Categoria: Cultura, Entretenimento

Noite de autógrafos

Na próxima quarta-feira (24/05), a partir das 19h o espaço U!Wake será palco de uma noite de autógrafos com a escritora, Irene Gaeta que lança seu livro, Contos de Babel: Os Porões da Alma.

Foto Divilgação

Irene Gaeta, é doutora em Psicologia Clínica e Analista Junguiana, tendo escrito diversas obras na área de psicoterapia, arteterapia, longevidade e área comportamental, além de inúmeras participações em congressos, seminários e bancas.

Foto Divulgação

Para Rose Chaves, proprietária da U!Wake a vinda da escritora para esse lançamento só incentiva e fomenta a cultura e a arte, além do estilo de vida saudável e leve, assim como a comunidade U!wake que vive o conceito brasileiro de estilo de vida consciente- U!Wake. Na ocasião, os convidados serão recebidos com um delicioso coquetel e drinks do Otto Biergarten que promete uma experiência de sabores com seus drinks autorais.

Serviço:

Local: U!Wake – SIG – Quadra 08 – Sudoeste
Data: 24/05 – quarta-feira
Horário: 19h
Entrada- Franca

Um livro para quem ama cada detalhe de Brasília

Daniel Zukko lança o livro Cenas Candangas 2, no dia 25 de maio, a partir das 18h, no Commercial São Benedito, 704 norte

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“Cenas Candangas 2 – Ser Candango é:”, de Daniel Zukko, é uma reunião de textos e ilustrações que encantam os apaixonados pela Capital por retratar tão bem este amor para lá de peculiar.

Por aqui, a gente ama azulejo, a esquizofrenia do clima, as distâncias relativas, o sotaque, os ipês… O autor, igualmente apaixonado por Brasília, conta de uma forma leve e repleta de humor os costumes do brasiliense pelo ponto de vista de quem vive e convive com a cidade.

Além das charges e textos, “Cenas Candangas 2” traz QR Codes que levam o leitor a vídeos do canal #MinhaBrasília, também produzidos pelo autor Daniel Zukko, que reforçam o sentimento pela cidade. “Assim como no “Cenas 1”, o “2” propõe uma experiência imersiva em diversas mídias com o objetivo de despertar – ou reforçar – o que gosto de chamar de Orgulho Nacional Candango”, explica Zukko.

De fácil leitura, o “Cenas Candangas 2” é para todas as idades e possui várias camadas. Adultos e crianças têm experiências distintas com a leitura, mas ambas intensas e divertidas. Alguns trocadilhos ou referências são percebidos apenas por quem já vive por aqui há mais tempo e mesmo quem chegou recentemente não fica perdido. Ao final, e igualmente divertido, há um glossário com termos e siglas que parecem muito comuns para nós, porém é quase um dialeto para forasteiros.

CENAS CANDANGAS

O segundo volume da série possui o mesmo conceito do primogênito: mostrar como Brasília é espetacular até nos detalhes do dia a dia, muito além da arquitetura tão famosa.

A ideia inicial surgiu nas redes sociais. Daniel Zukko começou a produzir charges de passagens da própria vida e as publicou no perfil @MinhaBrasilia, no Instagram. O resultado foi sucesso instantâneo, o que rendeu o primeiro volume. Neste “Cenas Candangas 2”, o autor segue a mesma pegada, agora com um tema específico sobre tudo o que define ser candango hoje em dia.

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O AUTOR

Daniel Zukko é jornalista, turismólogo, músico, fotógrafo e ilustrador. Criador do canal #MinhaBrasília em que produz vídeos que explicam a cidade a partir de seus costumes e história. Com mais de 10 milhões de visualizações nas redes, o #MinhaBrasília e Daniel Zukko são, hoje, uma referência na cultura local.

Foto Divulgação

LANÇAMENTO “CENAS CANDANGAS 2”


Dia 25/05, a partir das 18h
Local: Commercial São Benedito, 704 norte (virado para W4)

@commercialsaobenedito

Cenas Candangas 2, Daniel Zukko, 2023
Valor R$ 50

CCBB Educativo promove oficina de ilustração com Oberas

Domingo, 21/5, às 18h, com ingresso gratuito

O artista Oberon Blenner, conhecido como Oberas, é o convidado do CCBB Educativo a conduzir oficina para criação de um painel realizado coletivamente com a técnica “doodle”, uma espécie de esboço ou desenho realizado ao acaso, normalmente imagens simples que podem ter significados concretos de representações ou formas abstratas.  A atividade gratuita, que acontece dia 21/5, às 18h, no hall do 1o. Andar, no CCBB.

Durante a oficina, os participantes poderão descobrir a liberdade criativa que o estilo proporciona e a potência visual da integração de desenhos e formas soltas distribuídas em um grande painel coletivo. Personagens, paisagens e linhas geométricas costumam estar presentes no sarrabisco, termo traduzido no Brasil para a técnica que auxilia na memória.

 “O doodle é a junção de desenhos e linhas, realizados de forma espontânea, às vezes ao acaso. A ideia é soltar o traço, unindo várias imagens. A interação do grupo é exatamente encaixar um desenho no outro, formando uma obra visual construída a diversas mãos. Para mim, quem sabe segurar uma caneta, sabe desenhar”, explica o artista.

Oberon Blenner é ilustrador, grafiteiro, quadrinista, animador 2D e tatuador. Com um estilo original, busca, por meio de sua arte, criar mundos, futuros ancestrais e seres galácticos. Segundo ele, seu trabalho traduz sua jornada de vida. Ele cresceu assistindo desenhos animados e lendo gibis, e agora ganha a vida com o que mais ama fazer: desenhar. Ilustração de capas de bandas, grupos de rap, quadrinhos. E o sonho de fazer um desenho animado.

Além da atividade que faz parte do ciclo Datas Comemorativas, as tradicionais atividades oferecidas pelo programa estão abertas ao público. A programação completa e mais informações podem ser encontradas no telefone (61) 3222 – 0341  e no endereço eletrônico https://programaccbbeducativo.com.br/ ou https://programaccbbeducativo.com.br/

Datas Comemorativas – Dia da Língua Nacional

Data: 21 de maio
Horário: 18h

Hall do 1o andar, no CCBB Brasilia
Acesso: Gratuito, mediante retirada de ingressos
Classificação etária: Livre
Local: Hall do 1º andar

Saiba mais da programação: https://programaccbbeducativo.com.br/ ou https://ccbb.com.br/brasilia/ccbb-educativo/

Foto divulgação

Serviço:

Programa Educativo do Centro Cultural Banco do Brasil

Centro Cultural Banco do Brasil – Distrito Federal

Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Espacial Sul – Brasília – DF – Tel: (61) 3108 7600

Consulte a programação em .https://ccbb.com.br/brasilia/ccbb-educativo/ ou https://ccbb.com.br/brasilia/ccbb-educativo/

Classificação indicativa: livre

Light Walker

Flávio Lima estará apresentando a série Light Walke,  na Fargo, principal feira de arte do Centro Oeste. A feira acontece no Centro Cultural Oscar Niemeyer, de 25 a 28 de maio, das 14 às 22h00. Junto com ele estará o artista visual Azol, que vai expor “O Sertão Virou Mar”.

Foto João Menna

Sobre Flávio Lima


Flavio Lima vive e atua em Goiânia. O artista usa da abstração para criar narrativas poéticas. Com uma produção fotográfica, Flávio não se limita apenas ao produto final, seu processo artístico se inicia na criação de cenários instalativos. As formas e texturas dos objetos fotografados revelam-se através de enquadramentos que ganham interpretações na medida em que são observadas. A cor aparece enquanto um viés artístico para aprofundar as diferentes faces do mesmo conceito. Do mesmo modo, a luz desempenha um papel intrínseco ao reforçar os aspectos da cor e da fisionomia do que se coloca em frente às lentes. Assim, o artista usa a beleza e o refinamento para acessar emoções que nos acompanham no caminho traçado pela vida, criando reflexões que geram conexões com o que habita o íntimo de nossa existência

Sobre Azol


Artista visual formado em Cinema e Artes Gráficas nos Estados Unidos, Azol dirigiu curta-metragens e produziu programas para TVs como Manchete, Bandeirantes e Globo. Trabalhou com publicidade, criou conteúdo para internet e produziu vídeos institucionais para empresas. Desde 2010 trabalha em seu ateliê, em São Paulo, em caráter multidisciplinar, visando criar um diálogo com outras formas de expressão artística para fomentar um pensamento poético e sensível às diversas questões que movem o espírito e o fazer artístico. Produz trabalhos em pintura, escultura, colagem, mural, vídeo-arte e fotografia. Em 2016 entrou para o grupo de estudos de arte no ateliê do pintor Sérgio Fingermann com o intuito de aprofundar suas pesquisas nas diversas linguagens em que atua. Participou de exposições individuais e coletivas no Brasil e no exterior (França, EUA e Nações Unidas); e de feiras de arte em Paris e Nova York. Em setembro de 2021, realizou uma individual com curadoria de Marcus Lontra no Centro Cultural Correios, no Rio de Janeiro. Azol tem obras nos acervos do Centro Cultural Correios (Rio de Janeiro), na Pinacoteca do Rio Grande do Norte, na Funcarte (prefeitura de Natal) e no Sistema Fiern (Federação da Indústria e Comércio do RN).

Foto João Menna

Serviço


Série Light Walker
FARGO
Data: 25 a 28 de Maio
Local: Centro Cultural Oscar Niemeyer

Banco do Brasil apresenta e patrocina

O musical Carmen, a Grande Pequena Notável que

chega ao palco do CCBB BRASÍLIA,

com Amanda Acosta no papel-título.

Pela primeira vez em Brasilia, adaptação do premiado livro de Heloisa Seixas e Julia Romeu apresenta a trajetória de Carmen Miranda para toda a família, com  linguagem de Teatro de Revista. A direção é de Kleber Montanheiro, ganhador do APCA de melhor direção artística de 2022.

No dia 24 de maio, quarta-feira, estreia na capital federal o musical “Carmen, a Grande Pequena Notável”. O espetáculo cumpre temporada de quinta a sábado, às 20h e domingo às 19h, no Teatro do CCBB Brasília. Aos sábados, sessões extras às 16h. No sábado, 10 de junho, às 16h, acontece uma sessão especial com tradução para Libras. Os ingressos custam R$ 30,00 e R$15,00 (meia) e estão à venda na bilheteria física do CCBB ou pelo site .https://ccbb.com.br/brasilia/programacao/carmen-a-grande-pequena-notavel/

A classificação indicativa é livre

Com a proposta de apresentar a trajetória de Carmen Miranda (1909-1955) para toda a família, o musical “Carmen, a Grande Pequena Notável”, dirigido por Kleber Montanheiro, já foi visto por milhares de pessoas, tendo sua estreia em 2018 no CCBB São Paulo, no contexto das comemorações aos 110 anos de Carmen Miranda.

Em cena, no papel de Carmen Miranda, a premiada atriz Amanda Acosta. O elenco ainda conta com a participação de Daniela Cury, Gustavo Rezende, Gabriella Britto, Jonathas Joba, Júlia  Sanchez e Roma Oliveira, além dos músicos Maurício Maas, Betinho Sodré, Monique Salustiano e Fernando Patau.

Foto Divulgação

O musical é inspirado no livro homônimo de Heloisa Seixas e Julia Romeu, vencedor do Prêmio FNLIJ de Melhor Livro de Não-Ficção (2015).

Portuguesa radicada no Brasil, Carmen Miranda tornou-se um dos maiores símbolos da cultura brasileira. Para contar sua história, a produção adota a estrutura, a estética e as convenções do Teatro de Revista Brasileiro – um marco na época – no qual a artista também se destacou.

“Utilizamos a divisão em quadros, o reconhecimento imediato de tipos brasileiros e a musicalidade presente, colaborando diretamente com o texto falado, não como um apêndice musical, mas sim como dramaturgia cantada”, explica o diretor Kleber Montanheiro. Esse tradicional gênero popular faz parte da identidade cultural brasileira, mas, recentemente, está em processo de desaparecimento da cena teatral por falta de conhecimento, preconceito artístico e valorização de formas americanizadas e/ou industrializadas de musicais. O musical é inspirado no livro homônimo de Heloisa Seixas e Julia Romeu, vencedor do Prêmio FNLIJ de Melhor Livro de Não-Ficção (2015).

A encenação tem a proposta de preservar a memória sobre a “pequena notável”, como a cantora era conhecida, e sobre a época em que ela fez sucesso tanto no Brasil como nos Estados Unidos, entre os anos de 1930 e 1950. Por isso, os figurinos da protagonista são inspirados nos desenhos originais das roupas usadas por Carmen Miranda; já as vestes dos demais personagens são baseadas na moda dessas décadas.

“As interpretações dos atores obedecem a prosódia de uma época, influenciada diretamente pelo modo de falar ‘aportuguesado’, o maneirismo de cantar proveniente do rádio, onde as emissões vocais traduzem um período e uma identidade específica”, revela Montanheiro.

A cenografia reproduz os principais ambientes propostos pelo livro. Esses espaços físicos são: o porto do Rio de Janeiro, onde Carmen desembarca ainda criança com seus pais; sua casa e as ruas da Cidade Maravilhosa; a loja de chapéus, onde Carmen trabalhou; o estúdio de rádio; os estúdios de Hollywood  e as telas de cinema; e o céu, onde ela foi cantar em 5 de agosto de 1955. Cada cenário traz ao fundo uma palavra composta com as letras do nome da cantora em formatos grandes. Por exemplo, a palavra ‘MAR’ aparece no porto, e  ‘MÃE’, na casa dos pais da cantora.

Sobre Kleber Montanheiro – Direção, Cenários e Figurinos.

Multiartista com 30 anos de carreira, é diretor cênico, cenógrafo, figurinista, iluminador e artista visual em expografia. Indicado a mais de 25 prêmios (FEMSA, APCA, Shell, Prêmio Bibi Ferreira e Prêmio DID – Destaque Imprensa Digital) em diversas categorias, foi contemplado pela maioria delas. Destacam- se em sua direção espetáculos como “Ópera do Malandro”, de Chico Buarque de Holanda; “Carmen, a Grande Pequena Notável”, de Heloísa Seixas e Júlia Romeu; “Nossos Ossos”, do livro homônimo de Marcelino Freire e, atualmente, “Tatuagem”, um musical adaptado do filme de Hilton Lacerda, pelo qual recebeu indicações aos prêmios Bibi Ferreira e APCA como melhor diretor. Por “Carmen, a Grande Pequena Notável”, recebeu o Prêmio São Paulo de Melhor Figurino. Está indicado ao prêmio DID – Destaque imprensa Digital como melhor diretor pelo espetáculo musical “Tatuagem” e foi recentemente vencedor do prêmio APCA de melhor direção do ano de 2022 pela mesma montagem.

Sobre Heloisa Seixas – Autora do Livro e do Roteiro da Peça.

A carioca Heloisa Seixas trabalhou muitos anos na imprensa do Rio de Janeiro    antes de dedicar-se exclusivamente à literatura. É autora de mais de 20 livros, incluindo romances, contos, crônicas e obras infanto-juvenis, além de peças de         teatro. Foi cinco vezes finalista do prêmio Jabuti e duas vezes finalista do Prêmio São Paulo de Literatura, com seus livros “Pente de Vênus, “A Porta”, “Pérolas Absolutas”, “O Oitavo Selo” e “Agora e na Hora”. Seu livro mais recente é “O Livro dos Pequenos Nãos”, da Companhia das Letras, semifinalista do prêmio Oceanos. Autora dos musicais “Era no Tempo do Rei” e “Bilac Vê  Estrelas”, ambos em parceria com Julia Romeu, Heloisa fez para o teatro a peça “O Lugar Escuro”, uma adaptação de seu livro homônimo sobre a doença de Alzheimer. Este espetáculo rendeu para a atriz Camilla Amado o Prêmio       Especial APTR de 2014.

Sobre Julia Romeu – Autora do Livro e do Roteiro da Peça.

Em parceria com Heloisa Seixas, Julia Romeu escreveu os musicais “Era no Tempo do Rei” (2010), com músicas de Aldir Blanc e Carlos Lyra; e “Bilac Vê Estrelas” (2015), que venceu os prêmios Bibi Ferreira de Melhor Musical Brasileiro, Shell e APTR, com canções de Nei Lopes. As duas também são autoras do livro “Carmen: A Grande Pequena Notável”, a biografia de Carmen Miranda para crianças, vencedora do Prêmio FNLIJ de Melhor Livro de Não-Ficção de 2015. Além disso, ela trabalha como tradutora literária há mais de dez anos e é mestre em Literaturas de Língua Inglesa pela UERJ.

Foto Divulgação

Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 outubro de 2000, após uma grande reforma de adaptação do Edifício Tancredo Neves, com o objetivo de reunir em um só lugar todas as formas de demonstração de arte e criatividade possíveis, para levá-las ao público da capital.

O edifício Presidente Tancredo Neves faz parte de um conjunto de obras arquitetônicas assinadas por Oscar Niemeyer. Com o seu imenso projeto paisagístico, idealizado por Alda Rabello Cunha, o prédio conta com amplos espaços de convivência, café, restaurante, galerias, sala de cinema, teatro, salas multiuso, jardins e uma praça central para eventos abertos, onde são realizados shows, espetáculos e performances.

Ficha Técnica

Autoras do livro e adaptação teatral: Julia Romeu e Heloisa Seixas. Direção, cenários e figurinos: Kleber Montanheiro. Desenho de luz: Marisa Bentivegna. Direção Musical: Ricardo Severo. Visagismo: Anderson Bueno. Elenco: Amanda Acosta (Carmen Miranda), Daniela Cury, Gustavo Rezende, Gabriella Britto, Jonathas Joba, Júlia Sanchez e Roma Oliveira. Músicos: Maurício Maas, Betinho Sodré, Monique Salustiano e Fernando Patau. Direção de produção: Maurício Inafre. Produção: Uma Arte Produções Artísticas &  Cia Da Revista. Assessoria de imprensa: Luiz Alberto Osório – Agenda KB Comunicação.

Serviço:

Centro Cultural Banco do Brasil Brasília

Localização | SCES, Trecho 2, Lote 22, Brasília, DF

Carmen, a Grande Pequena Notável

Musical

Sessões | Quinta a sábado, às 20h

                  Domingo, às 19h

Sessões extras | Sábado, às 16h

Sessão extra com tradução para Libras | 10/06, sábado, às 16h

Duração | 80 minutos

Local | Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília

Endereço | SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Espacial Sul – Brasília – DF

Temporada | de 24 de maio a 11 de junho de 2023

Ingresso | R$ 30,00 (inteira), e R$ 15 (a meia para estudantes, professores, profissionais da saúde, pessoa com deficiência (e acompanhante, quando indispensável para locomoção), adultos maiores de 60 anos e clientes BB), à venda em https://ccbb.com.br/brasilia/ ou na bilheteria do CCBB Brasília

Capacidade do teatro | 327 lugares (sendo 07 espaços para cadeirante e 03 assentos para pessoa portadora de obesidade)

Classificação indicativa | livre

Informações

Fone: (61) 3108-7600

E-mail: <a href="http://CCBB BRASILIA – DF 20258 ccbbdf@bb.com.br

Site/ https://ccbb.com.br/

Facebook/ccbb.brasilia

Twitter/ @ccbb_df

Instagram/ccbbbrasilia

Youtube/ https://www.youtube.com/@bancodobrasil

Ficha técnica do espetáculo

Carmen, A Grande Pequena Notável

Patrocínio | Banco do Brasil

Realização | Centro Cultural Banco do Brasil

Dramaturgia | Heloisa Seixas e Julia Romeu

Direção | Kleber Montanheiro

Diretores assistentes | Ana Elisa Mattos / João Victor Silva / Larissa Matheus

Elenco | Amanda Acosta – Carmen Miranda

              Daniela Cury – Mãe / Freira / Corista

              Gustavo Rezende – Pai / Freira / Mario Cunha / Empresário Americano

              Gabriella Britto – Aurora Miranda / Secretária do Cassino / Corista

              Jonathas Joba – Livro / Narrador

              Júlia Sanchez – Madame Boss / Madre Maria José / Isaura / Corista

              Roma Oliveira – Criança / Josué de Barros / Dono do Cassino

Direção Musical e Arranjos | Ricardo Severo

Músicos | Betinho Sodré
                Fernando Patau

                Mauricio Maas

                Monique Salustiano

Coreografia e Direção de Movimento | Keila Fuke

Cenário e Figurinos | Kleber Montanheiro

Visagismo | Anderson Bueno

Assistente de Cenário e Figurinos | Thaís Boneville e Marcos Valadão

Pintura Artística de Cenografia e Figurinos | Victor Grizzo

Produção de Época | Luma Yoshioka

Cenotécnicos | Alício Silva e Evas Carretero

Iluminação | Marisa Bentivegna

Operador De Luz E Assistente De Iluminação | Claudio Gutierres

Adereços | Michele Rolandi

Costureiras | Creuza Medeiros / Mariluce Constantina Da Costa / Salomé Abdala

Design de Som | André Omote

Fotos | Leekyung Kim / Guto Muniz

Registro em Vídeo e Direção e Imagens | Ícaro Bueno

Projeto Gráfico | Heron Medeiros

Assessoria de Imprensa | Luiz Alberto Osório – Agenda Kb Comunicação

Operador de Som | Kleber Marques

Camareiros |  Nascimento / Celeste Da Silva

Contrarregragem | Marcos Valadão

Microfonista | Julia Mauro

Produção Local | Elisa Mattos

Produção Executiva e Diretor de Palco | Regilson Feliciano

Assistente de Produção | Vitor Julian

Direção de Produção e Administração | Maurício Inafre

Idealização do Projeto | Kleber Montanheiro

Produção | Uma Arte Produções Artísticas & Cia da Revista

Devocional diário é uma saída para momentos difíceis

Hoje já existem ferramentas que auxiliam na maior conexão com Deus

Foto Divulgação

Momentos complicados surgem com frequência, seja no trabalho, na faculdade ou em casa. Muitos problemas, inclusive, parecem não ter solução quando consideramos nossas próprias forças, então pode acontecer de deixar aquele sentimento de preocupação falar mais alto, além da vontade de desistir.

São nestes momentos que o Devocional Diário pode servir de consolo, pois é o momento em que o cristão cria uma conexão direta com Deus. Em Salmos 119:15-16 está escrito: “Meditarei nos teus preceitos e darei atenção às tuas veredas. Tenho prazer nos teus decretos; não me esqueço da tua palavra”.

No mês da meditação (comemorado mundialmente no dia 20/05), explica Lu Alone, Ministra de Louvor e representante do Glorify, explica como o devocional, que é o Ato de meditar na palavra de Deus, pode auxiliar nestes momentos: “surgem problemas em nossas vidas em que não sabemos o que fazer. É aí que devemos separar um tempo ainda maior com Deus, pois n’Ele encontraremos as respostas. O devocional serve para fazer essa conexão e ajudar o cristão a encontrar sentido em Jesus.”

Outro benefício do devocional diário é a sabedoria adquirida. Está escrito em Tiago 1:2-4: “Meus irmãos, considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança. E a perseverança deve ter ação completa, a fim de que vocês sejam maduros e íntegros, sem que falte a vocês coisa alguma. Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida”.

Estudos da Universidade de Waterloo ainda mostram que a meditação também pode aperfeiçoar as funções e níveis de energia cerebral. A pesquisa aponta um aumento da capacidade de controlar julgamentos rápidos estereotipados, ações e pensamentos rotineiros.

Além de práticas, muitas destas ferramentas são gratuitas como o Glorify, maior aplicativo devocional cristão do mundo disponível para Android e IOS. Em poucos minutos, a pessoa tem acesso ao devocional diário e também a Bíblia. Na aba Ouvir há diversos conteúdos também separados por temas para apoio em diversos momentos do dia e da vida.

Confira 3 dicas práticas para fazer um devocional diário:

– Reserve um tempo na agenda

A correria do dia-a-dia pode até ser o vilão do tempo. Assim como as pessoas dedicam um tempo para ir à academia ou passar no shopping, fazer o devocional requer constância e disciplina. Por isso, reservar um tempo na agenda, de 10 a 15 minutos já bastam para fazer o devocional completo. Em Colossenses está escrito: “Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens, sabendo que receberão do Senhor a recompensa da herança. É a Cristo, o Senhor, que vocês estão servindo”.

– Faça em qualquer horário

Muitas pessoas, de fato, preferem fazer seu devocional na parte da manhã, pois é como se fosse o combustível para as tarefas diárias. Porém, é possível ter o seu momento com Deus em qualquer hora do dia. Em Josué 1:8 está escrito: “Não deixe de falar as palavras deste Livro da Lei e de meditar nelas de dia e de noite, para que você cumpra fielmente tudo o que nele está escrito. Só então os seus caminhos prosperarão e você será bem-sucedido”. Ou seja, você pode fazer tomando café da manhã, almoçando ou indo para o trabalho, por exemplo. Desde que você consiga meditar e refletir sobre aquilo que está sendo falado.

– Anote!

Anotar é uma boa dica para pessoas que às vezes podem esquecer ou deixar passar alguma informação. Use o bloco de notas ou um caderno para colocar suas reflexões e entendidos sobre o devocional. O legal é que você pode voltar a leitura quantas vezes quiser.

Sobre o Glorify

Fundado em 2019 pelos empreendedores britânicos Henry Costa e Ed Beccle, o Glorify é um aplicativo cristão de devocional diário que cria espaço e estrutura para que todas as pessoas se conectem com Deus todos os dias.

Projetado para ajudar a adquirir bons hábitos de adoração com conteúdo de qualidade, o Glorify oferece leituras diárias da Bíblia escolhidas a dedo, meditação guiada, música de adoração e espaço para reflexão e oração. Cristãos em todo o mundo são guiados por pequenas rotinas de adoração para fortalecer seu relacionamento com Deus e recarregar sua jornada espiritual todos os dias.

O aplicativo está disponível para download na Google Play Store e Apple Store.

Cinema do CCBB Brasília recebe Retrospectiva Geraldo Sarnode 23 de maio a 11 de junho

Mostra inédita do conceituado cineasta baiano com 26 filmes e atividades formativas com a presença do curador e bate papo com convidados especiais.

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O Centro Cultural Banco do Brasil – Brasília apresenta a Retrospectiva Geraldo Sarno que exibirá, integralmente, a filmografia do cineasta baiano Geraldo Sarno – uma das grandes referências do cinema brasileiro moderno –, recentemente falecido em decorrência de COVID-19. 

A retrospectiva inédita, de 23 de maio a 11 de junho, exibirá 26 filmes (9 longas, 5 médias e 12 curtas-metragens). São documentários e ficções de um diretor combativo, perseguido pela ditadura militar, e cuja carreira se estendeu por mais de 5 décadas, sempre empenhado em registrar as diversas faces da cultura tradicional brasileira: a religiosidade popular; a herança cultural e espiritual afro-brasileira; a literatura de cordel; os santeiros; a memória do cangaço; o artesanato; as formas de cantoria tradicional. Os ingressos podem ser adquiridos R$ 10 (inteira) e R$ 5 (meia).

Com curadoria de Ewerton Belico e Leonardo Amaral, a Retrospectiva Geraldo Sarno faz jus à importância histórica deste cineasta brasileiro cuja obra de impressionante consistência temática e notório engajamento político está há tempos longe dos olhos do grande público.

Foto Divulgação

Geraldo Sarno (1938-2022) é conhecido também como integrante da Caravana Farkas, projeto coletivo de realização documental capitaneado entre o final dos anos 1960 e o começo dos anos 1970, pelo célebre fotógrafo Tomaz Farkas. Assim como outros diretores ligados à Caravana (como Sérgio Muniz ou Paulo Gil Soares), Sarno teve uma carreira longa e prolífica depois da Caravana, entre o documentário e a ficção, entre o cinema e a televisão.

Em Brasília, a retrospectiva contará com a apresentação curatorial (dia 23/05) e com dois bate-papos (dias 27/05 e 03/06 – ver programação), além do lançamento de um catálogo com grande acervo de escritos, fotografias e arquivos do próprio Sarno.

Muitos dos seus filmes foram pouco exibidos, o que torna a mostra mais contundente e necessária a fim de se estabelecer novos diálogos e novas análises sobre a obra do diretor e sobre o cinema brasileiro.

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A filmografia de Geraldo Sarno comprova o enorme interesse do diretor pelas diversas faces da cultura brasileira: a religiosidade popular, a literatura de cordel, os santeiros, a memória do cangaço, o artesanato, as formas de cantoria tradicional. Sua obra transita por diversas frentes, nas variações entre um Brasil tradicional e um Brasil moderno.

Há em Geraldo Sarno um nítido interesse pela migração nordestina e pela herança sertaneja, que se espalha por inúmeros filmes, desde os migrantes abandonados na grande cidade, entregues à sua fé no clássico Viramundo (1965), ao político e empresário idealista encravado no meio do sertão pernambucano do longa de ficção Coronel Delmiro Gouveia (1977), passando pelo bumba-meu-boi de Dramática popular (1968); pela obra do escultor popular Mestre Vitalino, em Vitalino/Lampião (1969); as feiras populares nordestinas de Segunda-feira (1975).

Ainda em sua obra, existe ainda um fascínio pelas relações entre literatura, história e cinema, a exemplo de Semana de Arte Moderna (1972), O Picapau Amarelo (1973), adaptação da obra infanto-juvenil de Monteiro Lobato, de Casa Grande & Senzala (1978) e de Último Romance de Balzac; sobre o romance psicografado pelo médico e médium espírita, Waldo Vieira atribuído ao escritor francês Honoré de Balzac.

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O encerramento da Mostra conta com o filme Sertânia, festejado pela crítica brasileira como um dos melhores de 2022, e que marca a retomada da experiência do cangaço e, talvez, seja a obra mais ousada de Sarno.

A retrospectiva Geraldo Sarno ainda apresenta um trabalho inédito realizado por Sarno, um dos episódios da série Sertão de Dentro, e cópias novas dos filmes Iaô e Plantar nas estrelas.

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PROGRAMAÇÃO:

Terça 23/05 

18h [Abertura] Brasil Verdade (130’, Geraldo Sarno, Paulo Gil Soares, Manuel Horácio Gimenez, Maurice Capovilla, 1968) | Livre 

Com apresentação da curadoria por Leonardo Amaral 

Quarta 24/05

19h Os Imaginários (9’, 1970) 

Viramundo (38’, 1968) 

Viva Cariri! (39’, 1969) | Livre 

Quinta 25/05

19h O Côco de Macalé (12′, 1982) 

Último Romance de Balzac (74’, 2010) | 12 anos 

Sexta 26/05 

17h Eu Carrego um Sertão Dentro de Mim (14′, 1980) 

A Terra Queima (58’, 1984) | Livre 

19h Coronel Delmiro Gouveia (90′, 1990) | Livre 

Sábado 27/05 

15h Mesa de Debate: Geraldo Sarno e a

experiência da Caravana Farkas | Livre

18h30 Sertânia

(97′, 2020) | 16 anos

*Sessão com LIBRAS, LSE e audiodescrição pelo App MovieReading

Domingo 28/05

16h Casa Grande e Senzala (15’, 1978) | Livre

Deus é um fogo (80’, 87’) | Livre

18h30 Dramática Popular (28′, 1968)

Semana de Arte Moderna (58’, 1972) | Livre

Terça 30/05

18h Tudo Isto me Parece um Sonho (150′, 2008) | 14 anos

Quarta 31/05

19h Coronel Delmiro Gouveia (90’, 1992) | Livre

Quinta 01/06 

19h Vitalino Lampião (9’, 1969) 

Herança do Nordeste (82’, Geraldo

Sarno, Sérgio Muniz, Paulo Gil Soarres, 1972) | Livre

Sexta 02/06 

16h15 Brasil Verdade (130’, Geraldo Sarno, Paulo Gil Soares, Manuel Horácio Gimenez,

Maurice Capovilla, 1968) | Livre 

19h15 Sertão de Dentro (52′, 2023) | 10 anos 

Sábado 03/06 

16h Mesa de Debate:

Métodos de trabalho de Geraldo Sarno |Livre
 

19h Coronel Delmiro Gouveia (78′, 1990) |Livre 

Domingo 04/06 

17h Jornal do Sertão (15’, 1970) 

O Engenho (10’, 1970) 

A Cantoria (15’, 1970) 

Segunda-Feira (11’, 1975) 

Plantar nas Estrelas (17’, 1978) | Livre

19h Espaço Sagrado (17’, 1976) 

Iaô (70’, 1976) | 16 anos 

Terça 06/06 

17h O Picapau Amarelo (82’, 1972) | Livre 

Quarta 07/06 

17h Eu Carrego um Sertão Dentro de Mim (14′, 1980) 

A Terra Queima (58’, 1984) | Livre 

19h O Côco de Macalé (12′, 1982) 

Último Romance de Balzac (74’, 2010) | 12 anos 

Quinta 08/06 

16h30 Jornal do Sertão (15’, 1970) 

O Engenho (10’, 1970) 

A Cantoria (15’, 1970) 

Segunda-Feira (11’, 1975) 

Plantar nas Estrelas (17’, 1979) | Livre 

18h20 Tudo Isto me Parece um Sonho (150′, 2008) | 14 anos

Sexta 09/06 

16h45 Vitalino Lampião (9’, 1969) 

Herança do Nordeste (82’, Geraldo

Sarno, Sérgio Muniz, Paulo Gil Soares, 1972) | Livre 

19h15 Espaço Sagrado (17’, 1976) 

Iaô (17’, 1976) | 16 anos 

Sábado 10/06 

16h Os Imaginários (70’, 1970) 

Viramundo (38’, 1968) 

Viva Cariri! (39’, 1969) | Livre 

18h30 O Picapau Amarelo (82’, 1972) | Livre 

Domingo 11/06

16h Dramática Popular (28′, 1968) 

Semana de Arte Moderna (58’, 1972) | Livre 

18h30 Casa Grande e Senzala

(15’, 1978) | Livre 

Deus é um fogo (80’, 87’) | Livre

ATIVIDADES FORMATIVAS 

Terça 23/05– 19h

Apresentação curatorial da mostra com Leonardo Amaral

Sábado 27/05 – 15h

Mesa de Debate / Geraldo Sarno e a experiência da Caravana Farkas

Palestrantes: Camila Dutervil (Documentarista e Antropóloga) e Edileuza Penha de Souza (Professora e Cineasta, UnB).

Mediação: Leonardo Amaral (curador) Livre [intérprete simultânea em LIBRAS]

Sábado 03/06 – 16h

Mesa de Debate / Métodos de Trabalho de Geraldo Sarno

Palestrantes: Rayssa Coelho (Pesquisadora e Produtora) e Dácia Ibiapina (Cineasta) Mediação: Ewerton Belico (curador) | Livre [intérprete simultânea em LIBRAS]

SINOPSES:

1_Viramundo

(Digital, p&b, 38 minutos, 1965)

Sinopse: A chegada de nordestinos à cidade de São Paulo ilustrada com depoimentos dos próprios migrantes e músicas com letras de José Carlos Capinan. A busca do trabalho é o grande tema apresentado, e a partir dele, é possível perceber percursos de vidas que se cruzam em uma nova cidade, onde desemprego, caridade e religião ocupam a ordem do dia.

Classificação indicativa: Livre

Filme completo ou trecho: https://www.thomazfarkas.com/filmes/viramundo/

2_Brasil Verdade

(Digital, p&b, 130 minutos, 1968)

Sinopses:

Compilação de 4 médias-metragens realizados entre 1964 e 1965 e lançados na forma de um longa de episódios em 1968, que veio a se tornar um dos clássicos do documentário brasileiro. A produção geral dos filmes foi de Thomas Farkas e todos eles tiveram músicas especialmente compostas por Gilberto Gil. Viramundo faz parte da complicação. Os outros são:

Memórias do cangaço

Com roteiro e direção de Paulo Gil Soares, trata sobre o Cangaço, movimento armado de bandoleiros que atuou no nordeste brasileiro na década de 1930, incluindo depoimentos de sobreviventes da luta (policiais e cangaceiros), análise do antropólogo Estácio de Lima e imagens originais de 1936, filmadas por Benjamim Abrahão, mascate que se infiltrou nas fileiras de Lampião.

Nossa escola de samba

Roteiro e direção de Manuel Horácio Gimenez, é um documentário social sobre o bairro carioca onde surge a Escola de Samba Unidos de Vila Isabel: o cotidiano do morro, as transformações que ocorrem todo ano quando se aproxima o Carnaval, os preparativos, os ensaios e finalmente o desfile na avenida.

Subterrâneos do futebol

Roteirizado em 1964 por Celso Brandão (texto), Clarice Herzog, João Batista de Andrade, Francisco Ramalho Jr. e dirigido por Maurice Capovilla, é exposto a paixão brasileira pelo futebol, o sonho de ascensão econômica dos jovens pobres que tentam ingressar na carreira de jogador e a válvula de escape das tensões sociais da maioria da população torcedora. Imagens de grandes jogos no Maracanã e no Pacaembu (nas quais aparecem o árbitro Armando Marques), com destaque para Pelé e o Santos, campeão paulista de 1964. Cenas com vários jogadores que participaram daquela campanha pelo clube santista: Pepe, Toninho Guerreiro, Lima, Coutinho, dentre outros.

Classificação indicativa: 12 anos

Filme completo ou trecho: https://www.thomazfarkas.com/filmes/memorias-do-cangaco/

(Digital, p&b, 28 minutos, 1968)

3_Dramática popular

Sinopse: O documentário aborda a literatura de cordel e manifestações como zabumba, dança do maribondo e o bumba-meu-boi, teatro de rua que trata da vida, da morte e da mitologia sertaneja.

Classificação indicativa: Livre

Trecho ou filme completo: https://assistabrasilctav.turismo.gov.br/play/10703

4_Viva Cariri!

(Digital, colorido, 39 minutos, 1969)

Sinopse: Os confrontos e conflitos entre a cidade dos romeiros do Padre Cícero e as tentativas de desenvolvimento da região.

Classificação indicativa: Livre

Trecho ou filme completo: https://vimeo.com/244397819

5_Vitalino/Lampião

(Digital, colorido, 9 minutos, 1969)

Sinopse: Dentre os artesãos do barro do Nordeste, o mais famoso, sem dúvida, foi Vitalino. A herança de sua arte se espalhou pela família. O filme se fixa na arte das mãos do mestre, através de seu filho, desde o instante em que pega o barro até quando o transforma numa imagem detalhada de Lampião, o rei do Cangaço, com todos os ícones de sua história.

Classificação Indicativa: Livre

Trecho ou filme completo: https://www.thomazfarkas.com/filmes/vitalino-lampiao/

6_Os Imaginários

(Digital, colorido, 9 minutos, 1970)

Sinopse: Os romeiros nordestinos têm o hábito de comprar imagens de personagens nos quais neles identificam um comportamento exemplar. Talhando a madeira para dar forma a essas figuras, os imaginários, artesãos que fazem imagens de personagens típicos do nordeste tradicional e perpetuam uma tradição que se modificou com o tempo. As formas do artista tradicional se adaptar às exigências do mercado de turismo e a dissociação entre sua consciência e o significado real da obra a que se dedica.

Classificação indicativa: Livre

Trecho ou filme completo: https://youtu.be/hB4DLSW22Ic

Pode se “achegá” que a Festa Junina do Iate vai começar

Adriana Samartini, Lucas e Bárbara e Trio Balançado estão entre as atrações
confirmadas do evento, que acontece nos dias 1°, 2 e 3 de junho

Uma das festas mais tradicionais no calendário de arraiás do Distrito Federal já tem data marcada. A Festa Junina do Iate Clube de Brasília será nos dias 1°, 2 e 3 de junho, com início às 19h, na quinta e na sexta-feira; e, às 18h, no sábado. Os ingressos estão à venda no site Bilheteria Digital e na recepção do Clube.

Música, alegria, fogueira, diversão, bandeirinhas coloridas e danças de quadrilha prometem animar o público durante os três dias (confira a programação). Além do DJ Renê Ricochet, apresentam-se a cantora Adriana Samartini, a dupla Lucas e Bárbara e o grupo Trio Balançado.

O tema deste ano é “A Vila 2023”, cuja decoração envolve uma minicidade cenográfica com uma estação de trem que leva à Vila. Serão cenografadas barracas em formato de casinhas do vilarejo. As barracas de comidas típicas trarão diversas delícias, com alto padrão de qualidade e higiene. Serão 24 barracas com gostosuras, como canjica, pamonha, curau, churrasquinho, arroz de carreteiro, acarajé, maçã do amor, caldos variados, quentão,
camarão empanado, cachorro-quente, pizza, crepes, pastel e outras delícias.

Expositores conhecidos no mercado gastronômico da cidade trarão opções especiais nas barraquinhas Parrilla Madrid, Pedacinho Pizzas, Miquéias Fast Food, Churros do Tio, Koni Store, Sweet Cake, Raclete Swiss Gourmet, entre outras.

Para as crianças, haverá uma área especial com brinquedos infláveis, tiro ao alvo, pescaria e muito mais. Berçário e brinquedoteca serão oferecidos para que os pais aproveitem a festa com tranquilidade.

Ingressos e acesso ao público

Sócios (em admissão e convênio) e crianças de até 4 anos não pagam. Para o público em geral, os ingressos custam R$ 50 por adulto (solidário, com doação de 1 kg de alimento não perecível); e R$ 30 para crianças de 5 a 12 anos (sem doação de alimentos). Os valores correspondem à meia-entrada.

Os ingressos estão à venda no site Bilheteria Digital (link a seguir) e na Tesouraria do Clube. No caso das compras presenciais, o pagamento poderá ser feito em dinheiro e cartão de crédito ou débito. O pagamento por Pix será aceito apenas nas compras antecipadas.

Somente associados e dependentes constantes do cadastro têm entrada gratuita no evento. Qualquer acompanhante ou visitante deverá adquirir um ingresso. O convite de acesso ao Clube não permite a entrada na área da Festa Junina. Ressalta-se que, em função de a Festa Junina ser um evento de grande proporção para o Iate e seus convidados, não é possível realizar a reserva de mesas. Os locais serão ocupados de acordo com a chegada dos convidados.

Programação

1° de junho, 19h:

2 de junho, às 19h:

3 de junho, às 18h:

Proibido uso de artefatos explosivos

Para manter a segurança da festa e do público participante, o Iate lembra que é proibido o uso de qualquer artefato explosivo, como bombas e foguetes, que possa causar incômodos e colocar em risco a segurança das pessoas. A proibição consta do Decreto Distrital n° 44.189/2023.

Programação Cine Brasília

De 18 a 24 de maio 2023

Entra em cartaz a produção mineira As Órfãs da Rainha, filme dirigido por Elza Cataldo, que trata da temática incomum e oportuna dos processos de Inquisição contra muitas das primeiras mulheres enviadas ao país no período da colonização, um dos episódios menos conhecidos da história brasileira.

Segue em nossa programação O Homem Cordial, do diretor Iberê Carvalho, com Paulo Miklos, Thaíde, Roberta Estrela D’Alva no elenco. O filme é uma obra de ficção engenhosa, baseada em histórias reais, cujo enredo se passa em uma única noite.

Para o público infantil, mais uma oportunidade para ver Chef Jack – O Cozinheiro Aventureiro, de Guilherme Fiúza Zenha, espetacular animação 100% produzida em Minas Gerais.

O Homem Cordial e A Cidade dos Abismos possuem recursos de acessibilidade através dos aplicativos Mobi Load e Chef Jack, através do aplicativo MovieReading.

Um dos episódios menos conhecidos da nossa história, foi a grande inspiração da cineasta mineira Elza Cataldo neste seu novo longa-metragem As Órfãs da Rainha. O título do filme, segundo explica a diretora, se refere à uma categoria de mulheres que vieram para o Brasil a contragosto para formar as primeiras famílias brasileiras. Todo rodado no interior de Minas, numa vila cenográfica construída em Tocantins, na Zona da Mata mineira, terra natal da diretora, o filme narra a trajetória de Leonor, Brites e Mécia, jovens criadas como católicas, sob a proteção da Rainha de Portugal, após a morte dos pais na fogueira da Inquisição. O longa conta uma história de amor e intolerância no contexto histórico da chegada da inquisição no Brasil no século XVI. O filme teve a consultoria de historiadores importantes como Ronaldo Vainfas e Mary Del Priore.

O período é o final do século XVI. A monarca envia as três irmãs de origem judaica para a colônia brasileira com a ordem de se casarem. O filme enfatiza a tentativa delas se adaptarem à diversidade e precariedade do Novo Mundo, ignorando a própria origem cristã-nova. Nesse processo, elas acabam desenvolvendo relações amorosas inesperadas e profundas: Leonor se apaixona por Escobar e com ele tem filhos, Brites tenta conquistar o marido violento e Mécia, que permanece solteira devido a uma deficiência física, se encanta com um indígena. A situação das jovens se torna insustentável quando um Inquisidor chega ao Brasil. As três irmãs são denunciadas por seus hábitos domésticos, impregnados de indícios da religião judaica.

A importância de As Órfãs da Rainha se dá por apresentar aos brasileiros uma realidade absolutamente inexplorada no cinema – e em outros campos da arte – sobre o nosso processo de colonização entre os séculos XVI e XVIII. A Inquisição faz parte desse contexto, perseguindo principalmente judeus que vieram da Europa. Muitos argumentam que por aqui não “teve fogueira e nem, por exemplo, um Tribunal do Santo Ofício”, mas ela perseguiu indivíduos de ambos os sexos e, “nos casos considerados mais graves, as pessoas eram enviadas para Portugal e lá, sim, eram queimados em praça pública”, ressalta a diretora Elza Cataldo.

            A diretora levaria quase uma década para concluir o projeto de As Órfãs da Rainha. Precisou ler inúmeros documentos e livros sobre, principalmente, o século XVI, processo que a fez viajar para a Espanha e Portugal em busca de novas fontes de informação. Ela escreveu o roteiro ao lado de Newton Cannito e Pilar Fazito e com a consultoria, dentre outros, do historiador Ronaldo Vainfas, um dos principais especialistas no tema da Inquisição no Brasil.

No elenco do filme, atores consagrados do Teatro Galpão de Belo Horizonte. Entre eles, os extraordinários Eduardo Moreira e Teuda Barra. A direção de fotografia é de Pedro Farkas.

Foto Divulgação

O Homem Cordial, de Iberê Carvalho, continua em cartaz. O filme traz no elenco Paulo Miklos, Thaíde, Roberta Estrela D’Alva, entre outros atores. O tratamento aqui é inteiramente distinto de O Último Cine Drive-in, auspiciosa obra inicial do diretor, toda ela rodada em Brasília, e de temática muito próxima à vivência dos brasilienses. A história de O Homem Cordial se passa quase em sua totalidade numa única noite. As reviravoltas surpreendentes servem muitas vezes a denúncias e comentários críticos sobre questões sociais importantes. Questões de raça estão no centro das preocupações de Carvalho.  O Homem Cordial desconcerta a situação de privilégio do protagonista branco, em oposição ao que ocorre com os personagens negros, especialmente o menino desaparecido. O filme possui os recursos de acessibilidade legçãoendas, audiodescrição e janela de Libras através do aplicativo https://mobiload.net/

Foto Divulgação

Para o público infantil, permanece em cartaz Chef Jack – O Cozinheiro Aventureiro, uma animação toda ela realizada em Minas Gerais e dirigida por Guilherme Fiúza Zenha. A trama é comum a vários filmes documentários sobre chefes de cozinha interessados em sair da mesmice dos restaurantes convencionais. No filme, Jack é um prodígio da “Cozinha Aventureira” e viaja por todo o mundo em busca dos ingredientes mais raros e apetitosos para suas receitas. Ele é um “cozinheiro” bem conceituado, mas que, de repente, vê sua fama desmoronar. O longa-metragem possui recursos de acessibilidade de legendas, libras e audiodescrição através do aplicativo https://mobiload.net/

Foto Divulgação

O documentário Mulheres na Conservação, de Paulina Chamorro e João Marcos Rosa, chega a Brasília no dia 22 de maio, Dia Internacional da Biodiversidade. O filme de 45 minutos faz um recorte delicado desse universo feminino que está à frente de ações e estudos sobre Conservação e Meio Ambiente no Brasil. O evento começa às 19h, com um coquetel, seguido da exibição do filme às 20h40 e debate com a diretora Paulina Chamorro, pesquisadoras e apoiadoresapli do projeto. A entrada é gratuita

Foto Divulgação

Entra em cartaz o longa-metragem A Cidade dos Abismos, de Priscyla Bettim e Renato Coelho, que conta a história de Glória, mulher trans, Bia, jovem da classe média paulistana, e Kakule, imigrante africano, testemunham uma morte brutal na véspera do Natal. O filme possui os recursos de acessibilidade legendas, audiodescrição e janela de Libras através do aplicativo https://mobiload.net/

Seguindo com o compromisso de semanalmente exibir um filme da https://cinebrasilia.com/selecao-de-curtas/ acompanhando um longa programado, apresentamos nesta semana, antes das sessões de Rama Pankararu, o curta brasileiro Baile, de Cíntia Domit Bittar, vencedor do prêmio de Melhor Curta no 60º Festival Internacional de Cine de Cartagena de Índias 2020 e de Melhor Diretor no 29º CurtaCinema – Rio de Janeiro ISFF.

Programação

Quinta-feira (18/05/2023)

10h – Chef Jack

trailer: https://www.youtube.com/watch?v=cncd2EuI95Y&ab_channel=SonyPicturesBrasil

14h – A Cidade dos Abismos

trailer: https://www.youtube.com/watch?v=tupBcZzC9Cg&ab_channel=BoulevardFilmes

16h – O Homem Cordial

trailer cordial: https://www.youtube.com/watch?v=GdMg_PaWTSY&t=2s&ab_channel=F%C3%A3sdeCinema

18h – Baile + Rama Pankararu

trailer baile: https://www.youtube.com/watch?v=3yqxG_Ty-Wo&ab_channel=NoveloFilmes

trailer rama: .https://www.youtube.com/watch?v=KsPu9eE1jmc&ab_channel=MarcoZeroConte%C3%BAdo

trailer rama: https://www.youtube.com/watch?v=KsPu9eE1jmc

20h15 – As Órfãs da Rainha

trailer: https://www.youtube.com/watch?v=0UQXlt9dSls&ab_channel=F%C3%A3sdeCinema

Sexta-feira (19/05/2023

10h – Chef Jack

14h – A Cidade dos Abismos

16h – O Homem Cordial

18h – O Baile + Rama Pankararu

20h15 – As Órfãs da Rainha

Sábado (20/05/2023)

10h – Chef Jack

14h – A Cidade dos Abismos

16h – O Homem Cordial

18h – O Baile + Rama Pankararu

20h15 – As Órfãs da Rainha

Domingo (21/05/2023)

10h – Chef Jack

14h – A Cidade dos Abismos

16h – O Homem Cordial

18h – O Baile + Rama Pankararu

20h15 – As Órfãs da Rainha

Segunda-feira (22/05/2023)

14h – A Cidade dos Abismos

16h – O Homem Cordial

18h – O Baile + Rama Pankararu

20h40 – Mulheres em Conservação (exibição com debate)

trailer: https://www.youtube.com/watch?v=l7-21KStAGk&ab_channel=MulheresnaConserva%C3%A7%C3%A3o

Terça-feira (23/05/2023)

10h – Chef Jack

14h – A Cidade dos Abismos

16h – O Homem Cordial

18h – O Baile + Rama Pankararu

20h15 – As Órfãs da Rainha

Quarta-feira (24/05/2023)

10h – Chef Jack

14h – A Cidade dos Abismos

16h – O Homem Cordial

18h – O Baile + Rama Pankararu

20h15 – As Órfãs da Rainha

Estreia

As Órfãs da Rainha

(Drama histórico/Brasil/2023/120min)

De Elza Cataldo

Com: Rita Batata, Camila Botelho e Jay Baptista, Alexandre Cioletti

Sinopse: Leonor, Brites e Mécia são criadas como católicas, sob a proteção da Rainha de Portugal, após a morte dos pais na fogueira da Inquisição. No final do século XVI, a Rainha envia as três irmãs para a colônia brasileira com a ordem de se casarem. Elas tentam se adaptar à diversidade e precariedade do Novo Mundo, ignorando a própria origem cristã-nova. Leonor pede a intervenção da Rainha, mas a ajuda não chega. Nesse processo, a princípio tão desolador, elas acabam desenvolvendo relações amorosas inesperadas e profundas. Leonor se apaixona por Escobar e com ele tem filhos, Brites tenta conquistar o marido violento e Mécia, que permanece solteira devido a uma deficiência física, se encanta com um índio. O frágil equilíbrio é rompido quando o Inquisidor chega ao Brasil espalhando terror e desconfiança entre os habitantes da colônia. As três irmãs são denunciadas por seus hábitos domésticos, impregnados de indícios da religião judaica.

Classificação indicativa:

Rama Pankararu

(Ficção/Brasil/2022/98min)

De Pedro Sodré

Com: Bia Pankararu

Sinopse: Bia Pankararu, jovem agente da saúde indígena, está arrecadando fundos para a reconstrução da escola em sua aldeia, que foi destruída durante um incêndio criminoso na noite do segundo turno das eleições de 2018. Paula, jornalista carioca, chega à aldeia para fazer uma reportagem sobre os ataques incendiários.

Classificação indicativa: 14 anos

Mulheres em Conservação

(Documentário/Brasil/2023/45min)

Paulina Chamorro e João Marcos Rosa

Com: Patrícia Medici, da Iniciativa Nacional para a Conservação da Anta Brasileira (INCAB-IPÊ), Neiva Guedes, do Instituto Arara Azul, Bárbara Pinheiro, da Universidade Federal de Alagoas (PDCTR/UFAL), Flávia Miranda, do Instituto Tamanduá, Márcia Chame, das fundações Oswaldo Cruz (FIOCRUZ) e Homem Americano, Maurizélia de Brito e Silva, da Reserva Biológica do Atol das Rocas (ICMBio/MMA) e Beatrice Padovani, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Sinopse: O documentário entrelaça sete das dezenas de histórias contadas na

websérie Mulheres na Conservação –que continua online e ativa, contando histórias

e divulgando o trabalho de mulheres cientistas da natureza.  No filme, são colocadas em

foco a vida de sete heroínas, sete histórias de amor, em sete pontos do Brasil.

Classificação indicativa: Livre

Em Cartaz

A Cidade dos Abismos

(Brasil/2021/96min)

De Priscyla Bettim e Renato Coelho

Com: Verónica Valenttino, Sofia Riccardi, Carolina Castanha e Guylain Mukendi,  Arrigo Barnabé, Claudio Willer e Padre Júlio Lancellotti.

Sinopse: Glória, mulher trans, Bia, jovem da classe média paulistana, e Kakule, imigrante africano, testemunham uma morte brutal na véspera do Natal. O evento, vivenciado num bar decadente da capital paulista, muda o destino de suas vidas. Embora mal se conheçam, uma aliança é formada ali. Indignados com os rumos da investigação do crime, os três se recusam a ceder à injustiça e decidem ir atrás dos algozes. No filme, a inevitável descida ao inferno é permeada pela amizade e pelo afeto. E as utopias continuam vivas mesmo quando o corpo padece.

Classificação indicativa: 16 anos                

O Homem Cordial

(Suspense/Brasil/2023/83min)

De Iberê Carvalho

Com: Paulo Miklos, Thaíde, Dandara de Morais, Thalles Cabral, Murilo Grossi, Roberta Estrela D’Alva, Bruno Torres

Sinopse: Aurélio Sá (Paulo Miklos) é o vocalista de uma banda de punk rock que tem sido sistematicamente perseguido devido à morte de um policial, na qual ele estaria envolvido. Apesar das constantes ameaças, Aurélio sempre recusou ter qualquer responsabilidade no ato. Ao tentar fugir de manifestantes, ele conhece uma jornalista (Dandara de Morais) que deseja não apenas ouvir o lado do cantor, mas também contar com sua ajuda para encontrar o pequeno Matheus, um garoto que está desaparecido desde a confusão.

Classificação indicativa: 14 anos

Chef Jack – O Cozinheiro Aventureiro

(Animação/Brasil/MG/2023/72min)

De Guilherme Fiúza Zenha

Com: Danton Mello

Sinopse: Chef Jack é um chef de cozinha de bom coração, mas com uma pitada a mais do que o necessário de confiança. Ele é um dos prodígios da Culinária da Aventura, viajando por todos os cantos do planeta cozinhando e achando os ingredienteas mais raros e finos para completar suas receitas. Porém, sua vida doce azeda quando erra a mão em uma de suas receitas e sua reputação cai drasticamente. Para provar a todos que seu erro não lhe define, ele entra a competição de culinária chamada de Convergência de Sabores. Mas se ele pensava que iria ganhar essa tranquilamente, Jack precisará aprender a trabalhar em dupla quando é posto junto ao novato Leonard. 

Classificação indicativa: a partir de 3 anos

Curta-Metragem

O Baile

(Cíntia Domit Bittar, 2019, 18min)

Sinopse: Há dias que nos amadurecem mais. Andréa tem só dez anos e talvez ainda não perceba que seu dia foi assim.

Classificação indicativa: 

EXPOTCHÊ chega à sua 30ª edição como melhor da Região Sul do país

De 2 a 11 de junho, no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, o
evento promete surpreender o público com atrações culturais e
gastronômicas, além de mais de 200 expositores trazendo as últimas
novidades do mercado de uma das regiões mais ricas e encantadoras do país

Foto Divulgação

Vem aí, de 2 a 11 de junho, a 30ª EXPOTCHÊ, maior feira de artigos e cultura gaúcha realizada fora do Rio Grande do Sul. Com o tema “Há 30 anos no coração da gente”, o evento comemora seus 30 anos de realização ininterrupta (só não aconteceu na pandemia), sendo um dos mais tradicionais eventos de Brasília.

A festa será no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade, de segunda à sexta, das 14h às 23h; e aos sábados, domingos e feriado, das 11h às 23h. Ao todo, serão mais de 200 expositores, trazendo novidades em iguarias, produtos para o lar, um Festival de Chopp, vinícolas, vestuário (com destaque para os tradicionais produtos
em couro e lã, acessórios), calçados, móveis, turismo da região e também uma mega brinquedoteca e fazendinha para as crianças.

Os ingressos custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia entrada) e dão acesso a todos os shows. Todos os dias, na primeira hora, a entrada é franca e quem estiver pilchado, ou seja, vestido a caráter, com a vestimenta gaúcha, também não paga para entrar. Essa é uma forma de dar acesso ao evento, que conta com uma rica
programação cultural para toda a população.

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A feira, realizada há 30 anos pela Rome Eventos, traz para o brasiliense a experiência de estar mais próximo da cultura e da gastronomia gaúcha, conhecendo vinhos, pães, chocolates, embutidos, queijos e outras delícias da região com o clima mais frio do país.

Em seus dez dias de realização, o evento gera mais de três mil empregos diretos e cinco mil indiretos, com a contratação de mais de 40 empresas locais para a prestação de serviços e ocupação da rede hoteleira. Além da possibilidade de compra de vários produtos da Região Sul e de outros estados, que são atraídos pela grande visibilidade do evento, o público também poderá prestigiar shows e atrações culturais regionais. Só a agenda de shows conta com 45 apresentações de música e dança, além de um cinema, onde serão exibidos filmes da Mostra Primavera, uma seleção de longas de produção gaúcha, numa variedade enorme de estilos, sempre conectados pelo recorte regional.

O Grupo Tholl e o Nenhum de Nós, que já são uma tradição no evento, estarão presentes este ano de novo, garantindo muita emoção no reencontro com o público fiel da cidade. Outra atração que promete mobilizar muita gente é o show do artista Vitor Kley, que se apresenta pela primeira vez nos palcos da Expotchê. Em resumo, a programação cultural do evento tem apresentações para todas as idades e estilos: circo, cinema, música tradicional, música pop, humorística e as tradicionais danças típicas. “Queremos marcar esta 30ª edição da Expotchê com muitas novidades para o público fiel que nos acompanha todos os anos e também atrair novos públicos. Por isso, temos uma atenção especial com atrações para crianças e jovens”, conta Rômulo Mendonça, diretor da Rome Eventos, promotora da Expotchê.

Fortalecimento da Agricultura Familiar e do Turismo da região

Com o apoio da Secretaria de Desenvolvimento Rural do Governo do Rio Grande do Sul, o público poderá conhecer e adquirir produtos produzidos por empresas da Agroindústria Familiar Gaúcha. Dezoito empreendimentos foram selecionados pela Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (FETAG-RS), que prometem proporcionar ao público uma festa de sabores.

Eles trarão queijos tipo colonial, parmesão e ricota, charque, sucos, doces, geleias com e sem açúcar e gourmets, molhos de tomate e pesto, vinagre, antepastos, caponata, salame tipo italiano, copa defumada, linguiças, banha, biscoitos, cachaças envelhecidas, sucos integrais de uva, laranja, mel de abelha, erva-mate, rapaduras, nozes, vinhos, licores e graspas. “Na Expotchê, você vai poder comprar alimentos diretamente de produtores da agroindústria familiar gaúcha. Teremos todos estes municípios representados por 18 famílias de agricultores que vão apresentar seus produtos típicos no evento. É a aproximação de quem produz com quem consome, com diversas vantagens: desde a redução dos preços para o consumidor, maior qualidade dos produtos e a oportunidade de conversar com os produtores e conhecer um pouco da sua cultura da região”, afirma Jocimar Rabaioli, coordenador do grupo de empresas, pela FETAG.

Entre os grupos estão: Orgânicos Mariani, Casa do Mel Schwendler, Cachaças Velho Alambique, Agroindústria Kolonie Haus, Laticínio Pipo, Agroindústria Sinuelo, Produtos Lilien, Cachaçaria Harmonie Schnaps, Estrelat, Vinícola Baggio, Erva-Mate Amizade, Colonial Gelinger, Vinícola Vista Gaúcha, Agroindústria Agnolin, Queijaria Somacal e Cachaça Casa Bucco. “Para nós, da Secretaria de Desenvolvimento Rural, é uma alegria muito grande
estarmos presentes na Expotchê. Um evento que há 29 anos leva a cultura e a tradição do RS para o Brasil e o mundo. O Pavilhão da Agricultura Familiar vai apresentar o que de melhor se produz nos mais diversos pontos do nosso Rio Grande”, afirma o secretário de Desenvolvimento Rural do RS, Ronaldo Santini.

A Secretaria de Turismo do Rio Grande do Sul também marca presença em um ilha destinada a oferecer aos visitantes informações sobre os roteiros turísticos da região, com identidade cultural diversa, herdada de povos colonizadores. Afinal, o Rio Grande do Sul é um dos principais destinos turísticos do Sul do Brasil e traz para a Expotchê um grande mosaico das Etnias que formam este destino único e diverso nas quatro estações, com gastronomia, rotas, roteiros e destinos.

Programação

Tradicionalmente, a Expotchê conta com o espaço “Tchê Bier”, dedicado aos amantes da cerveja e do chopp. Um dos locais mais cobiçados do evento terá diariamente apresentações no palco regional, onde o visitante poderá degustar cervejas e chopp, batendo papo e experimentando algumas delícias do Sul, como o tradicional choripan. A novidade, este ano, é a volta da Carreta da Heineken, que fará um Festival de Chopp da marca.

Na Praça do Vinho, o público da Expotchê poderá degustar ainda os vinhos e espumantes especiais de vinícolas gaúchas, dentre elas a Valduga, Garibaldi e Monte Reali. Mais de 100 rótulos estarão à disposição do público para consumo em taças ou em garrafas, a preços especiais, entre eles a linha Moscatel, Vinhos Reserva e Espumantes.

Na “Praça do Pão”, colonos da cidade de Presidente Lucena, sob o comando da chef Regina Schneider, irão preparar as tradicionais cucas, pães artesanais, chimias e geleias. Mais de 50 mil cucas devem ser consumidas durante o evento. Recheadas de morango, banana, abacaxi, coco, uva e na sua forma tradicional, as cucas e pães são assados na hora, propiciando aos visitantes uma experiência única de saborear ainda quentinho esses produtos típicos da região da colônia.

Na “Praça do Chocolate”, uma ilha inteira de chocolates de Gramado será montada, com a tradicional fondue de chocolate com morangos, chocolates em barra, em vários formatos e recheios. Isso tudo sob a chancela de uma das mais tradicionais da região: a Chocolate Gramadense.

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Mostra de Filmes

A organização do evento, em parceria com a Secretaria da Cultura do Rio Grande do Sul, através do Instituto Estadual de Cinema do estado, está retomando este ano a exibição de filmes com a apresentação da Mostra “Primavera Gaúcha”.

O projeto tem como proposta celebrar e divulgar a produção audiovisual para novos territórios e públicos. Ao todo, foram 20 filmes selecionados que representam o cinema feito no RS, seja por questões históricas, temáticas, de gênero ou trajetória premiada. Oito desses filmes serão exibidos em um cinema montado na Expotchê, com os seguintes títulos: “O homem que copiava” (2003, dir. Jorge Furtado); “Cidades Fantasmas” (2017, Tyrell Spencer); “Em teu nome” (2010, dir. Paulo Nascimento); “Yonlu” (2017, dir. Hique Montanari); “Antes que o mundo acabe” (2009, dir. Ana Luiza Azevedo); “O cárcere e a rua” (2004, dir. Liliana Sulzbach); “A cidade dos piratas” (2019, dir. Otto Guerra); e “Contos Gauchescos” (2011, dir. Henrique de Freitas Lima e Pedro Zimmermann). “A intenção é dar visibilidade e oferecer conhecimento sobre elementos da cultura do sul do Brasil, bem como apresentar a multiplicidade da produção cinematográfica do estado. Na seleção dos filmes, também houve a preocupação em destacar a trajetória de diferentes diretores e sua produção geracional, a partir de filmes mais relevantes”, destaca Beatriz Araujo, secretária da Cultura do Rio Grande do Sul.

Atrações infantis

A Expotchê tem um cuidado especial com o público infantil, reservando espaços e atrações dedicadas a ele, como o Grupo Tholl e a Cia Equilibra Performance, que trarão a sua magia para os palcos da Expotchê em apresentações que têm a cultura circense como inspiração.

A Cia.Equilibra vem da união de dois artistas conhecidos mundialmente por trazer uma combinação de culturas e técnicas únicas no mundo do Circo e Flowarts e Dança. Com a originalidade em seus shows e técnicas criadas, a companhia vem sendo convidada por festivais de circo e música, programas de tv e conferências
internacionais por mais de 30 países ao longo do mundo.

Além das atrações culturais, dois grandes espaços no evento são dedicados às crianças: uma mega brinquedoteca de infláveis e a “Fazendinha”, espaço onde as crianças terão contato com vários animais. Em uma parceria com a Fazendinha Azul, uma fazendinha no Park Way que é conhecida por proporcionar uma experiência única de interação com diversos animais e natureza para crianças, incluindo coelhos, pôneis, bezerro, ovelha, cabrito, e muitos outros, a Expotchê promete encantar famílias e crianças de todas as idades em um espaço montado com muito carinho e cuidado para receber crianças de todas as idades.

Um dos destaques será o celeiro, onde as crianças poderão alimentar os animais na mamadeira, incluindo bezerrinhos, ovelhas, cabritos e coelhos. Além disso, os visitantes poderão conhecer mais sobre essas espécies e seus hábitos e até mesmo interagir com elas de perto. “Muita coisa para o brasiliense aproveitar neste evento. Esperamos que as famílias se divirtam e que possamos seguir divulgando a cultura do Sul do país, tão rica e inspiradora”, finaliza o diretor da Rome Eventos.

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SERVIÇO:

O que: 30ª Expotchê
Data: 2 a 11 de junho de 2023
Horário: Segunda a sexta, das 14h às 23h; aos sábados, domingos e feriados, das 11h
às 23h.
Onde: Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade
Entrada: R$ 40,00 a inteira e R$ 20,00 a meia-entrada.
Todos os dias na primeira hora a entrada é franca. Crianças até sete anos, pessoas
pilchadas e com carteirinha do CTG não pagam.
Realização: Rome Eventos
Acompanhe: https://www.instagram.com/expotche/
Saiba mais em: https://expotche.com.br/

[FILME COM CELINE DION] Livro que inspirou filme “O Amor Mandou Mensagem” tem narrativa cativante e fala de perdas e superações

Drama romântico americano traz Celine Dion no elenco principal e na trilha sonora

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Cercado de expectativas, o filme O Amor Mandou Mensagem, adaptação do livro da alemã Sofie Cramer SMS Para Você (Editora Jangada), já tem data de estreia no Brasil: 11 de maio. Esta nova versão para o audiovisual contará com Priyanka Chopra Jonas no papel de Mira Ray (no livro, Clara) e Sam Heughan, que viverá o jornalista Rob Burns (no livro, Sven). Como cereja do bolo, teremos a cantora Celine Dion em sua estreia no cinema e, claro, assinando a trilha sonora.

Em SMS Para Você, livro que já ganhou uma aclamada adaptação na Alemanha em 2016 (SMS für Dich), Clara se vê arrasada após a morte trágica de seu namorado Ben, pouco depois de ter sido pedida em casamento. Para driblar a saudade, passa a enviar diariamente uma mensagem para o celular de seu falecido noivo.

O que ela não sabe, entretanto, é que o número do celular de Ben já havia sido transferido para outra pessoa, o jovem jornalista Sven, editor de economia numa fase de baixa criatividade profissional e ainda um pouco abalado pelo final de seu último relacionamento. Movido pela curiosidade e por uma inesperada conexão, Sven embarca numa apaixonada missão para descobrir a verdadeira identidade da misteriosa remetente. Entre alegrias e decepções, segundas chances, perdas, superações e novos amores, esta história de amor cativa o leitor, de forma delicada.

Na nova versão audiovisual, a adição de Celine Dion, que interpreta a si mesma, dá um tempero extra para a história. Em O Amor Mandou Mensagem (Love Again no original), a artista será entrevistada pelo jornalista e protagonista do filme e, de quebra, tentará ajudá-lo a se aproximar de Mira.

SMS Para Você é uma obra que toca em muitas questões do cotidiano, sem amenizar a realidade e exalta também o poder das amizades e da empatia. Um livro que toca em muitas questões do cotidiano, sem amenizar a realidade e exalta também o poder das amizades e da empatia. E quem compra o livro enquanto o filme estiver em cartaz, ganhará um ingresso para conferir essa incrível adaptação para as telonas (sujeito a disponibilidade no ato da compra e condições de uso marcadas no ingresso).

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Trecho do Livro:

Como em transe, Clara abre os olhos, hesitante. E desperta bruscamente.

No mesmo instante, se sente estranha, como se tivesse ficado presa em um tempo desconhecido.

De repente, a crua realidade volta a se manifestar: Ben não está presente.

Ben nunca mais estará presente.

Deve ter sido um sonho. Fazia tempo que Clara não sonhava. Tampouco sorri há exatos dois meses e cinco dias, mesmo tendo tentado fazê-lo algumas vezes, até para evitar que sua mãe continuasse a consolá-la com suas extenuantes ladainhas. Se voltasse a ser a antiga Clara, talvez sua mãe a abandonasse à própria sorte.

Abandonada à própria sorte…

É exatamente assim que se sente desde que Ben morreu, ao cair da sacada naquele dia de janeiro.

Sobre a autora:

Sofie Cramer nasceu em 1974, em Soltau, na Alemanha. Estudou Língua e Literatura Alemã e Política em Bonn e Hannover. Começou sua vida profissional como editora de textos para programas de rádio. Hoje atua de forma autônoma e escreve romances e roteiros para o cinema e a televisão. Vive com a família perto de Hamburgo.

Sobre o Grupo Editorial Pensamento:

Mais que livros, inspiração!

Desde 1907, o Grupo Editorial Pensamento publica livros para um mundo em constante transformação e aposta em obras reflexivas e pioneiras. Na busca desse objetivo, construímos uma das maiores e mais tradicionais empresas editoriais do Brasil. Hoje, o Grupo é formado por quatro selos: Pensamento, Cultrix, Seoman e Jangada e possui em catálogo aproximadamente mil títulos, publicando cerca de 80 lançamentos ao ano. Ao longo de sua trajetória, o Grupo Editorial Pensamento aposta em mensagens que procuram expandir o corpo, a mente e o espírito. Mensagens que emanam energia positiva e bem-estar. Mensagens que equilibram o ser. Mensagens que transformam o mundo.

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Serviço:

Livro: SMS Para Você

Autora: Sofie Cramer (https://www.sofie-cramer.de/)

Editora: Jangada

Páginas: 224

Preço: R$ 49,90

Adquira o livro em: https://www.grupopensamento.com.br/produto/sms-para-voce-o-amor-mandou-mensagem-9086

Sobre o filme ‘O Amor Mandou Mensagem’:

Comédia Romântica / Estreia em 11 de maio de 2023

E se uma mensagem aleatória te levasse ao amor da sua vida? Nesta comédia romântica, Mira Ray, que está lidando com a partida repentina de seu noivo, envia uma série de mensagens de amor para o celular antigo dele sem perceber que o número foi transferido para outra pessoa: o novo celular do trabalho de Rob Burns. Jornalista, Rob é cativado pela honestidade das lindas mensagens. Quando ele recebe a missão de escrever um perfil da super estrela Celine Dion, interpretada por ela mesma em seu primeiro papel nos cinemas, ele pede sua ajuda para descobrir como conhecer Mira e conquistar seu coração.

Estrelado por Priyanka Chopra Jonas, Sam Heughan e Celine Dion e com novas músicas de Celine, O Amor Mandou Mensagem é escrito e dirigido por Jim Strouse, adaptado do livro SMS Para Você, de Sofie Cramer.

Produção executiva: Doug Belgrad, Sophie Cassidy, Louise Killin, Jonathan Furhman, Celine Dion     

Para mais informações e entrevistas com a autora:

Marcelo Boero

(11) 99603 2034

<a href="http://Marcelo Boero marcelo@aspasevirgulas.com.br

FESTIVAL DULCINA DE TEATRO ABRE INSCRIÇÕES PARA ESPETÁCULOS DE TODO O BRASIL

3ª edição está com inscrições abertas, entre 15 e 31 de maio

Ator Túlio Guimarães, crédito Gustavo Moreno

Depois do sucesso da última edição no ano passado, o Festival Dulcina retorna em 2023 prometendomovimentar a cena teatral de Brasília, com espetáculos locais e nacionais, no mês de novembro. Os números de 2022 comprovam a procura do público pelas montagens de qualidade que vieram de diferentes partes do país.

Em uma programação de onze dias, um público de 8700 pessoas foiimpactado pelo festival, sendo 3.500,00 espectadores presentes nas 19 apresentações teatrais, 200 pessoas participantes das atividades formativas e 5.000 visitantes que foram conferir a exposição em homenagem a grande dama do teatro brasileiro Dulcina de Moraes e que dá nome ao projeto.

A expectativa para 2023 é ainda maior e o edital para inscrições dos espetáculos vindos de todo o território nacional ficarão abertas entre os dias 15 a 31 de maio pelo site https://festivaldulcina.com.br

Todos as peças selecionadas receberão cachê pelas apresentações.

O projeto que conta com o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura, da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do DF – espera ultrapassar o número de 204 inscrições da última edição. Ao todo serão selecionados 14 espetáculos, sendo seis locais, produzidos no DF e entorno e oito nacionais de diferentes regiões do país. “A terceira edição do evento segue seu percurso de consolidação do Festival como parte do calendário cultural do Distrito Federal.

A memória de Dulcina de Moraes e sua revolução na arte brasileira merece ser lembrada e homenageada continuamente”, afirma o diretor geral do Festival, Cleber Lopes, que também foi aluno e professor da Faculdade Dulcina, e ainda presidiu o Conselho Curador da Fundação Brasileira de Teatro de 2017 a 2019.

As peças selecionadas para o Festival Dulcina serão apresentadas entre os dias 10 a 20 de novembro, com entrada franca, no Espaço Cultural Renato Russo no Plano Piloto, Teatro SESC Newton Rossi em Ceilândia, Teatro SESC Paulo Gracindo em Taguatinga e Espaço Semente no Gama.

Diretor do Festival Cléber Lopes, crédito Gustavo Moreno

Serviço

FESTIVAL DULCINA

Inscrições abertas e gratuitas no período de 15 a 31 de maio

Através do site https://festivaldulcina.com.br

Circo Teatro Udi Grudi comemora 40 anos noEixo Cultural Ibero-americano

Apresentações do ConSerto Excêntrico, com a OSTNCS, Coral Uma Sinfonia Diferente e convidados, nos dias 15 e 16/5

Parque DiverSom, de 14/5 a 17/05

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O Circo Teatro Udi Grudi celebra seus 40 anos de existência, trajetória marcada pela inventividade e criação de linguagem própria.  E para comemorar essas quatro décadas com o público brasiliense, resgata parte importante dessa história – com uma pitada de novidade, claro – com a apresentação do espetáculo show ConSerto Excêntrico, com sessões gratuitas nos dias 15 e 16 de maio, no Teatro Plínio Marcos, do Eixo Cultural Ibero-americano.

O espetáculo mescla concerto, performance circo-teatral e muita criatividade que salta aos olhos com as engenhocas musicais – marca do grupo. Os palhaços fundadores, Marcelo Beré, Luciano Porto e Márcio Vieira, somam-se à Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, e aos convidados especiais e parceiros do grupo, Mateus Ferrari, Janette Dornellas e Nonato Véras, para apresentações inéditas. 

No programa, repertório eclético que inclui composições nacionais como O Trenzinho do Caipira (Villa Lobos) e Aquarela do Brasil (Ary Barroso), a temas internacionais como Star Wars Theme Song (John Williams) e Libertango (Astor Piazzolla). Ainda, um momento especial com o coral Uma Sinfonia Diferente, composto por jovens autistas. Para sua realização, o projeto conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF).

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Preparamos um espetáculo que é uma grande festa de celebração com o público. O desafio que propus ao grupo foi de reunir momentos vividos nessa história, mas também incluir o novo. Vamos levar para o palco repertório que inclui trechos consagrados aliados a instrumentos novos do Parque DiverSom que estão pela primeira vez em uma apresentação. Também teremos desenho digital ao vivo com projeção, assinado pelo Marcelo Beré.  tudo integrado com a Orquestra Sinfônica”, conta Leo Sykes, que desde 1998 dirige o Udi Grudi, sendo O Cano, seu primeiro trabalho com a trupe e que abriu portas para outros lugares do Brasil e do exterior.

Pioneiros na proposta do ‘Novo Circo’ em Brasília, a história da companhia, fundada em 1982, funde-se com a história da Capital Federal, tendo contribuição importante para a construção da identidade sócio-cultural da cidade. É um dos mais antigos grupos de circo-teatro contemporâneo do Brasil. O grupo norteia seu trabalho pela investigação e criação de espetáculos originais. Ao longo dos anos, o grupo tem desenvolvido uma linguagem própria baseada no clown, no teatro experimental e na música.

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O Udi Grudi traz em sua bagagem a vivência de um circo tradicional onde apresentavam comédias e dramas do circo-teatro, além de números como malabarismo, acrobacias, passeio-aéreo, corda indiana, show radiofônico e trapézio de vôos. Nos palcos e picadeiros, os clowns tocam e cantam, os cenários viram instrumentos, e a dramaturgia é baseada na imagem e na sonosfera. 

Os espetáculos já levaram a companhia para Alemanha, Argentina, Bélgica, Bolívia, Canadá, China, Cuba, Dinamarca, Escócia, Espanha, Estados Unidos, Irlanda, Itália, México e Suíça, além de 16 estados brasileiros.

E ainda tem DiverSom!

Presente para a criançada – e para os mais crescidos também-, o Parque DiverSom vai ocupar o gramado entre o Teatro Plínio Marcos e o estacionamento do Eixo Cultural Ibero-americano de 14/05 a 17/05, com acesso livre.

Iniciativa de Márcio Vieira e Luciano Porto, ambos integrantes do Udi Grudi, o parque foi criado em 2016, fruto de um projeto que englobava uma exposição temática sobre o som, abordando aspectos da História, da Acústica e da Música e um playground sonoro.

A grande diversão é despertar a percepção auditiva pela associação de sons e movimentos. São brinquedos tradicionais de parquinho infantil acoplados a aparatos sonoros que são acionados pelo movimento do brincante. Embora sejam brinquedos para crianças, são dimensionados para suportar o peso de adultos, permitindo que toda a família participe da folia!

A temporada do Diversom – Udi Grudi 40 anos tem patrocínio da Usiminas, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e apoio do Instituto Usiminas.

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História

A companhia Udi Grudi nasceu em Brasília em 1982, a partir da montagem da peça Circo Udi Grudi, de Jeanne Marie. Luciano Porto, Marcelo Beré e Márcio Vieira então formaram o grupo que, no ano seguinte, montou a primeira peça Gambira goiaba. No começo da trajetória pelo Distrito Federal, o grupo desenvolveu projetos culturais enquanto emergia em intensa pesquisa sobre a linguagem circense. 

O grupo montou, posteriormente, o espetáculo Menina dos Olhos, sob direção de Hugo Rodas. Dentre os prêmios conquistados pelo trabalho, três prêmios APAC-DF (Melhor trilha sonora, melhor espetáculo infantil e melhor cenário) e o prêmio Concorrência Fiat de 1989. Foi a partir de 1998, que entrou em cena a diretora Leo Sykes, dirigindo os palhaços do Udi Grudi na nova peça O Cano, espetáculo que levou a trupe para fora do Distrito Federal pela primeira vez.

O Cano fez muito sucesso em Edimburgo, o que garantiu para o Udi Grudi diversas avaliações positivas da crítica e uma infinidade de convites para outros festivais. O grupo ganhou, no Fringe Festival em Edimburgo, o Herald Angel Award. Os palhaços também já foram presenteados com a comenda da Ordem do Mérito Cultural do Distrito Federal. (Fonte – CB)

Ficha técnica – ConSerto Excêntrico

Direção, Dramaturgia e Figurino

Leo Sykes

Cenografia

Luciano Porto

Direção de Arte

Marcelo Beré

Direção Musical

Márcio Vieira

Arranjos

Marcos Cohen

Elenco

Janette Dornellas

Luciano Porto

Marcelo Beré

Márcio Vieira

Mateus Ferrari

Nonato Véras

Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro

Maestro 

Claudio Cohen

Participação Especial

Coral Uma Sinfonia Diferente

Produção Executiva

Thiago de Barros

Coordenação de Produção

Artur Cavalcante

Iluminação

Marcelo Augusto

Videomapping

Jay Barros

Identidade Visual

Felipe Cavalcante

Molde.cc

Redes Sociais

Maya Sykes

Audiodescritora Transcritora

Veryanne Couto Teles

Técnica de Transmissão

Inovar Audiovisual

Intérprete de LIBRAS

Tatiana Elizabeth

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Serviço

Circo Teatro Udi Grudi 40 anos

Eixo Cultural Ibero-americano

14/05 a 17/05

Parque DiverSom aberto ao público, no gramado entre o Teatro Plínio Marcos e o estacionamento do Eixo Cultural Ibero-americano. Acesso livre

15/05

14H30 – Apresentação gratuita do espetáculo ConSerto Excêntrico para escolas e público em geral. Sessão com audiodescrição e intérprete de LIBRAS. Teatro Plínio Marcos. Ingressos via Simpla.

16/05

09H30 – Apresentação gratuita do espetáculo ConSerto Excêntrico para escolas e público em geral. Teatro Plínio Marcos. Ingressos via Simpla

https://www.sympla.com.br/evento/conserto-excentrico-manha/1979567

20h – Apresentação do espetáculo ConSerto Excêntrico gratuita e aberta ao público, no Teatro Plínio Marcos. Ingressos via Sympla esgotados, porém haverá fila de espera, com abertura às 19h45. A produção solicita que quem retirou seus ingressos cheguem ao teatro até esse horário limite.

Projeto leva indígenas às escolas do DF e entorno

Grupo Walê Fulni-ô apresenta suas habilidades artísticas em 20 escolas públicas e privadas, promovendo um intercâmbio cultural

Edição 2023 terá intérprete em Libras para crianças com deficiência auditiva,  áudio-descrição para alunos deficientes visuais e o documentário: Curumins

De 17 de abril a 22 de maio

Há 26 anos, o projeto Cultura Indígena nas Escolas promove interação entre alunos, professores e os Fulni-ô, etnia indígena de Pernambuco. De 17/04 a 22/05, alunos de 20 escolas públicas rurais e urbanas do Distrito Federal e entorno irão conhecer um pouco mais sobre a história do Brasil e sua nação também através do documentário Curumins e uma vivência com o povo Fulni-ô.

 Com apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF), o projeto “Cultura Indígena nas Escolas” com o Grupo Walê Fulni-ô – segue as diretrizes da lei que determina o ensino de Cultura Indígena nas escolas.

 O objetivo desse encontro, de forte caráter sócio-educativo, que já realizou mais de 1,3 mil apresentações, é fazer com que a garotada se familiarize com a realidade dos povos que ajudaram a formar a base da sociedade brasileira.

O projeto agora conta com um reforço no conteúdo: o documentário Curumins, disponível no YouTube da Associação Cultura Candanga. O curta, com 17 minutos, mostra como vive o povo Kamayura no Mato Grosso, com aproximadamente 500 indígenas, que vivem da pesca, caça e do que plantam. E o povo Fulni-ô, em Pernambuco, que situa-se no município de Águas Belas, onde os indígenas sobrevivem de artesanatos e de diversos serviços feitos na cidade e na própria aldeia.  O intuito é que toda criança tenha acesso ao documentário e passe a entender um pouco mais como vivem as crianças (curumins) indígenas. 

A iniciativa é um reconhecimento da importância dos indígenas na formação do povo brasileiro. Atualmente, existem no Brasil 305 etnias indígenas, mostrando a imensa diversidade dessa cultura. “Queremos que os alunos saiam um pouco dos livros e vivenciem esse contato direto com os indígenas, quebrando preconceitos e estereótipos, levando cultura para as escolas, ouvindo suas histórias e aprendendo um pouco da cultura indígena”, diz o também arte-educador Pablo Ravi coordenador do projeto e diretor do documentário Curumins, “Esse projeto é para que todos possam ter conhecimento de suas raízes, entender um pouco mais sobre a história do Brasil e também servir de exemplo para nossas crianças e professores. Um ganho coletivo para as crianças que aprendem mais e para os indígenas, que  podem divulgar sua cultura e vender seus artesanatos, ajudando também financeiramente grande parte da aldeia”, explica. 

Com experiência profissional junto à FUNAI – entidade nacional responsável pelos interesses indígenas – Ravi e o arte-educador Daniel Santos fazem um primeiro contato junto às escolas promovendo palestras lúdicas, descontraídas e interativas. A ideia é despertar o senso crítico e trazer novas reflexões sobre a comunidade indígena brasileira.

A segunda etapa é ainda mais divertida, com apresentações de danças, canções e rituais Fulni-ô para alunos, professores e funcionários das escolas, fazendo que todo mundo, literalmente, entre na roda. Brincando, se divertido e interagindo, todos aprendem histórias desse povo e um pouco da língua nativa Yatê.

Para difundir ainda mais os costumes e as tradições da etnia indígena, uma exposição de artesanato será montada durante a passagem do Grupo Walê Fulni-ô pela escola.  Uma lembrança marcante dessa experiência poderá ser adquirida com a compra de brinquedos baratos como artesanatos, brincos, apitos, chocalhos, flautas e cocares.

 O Grupo Walê Fulni-ô realiza as apresentações culturais e sócio-educativas , na rede pública, de manhã e à tarde, até o dia 22 de maio. Demais escolas, que tenham interesse pelo projeto, poderão consultar a disponibilidade na agenda pelo 97400-2725 com Pablo Ravi

Sobre o Documentário

Título: Curumins (Original) 

16 min, ano 2020, Brasil;

Direção: Pablo Ravi / produção: Associação Cultura Candanga / roteiro: Pablo Ravi;

Trilha Sonora: Pablo Ravi;

Elenco: Povo Fulni-ô PE e Povo Kamayura MT.

O documentário Curumins busca desconstruir preconceitos e estereótipos sobre os povos nativos brasileiros, numa linguagem acessível a todos os públicos, especialmente crianças e adolescentes.

O filme apresenta dados gerais essenciais, além das particularidades de duas etnias bem diferentes uma da outra: Fulni-ô, que vive em área urbana e Kamayurá – mais isolada- que vive na maior reserva indígena do Brasil, no Parque Indígena do Xingu.

O vídeo traz grande conhecimento interdisciplinar, mas transcende o científico: tem uma mensagem que promove respeito à diversidade. Ao mesmo tempo em que apresenta as singularidades, aproxima indígenas e não-indígenas, porque apresenta a beleza que existe nas trocas entre culturas- em busca de um mundo mais sustentável, mais justo e fraterno.

DOCUMENTÁRIO:

Serviço

Projeto Cultura Indígena nas  Escolas com o Grupo Walê Fulni-ô

Até o dia 22/05

Locais e Horários: Consulte programação no .

https://www.instagram.com/culturacandangadf/

Projeto gratuito

Informações: 97400-2725

Agendamentos: projetowale@gmail.com

CI- Livre

Em Brasília, Prêmio Profissionais da Música retorna ao formato presencial e festeja a cultura popular em sua 7ª edição

Além do reconhecimento a partir de 176 categorias, evento realizado no Museu da República, Clube do Choro e Câmara Legislativa do Distrito Federal terá vasta programação aberta ao público

Ao slogan “Temos um país para reconstruir”, soma-se a urgência de expor e reconhecer o esforço de tantos nestes difíceis últimos anos. Portanto: “Viva a Cultura Popular”. Como uma das marcas do Prêmio Profissionais da Música (PPM) é a emoção sempre presente nas cerimônias de premiação, a organização trabalha, como de costume, para ir além da exposição e reconhecimento, no caso desta edição, de 176 categorias. De 1º a 4 de junho, a programação, que retorna ao formato presencial após a pandemia, traz inovações como o festival A Parada da Música, com destaque para as apresentações da cantora, compositora e cirandeira https://ppm.art.br/src/pages/conteudo.html?tipo=homenageadoeducacao e do compositor, cantor, instrumentista e artista plástico https://ppm.art.br/src/pages/conteudo.html?tipo=homenageadoconvergencia ,ambos homenageados pelo PPM 2022/2023. Além de Lia, representando a Modalidade Educação — criada a partir dessa edição–, e Renato, simbolizando Convergência, o evento homenageará, em Produção, o pesquisador e produtor musical https://ppm.art.br/src/pages/conteudo.html?tipo=homenageadoproducao e, em Criação, um dos expoentes do Mangue Beat, https://ppm.art.br/src/pages/conteudo.html?tipo=homenageadocriacao (in memoriam). Os ingressos limitados poderão ser retirados, gratuitamente, a partir de 12 de maio, no https://www.sympla.com.br/evento/premio-profissionais-da-musica-7-edicao/1972435?_gl=1*4e3gd8*_ga*MTcxOTQxNzE2LjE2NzQxNTY4MDg.*_ga_KXH10SQTZF*MTY4MzE0MDQzOC4xMC4xLjE2ODMxNDE5NzUuMC4wLjA.

O evento terá início com uma cerimônia de Moção de Louvor aos Profissionais da Música, realizada na Câmara Legislativa do Distrito Federal, com direito à apresentação da cantora, compositora, rabequeira e pifeira Maísa Arantes. Na ocasião, será servido um coquetel em meio a uma instalação de fotos dos homenageados. Em continuidade, para dar conta apenas da premiação serão necessárias duas noites. Em 2 de junho, serão premiadas as categorias das modalidades Produção (https://ppm.art.br/src/pages/finalistas.html) e Convergência (https://ppm.art.br/src/pages/finalistas.html). Já em 3 de junho de 2023, será a vez das modalidades Educação (https://ppm.art.br/src/pages/finalistas.html) e Criação (https://ppm.art.br/src/pages/finalistas.html)

A programação (https://ppm.art.br/src/pages/conteudo.html?tipo=programacao) movimentará também o tradicional Clube do Choro e o Museu da República.  No museu, um dos últimos monumentos projetado por Oscar Niemeyer para a capital do país, se dará a maior parte das atrações envolvendo os participantes, tudo aberto à população. “O nosso propósito é maximizar o protagonismo daqueles que nos enriquecem com talento, criatividade, inovação e informação a cada edição e convidar o público a viver essa experiência conosco”, afirma Gustavo Vasconcellos, idealizador do PPM. 

Gustavo reforça que o PPM é feito para os profissionais da música de todo o país, com o propósito da valorização de toda a cadeia criativa e produtiva da música, desde os bastidores, passando pela obra em si, até sua distribuição. “E esses profissionais não estarão presentes apenas na plateia e no palco recebendo troféus, mas compartilhando seus conhecimentos e talentos na programação composta de palestras, paineis, workshows, gravação de podcast, workshows, feira literária, LAB PPM, além do Festival A Parada da Música. É um congraçamento, como costumo dizer, de todos, com todos e para todos”, explica.  

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PRESENÇAS

Presente a cinco edições do PPM, o músico Roberto Menescal, um apoiador de primeira hora do PPM, estará em Brasília para o evento, que já conta com várias confirmações. Participarão da programação produtores, jornalistas, compositores, músicos, empresários e mais uma gama de profissionais relacionados ao universo da música, entre eles Adriana Belic, Afonso Oliveira, Alec Haiat, Barral Lima, Benjamim Taubkin, Cibele Bahia, Edson Natale, Elisa Maia, Kamille Viola, Kathia Pinheiro, Manno Góes, Marcio Mazzeron, Marta Schmitt, Miguel Galvão, Paulo Almeida, Socorro Lira, Thomas Roth, Valéria Becker, Patrícia Palumbo, Paulo André Pires, Fred 04, Marcelo Fruet e Maurício Tagliari. Além deles, vindos de todas as regiões do país, confirmaram presença cerca de 200 finalistas. 

Nesta edição, o PPM recebeu inscrições de 20 estados brasileiros e o Distrito Federal, mais uma vez, está bem representado. Entre eles Câmbio Negro, Atitude Feminina, Japão, DJ Raffa Santoro, Rock Beats, Sandra Duailibe, Clara Telles, Festival Favela Sounds, Fernanda Cabral, Salomão Di Pádua, Um Nome Comunicação, DJ Karla Testa, Kika Carvalho, entre outros.

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PERTINÊNCIA TEMÁTICA

A começar pelo painel inaugural “Vivam os Profissionais da Música: Temos um país para reconstruir”, o evento abordará assuntos abrangendo as modalidades e categorias que compõem a premiação. O enfoque será para a visão e percepção do segmento musical, a partir do dia a dia de seus profissionais, buscando unir pessoas, empresas e prestadores de serviço em torno de um legado que beneficie esta classe através de consumidores e comercializadores.

Entre os temas, para ilustrar e inspirar, destaque para “O Uso de Recursos de Inteligência Artificial na Produção Musical Executiva”, “Música em Pauta: uma ponte entre o som e a imprensa musical”, “Os Caminhos da Música Popular Brasileira”, “Entre Corpos Toadas e Batuques”, “Cancioneiro Latino-Americano e Brasileiro como espaço para o restauro da história”, “A importância da gestão e análise de metadados para o sucesso na carreira”, “Música no metaverso e web 3.0: novos campos de trabalho para os profissionais da música”, entre muitos outros.

E entre um workshow e uma palestra; um painel e um pocket show, o público poderá conferir uma pequena feira literária montada no anexo do Museu da República. Em  autógrafos, a partir de 2 de junho, nove autores divulgarão obras significativas sobre a produção musical de nosso país: Edson Natale e Cris Olivieri (Guia da Produção Cultural 9ª edição; Paulo André (Memórias de um motorista de turnê); Rosa Barros (Brincadeiras de soprar); José Daniel Telles dos Santos (O violão pampeano de Lúcio Yanel); Gabriel Gonzaga (Para ouvir Sylvia Telles); Chris Fuscaldo (Viver é melhor que sonhar); Rafael Leme (Prática da Linguagem da Música Brasileira na Música Popular); Kamille Viola (África Brasil: Um dia Jorge Ben Voou Para Toda a Gente Ver) e Clarissa Figueiredo (Gauchismo Líquido).

O Prêmio Profissionais da Música é um evento inclusivo e contará com intérpretes de LIBRAS em todas as atividades, instalações acessíveis a pessoas com deficiências e outros recursos de acessibilidade. O PPM foi realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.

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ALGUNS NÚMEROS SOBRE A 7ª EDIÇÃO DO PPM

Homenageados: 4

Modalidades: 4

Categorias: 176

Inscrições: 2149

Finalistas: 842

Indicados pelo Conselho Sensorial: 125

Troféus: 193

Votos: + de 100 mil na votação popular

Duração do evento: 4 dias

Espaços principais: 4

Apresentações musicais: 12

Painéis: 6

Palestras: 8

Workshows: 8

Lançamento de livros: 10

Sessão de autógrafos: 2

HISTÓRICO DE HOMENAGEADO(A)S

1ª edição (2015) – Renato Russo, Roberto Ribas, Jorge Ferreira

Tema: Qual o Futuro da Música?


2ª edição (2016) – Fernando Brant

Tema: Qual o Futuro da Obra?


3ª edição (2017) – Benjamim Taubkin, Pena Schmidt e Thomas Roth

Tema: “O Poder do Associativismo”


4ª edição (2018) – Roberto Menescal

Tema: “E aí, qual é a sua Bossa?”


5ª edição (2019)  – Claudio Santoro, Ronaldo Bastos e Genildo Fonseca

Tema: “Do clássico ao popular- 100 anos de música brasileira”.


6ª edição (2020/2021) – Cássia Eller, Patricia Palumbo e Odette Ernest Dias

Tema: do analógico ao digital, viva o Direito Autoral


7ª edição (2022/2023) – Chico Science, Lia de Itamaracá, Juarez Fonseca e Renato    Matos.

Tema: “Viva a Cultura Popular”

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SERVIÇO:

Prêmio Profissionais da Música- 7ª Edição

De 1º a 4 de junho

Confira atrações, horários e locais aqui na https://ppm.art.br/src/pages/conteudo.html?tipo=programacao

Informações completas: http://www.ppm.art.br/

Indicação: Livre

Entrada Gratuita mediante retirada de ingressos a partir de 12/5: https://www.sympla.com.br/evento/premio-profissionais-da-musica-7-edicao/1972435?_gl=1*4e3gd8*_ga*MTcxOTQxNzE2LjE2NzQxNTY4MDg.*_ga_KXH10SQTZF*MTY4MzE0MDQzOC4xMC4xLjE2ODMxNDE5NzUuMC4wLjA.

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PROJETO VIVÊNCIAS INCLUSIVAS USA A FOTOGRAFIA COMO RECURSO DE COMUNICAÇÃO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

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A inclusão social pode acontecer de várias formas. Para Juliana Peres, conhecida carinhosamente como “Juju Peres”, a arte sempre esteve presente no seu dia a dia.
Diagnosticada com atrofia cerebral e disritmia cresceu em uma família de fotógrafos, comunicadores e produtores culturais, sendo sempre muito incentivada ao desenvolvimento educacional, artístico e profissional como forma de inclusão social. E foi nessa vivência que ela se inspirou para idealizar e realizar o projeto “Vivências Inclusivas”, que tem como principal objetivo usar a fotografia como uma oportunidade de socialização para pessoas com diferentes tipos de deficiências.

O projeto, que conta com patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal – FAC DF, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF – SECEC, está alinhado à Agenda 2030 e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, com foco no ODS 10, que trata da redução das desigualdades, utilizando-se de atividades lúdicas e artísticas para incluir pessoas com deficiência e conscientizar a sociedade sobre as diferenças entre os indivíduos.

A programação do “Vivências Inclusivas” conta com oficinas de fotografia para pessoas com diferentes tipos de deficiência física e cognitiva, e saídas fotográficas para atividades práticas em trilhas ao ar livre e em contato direto com a natureza, como a Eco Trilha Pedra dos Amigos (Serrinha do Paranoá) e o Centro de Convivência do Parque Nacional de Brasília, sob supervisão do fotógrafo e guia turístico Alexandre Almeida. Ambos os trajetos oferecem acessibilidade e percurso facilitado para pessoas com mobilidade reduzida. Os registros fotográficos e atividades realizadas pelos participantes poderão ser acompanhados nas redes sociais (@vivenciasinclusivas) e site do projeto – https://vivenciasinclusivas.com.br/ – e farão parte de uma exposição que será realizada no mês de agosto dentro do Festival Mês da Fotografia.

Ao lado de Juliana, que além da idealização do projeto também assume a função de co-instrutora das oficinas está a fotógrafa e educadora Isabella Gurgel, responsável por ministrar as oficinas, coordenar os processos pedagógicos e auxiliar na comunicação acessível com os alunos. Isabella tem no currículo trabalhos de arte-educação para surdos, utilizando a fotografia como ferramenta de ensino-aprendizagem, além de conhecimentos em libras-linguagem de sinais. O fotógrafo e cinegrafista Cristiano Costa, que também é PcD, é o
responsável pelo registro de imagens das atividades do projeto e edição de conteúdos multimídia para as redes sociais.

“O Vivências Inclusivas é uma prova que através da fotografia, podemos incluir mais pessoas com deficiência em atividades culturais, e possibilitam aos PcDs novas formas de se comunicarem”, afirma Juju que está entusiasmada com a realização do seu primeiro projeto cultural aprovado no FAC.


VIVÊNCIAS INCLUSIVAS

O Hidden está de volta e com endereço revelado: Casa da Manchete

O projeto itinerante que ferve o inverno brasiliense chega à 5ª edição com boa música, gastronomia e exposição fotográfica

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A Casa da Manchete, projetada pelo renomado arquiteto Oscar Niemeyer, é um dos ícones da arquitetura modernista de Brasília. Inaugurada em 1978 no Setor de Indústrias Gráficas, a sede da antiga revista e TV  “Manchete” foi um importante ponto de encontro para a elite cultural e política da capital federal. Desativada, ela agora recebe a balada mais elaborada da capital: o Hidden. Diversão, pista de dança, música, gastronomia e cultura em meio a um cenário de valorização do legado arquitetônico da cidade fazem parte do “combo” oferecido pelo badalado spot do inverno brasiliense. O Hidden receberá o público sempre de quinta a sábado a partir de 18 de maio. Tradicionalmente, o projeto se estende até o início das chuvas.

“Esta homenagem ao visionário Niemeyer e à cidade de Brasília é um símbolo do compromisso do Hidden em preservar a rica história da cidade e integrar o patrimônio arquitetônico local à sua visão inovadora. Afinal, é isso que faz do Hidden uma experiência única e incomparável”, revela Mari Braga, idealizadora do projeto.

A ambientação, sempre muito comentada, é uma das atribuições que mais estimulam a criatividade de Mari. Nesta edição, a iluminação será especial e montada de uma maneira em que todos possam se sentir envolvidos pelo design da época da construção do imóvel. No projeto, mobiliário, objetos de decoração, cores e conforto que remetem a espaços de uma casa trarão leveza e descontração para a clientela fiel do spot.

Semanalmente, grandes chefs assinarão o cardápio da casa com menus para todos os gostos. O primeiro final de semana terá comida afetiva, aquela que tem a cara da casa da vovó, sob a responsabilidade da chef Raquel Pacheco. No final de semana seguinte, de 25 a 27/05, será a vez de Dudu Cavalheiro.

Seguindo a tradição, as atrações musicais ainda são surpresas, mas sempre com muitos talentos brasilienses subindo ao palco, e também haverá espaço para talentos e vozes de outros estados. Em relação aos estilos musicais dá para adiantar que as quintas-feiras serão dedicadas ao rock, do clássico ao contemporâneo. Às sextas, som bem brasileiro, do rock à MPB. Aos sábados, pop music.

Outro destaque, a galeria de arte vai receber durante toda a temporada 2023 uma exposição fotográfica de Bruno Stuckert, com a série autoral “Desatar”, uma intervenção artística que consiste numa obra em progresso. Ou seja, ela evolui de acordo com a resposta do público ao longo do Hidden. A série produzida no Deserto do Atacama, convida o espectador a uma jornada interior por meio da contemplação das imagens. As fotografias minimalistas são uma representação da vastidão do deserto e da magnitude da natureza e convidam o público a se perder em sua imensidão e encontrar-se em si mesmo.

“São meses muito intensos ao longo de um ano para preparar o Hidden. Mal acaba uma edição a gente já está pensando na outra. E a resposta do público é maravilhosa. E é isso: está chegando a temporada mais animada de Brasília, de muita celebração, reencontro e novos encontros”, ressalta Daniel Braga, sócio do projet.

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HISTÓRICO

Mari teve a ideia de criar o Hidden a partir de viagens para fora do país. Nelas, gostava de buscar lugares inusitados e um deles foi uma casa abandonada em New Orleans, destruída por um furacão, que foi transformada em uma loja de vinhos. O Hidden foi lançado há seis anos. A primeira edição ocupou uma passarela subterrânea do Pier 21, em 2017. Já em 2018, foi a vez do bicicletário do Parque da Cidade, em 2019, a Ilha do Parque da Cidade e, em 2022, o Espaço da Eletronorte na 904 sul.

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Serviço:

Data: 18 de maio até o fim do período da seca

Dias: Quintas, Sextas e Sábados

Hora: a partir das 18h

Local: Casa da Manchete – SIG, Quadra 01, lotes 985-103

Valor do couvert: R$ 40,00

Instagram: @hiddenbrasilia

Brasil é o 5º país com maior número de celulares no mundo

Com 118 milhões de usuários de smartphones, país fica atrás somente da Indonésia, Estados Unidos, Índia e China

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Dentre os 193 países, o Brasil é o 5º país com a maior quantidade de usuários de smartphones no ranking mundial.

Atualmente o país possui mais de 118 milhões de usuários de celulares ativos, e fica atrás somente da Indonésia, Estados Unidos, Índia e China.

É o que revela um estudo divulgado pela plataforma de descontos CupomValido.com.br com dados da The World Bank e Statista sobre os smartphones no mundo.

Segundo o estudo, é considerado um usuário de smartphone ativo, qualquer pessoa que usa um smartphone pelo menos uma vez por mês.

A China é o primeiro país do ranking, com mais de 953 milhões de usuários de smartphones. E a Índia segue em segundo lugar com 492 milhões, valor quase a metade da China.

Taxa de Penetração de Celulares por País

A taxa de penetração de celular, é a porcentagem de usuários ativos em relação a uma população de um país. Esta é uma das métricas utilizadas para mensurar o quão avançada é a economia de um país. Valores acima de 70% são considerados como países de economia avançada.

Ao considerar a taxa de penetração de celulares, o ranking muda totalmente de ordem. Neste caso, o Brasil não figura nem estre os top 10 do ranking. Com 55,4%, o país fica na 15ª posição.

Isso mostra que apesar da quantidade absoluta de usuário de smartphones ser entre as maiores do mundo, quase a metade da população brasileira ainda não possui um celular.

Os Estados Unidos é o primeiro no ranking, onde quase a maioria da população (82,2%) possui um smartphone. Seguido pelo Reino Unido (79,8%), França (78,8%) e Alemanha (78,8%).

Fonte: The World Bank, https://www.cupomvalido.com.br/ Statista

Transborda Brasília – Prêmio de Arte Contemporânea 2023 | Mostra de artistas selecionadas/os

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No próximo dia 16 de maio, a partir das 18h, a CAIXA Cultural Brasília inaugura a mostra das/os artistas selecionadas/os à 4ª edição do Transborda Brasília – Prêmio de Arte Contemporânea, com 15 artistas visuais do Distrito Federal e do Entorno. Participam da exposição Clarice Gonçalves, Fernanda Azou, Iris Helena, João Angelini, José Roberto Bassul, Luciana Paiva, Manduca, Marcos Antony, Rafael Marques, Rodrigo D’Alcântara, Romulo Barros, Severina Gonçalves, Silvie Eidam, Thalita Perfeito e Vanesa Liberato, com obras em pintura, desenho, fotografia, objeto escultórico, vídeos e instalação. Na abertura da exposição, acontece uma Conversa com os cinco membros do júri. A 4ª edição do Transborda Brasília de Arte Contemporânea é realizada com o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e apoio CAIXA e Governo Federal. A mostra fica em cartaz até 30 de julho nas Galerias Principal e Piccolas I e II, comvisitação de terça a domingo, das 9h às 21h. A entrada é franca e livre para todos os públicos. A CAIXA Cultural Brasília fica no SBS Quadra 4, Lotes 3 / 4.

Depois de um hiato de cinco anos, a mostra do Transborda Brasília – Prêmio de Arte Contemporânea acontece em um clima de muita alegria e prazer em observar que nesse período mais e mais artistas passaram a produzir e a mostrar seus trabalhos. Virgínia Manfrinato, organizadora e realizadora do prêmio ressalta também a importância do Transborda para o mapeamento da produção artística contemporânea do Distrito Federal e Entorno. Extrapolando as expectativas, a organização do prêmio registrou 343 inscrições válidas e recebeu mais de mil obras para avaliação da banca de seleção, formada por curadoras e curadores brasileiros, de cinco regiões diferentes.  Participaram do júri Agnaldo Farias (SP), André Severo (RS), Marília Panitz (DF), Marisa Mokarzel (PA) e Gleyce Heitor (PE). “Pela primeira vez desde a primeira edição, em 2015, conseguimos alcançar artistas visuais em 35 diferentes regiões do Distrito Federal e Região de Integração e Desenvolvimento do DF. O que nos permitiu um levantamento mais completo em relação à última edição, em 2018, quando alcançamos cerca de 190 inscritos”, diz.  

“Na mostra de artistas selecionados para esta edição do Transborda Brasília, vemos uma produção artística do Distrito Federal e das Cidades do Entorno diversa, múltipla e plural”, afirma Virgínia Manfrinato. “É uma produção pujante que apresenta as muitas camadas sociais, culturais, políticas e econômicas que atravessam não só os artistas do DF e Entorno, mas do Centro-Oeste”, continua Manfrinato. A mostra apresenta artistas visuais de diferentes gerações e em momentos diversos de suas carreiras, entre iniciantes e veteranos, que trabalham com linguagens, suportes e técnicas diferentes. “O público irá se maravilhar com os trabalhos apresentados e poderá participar da programação paralela à mostra, realizada pelo educativo coordenado pelo arte-educador Matias Monteiro”, sentencia.

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A premiação

Os artistas selecionados para a Mostra do Transborda Brasília – Prêmio de Arte Contemporânea receberão um acompanhamento crítico com um dos membros da banca julgadora e prêmios de aquisição para uma das obras selecionadas, sendo 12 prêmios de aquisição de obra no valor em dinheiro de R$ 5.000,00 (cinco mil reais) cada; e três prêmios de aquisição de obra no valor em dinheiro de R$ 10.000,00 (dez mil reais) cada.

Conheça as/os artistas que participam da mostra do Transborda Brasília – Prêmio de Arte Contemporânea. 

Clarice Gonçalves é artista visual e mãe solo, vive e trabalha em Taguatinga- DF, é graduada em Artes Visuais pela Universidade de Brasília e desde 2005 apresenta sua pesquisa pictórica em mostras individuais e coletivas, feiras e premiações pelo país e afora. Sua produção aborda temas como socialização, sexualidade, maternidade e animalidade e respectivas performances dentro do contexto social como reflexo de sua pesquisa poética em torno de suas vivências corporais. Seu meio principal de materialização é a pintura, embora cada vez mais os processos performáticos tenham feito parte da criação dessas imagens em pintura através da dança, vídeo e fotografia. Clarice é integrante do coletivo matriz, um coletivo de mães artistas do DF que desenvolve lambes e intervenções urbanas na cidade. A artista foi finalista do prêmio PIPA online 2022 e participou de sua primeira residência no final do ano passado, no Centro Cultural Pé Vermelho, em Planaltina.

Fernanda Azou é uma artista brasiliense que vive e produz no Núcleo Bandeirante, Distrito Federal. Sua pesquisa surge de observações do comportamento geracional, focando nas condutas autodestrutivas de jovens adultos. Apropriando-se do termo cinematográfico “Gore”, a artista é guiada pelo sentimento de impotência, causado por situações-limite, e aborda a violência, não como idealização da catástrofe, mas sim como representação de uma realidade abjeta. Atualmente, a pesquisa da artista está inclinada para a investigação da obsolescência da tecnologia e como seus efeitos afetam as situações físicas e mentais dos indivíduos inseridos na dicotomia real/virtual. Suas obras estão em acervos públicos como Museu Nacional de Brasília, Museu de arte de Anápolis (MAPA), Museu de arte de Ribeirão Preto (MARP), Casa da Cultura da América Latina (CAL-UnB) e Galeria da Câmara dos Deputados.

João Angelini é morador de Planaltina/DF (periferia de Brasília), artista plástico, curador e gestor cultural. Através de múltiplos gestos e formatos, sua produção discute sobre nosso sistema, formação, as ocupações territoriais, modos de controle e opressão. Uso do vocabulário imagético e paisagens de onde mora, num trânsito entre a Planaltina colonial e a Brasília moderna. Desde 2005, expõe e é premiado por sua produção individual. A 59ª Bienal de Veneza (2022), 2º Prêmio Décio Noviello Artes Visuais (2021), Arte como Respiro – Itaú Cultural 2020, Novas Efervescências – E.C. Porto Seguros (SP) 2019, nos Rumos do Itaú Cultural (2014, 2009 e 2006), Bolsa Funarte de Produção (2011) e Anima Mundi (2009) pontuam parte da trajetória de sua obra.

Artista visual graduado em arquitetura, José Roberto Bassul vê sua fotografia como “uma tentativa de desenhar pensamentos, projetar desejos, construir espaços para a imaginação”. Recebeu relevantes prêmios nacionais e internacionais, entre os quais o 1º lugar no 10º Prix Photo AF 2021, o Prêmio América Latina do FotoRio 2020, o de Fotolivro do Ano no Moscow International Foto Awards – MIFA  2020 e, por duas vezes, o 1° lugar no International Photography Awards – IPA 2018 e 2021. Seu trabalho tem sido frequentemente exposto em festivais, galerias e museus, em oito mostras individuais e dezenas de exposições coletivas no Brasil e no exterior. Autor dos fotolivros Paisagem Concretista (2018) e Sobre Quase Nada (2020), suas obras integram importantes coleções públicas e particulares.

Iris Helena é uma artista multidisciplinar licenciada em Artes Visuais pela Universidade Federal da Paraíba, Mestre em Poéticas Contemporâneas e doutoranda em Deslocamentos e Espacialidades em Arte Contemporânea pela Universidade de Brasília. Sua pesquisa caracteriza-se pela investigação crítica, filosófica, estética e poética da paisagem urbana a partir de uma abordagem dialógica entre a imagem da cidade e as superfícies/suportes escolhidos para materializá-la. Os suportes precários e ordinários são muitas vezes retirados de seu consumo cotidiano e possibilitam a (re)construção da memória atrelada ao risco, à instabilidade, à memória coletiva e sobretudo, ao desejo do apagamento. Iris Helena é ganhadora de diversos prêmios na área como Prêmio FOCO Bradesco 2017, Prêmio PIPA categoria Online 2018, Menção Honrosa no II Prêmio EDP Tomie Ohtake, entre outros. Participa de exposições nacionais e internacionais desde 2008 e atualmente é representada pela galeria Portas Vilaseca (RJ). Vive e trabalha em Brasília (DF).

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Luciana Paiva é artista, pesquisa a visualidade do texto e tem como ponto de partida o uso dos elementos da escrita como matéria. Concluiu o Doutorado em Artes pela Universidade de Brasília em 2018; cursou o Programa Aprofundamento da Escola de Artes Visuais do Parque Lage em 2011 e participou do Rumos de Artes Visuais 2011-2013. Em 2019 foi uma das artistas selecionadas para o 29o Programa de Exposições do Centro Cultural São Paulo apresentando a exposição individual Cidade Partida. Participa de exposições desde 2004, atuando também como educadora e na organização e curadoria de eventos em arte. Desde 2017 integra o grupo de artistas vinculados ao Pé Vermelho Espaço Contemporâneo em Planaltina – DF.

Manduca, Manoel da luz Nogueira, nascido na pacata cidade de Babaçulândia, às margens do rio Tocantins, na região norte do Brasil, em 1958. Em 1963, transfere-se para Brasília com a família. Na infância vivia rabiscando e desenhando nos cadernos escolares. Assim, estuda desenho artístico e publicitário no IUB, e cartazista e letrista no SENAC Brasília/DF. Aos14 anos, já trabalhava fazendo cartazes, e desenhando publicidade, em vidraças dos comércios locais. Porém, “viver da arte” naquele período, era conturbado e confuso e pouco rentável. Então, arrumou outras profissões: cobrador de ônibus, Office boy, fuzileiro naval, bancário, funcionário público e economiário. Sem nunca deixar o lado artístico, cursou edificações e desenho arquitetônico no nível médio, e graduação em ciências contábeis com pós-graduação em finanças. Em 2012 ao se aposentar da CEF, pode enfim se dedicar e “viver de arte”. de maneira integral.

Marcos Antony é doutorando em Artes Visuais pela Universidade de Brasília. Natural do Distrito Federal, onde habita a cidade do Itapoã-DF, cidade satélite localizada às margens de Brasília. Esta dinâmica espacial centro/periferia é um tema presente na construção de sua poética, em que elementos tirados da vivência cotidiana na periferia transformam-se em processos escultóricos. Criando, assim, obras que são gestos oriundos da sobrevivência em uma periferia, como por exemplo: a apropriação e o improviso, utilizando materiais muitas vezes descartados que retornam como estruturas efêmeras. A madeira é um material principal em sua utilização sistemática de cores em tons complementares que buscam se assemelhar aos contrastes das fachadas que são os amontoados de muros de qualquer cidade periférica. Deste modo, as circunstâncias que dão a forma à produção, incursionam por práticas espaciais que se moldam à proposta contida na ação diante do espaço, tanto institucional quanto público.

Rafael Marques, 1997, nasceu, vive e trabalha em Brasília, Brasil. Em sua pesquisa, Rafael utiliza diversas mídias e linguagens tais como a gravura, a música, a luthieria, a pintura entre outras, para explorar o caráter controverso/duvidoso das relações entre o ser e suas percepções sobre si mesmo e o outro, por meio da provocação de estranhezas. Atualmente cursa graduação em Artes Visuais pela Universidade de Brasília (UnB), é impressor de gravura e sócio fundador do Vilarejo 21, um espaço de produção e fomento à arte, criatividade e cultura em Brasília.

Rodrigo D’Alcântara (1992) é multiartista, curador e pesquisador. É uma bixa brasileira-transnacional. Nascido em Niterói, RJ, e crescido em Brasília, DF, é bacharel em Artes Plásticas pela Universidade de Brasília e Mestre em Artes Visuais pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Bolsa CNPq). Atualmente é bolsista doutorando em História da Arte na Concordia University (Montreal, CA). Sua prática artística alimenta mitologias e alegorias brasileiras a partir de uma visão dissidente, sincrética e multidimensional. D’Alcântara manifesta sua arte principalmente nas linguagens da videoarte, da performance, da instalação e da pintura. Ao decorrer de sua trajetória já expôs em espaços como A Gentil Carioca (RJ), Mendes Wood DM (SP), Museo Ettore Fico (Itália); Salão Anapolino (GO), Trans Film Festival Berlin (Alemanha), Aphrodite Athens & Epidaurus Film Festival (Grécia), Valongo Festival Internacional da Imagem (SP), Festival Internacional Cineversatil (Argentina), Vancouver Latin American Film Festival (Canadá), entre outros.

Romulo Barros (Medeiros, 1995) nasceu e cresceu no interior de Minas Gerais, um meio social onde os padrões de comportamento culminam na repetição das histórias locais, processo em que todos acabam dentro da mesma trouxa. Observa essas experiências e as insere em sua produção. Questionando sempre a própria identidade, procura externar a sua própria perspectiva, de um ser que busca, em si e em sua memória e ancestralidade, uma relação de afeto, vínculo, fluxo e refluxo. Atualmente tem uma produção artística que perambula pelos campos da pintura, instalação e escultura.

Severina Gonçalves, 83 anos, é potiguar, vive em Brasília desde 1985, cria arte desde os cinco anos quando brincava de fazer bichinhos com cera de Jandaíra. Sua inspiração vem da natureza, transforma o que os outros chamam de lixo em arte, com técnicas diversas, todas desenvolvidas por ela, pois nunca frequentou uma escola de belas artes. Possui um estilo singular, Arte Severina.

Silvie Eidam nasceu em Frankfurt/Main na Alemanha e vive atualmente no Brasil. O seu avô era o pintor Wilhelm Eidam quem encorajou a sua produção artística desde a sua infância. Ela foi aluna das artistas locais Andrea Simon e Beatrix Pohle-Stiehl, e continuou a sua formação estudando artes plásticas na Universidade de Brasília e no Goldsmiths College em Londres. Ela recebeu por 5 anos consecutivos a bolsa do fundo suiço GEK e apoio financeiro por um colecionador para terminar a série Masculinidades. Ela participa em exposições coletivas no Brasil e Alemanha desde 2005. No seu trabalho ela tem focado em materializar o imaterial e inconsciente. Atualmente, está interessada na temática da morte e da possibilidade de fazer contato com outras dimensões.

Thalita Perfeito é pesquisadora graduada em Artes pela Universidade de Brasília e mestra em Arte Contemporânea pelo PPG-Arte Visuais – UnB. Investiga as linguagens de fotografia, vídeo, instalação e experiências cotidianas ordinárias, mas cintilantes. Flutua por outras áreas, como marcenaria de mobília e é dona e funcionária da microempresa Ripa Marcenaria. Se interessa pelas contradições como o orgânico e o plástico, natural e artificial. Crê na inutilidade como poética.

Vanesa Liberato é uma artista plástica nascida em Brasília e atualmente com ateliê em Taguatinga (DF). Com mais de uma década de dedicação à produção de pinturas, desenhos e ilustrações, ela é fortemente influenciada pela arte popular e seu vasto portfólio em tela e madeira apresenta elementos, personagens e cenários que transportam o observador para um universo fantástico e simbólico, típico de sua linguagem visual. Além de sua produção artística, Vanesa está atualmente graduando-se na Universidade de Brasília em Artes Visuais e seus trabalhos já foram exibidos em algumas exposições coletivas, incluindo o Salão de Arte Contemporânea de Guarulhos e OBRAXEROX no Museu de Arte de Brasília.

Sobre o Transborda Brasília – Prêmio de Arte Contemporânea

O Transborda Brasília – Prêmio de Arte Contemporânea é um projeto iniciado em 2015, que busca como desdobramentos o mapeamento dos artistas visuais que atuam no Distrito Federal e Entorno, além de incentivar a efervescência artística da cidade, mantendo o diálogo com a produção contemporânea brasileira e internacional. A cada edição cinco curadores de diferentes trajetórias e locais de atuação são convidados para selecionar trabalhos de artistas residentes ou nascidos em cidades do Distrito Federal e Entorno. Os trabalhos selecionados se reúnem em exposição aberta a todos os públicos na CAIXA Cultural Brasília. O projeto é realizado por Virginia Manfrinato e conta com o financiamento do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.

Foto Divulgação

Serviço:

Transborda Brasília – Prêmio de Arte Contemporânea 2023

Mostra de artistas selecionadas/os

Obras de | Clarice Gonçalves, Fernanda Azou, Iris Helena, João Angelini, José Roberto Bassul, Luciana Paiva, Manduca, Marcos Antony, Rafael Marques, Rodrigo D’Alcântara, Romulo Barros, Severina Gonçalves, Silvie Eidam, Thalita Perfeito e Vanesa Liberato

Abertura | 16/05 | 18h – Conversa com o júri do prêmio | Com tradução para Libras

                                  19h – inauguração da mostra

Onde | Galerias Principal e Piccolas I e II

              CAIXA Cultural Brasília

              SBS – Quadra 4 – Lotes 3/4 – Brasília – DF

Visitação | Até 30/07

                   De terça a domingo, das 9h às 21h

Classificação Indicativa | Livre

Acesso para pessoas com deficiência

Informações | (61) 3206-9448 e (61) 3206-9449 https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/default.aspx

Entrada | Franca

Patrocínio | Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF)

Apoio | CAIXA e Governo Federal

“Que História é Essa Palhaço¿” estreia dia 06/05 no Brasília Shopping

O Palhágico Chouchou retorna ao palco e apresenta dois novos amigos palhaços, com temporada para todos os sábados no mês de maio, sempre às 11h

Foto Telmo Ximenes

Nesse novo espetáculo da Palhágico Chochou Produções, Galileu Fontes se reencontra com Lucas Amado e Mayara Moreto, antigos companheiros de cena que trabalharam juntos na Néia & Nando Cia. Teatral, para realizar uma releitura dos contos infantis mesclados ao mundo da palhaçaria, com o objetivo de desenvolver o gosto das crianças pela leitura de uma forma lúdica e didática.

Em cena três palhaços chegam em um teatro e descobrem que eles são os protagonistas. Para dificultar a situação, nenhum deles sabe como fazer uma peça de teatro. A trupe de palhaços tem a missão de descobrir uma maneira de fazer uma encenação, encontrando nos livros como “Chapeuzinho Vermelho”, “Pedro e o Lobo” e os “Três Porquinhos” a solução que procuravam.

O show é recheado de muito humor e um toque de magia. E como um bom conto infantil, é claro, que esse grupo também encontra a sua lição de moral.

Assina a direção, Marina de Castro, artista da nova geração cultural de Brasília, formada em Artes Cênicas na UnB, com vasta experiência em teatro infantil. O espetáculo conta, ainda, com a colaboração de toda a trupe para compor as principais funções técnicas, são eles: Galileu Fontes, Lucas Amado e Mayara Moreto (elenco), Marina de Castro (direção), Lucas Amado (trilha sonora), Palhágico Chochou Produções (cenário e figurino), Gabriel Morgado (operador de som), Marina de Castro (operadora de luz), Palhágico Chochou Produções (produção), Elen Carol, da Entre Tons e Letras – Assessoria e Produção (coordenação de produção e assessoria de Imprensa). A atração é inédita nos palcos de Brasíliae promete divertir toda a família.

Serviço:

O quê: Que história é essa Palhaço¿

Quando: 06, 13, 20 e 27/05

Onde: Teatro Brasília Shopping (SCN Quadra 05 Bloco A – Asa Norte)

Horário: 11h

Ingressos: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia)

Vendas no Sympla: https://www.sympla.com.br/evento/espetaculo-que-historia-e-essa-palhaco/1975537 e no teatro, uma hora antes do espetáculo

Foto: Telmo Ximenes

Instagram: @chouchoupalhagico

Projeto Social Dandara Zumba inicia atividades com turmas cheias

Foto Divulgação

No último sábado, 22 de abril, aconteceu o lançamento do projeto Dandara Zumba em São Sebastião, com a presença de diversas lideranças comunitárias da região e ainda a apresentação da dupla sertaneja Amanda e Milene.

 Todas as vagas para as aulas de ginástica e zumba foram preenchidas. Uma vez por mês ainda acontece uma roda de conversa aberta com a nutricionista e também a psicóloga para atender a comunidade local, até julho. Toda a equipe do projeto é composta apenas por mulheres.

“Tivemos 148 mulheres interessadas para somente 60 vagas. Com isso entendemos a importância de cuidar das mulheres da nossa região e ainda ajuda-las a se cuidarem fisicamente e emocionalmente. Tudo isso é muito importante, é a missão do trabalho social e a nossa”, explica Patty Oliveira, organizadora.

Kelly Oliveira presidente do Instituto Dandara explica que “Esse é um projeto importantíssimo em nossa comunidade carente, onde nossas mulheres sobrevivem dia a dia na luta para manter sua família, podem com essa iniciativa cuidar também de si”, finaliza.

O Instituto de Arte, Cultura, Esporte e Lazer com o apoio do Instituto Movimenta São Sebastião, Espaço Sideral e Instituto Dandara são responsáveis pela ação.  

Cerrado Vivo, exposição voltada para o cerrado de Patrícia Monteiro

Patrícia Monteiro – PAM, numa imersão pelo cerrado, que é segundo maior bioma brasileiro, em sua exposição Cerrado Vivo.

De forma consciente nos faz refletir sobre a importância da sua preservação, ressaltando a beleza de sua fauna e flora.

Patrícia destaca em sua mostra as constantes queimadas ocorridas no período de seca, estando o elemento fogo sempre muito presente em seu trabalho.

O fogo, para a artista, tem um poder transmutador, que destrói e cria. A destruição de algo representa, a abertura de espaço para o novo poder brotar, assim como a natureza, em constante renovação.

Patrícia assume uma espécie de abstrato – impressionista, usa pinceladas fortes e cores vibrantes com diferentes técnicas, uma delas chamada de batik, feita com cera de abelha que transforma-se com o calor, sendo por isso, o resultado imprevisível.

A beleza está nos detalhes que compõe o conjunto da sua obra, fazendo dela única e em constante mutação, assim como a artista vê a vida.

Esta linda exposição ficará em uma galeria virtual à disposição de todos

Hidden tem data de abertura confirmada: 18 de maio

Desde a primeira edição em 2017, o Hidden segue conquistando ainda mais os brasilienses com sua proposta de unir gastronomia, música, valorização de espaços urbanos da cidade e muitas surpresas. E a boa notícia é que mais uma edição vem aí… o início do projeto itinerante está confirmado para 18 de maio em um local ainda guardado a sete chaves, como é tradição do evento. Para a 5º edição, Mariana Braga, idealizadora do empreendimento, garante que será ainda mais especial.

Como sempre, o Hidden tem data para começar e término com o início das chuvas, o que o torna ainda mais concorrido. O projeto funcionará de quinta a sábado.

Em breve mais informações.

A Vila dos Pets chega ao Pátio Brasil Shopping e reúne apaixonados por animais

O evento gratuito que acontece de 27 até 30 de abril, na Praça Central, irá reunir expositores com produtos para os bichinhos de estimação, feira de adoção e até desfile de moda

Você ama pet? Então se prepare porque de 27 até 30 de abril, chega ao Pátio Brasil Shopping, uma feira para lá de especial que traz muitas atividades para os bichinhos de estimação. É a Vila dos Pets, um evento gratuito e completo para quem tem cães e gatos.

Quem passar por lá, vai poder conferir barraquinhas com moda pet, brinquedos, acessórios, caminhas, mini circuito de agility, alimentação natural e vestimentas para os animais. Além disso, vai ter aniversário pet, desfiles de moda e dos clubinhos pets. E para quem não tem um bichinho de estimação, esse é o momento ideal para escolher um dos cãezinhos ou gatinhos que estarão disponíveis para uma adoção responsável.

A Vila dos Pets ficará na Praça Central de quinta a sábado, das 10h às 22h, e no domingo, das 14h às 20h. No fim de semana, inclusive, haverá um valor diferenciado para o estacionamento do shopping, sendo que aos sábados, o preço único é de R$8 (oito reais), e acesso gratuito aos domingos e feriados. 

E claro que o shopping mais tradicional de Brasília também é ‘Pet Friendly’, e seu animalzinho é super bem-vindo nos espaços de circulação do Pátio Brasil. Para oferecer ainda mais tranquilidade aos clientes, são oferecidos gratuitamente saquinhos para recolher as necessidades dos animais. Basta fazer a solicitação no balcão de informações ou acionar algum colaborador do shopping para que seja feita a higienização do local, caso haja necessidade.

Sobre o evento

A Vila dos Pets nasceu em Brasília, agregada à grife de moda JanPets. Expositores e microempreendedores da região, que produzem ou representam produtos pets no Distrito Federal, vão levar as novidades para a Praça Central do Pátio Brasil durante esses quatro dias de evento.

A iniciativa é da professora Jane Oliveira, que se curou de uma depressão profunda com atividades de confecção de roupinhas para seus cachorros. O negócio cresceu e ela passou a vender os produtos e promover desfiles de moda pet.

Hoje, além de movimentar esse mercado no DF, cada vez mais aquecido, Jane abraça a ação social proporcionando a feira de adoção responsável dos pets, em parceria com ONGs e protetores independentes, que fazem resgates de cães e gatos abandonados ou que sofreram maus tratos.

Serviço

Vila dos pets

Feira de adoção, produtos para pets e desfile de moda

Local: Praça Central do Pátio Brasil

Data: De 27 até 29 de abril

Horário: quinta a sábado, das 10h às 22h. Domingo, 14h às 20h

Entrada gratuita

Pátio Brasil Shopping

Site: http://www.patiobrasil.com.br

Instagram: @patiobrasil

Telefone: (61) 2107-7400

Endereço: SCS Quadra 07 – Bloco A – Asa Sul

Horário de funcionamento:

▪ Lojas e Serviços: Segunda a sábado – 10h às 22h / Domingos e feriados – 14h às 20h;

▪ Alimentação e Lazer: Segunda a sábado – 10h às 22h / Domingos e feriados – 12h às 20h;

▪ Estacionamento: Sábado R$8,00 (oito reais) / Domingos e feriados: gratuito.

Experiência imersiva leva o São João da Bahia para Brasília

Projeto acontece no Pontão do Lago Sul e contará com apresentação de quadrilha e forró, além de diversos ambientes instagramáveis e festa de São João cenográfica

Neste final de semana, dias 29 e 20 de abril, as tradições juninas da festa popular mais famosa e animada do Nordeste vão invadir a capital do país. O Pontão do Lago Sul será palco do projeto São João da Bahia, que exaltará a cultura e gastronomia dos festejos juninos, proporcionando aos visitantes uma verdadeira imersão no maior São João do Nordeste. A ação é realizada pelo Governo do Estado da Bahia em parceria com a B2LIVE!, empresa de live marketing do GRUPO BBG BRASIL. 

“O São João é a maior manifestação cultural do Nordeste brasileiro, e é na Bahia que a festa tem a sua maior expressão. Convidamos os municípios para essa parceria que pretende conquistar os paulistas, com a oferta de uma experiência única, que é vivenciar os festejos juninos baianos. As nossas tradições precisam ser mais divulgadas, para estimular o desenvolvimento do turismo, onde elas acontecem”, ressalta o secretário de Turismo da Bahia, Maurício Bacelar. 

O objetivo da ação é oferecer ao público a possibilidade de vivenciar de forma interativa a experiência de estar no São João da Bahia. A cenografia do projeto contará com a construção de cenários interativos e instagramáveis, com casarios, bandeirolas, balões de São João, fogueira, palco de apresentação, recortes decorativos, entre outros elementos que convidam os visitantes para uma inesquecível experiência pela tradicional festa junina. 

Durante os dois dias de evento, o público contará com uma programação variada, que inclui apresentação de quadrilha junina e muito forró com o Trio Sabiá, além de várias barraquinhas de comida típica com pamonha, canjica, bolos, licor de jenipapo e outras delícias. 

Além da festa cenográfica, que contará com mais de 4 mil bandeiras juninas, fogueira artificial e 80 balões – que formam uma verdadeira réplica de cidades do interior da Bahia durante os festejos juninos – o parque abrigará vários cenários lúdicos com cabine instagramável e Insta Clip para o público postar suas fotos nas redes sociais. Nos cenários, o destaque será para a divulgação de 12 municípios do Estado da Bahia para o público final: Alagoinhas, Amargosa, Itabuna, Santo Antônio de Jesus, Ibicuí, Irecê, Cruz das Almas, Santa Cruz Cabrália, Santo Estêvão, Castro Alves, Lençóis e Porto Seguro.

ETAPA SÃO PAULO

O projeto itinerante do São João da Bahia esteve em São Paulo, nos dias 13 e 14 deste mês, onde reuniu mais de 80 mil pessoas durante os dois dias de evento. Em Brasília, a expectativa da organização é impactar de forma direta mais de 20 mil pessoas. “Através desta ação, temos o objetivo de engajar de forma direta os potenciais viajantes de Brasília, gerando neles o desejo de conhecerem os principais destinos da Bahia que investem nas festas de São João”, destaca Vítor Bauab”, presidente do GRUPO BBG BRASIL. 

SERVIÇO

São João da Bahia

Data: 29 e 30 de abril

Local: Pontão do Lago Sul (Av. SHIS Ql 10, Lote 1/30, Lago Sul – Brasília – DF)

Horário: 10h às 18h 

Entrada gratuita