Categoria: Cultura, Entretenimento

VII ENCONTRO DE BAMBAS, EM BRASÍLIA, DESTACA PROTAGONISMO DAS MULHERES NA CAPOEIRA

Foto divulgação

Nos dias 8 e 9 de agosto, Brasília recebe o VII Encontro de Bambas, um dos mais significativos eventos de capoeira do país. Em 2025, o projeto reafirma seu compromisso com a resistência feminina, a valorização das minorias e a inclusão de todos os corpos na roda de capoeira.

O evento é idealizado por Mestra Michelinha, referência na capoeira do Distrito Federal e uma das vozes mais atuantes na luta por equidade de gênero na prática. À frente do Encontro de Bambas, ela destaca a importância de transformar espaços historicamente excludentes em territórios de acolhimento e afirmação.

“A roda de capoeira sempre foi um lugar de força, mas nem sempre foi um espaço para todas. Durante muito tempo, as mulheres foram silenciadas ou colocadas à margem. O Encontro de Bambas nasceu para romper com isso: é um ato político, cultural e espiritual. Aqui, mulheres ocupam o centro, com respeito, voz e visibilidade — e todos são bem-vindos nessa construção coletiva”, afirma Mestra Michelinha.

Criada por negros escravizados como forma de resistência, a capoeira é símbolo da luta contra a opressão. Porém, assim como na sociedade em geral, as mulheres foram invisibilizadas na história dessa prática que hoje é reconhecida como patrimônio cultural brasileiro. Foi apenas nas últimas décadas que elas passaram a ocupar, com mais visibilidade, os espaços de ensino e liderança na capoeira — mas a dívida histórica ainda é grande.

Por isso, nesta edição, o Encontro de Bambas reforça o protagonismo feminino, com mais mulheres contratadas, convidadas e homenageadas — mestras, contramestras, professoras, palestrantes e artistas — muitas delas negras, lésbicas e praticantes de religiões afro-brasileiras como o candomblé. Essa representatividade contribui para reconfigurar um espaço historicamente dominado por homens, sem deixar de ser aberto ao público geral e a todas as identidades de gênero.

Importante frisar que as rodas de capoeira e demais atividades do evento são abertas a todos os praticantes,respeitando os princípios da inclusão e da diversidade. O objetivo não é separar, mas reconhecer o valor da liderança feminina e construir um espaço mais igualitário e acolhedor para todos.

O Encontro de Bambas é mais do que um evento de capoeira: é um movimento de enfrentamento ao machismo, de resistência e de afirmação da autonomia feminina. Ao longo dos anos, tornou-se referência por promoverworkshops, debates, aulas teóricas e práticas, além de incentivar a prática esportiva entre crianças, jovens e adultos, acolhendo um público diverso, com ênfase emmulheres, pessoas negras, LGBTQIA+ e pessoas de baixa renda.

Segundo dados do Brasil de Fato, cerca de 35% dos praticantes de capoeira no Brasil são mulheres. Embora o número ainda seja menor em relação aos homens, sua participação tem crescido desde a década de 1970. Contudo, foi apenas nos anos 1980 que muitas mulheres conseguiram, pela primeira vez, entrar nas academias, graças à conquista de autonomia financeira e ao acesso à educação. Até então, a maioria delas era mantida à margem, limitada às rodas e excluída das formações estruturadas.

Hoje, com iniciativas como o Encontro de Bambas, a capoeira reafirma seu papel como ferramenta multicultural de luta, dança, música e educação. É também instrumento de formação cidadã e inclusão social, contribuindo para o desenvolvimento de agentes culturais do Distrito Federal e de outras regiões.

O VII Encontro de Bambas, ao colocar as mulheres no centro da roda, não só honra a ancestralidade da capoeira, mas aponta para um futuro mais justo, diverso e plural — onde todos podem jogar, cantar, aprender e resistir juntos.

Palestrantes — VII Encontro de Bambas

Mestra Michelinha (Michelle Santos Lima)
Nordestina, com 32 anos de trajetória na capoeira, é formada em Comunicação Social, educadora física e membro do grupo Aruanda, onde atualmente ocupa o cargo de president da mesa diretora. Atua na area de educação física junto a Secretaria de Educação, com foco em capoeira inclusiva para crianças, jovens e adultos. É idealizadora do Encontro de Bambas, referência nacional, e organizadora do evento “Papo de Capoeira”. Já ministrou aulas no Brasil e na América Latina e é pós-graduada em Educação Física Inclusiva e Tecnologias Assistivas.

Mestra Água Viva (Rosana Margato de Faria)
Educadora física e capoeirista com 33 anos de experiência, é natural do Rio de Janeiro e uma das poucas mestras no estado. Há duas décadas coordena o projeto voluntário Ginga Favela, voltado à inclusão social pela capoeira. Foi homenageada pela Câmara Municipal de Belford Roxo (2009) e pela ALERJ (2020) por sua contribuição à arte e à educação popular.

Mestra Boca (Alessandra Braga de Morais)
Capoeirista desde 1989, é professora, ativista cultural e integrante de diversos coletivos. Iniciou-se na Academia de Capoeira Sul da Bahia e desenvolve, desde os anos 1990, projetos ligados à educação e cultura afro-brasileira. Fundadora do “Capoeira na Roça” e referência em jongo e outras manifestações culturais, mantém academia em Jaguariúna/SP, onde atua até hoje.

Mestra Nagô (Wiara Santos da Silva)
Nascida em Osasco/SP, é capoeirista, educadora física, arte-educadora e coordenadora de projetos sociais. Fundadora do Instituto Batuquege Capoeira, atua em espaços educativos e de privação de liberdade. Desenvolve ações no Brasil e na África com a ONG Gingando pela Paz. Criadora do evento “Movidas pela Capoeira” é reconhecida como embaixadora do Instituto Brasileiro de Capoeira por sua atuação transformadora.

Maite da Silva Disconzi
Gaúcha iniciou na capoeira em 1997 e atua na educação infantil e integral. Participa de eventos nacionais e internacionais, com destaque para prêmios em campeonatos femininos de capoeira. Trabalha com jongo e outras danças culturais afro-brasileiras. É palestrante, mãe de duas capoeiristas e referência na capoeira do Rio Grande do Sul.

Mestranda Kallu (Carla Caroline dos Santos Maschio)
Natural de Jacareí/SP e residente em Blumenau/SC, é capoeirista desde os 4 anos. Criadora da marca Kalluera e do projeto social Kalluera Ancestral, atua com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. Foi premiada como capoeirista destaque pelo Oscar da Capoeira (2006) e integra o Coletivo Colmeia. Trabalha com musicalidade, ancestralidade e empoderamento feminino.

Mestra Iuna (Valdise Angela de Abreu)
Com 37 anos de vivência na capoeira, integra o Grupo Candeias e é aluna do Mestre Suíno. Educadora física é destaque em eventos no Brasil e no exterior. Referência mundial no canto de capoeira, já ministrou oficinas em países como França, Irlanda, África do Sul e Argentina. Organiza encontros femininos como “A Noite do Acende o Candeeiro” e atua com capoeira em escolas públicas e centros de treinamento em Goiânia/GO.

PROGRAMAÇÃO

Dia 8 de Agosto

• 18h00 – Recepção dos participantes

• 18h30 – Abertura oficial do evento

• 19h00 – Workshop: Corpo, Movimento e Ludicidade, com Mestra Michelinha

• 19h40 – Workshop: Capoeira e suas Expressões Corporais, com Mestra Boca

• 20h40 – Roda de Capoeira – Noite das Cantadoras

• 21h30 – Jantar coletivo

• 22h00 – Encerramento das atividades do dia

Dia 9 de Agosto

• 08h45 – Recepção dos participantes

• 09h00 – Workshop: Gênero, Cultura e Capoeiragem, com Mestra Água Viva

• 10h00 – Workshop: Capoeira Contemporânea, com Professora Maitê

• 11h00 – Roda de Capoeira

• 12h30 – Intervalo para almoço

• 13h50 – Recepção dos participantes (retorno das atividades)

• 14h00 – Workshop: Musicalização e Ritmo dentro da Roda de Capoeira, com Mestranda Kallú

• 15h00 – Workshop: Mulher na Capoeira, com Mestra Iúna

• 16h00 – Intervalo

• 16h30 – Workshop: Movimentos Acrobáticos, Golpes de Entrada e Saída, com Mestra Nagô

• 17h30 – Roda de Capoeira

• 19h30 – Atividade surpresa

• 19h40 – Jantar

• 22h00 – Finalização do evento

SERVIÇO:

VII ENCONTRO DE BAMBAS

Data: 8 e 9 de agosto de 2025
Local: Salão Múltiplas Funções no Guará
Organização: Mestra Michelinha
Entrada: Gratuita
Redes sociais: @encontrodebambas.capoeira

Ópera “MARIELLE” do Maestro Jorge Antunes estreia em Ceilândia

Divulgação

Tributo musical à resistência e legado da vereadora que abalou o Brasil, chega aos palcos do Teatro SESC Newton Rossi, de 25 a 27 de julho

A obra, dividida em quatro atos e uma abertura orquestral, transcende o campo artístico para se tornar um manifesto sonoro sobre a vida, o ativismo e o assassinato de Marielle Franco (1979–2018) – vereadora negra, lésbica e defensora dos direitos humanos, cuja morte brutal em 2018 ecoou como um grito de alerta contra a violência política no Brasil.

Relevância histórica e política: o legado que inspira gerações

A ópera não apenas narra a trajetória de Marielle, mas resgata seu legado como farol de resistência para movimentos sociais contemporâneos. O libreto, escrito por Antunes após extensa pesquisa com discursos e declarações da vereadora, aborda temas urgentes: violência de Estado, racismo estrutural, resistência LGBTQIAPN+, e a luta por justiça nas periferias.

Cenas como o discurso de Marielle na Assembleia Legislativa do Rio – onde confronta conservadores com o emblemático “Não dou aparte a milicianos!” – e seu assassinato transformado em símbolo de luta (ato IV) refletem como sua voz permanece viva na política atual.

A obra evidencia porque Marielle se tornou ícone global: seu combate às opressões sistêmicas inspira parlamentares, coletivos negros e jovens ativistas, que hoje carregam sua bandeira em pautas como o fim da brutalidade policial e a defesa das comunidades marginalizadas.

Jorge Antunes: o compositor-ativista que une vanguarda e resistência

A ópera é assinada por um dos maiores nomes da música contemporânea brasileira, cuja trajetória se entrelaça com a história política do país. Jorge Antunes, pioneiro da música eletroacústica na América Latina (criador da primeira obra brasileira com sons eletrônicos, em 1962), sempre uniu arte e ativismo.

Durante a ditadura militar, compôs a “Sinfonia das Diretas” (1984) – conhecida como “Sinfonia das Buzinas” por incorporar buzinaços das ruas – e o polêmico “Hino Nacional Alternativo”. Sua luta pela democratização ecoa agora em MARIELLE, parte de um ciclo de óperas que ele chama de “Hertory” – neologismo para destacar heroínas apagadas pela história oficial. Antunes já homenageou Olga Benário em “Olga” (2019) e planeja óperas sobre Rosa Luxemburgo e Zuzu Angel, afirmando: “mulheres guerreiras merecem ter suas narrativas cantadas”.

Inovação musical a serviço da memória

Com 19 músicos da orquestra ARS Hodierna, sons eletroacústicos pré- gravados e um coro de 12 vozes, a partitura de Antunes funde linguagens para retratar a pluralidade de Marielle. Sopranos líricos se alternam com o funk (gênero que ecoa nas favelas cariocas), enquanto performances de mímica (como a do personagem Rui, sobrevivente da ditadura) e projeções visuais criam uma imersão sinestésica.

A cena do sarau na Casa das Pretas (ato IV), com poemas de Luiz Gama e imagens do assassinato, converte dor em esperança: o coro encerra com o lema “Não conseguirão matar a primavera”, acompanhado por uma voz eletrônica que adverte “Estamos de olho; à espreita!” – lembrando que a vigilância contra a opressão permanece.

Ceilândia: a periferia que recebe a história de uma heroína da periferia

A escolha do Teatro SESC Newton Rossi, localizado na maior Região Administrativa do DF, carrega profundo simbolismo. Assim como Marielle – nascida no Complexo da Maré, no Rio -, Ceilândia é um território de resistência periférica. Estrear a ópera ali não apenas democratiza o acesso (com entrada franca), mas alinha palco e realidade: as discussões sobre violência policial (ato I) e educação como ferramenta de luta (personagem Professor Alcimar) ressoam com urgência nas quebradas do DF.

A cenografia de Maria Carmen retrata favelas e assembleias, enquanto a direção de Chico Expedito reforça o diálogo entre arte e território.

Ficha técnica e serviço

Com elenco de destaque como Aida Kellen (Marielle, soprano) e Clara Figueiroa (Mônica, contralto), a ópera é uma realização do FAC-DF (Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal), consolidando o projeto de Antunes de “óperas políticas” como instrumentos de transformação social.

Local: Teatro SESC Newton Rossi (QNN 27 Área Especial Lote B, Ceilândia Norte)

Datas: 25 e 26/7 (sexta e sábado, 19h); 27/7 (domingo, 16h e 19h)

Entrada franca | Classificação livre

Os atos da “Ópera MARIELLE”

Dividida em quatro atos, com regência do Maestro Jorge Lisbòa Antunes, a ópera narra a trajetória de luta, amor e resistência da protagonista, ambientada em contextos sociais e políticos do Rio de Janeiro

No primeiro ato (43 minutos), precedido por abertura estreada na 25ª Bienal de Música Brasileira Contemporânea, em 12/12/2023 (https://youtu.be/IrCILTA3lxQ), o cenário é uma favela dividida entre barracos e uma sala de aula comunitária. As conversas abordam a violência policial, com relatos de Maria, cadeirante vítima de bala perdida, e a educação como ferramenta de resistência, simbolizada nas aulas de Física do Professor Alcimar, que usa a Terceira Lei de Newton para discutir ação e reação social. Marielle, grávida, critica a opressão estrutural e expressa esperança por um futuro melhor para sua filha, enquanto Mônica reforça a importância da união coletiva.

No segundo ato (29 minutos), o cenário migra para um apartamento na

Tijuca, decorado com símbolos de resistência LGBTQ+ e figuras como Frida Kahlo.

Marielle e Mônica trocam alianças, planejando um casamento que simboliza afeto contra a homofobia. Em paralelo, reúnem-se aliados para organizar a candidatura de Marielle à vereança, discutindo estratégias políticas e alianças. Rui, mudo e sobrevivente da ditadura, realiza uma performance de mímica sobre tortura, conectando passado e presente. A cena é interrompida por interferências na TV, com vozes homofóbicas, reforçando a opressão externa.

O terceiro ato (16 minutos) divide-se entre um teatro de sombras (à esquerda) e a Assembleia Legislativa (à direita). Marielle, já vereadora, denuncia a intervenção militar no Rio, destacando seu impacto racista, enquanto enfrenta interrupções de colegas conservadores. Ela responde com firmeza: “Não dou aparte a milicianos!”. Simultaneamente, uma dupla de funk debate machismo e resistência, ecoando as palavras de Marielle (“Ser mulher é resistir”). O teatro de sombras ilustra corrupção e violência, contrastando com a luta institucional da protagonista.

No quarto ato (38 minutos), a ação ocorre na Casa das Pretas e no apartamento da Tijuca. Um sarau com poemas de Luiz Gama (“Em nós, até a cor é um defeito”) destaca o racismo estrutural, enquanto projeções e cenas simbólicas retratam o assassinato de Marielle (tiros, explosões) e sua transformação em ícone da resistência. Mônica, Maria, Professor Alcimar e Paulão lamentam sua morte, mas prometem continuar a luta, regando o “jardim” com lágrimas para que “novas Marielles” floresçam. O coro final repete o lema “Não conseguirão matar a primavera”, enquanto uma voz eletrônica (“Estamos de olho; à espreita!”) encerra a obra, lembrando a vigilância constante contra a opressão.

Jorge Antunes

Um visionário da música eletroacústica latino-americana e ativista cultural, cuja obra une vanguarda artística e compromisso social. Seu legado abrange desde inovações técnicas nos anos 1960 até óperas políticas contemporâneas, consolidando-o como figura essencial na cultura brasileira e internacional

Nascido no Rio de Janeiro em 1942, Jorge Antunes consolidou-se como um pioneiro da vanguarda musical brasileira. Sua trajetória iniciou-se em 1958 com estudos de violino, mas foi na década de 1960 que revolucionou a cena artística nacional: formado em Física e Música, fundou o Estúdio de Pesquisas Cromo-Musicais (1961) e compôs “Valsa Sideral” (1962), primeira obra brasileira com sons exclusivamente eletrônicos. Sua busca por inovação levou-o a criar as Cromoplastofonias – experiências sinestésicas que integravam orquestras, fitas magnéticas, luzes e até estímulos olfativos e táteis – e a construir instrumentos como o Theremin, usado pioneiramente na música popular no Festival da Record (1967).

Sua atuação internacional é marcante. Com bolsas de estudo, especializou-se em música eletrônica e computacional no Instituto Di Tella (Argentina, 1969–70), na Universidade de Utrecht (Holanda, 1970) e no Groupe de Recherches Musicales de Paris (1971–73), onde trabalhou com Pierre Schaeffer e concluiu doutorado em Estética Musical. Ao longo das décadas, estreou obras em festivais em 40 países, recebeu prêmios como o da Tribuna Internacional de Compositores da Unesco (1993, 1996) e foi condecorado como Chevalier des Arts et des Lettres pelo governo francês (2002). Suas residências artísticas na Europa, México e Oriente Médio, além de óperas como “Olga” (estreia na Polônia, 2019), atestam seu reconhecimento global.

Antunes uniu arte e política de forma indelével. Durante a ditadura militar (1978–1989), engajou-se em movimentos pela democratização em Brasília e compôs obras-protesto como a “Sinfonia das Diretas” (1984), conhecida como “Sinfonia das Buzinas” por incorporar buzinas em apoio às Diretas Já, e o polêmico “Hino Nacional Alternativo”. Seu ativismo seguiu ecoando em óperas como “Marielle” (2025), sobre a vereadora assassinada Marielle Franco, e em marchinhas de carnaval satíricas (como “O Mosquito”, sucesso em 2016) para o bloco Pacotão.

Sua obra, com mais de 200 composições, abrange desde música eletroacústica até óperas, sinfonias e peças corais. Destacam-se a monumental

“Cantata dos Dez Povos” (2000), “Rimbaudiannisia” (encomendada pela Radio France) e óperas de rua como “O Exfakeado” (2019). Como professor titular da Universidade de Brasília (1973–2011), fundou o grupo GeMUnB e a Sociedade Brasileira de Música Eletroacústica (1994), que presidiu por três mandatos.

Homenageado aos 70 e 75 anos no Brasil e exterior, seu legado – documentado no filme “Maestro Jorge Antunes, Polêmica e Modernidade” (2005) – permanece como um diálogo entre a ousadia da vanguarda e a resistência política, firmando-o como referência indispensável da cultura latino-americana.

Missões e prêmios secretos no Capital Moto Week: a Cidade da Moto vira cenário de jogos interativos

Foto divulgação

Com o Capital Moto Game, o festival oferece desafios gamificados que podem render atrações exclusivas, ingressos e cartão de consumação

Se vivenciar o Capital Moto Week, maior festival de motos e rock da América Latina, já é inesquecível, imagina adicionar uma dose de tecnologia, adrenalina e prêmios? Depois de surpreender em sua estreia, o Capital Moto Game — que é interativo e gratuito — traz novidades para o público registrar territórios, selfies e ativações. Começando pelo acesso a atrações exclusivas para quem completar os desafios, prêmios-relâmpago distribuídos em horários surpresa e o agendamento para atrações disputadas, além de ganhar pontos descartando lixo eletrônico, reforçando o compromisso do festival com a sustentabilidade.

Para a edição 2025 foram desenvolvidas missões específicas para as crianças e adolescentes cumprirem dentro da Cidade da Moto, a exemplo da caça ao tesouro, selfie em atrações culturais e interações no Moto Kids — espaço que oferece brinquedos, oficinas, pintura e apresentações diversas, como o tradicional Globo da Morte. As etapas são validadas por meio de inteligência artificial e reconhecimento facial. Ao final de cada dia ou desafio, os participantes (adultos e crianças) com maior pontuação serão agraciados com ingressos, kits com produtos da loja oficial CMW, além de cartão de consumação para uso exclusivo dentro do complexo.

A proposta do Game é engajar, ainda mais, o público do festival ao espírito Moto Week com conexão e diversão . “Em 2025 vamos entregar experiências ainda mais personalizadas e o Moto Game é uma estratégia para integrar o mundo digital à energia vibrante do festival” , afirma Pedro Affonso, CEO do CMW. Lançado na edição passada, o Capital Moto Game se mostrou um produto ativo e memorável, entrando como aposta de parceiros e patrocinadores neste ano. O jogo funcionará de 24 de julho a 02 de agosto, durante os 10 dias do festival.

Como participar do Moto Game?
Acesse capitalmotogame.com pelo navegador do celular e comece sua jornada pelo festival! Sem downloads, sem complicação, apenas pura diversão e a chance de tornar a sua experiência no Capital Moto Week ainda mais surpreendente.

Confira algumas das missões:

  • Quiz: Aqui os conhecimentos dos participantes serão testados. Para mostrar que são experts no festival, o Quiz CMW é o desafio.
  • Palco Principal: Registrar um dos shows e postar foto no Instagram com a hashtag #CapitalMotoWeek para compartilhar a energia da apresentação musical.
  • Campeonato: Mostrar o talento fotográfico em registro criativo com uma moto. Para socializar, é necessário tirar uma selfie com pelo menos dois outros jogadores.
  • Roda Gigante: Tirar uma selfie com vista panorâmica enquanto anda na roda gigante e escanear o QR code para completar essa missão.
  • Moto Bar Spaten: Postar uma foto com as asas cenográficas do palco e passar pela caveira gigante para fazer selfie com o sinal do rock’n roll, destacando sua experiência.
  • Rock Saloon Royal Enfield: Escanear o QR code e postar uma foto neste palco. Seguir o perfil oficial do @capitalmotoweek para ficar por dentro das novidades.
  • Lixo Eletrônico: Contribuir para um mundo mais sustentável tirando uma selfie ao descartar lixo eletrônico em um dos pontos de coleta.

Sobre o Capital Moto Week 2025
De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

SERVIÇO
Capital Moto Week 2025
Data: 24 de julho a 02 de agosto de 2025
Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF
Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek
Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br
Ingressos: http://www.bilheteriadigital.com/capitalmotoweek
Banco de Imagens: Drive CMW | E-mail: imprensa@capitalmotoweek.com.br

Última semana para visitar a exposição “ANDANÇAS”

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Mostra das artistas Adriane Kariú e Rômulo Barros fica aberta ao público até 27 de julho no Memorial dos Povos Indígenas

Depois da 2º edição Interação Corpo/Som passar por distintos pontos culturais do Distrito Federal em um ônibus-galeria, chegou a hora da mostra “Andanças”, de Adriane Kariú e Rômulo Barros, ocupar o Memorial dos Povos Indígenas. A exposição, que faz parte do projeto Interação Corpo/Som, ficará aberta gratuitamente ao público entre os dias 10 de junho e 27 de julho.

Com curadoria da premiada artista Raquel Nava, “Andanças” reflete que as fronteiras são movediças, que as histórias são múltiplas e que as definições não são sedimentadas.

Adriane Kariú reivindica seu sobrenome indígena e a história de seu povo – apagada por processos de colonização. Apesar de ser considerado extinto pela FUNAI, hoje o povo Kariú Kariri, originário do Vale do Cariri no estado do Ceará, busca o reconhecimento, em um levante étnico.  

Nesta mostra, Adriane intervém em imagens para denunciar a diáspora forçada dos povos originários a outras regiões do Brasil. A artista se apropria de fotos e outros registros para revelar a identidade indígena de trabalhadores explorados na construção de cidades e no chamado “desenvolvimento” da nação. 

Rômulo Barros – artista não-indígena e não binárie – ao observar os comportamentos, rastros e caminhos de outras espécies não-humanas, forja sua poética em manufaturas artísticas. Rômulo investiga os fluxos de vida e morte, que transformam a matéria de modo integrado com os ciclos da natureza. 

Interação Corpo/Som

A 2º edição Interação Corpo/Som, projeto contemplado pelo Fundo de Apoio à Cultura em 2025, levou exposições de seis artistas a três diferentes pontos do Distrito Federal: Plano Piloto, Núcleo Bandeirantes e Samambaia. Com o objetivo de incentivar a cultura em espaços descentralizados da cidade, as exposições foram feitas dentro de um ônibus-galeria (Mr. Truque), totalmente transformado para abrigar as mostras. Nesta nova etapa do projeto, o Memorial dos Povos Indígenas será o palco para as exposições.

SERVIÇO

Exposição “Andanças”
De 10 de junho a 27 de julho

Memorial dos Povos Indígenas
(Zona Cívico-Administrativa Em frente ao Memorial JK, Brasília – DF, 70070-300)

Terça a Domingo de 9h às 17h

Capital Moto Week 2025: tudo o que você precisa saber antes de chegar ao festival

Foto divulgação

Edição acontece de 24 de julho a 2 de agosto, em Brasília, com abertura dos portões às 17h da quinta-feira (24)

De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do Capital Moto Week 2025, o maior festival de rock e motos da América Latina e o terceiro maior do mundo. Com previsão de reunir mais de 800 mil pessoas e 300 mil motos, o festival acontece no Parque de Exposições da Granja do Torto e promete 10 dias de experiências surpreendentes com 107 shows, ações de sustentabilidade, diversidade e muito mais. Com abertura oficial dos portões na quinta-feira (24), às 17h, a organização preparou um guia geral para o público aproveitar o festival da melhor maneira!

Dicas para explorar os espaços e a programação do Capital Moto Week 2025:

INGRESSOS

Ingressos | Ainda há ingressos disponíveis para todos os dias. A compra presencial pode ser feita na loja do CMW no Iguatemi Brasília e na bilheteria da Granja. Motociclistas sem garupa e pilotando não pagam; Motos com garupa entram grátis de segunda a sexta-feira até 18h e, aos sábados e domingos, até 15h; PCD tem acesso grátis com direito a acompanhante; Meias-entradas concedidas aos beneficiários previstos pela lei; Crianças de até 12 anos não pagam desde que acompanhadas de responsável; Menores de 16 anos somente acompanhados de responsável legal; Ingresso solidário (preço promocional) é concedido para quem levar lixo eletrônico ou 1kg de alimento não perecível.

COMO CHEGAR

Localização | O complexo na Granja do Torto fica a 12 km do centro de Brasília (DF). Os acessos ao festival estão logo após o balão do Torto. Basta seguir em frente e virar à esquerda para acessar as entradas e saídas de motos sem garupa. Seguindo em frente, vem o acesso de motos com garupa, o estacionamento rotativo (E1) e o estacionamento público, onde está a entrada de pedestres e bilheteria (E2).

Horário de funcionamento | A Cidade da Moto funciona 24 horas por dia. A bilheteria e a entrada do público rotativo funcionarão a partir das 14h na quinta e sexta-feira, e a partir das 9h aos sábados e domingos. A entrada no complexo é gratuita de segunda a sexta-feira, das 12h às 14h. Já a entrada para a Vila do Bem, de segunda a quarta-feira, é liberada mediante a retirada do ticket online na Bilheteria Digital.

O COMPLEXO

Cidade da Moto | O complexo de entretenimento possui mais de 320 mil m², com lojas, gastronomia, cinema a céu aberto, exposições, desfiles de moda e muito mais. Na avenida principal é onde há o grande fluxo de pessoas e motos que circulam no festival, onde se pode sentir a atmosfera especial do CMW. Motos estilizadas estacionadas, bandeiras de motoclubes hasteadas em todos os espaços e, claro, muito agito trazem vida ao local. Por ali, estão os estandes dos patrocinadores, a Praça Pepsi, os palcos Lady Bikers Sebrae, Moto Bar Spaten e Rock Saloon Royal Enfield, a Loja Oficial do Festival, entre outras lojas e pontos de vendas de bebidas e comidas.

CULTURA

Shows | O Capital Moto Week 2025 terá cinco palcos e 107 atrações ao longo de 10 dias. Os headliners são: Biquini, Os Paralamas do Sucesso, Capital Inicial, Samuel Rosa, Angra, Lobão Power Trio, Cidade Negra, MAGIC! (Canadá), Marcão Britto & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr. e Detonautas. Além dessas, outras 79 bandas completam o lineup do festival. Todos os shows (separados por dia e palco) estão disponíveis no site do festival. A programação é diária, inclusive nos dias úteis.

Palcos | 5 palcos receberão 107 shows ao longo dos 10 dias, com programação diária.

Palco Principal | O maior palco do centro-oeste reúne os grandes nomes do rock nacional e internacional. Com cenografia inspirada em jukebox, celebra a diversidade e a história do gênero.

Moto Bar Spaten | O mais noturno dos palcos, onde as festas seguem madrugada adentro. Em 2025, tem estrutura ampliada, visual mais imponente e moderno.

Lady Bikers by Sebrae | Muito mais que um palco, é um espaço dedicado ao empreendedorismo e protagonismo feminino. Localizado na Avenida Principal, recebe empreendedoras, shows, debates e desfiles em programação extensa.

Rock Saloon Royal Enfield | Situado ao final da Avenida Principal, o palco mais velho oeste do festival ganha dois andares neste ano e segue valorizando os estilos que moldaram o rock: blues, country, rockabilly e soul.

Praça Pepsi | Dentro da Praça Pepsi, conta com programação versátil, assim quem estiver fazendo refeições não perde nenhum minuto de diversão. A estrutura mantém o alto padrão dos anos anteriores.

Atrações Culturais | Entre as figuras de destaque está o artista urbano Fernando Elom, que é da Ceilândia e, desde 2022, estampa painéis e obras que destacam a resiliência e a positividade, simbolizando a força da cultura.

Cinema a Céu Aberto | De 28 a 30 de julho, o ‘Cinema a céu aberto’ exibirá sessões às 18h e 20h20 com filmes importados das telonas. Nesses dias a entrada é gratuita mediante ingresso retirado na Bilheteria Digital.

Estilo Moto Week | A variação de temperatura é grande em um mesmo dia. O período do ano combina sol, calor, baixa umidade e baixas temperaturas. A dica para curtir muitas horas no CMW é escolher um look confortável e apostar em tênis ou botas para explorar todo o complexo. Casaco, jaqueta ou peças de sobreposição são coringas para proteger do frio. As peças da coleção do Capital Moto Week oferecem um estilo exclusivo para curtir a liberdade dentro e fora do festival. A loja conceito funciona no Iguatemi Brasília e na Granja do Torto.

MORADORES DA CIDADE DA MOTO

Acampamento | Mais de 20 mil pessoas acampam no festival. O Camping Ville Outdoor oferece barracas montadas com cama inflável, lençóis, iluminação e banheiro privativo. Há espaço para motorhomes, Camping Viking gratuito e Camping Ville com estrutura completa. Para quem busca experiência mais personalizada, há a opção dos domes, com instalações sofisticadas que priorizam privacidade e conforto. Eles acomodam até três pessoas e incluem ar-condicionado, piso deck, cama box, travesseiro, roupa de cama e de banho, cabideiro, espelho, tomada, luminária e mesa com cadeiras. Saiba mais aqui.

Motoclubes | Motoclubes e motogrupos são parte fundamental da festa! Eles saem de vários estados do país para marcar presença no festival. Dos 320 mil m² de área ocupada no CMW, 20% são destinados aos 230 motoclubes e motogrupos que reservaram espaços dentro da Cidade da Moto com programações próprias. Fora isso, é esperada a participação de 1,8 mil motoclubes do Brasil e de outros países.

EXPERIÊNCIAS IMERSIVAS

Moto Kids | O espaço dedicado às crianças terá a tradicional performance do globo da morte, roda gigante, brinquedos infláveis e muita diversão! O voucher para a Roda Gigante deve ser retirado no stand do BRB, mediante preenchimento de formulário. Além das experiências radicais, haverá cobertura para proteção solar e espaço com conforto, segurança e atividades monitoradas para as crianças.

Parque de Diversões | Os maiores de 18 anos que buscam dose extra de adrenalina poderão se aventurar no Bungee Jump Giraffas, que tem surpreendente queda livre de 30m; e na Tirolesa Claro, com torre de saída de 15m de altura e 134m de extensão, cruzando pelo alto toda a arena de shows CMW. A entrada nessas atrações é gratuita, oferecidas pelas marcas parceiras do festival.

GASTRONOMIA

Praças de Alimentação | A alimentação é experiência à parte no CMW com operações e pratos para todos os gostos e bolsos. A Praça Pepsi, na Avenida Principal, traz palco com programação exclusiva para garantir a diversão enquanto o público recarrega a energia. Há também a Praça Arena, localizada na arena do Palco Principal. De café da manhã a petiscos, fast food, churrasco, pratos sofisticados e doces, além de alternativas vegetarianas, tudo com preços democráticos, porções saborosas e generosas.

Sabores | O CMW oferece 38 operações gastronômicas, espalhadas por todo o complexo. São mais de 70 opções de refeições e porções generosas para todos os gostos. Entre elas, estão: 061 BBQ, Açaí Oficial, Amazon Easy, Amor Pipoca, Bacio di Latte, Chef Thiago Paraíso, Churros D, Crepe do Tio, Destilaria Capueira, Dog Club, Dog da Igrejinha, Dom Bosco, Dr Dog, Estação do Crepe, Frango no Pote, Giraffa’s, Gordo, Helius, Mc Donald’s, Nissin, Pão Dourado, Pastelaria do Beto, Pastelaria e Parrilla do Beto, Pit Stop Creperia, Pit Stop Pastelaria, Primeiros Bar/Gordeixos, QI WINES, Recheiô, Reis do Tacho, Ricco, Santo Beef (ex-Alecrim), Tio Gu Creperia, Vino Fructuoso, Vinhos do Mundo.

Consumo | O consumo é feito exclusivamente via cartão ZIGPay, e de segunda a sexta, das 12h às 14h, a entrada é gratuita para quem quiser almoçar e vivenciar o clima CMW.

LEGADOS SOCIAIS

Legados Sociais | Nem só de rock e motos vive o Capital Moto Week! Além da programação de música, motos e shows, o CMW prioriza a agenda social. Com a Vila do Bem, o CMW promoverá, de 28 a 30 de julho, atendimentos gratuitos de saúde, vacinação e ações de cultura voltadas à comunidade e instituições do DF. Os visitantes poderão conhecer o complexo e tudo que envolve o universo de um mega festival. A entrada é gratuita, com retirada de ingresso na Bilheteria Digital.

SERVIÇOS

Posto Médico | Quatro postos médicos estão localizados em pontos estratégicos do festival, sendo um ao lado do Palco Principal e os demais espalhados ao longo da Avenida Principal (em frente ao Rock Saloon Royal Enfield, em frente ao Moto Bar Spaten e no começo da avenida). Esses postos reforçam o atendimento emergencial e garantem agilidade e segurança ao público durante o festival.

Segurança e Mobilidade | A logística de mobilidade foi definida junto à Secretaria de Mobilidade do DF. Os acessos aos estacionamentos e entradas estarão sinalizados e um time capacitado indicará os acessos de motos, pedestres e motoristas. Para evitar congestionamentos, é importante sair cedo de casa. As dependências do CMW terão equipe treinada para fazer a segurança nas entradas, saídas e dentro do complexo.

Pets | No CMW, os pets são bem-vindos! Para os animais de estimação, haverá pontos de distribuição de água e ração espalhados pelo complexo CMW, garantindo cuidado e acolhimento.

DIRETRIZES

Acessibilidade | O CMW está preparado para receber pessoas com deficiência. As ruas e dependências possuem rampas e sinalização. Um comitê de boas-vindas atua desde o estacionamento exclusivo e entrada no festival ao atendimento humanizado. Há tradução em libras dos shows das atrações principais e Camarote Solidário para esse público, em frente ao palco principal, com estrutura de piso elevado. Kits sensoriais são disponibilizados para pessoas neuro divergentes. Interessados podem fazer o credenciamento PCD e receber orientações no Concierge de Atendimento PCD na entrada principal e no estacionamento rotativo privado (E1). Para garantir a gratuidade do ingresso, os interessados devem apresentar o laudo atualizado ou a carteirinha PCD.

Cultura | O Capital Moto Week se destaca como impulsionador da cultura, oferecendo uma plataforma para grandes nomes da música, bandas independentes, artistas visuais, dançarinos, atores e outros talentos exibirem seus trabalhos e ganharem visibilidade nacional. A Assessoria de Imprensa divulga a programação completa diariamente.

Sustentabilidade | O Caveiras do Bem é um movimento em prol da sustentabilidade. Reconhecido pela Zero Waste International Alliance, o CMW é o único festival no Brasil certificado como Lixo Zero e ISO 20.121 e, todos os anos, zera as emissões de carbono. Promove iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade da cadeia produtiva do entretenimento.

Lixo Zero | Para viabilizar a operação Lixo Zero, o CMW mantém dentro da Cidade da Moto um centro de triagem de resíduos, onde são separados os materiais para destinação adequada. Parcerias com ONGs e cooperativas garantem a coleta, triagem e ações como troca de lixo eletrônico por ingressos. O espaço é aberto para visitação durante todos os dias do festival no período das 11h às 14h.

SERVIÇO
Capital Moto Week 2025
Data: 24 de julho a 02 de agosto de 2025
Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF
Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek
Site: http://www.capitalmotoweek.com.br

ACDF – Associação Comercial o Distrito Federal, apresenta e empossa Nova Diretoria para o período de 2025-2028  e  apresenta planos  para o Comércio do DF  

ACDF COMEMORA A RECONDUÇÃO DE SUA DIRETORIA

Divulgação

Com satisfação compartilhamos o comunicado para imprensa sobre a cerimônia de posse da nova diretoria da Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF),Conselho Superior e Fiscal, membros dos Órgãos Estratégicos e Especializados da Diretoria e Conselhos Superior e Fiscal do Instituto da ACDF.

O evento marcará o início de uma gestão focada em dar continuidade as várias ações iniciadas, com objetivos fundamentais de fortalecer o comércio local, promover a inovação e defender os interesses dos empresários do DF, dar continuidade  ao fortalecimento dos MEIs – Micro Empresários Individuais. 

A nova diretoria, liderada pelo presidente Fernando Brites,reeleito, que assume com importantes desafios e propostas para o cenário econômico da capital. 

Acreditamos que esta notícia pode ser de grande interesse para os leitores dos Veículos de Comunicação, dada a relevância da ACDF para o desenvolvimento econômico do Distrito Federal.

O empresário da área de móveis planejados Fernando Brites e sua diretoria foram reconduzidos para a gestão 2025/2028 com a missão de consolidar projetos, principalmente na área de tecnologia e inovação no comércio e indústria. Mais do que nunca, a ACDF busca fortalecer ainda os MEIs (MicroempreendedoresIndividuais) – tendo para isso, inclusive, criado recentemente diversos conselhos como o seu conselho temático MEI-ACDF empossado em dezembro de 2024. Além desse núcleo de trabalho focal, criou ainda conselhos de extrema importância como o Internacional, ESG, Design, Resgate Social, entre outros.

Fernando Brites, presidiu a ACDF em 2003/2008, deixando um legado forte na condução de entidades empresariais de classe nas Regiões Administrativas do DFe agora, com a globalização busca colocar Brasília no comércio mundial apoiando inovação e projetos a serem aplicados nos setores da economia. Após a cerimônia deposse, na mesma noite, o presidente da ACDF Brites anunciará a criação do seu mais novo conselho – GESTÃO DE EVENTOS – setor que movimenta a economia da DF e entorno, formalizando – mais uma vez – a consolidação de um trabalho em prol dos que empreendem no Brasil.

GESTÃO ACDF | 2025/2028

Presidente e Vice-Presidentes:

1. Fernando Pedro de Brites

2. Antonio Carlos Martins

3. Antonio José Matias de Sousa

4. Alexandre Augusto Bittencourt

5. Alejandro Rubem Parrilla

6. Breno Cury

7. Eduardo Silva Freitas

8. Liana Maria França Silva Alagemovits

9. Luiz Eugenio Fernandes Duarte

10. Patrícia Rosa Calmon

11. Thomas Ribeiro Strauss

Diretoria Financeira:

12. Edvaldo Silva Moreira

13. Meire Lucia Neme Gabriel

Diretoria Administrativa:

14. Eduardo da Silva Vieira

15. Asdrubal Nascimento Lima Junior

Diretoria Especial:

16. Aline Batista Duarte

17. Eliane Vallim

18. Ivanilda Lopes do Nascimento Queiroz

19. Jorge Viana de Sousa

20. Leonardo Fabricio de Resende

21. Lucia Luci Ottoni da Silva

22. Marcos Antonio Moreira

23. Patricia Ribeiro Rego

24. Roberto Niwa Camilo

25. Siler Barbosa Garcia

Conselho Superior:

26. Carlos Magno de Melo

27. Cleber Roberto Pires

28. Danielle Bastos Moreira

29. Josezito Nascimento Andrade

30. Alessandra Neiva Amorim

31. Antonio Ruy Telles

32. Carlos Alberto de Sá

33. Fábio de Carvalho

34. Francisco Jose de Oliveira Ferraz

35. Gumersindo Sueiro López

36. Higino Antonio Franca Chaves de Magalhães

37. Janine Soares de Brito

38. Jonas da Costa Freire

39. José Luiz Lopes dos Santos Anjo

40. José dos Reis de Oliveir a

41. José Rocha de Carvalho

42. Jurandir Pizani Ribeiro

43. Lindberg Cury Junior

44. Luiz Einar Neri Solano

45. Marta Bittar Cury

46. Mitri Moufarrege

47. Paulo Octavio Alves Pereira

48. Rubem Soares Branquinho

49. Ruy Coutinho do Nascimento

Conselho Fiscal:

50. Andre Correa Teles

51. Glenda Sousa Marques 

52. Tales Pinheiro Lins Junior

53. Dermeval Pereira da Luz

54. Rafael Freitas Machado

55. Udiléston Pinho Lopes

Diretoria de Área:

56. Gersinei Aparecida Ferreira de Almeida

57. José Rodrigues do Rego Neto

58. Julia Lucy Marques Araújo

59. Lucia Maria de Oliveira Felix

60. Wellington de Queiroz

ÓRGÃOS ESTRATÉGICOS E ESPECIALIZADOS:

• CAMARA DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM

1. EDUARDO VIEIRA – PRESIDENTE

2. ASDRUBAL NASCIMENTO JUNIOR – VICE-PRESIDENTE

3. RAFAEL FREITAS MACHADO – VICE-PRESIDENTE

CONSELHOS TEMÁTICOS ACDF

• CONSELHO CONSULTIVO JURÍDICO E DE GESTÃO EMPRESARIAL

1. EDUARDO DA SILVA VIEIRA – PRESIDENTE

2. ASDRUBAL NASCIMENTO LIMA JUNIOR – VICE-PRESIDENTE

3. RAFAEL FREITAS MACHADO – VICE-PRESIDENTE

4. TALES PINHEIRO LINS JUNIOR – SECRETÁRIO

5. AGENOR PEDRO DA SILVA JUNIOR – CONSELHEIRO

6. CASSIO DOS SANTOS GARCIA – CONSELHEIRO

7. CIRELLE MONACO DE SOUZA – CONSELHEIRO

8. CLAUDIO SOTANA – CONSELHEIRO

9. IVAN DA SILVA DUARTE – CONSELHEIRO

10. RODRIGO DIOGO SILVA – CONSELHEIRO

11. LEONARDO FABRICIO RESENDE – CONSELHEIRO

12. FABRICIO LIMA BATISTA – CONSELHEIRO

• CONSELHO DA CULTURA

1. LUIZ CLAUDIO SIMOES MACHADO – PRESIDENTE

2. FRANCISCO DE ASSIS ALVES – DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE ARTES PLÁSTICAS

3. JOANA EICHLER GALVAO – DIRETORA DO DEPARTAMENTO DE FOTOGRAFIA

4. WERA RAKOWITSCH – DIRETORA DO DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO

5. ANDRES EDUARDO RODRIGUES COSTA – DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE PROJETOS

6. LEONARDO FABRICIO DE RESENDE – DIRETOR JURIDICO

• CONSELHO DE ESPORTES

1. LINDBERG AZIZ CURY JUNIOR – PRESIDENTE

2. RAFAEL FREITAS MACHADO – VICE-PRESIDENTE

3. RICARDO VIDAL DE OLIVEIRA – VICE-PRESIDENTE

4. WEBER DE AZEVEDO MAGALHÃES – VICE-PRESIDENTE

5. EDUARDO DA SILVA VIEIRA – SECRETÁRIO

• CONSELHO INTERNACIONAL

1. GIL VICENTE DE MELO GAMA – PRESIDENTE

2. THEO VICENTE DE ALMEIDA DANTAS MELO GAMA – VICE-PRESIDENTE

3. LUCIANO MAIA DE OLIVEIRA – CONSELHEIRO

• CONSELHO INTERNACIONAL DE EMPREENDEDORISMO, RELAÇÕES GOVERNAMENTAIS E INTERCÂMBIO COMERCIAL

1. VANESSA CHAVES DE MENDONCA – PRESIDENTE

2. ANA LUIZA CUNHA CAMPOS DIEGUEZ – DIRETORA CONSELHEIRA EMPREENDEDORISMO FEMININO

3. IVONICE AIRES CAMPOS DIAS – VICE-PRESIDENTE DE EMPREENDEDORISMO FEMININO

4. LAISSA ALVIM CERRI SILVA – DIRETORA CONSELHEIRA EMPREENDEDORISMO FEMININO

5. MARIA EUGENIA MARTINS DE ANDRADE ARAGAO – VICE-PRESIDENTE DE EMPREENDEDORISMO SUSTENTÁVEL E NOVOS NEGÓCIOS

6. REJANE ALVES DOMINGOS FARIAS – DIRETORA CONSELHEIRA EMPREENDEDORISMO FEMININO

7. RUY MONTENEGRO – VICE-PRESIDENTE UPIS

8. RENATA MACHADO FARIA DE CARVALHO – VICE-PRESIDENTE DE EMPREENDEDORISMO NO SETOR INDUSTRIAL

9. JOSE NATAL DO NASCIMENTO – CONSELHEIRO

• CONSELHO MEI

1. ELENI COSTA BATISTA – PRESIDENTE

2. LIANA ALAGEMOVITS – VICE-PRESIDENTE

3. VANESSA CRISTINA MASTRANGELO AGUIAR – SECRETÁRIA

• CONSELHO DA LONGEVIDADE

1. MARTA BITTAR CURY – PRESIDENTE EMÉRITA

2. MEIRE LUCIA NEME GABRIEL – CONSELHEIRA

3. MARYVAN DARIENZO FAVORETTO ROSSI – CONSELHEIRA

4. ANERIS ALVES DOS SANTOS – CONSELHEIRA

• CONSELHO DA MULHER EMPRESÁRIA

1. IVONICE AIRES CAMPOS DIAS – PRESIDENTE

2. LUCIA MARIA DE OLIVEIRA FELIX – VICE-PRESIDENTE

3. LUCIJAINE VILAR DA SILVA PIMENTEL – CONSELHEIRA

4. WERA RAKOWITSCH – DIRETORA DE EVENTOS SÓCIO-CULTURAIS

• CONSELHO DE SUSTENTABILIDADE

1. FERNANDO RICARDO DOS SANTOS PALAU – PRESIDENTE

2. MARIA EUGENIA MARTINS DE ANDRADE ARAGAO – VICE-PRESIDENTE

3. PETER OTAVIO COSTA – DIRETOR DE CONFORMIDADE

4. MICHELLE BORGES – DIRETORA DE PROJETOS ESG

5. ELISE ELEONORE DE BRITES – DIRETORA DE COMPLIANCE

• CONSELHO FITNESS

1. FABIO AUGUSTO PADILHA DA COSTA – PRESIDENTE

2. MARCELO MACHADO PINTO – VICE-PRESIDENTE

3. LIANA ALAGEMOVITS – CONSELHEIRA

4. PATRICIA RIBEIRO REGO – CONSELHEIRA

• CONSELHO DE INOVAÇÃO

1. LUCIANO MAIA DE OLIVEIRA – PRESIDENTE

2. ELIANE RAYE VALLIM – VICE-PRESIDENTE

3. MARIA EUGENIA MARTINS DE ANDRADE ARAGAO – SECRETÁRIA

4. THOMAS RIBEIRO STRAUSS – DIRETOR

5. LEONARDO JOSE RODRIGUES DA SANTANNA – DIRETOR

6. LYDIA MARIA NUNES COSTA FERNANDES – DIRETORA

7. GIL VICENTE GAMA – DIRETOR

• CONSELHO DE RESGATE SOCIAL

1. VANESSA DA COSTA RIBEIRO MATOS – PRESIDENTE

2. FERNANDO LUIZ OSORIO MATOS – VICE-PRESIDENTE

3. GLAUCIA DE OLIVEIRA BARBOSA SOUTO – SECRETÁRIA

• CONSELHO DE DESIGN E ECONOMIA CRIATIVA

1. MARCOS ANTONIO MOREIRA – PRESIDENTE

2. WAGNER ALVES COUTINHO JUNIOR – VICE-PRESIDENTE

3. MARCELO ORTEGA JUDICE – SECRETÁRIO EXECUTIVO

4. ALESSANDRA ROCHA PINHEIRO – DIRETORA DE DESIGN GRÁFICO

5. CLAUDIA PIRES EL-MOOR – CONSELHEIRA

6. ENEIDA MARIA SANTANA DE FIGUEIREDO – CONSELHEIRA DE DESIGN DE INTERIORES E GRÁFICO

7. LYZ SOUZA – DIRETORA DE DESIGN INTERIORES

8. DANIELA FAVARO GARROSSINI – CONSELHEIRA ACADEMIA – UNB

9. ELMA GOMES DE SOUSA – CONSELHEIRA DE MERCADO

10. ANDREA CASTELLO BRANCO JUDICE – DIRETORA DE ECONOMIA CRIATIVA

11. LUCAS FIALHO CARAMÉS – DIRETOR DE DESIGN DE PRODUTO

12. LEANDRO DE BESSA OLIVEIRA – CONSELHEIRO ACADEMIA UCB

13. ALINI ROSANGELA TAUFER JOBIM – CONSELHEIRA DE DESIGN DE INTERIORES

• CONSELHO EDUCAÇÃO

1. ANTONIO CARLOS LIMA BENTES – PRESIDENTE / DIRETOR DE EDUCAÇÃO SUPERIOR E EXTENSÃO

2. RAFAEL PACIOS DE ANDRADE – VICE-PRESIDENTE / DIRETOR DE EDUCAÇÃO BÁSICA E TÉCNICA 

3. MARYTZA RAFAELA BARROS DE MACEDO – SECRETÁRIA / DIRETORA DE EDUCAÇÃO EM LÍNGUAS

4. SONIA CARDOSO – DIRETORA DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA 

5. LIANA ALAGEMOVITS – DIRETORA DE COMUNICAÇÃO

6. LEONARDO FABRICIO DE RESENDE – DIRETOR JURÍDICO

• CONSELHO SAÚDE

1. ROBINSON CAPUCHO PARPINELLI – PRESIDENTE

2. IVAN CASTELLI – VICE-PRESIDENTE

3. ANTONIO CARLOS MARTINS – SECRETÁRIO

4. LEONARDO FABRICIO DE RESENDE – DIRETOR JURÍDICO

Associação Comercial do Distrito Federal –ACDF

Quem somos

Fundada em 1957, (três anos antes da fundação de Brasília), a ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO DISTRITO FEDERAL – ACDF é a entidade representativa de classes, mais antiga do Distrito Federal. Desde 15 de junho de 1998, a ACDF viabiliza e ampara seus projetos e ações no Instituto ACDF, um marco para viabilizar projetos de grande impacto social e empresarial.

Missão

Representar seus associados e suas atividades econômicas ou profissionais, coletivamente perante os poderes constituídos, orientando, amparando e desenvolvendo ações que promovam seus direitos, interesses e o desenvolvimento econômico, cultural e social no Distrito Federal e Entorno.

Vocação

É vocação da ACDF, trabalhar para oferecer suporte aos empreendedores, a fim de que estes superem suas dificuldades, oferecendo serviços efetivos para o seu crescimento, sua capacitação e a sua vontade de vencer.

Hoje a ACDF está redefinindo rumos, buscando alternativas de atuação, reavaliando objetivos, atualizando as demandas e se planejando estrategicamente para o futuro.

Esta realidade nos impõe a necessidade de manter atualizado o programa dinâmico de mudança de estratégias, para continuarmos a influir nas decisões de poder, buscando sempre em nossas ações, os mais altos padrões éticos de ação, renovadores do futuro.

UM POUCO DA NOSSA HISTÓRIA

A ACDF está inserida em um sistema que tem suas raízes na Europa do século XII. 

As Associações Comerciais surgiram na idade média, para aproximar produtores e compradores, documentar operações, arrecadar impostos e prestar contas aos Governos. Em 1811, o Imperador Dom João VI, autorizou Dom Marcos de Noronha e Barro, Oitavo Conde dos Arcos, a fundar e construir a primeira Associação Comercial Brasileira, na Bahia, nos moldes das Associações Comerciais de Lisboa e do Porto. Em 1912 o Barão de Ibirocahy, Presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro, fundou a Federação das Associações Comerciais do Brasil, que em 1963 passou a chamar-se CACB – CONFEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES COMERCIAIS DO BRASIL.

Somos o mais antigo sistema representativo de classes do Brasil e o de maior capilaridade.

Nosso sistema conta hoje com uma Confederação, 27 Federações representando todos os estados brasileiros e mais de 2.000 Associações Comerciais espalhadas pelos principais municípios do Brasil.

A HISTÓRIA DA ACDF SE CONFUNDE COM A HISTÓRIA DO DISTRITO FEDERAL

Baluarte das grandes causas, até a autonomia política do Distrito Federal, a ACDF foi a legítima tribuna dos anseios e pleitos dos setores produtivos e do povo do Distrito Federal.  

A ACDF fundou e patrocinou a criação das principais entidades do Distrito Federal:

• Idealizou, constituiu e fundou o BRB – Banco de Brasília; 

• Fundou a FIBRA – Federação das Indústrias do DF;

• Fundou a FECOMÉRCIO – Federação do Comércio do DF;

• Fundou a FAPE-DF – Federação da Agricultura e Pecuária do Distrito Federal;

• Fundou inúmeros sindicatos, a exemplo do Sindicato do Comércio Varejista do DF, Sindicato rural do DF e outros; 

• Fundou inúmeras associações de classes, a exemplo da Associação dos Criadores do Planalto;

• Fundou o CDL Clube de Diretores Lojistas, hoje Câmara de Dirigentes Lojistas do DF;

• Patrocinou a Instalação do Tribunal Regional do Trabalho – Seção DF;

• Criou o plano de Industrialização do DF, PROIN, hoje denominado de Pro-DF;

• Patrocinou a criação da Secretaria de Estado da Indústria e Comércio, hoje, Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal;

• Ao longo da história, seus diretores e conselheiros desempenharam relevante papel na política, na educação, na saúde, na cultura, na sociedade, e, principalmente, no desenvolvimento econômico do Distrito Federal, a exemplo da criação do Fundo Constitucional.

Serviço

Posse: 2025/2028

Dia: 18 de julho, sexta-feira

Local: sede da ACDF – Edifício Palácio do Comércio 

1. andar – SCS

Hora: 19h

Encerramento encantado: Festival Em Cantos apresenta Sapatos Mágicos

Foto divulgação

Espetáculo gratuito une piano, dança e sapateado em uma narrativa sensível e envolvente no dia 20 de julho, às 16h, na Sala Multiuso do Espaço Cultural Renato Russo

O Festival Em Cantos chega ao fim de sua terceira edição com um convite à imaginação, à sensibilidade e à escuta por meio da arte. No dia 20 de julho, às 16h, o espetáculo Sapatos Mágicos encerra a programação com uma experiência cênico-musical que combina sapateado, piano ao vivo, dança e narrativa visual, pensada especialmente para o público da primeira infância — mas que encanta também jovens e adultos. A apresentação será na Sala Multiuso do Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul), com entrada gratuita (mediante a doação de 1kg de alimento)

Criado e interpretado pela dançarina e sapateadora Victória Oliveira e pelo pianista e compositor Plínio Carvalho Passos, Sapatos Mágicos conta uma história de aventura e transformação que atravessa gerações. Inspirado na estética dos antigos teatros mudos, o espetáculo utiliza a interação entre som e movimento para criar uma atmosfera poética e sensível. O sapateado atua como elemento percussivo e narrativo, dialogando com composições originais criadas especialmente para o projeto, além de trilhas como “Sedge Tree” e “Sanfona Sentida”.

Mais do que um espetáculo visual e sonoro, Sapatos Mágicos é uma metáfora sobre o despertar da criatividade e da presença. A montagem propõe ao público uma vivência artística que valoriza o tempo da infância e a potência do encontro entre corpo, música e emoção.

Serviço: Festival Em Cantos
Data: 20 de julho (domingo)
Horário: 16h
Local: Sala Multiuso – Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul)
Entrada: Gratuita (mediante 1kg de alimento) retirada pelo site Sympla
Duração: 40 a 45 minutos
Classificação indicativa: Livre – indicado para crianças pequenas (3 a 6 anos) e suas famílias.
Realização: Plínio Passos e Victória Oliveira
Intérprete criadora: Victória Oliveira
Composição musical e arranjos: Plínio Passos

Adrenalina para todas as idades: Capital Moto Week traz infláveis, jogos eletrônicos, brinquedos radicais e espaço Moto Kids

Foto divulgação

Festival oferece programação especial para a família com Roda Gigante, Globo da Morte, Tirolesa e muito mais. O CMW acontece de 24 de julho a 2 de agosto

Se a paixão pela adrenalina está no sangue, o Capital Moto Week, maior festival de rock e motos da América Latina, é lugar de crianças, adultos e famílias felizes! De 24 de julho a 2 de agosto, em Brasília, o festival acolhe aventureiros de todas as idades na Cidade da Moto, um complexo de 320 mil m² com infraestrutura completa, restaurantes, lojas e mais de 100 shows em 10 dias de programação. Além das experiências imersivas e radicais, o Moto Kids, que inova com cobertura para proteção solar, oferece espaço com conforto, segurança e atividades monitoradas para as crianças. Ingressos para o CMW 2025 disponíveis em http://www.bilheteriadigital.com/capitalmotoweek

Juliana Jacinto, CEO do Capital Moto Week, explica que além dos shows e do universo sob duas rodas, o festival investe em atrações para todos os gostos: brinquedos infláveis, experiências radicais e atividades interativas. Segundo ela, o CMW é planejado para acolher todos os perfis de público e valoriza momentos em família. “Já recebemos mais de 7 milhões de pessoas e sempre prezamos por um ambiente familiar. Este é o espírito do CMW e do nosso público, que torna a Cidade da Moto única, segura e inclusiva” , afirma. A produtora deixa um convite surpreendente: “O Capital Moto Week cria muitas memórias inesquecíveis”.

A programação do Moto Kids inclui jogos eletrônicos, oficinas criativas, pintura facial, painéis instagramáveis e apresentações diversas, como o tradicional Globo da Morte. “Além de equipe qualificada de monitores, teremos área de descanso e espera para os responsáveis” , acrescenta Juliana Jacinto. O acesso para o espaço temático é gratuito, sendo algumas das atrações liberadas mediante cadastro, agendamento ou cobradas à parte.

Adrenalina para todas as idades
O complexo Moto Week combina experiências imersivas e atrações radicais! Crianças e adultos poderão curtir a melhor vista da Cidade da Moto na Roda Gigante BRB, com 22m de altura. Já os maiores de 18 anos que buscam dose extra de adrenalina poderão se aventurar no Bungee Jump Giraffas, que tem surpreendente queda livre de 30m; e na Tirolesa, com torre de saída de 15m de altura e 134m de extensão, cruzando pelo alto toda a arena de shows CMW. A entrada em todas essas atrações é gratuita, oferecidas pelas marcas parceiras do festival.

Para completar o passeio em família, o CMW 2025 oferece variedade de mais de 34 operações gastronômicas, com pratos para todos os gostos e bolsos. A Praça Pepsi, na Avenida Principal, traz palco com programação exclusiva para garantir a diversão enquanto o público recarrega a energia. Há também a Praça Palco, localizada na arena do palco principal. De café da manhã a petiscos, fast food, churrasco, pratos sofisticados e doces, além de alternativas vegetarianas, tudo com preços democráticos, porções saborosas e generosas.

  • Atividades Gratuitas | Confira o acesso e horários de funcionamento:

Globo da Morte | Gratuito | Moto Kids
• Performance cênica e radical gratuita com sessões diárias

Kamikaze Podium | Gratuito | Moto Kids | 18h às 01h

  • Público geral: acesso mediante retirada de voucher no estande da Podium

Roda Gigante BRB | Gratuita | Moto Kids | 18h às 01h
• Clientes BRB: acesso mediante comprovação no guichê ao lado da atração
• Público geral: acesso mediante preenchimento de cadastro no local

Tirolesa | Gratuita | Arena | 18h às 01h
• Público geral: agendamento no guichê de atendimento

Bungee Jump Giraffas | Gratuita | Arena | 18h às 03h
• Agendamento via aplicativo Moto Gamer

  • Atividades Pagas |Confira os valores e horários de funcionamento:

Moto Kids | Brinquedos infláveis e espaço recreativo | 18h às 01h
• Ingresso: R$ 40 (1 hora) | R$ 100 (Passaporte)

Tiro ao Alvo | 18h às 01h
• Tiro com rolhas: R$ 25 (6 tiros) | R$ 50 (20 tiros)
• Tiro de precisão: R$ 30 (4 tiros)

Touro Mecânico | Rock Saloon Royal Enfield | das 22h às 01h30
• R$ 20 (3 quedas individuais)
• R$ 30 (combo família com 4 quedas)

Pagamento
Os ingressos para as atrações pagas podem ser adquiridos direto nos caixas do CMW por meio do cartão ZIGPay. A caução de R$ 7 é devolvida ao final do festival.
Pessoas com deficiência têm 50% de desconto em todas as atrações pagas, mediante apresentação de laudo ou carteirinha.

Sobre o Capital Moto Week 2025
De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

SERVIÇO
Capital Moto Week 2025
Data: 24 de julho a 02 de agosto de 2025
Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF
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Exposição FREQUÊNCIAS URBANAS: última semana

Foto divulgação

Mostra sobre arte urbana que acontece na Caixa Cultural Brasília entra na reta final e realiza uma oficina e uma visita guiada. A exposição segue até 20 de julho com obras de artistas nacionais e internacionais que retratam e celebram a essência da arte urbana

No sábado, dia 12 de julho, a CAIXA Cultural Brasília realizou uma oficina com o artista brasiliense Mão como parte do projeto ‘Frequências Urbanas – uma voz única no diálogo coletivo’, uma exposição inaugurada em abril deste ano, após 10 anos da bem-sucedida mostra ‘Street Art – Um Panorama Urbano’. A mostra, sucesso de público, e que fica aberta ao público até 20 de julho, revisita a cena global da arte urbana conectando artistas internacionais e brasileiros em um espaço de intercâmbio e de reflexão     

A oficina, gratuita, oferece 30 vagas e acontece de 10 às 12h, na CAIXA Cultural Brasília, no Setor Bancário Sul. O artista fará uma introdução à arte urbana com foco no grafite e vai explicar sobre sua trajetória, interagir com os participantes e entender as visões deles sobre esse tipo de arte/expressão. Logo após, dará início a uma dinâmica com um processo criativo, onde serão debatidas ideias para produção de desenhos a serem desenvolvidos com material de pintura: tinta acrílica, rolinhos e spray. O objetivo, ao final, é a montagem de um mural colaborativo. 

Já no dia 19 de julho, às 16h, haverá uma visita guiada com um dos curadores e produtor da mostra, Luiz Prado, como última oportunidade de conhecer de perto obras de artistas renomados de diversas culturas – brasileira, francesa, congolesa, tunisiana, norte americana. O objetivo dessa mostra e o foco da visita guiada é o de proporcionar um intercâmbio cultural e artístico de grande impacto ao público. Conhecida também como street art, a arte urbana se consolidou como uma das principais formas de expressão visual no mundo. 

Ancorados em seu território, mas antenados com as questões mundiais, os artistas em exposição na mostra inspiram-se em movimentos artísticos globais que permitem entender melhor as questões urgentes como as mudanças climáticas, o resgate da ancestralidade e a desigualdade social.

“Frequências Urbanas trouxe novos nomes para expandir o impacto da arte urbana no Brasil, visando ainda o fortalecimento da relação entre artistas estrangeiros e brasileiros e trocas culturais, em especial a relação entre Brasil e França, que celebram neste ano de 2025 uma parceria de promoção cultural entre os dois países’, revela Prado.

A exposição reflete, ainda, a diversidade cultural de Brasília, cidade ‘com gente de todas as partes do Brasil e do mundo’, e a inauguração desta mostra, no mês de abril, foi pensada para celebrar os 65 anos dainauguração da capital federal.

“Inauguramos a exposição na semana de aniversário da cidade, convidando o público a ser fotografado pelo projeto Inside Out do artista francês JR, participando assim da confecção de um mural de mais de 150 m² que segue em exposição na CAIXA Cultural até o último dia da mostra, comprovando a diversidade, a mistura e as diferenças múltiplas que formaram a população de Brasília”, complementa Prado.

A exposição Frequências Urbanas conta com obras dos seguintes artistas e coletivos:

CRIPTA DJAN

@criptadjan

Cripta Djan é pichador, artista, ativista e documentarista que tem a pichação como eixo central de sua trajetória nos espaços urbanos. Sua atuação representa e reivindica a figura do pichador nos campos político, acadêmico, artístico e cinematográfico.

Seu trabalho transita entre o desenho e a escrita, a forma e a contra forma, o legível e o ilegível, o certo e o errado. Começou sua história nas ruas de Itapevi, na Grande São Paulo, e hoje tem seu trabalho reconhecido internacionalmente, levando a linguagem da pichação para centros de arte contemporânea ao redor do mundo

CYRCLE

CYRCLE é um coletivo formado pelos artistas americanos David Leavitt e David Torres, de Los Angeles, Califórnia (EUA). Suas obras enfatizam a vida, a dualidade e a condição humana compartilhada com a contemplação estética da forma, tipo de letra e cor.

A dupla trabalha em diversas mídias, desde a investigação da forma até o incentivo à participação, os desafios do CYRCLE e, ao mesmo tempo, abrangem todo o continuum do que é arte.

KOUKA

@kouka_ntadi

Pintor franco-congolês, Kouka Ntadi é nascido em Paris, em 1981, neto do pintor expressionista Francis Gruber. O artista confronta suas origens, tanto em suas telas quanto na rua. Explorando diferentes formas de retrato, ele desenvolve seus temas de pesquisa em torno da essência do Homem e da identidade.

Sua pintura brinca com os códigos do grafite para melhor tocar o cerne da pesquisa sobre o estatuto da imagem. Desde seus famosos “Guerreiros Bantu”, sua primeira marca urbana, ele tem nos lembrado constantemente que o espaço público, assim como o mundo, não pertence a ninguém.

RERO

@rerostudio

Na intersecção de práticas urbanas, land art e criação conceitual inspirada por Duchamp, Debord e, claro, Roland Barthes, Rero questiona a retórica da imagem e sua “cadeia flutuante de significados”. 

As obras de arte intrigantes e luminosas do artista, infundidas com um senso moderno e transgressivo de poesia, suas instalações inovadoras e descomunais se espalharam pelo mundo. Para Rero, “a arte é um sistema de alarme que busca despertar o músculo atrofiado da sensibilidade coletiva”, escreveu o crítico de arte Achille Bonito Oliva.

LUÍSA PIMENTA

@luisa_pimenta

Artista carioca de 18 anos, Luísa Pimenta é um jovem talento e grande promessa do cenário artístico atual. Ela se nutriu da efervescência da cena do grafiti de rua nos EUA, transformando todas as influências e pluralidades da arte urbana norte-americana em traços marcantes que se misturam com suas raízes brasileiras.

Suas obras são uma verdadeira janela para sua alma. Com expressões viscerais, traços firmes e impactantes, Luísa compartilha seus afetos e percepções do mundo de forma autêntica e repleta de sensibilidade, se comunicando com o espectador de forma intensa e tocante.

KASSIA BORGES

@kassiaborgess

Kássia Borges Karajá é artista visual, pesquisadora, professora e curadora. Pesquisa principalmente questões em torno da mulher e da ancestralidade. Partindo dos conhecimentos da tradicional cerâmica Karajá, se debruça, sobretudo, no barro para suas criações contemporâneas. 

Além de sua investigação em cerâmica, é membro também do coletivo MAHKU (Movimento dos artistas Huni Kuin), destaque na 60ª edição da Bienal de Veneza, com participação em salões e exposições em instituições nacionais e internacionais. 

EL SEED

@elseed

EL Seed é um artista que combina pintura e escultura para criar uma linguagem visual única, inspirada na tradição da caligrafia e na pulsação da arte urbana. Seu trabalho se destaca por camadas intrincadas de cores, símbolos e letras, que expressam mensagens universais sobre coexistência, paz e liberdade.

A identidade, a herança cultural e o desejo humano por conexão e pertencimento são temas que atravessam sua obra. Por meio de sua arte, EL Seed dá visibilidade às comunidades com as quais se relaciona, utilizando a linguagem como ponte para o diálogo e a construção de um senso de coletividade.

INSIDE OUT PROJECT – JR

@insideoutproject @jr

Depois de ganhar o Prêmio TED, em 2011, o artista francês JR lançou o Projeto Inside Out, em exibição na mostra. O artista criou uma plataforma participativa que ajuda indivíduos e comunidades a transmitirem uma mensagem por meio de retratos em preto e branco em grande escala colados como lambe-lambe em espaços públicos. 

JR exibe livremente nas ruas do mundo, capturando a atenção de todos, incluindo aqueles que não costumam frequentar museus. Sua prática artística torna visíveis os anônimos colando seus retratos no espaço público, desde as favelas brasileiras até as ruas de Nova York e Istambul. Essas instalações feitas na ação em grupo são documentadas e compartilhadas online.

SERVIÇO

Frequências Urbanas – Uma voz única no diálogo coletivo

Exposição internacional de arte urbana

CAIXA Cultural Brasília: Setor Bancário Sul – Quadra 4, Lotes 3/4 – Brasília-DF

Temporada: de 24/04 a 20/07/2025

Horário: De terça a domingo, das 9h às 21h

Acessibilidade: A exposição terá como medida de acessibilidade áudio-descrição para todas as obras

Classificação indicativa: Livre

Entrada gratuita

OFICINA COM ARTISTA MÃO

Data: sábado, 12/07/2025

Horário: 10h às 12h

Local: CAIXA Cultural Brasília

Gratuita | 30 vagas

Inscrições: https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Brasilia.aspx

MiniBio

Mão nasceu em Brasília em 1989, onde reside e trabalha. É um artista visual que começou sua trajetória no mundo da arte em 2015. Cria murais, pinturas e ilustrações que combinam cores vibrantes, símbolos e narrativas inspiradas por memórias e experiências pessoais, questões ambientais e movimentos urbanos como o Hip Hop.

Sua pesquisa visual dialoga com elementos da cultura brasileira e raízes latino-americanas, buscando provocar novas perspectivas por meio de composições que misturam o cotidiano urbano, a natureza e o imaginário.

Autodidata na maior parte de sua formação artística, também traz influências de sua trajetória em áreas como tecnologia e design, o que contribui para um olhar singular e experimental. A prática de MÃO atravessa muros, telas e suportes diversos — sempre em busca de novas linguagens, técnicas e materiais que ampliem sua expressão visual. Sua primeira exposição individual foi em 2016, intitulada “A Caça”, abordando temas ligados à exploração da fauna. Desde então, participa de feiras de arte, festivais de grafite e encontros ligados ao design e à criatividade.

25º Circuito de Quadrilhas Juninas do DF e Entorno consagra Arroxa o Nó e celebra a força coletiva do movimento junino

Foto divulgação

O 25º Circuito de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno chegou ao fim com um marco histórico: mais do que premiar os melhores grupos da temporada, o circuito reafirmou a força, a autonomia e a organização do movimento junino do DF, que decidiu, coletivamente, assumir a realização do evento de forma independente.

Sem apoio direto do poder público, a Liga Independente de Quadrilhas Juninas do DF e Entorno (LINQ-DFE) — a mais antiga do Brasil — mobilizou suas 25 quadrilhas filiadas para garantir que o circuito acontecesse com excelência e respeito à cultura popular. A estrutura foi montada com apoio de parceiros e muito trabalho dos próprios quadrilheiros, que carregaram cadeiras e mesas, pintaram a arena e garantiram a realização de todas as etapas.

“Foi o grito de independência da nossa cultura. Mostramos que conseguimos fazer, com dignidade, o maior circuito junino do DF com nossa cara, nossa verdade e nossa união. A Liga não para”, destacou Márcio Nunes, presidente da LINQ-DFE.

As três etapas foram realizadas nas cidades de Paranoá, Taguatinga e Samambaia, reunindo milhares de pessoas nas arenas e proporcionando espetáculos de altíssimo nível artístico.

Grupo Especial: um pódio de gigantes

A disputa no Grupo Especial foi marcada por excelência técnica e enredos impactantes. A grande campeã foi a Arroxa o Nó, que somou 629,2 pontos nas três etapas e, nos critérios de desempate de coreografia, superou a vice-campeã Formiga da Roça — que também atingiu 629,2 pontos. Com isso, a Arroxa o Nó garantiu o direito de representar o Distrito Federal no Concurso Nacional da CONFEBRAQ, em Canaã dos Carajás (PA), defendendo o título conquistado pelo DF em 2024.

A Ribuliço ficou com o terceiro lugar, com 628,4 pontos, consolidando o pódio da Liga de Quadrilhas.

Classificação Final – Grupo Especial:

  1. Arroxa o Nó – 629,2 pts
  2. Formiga da Roça – 629,2 pts
  3. Ribuliço – 628,4 pts
  4. Rasga o Fole – 627,7
  5. Caipirada – 627,4
  6. Pinga em Mim – 626,7
  7. Xamegar – 626,0
  8. Vai Mas Não Vai – 625,8
  9. Amor Junino – 625,6
  10. Mala Véia – 625,2
  11. Eita Bagaceira – 623,7
  12. Arraiá dos Matutos – 622,3
  13. Espalha Brasa – 622,3
  14. Coisas da Roça – 621,9
  15. Tico Tico no Fubá – 620,5

Grupo de Acesso: a base que pulsa forte

No Grupo de Acesso, o destaque ficou por conta da Matulão, que garantiu o primeiro lugar com 537,6 pontos. Chinelo de Couro e Xique Xique completaram o pódio, com 535,6 e 535,4 pontos, respectivamente. As três quadrilhas se consolidam como potências do DF e, com essa conquista, garantem acesso ao Grupo Especial de 2026.

Classificação Final – Grupo de Acesso:

  1. 🥇 Matulão – 537,6 pts
  2. 🥈 Chinelo de Couro – 535,6 pts
  3. 🥉 Xique Xique – 535,4 pts
  4. Os Caboclos do Sertão – 533,8
  5. Fornalha – 531,9
  6. Matingueiros do Sertão – 531,8
  7. Xem Nhem Nhem – 531,0
  8. Sol de Maria – 528,9
  9. Tengo Lengo – 526,7
  10. Furacão – 345,4

O Grupo de Acesso mostrou, mais uma vez, que a base do movimento junino está viva, em expansão e cheia de talentos que em breve brilharão também no grupo principal.

25 anos de resistência e inovação

O 25º Circuito foi mais do que uma competição: foi um manifesto coletivo. Cada apresentação foi resultado de meses de ensaio, criação, costura, maquiagem, produção de trilha, transporte e trabalho comunitário. A entrega de cada quadrilha mostrou que o São João do DF é feito por muitas mãos, com amor e profissionalismo.

Com o grito de independência ecoando nos tambores e nas palmas, a Liga encerra essa edição comemorativa com orgulho, força renovada e a certeza de que a cultura popular seguirá viva, criativa e em movimento.

A Liga Não Para. O São João também não.

Dia do Rock: conheça 10 bandas imperdíveis que vão fazer tremer o Capital Moto Week

Foto divulgação

Festival terá palcos tomados por bandas de diferentes vertentes do rock em uma maratona sonora intensa com 107 shows em 10 dias

O Dia Mundial do Rock, celebrado em 13 de julho, teve origem em 1985, quando o festival Live Aid reuniu grandes artistas para arrecadar fundos para o combate à fome na África. Mais de 170 mil pessoas e 1 bilhão de telespectadores de 110 países assistiram aos shows que fizeram história, como David Bowie, Elton John, Eric Clapton, Paul McCartney, Queen, Tina Turner, U2 e Rolling Stones. Um mega festival com artistas de peso, uma centena de shows, público gigante e, acima de tudo, feito com propósito, só poderia se tornar uma referência do gênero… E olha que agora o assunto é o Capital Moto Week, o maior festival de motos e rock da Latina!

De 24 de julho a 2 de agosto, mais de 800 mil pessoas vão vivenciar programação CMW com 107 shows de diferentes vertentes do rock. Para celebrar o Dia Mundial do Rock com estilo, aumente o volume do fone e se prepare para escutar 10 bandas incríveis que se apresentarão na Cidade da Moto, em Brasília. “Acreditamos que o rock precisa se renovar e nossa curadoria musical olha com muito carinho para a cena independente em todo Brasil para incentivar novos artistas. Eles mantêm o rock vivo e pulsante” , revela o CEO do Capital Moto Week, Pedro Franco. As bandas foram escolhidas a partir de criteriosa curadoria, que teve 1.300 grupos inscritos.

O festival entrega um xadrez musical para o público escolher, nos cinco palcos, qual tipo de som curtir. Do clássico ao alternativo, do metal ao punk, do reggae ao hard rock. Os headliners dispensam apresentações: Biquini, Os Paralamas do Sucesso, Capital Inicial, Samuel Rosa, Angra, Lobão Power Trio, Cidade Negra, os canadenses da MAGIC!, Marcão Britto & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr. e Detonautas. A programação completa e os ingressos para o Capital Moto Week estão disponíveis no site do festival.

Garimpando o lineup:

  • All Stars (Palco Principal | 27 de julho | 18h15) – O coletivo sonoro de Brasília não se preocupa com estereótipos, definições de estilo ou regras. Formado por músicos com bagagem na cena local, membros das bandas Surf Sessions e Distintos Filhos, o grupo tem mais de 10 anos de estrada. O grande barato é a valorização da coletividade musical, fazendo intercâmbios e encontros que definem a miscelânea musical. Já receberam convidados como Toni Garrido, Digão (Raimundos), Milton Guedes, Phillipe Seabra (Plebe Rude) Rodrigo Suricato (Barão Vermelho), Marcelo Barbosa (Angra). É banda de rock, reggae ou groove? Tudo isso e mais um pouco! Saiba mais sobre a banda que abre o Palco Principal para Samuel Rosa no Instagram: @all_stars_brasilia.
  • Allycats (Rock Saloon Royal Enfield | 31 de julho | 23h50) – Surgida em 2015, a banda recifense de rockabilly chegou com suas botas, topetes e longas barbas fazendo muito barulho. Os primórdios e as raízes do rock and roll, lá nos anos 50, estão presentes no som da banda que traz também um quê de modernidade, misturando o novo com o velho. Em 2019, lançaram seu primeiro e único disco chamado On The Road, com oito músicas autorais. Muito rockabilly, surf music, folk trazem aos ouvintes a vontade de dançar. Há referências a Bob Dylan, Chuck Berry, Elvis Presley, Johnny Cash, Jack Kerouac, estradas e motos, outra paixão da banda. Vá se preparando para essa viagem: ouça a banda no Spotify: Allycats.
  • Folking Heads (Rock Saloon Royal Enfield | 25 de julho | 22h) – Pegue clássicos da música nacional e internacional, coloque nelas uma roupa folk, bluegrass, country e que exale uma roadtrip pelo interior dos EUA. Essa é a proposta da banda formada em 2023: transformar sucessos de todas as épocas em versões inesperadas, vibrantes e cheias de alma. Nessa viagem, Elvis encontra Radiohead, Amy Winehouse dança com Johnny Cash e até Alceu Valença pega carona nesse trem. A banda tem planos de lançar trabalho autoral em 2025, trazendo sua própria expressão musical cheia de banjo, mandolin, dobro, violão e contrabaixo acústico. Enquanto não chega, se programe para ver eles em ação e confira uma palhinha no Youtube: @folkingheads.
  • Koppa (Palco Principal | 2 de agosto | 20h) – Outro nome da cena independente de Brasília, a banda mostra que a veia rockeira da capital continua pulsando. Em sua discografia, conta com o álbum ‘Leve’ (2024) e com o EP ‘Epifania’ (2015). Em 2025, lançaram a música ‘Só de te ver’ um pop rock que conta com a participação de Andresa Sousa nos vocais. O trabalho autoral do grupo revela uma soma de influências dos integrantes: nas guitarras, o rock tradicional e alternativo se misturam com um swing inspirado em ritmos latinos, enquanto o baixo e a bateria trazem pegadas intensas e marcantes. Ouça a nova música da banda no Spotify: Koppa.
  • Live By Night (Moto Bar Spaten | 2 de agosto | 1h15) – Vindo diretamente de Tatuí, no interior de São Paulo, a banda já tem mais de 10 anos de estrada. Suas performances são marcantes e cheias de personalidade. No repertório, clássicos que abrangem toda história do rock desde os anos 50 até o pop atual. A banda traz mais uma vez à Cidade da Moto suas performances cheias de energia, personalidade e espírito. A entrega é tamanha que, não por acaso, fazem em média 130 shows por ano, inclusive abrindo palco para grandes bandas, como Paralamas do Sucesso, Ira! e Raimundos. Ouça algumas das músicas que a banda toca no Youtube: @LIVEBYNIGHTBAND
  • Maboh & os Jazzies (Palco Pepsi | 30 de julho | 17h) – Ao melhor estilo jazz, a banda carrega em seu DNA muito swing e improviso, vindo como grande aposta para o Capital Moto Week 2025. Para a banda, esses elementos são indispensáveis para uma boa experiência musical. Com influências de jazz, R&B, soul, ritmos latinos e regionais brasileiros, a banda cria arranjos em tempo real, o que torna suas apresentações únicas. Os experientes músicos estarão no CMW com formação de bateria, baixo, piano e a cantora Maboh. Em 2024, lançaram seu primeiro single ‘Segura!’, que carrega toda essa aura. Ouça no Spotify: Maboh & os Jazzies.
  • Mensana (Palco Principal | 1 de agosto | 19h25) – A partir da fusão do reggae com a música brasileira, o trio desponta como um dos nomes mais promissores da nova geração nacional. Com identidade potente, contemporânea e espiritualizada, entrega música autoral com alma, consciência e qualidade. O grupo se consolida com mais de 20 milhões de streamings, 2 milhões de visualizações dos vídeos e 400 mil ouvintes mensais na plataforma. Tem um álbum lançado em 2024, chamado ‘Desejo Paz’ e trabalham em novas músicas com o produtor Rick Bonadio. Confira o trabalho da Mensana, que abre os shows de Cidade Negra e Magic!. Ouça no Spotify: Mensana.
  • Quésia Nunes (Rock Saloon Royal Enfield | 30 de julho | 1h30) – Desde pequena já dava indícios que um dia brilharia nos palcos e sua longa trajetória confirma isso. Há mais de 20 anos mergulhada no universo do Country, já participou de diversas bandas e se apresentou em rádios, televisões, festivais e baladas, não só do Brasil, mas do mundo. Ela, que já esteve no CMW com a banda Ladies of Rock, em 2025 vai brilhar com seu trabalho solo na Cidade da Moto. Madura, autêntica e com voz inconfundível, seu repertório une o melhor do country tradicional com o peso do rock em arranjos modernos. Ouça o trabalho de Quésia Nunes no Youtube: @QuesiaNunesoficial.
  • Roadside Gamblers (Rock Saloon Royal Enfield | 24 de julho | 22h) – Formada em 2022, a banda de Southern Rock carrega as influências de grupos como Lynyrd Skynyrd, The Black Crowes e Blackberry Smoke. Em 2024, eles lançaram seu primeiro disco ‘Outlaws Will Always Get By’, com 11 faixas autorais. Muito rock, pitadas de country, blues e guitarras distorcidas. Soma-se a isso um repertório que inclui os clássicos do estilo e temos a fórmula perfeita para conquistar o público do Rock Saloon Royal Enfield. Confira aqui o trabalho da banda no Spotify: Roadside Gamblers.
  • Rocksauro (Moto Bar Spaten | 2 de agosto | 18h30) – O experiente trio mineiro já tem 12 anos de estrada e conta com mais de dois mil shows na carreira. Em 2024, a banda lançou seu primeiro trabalho autoral: a música ‘H&H’, uma porrada sonora que traz influências de hard rock e blues. Além desta música, o repertório deverá contar com os grandes nome do rock, que prometem agitar o público no Moto Bar Spaten. Ouça a música da banda no Spotify: Rocksauro.

Sobre o Capital Moto Week 2025
De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

SERVIÇO
Capital Moto Week 2025
Data: 24 de julho a 02 de agosto de 2025
Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF
Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek
Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br

Brasilidades – As Ciências Populares: projeto recebe Gandhy Piorski e Trio de Choro no próximo sábado (12/07), no Centro Tradicional de Invenção Cultural 

Foto divulgação

A iniciativa, que acontece até setembro, idealizada pelo grupo Seu Estrelo, convida a comunidade do DF para vivenciar a ciência, os mistérios e o conhecimento da cultura popular por meio de aulas-espetáculos e apresentações de patrimônios culturais do DF

Neste sábado, 12 de julho, o projeto Brasilidades – As Ciências Populares convida o público cerratense para mais uma jornada de encantamentos, imaginação e memória. A partir das 17h, o terreiro do Fuá de Seu Estrelo, na 813 Sul, recebe o artista e pesquisador Gandhy Piorski (MA), que há décadas investiga o universo simbólico da infância e os modos de imaginar presentes nas culturas populares. Em seguida, às 18h30, a música popular ocupa o Centro Tradicional de Invenção Cultural com apresentação do Trio de Choro.

Com acesso gratuito, o encontro propõe um mergulho nas narrativas ancestrais que moldam o imaginário brasileiro, e que ressoam nos brinquedos, nos cantos, nas danças e nas histórias que atravessam gerações. 

“Minha expectativa para esse encontro é a melhor possível, porque tem pessoas de muitos matizes de pensamento e da expressão da cultura brasileira, dessa cultura que trata das origens do povo e das manifestações do Brasil profundo. Estou animado para ouvir e poder também trazer algo sobre a criança brasileira, imersa em regiões com força imaginária e expressões mitológicas que invadem e movem sua vida com inspirações anímicas. São elas que formam cidadãos, brincantes, partícipes dessa poesia popular que encanta as gerações”, compartilha Gandhy.

Ao longo de sua trajetória, Gandhy Piorski tem se dedicado a observar o brincar como potência cultural, e suas reflexões entrelaçam arte, espiritualidade, educação e tradição.

A segunda parte do encontro é dedicada ao Choro, Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Para celebrar o gênero que é parte fundamental da identidade candanga, o Brasilidades recebe dois instrumentistas de gerações distintas: Fernando César, herdeiro dos chorões que migraram para a capital na década de 1960, e Tiago Tunes, jovem bandolinista que representa a renovação do gênero. 

Conheça o Brasilidades

Primeiro projeto realizado pelo grupo Seu Estrelo enquanto Patrimônio Imaterial do DF, o Brasilidades conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF (FAC/DF) e apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (SECEC DF). 

A iniciativa reúne, entre junho e setembro de 2025, brincantes, pensadores(as) e mestres(as) das mais diversas tradições dos nossos Brasis, com o objetivo de romper o quebranto e gerar novas possibilidades de imaginação para a recriação de um país mais diversificado e besuntado na encantaria.

Além das aulas-espetáculo com nomes de referência nacional, o projeto promove apresentações de grupos culturais que são ou representam Patrimônios Culturais Imateriais do DF. 

“A educação nos ensina a nossa sina, o que nascemos para ser. Os patrimônios culturais não deixam a gente perder o que já somos. Juntar os dois é fundamental para que a gente não se perca do que a gente é e construa pontes para o que a gente quer vir a ser”, comenta Mestre Tico Magalhães, idealizador do projeto e capitão do grupo Seu Estrelo.

Confira a programação completa:

Local: Centro Tradicional de Invenção Cultural – CTIC (813 Sul).
Encontros sempre aos sábados, às 17h. 

  • 12/07 (sábado)
    17h – Gandhy Piorski (MA)
    18h30 – Trio de Choro (DF)
  • 02/08 (sábado)
    17h – Renata Amaral (SP)
    18h30 – Folia de Reis (DF)
  • 23/08 (sábado)
    17h – Luna Vitrolira (PE)
    18h30 – Fuá de Seu Estrelo – Orquestra (DF)
  • 20/09 (sábado)
    17h – Luis Rufino (RJ)
    18h30 – ARUC (DF)

Todas as atividades são gratuitas e sujeitas à lotação.

Mais sobre o projeto nas redes: 
@seuestrelo | @centrodeinvencao

CHAPLIN CCBB apresenta grande retrospectiva do maior ícone do cinema

Foto divulgação

A mostra mais esperada do ano traz cerca de 80 filmes do genial Charles Chaplin, de 12 de julho a 3 de agosto. Evento promove sessões inclusivas, debate e um curso.

O público de Brasília se prepara para receber uma das mais importantes e imperdíveis mostras de cinema do ano. De 12 de julho a 3 de agosto, o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) será palco da mostra Chaplin, retrospectiva histórica e completa da obra de Charles Chaplin, o mais popular ícone do cinema mundial. A programação inclui cerca de 80 filmes, entre curtas, médias e longas-metragens, além de sessão inclusivacurso gratuito e debate com especialistas. Os ingressos (a preços populares) custam R$ 10 e R$ 5.

Poucos artistas conseguiram atravessar o tempo e tocar tantas gerações quanto Charles Chaplin. Seus filmes seguem encantando crianças, jovens e adultos — todos juntos, lado a lado, rindo, se emocionando e reconhecendo algo de si nas cenas de Carlitos. É esse espírito de encontro, leveza e afeto que dá o tom da mostra. Já neste primeiro fim de semana, dias 12 e 13/07, o convite é para curtir sessões ao ar livre nos jardins do CCBB Brasília. A programação inclui curtas do icônico personagem e os clássicos Tempos Modernos (1936) e Luzes da Cidade (1931) — para ver (ou rever) sob o céu de Brasília, como nos antigos cinemas de rua. As sessões ao ar livre terão entrada franca.

Figura central da cultura do século XX, Chaplin imortalizou o personagem Carlitos – o vagabundo de coração nobre e passos desajeitados, que conquistou gerações e atravessou fronteiras, com sua crítica social embalada pelo humor. A mostra é uma rara oportunidade de ver e rever toda a genialidade do artista inglês que foi ator, diretor, produtor, roteirista e compositor, e que contribuiu imensamente para a formação da linguagem do cinema em seus primórdios.

Experiência nostálgica – Entre os destaques da programação, além dos já mencionados, estão obras-primas que resistiram à chegada do som com lirismo e crítica social, e de clássicos falados, como O Grande Ditador (1940), sátira corajosa ao nazismo, e Luzes da Ribalta (1952), em que Chaplin divide a cena com Buster Keaton (outro comediante genial da era muda) em um emocionante reencontro com o vaudeville (teatro popular de variedades). Os cinéfilos terão acesso também aos curtas dos estúdios Keystone, Essanay e Mutual, onde nasceu o célebre Carlitos, que viria a emocionar o mundo. Alguns títulos, cerca de 20, serão exibidos em película (16mm), o que garante charme extra ao evento e oferece ao público uma experiência cinematográfica próxima à original.

Atividades formativas – A mostra conta com diversas atividades, além da exibição de filmes. Será promovido um curso gratuito de três dias sobre a herança cultural de Chaplin, ministrado pelo renomado professor Ciro I. Marcondes, da Universidade Católica de Brasília. Além disso, será promovido um debate com professores e especialistas que discutirão a relevância da obra chapliniana no mundo contemporâneo. Essa atividade terá a participação das professoras Tania Montoro, do curso de Audiovisual da UnB, e Miriam Silvestre, doutora e mestre pela mesma instituição, que discutirão a relevância de Chaplin no mundo contemporâneo. A mediação ficará por conta do curador da mostra, José de Aguiar. Além disso, será lançado durante a mostra um extenso catálogo com artigos inéditos no Brasil.

Chaplin Inclusivo – Para ampliar público e democratizar o acesso à obra do diretor, estão programadas sessões inclusivas: uma com tradução em Libras, audiodescrição e legendagem descritiva, a Sessão Atípica – devidamente adaptada, com luz e som adequados, garantindo conforto sensorial e acessibilidade –, e uma sessão educativa, voltada para estudantes de escolas públicas.

Charles Chaplin nasceu em Londres, em 1889, e teve uma infância marcada por dificuldades. Com talento precoce, iniciou-se no teatro ainda criança e tornou-se uma das primeiras grandes estrelas daquela que ficou conhecida como a sétima arte. Sua carreira atravessou o cinema mudo e o falado, unindo comédia e crítica social como poucos. Hoje, sua figura com chapéu-coco, bengala e bigode segue inconfundível, símbolo de um cinema humanista e universal.

Criador de clássicos atemporais, Chaplin fundou seu próprio estúdio e lutou pela liberdade artística em uma indústria em transformação. Foi perseguido politicamente nos Estados Unidos durante o macarthismo e passou os últimos anos de sua vida na Suíça. Recebeu um Oscar honorário em 1972, em uma das homenagens mais emocionantes da história da premiação. No CCBB Brasília, Chaplin retorna à tela grande para lembrar por que seu legado é eterno — e mais atual do que nunca.

Ficha Técnica

Curador:

José de Aguiar é diretor, produtor e diretor de arte de cinema e TV há mais de 15 anos. Atua há 13 anos como curador e produtor de mostras e festivais de cinema, nos principais centros culturais e cinemas brasileiros, como Centro Cultural Banco do Brasil, Caixa Cultural, Cine Odeon, Cine Brasilia, Cine SESC, Cinemateca do MAM, Cinemateca do Capitólio. Foi curador das retrospectivas dos cineastas Frank Capra, Steven Spielberg, Martin Scorsese, David Lean, Mel Brooks, Bertrand Blier e de mostras temáticas como Surrealismo e Vanguardas Estúdio Hammer. Como produtor, realizou as retrospectivas dos cineastas Paul Thomas Anderson, Abel Ferrara, Samuel Fuller, Barbara Hammer, Oscar Micheaux, Francis Ford Coppola, Renoir, Cocteau, Antonioni, dentre outras. Produz o Dobra – Festival Internacional  de Cinema Experimental.

Professor do Curso:

Ciro Inácio Marcondes é professor, crítico e pesquisador nas áreas de Histórias em Quadrinhos e Cinema. Leciona no curso de Comunicação e no Mestrado Profissional Inovação em Comunicação e Economia Criativa da Universidade Católica de Brasília. É Doutor em Comunicação e Mestre em Literatura pela Universidade de Brasília, com estágio de doutorado-sanduíche em Paris IV-Sorbonne. É o editor do site https://www.raiolaser.net/, especializado em crítica de Histórias em Quadrinhos, e do podcast Lasercast. Já ministrou diversos cursos sobre cinema, comunicação e histórias em quadrinhos para espaços como CCBB e Espaço Cult. Participou da comissão de seleção e júri de festivais e mostras, como Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Curta Brasília e Lobo Fest. Em 2021, publicou o livro ZIP – Quadrinhos e Cultura Pop (Editora Metrópoles) e realizou trabalho de pesquisa pós-doutoral como professor visitante na Faculty of Modern and Medieval Languages and Linguistics da Universidade de Cambridge. Em 2023, lançou seu segundo livro, Mundo Míope (Editora Confraria do Vento), de poemas.

Palestrantes do debate:

Tânia Montoro é doutora em cinema e audiovisual pela Universidad Autônoma de Barcelona, com pós-doutorado pelo Deutsch Film Institute de Amsterdã. Professora de cinema do quadro permanente da Unb por 30 anos, foi curadora de festivais e mostra de cinema (FestBrasilia; Cinema Urbana; Festival Internacional de Cinema de Trancoso. Participa de comitês de seleções de filmes e de júris de premiação de festivais de cinema no Brasil e exterior.  Autora e coautora de dezenas de artigos sobre cinema e feminismo, cinema e cidades, além de oito livros em audiovisualidades na cultura contemporânea. Pesquisadora e consultora de organismos internacionais (Unifem, Unesco, Unicef), é sócia acadêmica do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal.É cidadã honorária de Brasília pelo conjunto de sua obra em favor do meio ambiente, cultura e artes.

Miriam Silvestre é Doutora e Mestre em História pela Universidade de Brasília (UnB) com pesquisas voltadas para o estudo do cinema brasileiro. Participou de debates em cineclubes sobre obras do cinema nacional, além de ter ministrado cursos sobre a história de nossa cinematografia e do cinema mundial. Professora da SEEDF (Secretaria de Estado e Educação do Distrito Federal), atualmente leciona Sociologia no Centro de Ensino Médio Elefante Branco (CEMEB). E, antes de tudo, uma apaixonada pelo cinema.

Sobre o CCBB Brasília 

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.   

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.   

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.   

Serviço:

CHAPLIN

De 12 de julho a 3 de agosto de 2025.

Patrocínio: Banco do Brasil

Curadoria: José Aguiar

Produção: Firula Filmes

Realização: Centro Cultural Banco do Brasil

Governo Federal

https://ccbb.com.br/

Local: Cinema do CCBB Brasília 

Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF 

Informações: (61) 3108 7600 

Capacidade do cinema: 70 lugares 

Ingressos: R$ 10 e R$ 5 – disponibilizados às 12h do dia anterior ao de cada sessão na bilheteria física ou em https://ccbb.com.br/

As sessões ao ar livre têm entrada franca.

Classificação indicativa: LIVRE

Os ingressos são válidos somente para as respectivas sessões 

Informações  

E-mail: ccbbdf@bb.com.br  

Site/ https://ccbb.com.br/

Instagram/ccbbbrasilia 

TikTok/@ccbbcultura

Ficha Técnica do evento:

PATROCÍNIO

Banco do Brasil

REALIZAÇÃO

Centro Cultural Banco do Brasil

PRODUÇÃO

Firula Filmes

CURADORIA

José de Aguiar

COORDENAÇÃO DE PRODUÇÃO

Marina Pessanha

PRODUÇÃO EXECUTIVA

Julio Bezerra e Jaiê Saavedra

ASSISTENTE DE PRODUÇÃO EXECUTIVA

Rafael Bezerra

PESQUISA E PRODUÇÃO DE CÓPIAS

José de Aguiar e Marina Pessanha

Curso Chaplin DF

Ciro Marcondes

PRODUÇÃO LOCAL

Guilherme Marinho e Dora Simões (CCBB DF)

Despachantes

Maria Vidal

Euza Jobane

IDENTIDADE VISUAL

Pablo Blanco

Guilherme Gerais

TRÁFEGO DE CÓPIAS NACIONAL

Airtime Transportes

CATÁLOGO

IDEALIZAÇÃO e

ORGANIZAÇÃO

José de Aguiar

Julio Bezerra

Marina Pessanha

PRODUÇÃO EDITORIAL

José de Aguiar

Marina Pessanha

TRADUÇÃO

Ana Moraes

Jaiê Saavedra

José de Aguiar

Julio Bezerra

Marina Pessanha

REVISÃO

Ana Moraes

PROJETO GRÁFICO

Pablo Blanco

Guilherme Gerais

PROGRAMAÇÃO

Dia 12/7, sábado

17h10 – SESSÃO ESPECIAL CURTAS 1 – 60 m

Corrida de automóveis para meninos Sobre Rodas Casa de Penhores

18h30 – TEMPOS MODERNOS – 87 m

Dia 13/7, domingo

17h10 – SESSÃO ESPECIAL CURTAS 2 -62 m

18h30 – LUZES DA CIDADE – 87 m

Dia 15/7, terça-feira

17h30 – KEYSTONE 3 – 67 m             
Carlitos e a patroa
Carlitos banca o tirano
Carlitos e o relógio

19h – KEYSTONE 5 – 72 m                     
Dois Heróis
Carlitos e as salsichas
Carlitos e Mabel se casam
Carlitos Dentista

Dia 16/07 – quarta-feira

16h15 – KEYSTONE 4 – 58 m                            
Carlitos e a sonâmbula
Carlitos ciumento
A maleta fatal
Her Friend the Bandit

17h30 KEYSTONE 6 – 58 m
Carlitos na Contrarregra
Pintor apaixonado
Divertimento
Carlitos Coquete

19h – KEYSTONE 9 – 58 m                   
O Engano
Carlitos e Mabel em passeio
O Passado pré-histórico

Dia 17/07 – quinta-feira

17h30 – ESSANAY 1 – 56 m                         
Seu novo emprego
Carlitos se diverte

18h45 – Casamento de Luxo – 82 m

Dia 18/7 – sexta-feira

17h30 ESSANAY 4 – 58 m                         
Carlitos no parque
Carlitos na Praia
Carlitos na Atividade

19h – O Circo – 72 m

Dia 19/7 – sábado

14h30 – A condessa de Hong Kong – 108 m

17h30 – FIRST NATIONAL 1 –  64 m
Vida de Cachorro
Os Clássicos Vádios

18h30 – Luzes da Ribalta – 138 m

20/7 – domingo

14h30 – FIRST NATIONAL 3 – 57 m
Pastor de almas
Laços de Liberdade

16h45 – FIRST NATIONAL 4 – 58 m
Idílio Campestre
Um dia de Prazer

18h30 – Monsieur Verdoux – 124 m

22/7 – terça-feira

17h30 – KEYSTONE 7 – 64 m                
Nova colocação de Carlitos
Que Noite
Carlitos porteiro
Carlitos rival no amor

19h – KEYSTONE 8 – 65 m                  
Dinamite e Pastel
Carlitos e Mabel assistem às corridas
Carregadores de piano

23/7 – quarta-feira

14h – CURSO (dia 1)

17h30 – KEYSTONE 1 – 60 m                         
Carlitos Repórter 
Corridas de automóveis para meninos
Carlitos no Hotel
Um Caçador de Ladrões
Dia Chuvoso

19h ESSANAY 7 – 55 m
Carmen
Tripla Encrenca

24/7 – quinta-feira

14h – CURSO (dia 2)

17h30 – KEYSTONE 2 – 59 m                
Joãozinho na película
Carlitos dançarino
Carlitos entre o bar e o amor
O Marquês

19h  – MUTUAL 1 – 53 m                  
Carlitos no Armazém
Carlitos Bombeiro

25/7 – sexta-feira

14h – CURSO (dia 3)

17h15 MUTUAL 5 – 50 m
Rua da Paz
O Aventureiro

18h30 – O Grande Ditador – 125 m

26/7 – sábado

11h – SESSÃO ATÍPICA (O GAROTO) – 68 m

14h30 – FIRST NATIONAL 2 – 68 m
Dia de pagamento
Carlitos nas Trincheiras

16h – MUTUAL 3 – 54 m                                  
O Conde
Sobre Rodas

17h30 – MUTUAL 6 – 56 m
No Balneário
O Imigrante

19h – O Garoto – 68 m

27/7 – domingo

15h – ESSANAY 6 – 51 m
Traficantes de Marujos
Carlitos no Teatro

16h30 – MUTUAL 4 – 52 m             
Casa dos Penhores
Carlitos no Estúdio

18h – Romance de Carlitos – 82 m

29/7 – terça-feira

16h30 – FIRST NATIONAL 2 – 68 m                 
Dia de pagamento
Carlitos nas Trincheiras

18h – Monsieur Verdoux – 124 m

30/7 – quarta-feira

17h – O Circo – 72 m

18h30 – Um rei em Nova York – 101 m

31/7 – quinta-feira

17h30 – Revista Chaplin – 117 m

19h DEBATE

01/8 – sexta-feira

11h – SESSÃO ESCOLA (Luzes da Cidade) – 87 m

16h15 – Luzes da Ribalta – 138 m

19h – Luzes da Cidade – 82 m

02/8 – sábado

14h – SESSÃO INCLUSIVA (Tempos Modernos) – 87 m

16h – ESSANAY 2 – 56 m                      
Campeão de Boxe
Carlitos quer casar 

17h15 – ESSANAY 3 – 50 m                                 
O Vagabundo
Senhorita Carlitos

18h30 – Em busca do ouro – 95 m

03/8 – domingo

15h – MUTUAL 2 – 52 m                               
O Vagabundo
A uma da madrugada 

16h30 ESSANAY 5 – 51 m
O Banco
Carlitos Policial 

18h – O grande ditador – 125 m

CLASSIFICAÇÃO INDICATIVA: LIVRE EM TODAS AS SESSÕES

VIDEOS: https://youtu.be/NNznUyDmSFc?si=1Uxt0pDFEBCt9Pig

https://youtu.be/N9-VZlxIIAs?si=EPOlJsm9ZibiBYTk

https://youtu.be/eND72dzh7EU?si=eWCgeWnjfLX-drKX

https://youtu.be/at7gUhIPmPg?si=mnapjlSff6DyU8g5

https://youtu.be/4DLdMa98JdM?si=yp3jGmgVey8TsTDi

Gira das Desempregadas Convida ocupa a Torre de TV e o Eixão do Lazer este fim de semana

Divulgação

Circulação artística reúne coletivos feministas em 33 apresentações gratuitas, com acessibilidade plena e foco na valorização das experiências femininas

Depois de uma estreia com casa cheia no SESC 504 Sul no dia 3 de julho, o projeto Gira das Desempregadas Convida segue sua jornada de ocupação artística levando teatro, circo e afeto às ruas do Distrito Federal. Neste fim de semana, dias 12 e 13 de julho, a programação desembarca em dois espaços públicos simbólicos da cidade: Torre de TV e Eixão do Lazer, com espetáculos gratuitos e acessíveis para todos os públicos.

No sábado, 12/07, às 16h30, a Torre de TV será palco do espetáculo “Pedaços de Maria”, seguido da trilogia de teatro lambe-lambe “Enquanto Houver Amor Eu Me Transformo”, do grupo As Caixeiras Cia. de Bonecas. No domingo, 13/07, às 10h, o projeto ocupa o Eixão do Lazer, dentro do tradicional Choro no Eixo (207N). Em cena, uma potente fusão de circo, teatro e formas animadas, com apresentações voltadas para todas as idades e pensadas para aproximar a arte da vida cotidiana.

Ao todo, a circulação contempla 33 apresentações gratuitas de teatro e circo até o final agosto, em 9 localidades da RIDE (Região Integrada de Desenvolvimento Econômico), incluindo regiões administrativas do Distrito Federal e cidades de Goiás. O espetáculo principal, “Pedaços de Maria”, é uma criação de Maria Tavares, artista e diretora do coletivo As Desempregadas. A montagem costura em cena suas próprias vivências com as de tantas outras “Marias” — mulheres reais e simbólicas que inspiraram a criação, num espetáculo de circo-teatro-musical leve, divertido e profundamente sensível.

Segundo Maria, a Gira nasce do desejo de fortalecer redes colaborativas entre grupos e coletivos culturais da cidade. “A ideia é reforçar a cultura como ferramenta de mudança social, onde a colaboração é o motor para uma arte mais diversa, acessível e impactante”, afirma.

Convidado para a circulação, o grupo brasiliense As Caixeiras Cia. de Bonecas, referência nacional no teatro de formas animadas, apresenta a trilogia “Enquanto Houver Amor Eu Me Transformo”, composta por três microespetáculos — Revoar, Amor de Cão! e Amor – título provisório inalterável. Em formato de teatro lambe-lambe, os espetáculos são apresentados dentro de pequenas caixas cênicas para um espectador por vez. A experiência é íntima e transformadora, com sessões de 3 a 6 minutos que tratam com delicadeza de temas como afeto, liberdade e escuta.

O projeto tem ainda um forte compromisso com a transformação social por meio da cultura. As apresentações abordam temas como empoderamento feminino, respeito à diversidade, igualdade de gênero e o combate à violência contra a mulher, tudo de forma acessível e acolhedora. Como contrapartida, duas sessões serão realizadas em escolas públicas de São Sebastião, levando reflexão e sensibilidade a adolescentes em fase de formação.

Para garantir o acesso de todos, a Gira das Desempregadas Convida oferece acessibilidade plena, com intérpretes de Libras, audiodescrição ao vivo e materiais em Braile. Porque a arte precisa alcançar todos os corpos e realidades.

Realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo, com apoio do Governo Federal e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, o projeto movimenta a cena cultural local e celebra a potência das mulheres artistas do nosso território. Entre brincadeiras, bonecas e melodias, essas artistas estão reconstruindo o mundo — um palco por vez.

SERVIÇO
GIRA DAS DESEMPREGADAS CONVIDA
Espetáculos gratuitos de teatro, circo e lambe-lambe nas cidades do DF e de Goiás
Classificação indicativa: Livre
Acessibilidade: intérprete de Libras, audiodescrição e estrutura adaptada

Espetáculo “Pedaços de Maria”
Circo-teatro-musical protagonizado por Maria Tavares, com dramaturgia construída a partir das muitas Marias que habitam cada uma de nós.
Duração: 50 min | Livre para todos os públicos

Trilogia Lambe-lambe “Enquanto Houver Amor Eu Me Transformo”
Três microespetáculos apresentados dentro de caixas cênicas, com sessões individuais.
Espetáculos: Revoar, Amor de Cão! e Amor – título provisório inalterável
Duração: de 3 a 6 minutos cada

Apresentações de julho:

12/07 – Torre de TV – 10h30 e 16h30 (Pedaços de Maria + as Caixeiras) – teremos intérprete de libras e audiodescrição

13/07 – Choro no Eixo – 10h (Pedaços de Maria + as Caixeiras) – intérprete de libras e audiodescrição (As Caixeiras)

19/07 – Casa Buriti – Olhos D’água/GO – 18h (Pedaços de Maria + Caixeiras)

20/07 – Naco Núcleo de Arte do Centro-oeste – Olhos D’água/GO – 17h (Pedaços de Maria)

Mais informações:
Instagram: @as_desempregadas
Site: http://www.ascaixeiras.com

De atrações radicais a test ride: conheça as marcas e ativações no Capital Moto Week 2025

Foto divulgação

BRB, Spaten, Honda, Natura, Nissin, Giraffas e McDonald ‘s confirmaram presença no festival. Ativações incluem espaços temáticos e lançamentos de produtos

Antes mesmo de abrir os portões, o Capital Moto Week, maior festival de motociclismo da América Latina, já alcançou novos recordes em 2025. Com experiências que vão muito além das motos e dos 107 shows, o CMW vai receber mais de 100 marcas nacionais e internacionais. Natura e Nissin se preparam para estrear no festival, ao lado de parceiros de edições anteriores, como Honda, LS2 e McDonald ‘s. A grandeza das ativações dá o tom do que vem por aí: espaços temáticos, lançamentos exclusivos, estandes de dois andares e atrações radicais — consolidando a edição mais surpreendente dos 22 anos de CMW.

“O CMW é estratégico por conectar marcas e pessoas por meio de experiências memoráveis. Nosso público fiel, diverso e altamente engajado explica porque tantos patrocinadores ampliaram seus espaços e garantiram presença inclusive em 2026”, celebra Pedro Franco, CEO do festival. Com investimento de mais de R$20 milhões, o festival se fortalece como vitrine: mais de 90% vem do setor privado, com destaque para parcerias construídas a partir da conexão e vivência com o público. O resultado: uma taxa de renovação acima de 80% e marcas ampliando o investimento a cada ano.

A proposta do CMW é clara: reunir na Cidade da Moto uma diversidade de experiências, promovendo os sentimentos de pertencimento e liberdade — com papel ativo de cada patrocinador e marca. O BRB apresenta o festival e a Spaten assina o temático Moto Bar, que vem completamente repaginado. A Royal Enfield assina o Rock Saloon, enquanto a Pepsi segue assinando uma das praças de alimentação. A rede Giraffas, além de levar o radical Bungee Jump, é presença confirmada na gastronomia. Os camarotes da Spaten e do BRB terão novo visual para quem aprecia a vista para o palco principal.

Quem está aquecendo os motores para estrear no CMW 2025 são a marca Yakissoba UFO, da Nissin, linha de macarrão instantâneo yakissoba, e a Natura. Ainda entre os recém-chegados, o Bali Park oferecerá descontos especiais ao público Moto Week, além da CF Moto, com portfólio de motos e acessórios. “Neste ano vamos entregar um festival ainda mais completo, com as principais marcas de diferentes segmentos na Cidade da Moto. Junto com esses parceiros, criamos experiências autênticas e surpreendentes para atender esse público apaixonado e exigente” , afirma Franco. Ingressos disponíveis na Bilheteria Digital.

Na lista das veteranas e que ampliam as ativações no Capital Moto Week estão as marcas oficiais: LS2 (capacete), Honda (moto), Pro Honda (lubrificante) e Michelin (pneu). Além das já conhecidas neste universo: BMW, Triumph, Starplast, Royal Enfield, Bajaj, Braz, 299, Ducatti, ADV MotoParts, X11 e GIVI. “A confiança no alto nível de entrega e no engajamento do CMW é o que faz essas marcas estarem conosco em mais um ano” , revela Franco. Negociações com outros grandes players estão em curso, além das 40 marcas da gastronomia e das 17 pequenas empresas que estarão no Lady Bikers, espaço liderado pelo Sebrae que enaltece o empreendedorismo feminino, promovendo diversão, inclusão, troca de conhecimento e experiências.

Em termos de estratégia de marca, um fato curioso é que, do total de turistas brasileiros que participam do Capital Moto Week, 31% são de origem do estado de São Paulo. Isso significa que a Cidade da Moto reúne público paulista maior do que qualquer outro evento de motociclismo realizado no estado. “É sempre desafiador atrair público de fora, que roda longas distâncias, mas esse dado reforça o posicionamento de Brasília como uma praça estratégica para marcas internacionais, além do eixo Rio e São Paulo” , acrescenta Franco.

Injeção de R$ 60 milhões na economia fora dos muros do festival
Investimento de mais de R$20 milhões, 100 shows e 800 mil pessoas em 10 dias de programação: estes são alguns dos números do Capital Moto Week. Em 2025, são esperadas 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de diversos países circulando pelo complexo de 320 mil m² criado especialmente para o festival e que equivale a mais de 25 estádios do Maracanã. Esta edição deve movimentar R$ 60 milhões na economia local e receber 120 mil turistas, com expectativa de 98% de ocupação da rede hoteleira.

A estrutura corresponde à grandeza do festival: são cinco palcos temáticos, parque de diversão, cinema ao ar livre, praças de alimentação, área de camping e motorhome para mais de 20 mil pessoas, Moto Kids, heliponto e muito mais. Os 107 shows vão do clássico ao alternativo, do metal ao punk, do reggae ao hard rock, tendo como headliners: Biquini Cavadão, Os Paralamas do Sucesso, Capital Inicial, Samuel Rosa, Angra, Lobão Power Trio, Magic!, Cidade Negra, Marcão Britto & Thiago Castanho Charlie Brown Jr. e Detonautas. Os principais shows do festival serão transmitidos pela TV Globo, além da exibição do Especial Capital Moto Week em rede nacional, no dia 3 de agosto. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

SERVIÇO
Capital Moto Week 2025
Data: 24 de julho a 02 de agosto de 2025
Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF
Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek
Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br

Banda Imagem leva forró, inclusão e tradição nordestina às festas juninas nas paróquias do DF

Foto divulgação

Com mais de 30 anos de estrada, grupo brasiliense leva forró autoral, clássicos nordestinos e acessibilidade às festas juninas nas paróquias do DF  

Com mais de três décadas de estrada, a Banda Imagem é uma das atrações mais esperadas da segunda fase do Circuito Cultural de Festas Paroquiais do Distrito Federal. Reconhecida como Patrimônio Cultural Simbólico de Brasília e Manifestação da Cultura Nacional por meio da Lei Federal nº 14.836/2024, a banda promove um verdadeiro espetáculo de música, cultura e acessibilidade nas comunidades do DF.

Fundada em 1991, a Imagem celebra 34 anos de atividade contínua em 2025, consolidando-se como referência na música popular brasileira, especialmente nos ritmos nordestinos que embalam o ciclo junino. A agenda da banda neste mês de julho inclui apresentações em Ceilândia Norte e Sul, Riacho Fundo II e Brasília, com entrada gratuita e estrutura pensada para toda a família.

Repertório autoral e experiência sensorial

Além de homenagear clássicos de ícones como Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Elba Ramalho e Trio Nordestino, a Banda Imagem aposta em músicas autorais que reforçam sua identidade. Para este circuito, destacam-se composições como “Beat Envolvente”(Jotapex), “Tô Xonado” e “Xote da Alegria”(DD Júnior), além de uma releitura sensível da canção “Viviane”.

“A música autoral é a forma mais viva de mantermos nossa identidade. Tocar os clássicos do forró alimenta a alma, mas interpretar nossas próprias composições é onde mora a felicidade. É tradição com coragem para inovar, é cultura em movimento”, afirma Cacá Silva, apresentador e audiodescritor da banda.

Acessibilidade e inclusão

Todos os shows seguem os princípios da Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015) e contam com intérprete de Libras e audiodescrição ao vivo. O próprio Cacá Silva, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA), nível 1 de suporte, é quem realiza a audiodescrição, traduzindo em palavras os elementos visuais do palco e figurinos.

A iniciativa garante uma experiência sensorial inclusiva para o público com deficiência visual, além de promover um ambiente acolhedor para todos os perfis de público. “As festas juninas nas paróquias são momentos de verdadeira celebração familiar. Temos desde crianças até os avós participando juntos — algo raro nos shows de outras épocas do ano. Isso é lindo e profundamente simbólico”, comenta a produtora executiva da banda, Gabriela Amado.

Agenda nas paróquias – Circuito Junino 2025

  • 05/07 (19h) – Paróquia São Marcos e São Lucas – Ceilândia Norte
    QNN 29, Área Especial – CEP 72230-290
  • 12/07 (19h) – Paróquia da Ressurreição – Ceilândia Sul
    QNM 12, Área Especial – CEP 72230-120
  • 13/07 (19h) – Paróquia da Medalha Milagrosa – Riacho Fundo II
    QS 16, Conjunto 7 – Área Especial – CEP 71828-500
  • 18/07 (21h30) – Arraiá de Nossa Senhora do Rosário de Pompéia – Brasília
    Estacionamento do Espaço da Corte – SHTN Trecho 01

Reconhecimento e trajetória

A Banda Imagem é uma das poucas formações musicais do DF com marca registrada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), sob o número 903.070.197. Ao longo de sua trajetória, acumula premiações como:

  • Prêmio Gira Cultura DF – Brasília 61 Anos
  • Troféu Brasília Top Show – Melhor Banda Baile
  • Prêmio Melhores do Ano Brasília 2023 – Melhor Banda/Cantor
  • Homenagem da CLDF – São João do Cerrado
  • Reconhecimento pela Lei nº 14.836/2024

Além disso, os shows da Imagem geram renda e movimentam a cadeia produtiva da cultura, envolvendo músicos, técnicos, produtores e artistas visuais em todas as etapas da produção.

Compromisso com a cultura popular

A participação da Banda Imagem no circuito junino reforça valores previstos na Constituição Federal (art. 215 e 216), na Lei Orgânica da Cultura do DF (LC nº 934/2017) e nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU, promovendo acesso democrático à cultura, valorização das tradições e inclusão.

Entrada gratuita. Programação sujeita a alterações.

Para acompanhar e ouvir

Contato institucional:
📞 WhatsApp: (61) 9-9664-3252
📧 E-mail: bandaimagem.df@gmail.com

Moda, afeto e criatividade: Bem QT Quis recebe edição especial da Varanda It’s Time Brechó no sábado (5/7)

Evento gratuito ocupou o quintal da loja na 715 Norte com brechós, design autoral, gastronomia e boa música

No sábado, 5 de julho, o quintal do brechó Bem QT Quis foi o cenário de mais uma edição da Varanda It’s Time Brechó, um encontro vibrante que celebra o consumo consciente, o design independente e o poder das trocas criativas. A programação acontece das 11h às 18h, na recém-inaugurada loja da 714/715 Norte (Bloco G, loja 30), com entrada gratuita e curadoria afetiva de moda circular, arte, gastronomia e música.

A proposta da Varanda é simples e poderosa: transformar espaços urbanos em pontos de encontro entre pessoas, marcas locais e experiências que inspiram. E o quintal da nova loja do Bem QT Quis, com sua atmosfera leve e convidativa, parece feito sob medida para isso.

Nesta edição especial, o público vai encontrar uma seleção cuidadosa de brechós, peças autorais, achadinhos incríveis, além de comidinhas e som para embalar o dia. “É um evento para garimpar, encontrar gente criativa e repensar o consumo de forma leve e possível”, destaca Morgana Franco, fundadora do Bem QT Quis.

Novo endereço, o mesmo propósito

O evento marca também a segunda grande ação aberta ao público no novo espaço do Bem QT Quis, inaugurado há pouco menos de um mês, em junho deste ano. A loja, que se tornou referência de moda circular no DF, agora ocupa um ponto ainda mais amplo e funcional na 715 Norte, com novos provadores, maior acervo e estrutura confortável para receber clientes, parceiros e iniciativas criativas.

E como não poderia ser diferente, a inauguração da nova loja veio acompanhada de colaborações que reforçam o espírito coletivo da marca. Uma delas é com a Feira Mapas de Afeto, que esteve presente no evento de lançamento. Para Antônio Sousa, idealizador da feira, parcerias como essa mostram que há espaço para negócios que pensam diferente.

“A expansão do Bem QT Quis mostra que o consumo consciente e a moda sustentável não são tendências passageiras, mas movimentos reais, desejados por um público cada vez mais atento e engajado”, afirma.

“Seguimos propondo iniciativas que acontecem em conjunto, e com isso reafirmamos nosso compromisso com a economia circular e com a valorização de marcas e iniciativas locais, criando não só um espaço de vendas, mas um ambiente de convívio, troca e afeto” finaliza Morgana. 

Serviço – Varanda It’s Time Brechó no Bem Qt Quis! 
SCRN 714/715, Bloco G, loja 30 – Asa Norte
Sábado, 5 de julho
Das 11h às 18h
https://www.instagram.com/bemqtquis?igsh=bmllcnFyOThoZmVm

https://www.instagram.com/varandabsb?igsh=MWptcjh4MmQ3azQzMw==

Funcionamento: segunda a sexta, das 10h às 19h | sábado, das 10h às 18h30

2a Edição do Festival Breaking na Praça agita o Complexo Cultural de Planaltina

Divulgação

A 2ª edição do Festival Breaking na Praça – “Back to the Roots” acontece nos dias 11, 12 e 13 de julho no Complexo Cultural de Planaltina e traz atividades com foco nas raizes do hip hop.

A programação durante os 3 dias inclui batalhas de dança, apresentações, workshops de danças urbanas, discotecagem, debates e palestras com nomes do Hip-Hop e da cultura urbana do DF e Entorno. 

Haverá ainda intervenções de graffiti, com destaque para a participação feminina, fortalecendo a representatividade e a cena cultural local.

O evento é voltado para artistas e a comunidade em geral, aberto para todas as idades e gratuito.

PROGRAMAÇÃO 

A programação contempla a realização de três batalhas de danças urbanas, abrangendo estilos como Breaking, com os Jurado(a)s Bgirl Branca(We can do it ),  Maik Oliveira (Cyphers Clan ) e Bboy Zoio (Natural Rockers ) nos formatos breaking 2vs2 , Bgirl 1vs1 além de uma Batalha de Rima, fomentando o intercâmbio entre dançarinos e MCs de diferentes níveis e origens.

Serão apresentados três pocket shows dos grupos Cyphers Clan e Projeto Sagaz com o objetivo de valorizar talentos locais e oferecer espaço para a expressão artística de coletivos da região. 

Exibição de graffiti com Live Paint em telas com os grafiteiro(a)s Red Lion, Pena, Iasmim e Tiano . A proposta também inclui a realização de três workshops ministrados por especialistas e pioneiros da cultura.

Hip-Hop : Kamon (Workshop de FootWork ) , DJ Sapo ( Workshop de Discotecagem ), Maik Oliveira ( Workshop de Hip-Hop Dance ) , oriundos do DF e de outros estados, fortalecendo o caráter pedagógico e formativo do evento.

Palestra  com Ravena ( Hip-hop como Arte Terapia, experiências inclusivas ) seguido de um bate-papo sobre temas importantes para cultura e sociedade. 

As inscrições para as atividades estão disponiveis na página https://www.instagram.com/breakingnapraca?igsh=djZmZDBxbW5zaWQ2

PREMIAÇÃO 

1º Lugar Dupla -R$ 2.000 

1º lugar Bgirl R$ 1.000 

1º Lugar Rima R$ 1.000 

Este projeto é realizado com Recursos do FAC DF e tem apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa SECEC

Serviço

2a edição Breaking na Praça 

Dias 11, 12 e 13 de julho, a partir das 14h

Local: Complexo Cultural de Planaltina Avenida Uberdan Cardoso, Setor Administrativo, Lote 02

Informações: @breakingnapraca

Entrada Franca

Classificação Livre

Minas Brasília promove Arraiá com shows, quadrilhas e comidas típicas

Foto divulgação

A festa junina do clube será realizada nos dias 4 e 5 de julho

O clima junino vai tomar conta do Minas Brasília Tênis Clube nos dias 4 e 5 de julho, a partir das 19h, com mais uma edição do já tradicional Arraiá do Minas. A festa promete aquecer o coração dos brasilienses com atrações musicais ao vivo, quadrilhas, comidas típicas e aquele forró que não deixa ninguém parado.

O evento reúne o melhor do São João em uma estrutura segura, familiar e repleta de atrações para todas as idades. No palco, nomes da música regional prometem animar o público: Meriele e Banda e Raízes do Sertão se apresentam na sexta-feira (04/07), enquanto Forró Cobogó e Dennis Viola comandam a festa no sábado (05/07).

Os ingressos antecipados já estão à venda por R$ 30,00 (1º lote) na plataforma Sympla: https://www.sympla.com.br/evento/arraia-do-minas/3006619

A organização orienta que o público garanta seus ingressos com antecedência para aproveitar ao máximo a programação especial.

Serviço

Arraiá do Minas

Data: 4 e 5 de julho de 2025

Horário: A partir das 19h

Local: Minas Brasília Tênis Clube – Brasília/DF

Ingressos: R$ 30 (1º lote via Sympla)

Distrito Junino 2025 estreia com celebração da cultura popular em Brazlândia e Riacho Fundo II

Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

Primeira etapa do maior circuito junino do DF começa nesta sexta-feira, 4 de julho, e reforça a potência das quadrilhas, o acesso à cultura e a valorização regional

O Distrito Junino 2025 começa oficialmente nesta sexta-feira (4/07) e promete movimentar o fim de semana com a estreia de um dos maiores projetos culturais já realizados no Distrito Federal. As primeiras etapas acontecem simultaneamente em Brazlândia (Grupo A) e Riacho Fundo II (Grupo B), com apresentações de quadrilhas juninas, trios de forró, bandas regionais e programação cultural gratuita para toda a comunidade, até o domingo (6/07), com portões abertos a partir das 18h.

Em Brazlândia, a festa acontece em frente ao Restaurante Comunitário, na Vila São José; enquanto no Riacho Fundo II, o espaço ao lado da Feira Permanente do Riacho Fundo II será o ponto de encontro entre tradição e pertencimento. As duas regiões darão o tom de um circuito que vai percorrer o DF até o fim de agosto, levando alegria, identidade e cultura popular às regiões administrativas e entorno.

O secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Cláudio Abrantes, reforça que o Distrito Junino nasce como uma política pública estruturante, com impacto cultural e social direto nos territórios. Segundo ele, começar com tanta força e participação da população das cidades reforça o valor da cultura como bem coletivo. “É uma celebração construída por quem vive essa tradição com verdade e entrega. Estamos dando início a um circuito que vai marcar época no DF e colocar as quadrilhas no lugar de destaque que sempre mereceram”, disse.

Para Affonso Gomes, presidente do Instituto Orgulho de Ser Nordestino, responsável pela realização do projeto, o Distrito Junino representa uma conquista coletiva. “É mais do que um festival. É uma afirmação de identidade, de pertencimento e de potência cultural. Ver essa tradição ocupar as cidades e mobilizar as comunidades com tanto orgulho nos mostra que essa política pública está no caminho certo”, afirma.

Com mais de 260 apresentações previstas, o circuito seguirá até o fim de agosto, com etapas em cidades como Santa Maria, Samambaia, Taguatinga, Ceilândia, Recanto das Emas, Planaltina e Cruzeiro, e encerramento nos dias 29 e 30 de agosto, na Esplanada dos Ministérios, com as quadrilhas campeãs e atrações nacionais.

Além da competição entre os grupos A, B e C, o projeto prevê a circulação de artistas regionais, o fortalecimento da economia criativa e a geração de renda nos territórios por onde passa.

SERVIÇO – Distrito Junino 2025 – Etapa 1 (Abertura)
Datas: 4, 5 e 6 de julho de 2025 (sexta a domingo)
Horário: abertura dos portões às 18h

Brazlândia (Grupo A)
Local: Em frente ao Restaurante Comunitário – Vila São José

Riacho Fundo II (Grupo B)
Local: Ao lado da Feira Permanente do Riacho Fundo II

Programação: Apresentações de quadrilhas juninas, shows e atrações culturais, trios de forró e bandas regionais
Entrada: Gratuita e livre para todos os públicos
Mais informações: https://www.instagram.com/distritojunino2025?igsh=ODJrNzc1cXBwNDFm | https://www.instagram.com/sececdf?igsh=cmdtNW16MzFkd3N5 | https://www.instagram.com/orgulhodesernordestino_df?igsh=bWVxeGhnOGVsc3Mz

Gastronomia 24h por 10 dias: Capital Moto Week anuncia 38 operações gastronômicas com marcas e pratos inéditos

Foto divulgação

Festival oferece mais de 70 opções de refeições e porções generosas para todos os gostos. Nissin-UFO, Primeiro Bar e chef Thiago Paraíso estreiam na edição

A diversidade gastronômica do Capital Moto Week 2025 vai tornar sua experiência na Cidade da Moto ainda mais surpreendente, com menu de qualidade, farto e democrático. De 24 de julho a 2 de agosto, o maior festival de motos e rock da América Latina oferece 38 operações gastronômicas, entre marcas consagradas nacional e internacionalmente. O cardápio inclui pães, cafés, petiscos, fast food, churrascos, além de refeições práticas, sofisticadas, vegetarianas e sobremesas. Restaurantes, quiosques e bares espalhados pelo complexo CMW em horários intercalados garantem serviços a qualquer hora.

Dos visitantes aos moradores que residem dentro do festival por 10 dias, o circuito gastronômico agrada aos múltiplos bolsos e paladares. “A proposta de criar um festival plural, que atenda aos diversos públicos, também se reflete na curadoria gastronômica”, afirma Pedro Franco, CEO do Capital Moto Week. Para atender as 800 mil pessoas nos 10 dias do festival, a organização e os parceiros se preparam para servir mais de 400 mil refeições, com funcionamento estendido em todas as praças até as 2h da madrugada. 

Entre as novidades de 2025 está a participação inédita da internacional Nissin-UFO, linha de macarrão instantâneo yakissoba, com sabores de carne com molho japonês, legumes com molho oriental e curry. Com menu sob medida para o Capital Moto Week, o chef Thiago Paraíso promete surpreender com arroz de cupim, baguete e batatas. Também estreiam marcas como Primeiro Bar, com petiscos tradicionais, Pit Stop Pastel, com recheios variados; Recheiô, oferecendo pães de queijo recheados, paninis e cafés; Gordo, especializado em carnes e hambúrgueres defumados.

Lino Fructuoso, que assina a curadoria gastronômica do CMW, explica que a seleção das operações seguiu critérios indispensáveis: qualidade, variedade e fartura. “As experiências unem sabor e quantidade, garantindo que todos encontrem opções saborosas para viver intensamente o festival”, afirma. Segundo Lino, a disposição dos restaurantes foi planejada estrategicamente para o público explorar todo o complexo, com duas praças de alimentação em localizações distintas e quiosques próximos ao público.

Sabor e memória afetiva em mais pontos

Para maior praticidade e acesso aos sabores mais procurados, quatro estabelecimentos investiram em mais de uma unidade: Frango no Pote, que está em três pontos distintos, além do Churros D, Giraffa’s e Helius, com duas unidades cada. A estratégia amplia a cobertura dos serviços, oferecendo opções rápidas e já conhecidas do público em diferentes áreas do festival.

Para curtir um happy hour, o Capital Moto Week oferece sucos, refrigerantes, chopp, cervejas – com e sem álcool, energéticos e destilados. A recém-chegada “Vinhos do Mundo” inova oferecendo vinhos e espumantes no novo Rock Saloon Royal Enfield. Para esquentar o paladar, a Destilaria Capueira dispõe de rótulos de bebidas artesanais.

Conheça as opções gastronômicas em cada espaço: 

Praça Pepsi | Opções rápidas, saborosas e variadas:

  • Ricco – Burger e batatas
  • Primeiro Bar/Gordeixos – Petiscos e Massas
  • Chef Thiago Paraíso – Arroz de cupim, baguete e batatas
  • Frango no Pote – Frango frito com fritas
  • Estação do Crepe – Crepes e baguetes
  • Giraffa’s – Burgers, fritas, frango e refeições
  • Pastelaria e Parrilla do Beto – Cortes de carnes, espetinhos, carreteiro, pastéis e caldo de cana
  • Mc Donald’s – Sorvete e sobremesa
  • QI WINES – Adega e venda de vinhos

 Praça Arena | Foco em refeições completas e pratos populares:

  • Reis do Tacho – Arroz carreteiro, baião de dois e refeições
  • Helius – Burgers e batatas
  • Dog da Igrejinha – Hot dog
  • Dom Bosco – Pizzas
  • Pão Dourado – Padaria, caldos e canjica
  • Pit Stop Pastelaria – Pastéis tradicionais 
  • Pit Stop Creperia – Crepes salgados e doces
  • Frango no Pote – Frango frito com fritas (2ª unidade)
  • Giraffa’s – Burgers, fritas, frango e refeições (2ª unidade)
  • Nissin – U.F.O e Cup Noodles
  • Vino Fructuoso – Adega e venda de vinhos

Quiosques | Variedade de snacks, doces e pratos express:

  • Churros D – Churros recheados (1ª e 2ª unidade)
  • Tio Gu Creperia – Crepes artesanais
  • Frango no Pote – Frango frito com fritas (3ª unidade)
  • Recheiô – Pães de queijo recheados, panini e cafés
  • Destilaria Capueira – Bebidas e drinks à base de cachaça
  • Açaí Oficial – Açaí no copo e tigela
  • Dr Dog – Cachorro-quente e salgados
  • Crepe do Tio – Crepe tradicional
  • Gordo – Burgers e defumados
  • Bacio di Latte – Sorvetes artesanais italianos e picolés
  • Santo Beef (ex-Alecrim) – Burgers defumados
  • 061 BBQ – Burgers defumados
  • Pastelaria do Beto – Pastéis, coxinhas e fritas
  • Dog Club – Cachorro-quente gourmet e fritas
  • Helius – Espetinhos (2ª unidade)
  • Amazon Easy – Açaí
  • Amor Pipoca – Pipoca doce, salgada e gourmet
  • Vinhos do Mundo – Adega e venda de vinhos

 O consumo dentro do Capital Moto Week será realizado exclusivamente por meio do cartão ZIG ou via app com Cartão Digital Zig. Uma dica para quem quiser experimentar o clima CMW, a diversidade gastronômica e os conteúdos do festival é que, de segunda a sexta-feira, das 12h às 14h, o acesso ao complexo Moto Week é gratuito.

Sobre o Capital Moto Week 2025

De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

SERVIÇO

Capital Moto Week 2025

Data: 24 de julho a 02 de agosto de 2025 

Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF

Ingressoshttps://www.bilheteriadigital.com/capitalmotoweek

Banda Black Rio faz show histórico em Brasília no DF Instrumental FEST 2025

Foto divulgação

Festival gratuito será realizado no dia 5 de julho no Sesc Taguatinga Sul e reúne atrações locais e nacionais da música instrumental

DF Instrumental Fest https://www.instagram.com/df_instrumental_fest?igsh=Y3RjbThvdWFmNWNx chega ao seu terceiro ciclo celebrando a força da música instrumental e a diversidade dos sons produzidos no Distrito Federal. Com entrada gratuita, o festival será realizado no dia 5 de julho, no Sesc Taguatinga Sul, reunindo artistas do DF e nacionais, com destaque para o show da Banda Black Rio em Brasília, em comemoração aos 50 anos de carreira do grupo que é um importante ícone da música instrumental brasileira.

A programação começa, pontualmente, às 06h06 com o Satanique Samba Trio e segue com apresentações da Real Gang, Ventoinha de Canudo, Iara Gomes, Débora Zimmer e Ava Rocha. O evento busca democratizar o acesso à arte e formar novas plateias na periferia, fortalecendo uma rede de agentes culturais no DF e valorizando a produção local com shows de sonoridades distintas e representativas.

Os ingressos devem ser retirados na plataforma https://www.sympla.com.br/evento/df-instrumental-fest-2025/3012104?referrer=linktr.ee&referrer=linktr.ee

O DF instrumental FEST é realizado com recursos da Lei de Incentivo à Cultura do Distrito Federal, patrocinado pela Neoenergia Brasília, uma iniciativa do Instituto Neoenergia. O projeto sociocultural é idealizado pela Ilimitada Criação e Box Cultural. 

Atrações nacionais de peso

O destaque da edição é a Banda Black Rio na capital federal. O grupo carioca é referência na fusão entre samba e funk e celebra cinco décadas de história em 2025. Fundada por músicos negros dos subúrbios do Rio de Janeiro, a banda criou uma sonoridade única com arranjos marcantes de metais e bases rítmicas potentes. Álbuns como Maria Fumaça (1977) se tornaram marcos da música brasileira e ecoam até hoje na obra de artistas como Jamiroquai e MosDef.

Outra atração nacional confirmada é a carioca Ava Rocha, artista multifacetada da música contemporânea. Cantora, compositora, cineasta e poeta, Ava vem ao DF com seu disco mais recente, Néktar, misturando camadas sonoras intensas, lirismo potente e performance visceral, em um espetáculo que transborda as fronteiras da linguagem e emociona pela intensidade estética.

“Néktar é um show pra ser vivido, bebido até o último gole, e apresentar ele dentro de um festival de música instrumental, torna ele ainda mais ébrio e transcendental, sujeito aos improvisos que o imponderável do ato cênico e musical permitem, e diluindo ainda mais as fronteiras da canção e da voz, bem como dos planos imagéticos  e sonoros”, comenta Ava.

Acessibilidade como prioridade

Mais que um festival de música, o DF Instrumental FEST 2025 aposta em acessibilidade de verdade. A organização investiu em tecnologias inovadoras para garantir que pessoas com deficiência possam vivenciar plenamente o evento. Um dos destaques é o uso de dispositivos auditivos de condução óssea, que transmitem som através dos ossos do crânio, permitindo que alguns tipos de deficientes auditivos escutem as apresentações.

Para pessoas com deficiência visuais, será oferecido um espaço de som imersivo 5.1, além de mesas táteis, pensada para pessoas surdas, que possibilita sentir a vibração dos sons com os dedos. O evento também contará com intérpretes de Libras, guias e monitores especializados, área reservada com boa visibilidade do palco, espaços para cadeirantes, banheiros adaptados e sinalização acessível.

Transporte acessível e acolhedor

Com o objetivo de oferecer experiência acessível, inovadora e acolhedora para as pessoas com deficiência, o DF Instrumental Fest vai disponibilizar transporte gratuito com monitores de acessibilidade saindo de dois diferentes pontos direto para o Sesc Taguatinga Sul. Quem tiver interesse, pode se inscrever no formulário: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSczxucoB99jg8Bi4782SXekyEyNcP9C5tJW7a8Zh5Mehu8FkQ/viewform e, se selecionado, a equipe de acessibilidade entrará em contato para confirmação. Confira os horários e locais e programe-se:   

Data: 05 de julho de 2025 (sábado)


Van Praça do Relógio

  • 17h Chegada van na Praça do Relógio
  • 17h20 Saída pro SESC Taguatinga Sul
  • 21h00 Chegada van no SESC Taguatinga Sul
  • 21h15 Retorno pra Praça do Relógio

Van Conic

  • 17h Chegada van no CONIC
  • 17h20 Saída pro SESC Taguatinga Sul
  • 21h00 Chegada van no SESC Taguatinga Sul
  • 21h15 Retorno van pro CONIC

Inscrições: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSczxucoB99jg8Bi4782SXekyEyNcP9C5tJW7a8Zh5Mehu8FkQ/viewform

Programação do DF instrumental Festival, no sábado (5/7)

  • 18h06 – Satanique Samba Trio
  • 18h23 – Real Gang
  • 18h59 – Banda Black Rio
  • 19h53 –  Ventoinha de Canudo
  • 20h05 – Iara Gomes
  • 20h27 – Ventoinha de Canudo
  • 20h41 – Débora Zimmer
  • 21h03 – Ventoinha de Canudo
  • 21h19 – Ava Rocha

Serviço – DF instrumental FEST 

Data: 5 de julho 

Local: Sesc Taguatinga Sul 

Horário: 18h06 – pontualmente 

Entrada: franca 
Ingressos: https://www.sympla.com.br/evento/df-instrumental-fest-2025/3012104?referrer=linktr.ee&referrer=linktr.ee

EDUCARTE NA PRAÇA MOVIMENTA BIBLIOTECA DE BRAZLÂNDIA

Galhada foto Diego Bressani

Com foco na leitura e literatura, 3ª edição do projeto leva espetáculos para estudantes da Rede Pública

Bibliotecas de Taguatinga e Santa Maria e Riacho Fundo já receberam a programação, que agora segue para Brazlândia

De 23 a 27 de junho, Brazlândia recebe a terceira edição do EducArte na Praça. O projeto, que já passou por Taguatinga, Santa Maria e Riacho Fundo, visa garantir a estudantes da rede pública a oportunidade de acesso a atividades culturais. Concebido e coordenado pelas professoras Cléria Costa e Miriam Rocha, a realização é da Casa de Cultura Telar por meio de emenda parlamentar do Deputado Federal Reginaldo Veras (PV-DF). 

A 3ª edição do EducArte na Praça busca chamar atenção para a importância do livro, da leitura e da literatura para a formação de crianças, jovens e adultos e para a população de uma maneira geral. Segundo Cléria Costa, a ideia de destacar a literatura surgiu a partir da realidade de um país onde pouco se lê. “Quando estávamos pensando essa edição, o que nos chamou muito a atenção foram os baixos índices de leitores em nosso país. Pesquisas revelaram recentemente que a proporção de não-leitores é maior do que a de leitores e que mais de 50% das pessoas não leram nem parte de um livro de qualquer gênero, incluindo didáticos e religiosos”, afirma.

Por essa razão, todas as atividades estão sendo realizadas em bibliotecas. A ideia é promover uma programação cultural em bibliotecas públicas ou comunitárias para estudantes das escolas públicas das RAs contempladas, socializando saberes e vivências, contribuindo para a transformação desses espaços em ambientes coletivos, atrativos e múltiplos, onde as pessoas percebam a literatura como arte, fruição e identidade. 

Para Cléria Costa, a mudança se justifica porque é neste espaço onde os livros estão sendo oferecidos gratuitamente para toda a comunidade. “As bibliotecas merecem ser mais valorizadas pela comunidade, que precisa reconhecer seu valor e ajudar a cuidar. Montamos uma programação com espetáculos, artistas, poetas e grupos renomados para contribuir no processo de dinamização desses espaços”, conta.

A exemplo das edições anteriores, o EducArte na Praça, possibilita às comunidades dessas Regiões Administrativas um espaço vivo de convivência artístico-educacional. 

A extensa programação inclui espetáculos cênico-literários, shows músico-literários, contação de histórias, saraus, batalhas. As entradas são gratuitas.

EducArte na Praça tem relevância para a sociedade porque propõe disseminar o conhecimento, formar público, capacitar pessoas e multiplicar ideias, e chegando a pessoas de diferentes faixas de renda, idade, gêneros, contando, ainda, com ações de acessibilidade e sustentabilidade. 

Acompanhem o projeto por meio das redes sociais do @educartenapraca   

Biblioteca Érico Veríssimo, que passou por uma revitalização em 2023, é muito frequentada pela comunidade daquela RA. Segundo dados publicados pela Agência Brasília, o espaço recebe mais de 3,8 mil pessoas por mês. Construída em 1978, a biblioteca nunca havia passado por uma grande reestruturação. O aperfeiçoamento envolveu acessibilidade e modernização da fachada com a aplicação de placas do tipo ACM, um alumínio composto reconhecido por ser leve e altamente resistente. Telhado, piso, calçamento, instalações elétricas, hidráulicas e sanitárias também passaram por uma revisão completa.

PROGRAMAÇÃO EDUCARTE NA PRAÇA – 3ª EDIÇÃO

23 a 27 de junho
Biblioteca Érico Veríssimo de Brazlândia

Setor Sul, Área Especial 3/4 A, tel: (61) 3901-6625 – Brazlândia

23/06, às 10h30 – Sarau de Palavras: A Poesia de Noélia Ribeiro. Com Noélia Ribeiro, Fátima Ribeiro, Nara Fontes e Vanderlei Costa

24/06, às 9h30 – Contando Histórias com O Grupo Paepalanthus

25/06, às 10h30 – Espetáculo cênico-literário: “A Baba da Onça Pintada” com Wellington Abreu

26/06, às 15h – Espetáculo músico Literário: Poemas Musicados com o Duo de violonistas Lucas Baraúna e Vagner Santana

27/06, às 15h – Espetáculo Cênico Literário “Galhada em Tempos de Fissura” com Alice Stefânia

Inscrições para o 2º Prêmio Candango de Literatura vai até 25 de junho

Participação é gratuita e aberta a autores, editoras e agentes de leitura com projetos em língua português. Premiação total chega a R$ 195 mil

A poucos dias do encerramento das inscrições, o 2º Prêmio Candango de Literatura reafirma sua vocação como uma das mais relevantes premiações do setor literário no país, com crescente projeção internacional. Além de já contar com inscrições provenientes de países onde o português é idioma oficial, como Brasil, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Portugal e Porto Príncipe, o prêmio é aberto a participantes de qualquer parte do mundo. Podem concorrer obras escritas em língua portuguesa, independentemente do local de origem ou residência dos autores. O edital contempla sete categorias e distribui R$ 195 mil em prêmios, com inscrições gratuitas até o dia 25 de junho.

Criado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), o Prêmio Candango valoriza a diversidade da produção em língua portuguesa, reconhecendo desde obras publicadas em romance, contos e poesia até projetos gráficos e ações pedagógicas voltadas à leitura. A premiação conta, ainda, com apoios importantes, como o do Instituto Camões e de países da Comunidade de Países de Língua Portuguesa.

De acordo com o subsecretário de Patrimônio Cultural da Secec-DF, Felipe Ramón, o 2º Prêmio Candango de Literatura é uma celebração da nossa língua em toda a sua riqueza e diversidade. “Ver autores e agentes de leitura de diferentes localidades se unindo em torno da literatura em português mostra a força cultural que nos conecta e projeta Brasília como um polo de referência literária internacional”, destaca.

Com coordenação do Instituto Casa de Autores e curadoria do escritor João Anzanello Carrascoza, considerado um dos maiores contistas contemporâneos do Brasil, a iniciativa amplia seu alcance a cada edição, promovendo a literatura como instrumento de aproximação entre povos e culturas. “É um prémio que já demonstrou, em sua edição inaugural, ser capaz de motivar a participação de centenas de autores, e, assim, reconhecer a qualidade de obras vigorosas e revelar novas vozes”, afirma o curador.

Nesta segunda edição, além de reunir inscrições de vários países da Comunidade dos Países de Língua portuguesa, a premiação recebeu inscrições de diversos estados brasileiros.

Após o encerramento das inscrições, a próxima fase do prêmio será a análise técnica das obras por um júri especializado. Serão selecionados dez finalistas em cada uma das sete categorias, com divulgação dos resultados prevista para setembro. Os vencedores serão conhecidos na cerimônia oficial, marcada para o dia 31 de outubro, na Sala Martins Pena, do Teatro Nacional Cláudio Santoro, em Brasília. “Estamos chegando a uma das fases mais importantes do prêmio: a leitura atenta e criteriosa das obras. É quando a literatura realmente se impõe, pela qualidade da escrita, pela originalidade das propostas, pela força dos projetos. É um desafio imenso, mas também um privilégio poder acompanhar de perto esse processo de reconhecimento e valorização de tantos talentos que escrevem, editam e promovem o livro em língua portuguesa”, declara o coordenador-geral da premiação, escritor e jornalista Maurício Melo Junior.

 

Informações gerais:

O prêmio está dividido em três eixos principais — literário, editorial e pedagógico — totalizando sete categorias:

Obras literárias publicadas em 2024:

  • Melhor Romance – R$ 35 mil
  • Melhor Livro de Contos – R$ 35 mil
  • Melhor Livro de Poesia – R$ 35 mil
  • Prémio Brasília (autores nascidos ou residentes no DF) – R$ 35 mil

Projetos editoriais:

  • Melhor Capa – R$ 20 mil
  • Melhor Projeto Gráfico – R$ 20 mil

Iniciativas de incentivo à leitura:

  • Melhor Projeto em andamento há no mínimo dois anos – R$ 15 mil

Quem pode participar

Podem se inscrever autores de livros de romance, contos ou poesia publicados em língua portuguesa e com ISBN válido emitido em 2024. As publicações devem ser impressas e originais. Também podem concorrer profissionais de design e editoras responsáveis por capas e projetos gráficos, bem como iniciativas de incentivo à leitura com, pelo menos, dois anos de atuação comprovada.

A categoria “Prêmio Brasília” é exclusiva para autores nascidos ou residentes no DF desde 2023. Já o prêmio de incentivo à leitura aceita inscrições de pessoas físicas ou jurídicas com atuação comprovada na área.

Inscrição e documentação

A inscrição deve ser feita pelo site do prémio, mediante envio de arquivos em PDF contendo o documento de identidade, cópia da obra, declarações obrigatórias e, no caso de projetos pedagógicos, portfólio detalhado. A seleção será conduzida por um corpo técnico de 45 profissionais da literatura — 30 na primeira etapa e 15 na etapa final. Os nomes dos jurados serão divulgados após a premiação.

Como contrapartida, os vencedores das categorias literárias e editoriais deverão doar 20 exemplares das obras premiadas para bibliotecas públicas do DF. Já os vencedores do eixo pedagógico oferecerão uma formação online de, no mínimo, quatro horas.

Serviço

2º Prêmio Candango de Literatura
Inscrições: até 25 de junho de 2025
Premiação total: R$ 195 mil

Categorias: Romance, Contos, Poesia, Prêmio Brasília, Capa, Projeto Gráfico e Incentivo à Leitura
Premiação: 31 de outubro, Sala Martins Pena – Teatro Nacional Cláudio Santoro
Regulamento e inscrições: https://premiocandangodeliteratura.com.br/

De taiko a desfiles de kimonos: Festival do Japão 2025 celebra cultura nipônica com programação diversificada

Divulgação

Um dos eventos mais esperados docalendário cultural da capital federal, o Festival do Japão Brasília chega à sua 13ª edição com uma programação diversificada para toda a família. Entre os dias 27 e 29 de junho, o público poderá conferir mais de 30 atrações culturais no palco principal, incluindo apresentações de música e dança japonesa, artes marciais, desfiles de moda tradicional, números de mágica, cerimônias típicas e shows com artistas nacionais e internacionais.

Promovido pela Federação das Associações Nipo-brasileiras doCentro-Oeste (Feanbra), o festivaltem como objetivo fortalecer os laços culturais entre Brasil e Japão, além de valorizar as tradições da comunidade nikkei. Neste ano, a programação ganha um significado especial ao celebrar os 130 anos de relações diplomáticas entre os dois países.

O embaixador do Japão no Brasil, Teiji Hayashi, destaca a importância do Festival do Japão Brasília como símbolo da união entre os povos japonês e brasileiro. ” O evento nasceu com o propósito de fortalecer a identidade cultural da comunidade nikkei (descendentes de japoneses) e, ao longo dos anos, conquistou espaço e reconhecimento, tornando-se parte oficial do calendário cultural da capital federal”, afirma. ” E neste ano, o festival ganha ainda mais relevância por marcar os 130 anos de relações diplomáticas entre Japão e Brasil, a trajetória de amizade, cooperação e intercâmbio cultural.”

Muita música e dança na programação

Na sexta-feira (27), a programação começa às 14h com apresentações de música e dança, mágica, desfile de moda Harajuku e shows de J-Pop. A noite será marcada por performances tradicionais como o taiko (tambor japonês), demonstrações de artes marciais, além da presença da cantora internacional Sayuri Hirata e artistas regionais como Raquel Iwata e Alysson Takaki.

A programação no sábado (28), começa às 10h, e o público poderá conferir coreografias de escolas, danças japonesas tradicionais, parada de kimonos e yukatas, Bon Odori, além da cerimônia oficial de abertura às 15h. Destaque para o show do cantor Joe Hirata, direto de São Paulo, e para a escolha da Miss Nikkei, com resultado divulgado ao fim da noite.

Já no domingo (29), o festivalsegue com atrações de danças de Okinawa, o tradicional Matsuri Dance, novas apresentações de taiko, desfile de trajes típicos e mais uma participação especial de Joe Hirata. Também marcam presença artistas como Paulo Márcio, Sayuri Hirata e os grupos Koharu Shigure e Kishouraku Daiko.

A programação valoriza a diversidade cultural da comunidade nipo-brasileira e proporciona ao público uma verdadeira imersão no universo japonês, com atividades para todas as idades. Além dopalco principal, o festival conta com praça de alimentação típica, workshops, exposições e área para crianças.

Serviço: Festival do Japão

Datas: 27, 28 e 29 de junho de 2025

Local: Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade

Mais informações: @festivaldojapaobsb