Objetivo das visitas a Brasília foi convidar para a abertura da Festa, em fevereiro
Margareth Menezes, Ministra da Cultura, recebe Comitiva da Fenavindima – Crédito: Victor Vec
Entre as ações de divulgação para a 15ª Festa Nacional da Vindima – Fenavindima, de Flores da Cunha (RS), esteve uma visita de representantes do evento a Brasília (DF). Entre os dias 13 e 15 de dezembro, a comitiva formada pelo presidente da Festa e vice-prefeito de Flores da Cunha, Marcio Rech, pela rainha Paula Bebber e pelas princesas Bruna Marini e Caroline Foss Lovison visitou gabinetes de deputados federais, senadores e ministérios convidando para a abertura da Fenavindima, no dia 22 de fevereiro.
Entre as autoridades, a comitiva foi recebida por Milton Zuanazzi, Secretário Nacional de Planejamento do Ministério do Turismo, e por Margareth Menezes, Ministra da Cultura. Ainda, diversos representantes do Rio Grande do Sul em Brasília foram visitados, como os deputados federais Denise Pessôa, Giovani Cherini, Marcel van Hattem, Afonso Hamm e Maurício Marcon, como também os senadores Paulo Paim, Luis Carlos Heinze e Hamilton Mourão.
Além disso, o deputado federal Darci Pompeo de Mattos acompanhou os representantes da Fenavindima ao Plenário, onde fez a abertura da sessão e citou a presença da comitiva, falando com carinho da Festa e do município de Flores da Cunha.
De acordo com o presidente da Fenavindima, a experiência foi produtiva, onde todos os deputados e senadores foram muito receptivos, assim como suas equipes. “Agradecemos a cordialidade de todos. Das diversas conversas que tivemos durante nossa visita, destaco a fala da Ministra Margaret Menezes, que citou o mercado cultural diversificado do Brasil e como é importante a valorização desse grande potencial do país para o desenvolvimento econômico, por meio da geração do emprego. Investimentos em eventos culturais são essenciais e o nosso, com certeza, é muito forte, bonito e merecedor desse apoio”, afirma Rech.
Entre outros encontros, o presidente aponta que foram abordados assuntos como o asfalto em Mato Perso com o Senador Paim e o projeto relacionado à Lei de Incentivo à Cultura junto à deputada federal Denise Pessôa, além do agradecimento ao deputado federal Mauricio Marcon, que colocou o gabinete e sua assessoria à disposição da comitiva para circulação no Plenário.
Para finalizar a visita à capital federal, a comitiva estará presente nesta sexta-feira, no Salão Nacional do Turismo, realizado no Arena BRB Mané Garrincha entre os dias 15 e 17 de dezembro. Com expectativa de público de aproximadamente 30 mil visitantes, o evento trará apresentações culturais, gastronomia regional e um núcleo de conhecimento dedicado a palestras informativas sobre o setor. O Salão conta com um estande de Flores da Cunha, apresentando o município como destino turístico.
Com a corte da Festa da Nacional da Uva CREDITOS TATIANE TASSO
A 15ª Festa Nacional da Vindima será realizada de 22 de fevereiro a 10 de março de 2024, em Flores da Cunha. Neste ano, a cidade completará 100 anos de emancipação, o que é refletido no tema escolhido para a edição: O Centenário da Colheita.
Iniciativa do Festival Brasil É Terra Indígena reuniu 80 expositores em dois dias de exposição
Feira de Arte Indígena movimentou R$ 250 mil em vendas no Festival Brasil É Terra Indígena – Foto de Regis Guajajara Feira de Arte Indígena movimentou R$ 250 mil em vendas no Festival Brasil É Terra Indígena – Foto de Regis Guajajara Feira de Arte Indígena movimentou R$ 250 mil em vendas no Festival Brasil É Terra Indígena – Foto de Regis Guajajara
Parte integrante do Festival Brasil é Terra Indígena, a Feira de Arte Indígena, encerrou sua temporada de dois dias no Anexo do Museu Nacional da República com 80 expositores e a estimativa de R$ 250 mil em vendas realizadas. Mais do que um farol para a produção artesanal indígena, a maior feira do segmento já realizada no Brasil, significou também uma grande oportunidade de negócios para dezenas de artistas e microempreendedores originários dos seis biomas brasileiros.
Mais do que promover a circulação da economia de empreendedores indígenas, a Feira de Arte Indígena, “representa uma intensa troca de saberes a partir do encontro dos parentes indígenas, que passaram dois dias convivendo”, avalia o curador Marcelo Rosenbaum.
Feira de Arte Indígena movimentou R$ 250 mil em vendas no Festival Brasil É Terra Indígena – Foto de Regis Guajajara Feira de Arte Indígena movimentou R$ 250 mil em vendas no Festival Brasil É Terra Indígena – Foto de Regis Guajajara
Ele destaca que o empreendedorismo indígena é diferente do não-indígena por ser feito por coletivos e não de indivíduos. Além do lado econômico temos um valoroso diálogo cultural que tem muito valor. Que esta feira seja a primeira de muitas”, diz o curador.
Feira de Arte Indígena movimentou R$ 250 mil em vendas no Festival Brasil É Terra Indígena – Foto de Regis Guajajara
Integração No segundo dia da feira, os artesãos indígenas participaram de uma ação promovida pelo Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (Memp) para cadastrar empreendedores indígenas no Sistema de Informações Cadastrais do Artesanato Brasileiro (Sicab), sistema do Governo Federal que reúne informações necessárias à implantação de políticas públicas e ao planejamento de ações de fomento para o setor artesanal. Em seguida, estes artesãos podem ser formalmente cadastrados no Programa do Artesanato Brasileiro (PAB) em seus respectivos estados de origem.
Feira de Arte Indígena movimentou R$ 250 mil em vendas no Festival Brasil É Terra Indígena – Foto de Regis Guajajara
Valorização A Feira de Arte dos Povos Indígenas foi criada para valorizar formas de expressão de artistas indígenas, como uma plataforma para a inclusão social. Participaram produtores integrantes dos povos como Yanomami, Macuxi, Terena, Baré, Ashaninka, Kadiwéu, Guarani, Guajajara, Tremembé, Wauja, Huni Kuin e Mehinaku. A iniciativa teve o do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte.
Compras acima de R$500 dão direito a brinde e número da sorte para concorrer ao prêmio
Brasília Shopping sorteia automóvel elétrico BYD Dolphin 0Km
Mais do que uma celebração, o Natal é um sentimento. A chegada dele é marcada por uma deliciosa antecipação: a decoração temática em todos os lugares, a montagem da árvore ao lado da família, as receitas planejadas para a ceia, as canções que embalam os momentos.
Neste ano, o Brasília Shopping traz a tradição natalina para o centro da narrativa e estampa a mágica simbologia que a data evoca. A temporada exalta a beleza existente nos detalhes. Nos encontros, o privilégio de criar novas memórias ao lado dos seus. Nas declarações, a oportunidade de expressar as emoções mais genuínas. No presentear, a possibilidade de surpreender por meio de gestos.
Como não poderia ser diferente, o centro de compras preparou uma campanha especial para a data. No Compre e Concorra, o prêmio eleito foi o automóvel BYD Dolphin 0Km. Nota máxima em segurança pela Euro NCAP, o veículo 100% elétrico se destaca pelo design moderno, tamanho compacto e alto desempenho.
Para participar é fácil: a cada R$500 em compras, as notas fiscais poderão ser trocadas no aplicativo WYNK por um número da sorte. Aos finais de semana e feriados, os cupons rendem em dobro. A promoção é válida até 02/01/2024 e o sorteio será realizado no dia 03/01/2024.
Notas das compras acima de R$500 podem ser trocadas por um panetone Ofner
Natal é sinônimo de união, de festas e, claro, de panetone. Por isso, na modalidade Compre e Ganhe, os clientes que realizarem compras a partir de R$500 poderão trocar as suas notas fiscais no aplicativo WYNK por um delicioso Panettone Ofner — válido um brinde por CPF. A retirada deverá ser feita na loja promocional do shopping até 02/01/2024, ou enquanto durarem os estoques.
Vendas no Natal
Nesta temporada festiva, o Brasília Shopping tem esperado aumento de 10% nas vendas e fluxo de clientes em comparação ao mesmo período do ano passado. De acordo com levantamento feito pela Fecomércio-DF, os itens mais procurados pelos consumidores neste ano são brinquedos (38,9%), vestuário e acessórios (18,3%), calçados e acessórios (13,8%), tortas/doces/bombons (13,4%) e souvenirs (7,7%).
As operações do centro de compras se prepararam ao longo de todo o ano para atender as demandas do público na época natalina e, em alguns casos, houve o reforço do quadro de funcionários com contratações temporárias.
A mesma preocupação segue para as promoções internas, que oferecem desde cashback em loja e descontos em peças, até brindes e sorteios de produtos para incentivar o consumo.
“Todos os lojistas e colaboradores estão focados em realizar mais um Natal de sucesso, tanto em vendas quanto em pronto atendimento das demandas sinalizadas pelo nosso público. Essa é uma data muito importante e, portanto, muito aguardada, e temos buscado superar os nossos resultados de 2022”, afirma Gilberto Azevedo, superintendente do Brasília Shopping.
Na contagem regressiva para a grande festa, o shopping irá operar na próxima semana em horário especial de atendimento. Entre os dias 18/12 a 23/12 (segunda a sábado), as lojas abrirão as portas às 9h e encerrarão as atividades às 22h; a praça de alimentação funcionará das 9h às 23h. No dia 24/12 (domingo), tanto as lojas quanto a praça de alimentação funcionarão das 9h às 17h; no dia seguinte, 25/12 (segunda-feira), somente as operações gastronômicas estarão abertas, das 12h às 22h. No dia 31/12 (domingo), o funcionamento de lojas e praça de alimentação será das 10h às 15h; e no dia 1º/01 (segunda-feira), as lojas estarão fechadas e a praça de alimentação funcionará das 12h às 22h.
Nesta temporada que nos incentiva a celebração dos momentos, o Brasília Shopping te convida a mergulhar nessa atmosfera de alegria, partilha e celebração do que mais importa: as pessoas que tornam os dias ainda mais especiais.
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Serviço
Natal Brasília Shopping
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Prêmio: A cada R$ 500 (quinhentos reais) em compras, o cliente poderá adquirir um cupom para concorrer ao automóvel BYD Dolphin 0Km.
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Sorteio: Dia 03/01/2024, pela Extração da Loteria Federal.
Período da Promoção: até 02/01/2024.
Compre e Ganhe
Brinde: Em compras acima de R$ 500 (quinhentos reais), o cliente poderá adquirir um panettone Ofner (500g). Limitado a uma unidade por CPF.
Retirada: O cadastro das notas fiscais será feito via aplicativo WYNK e o brinde poderá ser retirado na loja promocional enquanto durar o estoque no local.
Período da promoção: até 02/01/2024, ou enquanto durarem os estoques.
“Mais um Dia, Zona Norte” é o grande vencedor da Mostra Competitiva Nacional
Foto Bené França
Longa-metragem carioca arrematou sete prêmios, incluindo de melhor longa-metragem pelo Júri Oficial
Com os Candangos de melhor edição de som e direção de arte, o brasiliense “Cartório das Almas” foi consagrado como Melhor Longa pelo Júri Popular
Foto Bené França
“O Dia que Te Conheci” ficou com os Candangos de roteiro, ator (Renato Novaes) e atriz (Grace Passô), além do prêmio Zózimo Bulbul
Mostra Brasília premia “Rodas de Gigante”, sobre o ator e diretor Hugo Rodas, com o Troféu CLDF de melhor longa, direção e montagem. “Não Existe Almoço Grátis” leva o júri popular
“Pastrana” ganhou melhor curta do Júri e “Vão das Almas” foi o melhor curta pelo público
Foto Bené França
A 56ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro consagarou “Mais um Dia, Zona Norte”, de Allan Ribeiro, com o Troféu Candango de melhor longa-metragem pelo Júri Oficial da Mostra Competitiva Nacional, na noite de premiação, realizada neste sábado (16), no Cine Brasília. A cerimônia teve apresentação do ator Rocco Pitanga e da atriz Ana Luiza Bellacosta.
“Mais um Dia, Zona Norte” também foi quem mais arrematou troféus na noite, sendo agraciado com os prêmios de melhor ator e atriz coadjuvante (para Victor Veiga e Valéria Silva), melhor trilha sonora (para Allan e o músico Tibor Fittel) e ainda com as honrarias especiais do júri (para Silvio Fernandes); da crítica, entregue pelo Júri Abraccine; e do Prêmio Like, que concede R$ 50 mil em mídia para difusão do filme no Canal Like.
Esta foi a segunda vez que o diretor carioca tem sua obra premiada em Brasília, após pouco mais de dez anos, quando levou os Candangos de melhor direção de arte e de melhor edição na edição de 2012, com o filme “Esse Amor que nos Consome”.
O brasiliense “Cartório das Almas”, de Leo Bello, caiu nas graças do público na Competitiva Nacional, com o troféu de melhor longa-metragem pelo Júri Popular. A produção levou também os Candangos de melhor edição de som (Olivia Hernandez) e de melhor direção de arte (Maíra Carvalho).
Quem também arrematou uma série de troféus Candangos nesta edição do Festival de Brasília foi o mineiro “O Dia Que Te Conheci”, de André Novais. Além de receber o Prêmio Zózimo Bulbul, a produção foi lembrada em outras três categorias: melhor roteiro, para o diretor André Novais; melhor ator, para Renato Novais; e melhor atriz, para Grace Passô, que aumenta sua coleção de Candangos. Ela foi premiada em 2018 como melhor atriz pelo filme anterior de Novais, “Temporada”, e ainda ganhou como melhor curta, por seu trabalho como diretora em “República”, na edição de 2020.
Entre os longas da Mostra Nacional, quase todos os filmes foram premiados em alguma categoria. “A Transformação de Canuto” ficou com o Candango de fotografia (Camila Freitas) e direção (Ariel Kuaray e Ernesto de Carvalho), enquanto o documentário “No Céu da Pátria Nesse Instante” levou melhor montagem (Renata Baldi e Sandra Kogut) e o Prêmio Especial do Júri.
Dentre os curtas-metragens, o maior destaque da premiação ficou com o documentário poético e semi-autobiográfico “Pastrana”, de Gabriel Motta e Melissa Brogni, Troféu Candango de melhor curta-metragem segundo o Júri Popular, Prêmio Canal Brasil de Curtas, além de melhor montagem (para Bruno Carboni).
No Júri Popular, o documentário “Vão das Almas”, de Edileuza Penha e Santiago Dellape, foi o preferido do público como melhor curta-metragem da Competitiva Nacional.
Foto Bené França
O prêmio de melhor direção foi para a cineasta GG Fákọ̀làdé, por “Remendo”, que também levou o Prêmio Abraccine, outorgado pelo júri da crítica. O filme ainda arrebatou o troféu de melhor ator pelo trabalho de Elídio Netto.
Jhonnã Bao foi premiada melhor atriz e roteirista (em temática afirmativa) por seu curta “Erguida”, realizado por um equipe formada em grande parte por artistas travestis e mulheres trans, além de receber o reconhecimento do Prêmio Zózimo Bulbul.
O melhor roteiro do Júri Oficial ficou com Catapreta, que assina a animação “Dona Beatriz Ñsîmba Vita”. Demais prêmios técnicos foram conferidos a “Helena de Guaratiba” (fotografia e trilha sonora), “Cáustico” (direção de arte), “Axé Meu Amor” (edição de som) e “Cidade by Motoboy” (menção honrosa).
Foto Bené França
Na Mostra Brasília, o júri do 25º Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal consagrou o documentário sobre o teatrólogo uruguaio-brasiliense Hugo Rodas. “Rodas de Gigante” foi premiado como melhor longa pelo Júri Oficial, além de melhor direção (Catarina Accioly) e melhor montagem (Sérgio Azevedo). O filme também leva o Troféu Saruê, da equipe do jornal Correio Braziliense, reconhecimento por proporcionar o melhor momento do festival.
Dentre os curtas, “Instante” foi o grande vencedor, com o prêmio de melhor curta pelo Júri Oficial, além dos troféus de melhor atriz e de melhor roteiro para a diretora Roberta Rangel. “Não Existe Almoço Grátis”, de Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel, e “Nada se Perde”, de Renan Montenegro, foram eleitos, respectivamente, melhor longa e melhor curta segundo o Júri Popular e ainda receberam menção honrosa do Júri Oficial.
Outros destaques da Mostra Brasília ficaram com “Ecos do Silêncio” (melhor fotografia e ator) e “O Sonho de Clarice”, que arrebanhou a maioria dos prêmios técnicos (direção de arte, trilha sonora e edição de som).
A Mostra Competitiva do 56º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro contabilizou 2.818 ingressos vendidos e a Mostra de Brasília teve 2.232 ingressos entregues. Estes são números apenas dos ingressos, sem contar com os diretores, produtores e convidados. Ao todo, contando público, que encheu a sala e frequentadores da praça de alimentação, passaram 12 mil pessoas pelo Festival de Brasília em 2023.
O 56º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro foi realizado pela Associação Amigos do Futuro e Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, e contou com o apoio do Canal Brasil, Canal Like, Apex Brasil e Cine Brasília.
LISTA DE PRÊMIOS DO 56º FESTIVAL DE BRASÍLIA
MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL | Troféu Candango
Foto Bené França
Longas-metragens
Melhor LONGA-METRAGEM Júri Oficial
MAIS UM DIA, ZONA NORTE, de Allan Ribeiro
Melhor LONGA-METRAGEM Júri Popular
CARTÓRIO DAS ALMAS, de Leo Bello
Melhor DIREÇÃO
ARIEL KUARAY ORTEGA E ERNESTO DE CARVALHO, por A Transformação de Canuto
Melhor ATOR
RENATO NOVAIS, por O Dia Que Te Conheci
Melhor ATRIZ
GRACE PASSÔ, por O Dia Que Te Conheci
Melhor ATOR COADJUVANTE
VICTOR VEIGA, por Mais Um Dia, Zona Norte
Melhor ATRIZ COADJUVANTE
VALERIA SILVA, por Mais Um Dia, Zona Norte
Melhor ROTEIRO
ANDRÉ NOVAIS OLIVEIRA, por O Dia Que Te Conheci
Melhor FOTOGRAFIA
CAMILA FREITAS, por A Transformação de Canuto
Melhor DIREÇÃO DE ARTE
MAÍRA CARVALHO, por Cartório das Almas
Melhor TRILHA SONORA
ALLAN RIBEIRO E TIBOR FITTEL, por Mais Um Dia, Zona Norte
Melhor EDIÇÃO DE SOM
OLIVIA HERNANDEZ, por Cartório das Almas
Melhor MONTAGEM
RENATA BALDI E SANDRA KOGUT, por No Céu da Pátria Nesse Instante
Melhor ROTEIRO DE TEMÁTICA AFIRMATIVA
ARIEL KUARAY E ERNESTO DE CARVALHO, por A Transformação de Canuto
PRÊMIO ESPECIAL DO JÚRI
NO CÉU DA PÁTRIA NESSE INSTANTE, de Sandra Kogut
MENÇÃO HONROSA
SILVIO FERNANDES Mais Um Dia, Zona Norte
Curtas-metragens
Melhor CURTA-METRAGEM Júri Oficial
PASTRANA, de Gabriel Motta e Melissa Brogni
Melhor CURTA-METRAGEM Júri Popular
Foto Bené França
VÃO DE ALMAS, de Edileusa Penha e Santiago Dellape
Melhor DIREÇÃO
GG FÁKÒLÀDÉ, por Remendo
Melhor ATOR
ELÍDIO NETTO, por Remendo
Melhor ATRIZ
JHONNÃ BAO, por Erguida
Melhor ROTEIRO
CATAPRETA, por Dona Beatriz Ñsîmba Vita
Melhor FOTOGRAFIA
PEDRO RODRIGUES, por Helena de Guaratiba
Melhor DIREÇÃO DE ARTE
CARMEN SAN THIAGO, por Cáustico
Melhor TRILHA SONORA
DJ MACHINTAL, por Helena de Guaratiba
Melhor EDIÇÃO DE SOM
DAVID NEVES, por Axé Meu Amor
Melhor MONTAGEM
BRUNO CARBONI, por Pastrana
Melhor ROTEIRO DE TEMÁTICA AFIRMATIVA
JHONNÃ BAO, por Erguida
MENÇÃO HONROSA
CIDADE BY MOTOBOY, de Mariana Vita
VÃO DAS ALMAS, de Edileuza Penha de Souza e Santiago Dellape
Foto Bené França
MOSTRA BRASÍLIA | 25º Troféu Câmara Legislativa
Melhor LONGA-METRAGEM Júri Oficial
RODAS DE GIGANTE, de Catarina Accioly
Melhor CURTA-METRAGEM Júri Oficial
INSTANTE, de Paola Veiga
Melhor LONGA-METRAGEM Júri Popular
NÃO EXISTE ALMOÇO GRÁTIS, de Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel
Melhor CURTA-METRAGEM Júri Popular
NADA SE PERDE, de Renan Montenegro
Melhor DIREÇÃO
CATARINA ACCIOLY, por Rodas de Gigante
Melhor ATOR
THALLES CABRAL, por Ecos do Silêncio
Melhor ATRIZ
ROBERTA RANGEL, por Instante
Melhor ROTEIRO
ROBERTA RANGEL, PAOLA VEIGA e EMANUEL LAVOR, por Instante
Melhor FOTOGRAFIA
KRISHNA SCHMIDT E ANDRÉ CARVALHEIRA, por Ecos do Silêncio
Melhor DIREÇÃO DE ARTE
JOÃO CAPOULADE, JULIET JONES E SARAH GUEDES, por O Sonho de Clarice
Melhor TRILHA SONORA
Foto Bené França
CESAR LIGNELLI, por O Sonho de Clarice
Melhor EDIÇÃO DE SOM
FERNANDO VIEIRA E FRANCISCO VASCONCELOS, por O Sonho de Clarice
Melhor MONTAGEM
SÉRGIO AZEVEDO, por Rodas de Gigante
Menção Honrosa do Júri
ESTRELA DA TARDE, de Francisco Rio
NADA SE PERDE, de Renan Montenegro
NÃO EXISTE ALMOÇO GRÁTIS, de Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel
PRÊMIOS ESPECIAIS
Foto Bené França
Prêmio Zózimo Bulbul
entregue pela Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro (Apan) e pelo Centro Afrocarioca de Cinema para os filmes que têm o corpo negro na frente e por trás das câmaras e pela inovação estética e narrativa na abordagem de subjetividades negras
Melhor curta-metragem: ERGUIDA, de Jhonnã Bao
Melhor longa-metragem: O DIA QUE TE CONHECI,de André Novais
Menção Honrosa: A CHUVA DO CAJU, de Alan Scharvsberg
Prêmio Abraccine
Entregue pelo Júri da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine)
Melhor longa-metragem: MAIS UM DIA, ZONA NORTE, de Allan Ribeiro
Melhor curta-metragem: REMENDO, de GG Fákọ̀làdé
Troféu Saruê
Entregue pela equipe do Correio Braziliense para o melhor momento, filme ou personalidade no Festival de Brasília
RODAS DE GIGANTE, de Catarina Accioly
Prêmio Canal Brasil
Prêmio em dinheiro entregue pela emissora para o melhor curta-metragem, que passará a integrar a grade de programação do canal
PASTRANA, de Gabriel Motta e Melissa Brogni
Foto Bené França
Prêmio Like
Prêmio em dinheiro, com apoio de mídia e publicidade em veiculação entregue pela emissora ao filme reconhecido como melhor longa-metragem pelo Júri Oficial
Mostra Brasília abre a programação noturna do Cine Brasília na segunda (11)
Mais longevo festival de cinema do país, o FBCB ocorre até 16 de dezembro de 2023, com exibições da Mostra Competitiva Nacional, Mostra Brasília e três mostras paralelas no Cine Brasília
Filmes do primeiro dia da Mostra Competitiva Nacional foram ovacionados pelo público
Começam hoje Mostra Coproduções, oficinas online e palestras no Espaço Cultural Renato Russo
Após uma projeção vibrante da sessão beneficente dofilme Utopia Tropical, de João Amorim, às 18h, o público do Cine Brasília compareceu em peso para prestigiar, às 21h, o primeiro dia da Mostra Competitiva Nacional do 56º Festival de Brasília do CinemaBrasileiro.
Todos os três filmes exibidos na mostra foram ovacionados pelo público. A noite reuniu os curtas “Cidade By Motoboy”, de Mariana Vita, uma história de afeto produzida em três cidades do interior de São Paulo só com equipe local; e “Pastrana”, documentário poético e semiautobiográfico da diretora Melissa Brogni, que rememora a perda de seu amigo de skate downhill, o premiado atleta que dá nome ao filme.
Ápice da noite, o longa-metragem “Céu da Pátria Nesse Instante”, arrancou muita emoção do público do Cine Brasília. O filme de Sandra Kogut documentou a complexa corrida eleitoral de 2022, pela ótica de militantes, até o trágico desdobramento da escalada de violência da campanha bolsonarista que levou à invasão dos Três Poderes no dia 8 de janeiro.
Na programação de hoje, a 56ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro apresenta o primeiro dia de competição da Mostra Brasília, que vai até quinta-feira, sempre às 18h, no Cine Brasília, com entrada franca. Hoje serão exibidos os curtas “Malu e a Máquina”, de Ana Luíza Meneses, e “A Menina Corina em: Quantos Mundos Cabem em um Mundo Só?”, de Luciellen Castro, além do longa “O Sonho de Clarice”, de Fernando Gutiérrez e Guto Bicalho.
Além da Mostra Brasília, o Cine Brasília também recebe, gratuitamente, às 14h, a primeira sessão da Mostra Coproduções, que reúne títulos brasileiros realizados em parceria com outros países. Hoje, a sessão será do longa-metragem “O Livro dos Prazeres”, de Marcela Lordy, uma coprodução Brasil e Argentina.
Organizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, em parceria com a organização da sociedade civil Amigos do Futuro, o 56º Festival de Brasília inaugura hoje também as mesas de palestras no Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul) e as oficinas on-line, no canal do festival no YouTube. Confira a programação abaixo.
SERVIÇO – 56º FESTIVAL DE BRASÍLIADO CINEMA BRASILEIRO
Data: 9 a 16 de dezembro de 2023
Locais: Cine Brasília (106/107 Sul), Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul), Complexo Cultural de Planaltina, Complexo Cultural Samambaia, Hotel Hplus Vision e Auditório II do Museu Nacional da República.
Ingressos da Cerimônia de Abertura: Gratuito com retirada na bilheteria do Cine Brasília a partir de duas horas antes da programação.
Ingressos da Mostra Competitiva Nacional a R$ 20,00 e R$ 10,00, à venda na bilheteria do Cine Brasília a partir de duas horas antes de cada sessão.
Ingressos da Mostra Competitiva Nacional no Complexo Cultural Samambaia tem entrada gratuita e retirada de ingresso uma hora antes da sessão.
Ingressos Mostra Brasília no Cine Brasília tem entrada gratuita e retirada de ingressos duas horas antes da sessão.
Exibições no Cine Brasília (21h) com ingressos a R$ 20 e R$ 10 (meia), e no Complexo Cultural Samambaia (20h) com entrada franca
10 de dezembro
No Céu da Pátria Nesse Instante
Direção: Sandra Kogut
*exibido também no Complexo Cultural de Planaltina, às 20h
11 de dezembro
Mais um Dia, Zona Norte
Direção: Allan Ribeiro
12 de dezembro
Nós Somos o Amanhã
Direção: Lufe Steffen
13 de dezembro
O Dia Que Te Conheci
Direção: André Novais Oliveira
14 de dezembro
Cartório das Almas
Direção: Leo Bello
15 de dezembro
A Transformação de Canuto
Direção: Ariel Kuaray Ortega e Ernesto de Carvalho
MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL
CURTAS-METRAGENS
Exibições no Cine Brasília (21h) com ingressos a R$ 20 e R$ 10 (meia), e no Complexo Cultural Samambaia (20h) com entrada franca
10 de dezembro
Cidade By Motoboy
Direção: Mariana Vita
Pastrana
Direção: Gabriel Motta e Melissa Brogni
*exibidos também no Complexo Cultural de Planaltina, às 20h
11 de dezembro
Axé Meu Amor
Direção: Thiago Costa
Erguida
Direção: Jhonnã Bao
12 de dezembro
Helena de Guaratiba
Direção: Karen Black
Remendo
Direção: Roger Ghil (GG Fákọ̀làdé)
13 de dezembro
Dona Beatriz Ñsîmba Vita
Direção: Catapreta
Queima Minha Pele
Direção: Leonardo Amorim
*exibidos também no Complexo Cultural de Planaltina, às 20h
14 de dezembro
Cáustico
Direção: Wesley Gondim
O Nada
Direção: André Ladeia
15 de dezembro
A Fumaça e o Diamante
Direção: Bruno Villela, Fábio Bardella e Juliana Almeida
Vão das Almas
Direção: Edileuza Penha de Souza e Santiago Dellape
MOSTRA BRASÍLIA
LONGAS-METRAGENS
Exibições no Cine Brasília (18h) com entrada franca
11 de dezembro
O Sonho de Clarice
Direção: Fernando Gutiérrez e Guto Bicalho
12 de dezembro
Ecos do Silêncio
Direção: André Luiz Oliveira
13 de dezembro
Não Existe Almoço Grátis
Direção: Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel
*exibido também no Complexo Cultural de Planaltina, às 20h
14 de dezembro
Rodas de Gigante
Direção: Catarina Accioly
MOSTRA BRASÍLIA
CURTAS-METRAGENS
Exibições no Cine Brasília (18h) com entrada franca
11 de dezembro
Malu e a Máquina
Direção: Ana Luíza Meneses
A Menina Corina em: Quantos Mundos Cabem em um Mundo Só?
Direção: Luciellen Castro
12 de dezembro
Glitter Carnavalesco: a História do Bloco das Montadas
Direção: Marla Galdino
Instante
Direção: Paola Veiga
13 de dezembro
Nada se Perde
Direção: Renan Montenegro
Só Quem Tem Raiz
Direção: Josianne Diniz
*exibidos também no Complexo Cultural de Planaltina, às 20h
14 de dezembro
A Chuva do Caju
Direção: Alan Schvarsberg
Estrela da Tarde
Direção: Francisco Rio
MOSTRA PARALELA
OUTROS OLHARES
Exibições no Cine Brasília com entrada franca
10 de dezembro, às 14h
Uma Carta Para Papai Noel
Direção: Gustavo Spolidoro
13 de dezembro, das 14h às 17h40
Sekhdese
Direção: Graciela Guarani e Alice Gouveia
+ A Batalha da Rua Maria Antônia
Direção: Vera Egito
14 de dezembro, às 14h
Crônicas de Uma Jovem Família Preta!
Direção: Davidson D. Candanda
MOSTRA PARALELA
FESTIVALZINHO
Exibições no Cine Brasília, dias 10 e 16 de dezembro (10h), com entrada franca, e no Complexo Cultural de Planaltina, dias 13 de dezembro (09h) e 14 de dezembro (14h)
A Baleia Mágica
Direção: Douglas Alves Ferreira
Agosto dos Ventos
Direção: Paulo Antunes
Anacleto, o Balão
Direção: Carol Sakura e Walkir Fernandes
Brincando de Imaginar
Direção: Otavio Zucon e Nélio Spréa
Contos Mirabolantes – O Olho do Mapinguari
Direção: Andrei Miralha
Cora e os Corais
Direção: Levi Luz e Bia Hetzel
Os Pelúcias
Direção: Vivian Altman e Sergio Pizza
Palavras Mágicas
Direção: Carlon Hardt
Tom Tamborim
Direção: Maria Carolina e Igor Souza
Vovô Joel
Direção: Douglas Gomes
MOSTRA PARALELA
MOSTRA COPRODUÇÕES
Sessões nos dias 11, 12 e 15 de dezembro, no Cine Brasília, com entrada franca
11 de dezembro, às 14h
O Livro dos Prazeres
Direção: Marcela Lordy
12 de dezembro, às 14h
Puan
Direção: María Alché e Benjamín Naishat
15 de dezembro, às 14h
Levante
Direção: Lillah Halla
15 de dezembro, às 18h
Sem Coração
Direção: Tião e Nara Normande
PROGRAMAÇÃO DOAMBIENTE DE MERCADO
CLÍNICAS DE PROJETOS E PITCHINGS ABERTOS
12, 13 e 14 de dezembro, das 10h30 às 12h30, e das 14h às 18h
15 de dezembro, das 10h30 às 12h30, e das 14h às 16h
Infinu – Comunidade Criativa
Clínica de Projetos com Marton Olympo – inscrições encerradas
15 de dezembro, das 16h30 às 18h30
Sala Oscar Niemeyer – Hotel Hplus Vision
Pitchings abertos dos projetos participantes das Clínicas de Projetos para o Canal Brasil, Paramount+, Box Brazil e a sales agent Júnia Matsuura.
ENCONTROS COM PLAYERS
11 de dezembro, das 14h às 18h
Sala Lucio Costa – Hotel Hplus Vision
Encontros com os players convidados pela ApexBrasil para as rodadas de negócios do festival. Evento fechado.
11 de dezembro, das 18h às 20h
Sala Lucio Costa – Hotel Hplus Vision
Coquetel ApexBrasil com os convidados nacionais e internacionais. Evento fechado.
14 de dezembro, das 14h às 18h
Sala Lucio Costa – Hotel Hplus Vision
Encontros com alguns dos players convidados pelo Festival de Brasília para a presente edição do Ambiente de Mercado: Globo Filmes, Box Prime, Canal Brasil, Boutique Filmes, Glaz, Cine Group, Paramount e EBC.
RODADAS DE NEGÓCIOS
12 de dezembro, das 16h30 às 18h30
13 de dezembro, das 14h às 16h
14 e 15 de dezembro, das 11h às 13h
Sala Oscar Niemeyer – Hotel Hplus Vision
Rodadas de negócios com os players convidados pelo Festival de Brasília para a presente edição do Ambiente de Mercado: Globo Filmes, Cardume, Descoloniza Filmes, Olhar FIlmes, Vitrine-Manequim, Boutique, Todes Play, Cinegroup, Canal Brasil, Glaz, Box Brazil, Paramount, EBC e a sales agent Júnia Matsuura.
ENCONTROS SETORIAIS
12 de dezembro, das 14h às 16h
Sala Lucio Costa – Hotel Hplus Vision
Encontro da Conexão Audiovisual Centro-Oeste, Norte, Nordeste (Conne)
Com Cibele Amaral (Conne), Patrick D’Jhong (Aprocine), Núbia Santana (Aprocine), Péterson Paim (ABCV), Tiago de Aragão (Convergências) e representantes da Apan e da Sapi. Mediação: Clemilson Farias
13 de dezembro, das 9h às 12h
Sala Oscar Niemeyer – Hotel Hplus Vision
Internacionalização do Cinema Brasileiro com a Apex, com representantes da Ancine, Bravi, MinC e ApexBrasil.
Após uma pausa para sediar o Festival de Brasília, o cinema mais tradicional do DF volta com as estreias de “Uma carta para Papai Noel”, “Três Tigres Tristes” e “Pedágio”
Ao longo de 13 dias, o Cine Brasília foi palco para a produção e para o evento da 56ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Mas a partir do dia 19 de dezembro, a sala de cinema mais querida do Distrito Federal retoma sua programação habitual, apresentando três estreias, uma sessão especial com debate e uma sessão de curtas-metragens.
Um dos destaques desta semana é a estreia do longa-metragem Uma carta para Papai Noel. Sob a direção de Gustavo Spolidoro, a história gira em torno de Jonas e as crianças de um lar de acolhimento que não recebem presentes no Natal. Preocupado, Jonas escreve uma carta para Papai Noel, comovendo-o profundamente. Papai Noel, disfarçado como Leon, o Conserta-Tudo, junto com Maria Noel e Tata, embarca em uma jornada para descobrir o motivo. Ao longo da história, eles não apenas revelam o porquê da ausência de presentes, mas também descobrem o verdadeiro significado do Natal, destacando a generosidade e união.
Outro longa que entra em cartaz no Cine é o filme Três Tigres Tristes, de Gustavo Vinagre. O drama acompanha a vida de três jovens em uma kitnet na Liberdade, São Paulo: um aspirante a artista plástico, uma mulher trans e um performer soropositivo. Enfrentando a ameaça de despejo devido ao atraso no aluguel, cada um busca soluções individuais. O filme explora as relações entre eles, revelando histórias que os uniram e tragédias que os separaram de suas famílias. Uma narrativa sensível sobre amizade, superação e os desafios daqueles à margem da sociedade.
O drama Pedágio, da diretora Carolina Markowicz, que estreou no Festival de Toronto e foi participação destacada no Festival de San Sebastián chega a tela do Cine Brasília. O filme consagrou quatro prêmios no Festival de Cinema do Rio, em outubro deste ano. A história traz a atriz Maeve Jinkings como a protagonista Suellen. Diante da insatisfação com a orientação sexual de seu filho, ela se envolve em atividades ilícitas na busca por financiamento para uma suposta cura. Pedágio explora as opressões e violências enfrentadas pela comunidade LGBTQIA+, destacando as incoerências e atrocidades perpetradas por setores específicos da sociedade, tornando-se ainda mais evidentes nos últimos anos.
SESSÃO ESPECIAL
No dia 19, o Cine Brasília recebe uma sessão especial do filme O Céu Perdeu a Cor, de Gustavo Serrate, a partir das 19h. A trama aborda a intrincada teia de histórias entrelaçadas na paisagem urbana do DF. Com uma narrativa fragmentada e personagens enfrentando desafios pessoais, o enredo mergulha na busca pela redenção de quatro indivíduos: um músico idoso enfrentando a falta de vontade de viver; outro lidando com o desespero após ser abandonado por um amor; uma mulher tentando equilibrar a vida com a epilepsia que impacta sua carreira como dançarina; e uma pessoa literalmente perdida, sem rumo definido. O filme explora como essas vidas despedaçadas buscam acertar as contas com suas próprias trajetórias em meio à complexidade da vida urbana.
Após a exibição, o diretor Gustavo Serrate participa como mediador de um debate com o tema “Cinema independente e o direito à cidade”, ao lado de Suellen Batista e Larô Gonzaga, ambos do projeto Jovem de Expressão, Zeca Sena, do Coletivo Supernova, e Ramona Jucá, da ocupação cultural Mercado Sul Vive. Tanto a sessão quanto o debate são gratuitos.
SESSÃO DE CURTAS DO DF
Na quarta-feira, 20, a tela do Cine exibe uma sessão gratuita com três curtas de realizadores do DF: As Inesquecíveis, de Rafaelly (La Conga Rosa), As Miçangas, de Rafaela Camelo e Emanuel Lavor, e Paisagem em Chamas, de Silvio Mendonça. Antes de cada exibição, os diretores farão falas.
A sessão inicia às 20h com o curta As Inesquecíveis, que celebra a vida e a conexão entre as experiências diárias e as comunidades políticas de pessoas trans no Brasil ao longo do tempo. As Miçangas, por sua vez, busca promover reflexões sobre o aborto por meio de uma abordagem sutil que mescla crueza e alegoria. A intenção é não apenas explorar o aspecto cotidiano dessa prática, mas também abordar as complexidades envolvidas, incluindo sentimentos de culpa e a importância da fraternidade. E Paisagem em Chamas propõe abrir um diálogo público sobre a relevância, e ao mesmo tempo os obstáculos, de assistir a filmes de maneira coletiva no Distrito Federal.
Os ingressos para as sessões regulares no Cine Brasília custam R$ 20 (inteira) e R$ 10
(meia) e podem ser adquiridos na bilheteria do cinema ou no Site
SERVIÇO – CINE BRASÍLIA
Endereço: Asa Sul Entrequadra Sul 106/107 – Brasília, DF, 70345-400.
56ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
SEXTA-FEIRA, 15/12
56ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
SÁBADO, 16/12
56ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
DOMINGO, 17/18
Fechado para pós-produção do FBCB
SEGUNDA-FEIRA, 18/12
Fechado para pós-produção do FBCB
TERÇA-FEIRA, 19/12
10h00 — Uma carta para Papai Noel
14h00 — Três Tigres Tristes
16h00 — Pedágio
19h00 — Exibição do filme O Céu Perdeu a Cor + debate após a sessão
QUARTA-FEIRA, 20/12
10h00 — Uma carta para Papai Noel
14h00 — Três Tigres Tristes
16h00 — Pedágio
18h00 — Três Tigres Tristes
20h00 — Sessão de Curtas DF – As Inesquecíveis, Miçangas e Paisagem em Chamas
ESTREIAS
Uma carta para Papai Noel
(Infantil/Brasil/2023/100min)
De Gustavo Spolidoro
Elenco: José Rubens Chachá, Caetano Rostro Gomes
Sinopse: Papai Noel está em crise: esqueceu sua infância e sente-se abandonado pelas crianças, que não se interessam por ele, apenas pelos presentes. Ao receber a carta de Johan, Noel forma um vínculo especial com o menino órfão e os dois partem em uma jornada em busca do seu passado e do motivo de Johan nunca ganhar presentes no Natal.
Elenco: Isabella Pereira, Jonata Vieira, Pedro Ribeiro, Gilda Nomacce, Carlos Esher
Sinopse: São Paulo, em um futuro distópico não muito distante do presente. Três jovens queer que andam à deriva por uma cidade sangrando pela pandemia e pelo capitalismo desenfreado, lembrando-se dos últimos amantes um do outro, compartilhando suas experiências com o HIV, recebendo dicas de maquiagem para rostos mascarados e finalmente se juntando a outros esquecidos pela sociedade.
Elenco: Maeve Jinkings, Kauan Alvarenga, Thomás Aquino, Aline Marta Maia
Sinopse: Suellen, cobradora de pedágio, percebe que pode usar seu trabalho para fazer uma renda extra ilegalmente. Mas tudo por uma causa nobre: financiar a ida de seu filho à caríssima cura gay ministrada por um famoso pastor estrangeiro.
Sinopse: Em uma narrativa fragmentada por lapsos de tempo, histórias se atravessam na colcha de retalhos da paisagem urbana do DF. Quatro pessoas despedaçadas em seu íntimo tateiam no escuro por uma maneira de acertar as contas com a vida. Um músico idoso, não tem mais forças para viver; outro, abandonado por um amor, está tomado pelo desespero; outra tenta conciliar a vida cotidiana com a epilepsia latente que atrapalha seu desempenho na profissão de dançarina e a outra, literalmente perdida, sem uma clara noção de para onde ir, perambula sem destino definido.
Sinopse: A onça pintada é o maior felino das Américas. A onça pintada também é o animal conhecido por sua beleza e, uma vez achado no meio da floresta, se torna impossível desviar os olhos do esplendor de sua pele. As pessoas onças pintadas são, tal como o felino em questão, pura força de vida. Nesse filme de celebração das várias possibilidades dos corpos trans, a forma de contar sobre essas vidas deve se aliar ao passo da onça no meio do mato: selvagem, livre e opulenta. (C.A.)
Classificação indicativa: Livre.
As Miçangas
(Drama/Brasil/2023/19min)
De Rafaela Camelo e Emanuel Lavor
Elenco: Tícia Ferraz, Pâmela Germano e participação especial de Karine Teles
Sinopse: Em uma casa isolada no coração do cerrado, duas irmãs preparam um aborto sem se darem conta de que há uma serpente ali dentro.
Classificação indicativa: 16 anos.
Paisagem em Chamas
(Documentário/Brasil/2023/7min)
De Silvio Mendonça
Sinopse: Brasília pegou fogo e não sobrou muita coisa. Um filme sobre ruínas cinematográficas.
Contexto histórico, social e religioso explica a evolução da simbologia do período festivo, afirma especialista do CEUB
Independente dos costumes ou crenças, o Natal simboliza um momento fraterno e festivo, marcado pelas luzes, adornos, presentes e reuniões familiares. Mas você já se perguntou de onde surgiu a tradição de comemorar o dia 25 de dezembro? Scarlett Dantas, professora de História do Centro Universitário de Brasília (CEUB), explica a origem da tradição cultural natalina, seus significados e símbolos de uma das festas mais populares do mundo. Conheça as diferentes datas em que se celebra o Natal pelo mundo, além das diversas histórias por trás da figura do Papai Noel.
A historiadora esclarece que a celebração do Natal, com esse nome, teve início no século IV, quando a Igreja de Roma escolheu o dia 25 de dezembro como a data do nascimento de Cristo. No hemisfério norte, o dia 25 de dezembro se tornou uma data simbólica, uma vez que é o dia do solstício de inverno e indicava o renascimento de Mitra (associada ao sol), como chamavam os romanos “Natalis Solis Invicti”. Naquela época, foi criado o primeiro canto natalino, ‘Veni Redemptor Gentium’. “No início da Idade Média, o Natal não era considerado uma festa associada a diversão, mas sim a um momento de orações. No século XIII, temos notícia de que Francisco de Assis teria montado uma peça de teatro representando o nascimento de Cristo, com pessoas reais em trajes antigos”.
De acordo com a docente do CEUB, em 1223, as pessoas foram substituídas por estátuas e esculturas, com figurinos elaborados, montados na estrutura do presépio e com os personagens bíblicos assistindo ao nascimento de Jesus. No final da Idade Média, por volta do século XV, o Natal já era comemorado com danças, comidas, brincadeiras e jogos que duravam um ciclo de festividades, que, em geral, iam de 24 de dezembro até 6 de janeiro.
Em virtude da diferença entre os calendários vitoriano e gregoriano e da importância dada à “Epifania”, a especialista revela que no oriente os cristãos comemoram o Natal nos dias 6 e 7 de janeiro. Em outros lugares, onde o cristianismo não se desenvolveu de forma notável, como nos países de tradição islâmica, judaica e budista, não há grandes comemorações pelo nascimento de Cristo.
As 1.000 faces do Papai Noel
Segundo Scarlett Dantas, o Papai Noel é uma mistura de tradições. Uma delas é a de São Nicolau, um cristão grego, que viveu no Império Romano entre 270 e 343 e se tornou bispo de Mira. Em virtude dos relatos de milagres associados a ele, São Nicolau foi canonizado e é reverenciado como santo na Igreja Católica e Ortodoxa. “Muitos de seus milagres estão vinculados à prática da caridade, às doações e à ressuscitação de crianças. Em decorrência disso, 6 de dezembro foi consagrado à troca de presentes e às crianças. ‘São Nicolau’, ‘Saint Nicolas’ e ‘Sinterklaas’ significam o mesmo nome em diferentes origens”, destaca.
A historiadora também cita o “Father Christmas”, tradição britânica que remonta ao século XV. Essa figura é associada a um velhinho bem-humorado e gorducho, que usava roupas com peles vermelhas ou verdes e que gostava de bebida, comida e música. Em virtude dos conflitos religiosos do século XVII, os puritanos teriam tentado eliminar todas as tradições e heranças culturais consideradas católicas. “O Natal foi proibido pelo parlamento britânico em 1644, sendo restaurado 16 anos depois. Como o Father Christmas não tinha vinculação direta com um santo, sua figura se popularizou, entre puritanos e católicos. No Brasil, o nome ‘Papai Noel’ está vinculado ao ‘Papai Natal’, como é chamado em Portugal.
Já no ocidente, a figura do Papai Noel foi disseminada nos Estados Unidos, declara Scarlett. Devido à presença de imigrantes, essas heranças folclóricas e de diferentes tradições se misturaram e transformaram na primeira metade do século XIX, a figura de Santa Klaus. A professora menciona o poema “A visit from Saint Nicholas”, mais conhecido como “The Night Before Christmas”, do estadunidense Clement Clarke Moore, que apareceu pela primeira vez em 1823 e se tornou popular na época. “Ele foi o responsável por conceber a figura do Papai Noel, inclusive a ideia de que ele se transporta em um trenó puxado por renas voadoras”, explica.
Tradições de presentear
Nas festividades da Saturnália havia o oferecimento de presentes entre os convivas e, segundo o Evangelho de Mateus, os Três Reis Magos trazem ouro, incenso e mirra para o menino Jesus. Contudo, a associação do Natal com a troca de presentes foi relativamente tardia, remontando à literatura do final do século XIX. Acredita-se que, de forma acidental, o protestantismo teve um papel importante na vinculação da troca de presentes no dia 25: “As festividades de dias de santos católicos foram por eles desencorajadas e, por isso, a oferta de presentes para crianças católicas realizada no dia 6 de janeiro teria migrado para 25 de dezembro”.
Decoração Natalina
Dantas afirma que povos germânicos anteriores ao cristianismo já cultuavam árvores em sua mitologia. No que se refere à tradição natalina e cristã, as árvores se difundiram com a Reforma Protestante, sobretudo nas regiões da atual Alemanha. A primeira referência é da região da Alsácia e data de 1521, sendo sua popularidade das árvores vinculada aos invernos rigorosos da região. Porém, a disseminação do costume foi gradual: “A primeira árvore de Natal no Vaticano, por exemplo, só foi montada em 1982 pelo fato de o papa João Paulo II ser polonês. Desde o século XIX, tornou-se comum adornar o topo da árvore ou com uma estrela – representando Belém – ou um anjo – representando o anjo Gabriel”.
Uso das guirlandas
Scarlett relata que a guirlanda é uma adaptação de práticas antigas de adornar residências com ramos ou galhos de plantas perenes que mantinham sua cor e vitalidade mesmo durante o inverno. Esse costume simbolizava a exaltação da exuberância da natureza e a fertilidade. Segundo a especialista, estes elementos representam o nascimento de Cristo e geralmente contam com as figuras de Jesus, Maria, José, os três reis magos, o anjo Gabriel, um burro (representa a humildade) e uma vaca (representa a paciência ou os sacrifícios de animais descritos no Antigo Testamento). Os sinos entram na celebração como instrumentos musicais e luzes decoram portas, janelas e as próprias árvores.
Nascimento de Jesus
Sobre a narrativa do nascimento de Jesus e a mistura com as tradições e símbolos pagãos na celebração do Natal, Scarlett explica que as festividades de dezembro têm raízes antigas, relacionadas à observação astronômica e à influência dos fenômenos naturais nas estações e colheitas. O dia 25 de dezembro era significativo para os romanos como o solstício de inverno, marcando o renascimento de Mitra, associado ao sol, celebrado como “Natalis Solis Invicti”. As festas, como a “Saturnália”, honravam Saturno e incluíam tradições como inversão de papéis sociais, decoração com ramos, velas, comida e bebida.
De acordo com a docente do CEUB, as tradições natalinas têm origens antigas ligadas a interpretações astronômicas pagãs. O solstício de inverno e fenômenos celestes influenciaram a visão do renascimento do sol, especialmente perto do dia 25 de dezembro. Já elementos cristãos, como os Três Reis Magos, São Nicolau e a Virgem Maria, foram integrados à data após a definição do nascimento de Cristo pela Igreja Católica. “A Igreja do Ocidente, a partir do século IV, escolheu intencionalmente o dia 25 de dezembro como o nascimento de Cristo, visando facilitar a aceitação do cristianismo pelos pagãos. Assim, o Natal passou a ser associado a essa data, adotando tradições pagãs adaptadas e integrando-as à narrativa do nascimento de Jesus”.
CAIXA CULTURAL BRASÍLIA, DIAS 12, 13 E 14 DE DEZEMBRO DE 2023
Evento inédito no Brasil apresenta cineconcertos para crianças e bebês a partir de 18 meses de idade
*Iniciativa tem curadoria do Tout-Petits Cinéma, célebre festival francês voltado para a primeira infância
*5 apresentações ao vivo de cineconcertos reunindo 13 curtas-metragens internacionais
*Elenco com 5 músicos franceses e uma cantora convidada do DF
*Oficina para crianças
* Masterclass para profissionais e estudantes da música e do cinema
*Entrada franca
O cinema é um potente instrumento de arte-educação. Ele desperta o olhar, apura as percepções, instiga a criatividade, a memória, o desenvolvimento linguístico e promove a integração. Um projeto inédito na América Latina se propõe a acompanhar bebês e crianças nas suas primeiras emoções com a sétima arte. Em dezembro, o projeto TÔ NO CINEMINHA faz sua estreia nacional na Caixa Cultural Brasília. A iniciativa, especialmente voltada para a primeira infância, reúne música e cinema com foco no público de 18 meses a 5 anos de idade. O programa inclui três cineconcertos internacionais em cinco apresentações, oficina para crianças e masterclass voltada para profissionais da música e do cinema, além de um espaço ambientado para brincadeiras e jogos lúdicos.
TÔ NO CINEMINHA é uma produção da Casa da Gente Produções, e conta com a parceria do Forum des Images, que organiza o Tout-Petits Cinéma, festival que já está na 16ª edição, em Paris, e que assina a curadoria dos espetáculos. Na programação estão curtas de animação de diferentes nacionalidades, como República Tcheca, Alemanha, Letônia, França, Rússia, Suíça, Estados Unidos, Reino Unido e Países Baixos, que são exibidos com trilha sonora executada ao vivo no palco. A iniciativa de realizar o evento no Brasil partiu das duas produtoras que dirigem a mostra, Luana Dias (diretora geral) e Cristiana Giustino (produtora executiva).
Ao longo dos dias 12, 13 e 14 de dezembro, o público poderá conferir três diferentes cineconcertos – com sessões pela manhã e de tarde – num total de cinco apresentações, todas com entrada gratuita. A cantora e compositora brasiliense Ana Reis fará uma participação especial durante as sessões do espetáculo “1001 Cores”.
Logo após cada apresentação, as famílias são convidadas a brincar e interagir, no hall do teatro da Caixa Cultural Brasília, com atividades lúdicas e surpresas especialmente pensadas para os pequenos.
A programação inclui ainda a oficina “A Descoberta dos Sons”, com experimentação de instrumentos, especialmente dirigida a crianças entre 3 a 5 anos de idade. E para profissionais e estudantes de cinema, música e infância, será ministrada uma masterclass sobre o processo de criação de trilhas sonoras e cineconcertos para o público da primeira infância.
Para acolher o TÔ NO CINEMINHA, a Caixa Cultural Brasília terá seus espaços adaptados ao público mirim para atividades, brincadeiras e surpresas. Monitores irão conduzir as famílias à sala de cinema e a sessão acontece à meia-luz, permitindo ao público – especialmente às crianças – acompanhar a performance dos músicos no palco. As exibições são sempre acompanhadas por uma trilha sonora original executada ao vivo por estes músicos, em volume adaptado para os ouvidos mais sensíveis.
O TÔ NO CINEMINHA é um projeto da Casa da Gente Produções e tem o patrocínio da CAIXA e do Governo Federal, parceria com o Forum des Images, coprodução com Miseno Produções e Eventos, apoio da Embaixada da França no Brasil, e apoio cultural da Aliança Francesa Brasília e Sinal Music.
Eespetculo 1001 cores foto forum de images
PROGRAMAÇÃO
Dia 12 dez. 3a feira
9h30 – Cineconcerto 1001 Cores (1001 Couleurs)
Sessão com acessibilidade: LIBRAS
15h30 – Cineconcerto O Clarão da Lua (Clair de Lune)
17h – Masterclass Composição de Trilhas Sonoras e Cineconcertos para Primeira Infância
Lunette
Dia 13 dez. 4a feira
9h30 – O Clarão da Lua (Clair de Lune)
15h30 – Máquina dos Sonhos (Machines à Rêves)
Dia 14 dez. 5a feira
14h – Oficina A Descoberta dos Sons
15h30 – 1001 Cores (1001 Couleurs)
SINOPSES
CINECONCERTOS
1001 CORES (1001 COULEURS) – A PARTIR DE 18 MESES (35 min.)
Cineconcerto com acompanhamento ao vivo dos músicos franceses Sarah Jeanne Ziegler e Renaud Ollivier, e participação especial da cantora brasiliense Ana Reis.
Sinopse: Seja desenhada, pintada ou feita de lã, a amizade e a alegria espalham-se pela vida de uma pequena toupeira artista, de um pequeno homem-lápis e pelas paredes de uma casa triste, para uma verdadeira explosão de cores!
Curtas do espetáculo:
A Pequena Toupeira Pintora (O krtkovi)
Zdeněk Miler | República Checa, 1972, 10 min.
Perseguida por uma raposa, a toupeira cai em um pote de tinta e sai toda vermelha. Diante dessa criatura assustadora, a raposa se assusta. Para expulsá-la definitivamente da floresta, a pequena toupeira convida todos os seus amigos a se enfeitarem também com cores cintilantes: vermelho, verde, amarelo…
O Pequeno Lápis Vermelho (Sartulis)
Dace Riduze | Letônia, 2013, 9 min.
Um lápis vermelho cai da sala de pintura para o mundo exterior e precisa enfrentar algumas dificuldades por causa da mosca do mal.
Looks, o Pequeno Lince Cinzento (Looks)
Susann Hoffmann | Alemanha, 2015, 4 min.
Um pequeno lince cinza é excluído pelos outros animais porque não é tão colorido quanto eles.
Tricotando (Mailles)
Vaiana Gauthier | França, 2012, 4 min.
Numa casa, uma senhora se recorda do seu passado. O tricô vai ajudá-la a dizer adeus …
Músicos do espetáculo:
Autora, compositora, cantora e guitarrista, Sarah Jeanne Ziegler mistura um pop-folk sensível com sua voz doce. O percussionista Renaud Ollivier, formado nas diferentes músicas tradicionais do mundo, atua na Filarmônica de Paris como responsável por oficinas dirigidas ao público infantil. A dupla explora uma paleta de sons e instrumentos para encenar a bela mistura de cores apresentada por quatro animações em curta-metragem que abordam os múltiplos universos das cores. O espetáculo conta com a participação especial da cantora e compositora brasiliense Ana Reis, que completa 18 anos de estrada, tendo lançado dois discos, se apresentado em alguns dos principais eventos musicais do DF e vencido a etapa Brasília do concurso Sua Banda no NIVEA Viva.
Foto divulgação
MÁQUINA DOS SONHOS (MACHINE À RÊVES) – A PARTIR DOS 4 ANOS(35 min.)
Cineconcerto com acompanhamento ao vivo dos músicos franceses Nicolas Stoica, Vincent Lochet e Pierre Cohen.
Sinopse: E se a gente pudesse voar como um pássaro ou viver debaixo d’água como um peixe? Para os personagens destes quatro curtas-metragens, inventar o impossível é muito mais do que uma missão, é uma aventura sem fim! A bordo de máquinas incríveis, eles nos levam numa viagem em direção aos seus sonhos mais loucos.
Curtas do espetáculo
Galileu (Galileo)
Ghislain Avrillon | França, 2009, 5 min.
O jovem Galileu vive sozinho em sua ilha flutuante e sonha em voar. Ele decide construir uma máquina para voar cada vez mais alto, mas as coisas não saem como planejado…
Dois Balões (Two Balloons)
Mark C. Smith | EUA, 2019, 9 min.
Dois macaquinhos aventureiros navegam em seus dirigíveis por meio mundo até um lugar onde o acaso e o destino ameaçam atrapalhar seu reencontro.
O Pequeno Cousteau (Maly Cousteau)
Jakub Kouřil | República Tcheca, 2014, 8 min.
Este curta-metragem de animação sobre um menino que anseia por aventuras no fundo do mar em uma cidade coberta de neve é uma homenagem a Jacques Cousteau.
Jonas e o Mar (Marlies)
Van Der Wel | Países Baixos, 2016, 11 min.
Jonas deseja fazer parte do mundo subaquático, como um peixe na água. E se o seu desejo se tornasse realidade?
O CLARÃO DA LUA (CLAIR DE LUNE) – A PARTIR DE 18 MESES(30 min.)
Cineconcerto com acompanhamento ao vivo dos músicos franceses Nicolas Stoica, Vincent Lochet e Pierre Cohen.
Sinopse: Sob o clarão da lua e das estrelas, a noite vira um parque de diversões para um esquilo pendurado numa árvore, um homenzinho curioso ou mesmo para lobos travessos. Aventuras divertidas em cinco filmes cheios de poesia e com garantia de olhinhos brilhando como as estrelas!
Curtas do espetáculo:
Alcançar a Lua (Monsspaziergang)
Jutta Schünemann | Alemanha, 2004, 5 min.
Um homem pequenino sobe uma escada para chegar à lua. Mas a lua acaba caindo do céu e se torna muito travessa.
Uma Estrelinha (Zviozdochka)
Svetlana Andrianova | Rússia, 2015, 6 min.
É véspera de Natal. Uma família de estrelas brinca nas nuvens. Mas uma das estrelinhas cai do céu! Como ela conseguirá subir de volta?
Cedo ou Tarde (Tôt ou tard)
Jadwiga Kowalska | Suíça, 2008, 5 min.
Dois mundos colidem. Um esquilo encontra um morcego solitário. Juntos, tentam restaurar a ordem nos trabalhos subterrâneos que orquestram a dança do dia, da noite e muito mais.
Lunette (Lunette)
Phoebe Warries | Reino Unido, 2016, 3 min.
Um lobo percorre a terra carregando a lua. Durante uma longa jornada em meio à natureza, um lobo faz a lua rolar. Onde ele vai parar?
O Pequeno Lobo (Little Wolf)
An Vrombaut | Reino Unido, 1992, 5 min.
Quatro lobos grandes e um lobo pequeno estão caçando ovelhas à noite. De repente, o pequeno lobo para, cativado pela lua…
Músicos dos espetáculos O Clarão da Lua e Máquina dos Sonhos:
Compositor e instrumentista atuante em diversos universos musicais, Nicolas Stoica é acompanhado pelos multi-instrumentistas Vincent Lochet e Pierre Cohen para criar o ambiente dos cineconcertos “O Clarão da Lua” e “Máquina dos Sonhos”.
Foto divulgação
ATIVIDADES FORMATIVAS GRATUITAS
Oficina A Descoberta dos Sons (40 min)
A oficina convida as crianças de 3 a 5 anos a descobrirem e brincarem com instrumentos e objetos que produzem sons divertidos, interessantes e inusitados. Ministrada pelos músicos Sarah Jeanne Ziegler e Renaud Ollivier, com o auxílio de monitores e de um tradutor de francês.
Serão 20 vagas mediante inscrição prévia através do formulário:
Masterclass Composição para Primeira Infância (1h e 30 min)
Os músicos Nicolas Stoica e Pierre Cohen apresentam e detalham seus processos de criação de trilhas e de intervenção sonora em filmes dirigidos à primeira infância. A atividade é voltada para adultos, em especial profissionais e estudantes da música e do cinema.
Com 10 anos de atividade, a Casa da Gente Produções é uma empresa baseada em Niterói (RJ). Dentre seus trabalhos mais recentes estão a direção geral da Mostra Cinema Sem Diferenças (2022 e 2019), da mostra FESTin ON Niterói (2021), pesquisa, curadoria e produção de exposição de fotos para o lançamento do livro Associação Médica Fluminense – mais de 100 anos de Amor à Medicina (2019), pesquisa e co-roteiro do longa Entre a Porta e a Rua (2018), pesquisa videográfica da exposição Etnos – Faces da Diversidade (2018), coprodução de episódio do programa Deuxième Chance no Brasil (2018).
FICHA TÉCNICA
Músicos Sarah Ziegler, Renaud Ollivier, Nicolas Stoica, Vincent Lochet, Pierre Cohen e Ana Reis (participação especial) | Direção Geral Luana Dias | Produção Executiva Cristiana Giustino | Curadoria Forum des Images | Produção Local Julia Tolentino e Liana Farias | Produção Técnica Marcus Lyra | Assessoria de Imprensa Objeto Sim | Design, Site e Spot Andrei Aguiar | Supervisão de Mídia Rodrigo Sani | Foto e Vídeo Filipe Duque | Edição de Vídeo Enzo Moura | Projeção Laércio Fernando | Técnico de Som André Lyra | Monitoria Márcia Ramos e Marina Falcão | Libras Tatiana Elizabeth | Tradutora Intérprete Dyhorrani Beira
Grupo de dança inclusiva do DF se apresenta em espetáculo gratuito, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães
No coração de Brasília, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, o palco se prepara para receber o espetáculo de dança cigana “Povoada”, uma expressão de arte inclusiva que promete encantar e inspirar o público. Organizado pela Associação Cultural Namastê, com o apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec) e da Secretaria da Pessoa com Deficiência, a apresentação é parte do Festival de Arte Inclusiva, que acontecerá no próximo dia 15 de dezembro, a partir das 19 horas, com entrada franca e espaço com acessibilidade.
Com amplo currículo de apresentações nacionais e internacionais, o espetáculo “Povoada” incorpora a dança Cigana Inclusiva, um estilo que envolve 30 participantes no palco, com idades variando entre 5 e 70 anos. Esses artistas vêm de diversas Regiões Administrativas do Distrito Federal, como Núcleo Bandeirante, Guará, Ceilândia e outras, representando a ampla diversidade presente na comunidade.
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Entre os participantes, encontram-se pessoas com diferentes tipos de deficiência, destacando-se a presença de indivíduos com deficiência intelectual e Síndrome de Down. À frente da Associação Namastê, Luciana Vítor, o espetáculo é uma manifestação artística que quebra barreiras, demonstrando que a arte é para todos, independente de suas habilidades físicas ou cognitivas.
“Povoada” é fruto de uma trajetória de mais de 15 anos da Associação Cultural Namastê. Ao longo desse tempo, o espetáculo tem percorrido uma extensa lista de lugares, incluindo teatros do DF e apresentações em cidades como São Paulo, Manaus, Florianópolis, Joinville, Salvador e até mesmo Porto, em Portugal.
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Com o intuito de valorizar as diferenças e promover o desenvolvimento pessoal, social e cultural, a dança inclusiva reúne pessoas com e sem deficiência, buscando celebrar as singularidades de cada indivíduo. A Associação Cultural Namastê é reconhecida por seu trabalho na promoção da inclusão através da dança, recebendo suporte do Ministério Público por meio de recursos de medidas alternativas.
Por trás do palco, há uma equipe de 15 pessoas envolvidas na produção do espetáculo, dedicadas à maquiagem, figurino, coreografia e cenografia. “A Namastê não é apenas uma organização de dança; é uma entidade comprometida com múltiplos eixos de atuação, incluindo arte, cultura, saúde mental e educação Enquanto o espetáculo “Povoada” encanta o público, nos lembra também da importância de celebrar as diferenças, promovendo um mundo mais inclusivo e acolhedor para todos.”, reforça Luciana.
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A Dança Cigana Artística e a transformação pessoal
A dança cigana artística, concebida pela professora Luciana há 15 anos, é muito mais do que movimentos coreografados. Ela é uma metodologia de vida, uma forma de promover a diversidade, o respeito e o autoconhecimento por meio do corpo e da música. Para os envolvidos, a dança é um refúgio, uma fonte de felicidade e transformação. Familiares testemunham as mudanças positivas que a dança traz para a vida de cada participante, como uma terapia que extravasa alegrias e acolhe as angústias.
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Serviço: Festival de Arte Inclusiva apresenta espetáculo “Povoada”
Data: 15 de dezembro Horário: 19h Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães – Eixo Monumental Entrada Franca e Classificação Livre Informações: https://www.instagram.com/festarteinclusiva/
Mais longevo festival de cinema do país, o FBCB ocorre de 9 a 16 de dezembro de 2023, com exibições da Mostra Competitiva Nacional, Mostra Brasília e três mostras paralelas no Cine Brasília
Uma Carta Para Papai Noel, de Gustavo Spolidoro, abre também a mostra paralela Outros Olhares
Festivalzinho exibe filmes para o público infanto-juvenil
Noite de abertura do festival teve show do Batalá, homenagens a personalidades do audiovisual e filme inédito no Brasil
Mais uma noite memorável no palco e na tela do Cine Brasília durante a cerimônia de abertura do 56º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Referência nacional, o mais longevo festival de cinema do país continua neste domingo (10), com a primeira sessão da Mostra Competitiva Nacional, que exibe os curtas-metragens Cidade By Motoboy, de Mariana Vita; e Pastrana, de Gabriel Motta e Melissa Brogni; seguidos pelo longa-metragem “No Céu da Pátria Nesse Instante”, de Sandra Kogut. A sessão terá projeção às 20h, nos Complexos Culturais Samambaia e de Planaltina, e às 21h, no Cine Brasília.
Além da sessão principal, haverá debate com a equipe do filme de abertura, “Ninguém Sai Vivo Daqui”, às 9h30, no Hotel Vision Hplus, o início das mostras paralelas Outros Olhares e Festivalzinho no Cine Brasília, e a masterclass “Cinemas Fora do Eixo Representando o Brasil no Mundo”, com o premiado diretor mineiro Gabriel Martins, autor de “Marte Um”, no Museu da República.
Organizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, em parceria com a organização da sociedade civil Amigos do Futuro, o 56º Festival de Brasília abriu sua edição de 2023 com um show do grupo percussivo exclusivamente feminino, Batalá. Com coreografias e ao som de tambores potentes, arrancou vigorosos aplausos da plateia.
Logo em seguida, o público do festival conheceu os apresentadores da noite: o ator Rocco Pitanga e a atriz Gabriela Corrêa. Além de introduzir o resumo da programação dos próximos dias, Rocco e Gabriela anunciaram as homenagens in memorian ao ex-projecionista do Cine Brasília, Elmar Umberto “Beto” Techmeier, e ao premiado cineasta e fotógrafo André Luís da Cunha.
Para homenagear com o Prêmio ABCV a professora, artista plástica, documentarista e pioneira de Brasília Maria Coeli, foram convidados ao palco Rafael Andrade e Denise Moraes, representantes da Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo (ABCV), outorgadora da distinção.
Agraciada com a Medalha Paulo Emílio Salles Gomes de 2023 por sua atuação na pesquisa, no ensino e na preservação da memória do cinema brasileiro, a cineasta e professora aposentada da Universidade de Brasília (UnB) Dácia Ibiapina discursou sobre o pioneirismo de Paulo Emílio e fez um apelo por um local adequado para o acervo de Vladimir Carvalho.
Mais tarde, a secretária do Audiovisual do Ministério da Cultura, Joelma Gonzaga; e o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, fizeram coro a Dácia e a Anna, reforçando o compromisso tanto em acolher o acervo de Vladimir Carvalho como com os avanços das políticas do audiovisual.
“Os festivais são importantes para nós”, disse Joelma. “Vamos lançar um programa para eles no próximo quadrimestre”, anunciou. Abrantes foi além e assegurou a força especialmente do Festival de Brasília: “Este festival não tombou nem para a ditadura. Não vai tombar para nada. Foi uma questão de honra nossa fazer com que esta edição acontecesse”.
O discurso mais emocionante da noite, contudo, foi o do grande homenageado do 56º Festival de Brasília, premiado com o Troféu Candango pelo Conjunto da Obra. Gabriela Corrêa anunciou a extensa biografia do ex-alfaiate, cuja trajetória se confunde com a história do audiovisual desde o Cinema Novo, enquanto Rocco recebeu no palco seu pai, Antonio Pitanga. “Sou um homem de cinema. E essa cidadania conquistada através do cinema me faz agradecer aos profissionais do cinema de todas as áreas, que foram e que são minha família”, agradeceu. Como dizia Nelson Sargento, se há de se fazer homenagem a mim, que se faça em vida. E vocês o fizeram”, discursou Pitanga com seu notório vigor.
Surpresa da noite, a atriz e escritora Elisa Lucinda subiu ao palco para completar o tributo, ao ler versos de uma poesia que escreveu para Antonio Pitanga. O público, fervoroso, ovacionou mais uma vez o homenageado. Com a exibição inédita no Brasil de “Ninguém Sai Vivo Daqui”, representado no palco por André Ristum e parte da equipe do filme, o 56º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro declarou aberta a edição.
SERVIÇO – 56º FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO
Data: 9 a 16 de dezembro de 2023
Locais: Cine Brasília (106/107 Sul), Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul), Complexo Cultural de Planaltina, Complexo Cultural Samambaia, Hotel Hplus Vision e Auditório II do Museu Nacional da República.
Ingressos da Cerimônia de Abertura: Gratuito com retirada na bilheteria do Cine Brasília a partir de duas horas antes da programação.
Ingressos da Mostra Competitiva Nacional a R$ 20,00 e R$ 10,00, à venda na bilheteria do Cine Brasília a partir de duas horas antes de cada sessão.
Ingressos da Mostra Competitiva Nacional no Complexo Cultural Samambaia tem entrada gratuita e retirada de ingresso uma hora antes da sessão.
Ingressos Mostra Brasília no Cine Brasília tem entrada gratuita e retirada de ingressos duas horas antes da sessão.
Exibições no Cine Brasília (21h) com ingressos a R$ 20 e R$ 10 (meia), e no Complexo Cultural Samambaia (20h) com entrada franca
10 de dezembro
No Céu da Pátria Nesse Instante
Direção: Sandra Kogut
*exibido também no Complexo Cultural de Planaltina, às 20h
11 de dezembro
Mais um Dia, Zona Norte
Direção: Allan Ribeiro
12 de dezembro
Nós Somos o Amanhã
Direção: Lufe Steffen
13 de dezembro
O Dia Que Te Conheci
Direção: André Novais Oliveira
14 de dezembro
Cartório das Almas
Direção: Leo Bello
15 de dezembro
A Transformação de Canuto
Direção: Ariel Kuaray Ortega e Ernesto de Carvalho
MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL
CURTAS-METRAGENS
Exibições no Cine Brasília (21h) com ingressos a R$ 20 e R$ 10 (meia), e no Complexo Cultural Samambaia (20h) com entrada franca
10 de dezembro
Cidade By Motoboy
Direção: Mariana Vita
Pastrana
Direção: Gabriel Motta e Melissa Brogni
*exibidos também no Complexo Cultural de Planaltina, às 20h
11 de dezembro
Axé Meu Amor
Direção: Thiago Costa
Erguida
Direção: Jhonnã Bao
12 de dezembro
Helena de Guaratiba
Direção: Karen Black
Remendo
Direção: Roger Ghil (GG Fákọ̀làdé)
13 de dezembro
Dona Beatriz Ñsîmba Vita
Direção: Catapreta
Queima Minha Pele
Direção: Leonardo Amorim
*exibidos também no Complexo Cultural de Planaltina, às 20h
14 de dezembro
Cáustico
Direção: Wesley Gondim
O Nada
Direção: André Ladeia
15 de dezembro
A Fumaça e o Diamante
Direção: Bruno Villela, Fábio Bardella e Juliana Almeida
Vão das Almas
Direção: Edileuza Penha de Souza e Santiago Dellape
MOSTRA BRASÍLIA
LONGAS-METRAGENS
Exibições no Cine Brasília (18h) com entrada franca
11 de dezembro
O Sonho de Clarice
Direção: Fernando Gutiérrez e Guto Bicalho
12 de dezembro
Ecos do Silêncio
Direção: André Luiz Oliveira
13 de dezembro
Não Existe Almoço Grátis
Direção: Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel
*exibido também no Complexo Cultural de Planaltina, às 20h
14 de dezembro
Rodas de Gigante
Direção: Catarina Accioly
MOSTRA BRASÍLIA
CURTAS-METRAGENS
Exibições no Cine Brasília (18h) com entrada franca
11 de dezembro
Malu e a Máquina
Direção: Ana Luíza Meneses
A Menina Corina em: Quantos Mundos Cabem em um Mundo Só?
Direção: Luciellen Castro
12 de dezembro
Glitter Carnavalesco: a História do Bloco das Montadas
Direção: Marla Galdino
Instante
Direção: Paola Veiga
13 de dezembro
Nada se Perde
Direção: Renan Montenegro
Só Quem Tem Raiz
Direção: Josianne Diniz
*exibidos também no Complexo Cultural de Planaltina, às 20h
14 de dezembro
A Chuva do Caju
Direção: Alan Schvarsberg
Estrela da Tarde
Direção: Francisco Rio
MOSTRA PARALELA
OUTROS OLHARES
Exibições no Cine Brasília com entrada franca
10 de dezembro, às 14h
Uma Carta Para Papai Noel
Direção: Gustavo Spolidoro
13 de dezembro, das 14h às 17h40
Sekhdese
Direção: Graciela Guarani e Alice Gouveia
+ A Batalha da Rua Maria Antônia
Direção: Vera Egito
14 de dezembro, às 14h
Crônicas de Uma Jovem Família Preta!
Direção: Davidson D. Candanda
MOSTRA PARALELA
FESTIVALZINHO
Exibições no Cine Brasília, dias 10 e 16 de dezembro (10h), com entrada franca, e no Complexo Cultural de Planaltina, dias 13 de dezembro (09h) e 14 de dezembro (14h)
A Baleia Mágica
Direção: Douglas Alves Ferreira
Agosto dos Ventos
Direção: Paulo Antunes
Anacleto, o Balão
Direção: Carol Sakura e Walkir Fernandes
Brincando de Imaginar
Direção: Otavio Zucon e Nélio Spréa
Contos Mirabolantes – O Olho do Mapinguari
Direção: Andrei Miralha
Cora e os Corais
Direção: Levi Luz e Bia Hetzel
Os Pelúcias
Direção: Vivian Altman e Sergio Pizza
Palavras Mágicas
Direção: Carlon Hardt
Tom Tamborim
Direção: Maria Carolina e Igor Souza
Vovô Joel
Direção: Douglas Gomes
MOSTRA PARALELA
MOSTRA COPRODUÇÕES
Sessões nos dias 11, 12 e 15 de dezembro, no Cine Brasília, com entrada franca
11 de dezembro, às 14h
O Livro dos Prazeres
Direção: Marcela Lordy
12 de dezembro, às 14h
Puan
Direção: María Alché e Benjamín Naishat
15 de dezembro, às 14h
Levante
Direção: Lillah Halla
15 de dezembro, às 18h
Sem Coração
Direção: Tião e Nara Normande
PROGRAMAÇÃO DO AMBIENTE DE MERCADO
CLÍNICAS DE PROJETOS E PITCHINGS ABERTOS
12, 13 e 14 de dezembro, das 10h30 às 12h30, e das 14h às 18h
15 de dezembro, das 10h30 às 12h30, e das 14h às 16h
Infinu – Comunidade Criativa
Clínica de Projetos com Marton Olympo – inscrições encerradas
15 de dezembro, das 16h30 às 18h30
Sala Oscar Niemeyer – Hotel Hplus Vision
Pitchings abertos dos projetos participantes das Clínicas de Projetos para o Canal Brasil, Paramount+, Box Brazil e a sales agent Júnia Matsuura.
ENCONTROS COM PLAYERS
11 de dezembro, das 14h às 18h
Sala Lucio Costa – Hotel Hplus Vision
Encontros com os players convidados pela ApexBrasil para as rodadas de negócios do festival. Evento fechado.
11 de dezembro, das 18h às 20h
Sala Lucio Costa – Hotel Hplus Vision
Coquetel ApexBrasil com os convidados nacionais e internacionais. Evento fechado.
14 de dezembro, das 14h às 18h
Sala Lucio Costa – Hotel Hplus Vision
Encontros com alguns dos players convidados pelo Festival de Brasília para a presente edição do Ambiente de Mercado: Globo Filmes, Box Prime, Canal Brasil, Boutique Filmes, Glaz, Cine Group, Paramount e EBC.
A tão aguardada noite da abertura da 4ª edição do Brasília Trends Fashion Week aconteceu nesta quinta-feira, dia 07, no Sesc Guará, em uma cerimônia de abertura realizada pelo CODESE-DF, organizada pelo Grupo Cirandinha, e com o apoio da SETUR-DF. Além da presença ilustre da madrinha do projeto, a empresária, ex-modelo, atriz e ativista Luiza Brunet, autoridades, imprensa e convidados, puderam conhecer em primeira mão as nuances por trás da história do projeto, bem como a programação dos três dias de evento que acontece até o dia 10 de dezembro.
Bernardeth Martins e Antônio Carlos Canabrava Abdala
Entre as autoridades presentes no evento estiveram: a Chefe de Gabinete do Ministério do Trabalho e Emprego, Lene Gonçalves, o administrador do Guará, Artur Nogueira; o presidente do Sindivarejista-DF e primeiro vice-presidente da Fecomércio-DF, Sebastião Abritta; o Diretor Regional do SESC-DF; Valcides Araújo, o presidente do CODESE-DF, Leonardo Ávila; e o Embaixador da Tanzânia, Adelardus Lubango Kilangi.
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Durante a cerimônia, Luíza Brunet conheceu e foi presenteada com os belos trabalhos artesanais de mulheres da Associação Nova Cidadania de Santa Maria que fazem parte dos cursos de capacitação do Grupo Cirandinha, IMECRIA Verde, Escola de Moda Fashion Campus e da Malharia Ipanema. Além de ser homenageada com o selo oficial de madrinha do evento.
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“Para mim, é uma honra vir para Brasília e poder participar de um evento tão especial que fomenta oportunidades de capacitação para mulheres em estado de vulnerabilidade. Sabemos bem como é difícil ter os nossos direitos violados, e como é gratificante encontrar pessoas que corroboram para que outras pessoas que passaram por essas situações tenham de volta sua dignidade”, conta Luíza.
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Na noite de descontração, os convidados puderam conferir em primeira mão o desfile inaugural comandado pelo produtor artístico, Pedro Adbala. Na passarela, com a temática ‘Festa no Terraço’, os modelos mostraram alguns dos looks que estarão presentes nos três dias de evento com toda reverência, com as cores quentes que foram predominantes nos figurinos, como o laranja e aos tons terrosos.
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Durante os dois dias de desfiles, estarão presentes marcas como: Malharia Ipanema; Organização das Nações Unidas para as Migrações; Projeto Luz no Horizonte; CRD Reserva; Óticas Grand Estyle; L’Avière Joias; A Moda da Bru e Chlos (marcas que desfilaram no Mato Grosso do Sul Fashion Week); Embaixadas do Quêria, Camarões e Zâmbia; América Rocha; Chose; Itamar Terra, Vento Radical; Vento Radical; Picnik; Ateliê Karina Petzold; Calce Perfeito e Flor do Rock / Dark Sabbath; Escola Fashion Campus; Amitié; e Cirandinha.
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“Nesta edição, nós queremos quebrar esses paradigmas com relação peso, altura, tipo físico, idade e poder aquisitivo para fazer parte da moda. Neste ano, o BTFW vai muito além, nós trouxemos a oportunidade única dentro do evento de dar visibilidade para iniciativas de capacitação de mulheres em estado de vulnerabilidade, além de debater sobre temas de relevância que atingem inúmeras vítimas dentro da cadeia da moda, como o tráfico de pessoas, trabalho escravo e trabalho infantil”, conta a CEO do Grupo Cirandinha e do Brasília Trends Fashion Week.
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Intitulado “Moda Inclusiva e Plural”, a quarta edição do Brasília Trends Fashion Week é realizada nos dias de 8, 9 a 10 de dezembro, no Sesc Guará (QE 04 Área Especial, Guará I). Realizado pelo CODESE-DF, organizado pelo Grupo Cirandinha, e com o apoio da SETUR-DF, o BTFW apresenta um conceito em moda que compreende o mercado em sua integralidade, transbordando o espaço das passarelas para estar presente também na arte, na música, na tecnologia e na vida das pessoas, fomentando o turismo para o Distrito Federal. A entrada nos três dias de evento será por meio de doação de um quilo de alimento não perecível que será entregue para o programa Mesa Brasil do SESC-DF.divul
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Brasília Trends 2023
Local: QE 04 Área Especial, Guará I
Dias: 8, 9 e 10 de dezembro de 2023
Horário: A partir das 10h
Entrada: um quilo de alimento não perecível, que será doado para o programa Mesa Brasil do SESC-DF
Apoio: GDF, SETUR/DF, Fecomércio-DF, SESC-DF, SENAC-DF, SEBRAE/DF, Sindivarejista-DF, OIM, Embaixada da Tanzânia, IME-CRIA, SRT/DF, BPW Brasília-DF, Sindhobar, Malharia Ipanema, Estudio M, Perboni Brasil, Calce Perfeito, Dubba Live Shop, CANUP, Lig Midia, Brasília Grill Fest, Instituto Dana Salomão, Escola de Moda Fashion Campus, Centro de Excelência em Negociação, Mediação e Arbitragem, Wós Design e Consultoria, Flávia Soares Consultoria RH/Treinamentos Superandosi Desenvolvimento Humano, WA Music Entertainment e Ana Decora Eventos.
Edição de estreia do Festival Brasil é Terra Indígena terá Feira de Arte dos Povos Indígenas com curadoria de Marcelo Rosenbaum e uma série de debates contemporâneos
Acessório de Tipuici Manoki – DivulgaçãoAcessório de Tipuici Manoki – DivulgaçãoEsculturas de Mestre Bezinho Kambiwa – Divulgação
O Festival Brasil é Terra Indígena acontece em Brasília nos dias 13 e 14 de dezembro e vai retratar uma síntese da diversidade de pensamentos e estéticas dos mais de 300 povos indígenas do Brasil com uma ampla feira de arte e uma série de debates de temas urgentes e contemporâneos no país. A Feira de Arte dos Povos Indígenas reúne no edifício anexo do Museu Nacional da República trabalhos de mais de 80 artistas dos seis biomas do território brasileiro, em uma curadoria desenvolvida pelo arquiteto Marcelo Rosenbaum. Já a série de talk shows do Espaço Tecnologia e Ancestralidade, instalado no Auditório II do museu, com capacidade para 80 pessoas, aborda temas que vão da moda à crise climática.
A Feira de Arte dos Povos Indígenas apresenta e valoriza formas de expressão de artistas indígenas, como uma plataforma para a inclusão social. A feira, aberta nos dois dias de festival das 9h às 20h, tem curadoria do arquiteto Marcelo Rosenbaum e destaca a importância da bioeconomia como ferramenta para a permanência nos territórios ancestrais e a salvaguarda do meio ambiente. Estão convidados para expor seus trabalhos 80 artistas, vindos de todos os seis biomas brasileiros e integrantes dos povos como Yanomami, Macuxi, Terena, Baré, Ashaninka, Kadiwéu, Guarani, Guajajara, Tremembé, Wauja e Mehinaku. “Há muitos anos me relaciono com vários grupos indígenas de todo o Brasil, então a ideia é retratar a diversidade de belezas da arte ligada à ancestralidade, e apresentar a riqueza dos saberes de convivência e proteção desses biomas, porque a relação da arte indígena está muito conectada ao bioma, na relação que se estabelece ao viver completamente integrado na sabedoria da relação com a natureza”, explica Rosenbaum.
Cestarias de Marlene Baniwá
O arquiteto curador acredita que a compreensão do que é a arte indígena passa por entender que tanto objetos decorativos quanto aqueles que podem ser usados no dia a dia “reverenciam os animais, a natureza como um todo, mas também serem encantados, seres que estão além do material. Além da beleza, também está o respeito e reconhecimento dos valores que vêm dos saberes e do imaginário dos artistas originários, porque essa é a arte originária do que hoje a gente chama de Brasil. Aí temos mais uma função da feira, que é preservar, honrar e valorizar esses povos e sua arte”, ressalta.
A expectativa de Rosenbaum é de que a feira seja “um espaço de troca para reunir artistas de todos os biomas e que eles se encontrem, se reconheçam, troquem experiências sobre o mercado, oportunidades. E para o público não-indígena se conectar com os artistas, ver a beleza e a pluralidade desses trabalhos. Acho que nunca tivemos uma apresentação da arte e do artesanato indígena representada pelos próprios povos, sem intermediários. E tudo isso vai ocupar um monumento arquitetônico muito simbólico, o que dá muita força e dignidade a esses artistas”, comenta.
Peças em palha de Marlene Baniwá
O festival é criado e promovido pelo coletivo Mídia Indígena com o apoio institucional do Ministério dos Povos Indígenas e tem como patrocinador oficial o Instituto Cultural Vale, articulação do Centro Cultural Vale Maranhão (CCVM) e também com o apoio do Ministério da Cultura. A feira e os talk shows têm patrocínio do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte.
Debates contemporâneos
Para promover o intercâmbio social e cultural com os povos indígenas, o Espaço Tecnologia e Ancestralidade foi criado para abrigar debates e rodas de conversa. A série de talk shows Comunicação Indígena e Suas Narrativas vai abrigar uma ampla diversidade de temas e pensamentos. Participam deste amplo debate entidades e associações como Mídia Indígena, Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), Coordenação de Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (Coiab), Grande Assembleia dos Povos Guarani e Kaiowá (ATy Guasu), Articulação dos Povos e Organizações Indígenas do Nordeste, Minas Gerais e Espírito Santo (Apoinme), Articulação dos Povos Indígenas da Região Sul (Arpinsul), Articulação dos Povos Indígenas da Região Sudeste (Arpinsudeste), Comissão Guarani Yvyrupa e o Conselho do Povo Terena.
Peças de Marlene Baniwá – Divulgação
Japupromti Parkatêjê, do povo Gavião do Pará e membro do Mídia Indígena, explica que “o objetivo é dar visibilidade ao protagonismo dos povos indígenas em diversos temas e a conexão dessa diversidade com a riqueza cultural que existe no Brasil, além de entender as questões específicas de cada povo e buscar soluções coletivas para uma luta que é de todos”. “Pensamos em reunir temas que possam fortalecer a luta coletiva dos povos indígenas de todos os biomas, e vamos discutir desde a moda até questões climáticas”, complementa.
Ele conclui ressaltando que, juntos, os debates vão dar uma panorama em que é possível ver que “ainda podemos garantir um planeta verde, com nossos modos de viver cultural e tradicional, e vamos debater a sociobiodiversidade para mostrar os trabalhos feitos por vários grupos que produzem desde artesanato a alimentação saudável dentro de seus territórios”.
Escultura em madeira de Etsiri Mehinako – DivulgaçãoEscultura em madeira de Etsiri Mehinako – Divulgação
Música
Destaques indígenas na música brasileira contemporânea integram o line-up do festival: Djuena Tikuna, Kaê Guajajara, Siba Puri, DJ Rapha Anacé, Tainara Takua, Gean Pankararu, Heloisa Araújo Tukue, Brisa Flow, DJ Eric Terena, MC Anarandá, Katú Mirim, Òwerá, Edvan Fulni-ô, Suraras do Tapajós, Brô MC’s, DJ Scott Hill, DJ Italo Tremembé, e Grandão Vaqueiro. A proposta curatorial da programação propõe participações e misturas musicais de artistas não-indígenas que ainda serão anunciados pela produção. Integram a programação artistas convidados pelos nomes indígenas, como Gaby Amarantos, Xamã, Lenine, Mariene Castro e Felipe Cordeiro.
Cestaria de Cipó Hupdah – DivulgaçãoCestaria de Cipó Hupdah – Divulgação
A seleção do line-up do festival prestigiou artistas vindos dos seis biomas brasileiros. Entre os indígenas, integram a lista tanto nomes que já têm uma trajetória na música, quanto revelações. “Queremos dar espaço a quem já tem estrada e a quem está começando. Para promover um grande intercâmbio e fortalecer o teor político do festival, convidamos artistas não-indígenas consagrados na indústria musical que sejam aliados da nossa causa”, explica Priscila Tapajowara, coordenadora do Brasil É Terra Indígena.
– Weena Tikuna – Artista indígena e produtora de moda
– Sioduhi Lima – Estilista do povo Piratapuya
17h30 – Talk Show: Música Indígena no Topo
Mediadora: Djuena Tikuna
Convidados:
– Brô MCs
– Heloisa Araújo Tukue
– Erick Terena
– Gean Pankararu
– Edvan Fulni-ô
– Owerá
– Katú Mirim
14 de dezembro
10h – Talk Show: Questões climáticas, o que é isso?
Mediadora: Jozileia Kaingang
Convidados:
– Marina Silva – Ministra do MInistério do Meio Ambiente
– Max Maciel – Deputado distrital
– Conceição Amorim – Assistente social e professora do estado do Maranhão
– Beka Munduruku – Comunicadora da Mídia Indígena e do Coletivo Daje Kapap Eypi
– Suliete Baré – Coordenadora geral de Enfrentamento à Crise Climática do Ministério dos Povos Indígenas (MPI)
Cerâmica Tukano – Divulgação
SERVIÇO Festival Brasil É Terra Indígena Feira de Arte dos Povos Indígenas: 13 e 14 de dezembro, das 9 às 20h Espaço Tecnologia e Ancestralidade: talk shows dias 13 e 14 de dezembro, a partir das 10h Atrações musicais: 13 dezembro, a partir das 19h, e 14 de dezembro, a partir das 18h No Museu Nacional da República (Setor Cultural Sul, Lote 2) Entrada Gratuita Classificação etária: livre Instagram: https://www.instagram.com/festivalindigena/
Festival celebra a descentralização da cultura em evento gratuito com música, teatro e diversidade
Neste sábado, 9 de dezembro, as dependências da Casa do Cantador serão palco da 9ª Edição da Feira Cultural de Ceilândia, projeto que se consolidou como um dos principais eventos culturais da agenda do Distrito Federal. Com fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec), a celebração envolve artistas da cultura popular da cidade, exposições de produtores locais da economia criativa e conta com a presença do cantor e compositor Odair José como atração nacional.
A Feira Cultural de Ceilândia nasceu com o propósito de destacar o valor da cultura no contrafluxo, oferecendo shows de alta qualidade de forma gratuita. Com 51 anos de história, Ceilândia é referência na cultura nordestina no DF, e o evento busca unir os ceilandenses em toda a sua diversidade musical, com ritmos que vão desde MPB, HIP-HOP, Samba, Forró até Teatro de Mamulengo.
Com expositores de diversos segmentos como moda, arte, gastronomia e artesanato, a programação cultural promete entreter o público a partir das 15h com um line-up diversificado, para todos os gostos e idades. Entre os destaques estão apresentações de Rota 40, Rego Junior, Mamulengo Fuzuê, Lília Diniz, Diogo Logo, Amor Maior, Nanci Araújo, Caco de Cuia e encerrando com chave de ouro, Odair José às 21h40.
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À frente da ação, a produtora cultural Rosângela Dantas celebra a continuidade do projeto: “Estamos muito entusiasmados em realizar a 9ª edição da Feira Cultural de Ceilândia. Esta iniciativa é uma celebração da diversidade cultural presente em nossa cidade, e a cada edição buscamos superar as expectativas, proporcionando experiências únicas para todos os participantes. Acreditamos que a cultura é um pilar fundamental para o desenvolvimento de uma comunidade, e a Feira Cultural é uma maneira de destacar e fortalecer a identidade plural de Ceilândia.”
Além de celebrar a riqueza da música brasileira que norteia as raízes culturais de Ceilândia, a feira também se destaca por ter um olhar cuidadoso em relação a questões significativas. O evento se preocupa com a acessibilidade, contando com intérpretes de libras, estrutura para pessoas com deficiência, além de áudio descrição ao vivo para atender a diversidade de públicos. A 9ª edição da Feira Cultural é idealizada pela Artecei Produções Artísticas e Culturais, comprometida em promover a cultura e as artes no Distrito Federal.
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Odair José, romântico no Palácio da Poesia
A 9ª edição promete superar as expectativas, trazendo uma programação renovada com o valor de artistas e produtores locais de Ceilândia, Sol Nascente e Pôr do Sol. Além disso, o evento contará com um show de encerramento de uma atração de renome nacional: Odair José.
Reconhecido como “O Terror das Empregadas e Bob Dylan do Central do Brasil” por suas letras românticas, o artista é um ícone da música popular brasileira, abordando temas profundos e cotidianos em suas canções. Com um repertório que atravessa gerações, Odair José enumera mais de 80 milhões de discos vendidos, entre álbuns originais, ao vivo, coletâneas e versões em espanhol. Entre os sucessos mais populares estão: “Pare de Tomar a Pílula” e “Vou tirar você deste lugar”.
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Serviço: Feira Cultural de Ceilândia – 9ª Edição
Evento Gratuito Data: 09 de dezembro Hora: 15:00 Local: Casa do Cantador – Ceilândia Programação: Rota 40 às 15h Rego Junior às 15h50 Mamulengo Fuzuê às 16h40 Lília Diniz às 17h30 Diogo Logo às 18h20 Amor Maior às 19h10 Nanci Araújo às 20h Caco de Cuia às 20h50 Odair José às 21h40
A Justiça Humanitária Social tem o prazer de lhe convidar para o lançamento do livro: “TRÁFICO DE PESSOAS: debate sobre o sistema, a legislação e os demais desafios atuais”, organizado pelo nosso Comitê de Estudos Jurídicos.
O evento acontecerá no dia 04/12/23, das 18:30 às 21:00, no Espaço Cultural Golden Tulip Hotel (SHTN Trecho 1 Brasília/DF), com a presença do Ministro aposentado do STF, Marco Aurélio de Mello.
Será uma oportunidade para nos reunir, conversar sobre o livro e comemorar essa conquista.
RODÔ – Poesia passageira, poemas sem destino é o título do novo livro da dupla: o artista plástico Paulino Aversa e o poeta Nicolas Behr, a ser distribuído gratuitamente na Estação Rodoviária.
Com 80 páginas, design de Gabriel Menezes, apoio do SESC DF e do movimento Viva Brasília Viva, o livro é ricamente ilustrado por Paulino Aversa, que nasceu em Brasília no ano da fundação da cidade, testemunha ocular da história. Nicolas Behr nos traz poemas inéditos sobre a Rodô, essa verdadeira “personagem” da nossa cidade.
“O que caracteriza a arte do Paulino Aversa é que ele insere o cotidiano de Brasília na sua obra. E neste livro temos um recorte muito realista do seu olhar sobre a Rodô” , declara Nicolas Behr sobre o trabalho do seu parceiro.
“Com este livro realizo um sonho antigo que é o de fazer um livro com o Nicolas Behr. Ele com suas palavras e eu com minhas imagens”, diz o artista plástico Paulino Aversa.
Além do SESC DF o livro RODÔ – poesia passageira, poemas sem destino,– tem o apoio do movimento Viva Brasília Viva, uma corrente de valorização à arte que floresce no Distrito Federal.
“Para mim, que sempre tive na leitura uma porta de entrada para o mundo, é uma realização indescritível. Tenho certeza de que todas as pessoas alcançadas por esse projeto também se sentirão dessa maneira”, finaliza o diretor regional do SESC, Valcides de Araújo.
O livro será distribuído gratuitamente aos usuários do transporte publico do DF, numa busca de interação entre o público frequentador da Estação Rodoviária e os autores, valorizando cada vez mais aquele espaço urbano e a cultura da cidade.
Evento faz parte da 2º etapa do Prêmio Profissionais da Música e exibirá 29 produções de todas as regiões do país
Em 02 e 03 de dezembro, o Sesc Ceilândia receberá a Mostra de Videoclipes e documentários musicais dentro da 2ª etapa do Prêmio Profissionais da Música. Aberto ao público, o evento exibirá 29 produções de todas as regiões do país, destacando o trabalho dos finalistas que concorreram à premiação realizada em junho, no Museu da República. Brasília, claro, está bem representada com “Todos Sonhos Desse Mundo”, de Japão Viela17; “Presente de um Beija-Flor”, de Izabella Rocha; “Desilusão”, de Sellva e “Saudade”, de Mayara Dourado. Estes artistas também estarão no local para participar do painel: “Vídeoclipe: investimento x resultado. Vale à pena?”, em 03 de dezembro.
“A programação é rica, com linguagens diversas utilizadas para levar ainda mais longe a qualidade do trabalho dos artistas e profissionais envolvidos. Os videoclipes são um recurso audiovisual de extrema importância para a difusão musical e o que é melhor: com tantas ferramentas tecnológicas acessíveis, não são mais exclusividade de quem pode dispor de grandes orçamentos. O que não muda é a colaboração de profissionais competentes e criativos e a vontade de fazer acontecer”, afirma Gustavo Vasconcellos, idealizador do PPM e mediador do painel.
A lista de obras apresentadas se completa com “Água Doce”, de Aíla; “Dançando com Oxum”, de Timbres E Temperos; “Falcão e o Coração de Mosquito”, de Allex Ribeiro; “Kananciuê”, de Lucilene Castro; “Rio Abaixo do Rio”, Luli Braga; “A Dança do Caos”, de Sargaço Nightclub; “Deixa”, Fabiana Santiago; “Identidade”, de Melaninaemsi; “Sinais”, de Ana Paula Albuquerque, e “Ynaê”, de Gama Junior; “Chorar”, de Karola Nunes; “Desenho dos Sonhos”, de Fernanda Cabral; “Escolhas”, de Versa; “O Quarto e Ela”, de Serginho Feijó; “Passagem de Ida”, de Clarissa Bruns; “Ser Criança”, de Laura Dalmás; Zoiuda, de Raissa Fayet; “A Banda de Um Homem Só”, de Rodrigo Torrero; “Audax – Between Us”, de Felipe Krust; “Mand´ela”, de Afrodizia; “Medo”, de Taïs Reganelli feat. Pedro Luís; “Miragem”, de Emílio Victtor; “Tela a Pele”, de Yasmin Umbelino. Na parte reservada aos documentários serão duas produções: “Chico Mário – a melodia da liberdade”, de Silvio Tendler e “Prêmio Profissionais da Música 7ª edição | Temos um país para reconstruir. Viva a cultura popular”, de Fábio Alexandre.
O Sesc Ceilândia também abrigará outros três painéis: “Como aprovei o Meu Primeiro FAC”, com o professor de música e instrumentista João Rochael; “Criar, Conectar, Respeitar”, com o cantor Salomão di Pádua e “Como exportar a música de Brasília a partir de feiras internacionais”, com a jornalista Charlotte Vilela e o cinegrafista Fábio Alexandre.
Sobre o PPM
Em sua 7ª edição, em 2023, o PPM foi dividido em duas etapas. A 1ª, realizada em junho, alcançou abrangência nacional com a premiação de profissionais de todo o país distribuídos em 176 categorias. Já a 2ª, confirmada para dezembro, será predominantemente voltada para o Distrito Federal. Na programação, realizada em unidades do SESC DF, haverá exibição de conteúdos audiovisuais e shows. O evento é feito por e para os profissionais da música de todo o país, com o propósito da valorização de toda a cadeia criativa e produtiva da música, desde os bastidores, passando pela obra em si, até sua distribuição. É um evento inclusivo que conta com intérpretes de LIBRAS, instalações acessíveis a pessoas com deficiências e outros recursos de acessibilidade. O PPM foi/é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.
O público de Brasília terá uma oportunidade única neste fim de semana com o espetáculo teatral “Duo Essencial – tela em branco”, apresentado por dois talentosos artistas independentes: Luca Lima (Brasília) e Wallace Dutra (São Paulo), integrantes do Centro de Estudos do Teatro Essencial (CETE), de Denise Stoklos.
Na noite de sábado (02/12) e do domingo (03/12), os jovens atores farão apresentações solo envolventes que exploram temas como amor, liberdade, vida, arte e loucura, na Casa da Cultura Brasília. As performances, intituladas “Demos” e “PSI”, convidam o público a uma experiência íntima, livre de excessos cênicos e diretamente conectada à essência humana.
Luca Lima, com o solo “Demos”, apresentará uma dramaturgia autoral que trabalha desde 2018, enquanto Wallace Dutra, com uma performance inspirada em Sarah Kane, intitulada “PSI”, oferecerá uma versão renovada após estreias em Irati (PR) e São Paulo (SP).
Ambas apresentações destacam a presença humana, proporcionando uma reflexão profunda sobre uma sociedade moldada pela velocidade das redes sociais e dos meios de comunicação modernos. Em um mundo onde, como expressa o poeta, “nos deram espelhos/e vimos o mundo doente”, essas performances buscam estimular diálogos significativos sobre a condição humana.
Wallace Dutra – crédito Wallace Dutra
Serviço: “Duo Essencial – tela em branco”, com Luca Lima (Demos) e Wallace Dutra (PSI) Local: Casa da Cultura Brasília (SHCGN 703, bloco H, casa 12) Data: sábado e domingo, 2 e 3 de dezembro de 2023, a partir das 19h30 Ingressos: via Sympla Preços: R$ 40,00 (inteira) / R$ 20,00 (meia-entrada com doação de produto de limpeza)
Escrita pela cravista Rosana Lanzelotte e patrocinada pela farmacêutica EMS, a obra é fruto de quatro anos de pesquisas em bibliotecas pelo mundo; as composições citadas estão disponíveis gratuitamente no portal Musica Brasilis e nas plataformas digitais
O lançamento acontece na Livraria da Travessa, em Ipanema, no dia 10 de novembro, 19hs, e na Festa Literária Internacional de Paraty, no dia 25 de novembro
A musicista e pesquisadora Rosana Lanzelotte lança o livro “Já raiou a Liberdade – D. Pedro I compositor e a música de seu tempo”, pela editora Capivara. A publicação, disponível em formato impresso e em e-book, focaliza a trajetória musical de D. Pedro I, autor do Hino da Independência.
Praticante de diversos instrumentos musicais, esta faceta de compositor é desconhecida por muitos. O lançamento acontecerá na Livraria da Travessa, em Brasília, no dia 6 de dezembro, a partir das 19h. Os estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Rio Grande do Sul já sediaram sessões de autógrafos, sempre bem recebidos pelo público.
O livro é fruto de quatro anos de pesquisas sobre a trajetória e as obras de D. Pedro I, em bibliotecas do Brasil, França, Portugal e Áustria. Foram publicadas todas as obras musicais conhecidas de D. Pedro, gratuitamente disponíveis através do portal Musica Brasilis (https://musicabrasilis.org.br/), criado por Rosana em 2009. As obras foram editadas no âmbito do projeto Acervo Digital de Partituras Brasileiras, cujo objetivo é dar acesso livre e aberto a edições de 5 mil partituras de compositores brasileiros em domínio público através da web. “Um convite para conhecermos a trajetória do “rei-orquestra”, que dominava vários instrumentos e que compôs obras publicadas em Lisboa, Porto, Paris e Londres” explica Maurício Vicente Ferreira Júnior, historiador, Diretor do Museu Imperial.
O livro é um encontro entre a contemporaneidade e o passado. Se por um lado, o leitor pode ter acesso aos bastidores da história do país, por outro, ele se transforma em um leitor-ouvinte, uma vez que todas as obras musicais mencionadas podem ser ouvidas através de QR Codes que levam aos áudios e/ ou vídeos das composições. Dessa forma, a experiência da leitura ganha novos contornos. “Trata-se de um livro sobre música e História. Por isso, nada mais adequado do que sugerir que o leitor ouça os repertórios.”, conta a autora. “Escrito com graça, leveza e objetividade, o livro de Rosana Lanzelotte é uma biografia de D. Pedro I que foca em um dos aspectos que a historiografia tem tratado de forma secundária: sua produção musical”, diz Isabel Lustosa, historiadora e cientista política.
“Já raiou a Liberdade” coloca, a partir de estudos inéditos e aprofundados, a correta posição de D. Pedro I em nossa história, não apenas como um príncipe libertário, mas como um músico de elevado talento e pleno domínio do artesanato composicional. Também nos revela a densidade e qualidade técnica deste estudo-biografia, praticado por uma das maiores instrumentistas e conhecedora da realidade histórica e musical brasileira, Rosana Lanzelotte. Leitura obrigatória de todo interessado ou profissional da música deste país”, declara o maestro e arranjador Júlio Medaglia.
O livro também é celebrado por musicólogos portugueses: “Rosana Lanzelotte tanto tem feito, como intérprete, pesquisadora e gestora cultural pela causa da redescoberta e da divulgação da música no Brasil, e aqui, mais uma vez, nos demonstra como o rigor e a profundidade da investigação podem conviver com o talento de uma excelente contadora de histórias”, comenta Rui Vieira Nery, da Universidade Nova de Lisboa.
Este projeto é viabilizado por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e conta com o patrocínio da farmacêutica EMS, apoio financeiro da Sirius e Pleni, e realização do Instituto Musica Brasilis, Ministério da Cultura e Governo Federal, União e Reconstrução.
“Para a EMS, uma empresa 100% nacional, que investe e aposta no Brasil há 59 anos, é um orgulho patrocinar uma obra desse porte e conteúdo, que mostra a faceta do compositor de D. Pedro I, obras por ele compostas e seus tantos significados. Nossa proposta é colaborar para tornar pública tamanha riqueza e para ampliar o acesso ao conhecimento de fatos do país, valorizando a nossa história e enriquecendo as reflexões sobre como e por que chegamos a ser quem somos e quem ainda podemos chegar a ser como nação”, explica Marcus Sanchez, vice-presidente da EMS. A empresa é também uma das patrocinadoras das obras de revitalização e ampliação do Museu do Ipiranga, o maior símbolo da Independência do Brasil, reaberto ao público em setembro de 2022.
A autora autografou alguns livros para os primeiros que adquirirem na livraria
A partir desta sexta-feira, 1º de dezembro, a Ativa FM traz uma nova e vibrante experiência radiofônica para a comunidade do Distrito Federal e Entorno. O aguardado programa “Sucesso na Quebrada” chega para celebrar e promover a rica cena musical autoral da região.
O programa comandado por Lucas Martins vai ao ar de segunda a sábado das 13h às 14h30 e é dedicado exclusivamente a apresentar as melhores músicas autorais produzidas por talentosos artistas do Distrito Federal e áreas vizinhas. O projeto conta com financiamento do Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec).
Com uma playlist diversificada, “Sucesso na Quebrada” busca proporcionar aos ouvintes uma jornada musical única, destacando a autenticidade e a diversidade artística da região. A Ativa FM se orgulha de ser uma plataforma que valoriza e apoia a criatividade local, dando voz aos artistas emergentes da comunidade.
Se você é artista ou banda autoral e quer sua música tocada na rádio Ativa Fm envie sua música para sucessonaquebrada@gmail.com
Empresa brasiliense tem opções irresistíveis para divertir e adoçar as festas de fim de ano
Natal Kawaii Pan Foto Thais Batalha
Para celebrar a data mais festiva do ano, a chef Evelyne Ofugi lança seu tradicional cardápio especial de Natal. A casinha de biscoito, que já é um clássico na marca, pode ser comprada este ano de duas formas diferentes. Ela toda pronta (montada e decorada) custa R$ 110. O cliente também pode comprar a casinha montada e confeitar de acordo com a sua imaginação por R$ 70.
Neste ano, o cardápio também possui mini casinhas confeitadas (R$ 23,40), um presente para deixar as celebrações ainda mais encantadoras. Outro sucesso que está de volta é o Kit Confeitaria de árvore de Natal (R$ 32). Numa atividade saborosa e interativa, a criança pode montar sua própria árvore com 12 biscoitos de baunilha, glacê real e um saquinho de sprinkles. A ideia é liberar a criatividade na hora de confeitar.
Natal Kawaii Pan Foto Thais Batalha
Para quem busca opções para presentear pessoas queridas, a chef produz as Lembrancinhas de Natal, a partir de R$ 9,90 e são: Pacotinho de biscoitos (baunilha e chocolate) também tem na versão sem leite e ovos; Boneco Gingerbread feito com a tradicional receita americana; o Papai Noel – Amiguinhos das Amêndoas; Pacotinho de cookie de Natal com 4 unidades ou o saboroso Mini Panetone Red Velvet.
Quem prefere salgados pode comprar biscoitos de queijo com o tema Natal. A caixa com 10 unidades sai por R$ 19,90. Todos os itens podem ser encomendados pelo WhatsApp: (61) 99459-9037 ou pelo Goomer da marca brasiliense: https://kawaii-pan.goomer.app/
Referência quando o assunto é alimentação saudável e divertida, Evelyne Ofugi criou a Kawaii Pan com a proposta de oferecer lanches lúdicos para todas as idades. Kawaii significa “fofinho” em japonês e este é o primeiro adjetivo que vem à mente ao ver as delícias criadas por ela. A empresa também oferece personalização para eventos e cestas de café. Evelyne é autora dos livros “Alegria na Cozinha: Festas Saudáveis e Divertidas” e “Alegria na Cozinha: Lanches Divertidos”, ambos da editora Senac-DF. Ela ministra cursos e workshops sobre o assunto para crianças e adultos. Possui ainda várias qualificações na área, como: Bases Nutricionais Infanto Juvenil; Menu para crianças; Aproveitamento de Alimentos; Educação infantil – Características e singularidades e Nutrição Funcional, além do curso de Child Nutrition and Cooking, pela Universidade de Stanford.
Natal Kawaii Pan Foto Thais Batalha
Serviço Kawaii Pan SHCES Quadra 507 Bloco C Loja 15 – Cruzeiro Novo – Brasília Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 8h às 16h. Informações e encomendas: (61) 99459-9037 ou https://kawaii-pan.goomer.app/ Siga nas redes sociais: @kawaii.panbrasilia.
Em edição que homenageia Antonio Pitanga, 56ºFestival de Brasília do Cinema Brasileiro exibe sua seleção em tecnologia 4K pela primeira vez, apresentando filmes das cinco regiões brasileiras
Mais longevo festival de cinema do país, o FBCB ocorre de 9 a 16 de dezembro de 2023, com exibições da Mostra Competitiva Nacional, Mostra Brasília e três mostras paralelas no Cine Brasília
Além da inédita projeção em 4K, exibições de Brasília terão sistema de processamento de áudio e servidores Dolby
Festival tem seis longas e 12 curtas na Mostra Competitiva Nacional, com cachês de seleção de R$ 30 mil para longas e R$ 10 mil para curtas
O 25º Troféu Câmara Legislativa distribui R$ 240 mil em prêmios para os filmes concorrentes na Mostra Brasília
Na abertura do festival, ator Antonio Pitanga será laureado com o Troféu Candango pelo conjunto de sua obra
Complexo Cultural Samambaia recebe exibições gratuitas da Mostra Competitiva e Complexo Cultural de Planaltina exibe Festivalzinho e duas sessões competitivas
A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, em parceria com a organização da sociedade civil Amigos do Futuro, anunciou, nesta quarta-feira (29/11) a programação oficial do 56º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Referência nacional, o mais longevo festival de cinema do país ocupa mais uma vez o Cine Brasília, entre os dias 09 e 16 de dezembro de 2023, exibindo produções realizadas em todas as cinco regiões do Brasil, marcadas pela diversidade de vozes, de narrativas e de estéticas, desde o cinema indígena à produção urbana periférica e dos interiores do Brasil.
O primeiro Troféu Candango de 2023 já tem dono. O veterano ator Antonio Pitanga será o grande homenageado desta 56ª edição e receberá a estatueta pelo conjunto de sua obra na noite de abertura. A trajetória do artista, assim como a do Festival de Brasília, remete a uma linha do tempo de resistência na produção audiovisual, dos anos 1960 até os dias de hoje. Antonio e o festival permanecem fundamentais para o imaginário artístico do país.
Após bater recorde de filmes inscritos (1.269 títulos, sendo 984 curtas e 285 longas), o 56º Festival de Brasília apresenta seis longas-metragens e 12 curtas na Mostra Competitiva Nacional; quatro longas e oito curtas do 25º Troféu Câmara Legislativa – Mostra Brasília, voltado para as produções do DF; e mais de 20 títulos nas mostras paralelas (Outros Olhares, Coproduções e Festivalzinho).
Sob a direção artística da cineasta, curadora e atriz Anna Karina de Carvalho, a 56ª edição do Festival de Brasília reúne uma programação vasta, com filmes que refletem a diversidade narrativa e estética de expressões brasileiras. Os selecionados para as mostras competitivas nacionais serão remunerados com cachê de seleção nos valores de R$ 30 mil para longas-metragens e R$ 10 mil para curtas. Na Mostra Brasília, o audiovisual candango concorre a R$ 240 mil reais em prêmios concedidos pelo 25º Troféu Câmara Legislativa
“A programação fecha o ano de 2023 com um suco narrativo de ‘Brasis’, que pouco foram exibidos nas telas do país e que dão um panorama real da produção atual”, atesta a diretora artística.
A grande novidade desta edição é a incorporação de tecnologia 4K para todas as exibições, iniciativa da organização da sociedade civil Amigos do Futuro, que aproxima a projeção das maiores tendências do mercado exibidor audiovisual mundo afora. Além da alta definição em tela, outro investimento técnico incorpora o uso de processadores de áudio e servidores Dolby, o que garantirá qualidade nunca antes vista para o público frequentador do evento.
De acordo com o presidente da 56ª edição, Fernando Borges, “o investimento na atualização tecnológica do festival foi prioritário para este momento pulsante que o cinema brasileiro vive. O Festival de Brasília sempre impulsionou tendências do mercado nacional, e os investimentos em tecnologia de ponta em 2023 colocam mais uma vez o evento no rol dos mais importantes festivais no país”.
A programação do festival também será composta por oficinas online, seminários e encontros setoriais, masterclass e atividades de aceleração de projetos para o mercado. As cinco oficinas formativas serão conduzidas de maneira virtualmente, por meio da plataforma Zoom, de 11 a 15 de dezembro, durante o festival. As inscrições estão abertas até 3 de dezembro. Já as atividades do Ambiente de Mercado, como a Clínica de Projetos, os encontros com players, os Pitchings e as Rodadas de Negócios, ocorrem de forma presencial entre 10 e 15 de dezembro, com programação em dois lugares: o Hotel Vision Plus e o Espaço Cultural Renato Russo. O espaço da W3 Sul também será a casa para os Seminários e Encontros Setoriais, e o Auditório II do Museu da República receberá uma masterclass com o realizador mineiro Gabriel Martins,o premiado diretor de “Marte Um”.
Para Claudio Abrantes, secretário de Cultura e Economia Criativa, “o Festival de Brasília movimenta toda cadeia de produção na economia criativa, gerando empregos e oportunidades, além de evidenciar a riqueza cultural e das produções artísticas do nosso país e da nossa cidade”.
Por este motivo, o secretário estará presente em duas aberturas oficiais: nos Complexos Culturais de Planaltina e Samambaia, no dia 10 de dezembro. Em Planaltina, haverá uma sessão da Mostra Competitiva Nacional no domingo, uma da Mostra Brasília na quarta (13), e duas sessões da programação infantil do Festivalzinho, na quarta e quinta-feira (13 e 14). Em Samambaia, a Mostra Competitiva Nacional ganha exibições de todas as sessões sempre às 20h, com direito a voto do público pelo júri popular, com as mesmas regras de votação no Cine Brasília – voto online até 1h30 depois do fim da sessão, com uso de código aleatório para validação.
Nesta edição, Brasília aposta também em acessibilidade 360. Além da tradução para Libras nas cerimônias de abertura e encerramento, o festival disponibilizará um receptivo especializado para atender e guiar as pessoas com deficiência que chegarem para assistir aos filmes. As sessões das mostras Competitiva Nacional e Brasília terão legendagem descritiva para pessoas surdas e audiodescrição para pessoas cegas, acessíveis por aplicativo de celular – mesmo aqueles que não dispunham originalmente destes recursos. O festival investe ainda em sessões exclusivas com acessibilidade no Festivalzinho e estrutura para garantir o fluxo de pessoas com mobilidade reduzida na Praça de Alimentação.
A 56ª edição do FBCB conta com apoio do Cine Brasília, Canal Brasil e Canal Like. Confira a programação de filmes:
MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL – LONGAS
A seleção oficial da Mostra Competitiva Nacional do 56º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro terá na programação longas-metragens de cineastas estreantes e consagrados, além de importantes representações do cinema produzido por mulheres, indígenas, LGBTQIA+ e pessoas pretas, muitas já conhecidas, inclusive, premiadas em anos anteriores do festival.
Deste modo, a programação foi pensada para representar a diversidade brasileira em tela. Entre os longas-metragens selecionados, “A Transformação de Canuto”, produção pernambucana e paulista dirigida pelo cineasta indígena Ariel Kauray Ortega e por Ernesto de Carvalho, aborda a comunidade Mbyá-Guarani na divisa brasileira com a Argentina, por meio de uma reconstituição cinematográfica sobre a lenda de um homem que se transformou em onça.
Do Distrito Federal, “Cartório de Almas” é a estreia do diretor brasiliense Leo Bello na Mostra Competitiva Nacional. Premiado por obras anteriores no gênero do cinema fantástico, este seu segundo longa-metragem de ficção narra a história da mais nova funcionária contratada pelo tal cartório do além. Aos 126 anos, ela tem como função protocolar as motivações de quem renunciou à eternidade. Em “Nós Somos o Amanhã”, ficção de São Paulo, Lufe Steffen, referência do cinema LGBTQIA+, mergulha numa viagem no tempo que leva uma professora de música de volta aos anos 1980, para ensinar as pessoas a lutarem contra o bullying, a perseguição e a intolerância racial, de gênero e de sexualidade na sociedade da época.
A seleção de longas traz de volta à capital nomes já consagrados no festival. A cineasta carioca Sandra Kogut, jurada na 54ª edição do evento, conhecida pelos longas “Mutum” (2007), “Campo Grande” (2015) e “Três Verões” (2019); o premiado diretor carioca Allan Ribeiro, vencedor do Candango de melhor direção de arte e edição por “Esse Amor que Nos Consome” em 2012; e o diretor mineiro André Novais, que participa pela quarta vez do festival, após sagrar-se grande vencedor da 51ª edição, com o longa “Temporada” (2018).
Nesta edição, Sandra Kogut apresenta o documentário “No Céu da Pátria Nesse Instante”, um olhar sobre os turbulentos meses do período eleitoral de 2022 que culminaram na invasão dos Três Poderes em 8 de janeiro deste ano. Allan Ribeiro mais uma vez recorre à linguagem poética para refletir sobre o cotidiano em “Mais um Dia, Zona Norte”, no qual mostra as transformações na rotina de trabalhadores da periferia do Rio. E André Novais traz sua nova ficção ambientada em Contagem (MG), “o Dia Que Te Conheci”, sobre a vida do bibliotecário Zeca, cuja rotina é interrompida após conhecer uma moça chamada Luisa.
MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL – CURTAS
Na seleção de curtas-metragens, o 56º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro reforça sua vocação para trazer questões urgentes da sociedade, sob as mais diversas perspectivas geográficas, de gênero e de raça. Dois curtas do Distrito Federal documentam comunidades autóctones. “A Fumaça e o Diamante”, de Bruno Villela, Fábio Bardella e Juliana Almeida é uma coprodução entre Amazonas e DF que acompanha o reencontro de uma família Yanomami. “Vão de Almas”, dirigido por Edileuza Penha e Santiago Dellape, mergulha no imaginário do Quilombo Kalunga na região de Cavalcante (GO).
Do Espírito Santo, vem “Remendo”, de Roger Ghil (GG Fákọ̀làdé), que evoca a espiritualidade anticolonial; de Alagoas, a ficção “Queima Minha Pele”, de Leonardo Amorim, aborda a estética queer ambientada no litoral do estado; e do Rio Grande do Sul, “Pastrana”, de Gabriel Motta e da skatista Melissa Brogni, documenta uma homenagem ao amigo e parceiro de rampas que dá nome ao filme, revivendo suas memórias a partir de amigos e familiares. A temática da espiritualidade ainda aparece em outros dois curtas: “Axé Meu Amor”, produção paraibana dirigida por Thiago Costa, ficção sobre uma mãe de santo em busca do sagrado, e “Dona Beatriz Ñsîmba Vita”, dirigido pelo artista mineiro Catapreta, em que uma mulher singular tenta cumprir uma missão divina, inspirada no legado da heroína congolesa Kimpa Vita.
Três produções mergulham nas idiossincrasias da vida urbana para contar histórias de ficção das mais distintas. “Erguida”, dirigido e estrelado pela atriz e diretora Jhonnã Bao, do Coletivo Contraplano, acompanha a resistência de uma jovem poeta da periferia de São Paulo; enquanto “Cidade By Motoboy”, outra produção paulista, mostra as intempéries de um motoboy do interior do estado. “Cáustico”, curta brasiliense de Wesley Gondim, por sua vez, se divide entre realidade e fantasia para narrar a história de mãe e filha em busca de cura para uma misteriosa doença. Completam a lista de postulantes aos Troféus Candangos de curta-metragem os curtas cariocas “O Nada”, do poeta e dramaturgo André Ladeia, do Rio de Janeiro, que adapta um conto do autor russo Leonid Andreiev; e “Helena de Guaratiba”, de Karen Black, estrelado pela diretora, produtora e atriz Helena Ignez, no papel-título de uma senhora que encontra o amor em um bairro pesqueiro do Rio.
25º TROFÉU CÂMARA LEGISLATIVA – MOSTRA BRASÍLIA
Na programação do 25º Troféu Câmara Legislativa – Mostra Brasília, a seleção 2023 dos concorrentes ao Troféu Câmara Legislativa reúne desde diretores estreantes do Distrito Federal a cineastas veteranos e premiados. Os quatro longas que concorrem nesta categoria são: “Ecos do Silêncio”, o retorno de André Luiz Oliveira, consagrado diretor baiano radicado em Brasília ao cinema de ficção; “Não Existe Almoço Grátis”, documentário de estreia de Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel, que acompanha uma das cozinhas solidárias do MTST durante a posse de Lula em 2023; “O Sonho de Clarice”, animação surrealista dirigida por Fernando Gutiérrez e Guto Bicalho; e “Rodas de Gigante”, o aguardado documentário afetivo da atriz e diretor Catarina Accioly sobre um dos maiores personagens da cultura brasiliense, o diretor teatral e multiartista uruguaio Hugo Rodas.
Na seleção de curtas, a Mostra Brasília repete a diversidade de linguagens e temas. São quatro documentários: “A Chuva do Caju”, do premiado Alan Schvasberg (de “Ninguém Nasce no Paraíso”); “Estrela da Tarde, uma espécie de autobiografia de Francisco Rio; “Glitter Carnavalesco: A História do Bloco das Montadas”, registro de Marla Galdino sobre o primeiro bloco de drag queens do DF; e “Só Quem Tem Raiz”, ambientado no Gama e dirigido por Josianne Diniz. Os outros quatro curtas selecionados para a Mostra Brasília são de ficção: “Instante, da diretora Paola Veiga; a animação “A Menina Corina em: Quantos Mundos Cabem em um Mundo Só?, de Luciellen Castro; “Malu e a Máquina”, de Ana Luíza Meneses, voltado ao público infanto-juvenil; e “Nada se Perde”, uma distopia ambientada em Águas Claras, de Renan Montenegro.
MOSTRAS PARALELAS E SESSÕES HORS CONCOURS
Além das mostras competitivas, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro apresenta três mostras paralelas que complementam o panorama de filmes exibidos nesta edição. São elas, a Mostra Outros Olhares, Mostra Coproduções – com programação a ser definida em breve –, e o Festivalzinho, tradicional programação infantil, cuja curadoria foi realizada em parceria com a Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis.
Na Mostra Outros Olhares, quatro títulos apontam para um panorama da produção nacional. Segundo a diretora artística do Festival de Brasília, Anna Karina de Carvalho, é uma forma de apresentar ao público diretores e diretoras com carreira promissora, que abordam temas relevantes. “São vários olhares para o cinema brasileiro, com diferentes temáticas e prismas que demonstram a capilaridade da nossa produção nacional, da animação ao documentário direto, passando pelo cinema indígena e indo para a ficção política”, resume.
Compõem a Mostra Outros Olhares quatro longas-metragens. O primeiro é“A Batalha da Rua Maria Antônia”, melhor filme no Festival do Rio, com projeção no dia 9 de dezembro, às 20h. A obra, um longa em preto-e-branco da cineasta paulista Vera Egito, propõe uma reimaginação da resistência do movimento estudantil aos ataques dos militares à USP, em 1968. Outra produção que compõe a mostra, “Uma Carta para Papai Noel” (RS) sagra o retorno do cineasta gaúcho Gustavo Spolidoro ao Festival de Brasília, no qual estreou como diretor em 1998, levando o Candango de melhor filme e direção na mostra competitiva de curtas daquele ano. Do Rio de Janeiro, integra a mostra paralela “Crônicas de Uma Jovem Família Preta”, de Davidson D. Candanda, produção que estreou no Encontro de Cinema Negro Zózimo Bulbul. E completa a seleção o novo filme da cineasta e produtora cultural indígena Graciela Guarani, com co-direção de Alice Gouveia: “Sekhdese”.
Com objetivo de estimular e sensibilizar novos públicos, a criançada poderá assistir a uma sessão com 11 curtas-metragens. Destaques para “Brincando de Imaginar”, documentário paranaense sobre uma escola em meio a uma floresta; e as animações “Os Pelúcias” (SP), acerca de dois bichinhos de pelúcia que ganham vida; “Pipas Coloridas” (SP), sobre as férias dos materiais escolares; e “Tom Tamborim” (BA), história de um garoto inquieto e cheio de suingue que só quer saber de batucar.
Além das mostras paralelas, o público poderá assistir a outras duas sessões hors concours. No dia 10 de dezembro, às 18h, será apresentado “Utopia Tropical”, documentário de João Amorim, que traz conversas entre o diplomata Celso Amorim e o escritor, filósofo e ativista norte-americano Noam Chomsky. Esta sessão é beneficente e os ingressos são entregues mediante doação de 1kg de alimento não-perecível.
E, na sessão de encerramento, antes da premiação, o público poderá assistir ao documentário “Raoni – Uma Amizade Improvável”, dirigido pelo cineasta belga Jean-Pierre Dutilleux, mostrando sua história de amizade com o cacique Kaiapó Raoni ao longo de 50 anos, após as filmagens de “Raoni” (1978), longa com Marlon Brando indicado ao Oscar, que projetou o cacique como a mais importante liderança indígena brasileira para o mundo.
EQUIPE CURATORIAL
Sob a direção artística de Anna Karina de Carvalho, a equipe de curadoria foi composta por três comissões com profissionais renomados do audiovisual brasileiro. Os grupos se dividem entre a de Longas e a de Curtas da Mostra Competitiva Nacional, compostas pela direção do festival, e a da Mostra Brasília, formada pela Câmara Legislativa do DF.
Integram a comissão de seleção da Mostra Brasília a professora de Audiovisual Denise Moraes, a atriz e produtora cultural Wol Nunnes, a atriz e arte-educadora Kika Sena, o fotógrafo André Macedo e o professor e cineasta Érico Monnerat. Na comissão de Curtas da Mostra Competitiva Nacional, estão o artista e realizador Antonio Balbino, a produtora Bella Medeiros, a crítica de cinema Cecilia Barroso, o cineasta e jornalista Marcio de Andrade, o cineasta, jornalista e ativista indígena Marcelo Cuhexê e a produtora Anamaria Mühlenberg. Para Longas da Mostra Competitiva Nacional, formam a comissão de seleção o cineasta e presidente da ABCV Péterson Paim, a diretora e produtora executiva Camila de Moraes e as críticas de cinema Flávia Guerra e Lorenna Montenegro. A seleção privilegiou obras inéditas, finalizadas entre 2022 e 2023, excluindo filmes que já se inscreveram em edições anteriores.
ATIVIDADES FORMATIVAS
Em 2023, o Festival de Brasília apresenta cinco oficinas online, três seminários, quatro encontros setoriais, uma masterclass e os debates das mostras Brasília e Competitiva Nacional, o primeiro logo após as sessões, no hall do Cine Brasília, e o segundo na manhã seguinte às exibições, no Hotel Vision Plus. Com todas as atividades gratuitas, somente as oficinas e masterclassdemandam inscrição prévia, e estão abertas até 3 de dezembro, pelo site do festival.
No dia 10 de dezembro, o Auditório II do Museu da República recebe a masterclass “Cinemas Fora do Eixo Representando o Brasil no Mundo”, ministrada pelo diretor de “Marte Um”, Gabriel Martins. Ao longo de duas horas, ele rememora seus caminhos como roteirista, fotógrafo, diretor e montador, dos primeiros curtas à sagração de “Marte Um” à seleção como representante do Brasil no Oscar 2023. O Espaço Cultural Renato Russo também será palco para os seminários e encontros setoriais. A programação será lançada em breve.
As oficinas online trazem como temas, “Curadoria e Programação de Cinema no Brasil – Pesquisas, Conceitos e Práticas”, com o pesquisador cearense Pedro Azevedo; “Desenho de Audiência: Novos Caminhos para Distribuição e Comercialização de Filmes Brasileiros”, ministrada pela distribuidora e pesquisadora Marina Tarabay; “Funcionamento de salas de roteiros”, com a roteirista, professora e consultora de roteiros Francine Barbosa; “Preparação de Projetos e Produtores para Mercados Audiovisuais”, com a preparadora para pitchings Krishna Mahon; e “Produção Executiva – Introdução a Modelos e Aplicação”, com Flávia Santana, diretora executiva da Mulungu Realizações Culturais.
AMBIENTE DE MERCADO
Neste ano, em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos – APEX, o Ambiente de Mercado do Festival de Brasília se fortalece ano após ano. A indústria audiovisual brasileira tem na capital um grande pólo criativo, visto que o incentivo público à produção local de forma contínua vem criando gerações de talentos reconhecidos nacionalmente. Por isso, os maiores nomes do mercado audiovisual nacional confirmaram presença nas Rodadas de Negócio e nos Encontros com Players, ambas com inscrições encerradas.
O objetivo das Rodadas é promover reuniões entre canais, distribuidores e outros agentes do mercado nacional com realizadores e produtores audiovisuais locais. Entre os players confirmados estão: Globo Filmes, Canal Brasil, Sales Agent, Cardume, Descoloniza Filmes, Olhar Filmes, Vitrine/Manequim, Box Brazil, Glaz, Boutique e Paramount. Nos Encontros com Players, a ideia é que estes mesmos canais partilhem de forma breve e coletiva com o mercado local qual tipo de projetos procuram e como acessá-los para apresentação de propostas.
Ainda na programação há a Clínica de Projetos, ministrada por Marton Olympo, roteirista e diretor responsável por séries e filmes de grande sucesso para diferentes canais, entre eles, TV Brasil, GNT, AXN, Paramount, FOX, Canal Brasil e Disney. Seis projetos audiovisuais serão selecionados para esta atividade fechada e, ao longo de quatro dias, serão aprimoradas as ideias sobre o arco narrativo, personagens, roteiro, sinopse, bíblia, plano de negócios e comercialização, culminando em um desenho de pitching para vendas. As inscrições para Clínicas também já se encerraram.
SERVIÇO – 56º FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO
Data: 9 a 16 de dezembro de 2023
Locais: Cine Brasília (106/107 Sul), Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul), Complexo Cultural de Planaltina, Complexo Cultural Samambaia, Hotel Vision Plus e Auditório II do Museu Nacional da República.
Ingressos da Mostra Competitiva Nacional a R$ 20,00 e R$ 10,00, à venda na bilheteria do Cine Brasília a partir de duas horas antes de cada sessão. Demais exibições com entrada franca.
A chegada do bom velhinho também marca a inauguração da decoração de Natal do shopping mais tradicional de Brasília
A época mais mágica do ano está chegando! E para dar o pontapé inicial às comemorações de final de ano, o Conjunto Nacional dará as boas-vindas ao Papai Noel, neste sábado (04/11), com direito a cortejo de personagens, banda musical, show dos ursos e o acender das luzes da decoração de Natal, que este ano traz como tema o Incrível Natal da Fábrica de Brinquedos.
Às 15h, acontece nos corredores do shopping uma parada com personagens da Fábrica do Papai Noel com apresentação de banda ao vivo. No repertório, canções natalinas de todos os tempos. E, às 16h, começa a apresentação de show dos ursos, que anuncia a chegada do grande nome do dia: Papai Noel, que abre o acesso ao seu trono, localizado na Praça Central, no piso térreo do shopping e acende as luzes de Natal do Conjunto Nacional.
A decoração natalina escolhida para a edição de 2023 traz muita luz, de modo a fazer os frequentadores se sentirem dentro de uma fábrica de brinquedos de Natal. O público do Conjunto Nacional terá a oportunidade de relembrar o mundo mágico das pelúcias, soldadinhos de chumbo, carrinhos, ursos e tantos outros brinquedos clássicos da infância e dessa celebração tão querida por todos, que é o Natal. “Escolhemos trazer um visual tradicional, para resgatar a memória afetiva, que somente os grandes contos de Natal são capazes de proporcionar. Queremos dar aos nossos clientes a oportunidade de encontrar um espaço encantador que irá produzir novas memórias para as famílias”, destaca Fernanda Lima, gerente de marketing do Conjunto Nacional”.
O cenário principal, localizado na Praça Central do shopping, trará uma suntuosa árvore ricamente iluminada e decorada, com 11m de altura, que estará sobre um Gazebo, fazendo com que esta árvore alcance 14m. Além de beleza, esta decoração terá muita diversão. As crianças poderão aproveitar um divertido playground, o balanço acessível e um surpreendente escorregador que sairá do piso superior para a decoração, será realmente incrível!
Papai Noel também terá seu espaço todo especial, que inclui trono onde ele ficará à espera das crianças para ouvir seus pedidos. Além de vários espaços instagramáveis para todos terem diferentes registros deste incrível Natal! O acesso ao Bom Velhinho acontecerá até o dia 24 de dezembro, sempre no horário de funcionamento do shopping. As crianças ainda poderão levar uma lembrança desse momento, pois haverá serviço de venda de fotos no local. O controle de filas para encontrar com o Papai Noel e para usar os brinquedos será feito via Ana, a assistente virtual do Conjunto Nacional, por meio do número de WhatsApp (61) 2106-977.
Ainda dentro da programação especial de Natal, a partir deste final de semana e até o dia 17/12, as tardes de sábados e domingos ganharão uma dose de emoção extra com a apresentação da performance “A Mágica do Natal”. Sempre às 16h, o público que for à Praça Central do shopping, no piso térreo, poderá assistir ao espetáculo, que conta a história da menina Lissah e de sua família que descobrem juntos a magia do Natal. O acesso à apresentação é livre e gratuito.
Todo este clima festivo e alegre estará por todo o shopping, com árvores cônicas pelo mall, guirlandas, luzes e na decoração externa lindos laços gigantes iluminados, compondo o visual da fachada Oeste e que farão uma linda recepção a todos que forem apreciar este Natal no Conjunto Nacional. A decoração contará com uma árvore gigante com 11m de altura, cerca de 20 árvores menores de diversos tamanhos, bonecos animatrônicos, mais de 6.000 bolas, quase 2.000 enfeites diversos, entre presentes, laços e outros. Além de aproximadamente 400 mil lâmpadas LED.
Natal Sem Fome
A temporada de Natal, além de trazer alegria às festas de final de ano, traz o espírito de solidariedade e amor ao próximo. A chegada do Papai Noel também marca, mais uma vez, a participação do Conjunto Nacional na campanha Natal Sem Fome, uma das maiores mobilizações solidárias da sociedade civil, que ocorre desde 1993 e que já ajudou mais de 26 milhões de pessoas por todo o Brasil a terem um Natal digno.
Mais de 125 milhões de brasileiros vivem com algum tipo de insegurança alimentar. Por isso, até o dia 31/12, o shopping será ponto de arrecadação da campanha. Como forma de incentivar as doações, os pontos de arrecadação também terão uma versão digital. Os clientes poderão doar através de QR Codes que estarão em pontos espalhados pelo shopping para que a contribuição possa ser feita de maneira simples, rápida e fácil. Dentre estes pontos estão o guichê do estacionamento e balcão das lojas.
Projeto “Tardezinha do Samba vai à Escola” leva a cultura africana e afro-brasileira a três centros educacionais da Ceilândia
Lackman
O projeto foi idealizado pelo cantor e ativista cultural Marcelo Café. Nascido em Niterói (RJ), Café chegou à Brasília em 1980 com sete anos de idade e sempre morou na Ceilândia. Em 2018 realizou o “Festival Tardezinha do Samba”, na Casa do Cantador, com encontros musicais no ritmo de samba, choro e charme.
Keka Bagno
Mas em 2022 ele sentiu necessidade de ampliar o evento musical para dentro das escolas da Ceilândia. ”Vi que o projeto era uma forma de ampliar o alcance da cultura afro-brasileira para dentro das salas de aulas promovendo o debate com os jovens e ajudando na formação de uma geração menos preconceituosa com as questões de raça e gênero, entre outros”, afirma Marcelo, que já está na segunda edição do “Tardezinha do Samba vai à Escola”, com realização de oficinas de percussão, dança , moda , hip hop e produção cultural, além de palestras e rodas de conversa com os estudantes sobre mitologia africana, racismo e democracia.
Naiara Lira
O projeto que conta com o fomento da SECEC- Secretaria de Cultura e Economia Cultural do DF, será realizado no CEF (Centro de Ensino Fundamental) 4, CEF 11, e CEF 26, todos localizados na Ceilândia. Entre as atividades, que acontecerão até o dia 8 de dezembro se destacam as oficinas de dança charme com o professor Petrônio Paixão, dança afro com Lady B, produção musical e composição com Jojo Baby e Felipe Phyre, Hip Hop com Valéria Assunção Moda com o jornalista Fernando Lackman e de produção de eventos com Nayara e Manu Lira.
Foto divulgação
Na programação também serão realizadas palestras sobre Mitologia Africana, Racismo e Democracia, com as professoras Flávia dos Santos, Margareth Brito e Keka Bagno, respectivamente. Nas oficinas de Hip Hop e moda, os estudantes apresentarão uma coreografia e um desfile mostrando tudo o que aprenderam sobre ambos os assuntos, ao final das oficinas. “É o samba como pano de fundo para tratar de questões que sempre deveriam constar dos currículos escolares e serem debatidas entre os estudantes”, finaliza Marcelo Café.
SEMUTSOC da Cia. Corpus Entre Mundos, além dos DJs DJs Odara, Sá, Ketlen e Savana, Sarau e Feira Coisa de Preto serão os destaques da programação especial inspirada na cultura preta
No último final de semana do mês da consciência negra, o CCBB Brasília será palco para a valorização da expressão artística preta com a apresentação do espetáculo “Semutsoc” da Companhia de Dança Afro-contemporânea Corpus Entre Mundos.
Além disso, as apresentações dos DJs Odara, Sá, Ketlen e Savana prometem o ritmo de quem vier ao CCBB Brasília, aproveitar os temperos, a arte, o afro-empreendedorismo, o protagonismo da mulher negra, sempre das 15h às 17h e das 17h30 às 19h30, nos dias 25 e 26 de novembro.
Para a criançada teremos contação de história e oficina da Boneca Abayomi. Completando a nossa programação do CCBB Educativo teremos o Sarau PretAmor – Uma Celebração dos nossos afetos.
Os food trucks com opções da culinária preta, durante os dois dias do evento, vai ter feira Coisa de Preto com serviços de arte, moda, beleza, design, decoração e gastronomia, das 10h às 20h.
Confira a programação
Sábado
10h às 20h – Feira Coisa de Preto 10h às 20h – Food Trucks 16h30 – História Contada – “Presente Precioso – Abayomi” 17h00 – Oficina de bonecas Abayomi 15h às 17h – DJ Odara 17h30 às 19h30 – DJ Sá 19h – Sarau PretAmor – Uma Celebração dos Nossos Afetos 20h – Corpus Entre Mundos
Domingo
10h às 20h – Feira Coisa de Preto 10h às 20h – Food Trucks 16h30 – História Contada – “Presente Precioso – Abayomi” 17h – Oficina de bonecas Abayomi 15h às 17h – DJ Savana 17h30 às 19h30 – DJ Ketlen 18h – Corpus Entre Mundos
Sobre as atrações
Corpus Entre Mundos
Companhia de Dança Afrocontemporanea Corpus Entre Mundos apresenta Semutsoc.
“A gente se acostuma, mas não deveria”. Este trecho do poema “Eu sei, mas não devia”, de Marina Colasanti, representa o conceito do espetáculo SEMUTSOC, da Companhia de Dança Afro-contemporânea Corpus Entre Mundos. Coreografado e dirigido por Lenna Siqueira e Dilo Paulo, a obra contextualiza os ciclos da vida e como a esperança nos motiva a buscar o prazer por viver ao “desautomatizar” nosso cotidiano.
Dj Odara
Profundo respeito e reverência pela música vem de infância a inspiração da brasiliense Odara Kadiegi, filha de mãe angolana e pai carioca , DJ e Produtora Musical. Herdou a coleção de discos de vinil de seu pai ,esse foi o pontapé inicial de tudo. Seus sets transitam entre as sonoridades tropicais e a bases são música brasileira , africana e música latina. Musicalidade sem fronteiras mesclando sons clássicos e obscuros com a modernidade em seus diversos ritmos.
Dj Sá
Músico, profissional de saúde, pesquisador independente em cultura afro-brasileira, poeta e compositor.
Participou de formação de grupos musicais no DF e atualmente desenvolve projeto em que ensina habilidades de discotecagem.
Dj Savana
Natural de Imperatriz-MA e residente em Samambaia-DF, Savana começou sua trajetória musical para “atender ao chamado das ruas”. Seus sets são deliciosos giros pelas vertentes da música negra, com mesclas de RAPs dos primórdios e da atualidade, poderosos tunes do Dancehall e sem nunca esquecer dos grooves fundamentais do Funk, Soul e Disco Music. Sua abordagem musical é marcada pela diversidade de ritmos e estilos e pela presença de vinis, que ela gentilmente porta.
Sua paixão pela música e a seleção cuidadosa de faixas garantem que cada apresentação seja uma viagem sonora única e cheia de energia.
Dj Ketlen
Dj Ketlen é natural da Ceilândia, moradora de Águas Lindas, mãe solo e artista periférca, toca em eventos e festivais no Entorno e no Distrito Federal desde 2015
A Dj vem firmando sua carreira de forma independente e já tocou e toca em festivais como: Makossa, Festival Elemento em movimento, Melanina, Drop Like is Hot, Sound System batalha na pista, Baile Charme da torre, Festival Favela Sounds, Isso aqui é DF, Underbaile, Birosca, Hip-hop Contra a fome, entre outros eventos que também são destaques entre a cultura urbana.
Sarau PretAmor
Para celebrar o Mês da Consciência Negra, preparamos um evento especial: uma noite de expressão artística e exaltação da cultura negra. Nesta ocasião, teremos apresentações dos grupos Solos Negros e Coletivo Prethus.
Contação de História e Oficina Boneca Abayomi
Com base no conto “”Encontro Precioso – Abayomi””, de Thalita Araújo, que foi inspirado nas bonecas de @abayomi.lena , o público vai conhecer uma nova perspectiva da história da boneca Abayomi. Aqui, o povo negro é representado a partir de suas virtudes e, com retalhos de panos e nós de tecido, a boneca ganha forma e se torna símbolo de resistência.
A boneca de pano Abayomi representa luta e ancestralidade e essa contação de história, dedicada à cultura e à resistência negra, é narrada pelos educadores do Programa Educativo ao mesmo tempo em que as boneca de pano são produzidas.
Feira Coisa de Preto
Após mais de 8 anos da sua criação, a feira segue sendo um espaço de resistência, troca e interações sociais, regado de cuidados e por permuta de experiências comunitárias. A cada edição os mercadores, em sua maioria mulheres negras, oferecem diversos serviços por meio da arte, moda, beleza, design, decoração e gastronomia. Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana.
O CCBB Brasília recebeu, em 2022, a certificação ISO 14001, importante credencial de boas práticas ambientais, demonstrando o compromisso do Banco do Brasil com a ética e a sustentabilidade ambiental.
A Fundação Padre Anchieta convida para a exibição do primeiro episódio da série documental em 4 capítulos, produzida pela TV Cultura de São Paulo.
Quando Juscelino Kubitschek é eleito o vigésimo primeiro presidente do Brasil, a claudicante democracia pátria está sob ataque cerrado e ele só assume graças a um um levante militar que garante sua posse. Eleito pelo povo e empossado pela força dos tanques, Juscelino presidiria o país através de cinco anos luminosos. O lampejo rápido de um Brasil que poderia ter sido mas que não foi.
Armado de sonhos enormes e um sorriso inabalável, JK construiu no interior do país a primeira cidade modernista do mundo, abriu estradas, industrializou o país e cravou uma estaca no peito do nosso histórico complexo de vira-latas. Foram os anos em que Maria Esther Bueno foi campeã em Wimbledon, a seleção brasileira ganhou a copa do mundo e a Garota de Ipanema tomou conta das rádios do planeta e tudo parecia possível. Juscelino era a prova disso: menino pobre de Diamantina que se formou em medicina, se elegeu presidente da república, foi tirado para dançar pela princesa Margaret da Inglaterra (e fez bonito) e inventou uma nova ideia de Brasil. Um país moderno, cosmopolita, que se sentia à vontade no mundo. JK deixa o poder em 1960 aclamado pelo povo e só não é reeleito em 1965 porque a democracia tinha acabado um ano antes.
JK, o Reinventor do Brasil é um documentário pop em ritmo de podcast, que narra a história de JK, do dia em que ele nasce, ao momento de sua morte trágica e jamais esclarecida. É um pedaço da nossa história, cujos ecos ainda reverberam pelo país.