Categoria: Cultura, Entretenimento

“Vozes e Vãos” estreia no Festival de Cinema de Brasília

Foto divulgação

Juventude quilombola da Chapada dos Veadeiros revela sua potência e diversidade no coração do Cerrado

Entre serras imponentes e rios que desenham a Chapada dos Veadeiros, resiste um povo que há séculos guarda saberes, memórias e modos de vida fora do ritmo do mundo urbano. Da relação íntima com a terra, da oralidade e da espiritualidade, nasceram quilombos que hoje são referência no país: Kalunga, Capela, São Domingos e tantos outros que carregam a força da ancestralidade no coração do Brasil.

É nesse território que nasce “Vozes e Vãos”, documentário dirigido por Edileuza Penha de Souza e Edymara Diniz. A obra mergulha nas vivências quilombolas, retratando a juventude que transforma sua herança cultural em força para o futuro. Entre danças, sonhos e trajetórias, o filme mostra como jovens quilombolas preservam tradições e projetam caminhos de resistência e esperança.

A pluralidade de vozes retratadas e da equipe que constrói o documentário sustenta sua potência. Mulheres e meninas guardiãs do saber, lideranças comunitárias e jovens que transitam entre o campo e o universo digital trazem relatos que revelam uma obra sensível e emocionante, reafirmando a coletividade como elemento essencial na preservação da identidade quilombola.

O Cerrado, bioma onde essas histórias se entrelaçam, também aparece como personagem. Rios, matas e morros se costuram num território que revela tanto sua fragilidade quanto sua força, lembrando que a preservação da cultura quilombola caminha junto com a preservação ambiental. Vozes e Vãos mostra que defender os quilombos é também defender o Cerrado e, consequentemente, o futuro climático do Brasil. 

Ao colocar a juventude no centro da narrativa, o filme revela o movimento contínuo da ancestralidade. São jovens que aprendem com os mais velhos, mas também criam novos caminhos: artistas, comunicadores, jogadores, estudantes e trabalhadores que ressignificam tradições diante dos desafios contemporâneos. Esse encontro de gerações fortalece a identidade coletiva e renova a esperança.

Depois da estreia em Goiânia, no Sertão Negro, o documentário chega agora a um dos palcos mais importantes do audiovisual brasileiro: o Festival de Cinema de Brasília. A presença de Vozes e Vãos nesse espaço reafirma a força das narrativas vindas do Cerrado e dos quilombos, ampliando o debate sobre diversidade, acessibilidade, território e corpo-memória.

Vozes e Vãos é um convite a escutar histórias que muitas vezes foram silenciadas. Também é um chamado a reconhecer a riqueza das comunidades quilombolas e sua contribuição para a cultura, a história e a sustentabilidade não só de Goiás, mas do Brasil. E você é nosso convidado a viver essa experiência!


Sobre o Festival de Cinema de Brasília

Em 2025, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro celebra 60 anos de existência e resistência. Chegando à sua 58ª edição, o mais longevo festival de cinema do país reafirma seu compromisso com a valorização da produção audiovisual brasileira e com o fortalecimento das políticas públicas de cultura.

De 12 a 20 de setembro de 2025, o Cine Brasília será novamente o grande palco da diversidade estética, política e afetiva do cinema nacional, com sessões comentadas, mostras especiais, debates, oficinas e atividades formativas em diferentes regiões administrativas do DF.

Exibições de Vozes e Vãos no festival

15 de setembro (segunda-feira)

  • 15h – Complexo Cultural Planaltina
    Exibição com legendagem descritiva e audiodescrição
  • 18h – Cine Brasília – Sala Vladimir Carvalho
    Exibição com legendagem descritiva e audiodescrição
  • 19h45 – Sesc Gama e Sesc Ceilândia
    Exibição com legendagem descritiva

16 de setembro (terça-feira)

  • 11h – Sesc 504 Sul

Sobre as Diretoras:

Edileuza Penha de Souza – Diretora e Roteirista
Professora, escritora, documentarista e pesquisadora, Edileuza é referência no estudo e promoção da cultura quilombola e afro-brasileira. Doutora em Educação pela Universidade de Brasília (2013), desenvolve pesquisas nas áreas de cinema, gênero e raça. Seus filmes, como Mulheres de Barro (2014) e Filhas de Lavadeira (2019), receberam prêmios em diversos festivais. Outro destaque é o curta Vão de Almas (2023), gravado no Território Kalunga, que também vem conquistando reconhecimento nacional e internacional.

Edymara Diniz – Diretora e Roteirista
Formada em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília (UnB) e mestre em Artes pelo PPG-Arte/UnB, com pesquisa em processos composicionais para a cena. Especialista em História e Cultura Afro-brasileira e Africana pela Universidade Federal de Goiás (UFG), é autora do livro O Ensino do Teatro nos Quilombos: Memórias e Identidades Kalunga em Cena. Atua também como produtora cultural, com ampla experiência em elaboração e gestão de projetos.

“Este produto é realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo do Governo Federal, operacionalizado pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura.”

58º Festival de Brasília leva mostras de cinema a Ceilândia, Gama, Planaltina, Samambaia e Plano Piloto

Foto Humberto Araújo

Evento ocorre de 12 a 20 de setembro com mostras competitivas, sessões infantis, lançamentos de livros e programação gratuita; exibições serão no Cine Brasília e em seis polos, incluindo Sesc Estação 504 Sul, Sesc Setor Comercial Sul e Samambaia

O 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro acontece de 12 a 20 de setembro com uma programação descentralizada que levará mostras competitivas, sessões infantis e oficinas para várias Regiões Administrativas do Distrito Federal. Além das tradicionais exibições no Cine Brasília, o festival ocupará o Complexo Cultural de

Planaltina, o Sesc Gama, o Sesc Ceilândia, o Sesc Estação 504 Sul, o Sesc Setor Comercial Sul e, pela primeira vez, Samambaia, com sessões ao ar livre. O Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul) também sediará atividades do Ambiente Petrobras de Mercado.

Com realização e apresentação da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF em parceria com o Instituto Alvorada Brasil, a 58º edição do Festival de Brasília é apresentada e patrocinada pela Petrobras, conta com recursos da Lei de Incentivo à Cultura do Distrito Federal, LIC e Lei Rouanet, além de contar com patrocínio master do BRB e YouTube e patrocínios da Claro e Sebrae.

O mais longevo festival de cinema do país exibirá mais de 80 filmes nas mostras Competitiva Nacional, Mostra Brasília (com produções do DF), e das Mostras: Caleidoscópio, Festival dos Festivais, Coletivas Identidades, História(s) do Cinema Brasileiro, Clássicos Brasileiros. Além da exibição de filmes para o público infantil com o Festivalzinho e a exibição de Sessões Especiais. Programação completa: https://festcinebrasilia.com.br/programacao-geral/

Programação em Planaltina (Complexo Cultural)

O início da programação em Planaltina será no dia 13 de setembro às 19h com coquetel de abertura e apresentação de DJ. Em seguida terá início a exibição dos filmes da Mostra Competitiva Nacional que segue até o dia 19/09 sempre às 19h45 no Complexo Cultural de Planaltina. De 15 a 19/09, às 9h30, ocorrem as sessões infantis do Festivalzinho, e às 15h, a Mostra Brasília. A região também sedia a oficina Agentes do Cinema: aprenda a filmar ideias com o celular, voltada para estudantes da rede pública, entre 16 e 19 de setembro.

Programação no Gama e em Ceilândia (Sesc)

O Sesc Gama e o Sesc Ceilândia exibem, de 15 a 19/09, o Festivalzinho às 9h30 e a reprise da Mostra Brasília às 19h45. Em Ceilândia, serão oferecidas oficinas gratuitas no Centro Educacional: Cinema e imaginários periféricos, com Adirley Queiróz, e Corpo, Câmera, Ação! – Oficina de atuação para cinema, com Wellington Abreu.

Programação no Sesc Estação 504 Sul

A programação no Sesc Estação 504 Sul terá início no dia 15/09 às 11h com a exibição da Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro. De 15 a 20/09, o espaço recebe a Mostra Competitiva Nacional às 14h30. O espaço também recebe de 16 a 20/09 a exibição da Mostra Brasília às 11h.

Entre 15 e 19/09, sempre às 11h, às 17h e 19h, serão exibidos filmes das mostras Clássicos do Cinema Brasileiros, Festival dos Festivais e Coletivas Identidades, além de lançamentos de parceiros como a Globoplay, com o filme “Chico Anysio:

Um Homem À Procura de Um Personagem”, de Bruno Mazzeo, e o Canal Brasil, com “Paloma”, de Marcelo Gomes.

Programação no Sesc Setor Comercial Sul

No sábado (13/09), às 14h, a Mostra História(s) do Cinema Brasileiro exibe “Relâmpago de crítica murmúrios de metafísica”, de Júlio Bressane e Rodrigo Lima.

Às 17h, a Mostra 60 Anos do Festival de Brasília apresenta curtas de Kleber Mendonça Filho, e às 18h30, a Mostra Clássicos do Cinema Brasileiros exibe “Terceiro Milênio”, de Jorge Bodanzky. No domingo (14/09), às 11h haverá a exibição da Sessão Especial Curtas da Caravana Farkas Viramundo. O espaço

também exibirá a Mostra História(s) do Cinema Brasileiroàs às 14h e às 18h30 e a reprise da Mostra Competitiva Nacional às 16h.

Novidade: Cine Céu em Samambaia

O Festival chega a Samambaia nos dias 17, 18 e 19 de setembro (quarta, quinta e sexta), sempre às 19h, com o Cine Céu, promovendo sessões gratuitas ao ar livre para a comunidade. A atração principal será a exibição do grande clássico brasileiro: O Auto da Compadecida 2.

Cine Brasília

As sessões principais da Mostra Competitiva Nacional (13 a 19/09 às 21h) e da Mostra Brasília (15 a 19/09 às 18h) serão exibidas diariamente no Cine Brasília. O público também poderá desfrutar da Área de Convivência com praça de alimentação e apresentações de DJs todas as noites, a partir das 20h, com nomes como Dj Pezão e Barata do Sistema Criolina, e das festas Confronto Soundsystem, Balansoul, Pororoca, Pequila, Delírio Tropical e Toranja.

Lançamentos de Livros

A programação inclui ainda lançamentos de livros na Área de Convivência do Cine Brasília, com títulos como Casulo ao mar: tempo e solidão nos filmes de Marcelo Ikeda de Marcelo Ikeda e Arthur Gadelha (13/09 às 18h30); Viver o medo, de Jean-Claude Bernardet e Sabrina Anzuategui (14/9 às 18h30), Imagens de uma busca de si, de Márcio Andrade (15/09 às 18h30), Cultura é Poder: Reflexões sobre o papel da cultura no processo emancipatório da sociedade brasileira, de Jandira Feghali (16/09 às 18h30), e Clodo, Climério e Clésio: a Profissão do Sonho, de Dea Barbosa e Severino Francisco (19/09 às 18h30).

Ingressos

Os ingressos para todas as sessões da Mostra Competitiva Nacional (13 a 19/09) estarão à venda a partir do dia 13/09, no site ingresso.com e na bilheteria do Cine Brasília a partir das 14h, todos os dias. (R$ 20 a inteira e R$ 10 a meia entrada.)

Todas as outras Mostras do Festival terão entrada gratuita, sem retirada de ingressos. As Sessões estarão sujeitas à lotação

Conferência do Audiovisual

A 5ª Conferência Audiovisual ocorrerá na Área de Convivência do Cine Brasília de 16 a 20/09, sempre às 10h, com debates abertos ao público sobre temas como a regulação do streaming no Brasil, a utilização da Inteligência Artificial na produção audiovisual, a industrialização do setor e a chegada da TV 3.0. Também haverá debates no dia 18/09 às 14h e às 16h, no dia 19/09 às 14h e no dia 20/09 às 15h. Programação completa: https://festcinebrasilia.com.br/programacao-geral/

Debates sobre os filmes

Os debates com realizadores dos filmes da Mostra Competitiva Nacional ocorrerão no dia seguinte às exibições, sempre às 10h, no hotel Ramada Brasília Alvorada. A atividade é aberta ao público.

Os debates dos filmes da Mostra Brasília serão realizados de 15 a 19/09 no auditório do Cine Brasília sempre às 21h15.

Encerramento e Premiação

O Festival se encerra no sábado (20/09) com a exibição do longa brasiliense A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo, seguida da cerimônia de premiação. Serão concedidos prêmios do Júri Oficial e Júri Popular para longas e curtas-metragens nas categorias de Melhor Filme, Fotografia, Direção de Arte, Trilha Sonora, Edição de Som e Montagem. Os filmes da Mostra Brasília concorrem ao 27º

Troféu Câmara Legislativa

Mesa internacional e Masterclass

O Cine Brasília também vai receber outras atividades abertas ao público como o Painel sobre Tendências Globais no Audiovisual (16/09 às 16h), e duas Masterclass:

A beleza na direção audiovisual com Yasmin Thayná (14/09 às 16h) e Curadoria em cinema: do pensamento em ação com Amaranta César e Janaína Oliveira (19/09 às 19h).

Ambiente Petrobras de Mercado

A 7ª edição do Ambiente Petrobras de Mercado ocorrerá entre 15 e 17 de setembro no Cine Brasília, Espaço Cultural Renato Russo e Sesc da 504 Sul, com Rodadas de Negócios, Pitchings e debates com o objetivo de fomentar o setor audiovisual. A atividade exige inscrição prévia e é voltada para realizadores, diretores e produtores. Programação completa: https://festcinebrasilia.com.br/mercado/

Oficinas

O Festival oferece uma programação formativa em diversas regiões do DF, com nove oficinas gratuitas para crianças, jovens, profissionais do audiovisual, críticos e estudiosos, realizadas de 13 a 19 de setembro. As oficinas acontecem no Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul), no Cine Brasília, no IESB Asa Sul, na Universidade de Brasília (UnB) e em escolas da rede pública de Planaltina e Ceilândia. 

Programação: https://festcinebrasilia.com.br/informacoes-sobre-oficinas-agentes-do-cinema-aprenda-filmar-ideias-com-o-celular/

Games

O Festival de Brasília abre espaço para debater, criar e conectar o universo dos jogos ao cinema. No dia 16/09, uma mesa redonda discute Propriedade Intelectual e o Uso de IA nos Games e no dia 17/09, acontece o Pitching de Games, reunindo criatividade, tecnologia e audiovisual. Ambas atividades acontecem no Cine Brasília e são abertas ao público.

Serviço

58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

Data: 12 a 20 de setembro de 2025

Locais: Cine Brasília, Complexo Cultural de Planaltina, Sesc Gama, Sesc Ceilândia,

Sesc Estação 504 Sul, Sesc Setor Comercial Sul, Espaço Cultural Renato Russo,

Samambaia (Cine Céu)

Programação completa: https://festcinebrasilia.com.br

Redes Sociais: https://www.instagram.com/festbrasilia?igsh=MWRxMGM2cDJxaHlrag==

A Secretaria de Economia Criativa do Distrito Federal, a Petrobras e o Ministério da Cultura apresentam o 58° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

Foto divulgação

Evento ocorre de 12 a 20 de setembro com mostras competitivas, sessões infantis, lançamentos de livros e programação gratuita; exibições serão no Cine Brasília e em seis polos, incluindo Sesc Estação 504 Sul, Sesc Setor Comercial Sul e Samambaia

O 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro acontece de 12 a 20 de setembro com uma programação descentralizada que levará mostras competitivas, sessões infantis e oficinas para várias Regiões Administrativas do Distrito Federal. Além das tradicionais exibições no Cine Brasília, o festival ocupará o Complexo Cultural de

Planaltina, o Sesc Gama, o Sesc Ceilândia, o Sesc Estação 504 Sul, o Sesc Setor Comercial Sul e, pela primeira vez, Samambaia, com sessões ao ar livre. O Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul) também sediará atividades do Ambiente Petrobras de Mercado.

Com realização e apresentação da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF em parceria com o Instituto Alvorada Brasil, a 58º edição do Festival de Brasília é apresentada e patrocinada pela Petrobras, conta com recursos da Lei de Incentivo à Cultura do Distrito Federal, LIC e Lei Rouanet, além de contar com patrocínio master do BRB e YouTube e patrocínios da Claro e Sebrae.

O mais longevo festival de cinema do país exibirá mais de 80 filmes nas mostras Competitiva Nacional, Mostra Brasília (com produções do DF), e das Mostras:

Caleidoscópio, Festival dos Festivais, Coletivas Identidades, História(s) do Cinema Brasileiro, Clássicos Brasileiros. Além da exibição de filmes para o público infantil com o Festivalzinho e a exibição de Sessões Especiais. Veja a programação: https://festcinebrasilia.com.br/programacao-geral/

Programação em Planaltina (Complexo Cultural)

O início da programação em Planaltina será no dia 13 de setembro às 19h com coquetel de abertura e apresentação de DJ. Em seguida terá início a exibição dos filmes da Mostra Competitiva Nacional que segue até o dia 19/09 sempre às 19h45 no Complexo Cultural de Planaltina. De 15 a 19/09, às 9h30, ocorrem as sessões infantis do Festivalzinho, e às 15h, a Mostra Brasília. A região também sedia a oficina Agentes do Cinema: aprenda a filmar ideias com o celular, voltada para estudantes da rede pública, entre 16 e 19 de setembro.

Programação no Gama e em Ceilândia (Sesc)

O Sesc Gama e o Sesc Ceilândia exibem, de 15 a 19/09, o Festivalzinho às 9h30 e a reprise da Mostra Brasília às 19h45. Em Ceilândia, serão oferecidas oficinas gratuitas no Centro Educacional: Cinema e imaginários periféricos, com Adirley Queiróz, e Corpo, Câmera, Ação! – Oficina de atuação para cinema, com Wellington Abreu.

Programação no Sesc Estação 504 Sul

A programação no Sesc Estação 504 Sul terá início no dia 15/09 às 11h com a exibição da Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro. De 15 a 20/09, o espaço recebe a Mostra Competitiva Nacional às 14h30. O espaço também recebe de 16 a 20/09 a exibição da Mostra Brasília às 11h. Entre 15 e 19/09, sempre às 11h, às 17h e 19h, serão exibidos filmes das mostras

Clássicos do Cinema Brasileiros, Festival dos Festivais e Coletivas Identidades, além de lançamentos de parceiros como a Globoplay, com o filme “Chico Anysio: Um Homem À Procura de Um Personagem”, de Bruno Mazzeo, e o Canal Brasil, com “Paloma”, de Marcelo Gomes. Programação no Sesc Setor Comercial Sul

No sábado (13/09), às 14h, a Mostra História(s) do Cinema Brasileiro exibe “Relâmpago de crítica murmúrios de metafísica”, de Júlio Bressane e Rodrigo Lima. Às 17h, a Mostra 60 Anos do Festival de Brasília apresenta curtas de Kleber Mendonça Filho, e às 18h30, a Mostra Clássicos do Cinema Brasileiros exibe “Terceiro Milênio”, de Jorge Bodanzky. No domingo (14/09), às 11h haverá a exibição da Sessão Especial Curtas da Caravana Farkas Viramundo. O espaço. também exibirá a Mostra História(s) do Cinema Brasileiroàs às 14h e às 18h30 e a reprise da Mostra Competitiva Nacional às 16h.

Novidade: Cine Céu em Samambaia

O Festival chega a Samambaia nos dias 17, 18 e 19 de setembro (quarta, quinta e sexta), sempre às 19h, com o Cine Céu, promovendo sessões gratuitas ao ar livre para a comunidade. A atração principal será a exibição do grande clássico brasileiro: O Auto da Compadecida 2.

Cine Brasília

As sessões principais da Mostra Competitiva Nacional (13 a 19/09 às 21h) e da Mostra Brasília (15 a 19/09 às 18h) serão exibidas diariamente no Cine Brasília. O público também poderá desfrutar da Área de Convivência com praça de alimentação e apresentações de DJs todas as noites, a partir das 20h, com nomes como Dj Pezão e Barata do Sistema Criolina, e das festas Confronto Soundsystem, Balansoul, Pororoca, Pequila, Delírio Tropical e Toranja.

Lançamentos de Livros

A programação inclui ainda lançamentos de livros na Área de Convivência do Cine Brasília, com títulos como Casulo ao mar: tempo e solidão nos filmes de Marcelo Ikeda de Marcelo Ikeda e Arthur Gadelha (13/09 às 18h30); Viver o medo, de Jean-Claude Bernardet e Sabrina Anzuategui (14/9 às 18h30), Imagens de uma busca de si, de Márcio Andrade (15/09 às 18h30), Cultura é Poder: Reflexões sobre o papel da cultura no processo emancipatório da sociedade brasileira, de Jandira Feghali (16/09 às 18h30), e Clodo, Climério e Clésio: a Profissão do Sonho, de Dea Barbosa e Severino Francisco (19/09 às 18h30).

Ingressos

Os ingressos para todas as sessões da Mostra Competitiva Nacional (13 a 19/09) estarão à venda a partir do dia 13/09, no site: https://www.ingresso.com e na bilheteria do Cine Brasília a partir das 14h, todos os dias. (R$ 20 a inteira e R$ 10 a meia entrada.) Todas as outras Mostras do Festival terão entrada gratuita, sem retirada de ingressos. As Sessões estarão sujeitas à lotação.

Conferência do Audiovisual

A 5ª Conferência Audiovisual ocorrerá na Área de Convivência do Cine Brasília de 16 a 20/09, sempre às 10h, com debates abertos ao público sobre temas como a regulação do streaming no Brasil, a utilização da Inteligência Artificial na produção audiovisual, a industrialização do setor e a chegada da TV 3.0. Também haverá debates no dia 18/09 às 14h e às 16h, no dia 19/09 às 14h e no dia 20/09 às 15h.

Veja a programação: https://festcinebrasilia.com.br/programacao-geral/

Debates sobre os filmes

Os debates com realizadores dos filmes da Mostra Competitiva Nacional ocorrerão no dia seguinte às exibições, sempre às 10h, no hotel Ramada Brasília Alvorada. A atividade é aberta ao público.

Os debates dos filmes da Mostra Brasília serão realizados de 15 a 19/09 no auditório do Cine Brasília sempre às 21h15.

Encerramento e Premiação

O Festival se encerra no sábado (20/09) com a exibição do longa brasiliense A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo, seguida da cerimônia de premiação. Serão concedidos prêmios do Júri Oficial e Júri Popular para longas e curtas-metragens nas categorias de Melhor Filme, Fotografia, Direção de Arte, Trilha Sonora, Edição de Som e Montagem. Os filmes da Mostra Brasília concorrem ao 27º

Troféu Câmara Legislativa.

Mesa internacional e Masterclass

O Cine Brasília também vai receber outras atividades abertas ao público como o Painel sobre Tendências Globais no Audiovisual (16/09 às 16h), e duas Masterclass: A beleza na direção audiovisual com Yasmin Thayná (14/09 às 16h) e Curadoria em cinema: do pensamento em ação com Amaranta César e Janaína Oliveira (19/09 às 19h).

Ambiente Petrobras de Mercado

A 7ª edição do Ambiente Petrobras de Mercado ocorrerá entre 15 e 17 de setembro no Cine Brasília, Espaço Cultural Renato Russo e Sesc da 504 Sul, com Rodadas de Negócios, Pitchings e debates com o objetivo de fomentar o setor audiovisual. A atividade exige inscrição prévia e é voltada para realizadores, diretores e produtores. (https://festcinebrasilia.com.br/oficinas/)

Oficinas

O Festival oferece uma programação formativa em diversas regiões do DF, com nove oficinas gratuitas para crianças, jovens, profissionais do audiovisual, críticos e estudiosos, realizadas de 13 a 19 de setembro. As oficinas acontecem no Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul), no Cine Brasília, no IESB Asa Sul, na Universidade de Brasília (UnB) e em escolas da rede pública de Planaltina e Ceilândia. (https://festcinebrasilia.com.br/oficinas/)

Games

O Festival de Brasília abre espaço para debater, criar e conectar o universo dos jogos ao cinema. No dia 16/09, uma mesa redonda discute Propriedade Intelectual e o Uso de IA nos Games e no dia 17/09, acontece o Pitching de Games, reunindo criatividade, tecnologia e audiovisual. Ambas atividades acontecem no Cine Brasília e são abertas ao público.

Serviço

58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro

Data: 12 a 20 de setembro de 2025

Locais: Cine Brasília, Complexo Cultural de Planaltina, Sesc Gama, Sesc Ceilândia,

Sesc Estação 504 Sul, Sesc Setor Comercial Sul, Espaço Cultural Renato Russo,

Samambaia (Cine Céu)

Programação completa: https://festcinebrasilia.com.br

Redes Sociais: https://www.instagram.com/festbrasilia?igsh=MWRxMGM2cDJxaHlrag==

Rap Fashion agita Ceilândia ao levar o rap para a passarela

Rapper Japão em apresentação foto: divulgação

Criado pelo estilista Romildo Nascimento, o desfile acontece no dia 14 de setembro e recebe artistas do rap em uma celebração a moda urbana do DF

No próximo dia 14 de setembro, a moda tomará conta da Ceilândia, com o desfile promovido pelo projeto Rap Fashion. Idealizado pelo estilista Romildo Nascimento, a iniciativa levará a Biblioteca de Ceilândia, um evento gratuito que celebra a estética das periferias, unindo cultura hip hop, inclusão e criatividade. Artistas do rap, influenciadores locais e modelos subirão à passarela para uma apresentação que promove a força criativa da maior cidade do Distrito Federal.

A proposta do Rap Fashion vai além da estética: é um projeto de formação, inclusão e valorização dos talentos criativos das comunidades. Antes do desfile, foi realizada uma oficina de criação de looks com jovens da periferia, que aprenderam diretamente com Romildo a desenhar e confeccionar peças autorais. O resultado desse processo colaborativo será exibido ao público em uma coleção de 20 looks para o desfile.

“A moda pode e deve ser para todos. Este projeto nasce da Ceilândia para mostrar que estilo, potência criativa e representatividade não precisam de CEP nobre para brilhar”, afirma Romildo, que já participou de 12 edições do Capital Fashion Week tem suas criações vestidas por artistas e comunicadores do país inteiro.

Segundo a rapper Belladona, uma das convidadas a participar do desfile, a expectativa é de que o evento dialogue diretamente com quem vive e valoriza a cultura do rap. “Espero que o Rap Fashion se conecte com quem ama o hip hop, que traga a moda junto das tendências artísticas e culturais e reflita aquilo que realmente é vestido nas ruas”, afirmou. “Fazer parte desse momento é uma honra. Vai ser um marco na história da moda e do rap de Brasília”, comemorou!

A artista também destaca o desfile como um espaço de expressão e identidade. “O rap sempre teve uma relação histórica com a moda, influenciando tendências, criando estilos e até impulsionando grandes marcas. Essa conexão aparece no vestuário, que carrega a cultura de rua e a auto expressão. A moda, nesse contexto, vira uma forma de comunicar quem somos e o que acreditamos”, ressaltou.

Além do desfile, o projeto culminará na produção de um catálogo digital, reunindo imagens das peças desenvolvidas na oficina. O material será disponibilizado gratuitamente nas redes sociais do projeto e dos artistas participantes, ampliando o alcance das criações e oferecendo uma vitrine para novos talentos da moda local.

O evento terá apresentação do rapper Japão, do grupo Viela 17,  discotecagem do Lethal Breaks e produção executiva de Ruth Venceremos, nomes que reforçam o compromisso do projeto com a diversidade, inclusão e representatividade real.

Contemplada pela Política Nacional Aldir Blanc, a iniciativa oferecerá toda a estrutura para a realização do desfile, incluindo acessibilidade para o público e os modelos PcD. 

Serviço

Biblioteca pública de Ceilândia – Ceilândia Norte QNN 13 Ao lado da estação de metrô, Área Especial – Ceilândia, Brasília – DF

Data: 14 de setembro de 2025 (sábado)
Horário: 15h
Entrada: gratuita
Mais informações: https://www.instagram.com/rapfashionbr?igsh=YmJ0NWo5b3Bxa2Nu e https://www.instagram.com/romildonascimentostore?igsh=YzJmcTFsYTdjZ3Vy

A CAIXA CULTURAL BRASÍLIA RECEBE ACLAMADA OBRA TEATRAL NASTÁCIA

Foto divulgação

Vencedora dos principais prêmios de teatro do país, além de 34 indicações, a peça retrata a violência e o abuso contra a mulher, ao encenar o episódio das páginas mais notáveis da literatura universal: a compra de Nastácia Filíppovna – a mais trágica de todas as heroínas de Dostoiévski, no clássico “O Idiota”, publicado em 1869

A montagem, que cumpre temporada no Teatro da CAIXA Cultural Brasília de 5 a 14 de setembro, reúne Chico Pelúcio, Flávia Pyramo, Lenine Martins, Miwa Yanagizawa, Pedro Brício, Ronaldo Fraga e Cao Guimarães. A imagem de Nastácia Filíppovna é a representação mais pungente da luta de uma mulher contra a afronta à sua dignidade.

Órfã desde a infância, Nastácia foi criada por um oligarca que a transformara em concubina aos 12 anos de idade. Uma mulher forte e de beleza estonteante, se vinga da sociedade patriarcal que acredita que o poder e o dinheiro são absolvição para a prática de abusos, humilhações, violência física e moral contra as mulheres. Nastácia termina morta em uma cama, com uma facada debaixo do seio esquerdo.

Com direção de Miwa Yanagizawa e dramaturgia de Pedro Brício, a montagem une teatro e videoarte para contar a história de uma das mais instigantes personagens femininas da literatura universal. Para Flávia Pyramo, idealizadora do projeto e intérprete de Nastácia, a personagem é um exemplo de coragem e resiliência, uma mulher que fez da própria vulnerabilidade a sua força, lutando por dignidade mesmo sob uma violência terrível.

“Interpretar Nastácia é conviver com um coração disparado e olhos alagados. Toda vez que sou atravessada pelo pensamento de reencontrá-la, uma alegria extasiante vibra em todo canto do meu corpo, porque eu a amo; mas junto vem a dor de um estômago apertado, pois sei que contarei essa história olhando nos olhos de muitas protagonistas dessa tragédia real que é a violência contra as mulheres”, afirma.

Nastácia fez estreia em agosto de 2019, em Belo Horizonte, com apresentações também no Rio de Janeiro, conquistando o Prêmio Shell (RJ) de Melhor Direção, o Prêmio APTR de Melhor Direção e o Prêmio APTR de Melhor Cenário, além de 34 indicações aos principais prêmios do país. Em recente temporada no Festival Off Avignon 2025, na França, edição em que o Brasil foi o país convidado de honra, Nastácia foi escolhida como uma das peças favoritas (Coups de Coeur), pelo Jornal Le Dauphiné Liberé, descrita como “Uma epopeia brilhante”, segundo o jornal La Terrasse.

Os artistas por trás de Nastácia são um destaque à parte. O atual elenco é formado por Chico Pelúcio (Totski), Flávia Pyramo (Nastácia) e Lenine Martins (Gánia). A consultoria teórica é de Paulo Bezerra, principal tradutor da obra de Dostoiévksi para o português, e

Flávio Ricardo Vassoler; a direção de arte (cenário e figurino) é de Ronaldo Fraga; videoarte de Cao Guimarães; luz de Chico Pelúcio e Rodrigo Marçal; trilha sonora de Gabriel Lisboa; e direção de movimento de Tuca Pinheiro.

A narrativa

A peça se passa no apartamento de Nastácia, na noite do seu aniversário. Ela deve anunciar seu casamento com Gánia, união articulada pelo oligarca Totski, homem que transformou Nastácia em concubina desde a adolescência e a submete a um verdadeiro leilão naquela noite. “A escolha da festa do seu aniversário, como recorte, se deu pela importância deste momento, momento em que ela enfrenta seu algoz e toda a sociedade, e trata a todos e ao dinheiro com o mais altivo desdém e repulsa.”, conta Flávia.

Para Pedro Brício, repulsa e atração são forças conflitantes nos três personagens. “Na festa, além deles, há outros convidados que não vemos, estão subtraídos na encenação, são apenas mencionados. São aparências e ausências”, diz. Na dramaturgia, os três personagens do texto contracenam e, também, monologam sobre suas estórias. A festa não acontece de maneira cronológica. “O passado irrompe de repente e toma conta da cena. A força do que acontece está ali. Entendemos claramente a estória; a potência do drama dos personagens é o que arrebata, por ser tão vertiginoso e por se transformar de uma hora para outra diante dos nossos olhos.”

Passado e presente

Concebido entre 1867 e 1869, “O Idiota” está longe de ser anacrônico. A pesquisa “Elas vivem”, desenvolvida pela Rede de Observatórios de Segurança, levantou dados sobre a violência contra mulheres em 2024, indicando que a cada 24 horas, 11 mulheres foram vítimas desse tipo de violência no Brasil. Ao todo, foram 4.181 vítimas registradas em 2024, um aumento de 12,4% em relação a 2023.

Para a diretora, Miwa Yanagizawa, a arte é um espaço em que o artista pode, como mediador, reumanizar estatísticas devastadoras como essas. “Às vezes, os números são terríveis. São séculos de opressão e crueldade contra as mulheres e, muitas vezes, acho que não nos vemos responsáveis pela manutenção de tais tragédias. Tomamos distância como se elas pertencessem a um outro universo. Então, lemos os números e seguimos nossas vidas repetindo gestos que alimentam a irracionalidade e a negligência com os outros, mas, ‘sem perceber’, estamos colaborando com o crescente e alarmante número da violência contra a mulher, por exemplo.”

“A história de Nastácia, como tudo em Dostoiévski, é de uma espantosa atualidade”, sublinha Paulo Bezerra. Primeiro ela é vítima de um grão-senhor e gentleman pedófilo, que se vale do estado de miséria dela e do dinheiro que possui e a transforma em concubina aos doze anos de idade, sem sofrer qualquer censura da sociedade. Depois, já adulta, é vítima de um amante paranoico, que, por não conseguir conquistar seu amor, simplesmente a mata. Portanto, duas formas de crime contra a mulher: o crime alicerçado no dinheiro e o crime derivado da impossibilidade de conquistar o coração e a mente da mulher.”

Oficina gratuita

Ministrada por Flávia Pyramo, a oficina Experimento Criativo Coletivo, na CAIXA

Cultural Brasília, oferece aos participantes uma vivência do processo criativo coletivo que

originou o espetáculo “Nastácia”. Com duração de 4 horas, o workshop, programado para

dia 9/9 (terça-feira), a partir das 14h, utiliza improvisações cênicas direcionadas para

estimular a criação individual dentro do coletivo, promovendo o desenvolvimento artístico-

cultural. Destina-se a atores e não-atores acima de 16 anos, sem restrições de perfil

socioeconômico, e a seleção é feita mediante inscrição online pelo site:

https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Brasilia.aspx

“Quilombo: A Reinvenção da Vida”  chega ao Espaço Venâncio Cultural

Foto divulgação

Exposição lança expedição para a COP 30, apresentando a solidariedade como tecnologia social para o futuro.

De 10 a 21 de setembro, das 11h às 19h. Entrada franca.

Uma proposta inovadora de narrativa visual e documental aporta no Espaço Venâncio Cultural com a exposição “Quilombo: A Reinvenção da Vida”, de 10 a 21 , das 11h às 19h. A mostra, que tem  acesso gratuito, é a primeira etapa de um projeto ambicioso: o lançamento oficial de uma expedição que apresentará a tese de que a solidariedade é uma das tecnologias sociais mais profundas e necessárias para a manutenção da humanidade, diretamente na COP 30, em Belém. O projeto utiliza o Quilombo Kalunga — a maior extensão territorial quilombola do país, que elegeu o primeiro prefeito quilombola do Brasil — como um “exemplo vivo” de resiliência e adaptação.

A exposição propõe um diálogo entre os saberes ancestrais brasileiros e as políticas públicas de adaptação climática. Ela também servirá como laboratório de gravações para o documentário“Quilombo: A Reinvenção da Vida”, que traz uma inovação na produção: as entrevistas serão gravadas de forma aberta ao público, dentro da própria exposição. Isso cria uma ponte direta entre a sociedade e os entrevistados, tornando a mostra uma experiência viva e colaborativa que vai além da visitação.

Além disso, o roteiro do documentário se constrói de forma não linear, como um “quebra-cabeça”, a partir da análise de uma ampla base de dados científicos, cruzada com as entrevistas por meio de Modelos de Linguagem (LLMs).

A jornada da exposição é estruturada em cinco blocos temáticos, que conduzem o visitante por uma narrativa coesa e impactante. A experiência imersiva é criada pela combinação de textos, fotografias documentais e projeções interativas, reforçando o envolvimento sensorial do público com a história.

O projeto é resultado de um mergulho pessoal do autor no território Kalunga, no coração da Chapada dos Veadeiros. Durante três meses, ele viveu e documentou o dia a dia da comunidade durante a campanha de vacinação contra a COVID-19 — uma imersão que permitiu a construção de uma narrativa a partir de um diálogo íntimo, revelando as histórias necessárias para o documentário.

Responsável pela curadoria do Espaço Venâncio Cultural, Ilka Teodoro reforça a importância da iniciativa: “A exposição chama atenção para o Quilombo enquanto estratégia de enfrentamento às emergências climáticas. O Espaço Venâncio Cultural, no centro da capital da república, recebe e visibiliza a mostra que retrata a importância da população quilombola, com seus saberes e tecnologias ancestrais, para a preservação do planeta. Assim como os povos originários, os povos quilombolas merecem a centralidade deste debate. As imagens, sensíveis e belas,   capturam a essência do tema. Vale a pena”, explica.

Sobre o autor

Com uma carreira de destaque no fotojornalismo e na produção de narrativas visuais, o jornalista visual Edu Cavalcanti iniciou sua trajetória em redações de jornais de Santa Catarina. Sua experiência se estende a projetos internacionais, documentando os aborígenes e a influência colonial na Austrália, além do impacto da globalização em povoados milenares no alto do Himalaia, em Ladakh, na Índia.

Eduardo colaborou na produção de documentários para a ONU, registrando comunidades quilombolas e a população em situação de rua no Distrito Federal, e integrou a equipe de documentaristas do UOL. Como pessoa neurodivergente, diagnosticada com dislexia, ele utiliza sua perspectiva única para narrar histórias profundas com empatia e defender a igualdade.

Estacionamento promocional

Para maior comodidade, o shopping proporciona conforto e segurança aos clientes, que além de contar com estacionamento coberto a um preço fixo de R$ 8, de segunda a sexta-feira, das 17h às 2h, também oferece estacionamento gratuito para compras acima de R$ 50 aos finais de semana e feriados. Para ter acesso ao benefício de gratuidade, basta levar o comprovante da compra realizada e validar o ticket no Balcão de Informações, no piso G1. Promoção válida das 8h às 23h59 e não cumulativa com outros benefícios. Para mais informações consulte o regulamento no site: https://www.venancioshopping.com.br/

Sobre o Venâncio Shopping  

No centro da capital do país, desde 1976, o Venâncio Shopping traz em seu DNA um conceito inovador. Além de ser uma excelente opção para compras e experiências, é também um Hub de Serviços e ponto de solução de pessoas, com sua torre business atrelada a torre de Serviços, alta gastronomia da capital como Jamie Olivier Kitchen, Cantón Peruvian & Chinese Food, Chaco, Confraria do Camarão e Outback Steakhouse, Starbucks e Scada Café. Entre os serviços oferecidos, estão opções como: cartório de registro de imóveis em Brasília, clínicas, faculdades, entre outros.

Serviço: 

Exposição “Quilombo: A Reinvenção da Vida”

De 10 a 21 de setembro de 2025

Local: Espaço Venâncio Cultural – Venâncio Shopping

Horário: 11h às 19h

Acesso: Gratuito Classificação: Livre

Informações: (61) 991377877

Venâncio Shopping      
SCS Q 8 – Asa Sul               
Informações: (61) 3208-2000                       
Canais digitais: https://www.venancioshopping.com.br/

 

33a Expoabra entra em clima de até breve com diversas atrações e Cavalgada

Show com o cantor Murilo Huff, exposições, provas, gastronomia, Happy Hour e muito mais marcam o final da edição do evento

Depois de nove dias de atividades abertas ao público, a 33a Expoabra entra em ritmo de até breve. Até o meio dia deste sábado (6/9), cerca de 70 mil pessoas já haviam passado pelo Parque de Exposição Granja do Torto (PGT), no evento que marca a volta do complexo ao circuito das grandes atrações de Brasília. Toda a programação do evento tem entrada grátis.

E a Expoabra prossegue durante o fim de semana. Neste sábado, a programação inclui um variado leque de atividades, coroado com o show do cantor Murilo Huff, sucesso nacional e autor de diversas composições, no palco principal. Também haverá Pedro Paulo e Matheus e Belluco e, por fim, a dupla PH e Michel. A produção pede a doação de um quilo de alimento não perecível.

E a 33a Expoabra tem muito mais que shows. Ao longo do dia, o PGT também sedia o III Congresso Nacional do Direito no Agronegócio. Seguem as exposições e julgamentos de cavalos Mangalarga Marchador, com provas sociais. As provas sobre montaria incluem os Três Tambores, Laço e Rédeas.

A Expoabra também abriga a Feira Rural Emater-DF/Senar-DF e Secretaria da Mulher, exposições e venda de plantas, incluindo a Feira de Orquídeas, produtos e alimentos artesanais, decoração e bebidas selecionadas.

A criançada, por sua vez, continua se encantando com a Fazendinha, os passeios de trenzinho e o contato direto com os grandes animais.

A gastronomia inclui o Galpão do Movimento Tradicionalista Gaúcho, costelão, pratos tradicionais e o divertido Agrobar, com sua decoração temática e despojada.

O Happy Hour na Alameda Central vai desde a hora do almoço até a noite, com o grupo Forte Atração, a dupla Marcos Paulo e Kaio Farias e Rafa Souza.

Para o presidente do PGT, Edson Rohden, o evento mostra a importância do Parque para a população do DF. “O PGT é um patrimônio, um ponto de encontro de famílias, um lugar para que as pessoas possam se divertir e, ainda, obter conhecimento. Estamos entregando 10 dias de grandes atividades, com aulas, palestras, música, animais em exposição, shows memoráveis e muito mais”, declarou. “Ficamos muito satisfeitos com tudo isso, em fazer parte da vida do brasiliense”, completou.

O diretor-executivo do PGT, Luciano Mendes, destaca a estrutura do PGT. “É muito bom chegar à reta final de um evento dessa grandeza com a certeza de que oferecemos o melhor. Hoje temos um parque bonito, acessível, digno de abrigar a Expoabra e os visitantes. E que venham cada vez mais melhorias”, disse.

7 de setembro
Para o domingo (7/9), uma despedida digna da grandeza de todo o evento. Às 8h, na Alameda Central, será realizado um café da manhã aberto ao público. Depois, às 9h, será dada a largada para Cavalgada da Independência, que incluirá uma volta a cavalo no Parque de Exposições Granja do Torto, no trajeto “Abraço de Despedida na Granja do Torto”.

A cavalgada terá transmissão ao vivo pelo instagram da Expoabra (@expoabraoficial). O momento simbólico tem previsão de terminar às 12h, com o retorno para o Parque e o início do Happy Hour especial “Dia de Celebrar”.

O coordenador de eventos do PGT, William Barbosa, resumiu a 33a Expoabra a volta do parque ao circuito dos grandes eventos do DF. “A Granja voltou. E voltou com força total. Esta edição da Expoabra marca esse sentimento em meio à nossa população”, finalizou.

SERVIÇO
33a Expoabra

  • Local: Parque de exposição Granja do Torto
  • Data: até domingo, 7 de setembro, a partir das 8h
  • Classificação livre (menores devem estar acompanhados dos pais)
  • Entrada gratuita
  • Sábado (6/9): Shows de Murilo Huff; Pedro Paulo e Matheus e Belluco; PH e Michel, a partir das 19h
  • Entrada gratuita
  • Classificação livre (menores devem estar acompanhados dos pais)
  • Doação de 1 kg de alimento não perecível

Câmbio Negro ocupa a Esplanada dos Ministérios em festival que celebra 35 anos de carreira da banda

Foto divulgação

Grupo cria festival para dar o show que sempre quis fazer, com duas horas de duração e a participação especial de Duckjay (Tribo da Periferia), Japão (Viela 17), BellaDonna e outros parceiros 

Festival Câmbio Negro 35 anos acontece em 13 de setembro, com entrada franca, e três shows nacionais, dos grupos Conexão Suburbana (GO), Opanijé (BA) e Lauren Priscila (SP)

Fundamento do hip-hop brasileiro, a banda Câmbio Negro completa 35 anos de carreira em 2025. Para celebrar o marco, o grupo liderado pelo rapper X quer fazer história, realizando a primeira edição do Festival Câmbio Negro no dia 13 de setembro de 2025, a partir das 17h, na Esplanada dos Ministérios e com entrada franca. Os ingressos podem ser retirados no Sympla a partir de 14 de agosto, às 18 horas. 

O evento promete reunir diferentes gerações de devotos do hip-hop, seja pela programação escalada por X, com bons representantes dos quatro elementos desta cultura (rap, break, grafite e DJ), seja pelo show especial que o Câmbio Negro está preparando para a ocasião. 

Hoje formada pelo guitarrista Ralph Sardela, o baterista Denizar Marques, o baixista Moisés Pacífico, o DJ Beetless e os vocais de X, a banda foi criada em 1990 na Ceilândia e contribuiu ativamente para a nacionalização do movimento hip-hop ainda naquela década, ajudando a formar as bases para a ascensão nacional do rap. 

35 anos depois da fundação, Câmbio Negro apresenta um show inédito, de duas horas, no coração político do país, reunindo repertório dos três álbuns (“Sub-raça”, 1993; “Diário de um Feto”, 1995; e “Câmbio Negro”, 1998) e diversos singles. 

A apresentação comemorativa ganha participações especiais de BellaDonna, Xande (Mente Consciente), Japão (Viela 17), Magu (Diga How), US Blacks, Duckjay (Tribo da Periferia), pela primeira vez dividindo o palco com X e GOG (participação em vídeo). Também somam no show, os grupos DF Zulu Breakers, e Roller Grooove (participação em vídeo), além de grandes representantes da capoeira (mestres Jânio, Pequeno, Fiapo, Zé Cláudio e Teté), tradição da qual X também é praticante. 

O Festival 

O show celebrativo e o festival vêm sendo construídos há sete anos. “É um sonho que começou a ser pensado em 2018, para comemorar os 30 anos de banda. Veio a pandemia, adiamos os planos, mas também aprimoramos muito o formato dessa celebração. E agora vem!”, afirma X, líder do grupo. 

Criar um festival para fazer o show que precisa ser feito foi a solução de X para fugir à regra dos eventos atuais de hip-hop, segundo ele, pouco preocupados em relembrar das essências do movimento. Longe dos line-ups convencionais, ele resolveu reunir outros grupos que, como o Câmbio Negro, apesar da boa trajetória e da demanda de público, quase nunca são elencados em grandes eventos. 

De Goiânia, os parceiros da Conexão Suburbana prometem criar o clima de baile rap dos anos 1990. Sob o comando do vocalista Preto Wallace, o grupo dividia os palcos com o Câmbio Negro lá atrás, tendo ampla sinergia com o rap do DF, e prometem matar a saudade do público de Brasília. 

De São Paulo, e também da mesma geração do Câmbio, a rapper Lauren Priscila também integra a line-up do festival. Tendo passado pelos grupos Mentalidade Humana e Grupo de Extermínio, Lauren fez parte da banca RZO e foi parceira de palco da saudosa Dina Di, precursora do rap feminino, no grupo Visão de Rua.  

Da Bahia, o grupo Opanijé mescla a cultura do candomblé às rimas do rap, um dos diferenciais da banda. Eles trazem ao palco do Festival o repertório do álbum “Opanijé” (2013) e singles como “Segredo” e “Ajayô“. Além dos três shows nacionais, o festival tem o DJ Léo animando os intervalos da festa com repertório encomendado por X, de “pedradas” de todos os tempos da black music. 

Celebrando o movimento hip-hop de forma integral, além de rima de DJ, o festival tem também ações de grafite ao vivo, comandadas por Nay Naty, Soneca, Guga Baygon e Snupi, este último, também cenógrafo do evento. O break vem representado, além da participação do DF Zulu Breakers, precursores no DF, no show principal.

O Festival Câmbio Negro terá Feira de Economia Criativa, com negócios criativos que são parceiros do grupo desde os anos 90, como a loja e o podcast Gringos, o Mercadinho do Natinho e a Manos Caps. Também haverá área gastronômica com preços acessíveis e área especial para pessoas com deficiência. 

Para X, “o festival é dedicado a todos que amam a cultura hip-hop. É pra quem ama, vive e sente. Quem às vezes não tem condições financeiras, ganha um salário mínimo, mas compra nosso disco, ouve nossa música, curte nas redes, compra camiseta… Essa festa é dedicada a quem ama o Câmbio Negro, pra quem acredita e sabe que não é moda”. 

O Festival Câmbio Negro 35 anos é realizado pelo Instituto Palco Cultura, a Câmbio Negro Produções, o Grupo Mandala e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. Um festival pra cantar junto, se emocionar e levar as novas gerações para conhecer o legado do rap candango, e sua importância enquanto movimento de base. 

Sobre o Câmbio Negro 

Criado em 1990 na Ceilândia, o grupo Câmbio Negro chamou atenção da crítica especializada e público já no início daquela década. Sua fusão de rap e rock a elementos do funk e da soul music dos anos 1970 e 80 – referências musicais de X, que frequenta salões de black music desde a adolescência – atraiu os olhares da juventude da época, que passaram a ver no rap um espaço de representação e contestação aos conflitos da época. 

A banda venceu o melhor videoclipe de 1999 pelo VMB da MTV Brasil, viveu um hiato na primeira década dos anos 2000 e retornou aos palcos em 2018, durante as comemorações do Aniversário de Brasília daquele ano, sob demanda incessante do público, que nunca deixou de lhes acompanhar. 

A discografia da banda é formada por “Sub-raça” (1993), “Diário de um Feto” (1995) e “Câmbio Negro” (1998) e diversos singles, como “Esse é meu País” (1998), “Ninguém Toma“ (2018), “Fogo no Canavial“ (2022), “Desejo de Matar” (2023), “Ceilândia Revanche do Gueto” (2024) e “Meu irmão” (2024). 

Sobre X 

Nascido em Brasília, em 1968, entrou no universo do hip-hop aos 15 anos, em 1983, dançando break. Em 1989, ajuda a fundar a DF Zulu Breakers, grupo clássico de B.Boys e B.Girls do DF comandado por Souto, referência mundial da dança break. Nas rimas, começa em 1988, vencendo seu primeiro concurso em 1989. Funda o Câmbio Negro em 1990 e em 1993 passa a ter reconhecimento nacional com o álbum “Sub-raça”. 

Com o hiato da banda nos anos 2000, lança dois álbuns-solo, “Um homem só” (2001) e “Curto e Grosso” (2005). Até a volta do Câmbio Negro, em 2018, participa de outras gravações em álbuns de parceiros. Desde a retomada da banda, tem estado muito ativo na produção e lançamento de singles, e já acumula mais de 40 registros fonográficos com sua assinatura.

Programação

Show Câmbio Negro 35 anos

Com participações especiais de:

Duckjay (Tribo da Periferia)

Japão (Viela 17)

BellaDonna

Xande (Mente Consciente)

Magu (Diga How)

US Blacks 

GOG (participação em vídeo)
DF Zulu Breakers

Roller Grooove (participação em vídeo)

Grupos de Capoeira

Programação de abertura

Conexão Suburbana (GO)

Opanijé (BA)
Lauren (SP)
DJ Léo (DF)

Serviço – Festival Câmbio Negro 35 anos 

Data: 13 de setembro de 2025

Horário: 17h às 02h

Local: Esplanada dos Ministérios (em frente à rodoviária do Plano Piloto)) 

Classificação indicativa: 16 anos 

Entrada franca com retirada de ingressos pelo Sympla (a partir de 14 de agosto): https://www.sympla.com.br/evento/festival-cambio-negro-35-anos/3072643

Informações: https://www.instagram.com/cambionegro90?igsh=Mm1vNHBqbjBmdWly

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Semana do Cerrado: Exposições e shows gratuitos movimentam a Esplanada nos dias 11, 12 e 13 de setembro

Foto divulgação

Evento traz apresentações artísticas, feira de expositores e opções gastronômicas variadas

Entre os dias 11 e 13 de setembro, a partir das 14h, a Esplanada dos Ministérios vai virar ponto de encontro para quem gosta de música, cultura e natureza. Serão três dias de programação gratuita, com shows ao vivo, feira de artesanato, gastronomia e vivências culturais. O evento acontece ao lado da Biblioteca Nacional e é aberto ao público.

A ação faz parte da Exposições Cerrado Vivo, iniciativa do Ministério da Cultura em parceria com o Instituto Arvoredo, que já passou por várias regiões administrativas do Distrito Federal promovendo oficinas, exposições e rodas de conversa sobre o Cerrado e os povos tradicionais da região.

Agora, a última parada do projeto será marcada por uma grande celebração no centro de Brasília, com foco especial na música e na diversidade cultural.

Palco com atrações para todos os gostos

A programação musical começa sempre no fim da tarde, com DJs e apresentações ao vivo de artistas locais e regionais. Estão confirmados nomes como Pedro Paulo e Matheus, Nego Rainner, Encosta N’eu, Junior Ferreira, entre outros. As apresentações são variadas e incluem do sertanejo ao pagode, passando por projetos autorais da cena do DF.

Além dos shows, o público poderá visitar uma feira cultural com artesanato e produtos locais, além de um espaço gastronômico voltado aos sabores típicos do Cerrado.

No sábado (13), a programação começa mais cedo com a presença de Hiparidi Top’tiro, liderança indígena Xavante, que traz uma fala sobre o papel dos povos tradicionais na preservação do Cerrado.

Com expectativa de receber mais de 30 mil pessoas, o evento busca celebrar as culturas que mantêm vivo o bioma e reforçar a importância da preservação ambiental por meio da arte, da música e do encontro com diferentes saberes.

Programação musical

Quinta-feira | 11 de setembro

  • 17h30 – Abertura com Cacá Silva (mestre de cerimônias)
  • 18h00 – Apresentação com DJ
  • 19h00 – Roni e Ricardo
  • 20h00 – Encosta N’eu
  • 21h00 – Banda Imagem

Sexta-feira | 12 de setembro

  • 17h30 – Cacá Silva (mestre de cerimônias)
  • 18h00 – Apresentação com DJ 
  • 19h00 – Pagode do Vini
  • 20h00 – Menino Ricco
  • 21h00 – Nego Rainner

Sábado | 13 de setembro

  • 16h00 – Conversa com Hiparidi Top’tiro:
    A contribuição dos povos indígenas para a conservação do Cerrado
  • 17h00 – Abertura com Cacá Silva
  • 17h30 – Apresentação com DJ
  • 18h00 – Projeto Cerrado
  • 19h00 – Pedro Paulo e Matheus
  • 21h00 – Roniel e Rafael
  • 22h00 – Junior Ferreira

Serviço

Exposições Cerrado Vivo

Data: 11, 12  e 13 de setembro

Horário: A partir das 14h – Shows a partir das 17h.

Local: Entre o Museu da República e Biblioteca Nacional

Realização: Instituto Arboredo

Apoio: Ministério da Cultura 

Em ritmo de amor, vem aí a 29a Festa do Morango de Brasília, em Brazlândia-DF

Foto divulgação

Além de muito sabor, o tradicional evento, na capital brasiliense do morango, terá shows gratuitos ao público, com Nattanzinho Lima, Rio Negro e Solimões, Calcinha Preta, Murilo Huff e muito mais

O amor está no ar: vem aí a 29a Festa do Morango de Brasília, na capital brasileira do fruto, Brazlândia, no Distrito Federal. O evento será realizado nos dois primeiros finais de semana de setembro (de 5 a 7 e de 12 a 14), e faz parte do calendário oficial do DF e afetivo do brasiliense. A realização é da Associação Cultural Rural Alexandre Gusmão (Arcag) e Instituto Alvorada Brasil, em parceria com a Emater-DF e apoio do Sicoob, Administração Regional de Brazlândia, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal,

Secretaria de Turismo, GDF, Superintendência de Agricultura e Pecuária do Distrito Federal e Ministério da Agricultura e Pecuária.

Mais em alta do que nunca, o morango, seus derivados e os produtores locais são as grandes estrelas da festa, que valoriza os fruticultores da segunda cidade mais antiga do DF. Dessa forma, produtos como o famoso Morango do Amor, bolos, doces, tortas, geleias e bebidas provenientes da hortaliça estarão em evidência no evento, onde a Morangolândia o espaço certo para tantos sabores.

A festa é um verdadeiro desfile de delícias do morango, mas é muito mais do que um festival de prazeres do paladar. No evento, também será possível encontrar produtos artesanais, como roupas, decoração e plantas, diversão e, é claro, atrações musicais imperdíveis.

Tradição no evento, os grandes shows já começam quentes, com o irreverente som sertanejo de baile da dupla Rio Negro e Solimões abrindo os grandes shows na sexta-feira, dia 5. O sábado (6) traz o talento do cantor Guilherme Silva, sucesso nas pistas de todo o Brasil. No domingo (7), é a vez de Nattanzinho Lima.

A festa continua a todo o vapor no fim de semana seguinte. Os trabalhos recomeçam na sexta-feira (12/9), com todo o carisma do cantor e compositor Murilo Huff. No sábado (13), quem sobe ao palco é o cantor Léo Magalhães. A celebração do morango fecha no domingo (14), com a energia dançante do grupo Calcinha Preta.

Em todos os dias, o evento também valoriza a economia criativa do DF, com grande variedade de apresentações de artistas locais. Um dos mais esperados nomes é Ju Marques, seresteira de Ceilândia que faz sucesso no DF se apresenta no sábado (13). A Banda Lúpulos leva o som dos anos 1980 e 90 para a festa.

A comida gostosa também ganha destaque, com a variedade de produtos oferecida no Salão da Gastronomia e na Praça de Alimentação. Soma-se o espaço da Culinária Tradicional, com pratos como o poke, o yakisoba, o tempura e tantos outros.

Economia

De acordo com dados da Emater-DF, em 2024 o DF somou 358 produtores de morango, em mais de 177 hectares. Esses produtores foram responsáveis por uma entrega de 6.615,03 toneladas do fruto durante o ano. O Valor Bruto de Produção (VBP) foi de R$ 211.895.178,82.

No ano passado, Festa do Morango movimentou mais de R$ 50 milhões na economia do DF. Para este ano, de acordo com a organização, a expectativa é ainda maior, podendo chegar a um aumento perto de 5% nesse incremento

Serviço

29a Festa do Morango de Brasília

Data: de 5 a 7 e de 12 a 14 de setembro.

Horários: a partir das 18h (sextas) e a partir das 10h (sábados e domingos)

Local: Associação Rural Cultural Alexandre de Gusmão (Arcag), Núcleo Rural

Alexandre de Gusmão, Incra 6, Brazlândia-DF.

Classificação: livre (menores de 16 anos deverão estar acompanhados pelos responsáveis)

Organização: Associação Cultural Rural Alexandre Gusmão (Arcag) e Instituto Alvorada Brasil

Parceria: Emater-DF

Apoio: Sicoob, Administração Regional de Brazlândia, Secretaria de Cultura e

Economia Criativa do Distrito Federal, Secretaria de Turismo, GDF,

Superintendência de Agricultura e Pecuária do Distrito Federal e Ministério da Agricultura e Pecuária.

Shows (Palco Arena Show)

05/09 – Sexta-feira

– DJ Sagaz

– Tiaguinho

– Som Que Toca

– Banda Lúpulos

– Banda Imagem

– Show Principal: Rio Negro e Solimões

06/09 – Sábado

– DJ Diego

– Cold Play

– Hudson Henrique

– Samba News

– Lucas e Barbara

– Negão Chandon

– Show Principal: Guilherme Silva

07/09 – Domingo

– DJ Jovic

– Bruno de Sá

– Fernando Dezoti

Igor Tavares

– Pedro Paulo e Matheus

– Show Principal: Nattanzinho Lima

Cavalgada Trote Campeiro vai movimentar o Gama com tradição, música e gastronomia raiz

Foto divulgação

No próximo dia 14 de setembro, os campos do Gama, no Distrito Federal, serão tomados pelo som dos cascos e pela animação de cavaleiros e cavaleiras que mantêm viva uma das tradições mais autênticas do interior brasileiro: a cavalgada.

Vem aí a Cavalgada Trote Campeiro, um encontro que promete unir fé, cultura, música e boa comida em um percurso de 10 km, reunindo participantes de todas as regiões do DF.

A concentração será às 8h da manhã, em frente à Agropecuária Império Rural, no Gama, com café da manhã gratuito para os participantes. De lá, a comitiva parte em direção à charmosa Capela São Francisco, um dos pontos mais requisitados para celebrações religiosas na região. Em seguida, os cavaleiros seguem até a AMPA – Associação dos Moradores e Produtores da Ponte Alta, na DF-180, km 31, no Núcleo Rural Ponte Alta (Gama/DF).

O ponto final da cavalgada será também o início de uma programação especial para toda a família, com feira de artesanato, praça de alimentação e muita música ao vivo, valorizando os sons do campo.

Entre as atrações confirmadas estão Gleno Rossi, Karol Felix, Ronaldy Silva e o animado grupo Biscoito Forró 100 Dó, garantindo o clima festivo durante todo o dia.

E para quem quiser saborear uma iguaria típica das comitivas, a dica é garantir a camiseta oficial da cavalgada, à venda por R$ 50,00 na Agropecuária Império Rural. Com ela, o público poderá degustar a tradicional Queima do Alho, com direito a um suculento Costelão de Chão, preparado desde a véspera para garantir o sabor e a maciez que só a cozinha campeira proporciona.

A participação é gratuita — basta chegar montado e se juntar à tropa. A Cavalgada Trote Campeiro é um convite para celebrar as raízes do sertão, a hospitalidade do Gama e a cultura que pulsa forte no coração do Cerrado. O evento é uma realização da PNAB – Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura.

Serviço

Cavalgada Trote Campeiro
Quando: 14 de setembro
Onde: Saída Agropecuária Império Rural, às 8h
Chegada: AMPA – Associação dos Moradores e Produtores da Ponte Alta/ GAMA DF. A Cavalgada é gratuita, mas quem comprar a camiseta (R$50,00), poderá provar o Costelão de Chão.

Última semana para visitar Sob os Pés do Mundo no Museu Nacional de Brasília

Foto divulgação

Exposição sensorial do Festival Mês da Fotografia, em cartaz até 7 de setembro, une arte, inclusão e urbanismo em obras táteis criadas com pessoas cegas e de baixa visão e recebe, nesta reta final, visita especial de estudantes do CEEDV

A exposição Sob os Pés do Mundo: uma experiência sensorial em Brasíliaentra em sua última semana. A mostra segue aberta ao público até o dia 7 de setembro, na Galeria 2 do Museu Nacional de Brasília, integrando a programação do Festival Mês da Fotografia (FMF). Para marcar essa reta final, em 5 de setembro, a exposição receberá a visita de estudantes do Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV) — 20 alunos no turno matutino, incluindo um cadeirante, e 12 crianças no período vespertino, sendo quatro cadeirantes.

Transformando vivências urbanas de pessoas com deficiência visual em obras acessíveis, a exposição, que conta com produção executiva de Carol Peres, apresenta 17 obras táteis criadas a partir das texturas das calçadas e das sensações despertadas por percursos rotineiros. Com títulos em Braille, audiodescrição, letras ampliadas e paisagens sonoras, o visitante é convidado a experimentar a cidade de uma forma diferente — olhando com as mãos, fechando os olhos para escutar os ambientes e permitindo-se vivenciar o espaço urbano de outro modo.

Idealizado pelo artista visual e sociólogo Flavio Marzadro, o projeto Arte no Espaço Público x Arte como Espaço Público: Arte e Inclusão Socialnasceu de um processo artístico profundamente colaborativo. Oficinas sensoriais e vivências urbanas em diferentes regiões do Distrito Federal reuniram pessoas cegas e com baixa visão como coautoras das obras, ao lado do idealizador. Juntos, transformaram o toque em linguagem e a memória em matéria-prima, moldando trajetos cotidianos em arte.

As oficinas aconteceram no Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais e na Biblioteca Braille Dorina Nowill. Mais do que momentos de formação, esses encontros se tornaram um verdadeiro laboratório coletivo de criação e escuta. As vivências urbanas foram realizadas na Asa Sul, Asa Norte, Planaltina e Sobradinho, com percursos sugeridos por quatro participantes: Gilfrank PimentelManoel de Jesus VieiraAparecida Machado e Sheila Guimarães. Esses trajetos, registrados em áudio, vídeo e georreferenciamento, deram origem a moldes que contam histórias.

Ao todo, são 17 quadros táteis de diferentes dimensões — entre eles, um painel de 130×90 cm — que retratam lugares percorridos e sentidos durante o projeto. Detalhe: as obras de arte estão disponíveis para o toque de todos os visitantes, num convite direto à empatia e à experimentação sensorial.

A experiência propõe uma escuta tátil, um olhar com as mãos e uma redescoberta da cidade por meio do corpo. Mais do que uma mostra, é um gesto poético e político em defesa de espaços inclusivos e compartilhados. A exposição também se apresenta como um convite à reflexão sobre a forma e a usabilidade das cidades: a quem elas se destinam, como são projetadas e que corpos de fato acolhem. Ao trazer o urbanismo para o centro da discussão, a mostra questiona as lógicas excludentes que marcam o espaço urbano e sugere outras maneiras de imaginar e viver a cidade.

Visitas especiais

Além da mostra, a programação incluiu vivências especialmente voltadas à comunidade com deficiência visual. Em 5 de agosto, na abertura oficial, um vernissage acessível reuniu participantes das oficinas e frequentadores da Biblioteca Braille de Taguatinga em uma celebração íntima que contou com apoio logístico para garantir o acesso de todos. Já no dia 9 de agosto, a ação “Troca-Troca”, conduzida pela Cia Teatro no Escuro, convidou o público a experimentar a inversão de papéis entre pessoas cegas e videntes, em uma caminhada coletiva dentro e fora do museu. No mesmo dia, duas oficinas realizadas na sede da Sociedade Bíblica do Brasil ampliaram os espaços de escuta e criação, reforçando a proposta de empatia e participação ativa que permeia todo o projeto. Para fechar, em 5 de setembro, a exposição receberá a visita de 20 alunos do CEEDV nos turnos matutino e vespertino.  

Sobre o projeto

Arte no Espaço Público x Arte como Espaço Público: Arte e Inclusão Socialé o desdobramento mais recente da pesquisa de Flavio Marzadro, que há mais de uma década investiga as relações entre arte, cidade, corpo e inclusão. Combinando oficinas sensoriais, registros georreferenciados e técnicas inovadoras de decalque em silicone, o projeto questiona quem pode produzir arte e a partir de quais territórios.

A iniciativa nasceu em diálogo com pessoas cegas e de baixa visão do Distrito Federal, que atuaram como protagonistas ao compartilhar memórias e escolher os caminhos a serem moldados. Assim, calçadas, afetos e gestos cotidianos se transformam em matéria artística, rompendo hierarquias estéticas que historicamente excluíram experiências e corpos da cena cultural dominante.

O projeto também dialoga com experiências anteriores de Marzadro, como Borboletando – Arte Inclusiva, Arte do Amor, realizado em parceria com Geusa Joseph, que mobilizou centenas de pessoas com deficiência na criação de uma escultura coletiva em cerâmica exibida no Museu de Arte de Brasília.

Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, o projeto conta com o apoio institucional do Museu Nacional da República, do CEEDV e da Biblioteca Braille Dorina Nowill.

Sobre o Festival Mês da Fotografia

O Festival Mês da Fotografia — agora oficialmente FMF — realiza uma edição especial em 2025. Com o tema “O que Vemos Quando Escutamos”, o evento reúne quatro exposições que atravessam os campos da inclusão, da ancestralidade e da criação poética. Além da mostra “Nada Sobre Nós Sem Nós!”, do projeto Vivências Inclusivas, idealizado por Juliana Peres, que oferece experiências acessíveis unindo arte, empoderamento e consciência ambiental, o FMF conta ainda com as mostras “Sob os Pés do Mundo: uma experiência sensorial em Brasília”, de Flavio Marzadro, trazendo a deficiência como potência estética e sensível, “Sons da Terra: Começo, Meio e Começo”, do Ògan Assogbá Luiz Alves, e “Nego Fugido”, do fotógrafo franco-italiano Nicola Lo Calzo. Ambas mergulham nas tradições afro-brasileiras, reencenando memórias, gestos e territórios ancestrais, propondo novas formas de escuta e percepção visual.

Serviço: 

Exposição

Sob os Pés do Mundo: uma experiência sensorial em Brasília

Data: de 05/08 a 07/09

Horário de visitação: de terça a domingo, das 9h às 17h

Horário: das 14 às 16h

Local: Galeria 2 – Térreo do Museu da República 

Entrada Franca

Filme sobre Santa Dica revive história real de uma heroína do sertão goiano

Foto Luciana Mello

Inspirada na trajetória de Benedicta Cypriano Gomes, obra será lançada em formato de longa-metragem e minissérie

Está em produção Santa Dica, um projeto audiovisual de ficção livremente inspirado na trajetória de BenedictaCypriano Gomes — figura histórica do início do século XX, conhecida como Santa Dica. Líder comunitária, messiânica e política do interior de Goiás, ela comandou um exército popular, fundou uma vila autônoma e protagonizou um movimento de resistência que marcou o sertão central do Brasil profundo.

Com uma proposta estética que mistura realismo fantástico, religiosidade popular e narrativa histórica, a obra será lançada em dois formatos: uma minissérie de quatro episódios e um longa-metragem independente, voltados para diferentes circuitos de exibição. A produção conta com apoio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.

As filmagens aconteceram em Corumbá de Goiás e em localidades do entorno do Distrito Federal, como Planaltina, Altiplano Leste e Samambaia Norte, aproveitando paisagens que evocam a atmosfera sertaneja da história original.

A direção geral é de Simonia Queiroz, com co-direção de Jimi Figueiredo, produção executiva da Queiroz Filmes e produção associada da TFS Media House.

No papel de Santa Dica está a atriz Pâmela Germano, acompanhada por Rosanna Viegas, Márcia Duarte, Murilo Grossi, Chico Sant’Anna, Sérgio Sartório, Abaetê Queiroz e Otto Caetano no elenco principal. A obra conta ainda com participações especiais de Adriana Nunes e Marcello Linhos.

A equipe de realização é majoritariamente composta por mulheres em posições de liderança e aposta em uma linguagem contemporânea para dar visibilidade a um legado feminino que foi silenciado na história oficial.

“A história de Santa Dica revela uma mulher muito à frente de seu tempo. Foi uma líder política, espiritual e comunitária que organizou escolas, hospitais e segurança alimentar para milhares de sertanejos. Recuperar essa trajetória é, acima de tudo, um ato de memória e pertencimento”, afirma a diretora Simonia Queiroz.

O lançamento está previsto para 2026. A estratégia de distribuição será anunciada futuramente, respeitando os formatos e circuitos específicos de cada versão.

Sobre Santa Dica

Benedicta Cypriano Gomes nasceu em 17 de janeiro de 1903, na Fazenda Mozondó, região do Rio do Peixe, a cerca de 40 km de Pirenópolis (GO). Filha mais velha de oito irmãos, cresceu em um ambiente rural de forte religiosidade católica. Sua vida foi marcada por eventos considerados sobrenaturais — como o episódio em que, aos sete anos, após ser dada como morta por uma doença grave, teria “ressuscitado” durante o próprio velório. Esse evento a consolidou como figura santa na região e atraiu centenas de fiéis em busca de curas e bênçãos.

Com o tempo, Dica reuniu seguidores que buscavam suas orientações espirituais. Ela afirmava receber mensagens de anjos e realizava rituais que combinavam elementos do catolicismo popular com o espiritismo. Sua liderança deu origem a uma comunidade no povoado que viria a ser chamado de Lagolândia.

Mais informações: santadicafilme@gmail.com

Troféu Câmara Legislativa: exposição resgata memória do prêmio cinematográfico


O diretor Vladimir Carvalho venceu a categoria de melhor longa-metragem em 2006, com o documentário O Engenho de Zé Lins

Abertura será na próxima segunda (1°), no Espaço Cultural Athos Bulcão

Desde o início de sua história, a Câmara Legislativa do Distrito Federal é um dos principais incentivadores do cinema brasiliense. Em 34 anos de existência, a Casa realizou 27 edições do Troféu Câmara Legislativa.

A premiação integra o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e dedica-se a filmes de profissionais nascidos ou residentes no DF há pelo menos dois anos, sendo obrigatoriamente o diretor ou o produtor. Para celebrar essa trajetória de apoio ao cinema local, a CLDF promove a exposição “27 anos do Troféu Câmara Legislativa — um prêmio para o cinema brasiliense”.

Os curadores Denise Caputo e Marco Túlio Alencar, jornalistas da Casa, se debruçaram sobre quase três décadas de registros fotográficos da entrega do troféu, realizados por fotógrafos da Agência CLDF. As fotos são de autoria de Carlos Gandra, Fábio Rivas, Renan Lisboa, Rinaldo Morelli e Silvio Abdon. A abertura da exposição ocorrerá na próxima segunda-feira (1°), às 15h30, no Espaço Cultural Athos Bulcão, no foyer do plenário da Câmara Legislativa. A mostra seguirá durante todo o mês de setembro no local.

“A exposição tem o objetivo de fazer um resgate histórico do troféu, desde a sua origem até os dias de hoje, pela importância que ele tem para a produção de audiovisual no Distrito Federal”, explica o coordenador do Comitê Gestor do Troféu Câmara Legislativa, Claudinei Pirelli. Ele avalia que a premiação é uma forma de “estimular, incentivar e promover a arte cinematográfica na cidade” e uma contribuição decisiva na carreira dos profissionais da área.

“Nessa exposição, há vários realizadores, artistas, técnicos, que a partir da premiação do troféu, ganharam outros espaços, outros prêmios e seguiram carreiras nacionalmente”, aponta Pirelli. Alguns dos ganhadores da premiação foram os cineastas Adirley Queirós, Betse de Paula, José Eduardo Belmonte, René Sampaio e Vladimir Carvalho, entre muitos outros nomes que contribuíram e contribuem para o cinema brasileiro.

“A ideia da exposição é fazer um resumo das 26 edições já realizadas do Troféu Câmara Legislativa, como uma forma de homenagear os nossos realizadores e, ainda, anunciar a edição 27, prestando contas à população do Distrito Federal dessa iniciativa que se tornou parte, por assim dizer, intrínseca do cinema que é feito em Brasília”, detalha o curador Marco Túlio Alencar. Ele considera que o prêmio está cada vez mais relevante. “Prova disso é o número sempre crescente de filmes que se inscrevem para concorrer à premiação”, ressalta. 

Mostra Brasília 2025

Na edição deste ano, concorrem cinco longas-metragens e onze curtas. Eles serão exibidos entre os dias 15 e 19 de setembro na Mostra Brasília, parte do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro dedicada aos filmes concorrentes ao Troféu Câmara Legislativa (https://www.cl.df.gov.br/web/trofeu-cldf-2025/programa%C3%A7%C3%A3o). As produções vão concorrer ao valor de R$ 298 mil, distribuído entre onze categorias do júri técnico e duas do júri popular. 

Serviço

Abertura da exposição “27 anos do Troféu Câmara Legislativa – um prêmio para o cinema brasiliense”
Data: 1° de setembro, segunda-feira
Horário: 15h30
Local: Espaço Cultural Athos Bulcão, no foyer do plenário da Câmara Legislativa do DF

Por Ana Teresa Malta – Agência CLDF

Cinema Inflável encerra sua temporada no DF com sessões gratuitas de cinema em Sobradinho I

Foto Pipous Menezes

Última edição do projeto na capital será realizada nos dias 29, 30 e 31 de agosto com exibição dos filmes “Ratatouille”, “Kayara” e “Que Horas Ela Volta?”

Apresentado pelo Ministério da Cultura e pelo Nubank, o Cinema Inflável chega a Sobradinho, seu último destino nesta temporada no Distrito Federal. O projeto promove sessões de cinema ao ar livre para toda a família, com exibição dos filmes “Ratatuille”, “Kayara” e “Que Horas Ela Volta?”. Realizado pela produtora D+3, o evento será montado no Estádio Augustinho Lima, com atividades das 18h às 21h30, além de pipoca e refrigerante gratuitos, recreação infantil e estrutura para até 800 pessoas por sessão. Com apoio do Governo do Distrito Federal e do Refrigerante Amazonas, o Cinema Inflável é uma oportunidade acessível para toda a comunidade compartilhar momentos especiais em torno da sétima arte.

Ao longo das 10 edições, o projeto reuniu mais de 10 mil pessoas, passando pelas regiões de  Ceilândia, Recanto das Emas, Vila Telebrasília, Cidade Estrutural, Santa Maria, Candangolândia, Brazlândia, Samambaia, Paranoá, São Sebastião e Gama. Em cada parada, o projeto tem reunido famílias, jovens e crianças em noites de cultura, lazer e encontro comunitário. Sobradinho I encerra essa jornada, com direito a sessões de filmes para toda a família, curtas e clipes de artistas locais e atividades da Cia CircomVida, com oficinas lúdicas voltadas à sustentabilidade e educação ambiental.

Logo na sexta-feira, 29, o evento abre com recreação infantil e uma aula especial de charme com o coletivo Figuras da Dança, que promete movimentar o público logo no início da noite. O charme, estilo musical e de dança com raízes negras, é celebrado como expressão cultural e afetiva das periferias, especialmente entre jovens e adultos. No Cinema Inflável, a aula será conduzida por dançarinos experientes do coletivo, que desde 2014 promovem oficinas, bailes e ações formativas em espaços comunitários, conectando o movimento local ao berço do charme no Rio de Janeiro.

Ainda na sexta-feira, o público assiste à animação “Ratatouille” (dublado, livre), que narra a história de um ratinho cozinheiro em Paris. No sábado, dia 30, será exibido o filme “Kayara – A Princesa Inca” (dublado, livre), uma aventura sobre coragem e quebra de padrões de gênero em meio ao Império Inca. Já no domingo, 31, o encerramento da temporada acontece com o premiado drama nacional “Que Horas Ela Volta?” (12 anos), dirigido por Anna Muylaert e protagonizado por Regina Casé, o filme retrata os conflitos de classe e afeto entre uma empregada doméstica e sua filha em uma casa de família de elite em São Paulo.

O Cinema Inflável acontece no Brasil desde 2013 e teve início com 14 edições em locais no estado do Rio de Janeiro, como Nova Iguaçu, Rio das Pedras, Guapimirim e Itaboraí. Após a temporada no Distrito Federal, que contará com 12 edições de maio a agosto, o evento segue para a Bahia. 

PROGRAMAÇÃO

Sobradinho I

De 29 a 31 de agosto

Estacionamento do Estádio Augustinho Lima

Entrada gratuita

Dia 29 de agosto (sexta)

18h – Abertura do evento + Aula de Charme com Figuras da Dança + Recreação Infantil Cia CircomVida

19h – Início da sessão

Curtas/clipes:

– “O Sol Desapareceu” – Pedro Henrique Vieira Medeiros

– “Kung Fu Allef” – Gabriel Pinheiro

Filme: “Ratatouille” (Dublado) | Classificação: Livre

Dia 30 de agosto (sábado)

18h – Abertura do evento + Recreação Infantil Cia CircomVida

19h – Início da sessão

Curtas/clipes:

– “Do Codó a Ceilândia” – Gu da Cei

Filme: “Kayara – A Princesa Inca” (Dublado) | Classificação: Livre

Dia 31 de agosto (domingo)

18h – Abertura do evento + Recreação Infantil Cia CircomVida

19h – Início da sessão

Curtas/clipes:

– “Esperança” – Criolo, Dino D’Santiago e Amaro Freitas

– “O Sonho de Dandara” – Monick Nunes Miranda

Filme: “Que Horas Ela Volta?” (Nacional) | Classificação: 12 anos

SOBRE A D+3

A D+3 Produções é uma produtora carioca, com mais de 25 anos de história, idealizadora do Cinema Inflável. Além disso, é a representante brasileira do Open Air, maior cinema a céu aberto do mundo, para toda a América Latina, Portugal e Espanha. No seu portfólio tem ainda eventos icônicos como  Rider Weekends, Claro Que É Rock, ArteCore, ColaborAmérica e BraJazz.

SOBRE O NUBANK

O Nu é uma das maiores plataformas de serviços financeiros digitais do mundo, atendendo 114 milhões de clientes no Brasil, México e Colômbia. A empresa tem liderado uma transformação na indústria, usando dados e tecnologia proprietária para desenvolver produtos e serviços inovadores. Guiado por sua missão de combater a complexidade e empoderar as pessoas, o Nu atende à jornada financeira completa dos clientes, promovendo acesso e avanço financeiro com crédito responsável e transparência. A empresa se apoia em um modelo de negócios eficiente e escalável que combina baixo custo de atendimento com retornos crescentes. O impacto do Nu tem sido reconhecido em diversos prêmios, incluindo as 100 Empresas mais Influentes da Time, as Empresas Mais Inovadoras da Fast Company e os Melhores Bancos do Mundo da Forbes. 

Para mais informações, visite https://international.nubank.com.br/about/

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K-Festival retorna a Brasília com programação repleta de K-pop, K-drama e cultura tradicional coreana

Divulgação K-Festival, crédito: Maiara Martins

De 29 a 31 de agosto, 3ª edição do evento reúne artistas nacionais e internacionais, concursos, oficinas e experiências imersivas, refletindo o avanço da cultura pop coreana no Brasil

Dos K-dramas que viraram febre nas plataformas de streaming e grupos de K-pop que lotam arenas, às apresentações de música, dança e gastronomia típicas da Coreia do Sul, a chamada Onda Coreana ou Hallyu, como é conhecida mundialmente, segue conquistando cada vez mais espaço no Brasil, especialmente entre o público jovem. Essa mistura de cultura pop e tradições milenares estará reunida em Brasília de 29 a 31 de agosto, na 3ª edição do

K-Festival: Festival da Cultura Coreana, no Parque da Cidade. Para participar, o público é convidado a contribuir com a doação de 2 kg de alimento não perecível (exceto sal) e 1 kg de ração para cães ou gatos, lacrada (não a granel), que serão destinados a instituições que assistem pessoas e animais em situação de vulnerabilidade social.

A programação, realizada pelo Fundo de envolvimento da Indústria, Comércio e Turismo e apoio da Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal, da Embaixada da República da Coreia, do Centro Cultural Coreano no Brasil e do Governo do estado de Jeonbuk, promete três dias de imersão cultural, mesclando atrações da música pop coreana, performances tradicionais, oficinas, competições e experiências interativas.

Além da programação cultural e artística, o público também poderá visitar o Terra e Kimchi, evento que ocupará o Estacionamento 1 do Parque da Cidade no mesmo período, com foco na gastronomia e no agro coreano. A iniciativa trará pratos típicos e experiências gastronômicas, ao mesmo tempo em que reforça a importância do agronegócio para a alimentação coreana.

Para participar, os visitantes também são convidados a contribuir com alimentos não perecíveis (exceto sal) e ração lacrada para cães ou gatos. O Terra e Kimchi é realizado pelo Instituto Epuranios, com apoio do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), e integra o calendário de ações que fomentam a cultura e a culinária coreana em Brasília.

Programação

Na sexta-feira (29), o público poderá acompanhar apresentações como a do dublador Rafael Schubert, conhecido por dar voz a personagens de dramas coreanos, Random Play Dance, performance de caligrafia, dança tradicional e gastronomia com a demonstração do bibimbap.

O dia contará ainda com entrevistas sobre moda inspirada em doramas e shows como o do grupo nacional MayDay.

O sábado (30) traz Random Play Dance, artes marciais, performance de caligrafia, apresentação da MV Orquestra, o K-Drama Concert e a aguardada apresentação do grupo sul-coreano Younite, atração principal desta edição. A noite também terá a “Balada Next”, com DJs e performances, além de danças tradicionais coreanas e a performance do bibimbap.

Encerrando o evento, o domingo (31) será marcado pelo Concurso K-Cover e pelo Concurso K-Cosplay, focado exclusivamente em personagens de séries coreanas. Também se apresentam MayDay, Ella, Shoi, Stainer, Lowell Straight e Vincent K, além de nova performance do Younite.

Mais atividades

Ao longo dos três dias, o K-Festival oferecerá ainda oficinas de manhwa (quadrinhos coreanos), demonstrações de taekwondo, hapkido e tai chi chuan, área de jogos, karaokê, experimentação de hanbok (traje tradicional) e espaço kids. Na gastronomia, pratos típicos coreanos estarão à disposição nos estandes, e a embaixada da Coreia do Sul participará com atrações inéditas. A classificação indicativa do evento é livre. “Com um formato que une cultura pop e tradições milenares, o K-Festival reforça o protagonismo da Coreia do Sul no cenário cultural global e consolida Brasília como um dos pólos de celebração da Hallyu no país”, comenta Marcelo Braga, um dos organizadores do evento.

Serviço – K Festival

Datas: sexta a domingo, 29 a 31 de agosto de 2025

Local: Parque da Cidade – estacionamento 1

Classificação indicativa: livre

Mais informações: @kfestival.kfcc e @terraekimchi

O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro também é formação!

Divulgação

De 13 a 19 de setembro, oficinas gratuitas acontecem em várias regiões do DF, com temas que vão da crítica de cinema ao VFX com IA, da atuação diante das câmeras à criação de projetos audiovisuais.

São 8 oficinas com grandes nomes do setor, voltadas para todos os públicos.

Inscrições até 25 de agosto, às 18h

Garanta sua vaga pelo site https://festcinebrasilia.com.br/oficinas/

CENA CONTEMPORÂNEA – FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO DE BRASÍLIA

Foto divulgação

DE 26 DE AGOSTO A 07 DE SETEMBRO DE 2025

Amaro Freitas apresenta, pela primeira vez em Brasília, seu premiado trabalho Y’Y

Melhor Instrumentista do Ano pelo Prêmio Multishow, Melhor Disco do Ano pela APCA, Melhor Disco Instrumental do Ano pelo Prêmio da Música Brasileira. O pianista e compositor pernambucano Amaro Freitas vive um momento especial na carreira. No CENA CONTEMPORÂNEA, ele apresenta Y’Y, seu mais recente trabalho, que vai às raízes do Brasil profundo para encontrar a sonoridade da floresta e alimentar no público um sentimento de brasilidade. Ele costuma dizer: “através desse som que você vai escutar agora, vamos imaginar as lendas e os encantamentos amazônicos”. Amaro Freitas faz apresentação única no domingo, dia 31 de agosto, às 19h, na sala Martins Penna do Teatro Nacional.

Acompanhado de Sidiel Vieira (Contrabaixo Acústico) e Rodrigo “Digão” Braz (Bateria), Amaro Freitas promete fazer um passeio pelas composições que marcam sua trajetória. No roteiro, músicas que vão desde o lançamento de “Sangue Negro”(2016), como “Baquaqua”, que destaca a história raramente contada do africano Mahommah Gardo Baquaqua; a delicada: “Gloriosa”, uma homenagem a sua mãe Rosilda; “Ayeye”, celebração em iorubá, onde apresenta um piano vibrante e uma batida de baixo de groove, que às vezes pode soar tanto como um hit de D’Angelo ou Alicia Keys quanto como Bill Evans ou Thelonious Monk; e “Viva Naná”, uma bela homenagem ao seu conterrâneo Naná Vasconcellos. 

O CENA CONTEMPORÂNEA tem direção geral de Guilherme Reis. O festival é apresentado pela Petrobras, com realização do Ministério da Cultura, através da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), e conta com o apoio cultural da CAIXA.

O festival acontece de 26 de agosto a 07 de setembro, na Sala Martins Penna (Teatro Nacional Cláudio Santoro), nos teatros do Espaço Cultural Renato Russo, no Espaço Multicultural Casa dos Quatro, no Espaço Cultural Venâncio, no SESC 504 Sul e em diferentes espaços urbanos.

Temporada França-Brasil 2025 tem abertura em Brasília com série de eventos

Foto Denis Roy / Respire

De 18 a 23 de agosto, Brasília receberá uma série de eventos especiais que darão início a uma celebração histórica com cinco meses de intercâmbio cultural, científico e ecológico.

A capital federal será o palco de abertura da Temporada França-Brasil 2025, uma iniciativa dos presidentes Emmanuel Macron e Luiz Inácio Lula da Silva que celebra dois séculos de relações diplomáticas entre os dois países.  

Uma colaboração ambiciosa entre o Instituto Guimarães Rosa e o Institut français, sob a égide dos Ministérios da Cultura e das Relações Exteriores de ambos os países, a Temporada teve início em abril, com eventos do Brasil na França, onde se estende até setembro, e, no Brasil, terá mais de 300 atividades apresentadas pela França programadas em 15 cidades, até dezembro de 2025. 

Uma parceria com história
A Temporada França-Brasil 2025 marca o terceiro grande momento de intercâmbio cultural entre os dois países. Em 2005, o Ano do Brasil na França teve como objetivo apresentar um novo Brasil aos franceses. Quatro anos depois, em 2009, foi a vez do Ano da França no Brasil, que apresentou a criação contemporânea francesa ao Brasil.

Agora, 19 anos depois, o objetivo é celebrar aquilo que os países têm em comum: seu vínculo com a democracia, a riqueza de sua diversidade e o comprometimento em comum a favor do clima. Esta nova Temporada marca uma evolução da parceria, não se limitando ao descobrimento de suas respectivas culturas, mas também visa criar pontes para enfrentar juntos os grandes desafios mundiais.

Essa nova Temporada é constituída em torno de três eixos temáticos centrais:

• Clima e transição ecológica – Em articulação com a Conferência das Nações Unidas sobre os Oceanos (Nice, França – junho de 2025) e a COP30 (Belém, Brasil – novembro de 2025).

• Diversidade das sociedades – Diálogo com a África e reconhecimento dos povos indígenas no Brasil e dos povos autóctones na França (Guiana Francesa, Martinica e outros territórios ultramarinos).

• Democracia e globalização equitativa –Promoção de uma globalização mais justa e inclusiva, baseada em valores democráticos.

Festival Convergências marca abertura oficial na capital Federal
A abertura oficial da Temporada França-Brasil 2025 no Brasil acontecerá em Brasília com o “Festival Convergências”, um evento multifacetado que reunirá representações oficiais dos dois países e oferecerá uma programação diversificada:

Fórum Juventude e Democracia – Nos dias 18 a 20 de agosto, no Sesi Lab, haverá um espaço de diálogo que reunirá 40 jovens franceses e 40 brasileiros, que por três dias debaterão sobre os desafios democráticos contemporâneos, alinhado com as bandeiras comuns dos presidentes Macron e Lula de promover uma globalização mais justa e inclusiva.

Abertura institucional – Cerimônia oficial com representações diplomáticas e culturais dos dois países que acontece no dia 21 de agosto, no auditório do Museu Nacional da República, às 16h. Marcando simbolicamente o início desta celebração histórica no coração político do Brasil, com a presença das Ministras da Cultura da França, Rachida Dati, e do Brasil, Margareth Menezes, do embaixador da França no Brasil Emmanuel Lenain, além dos presidentes do Instituto francês Eva Nguyen Binh e do Instituto Guimarães Rosa Marco Antonio Nakata, e dos comissários da Temporada Anne Louyot (França no Brasil) e Emilio Kalil (Brasil na França).  

Exposição “Nego Fugido” – Ainda dentro do Museu Nacional, os convidados poderão apreciar uma parte da exposição “Nego Fugido, Memórias Quilombolas”, que se estende também à sede da Aliança Francesa em Brasília. A exposição de Nicola Lo Calzo é um projeto fotográfico colaborativo que documenta uma prática performativa viva na comunidade quilombola de Acupe, no Brasil, o Nego Fugido. A performance reinterpreta a desumanização da escravidão e a luta dos escravizados pela emancipação, oferecendo uma nova perspectiva sobre o passado colonial e as lutas contemporâneas pelos direitos das comunidades quilombolas.

Espetáculo “Respire” – Acontece no Complexo Cultural da República, entre a Biblioteca Nacional e o Museu Nacional, às 18h15, a apresentação única da renomada funambulista francesa Johanne Humblet, da companhia Les Filles du Renard Pâle. Seu número aéreo sobre fio ilustrará ao mesmo tempo o vínculo entre as duas nações e a delicadeza da democracia. Após esse espetáculo, uma performance do grupo brasileiro Boi do Seu Toeodoro precede a apresentação da cantora franco beninense Angélique Kidjo e suas duas convidadas brasileiras Puma Camillê e Karla da Silva.

Festival de música CoMA – Em 23 de agosto, no Centro Cultural Banco do Brasil das 17h às 2h, o evento musical destacará a riqueza e a diversidade da cena franco-brasileira, apresentando artistas como o brasiliense Kirá e a argentina radicada em Toulouse Aluminé Guerrero, assim como a cabo-verdiana Ronisia e a francesa Sônge em uma fusão cultural que antecipa os ricos intercâmbios artísticos dos próximos meses.

Uma iniciativa de alcance nacional
Após seu lançamento em Brasília, a Temporada continuará em escala nacional com uma programação rica e variada que atravessará inúmeras cidades brasileiras nos próximos meses. se desdobrará em uma rica programação nacional que percorrerá diversas cidades brasileiras ao longo dos próximos meses. Eventos de abertura também marcarão o início da Temporada em São Paulo e Belém.

São Paulo receberá a exposição “O Poder de Minhas Mãos” e o show “Concerto Brasil-França” no Sesc Pompeia, a “Play – FITE – Bienal Têxtil de Clermont-Ferrand” no Sesc Pinheiros, a apresentação ao ar livre do espetáculo “Les Voyages” no Parque da Independência e a performance “Atomic Joy”da artista Ana Pi na Pinacoteca de São Paulo.

Belém será palco da “Bienal das Amazônias”, com forte presença de artistas franceses da Guiana e Antilhas, e do seminário científico “Conexões Amazônicas”, dedicado às cooperações franco-brasileiras em matéria ambiental e climática, que antecede a COP30.

Destaques da programação nacional:
Artes Visuais: O Instituto Tomie Ohtake irá inaugurar uma exposição inédita com a coleção pessoal do poeta martinicano Édouard Glissant,o MAM de Salvador apresentará as obras do artista beninense Romeo Mivekannin, a Bienal de São Paulo selecionou 15 artistas franceses – especialmente oriundos da França ultramarina e da diáspora africana na França – para participar do evento. 

Espetáculos e Música: O projeto de orquestra binacional “Ecos da Amazonia” unirá jovens músicos da Guiana Francesa e do Pará, a cantora francesa Zaho de Sagazan participará do Festival Cocktail Molotov em Recife, e o “Trace Fest Salvador” celebrará a cultura afro-urbana. Como evento de fechamento, a aclamada ópera-balé “Les Indes Galantes” de Rameau será recriada pela coreógrafa Bintou Dembele e por dançarinos franceses e brasileiros de hip hop no Theatro Municipal de São Paulo.

Cinema: A “Mostra de Cinemas Africanos”, único festival brasileiro dedicado exclusivamente aos cinemas africanos contemporâneos, acontecerá entre 10 e 24 de setembro no Rio de Janeiro, Salvador e Cachoeira, seguindo para São Paulo em novembro. O Festival de Cinema do Rio abrirá suas portas à França, com um destaque nas diretoras mulheres. 

Debates e Literatura: O festival “Nosso Futuro” em Salvador reunirá jovens da França, Brasil e África para discutir a cidade inclusiva do futuro. O “Colóquio Oyapock” no Museu da Língua Portuguesa explorará a diversidade linguística da fronteira franco-brasileira. O Rio de Janeiro sediará o “Fórum Econômico Franco-Brasileiro da Transição Energética”, a FLUPno Rio de Janeiro recebe uma importante delegação de autores franceses e africanos.

Sobre a Temporada França-Brasil 2025:Iniciada pelos presidentes de ambos os países, a Temporada celebra 200 anos de relações diplomáticas. É organizada pelo Instituto Guimarães Rosa e pelo Institut Français, com o apoio de um extenso comitê de mecenas, incluindo grandes empresas como ENGIE, L’Oréal, LVMH, Carrefour, Banco do Brasil e Petrobras.

Serviço:
Site Oficial: https://francabrasil2025.com/

Instagram: @francabrasil2025

Teresa Lopes encerra Projeto Cartola no Eixão Norte, em 31 de agosto

Foto divulgação

Show gratuito celebra o mestre do samba e marca o fim da temporada de apresentações do tributo em Brasília

Projeto Cartola chega ao fim no domingo, 31 de agosto, no Eixão Norte, com a participação especial da cantora brasiliense Teresa Lopes. Depois de quatro meses de programação gratuita — iniciada em abril, com encontros que reuniram centenas de famílias no gramado do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) e em outros palcos da cidade, Clube do Choro e Eixão do Lazer —, o tributo ao maior mestre do samba brasileiro se despede em clima de festa, poesia e brasilidade.

A programação começa às 12h, com show do Regional Choro Livre e convidados, sob o comando do bandolinista Reco do Bandolim. Em seguida, Teresa Lopes — intérprete de voz potente, marcada pela influência das sonoridades afro-brasileiras e pela pesquisa de repertório refinada — assume o palco em homenagem luminosa à obra de Cartola, encerrando a temporada com sua assinatura única.

Com 20 anos de carreira, Teresa já dividiu palco com nomes como Arlindo Cruz, Neguinho da Beija-Flor, Fundo de Quintal e Fabiana Cozza, além de ter se apresentado em países como Portugal, Holanda, Noruega e Cuba. Em Brasília, lançou o disco Clara Essência (2019), dedicado a compositores locais, e consolidou-se como uma das vozes mais representativas do samba da cidade. Sua presença no encerramento do Projeto Cartola simboliza tanto a força da música feita no DF quanto a reverência ao legado de Cartola.

Para o diretor musical do Projeto Cartola e da Escola Brasileira de Choro, Henrique Neto, essa reta final significa muito mais do que um simples show. “O Projeto Cartola no Eixão Norte se consolida como um novo ponto de cultura ao ar livre na cidade, reforçando o compromisso do Clube do Choro e do CCBB em aproximar o público da arte e da tradição musical do Brasil. Uma oportunidade imperdível para curtir o domingo em um espaço democrático, acessível e cheio de brasilidade”, exalta.

Aberto e gratuito, o evento transforma o Eixão Norte em um espaço democrático de cultura e lazer, com opções de gastronomia, atividades para crianças e um ambiente acolhedor para toda a família.

Projeto Cartola

Projeto Cartola é uma homenagem a Angenor de Oliveira, o Cartola, um mestre do samba — gênero que não apenas inspira o choro, mas moldou de forma definitiva a música brasileira. Poeta do cotidiano e cronista dos sentimentos humanos, Cartola foi compositor, letrista e intérprete. Suas canções expressam com delicadeza e lirismo temas como o amor, a dor, a saudade e a esperança, tornando-se verdadeiros hinos da MPB. Sucessos como O Mundo é um MoinhoAs Rosas Não Falam e Preciso Me Encontrar permanecem vivas no imaginário coletivo, emocionando gerações e reafirmando seu papel como um dos maiores autores da história da música popular brasileira. 

Mais do que músico, Cartola é símbolo de resistência, elegância e autenticidade. Foi peça-chave para a consolidação do samba como expressão cultural genuinamente brasileira e símbolo da identidade nacional. 

Com uma trajetória pessoal marcada por altos e baixos, chegou a ser dado como morto na década de 50. Desapareceu da cena musical por muitos anos, até ser redescoberto por jornalistas como lavador de carros em Ipanema. Ao lado de Dona Zica, o amor da sua vida, Cartola voltou a compor e reencontrou a estabilidade emocional. Juntos, fundaram o Zicartola — restaurante e casa de samba que virou um importante ponto de encontro de artistas na década de 1960, no Rio de Janeiro. 

Gravou seu primeiro disco somente aos 65 anos e, mesmo diante de tantas adversidades, conquistou um lugar no panteão da música nacional como símbolo do samba de raiz, da boemia romântica carioca e da dignidade artística. 

O projeto também acontece no Clube do Choro, desde 26 de abril e segue até 31 de agosto, com programação específica.

SOBRE OS ARTISTAS

Reco do Bandolim & Choro Livre

Henrique Lima Santos Filho, o Reco do Bandolim, é baiano de Salvador. Chegou a Brasília ainda adolescente e participou de bandas de rock, nos primórdios do movimento musical que projetaria a cidade na década de1980. Mas a descoberta do bandolim e os discos do mestre Jacob Bittencourt despertaram nele uma paixão definitiva pelo choro. Participou do grupo de fundadores do Clube do Choro de Brasília, em 1978 e forjou seu estilo em rodas musicais ao lado dos mestres Waldyr Azevedo, Avena de Castro, Alencar 7 cordas, Armandinho Macedo e Pernambuco do Pandeiro.

Filho dileto do Clube do Choro de Brasília, o regional Choro Livre tem no seu batismo a tradução de como vê e toca o gênero: criativo e aberto a novas influências. Fiel à raiz, o conjunto “sacode a poeira e dá a volta por cima”, fazendo uma leitura contemporânea dos clássicos do choro e complementando o repertório com novos autores e composições próprias.

O Choro Livre já atuou ou dividiu o palco com artistas considerados monstros sagrados da MPB, como Nelson Cavaquinho, Clementina de Jesus, Moraes Moreira, Armandinho, Abel Ferreira, Sérgio Santos, Raul de Barros, Dona Ivone de Lara, Waldir Azevedo, Paulinho da Viola, Hermeto Paschoal e Sivuca.

Grupo de base de todos os projetos apresentados pelo Clube do Choro de Brasília nas últimas dez temporadas, o Choro Livre acompanhou apresentações inesquecíveis de Altamiro Carrilho, Oswaldinho do Acordeon, Dominguinhos, João Donato, Época de Ouro, Cristóvão Bastos, Guinga, Wagner Tiso, Paulo Moura e outros bambas da nossa música popular. 

Excursionou pela Europa, Ásia, África, América do Sul, Caribe e América do Norte, além de participar com frequência de festivais de música nos Estados Unidos, China, Canadá, Áustria, Espanha, Itália, Portugal, França, Alemanha, República Tcheca, Tunísia, Emirados Árabes, Argentina, Peru, Uruguai, Chile, Suriname e Cuba.

Dhi Ribeiro

Cantora e atriz, Dhi Ribeiro é uma das grandes vozes do samba no Brasil. Nascida no Rio de Janeiro e radicada em Brasília desde os anos 1990, já lançou discos, participou de trilhas de novelas da Globo — como Lado a Lado (2012) e A Força do Querer (2017) — e venceu o prêmio de Cantora Revelação do projeto Mulheres que Brilham.

Com carreira internacional, integrou o Circo Lídia Togni na Europa e realizou turnês na África, com o projeto Conexão Brasil-África. Em Brasília, é figura essencial em eventos culturais, como o Réveillon da Esplanada, Bienal do Livro e projetos próprios como Roda Dhi Samba e Casa da Dhi.

Na pandemia, lançou iniciativas virtuais e sociais, como o espetáculo Brasília: Falando Dhi Amor. Recentemente, tornou-se personagem da série infantil Sara e Sua Turma e dubladora da animação 3D Sara, a menina que gostava de saber.

Em 2022, protagonizou o filme Maria, da Globo Filmes, com direção de Iberê Carvalho. Em todos os palcos que pisa, Dhi carrega a força da ancestralidade, do samba e da representatividade negra brasileira.

Teresa Lopes

Teresa é uma cantora brasiliense com 20 anos de carreira, reconhecida por sua interpretação marcante, potência vocal e musicalidade influenciada por sonoridades afro-brasileiras e internacionais. Representa com autenticidade a cena musical de Brasília e o legado de grandes cantoras negras.

Sua trajetória no samba inclui parcerias com nomes como Almir Guineto, Fundo de Quintal, Arlindo Cruz, Fabiana Cozza e Ana Cañas, além de apresentações internacionais em países como Portugal, Holanda, Noruega e Cuba. Lançou em 2019 seu primeiro álbum, Clara Essência, com direção musical de Rafael dos Anjos e repertório focado em compositores de Brasília. Participou de diversos projetos e festivais relevantes, como Samba de Bamba, Latinidades, Samba nas Feiras, COMA, entre outros. 

Fabiana Cozza

É reconhecida como uma das grandes vozes da sua geração, elogiada por sua técnica refinada e presença dramática no palco. Já foi comparada a nomes como Elis Regina, Elizeth Cardoso e Clara Nunes, e venceu o Prêmio da Música Brasileira como Melhor Cantora de Samba (2012) e pelo Melhor Álbum em Língua Estrangeira (2018), mostrando sua versatilidade.

Seus álbuns mais recentes, Dos Santos (2020) e Urucungo (2023), reafirmam sua conexão com as tradições afro-brasileiras, que ela celebra e reinventa com força e sensibilidade, mantendo essas raízes vivas e relevantes no cenário musical atual.

Marina Iris

A cantora e compositora carioca Marina Iris lançou em maio de 2023 o disco Virada, com dez faixas que exploram os afetos e os desafios dos relacionamentos amorosos, com sonoridade fiel às rodas de samba cariocas.

O álbum conta com participações de Péricles, Diogo Nogueira, Lenine, Moacyr Luz, Renato da Rocinha, entre outros, e marca o fortalecimento de Marina como compositora, ao lado de nomes como Moacyr Luz, Manu da Cuica e Raul DiCaprio.

Virada propõe o amor como ato político e coletivo. A produção musical é de Vitor de Souza, com direção artística dividida com Eduardo Familião.

Conhecida por sua trajetória engajada, Marina também é autora de Voz Bandeira (2019), homenagem à vereadora Marielle Franco, e do livro-disco É Pretinha (2024).

Alfredo Del Penho

Alfredo Del Penho é músico, compositor, ator e pesquisador, com 25 anos de trajetória na Música Popular Brasileira. Lançou mais de dez álbuns como intérprete ou produtor, foi indicado ao Grammy Latino e venceu duas vezes o Prêmio da Música Brasileira. Também acumula cerca de dez prêmios como diretor musical e autor de trilhas originais, incluindo Shell, Cesgranrio e Bibi Ferreira.

Criado na cena de choro e samba de Niterói (RJ), teve formação musical ao lado de mestres como Carlinhos Leite e trabalhou com ícones do samba, como Elton Medeiros, Wilson Moreira e Cristina Buarque. 

Como compositor, tem parcerias com nomes como Nei Lopes, Paulo César Pinheiro, Joyce, Chico César e João Cavalcanti. Atua também como pesquisador e consultor em projetos como o Novo Museu da Imagem, ao lado de Ruy Castro.

Vidal Assis 

Vidal Assis, carioca, é uma das vozes promissoras da nova geração da música popular brasileira. Como compositor, tem parcerias com nomes como Hermínio Bello de Carvalho, Nei Lopes e Elton Medeiros, e já teve músicas gravadas por Áurea Martins, Fabiana Cozza e Teca Calazans.

Seu disco de estreia, Álbum de Retratos (2016), com participações de Zélia Duncan e Elton Medeiros, foi indicado ao Prêmio da Música Brasileira nas categorias Artista Revelação e Melhor Cantor de MPB. Vidal participou de montagens como Clementina, cadê você? e Elizethíssima, além de aparições em programas como Conversa com Bial e Sr. Brasil. Atua também como diretor musical e criador de trilhas para teatro.

Em 2022, explorou o afrofuturismo no show O que aprendi com minha mãe. No ano seguinte, venceu o Prêmio Luiz Melodia de Canções Afrobrasileiras e participou de homenagem a Wilson das Neves no Teatro Municipal do Rio. Em 2024, lançou o espetáculo Vidal Assis celebra Emílio Santiago, no Sesc São Paulo.

Nilze Carvalho

Nilze Carvalho iniciou sua relação com a música ainda criança, aos 5 anos, e aos 11 já gravava a série Choro de Menina como bandolinista, incluindo parcerias com o grupo Época de Ouro. Aos 15, começou a carreira internacional, com apresentações em países, como França, Japão, EUA, China e Austrália.

No Brasil, foi uma das fundadoras do grupo Sururu na Roda, vencedor do Prêmio da Música Brasileira em 2014. Em carreira solo, lançou álbuns premiados como Estava Faltando Você(2002) e O que é Meu (2010), além de Verde Amarelo Negro Anil (2015), indicado ao Grammy Latino.

Participou de projetos como Samba Social Clube e do DVD Gafieira, de Zeca Pagodinho, e já dividiu o palco com nomes como Dona Ivone Lara, João Bosco e Mart’nália. Desde 2022, apresenta o programa Sambalaio, na Rádio Roquette Pinto.

Seu novo álbum, Nos Combates da Vida (2024), inspirado em Dona Ivone Lara, reúne músicas autorais e regravações, com participações de João Bosco Teresa Cristina, e parcerias com Nei Lopes e outros compositores.

Moyseis Marques

Carioca, criado na Vila da Penha, Moyseis Marques é um cantor, compositor, músico e produtor, com ligação especial com o samba, o forró pé-de-serra e a MPB.  Iniciou-se profissionalmente na música em 1999, cantando em bares na Zona Norte do Rio de Janeiro. Fundador integrante das bandas Casuarina, Forró na Contramão e Tempero Carioca, teve passagem por conjuntos musicais antes de lançar seu primeiro disco solo, o homônimo Moyseis Marques, em 2007.

A partir daí, ficou conhecido como um dos principais talentos revelados na Lapa carioca dos anos 2000, colecionando apresentações por todo o Brasil, Europa e Estados Unidos – onde também ministrou aulas de canto popular.

João Cavalcanti

João Cavalcanti é cantor, compositor e jornalista. Filho de Lenine, iniciou na música em coros infanto-juvenis. Mas foi na faculdade que retomou o caminho musical. Em 2001, fundou o grupo Casuarina, com o qual foi vocalista por 16 anos. O grupo lançou sete CDs, dois DVDs, venceu duas vezes o Prêmio da Música Brasileira e realizou turnês pela Europa, América do Norte, Ásia e África.

Em carreira solo, João lançou o álbum Placebo(2012), com composições próprias de estilos variados, e dirigiu o projeto Toda Cor (2014), com grandes nomes da música brasileira, a convite do Movimento Down. Suas composições foram gravadas por artistas como Lenine, Roberta Sá, Elza Soares e MPB4.

Entre seus trabalhos mais recentes estão o disco Garimpo (2018), em parceria com Marcelo Caldi, o EP Samba Mobiliado (2019) e a participação no TEDx Blumenau (2021), com o tema “Samba como alicerce da canção popular”. Em 2022, lançou dois projetos: o audiovisual Desengaiola, indicado ao Grammy Latino e vencedor do Prêmio da Música Brasileira, e o tributo Ivone Rara, em homenagem aos 100 anos de Dona Ivone Lara.

Ellen Oléria

Ellen Oléria é uma cantora e compositora brasileira. Com mais de 20 anos de carreira, a artista acumula prêmios em festivais e quatro discos lançados. Já fez apresentações em cidades de norte a sul do Brasil e em outros países, como Espanha, França, Angola, Estados Unidos, Inglaterra, Rússia, Japão e Taiwan. Em seu recente projeto musical, a artista combina com maestria ritmos brasileiros como o samba, o forró, o carimbó, o afroxé, o maracatu, com os timbres e arranjos contemporâneos que apontam para um encontro urbano de identidades e discurso de protagonismo das comunidades negras do Brasil. 

A versatilidade de Ellen estende-se também ao seu ativismo político, que pudemos acompanhar na Estação Pluraltalk show criado pela TV Brasil para tratar de pautas de comportamento e temas do universo LGBTQIAP+, em que Ellen Oléria atuou como apresentadora.  Conhecida pelo público por seu timbre cintilante e repertório brasileiríssimo, a soprano dramática Ellen Oléria condensa em sua performance o que o povo brasileiro reconhece como seu: entusiasmo e um sorriso que nunca sai do rosto iluminando cada canção que canta.

Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

FICHA TÉCNICA

Direção Geral – Henrique Filho (Reco do Bandolim)
Direção Musical – Henrique Neto
Direção Administrativa – Raimundo Luiz Sá Teles
Produção executiva – Michele Milani
Curadoria – Henrique Neto
Coordenador de produção – Marco Guedes
Social Media – Lunares Ayla
Designers – Tiago Pezão e Biba Per

SERVIÇO

Projeto Cartola

Local: Eixão Norte, altura da 110 norte

Data: 31 de agosto (domingo)

Horário: a partir das 12h 

Classificação indicativa: Livre  

Samba pras Moças celebra ancestralidade, empoderamento e cultura preta em sua 4ª edição

Foto divulgação

Dia 7 de setembro, na Praça da Bíblia da Candangolândia

No dia 7 de setembro, na Praça da Bíblia da Candangolândia, o Samba pras Moças realiza sua quarta edição, transformando o espaço público em um grande encontro de música, empreendedorismo e ancestralidade. O evento nasce do desejo de resgatar tradições afro-brasileiras e, ao mesmo tempo, abrir caminhos para novas possibilidades de representatividade e fortalecimento das mulheres pretas e mulheres trans.

No palco principal, o público será presenteado com uma seleção de artistas que reafirmam a força e a diversidade do samba e da música preta: DJ Kashuu, Pé no Chão, Ane Êoketu, Mari Sardinha, DJ Odara Kadiegi, Bruna Tassy e Kika Ribeiro. Mais que entretenimento, as apresentações são uma celebração da resistência e da potência criativa que brota das periferias.

Idealizado por Paula Olivio, mulher preta moradora da Candangolândia e fundadora da ONG Obinrin Badú, o projeto foi construído a partir da observação da realidade de mulheres em situação de vulnerabilidade social, muitas delas chefes de família. Desde a primeira edição, o evento se mantém resiliente e independente, conquistando seu espaço na cena cultural do Distrito Federal ao oferecer um ambiente de acolhimento, celebração e empoderamento.

“O Samba pras Moças nasceu da necessidade de criar um espaço em que nós, mulheres pretas e periféricas, pudéssemos nos reconhecer, nos fortalecer e também nos divertir. É um lugar de troca, de cuidado e de celebração da nossa ancestralidade. A cada edição, mostramos que a cultura preta é resistência, é afeto e é futuro”, afirma Paula Olivio, idealizadora do projeto.

Mais do que um festival de samba, o Samba pras Moças é um espaço de visibilidade e valorização da cultura afro-brasileira. A programação contempla, além dos shows, a Feira das Moças, espaço da beleza, recreação infantil e contações de histórias, conectando gerações e reafirmando a importância de práticas ancestrais como as tranças, que fortalecem a identidade e a autoestima das mulheres negras.

A Feira das Moças fomenta a economia local, com empreendedoras da moda, da gastronomia e do artesanato, oferecendo autonomia financeira a trabalhadoras que encontram menos oportunidades no mercado. Já a recreação infantil contará com contações de histórias afro-brasileiras, além de pula-pula, distribuição gratuita de algodão-doce e pipoca doce, garantindo um espaço de aprendizado e diversão para as crianças.

Atividades prévias formativas do evento, serão realizadas as oficinas de tranças e de percussão voltadas ao aprendizado e à transmissão de saberes, incentivando crianças e jovens a se reconhecerem em suas raízes.

O Samba pras Moças reafirma, a cada edição, que cultura é também um ato político: cria oportunidades, multiplica saberes e fortalece identidades. Em um tempo em que a representatividade é cada vez mais urgente, o evento se coloca como espaço de encontro, resistência e alegria coletiva.

O projeto é uma realização da Obinrin Badú e Saturno Cultural, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC) / Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF.

 

Programação – Domingo, 07/09

Praça da Bíblia – Candangolândia

11h – Abertura oficial e Feira das Moças + feijoada
12h – Abertura da área da beleza e recreação infantil | DJ Kashuu
12h30 – Contação de história “O cabelo de Lelê”, com Jennifer Rios
13h – Show: Pé no Chão
14h – Show: Ane Êoketu
14h50 – Show: Mari Sardinha
15h40 – DJ Odara Kadiegi | Contação de histórias “O Batuquinho”, com Cláudia Cristina
16h10 – Show: Pé no Chão
16h30 – Show: Bruna Tassy
17h – Show: Kika Ribeiro
18h – DJ Odara Kadiegi
18h30 – Encerramento

 

Artistas Convidad@s

Ane Êoketu – Cantora, compositora e percussionista sergipana radicada no DF, lançou em 2023 o álbum Eu Já Passei Pelo Fogo, premiado como melhor espetáculo musical no Prêmio SESC+ Cultura DF. Vencedora da Fantástica Fábrica de Bandas, foi destaque em festivais como Feira Preta, CoMA e Bocadim.

Kika Ribeiro – Voz potente e carisma no palco, é uma revelação do samba autêntico. Lançou em 2024 seu primeiro EP e fundou o bloco Samba da Mulher Bonita. Já se apresentou em palcos históricos como Cacique de Ramos e Pedra do Sal, levando samba e empoderamento feminino.

Bruna Tassy – Musicista multi-instrumentista de Brasília, integra grupos como Elas que Toquem, SaiaBamba e Samba da Passarinha. Registrada na OMB, atua como cantora e instrumentista, com repertório que vai da MPB ao samba e pagode.

DJ Kashuu – Com oito anos de carreira, mistura funk, jazz e hip hop às batidas da cultura underground. Sua pesquisa conecta sonoridades negras nacionais e internacionais, criando experiências únicas para o público.

Mari Sardinha – Cavaquinista e bandolinista formada pela UnB, já tocou com Fabiana Cozza, Hamilton de Holanda e Mateus Aleluia. Participou de festivais em Cuba e nos EUA, e integra grupos como SaiaBamba, Samba da Passarinha e Forró Jazz do Cerrado.

Pé no Chão – Grupo criado em 2022, é uma roda de samba democrática formada por nove músicos. Une ancestralidade e contemporaneidade, valorizando a cena independente do DF e promovendo um samba coletivo e diverso.

DJ Odara Kadiegi – Filha de mãe angolana e pai carioca, a brasiliense Odara Kadiegi é DJ e produtora musical que transita entre sonoridades brasileiras, africanas e latinas. Já dividiu o palco com nomes como Luedji Luna, Liniker, Baco Exu do Blues, Céu e Baiana System, além de se apresentar em festivais como Coala, CCBB Brasília e Encontro de Culturas da Chapada dos Veadeiros. Seus sets mesclam ancestralidade, grooves e ritmos dançantes, levando mensagens conscientes e identidade a cada apresentação.

Serviço 

Samba pras Moças – 4ª edição
Data: Domingo, 07 de setembro 
Local: Praça da Bíblia – Candangolândia/DF
Horário: das 11h às 18h30
Entrada gratuita
Instagram: @sambaprasmocasdf

Distrito Junino 2025 encerra edição com shows de Natanzinho Lima, Safadão e George Henrique & Rodrigo na Esplanada dos Ministérios

Foto divulgação

Nos dias 29 e 30 de agosto, Flávio José e Chambinho do Acordeon também se apresentam, trazendo a autêntica tradição nordestina aos palcos do maior circuito de quadrilhas juninas da história do DF

O Distrito Junino 2025 chega ao fim com uma celebração grandiosa, nos dias 29 e 30 de agosto, transformando a Esplanada dos Ministérios em um dos maiores arraiais já realizados no país. O encerramento reunirá as três quadrilhas melhor classificadas de cada liga e contará com shows de artistas que transitam entre a tradição e a modernidade da cultura nordestina, reforçando a diversidade cultural do evento. Os ingressos serão disponibilizados a partir desta terça-feira, dia 26 de agosto, gratuitamente via Sympla. 

Na sexta-feira (29), o público terá a energia contagiante de Natanzinho Lima, um dos grandes nomes da nova geração do forró, e a poesia cantada de Flávio José, considerado um ícone da música nordestina e herdeiro legítimo da tradição do baião. Já no sábado (30), a festa será marcada pela potência de Wesley Safadão, pelo autêntico forró de Chambinho do Acordeon — que interpretou Luiz Gonzaga no cinema — e pelo sertanejo de George Henrique & Rodrigo.

Além disso, estão previstas apresentações das grandes estrelas do evento, as quadrilhas juninas representantes das três entidades juninas do DF, que conquistaram seu lugar ao longo das etapas regionais. Na sexta-feira (29), apresentam-se: Filhos do Sol, Santo Afonso, Formiga da Roça e Sanfona Lascada. Já no sábado (30), sobem ao tablado as quadrilhas: Rasga o Fole, Si Bobiá a Gente Pimba, Sabugo de Milho, Arroxa o Nó e Pau Melado, mostrando a diversidade de estilos, narrativas e coreografias que traduzem a força do movimento quadrilheiro brasiliense.

Além dos shows principais, cada noite contará com trios de forró no esquenta da festa ao som de Toin do Forró e Trio na sexta-feira; e Trio Asa Branca, no sábado.

O presidente do Instituto Orgulho de Ser Nordestino, Affonso Gomes, reforçou a expectativa para o grande encontro: “Será um espetáculo histórico, reunindo as nove melhores quadrilhas do circuito e artistas que representam diferentes gerações da música popular. Queremos encerrar essa jornada com uma festa à altura da cultura nordestina que pulsa no DF”, destacou.

Sobre o Distrito Junino 

Durante dois meses, o Distrito Junino iluminou diversas regiões administrativas do DF e do entorno com todo o brilho, a energia e a dedicação das quadrilhas juninas. Foram 63 grupos participantes, que levaram ao público a força de suas coreografias, o encanto de seus figurinos e a riqueza de suas tradições populares, em 14 etapas de apresentações, envolvendo 9 Regiões Administrativas e a RIDE/DF. 

Executado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa, por meio de chamamento público, em parceria com a OSC Instituto de Ser Nordestino, o Distrito Junino 2025 recebeu um investimento de R$ 10 milhões, evidenciando a responsabilidade do GDF em apoiar, de forma consistente e transparente, o segmento junino e toda a sua importância cultural, social e econômica para o DF e entorno. 

A Secretaria de Cultura está em preparação para lançar, o mais breve possível, um edital exclusivo de premiação destinado às quadrilhas juninas participantes do projeto. Serão R$ 2,25 milhões em recursos, um reconhecimento ao brilho, à dedicação e à força cultural desse movimento popular que emociona e transforma comunidades. 

Serviço – Encerramento Distrito Junino 2025 

Local: Esplanada dos Ministérios – Brasília/DF
Datas: 29 e 30 de agosto de 2025
Horário: A partir das 18h (sexta) e 17h (sábado)
Entrada gratuita – retirada de ingressos pelo Sympla a partir de terça-feira, 26 de agosto
Mais informações: @distritojunino2025

Despedida do Festival CoMA reúne cerca de 20 mil pessoas em Brasília

Foto Luara Baggi

“Encerramos da forma que começamos: felizes, realizados e com a certeza de que deixamos nosso público satisfeito”, declara Michelle Cano, diretora do festival
 

Depois de quase dez anos de eventos anuais, com intensa programação de conferências sobre a indústria da música, além de receber artistas, consagrados e em ascensão, de diferentes gêneros musicais, a organização do CoMA realizou, no fim de semana, a última edição do festival. 

Com ingressos esgotados e recorde de público – mais de nove mil pessoas — , o sábado reuniu artistas locais no palco principal, como QueOnda, com participação de Juyè, e o show eletrizante de Kirá, com a cantora franco-argentina Aluminé Guerrero. Em seu set, o cantor, radicado em Brasília, desceu do palco e, por alguns momentos, fez o show em meio ao público. Nomes em ascensão do rap feminino também marcaram presença, entre elas N.I.N.A e Budah, além de Ronísia, cantora de Cabo Verde. 
 

rapper Don L apresentou, pela primeira vez, as músicas de seu novo disco Caro Vapor II, um dos mais elogiados dos últimos meses pela imprensa especializada, e, para encerrar o dia, exibiu-se Yago Oproprio, paulista considerado um dos principais nomes do rapnacional da atualidade. 

No palco de música eletrônica, personalidades como FBC e VHOOR utilizaram o espaço para manifestos políticos. Caio T e Young Clubber, o projeto do rapper Febem, trouxeram sets que transitaram do house ao techno, sempre em sintonia com a energia da pista. 
 

Neste domingo, 24 de agosto de 2025, o CoMA finalizou seu ciclo com mais de 7 mil pessoas presentes no CCBB Brasília. Devido a problemas técnicos que causaram atrasos na passagem de som e, consequentemente, no horário dos shows, a organização do evento pediu desculpas e, com grande público já no CCBB, chamou o grupo Metá Metá para iniciar as apresentações do último domingo. O trio abriu a performance com a faixa Exu.

Estrelas como Paulinho da Viola e Paulinho Moska também se apresentaram, com destaque para a participação de Sandra de Sá no show Sarau Secreto. Ao lado de Marvyn, Bell Lins, Laady B e Israel Paixão, a artista transformou o palco BB Seguros em um verdadeiro baile black, com destaque para a canção Olhos Coloridos.

Valentina Luz, Technobrass, Mathosa com Omoloko e Kabulom foram algumas das atrações que agitaram o palco eletrônico no dia 24. No teatro, a cantora Catto performou seu mais novo álbum, Caminhos Selvagens. Nação Zumbi encerrou a noite com showespecial celebrando os 30 anos do icônico disco Da Lama ao Caos. Clássicos como A Praieira, A Cidade, Samba Makossa, entre outros, fizeram o público do CCBB se emocionar.


“O CoMA nasceu do desejo coletivo de criar um espaço onde música, arte e reflexão se encontrassem. Cada edição foi construída com afeto e parceria, e é emocionante encerrar este capítulo com uma programação que honra nossa trajetória e nosso legado”, afirma Michelle Cano, diretora do festival.
 

Nesta última edição, o evento trouxe uma programação especial com mais de 60 atrações, que revisitaram momentos marcantes da história do festival e celebram novos encontros e despedidas à altura de sua caminhada. A abertura ficou por conta do CoMA em Família, voltado para todas as idades, com atividades culturais, oficinas, espetáculos e feiras temáticas. Já a Conferência CoMA, realizada no Espaço Cultural Renato Russo, promoveu debates sobre o futuro dos eventos de entretenimento e das artes no país.
 

O CoMA celebrou sua história em uma despedida em grande estilo, à altura da relevância que conquistou para Brasília e para a cena cultural do país. Desde sua primeira edição, o festival transformou a capital em palco de uma programação ousada e diversa, reunindo, ao longo de oito anos, mais de 100 mil pessoas e mais de 200 artistas de diferentes estilos, origens e gerações.
 

Ao longo dos anos, o Festival CoMA se consolidou como um dos mais importantes encontros de música e arte do país, levando a seus palcos nomes que marcaram gerações e diferentes estilos. Basta lembrar que passaram pelo evento artistas consagrados como Ney Matogrosso, Elza Soares, Gal Costa, Maria Gadú, Criolo, Djonga, Carlinhos Brown, Gaby Amarantos, BaianaSystem e Filipe Ret, entre muitos outros que ajudaram a construir a identidade plural e diversa que é marca registrada do festival.
 

Manifesto CoMa 2025 – O CORAÇÃO COMO CENTRO

O que nos move? O que nos faz escolher um caminho e não o outro? O que nos leva a atravessar a fronteira do medo e dar o próximo passo?

Somos um emaranhado de vontades, instintos e memórias. Nosso corpo armazena tudo o que já vivemos e nos sussurra sinais, nossa mente cria caminhos e simula futuros. Mas, no fim, o que realmente decide é o coração. Ele é a força sutil que transforma desejo em ação, pensamento em realidade, sonho em movimento.

O Festival CoMA 2025 celebra essa pulsação essencial. É um convite para sentir – para viver a arte, a música e a coletividade de forma intensa e verdadeira. Não há transformação sem emoção, não há futuro sem um presente que nos toque profundamente.

Aqui, cada som, cada encontro, cada experiência são batidas de uma transformação ritmada. Um compasso coletivo que une arte, artistas, público e ideias em um fluxo vivo e vibrante. Sonhamos um festival que não apenas fale ao intelecto, mas que reverbere no peito, que emocione, que faça com que cada pessoa enxergue um mundo diferente do que via quando chegou.

Se a mente projeta e o corpo carrega, é o coração que decide. Que o CoMA 2025 seja esse espaço de escolha e entrega. Onde a arte nos conecta ao que há de mais verdadeiro: aquilo que sentimos.

Venha pulsar com a gente.

Sobre o Festival CoMA

O Festival CoMA é uma celebração da música, cultura e criatividade que une pessoas, culturas e ideias em uma comunhão inspiradora. Nascido em Brasília em 2017, vem sendo realizado anualmente. Já passaram pelos palcos do CoMA nomes como Elza Soares, Maria Gadu, Ney Matogrosso, Gaby Amarantos, Gal Costa, entre outros expoentes da música. 

A 8ª edição, neste ano, se destaca pela diversidade musical e por provocar reflexões sobre a relação entre cultura e o mercado do entretenimento. Além dos shows, que atraem grandes públicos, a Conferência CoMA promove um grande intercâmbio de conhecimento entre artistas e bandas em projeção, bem como profissionais já experientes do mercado musical. Em 2023, o Festival CoMA ingressou no movimento Brasília é de Festivais, endossando seu potencial turístico e de fomento da economia local.

O CoMA 2025 é apresentado pelo Ministério da Cultura e BB Seguros, realizado pela Mawê e CCBB, com patrocínio de Sebrae, Claro, Toyota e ABDI. 

Sobre a BB Seguros

Somos a BB Seguros, um grupo empresarial que atua nos segmentos de seguros, previdência aberta, títulos de capitalização e planos odontológicos. Cuidamos do que importa para as pessoas, oferecendo soluções inovadoras e sustentáveis para garantir um futuro tranquilo. Investimos na cultura e no esporte porque acreditamos que o desenvolvimento do talento brasileiro impulsiona conquistas para todos. Queremos proporcionar tranquilidade para as pessoas, hoje e sempre.

Sobre o CCBB Brasília  

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.  

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. 

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana.  

Desde o final de 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, sendo que no ano de 2023, obtivemos a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade.  

CCBB Brasília

Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h

Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF

E-mail: ccbbdf@bb.com.br

Informações

Fone: (61) 3108-7600

E-mail: ccbbdf@bb.com.br 

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Cultura periférica em festa

Foto divulgação

Caravana Os Crias da Perifa chega a Santa Maria nos dias 29 e 30 de agosto com DJ Markynhos Smurphies Disco Club, Tropa de Elite, Pacificadores, Misael , Filosofia Negra e mais

Após o sucesso histórico da primeira etapa em Ceilândia, que reuniu aproximadamente 17 mil pessoas e arrecadou 12 toneladas de alimentos nos dias 8 e 9 de agosto, a Caravana Os Crias da Perifa desembarca em Santa Maria, nos dias 29 e 30 de agosto (sexta e sábado), a partir das 19h. O palco vai receber atrações de peso como DJ Markynhos Smurphies,Tropa de Elite Pacificadores, Misael, , Filosofia Negra, Negra Flow, Arte de Ghetto, Minatai, Subconscientel, DJ Brotha e Conexão Fatal,e muito mais

Com entrada franca, mediante a doação de 1kg de alimento não perecível, o evento reforça seu caráter social e comunitário, mostrando a força da cultura urbana como ferramenta de transformação social.

Principais destaques

Além de atrações que marcaram gerações e atraem grande público, como DJ Markinhos Smurphies Disco Club, Tropa de Elite, Pacificadores e Misael, a programação promove o encontro de diferentes vozes da periferia, valorizando tanto os nomes consagrados quanto os novos talentos. A mistura de rap, trap, funk, grafite, dança de rua e batalhas de rima cria um espaço de visibilidade para artistas independentes e fortalece a cena cultural do DF e entorno.

Assim como em Ceilândia, a etapa de Santa Maria contará com estrutura de mega porte, garantindo qualidade técnica para as apresentações e um ambiente de celebração, pertencimento e resistência cultural.

Serviço

Caravana Os Crias da Perifa – Santa Maria

Data: 29 e 30 de agosto de 2025 (sexta e sábado)

Horário: 19h

Local: Santa Maria – DF (ao lado da Administração Regional)

Entrada: Gratuita, mediante doação de 1kg de alimento

Classificação indicativa: Livre

Informações: @criasdaperifa

Realização: Instituto de Empoderamento Social

Parceria institucional: Secretaria de Família e Juventude do DF | Vice-Governadoria do DF

58° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro divulga seleção oficial dos filmes e programação

Foto Divulgação

Mais longevo festival de cinema do país, ocorre de 12 a 20 de setembro com exibições da Mostra Competitiva Nacional, Mostra Brasília e quatro mostras paralelas no Cine Brasília, em Planaltina, Gama e Ceilândia

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, em parceria com o Instituto Alvorada Brasil, anunciou, nesta quarta-feira, (20/08), a programação oficial do 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. A mais tradicional e longeva mostra cinematográfica do país ocupará o Cine Brasília entre os dias 12 e 20 de setembro com programação extensa e diversa, além de levar exibições para Planaltina, Gama e Ceilândia. 

Esta edição marca também os 60 anos da primeira edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, realizado em 1965 sob a alcunha de Semana do Cinema Brasileiro. Para este novo ano, o festival terá formato ampliado, com nove dias de programação, que incluirá um longa-metragem a mais na seleção da Mostra Competitiva Nacional e outro na Mostra Brasília. 

Ao todo serão exibidos 80 filmes, distribuídos em seis mostras, sendo elas: as tradicionais Competitiva Nacional e Mostra Brasília, quatro mostras paralelas (Caleidoscópio, Festival dos Festivais, Coletivas Identidades, História(s) do Cinema Brasileiro), além do Festivalzinho e das sessões especiais. As exibições serão realizadas no Cine Brasília, no Complexo Cultural de Planaltina e nas unidades do Sesc no Gama e em Ceilândia. 

O secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec), Claudio Abrantes, ressaltou a relevância que o Festival de Brasília tem para o país, especialmente com a política de continuidade da gestão do evento. 

“A partir e uma inovação jurídica, conseguimos fazer um contrato mais extenso de três anos que nos dá uma possibilidade maior de planejamento e de captação. Como consequência, neste segundo ano da parceria, conseguimos devolver ao festival sua posição de protagonismo, junto a outros grandes festivais, como o de Gramado”, disse o secretário logo antes de anunciar o lançamento de um concurso de projetos para a criação do Anexo do Cine Brasília.

“O festival se soma e se beneficia com este planejamento a longo prazo que já traz muitos avanços de curadoria, visibilidade e operação”, complementa a diretora-geral do evento, Sara Rocha. “O festival cresce e amplia programação de filmes, Ambiente de Mercado, Conferência do Audiovisual e espalhar mais o festival pelo DF”.

Outra novidade do festival será a parceria com a TV Globo de Brasília, que lança a chamada pública de filmes para seleção de obras do cinema brasileiro para serem exibidas na grade da emissora, com cachê de seleção. A novidade foi anunciada por Sara, justamente com o gestor da emissora local, Marcelo Wener.

A repórter cultural da TV Globo Brasília, Luiza Garonce, também foi anunciada como mestra de cerimônias da edição de 60 anos do Festival de Brasília.

Seguindo a tradição do Festival, esta edição também conta com atividades extras como debates, seminários, oficinas, homenagens, solenidades de abertura e de premiação, Ambiente de Mercado e oficinas gratuitas. 

Com um total de 1.702 filmes inscritos, dos quais 1.396 curtas e 306 longas, o 58º Festival de Brasília apresenta sete longas-metragens e 12 curtas na Mostra Competitiva Nacional; cinco longas e 11 curtas do 27º Troféu Câmara Legislativa – Mostra Brasília, voltado para as produções do DF; e mais de 30 títulos nas mostras paralelas.

Sob a direção artística de Eduardo Valente, a 58ª edição do Festival de Brasília traz um olhar amplo e complexo sobre não apenas o cinema, mas também a sociedade brasileira em 2025. “Na Mostra Competitiva Nacional temos filmes de 14 estados diferentes da federação, cobrindo todas as cinco regiões do país. Essa amplitude de origens geográficas não foi um pressuposto curatorial, mas essa seleção reforça o objetivo do Festival de Brasília de servir de plataforma para olhares múltiplos e complementares.”

Valente ressalta que os filmes trafegam por tempos históricos bastante distintos. “As obras que serão apresentadas cruzam séculos da história brasileira, indo do nosso passado mais remoto a propostas de possíveis futuros, tentando encontrar os traços fundamentais da nossa formação enquanto nação, chamando a atenção para suas incompletudes, contradições e injustiças.”

Outro destaque desta edição é a equidade de gênero nas posições de direção dos filmes. Múltiplos filmes trazem perspectivas racializadas, por realizadores indígenas e negros de distintos gêneros, que ajudam a dar à seleção, nas telas e por trás das câmeras, uma multiplicidade necessária de pontos de vista.

Os selecionados para as mostras competitivas nacionais serão remunerados com cachê de seleção nos valores de R$ 30 mil para longas-metragens e R$ 10 mil para curtas. Os filmes em mostras paralelas e sessões hors concours também receberão cachê de seleção. 

A Mostra Brasília conta com um total de R$ 298.473,77 em prêmios concedidos pelos júris oficial e popular através do 27° Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). O valor teve um aumento de 24,36% em relação à premiação do ano passado, que era de R$ 240 mil. 

Claudinei Pirelli, o representante do Comitê Gestor do Troféu Câmara Legislativa, pontou tanto a ampliação do número de filmes selecionados como do valor de R$ 298 mil em prêmios para a Mostra Brasília.

“É uma forma que a gente tem buscado de, a cada ano, melhorar a atuação da Câmara para o setor do audiovisual. Certamente são filmes de qualidade, tanto do ponto de vista técnico como artístico”, ressaltou.

Na cerimônia de abertura, no dia 12 de setembro, será exibido o novo longa-metragem de Kleber Mendonça Filho, O Agente Secreto, protagonizado por Wagner Moura e premiado em duas categorias no Festival de Cannes, na França, e no Festival de Cine de Lima, no Peru.

O Festival de Brasília encerra com exibição do longa-metragem brasiliense A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo. Com trajetória internacional, o filme já passou por importantes eventos, como o Festival de Berlim, e acumulou prêmios, como o de Melhor Filme do Júri Infantil no 43º Festival Internacional de Cinema do Uruguai. 

Mostras Paralelas 

O 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro apresenta uma programação diversificada através de suas mostras paralelas. A Mostra Caleidoscópio exibe cinco longas-metragens que desafiam convenções de gênero cinematográfico, transitando entre ficção, não ficção, experimental e animação, com filmes oriundos de cinco estados brasileiros. Este ano a Mostra contará com a avaliação dos filmes por dois júris especiais: um deles formado pela Fipresci, entidade internacional de crítico de cinema que completa 100 anos de existência, e um júri jovem formado por estudantes de audiovisual da Universidade de Brasília (UnB), histórica parceira do Festival.

Mostra Festival dos Festivais, tradicional no evento, reúne cinco trabalhos de não-ficção premiados em importantes eventos em 2025, como a Mostra de Tiradentes, o Panorama Coisa de Cinema, o CachoeiraDoc, o In-Edit e o Olhar de Cinema, apresentando uma variedade de formatos, do autorretrato ao retrato biográfico. 

Inédita, a Mostra Coletivas Identidades apresenta três trabalhos urgentes que provocam discussões sobre questões sociais prementes, como conflitos territoriais e religiosos, no Brasil e no mundo. E a Mostra História(s) do Cinema Brasileiro traz um panorama do passado e do presente nosso cinema, com três longas que não apenas registram gerações decisivas de 

cineastas brasileiros, como buscam traçar novas propostas dessa história. Dentre os cinco realizadores que assinam estas três obras, dois já estiveram em destaque na competição do festival em anos anteriores (Julio Bressane e Henrique Dantas).

Para marcar o aniversário histórico de 60 anos do Festival no ano de 2025, serão exibidos dois longas da Semana do Cinema Brasileiro, evento que deu origem ao Festival de Brasília, em 1965: São Paulo S/A (em nova cópia 4K) e A Falecida, que premiou Fernanda Montenegro. Além disso, haverá uma sessão especial com três curtas de Kleber Mendonça Filho já exibidos em anos anteriores do festival.

Sessões Especiais

Fora das mostras, o Cine Brasília recebe sessões especiais que homenageiam personalidades e obras fundamentais. A programação inclui retratos de artistas como Cacá Diegues e Sérgio Mamberti, uma revisitação do trabalho da Caravana Farkas e o mais recente filme de Lúcia Murat, homenageada com o Prêmio Leila Diniz nesta edição. 

Será prestada uma homenagem especial ao crítico e cineasta Jean-Claude Bernardet, que deixou saudades neste ano, com a exibição de quatro de seus curtas-metragens realizados em parceria com o cineasta Fábio Rogério. 

Outra sessão especial celebrará o cinema brasiliense, com um curta que completa 25 anos de sua estreia no festival e o longa inédito da cineasta local Cibele Amaral, que reflete sobre o fazer cinematográfico e o futuro da sociedade. 

Também serão exibidos três filmes brasileiros clássicos que recentemente passaram por trabalhos de restauro, digitalização e novas cópias, entre eles Terceiro Milênio, de Jorge Bodanzky e Wolf Gauer. 

Os Homenageados 

O primeiro Troféu Candango será entregue nesta ocasião à grande homenageada do Festival de Brasília de 2025, que será agraciada com o prêmio pelo Conjunto da Obra, a veterana e premiada atriz Fernanda Montenegro. Em reconhecimento aos seus consolidada como um dos maiores ícones da dramaturgia brasileira. A atriz participou da primeira edição do Festival, ainda chamado de Semana do Cinema Brasileiro, e recebeu o primeiro prêmio de Melhor Atriz na ocasião com o filme A Falecida. Ao longo desses 60 anos de Festival, a atriz teve mais de 15 participações no festival, ressaltando sua atuação expressiva no Cinema Nacional. 

O Troféu Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo (ABCV) de 2025 será entregue para o premiado ator brasiliense Chico Sant’Anna, que tem mais de 40 anos de carreira dedicados ao teatro e ao cinema. 

O Prêmio Leila Diniz vai ser dedicado à cineasta Lúcia Murat como gesto de reconhecimento por sua trajetória no cinema brasileiro. Este prêmio foi implementado na 50ª edição do Festival, e surgiu para homenagear mulheres cuja prática e trabalhos marcaram a história do cinema brasileiro, na frente ou atrás das câmeras. 

A Medalha Paulo Emílio Salles Gomes será dedicada à pesquisadora acadêmica brasileira Ivana Bentes. Esta homenagem é concedida anualmente a figuras com trajetórias reconhecidas e consolidadas no âmbito de atividades que Paulo Emílio, criador do Festival, exerceu de forma marcante: a crítica, a preservação, o pensamento e o ensino de cinema.

Ambiente de Mercado 

Além de oficinas e exibições de mostras paralelas, o 58º Festival de Brasília confirma a realização da sétima edição do Ambiente de Mercado, voltado para pitchings e rodadas de negócios, com participação de players do setor do audiovisual nacional e internacional.

Também estará de volta a Conferência Nacional do Audiovisual, que foi um fórum importante retomado pelo festival no ano passado, no qual o público poderá participar de debates centrais para o desenvolvimento de políticas públicas para o audiovisual brasileiro.

Mostra Competitiva Nacional – LONGAS

Morte e Vida Madalena, de Guto Parente (CE) 

Xingu à Margem, de Wallace Nogueira e Arlete Juruna (BA) 

Quatro Meninas, de Karen Suzane (RJ) 

Corpo da Paz, de Torquato Joel (PB) 

Aqui Não Entra Luz, de Karol Maia (MG) 

Assalto à Brasileira, de José Eduardo Belmonte (SP) 

Futuro Futuro, de Davi Pretto (RS) 

Mostra Competitiva Nacional – CURTAS

Logos, de Britney (RS)

Safo, de Rosana Urbes (SP) 

Dança dos Vagalumes, de Maikon Nery (PR) 

Faísca, de Bárbara Matias Kariri (AC) 

Laudelina e a Felicidade Guerreira, de Milena Manfredini (RJ)

Boi de Salto, de Tássia Araújo (PI) 

Couraça, de Susan Kalik e Daniel Arcades (BA) 

A Pele do Ouro, de Marcela Ulhoa e Yare Perdomo (RR) 

Cantô Meu Alvará, de Marcelo Lin (MG) 

Ajude Os Menor, de Janderson Felipe e Lucas Litrento (AL)

Replika, de Piratá Waurá e Heloisa Passos (MT) 

Fogo Abismo, de Roni Sousa (DF) 

MOSTRA BRASÍLIA – LONGAS

Vozes e Vãos, de Edileuza Penha de Souza & Edymara Diniz

Mil Luas, de Carina Bini

Maré Viva Maré Morta, de Claudia Daibert

A Última Noite da Rádio, de Augusto Borges

Menino Quem Foi Seu Mestre?, de Rafael Ribeiro Gontijo e Sandra Bernardes

MOSTRA BRASÍLIA – CURTAS

Notas Sobre a Identidade, de Marisa Arraes

Dizer Algo Sobre Estar Aqui, de Vaga-mundo: poéticas nômades

O Bicho Que Eu Tinha Medo, de Jhonatan Luiz

A Brasiliense, de Gabmeta

O Fazedor de Mirantes, de Betânia Victor e Lucas Franzoni

Rainha, de Raul de Lima

Terra, de Leo Bello

Dois Turnos, de Pedro Leitão

Três, de Lila Foster

O Cheiro do Seu Cabelo, de Clara Maria Matos

Rocha: Substantivo Feminino, de Larissa Corino e Patrícia Meschick

MOSTRA CALEIDOSCÓPIO

Nosferatu, de Cristiano Burlan

Palco Cama, de Jura Capela

Atravessa Minha Carne, de Marcela Borela

Uma Baleia Pode Ser Dilacerada Como Uma Escola de Samba, de Marina Meliande, de Felipe M. Bragança

Nimuendajú, de Tania Anaya

MOSTRA FESTIVAL DOS FESTIVAIS

Cais, de Safira Moreira

A Mulher Sem Chão, de Auritha Tabajara e Débora McDowell

Vasta Natureza de Minha Mãe, de Aristótelis Tothi e Inez dos Santos

As Travessias de Letieres Leite, de Iris de Oliveira e Day Sena

MOSTRA COLETIVAS IDENTIDADES

Pau d’Arco, de Ana Aranha

Notas Sobre um Desterro, de Gustavo Castro

A Voz de Deus, de Miguel Antunes Ramos

MOSTRA HISTÓRIA(S) DO CINEMA BRASILEIRO

Relâmpagos de Críticas Murmúrios de Metafísicas, de Julio Bressane e Rodrigo Lima

Os Ruminantes, de Tarsila Araújo e Marcelo Mello

Anti-heróis do Udigrudi Baiano, de Henrique Dantas

SESSÕES ESPECIAIS

Sérgio Mamberti – Memórias do Brasil, de Evaldo Mocarzel

Para Vigo Me Voy, de Lírio Ferreira e Karen Harley

O Nordeste sob a Caravana Farkas, de Arthur Lins e André Moura Lopes

Hora do Recreio, de Lúcia Murat (Prêmio Leila Diniz) 

Ontem, Hoje e Amanhã e O Cego Estrangeiro, de Marcius Barbieri 

O Socorro Não Virá, de Cibele Amaral

60 ANOS DO FESTIVAL DE BRASÍLIA

São Paulo SA, de Luiz Sérgio Person

A Falecida, de Leon Hirszman 

Vinil Verde; Noite de Sexta Manhã de Sábado; e Recife Frio, de Kleber Mendonça Filho

CLÁSSICOS BRASILEIROS 

Terceiro Milênio, de Jorge Bodanzky e Wolf Gauer

A Lenda de Ubirajara, de André Luiz Oliveira

Viramundo, Geraldo Sarno; Nossa Escola de Samba, Manuel Horacio Giménez; Hermeto, Campeão, de Thomaz Farkas

HOMENAGEM A JEAN-CLAUDE BERNARDET

Mensagem de Sergipe

O Homem do Fluxo

Vim e Irei como uma Profecia 

Homenagem a Kiarostami 

FESTIVALZINHO

Quando A Gente Menina Cresce, de Neli Mombelli

Hacker Leonilia, de Gustavo Fontele Dourado

Notícias da Lua, de Sérgio Azevedo

A História de Ayana, de Cristiana Giustino e Luana Dias

Seu Vô e a Baleia, de Mariana Elisabetsky

Baú, de Matheus Seabra e Vinicius Romadel

SERVIÇO – 58º FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO

Data: 12 a 20 de setembro de 2025

Locais: Cine Brasília (106/107 Sul), Complexo Cultural de Planaltina, Sescs Gama e Ceilândia

Mais informações: https://festcinebrasilia.com.br/