumam frequentar museus. Sua prática artística torna visíveis os anônimos colando seus retratos no espaço público, desde as favelas brasileiras até as ruas de Nova York e Istambul. Essas instalações feitas na ação em grupo são documentadas e compartilhadas online.Em Brasília, as fotos serão feitas gratuitamente no estacionamento da Caixa Cultural (Setor Bancário Sul), sem agendamento e ficarão expostas na área externa do referido espaço cultural. O mural do Inside Out Project e a exposição “Frequências Urbanas” têm visitação gratuita e reúne artistas nacionais e internacionais que retratam a essência da arte urbana, também conhecida como street art, que se consolidou como uma das principais formas de expressão visual no mundo. É neste contexto de celebração que a mostra reunirá obras de artistas renomados de diversas culturas – brasileira, francesa, congolesa, tunisiana, norte americana – com o objetivo de proporcionar um intercâmbio cultural e artístico de grande impacto ao público. Nomes como: Cripta Djan, Circle, Kouka, Rero, Luísa Pimenta, Kássia Borges, El Seed estão na mostra. Parte desses artistas dividiram um ateliê, o Vilarejo 21, no Altiplano Leste (DF), e produziram obras inéditas que vão fazer parte da mostra.  

SERVIÇO

Fotos: Inside Out Project em Brasília

Quarta, 23/4, das 14h às 20h, no estacionamento da Caixa Cultural Brasília

Frequências Urbanas – Uma voz única no diálogo coletivo

Exposição internacional de arte urbana

CAIXA Cultural Brasília: Setor Bancário Sul – Quadra 4, Lotes 3/4 – Brasília-DF

Abertura: 23/04/2025 às 19h

Temporada: de 24/04 a 20/07/2025

Horário: De terça a domingo, das 9h às 21h

Acessibilidade: A exposição terá como medida de acessibilidade áudio-descrição para todas as obras

Classificação indicativa: Livre

Entrada gratuita

3º Prêmio WEB do Teatro do DF abre votação popular para escolha dos melhores espetáculos em 11 categorias

A organização do 3º Prêmio WEB do Teatro do DF informa que já está aberta a votação popular para escolher os melhores espetáculos, iniciativas, montagens e ações ligadas às artes cênicas do Distrito Federal realizadas nos anos de 2022, 2023 e 2024. Esta edição recebeu inscrições de mais de 120 projetos e espetáculos que concorrem em 11 categorias. Para votar, o público deve acessar o formulário online e selecionar seus favoritos. O anúncio dos vencedores acontece no dia 7 de maio, às 19h, no Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul.

Os espetáculos e projetos inscritos no 3º Prêmio WEB do Teatro do DF concorrem a prêmios em 11 categorias: Espetáculo Adulto (44 participantes); Espetáculo Infanto-Juvenil (4); Espetáculo Primeira Infância (2); Espetáculo Musical (3); Espetáculo Solo/Monólogo (11); Espetáculo de Rua e Espaço Alternativo (7); Espetáculo de Formas Animadas (Sombras e/ou Bonecos) (3); Montagem Universitária (8); Montagem Livre (Teatro de Escola, Escola de Teatro ou Curso Livre) (4); Espetáculo Local em Circulação Nacional e Internacional (14); e Projetos ou Iniciativas (17). O 3º Prêmio WEB de Teatro do DF é realizado pelo Grupo Tripé e tem o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).

Nesta edição, todos os projetos inscritos integrarão uma publicação coordenada pela professora Fabiana Marroni. A professora conta com um grupo de pesquisa criado pelo Grupo Tripé em parceria com o Instituto de Artes da UnB. A equipe é formada pelos seus co-fundadores Ana Quintas e Gustavo Haeser, além dos pesquisadores Ander Keller, Anna Uchôa, Isadora Lima, Jebs Vicente e Likidah Ferreira, selecionados via convocatória pública.

Sobre o prêmio

Em sua terceira edição, o Prêmio Web de Teatro do DF teve 120 participantes nas edições anteriores, distribuindo mais de 50 premiações. São espetáculos que levaram mais de 100 mil espectadores a teatros e espaços dedicados às artes cênicas e circularam por mais de 50 cidades ao redor do planeta. Além dos prêmios, já ofereceu 11 homenagens a personagens do teatro de Brasília, como Alexandre Ribondi, Hugo Rodas e Iara Pietricovsky.

O projeto Prêmio Web de Teatro do DF nasceu do desejo do Grupo Tripé em colaborar com a memória, a preservação e a valorização da produção cênica e de seus artistas, técnicos e fazedores do Distrito Federal. Além de reconhecer e valorizar os artistas locais de maneira democrática e popular, promover o teatro em ambientes virtuais e incentivar a participação e engajamento do público, o projeto conta com seu aspecto de mapeamento, onde os dados das produções são utilizados para a geração de dados e indicadores sobre a classe artística e seus projetos. Idealizado durante o ano de 2018, foi criado com o intuito de criar novas narrativas acerca do teatro produzido no Distrito Federal e novos entendimentos quanto ao panorama cênico da cidade, gerando assim novas inquietações, questionamentos e crises – terrenos frutíferos para o surgimento de novas ideias que enriqueçam a cadeia cultural, que fortaleçam a classe artística, que a reafirmam como componente de uma economia criativa que deve ser preservada e incentivada.

Foto divulgação

Serviço

Votação aberta para o 3º Prêmio WEB do Teatro do DF

Até | 7 de maio 

Voto online | https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdEX16e5y1iMqoX7BL23wEqQa-fbWbRQdl1V0-g05klnRO9IQ/viewform

Instagram | @grupotripe

Informações | https://www.grupotripe.com/

Contato | emaildotripe@gmail.com

Realização | Grupo Tripé

Patrocínio | Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF)

LINGUAGENS VISUAIS DO MUNDO SE ENCONTRAM NA EXPOSIÇÃO FREQUÊNCIAS URBANAS

Após 10 anos da bem-sucedida mostra ‘Street Art – Um Panorama Urbano‘, a CAIXA Cultural revisita a cena global da arte urbana conectando artistas internacionais e brasileiros em um espaço de intercâmbio e de reflexão, agora com o projeto intitulado ‘Frequências Urbanas – uma voz única no diálogo coletivo’, em exposição de abril a julho de 2025 na CAIXA Cultural Brasília.

Também conhecida como street art, a arte urbana se consolidou como uma das principais formas de expressão visual no mundo. É neste contexto de celebração que a mostra reunirá obras de artistas renomados de diversas culturas – brasileira, francesa, congolesa, tunisiana, norte americana – com o objetivo de proporcionar um intercâmbio cultural e artístico de grande impacto ao público.

“A exposição Frequências Urbanas se posiciona como uma encruzilhada vibrante na qual artistas de diversas origens e com múltiplas raízes se encontram para celebrar a essência da arte urbana. Esse movimento, tanto local quanto global, reflete uma cultura em constante evolução, com cada artista trazendo sua voz única enquanto participa de um diálogo coletivo”, resume RERO, curador e artista da exposição. 

Ele diz que embora ancorados em seu território, os artistas em exposição na mostra inspiram-se em movimentos artísticos globais que permite entender melhor as questões urgentes como as mudanças climáticas, o resgate da ancestralidade e a desigualdade social.

Frequências Urbanas destaca essa dualidade, reunindo obras que refletem particularidades culturais ao mesmo tempo em que exploram temas universais como identidade, resistência e esperança. Ao construir pontes entre tradições locais e tendências contemporâneas, os artistas conseguem estabelecer uma conexão profunda com seu público, promovendo assim um intercâmbio cultural enriquecedor e uma conscientização compartilhada.

A mostra se propõe a renovar a experiência exitosa do projeto ‘Street Art’, quando foram exibidas obras de renome internacional como Banksy e JeF Aerosol, que alcançaram grande sucesso de público e de mídia. 

“Agora, Frequências Urbanas traz novos nomes para expandir o impacto da arte urbana no Brasil, visando ainda o fortalecimento da relação entre artistas estrangeiros e brasileiros e trocas culturais, em especial a relação entre Brasil e França, que celebram neste ano de 2025 uma parceria de promoção cultural entre os dois países’, diz Luiz Prado, curador e produtor da exposição.

A exposição reflete ainda a diversidade cultural de Brasília, cidade ‘com gente de todas as partes do Brasil e do mundo’, no mês em que a capital federal – um dos mais importantes conjuntos urbanísticos-arquitetônicos do País – completa 65 anos de sua inauguração, em 21 de abril.

“Inauguramos a exposição na semana de aniversário da cidade, convidando o público a ser fotografado pelo projeto Inside Out do artista francês JR, participando assim da confecção de um mural de mais de 150 m² que ficará em exposição na CAIXA Cultural mostrando a diversidade, a mistura e as diferenças múltiplas que formaram a população de Brasília”, diz Prado.

A ação do Inside Out está prevista para o dia 23 de abril, antes da abertura da mostra, das 14h às 20h, no estacionamento da CAIXA Cultural, quando os interessados em participar do projeto serão fotografados – em um caminhão-estúdio que estará no local -, para a criação interativa do painel a ser exibido nos muros do entorno do centro cultural.

“Frequências Urbanas não é apenas uma exposição, mas uma manifestação da alma urbana e humana, uma exploração das múltiplas vozes que compõem a paisagem artística atual esteja ela dentro ou fora da galeria”, completa o curador da mostra. Estarão em exibição na exposição Frequências Urbanas as obras dos seguintes artistas e coletivos:

CRIPTA

@criptadjan

Cripta Djan é pixador, artista, ativista e documentarista que tem a pixação como eixo central de sua trajetória nos espaços urbanos. Sua atuação representa e reivindica a figura do pixador nos campos político, acadêmico, artístico e cinematográfico.

Seu trabalho transita entre o desenho e a escrita, a forma e a contra forma, o legível e o ilegível, o certo e o errado. Começou sua história nas ruas de Itapevi, na Grande São Paulo, e hoje tem seu trabalho reconhecido internacionalmente, levando a linguagem da pixaçãopara centros de arte contemporânea ao redor do mundo

CYRCLE

CYRCLE é um coletivo formado pelos artistas americanos David Leavitt e David Torres, de Los Angeles, Califórnia (EUA). Suas obras enfatizam a vida, a dualidade e a condição humana compartilhada com a contemplação estética da forma, tipo de letra e cor.

A dupla trabalha em diversas mídias, desde a investigação da forma até o incentivo à participação, os desafios do CYRCLE e, ao mesmo tempo, abrangem todo o continuum do que é arte.

KOUKA

@kouka_ntadi

Pintor franco-congolês, Kouka Ntadi é nascido em Paris, em 1981, neto do pintor expressionista Francis Gruber. O artista confronta suas origens, tanto em suas telas quanto na rua. Explorando diferentes formas de retrato, ele desenvolve seus temas de pesquisa em torno da essência do Homem e da identidade.

Sua pintura brinca com os códigos do grafite para melhor tocar o cerne da pesquisa sobre o estatuto da imagem. Desde seus famosos “Guerreiros Bantu”, sua primeira marca urbana, ele tem nos lembrado constantemente que o espaço público, assim como o mundo, não pertence a ninguém.

RERO

@rerostudio

Na intersecção de práticas urbanas, land art e criação conceitual inspirada por Duchamp, Debord e, claro, Roland Barthes, Rero questiona a retórica da imagem e sua “cadeia flutuante de significados”. 

As obras de arte intrigantes e luminosas do artista, infundidas com um senso moderno e transgressivo de poesia, suas instalações inovadoras e descomunais se espalharam pelo mundo. Para Rero, “a arte é um sistema de alarme que busca despertar o músculo atrofiado da sensibilidade coletiva”, escreveu o crítico de arte Achille Bonito Oliva.

LUÍSA PIMENTA

@luisa_pimenta

Artista carioca de 18 anos, Luísa Pimenta é um jovem talento e grande promessa do cenário artístico atual. Ela se nutriu da efervescência da cena do grafiti de rua nos EUA, transformando todas as influências e pluralidades da arte urbana norte-americana em traços marcantes que se misturam com suas raízes brasileiras.

Suas obras são uma verdadeira janela para sua alma. Com expressões viscerais, traços firmes e impactantes, Luísa compartilha seus afetos e percepções do mundo de forma autêntica e repleta de sensibilidade, se comunicando com o espectador de forma intensa e tocante.

KASSIA BORGES

@kassiaborgess

Kássia Borges Karajá é artista visual, pesquisadora, professora e curadora. Pesquisa principalmente questões em torno da mulher e da ancestralidade. Partindo dos conhecimentos da tradicional cerâmica Karajá, se debruça, sobretudo, no barro para suas criações contemporâneas. 

Além de sua investigação em cerâmica, é membro também do coletivo MAHKU (Movimento dos artistas Huni Kuin), destaque na 60ª edição da Bienal de Veneza, com participação em salões e exposições em instituições nacionais e internacionais. 

EL SEED

@elseed

EL Seed é um artista que combina pintura e escultura para criar uma linguagem visual única, inspirada na tradição da caligrafia e na pulsação da arte urbana. Seu trabalho se destaca por camadas intrincadas de cores, símbolos e letras, que expressam mensagens universais sobre coexistência, paz e liberdade.

A identidade, a herança cultural e o desejo humano por conexão e pertencimento são temas que atravessam sua obra. Por meio de sua arte, EL Seed dá visibilidade às comunidades com as quais se relaciona, utilizando a linguagem como ponte para o diálogo e a construção de um senso de coletividade.

INSIDE OUT PROJECT – JR

@insideoutproject @jr

Depois de ganhar o Prêmio TED, em 2011, o artista francês JR lançou o Projeto Inside Out, em exibição na mostra. O artista criou uma plataforma participativa que ajuda indivíduos e comunidades a transmitirem uma mensagem por meio de retratos em preto e branco em grande escala colados como lambe-lambe em espaços públicos. 

JR exibe livremente nas ruas do mundo, capturando a atenção de todos, incluindo aqueles que não costumam frequentar museus. Sua prática artística torna visíveis os anônimos colando seus retratos no espaço público, desde as favelas brasileiras até as ruas de Nova York e Istambul. Essas instalações feitas na ação em grupo são documentadas e compartilhadas online.


Mostra na Caixa Cultural Brasília apresenta exposição com artistas nacionais e internacionais que retratam e celebram a essência da arte urbana

SERVIÇO

Frequências Urbanas – Uma voz única no diálogo coletivo

Exposição internacional de arte urbana

CAIXA     Cultural Brasília: Setor Bancário Sul – Quadra 4, Lotes 3/4 – Brasília-DF

Abertura: 23/04/2025 às 19h

Temporada: de 24/04 a 20/07/2025

Horário: De terça a domingo, das 9h às 21h

Acessibilidade: A exposição terá como medida de acessibilidade áudio-descrição para todas as obras

Classificação indicativa: Livre

Entrada gratuita

Últimos dias “Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil” no CCBB Brasília

Exposição apresenta mais de 700 itens, entre obras de arte de mais de 200 artistas de todas as regiões do país e documentos e objetos, que dão um panorama da década de 1980 no Brasil 

Termina no dia 27 de abril a grande exposição “Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil” no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília. Com Raphael Fonseca como curador-chefe e Amanda Tavares e Tálisson Melo como curadores-adjuntos, a mostra apresenta cerca de 300 obras de mais de 200 artistas de todas as regiões do país, mostrando um amplo panorama das artes brasileiras na década de 1980. Completam a exposição cerca de 400 elementos da cultura visual da época, como revistas, panfletos, capas de discos e objetos icônicos, ampliando a reflexão sobre o período.

O projeto é patrocinado pela BB Asset, gestora de fundos do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Mário Perrone, diretor comercial e de produtos da BB Asset, destaca que a responsabilidade da gestora vai além da administração de ativos. “Patrocinar a exposição ´Fullgás´ reforça nosso compromisso com o futuro, investindo não apenas em resultados, mas também naquilo que transforma uma sociedade: a cultura e arte. Como a maior gestora de fundos do Brasil, temos a honra de contribuir para a preservação do legado cultural do país, inspirando novas gerações e promovendo um Brasil mais vibrante e consciente da sua rica história e expressão artística. Este é o tipo de investimento que gera valor para todos.”

“’Fullgás’, assim como a música de Marina Lima, deseja que o público tenha contato com uma geração que depositou muito de sua energia existencial não apenas no fazer arte, mas também em novos projetos de país e cidadania. Uma geração que, nesse percurso, foi da intensidade à consciência da efemeridade das coisas, da vida”, afirmam os curadores.  

A exposição está dividida em cinco núcleos conceituais cujos nomes são músicas da década de 1980: “Que país é este” (1987), “Beat acelerado” (1985), “Diversões eletrônicas” (1980), “Pássaros na garganta” (1982) e “O tempo não para” (1988). No pavilhão de vidro haverá obras tridimensionais e vídeos, apresentando um panorama do período para além da pintura. Neste espaço, entre outras, está a obra “Coluna de cinzas” (1987), de Nuno Ramos, e uma instalação com balões do artista paraense radicado no Rio de Janeiro Paulo Paes. Na recepção central, ao lado da bilheteria, uma banca de jornal com revistas, vinis, livros e gibis publicados no período, com fatos marcantes da época, faz o público entrar no clima da exposição.

A mostra aborda o período de forma ampla, entendendo que seus questionamentos e impulsos começaram e terminaram fora do marco temporal de dez anos que tradicionalmente constitui uma década. Desta forma, a exposição abrange o período entre 1978 e 1993, tendo como marcos o final do Ato Institucional n° 5 e o ano posterior ao impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello. “Consideramos para a base de reflexões este arco de quinze anos e todas as suas mudanças estruturais e culturais para pensarmos o Brasil: do fim da ditadura militar ao retorno a uma democracia que, logo na sequência, lidará com o trauma de um impeachment”, contam os curadores, que selecionaram para a exposição obras de artistas cujas trajetórias começaram neste período.

Nas artes visuais, a Geração 80 ficou marcada pela icônica mostra “Como vai você, Geração 80?”, realizada no Parque Lage, em 1984. A exposição no CCBB entende a importância deste evento, trazendo, inclusive, algumas obras que estiveram na mostra, mas ampliando a reflexão. “Queremos mostrar que diversos artistas de fora do eixo Rio-São Paulo também estavam produzindo na época e que outras coisas também aconteceram no mesmo período histórico, como, por exemplo, o ‘Videobrasil’, realizado um ano antes, que destacava a produção de jovens videoartistas do país”, ressaltam os curadores. Desta forma, “Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil” apresenta nomes de destaque, como Adriana Varejão, Beatriz Milhazes, Daniel Senise, Leonilson, Luiz Zerbini, Leda Catunda, entre outros, mas também nomes importantes de todas as regiões do país, como Jorge dos Anjos (MG), Kassia Borges (GO), Sérgio Lucena (PB), Vitória Basaia (MT), Raul Cruz (PR), entre outros.  Para realizar esta ampla pesquisa, a exposição contou, além dos curadores, com um grupo de consultores de diversos estados brasileiros.

Além das obras de arte, a exposição traz, ainda, diversos elementos da cultura visual da década de 1980, como revistas, panfletos, capas de discos e objetos, que fazem parte da formação desta geração. “Mais do que sobre artes visuais, é uma exposição sobre imagem e as obras de arte estão dialogando o tempo inteiro com essa cultura visual, por exemplo, se apropriado dos materiais produzidos pelas revistas, televisões, rádios, outdoors e elementos eletrônicos. Por isso, propomos incorporar esses dados, que quase são comentários na exposição, que vão dialogando com os elementos que estão nas obras de fato”, ressaltam Raphael Fonseca, Amanda Tavares e Tálisson Melo.

O catálogo digital da exposição será disponibilizado no site do CCBB, contendo fotos das obras e textos dos curadores e de autores de diversas regiões do Brasil, que abordam os tópicos centrais da exposição, analisando os diversos aspectos culturais deste recorte histórico.  Depois do CCBB Brasília, onde ficará até o dia 27 de abril de 2025, a mostra seguirá para o CCBB São Paulo e posteriormente para o CCBB Belo Horizonte.

NÚCLEOS TEMÁTICOS

A exposição está dividida em cinco núcleos:

1 – Que país é este” – reflete sobre o fim da ditadura militar e a passagem para a democracia. “Este núcleo traz questões relativas à política e à economia, debates em torno da Constituição, organização civil, variação das moedas, inflação, além de questões relativas à violência, pensando na herança da década de 1970 e da ditadura militar. Todos esses elementos estão colocados de uma maneira que questiona e tenta definir os rumos do país, a ideia de nação através de identidade e território”, contam os curadores. Desta forma, estão neste núcleo movimentos negros, de mulheres, indígenas e seringueiros, além do movimento punk, vinculado a debates políticos e sociais, assim como os debates em torno da Constituição e da redemocratização. Integram este núcleo obras que citam a ditadura e a tortura, como “Sem título” (1982), de Aprígio e Frederico Fonseca, os registros de movimentos sociais feitos pelo fotógrafo paraense Miguel Chikaoka, além de trabalhos de coletivos que começam a ocupar as ruas, algo até então não permitido pela ditadura militar, como o coletivo Manga Rosa. Arthur Bispo do Rosário também está neste núcleo com “Uma obra tão importante que levou 1986 para ser escrita”. O filme “Patriamada”, dirigido por Tizuka Yamasaki, feito durante do processo das Diretas Já, também integra este núcleo, assim como diversos outros trabalhos.

2 –Beat acelerado” – traz obras e artistas que preferiram enfocar na nova aceleração do tempo, nos amores efêmeros, no prazer e na paixão pela cor. “Esse título remete ao corpo, à batida do coração, à empolgação, ao frenesi, e está mais em diálogo com artistas associados à pintura e ao desenho, com a comemoração e a negação da austeridade da arte dos anos 1970, que era vista como muito racional”, afirmam os curadores. Este é o maior núcleo da exposição e tem muitas obras onde a cor desempenha um papel central, como “Com que está a chave do banheiro 10?” (1989), de Beatriz Milhazes, e “Cérebro em stand” (1988), de Leda Catunda, mas também vídeos e esculturas, que trazem a ideia de emoção, como “Hommage aux marriages” (1989), de Marcos Chaves. “É o núcleo da abertura, da possibilidade de viver em um mundo colorido após a saída da ditadura”, contam os curadores. Neste núcleo também estão obras como a camisa “Overgoze” (1981), de Eduardo Kac, na época parte do Movimento de Arte Pornô, e “Dois coqueiros” (1990), de Ciro Cozzolino, entre muitas outras, além de diversos elementos da cultura visual da época.

3 –Diversões eletrônicas” – traz artistas que mergulharam em um futurismo típico do momento histórico no qual a televisão desempenhou papel essencial, assim como as novas invenções tecnológicas e o desejo pela expansão aeroespacial. “É a experimentação no campo da arte a partir do acesso a determinadas mídias eletrônicas e pela expansão das mesmas – computadores, fotografias, videocassetes e walkmans, por exemplo. Há trabalhos que fazem uma experimentação com essa tecnologia e outros que vão representar esses elementos”, contam os curadores. Exemplos disso são as obras “Painel de controle” (1987), de Luiz Hermano, e Carro” (1980), de Jailton Moreira. Há, ainda, pinturas que incorporam a TV, como uma série de trabalhos em xerox, de Alex Vallauri e “Família materialista” (1982), de Cristina Salgado, ou a obra “Caderno Juquinha” (1980), de Lívia Flores, com referências da televisão e do design. Neste núcleo, estão também obras dos artistas baianos Leonardo Celuque – “Rastro de cometa” (1989) – e Jayme Figura – capacete feito de sucata “Sem título” (1980).

4 – Pássaros na garganta” – neste núcleo estão presentes artistas que observavam mais a natureza e as discussões ecológicas do momento, assim como questões relativas à propriedade de terra e às consequências trágicas do capitalismo selvagem. Neste núcleo estão paisagens, como as obras “Lacrima Christie” (1989), de Cristina Canale, “O pranto dos animais II” (1989), de Hélio Melo e “Barranco” (1982), de Jacqmont, mas também trabalhos que alertam para as questões ambiental e indígena. Neste núcleo está a pintura da série “Césio 137” (1986), de Siron Franco, e os estudos para mosaico do Palácio da Cultura de Eliezer Rufino, feitos a partir de uma cultura visual de herança indígena. Há, ainda, a pintura na parede “Sem título” (1980), de Otoni Mesquita. “Esse núcleo vem quase como uma relação sublime sendo resgatada com a natureza, mas no sentido de uma natureza tanto quanto potencial de referência para a produção pictórica quanto de um assombro com as questões ambientais que atravessaram o período e que ganham visibilidade e debate no contexto da ECO 92, com pautas colocando a nossa vulnerabilidade enquanto existência no planeta”, dizem os curadores.

5 – O tempo não para” – quinto e último núcleo da exposição, reflete sobre a passagem do tempo, conectando-se também com o nome da exposição, “Fullgás”, música de Marina Lima. “Este núcleo reúne obras que pensam a respeito da finitude e de como há uma discreta melancolia em todos os elogios ao excesso tão atribuídos a essa geração”, contam os curadores. Integram este núcleo trabalhos como “Mapa a cores” (1987), de Ana Amorim, que aborda sua localização e seus trajetos, “Sem título” (1990), de Fernanda Gomes, que fala da passagem do tempo através de papéis de cigarro acumulados, “As ruas da cidade” (1988), de Leonilson, “Entre céus e ruínas” (1992), de Leila Danziger, além das “Polaroids” (1980), de Fernando Zarif, e do vídeo “O profundo silêncio das coisas mortas” (1988), de Rafael França, entre outras.

SOBRE OS CURADORES

Raphael Fonseca (curador-chefe) nasceu no Rio de Janeiro e vive em Denver, EUA. É pesquisador da interseção entre curadoria, história da arte, crítica e educação. Trabalha como curador de arte moderna e contemporânea latino-americana no Denver Art Museum desde 2021. Curador-chefe da 14ª Bienal do Mercosul, a acontecer em 2025. Curatorial advisor da Prospect.6, em 2024, em New Orleans, Estados Unidos. Foi incluído na lista de 100 pessoas mais influentes das artes visuais globalmente pela revista ArtReview, em 2023. “Raio-que-o-parta”, exposição da qual foi curador-chefe e realizada no SESC 24 de Maio, recebeu os prêmios da Associação Brasileira de Críticos de Arte de melhor curadoria e melhor exposição de 2022. Doutor em Crítica e História da Arte pela UERJ. Recebeu o Prêmio Marcantonio Vilaça de curadoria (2015), o prêmio de curadoria do Centro Cultural São Paulo (2017), recebeu uma bolsa da Andy Warhol Foundation para a exposição “Who tells a tale, adds a tail” (Denver Art Museum, 2022), além de uma bolsa da Teiger Foundation para uma futura exposição sobre Roberto Gil de Montes, a ser realizada em co-curadoria entre o Denver Art Museum e o Los Angeles County Museum of Art (LACMA, junto a Rita González).

Amanda Tavares (curadora-adjunta) nasceu em Ipatinga (MG) e mora entre São Paulo e o Rio de Janeiro. Atua como pesquisadora e curadora em exposições e publicações de arte, além de projetos experimentais que relacionam arte e educação. É pós-doutora em Artes pela UERJ e doutora em Crítica e História da Arte pela mesma instituição. Mestre em teoria literária pela UNICAMP e graduada em Letras pela UFJF. É coordenadora editorial na 14ª Bienal do Mercosul. Foi membro do Júri Open Lisboa, na Arco – Feira de Arte Contemporânea (Lisboa, 2024). Foi pesquisadora, assistente de curadoria e coordenadora dos programas públicos na 23ª Bienal SESC_Videobrasil (2023-2024). Em 2022-2023, foi contemplada com a bolsa do programa MASP Pesquisa, destinada à pesquisa e difusão do acervo do MASP. Foi pesquisadora de conteúdo e assistente de curadoria no projeto de requalificação do Sítio Burle Marx (exposição e livro institucional) (2019-2020). Atualmente desenvolve o projeto de pós-doutorado “Arte popular: modos de usar (PPGAH/UERJ)”, no qual se dedica à relação entre a chamada arte popular no contexto da arte moderna e contemporânea.

Tálisson Melo (curador-adjunto) nasceu em Juiz de Fora (MG) e vive em São Paulo. Curador, pesquisador e professor. Pós-doutorando no Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo. Doutor em Sociologia e Antropologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com estágio na Yale University, EUA. Mestre em Artes pela Universidade Federal de Juiz de Fora, onde também se graduou bacharel em Artes e Design, com concentração em História da Arte pela Universidad de Salamanca, Espanha. Em 2023, foi selecionado pelo prêmio de jovens curadores da OMA Galeria. Ganhou o prêmio de melhor exposição (regional Centro-Oeste, 2023) da Associação Brasileira de Crítica de Arte (ABCA) pela exposição coletiva “Atualização do Sistema”, organizada pela Academia de Curadoria em parceria com a FAP-DF e o Museu Nacional da República.

ACESSIBILIDADE

A ação “Vem pro CCBB” oferece translado gratuito (de ida e volta) para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. 

O ponto de embarque e desembarque da van fica próximo ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito e os ingressos podem ser emitidos no site bb.com.br/cultura, na bilheteria do CCBB, ou ainda pelo QR Code disponível no veículo.

Horários:

– Saindo da Biblioteca Nacional para o CCBB: 12h, 14h, 16h, 18h e 20h 

– Saindo do CCBB para a Biblioteca Nacional: 13h, 15h, 17h, 19h e 21h 

SOBRE O CCBB BRASÍLIA

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, oferece o Programa CCBB Educativo, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana.

Desde o final de 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, e desde então recebe a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

A conquista atende à Ação 24 da Agenda 30, que tem por objetivo reforçar a gestão dos programas, iniciativas e práticas ambientais e de ecoeficiência do BB e demonstra o alinhamento do CCBB Brasília à estratégia corporativa do BB, enquanto espaço de difusão cultural que valoriza a diversidade, a acessibilidade, a inclusão e a sustentabilidade porque transformar vidas é parte da nossa cultura.

SOBRE A BB ASSET

A BB Asset, empresa do Banco do Brasil, é responsável pela gestão de mais de 1200 fundos de investimento para quase 3 milhões de pessoas que buscam realizar seus sonhos. Líder nacional no setor de fundos de investimento, detém aproximadamente 20% do mercado e administra um patrimônio líquido de cerca de R$ 1,6 trilhão*. Além disso, é reconhecida pela qualidade de sua gestão com as maiores notas das agências de classificação de risco Fitch Rating e Moody’s. Suas soluções de investimento estão disponíveis para atender a ampla variedade de objetivos de seus clientes. Como líder de mercado, entende sua responsabilidade na atuação em prol dos desenvolvimentos ambiental, social, de governança corporativa e cultural. Com o objetivo de agregar valor à sociedade, a BB Asset patrocina iniciativas como a exposição Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil. Porque, além de gerir ativos financeiros, investir em arte e cultura – para a maior gestora de fundos do Brasil – também é melhorar a vida das pessoas!

*Dados do ranking da ANBIMA de julho de 2024.

Teti Waldraff, Fusos, 1983 Fabio Del Re

SERVIÇO

Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil

Período: 18 de fevereiro a 27 de abril de 2025

Local: CCBB Brasília – Recepção Central, Galerias 3 e 5 e Pavilhão de Vidro

Funcionamento: De terça-feira a domingo, das 9h às 21h

Classificação indicativa: livre

Entrada gratuita mediante retirada de ingresso na bilheteria do CCBB ou pelo site https://ccbb.com.br/                               

CCBB Brasília

Funcionamento: De terça a domingo, das 9h às 21h

Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF

Fone: (61) 3108-7600

E-mail: ccbbdf@bb.com.br

Site: https://ccbb.com.br/

Facebook/Instagram: @ccbbbrasilia

TikTok: @ccbbcultura

YouTube: bancodobrasil



Fé, união e espetáculo emocionam mais de 10 mil pessoas na Via-Sacra do Paranoá 2025

Encenação reuniu moradores de todas as crenças, mobilizou 400 voluntários e fortaleceu laços comunitários e economia local

Com encenação teatral a céu aberto, a Via Sacra do Paranoá 2025 levou o público a reviver os últimos passos de Jesus Cristo. A tradicional apresentação percorreu cenas marcantes da Paixão, morte e ressurreição, unindo elementos cênicos, iluminação dramática e a participação voluntária de moradores da região, divulgação Via-Sacra Paranoá

Com cenas comoventes, multidão emocionada e um grande mutirão de fé e voluntariado, a 48ª edição da Via-Sacra ao Vivo do Paranoá transformou as ruas do Distrito Federal em um grande palco de espiritualidade nesta Sexta-Feira Santa (18/4). Realizada desde 1977, a maior encenação de rua do DF voltou a atrair uma multidão — segundo estimativas da organização, mais de 10 mil pessoas acompanharam a representação dos últimos passos de Jesus Cristo até sua ressurreição.

O evento começou com a tradicional missa de Adoração da Cruz, celebrada na Paróquia Santa Maria dos Pobres, no Paranoá, pelo padre espanhol Miguel, que há seis anos atua na comunidade. Em suas palavras:

“A Via-Sacra do Paranoá nasceu da fé do povo e segue viva até hoje. É uma oportunidade para que todos, inclusive quem pouco frequenta a igreja, volte seus olhos para o sofrimento de Cristo e busque viver mais conforme a vontade de Deus. Aqui, a religiosidade popular se manifesta de forma fantástica.”

A encenação percorreu 2,5 km entre a CAESB e a Paróquia, com 160 atores e mais de 400 profissionais e voluntários envolvidos na produção, iluminação, som e estrutura. Tudo preparado com meses de antecedência — com amor, fé e suor da comunidade local. Entre eles, o casal Pedro Henrique e Ana Luísa, voluntários há mais de duas décadas. Pedro hoje coordena a equipe de voluntários:

“A experiência de coordenar é um desafio, mas também um consolo. Deus capacita os escolhidos. A preparação é intensa, especialmente nos últimos quatro meses. Mas é a fé que nos move. Caminhar com Jesus, levar nossas cruzes e crer na ressurreição é o que nos fortalece.”

Na equipe de bastidores, Maria Edna cuida, desde 2013, do figurino de mais de 160 personagens:

“Trabalho com cerca de 300 kg de roupas. É cansativo, mas gratificante. Me emociono a cada ano quando vejo todos prontos, vestindo a paróquia. Quando penso em desistir, lembro que está chegando e sigo firme.”

Outro pilar do evento é José Domingos Lopes, há 17 anos responsável pela cenografia de quase 1 tonelada. Ele começa a construção cerca de três meses antes. A cada edição, a cena da ressurreição é diferente:

“Este ano me inspirei na parte interna da igreja. O que me motiva? A fé. Ao final do evento, sinto o dever cumprido.”

A comunidade abraça o evento. Famílias inteiras acompanham cada passo. Caso da professora Kelly Christina, moradora do Paranoá desde a infância:

“Venho desde pequena. É um ato de gratidão. Trago meus filhos para que cresçam na fé como eu cresci.”

O tom ecumênico também marcou presença. A empresária evangélica Jéssica Pulgas, ao lado do marido e do filho de quatro anos, acompanhou o evento pela primeira vez:

“Vim pelo meu filho, que pediu para ver Jesus. Sou evangélica, mas achei tudo lindo. Está tudo certo até agora.”

A produção teve a coordeção geral assinada por Diarly Lacerda, das Obras Sociais da Arquidiocese de Brasília (OASSAB), com apoio das pastorais da paróquia. Diarly destaca que o evento envolve todo o comércio local, movimentando mais de R$ 350 mil na economia do Paranoá, entre contratações de luz, som e fornecedores da própria cidade:

“Até os cabelos do ator que interpreta Jesus Cristo são cuidados por um salão voluntário da região. É um evento que gera cultura, espiritualidade e renda.”

A Via-Sacra contou também com o apoio do termo de fomento executado pela Secretaria de Cultura e da emenda parlamentar do deputado João Cardoso, presidente da Frente Parlamentar Católica da CLDF.

O momento de maior comoção foi a ressurreição, apresentada em um altar com três níveis e quatro passagens da vida de Jesus. A primeira retratando o Jesus menino com sua mãe e José, como na imagem da Sagrada Família. Seguida pelo encontro de Jesus com Maria durante a via dolorosa. A terceira cena remetia a famosa escultura da Pietà, onde Maria tem seu filho morto nos braços. E por fim, no terceiro e último nível surge Cristo glorioso e ressuscitado, iluminado por lasers, fogos de artifício e uma chuva de papel picado ao som da canção “Cheiro de Rosas”, interpretada ao vivo. A cena foi precedida por uma apresentação de dança de crianças vestidas de anjinhos, emocionando o público.

Ao final, padre Miguel desejou um bom retorno a todos, encerrando uma noite marcada por emoção, espiritualidade e união comunitária. A Via-Sacra do Paranoá mais uma vez mostrou que, quando a fé move um povo, nada é impossível.

Sobre a Via-Sacra do Paranoá
Criada em 1977, a Via-Sacra ao Vivo do Paranoá é a maior encenação de rua do DF, realizada por moradores e voluntários da Paróquia Santa Maria dos Pobres. Com mais de 500 envolvidos na produção, é parte do calendário oficial de eventos do DF desde 2005 (Lei nº 3.538/2005) e representa um forte elo entre cultura popular, fé cristã e pertencimento comunitário.

A encenação envolve atualmente mais de 500 voluntários — entre atores, figurantes e equipe técnica — e atrai milhares de fiéis todos os anos durante a Semana Santa. Com um percurso de 2,5 km pelas principais ruas do Paranoá, o espetáculo é realizado em espaço aberto e combina arte, fé e comunhão. Mais do que uma representação da Paixão de Cristo, o evento é um testemunho vivo da força da fé coletiva, da solidariedade e da cultura construída pelo povo do Paranoá.

Auto de Páscoa propõe experiência imersiva e emocionante com sessões com acessibilidade para cegos e surdos

Brasília recebe, neste mês, mais uma edição do tradicional Auto de Páscoa, musical encenado pela Igreja Batista Capital, que há anos integra o calendário cultural da cidade. Com roteiro inédito, músicas autorais e produção inteiramente realizada por voluntários, o espetáculo promete emocionar o público ao apresentar a maior história de todos os tempos sob uma perspectiva sensível e contemporânea.

Mais do que uma encenação, o Auto de Páscoa é uma experiência artística completa, que mistura teatro, música, dança e tecnologia para conduzir o público a uma imersão nas últimas horas de vida, na morte e na ressurreição de Jesus Cristo. O espetáculo aborda temas como esperança, recomeço e amor ao próximo, convidando o público a refletir sobre o impacto dessa narrativa em sua vida diária.

As apresentações acontecerão no auditório da Igreja Batista Capital, no Setor de Clubes Sul. A estreia será dia 11 de abril, às 20h. A temporada vai de 14 a 18 de abril, sempre às 20h. No dia 18 de abril, haverá sessão extra às 16h. As sessões do dia 18 terão acessibilidade. Na primeira sessão, haverá audiodescrição para pessoas com deficiência visual e, na segunda, terá a presença de intérpretes de Libras para pessoas com deficiência auditiva, ampliando o acesso à cultura e à arte para todos.

Os ingressos estão à venda exclusivamente pela plataforma https://www.e-inscricao.com/igrejacapital

Programação:

Local: Igreja Batista Capital – Campus Sul

Endereço: Setor de Clubes Sul, Trecho 2, Conjunto 52, 40, Brasília – DF

Datas:11 (estreia),14, 15, 16 e 17 de abril, às 20h.E dia 18 de abril, às 16h (com audiodescrição) e às 20h (com intérprete de Libras)

Ingressos: disponíveis em https://www.e-inscricao.com/igrejacapital

RPB – FESTIVAL ROCK POPULAR BRASILEIRO

Brasília vai reforçar seu título de “capital do rock” com a segunda edição do Festival Rock Popular Brasileiro (RPB).

O evento, que já entrou para o calendário musical do DF, acontece no dia 10 de maio, no Estacionamento da Arena BRB Mané Garrincha (Eixo Monumental), e promete uma celebração ao pop-rock nacional com mais de 10 horas de duração e um line up com nomes grandiosos como Titãs, Nando Reis, Humberto Gessinger, Paula Toller e a anfitriã Distintos Filhos.

Os idealizadores do Porão do Rock e do Capital Moto Week se juntaram à Flap e AC Eventos para fazer um festival genuinamente de Rock Popular Brasileiro. O evento contará com um complexo de entretenimento do nível de grandes festivais internacionais, como tirolesa, bungee jump e uma área de convivência retrô. Planejado para oferecer uma atmosfera familiar, com acessibilidade e medidas de sustentabilidade, além de uma praça de alimentação que reunirá marcas conhecidas do público local.

Gustavo Sá, sócio-criador do festival, destaca a diversidade musical do evento: “Privilegiamos no lineup um mix de vertentes do pop-rock, buscando atender diferentes gostos musicais. Também importamos a expertise do Porão do Rock e do Capital Moto Week, criando um espaço amigável para toda a família, com atividades para além dos shows e da diversidade gastronômica. Queremos que o público saia de lá com a expectativa de voltar em 2026”. A previsão dos organizadores é reunir cerca de 15 mil pessoas.

Experiência VIP e sustentabilidade

A venda de ingressos tem início nesta segunda-feira (10/3), por meio do site Bilheteria Digital. O festival oferece opções de ingresso Frente Palco (R$ 110) e Camarote (R$ 160). Este último projetado como um espaço multiexperiência, garantindo uma vista privilegiada dos shows e do complexo de entretenimento, com banheiros, bares e praça de alimentação exclusivos, além da presença de personalidades do rock nacional.

A sustentabilidade também será um pilar do festival, com iniciativas para neutralizar as emissões de carbono, incluindo o uso de copos ecológicos, embalagens recicláveis e um sistema de coleta e triagem de resíduos. “Essa jornada abre caminho para o Festival se posicionar como um evento Lixo Zero nos próximos anos”, afirma Pedro Affonso Franco, sócio-criador do RPB e organizador do Capital Moto Week.

Para mais informações, acesse o site http://www.rpbfestival.com.br ou http://www.instagram.com/festivalrpb

SERVIÇO
Festival Rock Popular Brasileiro
Quando: 10/05/2025
Onde: Estacionamento da Arena BRB Mané Garrincha (Eixo Monumental)
•⁠ ⁠Classificação indicativa: 16 anos
•⁠ ⁠Menores podem entrar acompanhado dos pais
•⁠ ⁠Hora de Abertura dos Portões: 16h
•⁠ Valores sujeitos a alterações sem aviso-prévio
•⁠ ⁠Haverá acesso para PCD
•⁠ ⁠Política de Meia Entrada / solidário:
*Meia-entrada válida para estudantes, professores, idosos, deficientes físicos e doadores de 1kg de alimento não perecível.

PONTOS DE VENDAS:

DF ESTILO PAPELARIA E LIVRARIA SOBRADINHO DF
QUADRA 09 CL 02 LOJA 02 EDIFÍCIO NEVADA SOBRADINHO DF
Sujeito a taxa de serviço , e taxa no pagamento no débito e no crédito em 1x 2x e 3x vezes no cartão de crédito.

DF COMPLEXO CULTURAL ATUALLI PAPELARIA E LIVRARIA (Venda somente em cartão)
ENDEREÇO – EPTG 01 CJ 02 LOTE 01 ANDA 01 SETOR HABITACIONAL
Ao lado da Churrascaria Búfalo Bio
Sujeito a taxa de serviço , e taxa no pagamento no débito e no crédito em 1x 2x e 3x vezes no cartão de crédito.:

BARBEARIA ELVIS DF PLAZA SHOPPING (Venda Dinheiro e cartão)
Sujeito a taxa de serviço , e taxa no pagamento no débito e no crédito em 1x 2x e 3x vezes no cartão de crédito.:

BARBEARIA ELVIS (Venda somente em cartão)
Taguatinga Shopping 3º PISO LOJA 3044 – Taguatinga
Sujeito a taxa de serviço , e taxa no pagamento no débito e no crédito em 1x 2x e 3x vezes no cartão de crédito.:

BARBEARIA ELVIS JK SHOPPING (Venda somente em cartão)
3º Piso, Taguatinga Norte JK Shopping LOJA 315
Sem taxa de serviço , mas sujeito a taxa no pagamento no débito e no crédito em 1x 2x e 3x vezes no cartão de crédito.:

DF EMPÓRIO DO CERVEJEIRO J. BOTANICO (Venda somente em cartão)
Polo de Artesanato do Jardim Botânico Loja 18 – Lago Sul
Terça e sábado das 09 as 00h
Domingo das 09 as 21h
Sujeito a taxa de serviço , e taxa no pagamento no Débito e no crédito em 1x 2x e 3x vezes no cartão de crédito

KONI 209 SUL (Venda somente em cartão)
Asa Sul Comércio Local Sul 209 BL B – Asa Sul
Sujeito a taxa de serviço , e taxa no pagamento no débito e no crédito em 1x 2x e 3x vezes no cartão de crédito.:

KONI 101 SUDOESTE (Venda somente em cartão)
St. Sudoeste Superquadra Sudoeste 101 Bloco B LOJA 170 – Sudoeste
Sujeito a taxa de serviço , e taxa no pagamento no Débito e no crédito em 1x 2x e 3x vezes no cartão de crédito.

Brasília celebra seus 65 anos com evento gratuita na Esplanada dos Ministérios

Wesley Safadão, Leo Santana, Mari Fernandes e O Grande Encontro fazem parte da programação


Brasília terá uma programação especial para celebrar seus 65 anos | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília

Brasília completa 65 anos no dia 21 de abril e se prepara para uma grande celebração que promete
movimentar a cidade. Entre os dias 17 e 21 de abril, moradores e turistas poderão aproveitar uma
programação diversificada na Esplanada dos Ministérios com entrada gratuita. A festa na área central integra a série de ações comemorativas promovidas pelo Governo do Distrito Federal (GDF), sob o tema “O melhor tempo é agora”. A Realização é do Instituto Eleva e apoio da Secretária de Turismo do DF.

O secretário de Turismo do DF, Cristiano Araújo, destaca a importância da comemoração: “A comemoração dos 65 anos de Brasília foi cuidadosamente preparada para receber toda a família. Teremos shows c bandas nacionais, apresentações de artistas locais, programação cultural diversificada, espaço kids, área de alimentação com várias opções e um ambiente pet friendly. É uma grande festa para todos, pensada para celebrar nossa capital de forma democrática, acolhedora e cheia de brasilidade”.

As apresentações musicais ocorrerão em um megapalco com telões e passarela a ser montado na Esplanada dos Ministérios. A estrutura terá camarotes, área kids e pet, roda gigante, tirolesa e praça de alimentação. Os shows começam no sábado (19), tendo como atrações principais os cantores Wesley Safadão e Léo Santana. No domingo (20), subirão ao palco o cantor Fagner, o projeto musical O Grande Encontro com Alceu Valença, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo; e a cantora Mari Fernandez. Já na segunda-feira (21), os destaques são a bandas brasiliense de pagode Menos É Mais e BenzaDeus e a dupla sertaneja Zé Neto & Cristiano, que fará a gravação de um novo conteúdo audiovisual da carreira. “Esta não é apenas a festa de uma cidade. É a celebração de um ideal que nos une como nação. Porque Brasília representa cada um de nós, brasileiros. Na sua monumentalidade e na sua simplicidade. Na sua organização e na sua diversidade. No seu planejamento e na sua espontaneidade.” declara Stella de Domênico, presidente do Instituto Eleva.

Mais programação

Festivais gastronômicos movimentam a cidade

Para os apaixonados por gastronomia, dois festivais prometem agitar Brasília. A partir do dia 14 de abril, a Restaurant Week traz menus especiais a preços acessíveis em mais de 100 restaurantes da cidade. Já o concurso Comida di Buteco premiará 12 participantes com uma caravana gastronômica pelos melhores bares e botecos da capital.

Cultura no Teatro Nacional

A programação cultural também ganha destaque no Teatro Nacional Claudio Santoro. No dia 19 de abril, a Sala Martins Pena recebe atrações teatrais; no dia 20, um espetáculo de mágica; e no dia 21, o espaço será palco da premiação Medalha do Boi de Seu Teodoro e do grande concerto Rock Sinfônico da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional.

Facilidade no transporte e atrações gratuitas
Para garantir o acesso do público às festividades, o transporte público será gratuito durante todo o evento, por meio do programa Vai de Graça. Além disso, o Zoológico de Brasília e o Jardim Botânico terão entrada gratuita aos domingos e feriados.

Descontos na rede hoteleira para visitantes
Para quem deseja aproveitar o feriado na capital, a rede hoteleira oferecerá descontos especiais de até 35% nas reservas.

PROGRAMAÇÃO

Sábado, 19 de abril
14h – Abertura oficial: Solenidade institucional
14h – Dih Ribeiro (artista local)
15h – Inauguração da exposição fotográfica Brasília Ontem e Hoje
15h10 – Eduardo & Mônica (artista local)
16h20 – Willian & Marlon (artista local)
17h30 – Enzo & Rafael (artista local)
18h40 – Samuel Rocha (artista local)
19h50 – Heverton & Heverson (artista local)
20h – Os Melhores do Mundo (Teatro Nacional)
21h – Show nacional: Wesley Safadão
23h – Show nacional: Léo Santana
2h – Encerramento do dia

Domingo, 20 de abril
14h – Abertura
14h – Teatro infantil e atividades recreativas
15h – Rock Beats (artista local)
16h10 – Diggão (artista local)
17h20 – Miguel Santos (artista local)
18h30 – Show nacional: Fagner
19h – TJ Fernandes (Teatro Nacional)
20h30 – Show nacional: O Grande Encontro (Alceu Valença, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo)
22h – Show nacional: Mari Fernandez (Contrato do Ministério do Turismo)
23h50 – Show de luzes com drones
2h – Encerramento do dia

Segunda, 21 de abril
11h – Eli Soares (Celebração Gospel)
14h – Abertura
14h – Teatro infantil e atividades recreativas
14h – Adriana Samartini (artista local)
14h30 – Exibição de vídeos: A História de Brasília
15h10 – Grupo BenzaDeus (artista local)
15h50 – Doze Por Oito (artista local)
17h30 – Leon Correa (artista local)
19h – Show nacional: Menos é Mais
21h – Show de abertura: Bruno César & Rodrigo (Contrato do Ministério do Turismo)
23h30 – Show nacional: Zé Neto & Cristiano (Contrato do Ministério do Turismo)
0h – Espetáculo pirotécnico e encerramento oficial das celebrações
2h – Encerramento do show e do evento.

SERVIÇO
Aniversário 65 anos de Brasília
Onde: Esplanada dos Ministérios
Quando: De 17 a 21 de Abril
Horário: A partir das 13h Entrada
Gratuita

Maior encenação de rua do DF completa 48 Anos no Paranoá em 2025

Espetáculo “Paixão de Cristo” envolve 500 voluntários e espera atrair mais de 4 mil pessoas às ruas da cidade na Sexta-Feira Santa

A tradicional Via-Sacra ao Vivo do Paranoá, maior encenação de rua do Distrito Federal, chega à sua 48ª edição em 2025 com o espetáculo “Paixão de Cristo”. O evento acontece no dia 18 de abril (Sexta-Feira Santa), das 16h às 22h, e deve reunir mais de 4 mil pessoas em um trajeto de 2,5 km pelas principais ruas do Paranoá.

Com direção comunitária e a participação de 500 voluntários, entre figurantes, técnicos e equipe de apoio, a encenação é um dos símbolos culturais e religiosos mais potentes do DF. Desde 2005, a Via-Sacra do Paranoá integra o calendário oficial do Governo do Distrito Federal, conforme estabelece a Lei nº 3.538.

A produção é realizada por moradores e membros da Paróquia Santa Maria dos Pobres, com apoio de órgãos públicos como Administração Regional, PMDF, DETRAN-DF e Corpo de Bombeiros. O percurso inicia em frente à CAESB (Terminal Rodoviário) e termina ao lado da paróquia, próximo à quadra coberta.

“A Via-Sacra do Paranoá é mais que uma encenação: é um ato de fé que atravessa gerações. Nosso objetivo é proporcionar uma experiência transformadora para todos — com inclusão, emoção e um forte chamado à reflexão espiritual”, afirma Rogério Silveira, presidente da OASSAB e porta-voz do evento.

Este ano, o espetáculo contará com palcos, efeitos especiais, recursos de acessibilidade (como intérpretes de Libras e audiodescrição), além de transmissão online e cobertura nas redes sociais da organização.

Segurança e estrutura estão garantidas com postos médicos, banheiros químicos (inclusive adaptados), brigadistas e segurança particular. A organização recomenda que o público chegue com pelo menos uma hora de antecedência, use roupas leves e mantenha-se hidratado.

Multidão assiste à cena da crucificação de Jesus em palco montado ao ar livre, com figurantes caracterizados como soldados romanos e fiéis em oração, crédito: Divulgação / Via-Sacra Paranoá

Serviço ao leitor
Via-Sacra ao Vivo do Paranoá – 48ª edição
Sexta-feira Santa, 18 de abril de 2025
Concentração: 16h | Inicio: 17h
Saída: Em frente à CAESB, próximo ao Terminal Rodoviário
Chegada: Paróquia Santa Maria dos Pobres, Paranoá
Transmissão online + cobertura nas redes sociais https://www.instagram.com/viasacraparanoa?igsh=ZzN4M2E1Z3dhMmtj

Festival Black Coffee Experience confirma Pedreira Usina Velha como cenário da edição em Pirenópolis

No coração de Pirenópolis, um vale esculpido pelo tempo será tomado por frequências intensas e energia pura: a Pedreira Usina Velha – GO foi escolhida como o cenário do Festival Black Coffee Experience, que acontece na Semana Santa, nos dias 18 e 19 de abril. O local, inédito para eventos desse porte, promete uma imersão sensorial à altura do line-up, que tem como grande atração o sul-africano Black Coffee, eleito o melhor DJ do mundo em 2024 e vencedor do Grammy 2022.

Com a assinatura dos mesmos produtores da EP Experience, Festa Pitoresca e Ancestral Code, o festival trará um line-up estrelado, com grandes nomes da cena eletrônica nacional e internacional. Entre os destaques estão Avö (Portugal), Arymé (Marrocos), Eric Fraga, Heartless, Dilopes, Kaiann, Fred Passos, Lefouz, Fahlberg, JP Castro e Ramona.

Para os organizadores, receber um artista da grandiosidade de Black Coffee coloca Pirenópolis no radar dos maiores eventos de música eletrônica do país. “Ter Black Coffee no nosso line-up é um feito histórico. Ele não é apenas um DJ premiado, mas um verdadeiro ícone da música eletrônica global. O Festival Black Coffee Experience nasce para ser um evento referência no Brasil, e começar com um artista desse calibre é a prova de que estamos trazendo algo grandioso para Pirenópolis”, destaca Rafael Carvalho, um dos produtores do evento.

A venda de ingressos pode ser feita pelo site https://www.ticketou.com/ com opções de frontstage e backstage.

Sobre o Festival Black Coffee Experience

O Festival Black Coffee Experience reúne o melhor da música eletrônica em um cenário paradisíaco, e faz parte do portfólio dos organizadores de eventos renomados em Pirenópolis e Goiânia, como EP Experience, Festa Pitoresca e Ancestral Code.

Informações de acesso ao local:

O Black Coffee Experience acontecerá em um cenário inédito, bruto e poderoso: dentro do complexo da Cachoeira Usina Velha, em uma antiga pedreira, cercada por mata nativa e natureza intensa — o lugar perfeito para viver essa experiência.

No “Google Maps”, a localização do evento está como: “Cachoeiras Usina Velha — Pirenópolis, GO”, através do link/acesso: aqui. Fica aproximadamente a 5km da “Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário”, no Centro.

Haverá um serviço de transfer terceirizado, com vans saindo da cidade de Pirenópolis até o local do evento e retornando ao final do Festival. O local contará também com estacionamento interno pago. Quem optar por ir de carro próprio, poderá seguir a sinalização nas proximidades do “Restaurante Pedreiras”, na Rodovia Parque dos Pireneus.

Acompanhe no perfil @blackcoffee.experience todas informações do Festival que trará o maior DJ do mundo para Goiás.

Line-up & Ingressos

Sexta-feira, 18 de abril: Avö (Portugal), Arymé (Marrocos), Eric Fraga, Heartless, Dilopes, Kaiann, Fred Passos e Lefouz.

Sábado, 19 de abril: Black Coffee (@realblackcoffee), Fahlberg, JP Castro e Ramona.
Os ingressos são limitados e estarão disponíveis pelo site https://www.ticketou.com/

Black Coffee

SERVIÇO:

Festival Black Coffee Experience

Datas/Horário: 18 e 19 de abril, às 22h

Local: Cachoeiras Usina Velha – Pirenópolis, GO

Acesso

Últimos ingressos no Site: https://www.ticketou.com/-black-coffee-experience (com valores a partir de R$ 350, nas opções de “frontstage & backstage”)

Mais informações em @blackcoffee.experience

Contato: (62) 99404-8274

Sucesso da principal atração do Evento “Black Coffee” (em parceria com o DJ David Guetta) – Drive feat. Delilah Montagu: https://www.youtube.com/watch?v=vu1QsEUVLQs

Estacionamento terceirizado e com seguro no local (vendido também no site da Ticketou)

Serviço de transfer terceirizado, com vans saindo da Cidade (Boteko do Chaguinha) até a antiga pedreira nas proximidades da “Rodovia Parque dos Pireneus”. Valor de ida/volta por R$ 70 (o dia). Agendamento antecipado no: (62) 99184-9191

Conheça mais sobre o DJ Black Coffee em:

https://www.instagram.com/realblackcoffee

https://www.msn.com/en-za/news/other/black-coffee-named-world-s-best-dj-for-2024-at-the-golden-moon-awards/ar-AA1uzdTL

Para mais informações, acompanhe @blackcoffee.experience no Instagram

10ª Feira da Goiaba, em Brazlândia, entra em seu segundo fim de semana de atividades

Evento que balançou o DF, com público de 150 mil pessoas, se prepara para nova rodada com grandes atrações, a partir desta sexta (11/4). A entrada é franca

Depois de uma estreia retumbante, vem aí o segundo fim de semana da 10a Feira da Goiaba, em Brazlândia, a partir desta sexta (11). Até agora, a estimativa da organização é de que aproximadamente 150 mil pessoas tenham passado pelo evento no primeiro fim de semana.

No primeiro dia dessa segunda etapa, os portões serão abertos às 19h. E a Feira já volta com um grande show, que será com a dupla Felipe e Rodrigo, responsável pelo sucesso “Já Que Cê Gosta Tanto de Rua”.

No sábado e no domingo, o funcionamento da Feira é a partir das 10h. Os shows com artistas locais têm início às 17h, no Palco da Gastronomia Japonesa, e no Palco Principal às 18h. O grande espetáculo do sábado (12/4) fica por conta do cantor Felipe Araújo, dos sucessos “Espaçosa Demais”, “Arrocha com Tequila” e “Mesmo Medo”.

No domingo (13/4), as atividades prosseguem. O encerramento do evento, que é um dos mais importantes do Distrito Federal, traz a cantora Mari Fernandez, uma das maiores estrelas do sertanejo feminino atual, dona dos sucessos “Parada Louca” e “Não, não vou”.

No sábado e no domingo, durante todo o dia, a 10a Feira da Goiaba oferece inúmeras atrações para toda a família. Entre as opões estão a Fazendinha, Florabraz, Salão do Artesanato, Salão do Produtor e o Empório da Goiaba são algumas das opções, voltadas a toda a família.

A Feira ocorre no período em que, de acordo com os produtores, encerra-se a colheita do fruto. A entrada para o evento é franca. A organização pede a doação de um quilo de alimento não perecível. Menores deverão estar acompanhados pelos pais ou responsáveis.

A 10ª Feira da Goiaba A 10ª é uma realização do Instituto Alvorada e da Associação Rural Cultural Alexandre Gusmão (ARCAG), com fomento da Secretaria de Turismo do Distrito Federal, parceria da EMATER-DF e apoio da Administração Regional de Brazlândia, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal e GDF.

SERVIÇO
10ª FESTA DA GOIABA 2025
Data: de 4 a 6 de abril; e de 11 a 13 de abril
Horários: sextas, das 19h à 1h30; sábados, das 10h às 2h; dia 6, das 10h às 2h; e dia 13, das 10h à 1h30.
Local: Associação Rural Cultural Alexandre de Gusmão (Arcag), Núcleo Rural Alexandre de Gusmão, Incra 6, Brazlândia-DF.
Entrada: franca (a organização pede a doação de um quilo de alimento não perecível).
Classificação: livre (menores de 16 anos deverão estar acompanhados pelos responsáveis)
Realização: Instituto Alvorada e ARCAG com parceria da EMATER-DF, apoio da Administração Regional de Brazlândia, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, GDF e fomento da Secretaria de Turismo do Distrito Federal.

Foto divulgação

PROGRAMAÇÃO GERAL
DIA 11/04 – SEXTA-FEIRA
Horário da feira: 19h à 1h30
19h – Abertura dos portões (Galpões Empório da Goiaba, Artesanato, Florabraz, Salão do Produtor, Fazendinha e Gastronomia e Exposições)
SHOWS PALCO PRINCIPAL
18h – DJ Dudu
18h40 – Tiago Henrique
19h50 – Artur Câmara
21h – Thiago Kallasans
23h30 – FELIPE E RODRIGO (Show Principal)

DIA 12/04 – SÁBADO
Horário da feira: 10h às 2h
10h – Abertura dos portões (Galpões: Empório da Goiaba, Artesanato, Florabraz, Salão do Produtor, Fazendinha e Gastronomia e Exposições)
SHOWS PALCO CULINÁRIA JAPONESA
16h – Valdicio Woshigton
17h – Falcões Piseiro
18h – Luccas Ferrari
19h – Dani Ribeiro
SHOWS PALCO PRINCIPAL
18h – DJ Rene Ricochet
18h30 – Diego Machado
19h40 – Princesinha Do Piseiro
20h50- Binho Seresteiro
22h30 – Nego Rainer
00h – FELIPE ARAÚJO (Show Principal)

DIA 13/04 – DOMINGO
Horário da feira: 10h à 1h30
10h – Abertura dos portões (Galpões: Empório da Goiaba, Artesanato, Florabraz, Salão do Produtor, Fazendinha e Gastronomia e Exposições)
SHOWS PALCO CULINARIA JAPONESA
16h – Aline Oliveira
18h – Haiko Dayko
19h – Batman
20h – Equipe Shamsa Nureen
SHOWS PALCO PRINCIPAL
18h – DJ Jovic
18h40 – David Bessa
19h50 – Marcelo Duques
21h – Leon Correia
23h30 – MARI FERNANDEZ (Show Principal)

Projeto sobre patrimônios e identidades de Taguatinga inicia maratona de encontros com a comunidade local dia 10/04

Só Taguá Tem sai em busca dos traços culturais, hábitos, saberes e fazeres que definem o pertencimento à comunidade de Taguatinga/DF

Diálogos com a comunidade de Taguatinga serão a base estruturante de um documentário sobre os patrimônios da cidade, além de fomentar atividades voltadas ao público escolar durante a Semana do Patrimônio, no mês de agosto 

Iniciativa do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan e do Instituto SOMA Cidadania Criativa, fomentada por emenda parlamentar do gabinete do deputado federal Reginaldo Veras, o projeto Só Taguá Tem se apresenta como uma jornada de imersão, reconhecimento e valorização dos patrimônios da cidade de Taguatinga. Para iniciar os trabalhos, o projeto convida toda a comunidade taguatinguense a participar de quatro diálogos com a comunidade, que acontecerão entre 10 e 28 de abril de 2025, no Centro Cultural SESI Taguatinga, Galeria Olho de Águia, Invenção Brasileira e Paróquia Nossa Senhora de Fátima. 

Realizados em diferentes pontos da cidade, garantindo a participação de diversos setores da sociedade, os diálogos visam identificar, valorizar e divulgar os patrimônios imateriais/materiais, heranças culturais e legados históricos da região, fortalecendo a identidade local e promovendo a preservação da memória coletiva. Com o objetivo de ouvir moradores, estudantes, professores, comerciantes, feirantes, artistas, lideranças comunitárias e interessados, os diálogos serão um espaço aberto para compartilhar histórias, hábitos, tradições e tudo aquilo que faz de Taguatinga um lugar único. 

Ao longo de 10 meses, o projeto se divide em quatro fases conectadas a diferentes públicos desta Região Administrativa, sendo a primeira delas, os diálogos comunitários, voltados à escuta. Após esta fase, o projeto prevê também a produção de uma campanha de conteúdos de redes sociais e mini-documentário sobre os patrimônios locais, a realização de atividades voltadas ao público escolar durante a Semana do Patrimônio no DF (18 a 22 de agosto) e uma atividade final de exibição do filme produzido junto à comunidade; tudo tendo como base o que a própria comunidade relatar como patrimônios fundamentais de Taguatinga.

Para esta primeira fase, cada encontro espera reunir pelo menos 30 participantes, garantindo uma pluralidade de ideias nas discussões. O primeiro encontro acontece na quinta-feira, dia 10 de abril, às 19h, na Sala de Exposição do Centro Cultural SESI Taguatinga. No dia 22, a segunda roda de conversa acontece na conversa será na Galeria Olho de Águia, às 10h. O terceiro encontro, realizado no sábado, dia 26, ocorre também às 10h, no Instituto Invenção Brasileira, localizado no Mercado Sul. Por fim, na segunda-feira, 28, às 14h, é a vez da Paróquia Nossa Senhora de Fátima receber a quarta e última atividade desta etapa. 

As atividades são todas gratuitas e não é necessário realizar inscrição prévia. Ao final dos encontros, um lanche será oferecido para criar um espaço descontraído de trocas entre os participantes.

SÓ TAGUÁ TEM NO IPHAN

No Brasil, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), vinculado ao Ministério da Cultura, é o responsável pela preservação do Patrimônio Cultural Brasileiro, que, segundo a Constituição, inclui expressões culturais, saberes, edificações, documentos e sítios históricos, ecológicos e científicos. A catalogação e a proteção ocorrem em parceria com as comunidades. O patrimônio cultural brasileiro pode ser classificado, entre outras, em quatro categorias : Material (construções e objetos históricos), Imaterial (celebrações, formas de expressão e saberes), Arqueológico (vestígios humanos de ocupação do planeta) e Mundial (bens reconhecidos pela UNESCO).

A iniciativa do Só Taguá Tem é apenas o primeiro passo para a documentação, a sistematização e a valorização coletiva dos tesouros de Taguatinga. Participar desta ação é uma oportunidade de valorizar as memórias de Taguatinga, fortalecer a identidade cultural da comunidade, contribuir para um documentário que será exibido em escolas e eventos culturais, e fazer parte de um movimento de preservação do patrimônio imaterial da cidade. O Só Taguá Tem é um convite para que cada taguatinguense se reconheça na sua própria história e participe ativamente da construção de um legado cultural para as futuras gerações.

Para mais informações e para acompanhar o projeto, acesse o instagram do projeto.

Praça do Relógio, foto Agência Brasilia

SERVIÇO – PROJETO SÓ TAGUÁ TEM
O que: Primeira etapa – Diálogos Comunitários
Público-alvo: Moradores, estudantes, professores, comerciantes, feirantes, artistas, lideranças comunitárias, representantes de instituições culturais e demais pessoas interessadas
Datas e locais:

10/04 (quinta-feira), às 19h – SESI Taguatinga (QNF 24 – Taguatinga Norte)

22/04 (terça-feira), às 10h – Galeria Olho de Águia (CNF 1, Ed. Praiamar, Bl. D, Loja 12 – Taguatinga Norte)

26/04 (sábado), às 10h – Invenção Brasileira (QSB 12/13, Mercado Sul)

28/04 (segunda-feira), às 14h – Paróquia Nossa Senhora de Fátima (Área Especial 03, St. D Sul)

Mais informações: instagram.com/sotaguatem
Gratuito e aberto

Mudança de local: Prêmio Jorge Laffond homenageia destaques LGBTQIA+ nesta sexta (4)

Evento foi transferido do Teatro Nacional, que precisa passar por manutenção em seu palco, para o Museu Nacional da República. Evento celebra nomes como Liniker, Leci Brandão, Raphael Montes e Renan Quinalha

O coletivo Distrito Drag apresenta no dia 4 de abril, a partir das 19h30, o Prêmio Jorge Laffond. Personalidades, entidades, projetos, grupos e aliados da comunidade LGBTQIA+ recebem a homenagem. Anteriormente marcado para o Teatro Nacional, a cerimônia foi transferida para o auditório do Museu Nacional da República. O motivo é a manutenção iniciada no palco do teatro. Os ingressos para a cerimônia são gratuitos e podem ser retirados pela plataforma Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/premio-jorge-laffond-2025/2889532)

Além da entrega dos prêmios em 21 categorias, o roteiro inclui performances da Casa de Laffond, da drag queen Naomi Leaks e da cantora Talíz. O projeto é realizado com fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF). 

Em sua quinta edição, o Prêmio Jorge Laffond homenageia personalidades como as cantoras Liniker, na categoria música; Leci Brandão, na categoria orgulho; o autor Raphael Montes (Beleza Fatal – Max), na categoria cinema e audiovisual; o advogado e ativista Renan Quinalha, na categoria narrativas dissidentes; e Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).

Registrar a memória LGBBTQIA+ por meio do reconhecimento a quem contribui diretamente para a cultura, política e outras áreas é o que motiva a produção do prêmio. “Para nós, o Prêmio Jorge Laffond é uma forma não somente de agradecer aos premiados por seus incríveis trabalhos prestados, como também de incentivar que mais artistas, ativistas e entidades se empenhem em lutar por causas relevantes”, define Victor Baliane, que assina a direção artística do prêmio.

Nesta edição, a premiação segue com a missão de potencializar a luta e as conquistas da população LGBTQIA+, expressa em vertentes artísticas, políticas e de visibilidade. “Jorge Laffond foi um dos nossos que contribuiu muito com sua força artística e de resistência. Inspirados por ele, queremos ver mais e mais pessoas LGBTQIA+ e aliadas com suas trajetórias reconhecidas e celebradas”, destaca Ruth Venceremos, uma das diretoras do Distrito Drag.

Em edições anteriores, o Prêmio Jorge Laffond, já homenageou personalidades como Maria Gadú, Erika Hilton, Bianca Dellafancy, Marcinha do Corintho, Keila Simpson, Ivan Baron, Symmy Larrat, Margareth Menezes, Diego Martins e Amaury Lorenzo. 

Veja a lista dos homenageados do Prêmio Jorge Laffond 2025:

Arte transformista: Ginger Mc.Gaffney (DF)

Cultura Ballroom: Ursula (DF)

Narrativas dissidentes: Renan Quinalha (SP)

Cinema e Audiovisual: Raphael Montes (RJ)

Artes Visuais: Rafael da Escóssia (DF)

Comunicação: Daniel Adjuto (DF)

Orgulho: Leci Brandão (RJ)

História e Memória: Documentário: Um Salto Alto – A História da Arte Transformista do Distrito Federal

Militância LGBTQIA+: Lucci Laporta (DF)

Moda e Beleza: Fernando Lackman (DF)

Música: Liniker (SP)

Parlamentar aliado/a: Max Maciel (DF)

Parlamentar LGBTQIA+: Daiana Santos (RS)

Produção Cultural: Ava Scherdien (DF)

Iniciativa Cultural: Bloco Baile da Piki (DF)

Quem vê close não vê corre: Pagodão Delas (DF)

Políticas Públicas: Governo do Estado do Ceará

Drag revelação: GG Limona (DF)

Faz a diferença: Luís Roberto Barroso (PB)

Promoção e Defesa dos Direitos Humanos: Macaé Evaristo (MG)

Consultoria em Diversidade e Inclusão: Ricardo Sales (SP)

Foto divulgação

SERVIÇO

Prêmio Jorge Lafond

4 de abril, às 19h30

No Auditório do Museu Nacional da República (Setor Cultural Sul)

Entrada gratuita, com retirada de ingressos pelo link https://www.sympla.com.br/evento/premio-jorge-laffond-2025/2889532

Jornadas de alfabetização se transformam em roteiros próprios de cinema feitos por alunos de Ceilândia

Projeto une educação e cultura, proporcionando voz às histórias de jovens, adultos e idosos trabalhadores

Em Ceilândia, jovens, adultos e idosos trabalhadores estão tendo a oportunidade de aprender a ler e escrever enquanto contam suas próprias histórias por meio do cinema. Trata-se do projeto “Alfabetização e Linguagem do Cinema para Jovens, Adultos e Idosos Trabalhadores em Ceilândia e Adjacências”. Realizado pela Artecei Produções Culturais e Artísticas, com apoio do Centro de Educação Paulo Freire de Ceilândia (Cepafre), o projeto, com fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, atua como ferramenta de transformação social e empoderamento na vida de centenas de pessoas.

A partir de busca ativa realizada em pontos focais de Ceilândia realizada em fevereiro deste ano, os participantes puderam se matricular nas aulas de alfabetização e oficinas audiovisuais, onde são utilizados celulares e tablets para criar curtas-metragens sobre suas próprias vidas e experiências. “Mais do que ensinar letras, queremos que cada pessoa se veja como protagonista de sua história e perceba seu valor”, explica Pedro Lacerda, coordenador do Cepafre.

As aulas são realizadas quinzenalmente, sempre às quintas-feiras, às 19h, em quatro escolas espalhadas pela cidade: Turma 1 – CAIC Bernardo Sayão (QNN 28, Área Especial – Ceilândia Sul)03/04, 07/08, 02/10; Turma 2 – Escola Classe 47 P Sul:13/03, 10/04, 14/08 e 11/09; Turma 3 – CEF 34 (QNO 19, Conjunto B – Expansão do Setor O)20/03, 17/04, 15/05, 31/07, 21/08 e 18/09 e Turma 4 – CEM 12 (QNP 13 – Área Especial P Norte)27/03, 24/04, 22/05, 26/06, 28/08 e 25/09.

“O cinema tem um poder incrível de aproximar as pessoas e valorizar suas vivências”, afirma Rosângela Dantas, à frente da Artecei. “Essa iniciativa permite que os participantes se sintam representados, fortalecendo o sentimento de comunidade e inclusão.”

A conclusão das atividades será celebrada com uma cerimônia de certificação em 18 de outubro de 2025, marcando o reconhecimento de cada participante e destacando a importância da educação e da cultura na vida da comunidade.

Foto divulgação

Serviço:
Projeto Alfabetização e Linguagem do Cinema

Período: calendário letivo até outubro de 2025
Sempre às quintas-feiras, às 19h
Certificação: 18 de outubro de 2025

Turma 1 – CAIC Bernardo Sayão (QNN 28, Área Especial – Ceilândia Sul)
 07/08, 02/10
Turma 2 – Escola Classe 47 P Sul:
10/04, 14/08, 11/09
Turma 3 – CEF 34 (QNO 19, Conjunto B – Expansão do Setor O)
20/03, 17/04, 15/05, 31/07, 21/08, 18/09
Turma 4 – CEM 12 (QNP 13 – Área Especial P Norte)
27/03, 24/04, 22/05, 26/06, 28/08, 25/09

Longa “A Batalha da Rua Maria Antônia” chega aos cinemas

Com direção de Vera Egito e produção da Paranoïd, o filme estreia em 27 de março e revive o embate entre estudantes e forças da ditadura em outubro de 1968.

Foto divulgação

Dirigido e roteirizado por Vera Egito, com produção de Manoel Rangel, Egisto Betti e Heitor Dhalia o longa-metragem “A Batalha da Rua Maria Antônia” estreia nos cinemas no dia 27 de março, trazendo para as telas um dos episódios mais  marcantes da luta estudantil durante a ditadura militar. Produzido pela Paranoïd Filmes, com coprodução da Globo Filmes e distribuição da Imagem Filmes, o longa será exibido em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Recife, Belo Horizonte, Salvador e Brasília, entre outras cidades, após ter passado por importantes festivais e conquistado prêmios ao redor do mundo.

Na trama, Lilian (Pâmela Germano), estudante de Filosofia da USP, até então alheia às questões políticas da época, se vê repentinamente envolvida na violenta batalha entre universitários e agentes infiltrados da ditadura. O confronto, ocorrido em 2 de outubro de 1968, envolveu estudantes do Mackenzie alinhados ao Comando de Caça aos Comunistas (CCC) e ficou conhecido como a Batalha da Rua Maria Antônia. Mais do que retratar os conflitos políticos do período, o filme leva o espectador para dentro do prédio da USP, oferecendo um olhar humano e imersivo sobre a época e os impactos desse dia na vida dos estudantes que o vivenciaram.

“A obra é um convite à reflexão sobre a resistência da juventude diante de forças retrógradas. Tanto no filme quanto na história do país, a questão não é ganhar ou perder, mas sim resistir, como aqueles jovens resistiram no prédio da USP, mesmo diante da opressão do regime ditatorial”, explica Vera Egito, diretora e roteirista do longa. “A ditadura brutalizou crianças e adolescentes. A violência aconteceu, de fato, contra jovens desarmados, que não representavam uma ameaça real ao regime”, conclui.

”O filme lança um olhar sensível e agudo sobre a vida, a luta e os dilemas dos estudantes durante a ditadura militar. É pelas interações entre eles, e deles com os professores,  que compreendemos o clima sufocante da época e as escolhas feitas por milhares de brasileiros durante os anos de chumbo”, comenta o produtor Manoel Rangel. “O filme demonstra como é importante repelir com força as ameaças golpistas que o Brasil viveu recentemente”, enfatiza Rangel.

O elenco principal é formado por jovens atores, incluindo Pâmela Germano (Lilian), Castilho (Angela), Caio Horowicz (Benjamin), Julianna Gerais (Maria Helena) e Gabriela Carneiro da Cunha (Leda). O filme também conta com participações especiais do jornalista e biógrafo Fernando Morais, além das atrizes Clara Buarque e Valentina Herszage, que também integra o elenco de Ainda Estou Aqui.

“A Batalha da Rua Maria Antônia” foi exibido em diversos festivais nacionais e internacionais, sendo reconhecido com prêmios como Melhor Filme na Première Brasil do Festival do Rio (2023), Prêmio Fundos de Melhor Filme no SEMINCI Valladolid (2023), Melhor Longa-Metragem de Ficção (Escolha do Júri) no Festival de Atlanta (2024) e o Prêmio Especial do Júri no Panorama Coisas de Cinema (2024).

Sinopse

Outubro de 1968. Durante a ditadura brasileira, estudantes e professores do Movimento Estudantil enfrentam ataques do Comando de Caça Comunista vindos do outro lado da rua, um evento que ficou conhecido como ‘A Batalha dos Estudantes’, contada em 21 planos-sequência.

Sobre Vera Egito

VERA EGITO  é paulista e formada pelo Curso Superior de Audiovisual da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA – USP) e estudou roteiro na Escuela de Cine y Tv de San Antonio de los Baños em Cuba. Dirigiu os curtas “Espalhadas pelo Ar” que estreou no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro de 2007, já o Curta “Elo”, estreou na sessão especial da Semana da Crítica do Festival de Cannes de 2009. Colaborou no roteiro do longa-metragem “À Deriva” (2009), de Heitor Dhalia também exibido no festival de Cannes. Foi co-roteirista dos longas “Serra Pelada” (2013) de Heitor Dhalia, “Elis” (2016) de Hugo Prata, “Todas As Canções de Amor” (2018) de Joana Mariani, “Lilith” de Bruno Safadi e “ Urubus” de Claudio Borreli. Em 2016, Vera lançou seu primeiro longa-metragem como roteirista e diretora: “Amores Urbanos”, que estreou no Festival Internacional de Miami de 2016. Foi também chefe de sala de roteiro da 4ª temporada da série “Me Chama de Bruna”, da Fox Premium, no primeiro semestre de 2020, lançou a série “TODXS NÓS” da HBO Originals, projeto que é criadora, roteirista e diretora geral. Em 2023 lançou a série “Dois Tempos” pela Star Plus, como diretora geral. Vera também dirigiu videoclipes para diversos artistas brasileiros e como diretora de publicidade, entre 2010 e 2016, dirigiu mais de 30 filmes publicitários. Seu último longa-metragem “A Batalha da Rua Maria Antônia”, uma produção Paranoïd Filmes e Globo Filmes, recebeu o prêmio de Melhor Filme do Festival do Rio 2023 e estreia em março nas salas comerciais.

Sobre Manoel Rangel

MANOEL RANGEL é produtor, diretor executivo da Paranoid Filmes. Produziu a série DNA do Crime (Heitor Dhalia, Netflix, 2023 – top 10 em mais de 70 países), o filme e a série Grande Sertão (Guel Arraes, 2023 – melhor diretor no Tallin Black Nights Film Festival 2023, TV Globo), os filmes A Batalha da Rua Maria Antonia (Vera Egito, 2023 – melhor filme no Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro 2023), O Debate (Caio Blat, 2022), Quando Falta o Ar (Ana Petta e Helena Petta, 2021 – melhor documentário no Festival É Tudo Verdade 2022) e Dr. Gama (Jeferson De, 2021). Na Paranoid está à frente da área de negócios, desenvolvimento e produção de séries e filmes, com todas as principais plataformas de VoD e distribuidoras nacionais do mercado. Foi Diretor Presidente da ANCINE (2006/2017). Liderou o trabalho de formulação e aprovação da Lei 11.437/2006, que criou o Fundo Setorial do Audiovisual e da lei 12.485/2011, Marco Regulatório da TV paga que estabeleceu as cotas de produção brasileira na TV paga. Foi Assessor do Ministro Gilberto Gil e do Secretário do Audiovisual Orlando Senna. Foi Secretário Executivo da Conferência das Autoridades Cinematográficas Iberoamericanas – CAACI (2011/2017), organismo responsável pelos programas Ibermedia, Ibermedia TV e DOCTV América Latina. 


Sobre a Paranoïd Filmes

A Paranoïd é uma produtora audiovisual independente brasileira conhecida por audaciosos projetos de cinema, streaming, TV e publicidade. A Paranoïd se dedica à entrega de conteúdo criativo e de alta qualidade de imagem, atuando em todas as etapas, desde a criação ao lançamento, de séries e longas, ficcionais e não ficcionais, com as principais plataformas, programadores, canais, distribuidoras e colaboradores do mercado audiovisual.

No streaming, a Paranoïd teve produções de sucesso, como a série DNA DO CRIME  (2023), para a Netflix, que alcançou top 10 em mais de 70 países na semana de lançamento; a série O JOGO QUE MUDOU A HISTÓRIA (2024), com direção geral de Heitor Dhalia, para a Globoplay; TODXS, com a HBO (2020), direção de Vera Egito e Daniel Ribeiro, e a segunda temporada de ARCANJO RENEGADO (2022), direção de geral Heitor Dhalia, uma das séries mais assistidas da Globoplay. 

Entre alguns longas de seu portfólio, GRANDE SERTÃO (2024), adaptação cinematográfica do livro de Guimarães Rosa, com direção de Guel Arraes, o épico SERRA PELADA (2013), o documentário YOGA: ARQUITETURA DA PAZ (2017), TUNGSTÊNIO (2018) e ANNA (2020), dirigidos por Heitor Dhalia, AMORES URBANOS (2016), de Vera Egito, TODAS AS RAZÕES PARA ESQUECER (2018), de Pedro Coutinho, QUANDO FALTA O AR (2023), de Helena e Ana Petta. Todos os longas foram selecionados por festivais, lançados em cinemas, VOD e TV, no Brasil e internacionalmente. 

A Paranoïd está atualmente em preparação do longa CAPITÃO ADRIANO, com direção de Heitor Dhalia e em pós-produção do filme FUNK com direção de Aly Muritiba. Além disso, se prepara para lançar ainda em 2025 as séries MARIA E O CANGAÇO, com a Disney/StarPlus, TREMEMBÉ, com o Prime Video, DNA DO CRIME (2ª Temporada) e OS DONOS DO JOGO, ambas pela Netflix. e A BATALHA DA RUAMARIA ANTÔNIA, de Vera Egito, com lançamento comercial previsto para o primeiro semestre de 2025.

Sobre a Globo Filmes

Construir parcerias que viabilizam e impulsionam o audiovisual nacional para entreter, encantar e inspirar com grandes histórias brasileiras. É assim que a Globo Filmes atua desde 1998 como a maior coprodutora e uma das maiores investidoras do cinema brasileiro. Em 2023, completou 25 anos e chegou à marca de mais de 500 filmes no portfólio e mais de 260 milhões de público acumulado. Como produtora e coprodutora, seu foco é na qualidade artística e na diversidade de conteúdo, levando ao público o que há de melhor no cinema brasileiro: comédias, romances, infantojuvenis, dramas, aventuras e documentários. A filmografia vai de recordistas de público, como ‘Minha Irmã e Eu’ e ‘Os Farofeiros 2’, duas das maiores bilheterias nacionais pós-pandemia, ‘Tropa de Elite 2’ e ‘Minha Mãe é uma Peça 3’ – ambos com mais de 11 milhões de espectadores – a sucessos de crítica e público como ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Marighella’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘Pedágio’ e ‘Carandiru’, passando por longas premiados no Brasil e no exterior, como ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar – e ‘Bacurau’, que recebeu o prêmio do Júri no Festival de Cannes.  

Sobre a Imagem

A Imagem Filmes é uma empresa nacional que atua no mercado de entretenimento do país como distribuidora de filmes independentes. Comprometida com a qualidade e variedade de produções, a empresa trabalha nos segmentos de cinema e televisão, e é responsável pelo lançamento de grandes produções nacionais, onde destacam-se: “Mamonas Assassinas: O Filme”, “Turma da Mônica Jovem: Reflexos do Medo”, “Desapega!”, “Veneza”, “Carcereiros: O Filme” e “É Fada!”. Além das produções internacionais, como o premiado “VICE” e sucessos como “Os Mercenários 4”, “Pinóquio”, “Rambo: Até O Fim”, “A Bruxa dos Mortos: Baghead” e “Maria e João: O Conto Das Bruxas”.

Cineclube Maria Grampinho estreia projeto sobre cinemas negros e educação antirracista no Sertão Negro

Primeira sessão acontece no dia 22 de março com exibição de filmes e debate
sobre maternidade negra

No dia 22 de março, sábado, o Cineclube Maria Grampinho dá início ao projeto
“Cinemas Negros e Educação Antirracista”, com uma sessão especial no Sertão Negro – Ateliê e Escola de Artes, em Goiânia.
A programação tem início às 17h,
com a exibição de três curtas-metragens dirigidos por cineastas negras brasileiras, seguida de uma roda de conversa sobre maternidade.

A iniciativa busca promover debates sobre cinema negro e questões raciais por meio do audiovisual, valorizando a produção de realizadoras negras e ampliando a discussão sobre representatividade e narrativas antirracistas. O projeto será
realizado ao longo de 2025, com sessões mensais e atividades voltadas para o fortalecimento da educação antirracista por meio do cinema. A atividade é gratuita e aberta ao público.

Exibição de filmes e debate

Com curadoria de Ceiça Ferreira e Edileuza Penha de Souza, a sessão inaugural do Cineclube Maria Grampinho apresenta três curtas-metragens que abordam diferentes perspectivas da maternidade negra:

  • “Mãe não chora” (Carol Rodrigues e Vaneza Oliveira, SP, 2019, 20
    min) – Raquel trabalha na defensoria pública, mas não consegue entrar com um
    pedido de pensão contra o pai de seu filho.
  • “A Mulher Que Me Tornei” (Luciana Oliveira e Manoela Veloso
    Passos, SE, 2020, 6 min) – Um diálogo entre duas mães sobre a maternidade e suas transformações

• “Yá, me conte histórias” (Carine Fiúza, PE, 2020, 8 min) – Em casa, Elisa começa a sofrer os efeitos da pandemia. A hora de dormir já não é um bom momento desde que parou de sonhar, mas uma história contada por sua mãe a fará atravessar o oceano Atlântico.

Após a exibição, haverá uma roda de conversa com Ayah Akili Masani, mãe,pesquisadora e educadora popular, e Letícia Martins, bióloga. A partir das narrativas audiovisuais, o debate abordará as experiências e desafios damaternidade para mulheres negras.

Sobre o projeto

O projeto “Cinemas Negros e Educação Antirracista” será realizado entre março e setembro de 2025, com sessões temáticas que destacam o cinema negro como ferramenta de reflexão e transformação social. A iniciativa conta com recursos da Política Nacional Aldir Blanc, operacionalizada pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura.

Segundo Ceiça Ferreira, fundadora e diretora do Cineclube Maria Grampinho, a proposta é fortalecer o debate sobre representatividade e fomentar espaços de troca a partir do cinema.

“O Cineclube Maria Grampinho destaca os cinemas negros, em especial produção de mulheres negras, e promove conversas onde o audiovisual é uma ferramenta para sonhar outros mundos e imaginar novos horizontes possíveis”, afirma.

Foto divulgação

SERVIÇO: Cineclube Maria Grampinho – Sessão inaugural do projeto

“Cinemas Negros e Educação Antirracista”

Data: 22 de março (sábado).

Horário: às 17h (exibição de filmes e roda de conversa).

Local: Sertão Negro – Ateliê e Escola de Artes (Rua Goiazes, quadra P, Lote 9,

Loteamento Shangri-la, Goiânia/GO).

Entrada gratuita

Cine Brasília amplia para cinco as sessões especiais permanentes da programação e realiza quatro dessas sessões nesta Cine Semana de 20 a 26 de março

Além das já conhecidas Sessão Acessível e Sessão Atípica, agora o Cine também conta com a Sessão Contraturno, Sessão Família e a Sessão ao Meio-dia

Esta semana o Cine Brasília traz as estreias do documentário Milton Bituca Nascimento, da animação Deu Preguiça e do sci-fi Mickey 17

O Cine Brasília segue na missão de democratizar o acesso ao cinema com uma grade de programação cada vez mais plural e inclusiva. Além das já conhecidas Sessão Acessível e Sessão Atípica, a Sala Vladimir Carvalho passa a contar com três novas faixas permanentes ao longo do mês: Sessão Contraturno, Sessão Família e Sessão ao Meio-dia. A iniciativa busca atender à diversidade de públicos e rotinas daqueles que frequentam o espaço.

“Nós estamos sempre em busca de melhor adequar a grade de programação aos diferentes públicos que frequentam o cinema e dentro da diversidade de rotinas e de possibilidades que as pessoas possam ter para assistir aos filmes da programação regular. Pensando nisso, estamos implementando essas três faixas novas”, explica Sara Rocha, diretora geral do Cine Brasília.

A Sessão Contraturno, a última a ser criada, passa a ocupar as manhãs de sexta-feira, às 10h, com a exibição de um dos principais filmes da programação semanal. A proposta é atender especialmente o público adulto que tem as tardes e noites comprometidas com trabalho, estudo ou cuidados familiares e só dispõe das manhãs para uma ida ao cinema.

A Sessão Família acontece semanalmente aos domingos à tarde, trazendo um dos filmes infantis que tradicionalmente são exibidos nas manhãs do Cine, oferecendo às famílias a possibilidade de organizar sua rotina de maneira mais flexível e aproveitar o cinema em um horário que se encaixa melhor nas agendas das crianças e responsáveis.

Já a Sessão ao Meio-dia surge após um experimento bem-sucedido de sessões anteriores realizadas às 12h, como a exibição de O Auto da Compadecida 2, no início de fevereiro. Agora oficializada, essa sessão mensal passa a ocorrer na última quinta-feira do mês e é pensada para pessoas que possuem uma rotina de trabalho estruturada e encontram no intervalo do almoço a única oportunidade para uma ida ao cinema. Nela, será exibido um dos filmes em destaque na programação do Cine Brasília.

Nesta semana, quatro dessas sessões especiais estão na programação. No dia 21, a Sessão Contraturno exibe o aclamado filme de Walter Salles Ainda Estou Aqui, vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional. 

No sábado, 22, às 14h, ocorre a segunda Sessão Acessível de março, com o filme Kasa Branca, de Luciano Vidigal. A trama acompanha Dé, um jovem negro da periferia da Chatuba, no Rio de Janeiro, que enfrenta o desafio de cuidar de sua avó Almerinda, diagnosticada com Alzheimer em estágio terminal. Voltada para pessoas com deficiência , a sessão é gratuita e conta com recursos de acessibilidade de Libras e legendas descritivas projetadas na tela e audiodescrição no sistema de som da sala.

No domingo, 23, às 16h, a Sessão Família exibe o filme Flow, do diretor Gints Zilbalodis. Vencedor do Oscar de Melhor Animação, a história acompanha a aventura de um gatinho tentando sobreviver em um mundo submerso. Já na quarta, 26, é a vez da  Sessão Atípica exibir Flow, às 10h e às 14h. Direcionada para pessoas autistas e neurodivergentes, essa sessão conta com ingressos ao valor unitário de R$10. Durante a sessão a sala permanece com luz acesa, sistema de som mais baixo, ar condicionado em temperatura ambiente e é permitida a circulação pela sala.

A Sessão ao Meio-dia, por sua vez, passa a integrar oficialmente a programação permanente do Cine a partir do dia 27 de março.

ESTREIAS

Esta semana o Cine Brasília traz três estreias, com opções para todos os gostos, desde documentário musical a animação e ficção científica.

Milton Bituca Nascimento é um dos novos destaques do cinema nacional e apresenta ao público a trajetória de um dos maiores ícones da música brasileira. O documentário revela não apenas o alcance internacional da obra de Milton Nascimento, mas também a conexão íntima do artista com seu público ao longo da turnê de despedida. Dirigido por Júlia Moraes, o filme reúne depoimentos de nomes como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque, Mano Brown, Quincy Jones, Spike Lee e Paul Simon, celebrando a grandiosidade e a espiritualidade que atravessam a carreira do eterno Bituca.

Para as famílias e o público infantil, a animação Deu Preguiça estreia nesta quinta, com dublagem de Heloísa Périssé e sua filha, Tontom. A produção australiana conta a história de uma família de preguiças que, após perder o lar em uma tempestade, se aventura na cidade grande com seu food truck e um antigo livro de receitas. Em meio a muitas confusões e lições de união, os personagens terão que proteger suas tradições da ameaça de uma empresária gananciosa. 

A terceira estreia é Mickey 17, novo longa de ficção científica do diretor Bong Joon Ho, vencedor do Oscar com Parasita. Estrelado por Robert Pattinson, o filme narra a história de Mickey Barnes, um trabalhador designado a missões de risco extremo em que a própria morte faz parte do contrato. A produção mistura elementos de fantasia e crítica social, marca registrada do cineasta. 

EM CARTAZ

Destaques da semana passada, O Melhor Amigo  e Amizade seguem em cartaz. O Melhor Amigo, de Allan Deberton, conta com uma narrativa que celebra amores que retornam e sentimentos que nunca se foram. Ambientado na icônica Canoa Quebrada, no Ceará, o filme acompanha Lucas e Felipe, dois amigos de infância que se reencontram e redescobrem uma paixão adormecida. A produção faz parte da Sessão Vitrine Petrobras, com ingressos promocionais a R$15 (inteira) e R$7,50 (meia-entrada).

Outro filme que permanece em cartaz é o documentário Amizade, do premiado diretor Cao Guimarães. Filmado ao longo de três décadas, o projeto reúne registros íntimos de encontros e momentos com amigos artistas, traçando um olhar sobre o tempo, o vínculo e as lembranças..

SELEÇÃO DE CURTAS

Nesta semana, as sessões do longa Amizade serão abertas pelo curta-metragem Eu fui assistente do Eduardo Coutinho, de Allan Ribeiro. O documentário narra a experiência vivida no dia 28 de janeiro de 2008, quando uma equipe de filmagem entrou em um prédio para rodar um documentário sob a direção do mestre Eduardo Coutinho. O curta adiciona uma camada de memória e reverência ao cinema documental brasileiro, enriquecendo ainda mais a experiência do público.

Os curtas exibidos no Cine Brasília são selecionados na https://cinebrasilia.com/chamadas-publicas/, uma iniciativa que busca ampliar a diversidade da programação e fortalecer o cinema nacional. A previsão da atual gestão é que 150 curtas de todo o Brasil sejam exibidos antes das sessões de longas-metragens em cartaz. Os filmes escolhidos recebem um cachê de R$1.000 para obras finalizadas a partir de 2024 e R$500 para aquelas concluídas até 2023. As inscrições podem ser feitas até 1º de abril de 2027 pelo site https://cinebrasilia.com/chamadas-publicas/, onde também está disponível o edital completo.

SESSÃO ESPECIAL

Nesta CineSemana o Cine Brasília recebe duas sessões especiais em sua programação. A primeira, no dia 25 de março, exibe o documentário Quando Elas Se Movimentam, produção da TV Senado que integra as ações do Março Mulheres 2025. O filme destaca a força e a resistência das mulheres negras brasileiras e será exibido gratuitamente. A sessão também celebra os 201 anos do Senado Federal, o encerramento das comemorações do bicentenário da instituição e os 10 anos do Comitê Permanente pela Promoção da Igualdade de Gênero e Raça do Senado.

Antes da exibição, haverá uma mesa de apresentação com a participação das personagens do filme Antônia Faleiros (juíza do TJBA) e Luana Xavier (atriz), além da cineasta e professora da UnB Edileuza Penha e da diretora-geral do Senado, Ilana Trombka. A mediação será de Stella Maria Vaz, coordenadora do Comitê de Gênero e Raça do Senado.

Já no dia 26 de março será a vez da sessão especial de A Batalha da Rua Maria Antônia, filme da cineasta Vera Egito, seguido de debate com convidados. O drama recria os eventos de outubro de 1968, quando estudantes e professores do movimento estudantil enfrentaram os ataques do Comando de Caça aos Comunistas em São Paulo, em plena ditadura militar, em um confronto que ficou conhecido como “A Batalha dos Estudantes”. O filme é contado em 21 planos-sequência e traz no elenco nomes como Pâmela Germano, Isamara Castilho, Caio Horowicz e Julianna Gerais.

Nesta semana o Cine Brasília estará fechado na segunda-feira, 24, o dia todo e de 10h às 16h de terça, 25, para manutenção de rotina da sala de cinema.

INGRESSOS E ACESSIBILIDADEOs ingressos para as sessões regulares do Cine Brasília custam R$20 (inteira) e R$10 (meia), com exceção das segundas-feiras, quando o valor único é de R$5. Durante esta semana, o longa O Melhor Amigo, que integra o projeto Sessão Vitrine Petrobras, tem ingressos com valores de R$15 (inteira) e R$7,50 (meia). A Sessão Acessível é gratuita e a Sessão Atípica conta com valor unitário de R$10. As sessões de Quando Elas Se Movimentam e A Batalha da Rua Maria Antônia são gratuitas.

Os filmes Mickey 17, O Melhor Amigo, Amizade e Milton Bituca Nascimento possuem recursos de acessibilidade de Libras, audiodescrição e legendas através do aplicativo MovieReading, e os filmes A Batalha da Rua Maria Antônia e Deu Preguiça através do cinebrasilia.com/fidelidade. Ainda Estou Aqui tem recursos de acessibilidade tanto no MovieReading quanto no MLoad.

Na Sessão Acessível todos os recursos de acessibilidade de Libras e legendas descritivas são projetados na tela e há audiodescrição no sistema de som da sala.

O Cine Brasília segue com o Programa de Fidelidade – CINELOVER que recompensa espectadores frequentes. A cada sessão assistida, os participantes acumulam carimbos no cartão fidelidade, que podem ser trocados por prêmios como entradas gratuitas, ímãs, baldes de pipoca, ecobags e camisetas exclusivas. O programa é válido para sessões regulares. Mais informações em cinebrasilia.com/fidelidade.

Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema, entre às 9h e 21h, de terça a domingo, e entre às 13h e 21h, nas segundas-feiras, ou no SITE

Deu Preguica Cine Brasilia

SERVIÇO – CINE BRASÍLIA
Endereço:
Asa Sul Entrequadra Sul 106/107 – Brasília, DF, 70345-400.
Informações pelo WhatsApp: 61 99878-2198 ou contato@cinebrasilia.com
Ingressos à venda na bilheteria ou pelo link: ingresso.com/cinema/cine-brasilia
Mais informações: cinebrasilia.com ou @cinebrasiliaoficia

PROGRAMAÇÃO 20 A 26 DE MARÇO

QUINTA-FEIRA, 20/03
10h00 — Deu Preguiça
14h00 — O Melhor Amigo
17h00 — Mickey 17
20h00 — Eu Fui Assistente do Eduardo Coutinho (curta-metragem) + Amizade

SEXTA-FEIRA, 21/03
10h00 — Sessão Contraturno – Ainda Estou Aqui
14h00 — Eu Fui Assistente do Eduardo Coutinho (curta-metragem) + Amizade
16h00 — O Melhor Amigo
18h00 — Milton Bituca Nascimento
20h30 — Mickey 17

SÁBADO, 22/03
10h00 — Deu Preguiça
14h00 — Sessão Acessível – Kasa Branca
16h00 — Eu Fui Assistente do Eduardo Coutinho (curta-metragem) + Amizade
18h00 — O Melhor Amigo
20h00 — Mickey 17

DOMINGO, 23/03
10h00 — Deu Preguiça
14h00 — Eu Fui Assistente do Eduardo Coutinho (curta-metragem) + Amizade
16h00 — Sessão família – Flow
17h50 — Mickey 17
20h30 — Milton Bituca Nascimento

SEGUNDA-FEIRA, 24/03
Cinema fechado para manutenção de rotina.

TERÇA-FEIRA, 25/03
10h00 — Cinema fechado para manutenção de rotina.
18h00 — Sessão Especial – Quando Elas Se Movimentam

QUARTA-FEIRA, 26/03
10h00 — Sessão Atípica – Flow
14h00 — Sessão Atípica – Flow
16h00 — Milton Bituca Nascimento
19h00 — Sessão Especial + Debate – A Batalha da Rua Maria Antônia

Casa do Hip-Hop Ceilândia/DJ Jamaika celebra os 54 anos da cidade com grande encontro de grafiteiros, breaking e o melhor do Rap

A Casa do Hip Hop Ceilândia DJ Jamaika celebra os 54 anos da Ceilândia com inauguração no dia 27 de março, dia do aniversário da cidade. E nos dias 29 e 30 de março, a Estação de Metrô Ceilândia Centro recebe o 2° Brasil Super Battle edição Grafitti para uma pintura coletiva com 30 grafiteiros em uma comemoração especial durante o final de semana. 

Os eventos fazem parte da programação oficial que destacam a cidade como um dos principais polos culturais do Distrito Federal dedicados à cultura Hip-Hop.

Criada pelo DJ Ocimar, Instituto Evolui com apoio do rapper Rivas mais conhecido como Kabala (Álibi), a Casa Hip Hop Ceilândia/DJ Jamaika tem como objetivo fortalecer, preservar e expandir a Cultura Hip-Hop além de proporcionar oportunidades para jovens talentos na cena independente tão expressiva da cidade. 

O espaço localizado na Praça Central da Ceilândia Norte, ao lado da Estação Central tornou-se símbolo de resistência, aprendizado e transformação social. 

Com uma programação diversificada que inclui oficinas de DJ, Break, Graffiti e MC, a Casa do Hip Hop Ceilândia é um ponto de encontro para artistas, educadores e ativistas que utilizam a cultura dos 4 elementos como ferramenta de empoderamento e inclusão, a voz da periferia em destaque. 

Mantendo viva a memória de DJ Jamaika, um dos pioneiros do rap no Distrito Federal, sua história continua inspirando novas gerações. Mais do que um espaço físico, é um movimento que transforma vidas e fortalece a identidade cultural de Ceilândia e do Brasil.

Ao levar o nome de DJ Jamaika, o espaço carrega consigo o legado de um dos maiores ícones do rap do Distrito Federal, cuja obra denunciou desigualdades, celebrou a vivência da quebrada e inspirou milhares de artistas. 

Seu nome não é apenas uma homenagem, mas um compromisso contínuo com a valorização do Hip Hop como ferramenta de transformação social, mantendo vivo o espírito contestador e libertador do rapper.

A Casa do Hip-Hop de Ceilândia mantém vivo o legado, fortalece o presente e constrói o futuro!

2° BRASIL SUPER BATTLE EDIÇÃO GRAFITTI

O Brasil Super Battle Graffiti -Edição comunidade se consolida como um dos maiores encontros de grafiteiros e grafiteiras do DF.

O evento patrocinado pelo FAC-Fundo de Apoio à Cultura do DF, Secretaria de Economia Criativa e Metrô DF, celebra a arte urbana como ferramenta de restauração e identidade, transformando espaços e levando cor, cultura e representatividade para as ruas. 

Nesta edição, o encontro conta com a presença dos artistas Edmun @edmunpdf de Belo Horizonte, e o artista Chambz @chambz.congz de São Paulo, ambos com carreiras no Brasil e exterior.

GRAFITEIROS DO DF

Rivas, Elom, Makina de Rabisko, Satão, Du Santos, Scooby, SpekOne1, Camz, Hera, Yong, Karen, Pena, AndGraff, Turko, Sowtto, Wesley Sandu, Bazek, Snupi, Gake, Santa Surda, Siren, Nati, Ramon Phantom, Dhos, Mia, Síria, Kupido e DavidMarcos36

Mais do que um festival, o Brasil Super Battle Graffiti é um movimento de valorização da cultura HipHop, conectando a nova geração aos veteranos da cena e promovendo o respeito pela arte de rua como um elemento essencial na construção da cidade e sua história.

Foto divulgação

Serviço:

Casa Hip Hop Ceilândia DJ Jamaika

Inauguração dia 27/03 (quinta-feira)

Endereço: CNN 2 lote B-Setor N Norte-ao lado da Estação de Metrô Ceilândia Centro

Instagram: @casadohiphopceilandia

2° Brasil Super Battle edição Grafitti-Comunidades

Dias 29 e 30/03 (sábado e domingo), à partir das 10h

Local: Estação de Metrô Ceilândia Centro

Instagram @brasilsuperbattle

Informações:  98555-4201 / 98530-0881 

Exposição de Carros Rebaixados – Garage Nutallo acontece no Alameda Shopping

No próximo domingo (23), o Alameda Shopping será palco de um evento imperdível para os apaixonados por carros modificados. A exposição de Carros Rebaixados – Garage Nutallo será das 11h às 18h, no estacionamento do shopping, reunindo veículos customizados que prometem impressionar os visitantes.

Com entrada gratuita, o público pode prestigiar a exposição mediante a doação de 1kg de alimento não perecível, que será destinado a instituições beneficentes. O evento é uma excelente opção de lazer para toda a família, oferecendo uma experiência automotiva cheia de estilo, personalidade e inovação.

Além da exibição de carros, os visitantes poderão interagir com outros entusiastas do universo automotivo, conhecer tendências e conferir de perto detalhes que fazem desses veículos verdadeiras obras de arte sobre rodas.

Esta é uma oportunidade de conferir de perto os modelos mais diferenciados da cena automotiva e apreciar um domingo especial no Alameda Shopping.

O Alameda Shopping

O Alameda é o primeiro shopping de Taguatinga e o terceiro construído no Distrito Federal. Com 34 anos de história, o empreendimento faz parte da memória afetiva dos moradores, tornando-se um patrimônio da cidade. O Alameda apresenta um mix de lojas de produtos e serviços, com bom atendimento, conveniência e ótimas condições de compras, alinhados ao seu posicionamento de ser um lugar para comprar bem.

Foto divulgação

Serviço: Exposição de carros rebaixados – Garage Nutallo acontece no Alameda Shopping

Data: 23 de março de 2025

Local: Alameda Shopping – CSB 2 Lotes 01 a 04 – Taguatinga Sul

Funcionamento Alameda: Segunda a sábado, das 9h às 21h – Domingo, das 12h às 18h (lojas e quiosques) e das 11h às 18h (praça de alimentação)

Telefone: (61) 3352-1234

Seletiva do Capital Moto Week supera 1.300 bandas e surpreende com inscrições de artistas internacionais

Além de grupos de 25 estados e do Distrito Federal, artistas da Holanda, Portugal, Argentina, Bolívia, Colômbia, Equador e Uruguai

A tradicional seletiva se tornou uma das fases mais esperadas por artistas do Brasil e do mundo que buscam projetar seus trabalhos e subir no palco onde já se apresentaram ícones da música, como Angra, Sepultura, Call The Police, Pitty, Capital Inicial e Titãs. A região Sudeste liderou as inscrições, com 658 bandas, seguida pelo Centro-Oeste (378), Sul (159), Nordeste (73) e Norte (24). Entre os estados, se projetaram São Paulo, Distrito Federal, Minas Gerais e Rio de Janeiro. 

Outro dado interessante é que 84% das bandas inscritas nesta seletiva nunca se apresentaram no festival, comprovando o movimento de renovação do rock. “Para nós, é uma alegria ver tantos talentos interessados em se unir ao CMW. Buscamos nomes que tenham qualidade e sinergia com o festival que, neste ano, será ainda mais surpreendente. Vamos continuar projetando esse universo riquíssimo ao unir o máximo de vertentes do rock, elevando o nível das experiências para o público e para a cena musical”, explica Pedro Franco, CEO do Capital Moto Week.

Para participar da seletiva, as bandas enviaram música autoral, release, imagens de shows e material midiático para a organização do Festival. O processo seletivo inclui a avaliação do nível de qualidade, autenticidade e expressão da banda, presença e desenvoltura no palco, além da sintonia com o público Moto Week. Independentemente da fase alcançada na seletiva, todos os inscritos receberão devolutiva com destaques e pontos a serem aprimorados. 

A banca de jurados é formada por produtores, músicos, artistas, publicitários e outros profissionais da cadeia da música e do entretenimento. Daniela Assumpção, coordenadora artística do CMW, que integra o hall de jurados na maior premiação musical brasileira, o Prêmio Multishow, comenta o intenso processo da seletiva. “Celebramos toda essa diversidade nacional e internacional, nos dedicando com muito carinho e responsabilidade ao material de todas as bandas inscritas”, afirma Daniela, destacando aquelas lideradas por mulheres, que estão surpreendendo na seletiva e “a quem fazemos questão de dar voz e palco”.

O resultado será divulgado em abril, quando as bandas selecionadas se integrarão ao line-up completo, somando mais de 10 dias de programação e mais de 100 shows de diversas vertentes do rock nacional e internacional. Entre eles, a já anunciada apresentação da bandacanadense MAGIC!, conhecida pelos hits “Rude”, “No Way No” e “Lay You Down Easy”, que conquistaram milhões de fãs. Primeiro confirmado no line, o grupo traz sua combinação de pop, rock e reggae, prometendo embalar o público em um dos momentos mais aguardados do festival. 

Sobre o Capital Moto Week 2025
De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

O Capital Moto Week, maior festival de moto e rock da América Latina, consolida seu DNA de revelar a pluralidade e talentos do rock nacional e internacional nos mais de 20 anos de trajetória. De forma inédita, dentre as 1.300 inscrições para a seletiva de bandas que sonham em se apresentar nesta edição, estão artistas da Holanda, Portugal, Argentina, Bolívia, Colômbia, Equador e Uruguai. Entre os brasileiros, há representantes de 25 estados e do Distrito Federal. A edição 2025 do festival acontecerá de 24 de julho a 2 de agosto, em Brasília


SERVIÇO
Capital Moto Week 2025
Data
: 24 de julho a 02 de agosto de 2025 
Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF
Instagram | Facebook | TikTok |@capitalmotoweek
Site: https://www.capitalmotoweek.com.br/

Em evento especial, Cerva ao Quadrado estreia com sucesso e movimenta cena cervejeira local

Foto Telmo Ximenes

Em meio a convidados e autoridades do segmento, a nova associação reuniu 150 pessoas no Hop Capital para o lançamento do movimento

A  noite desta terça-feira, 18/03, foi marcada pelo lançamento da Cerva ao Quadrado, nova Associação de Cervejarias Artesanais do Distrito Federal, que visa fomentar e incentivar o segmento no mercado local. Apresentando um movimento que une os produtores de cervejas artesanais, a estreia contou com grandes nomes do mercado, além de imprensa e entusiastas da cerveja.

A jornalista Bárbara Lins foi a mestre de cerimônias e comandou a noite para os 150 convidados presentes. Com falas do presidente da Cerva ao Quadrado, Pedro Capozzi, o evento trouxe a essência do movimento e um pouco sobre os objetivos institucionais e culturais. Com um portfólio diversificado, a Cerva ao Quadrado já nasce com 19 associados, unindo diferentes marcas e produtores que compartilham o compromisso com a qualidade e inovação na produção de cervejas artesanais. Durante o evento, os convidados puderam conhecer de perto a identidade da associação e experimentar rótulos cuidadosamente selecionados, destacando a criatividade e o potencial dos cervejeiros locais.

“Queremos que as pessoas conheçam e valorizem a cerveja artesanal do DF, entendam seus processos, características e sabores. O Distrito Federal tem uma produção rica e diversa, com cervejarias que investem em qualidade e inovação. Nosso objetivo é fortalecer essa cena, aproximar o público dos produtores locais e mostrar que a cerveja artesanal é muito mais do que uma bebida – é cultura, identidade e história”, afirma Pedro Capozzi, presidente da associação.

O lançamento da Cerva ao Quadrado mostrou o potencial e o crescimento da produção artesanal no Distrito Federal, abrindo caminho para novas ações e eventos que promovam a cultura cervejeira local. A associação já planeja iniciativas futuras para fortalecer o setor, ampliar a visibilidade dos produtores e incentivar o consumo consciente e qualificado das cervejas artesanais.

No CCBB Brasília, o 6º FIC Fantástico traz o melhor do atual cinema de horror, de zumbis, da ficção científica e da fantasia

Com entrada gratuita, de 18 a 23 de março acontece a mostra competitiva da 6ª edição do Festival Internacional de Cinema Fantástico de Brasília com a mais recente produção mundial de filmes de gênero. A programação conta com filmes aclamados pela crítica e a audiência em festivais ao redor do planeta e premiados em alguns dos mais importantes do mundo, entre eles o Oscar 2025. Como parte da programação, acontecem uma oficina para crianças, bate-papos e mesas com especialistas e críticos de cinema. 

Com programação contendo 41 filmes de 17 países e focada na produção do Sul Global, de 18 a 23 de março, o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília recebe a mostra competitiva do 6º Festival Internacional do Cinema Fantástico de Brasília (FIC Fantástico). Durante os seis dias do festival, o público assistirá à mais recente produção de um gênero da sétima arte com legiões de fãs que lotam salas de cinema ao redor do mundo. Com entrada gratuita, as sessões acontecem no Cinema do CCBB

Brasília, de terça a sexta, das 14h às 20h. No sábado, das 10h30 às 20h, e no domingo, das 11h30 às 17h, com premiação oficial às 18h. As entradas para as sessões devem ser retiradas com 24 horas de antecedência na bilheteria do CCBB Brasília ou pelo site bb.com.br/cultura. A programação e a classificação indicativa das sessões do 6º FIC Fantástico estão disponíveis no site bb.com.br/cultura, na página do festival ficfantastico.com.br e nas redes sociais @ccbbbrasilia e @ficfantastico

Josiane Osorio, idealizadora e uma das curadoras do FIC Fantástico, afirma que a principal característica da mostra é trazer para o público a mais recente produção mundial, sendo muitos deles inéditos no Brasil e outros que não devem entrar nos circuitos comerciais de cinema nem de streaming. “É uma oportunidade única de ver o que há de mais inovador em termos de roteiro, linguagem, temática e técnica cinematográfica”, ressalta a curadora. O cinema fantástico começou com a própria história do cinema, na segunda metade do século XIX. Hoje, é um gênero cultuado por cinéfilos ao redor do mundo. É através da fantasia, do sobrenatural, da ficção científica, do horror e da magia que esses filmes transportam os espectadores para mundos imaginários repletos de mistérios, jornadas de descobertas, personagens assombrosos, super-heróis e criaturas fantásticas. “Teremos muitos filmes de horror, de fantasia, de zumbis (um clássico do cinema fantástico) e o Brasil e a América Latina são polos dessa produção que encanta e atrai um público fiel aos cinemas”, completa Josiane. 

A equipe de curadoria do FIC Fantástico, formada pelos pesquisadores e realizadores Rodrigo Campos e Rodrigo Luiz Martins, além de Josiane, privilegiou uma produção recente e pungente para as mostras competitivas. Rodrigo Martins afirma que os curadores buscaram abarcar todas as possibilidades de realização que o cinema fantástico permite, selecionando filmes infantis com personagens divertidos do universo dos contos de fadas. Para o público adulto, os filmes selecionados trazem histórias de horror mais extremo. 

O destaque nesta edição é para as produções do Sul Global, de países como Argentina, Colômbia, Uruguai, Chile, China, México e Irã, além de filmes de Portugal, Países Baixos, Rússia, Geórgia, Bulgária, França e Grécia. Há também filmes brasileiros dos mais diversos estados e da capital federal. O Brasil tem se destacado no segmento fantástico com inúmeras produções de curta-metragem realizadas com diversas técnicas de animação. “Nos últimos anos, temos visto uma crescente produção de longas de animação” afirma Rodrigo Martins. O curador celebra a importância do festival acontecer no Centro-Oeste, em especial na capital federal, e ter um espaço de cinema para exibir e discutir o cinema do gênero fantástico. “Queremos fortalecer essa produção de cinema fantástico e ampliar o contato com realizadores de todo mundo”, diz Rodrigo.

Destaques do 6º FIC Fantástico

Para abrir o festival, na terça-feira, 18/03, às 19h, será exibido o filme “Brasil ano 2000”, do cineasta Walter Lima Jr.. Filmado em 1968 e lançado em 1969, o filme conta a odisseia de uma menina e de sua mãe em um Brasil devastado um ano após o início da Terceira Guerra Mundial. Premiado com o Urso de Prata no Festival de Berlim de 1970, foi censurado no período da ditadura e pouco visto pelo público. A sessão acontece no dia da abertura do festival, terça-feira, 18/03, às 19h, com a participação do cineasta. 

Para o público adulto, o premiado “1978 – Argentina” (2024), dos irmãos Luciano e Nicolas Onetti, é um terror argentino que usa a ditadura militar como pano de fundo. “Encontros” (2023), do diretor russo Dmitry Moiseev, mistura ficção científica para contar a história de uma ex-enfermeira que, enquanto cuida de um extraterrestre, leva conforto a um grupo de funcionários corruptos que torturam o alienígena e extraem de seu corpo uma valiosa substância. Em “Merdas acontecem e milagres também” (2023), o diretor colombiano Máncel Enrique Martínez trata da história dos habitantes da fictícia Cidade da Fúria que estão se transformando em monstros. 

Vencedor do Oscar 2025 de Melhor Curta em Animação, “À sombra do cipreste” (2024), dos diretores iranianos Hossein Molayemi e Shirin Sohani, aprofunda nos desafios mentais e físicos que um capitão e sua filha enfrentam enquanto vivem no mar, isolados do mundo. O curta foi aclamado pela crítica internacional como um exemplo de cinema de qualidade, sem diálogos, apenas som e imagem.  

Para o público infantil, o 6º FIC Fantástico apresenta o curta “Malu e a máquina” (2024), da diretora brasiliense Ana Luiza Meneses, conta a história de uma garota de 6 anos apaixonada por uma máquina velha de pegar bichinhos de pelúcia. O filme vem recebendo críticas positivas e prêmios, como Prêmio Brasil de Cinema Infantil no 21º FICI | Festival Internacional de Cinema Infantil do Rio de Janeiro. 

Para as pessoas com transtorno do espectro autista (TEA), o 6º FIC Fantástico realizará no dia 22/03, às 10h30, a Sessão Azul. Na programação, filmes de curta-metragem e sala de cinema especialmente preparada para esse público com iluminação especial, som mais baixo e classificação indicativa livre para todos os públicos. 

A mostra competitiva terá premiações para melhor filme de longa-metragem e de curta-metragem adulto e infantil pela escolha do júri oficial do festival formado por Ana Domitila, Bruno Carmelo e Cristiano de Oliveira Souza.  O público também poderá votar em seus favoritos ao final de cada sessão. 

Bate-papo, mesas e oficina 

Na quinta-feira, 20/03, às 19h50, após a sessão do filme “Cartório das almas”, de Leo Bello, acontece um bate-papo com a equipe de curadores do FIC Fantástico.  No sábado, 22/03, às 16h15, acontece a mesa “O fantástico no cinema – psicanálise e narrativas ficcionais”, com o pesquisador em cinema e dramaturgo Roberto Medina sobre o filme “Uma luz lá fora”, do diretor uruguaio José Luis Elizalde, que será apresentado às 17h30. Após a sessão, o diretor uruguaio participa de um bate-papo com a plateia.

Como forma de estimular o encontro entre produtores de literatura fantástica com diretores, roteiristas, atores e profissionais das demais áreas do audiovisual do Distrito Federal, no domingo, 23/03, às 16h, o tema da mesa será “Literatura fantástica e cinema: artes conectadas para fortalecer a cultura local”. Participam do encontro os pesquisadores Larissa Brasil, Patrícia Baikal, Paulo Souza, Taty Azevedo e o cineasta John Howard. A entrada é gratuita, mas sujeita à disponibilidade de vagas. As pessoas interessadas em participar do bate-papo e das mesas devem se inscrever pelo site bb.com.br/cultura com 24 horas de antecedência na bilheteria do CCBB Brasília.

Para a garotada, no dia 22/03, às 9h30, acontece a oficina “PiOinc Coração Quentinho – técnica de feltragem com lã”, com o diretor do filme Ricardo Makoto. Voltado para crianças de 6 a 12 anos, as inscrições são gratuitas, mas sujeitas à disponibilidade de vagas, e devem ser feitas pelo site bb.com.br/cultura com 24 horas de antecedência na bilheteria do CCBB Brasília   

Sobre os profissionais

Roberto Medina é doutor em Literatura e Teatro pelo Póslit–UnB-DF, tradutor, dramaturgo, diretor teatral, com pós-doutorado na Universidade Federal do Rio Grande-FURG–RS, também com pós-doutorado em Literatura e Psicanálise no Póslit–UnB-DF, atualmente é pós-doutorando em Psicanálise no PPGPsiCC-UnB-DF. É parecerista de revistas especializadas no Brasil e no exterior. As áreas de pesquisa são cinema, teatro, literatura, estética bakhtiniana e psicanálise. Organizou, em parceria com a Universté de Neuchâtel, Suíça, e Universidades Brasileiras, o livro “Diálogos entre Literatura e Cinema”, de 2023, Ed. Todas as Musas, SP.

José Luis Elizalde nasceu em Montevidéu, Uruguai. Formou-se pela Universidade ORT em Comunicação Visual e Design Gráfico. Seu primeiro curta-metragem “iWas” foi premiado pelos diretores de Hollywood Fede Álvarez e Rodo Sayagués como melhor curta-metragem no Festival de Cine de Montevidéu e transmitido pela New York Public TV (PBS). Trabalhando como diretor em “Uma luz lá fora”, “Goldie”, “El Turno” e “Encuentro con el rey”, participou de seleções oficiais em festivais internacionais como: Festival de Cine de Madrid, Festival Internacional de Cine de Almería, Festival Internacional de Cine de Viña del Mar, Festival Internacional de Cine Independiente de Elche, Festival Cinematográfico Internacional del Uruguay, Festival Internacional de Cine de Punta del Este.

Larissa Brasil mora em Goiânia (GO). É ganhadora do Prêmio Odisseia de Literatura Fantástica 2023, com seu suspense policial, “Irebu”. Foi também premiada em 2020 (“A Garota da Casa da Colina”) e em 2021 (“Tr3s) no Prêmio Aberst de literatura. Seus suspenses policiais, “Urutau” e “Irebu”, foram financiados na plataforma Catarse em 48 e 36 horas respectivamente. Seu sexto livro, “Uma Oração para Ninguém”, é um suspense psicológico com a mitologia de Iemanjá.

Patrícia Baikal foi criada em Uberlândia/MG e mora em Brasília/DF. É graduada em Direito e autora dos livros “Mariposa” (2015) e “Mulher com brânquias” (2017), além dos contos “Onde se morre todos os dias” (2017) e “Ovanoides” (2018). Foi finalista dos prêmios literários Darcy Ribeiro (2014), Campos do Jordão de Literatura (2015), e Odisseia de Literatura Fantástica (2024).

Paulo Souza é escritor e editor da “Feraz”, nascido e criado no Distrito Federal. Possui uma publicação de contos intitulada Ponto Para Ler Contos” (Kindle, 2016). Participou da “Antologia Sombria” (Empíreo, 2018), organizada por André Vianco, com o conto “Carrancas”. Sua mais recente obra é a novela “Clarice, a Última Araújo (Penalux, 2018). Atualmente, ele produz conteúdo voltado para escrita, literatura e violão no canal “Paulo Souza” no YouTube. Além disso, faz parte do Sindicato dos Escritores do DF e do coletivo de artistas ATEAR. Paulo produz e organiza eventos literários, além de realizar mediação em lançamentos e bate-papos.

John Howard Szerman é cineasta com mestrado em Cinema e Televisão pelo Royal College of Art (Londres), é inglês, tendo vivido por muitos anos no Brasil, trabalhando em cinema, vídeos e televisão, em projetos experimentais, ficcionais e documentários, desde 1969. Dirigiu 49 filmes e trabalhou com Jean-Luc Godard e Glauber Rocha. Foi premiado no Brasil e no exterior pelo seu trabalho como roteirista, diretor e técnico pelo BFI – British Film Institute, Prêmios Kikito, Sol de Prata, Candango e Troféu Câmara Legislativa do DF. 

Taty Azevedo é jornalista radicada em Brasília/DF e autora de ficção especulativa. Seu livro de estreia, “A improvável Annelise” (Editora Astral), foi lançado em 2016. Em 2023, publicou a 2a edição de “Meu querido astronauta” (Editora Paraquedas), seu segundo livro independente. Com foco no protagonismo feminino, escreve histórias de fantasia e ficção científica para jovens e adultos.

Ricardo Makoto é paulistano radicado em Brasília desde 1980. Formado pela UnB, trilhou uma carreira bem-sucedida como designer e publicitário antes de se dedicar integralmente à criação de conteúdo infantil, inspirado pelo nascimento de seu filho. Com mais de 15 anos de experiência com crianças, Makoto já conquistou diversos prêmios, como ComKids, Jeunesse Prix, Japan Prize e VentanaSur, por seus projetos inovadores e educativos. Seu mais recente trabalho, o Curta “PiOinc”, coleciona mais de 10 prêmios nacionais e internacionais, demonstrando que seu trabalho inovador e de alta qualidade o posiciona como um dos principais nomes do entretenimento infantil no Brasil.

Sobre os curadores do 6º FIC Fantástico 

Josiane Osorio é cineasta, presidente do Fórum Nacional dos Festivais, curadora e programadora de mostras e festivais e comissária do audiovisual na CNIC biênio 2023/2025. É diretora e idealizadora dos projetos Festival Internacional de Filmes Lobo Fest e FIC Fantástico – Festival Internacional de Cinema Fantástico de Brasília.

Rodrigo Campos é cineasta, diretor e produtor executivo. Publicitário com mais de 15 anos de atuação. Formação em Cine / TV pelo CAV – Centro de Audiovisual São Bernardo do Campo, SP. Pós-graduado em Criação Visual e Multimídia, pela Universidade São Judas, SP. Há 13 anos dedica-se à produção de projetos audiovisuais, trabalhando em dezenas de obras cinematográficas. Diretor dos filmes “Amabile” (2020), “Nunca Estarei Lá” (2022), “Chaer: Pirata Contemporâneo” (2024). Participou da produção das séries documentais “Histórias secretas do pop brasileiro” (2019), do diretor André Barcinski, e “Sullivan & Massadas: retratos e canções “(2024), coproduzida pelo Globoplay e dirigida por André Barcinski e Pedro Bial. 

O brasiliense Rodrigo Luiz Martins é pesquisador e produtor audiovisual, licenciado em Educação Profissional e Tecnológica e pós-graduado em Cinema e Linguagem Audiovisual. Trabalhou no Lobo Fest – Festival Internacional de Filmes, no Festival Internacional do Cinema Fantástico de Brasília (FIC Fantástico), Morce-Go Vermelho, Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

Sobre o júri da mostra competitiva

Ana Domitila é brasiliense formada em Goiânia. Desde 2014 trabalha como roteirista e produtora. Começou sua carreira pelo videoclipe, passando pela publicidade, até chegar ao cinema de ficção. Fã̃ de terror e sci-fi, estreou na direção com os curtas-metragens “Isolada” (2020), “À beira de mim” (2021) e “Memórias do Cotidiano” (2022), que rodaram festivais nacionais e internacionais e foram contemplados por recursos de incentivo público à cultura. Em 2022 foi finalista do Prêmio Abra-Cardume com um argumento de curta-metragem de animação, o mesmo com o qual participou, dentre outros, do Laboratório de Roteiro do 19º Goiânia Mostra Curtas, onde recebeu o Prêmio de Melhor Pitch de Projeto e cujo desenvolvimento foi contemplado pela Lei Aldir Blanc DF 2023. Entre 2021 e 2023, foi assistente de sala em uma série de terror, não anunciada, da Prime Vídeo Brasil. Atualmente, dedica-se ao desenvolvimento de projetos autorais, produção cultural e consultorias de roteiro. Bacharel e Mestre em Comunicação pela UFG, pesquisa estudos de cultura e gênero sob o recorte do cinema queer nacional.

Bruno Carmelo é crítico de cinema desde 2004, membro da Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) e da Fipresci (Federação Internacional de Críticos de Cinema). É mestre em teoria de cinema pela Universidade Sorbonne Nouvelle — Paris III, com passagem por veículos comoAdoroCinema, Papo de Cinema e Le Monde Diplomatique Brasil. É professor de cursos sobre o audiovisual e autor de artigos sobre o cinema.

Cristiano de Oliveira Sousa é doutorando e mestre em Arte e Cultura Visual pela Universidade Federal de Goiás (UFG), possui também um MBA em Comunicação e Eventos, além de pós-graduações em Produção Audiovisual e Marketing Estratégico Digital. Atua como roteirista, produtor, pesquisador e diretor audiovisual, tendo realizado mais de 30 curtas-metragens premiados em festivais tanto no Brasil quanto no exterior. Atualmente, é curador e diretor de três festivais de cinema inovadores na Região Centro-Oeste: o @digofestival, o @morcegovermelhofest e o @gofilmfestival. 

Sobre a Tábata Filmes   

Projetos itinerantes, inclusivos e focados em temas importantes para a sociedade fazem parte do histórico da Tábata Filmes. A produtora traz para o Distrito Federal um cinema de fora do circuito comercial, que encanta por sua diversidade e representatividade: tudo isso para lutar por culturas que todos possam conhecer e com as quais possamos nos identificar. Assim, a Tábata Filmes aproxima uns dos outros e do mundo que os cerca. Em 2014, a produtora realizou a sétima edição do Festival Internacional de Filmes Curtíssimos, com uma circulação de aproximadamente 3 mil pessoas durante os três dias de evento, e uma mostra competitiva que reuniu cerca de 90 filmes (45 nacionais). Desde então, realiza inúmeros festivais e atividades formativas para ampliar o interesse do público pelo cinema e a cadeia produtiva do cinema.

Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, oferece o Programa CCBB Educativo, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana.

Desde o final de 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, e desde então recebe a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

A conquista atende à Ação 24 da Agenda 30, que tem por objetivo reforçar a gestão dos programas, iniciativas e práticas ambientais e de ecoeficiência do BB e demonstra o alinhamento do CCBB Brasília à estratégia corporativa do BB, enquanto espaço de difusão cultural que valoriza a diversidade, a acessibilidade, a inclusão e a sustentabilidade porque transformar vidas é parte da nossa cultura.

Serviço

Link para a programação e imagens do 6º FIC Fantástico | https://x.gd/iqWwC

6º Festival Internacional de Cinema Fantástico de Brasília (FIC Fantástico)

Mostra competitiva | 41 filmes de 17 países, incluindo o Brasil

Data: De 18 a 23 de março

Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília

Horário das sessões: De terça a sexta, das 14h às 20h

                                       Sábado, das 10h30 às 20h

                                       Domingo, das 11h30 às 17h

Classificação indicativa | Verificar a classificação indicativa para cada sessão no bb.com.br/cultura

Entrada Gratuita

Programação e ingressos | bb.com.br/cultura

Programação complementar

Bate-papo sobre o filme “Cartório das Almas”

Com | curadores do 6º FIC Fantástico

Quando | 20/03, 19h50

Onde | Cinema do CCBB Brasília

Capacidade | 70 lugares

Acesso | Gratuito, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília com 24 horas de antecedência

Classificação Indicativa | 16 anos

Mesa | O fantástico no cinema – psicanálise e narrativas ficcionais

Com | Roberto Medina

Quando | 22/03, 17h

Onde | Cinema do CCBB Brasília

Capacidade | 70 lugares

Acesso | Gratuito, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília com 24 horas de antecedência

Classificação Indicativa | 16 anos

Mesa | Literatura fantástica e cinema: artes conectadas para fortalecer a cultura local

Com | Larissa Brasil, Patrícia Baikal, Paulo Souza, Taty Azevedo e John Howard

Quando | 23/03, 16h

Onde | Cinema do CCBB Brasília

Capacidade | 70 lugares

Acesso | Gratuito, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília com 24 horas de antecedência

Classificação Indicativa | 16 anos

Oficina | PiOinc Coração Quentinho – técnica de feltragem com lã

Com | Ricardo Makoto

Público | crianças de 6 a 12 anos

Quando | 23/03, 9h30

Onde | Vão do CCBB Brasília

Capacidade | 20 lugares

Acesso | Gratuito, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília com 24 horas de antecedência

Classificação Indicativa | a partir de 6 anos

CCBB Brasília

Funcionamento: Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h

Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF

Fone: (61) 3108-7600

E-mail: ccbbdf@bb.com.br

Site: bb.com.br/cultura

Facebook/Instagram: @ccbbbrasilia

YouTube: bancodobrasil

TikTok: @ccbbcultura

Sebrae Mato Grosso celebra 50 anos com exposição de arte mato-grossense em Brasília

‘Lírica, crítica e solar: artes visuais em Mato Grosso’, reúne 200 obras de 50 artistas, expostas no Museu Nacional da República em Brasília, de 18 de março a 11 de maio

Para comemorar seus 50 anos de atuação, o Sebrae Mato Grosso realiza, no Museu Nacional da República, em Brasília, uma exposição coletiva dedicada à produção artística do Estado. Lírica, crítica e solar: artes visuais em Mato Grosso, reúne 200 obras de 50 artistas, tem curadoria de Divino Sobral e Laudenir Gonçalves, com assistência de curadoria de Rosana Schmitt e expografia de Guilherme Isnard.  A exposição será inaugurada em 18 de março e ficará em cartaz até 11 de maio, na sala principal do museu.  O evento conta com a parceria do Governo do Distrito Federal e do próprio museu. 

A iniciativa abre o calendário de celebrações pelos 50 anos do Sebrae Mato Grosso, que ocorre em setembro de 2025. O objetivo é oferecer aos visitantes uma nova perspectiva sobre a história do Estado, retratada por meio da arte. A exposição se dedica a mostrar riquezas culturais que fazem parte da Cadeia da Economia Criativa, com recorte para as artes visuais, comprovando que Mato Grosso é também um grande celeiro criativo e artístico. A expectativa do Sebrae/MT é que cerca de 50 mil pessoas visitem a exposição. 

Para a diretora-superintendente do Sebrae/MT, Lélia Brun, 2025 é um ano muito especial para a instituição, afinal celebra meio século de atividades. “Estamos celebrando 50 anos de uma jornada que impactou a vida de milhares de empreendedores e o próprio desenvolvimento de Mato Grosso. Sabemos o quanto o Sebrae fez e faz pelos pequenos negócios e essa história merece ser enaltecida em grande estilo. Realizar essa exposição com artes de 50 artistas de Mato Grosso, no Museu Nacional da República, na capital Federal, é uma conquista maravilhosa, que enaltece todo esse passado, mas também anuncia nosso compromisso com o presente, e com os próximos 50 anos”, explica enfatizando o papel da arte, no contexto do empreendedorismo. 

“A arte, a Cultura, a Economia Criativa, não só geram negócios, trabalho e renda, como resumem a essência humana, são elas o ponto de convergência entre as gerações, entre as diferentes culturas que formam nossa rica sociedade”, destaca. 

“Nosso compromisso é apoiar os empreendedores de Mato Grosso e fortalecer os setores produtivos do Estado. Temos uma trajetória marcada pela dedicação ao desenvolvimento sustentável e valorização das genuínas expressões culturais mato-grossenses. Atuamos nos biomas Pantanal, Cerrado e Amazônia, com um olhar atento às tradições, costumes e culturas, impulsionando negócios que possam ganhar competitividade e conquistar novos mercados, inclusive no cenário internacional”, complementa o diretor Técnico do Sebrae/MT, André Schelini, ao falar sobre os propósitos da instituição e dos compromissos com a produção artística do Estado. 

“É preciso romper fronteiras e fazer circular a produção artística, ainda pouco conhecida no Brasil pela pouca divulgação do setor”, conclui.  

Sobre a exposição 

O processo curatorial escolheu obras e artistas de oito municípios mato-grossenses (Cuiabá, Canarana, Chapada dos Guimarães, Guiratinga, Nobres, Rondonópolis, 

Rosário Oeste e Várzea Grande), contemplando técnicas como pintura, aquarela, escultura, objetos, cerâmica, fotografia e documentário. 

As peças foram selecionadas a partir de 16 acervos, incluindo três institucionais, três comerciais e 10 privados. As obras vão estar dispostas na exposição em sete núcleos temáticos: Ancestralidade indígena e indigenismo, A natureza: entre a pujança e a devastação, A presença da arte popular, Conexão com a religiosidade, A cidade de Cuiabá e a cuiabania, O povo mato-grossense e O grande Mato Grosso e a criação das instituições artísticas. 

A exposição ainda presta homenagem a quatro personalidades femininas de grande relevância para a história da arte em Mato Grosso: Aline Figueiredo, Dalva de Barros, Maria Lygia de Borges Garcia e Magna Domingos.  Além disso, destaca a obra de Inês Correa da Costa, primeira artista mato-grossense a alcançar projeção nacional.

No total, 31 artistas vivos e 19 falecidos terão suas obras exibidas, consolidando a exposição como um tributo à rica produção artística do Estado. Dessa forma, o evento busca fortalecer e dar visibilidade ao trabalho de artistas, estudiosos e incentivadores da arte, reconhecendo a contribuição deles para a cultura mato-grossense e nacional.

O curador Divino Sobral, titular responsável por desenhar o fio condutor da pesquisa e seleção das obras, empregou a ela uma narrativa histórica. Ele explica que o simbolismo do título da exposição ‘Lírica, crítica e solar: artes visuais em Mato Grosso’, faz referência a alguns aspectos que caracterizam a produção artística. 

“Por um lado, o lirismo expresso na interpretação subjetiva e afetiva da cultura; por outro, a crítica que revela a consciência dos artistas sobre a realidade do tempo e do espaço em que eles vivem; ambos qualificados como solar, adjetivo que indica a intensa luminosidade de Mato Grosso que se traduz em sua arte de vibrante colorido, e que aponta a elevada temperatura de uma arte feita com os engenhos do cérebro e com a pulsação do coração”, diz. 

Passado, presente e futuro

Além do reconhecido conjunto de artistas que já compõem esse histórico, novos nomes do movimento contemporâneo desabrocham no contexto artístico estadual, expressando talento e sensibilidade às produções que comprovam a vocação de Mato, que merece  ocupar lugar de destaque no universo das artes e da cultura, nacional e internacional. O evento pretende inserir Mato Grosso no circuito da arte e da crítica contemporânea, ainda muito centralizada nos eixos Sul e Sudeste do Brasil.   

O Museu

O Museu Nacional da República, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, ocupa uma área de 15 mil metros quadrados. Foi inaugurado em dezembro de 2006. É um dos museus mais visitados do Brasil. Por ele passaram em 2024, 305 mil visitantes. Nos fins de semana, cerca de 5 mil pessoas visitam o local. É administrado pelo governo do Distrito Federal e compõe o conjunto cultural, formado também pela Biblioteca Nacional de Brasília, localizado no Setor Cultural Sul, Lote 2, na Esplanada dos Ministérios.

A arte mato-grossense

Mato Grosso possui um histórico respeitável no campo das artes plásticas, especialmente na pintura. Grandes artistas nasceram nos ateliês livres, criados pelo Governo do Estado, final da década de 1970, e pela Universidade Federal de Mato Grosso, que sediou o ateliê como braço educador do Museu de Arte e de Cultura Popular – Macp, no início da década de 1980 até tempos recentes, em Cuiabá. Estes espaços responderam pelo estímulo e formação de uma geração de pintores que ganhou notoriedade em movimentos importantes da arte nacional, como a ‘Geração 80’.

Artistas como Gervane de Paula, Adir Sodré, Dalva de Barros, Benedito Nunes, Regina Pena, Humberto Espindola, Vitória Basaia e muitos outros, se destacaram pela força expressiva e qualidade de suas obras e inspiraram novas gerações. A partir deles, alguns colecionadores foram atraídos para Mato Grosso, abrindo espaço para participações da arte local em exposições nacionais e internacionais.