Categoria: Cultura, Entretenimento

Tem carnaval no Radiola Vinil Bar? Sim ou com certeza?

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Atrás de um lugar diferente para curtir o carnaval em Brasília? Venha para o Radiola Vinil Bar, na 704/705 Norte! Local aconchegante, com cerveja gelada, drinks especiais e comidinhas variadas. Atenção para a programação:

Sábado, 10, tem Alex Vidigal e Zé Guerra a partir das 19h

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Domingo, 11, tem Bloco da Aurora, DJ Aiuri e Matinê, a partir das 10h

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Segunda, 12, tem Carnarock, Matinê e DJ Leo Cabral

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Terça-, 13, tem DJ Nalua, a partir das 19h

Traga os amigos e caia na folia no Radiola Vinil Bar!

Bloco Tá Chic Tá Bacana Promete Animar o Carnaval de Brasília em 2024

Ao lado do Bloco Portadores da Alegria, carnaval no parque tem festa gratuita

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Preparando-se para mais uma edição eletrizante, o bloco “Tá Chic Tá Bacana” está pronto para invadir as ruas de Brasília e fazer o carnaval deste ano ainda mais inesquecível. Com uma expectativa de superar o sucesso do ano anterior, onde mais de 60 mil foliões se entregaram à folia ao som contagiante da Banda Chic Tá Bacana, a organização está confiante em alcançar a marca de 80 mil participantes.

Mersón, um dos mentores por trás do bloco, compartilhou seu entusiasmo: “Estamos confiantes em que vamos superar nossas expectativas de público este ano. Estamos determinados a levar alegria e diversão aos nossos fiéis seguidores e a todos que curtem o ritmo contagiante da Banda Chic Tá Bacana.”

Adriana Sousa, vice-presidente do bloco, expressou a esperança de que o governo reconheça a importância de eventos como o “Tá Chic Tá Bacana” para a cultura e a tradição do carnaval em Brasília. Ela ressaltou o caráter inclusivo do bloco, destinado a famílias, pessoas de todas as idades e com diferentes necessidades, oferecendo um repertório que abraça desde os clássicos das marchinhas até os ritmos pulsantes do axé.

Desde sua criação em meados de 2002, a Banda Chic Tá Bacana tem sido uma presença marcante nos eventos carnavalescos de Brasília, cativando fãs e criando memórias que duram a vida toda.

O bloco “Tá Chic Tá Bacana” se tornou um símbolo de celebração e união desde sua estreia em Taguatinga. Com o apoio do Instituto É Meu Som e de diversos empresários locais, o bloco se compromete a proporcionar momentos únicos durante o carnaval, resgatando a essência das tradicionais marchinhas e trazendo a energia contagiante da música baiana.

O bloco de carnaval “Tá Chic Tá Bacana” está marcado para sair na terça-feira, dia 13 de fevereiro de 2024, a partir das 16h, no estacionamento do Parque Ana Lídia. Com uma programação vibrante e entrada gratuita, o evento promete ser uma experiência memorável para todos os foliões.

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Para mais informações sobre o bloco “Tá Chic Tá Bacana”, acesse o Instagram oficial da Banda Chic Tá Bacana: @bandachiquitabacana

Venha fazer parte dessa festa e transforme seu carnaval em uma celebração única com o bloco “Tá Chic Tá Bacana”!

DIAMOND FILMS ANUNCIA NOVOS TÍTULOS IMPERDÍVEIS PARA 2024

Distribuidora trará para os cinemas brasileiros alguns dos filmes mais aguardados do ano

A Diamond Films anuncia a aquisição de novos títulos que chegam às telonas em 2024. Com alguns dos filmes mais aguardados do ano, a distribuidora traz para os cinemas brasileiros títulos premiados e superproduções com muita ação, adrenalina, terror, romance e histórias para todos os gostos. 

Entre as novidades estão MONKEY MAN (ainda sem título em português) dirigido e protagonizado por Dev Patel; o terror LATE NIGHT WITH THE DEVIL (ainda sem título em português), estrelado por David Dastmalchian, com direção e roteiro de Cameron Cairnes e Colin Cairnes; A GAROTA DA VEZ (Woman Of The Hour), estrelado e dirigido por Anna Kendrick; e BETTER MAN (ainda sem título em português), de Michael Gracey, inspirado na vida e carreira do cantor Robbie Williams. 

Também chegam aos cinemas brasileiros com distribuição da Diamond Films os longas KNOX GOES AWAY (ainda sem título em português), dirigido e protagonizado por Michael Keaton; O CARA DA PISCINA (Poolman), dirigido, produzido, coescrito e estrelado por Chris Pine; EZRA (ainda sem título em português), do diretor Tony Goldwyn, com Bobby Cannavale, Rose Byrne e Robert De Niro no elenco; LONGLEGS (ainda sem título em português), de Oz Perkins; JUNE & JOHN (ainda sem título em português), do diretor Luc Besson; THE GREAT ESCAPER (ainda sem título em português), de Oliver Parker, e A CONTADORA DE FILMES (The Movie Teller), com roteiro de Rafa Russo, Isabel Coixet e do brasileiro Walter Salles.

Os novos títulos chegam para complementar o line-up de 2024 da Diamond Films, que já conta com os super aguardados FERRARI, de Michael Mann, estrelado por Adam Driver como Enzo Ferrari, que chega aos cinemas de todo o Brasil em 22 de fevereiro; UMA PROVA DE CORAGEM (Arthur The King), estrelado por Mark Wahlberg e com estreia marcada para 4 de abril; a superprodução GUERRA CIVIL (Civil War), estrelada por Kirsten Dunst, Wagner Moura e Cailee Spaeny que vai dominar os cinemas em 18 de abril; o terror IMACULADA (Immaculate), estrelado e produzido por Sydney Sweeney; o filme ASSASSINO POR ACASO (Hit Man), estrelado por Glen Powell e Adria Arjona, que estreia em junho; e TERRIFIER 3 que promete ser o mais assustador da trilogia e chega aos cinemas em 31 de outubro.

Sobre a Diamond Films

A Diamond Films é a maior distribuidora independente da América Latina. Fundada em 2010, se destaca por distribuir os melhores filmes independentes da indústria cinematográfica. Atualmente, a empresa atua em sete países da América Latina: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Peru e México. No ano de 2016 começou a atuar no mercado europeu, por meio da sua filial na Espanha. No Brasil desde 2013, a Diamond Films distribuiu títulos como ‘Os Oito Odiados’; ‘Lion – Uma Jornada para Casa’, ‘Moonlight – Sob a Luz do Luar’, ‘Green Book – O Guia’, ‘Moonfall – Ameaça Lunar’, ‘No Ritmo do Coração’, ‘Spencer’, ‘A Pior Pessoa do Mundo’, ‘Órfã 2: A Origem’, ‘One Piece Film Red’, ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo’ e ‘Fale Comigo’.

BLOCO TÊRÊTÊTÊ AGITA A FOLIA BRASILIENSE NA TERÇA-FEIRA (13) DE CARNAVAL

A concentração será a partir das 12 horas na loja Colabora na 507 sul

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O TÊRÊTÊTÊ é um consagrado bloco de rua carnavalesco, criado em 2006 por um grupo de amigos do segmento da cultura, entre eles artistas, músicos e jornalistas.

Na comissão de frente está à produtora cultural Tereza Rolemberg, que junto com Luiz Guilherme Baptista, Anselmo Bessa, Alan Silva, Cleon Homar, Rita Andrade, Marcelo Beré, Felipe Fraga, Fernando Fraga, Suzana Mares e Piu Gomes, entre outros, que mantém viva a tradição após quase duas décadas, proporcionando inclusão e diversidade, em que as mais diferentes identidades, origens e foliões se unem para celebrar o Carnaval.

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Símbolo da classe artística, o TÊRÊTÊTÊ já contou com o saudoso diretor e ator Hugo Rodas como destaque do bloco no ano de 2007, quando saiu em cima de um mini carro alegórico criado pela artista plástica e carnavalesca Ione Coelho, com músicas compostas pelo poeta Eudoro Augusto.

A cada ano, a arte do estandarte do bloco também conta com criação de algum artista plástico da cidade como Wagner Hermuche, Eurico Rocha, Paulo Andrade e Nanche Las Casas, só para citar alguns. Esse ano, a criação ficou a cargo do artista Roger Regner, que fez uma arte para celebrar o TÊRÊTÊTÊ DA PAZ.

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Os foliões farão um pequeno percurso da loja colabora (507 sul) até o Espaço Renato Russo (508), ao som da consagrada Orquestra Popular MARAFREBOI, que anima a agremiação.

Destaque para a loja Colabora, parceira do bloco, e grande incentivadora da preservação e fomento do artesanato e da cultura, bem como a promoção do micro empreendedorismo brasiliense, com o objetivo de inclusão social e produtiva, geração alternativa de renda e promoção das artes em geral.

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Outra participação em 2024 é o Fashion Inclusivo, projeto que tem como objetivo divulgar a moda respeitando o bem vestir de todos, sem distinção! O grupo vai apresentar um desfile carnavalesco com integrantes PCDs – Pessoas com Deficiência- durante a abertura do evento, na loja Colabora.

Esperamos você no TÊRÊTÊTÊ.

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SERVIÇO

BLOCO TÊRÊTÊTÊ

QUANDO: Terça-feira (13)

ONDE: Loja Colabora, 507 Sul

QUE HORAS: À partir das 12 horas, com atrações diversas. Às 15 horas começa a banda da Orquestra MARAFREBOI e às 17 horas o bloco faz um percurso até o Espaço Renato Russo e depois retorna para a loja Colabora.

SPCINE, CONSULADO-GERAL DO BRASIL EM MARSELHA

SPCINE E KINOFORUM LEVAM CURTAS BRASILEIROS A CLERMONT-FERRAND

*** Programação brasileira ocupa as telas do Festival de Clermont-Ferrand de 2 a 10 de fevereiro

 *** 8 curtas brasileiros promovem a diversidade e a criatividade da produção nacional no maior evento mundial dedicado ao formato  

*** O Brasil é um dos 40 países que participarão do Short Film Market, um dos maiores eventos do mercado audiovisual

*** O Curta Kinoforum – Festival Internacional de Curtas de São Paulo divulga abertura de inscrições e as datas do evento 

A Spcine, o Consulado-Geral do Brasil em Marselha e a Associação Cultural Kinoforum unem esforços em uma ampla parceria que levará à França uma programação de curtas-metragens brasileiros recentes que busca promover a diversidade e a criatividade da produção nacional dentro da maior vitrine mundial dedicado a esse formato – o Festival Internacional de Curtas-Metragens de Clermont-Ferrand, que acontece entre os dias 2 e 10 de fevereiro. A ação também levará os cineastas à França, proporcionando uma capacitação in loco em intercâmbio internacional e nos mecanismos do mercado audiovisual mundial.

O Festival Internacional de Curtas-Metragens de Clermont-Ferrand é hoje o maior festival de cinema do mundo dedicado a curtas-metragens. Em termos de público e presença profissional, é o segundo maior festival de cinema da França, atrás apenas de Cannes, e recebe anualmente mais de 8.000 inscrições de curtas-metragens de todo o mundo.

Os curtas selecionados para o programa Spcine Brazilian Shorts, que integra a programação do Short Film Market, são: Ava Mocoi – Os Gêmeos, de Luiza Calagian and Vinicius Toro; Meu Amigo Pedro MIXTAPE, de Lincoln Péricles (LK); Combustão Não Espontânea, de Boni Zanatta; Ibirapitanga, de Olinda Tupinambá; e Os Animais Mais Fofos e Engraçados do Mundo, de Renato Sircilli. O programa será exibido no dia 5 de fevereiro, às 16h, na sala de projeção do Mercado, e contará com a presença dos realizadores Luiza Calagian, Lincoln Péricles, Boni Zanatta e Renato Sircilli.

Além dos curtas desse programa, os cineastas que fazem parte da seleção oficial do festival também contam com o suporte dessa parceria. Até Onde o Mundo Alcança, de Daniel Frota de Abreu, faz parte da Competição Internacional; Pássaro Memória, de Leonardo Martinelli, integra a competição do programa Labo; e Lulina e a Lua, de Alois Di Leo e Marcus Vinicius Vasconcelos, foi selecionado para a mostra Enfants.

A Kinoforum também estará coordenando o estande Brazilian Shorts, em parceria com a Spcine e o Consulado-Geral do Brasil em Marselha, com o objetivo promover o audiovisual brasileiro e servir de base de apoio para todos os brasileiros presentes no festival. O estande integra o Short Film Market, que terá duração de 4 dias e contará com as presenças de organizações promotoras do cinema de curta-metragem de quase 40 países, entre eles Portugal, Suécia, Japão, Egito, Ucrânia e Colômbia, além da própria França. 

A Kinoforum organiza a representação do Brasil no Short Film Market desde 2011, graças a parceria com o Ministério das Relações Exteriores que possibilita a presença do estande Brazilian Shorts e da realização de uma festa de celebração e promoção do curta-metragem brasileiro através do Consulado-Geral do Brasil em Marselha.

Além da promoção dos curtas e do intercâmbio proporcionado aos cineastas brasileiros, a ação busca também divulgar a próxima edição do Curta Kinoforum – Festival Internacional de Curtas de São Paulo, que abre inscrições em fevereiro. Os deadlines são 31 de março (para filmes produzidos em 2023) e 29 de abril (para filmes produzidos em 2024). O evento chega este ano à sua 35ª edição e já tem data de realização definida: 22 de agosto a 1º de setembro de 2024.

A Associação Cultural Kinoforum é uma entidade sem fins lucrativos que desenvolve atividades e projetos de apoio ao setor audiovisual brasileiro e de promoção da cidadania, com ações que focam na inclusão cultural e social. A Kinoforum também é responsável pela realização do Curta Kinoforum – Festival Internacional de Curtas de São Paulo.

A Spcine é a empresa de cinema e audiovisual de São Paulo, iniciativa da Prefeitura de São Paulo. Supervisiona o desenvolvimento, o financiamento e a implementação de programas e políticas para cinema, TV, jogos digitais e novas mídias, fomentando o potencial econômico e criativo do setor audiovisual de São Paulo e promovendo seu impacto socioambiental e cultural.

O Consulado-Geral do Brasil em Marselha faz parte da rede de postos do Ministério das Relações Exteriores e apoia ações comerciais, culturais e de cooperação científica e tecnológicas brasileiras nos territórios das regiões administrativas da metade sul da França, incluindo a Córsega, assim como no Principado de Mônaco.

Conheça ao final detalhes da programação.

Realização 

Associação Cultural Kinoforum

Spcine

Consulado-Geral do Brasil em Marselha

Redes sociais

@curtakinoforum

Facebook Kinoforum

Linkedin Kinoforum

Twitter Kinoforum

Tiktok @curtakinoforu

Youtube Kinoforum

Sites de interesse

Kinoforum: https://kinoforum.org/

Spcine: https://spcine.com.br

Brazilian Shorts @ Clermont-Ferrand ISFF 2024: https://sites.google.com/kinoforum.org/kinoforumcf202

Festival Internacional de Curtas-Metragens de Clermont-Ferrand: https://clermont-filmfest.org/en/global/home/

DETALHES DA PROGRAMAÇÃO

Programa Spcine Brazilian Shorts

Ava Mocoi, Os Gêmeos

dir. Luiza Calagian, Vinicius Toro • 15′ • 2022

Na conflituosa fronteira entre Brasil e Paraguai, uma aldeia indígena Guarani luta para preservar sua cultura e território. A chegada de gêmeos e a profecia que os acompanha mobiliza a comunidade.

MEU AMIGO PEDRO MIXTAPE – LINCOLN PERICLES3

Meu Amigo Pedro MIXTAPE

dir. Lincoln Péricles (LK) • 9′ • 2023

O cineasta revisita memórias registradas desde as primeiras câmeras e microfones que teve acesso, construindo um filme em formato Mixtape de RAP, misturando sons e imagens do cinema brasileiro e desnaturalizando as imagens de trabalho.

Combustão Não Espontânea

dir. Boni Zanatta • 14′ • 2023

No Brasil, uma mulher vive em sua casa enquanto ela queima.

IBIRAPITANGA – OLINDA TUPINAMBA

Ibirapitanga 

dir. Olinda Tupinambá • 8′ • 2022

A visão da árvore Ibirapitanga, uma entidade. Ibirapitanga é o pau-brasil, uma das árvores mais significativa do bioma onde ocorre.

OS ANIMAIS MAIS FOFOS E ENGRAÇADOS DO MUNDO – RENATO SIRCILLI – POSTER

Os Animais Mais Fofos e Engraçados do Mundo

dir. Renato Sircilli • 24′ • 2023 

Jorge, faxineiro do Motel Paradise, grava escondido os áudios dos frequentadores das suítes para vendê-los a Alberto, o que lhe garante uma renda extra, mas também afeto.

Curtas brasileiros que integram outras programações da seleção oficial:

Pássaro Memória

Competição Internacional

dir. Leonardo Martinelli • 15′ • 2023

Um pássaro chamado Memória esqueceu como voltar para casa. Lua, uma mulher trans, tenta encontrá-la nas ruas do Rio de Janeiro, mas a cidade pode ser um lugar hostil.

Até Onde o Mundo Alcança

Competição Labo

dir. Daniel Frota de Abreu • 27′ • 2023

Uma equipe de etnobotânicos enfrenta os desafios de armazenar uma das maiores coleções de história natural do mundo, enquanto um observador de pássaros acaba gravando um som há muito esquecido. Essa gravação desencadeia uma exploração sobre os efeitos duradouros do colonialismo na forma como a natureza é percebida hoje.

Lulina e a Lua

Mostra Enfants

dir. Alois Di Leo e Marcus Vinicius Vasconcelos • 14′ • 2023

Lulina desenha seus maiores medos sobre o branco infinito do solo da Lua. Magicamente, suas ilustrações ganham vida, revelando que os monstros que assombram seus pensamentos são, na verdade, menos aterrorizantes do que a sua imaginação os pintava.

Galeria Karla Osorio e o Instituto Empoderar convidam para evento em que apresentam as exposições individuais das artistas IAH BAHIA e SIWAJU

A Galeria Karla Osorio e o Instituto Empoderar apresenta as exposições “AMANA” e “Ainda incandescente, um vestígio no espaço”

Primeira individual das artistas IAH BAHIA e SIWAJU em Brasília. As exposiçaões reúnem conjuntos de obras inéditas que
integram pesquisa desenvolvida pelas artistas, fruto de investigações e trabalho em residência criativa na própria galeria em Brasília,
entre Janeiro e Fevereiro de 2024. Ambas as artistas tiveram o acompanhamento crítico de Melissa Alves que assina a curadoria das
exposições.

No evento de abertura haverá mesa redonda com as artistas, curadora e representante do grupo Empoderar, sobre ARTE e ENGAJAMENTO FEMININO, além música ao vivo com Jennifer Heemstra, João Marinho e Renata Torres.

Melissa Alves
Curadora

Sobre as artistas

Iah Bahia nasceu e vive em São Gonçalo, 1993 (RJ). Trabalha com diferentes materialidades, buscando a forma desde a experimentação, processo e abstração. Desenvolve sua prática-pesquisa com base na observação do espaço habitado e em sua relação transdisciplinar com a matéria-tecido, matéria-lixo, matéria-papel e outros elementos compositivos e transitórios. Suas obras evidenciam tensões e conflitos entre matéria, forma, texturas e planos cromáticos a partir de proposições imaginativas e processuais, convocando o rearranjo das matrizes polinizadoras em poéticas ecossistêmicas.

Tendo iniciado seus estudos artísticos em cursos livres na Escola de Artes Spectaculu e na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, é
formada no curso técnico em Design de Moda pela Anhanguera. Atualmente, cursa a Graduação em Escultura na Escola de Belas Artes da UFRJ. Como artista selecionada, esteve presente na Elã, residência formativa no Galpão Bela Maré (2022), e no programa de
residência do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (2020). Participou da coletiva “Vida transbordante e os desenhos do mundo” no
Solar dos Abacaxis (2023) e integrou a 33ª edição do programa de exposições do Centro Cultural de São Paulo (2024).

Siwaju Lima nasceu em São Paulo, vive e trabalha no Rio de Janeiro. Sua prática artística investiga a relação do tempo com diferentes ecologias por meio do reaproveitamento de peças de ferro doadas ou encontradas. Seus trabalhos estabelecem uma relação íntima e direta com a escultura fundida, e as possíveis relações entre a matéria e os símbolos que incorpora, entre o objeto e seu entorno, entre corpo escultórico e o espaço, e entre a obra e nossos corpos, sempre numa dimensão temporal em espiral e em expansão.

Graduanda e pesquisadora em Artes Visuais na Universidade Estadual do Rio de Janeiro, Siwaju é artista do ateliê de escultura da EAV Parque Lage, com passagens pelo Programa Formação e Deformação, e ELÃ da E scola Livre de Artes do Galpão Bela Maré.

Entre as exposições coletivas que participou em 2023, destacam -se Direito á Forma na Galeria Fonte em Inhotim, Contra-Flecha: Arqueia, mas não quebra na Galeria Almeida e Dale (SP), Vento Pórtico: Fragmento I na Nonada (RJ).
Siwaju é uma das 5 artistas premiadas no prêmio Parque das Esculturas, Casa do Governador (ES) 2023, com a sua primeira
escultura pública e permanente OJIJI.

Texto sobre Iah Bahia:

“AMANA”

Água encantada, leve, lenta e longa. Detém em si não apenas a fluidez que escorre por entre afluentes abertos e frestas, mas também espírito e memórias ancestrais, de acordo com as palavras da ativista Guarani e pesquisadora Sandra Benites, em emocionante conversa com a artista Iah Bahia. Ao sentir que “AMANA”, ou “água que cai do céu”, em tupi-guarani, ressoa como substância catalisadora, capaz de amalgamar-se na concretude do dia a dia, Bahia toma o elemento como fio condutor nesta exposição, apresentando-o como uma entidade viva no espaço, encantando tudo o que toca. A maleabilidade da água, ora solvente, ora enchente, ora memória, desdobra-se na espiral matemática presente no universo, remodelando a rigidez binária das grides ortogonais, através de sua influência. A artista observa Brasília e reflete sobre lembranças colonizantes que assombram a história, revelando, por gotas d’água solúveis, personagens ocultos nos processos de construção. Afinal, muitas dessas águas estiveram ali: seja na presença, misturando-se ao concreto armado dos eixos monumentais; seja na ausência, devido ao assoreamento de lagos que sofrem com os impactos ambientais; seja no retorno, quando o líquido volta ao solo da capital, renovando ciclos de fertilidade após meses de expectativa. Assim, como agente transformador e testemunha da evolução urbana, para Iah Bahia, o componente ultrapassa a função material.
Melissa Alves
Curadora

Texto sobre SIWAJU

“Ainda incandescente, um vestígio no espaço”

A ambiguidade no efêmero rastro de uma estrela cadente, com seu brilho fugaz que deixa marcas presentes pelos céus pode ser comparada à durabilidade da memória coletiva. Tal assertiva ganha relevância ao refletirmos sobre os eventos vivenciados por pessoas negras em diáspora ao longo dos séculos, que ecoam no Cosmos até os dias atuais. A memória, neste contexto, existe no hoje, mas habita um outro tempo. Em “Ainda incandescente, um vestígio no espaço”, a artista visual Siwaju investiga os resquícios deixados no espaço da história, questionando a fugacidade de momentos que reluzem antes de se dissipar e deixar rastros em meio à infinitude do universo. E, de fato, tais momentos se dissipam, ou convertem-se em memórias imortais da imagem? Cristina Sharpe discorre sobre o “aspecto da existência Negra no vestígio como consciência” (2023), indicando que existir e ser o próprio vestígio significa estar imerso na conexão entre eventos passados e ocupada pelo presente mutável dos desdobramentos ainda não resolvidos do colonialismo, que precisam ser oxidados. Percorrendo suas formas sinuosas, a artista confronta a narrativa do tempo linear colonizante, explorando nas quinas, pontas e curvas de seus objetos labirínticos as estratégias que a negridade precisou traçar para sobreviver e prosperar. Assim, Siwaju não aborda apenas as adversidades e mazelas impostas a esses corpos, mas também a presença de desejos e conquistas. Suas esculturas constroem transmutações a partir destes vestígios presentes no imaginário da população negra. Em suas obras, destacam-se os resquícios que caem e passam despercebidos, mas que precisam ser observados com minúcia para se compreender as possibilidades de vivências futuras. Seus trabalhos sugerem uma suspensão temporal que desafia noções de perigo, desejo e cura, incitando Siwaju a criar caminhos escultóricos para encontrar os começos-meio-começos de ancestralidade, propondo novas visualidades onde o mistério e o desejo de descoberta se entrelaçam, gerando fontes de resiliência, cura, emancipação e mirações. Há sempre a oportunidade de nos reencontrarmos no curso do tempo.
Melissa Alves Curador

Sobre a galeria

Galeria Karla Osorio
Criada em 2016, a galeria Karla Osorio atua para inserção de artistas contemporâneos no mercado e na cena institucional. Privilegia a
produção mais inovadora em arte, com programa de exposições temporárias que fomenta várias linguagens e técnicas. Representacartistas brasileiros e estrangeiros.

Participa de feiras de arte, sendo a única galeria de Brasília em algumas das melhores feiras do mundo em cidades como Basiléia, Chicago, México, Miami, Nova Déli, Nova York, Punta (Uruguai), além de Rio de Janeiro e São
Paulo. Apoia pesquisas e projetos inovadores, tem programa de cursos, palestras, parcerias com outros espaços e instituições, além de
intervenções no espaço público.

Desenvolve projetos com curadores visitantes e oferece residência artística com atelier, em espaço privilegiado. Atua também no mercado secundário. Além da sede em Brasília, amplo espaço expositivo no Lago Sul, com pavilhões e
área externa, possui escritório em São Paulo.

Serviço:

Abertura sábado, dia 03 de fevereiro, BRUNCH entre 11-15h

Pavilhão I e II, Galerias 1, 2, 3, 4 e 5 + pátio e jardins
Em cartaz até 18 de março de 2024
Visitação: segunda a sexta, 9h- 18h30, sábados 9h-14h30
A entrada é gratuita, mediante agendamento prévio por telefone, email, DM no Instagram ou WhatsApp ou por meio do formulário: https://form.jotform.com/240285647876066

⚠️O campo “telefone” no formulário precisa informar com DDI e DDD

IGXP 2024: feira game reúne influenciadores, campeonatos e muita tecnologia em Brasília

A segunda edição do evento mais interativo da capital federal acontecerá no início de fevereiro, no shopping Pátio Brasil

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Atenção, amantes do mundo gamer! Nos dias 2, 3 e 4 de fevereiro, Brasília receberá o IGXP 2024. Com duração de três dias, a segunda edição do evento mais interativo e tecnológico da capital federal será realizada no Pátio Brasil Shopping.

O encontro de apaixonados por tecnologia e pelo mundo gamer terá diversas atrações, como campeonatos e competições de jogos eletrônicos, cosplays e ainda bate-papo com personalidades e influenciadores. O acesso ao evento será totalmente gratuito mediante a emissão de ingresso pela plataforma Sympla

Organizado pelo Instituto Líderes do Brasil (ILB) em parceria com a Secretaria de Turismo do Distrito Federal (Setur), o IGXP 2024 é um evento idealizado para promover ainda mais a tecnologia no Distrito Federal e atender as expectativas dos interessados na cultura geek. “Eventos como esse, além de disseminar novas possibilidades no universo gamer, favorecem também a geração de empregos e oportunidades de negócios no mercado local. O IGXP 2024 irá trazer para a capital do País novas oportunidades para os fãs e curiosos por tecnologia”, pontua Daniel Lamounier, organizador do evento.

A programação do IGXP 2024 inclui ainda a presença de expositores, música, diversão, sorteios de brindes e premiações aos vencedores dos concursos realizados. Além disso, os participantes do evento terão acesso a uma área de jogos gratuita, onde poderão desfrutar das diversas opções de entretenimento digital.

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Entre as atrações já confirmadas para a edição 2024 estão Mauro Horta dublador do Thor (Universo Marvel), Vecna (Stranger Things), Mke Parker (The Crown),  Syd (The Umbrella Academy) e Mathieu Cadault (Emily em Paris) e muitos outros.

Outra personalidade que marcará presença no IGXP 2024 é o mestre, dublador, diretor e ator Manolo Rey. Seus trabalhos executados têm como destaque a dublagem de ninguém mais, ninguém menos, que Sonic, no live-action do personagem, um filme de 2020. Manolo também tem em seu currículo a dublagem de Homem-Aranha, Ken (Barbie-O Filme), Marty Mcfly (De Volta para o Futuro) e muitos outros.

Encerrando a parte de dublagem, outra atração já confirmada e que marcou presença na primeira edição é o dublador, diretor de dublagem, locut or e palestrante Marco Ribeiro responsável por “emprestar” sua voz para atores e personagens como: Homem de Ferro, Woody (Toy Story), O Máskara, Flik (Vida de inseto) Michael Kyle (Eu, a Patroa e as Crianças) e muitos outros.

IGXP 2024 também contará com a presença do influenciador Mauricio Martins Junior, o Mau Mau e o Boca de 09. Além dos nomes confirmados, o evento terá atrações surpresas que serão divulgadas pelo Instagram do evento. A programação completa com os dias e horários das apresentações de cada convidado também será informada pelas redes sociais.

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Na parte tecnológica, o IGXP 2024 contará também com diversos campeonatos e competições. As inscrições podem ser realizadas pelo site do evento. Confira algumas das opções disponíveis para os participantes:

●       Arena gamer (pcs): com 20 máquina, mais campeonatos de Lol, CS-GO e Valorant;

●       Arena gamer (console): com 8 videogames e tvs, mais campeonatos de Street Fighter e Mortal Kombat;

●       Concursos K-pop: com categorias para atuações solo, em duplas ou em grupos;

●       Concursos Cosplay: para os melhores talentos que comparecerem ao evento;

●       Campeonato de Just Dance: o campeonato irá avaliar quem tem a melhor performance na dança;

●       Campeonato de Street Fighter 6: o campeonato irá reunir jogadores habilidosos para competirem em batalhas virtuais;

●       Campeonato de robótica: torneio em que estudantes e professores aprendem conteúdos de física, química, biologia, matemática e linguagens;

●   Torneio Arduino: um concurso de iniciação à Engenharia, que visa mostrar aos seus participantes uma das várias facetas que essa modalidade pode adquirir, usando como principal motivador uma competição de robótica.

Curiosidade

O nome do projeto “IGXP” tem origem a partir da expressão “investment gaming experience (em tradução literal “experiência de jogo de investimento”).

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SERVIÇO:

IGXP 2024

Data:  2, 3 e 4 de fevereiro de 2024

Local: Pátio Brasil Shopping

Horário: Das 14h às 22h, todos os dias.

Entrada gratuita, com acesso mediante a emissão de ingresso pela plataforma Sympla. Clique aqui.

Programação completa e informações: site ou @igxp.oficial

Projeto Cultura in Movimento promove oficinas

Inscrições abertas para oficinas gratuitas de audiovisual

Instituto Aja Brasil oferece 1280 vagas para jovens e adultos com idade a partir de 14 anos. Aulas começam dia 29/01 e são 100% virtuais

Estão abertas as inscrições para 1280 vagas gratuitas de comunicação audiovisual do Projeto Cultura In Movimento. Ao todo, serão oferecidas 16 oficinas semanais para jovens e adultos com idade a partir de 14 anos. As aulas começam no dia 29 de janeiro e são 100% virtuais. Para se inscrever, os interessados deverão preencher o formulário disponível no endereço: https://culturainmovimento.com.br/formulario-de-inscricao/

Os cursos são fruto de uma parceria entre a Associação Jovens Antenados (Instituto Aja Brasil) e a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (Secult). Além dos 16 workshops, com 10 horas de duração cada, o projeto oferecerá 22 podcasts sobre o universo audiovisual. A capacitação completa totaliza 160 horas, com aulas de segunda a sexta-feira, das 14 às 16h.

Nos encontros semanais, os estudantes terão oficinas de fotografia, edição de fotos, roteiro, análise fílmica, produção para cinema e audiovisual, direção e arte, entre outras. Além das aulas voltadas à comunicação, o projeto oferecerá capacitação sobre mercado cultural, formatos de captação e parceria, assim como ética e legislação no audiovisual.

De acordo com a diretora do Cultura In Movimento, Mônica Lemets, a proposta é tornar os estudantes aptos para atuarem no mercado audiovisual. “Além de todo o conteúdo voltado ao audiovisual, teremos as oficinas que buscam incentivar o empreendedorismo”, revela.

Ainda segundo a diretora, a 3ª edição do projeto também abordará um novo cenário, com oficinas de digital influencer, um campo em ascensão e que demanda “cada vez mais mão de obra qualificada no segmento audiovisual”.

Todas as oficinas, assim como os podcasts, contarão com a presença de intérpretes da Língua Brasileira de Sinais (Libras), possibilitando a inclusão de pessoas com deficiência.

Programe-se

  1. Fotografia – 29/01/2024 a 02/02/2024
  2. Edição de Fotos – 05/02/2024 a 09/02/2024
  3. Roteiro – 19/02/2024 a 23/02/2024
  4. Análise Fílmica e Audiovisual Para Web – 26/02/2024 a 01/03/2024
  5. Produção Para Cinema e Audiovisual – 04/03/2024 a 08/03/2024
  6. Cinema Brasileiro – 11/03/2024 a 15/03/2024
  7. Digital Influencer – 18/03/2024 a 22/03/2024
  8. Teoria e Prática Documental – 25/03/2024 a 28/03/2024
  9. Mercado Cultural, Formatos de Captação E Parcerias – 01/04/2024 a 05/04/2024
  10. Direção de Arte – 08/04/2024 a 12/04/2024
  11. Ética e Legislação No Audiovisual – 15/04/2024 a 19/04/2024
  12. Captação de imagem – 22/04/2024 a 26/04/2024
  13. Edição de Vídeo (Transcrição e Legendagem) – 29 e 30/04/2024, 02 e 03/05/2024
  14. Efeitos Visuais e Estética de Animação – 06/05/2024 a 10/05/2024
  15. Sonoplastia – 13/05/2024 a 17/05/2024
  16. Streaming – 27/05/2024 a 01/06/2024

Serviço | Oficinas gratuitas do Projeto Cultura In Movimento
Data: 29/01 a 01/06
Valor: Gratuito
Inscrições: https://culturainmovimento.com.br/formulario-de-inscricao/

Primeiro dia da 6ª Conferência Distrital de Cultura reúne agentes culturais para apresentação de demandas da classe

Evento contou com a presença de autoridades e do Secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Claudio Abrantes

Foto SECEC DF

No último sábado (27), cerca de quinhentos agentes e fazedores de cultura estiveram reunidos no primeiro dia da 6ª Conferência Distrital de Cultura, promovido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. O encontro aconteceu na Câmara Legislativa do DF.

O objetivo foi convocar os setores culturais do Distrito Federal para discutir os seis eixos do texto base do Ministério da Cultura. Os grupos foram divididos em cinco, onde cada setor pode estabelecer metodologias propostas e priorizadas na etapa das conferências livres e macrorregionais.

Foram indicadas propostas para serem enviadas a etapa nacional, que acontece em março deste ano. Entre as demandas dos artistas e produtores culturais estavam melhores condições de trabalho, a reforma dos espaços de cultura das regiões administrativas do DF, canais de rádio e tv publicas para o teatro, dança, música, etc, criação de filiais da escola de música nas RAs, entre outras.

Foto SECEC DF

Participaram da sessão solene o Secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Claudio Abrantes, a Deputada Federal, Erika Kokay, a Senadora, Leila do Volei, o ex-Ministro da cultura, Juca Ferreira, o presidente do Instituto do Patrimônio Histórico e Artistico Nacional (IPHAN), Leandro Grass, a Secretária de Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura, Marcia Rollemberg e, representando o Ministério da Cultura, o Secretario executivo, Marcio Tavares.

Foto SECEC DF

Durante a solenidade de abertura, o secretário Claudio Abrantes frisou a importância da conferência no Distrito Federal. “Estamos construindo uma Conferência de Cultura firme, forte, pelo Distrito Federal, pela cultura. Então, é motivo de muita alegria, de muito orgulho, de tudo que foi construído, das conferências que a gente fez. Aconteceram as pré-conferências das macrorregiões e as conferências livres. Nós aqui do Distrito Federal, temos essa possibilidade de estar tão próximos ao Centro do Poder e também fazer valer o nosso pensamento aqui enquanto agente cultural do DF”, afirmou o secretário.

Claudio Abrantes também destacou a prioridade da restruturação do Teatro Nacional e do Teatro Dulcina de Moraes. “Já está em andamento uma parceria muito forte para que a gente entregue plenamente o Teatro Nacional. Além disso, eu não poderia deixar de saudar toda essa parceria que a gente tem, todos nós, juntos, unidos por Dulcina, para manter vivo esse legado de Dulcina de Morais”, reiterou Claudio Abrantes sobre o Teatro Dulcina.

Foto SECEC DF

O secretario executivo do ministério da cultura, Marcio Tavares, citou as dificuldades da área durante a pandemia. “O Brasil passou, nos últimos anos, por um dos períodos mais difíceis da sua história. A partir da luta organizada dos que hoje constroem essa conferência aqui, nós conseguimos superar esse momento difícil de garantir que a cultura pudesse encontrar, um lugar que nós sempre lutamos.” aponta o secretário.

O ex-ministro Juca Ferreira afirmou que a participação do publico é imprescindível em conferencias como essa. “A conferência é sempre importante, é um dos mecanismos mais importantes de participação da sociedade e do movimento cultural organizado na definição das políticas públicas. Aqui, o resultado da conferência, somando com o resultado dos municípios e dos estados, vai dar uma renovação da política cultural”, ressalta Juca.

Foto SECEC DF

A programação da 6ª conferencia distrital de cultura contou também com a votação para os delegados dos setoriais de cultura. Além dos shows da Martinha do Coco, Japão Viela 17 e DJs.

Cine Brasília exibe gratuitamente, de 25 a 31 de janeiro, filme O País de São Saruê, em homenagem  aos 89 anos do diretor Vladimir Carvalho

Cineasta paraibano participa da sessão do dia 25 e de debate após a sessão do dia 31, quando também é celebrado seu aniversário

Programação da última Cine Semana de janeiro conta ainda com a exibição de 12 produções africanas na mostra “Visões da África: Retrospectiva”

A última semana de janeiro vem recheada de boas produções no Cine Brasília, começando pelo filme O País de São Saruê, o primeiro longa-metragem do diretor paraibano Vladimir Carvalho, que terá sessões diárias gratuitas de 25 a 31. O cineasta abre a primeira sessão com uma fala, nesta quinta (25), e participa de um debate após a última sessão, no dia 31, data em que é celebrado seu aniversário de 89 anos, ao lado da diretora, roteirista e produtora, Dácia Ibiapina.

Com o título inspirado no cordel do autor paraibano Manoel Camilo dos Santos, O País de São Saruê é um documentário que explora as complexas relações entre o homem e a natureza no sertão nordestino, onde a luta contra a seca, o latifúndio e a miséria é uma constante desde os tempos coloniais. A narrativa busca resgatar a memória de eventos passados e os costumes singulares que caracterizam essa região, diferenciando-a das demais áreas do país.

A obra foi tema de debate na 54ª edição do Festival de Brasília, quando completou 50 anos de história. O filme é o primeiro longa-metragem do documentarista Vladimir Carvalho, conhecido também por trabalhos como “O Evangelho Segundo Teotônio”, “Brasília, a Última Utopia” e “Rock Brasília – Era de Ouro”. Carvalho, além de sua notável carreira como cineasta é também reconhecido por seu engajamento tanto na esfera cultural quanto na política. 

O debate do dia 31 contará também com a presença da cineasta Dácia Ibiapina, homenageada no último Festival de Brasília com a medalha Paulo Emílio Salles Gomes.

Todas as sessões do longa serão abertas pelo curta-metragem Remendo, da diretora GG Fákọ̀làdé. Destaque no 56º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro como melhor direção, em dezembro último, e premiado na Mostra de Tiradentes e no Festival de Gramado, a trama acompanha a vida de Zé, um homem de meia idade que vive na periferia de Vila Velha e administra uma oficina de eletrodomésticos. Sua narrativa se desenrola enquanto ele procura por amor, e a chegada de uma nova inquilina no prédio onde sua mãe mora acrescenta uma nova dimensão à sua jornada. O filme possui recursos de audiodescrição e legendagem descritiva.

VISÕES DA ÁFRICA: RETROSPECTIVA

De 25 a 28 de janeiro, o Cine Brasília recebe a mostra Visões da África: Retrospectiva, uma seleção composta por 4 curtas-metragens e 8 longas-metragens, produzidos ou coproduzidos por 10 países africanos. A cada dia, uma seleção de filmes inspirada em eixos temáticos específicos é apresentada. São eles: Identidade, Comunidade, Mito e Resistência. Com duas sessões diárias, às 16h e às 18h, e uma sessão especial infantil no sábado  (27), às 10h. A sessão de abertura da mostra, às 16h na quinta, tem entrada gratuita, e as demais sessões possuem ingressos no valor único de R$ 5.

Organizada pelo Cinema Beento, um cinema temporário originado em Acra, capital de Gana, a mostra tem como objetivo a promoção e exibição de filmes relacionados à diáspora africana. Visões de África conta com curadoria de Hadar Busia-Singleton, uma multiartista, atriz e curadora, em colaboração com Matheus Vinhal, pesquisador e produtor cultural do Distrito Federal.

Abrindo a mostra, na quinta (25) as sessões iniciam abordando o eixo temático Identidade, exibindo os curtas Kwaku Ananse e Meu Bebê Branco, da diretora Akosua Adoma Owusu, de Gana, na sessão das 16h; e Ó, Sol, do diretor Med Hondo, da Mauritânia, às 18h.

Na sexta (26), a partir da perspectiva de Comunidade, a sessão das 16h apresenta o longa-metragem Touki Bouki – A Viagem da Hiena, de Djibril Diop Mambéty, importante diretor do Senegal; e na sessão das 18h, o longa Rafiki,  da diretora queniana Wanuri Kahiu. Antes de Rafiki, será exibido o curta-metragem E Não Havia Mais Neve,  do senegalês Ababacar Samb Makharam.

A temática de sábado (27) aborda o eixo Mito, com filmes envolvendo mitos, fantasias e lendas. A primeira sessão, especialmente pensada para o público infantil, apresenta a animação Kiriku e a Feiticeira, de Michel Ocelot, uma aventura que retrata um recém-nascido com superpoderes tentando salvar sua aldeia africana, Karabá, de uma feiticeira que causou estragos devastadores.

A sessão das 16h traz o curta-metragem Na Duna da Solidão e o longa A Mulher com a Faca, ambos do diretor Timité Bassori, da Costa do Marfim; e às 18h, será exibido  um filme dirigido pela ruandesa Anisia Uzeyman e seu companheiro, Saul Williams, o longa Neptune Frost.

Domingo (28), finalizando a mostra, serão exibidos dois filmes dentro da temática Resistência. A primeira sessão, às 16h, exibe o filme  franco-angolano-congolês Sambizanga, da diretora Sarah Maldoror, e, para encerrar, às 18h, Isso Não é um Enterro, é uma Ressurreição,  do diretor Lemohang Jeremiah Mosese, de Lesoto, pequeno país no sul da África.

ESTREIAS DA SEMANA

Com vozes de Rodrigo Santoro e Natália Lage, estreia na tela do Cine a animação Bizarros Peixes das Fossas Abissais, do diretor Marcelo Fabri Marão. Exibido na Mostra de Cinema de Tiradentes, a trama segue uma heroína com a habilidade peculiar de transformar seus glúteos em um gorila imenso. Com o auxílio de uma tartaruga e uma nuvem, ela embarca em uma jornada para reunir fragmentos de um vaso e criar um mapa. Ótima pedida para as crianças, o filme possui classificação indicativa não recomendada para menores de 10 anos.

A programação recebe ainda a estreia do filme Servidão, de Renato Barbieri, que no último dia 15 esteve no Cine Brasília para a pré-estreia do documentário e contou com a participação do jornalista Leonardo Sakamoto. Na ocasião, os dois participaram de um debate após a sessão. O longa possui recursos de acessibilidade através do aplicativo MobiLOAD

O documentário de Barbieri aborda o trabalho escravo contemporâneo na Amazônia brasileira. Com narração da cantora Negra Li, o filme destaca a persistência desse problema, expondo as condições análogas à escravidão enfrentadas por trabalhadores rurais no Norte do Brasil. Ao dar voz aos abolicionistas, o documentário convida à reflexão sobre as raízes históricas e sociais desse desafio que persiste na sociedade brasileira há cinco séculos.

Cine Brasília exibe gratuitamente, de 25 a 31 de janeiro, filme O País de São Saruê, em homenagem  aos 89 anos do diretor Vladimir Carvalho

O País de São Saruê

Cineasta paraibano participa da sessão do dia 25 e de debate após a sessão do dia 31, quando também é celebrado seu aniversário

Programação da última Cine Semana de janeiro conta ainda com a exibição de 12 produções africanas na mostra “Visões da África: Retrospectiva”

A última semana de janeiro vem recheada de boas produções no Cine Brasília, começando pelo filme O País de São Saruê, o primeiro longa-metragem do diretor paraibano Vladimir Carvalho, que terá sessões diárias gratuitas de 25 a 31. O cineasta abre a primeira sessão com uma fala, nesta quinta (25), e participa de um debate após a última sessão, no dia 31, data em que é celebrado seu aniversário de 89 anos, ao lado da diretora, roteirista e produtora, Dácia Ibiapina.

Com o título inspirado no cordel do autor paraibano Manoel Camilo dos Santos, O País de São Saruê é um documentário que explora as complexas relações entre o homem e a natureza no sertão nordestino, onde a luta contra a seca, o latifúndio e a miséria é uma constante desde os tempos coloniais. A narrativa busca resgatar a memória de eventos passados e os costumes singulares que caracterizam essa região, diferenciando-a das demais áreas do país.

A obra foi tema de debate na 54ª edição do Festival de Brasília, quando completou 50 anos de história. O filme é o primeiro longa-metragem do documentarista Vladimir Carvalho, conhecido também por trabalhos como “O Evangelho Segundo Teotônio”, “Brasília, a Última Utopia” e “Rock Brasília – Era de Ouro”. Carvalho, além de sua notável carreira como cineasta é também reconhecido por seu engajamento tanto na esfera cultural quanto na política. 

O debate do dia 31 contará também com a presença da cineasta Dácia Ibiapina, homenageada no último Festival de Brasília com a medalha Paulo Emílio Salles Gomes.

Remendo

Todas as sessões do longa serão abertas pelo curta-metragem Remendo, da diretora GG Fákọ̀làdé. Destaque no 56º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro como melhor direção, em dezembro último, e premiado na Mostra de Tiradentes e no Festival de Gramado, a trama acompanha a vida de Zé, um homem de meia idade que vive na periferia de Vila Velha e administra uma oficina de eletrodomésticos. Sua narrativa se desenrola enquanto ele procura por amor, e a chegada de uma nova inquilina no prédio onde sua mãe mora acrescenta uma nova dimensão à sua jornada. O filme possui recursos de audiodescrição e legendagem descritiva.

VISÕES DA ÁFRICA: RETROSPECTIVA

De 25 a 28 de janeiro, o Cine Brasília recebe a mostra Visões da África: Retrospectiva, uma seleção composta por 4 curtas-metragens e 8 longas-metragens, produzidos ou coproduzidos por 10 países africanos. A cada dia, uma seleção de filmes inspirada em eixos temáticos específicos é apresentada. São eles: Identidade, Comunidade, Mito e Resistência. Com duas sessões diárias, às 16h e às 18h, e uma sessão especial infantil no sábado  (27), às 10h. A sessão de abertura da mostra, às 16h na quinta, tem entrada gratuita, e as demais sessões possuem ingressos no valor único de R$ 5.

Organizada pelo Cinema Beento, um cinema temporário originado em Acra, capital de Gana, a mostra tem como objetivo a promoção e exibição de filmes relacionados à diáspora africana. Visões de África conta com curadoria de Hadar Busia-Singleton, uma multiartista, atriz e curadora, em colaboração com Matheus Vinhal, pesquisador e produtor cultural do Distrito Federal.

Kwaku Ananse

Abrindo a mostra, na quinta (25) as sessões iniciam abordando o eixo temático Identidade, exibindo os curtas Kwaku Ananse e Meu Bebê Branco, da diretora Akosua Adoma Owusu, de Gana, na sessão das 16h; e Ó, Sol, do diretor Med Hondo, da Mauritânia, às 18h.

E não havia mais neve…

Na sexta (26), a partir da perspectiva de Comunidade, a sessão das 16h apresenta o longa-metragem Touki Bouki – A Viagem da Hiena, de Djibril Diop Mambéty, importante diretor do Senegal; e na sessão das 18h, o longa Rafiki,  da diretora queniana Wanuri Kahiu. Antes de Rafiki, será exibido o curta-metragem E Não Havia Mais Neve,  do senegalês Ababacar Samb Makharam.

A temática de sábado (27) aborda o eixo Mito, com filmes envolvendo mitos, fantasias e lendas. A primeira sessão, especialmente pensada para o público infantil, apresenta a animação Kiriku e a Feiticeira, de Michel Ocelot, uma aventura que retrata um recém-nascido com superpoderes tentando salvar sua aldeia africana, Karabá, de uma feiticeira que causou estragos devastadores.

A sessão das 16h traz o curta-metragem Na Duna da Solidão e o longa A Mulher com a Faca, ambos do diretor Timité Bassori, da Costa do Marfim; e às 18h, será exibido  um filme dirigido pela ruandesa Anisia Uzeyman e seu companheiro, Saul Williams, o longa Neptune Frost.

Domingo (28), finalizando a mostra, serão exibidos dois filmes dentro da temática Resistência. A primeira sessão, às 16h, exibe o filme  franco-angolano-congolês Sambizanga, da diretora Sarah Maldoror, e, para encerrar, às 18h, Isso Não é um Enterro, é uma Ressurreição,  do diretor Lemohang Jeremiah Mosese, de Lesoto, pequeno país no sul da África.

ESTREIAS DA SEMANA

Bizarros Peixes

Com vozes de Rodrigo Santoro e Natália Lage, estreia na tela do Cine a animação Bizarros Peixes das Fossas Abissais, do diretor Marcelo Fabri Marão. Exibido na Mostra de Cinema de Tiradentes, a trama segue uma heroína com a habilidade peculiar de transformar seus glúteos em um gorila imenso. Com o auxílio de uma tartaruga e uma nuvem, ela embarca em uma jornada para reunir fragmentos de um vaso e criar um mapa. Ótima pedida para as crianças, o filme possui classificação indicativa não recomendada para menores de 10 anos.

A programação recebe ainda a estreia do filme Servidão, de Renato Barbieri, que no último dia 15 esteve no Cine Brasília para a pré-estreia do documentário e contou com a participação do jornalista Leonardo Sakamoto. Na ocasião, os dois participaram de um debate após a sessão. O longa possui recursos de acessibilidade através do aplicativo Mobi LOAD.

O documentário de Barbieri aborda o trabalho escravo contemporâneo na Amazônia brasileira. Com narração da cantora Negra Li, o filme destaca a persistência desse problema, expondo as condições análogas à escravidão enfrentadas por trabalhadores rurais no Norte do Brasil. Ao dar voz aos abolicionistas, o documentário convida à reflexão sobre as raízes históricas e sociais desse desafio que persiste na sociedade brasileira há cinco séculos.

SESSÃO ACESSÍVEL

Cine Brasília exibe gratuitamente, de 25 a 31 de janeiro, filme O País de São Saruê, em homenagem  aos 89 anos do diretor Vladimir Carvalho

Cineasta paraibano participa da sessão do dia 25 e de debate após a sessão do dia 31, quando também é celebrado seu aniversário

Programação da última Cine Semana de janeiro conta ainda com a exibição de 12 produções africanas na mostra “Visões da África: Retrospectiva”

A última semana de janeiro vem recheada de boas produções no Cine Brasília, começando pelo filme O País de São Saruê, o primeiro longa-metragem do diretor paraibano Vladimir Carvalho, que terá sessões diárias gratuitas de 25 a 31. O cineasta abre a primeira sessão com uma fala, nesta quinta (25), e participa de um debate após a última sessão, no dia 31, data em que é celebrado seu aniversário de 89 anos, ao lado da diretora, roteirista e produtora, Dácia Ibiapina.

Com o título inspirado no cordel do autor paraibano Manoel Camilo dos Santos, O País de São Saruê é um documentário que explora as complexas relações entre o homem e a natureza no sertão nordestino, onde a luta contra a seca, o latifúndio e a miséria é uma constante desde os tempos coloniais. A narrativa busca resgatar a memória de eventos passados e os costumes singulares que caracterizam essa região, diferenciando-a das demais áreas do país.

A obra foi tema de debate na 54ª edição do Festival de Brasília, quando completou 50 anos de história. O filme é o primeiro longa-metragem do documentarista Vladimir Carvalho, conhecido também por trabalhos como “O Evangelho Segundo Teotônio”, “Brasília, a Última Utopia” e “Rock Brasília – Era de Ouro”. Carvalho, além de sua notável carreira como cineasta é também reconhecido por seu engajamento tanto na esfera cultural quanto na política. 

O debate do dia 31 contará também com a presença da cineasta Dácia Ibiapina, homenageada no último Festival de Brasília com a medalha Paulo Emílio Salles Gomes.

Todas as sessões do longa serão abertas pelo curta-metragem Remendo, da diretora GG Fákọ̀làdé. Destaque no 56º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro como melhor direção, em dezembro último, e premiado na Mostra de Tiradentes e no Festival de Gramado, a trama acompanha a vida de Zé, um homem de meia idade que vive na periferia de Vila Velha e administra uma oficina de eletrodomésticos. Sua narrativa se desenrola enquanto ele procura por amor, e a chegada de uma nova inquilina no prédio onde sua mãe mora acrescenta uma nova dimensão à sua jornada. O filme possui recursos de audiodescrição e legendagem descritiva.

VISÕES DA ÁFRICA: RETROSPECTIVA

De 25 a 28 de janeiro, o Cine Brasília recebe a mostra Visões da África: Retrospectiva, uma seleção composta por 4 curtas-metragens e 8 longas-metragens, produzidos ou coproduzidos por 10 países africanos. A cada dia, uma seleção de filmes inspirada em eixos temáticos específicos é apresentada. São eles: Identidade, Comunidade, Mito e Resistência. Com duas sessões diárias, às 16h e às 18h, e uma sessão especial infantil no sábado  (27), às 10h. A sessão de abertura da mostra, às 16h na quinta, tem entrada gratuita, e as demais sessões possuem ingressos no valor único de R$ 5.

Organizada pelo Cinema Beento, um cinema temporário originado em Acra, capital de Gana, a mostra tem como objetivo a promoção e exibição de filmes relacionados à diáspora africana. Visões de África conta com curadoria de Hadar Busia-Singleton, uma multiartista, atriz e curadora, em colaboração com Matheus Vinhal, pesquisador e produtor cultural do Distrito Federal.

Abrindo a mostra, na quinta (25) as sessões iniciam abordando o eixo temático Identidade, exibindo os curtas Kwaku Ananse e Meu Bebê Branco, da diretora Akosua Adoma Owusu, de Gana, na sessão das 16h; e Ó, Sol, do diretor Med Hondo, da Mauritânia, às 18h.

Na sexta (26), a partir da perspectiva de Comunidade, a sessão das 16h apresenta o longa-metragem Touki Bouki – A Viagem da Hiena, de Djibril Diop Mambéty, importante diretor do Senegal; e na sessão das 18h, o longa Rafiki,  da diretora queniana Wanuri Kahiu. Antes de Rafiki, será exibido o curta-metragem E Não Havia Mais Neve,  do senegalês Ababacar Samb Makharam.

A temática de sábado (27) aborda o eixo Mito, com filmes envolvendo mitos, fantasias e lendas. A primeira sessão, especialmente pensada para o público infantil, apresenta a animação Kiriku e a Feiticeira, de Michel Ocelot, uma aventura que retrata um recém-nascido com superpoderes tentando salvar sua aldeia africana, Karabá, de uma feiticeira que causou estragos devastadores.

A sessão das 16h traz o curta-metragem Na Duna da Solidão e o longa A Mulher com a Faca, ambos do diretor Timité Bassori, da Costa do Marfim; e às 18h, será exibido  um filme dirigido pela ruandesa Anisia Uzeyman e seu companheiro, Saul Williams, o longa Neptune Frost.

Domingo (28), finalizando a mostra, serão exibidos dois filmes dentro da temática Resistência. A primeira sessão, às 16h, exibe o filme  franco-angolano-congolês Sambizanga, da diretora Sarah Maldoror, e, para encerrar, às 18h, Isso Não é um Enterro, é uma Ressurreição,  do diretor Lemohang Jeremiah Mosese, de Lesoto, pequeno país no sul da África.

ESTREIAS DA SEMANA

Com vozes de Rodrigo Santoro e Natália Lage, estreia na tela do Cine a animação Bizarros Peixes das Fossas Abissais, do diretor Marcelo Fabri Marão. Exibido na Mostra de Cinema de Tiradentes, a trama segue uma heroína com a habilidade peculiar de transformar seus glúteos em um gorila imenso. Com o auxílio de uma tartaruga e uma nuvem, ela embarca em uma jornada para reunir fragmentos de um vaso e criar um mapa. Ótima pedida para as crianças, o filme possui classificação indicativa não recomendada para menores de 10 anos.

A programação recebe ainda a estreia do filme Servidão, de Renato Barbieri, que no último dia 15 esteve no Cine Brasília para a pré-estreia do documentário e contou com a participação do jornalista Leonardo Sakamoto. Na ocasião, os dois participaram de um debate após a sessão. O longa possui recursos de acessibilidade através do aplicativo Mobi LOAD.

O documentário de Barbieri aborda o trabalho escravo contemporâneo na Amazônia brasileira. Com narração da cantora Negra Li, o filme destaca a persistência desse problema, expondo as condições análogas à escravidão enfrentadas por trabalhadores rurais no Norte do Brasil. Ao dar voz aos abolicionistas, o documentário convida à reflexão sobre as raízes históricas e sociais desse desafio que persiste na sociedade brasileira há cinco séculos.

SESSÃO ACESSÍVEL

Todo último sábado do mês, o Cine Brasília realiza uma Sessão Acessível, proporcionando a exibição gratuita de filmes equipados com recursos de acessibilidade (audiodescrição, legendas descritivas e janela de libras) , projetados na tela. Durante essa sessão, a sala é mantida à meia luz e com volume reduzido, criando uma experiência acolhedora para pessoas com espectro autista. A sessão deste mês acontece às 14h, no dia 27, e exibe o filme Retratos Fantasmas, do cineasta pernambucano Kleber Mendonça Filho.

Em Retratos Fantasmas, o diretor explora a história do centro do Recife ao longo do século XX, destacando o papel das salas de cinema na vida da população. Com 1 hora e 33 minutos de duração, o filme utiliza imagens de arquivo e registros em movimento. O documentário aborda o desenvolvimento urbano acelerado, adotando o ponto de vista da janela da casa do diretor, sua residência por muitos anos.

EM CARTAZ

Segue em cartaz o terceiro filme da saga de Willy Wonka. O musical Wonka acompanha a jornada do proprietário da famosa fábrica de chocolate enquanto ele apresenta suas invenções extravagantes e chocolates irresistíveis. No entanto, ele enfrenta conflitos com os proprietários da fábrica de chocolate local e lida com um problema envolvendo o pequeno personagem Oompa-Loompa. O musical oferece uma experiência encantadora e nostálgica, levando o público a reviver deliciosas lembranças associadas aos chocolates Wonka. O filme possui recursos de acessibilidade através do aplicativo MovieReading

O filme Mal Viver, dirigido por João Canijo, também continua com sessões no Cine Brasília. O longa narra a história de cinco mulheres de diferentes gerações da mesma família. Elas estão dedicadas à preservação de um hotel que herdaram na costa norte portuguesa. No centro da trama, um conflito persistente e aparentemente intratável emerge entre mães e filhas, incapazes de construir um vínculo amoroso.

Os ingressos para as sessões regulares no Cine Brasília custam R$ 20 (inteira) e R$ 10

(meia), exceto às segundas, quando a entrada tem valor único de R$5, e podem ser adquiridos na bilheteria do cinema ou no SITE

Neptune Frost

SERVIÇO – CINE BRASÍLIA

Endereço: Asa Sul Entrequadra Sul 106/107 – Brasília, DF, 70345-400.

Informações pelo WhatSApp: 61 99878-2198 ou contato.cinebrasilia@gmail.com

Ingressos à venda na bilheteria ou pelo link: www.ingresso.com/cinema/cine-brasilia

VI Conferência Distrital de Cultura reúne sociedade civil e poder público para fortalecer políticas culturais no DF

Nos dias 27 e 28 de janeiro, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) promoverá a 6ª Conferência Distrital de Cultura na Câmara Legislativa do DF. O evento, aberto ao público, tem como objetivo principal discutir propostas e fortalecer as políticas públicas culturais na região.

O encontro visa abraçar sugestões para o aprimoramento de políticas culturais, destacando-se como uma etapa fundamental na construção colaborativa dessas diretrizes. Durante a conferência, estão sendo abordadas demandas relacionadas aos seis eixos propostos no texto base do Ministério da Cultura, com a formulação de até três propostas por eixo. Estas propostas serão posteriormente levadas à Conferência Nacional, agendada para março.

Representantes de diversas vertentes culturais estarão presentes para expor opiniões sobre a importância da cultura no contexto escolar e seu papel como ferramenta de acesso ao lazer. A programação, que tem início às 8 horas da manhã, incluirá intervenções culturais, apresentação de resultados, votação das prioridades setoriais, eleição de delegados(as) setoriais e debates sobre as prioridades votadas nas pré-conferências.

Destacando-se na programação musical, o evento contará com apresentações de Martinha do Coco, os grupos Fanfarra e 7 na Roda, além do rapper Japão do Viela 17, proporcionando uma experiência cultural diversificada aos participantes.

Conforme proposto no texto base do Ministério da Cultura (MinC), serão debatidas as propostas priorizadas nas pré-conferências do Distrito Federal, abordando os seis eixos: Institucionalização, Marcos Legais e Sistema Nacional de Cultura; Democratização do Acesso à Cultura e Participação Social; Identidade, Patrimônio e Memória; Diversidade Cultural e Transversalidades de Gênero, Raça e Acessibilidade na Política Cultural; Economia Criativa, Trabalho, Renda e Sustentabilidade; e Direito às Artes e às Linguagens Digitais.

A conferência contará com a presença do secretário de cultura e economia criativa do Distrito Federal, Claudio Abrantes, que destaca a importância do evento. “É com grande satisfação que, mais uma vez, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal promove uma Conferência Distrital de Cultura. Este encontro é importantíssimo para a construção colaborativa de políticas públicas culturais”, afirma o secretário.

Claudio Abrantes enfatiza a relevância da participação da comunidade na conferência. “Ao discutir as demandas nos seis eixos propostos pelo Ministério da Cultura, buscamos fortalecer a cultura local e garantir que as propostas resultantes representem verdadeiramente a diversidade e riqueza cultural do Distrito Federal. Convido a todos a participarem desse diálogo significativo, moldando juntos o futuro cultural da nossa região”, destaca o secretário.

Não perca a oportunidade de contribuir para o fortalecimento da cultura no Distrito Federal. Sua participação é fundamental para moldar o futuro cultural da região. Venha fazer parte desse diálogo enriquecedor na 6ª Conferência Distrital de Cultura.

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ACESSE A SEGUIR O REGIMENTO INTERNO DA VI CONFERÊNCIA DE CULTURA DO DISTRITO FEDERAL

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6ª Conferência Distrital de Cultura
Data: 27 e 28 de janeiro, sábado e domingo
Horário: O credenciamento começa a partir das 8 horas da manhã
Local: Câmara Legislativa do Distrito Federal
Aberto ao público

Embaixada Austríaca realiza declamação de poema especial por Vanessa von Glehn em homenagem à Imperatriz Leopoldina

A Embaixada Austríaca em Brasília sediou uma leitura de poesia especial na quarta-feira, 24 de janeiro, pela poetisa laureada Vanessa von Glehn. O evento apresentou um poema especial encomendado pela Embaixatriz Angelika Scholz como parte das comemorações para homenagear a vida e o aniversário da Imperatriz D. Leopoldina, no contexto das celebrações do Ciclo Bicentenário 2022-2025 da Independência do Brasil e dos 444 anos de amizade entre o Brasil e a Áustria.

A poetisa von Glehn fez uma declamação emocionante de seu novo poema “Parabéns, Amada Imperatriz Leopoldina”, escrito em homenagem à coragem e visão de Leopoldina para um Brasil independente. Os versos líricos de von Glehn deram vida à força interior e convicção de Leopoldina durante um período determinante na história do Brasil. Exaltando a Imperatriz, o público a homenageou com um decoroso “Salve! Salve! Mulher brilhante”, e a poetisa concluiu sob uma ovação de pé.

O evento também apresentou um trecho de uma nova peça sobre Leopoldina escrita pela aclamada roteirista Cleuza Brandão, direção de Eloisa Cunha e encenada pela atriz e cineasta Núbia Santana, Fundadora do Instituto Lumiart, com visagismo e produção de Eliane Moreira e figurino de Miguel Habacuc. Santana incorporou o espírito de Leopoldina em um monólogo envolvente, retratando o caráter da imperatriz e sua imensa contribuição para a independência do Brasil.

Em suas palavras de abertura do programa, o Embaixador Austríaco Stefan Scholz falou das raízes austríacas de Leopoldina e de seu papel crucial na independência do Brasil. O embaixador observou que Leopoldina começou a receber reconhecimento por suas contribuições apenas recentemente, e a embaixada se orgulha de sediar essa homenagem cultural.

O evento, conduzido por Carla Andressa, também incluiu uma performance de piano da pianista Elza Maria de Almeida Nogueira e uma pintura ao vivo de D. Leopoldina pela artista plástica Maria Tereza Xavier Fonseca.

Após as apresentações, von Glehn e Brandão se juntaram aos participantes para discutir o legado de Leopoldina e sua contínua relevância como modelo de liderança corajosa para as mulheres hoje. Membros da plateia, incluindo dignitários, artistas, acadêmicos e estudantes, participaram de um animado coquetel e discussões ao longo da noite.

A Embaixada Austríaca está realizando uma série de eventos culturais e históricos em todo o país em homenagem ao ciclo bicentenário, fortalecendo a amizade e compreensão entre o Brasil e a Áustria.

Alô bateria!

Próximo Sábado, 27/01, ensaio geral e nosso Esquenta pro Carnaval 2024! Contamos com a presença de todos os ritmistas! Convidem os amigos pra ir conhecer o bloco, comprar a camiseta e desfilar com a gente dia 11/02! Durante o ensaio estará acontecendo também a Feira de Artesanato no parque! Vamos botar nosso bloco na rua cheio de alegria e energia!

Festival de Cultura Popular Sarau dos Angoleiros do Sertão  celebra a diversidade cultural brasileira no DF

A Casa de Cultura Telar, em parceria com o Ministério da Cultura, está prestes a realizar um evento que promete envolver a comunidade em uma celebração única e repleta de tradições brasileiras. O Festival de Cultura Popular Sarau dos Angoleiros do Sertão está marcado para acontecer nos dias 23, 24 e 25 de fevereiro, na Chácara Irmão Sol, situada na Rua 05, Chácara 12, Lago Oeste – DF.

Segundo o responsável pelo evento, Luiz Claudio, mais conhecido como Contramestre Minhoca, também presidente da Casa de Cultura, destaca a importância do encontro: “O Festival de Cultura Popular é mais que um evento; é um mergulho profundo na riqueza das tradições brasileiras, celebrando a diversidade que nos une como povo. É uma expressão vibrante da identidade cultural, conectando passado e presente, e reafirmando a importância de preservar e compartilhar as raízes que moldam a nossa nação”, afirma. 

O Festival apresentará uma variedade de atividades, incluindo oficinas de Capoeira Angola, Samba Rural, Maculelê, Forró e Coco de Roda, destinadas a todos que desejam vivenciar e aprender mais sobre essas expressões artísticas tão importantes para nossa identidade nacional.

Também haverá performances de grupos culturais de forró, coco, reggae e samba, destacando a riqueza e a vitalidade das tradições populares brasileiras. Além disso, Minhoca explica que o evento marca o 3º Encontro de Angoleiros do Sertão, que reunirá capoeiristas de todo o Brasil, com a participação especial do Mestre Claudio Costa, fundador e Coordenador da Escola de Capoeira Angoleiros do Sertão, diretamente do sertão baiano.

A entrada para o festival é gratuita, sendo necessária apenas a doação de 1kg de alimento não perecível por dia de evento. Essas doações serão destinadas a apoiar comunidades locais em situação de vulnerabilidade. Haverá venda de alimentos no local para que todos possam desfrutar de uma experiência gastronômica regional deliciosa.

Para garantir a comodidade dos participantes, será disponibilizado transporte gratuito saindo de hora em hora de locais estratégicos, como IFB, UNB campus Asa Norte e Rodoviária do Plano Piloto, facilitando assim o acesso de toda a comunidade ao Festival.

Foto divulgação

Serviço:

Sarau dos Angoleiros do Sertão

Local: Lago Oeste

Programação musical do evento:

Datas:

23/02:

– Mestra Martinha do Coco (DF)

– Reggae Jhames (SP)

– Forró Trio Pé de Serra (Alto Paraíso-GO)

24/02:

– Samba Rural (Angoleiros do Sertão)

– Art Sublime (DF)

25/02:

– Asé Dudu (DF)

Para mais informações: 61 9 8173-5553 – Contramestre Minhoca.

No próximo domingo (28), o Complexo Cultural Samambaia será palco de um evento de lazer que combina charme, hip-hop e flashback

O Projeto Cidade Diversidade promove grande evento de Lazer no Complexo Cultural Samambaia aberto ao público. Essa é a primeira edição do evento, e está marcada para o próximo domingo, dia 28 de janeiro.

A comunidade samambaiense terá a oportunidade de desfrutar de uma tarde repleta de música e dança, a partir das 14h. O evento é aberto ao público de todas as idades e faixas etárias. O projeto é coordenado pela produtora e professora de Dança Charme  Tatiana Assem Haidar, que traz toda a sua experiência atuando com os movimentos charme e hip-hop, e adicionando o flashback, permitindo que o público  vivencie momentos únicos de lazer ao som de grandes clássicos.

Os ritmos inconfundíveis de R&B Charme, Flashback e hip-hop, juntamente com uma proposta de dança inclusiva, será conduzida pelos DJs Kazuza, DJ Yanka, DJ Pedro França, Laurice, Mi Guedes e Tatiana Haidar, que garantem proporcionar uma atmosfera vibrante e fresca, característica desses gêneros musicais contagiantes.

Um dos objetivos primordiais do evento é fomentar os elementos da cultura urbana de periferia como fatores de união, contribuindo para a construção de uma identidade positiva repleta de significados culturais e sentimentos de pertencimento à comunidade. O projeto conta com o apoio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura do DF, SECEC e GDF. O projeto Cidade Diversidade, Edição Lazer Samambaia, não apenas celebra a cultura e identidade negra, mas também permeia a dança, a moda e o estilo, resgatando o espírito festivo do Complexo Cultural Samambaia.

Lazer com Charme, Hip-hop e Flashback no Complexo Cultural Samambaia

SERVIÇO:
Data: 28 de janeiro de 2024 (domingo)
Horário: A partir das 14h
Local: Complexo Cultural Samambaia – Quadra 301 Conjunto 05 Lote 01- Samambaia Sul
Evento: Gratuito

Palco para a sua arte: Teatro Brasília Shopping abre inscrições para criativos do DF

Programação visa destacar os talentos locais e diversificar as atrações apresentadas ao público; pauta estará aberta até 04 de fevereiro

Crédito: Telmo Ximenes 

Nascida com o DNA da inovação, Brasília pulsa ineditismo em sua identidade. Do mix entre a essência modernista e a raiz política que movimenta os Três Poderes, a cena criativa da capital federal apresenta suas influências por diferentes meios, óticas e formatos, ancoradas em um ponto como interseção: a autenticidade.

A fim de estampar as novidades emergentes no universo artístico local, o Teatro Brasília Shopping inicia o ano de 2024 com as inscrições abertas para artistas que desejam compor sua agenda no primeiro semestre. O programa abrange produções de artes cênicas, música, dança, audiovisual e cinema, literatura, cultura popular e urbana, oficinas e cursos diversos. Interessados podem aplicar até 04 de fevereiro, no site oficial.

“O retorno definitivo do teatro, no ano passado, foi um grande presente para a cidade. Conseguimos redefinir nossa curadoria por meio de atrações já consolidadas, mas também levamos ao palco talentos que têm iniciado no meio artístico”, relembra Renata Rezende, produtora e gestora cultural do espaço.

Formada em Administração pela Universidade de Brasília (UnB), Renata sempre teve um objetivo como norte: “administrar cultura”. Em 2018, foi nomeada gestora e curadora de atrações do Teatro Brasília Shopping. À época, a principal missão era aproximar tanto o público quanto os artistas da cidade.

E assim foi feito: o espaço se estabeleceu de vez como casa para eventos plurais, indo desde a gravação de conteúdo audiovisual de músicos locais a peças consagradas nacionalmente. A assinatura de seu trabalho seguiu no retorno à gestão do espaço, em 2023. 

Com a abertura de pauta, o desejo é diversificar a programação e tornar o Teatro Brasília Shopping um destino certeiro para quem busca por lazer e diversão. Mas não somente. “Também são bem-vindas as inscrições de conferências, palestras e cursos destinados à disseminação de ideias e reflexão. Os projetos podem ser voltados para o público adulto ou infantil”, explica.

O regulamento com todas as informações está disponível no site oficial do Brasília Shopping. Os projetos serão analisados de maneira criteriosa e os selecionados pagarão apenas uma taxa de uso acessível do espaço.

Abertura de pauta Teatro Brasília Shopping – 1º semestre

Período de inscrição: Até 04 de fevereiro de 2024.

Quem pode se inscrever: produtores locais e nacionais.

Abrangência: projetos e festivais de música, dança, artes cênicas, audiovisual, literatura, cultura popular e urbana, oficinas, cursos e palestras. Serão aceitos projetos para o público adulto, infantil e infanto-juvenil.Inscrições: https://brasiliashopping.com.br/teatro-brasilia-shopping/ e no @teatrobrasiliashopping no Instagram.

Casa Museu Ema Klabin tem programação especial para celebrar o aniversário de 470 anos de São Paulo

Caminhada fotográfica, oficinas, entre outras atividades culturais gratuitas

Caminhada fotográfica pelo bairro do Jardim Europa. Foto Arquivo da Casa Museu Ema Klabin.

No mês de janeiro, a Casa Museu Ema Klabin realiza uma programação especial de férias com oficinas diversas e uma caminhada fotográfica para comemorar os 470 anos de São Paulo e o aniversário da mecenas e colecionadora Ema Klabin (1907/1994).

A residência onde viveu Ema Klabin de 1961 a 1994 é uma das poucas casas museus de colecionador no Brasil com ambientes preservados e conta com uma rica coleção de arte, incluindo pinturas do russo Marc Chagall (1887-1985) e do holandês Frans Post (1612-1680), além de pintura moderna brasileira, artes decorativas e peças arqueológicas.

Para celebrar os 470 anos de SP, haverá no dia 25 de janeiro, às 14h30, uma Caminhada Fotográfica pelo bairro do Jardim Europa. A ideia é que os participantes registrem características desse tradicional bairro paulistano pensando sua relação com o desenvolvimento da cidade. É necessário levar uma câmera que pode ser a do celular. A partir de 12 anos. 

Construindo tipos móveis, narrativas e encadernações

No dia 27 de janeiro, das 14h30 às 16h, o público será convidado a conversar sobre a impressão de livros e como funcionava a prensa inventada pelo alemão Johannes Gutenberg por volta de 1455 que revolucionou a comunicação e, em seguida, construir tipos móveis utilizando materiais caseiros e alternativos e, com eles, criar textos narrativos, imprimindo-os e produzindo uma encadernação artesanal. A partir de 7 anos. 

De acordo com a coordenadora do educativo da Casa Museu Ema Klabin, Cristiane Alves, as atividades da programação de janeiro podem ser realizadas por toda a família e é uma forma interessante e divertida de conhecer a Casa Museu Ema Klabin. Todas as atividades são gratuitas.

A Casa Museu Ema Klabin é aberta ao público de quarta a domingo, das 11h às 17h com permanência até às 18h.

Casa Museu Ema Klabin tem programação cultural para curtir com a família. Foto Nelson Kon

Serviço:

Casa Museu Ema Klabin

Aniversário de São Paulo

Caminhada Fotográfica pelo Jardim Europa: Um olhar sobre a cidade

quinta-feira, 25 de janeiro, às 14h30

Oficina Construindo tipos móveis, narrativas e encadernações

sábado,27 de janeiro, das 14h30 às 16h

Rua Portugal, 43 – Jardim Europa – São Paulo, SP

Entrada franca* 

Acesse as redes sociais

Instagram: @emaklabin

Facebook: facebookemaklabin

Twitter: https://twitter.com/emaklabin

Linkedin: https://www.linkedin.com/company/emaklabin/?originalSubdomain=br

YouTube: https://www.youtube.com/c/CasaMuseuEmaKlabin

Site: https://emaklabin.org.br/

Vídeo institucional: https://www.youtube.com/watch?v=ssdKzor32fQ

Vídeo de realidade virtual: https://www.youtube.com/watch?v=kwXmssppqUU

ALÔ BRASÍLIA! FEST RISO 2024 – 8ª Temporada

Dez anos se passaram desde a última apresentação do FEST RISO (2008-2014) o maior Festival de Humor que o Centro-Oeste já viu.

Para comemorar essa data e depois de muitos pedidos estamos de volta e começamos com o espetáculo

TODO MUNDO EM PÂNICO com EVANDRO SANTO (Christian Pior) e GUI FERNANDES (o maior imitador do Brasil) ambos componentes do antigo programa Pânico na TV, fundadores do Fest Riso e recordistas de público na época.

Dia 08 de março (sexta feira) as 21h no TEATRO DOS BANCÁRIOS, ingressos à venda pelo site Bilheteria Digital.


SERVIÇO


FEST RISO 8ª Temporada.
TODO MUNDO EM PÂNICO com EVANDRO SANTO e GUI SANTANA.
TEATRO DOS BANCÁRIOS – 314/315 Sul.
Dia 08 de março (sexta feira) as 21 horas
Ingressos a venda pelo site Bilheteria Digital com taxa de 10% de conveniência.
Sem taxas nas lojas: BARBEARIA ELVIS (Plaza Shopping, Taguatinga Shopping, JK Shopping) e KONI (209 Sul, Sudoeste Q 101).
Valor: R$70,00 meia e R$70,00 Meia solidária com um 1kg de alimento.


*Valores referentes ao 1º Lote sujeito à alteração sem prévio aviso.
*meia: estudantes, professores, maiores de 60 anos, Bancários Sindicalizados, Assinantes do Correio Brasiliense, PNE e seus acompanhantes.
Classificação indicativa: 14 anos
Informações: 61- 98144-1514 / 98425-1147

Pré-conferências Macrorregionais se encerram com fala motivadora do secretário de Cultura do DF

O objetivo desta etapa foi discutir as prioridades da cultura do DF, como preparo para a 6ª Conferência Distrital de Cultura, que ocorrerá no final deste mês, no auditório da Câmara Legislativa do DF

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) concluiu ontem (17) as Pré-conferências Macrorregionais, marcando um importante passo na preparação para a 6ª Conferência Distrital de Cultura. O evento reuniu participantes e delegados das diversas Regiões Administrativas (RAs), proporcionando um espaço para debates significativos sobre temas cruciais para a cultura do Distrito Federal.

O secretário de Cultura do Distrito Federal, Cláudio Abrantes, destacou a importância do processo de escuta ativa durante as pré-conferências, reconhecendo os desafios inerentes ao contexto, mas ressaltando o resultado positivo diante das intensas discussões e do comprometimento demonstrado. Em sua fala, Abrantes enfatizou o papel fundamental da sociedade civil, da comissão e das contribuições individuais na construção desse espaço de diálogo e proposições.

“É um processo de escuta ativa, e embora estejamos atentos, muitas vezes enfrentamos desafios para concretizar o que é proposto, devido às limitações inerentes ao contexto do Estado. No entanto, diante das discussões e do comprometimento demonstrado, o resultado se revela positivo. Estou extremamente satisfeito por contribuir com um trabalho desse tipo. Vale ressaltar o esforço contínuo dessa equipe ao longo do tempo para tornar isso possível. A Secretaria cumpre sua obrigação e responsabilidades, mas a participação ativa da comissão, envolvendo a sociedade civil, juntamente com as contribuições das pessoas que trabalham no sentido de promover esse espaço de diálogo e proposições, nos faz nutrir expectativas de avanço”, destacou o secretário.

Durante as pré-conferências, foram debatidas as demandas relacionadas aos seis eixos do texto base do Ministério da Cultura (Minc). Questões como institucionalização, marcos legais, sistema nacional de cultura, democratização do acesso à cultura, identidade, patrimônio, memória, diversidade cultural, transversalidades de gênero, raça, acessibilidade na política cultural, economia criativa, trabalho, renda, sustentabilidade, direito às artes e às linguagens digitais estiveram em foco.

A etapa preparatória encerra-se como uma antecipação vibrante ao grande evento, que ocorrerá nos dias 27 e 28 deste mês, a 6ª Conferência Distrital de Cultura. Abrantes expressou a esperança de celebrar de maneira digna as discussões, refletindo a rica cultura do Distrito Federal. Ele enfatizou a importância de alcançar a valorização desejada para todos aqueles que contribuem para a cultura local.

Degustação Vinhos

Venha aprender com os melhores: degustação guiada de exclusivos vinhos da América do Sul com os Sommeliers Frederico Castro (WSET, ABS, degustador avançado) e Karla Geraldine (WSET, Sommelier School) com mesa de frios, pães e antepastos. Será 25/01/2024, quinta-feira, às 19:30, no belíssimo restaurante do Ramada Hotel, no Setor Hoteleiro Sul de Brasília. Apoio WM Vinhos.

Você não pode ficar de fora.

Contato: 61.99893-2108

R$ 170,00 – individual

R$ 300,00 – dupla

Você não pode perder.

Cinema Beento apresenta Visões de África

Mostra de filmes africanos no Cine Brasília

Visões de África exibe retrospectiva de produções cinematográficas africanas, de quinta a domingo, 25 a 28 de janeiro, no Cine Brasília

A mostra é uma iniciativa do CinemaBeento, pop-up cinema de Acra, capital de Gana, e tem curadoria de Hadar Busia-Singleton e Matheus Vinhal

De 25 a 28 de janeiro, a mostra CINEMABEENTO APRESENTA VISÕES DE ÁFRICA exibe no Cine Brasília uma seleção de 5 curtas e 7 longas-metragens produzidos ou co-produzidos por 10 países africanos. Com sessões de quinta a domingo (25 a 28/01), às 16h e às 18h, com uma sessão infantil extra no sábado (27/01) às 10h, com ingressos promocionais no valor único de R$5.

Realizada pelo CinemaBeento, pop-up cinema criado em Acra, capital de Gana, empenhado na divulgação e exibição de filmes relacionados à diáspora africana, a mostra Visões de África tem curadoria de Hadar Busia-Singleton, multiartista, atriz e curadora, e de Matheus Vinhal, pesquisador e produtor cultural do DF. 

SOBRE A MOSTRA

De quinta a domingo (25 a 28/01), a Visões de Áfricaapresenta a cada dia uma seleção de filmes inspirada em um eixo temático específico: Identidade, Comunidade, Mito e Resistência. Com duas sessões por dia, às 16h e às 18h, além de uma sessão extra no sábado (27/01), às 10h.

Além dos eixos temáticos de cada dia, há outros temas que perpassam certas sessões, como a direção cinematográfica e a perspectiva narrativa de mulheres africanas, presente nos curtas da diretora ganense Akosua Adoma Owusu, ou na presença em tela arrebatadora da sul-africana Mary Twala em Isto Não é um Enterro, é uma Ressurreição (2019). 

Sambizanga (1972), digirido por Sarah Maldoror, apresenta a luta pela independência angolana acompanhando sua protagonista na busca por seu marido desaparecido. Rafiki (2018), da queniana Wanuri Kahiu, traz o dilema de duas amigas que se apaixonam, enquanto Neptune Frost (2022), co-dirigido pela ruandesa Anisia Uzeyman, apresenta uma ode à liberação dos corpos e terras africanas. 

A volta da metrópole colonial para África é outro tema que aparece em obras da mostra. Filmes como E Não Havia Mais Neve (1966), Ó, Sol (1970), A Mulher com a Faca (1969) e Kwaku Ananse (2013) tratam de acontecimentos após o retorno de seus protagonistas a seus países de origem, lidando com as tradições africanas muitas vezes em contraste às perspectivas praticadas nas colônias.

CinemaBeento apresenta Visões de África no Cine Brasília de quinta a domingo, 25 a 28 de janeiro, com ingressos promocionais no valor único de R$5. Confira ao fim do texto a programação resumida e sinopses para cada filme. Imagens dos filmes podem ser encontradas neste link

Abaixo, informações mais detalhadas sobre cada dia da mostra e seus eixos temáticos.

CINEMABEENTO APRESENTA VISÕES DE ÁFRICA

Quinta, 25/01 – IDENTIDADE

Na quinta, 25/01, a mostra CINEMABEENTO APRESENTA VISÕES DE ÁFRICA se inicia com uma seleção inspirada pelo eixo temático da identidade, exibindo dois curtas da diretora Akosua Adoma Owusu, na sessão das 16h. Kwaku Ananse (2013, 25min, 12 anos) combina uma tradicional fábula da África Ocidental sobre uma criatura, parte homem, parte aranha, com a história de uma jovem chamada Nyan Koronhwea que retorna a Gana para o funeral do seu pai distante. Em seguida, Meu Bebê Branco (Me Broni Ba, 2009, 22min, 12 anos), apresenta um retrato lírico dos salões de beleza em Kumasi, Gana. O emaranhado legado do colonialismo europeu na África é evocado através de imagens de mulheres trançando o cabelo de bonecas brancas descartadas pelo Ocidente. 

Na sessão das 18h de quinta (25/01), a mostra exibe o longa-metragem Ó, Sol (Soleil O, 1970, 98min, 14 anos) do diretor Med Hondo, da Mauritânia. Vencedor em 1970 do Leopardo de Ouro, prêmio do Festival de Locarno (Suíça), o filme trata da emigração de um jovem da Mauritânia para Paris. Na França, ele se depara com situações que o fazem refletir sobre o que é ser africano.

Sexta, 26/01 – COMUNIDADE

Na sexta, 26/01, Visões de África exibe uma seleção de filmesa partir da perspectiva de comunidade. A sessão das 16h apresenta um curta e um longa-metragem de Djibril Diop Mambéty, importante diretor do Senegal. A Pequena Vendedora de Sol (La Petite vendeuse de soleil, 1998, 45min, Livre) acompanha Sili, jovem de 12 anos que se desloca com muletas pela capital do Senegal, Dakar, e que decide vender jornais, atividade normalmente desempenhada por meninos, para tentar ajudar a avó. Em seguida, a mostra exibe o clássico Touki Bouki – A Viagem da Hiena (Touki Bouki, 1973, 95min, 14 anos), primeiro longa-metragem de Diop Mambéty, parte da seleção oficial do Festival de Cannes de 1973, onde recebeu o prêmio da crítica. O filme acompanha a saga de dois jovens que sonham em emigrar para Paris. Como uma espécie de Bonnie & Clyde do Senegal, a dupla pensa em esquemas para conseguir dinheiro para a viagem e conhecem um homem chamado Charlie, reconhecido como um dos primeiros personagens queer do cinema africano. 

Na sessão de 18h de sexta, 26/01, CinemaBeento apresenta no Cine Brasília o longa Rafiki (Rafiki, 2018, 82min, 14 anos), da diretora queniana Wanuri Kahiu. O filme mostra a relação de amizade entre duas garotas, que se transforma em um romance que passa a afetar a rotina da comunidade em que vivem. Elas enfrentam dilemas entre escolher viver este amor ou se distanciar. Antes de Rafiki, será exibido o curta-metragem E Não Havia Mais Neve (Et la Neige N’était Plus, 1966, 22min, 14 anos) do senegalês Ababacar Samb Makharam, que trata do retorno de um estudante a sua cidade natal, Dakar, onde ele questiona sua experiência na França e seu futuro com sinceridade, coragem e humor.

Sábado, 27/01 – MITO

A temática dos filmes selecionados para sábado, 27/01, trata de mitos, fantasia e lendas. Em sessão extra às 10h, a mostra apresenta a animação Kiriku e a Feiticeira (Kirikou et la Sorcière, 1998, 74min, Livre), de Michel Ocelot. O filme, uma aventura livre para todas as idades, retrata, com visuais impressionantes, a lenda africana em que um recém-nascido superdotado se incumbe de salvar a sua aldeia de Karabá, uma feiticeira que deu fim a todos os guerreiros da aldeia, secou a sua fonte d’água e roubou todo o ouro das mulheres. 

Na sessão das 16h de sábado, 27/01, Visões de África exibe um curta e um longa-metragem do diretor Timité Bassori, da Costa do Marfim. O curta, chamado Na Duna da Solidão (Sur la Dune de la Solitude, 1964, 32min, 12 anos) é baseado em uma lenda onde Mamy Watta, a deusa da água, seduz os humanos, e mostra o encontro de dois jovens numa noite escura à beira d’água. Ao curta se segue o longa A Mulher com a Faca (La Femme au Couteau, 1969, 80min, 12 anos), filme do mesmo diretor que conta a história de um intelectual que volta à Costa do Marfim após longo período na Europa. Sem conseguir conciliar as perspectivas modernistas com suas tradições africanas, ele é assombrado pelo espectro de uma mulher que ameaça destruir seus potenciais relacionamentos amorosos.

Finalizando a mostra no sábado, 27/01, a sessão de 18h exibe Neptune Frost (2021, 105min, 14 anos), dirigido pela ruandesa Anisia Uzeyman e seu companheiro, Saul Williams. O filme é um híbrido fantástico de musical com ficção científica, ambientado no Burundi, que conta a saga de um coletivo anticolonialista de hackers que buscam assumir o controle político de um regime autoritário que explora os recursos minerais da região.

Domingo, 28/01 – RESISTÊNCIA

No último dia de CinemaBeento apresenta Visões de África, a sessão das 16h exibe  Sambizanga (1972, 102min, 16 anos), da diretora Sarah Maldoror. O filme é contado a partir da perspectiva de Maria, esposa de Domingos Xavier, revolucionário angolano, preso pela polícia secreta portuguesa. Domingos é levado para a prisão de Sambizanga, onde acaba sendo submetido a um interrogatório e à tortura para delatar os nomes de outros ativistas que lutavam pela independência angolana. 

Finalizando a mostra, a sessão de 18h apresenta Isso Não é um Enterro, é uma Ressurreição (This is not a Burial, It’s a Ressurection, 2019, 120min, 18 anos) de Lemohang Jeremiah Mosese, de Lesoto, pequeno país no sul da África. O filme conta a história de uma viúva de 80 anos chamada Mantoa, que aguarda ansiosamente o retorno do filho às montanhas de Lesoto, quando recebe a notícia de sua morte. Ávida pelo próprio fim após a perda do último membro remanescente da família, ela coloca seus negócios em ordem e toma providências para ser enterrada no cemitério local. Seus minuciosos planos são repentinamente perturbados pela notícia de que as autoridades pretendem inundar toda a região para construir uma barragem e, por consequência, reassentar todos os moradores da aldeia em que vive.

SOBRE O CINEMA BEENTO

ˈbiːntuː, ˈbɪntʊ)

CinemaBeento é um Pop-Up Cinema Club com base em Acra, capital de Gana, comprometido em exibir filmes pouco conhecidos ou esquecidos aos olhos do público, com ênfase em obras que se relacionem com a diáspora africana. O interesse do CinemaBeento é apresentar uma experiência cinematográfica multicultural, instigante e memorável. Como pop-up cinema, as exibições do Beento são realizadas em espaços íntimos e menores, como cafés ou galerias, ou em espaços comunitários de maior alcance. A ausência de salas de cinema como a do Cine Brasília em cidades de Gana, mesmo na capital, levou à criação de um cinema pop-up que pudesse apresentar obras em diferentes espaços.

Beento é um termo coloquial usado em países da África Ocidental, como Gana e Nigéria, e que se refere a alguém que viajou ou viveu no estrangeiro. Significa exposição a culturas estrangeiras, arte, educação ou experiências de diáspora.

O objetivo dos eventos que o CinemaBeento realiza em cidades fora do continente africano é o de unir comunidades internacionais interessadas na arte cinematográfica, promovendo uma compreensão mais profunda das diversas experiências da diáspora africana através de obras criadas para serem experienciadas coletivamente, numa sala de cinema.

PROGRAMAÇÃO POR DIA

CINEMABEENTO APRESENTA VISÕES DE ÁFRICA

25 A 28 de janeiro, Cine Brasília

IDENTIDADE

Quinta, 25/01 – 16h

Kwaku Ananse (2013, 26m, Akosua Adoma Owusu, Gana, 12 anos)

Me Broni Ba (2019, 22m, Akosua Adoma Owusu, Gana, 12 anos)

Quinta, 25/01 – 18h

Ó, Sol (Soleil O, 1970, 103m, Med Hondo, Mauritânia, Livre)

COMUNIDADE

Sexta, 26/01 – 16h

A Pequena Vendedora de Sol (La Petite Vendeuse de Soleil, 1999, 43m, Djibril Diop Mabéty, Senegal, Livre)

Touki Bouki – A Viagem da Hiena (Touki Bouki, 95m, 1973, Djibril Diop Mambéty, Senegal, 14 anos)

Sexta, 26/01 – 18h

E Não Havia Mais Neve… (Et la neige n’était plus…, 1966, 22m, Ababacar Samb-Makharam, Senegal, Livre)

Rafiki (2018, 83m, Wanuri Kahiu, Quênia, 14 anos)

MITO

Sábado, 27/01 – 10h

Kirikou e a Feiticeira (Kirikou et la Sorcière, 1998, 80m, Michel Ocelot, França / Guiné, Livre)

Sábado, 27/01 – 16h

Na Duna da Solidão (Sur la Dune de la Solitude, 1964, 31m, Timité Bassori, Costa do Marfim, 12 anos)

A Mulher com a Faca (La Femme au Couteau, 1969, 71m, Timité Bassori, Costa do Marfim, 12 anos)

Sábado, 27/01 – 18h

Neptune Frost (2021, 110m, Anisia Uzeyman, Saul Williams, Ruanda, 14 anos)

RESISTÊNCIA

Domingo, 28/01 – 16h

Sambizanga (1972, 102m, Sarah Maldoror, Angola, Congo, 16 anos)

Domingo, 28/01 – 18h

Isto Não é um Enterro, é uma Ressurreição (This is not a Burial, It’s a Ressurection, 2019, 120m, Lemohang Jeremiah Mosese, Lesoto, 18 anos)

Programação com sinopses

CINEMABEENTO APRESENTA VISÕES DE ÁFRICA

25 a 28 de janeiro, Cine Brasília

IDENTIDADE

Quinta, 25/01 – 16h

Kwaku Ananse (2013, 26m, Akosua Adoma Owusu, Gana, 12 anos)

A tradicional fábula da África Ocidental de Kwaku Ananse é combinada com a história de uma jovem forasteira chamada Nyan Koronhwea que compareceu ao funeral do seu pai distante. O pai de Nyan levou duas vidas separadas, com duas esposas e duas famílias – uma em Gana e outra nos Estados Unidos. A ambivalência de Nyan em relação à vida dupla do seu pai é um reflexo de uma verdade mais ampla sobre a natureza das nossas relações pessoais.

Me Broni Ba (2019, 22m, Akosua Adoma Owusu, Gana, 12 anos)

Este documentário inovador é um retrato lírico de salões de cabeleireiro em Kumasi, Gana. O emaranhado legado do colonialismo europeu em África é evocado através de imagens de mulheres praticando tranças de cabelo em bonecas brancas descartadas do Ocidente.

Quinta, 25/01 – 18h

Ó, Sol (Soleil O, 1970, 103m, Med Hondo, Mauritânia, Livre)

Um jovem chega a Paris vindo da Mauritânia, onde espera ter uma vida melhor. Sendo extremamente difícil achar um emprego ou um apartamento, embora seja um homem educado, e ao receber cantadas condescendentes de mulheres, ele logo enfrentará discriminação por todos os lados.

COMUNIDADE

Sexta, 26/01 – 16h

A Pequena Vendedora de Sol (La Petite Vendeuse de Soleil, 1999, 43m, Djibril Diop Mabéty, Senegal, Livre)

Sili Laam (Lissa Balera) é uma destemida menina deficiente do Senegal. No local onde vive, a venda de jornais é uma atividade feita exclusivamente por meninos. Mas, em uma certa manhã, Sili decide ignorar esta regra e passa a vender cópias do Soleil, o jornal do governo, irritando os “concorrentes” do sexo oposto.

Touki Bouki – A Viagem da Hiena (Touki Bouki, 95m, 1973, Djibril Diop Mambéty, Senegal, 14 anos)

Mory (Magaye Niang)  monta uma motocicleta decorada com um crânio de vaca, e Anta (Mareme Niang), um estudante universitário, se encontram em Dakar, capital do Senegal. Descontentes com o Senegal e a África, desejam ir a Paris e elaboram diferentes esquemas para ganhar dinheiro para comprar uma passagem de navio para a Europa. 

Sexta, 26/01 – 18h

E Não Havia Mais Neve… (Et la neige n’était plus…, 1966, 22m, Ababacar Samb-Makharam, Senegal, Livre)

Um jovem bolsista senegalês regressa da França. O que ele aprendeu? O que ele esqueceu? Que caminho ele irá escolher para o contato com as novas realidades africanas? Os problemas que se colocam na juventude africana expostos com franqueza, coragem e humor.

Rafiki (2018, 83m, Wanuri Kahiu, Quênia, 14 anos)

Kena e Ziki vivem vidas muito diferentes em Nairobi, capital do Quênia. Kena trabalha na loja do pai e aguarda o início da escola de enfermagem, enquanto Ziki passa os dias saindo com as amigas e inventando coreografias. Seus caminhos se cruzam quando seus pais competem entre si por assentos na Assembleia do Condado, e elas se sentem atraídas uma pela outra. Logo seu interesse se transforma em afeto e as meninas encontram maneiras de amar umas às outras, apesar do olhar sempre atento da vizinhança.

MITO

Sábado, 27/01 – 10h

Kirikou e a Feiticeira (Kirikou et la Sorcière, 1998, 80m, Michel Ocelot, França / Guiné, Livre)

Baseado em uma lenda da África Ocidental, o filme conta a história de Kiriku, um garoto pequeno, mas muito inteligente e com dons especiais, que nasceu com a missão de salvar sua aldeia. A cruel feiticeira Karaba secou a fonte do lugar onde Kiriku mora com amigos e parentes e, possivelmente, comeu o pai e os tios do menino. Encontrando amigos e seres fantásticos pelo caminho, Kiriku vai resolver a situação. 

Sábado, 27/01 – 16h

Na Duna da Solidão (Sur la Dune de la Solitude, 1964, 31m, Timité Bassori, Costa do Marfim, 12 anos)

Baseado na lenda de Mama Watta, deusa da água que seduz os homens para o cativeiro, o filme retrata o encontro simbólico de um homem e uma mulher numa noite à beira d’água. Os dois compartilham sonhos na areia, mas com a luz do dia vem a desorientação e a morte.

A Mulher com a Faca (La Femme au Couteau, 1969, 71m, Timité Bassori, Costa do Marfim, 12 anos)

Um jovem intelectual da Costa do Marfim volta para casa após um longo período na Europa. Sem conseguir conciliar seus novos pontos de vista modernistas com suas tradições africanas, ele é assombrado pelo espectro de uma mulher que ameaça destruir seus potenciais relacionamentos com outras mulheres.

Sábado, 27/01 – 18h

Neptune Frost (2021, 110m, Anisia Uzeyman, Saul Williams, Ruanda, 14 anos)

Em Neptune Frost, acompanhamos o encontro de um hacker africano intersexo, um mineiro de coltan e a maravilha virtual nascida dessa união. Híbrido musical de ficção científica ambientado em Ruanda e no Burundi, o filme se ergue partir da transcendente conexão entre esses dois protagonistas. Se o mundo de hoje é alimentado pela tecnologia, obcecado com o futuro e articulado por uma linguagem que apaga o poder do povo negro, este longa afrofuturista explora uma linguagem vibrante e ampla o suficiente para contar a complexa história dos mineiros africanos garimpando minerais de terras raras que compõem a rede digital da qual dependemos atualmente.

RESISTÊNCIA

Domingo, 28/01 – 16h

Sambizanga (1972, 102m, Sarah Maldoror, Angola, Congo, 16 anos)

Em Sambizanga, acompanhamos a busca de Maria por seu marido Domingos, membro de um movimento de libertação angolano. Após acontecimentos sangrentos, ele é preso pela polícia secreta portuguesa, mas não trai os seus companheiros, mesmo sob tortura na prisão que dá nome ao filme.

Domingo, 28/01 – 18h

Isto Não é um Enterro, é uma Ressurreição (This is not a Burial, It’s a Ressurection, 2019, 120m, Lemohang Jeremiah Mosese, Lesoto, 18 anos)

Nas montanhas do Lesoto, uma viúva de 80 anos chamada Mantoa aguarda ansiosamente o retorno do filho, que trabalha nas minas da África do Sul, quando recebe a notícia de sua morte. Ávida pelo próprio fim após a perda do último membro remanescente da família, ela coloca seus negócios em ordem e toma providências para ser enterrada no cemitério local. Seus minuciosos planos são repentinamente perturbados pela notícia de que as autoridades pretendem inundar toda a região para construir uma barragem para um reservatório e, por consequência, reassentar a aldeia onde ela vive.

SERVIÇO

CinemaBeento apresenta Visões de África

25 a 28 de janeiro de 2024

Cine Brasília

Quinta a domingo, sessões às 16h e às 18h

Sessão extra sábado, 27/01, às 10h

Sessões com Ingressos promocionais no valor único de R$5

Realização: CinemaBeento – https://cinemabeento.com

@cinemabeento

Curadoria: Hadar Busia-Singleton e Matheus Vinhal

Férias na Praça dos Três Poderes

Com auxílio de plataforma digital, o público têm acesso a um roteiro para visitar e explorar a praça mais importante do país

Percaminho foto Diego Bresani

As férias escolares são um excelente momento para conhecer melhor a cidade e desvendar mais a arquitetura, a história, os monumentos da Capital.  E uma das opções é visitar a Praça dos Três Poderes de uma forma inovadora.  O Percaminho – Cidade Visitada é um projeto que oferece aos visitantes da praça um roteiro que percorre os principais símbolos e monumentos da democracia e história brasileira com informações e curiosidades da praça, muito além do discurso oficial. 

Realizado pela Gestão Cultural, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF, em parceria com o Instituto Bem Cultural e apoio da Secretaria de Turismo, o Percaminho oferece durante as férias a oportunidade de explorar os espaços por meio de uma plataforma digital recém lançada. 

O público poderá se valer da tecnologia para visitas espontâneas à praça, a qualquer momento do dia ou da noite, sozinho ou acompanhado. É só levar um celular e conectar um fone de ouvido e acessar o QR CODE ou diretamente no site https://trespoderes.museueducativo.com.br/

Basta explorar o mapa da praça clicando em qualquer monumento para obter informações em texto, vídeo, fotos e áudio guias em português ou inglês.

Percaminho foto Diego Bresani

Para informações completas sobre o programa Percaminho – Cidade Visitada acesse o instagram do projeto @percaminho.  

Venâncio Shopping recebe exposição “É arte ou é moda?” do coletivo Tela Ambulante 

Artistas plásticos criam em peças de roupas em ateliê aberto com a presença do público

A partir de 12 de dezembro, a exposição coletiva “É Arte Ou É Moda?”, ocupa o Espaço Cultural do Venâncio Shopping e promove diálogos entre os processos criativos de artes visuais e a moda. A iniciativa acontece em ateliê aberto, onde 5 artistas plásticos convidados irão criar obras de arte em camisetas brancas.

Foto divulgação

Até 23 de março de 2024, o público poderá observar o trabalho do coletivo Tela Ambulante e os artistas em seu processo criativo. Combinando arte, moda autoral e transmutação têxtil, a marca repagina roupas que seriam descartadas no lixo e de garimpagem em brechós e as transformam em obras de arte, usando a moda como forma de expressão, conectando histórias pessoais com a cultura.

Além da exposição de 16 obras, o espaço também terá uma arara recheada de peças que podem ser adquiridas pelos interessados. Para quem preferir, pode fazer encomendas diretamente com os artistas ou levar uma roupa para ser customizada na hora, basta explicar o conceito que quer e combinar o preço.

Compõem o time de artistas plásticos Victor Hugo Soulivier, brasiliense e criador do coletivo Tela Ambulante; Madá Granja, graduada em Artes Visuais pela Universidade de Brasília (UnB); Sairon Santos, produtor cultural e design de moda sustentável e principalmente com pintura e desenho; Marina Rebello, que atua como pintora, ilustradora, designer e professora; e Vanessa Liberato, pintora e ilustradora. Cada artista convidado irá desenvolver 5 obras a partir de um diálogo com a nova série do coletivo Tela Ambulante “Cartas para você – Um olhar de Retorno ao Passado” além de produzir suas próprias cartas.  A coleção narra uma jornada poética através do tempo, um tributo à rica herança cultural que se entrelaça pelas raízes brasileiras. Fundamentada na street art, na arte têxtil e, sobretudo, nas Adinkras dos povos Acãs da África Ocidental.

Com o pleno crescimento da Tela Ambulante, Victor Hugo Soulivier optou por convidar artistas iniciantes no universo da arte têxtil para participarem deste novo ciclo. Atualmente, a marca conquistou reconhecimento internacional e tem pontos de venda fixos em São Paulo e Rio de Janeiro. “A ideia é dar visibilidade para artistas que não trabalham de forma direta com tecidos e criar a conexão entre arte e linguagem têxtil. E desta forma, promover um diálogo com o tecido para o desenvolvimento de novas obras ao mesmo tempo em que se tem a observação do público”, explica Victor Hugo Soulivier, fundador do Coletivo Tela Ambulante.

Ao longo dos 4 meses, o público também poderá participar de oficinas pagas e gratuitas que serão ministradas pelos artistas. Os temas estarão dentro do universo da moda e arte, como customização, cor e pigmentação, e também de expressões culturais, como dança. Interessados em fazer as atividades podem procurar o coletivo para fazer a pré-inscrição.

A iniciativa tem a colaboração e apoio do Venâncio Shopping, Andanças DF, It Espaço Colaborativo, Dreamks, Tarcísio Boquady Film, Imagina Juntos Distribuição, No Setor e Mais Flor.

Foto divulgação

Dia histórico

No dia 1º de janeiro deste ano, o projeto ganhou grande visibilidade ao vestir o influenciador Ivan Baron com um terno especialmente personalizado para o rito de passagem da faixa presidencial a Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Sobre o Venâncio Shopping  No centro da capital do país, desde 1976, o Venâncio Shopping traz em seu DNA um conceito inovador. Além de ser uma excelente opção para compras e experiências, é também é um Hub de Serviços e ponto de solução de pessoas, com sua torre business atrelada a torre de Serviços, alta gastronomia da capital como Jamie Olivier Kitchen e Outback Steakhouse. Entre os serviços oferecidos, estão opções como: obter vistos para os Estados Unidos, cartório de registro de imóveis em Brasília, clínicas e faculdades.

Foto divulgação

Serviço

É arte ou é moda?

Data: de 12 de dezembro até 28 de março de 2024

Horário: segunda a sábado, de 10h às 21h

Local: Espaço Cultural do Venâncio Shopping

Entrada: gratuita

Redes sociais:

@telambulante

@madarte_

@mariisaku

@artedesairon

@vanessa.liberato

@soulivieroficial

Venâncio Shopping
SCS Q 8 – Asa Sul
Informações: (61) 3208-2000
Canais digitais: https://www.venancioshopping.com.br/
Instagram: @venancioshopping

Para celebrar o dia do queijo, conheça um pouco da história desse alimento milenar

Amado desde os tempos dos Sumérios, o queijo conquistou corações mundo afora, tem muita história para contar e celebra o seu dia em 20 de janeiro 

Queijo Brie – conhecido pelos franceses como “O rei dos queijos”

É sabido popularmente que há centenas de anos a gastronomia da França reina incontestavelmente como referência no mundo. Sua estratégica posição geográfica, localizada na região central do velho continente, é um dos fatores-chave da sua enorme riqueza cultural que, entre guerras e conquistas, revoluções culturais, políticas e científicas, a transformou em um local um tanto peculiar que influencia diferentes culturas mundo afora. 

Entre todas as singularidades que permeiam a história da Europa, os queijos franceses merecem um capítulo especial. Alimento milenar e de fácil transporte, sua importância é tamanha que, de acordo com fontes consultadas, no dia 20 de janeiro é celebrado o dia mundial do queijo.

No início da Primeira Grande Guerra, o exército francês comprou grandes quantidades de queijos Gruyère e Cantal porque podiam ser transportados e consumidos com facilidade.

É famosa a frase de Charles de Gaulle: “É impossível governar um país com 325 tipos de queijos” sendo que, atualmente, somente na França existem mais de 1.200 qualidades da iguaria, que mudam completamente de acordo com o tipo de animal que fornece o leite, região e a forma que estes animais são criados, local de maturação dos queijos e até mesmo o tipo de pasto que é consumido exerce influência no sabor do alimento.

Não se sabe exatamente quando os queijos surgiram. Somente o alaranjado Mimolette foi criado ainda no século XVII. Segundo a história conta, o queijo foi desenvolvido durante o reinado de Luís XIV, quando a França e a Holanda estavam em guerra. Para não consumir o produto do seu rival, houve uma proibição do consumo de queijos do oponente no país e o rei determinou a criação de um queijo similar ao holandês Edam, muito consumido pelos franceses na época. O queijo recebeu uma coloração alaranjada devido ao Urucum que eles importavam do Brasil e uma massa meio mole, meio dura, tal qual sua textura. A tradução livre de seu nome vem da palavra “bezerro”, justamente por conta das características dessa massa.

Tábua de queijos franceses

O famoso Brie, que por séculos tem sido referido pelos franceses como “O Rei dos Queijos”, recebeu o nome da região de onde veio, entre os vales dos rios Sena e Marne, a 28 quilômetros de Paris, e possui inúmeras histórias. Conta-se que o mulherengo Henrique IV esqueceu de um encontro que teria com sua amante quando sua esposa o presenteou com um pedaço do amanteigado queijo.

Com tantos predicados em volta de um único item, não é de se admirar que o governo francês tenha se empenhado duro para proteger um símbolo tão forte da nação. Em 1905 foi criada na França a denominação AOC – Appelation d’origine Controlée – que, em 1992 foi alterado para AOP – Appellation d’Origine Protégée – um rótulo que garante que o produto foi transformado e produzido numa área geográfica específica, com respeito pela qualidade, tradição, pessoas e pela identidade de seu lugar de origem, o que faz que ele seja reconhecido como ímpar e como referência de qualidade, aquilo que conhecemos como ‘Terroir’.

O rótulo AOP é um sinal europeu que protege o nome do produto em todo o mundo. As exigências para se obter tamanho prestígio são extremamente minuciosas e aprovadas por instituições governamentais.

O assunto é extenso e vai desde curiosidades históricas, passando por tipos diferentes de corte, processos, tipo de animal, tipo de leite, pasteurização, resfriamento etc. Um universo à parte que merece ser descoberto e saboreado vagarosamente.

Feliz Dia Mundial do Queijo!

Fonte: 

Hénaut, Stéphane

A deliciosa história da França: as origens, fatos e lendas por trás das receitas, vinhos e pratos franceses mais populares de todos os tempos / Stéphane Hénaut, Jeni Mitchell; tradução Drago. – São Paulo: Seoman, 2020

Sobre a Campanha Prazeres da Europa | Queijos da França

A campanha tem como objetivo divulgar e promover os queijos da União Europeia e, sobretudo, da França. Mercadorias da mais alta qualidade, produzidas de forma tradicional, que utilizam o savoir-faire e técnicas ancestrais, a partir das melhores matérias-primas.

Campanha cofinanciada pela União Europeia. As opiniões aqui expressas são, no entanto, apenas do(s) autor(es) e não refletem necessariamente as da União Europeia nem da France AgriMer. Nem a União Europeia tampouco a autoridade concedente poderá ser responsabilizada por elas.

Quem somos nós? 

O Centro Nacional Interprofissional para a Economia Leiteira (CNIEL) é uma organização francesa sem fins lucrativos dirigida por quatro federações que representam toda a cadeia produtiva do setor leiteiro da França: a Federação Nacional dos Produtores de Leite, a Federação Nacional das Cooperativas de Lacticínios, a Federação Nacional das Indústrias de Lacticínios e a Federação de Comércio e Distribuição.

DIAMOND FILMS ANUNCIA NOVA DATA DE ESTREIA DE ‘FERRARI’

Longa estrelado por Adam Driver chega aos cinemas em 22 de fevereiro

Foto divulgação

O filme FERRARI acaba de ganhar nova data de estreia e chega aos cinemas de todo o Brasil em 22 de fevereiro. Com direção de Michael Mann, o longa estrelado por Adam Driver revela os bastidores da Fórmula 1 e da conturbada vida pessoal de Enzo Ferrari. Reveja o trailer aqui

O elenco de FERRARI conta com Penélope Cruz no papel de Laura Ferrari, Shailene Woodley como Lina Lardi, o brasileiro Gabriel Leone, que interpreta o piloto Alfonso de Portago, em seu primeiro longa internacional, além de Sarah Gadon, Jack O’ Connell, Patrick Dempsey e Daniela Piperno. 

Ferrari Diamond Films Crédito – Lorenzo Sisti

FERRARI mostra os bastidores da Fórmula 1 em 1957, quando o ex-piloto Enzo Ferrari (Adam Driver) está em crise. A falência assombra a empresa que ele e a esposa, Laura, construíram uma década atrás. Seu casamento instável é ainda mais abalado pela perda do único filho do casal e o relacionamento com Lina Lardi. Ele decide contrapor essas perdas apostando tudo em uma corrida – a icônica Mille Miglia, na Itália. 

O filme contará com apoio de acessibilidade para todos os públicos. Por meio do aplicativo MovieReading, a partir da estreia estarão disponíveis recursos de audiodescrição, legendas descritivas e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais.

Ferrari Diamond Films Crédito – Lorenzo Sisti

Sobre a Diamond Films

A Diamond Films é a maior distribuidora independente da América Latina. Fundada em 2010, se destaca por distribuir os melhores filmes independentes da indústria cinematográfica. Atualmente, a empresa atua em sete países da América Latina: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Peru e México. No ano de 2016 começou a atuar no mercado europeu, por meio da sua filial na Espanha. No Brasil desde 2013, a Diamond Films distribuiu títulos como ‘Os Oito Odiados’; ‘Lion – Uma Jornada para Casa’, ‘Moonlight – Sob a Luz do Luar’, ‘Green Book – O Guia’, ‘Moonfall – Ameaça Lunar’, ‘No Ritmo do Coração’, ‘Spencer’, ‘A Pior Pessoa do Mundo’, ‘Órfã 2: A Origem’, ‘One Piece Film Red’, ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo’ e ‘Fale Comigo’.