A 8ª edição do Festival de Cinema de Trancoso acontece entre os dias 06 e 11 de dezembro com exibição de filmes de curta e longa-metragem de 18 estados brasileiros e América Latina.
A programação traz além dos filmes, oficinas de cinema, palestras, debates, lançamento de livros, apresentações indígenas, circuito gastronômico e personalidades homenageadas, entre elas o diretor Jayme Monjardim, as atrizes Mariana Ximenes e Alice Carvalho; Allan Santos, Nelson Freitas, entre outros
“É uma honra e um desafio capitanear a formação de público regional e a consolidação de Trancoso como polo cultural, internacional, destacando o destino não apenas por suas belezas naturais, mas também como referência que proporciona um Festival de Cinema de alto nível artístico”, declara Flávia Barbalho, diretora do festival
Os destaques são os documentários Brasília 65 Anos: do Sonhoao Concreto de Walther Neto onde são homenageados os heróis anônimos, operários e servidores que construíram a capital, e, Ary do diretor André Weller, sobre a vida e obra de Ary Barroso. Um misto de cenas ficcionais dramatizadas, imagens de arquivo e narração em primeira pessoa (realizada pelo ator Lima Duarte). O longa conta a intensa trajetória do compositor mineiro, sua infância e os dias dourados e de glória no Rio de Janeiro. Na trilha sonora clássicos como No Rancho Fundo, No Tabuleiro da Baiana, Aquarela do Brasil e Na Baixa do Sapateiro.
Na programação o divertido Colegas 2 escrito e dirigido por Marcelo Galvão dá continuidade à jornada emocionante e bem-humorada que cativou o público ao redor do mundo no filme original de 2012. O road movie foi filmado no Rio Grande do Sul e no Uruguai e acompanha um grupo de amigos que se esconde em um avião cargueiro, embarcando em uma viagem repleta de aventuras e perigos rumo à Punta del Leste.
Fôlego até depois do fim, documentário dirigido por Candé Salles onde a atriz Maria Carol Rebello conta sua trágica experiência ao perder o tio, o ator e diretor Jorge Fernando, a avó, Hilda Rebello, ambos falecidos em 2019 e o irmão multiartista João Rebello assassinado por engano em 2024. “O laço que nos une é de arte e espiritualidade”, esclarece Maria Carol. Depoimentos marcantes de Xuxa, Ney Matogrosso, Cláudia Raia, Marcelo D2, Tony Ramos, Guel Arraes, Silvio de Abreu, Patrícia Travassos, Mariana Ximenes, entre outros.
O Avental Rosa de Jayme Monjardim conta a história de Alice (Cyria Coentro), uma mulher que dedica sua vida ao voluntariado, abdicando de seu próprio tempo. Em um hospital de luxo, onde ganha seu dinheiro, ela trabalha como acompanhante. Em hospitais com poucas condições, trabalha como voluntária e dedica, sem ganhos, seu amor e compaixão.
Estranhos na Noite de Whalter Neto é uma homenagem à cidade de São Paulo, as conexões humanas nas madrugadas da grande metrópole. São Paulo intensa, pulsate, imprevisível e cheia de histórias que convidam para refletir. São três narrativas paralelas em uma noite de sexta-feira. No elenco Mônica Carvalho, Oscar Magrini, Paulo Vilhena, Ricardo Macchi, Ju Schalch, Oscar Pardini e Jorge Mesquita.
O Homem só dirigido por Cláudia Jouvin mostra a história de Arnaldo (Vladimir Brichta), um homem que está infeliz no casamento e no trabalho. Para tentar resolver seus problemas, ele procura uma clínica que promete copiar as pessoas para livrá-las da vida miserável que levam. Com um clone ocupando seu lugar ele poderia começar uma vida nova, mas na hora do radical procedimento surge a dúvida se é o que ele realmente deseja fazer. Destaque para a personagem Josie interpretada por Mariana Ximenes com visual bem diferente do que estamos acostumados a ver e chama a atenção pela sua atuação.
MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL 2025
SELEÇÃO OFICIAL
Gênero Ficção
Amélia – de André Leão Bijupirá – de Eduardo Boccaletti Dependências – de Luisa Arraes E assim aprendi a voar – de Antonio Fargoni Eu não sei se vou ter que falar tudo de novo – de Vitória Fallavena e Thassilo Weber Ferrolho – de Alexandre Derlam Menino do Guarda-chuva Vermelho – de Andyara Miranda Meu Pequeno Sentinela – de Lucas Marques Mundinho – de Lúcio Lima O Céu Não Sabe Meu Nome – de Carol Aó O Colecionador de Cheiro de Nucas Femininas – de Ana Clara Vidal de Negreiros & Natália Damião O Correspondente – de Bruno Barcelos e Thali Bartikoski O fantasma de Deodato – de Maiara Líbano O Leve Bailar das Borboletas – de Leandro Fasoli Os Pedais de Pedro – de Vinícius di Castro Poente – de Felipe Careli Rapsódia em Azul – de Marina Barancelli
Gênero Experimental Re-Éksodos – de Julia Horta Paiva Terreno – de Penelope Corinaldesi
Gênero Documentário AugA – A Origem – de Miguel Nagle Benzô – de Letícia Andra Canto de Acauã – de Jaya Pereira Da aldeia à universidade – de Leandro de Alcântara e Túlio de Melo Emerenciana – de Larissa Nepomuceno Era uma vez… Em cordel – de Bruno Rafael Fragoso da Silva Kephas é Pedra – de Luiz Alberto Cassol Mercado de História – de Alcinethe Maria Cavalcante Damasceno O apagar das estrelas – Legados de Julio Lobo – de Diego Ruiz de Aquino e Jean Marcel Camargo O Empalhador – de Carlos Neto Penna Prearo: Forasteiro Sonhador – de Laura Barile Raízes de Trancoso – de Carol Kanashiro e Tomás Vianna Silêncio na Boiada – de Luiza Fernandes
Gênero Animação A Vila de Itueta – de Crianças da Escola Municipal de Santo Antônio / Projeto Animação / Instituto Marlin Azul Ária – de Arthur P. Motta Benzedeiras – de Beatriz Lindenberg e Jamilda Bento Hacker Leonilia – de Gustavo Fontele Kigalinha – de Gabriel Justo e Felipe Santana Nova Aurora – de Victor Jiménez O Chapéu do Zezéu – de Alunos da Escola Municipal Monsenhor Walfredo Gurgel / Projeto Animação – Instituto Marlin Azul O Despertar de Aiyra – de Duda Rodrigues e Juliana Rogge O Menino que engoliu o choro – de Joubert Amaral Receita de Vó – de Carlon Hardt
MOSTRA INDÍGENA
Pataxó Txihi Aponãhi – de Aline Valente e João Carlos Quiári – de Thiago Jesus Diálogos Indígenas do Nosso Tempo – de Gustavo Guedes
A Oca – de Sueli Pataxó
Vezes de Pindorama – de Fernando Freire e Daniel Victor Baka Kariri-Xocó – de André Leão Vípuxovuko – Aldeia – de Dannon Lacerda O Sonho de Anu – de Vanessa Kypá
Curas Sagradas Pataxós – de Flávia Barbalho
MOSTRA REGIONAL
Madame Maluca e a Empregada Doidona – de Regina Vasquez e Flávia Barbalho Sankofa – de Deivison Chioke Jegue Elétrico – 33 Anos Depois – de Robson Vieira Iemanjá – de Tomás Vianna e Carol Kanashiro Lagoa Azul: Território Ameaçado – de Karina Cassimiro
Projeto Cultura Itinerante promove encontro de gerações em homenagem ao forró raiz
O ritmo, a poesia e a força da cultura nordestina tomam conta da Casa do Cantador neste sábado (15 de novembro), com mais uma edição do Sabadão do Forró, dentro do projeto Cultura Itinerante 2025. A programação reúne artistas consagrados do Distrito Federal em uma verdadeira celebração do forró pé de serra, fortalecendo tradições, aproximando gerações e valorizando as raízes culturais do Nordeste no coração de Ceilândia.
A partir das 20h, o público é convidado a vivenciar uma noite de encontros, alegria e música ao vivo. Quem abre a festa é o Trio Xodóó, seguido da potência vocal e presença marcante de Hellen Barbosa e A Inovação do Forró. Às 22h, Nilson Freire sobe ao palco com o seu projeto Só Pé de Serrá, trazendo repertório que reverencia mestres como Dominguinhos e Luiz Gonzaga. Encerrando a programação, o Trio Forró Legal recebe Dadá do Acordeon, ícone da sanfona no DF, para fechar o evento no mais alto astral.
O Sabadão do Forró integra a segunda edição do Cultura Itinerante, iniciativa que circula por feiras, praças e equipamentos culturais do Distrito Federal, com ações voltadas ao fortalecimento da cultura popular, dos artistas independentes e da convivência comunitária.
“Nosso objetivo é manter viva a tradição do forró pé de serra, ocupando espaços públicos e aproximando o público dos músicos que carregam essa história. É cultura, identidade e pertencimento”, destaca a Associação dos Forrozeiros do DF (Asforró-DF), organizadora do projeto.
O evento é gratuito, aberto à comunidade e reforça o papel da Casa do Cantador como templo da cultura nordestina em Brasília — um espaço simbólico que há décadas acolhe artistas, sanfoneiros, violeiros e poetas populares.
Programação – Sabadão do Forró
Casa do Cantador – Ceilândia Sábado, 15 de novembro de 2025
20h – Trio Xodóó 21h – Hellen Barbosa e A Inovação do Forró 22h – Nilson Freire – Só Pé de Serrá 23h – Trio Forró Legal & Dadá do Acordeon
Realização e Apoio
Realização: Associação dos Forrozeiros do DF (Asforró-DF) Apoio: Administração Regional de Ceilândia Equipamento: Casa do Cantador Fomento: Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF
Mais de 1.500 curtas de 26 estados e do Distrito Federal foram inscritos, destes 30 filmes foram selecionados para a mostra competitiva nacional de curta-metragem e 21 para a de videoclipes. O festival vai de 11 a 14 de dezembro no Cine Brasília (106 Sul), incluindo experiências em realidade virtual, workshops, e outras atividades gratuitas
De 11 a 14 de dezembro, o Distrito Federal se tornará o polo das produções de curta-metragens brasileiros, com a 13º Curta Brasília – Festival Internacional de Curta-metragem, no Cine Brasília. Realizado anualmente pela Sétima Produções, com o apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), o festival premia os melhores curtas e videoclipes em duas categorias: Mostra nacional de curtas-metragens e Mostra Decibéis de videoclipes.
Foram 1519 filmes inscritos para o festival, oriundos de todas as 27 unidades da federação. Cerca de 120 obras serão exibidas ao longo dos quatro dias do evento. Além das mostras competitivas de curtas-metragens nacionais e a Decibéis — de videoclipes —, esta edição também vai trazer experiências em realidade virtual, debates e mercado de economia criativa. Sessões especiais e internacionais completam a programação, oferecendo uma imersão plural no universo do audiovisual contemporâneo.
“Mais que um evento, o Festival Curta Brasília é um ponto de encontro entre inovação, criatividade e diversidade no audiovisual. Ao longo de sua trajetória, tem se reinventado e fortalecido como um dos maiores palcos do curta-metragem, revelando novos olhares, promovendo experimentações e aproximando arte, tecnologia e sociedade em diálogo constante”, explica Ana Arruda, diretora do festival Curta Brasília.
Premiação
O Festival Curta Brasília, por meio do Júri Oficial e do Júri Popular, concederá aos filmes vencedores o “Troféu CURTA BRASÍLIA”, além do prêmio em dinheiro, nas seguintes categorias:
Prêmio do Júri Oficial para o melhor curta-metragem da Mostra Nacional de Curtas: R$ 6.500,00 (seis mil e quinhentos reais);
Prêmio do Júri Popular para o melhor curta-metragem da Mostra Nacional de Curtas: R$ 6.500,00 (seis mil e quinhentos reais);
Prêmio do Júri Oficial para o melhor videoclipe na Mostra Decibéis de Videoclipes: R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais);
Prêmio do Júri Popular para o melhor videoclipe na Mostra Decibéis de Videoclipes: R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais);
Prêmio do Júri Popular infantil para o melhor curta-metragem da Mostra Calanguinho: R$1.500,00 (mil e quinhentos reais).
O “Troféu CURTA BRASÍLIA” será concedido, sem prêmio em dinheiro, para os filmes premiados nas seguintes categorias:
Melhor Direção;
Melhor Roteiro;
Melhor Fotografia;
Melhor Atuação;
Melhor Montagem;
Melhor Som;
Melhor Direção de Arte.
O Festival Curta Brasília é uma realização da empresa Sétima Cinema. O projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). Mais informações podem ser obtidas nos perfis oficiais nas redes sociais ou no site do Festival: www.curtabrasilia.com.br.
A volta do Gira Curta
A Mostra Itinerante Gira Curta retorna nesta edição, levando arte para diferentes regiões do Distrito Federal. Com o objetivo de difundir o cinema nacional, levará programas de curtas-metragens a escolas, cineclubes e espaços culturais da capital.
A mostra oferece cinco programas distintos, totalizando 23 curtas-metragens e um videoclipe que foram destaques e premiados na última edição do Festival Curta Brasília, em 2024. Cada programa tem uma curadoria temática, com classificação indicativa que varia de Livre a 16 anos, garantindo opções para todos os públicos. Neste ano, a mostra itinerante vai passar por Ceilândia, Taguatinga, Guará e Gama.
Nas edições anteriores, o Gira Curta levou 160 filmes para 16 regiões administrativas do DF, incluindo Plano Piloto, Ceilândia, Samambaia, São Sebastião, Brazlândia e Planaltina. A mostra também ultrapassou as fronteiras do cerrado, exibindo os filmes em cidades da França (Nice e Paris) e nos estados do Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Bahia e Pernambuco.
Confira abaixo a lista dos selecionados:
MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL DE CURTA-METRAGEM
ALÉM DO SONHO
Documentário, 24 min, DF, 2025.
Direção: José Walter Nunes e Sandra Bernardes Ribeiro
ARAME FARPADO
Ficção, 22 min, SP, 2025.
Direção: Gustavo de Carvalho
BIJUPIRÁ
Ficção, 14 min, BA, 2025. Livre
Direção: Eduardo Boccaletti
CABEÇA DE BOI
Documentário, 20 min, MG, 2025. 10 anos
Direção: Lucas Zacarias
CIDADE AFLUENTE
Híbrido, 16 min, DF, 2025. 12 anos
Direção: Josianne Diniz
DE CODÓ A CEILÂNDIA
Documentário, 29 min, DF, 2025. Livre
Direção: Gu da Cei
DEPOIS DO FIM
Ficção, 19 min, SP, 2024. Livre
Direção: Pedro Maciel
FRONTERIZA
Ficção, 20 min, PR, 2025. Livre
Direção: Nay Mendl, Rosa Caldeira
GAZELA
Documentário, 18 min, PR, RJ, 2024. 14 anos
Direção: Evandro Manchini
GIRASSÓIS
Ficção, 20 min, RJ, 2025. 12 anos
Direção: Jessica Linhares e Miguel Chaves
KM 100
Ficção, 20 min, SP, 2024. Livre
Direção: Lucas Ribeiro
LANÇA-FOGUETE
Ficção, 16 min, PE, 2025. 12 anos
Direção: William Oliveira
LINDA DO ROSÁRIO
Ficção, 19 min, RJ, 2024. Livre
Direção: Vladimir Seixas
MOTI
Ficção, 19 min, SP, 2024. 12 anos
Direção: Andre Okuma
O CÉU NÃO SABE MEU NOME
Ficção, 20 min, BA, SP, 2024. Livre
Direção: Carol AÓ
O MAPA EM QUE ESTÃO MEUS PÉS
Documentário, 13 min, AL, 2025. Livre
Direção: Luciano Pedro Jr.
O MEDO TÁ FODA
Animação, 16 min, CE, 2024. 10 anos
Direção: Esaú Pereira
PONTO CEGO
Ficção, 19 min, CE, 2025. 12 anos
Direção: Luciana Vieira e Marcel Beltrán
PONTO E VÍRGULA
Ficção, 17 min, SP, 2024. 16 anos
Direção: Thiago Kistenmacker
PRESÉPIO
Ficção, 18 min, RJ, 2025. 12 anos
Direção: Felipe Bibian
QUANDO SAIR LÁ FORA SEREI ANA
Ficção, 24 min, PB, 2025. 12 anos
Direção: Jamila Facury, Edson Lemos Akatoy
RÉQUIEM PARA MOÏSE
Documentário, 18 min, RJ, 2025. 14 anos
Direção: Caio Barretto Briso e Susanna Lira
SAMBA INFINITO
Ficção, 15 min, RJ, 2025. Livre
Direção: Leonardo Martinelli
SEBASTIANA
Documentário, 16 min, RJ, 2024. 12 anos
Direção: Pedro de Alencar
SECUNDÁRIA
Ficção, 16 min, CE, 2025. 10 anos
Direção: Amanda Pontes e Michelline Helena
TAPANDO BURACOS
Ficção, 20 min, AL, 2025. 12 anos
Direção: Pally e Laura Fragoso
TRÊS
Ficção, 21 min, DF, 2024. 14 anos
Direção: Lila Foster
ÚLTIMA GERAÇÃO
Ficção, 19 min, GO, 2025. Livre
Direção: Matheus Amorim
VEREDAS
Ficção, 18 min, SP, 2025. Livre
Direção: Igor Rossato
VOCÊ LEMBRA
Documentário, 17 min, MG, 2024. 10 anos
Direção: Victória Morais
MOSTRA DECIBÉIS – COMPETITIVA NACIONAL DE VIDEOCLIPES
CITY MALL – SAPPHIRE
3 min, SP, 2025, Livre
Direção: Augusto Medeiros e Henrique Gomes
CRIOLO FT DINO D’SANTIAGO E AMARO FREITAS – ESPERANÇA
5 min, SP, 2024, Livre
Direção: Helder Fruteira
DUO ADUAR – CÓRGO DO MEIO 3 min, MG, 2025, Livre
Direção: Davi Guedes e Duo Aduar
EDUARDO PENNA – ANTIVIRAL 3 min, DF, 2024, Livre
Direção: Pedro Avellar
FEHLIX – ENSINO MÉDIO (FREESTYLE)
4 min, DF, 2024, 10 anos
Direção: Deidade da vila
FRANQUE – ANTIGO CONTIGO (AAA)
3 min, SP, 2024, 10 anos
Direção: Gabriel Riccieri
FRIMES – FILME TRASH
3 min, MA, 2024, 14 anos
Direção: Lucas Sá e Frimes
JEAN TASSY – ACRÔNICO — SHORT FILM
8 min, SP, 2024, Livre
Direção: Blue (Carol AÓ e Helder Fruteira)
JOÃO DONATO E DONATINHO – INTUIR
5 min, AC, 2024, Livre
Direção: Beatriz Nominato e Matheus Vinhas
LIPE FIORE – IMPOSSÍVEL ME ESQUECER
4 min, SP, 2024, Livre
Direção: Nathalia Mendes
LUIZ BARATA – MARINHEIRO
4 min, RJ, 2025, Livre Direção: João MM
MATHEUS PERAZO – SINFONIA DO ADEUS
4 min, RS, 2025, 12 anos
Direção: Jean Amaral e Matheus Perazo
MEMO RAP – O CORRE
3 min, SP, 2024, 12 anos
Direção: Marcelo Pereira & Kayque Lima
O GRILO – PASSO A PASSO
4 min, BA – SP, 2024, Livre
Direção: Nathalia Mendes
PÉLICO E CATTO – TE ESPEREI
3 min, SP, 2025, Livre
Direção: André Peniche
PURO SUCO – MALDITO POEMA CONCRETO
2 min, DF, 2025, Livre
Direção: Luna Colazante, Gabriel Ikeda e Paulo Cavalcante
RACHEL REIS – CASCA
3 min, BA, 2025, Livre
Direção: Aline Lata
SR. COIMBRA – PARACETAMONO
4 min PI, 2025, Livre
Direção: Tássia Araújo
VÍRUS CARINHOSO – SCANK VIVE
3 min, BA, 2024, Livre
Direção: Iury Taillan e Vírus
VIVI – BANQUETE
3 min, SP, 2025, Livre
Direção: Viktor Lopes & Leticia Ribeiro
ZAINA WOZ – BONECA DE PORCELANA
3 min, SP, 2024, 12 anos
Direção: Marilia Curtolo
Serviço 13º Curta Brasília – Festival Internacional de Curta-Metragem
Serviço
13º Curta Brasília – Festival Internacional de Curta-metragem
Quando: 11 a 14 de dezembro de 2025 Onde: Cine Brasília (106/107 Sul) Para mais informações: @festcurtabrasilia e www.curtabrasilia.com.br
Vencedor do prêmio de Melhor Documentário do FESTin 2025, em Lisboa, longa-metragem retrata mulheres que transformam o lixo em vida e resistência
O documentário Catadoras chega ao Distrito Federal para uma sessão inédita e gratuita no Cine Brasília, dia 16 de novembro, dentro da programação do Novembro Negro. Após conquistar o prêmio de Melhor Documentário na 16ª edição do Festival Internacional de Cinema da Língua Portuguesa (FESTin), em Lisboa, a obra retorna ao país de origem, celebrando a força das mulheres que vivem da coleta de materiais recicláveis e transformam a luta diária em símbolo de resistência e sustentabilidade.
Dirigido por Dayse Porto, o filme acompanha as trajetórias de Aline, Francisca, Jeane e Suelen, quatro mulheres catadoras de materiais recicláveis nas cidades de Salvador, Brasília, São Paulo, Banabuiú e Manaus. Unidas pela força e pela consciência ambiental, elas transformam o trabalho muitas vezes invisível da reciclagem em uma poderosa expressão de resistência e esperança. Cada uma carrega uma história marcada por superação, revelando humanidade e complexidade por trás das estatísticas.
O documentário expõe ainda a dimensão social e ambiental do trabalho dessas mulheres, evidenciando como a luta pela sobrevivência se conecta à luta por reconhecimento. São personagens que enfrentam desafios, criam redes de apoio e transformam o lixo em possibilidade de vida. Ao mesmo tempo, o filme questiona o lugar que a sociedade reserva a essas trabalhadoras e propõe uma reflexão sobre o papel feminino na economia circular.
Lançado em 2024, o filme é realizado e produzido por mulheres, com viabilização da Novelis, líder mundial em laminados e reciclagem de alumínio, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. A exibição no Cine Brasília integra a programação do Novembro Negro, em celebração ao Dia Nacional de Zumbi dos Palmares e da Consciência Negra.
FICHA TÉCNICA
Catadoras Documentário / Bahia / 2024 / 70 min Dayse Porto Sinopse: Francisca retorna à sua terra natal, no interior do Ceará, após 40 anos vivendo em São Paulo. Jeane sonha ver o filho Arlon vencer o alcoolismo e registrar a pequena Valentina, sua filha de três anos. Suelen rompeu um casamento violento e busca recomeçar, acreditando na possibilidade de um novo amor. Já Aline, que um dia teve sua casa demolida pela polícia, anos depois sobe a rampa do Palácio do Planalto para colocar a faixa no presidente da República. Histórias distintas que se cruzam na luta por dignidade, reconhecimento e pertencimento. Classificação indicativa: Livre
DAYSE PORTO
Dayse Porto é uma diretora e roteirista baiana de ficção e documentário. Nascida em Cachoeira, na Bahia, se formou em Comunicação pela Universidade Federal da Bahia e estudou roteiro na Escola Internacional de Cinema e TV de Cuba (EICTV). Morou seis anos em São Paulo, onde trabalhou em televisão e produtoras independentes, dirigindo programas como Espaço Mix, na Mix TV, e escrevendo o argumento de Cine Rooftop, da Paramount Channel. Ela também escreveu o livro “Ó Paí, Ó – Ritmo e Cultura da Bahia na TV”, fruto de seu mestrado na PUC-SP. De volta à Bahia desde 2017, fundou a Movida Produtora de Conteúdo e dirigiu filmes como “Beleza da Noite”, em parceria com a Globo Filmes, exibido na TV Globo.
Uma noite de humor afiado, novos personagens e muitas risadas!
No dia 16 de novembro (domingo), às 18h, o renomado humorista Carioca chega a Brasília com seu novo espetáculo “Botando Pilha”, no Teatro La Salle (906 Sul). Uma apresentação repleta de energia, criatividade e, claro, muito bom humor. Conhecido por seu estilo ácido e por personagens que conquistaram o público em todo o Brasil, Carioca promete uma noite inesquecível com mais de quatro novas criações, além de situações que exploram o cotidiano com sua já consagrada irreverência.
O show “Botando Pilha” marca mais um momento especial na carreira de Márvio Lúcio, o Carioca, que se tornou um dos maiores nomes do humor brasileiro ao longo de mais de duas décadas de sucesso. O artista convida o público a mergulhar em um espetáculo dinâmico e imprevisível — com direito a surpresas e até uma pitada de música, mas sem spoilers!
Os ingressos estão disponíveis na Bilheteria Digital, com valor de R$ 80,00 (meia social) + 1 kg de alimento.
SOBRE CARIOCA
Com talento, espontaneidade e um “timing” preciso para o humor, Carioca — nome artístico de Márvio Lúcio, natural de Niterói (RJ) — conquistou o público com suas imitações afiadas e personagens icônicos. Desde o início no lendário programa Pânico, em 1996, ele deu vida a figuras inesquecíveis como Bóris Casoy no “Jornal do Bóris”, Bispo Didi Maiscedo, Marcelo Sem Dente, entre muitos outros. Na televisão, brilhou também na Rede Globo, com o personagem Cascadura Jr. no Central da Copa e como repórter do Vídeo Show. Em 2020, integrou o time do Domingo Espetacular, na RecordTV, levando suas imitações para o público dominical e participando com humor ácido dos bastidores do reality A Fazenda. Hoje, Carioca é também um fenômeno digital com o Ticaracaticast, podcast criado ao lado de Marcos Chiesa (Bola), que já ultrapassa 200 milhões de plays e soma mais de 2 milhões de seguidores nas plataformas online. Carismático, criativo e sempre atual, Carioca segue colecionando risadas, aplausos e sucesso por onde passa. E, com “Botando Pilha”, promete fazer Brasília cair na gargalhada!
SERVIÇO:
– Show: Botando Pilha – com Carioca
– Data: 16 de novembro (domingo)
– Horário: 18h
– Local: Teatro La Salle – 906 Sul, Brasília
– Ingressos: R$ 80,00 (meia social) + 1kg de alimento
Evento gratuito une música, turismo e convivência, celebrando o samba e a diversidade cultural do Brasil no centro da capital
No próximo sábado, 15 de novembro, o coração de Brasília volta a bater no compasso do samba. Ocupando há uma década a Torre de TV um dos cartões-postais mais emblemáticos do Distrito Federal, o projeto Café com Samba celebra dez anos de música, cultura e pertencimento, reafirmando seu papel como um dos encontros mais simbólicos e afetivos da cidade.
Realizado pela Organização da Sociedade Civil Expressão Cultural Brasiliense, com apoio da Secretaria de Turismo do Distrito Federal (Setur-DF), o evento tem início às 9h30, com programação gratuita que reúne música, dança e convivência. A cada edição, o Café com Samba transforma o cenário da Feira da Torre em um grande palco a céu aberto, celebrando a diversidade cultural do Brasil e fortalecendo o turismo no Distrito Federal.
Criado em 2015, o projeto nasceu com o propósito de ocupar espaços públicos e pontos turísticos da capital com arte, alegria e encontro. Desde então, tornou-se referência para moradores, turistas, feirantes e artistas que compõem o mosaico cultural brasiliense. A cada apresentação, o Café com Samba reafirma o poder da música como instrumento de integração, identidade e pertencimento.
“Realizar o Café com Samba na Torre é celebrar a alma da cidade e o encontro entre culturas. Aqui, Brasília se mostra como o que ela é: o centro geográfico e simbólico do país, um lugar onde o Brasil se encontra”, destaca a diretoria da Expressão Cultural, responsável pela realização do projeto.
A Feira da Torre é um território de diversidade, sabores e afetos. Ali convivem o artesanato do Nordeste, o couro do Centro-Oeste, os tecidos do Norte, as panelas do Sudeste e os temperos do Sul, uma síntese perfeita da criatividade brasileira. É nesse ambiente plural que o Café com Samba acontece, fortalecendo o turismo cultural e valorizando artistas, artesãos e trabalhadores da economia criativa. A edição comemorativa terá uma programação especial que reúne grandes nomes do samba do Distrito Federal, celebrando o ritmo que dá identidade ao projeto.
As apresentações contam ainda com performances de dança que celebram o corpo, o ritmo e a expressão popular. Nos intervalos, o DJ Fagner assume os toca-discos com brasilidades, MPB e samba, mantendo o clima de festa que se espalha pela feira e pelo Eixo Monumental.
O Café com Samba integra o conjunto de ações da Expressão Cultural voltadas à democratização da arte e ao fortalecimento da cena cultural do Distrito Federal, unindo cultura e turismo, movimentando a cidade e promovendo encontros genuínos entre o público e o patrimônio cultural do DF. Serviço — Café com Samba na Torre de TV 9h30 — Abertura: DJ Fagner 10h — Café com Samba e grandes nomes do samba 12h — Intervalo: DJ Fagner 12h25 — Café com Samba e grandes nomes do samba 15h30 — Encerramento Data: Sábado, 15 de novembro de 2025
Horário: 9h30 às 15h30 Local: Torre de TV de Brasília – Eixo Monumental Entrada franca
O artista visual e advogado José Maciel apresenta sua nova exposição “RAÍZES — Heranças Visuais”, que será inaugurada no dia 28 de novembro no Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, localizado na Praça dos Três Poderes. Esta mostra, com curadoria de Danielle Athayde e Cláudio Pereira e coordenação geral do Instituto Artetude Cultural, reúne cerca de cinquenta obras recentes, incluindo desenhos, pinturas, esculturas em ferro vazado e objetos cenográficos, como totens e seixos rolados pintados.
A exposição propõe uma reflexão simbólica e poética sobre as múltiplas origens que nos formam como indivíduos e como nação. O conceito de “raízes” vai além do biológico ou territorial, convidando o público a uma imersão nas camadas de memória e identidade que nos constituem. Maciel revisita o passado histórico e pessoal por meio de sua arte, trazendo à tona afetos, lembranças e símbolos que se reconfiguram no presente, em um jogo dinâmico de tempos e sentidos.
O Panteão da Pátria e da Liberdade, projetado por Oscar Niemeyer, oferece o cenário perfeito para esse encontro entre memória e identidade. O monumento, concebido como um local de celebração da história e do imaginário nacional amplia a potência simbólica das obras de Maciel propondo um diálogo profundo com os heróis da história brasileira, figuras mitificadas e ícones culturais que dialogam com a multiplicidade e a contradição da identidade nacional.
A partir de uma reflexão sobre o Brasil contemporâneo e suas raízes culturais, a obra de Maciel evoca a tensão entre o Brasil mítico e o Brasil atual, entre o projeto moderno de nação e as contradições de sua formação histórica. Esse confronto ressurge de maneira semelhante ao Brasil antropofágico retratado por Macunaíma, personagem icônico de Mário de Andrade. Na abertura da exposição, será lançado um catálogo de capa dura, com 120 páginas, que reúne as últimas pinturas de Maciel, além de suas esculturas e trabalhos em pedras. O livro, elaborado por Adriana Maciel e publicado pela editora Numa, terá uma tiragem limitada de 700 exemplares, que estarão disponíveis para venda em livrarias de Brasília.
Um Diálogo entre Passado e Presente: A mostra “Raízes — Heranças Visuais” também enfatiza a conexão entre a arte de Maciel e as obras de grandes nomes da arquitetura e das artes visuais, como Oscar Niemeyer, João Câmara Filho, Athos Bulcão, Marianne Peretti e Bruno Giorgi, cujas obras fazem parte do próprio Panteão. Essa convivência de diferentes linguagens artísticas estabelece um campo de tensão poética entre o monumental e o sensível, entre o heroico e o cotidiano, ampliando o diálogo entre as gerações e os tempos. “O Panteão é um monumento aos heróis da Pátria e é um espaço pouco visitado internamente. Achei que seria um lugar especial para a exposição, porque sinto necessário ter coragem para que meu trabalho na pintura seja lembrado na história”, afirma Maciel. “Como advogado, acho que sou o único a ter uma árvore com meu nome plantada no Bosque dos Ministros do Supremo, localizado ao lado do Panteão. Como pintor, acho que meus quadros expostos neste monumento completam minha história, que se integra na arte e no direito”,complementa.
José Maciel: O artista é conhecido por sua obra multifacetada, que transita entre a figuração e o expressionismo, com uma profunda influência de Iberê Camargo. Sua prática artística, profundamente ligada às memórias afetivas e ao subconsciente coletivo, explora formas e figuras que ganham autonomia, sendo um convite à reflexão sobre a relação entre o indivíduo e o coletivo. Maciel é um artista de processo criativo dinâmico, onde vida e obra se fundem, criando um universo pulsante e sensível, habitado por formas que dialogam com a realidade de maneira única.
Sobre o Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves: Projetado por Oscar Niemeyer e inaugurado em 1986, o Panteão é um dos marcos arquitetônicos de Brasília. Destacam-se em sua construção obras de artistas como João Câmara Filho (Painel da Inconfidência), AthosBulcão (Mural da Liberdade), Marianne Peretti (Vitral e Pomba) e Bruno Giorgi (Tiradentes), além do Livro de Aço, que homenageia figuras históricas como Tiradentes, Zumbi dos Palmares e Juscelino Kubitschek.
Serviço: Exposição: RAÍZES — Heranças Visuais Artista: José Maciel Curadoria: Danielle Athayde e Claudio Pereira Período: 28 de novembro de 2025 a 1 de fevereiro
Horário: Terça a sexta das 9h às 18h. Sábado, domingo e feriado das 9h às 17h Local: Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves, Praça dos Três Poderes, Brasília
Show marca nova fase da carreira do artista e celebra a força da música negra brasileira
Quarta, 19 de novembro, às 21h.
O compositor e guitarrista mineiro Jimi Oliversobe ao palco do Clube do Choro de Brasília no dia 19 de novembro, às 21h, com o show da Tour Aurora, trabalho que consolida seu nome entre os artistas mais potentes da música brasileira contemporânea. A apresentação, que acontece na véspera do Dia da Consciência Negra, ganha contornos simbólicos ao celebrar a representatividade e a ancestralidade negra por meio da música, reunindo convidados especiais e abrindo espaço para diferentes vozes e sonoridades.
Jimi Oliver sobe ao palco acompanhado de um Power Trio de excelência formado por Son Andrade (bateria), Jhoninha Medeiros (baixo acústico) e Lívio Almeida (saxofone), músicos que ampliam a potência do espetáculo com arranjos sofisticados e diálogos musicais vibrantes.
Com uma sonoridade que transita entre a MPB, o soul, o jazz e o afrobeat, Tour Aurora representa um novo amanhecer na trajetória de Jimi Oliver. O trabalho nasce do desejo de reafirmar sua identidade artística e valorizar a riqueza rítmica e poética da diáspora africana. As composições abordam temas como resistência, amor, espiritualidade e pertencimento, criando pontes entre tradição e contemporaneidade.
“Tour Aurora é sobre recomeços. É sobre olhar para a história que nos trouxe até aqui e seguir adiante com orgulho, consciência e alegria. É também sobre celebrar quem somos e o que construímos coletivamente como povo negro”, afirma o artista.
A data do show — véspera do Dia da Consciência Negra — reforça o compromisso de Jimi Oliver com a representatividade e a valorização da arte negra. No palco, o artista compartilha sua trajetória com convidados que representam a diversidade e a força da música afro-brasileira, transformando o espetáculo em um ato de memória, resistência e celebração coletiva.
O repertório passeia por canções autorais de Tour Aurora, além de releituras de clássicos que inspiraram sua trajetória, construindo uma experiência sonora intensa e plural. Cada faixa reafirma a música como ferramenta de afeto, identidade e transformação. No set list, um passeio também pelo repertório de Face to Face, trabalho de estreia de Jimi, e composições de artistas que influenciam o artista como George Benson, Paul Jackson e o conterrâneo Milton Nascimento.
Sobre o artista
Jimi Oliver é guitarrista e compositor com mais de duas décadas de trajetória, reconhecido pela fusão refinada de jazz, bossa nova, fusion e música brasileira. Nascido no Vale do Jequitinhonha (MG), começou a tocar aos nove anos de idade, inspirado pelo pai, e construiu uma carreira marcada por turnês internacionais, gravações e colaborações com importantes nomes da cena instrumental.
Seu trabalho inclui projetos como Brazilian Bossa Jazz — que explora a intersecção entre a música brasileira e o jazz contemporâneo — e Face to Face, álbum de renascimento criado após a pandemia, além de discos e singles autorais que transitam entre o lirismo melódico e a improvisação sofisticada. Ao longo da carreira, Jimi se apresentou em palcos do Brasil e da Europa, levando sua linguagem singular para festivais, teatros e clubes de jazz, sempre com foco em expandir a presença da música instrumental brasileira no mundo
Serviço
Jimi Oliver e Power Trio – Tour Aurora Quarta, 19 de novembro, às 21h Clube do Choro de Brasília – Eixo Monumental, S/N – Setor de Divulgação Cultural Abertura: Marlene Souza Lima Ingressos: R$ 45 (meia) à venda na Bilheteria Digital ou na bilheteria física do Clube do Choro
Evento reúniu colecionadores e admiradores de carros antigos no Shopping Popular, com entrada solidária
Brasília será palco, neste sábado, 8 de novembro de 2025, do 6° Centro-Oeste de Opalas e Caravans, o maior encontro da região dedicado aos clássicos da Chevrolet. O evento acontecerá das 9h às 18h, no estacionamento do Shopping Popular, localizado no Parque Ferroviário de Brasília(DF) ( antiga rodoferroviária). A entrada é 1 kg de alimento não perecível, que será destinado a instituições de caridade.
O encontro é uma celebração da cultura automobilística e do antigomobilismo, reunindo colecionadores, apaixonados por veículos antigos e famílias de diversas cidades do Centro-Oeste. Durante o dia, os visitantes poderão conhecer modelos raros e personalizados, trocar experiências e relembrar histórias que marcaram gerações.
O evento contará com uma ampla exposição de Opalas e Caravans, de diferentes gerações e estilos, além de uma área especial para caminhões de coleção, demonstrando a diversidade do antigomobilismo brasileiro.
Entre as atrações, o público poderá aproveitar:
Espaço Kids, com atividades recreativas para as crianças;
Praça de Alimentação, com opções variadas;
Música ao vivo com DJ, tocando sucessos dos anos 80 e 90;
Atividades e demonstrações voltadas ao universo automobilístico.
Mais que um evento de carros, uma celebração de histórias:
O objetivo do 6° Centro-Oeste de Opalas e Caravans é fortalecer a união entre colecionadores e admiradores, incentivando o intercâmbio cultural entre os estados da região. Para os organizadores, o encontro vai além da paixão por automóveis — é uma oportunidade de compartilhar memórias, amizades e solidariedade.
Serviço
Evento: 6° Centro-Oeste de Opalas e Caravans
Data: Sábado, 8 de novembro de 2025
Horário: 9h às 18h
Local: Estacionamento do ShoppingPopular – Parque Ferroviário de Brasília, DF
Montagem premiada da Pequena Companhia de Teatro faz quatro apresentações semanais, a partir de 6 de novembro, com entrada gratuita
Livremente inspirada no conto Um senhor muito velho com umas asas enormes, de Gabriel García Márquez, a peça Velhos caem do céu como canivetes, da Pequena Companhia de Teatro (MA), estreia em Brasília em 6 de novembro, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB). A temporada contará com apresentações de quinta a domingo, sempre às 19h, com entrada gratuita, convidando o público a mergulhar em uma reflexão poética e contundente sobre humanidade, fé e isolamento. Com classificação indicativa para 14 anos, os ingressos devem ser retirados pelo site www.bb.com.br/cultura.
Com dramaturgia e direção de Marcelo Flecha, o espetáculo traz no elenco Cláudio Marconcine (Ser Humano) e Jorge Choairy(Ser Alado). A história parte da queda de um ser misterioso no quintal de um catador de lixo — e, a partir desse encontro improvável, constrói uma metáfora sobre o desamparo e a busca por sentido em um mundo devastado.
Em um cenário pós-apocalíptico permeado de desesperança, a trama acompanha a rotina de um homem que tenta sobreviver à miséria que assola sua família, revelando o abismo entre percepções, preconceitos, medos e dúvidas dos personagens.
“Cada espetáculo é uma nova oportunidade para refletir sobre a humanidade. Exílio, miséria, fé… É o cardápio de Velhos caem do céu como canivetes. Ou nenhuma dessas opções, se o espectador escolher degustar a intolerância, a desesperança. O teatro não muda o mundo, mas muda a sua leitura de mundo”, afirma o diretor Marcelo Flecha.
Reconhecida pela qualidade estética e pela força de suas montagens, a Pequena Companhia de Teatro vem colecionando prêmios e participações em importantes festivais do país. A montagem tem sido aclamada pela crítica por sua abordagem visual marcante, que combina luz, som e cenografia artesanal para criar uma experiência sensorial e filosófica.
A peça chega a Brasília após temporadas de sucesso em diversas capitais brasileiras — incluindo os CCBBs do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte — e reforça a trajetória do grupo maranhense, que há mais de 20 anos se destaca pela originalidade e pela pesquisa teatral voltada à experimentação e à crítica social.
Velhos caem do céu como canivetes segue em cartaz no CCBB Brasília de 6 a 30 de novembro, de quinta a domingo, às 19h, com entrada gratuita.
Histórico
A primeira temporada de “Velhos caem do céu como canivetes” foi realizada em 2013 em São Luís (MA), e hoje são 110 apresentações em 25 cidades de 16 estados. Além disso, a peça já circulou pelos projetos SESC Amazônia das Artes, por todas as capitais da Amazônia Legal, pelo Programa Petrobras Distribuidora de Cultura, pelo centro-oeste do país, além de realizar ocupação no Centro Cultural BNB, em Fortaleza, pelo programa BNB de Cultura.
Na sua montagem, a encenação trabalhou com a metodologia desenvolvida pela Pequena Companhia de Teatro durante a última década, sistematizada no instrumento denominado Quadro de Antagônicos. É através desse instrumento que os caminhos da encenação são indicados, partindo da oposição física como fundamento para o treinamento do ator e a construção das personagens.
A história traz o encontro inesperado de um ser alado e um ser humano. O espanto inicial do espetáculo dá lugar à necessidade de identificar o estranho ser, gerando um permanente questionamento quanto à definição do ser alado. Seria um anjo? Um frango? Um delírio provocado pela fome? É nessa teia que o espectador é convidado a se equilibrar, enquanto os dois seres se digladiam em um intenso confronto dialético. O exílio forçoso de um, e a miséria do outro, pontuam a trama, que apresenta um cenário pós-apocalíptico permeado de desesperança. Um ser alado e um ser humano, no abismo de suas percepções, preconceitos, medos e dúvidas.
A montagem também é marcada pelo uso sustentável dos recursos. Destacam-se o conceito de artesania de manualidade, onde tudo é executado com o apuro, a imperfeição e a organicidade que só as mãos produzem. O grupo traz o comprometimento com um fazer teatral sustentável, onde cenário e iluminação são desenvolvidos a partir da observação dos elementos plurais do descarte urbano, com uso de materiais recicláveis.
Atividades
Durante a temporada de Velhos caem do céu como canivetes em Brasília, a Pequena Companhia de Teatro vai oferecer algumas atividades. Segundo o diretor Marcelo Flecha, esta é uma oportunidade de aproximar o público da Companhia e compartilhar também a busca por um fazer teatral que une impacto social, cultural e ambiental.
Nos dias 25, 26 e 27 de novembro, das 15h às 18h, será realizada a oficina “Artesania Iluminocenográfica: desenvolvendo tecnologia a partir da obsolescência”, voltada para iluminadores, cenógrafos, alunos de teatro, artistas de teatro, encenadores e pesquisadores com interesse em dramaturgia da luz a partir de iluminações não convencionais. Serão 30 vagas. Para se inscrever, basta acessar o site www.bb.com.br/cultura
Já no sábado, dia 29 de novembro, logo após a apresentação do espetáculo, haverá um debate com o diretor Marcelo Flecha e com os atores Cláudio Marconcine e Jorge Choairy, com o tema “Desconstruindo Velhos caem do céu como canivetes”. A atividade trará o processo de criação e adaptação da obra literária para os palcos dos teatros.
Sessão com Acessibilidade, dia 15 de novembro
Acessibilidade
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.
A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou, ainda, pelo QR Code na própria van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code, que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van – de quinta a domingo:
Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
FICHA TÉCNICA DO ESPETÁCULO:
Título: VELHOS CAEM DO CÉU COMO CANIVETES
Livremente inspirado no conto “Un señor muy viejo con unas alas enormes”, de Gabriel García Márquez.
Ser Alado: JORGE CHOAIRY
Ser Humano: CLÁUDIO MARCONCINE
Dramaturgia e encenação: MARCELO FLECHA
Iluminação, cenografia e figurinos: MARCELO FLECHA
Trilha sonora: JORGE CHOAIRY e MARCELO FLECHA
Operador de luz e som: MARCELO FLECHA
Fotos divulgação: AYRTON VALLE
Produção: KATIA LOPES
Realização: PEQUENA COMPANHIA DE TEATRO
Agenda das apresentações:
Dias 6, 7, 8 e 9 de novembro de 2025
Dias 13, 14, 15 e 16 de novembro de 2025
Dias 20, 21, 22 e 23 de novembro de 2025
Dias 27, 28, 29 e 30 de novembro de 2025
SERVIÇO
Velhos caem do céu como canivetes
Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Local: CCBB Brasília – Galeria IV
Endereço:SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul
Temporada: de 06 a 30 de novembro, sempre de quinta a domingo
Horário: 19h
Sessão com Libras: 15 de novembro Bate papo com o diretor Marcelo Flecha e com os atores Cláudio Marconcine e Jorge Choairy: 29 de novembro, logo após o espetáculo
Ingressos gratuitos, mediante retirada no site www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília.
Três episódios revelam histórias e sabores que fazem da gastronomia popular um patrimônio da cidade
A gastronomia de rua de Brasília ganha destaque na série documental Sabores de Rua, apresentada pelo chef Gil Guimarães, um dos nomes mais respeitados da cena gastronômica da capital e produzido pela Life Studios. Composta por três episódios de 20 minutos, a produção mergulha na diversidade, nos sabores e nas histórias que fazem da comida de rua um patrimônio cultural vivo do Distrito Federal.
O projeto tem como objetivo valorizar os empreendedores e chefs locais, dar visibilidade à gastronomia popular e mostrar como os sabores que nascem nas calçadas, feiras e mercados refletem a identidade múltipla e acolhedora de Brasília. Em cada episódio, o público é conduzido por uma jornada sensorial que mistura temperos, afetos e memórias, revelando personagens que fazem da comida de rua uma verdadeira expressão cultural.
A importância do projeto é apresentar para Brasília a cultura culinária de rua e mostrar como é a feita a construção social através da comida. “O ápice de toda cultura é o que a gente come e as nossas relações. A comida consegue mostrar qual é a nossa construção, os ingredientes locais e todo o nosso amor por algum preparo e, consequentemente, o amor por uma pessoa“, afirma Breno Araujo Oliveira, diretor-presidente da CEDHuC.
Sabores de Rua convida o espectador a olhar com atenção para as pessoas que transformam ingredientes simples em experiências únicas, mostrando como suas trajetórias se entrelaçam com a própria história da cidade. De barraquinhas tradicionais a novos formatos de negócio, da Ceilândia ao Lago Norte, a série percorre o Distrito Federal de ponta a ponta. A jornada busca revelar as delícias e as histórias que dão o verdadeiro sabor à capital.
Com distribuição gratuita, o documentário promove o acesso democrático à cultura e busca fomentar o reconhecimento da gastronomia de rua como um elemento essencial da identidade brasiliense — um encontro entre tradição, criatividade e resistência.
Sobre a Comissão Especial de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania (CEDHuC)
Atua em solo nacional e internacional na proteção dos direitos humanos. A organização se dedica a reduzir a desigualdade e combater todas as formas de discriminação.
Suas atividades incluem a realização de cursos, eventos e projetos para a população menos favorecida de Brasília e outros estados. Além de prestar serviços de utilidade pública a pessoas em vulnerabilidade social, com base na Constituição e em pactos internacionais.
Sobre a Life Studios
Especializada em comunicação e audiovisual, a Life Studios nasceu em 2019 com a proposta de levar conhecimento e entretenimento de ponta ao público. Em um mundo cada vez mais conectado por ideias e valores, a produtora se destaca por criar e produzir histórias autênticas, capazes de gerar identificação e inspirar novas conexões.
Projeto: Sabores de Rua – Termo de Fomento (MROSC) no 200/2024
Produção: Life Studios
Realização: Comissão Especial de Direitos Humanos e Cidadania
Cerimônia reuniu autoridades, artesãos e público e foi intercalada por shows de Joe & Kiko Pérez e Roberta Campos
A abertura oficial do 20º Salão doArtesanato — Raízes Brasileiras reuniu autoridades, artesãos, convidados e grande público na noite da última quarta-feira, dia 5 de novembro, marcando o início de mais uma edição dedicada ao artesanato brasileiro, a joia da cultura brasileira. À frente da realização, Rômulo Mendonça e Leda Alves, da Rome Eventos, receberam os convidados para a solenidade, que destacou o papel do Salão como espaço de circulação de saberes, fortalecimento econômico e valorização de identidades tradicionais e contemporâneas.
Entre os presentes, estiveram o governador da Paraíba, João Azevêdo, e a primeira-dama Ana Maria Lins; o secretário de Governo do DF José Humberto Pires; o secretário da Retomada de Goiás, César Moura; a secretária da Mulher do DF, Giselle Ferreira; o subsecretário de Programas e Ações Integradas às Regiões Administrativas, Franklin Martins; a superintendente do Sebrae-DF, Rose Rainha, a diretora de Artesanato do Ministério do Empreendedorismo Ministério doEmpreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, Elisabete Bacelar. Artistas, artesão, manualistas e expositores foram representados pelo artesão José do Patrocínio.
A cerimônia reforçou a importância doSalão como um dos principais encontros nacionais dedicados ao artesanato, promovendo negócios, formação e reconhecimento profissional. Antes da abertura oficial, o público foi recebido com show de Joe & Kiko Pérez, músicos brasilienses que trouxeram o clima de celebração e reencontro com o melhor do pop rock. Após as falas protocolares e homenagens, a noite foi encerrada com grande show da cantora Roberta Campos, que embalou o público com repertório afetuoso e intimista.
O Salão segue até domingo, no Pavilhão do Parque da Cidade, com entrada gratuita. A programação inclui stands de estados convidados, oficinas de artesanato, aulas de gastronomia, apresentações musicais diárias e uma grande variedade de peças produzidas por artesãos do Distrito Federal e de diferentes regiões do Brasil. Uma oportunidade para prestigiar quem transforma memória, território e sensibilidade em arte.
O 20º Salão do Artesanato é realizado pela Rome Eventos, com apoio da Secretaria de Turismo do Distrito Federal, Sebrae-DF, Senac-DF, Fecomércio-DF e patrocínio do Banco do Nordeste, Caixa e Governo doBrasil.
Serviço: 20º Salão do Artesanato De 5 a 9 de novembro de 2025 Pavilhão do Parque da Cidade – Brasília (DF) Quarta a sexta: 16h às 22h | Sábado e domingo: 11h às 22h
Iniciativa financiada pelo FAC já atendeu mais de 1.500 alunos e segue ampliando o acesso à arte e à música nas escolas públicas do DF.
Em meio aos desafios enfrentados pelas escolas públicas do Distrito Federal, iniciativas que unem educação, arte e cidadania têm se mostrado essenciais para fortalecer vínculos e reduzir comportamentos violentos. É com esse propósito que o Projeto Capital Beats, com produção da Bossy Entretenimentos e financiado pelo FAC – Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, é uma iniciativa cultural e educativa que leva às escolas a palestra “Música Contra a Violência nas Escolas”, unindo arte, reflexão e conscientização social.
O próximo encontro do Capital Beats será realizado em São Sebastião, entre os dias 3 e 8 de novembro, no Centro Educacional Zumbi dos Palmares e vai atender cerca de mil alunos do ensino médio. Durante a semana, de 9h às 17h, acontecerão as oficinas de arte e música e no dia 08, a partir das 10h30, acontece a roda de conversa de encerramento, com os rappers Rei do Cirurgia Moral, BellaDona, Rafael Ribeiro do Face Oculta e Bruno Ukaue, além de um m pocket show das Mc Estelar e Mc Naju.
Neste momento, os estudantes compartilham vivências e histórias de superação que se conectam com suas próprias trajetórias. Todos os participantes recebem certificação gratuita, reconhecendo o aprendizado e a dedicação. Mais do que uma palestra, o projeto oferece uma semana de oficinas práticas de produção musical e desenho realista, onde os estudantes têm a oportunidade de desenvolver habilidades artísticas e expressivas, sempre com foco no protagonismo juvenil. Todas as atividades contam com certificação gratuita, valorizando o aprendizado e incentivando os jovens a explorarem novos caminhos criativos e profissionais.
Idealizado e apresentado pela produtora Esteffany Dii Paula, o Capital Beats busca transformar a escola em um espaço de pertencimento, respeito e criatividade, mostrando que a música e a arte podem ser poderosos aliados na construção de uma sociedade mais justa e livre da violência.
“A proposta é despertar o olhar artístico e valorizar a expressão, oferecendo aos jovens novas formas de lidar com seus desafios pessoais e emocionais. Ao promover a arte como caminho de autoconhecimento e expressão, o projeto mostra que a música e o desenho podem ser poderosos aliados na construção de uma sociedade mais justa, criativa e livre da violência.”, destaca Esteffany Dii Paula.
Sobre as oficinas:
A oficina de Desenho Realista, ministrada pela artista Evelin Mendes, leva aos estudantes técnicas de observação e ilustração que estimulam a criatividade, a disciplina e a concentração. A proposta é despertar o olhar artístico e valorizar a expressão individual, mostrando como a arte pode ser uma ferramenta de comunicação, autoestima e transformação social.
Ja a oficina de Produção Musical, conduzida pelo músico e produtor Bruno Ukaue, oferece aos jovens uma imersão no universo da criação sonora. Durante as atividades, os alunos aprendem sobre composição, gravação e mixagem, utilizando a música como linguagem para expressar sentimentos e ideias. A iniciativa incentiva a experimentação criativa e abre caminhos para que novos talentos descubram na música uma oportunidade cultural e profissional.
Integrado ao projeto pedagógico das escolas, o Capital Beats é desenvolvido nas disciplinas de Artes, Projeto de Vida e Sociologia, fortalecendo o aprendizado interdisciplinar e aproximando os conteúdos curriculares da realidade dos estudantes. Iniciado em agosto de 2025, o projeto já passou por escolas públicas como o CEMAB e o CEM 05 de Taguatinga Norte, atendendo mais de 1.500 alunos. O sucesso das ações despertou o interesse de novas escolas que já manifestaram o desejo de receber o projeto em 2026.
Projeto Capital Beats
Dias 03 e 04 de novembro de 9h às 17h e 08 de novembro às 10h30
A TURNÊ MUNDIAL FROM ZERO WORLD TOUR COMEÇA NOS EUA EM 26 DE ABRIL, NOVOS DETALHES DA AMÉRICA DO SUL REVELADOS
OS SHOWS NO BRASIL – APRESENTADOS PELO SANTANDER BRASIL – ACONTECEM EM CURITIBA, SÃO PAULO E BRASÍLIA
FROM ZERO (EDIÇÃO DELUXE) CHEGA EM 16 DE MAIO
E INCLUI 3 NOVAS FAIXAS | FAÇA A PRÉ-VENDA/PRÉ-SALVE AQUI
Com a empolgação de seu retorno triunfante ainda palpável, o LINKIN PARK lança um novo e poderoso single intitulado “Up From The Bottom”, já disponível via Warner Records. Ouça AQUI. A faixa prepara o terreno para a edição deluxe de seu aclamado álbum From Zero, que será lançado em 16 de maio. Faça a pré-venda/pré-save AQUI. Notavelmente, essa edição inclui três músicas inéditas e uma versão física expandida contendo cinco faixas ao vivo gravadas durante suas apresentações inigualáveis.
Enquanto a From Zero World Tour percorre os Estados Unidos este mês, a banda adicionou novas informações sobre os shows na América do Sul, incluindo detalhes sobre locais e ingressos (roteiro completo abaixo). A pré-venda exclusiva para membros do fã-clube LP Underground começa em 31 de março. Obtenha todos os detalhes e informações sobre ingressos AQUI. A venda geral começa na quinta-feira, 3 de abril.
No Brasil, a banda se apresenta no dia 05 de novembro em Curitiba, no Estádio Major Couto Pereira; dia 08 de novembro em São Paulo, no Estádio MorumBIS; e dia 11 de novembro em Brasília, na Arena BRB Mané Garrincha.
No dia 01 de abril, clientes Santander Private e Select , portadores dos cartões: Santander Unique Infinite; Santander Unlimited Infinite; Decolar Santander Infinite; GOL Smiles Santander Infinite; American Express® Gold Card Santander; American Express® Platinum Card Santander; American Express® Centurion Card Santander; Santander Unique Black; Santander Unlimited Black; Santander / AAdvantage® Black, poderão comprar os ingressos em pré-venda exclusiva. Já a pré-venda para os demais clientes do banco Santander acontece no dia 02 de abril. Neste caso, todos os cartões são elegíveis, exceto os de viagens e PJ. A venda para o público geral começa no dia 03 de abril. Clientes Santander podem parcelar em até 5x sem juros, já clientes em geral, contam com parcelamento de até 3x sem juros.
Tanto na pré-venda quanto na venda geral os ingressos estarão disponíveis a partir das 10h pelo sitewww.ticketmaster.com.br e a partir das 11h nas bilheterias oficiais (sem taxa de serviço). Será permitido comprar até seis ingressos por CPF, limitados a duas meias-entradas.
A turnê no Brasil é apresentada pelo Santander Brasil; apoio Esfera; e NEOOH como media partner. Especificamente em Brasília, Metrópoles também é media partner. Realização Live Nation. Para obter mais informações, visitewww.livenation.lat.
O LINKIN PARK escreveu e gravou “Up From The Bottom” entre os segmentos de sua enorme turnê From Zero World Tour. Aproveitando a energia de seu retorno ao palco em 2024, o refrão decisivo de piano da faixa, riffs distorcidos e bateria propulsora estabelecem a base para o singular dueto vocal de Emily Armstrong e Mike Shinoda, cantando “You keep me waiting down here so far below, staring up from the bottom, up from the bottom.” A música atinge seu clímax com uma ponte surpreendente de arranhões de turntable, 808s e um dos versos de rap mais memoráveis de Shinoda – evocando sua alquimia característica de gêneros, temperada com uma onda de nova inspiração.
Essa explosão de empolgação abre caminho para a FROM ZERO (DELUXE EDITION). Sobre a nova coletânea, Shinoda disse: “Estamos muito gratos pela incrível recepção de From Zero. Este novo capítulo, nossa jornada contínua, e a conexão entre a banda e os fãs tem sido mais do que poderíamos ter esperado. Obrigado por ouvirem.”
Entre o material inédito da Deluxe Edition, “Let You Fade” certamente será o favorito dos fãs, com suas guitarras esmagadoras, baterias brutais e letras de coração cheio. A terceira faixa, “Unshatter”, ganhou vida ainda no início do processo de gravação de FROM ZERO, com os fogos de artifício vocais de Armstrong no meio da música sugerindo “o que era possível juntos,” como a banda descreve.
Neste inverno, o LINKIN PARK iniciou sua enorme From Zero World Tour com shows épicos e inesquecíveis em locais de México a Tóquio, Jakarta e além. Ao longo de 2025, a From Zero World Tour—produzida pela Live Nation—verá a banda se apresentar em quatro continentes. A antecipação já atingiu níveis extremos, resultando em 15 shows esgotados ao longo da turnê em locais lendários como o Wembley Stadium em Londres, Stade de France em Paris, e o TD Garden em Boston, onde uma segunda data foi adicionada para 31 de julho devido à demanda avassaladora. Esta enorme turnê global se estenderá até o final do ano, com o show de encerramento em 11 de novembro em Brasília, Brasil. Convidados especiais como Spiritbox, AFI, Architects, grandson, Jean Dawson, JPEGMAFIA e PVRIS se apresentarão em datas selecionadas. Confira o roteiro completo e adquira ingressos em https://linkinpark.com/tour.
FROM ZERO, vencedor do prêmio “Rock Album of the Year” no iHeartRadio Music Awards deste ano, gerou sucessivos hits desde seu lançamento em 2024. “The Emptiness Machine” se destacou como “a maior música de rock de 2024”, passando 15 semanas no #1 na Billboard’s Rock & Alternative Airplay Chart. O próximo hino da banda, “Heavy Is The Crown”, seguiu o mesmo caminho, alcançando o #1 na respectiva parada. FROM ZERO estreou impressionantemente no #1 em 14 países. Nos Estados Unidos, o álbum abriu em #2 na Billboard 200 e no #1 em seis paradas da Billboard: Top Rock & Alternative Albums, Top Rock Albums, Top Alternative Albums, Top Hard Rock Albums, Vinyl Albums e Indie Store Album Sales. Sem contar que gerou aclamação generalizada de veículos como VULTURE, The Guardian, KERRANG!, NME, Associated Press, USA Today e muitos outros. Como reportado pela Billboard, o LINKIN PARK foi a única banda de rock a ultrapassar 2 bilhões de streams anuais em 2024.
A banda—Mike Shinoda, Brad Delson, Dave “Phoenix” Farrell, Joe Hahn, Emily Armstrong e Colin Brittain—voltaram com força total com FROM ZERO, sua primeira oferta completa desde 2017. Ouça AQUI via Warner Records. Fique atento a mais novidades do LINKIN PARK em breve e não perca a From Zero World Tour – confira as datas da turnê AQUI.
FROM ZERO WORLD TOUR 2025 * Show em Festival
= Início da venda geral: quinta-feira, 3 de abril
$ Com apoio de Spiritbox
~ Com apoio de Architects
^ Com apoio de grandson
# Com apoio de Jean Dawson
& Com apoio de JPEGMAFIA
+Com apoio de PVRIS
26 de abril de 2025 | Moody Center – Austin, TX ^
28 de abril de 2025 | BOK Center – Tulsa, OK ^
1 de maio de 2025 | Van Andel Arena – Grand Rapids, MI ^
3 de maio de 2025 | CFG Bank Arena – Baltimore, MD ^
6 de maio de 2025 | Lenovo Center – Raleigh, NC ^
8 de maio de 2025 | Bon Secours Wellness Arena – Greenville, SC ^
10 de maio de 2025 | Sonic Temple – Columbus, OH *
17 de maio de 2025 | Welcome to Rockville – Daytona, FL *
12 de junho de 2025 | Novarock Festival – Nickelsdorf, AT *
14 de junho de 2025 | Rock for People Festival – Hradec Kralove, CZ *
16 de junho de 2025 | Heinz-Von-Heiden Arena – Hannover, DE ~
18 de junho de 2025 | Olympiastadion – Berlim, DE ~
20 de junho de 2025 | Bernexpo – Bern, CH
24 de junho de 2025 | I-DAYS Festival – Milão, IT *
26 de junho de 2025 | Gelredome – Arnhem, NL $
28 de junho de 2025 | Wembley Stadium – Londres, UK $&
1 de julho de 2025 | Merkur Spiel Arena – Düsseldorf, DE ~&
3 de julho de 2025 | Rock Werchter Festival – Werchter, BE *
5 de julho de 2025 | Open’er Festival – Gdynia, PL *
8 de julho de 2025 | Deutsche Bank Park – Frankfurt, DE ~&
11 de julho de 2025 | Stade de France – Paris, FR
29 de julho de 2025 | Barclays Center – Brooklyn, NY+
1 de agosto de 2025 | TD Garden – Boston, MA +
3 de agosto de 2025 | Prudential Center – Newark, NJ +
6 de agosto de 2025 | Bell Centre – Montreal, QC +
8 de agosto de 2025 | Scotiabank Arena – Toronto, ON +
11 de agosto de 2025 | United Center – Chicago, IL +
14 de agosto de 2025 | Little Caesars Arena – Detroit, MI +
16 de agosto de 2025 | Wells Fargo Center – Filadélfia, PA #
19 de agosto de 2025 | PPG Paints Arena – Pittsburgh, PA #
21 de agosto de 2025 | Bridgestone Arena – Nashville, TN #
23 de agosto de 2025 | Enterprise Center – St. Louis, MO #
25 de agosto de 2025 | Fiserv Forum – Milwaukee, WI #
27 de agosto de 2025 | Target Center – Minneapolis, MN #
29 de agosto de 2025 | CHI Health Center – Omaha, NE #
31 de agosto de 2025 | T-Mobile Center – Kansas City, MO #
3 de setembro de 2025 | Ball Arena – Denver, CO #
6 de setembro de 2025 | Footprint Center – Phoenix, AZ #
13 de setembro de 2025 | Intuit Dome – Los Angeles, CA &=
15 de setembro de 2025 | SAP Center – San Jose, CA &
17 de setembro de 2025 | Golden 1 Center – Sacramento, CA &
19 de setembro de 2025 | Moda Center – Portland, OR &
21 de setembro de 2025 | Rogers Arena – Vancouver, BC &
24 de setembro de 2025 | Climate Pledge Arena – Seattle, WA &
25 de outubro de 2025 | Distrito Verde – Bogotá, CO =
28 de outubro de 2025 | Estadio San Marcos – Lima, PE =
31 de outubro de 2025 | Parque Ciudad – Buenos Aires, AR =
2 de novembro de 2025 | Estádio Nacional – Santiago, CL =
5 de novembro de 2025 | Estádio Couto Pereira – Curitiba, BR =
8 de novembro de 2025 | Estádio MorumBIS – São Paulo, BR =
11 de novembro de 2025 | Estadio Mane Garrincha – Brasília, BR =
FAIXAS DO ÁLBUM
From Zero (Intro)
The Emptiness Machine
Cut the Bridge
Heavy Is the Crown
Over Each Other
Casualty
Overflow
Two Faced
Stained
IGYEIH
Good Things Go
Up From The Bottom*
Unshatter*
Let You Fade*
*Inéditas
SOBRE O LINKIN PARK:
O LINKIN PARK surgiu como uma força musical inovadora e é um dos artistas mais vendidos dos últimos vinte anos. Seu álbum de estreia, Hybrid Theory, certificado Diamante pela RIAA, destaca-se como o “álbum de estreia mais vendido do século 21”, enquanto o icônico segundo álbum Meteora estreou em #1 na Billboard Top 200 antes de atingir 8X-Platinum nos Estados Unidos. As vendas mundiais da banda em todo o catálogo ultrapassam 100 milhões, e entre diversos prêmios e homenagens, conquistaram 2 GRAMMY® Awards, 5 American Music Awards, 4 MTV VMA Awards, 10 MTV Europe Music Awards e 3 World Music Awards. Com shows esgotados em estádios ao redor do mundo, eles headlined os maiores festivais globalmente e também permanecem como a primeira e única banda de rock ocidental a realizar uma turnê por cinco estádios na China. One More Light, de 2017, marcou sua quinta estreia em #1 na Billboard 200. Em 2020, a banda comemorou o 20º aniversário de seu álbum de estreia, Hybrid Theory, com o lançamento de uma edição super deluxe que apresenta o single certificado Diamante pela RIAA, “In The End”. Em 2023, a banda lançou a Meteora 20th Anniversary Edition, que liderou as paradas e trouxe a música recém-descoberta “Lost”. O single carregado emocionalmente foi originalmente gravado durante as sessões de seu segundo álbum de estúdio Meteora (2003), e logo após seu lançamento em 2023, “Lost” alcançou o #1 nas rádios Alternative e Rock. 2024 marcou o lançamento de sua primeira coletânea Papercuts, incluindo a faixa inédita “Friendly Fire”, que também dominou as paradas de Alternative e Rock. Em 5 de setembro, a banda fez um retorno triunfante ao topo das paradas com “The Emptiness Machine”, que explodiu como a música de rock #1 do país e a maior música de rock de 2024. Ela subiu rapidamente para o #1 nas paradas Billboard Mainstream Rock Airplay e Alternative Airplay. No total, a banda conquistou impressionantes 13 entradas #1 nesta última parada (o segundo maior número da história), com três delas nos últimos dezoito meses. O LINKIN PARK lançou seu 8º álbum de estúdio, From Zero, em 15 de novembro pela Warner Records, novamente dominando as paradas ao redor do mundo e ultrapassando um bilhão de streams. A banda sempre priorizou a caridade e o bem-estar em um esforço para tornar o mundo um lugar melhor, ajudando a arrecadar milhões ao longo dos anos para vítimas de desastres naturais. Hoje, a marca do LINKIN PARK na música e na cultura continua a expandir e se magnificar.
Live Nation Entertainment (NYSE: LYV) é a principal empresa de entretenimento no mundo, composta por líderes do mercado global: Ticketmaster, Live Nation Concerts e Live Nation Sponsorship. Para mais informações, visitewww.livenation.lat ewww.livenationentertainment.com.
Santander Brasil e Cultura
O Santander Brasil acredita, investe e promove o acesso às mais distintas manifestações culturais e a democratização da cultura para a sociedade. Em 2023, o Banco entrou oficialmente no universo da música, patrocinando grandes shows internacionais. Além de patrocinar e promover parcerias com instituições e iniciativas culturais, como Museu do Amanhã (RJ), Festival de Música em Trancoso (BA) e a restauração do Mural Batalha dos Guararapes (PE) e do Museu do Ipiranga (SP), o Santander mantém seus próprios empreendimentos, como os Faróis Santander Porto Alegre e São Paulo, além do Teatro Santander e 033 Rooftop, na capital paulista.
Sobre a Esfera A Esfera é o programa de recompensas do Santander e conta com mais de 200 parceiros para clientes acumularem pontos, resgatar e ganhar descontos para comprar, curtir e viajar. É gratuito e qualquer pessoa pode abrir sua conta. A Esfera reconhece a importância de preservar e promover o fomento da cultura e por isso tem um compromisso em apoiar eventos culturais significativos.
SERVIÇO – LINKIN PARK
CURITIBA
Data: 05 de novembro (quarta-feira)
Portões: 16h (Sujeito a alterações sem aviso prévio)
Horário do show: 21h (Sujeito a alterações sem aviso prévio)
BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE SERVIÇO
Bilheteria Oficial – sem taxa de serviço
01 até 03 de abril Local: Container na esquina das ruas Mauá e Amâncio Moro, em frente à loja do Coritiba no estádio.
Funcionamento – 01 e 02/04: 11h às 17h – Pré-venda – 03/04: 11h às 17h – Venda geral
Importante: – A entrada na fila será permitida até às 17h. Após esse horário, o atendimento ocorre apenas para quem já estiver na fila. – O atendimento acontece conforme a disponibilidade de ingressos. Caso esgotem, a bilheteria será fechada imediatamente. – É obrigatório apresentar o comprovante do direito à meia-entrada no momento da compra e na entrada do evento.
04 de abril em diante: Local: Estádio Major Antônio Couto Pereira Rua Amâncio Moro, S/N – Alto da Glória – Curitiba (Referência: ao lado da entrada da administração)
Funcionamento: – Terça a sábado: 10h às 17h – Não abre: segundas-feiras, feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou outros eventos.
VENDA PELA INTERNET – SUJEITO À COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA
BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE SERVIÇO
Bilheteria Oficial – sem taxa de serviço
01 até 03 de abril Local: Estádio do Morumbis – Bilheteria Portão 2 (em frente à praça) Praça Roberto Gomes Pedrosa, s/n – São Paulo
Funcionamento – 01 e 02/04: 11h às 17h – Pré-venda – 03/04: 11h às 17h – Venda geral
Importante: – A entrada na fila será permitida até às 17h. Após esse horário, o atendimento ocorre apenas para quem já estiver na fila. – O atendimento acontece conforme a disponibilidade de ingressos. Caso esgotem, a bilheteria será fechada imediatamente. – É obrigatório apresentar o comprovante do direito à meia-entrada no momento da compra e na entrada do evento.
04 de abril em diante: Local: Shopping Ibirapuera Av. Ibirapuera, 3103 – Indianópolis, São Paulo – SP Bilheteria Ticketmaster – Piso Jurupis (subsolo)
Funcionamento: – Terça a sábado: 10h às 22h – Domingos e feriados: 14h às 20h – Não abre: segundas-feiras
VENDA PELA INTERNET – SUJEITO À COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA
BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE SERVIÇO
01 até 03 de abril Local: Arena BRB Nilson Nelson SRPN – Brasília, DF, 70297-400 (Referência: entrada pelo estacionamento do Mercado Vírgula)
Funcionamento – 01 e 02/04: 11h às 17h – Pré-venda – 03/04: 11h às 17h – Venda geral
Importante: – A entrada na fila será permitida até às 17h. Após esse horário, o atendimento ocorre apenas para quem já estiver na fila. – O atendimento acontece conforme a disponibilidade de ingressos. Caso esgotem, a bilheteria será fechada imediatamente. – É obrigatório apresentar o comprovante do direito à meia-entrada no momento da compra e na entrada do evento.
04 de abril em diante: A bilheteria permanece no mesmo local, com o seguinte horário de funcionamento: – Terça a sábado: 10h às 17h Não abre: segundas-feiras, feriados, emendas de feriados e em dias de eventos gerais que acontecerem na Arena BRB.
VENDA PELA INTERNET – SUJEITO À COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA
Espetáculo integra o projeto Concertos na Capital e será apresentado em 26 de novembro no Centro de Convenções Ulysses
Após o sucesso de Raul Sinfônico, o projeto Concertos na Capital retorna com mais um tributo grandioso à música brasileira: Cazuza Sinfônico, que celebra a vida e a obra de um dos maiores poetas do rock nacional. O espetáculo acontece em 26 de novembro, no Centro de Convenções Ulysses. O projeto é uma realização do Ministério da Cultura, Governo do Brasil, por meio da Lei Rouanet – Lei de Incentivo à Cultura com patrocínio da Brasal e produção da Oh!Artes.
Com arranjos inéditos, o concerto reúne a Orquestra Filarmônica de Brasília em uma fusão de rock, emoção e sofisticação sinfônica. No palco, o ator Bruce Gomlevsky dá vida a Cazuza, interpretando clássicos como Exagerado, Codinome Beija-Flor e O Tempo Não Para com a mesma entrega e rebeldia que eternizaram o artista.
A noite contará ainda com a participação especial de Rogério Flausino (vocalista do Jota Quest e de seu irmão, o multi-instrumentista Wilson Sideral, que trazem novas cores e energia a esse encontro simbólico entre gerações.
“O Cazuza é quase como um alter-ego pra mim. Eu gostaria de falar as coisas que ele fala. Cantar essas músicas é como colocar pra fora tudo aquilo que a gente sente e muitas vezes não tem coragem de dizer”, ressalta Flausino.
Mais que um show, Cazuza Sinfônico é uma celebração da liberdade, da poesia e da intensidade que marcaram a trajetória de um dos nomes mais influentes da música brasileira. Um espetáculo que emociona e inspira, provando que a arte de Cazuza segue viva — indomável e eterna.
Exposição fotográfica na Casa Niemeyer celebra artistas que valorizam a identidade afrobrasileira no Mês da Consciência Negra. Abertura Sábado 01/11/2025, às 16h
Foto divulgação
A Casa Niemeyer abre as portas neste sábado, 1º de novembro de 2025 às 16h, para a exposição fotográfica “Foto Preto Grafia”. A mostra reúne o trabalho de sete artistas – Luíz Roberto Moreira, Andyara Miranda, gabmeta, Denise Camargo, David Alves, Juliana Uepa e Letícia Miranda – e propõe um percurso visual e simbólico da fotografia produzida no contexto da arte de matriz africana. Inserida nas ações do Mês da Consciência Negra, a exposição marca também a abertura da VII Mostra Competitiva de Cinema Negro Adélia Sampaio de 2025.
A exposição, que demonstra a pluralidade dos eixos temáticos propostos pelos fotógrafos, conta com a curadoria de Claudio Bull e a colaboração da professora e organizadora da VII Mostra Competitiva de Cinema Negro Adélia Sampaio, Edileuza Penha de Souza, além da equipe de Curadoria e Exposições da Diretoria de Difusão Cultural do DEX/UnB. Os trabalhos transitam entre temas clássicos da mitologia grega revisitada até registros cotidianos em Brasília ou Cotonou, no Benin.
O ensaio de Luiz Roberto Moreira, que, com o auxílio de modelos negros, retratou personagens mitológicos da cultura grega, como Zeus e Apolo. Nesta representação sensível e potente, os modelos transcendem o papel de figuras mitológicas e se tornam arquétipos de força, sabedoria, desejo, fúria, beleza e transformação, cercados por tecidos etéreos que remetem à antiguidade e à ancestralidade africana. A diversidade da mostra se estende a outros trabalhos, como o conjunto de fotografias urbanas de Brasília sob o olhar perspicaz de David Alves. Outro destaque é o ensaio “Egbé”, de Andyara Miranda. Utilizando a palavra iorubá para comunidade e pertencimento espiritual, o trabalho constrói um território de encontro entre corpo e imagem, aproximando o ato fotográfico de um rito. As obras de Andyara transitam entre a cianotipia (revelação artesanal à luz do sol) e o filme 35mm, propondo uma fotografia que é corpo coletivo, inscrição e permanência.
A mostra se completa com a fusão do corpo negro com as águas oceânicas na fotografia de gabmeta, e com as paisagens delicadas e intimistas que unem fotografia e colagem no trabalho enigmático de Letícia Miranda. Há, ainda, o registro de rituais de ancestralidade africana ligados ao Vodum, capturado por Juliana Uepa nas intensas ruas do Benin. E a exposição culmina na videoinstalação de Denise Camargo. Segundo o curador, Claudio Bull, “o ato de revelar é também um gesto de demarcar no mundo a presentificação desses olhares urgentes e cheios de significado para o panorama atual da fotografia feita no Brasil”.
A fotografia preta, nesta exposição, surge como um gesto de reflexão sobre o mundo, atuando como um espelho fragmentado que pensa a ancestralidade, os corpos em trânsito e o direito de narrar a própria história. Com uma curadoria viva que harmoniza o rigor estético e a pulsação afetiva, “Foto Preto Grafia” se apresenta como uma celebração da pluralidade e da inegável força criadora da arte negra.
Serviço: Foto Preto Grafia
Abertura: 01 de novembro de 2025 – 16 horas
Visitação: de 02 de novembro de 2025 a 05 de dezembro 2025
Casa Niemeyer
Endereço: Park Way, Quadra 26 Conjunto 3
Funcionamento: Terça a domingo, das 9h às 19h (exceto feriados).
Classificação indicativa: livre
Entrada gratuita.
Para Casa Niemeyer nas redes sociais:@casaniemeyer_unb
Maior edição do evento reunirá mais de 70 expositores de todo o Brasil, exposição especial pelos 130 anos da amizade Brasil–Japão e lançamento do novo Catálogo de Cédulas da Editora Bentes. A entrada é gratuita ou mediante doação sugerida de 1 kg de alimento
Brasília irá receber nesta semana o 17º Encontro de Colecionadores, que promete ser a maior edição já realizada na capital federal. O evento acontece nesta sexta e sábado, dias 7 e 8 de novembro, no Hotel San Marco, no Setor Hoteleiro Sul, das 9h às 19h, com entrada gratuita ou mediante doação sugerida de 1 kg de alimento, destinado à ASFA-DF, associação que realiza ações sociais e educativas na Cidade Estrutural.
Serão mais de 70 expositores de diversas regiões do Brasil, reunindo em um só lugar os maiores colecionadores e comerciantes do país. A feira promete muita troca de conhecimento, networking e oportunidades únicas para quem é apaixonado por numismática, filatelia e colecionáveis.
Entre os destaques da programação estão a Exposição especial celebrando os 130 anos de amizade entre Brasil e Japão, o Lançamento oficial do Catálogo da 4ª Edição de Cédulas – Editora Bentes e, claro, a Exposição e comércio de moedas, cédulas, selos, cartões telefônicos, postais, miniaturas e muito mais.
A expectativa é receber cerca de 2 mil visitantes, superando o público da edição anterior, realizada em março de 2025, que contou com 1.200 pessoas. O evento também marca a estreia de oito novos expositores, ampliando ainda mais a diversidade e o alcance da feira. Além dos representantes brasileiros, haverá participação de expositores internacionais, vindos da Colômbia, Argentina, Rússia e Peru.
Para as crianças
Com foco educativo e cultural, o encontro também preparou uma atração especial para o público infantil: um livrinho interativo sobre a história do dinheiro, numismática e filatelia, com atividades práticas como caça-palavras e desenhos criativos. “É uma forma divertida de despertar o interesse das novas gerações pelo colecionismo”, acredita Gilberto Cavalini, organizador do evento.
Apoio e propósito
A 17ª edição conta com o apoio da Sociedade Numismática Brasileira, Sociedade Goiana de Numismática e FEBRAP (Federação Brasileira de Filatelia). Segundo Gilberto, o evento vai além do comércio de raridades.“É um espaço de encontro e aprendizado, onde colecionadores podem conhecer novas peças, trocar experiências e inspirar o interesse das novas gerações pela numismática e pela filatelia”, conclui.
SERVIÇO
17º Encontro de Colecionadores
Quando: 7 e 8 de novembro de 2025
Horário: 9h às 19h
Onde: Hotel San Marco – Setor Hoteleiro Sul, Brasília/DF
Entrada: Gratuita ou doação sugerida de 1 kg de alimento (destinado à ASFA-DF)
Amanda Bittar e Guilherme Tavares representam o Brasil no evento que acontece em Taipei e reúne os principais players do audiovisual mundial entre os dias 4 e 7 de novembro
Os brasilienses Amanda Bittar e Guilherme Tavares, produtores executivos da série documental Favela.doc, representam o Brasil e Distrito Federal no Taiwan Creative Content Fest (TCCF) 2025, um dos maiores eventos do mercado audiovisual asiático, que acontece de 4 a 7 de novembro, em Taipei, Taiwan. A participação é apoiada pelo Programa Conexão Cultura DF, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec). Os profissionais acompanharão a programação, participando das rodadas de negócios do festival, que conecta criadores de conteúdo a players internacionais representantes de plataformas de streaming, canais de TV, além de distribuidoras.
Atualmente em fase de pós-produção, o Favela.doc é uma coprodução entre a Um Nome– Agência Criativa e a Odun Filmes, realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC). Gravada ao longo de 2024 no DF, Pará, Pernambuco, Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo, a série faz uma radiografia da música de favela brasileira, percorrendo o país por meio de estilos como funk, trap, grime/drill, tecnobrega, bregafunk, R&B e o pagode baiano, tendo como fio condutor o protagonismo das comunidades periféricas na inovação sonora e na construção da identidade nacional.
A presença no TCCF marca um momento estratégico para o projeto, que busca parcerias internacionais e janelas de exibição capazes de garantir circulação global à série. Em 2024 o evento contou com mais de 1.700 profissionais da indústria de 35 países resultando na facilitação de 3.200 reuniões. O festival é reconhecido por impulsionar negociações, coproduções e oportunidades de difusão entre o mercado asiático e o resto do mundo.
Para os produtores, o TCCF representa também a chance de apresentar a cultura das favelas brasileiras sem filtros ou estereótipos, dialogando com um público internacional disposto a enxergar o país a partir de novas perspectivas – compreendendo as periferias do país para além dos quadros da violência largamente reproduzidos.
Com direção de Viviane Ferreira, que também esteve à frente de “Ó Paí, Ó 2”, Favela.doc reúne uma equipe majoritariamente negra e periférica, com nomes como Melina Bomfim na codireção, Flávio Rebouças na direção de fotografia e Ada Souza na montagem. Entre os personagens retratados estão as cariocas Deize Tigrona e N.I.N.A, o grupo soteropolitano TrapFunk&Alívio, o paulista DJ Mu540, Rayssa Dias do Recife, Maderito de Belém, Filhos de Dona Maria e Margaridas do DF, representando a pluralidade musical e territorial das favelas brasileiras.
Em setembro, o Favela.doc teve seu primeiro episódio exibido, em formato de teste de audiência, na sala de cinema do Centro Cultural Banco do Brasil, dentro da programação gratuita do Festival Paredão Ocupa Museu.
SERVIÇO – Favela.doc no Taiwan Creative Content Fest 2025 Data: 4 a 7 de novembro de 2025 Local: Taipei Nangang Exhibition Center – Taipei, Taiwan Participação: Amanda Bittar e Guilherme Tavares (produtores executivos) Atividade: Rodadas de negócios e pitching sessions da série Favela.doc Mais informações: @faveladoc | @favelasounds
Dirigido por Marco Dutra, filme é uma adaptação do romance homônimo de Ana Paula Maia e conta com Selton Mello, Marjorie Estiano e Betty Faria no elenco
No dia 5, Cine recebe programação que celebra a vida e obra de Vladimir Carvalho, um dos maiores documentaristas do Brasil
Programação traz também relançamentos em 4K em celebração aos 50 anos de lançamento de “Tubarão”, de Steven Spielberg, e 20 anos de “A Noiva Cadáver”, de Tim Burton
A CineSemana de 30 de outubro a 5 de novembro, no Cine Brasília, será marcada pela estreia de Enterre Seus Mortos, novo longa de Marco Dutra. Baseado no romance homônimo de Ana Paula Maia, lançado em 2018, o filme reúne um elenco de peso com Selton Mello, Marjorie Estiano, Danilo Grangheia e Betty Faria.
Ambientado na pequena cidade de Abalurdes, o longa acompanha Edgar Wilson, interpretado por Selton Mello, responsável pela manutenção das rodovias locais e pelo recolhimento de animais mortos nas pistas. Ao seu lado estão Tomás, vivido Danilo Grangheia, um ex-padre excomungado que oferece extrema-unção a quem cruza seu caminho, e Nete, personagem de Marjorie Estiano, chefe e parceira de Edgar em uma relação marcada por desejo e silêncio. À medida que os dias passam e os sinais se acumulam, a comunidade começa a pressentir que algo devastador se aproxima, talvez o arrebatamento final.
SELEÇÃO DE CURTAS
Seguindo na linha de suspense, o curta-metragem Ainda Restarão Robôs nas Ruas do Interior Profundo, de Guilherme Xavier Ribeiro, abre as sessões de Enterre Seus Mortos ao longo desta semana. A produção nos leva à periferia de uma cidade do interior profundo, onde Luquinha tenta recuperar sua égua enquanto vive em meio ao crime, ao conservadorismo e ao ruído constante que atravessa a paisagem cotidiana. Produzido em 2022, o curta mistura ação e suspense para construir um retrato inquietante do Brasil marginal.
Os curtas exibidos no Cine Brasília são selecionados na Chamada Pública de Curtas do Cine Brasília, uma iniciativa que busca ampliar a diversidade da programação e fortalecer o cinema nacional. A previsão da atual gestão é que 150 curtas de todo o Brasil sejam exibidos antes das sessões de longas-metragens em cartaz. Os filmes escolhidos recebem um cachê de R$1.300 para obras finalizadas a partir de 2024, e R$800 para as finalizadas até 2023. As inscrições podem ser feitas até 1º de abril de 2027 pelo site cinebrasilia.com/chamadas-publicas, onde também está disponível o edital completo.
RELANÇAMENTOS
A semana traz também dois grandes clássicos que chegam à tela do Cine em versões restauradas em 4K, celebrando marcos importantes de suas trajetórias no cinema. De um lado, Tubarão, de Steven Spielberg, completa 50 anos e retorna em cópia remasterizada de alta definição. De outro, A Noiva Cadáver, animação dirigida por Tim Burton e Mike Johnson, celebra 20 anos de lançamento de sua fábula gótica sobre amor, vida e morte.
Em Tubarão, lançado em 1975, Spielberg constrói tensão ao narrar a caçada a umgigantesco tubarão branco que aterroriza a pequena cidade litorânea de Amity. A obra, que inaugurou o conceito de blockbuster moderno, segue impressionando pela condução impecável do suspense e pelo impacto cultural que provocou, tanto no cinema quanto no imaginário popular. O filme tem sessões diárias, integrando a Sessão ao Meio-Dia desta quinta, 30.
Já A Noiva Cadáver, lançamento mais recente, de 2005, reafirma a assinatura visual e poética de Tim Burton, ao acompanhar Victor, um jovem noivo que, ao ensaiar seus votos de casamento, desperta acidentalmente o espírito de uma noiva morta. Entre o mundo dos vivos e o dos mortos, o filme combina humor sombrio, estética artesanal em stop motion e uma trilha sonora marcante de Danny Elfman.
No sábado, 1º de novembro, às 10h, a animação será exibida na Sessão Atípica, destinada a pessoas autistas e neurodivergentes, com ingressos a R$10 (inteira) e R$5 (meia). Além disso, no domingo, às 16h, também integra a Sessão Família.
OUTRAS ESTREIAS
Além dos destaques acima, a programação conta com as estreias do drama The Mastermind, o suspense Depois da Caçada, e a animação Frankie e Os Monstros.
Em The Mastermind, a diretora norte-americana Kelly Reichardt mergulha nos anos 1970 para narrar a trajetória de JB Mooney, um carpinteiro desempregado que decide se aventurar no roubo de obras de arte em meio às transformações sociais e políticas da época. Ambientado na Nova Inglaterra durante a Guerra do Vietnã e o nascimento do movimento feminista, o filme combina drama e tensão criminal para refletir sobre o espírito inquieto de uma geração.
Já o novo longa de Luca Guadagnino, Depois da Caçada, traz Julia Roberts e Andrew Garfield em uma história de suspense e dilemas morais ambientada no meio acadêmico. A trama acompanha uma professora universitária que vê sua vida desmoronar quando um aluno famoso acusa um colega de conduta indevida, e umsegredo do passado ameaça vir à tona.
Por fim, voltado ao público infantojuvenil, Frankie e Os Monstros é uma animação dirigida por Steve Hudson e Toby Genkel. A história acompanha Stitch Head, uma pequena e esquecida criação de um cientista excêntrico que vive isolado em um castelo sombrio. Ao longo da trama, o adorável e melancólico personagem descobre o valor da amizade e da aceitação em meio a um mundo de criaturas excêntricas e aventuras fantásticas.
SESSÃO ACESSÍVEL
O filme O Último Azul, de Gabriel Mascaro, retorna à tela do Cine neste sábado, 1º de novembro, às 14h, para a primeira Sessão Acessível do mês. Com Denise Weinberg e Rodrigo Santoro no elenco, a trama se passa em um Brasil quase distópico, onde, para maximizar a produtividade econômica, o governo determina que idosos sejam transferidos para colônias habitacionais distantes, onde devem “desfrutar” seus últimos anos de vida. Tereza, 77 anos, se recusa a aceitar o exílio compulsório e decide embarcar em uma jornada pela Amazônia para realizar seu último desejo.
Gratuita e voltada para pessoas com deficiência, a Sessão Acessível conta com recursos de acessibilidade de Libras e legendas descritivas projetadas na tela, além de audiodescrição no sistema de som da sala.
HOMENAGEM A VLADIMIR CARVALHO
O Cine Brasília será palco de uma grande celebração ao legado de Vladimir Carvalho, umdos mais importantes documentaristas do país e símbolo da cultura brasiliense. Um ano após sua morte, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF e o Coletivo Editorial Maria Cobogó promovem uma noite em sua homenagem, com a exibição gratuita do curta Vladimir Carvalho – Cinema e Memória, produzido pelo Sesc-DF em parceria com a jornalista Marcia Zarur, na quarta, 5 de novembro, às 19h.
O filme, que traz a última entrevista concedida em outubro de 2023 pelo cineasta, será exibido na sala que leva o seu nome. A programação inclui também o relançamento do livro Vladimir Carvalho, da coleção Mestres Cobogós, reforçando o reconhecimento ao artista que ajudou a construir o olhar cinematográfico sobre Brasília e o Brasil.
MOSTRA DE CINEMA NEGRO ADÉLIA SAMPAIO
No dia 3, a partir das 18h, o Cine Brasília recebe a cerimônia oficial de abertura da VII Mostra Competitiva de Cinema Negro Adélia Sampaio, que reune nomes de destaque do audiovisual e da cultura negra em uma mesa composta por Rozana Naves, Edileuza Penha de Souza, Adélia Sampaio, Tito Abayomi de Souza Leitão e Marcus Vinícius Mesquita. O evento gratuito celebra os 80 anos de Adélia Sampaio, pioneira do cinema brasileiro, e marca o início de uma semana de exibições, debates e homenagens dedicadas ao tema “Memória”.
Na sequência, às 20h, será exibido o filme de abertura Virgínia e Adelaide, dirigido por Yasmin Thayná e Jorge Furtado. O longa narra o encontro entre Virgínia Leone Bicudo, mulher negra e primeira psicanalista brasileira, e Adelaide Koch, médica judia alemã que fugiu da perseguição nazista. A produção, que conta com Legendas para Surdos e Ensurdecidos, audiodescrição e janela de Libras, propõe ummergulho sensível em uma parceria intelectual e afetiva que desafiou preconceitos e ajudou a instituir a psicanálise no Brasil.
VAMOS FALAR SOBRE ÁGUA
Na terça, 4, às 19h, o Cine hospeda o Festival de Filmes Vamos Falar Sobre Água (Let’s Talk About Water Film Festival), parte da 6ª Conferência Internacional da Rede Global de Museus da Água. A sessão gratuita reúne uma programação dedicada à reflexão sobre os recursos hídricos e o futuro do planeta, com a exibição de vídeos da Caesb, a cerimônia de premiação do Prêmio de Cinema Water Film, que apresenta nove curtas finalistas, e o clássico Amazonas, o Maior Rio do Mundo, de 1918, de Silvino Santos, considerado um marco do cinema documental brasileiro. Mais informações sobre o festival e a programação emletstalksaboutwater.org.
CINEMA ACESSÍVEL KIDS
O Cine recebe, na quarta-feira, 5, às 10h, o Festival de Cinema Acessível Kids a Serviço da Inclusão Educacional, com a exibição gratuita do sucesso da Disney Frozen – Uma Aventura Congelante. A iniciativa propõe uma experiência cinematográfica inclusiva, garantindo o acesso de crianças com e sem deficiência por meio de recursos como audiodescrição, Libras e legendagem descritiva. Criado em 2015 pelo empreendedor e musicista Sidnei Schames (Sid) e idealizado na versão infantil por seu filho David Schames, o festival já percorreu 41 cidades brasileiras, alcançando mais de 24 mil pessoas entre estudantes, professores e famílias.
EM BREVE
Nas próximas semanas, a programação contará com a chegada do relançamentos de De Volta para o Futuro (40º aniversário) e O Agente Secreto. Aguarde para assistir a esse filme no Cine Brasília.
INGRESSOS E ACESSIBILIDADE Os ingressos para as sessões regulares do Cine Brasília custam R$20 (inteira) e R$10 (meia), com exceção das segundas e terças-feiras, e na Sessão Atípica, quando os valores são de R$10 e R$5. O Festival de Curtas CEM, A Sessão Acessível, a Mostra de Cinema Negro Adélia Sampaio, o Festival Vamos Falar Sobre Água, a Mostra Cinema Acessível Kids e a Homenagem a Vladimir Carvalho são gratuitas.
Os filmes Frankie e Os Monstros, The Mastermind, Virgínia e Adelaide possui recursos de acessibilidade de Libras, audiodescrição e legendas através do aplicativo MLoad; e o longa Depois da Caçada no MovieReading.
Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema, às segundas e terças, das 13h e 22h, e de quarta a domingo, das 09h às 21h, ou no SITE.
O Cine Brasília segue com o Programa de Fidelidade – CINELOVER que recompensa espectadores frequentes. A cada sessão assistida, os participantes acumulam carimbos no cartão fidelidade, que podem ser trocados por prêmios como entradas gratuitas, ímãs, baldes de pipoca, ecobags e camisetas exclusivas. O programa é válido para sessões regulares da grade, bem como para as especiais permanentes Sessão Contraturno, Sessão Família e Sessão ao Meio-Dia. Cada ingresso dessas três sessões especiais dá direito a dois carimbos no cartão fidelidade. Mais informações em cinebrasilia.com/fidelidade.
Idealizado, concebido e protagonizado por Beth Goulart, o premiado espetáculo, criado a partir de depoimentos, entrevistas e correspondências da escritora, assim como fragmentos de suas obras, traz à vida a autora cuja obra cruza fronteiras em direção ao entendimento do amor, seu universo, dúvidas e contradições
Sucesso absoluto e um marco na carreira Beth Goulart, Simplesmente eu, Clarice Lispector, cuja estreia nacional foi em Brasília no ano de 2009, já passou por quase 300 cidades e foi assistido por mais de 1.300.000 espectadores. Aos dois anos de pesquisa, seis meses de preparação, somados a dois meses de ensaios, Beth costuma dizer: “fiquei grávida de Clarice e estava tudo na minha cabeça”.
A nova temporada em Brasília será nos dias 7, 8 e 9 de novembro, no Teatro Royal Tulip. Ingressos à venda em https://bileto.sympla.com.br/event/109940/d/337302, onde encontra os horários das sessões. A peça tem classificação indicativa de 12 anos.
Perceber que o universo intenso da autora e suas personagens seguem conquistando novas plateias, deixa Beth Goulart radiante. “As pessoas saem felizes e impactadas por Clarice Lispector e só tenho a agradecer pela magia do teatro ter criado esse caminho, através do meu trabalho, como criadora e atriz”, reflete.
Dos fragmentos pinçados de obras emblemáticas de Clarice para a construção da obra estão “Perto do Coração Selvagem”, “Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres”, e os contos “Amor” e “Perdoando Deus”. Na narrativa do espetáculo, Beth entrelaça a autora e as vozes de quatro personagens femininas, Joana, Lori, Ana e mulher sem nome, que representam diferentes momentos da vida e do pensamento de Clarice.
A cenografia minimalista e a iluminação, meticulosamente desenhada, criam um espaço onírico, onde a autora e suas personagens dialogam sobre amor, silêncio, solidão e o mistério da existência. “Simplesmente eu, Clarice Lispector é uma ode ao amor, quando vou de encontro ao viés mais presente e importante da obra da Clarice na busca por esse sentimento, o mais sublime do ser humano”, declara Beth, que está celebrando seus 50 anos de carreira.
A montagem conta com um time de renomados parceiros. A trilha sonora original de Alfredo Sertã, inspirada em Erik Satie, Arvo Pärt e Astor Piazzolla, guia a atmosfera sensorial. A iluminação de Maneco Quinderé e a direção de movimento de Márcia Rubin, assim como a preparação vocal por Rose Gonçalves, adicionam camadas de expressividade à encenação. O cenário, assinado por Ronald Teixeira e Leobruno Gama acolhe e transforma o espaço cênico com a luz e os movimentos da atriz. Amir Haddad assina a supervisão do trabalho da atriz e no figurino de Beth, Filipecki reforça a elegância e simplicidade de Clarice e suas personagens.
Premiações
Com a estreia, veio o reconhecimento para Beth Goulart, quando foi premiada como “Melhor Atriz” no “Shell 2009”, “APTR”, “Revista Contigo” e “Qualidade Brasil”, esse que também premiou a montagem como “Melhor Espetáculo”.
O espetáculo
Simplesmente eu, Clarice Lispector é um espetáculo teatral que celebra a vida e a obra da icônica escritora brasileira Clarice Lispector. Concebido, adaptado, dirigido e protagonizado por Beth Goulart, o espetáculo é uma ode ao amor e uma homenagem à importância de Clarice Lispector na literatura e na vida da sua criadora.
É uma jornada emocional que conduz o público pelo universo da escritora, revelando facetas de sua personalidade e de seus personagens. Com uma cenografia minimalista e iluminação meticulosamente desenhada, o espetáculo cria um espaço onírico que reflete a atmosfera da obra de Clarice Lispector.
A concepção
À medida que Beth Goulart ia escrevendo, já imaginava como seria o espetáculo que concebeu. E foram seis meses de preparação e dois meses de ensaio. No primeiro mês de ensaio Beth reuniu os profissionais dizendo a cada um o que desejava. No segundo mês, Beth contou com a colaboração artística do mestre Amir Haddad, que participou de quatro ensaios, quando fez a supervisão da atriz, conversou com Beth e comentou: “jamais terei o primeiro olhar, o meu olhar será sobre o seu olhar” e finalizou: “O espetáculo já está pronto”.
Sinopse
Clarice Lispector conversa com o público sendo ela mesma e suas personagens, quatro mulheres que, para Beth Goulart, representam as várias facetas de Clarice: Joana, que representa impulso criativo selvagem de “Perto do Coração Selvagem”; Ana, do conto “Amor”, que representa a fase da autora dedicada ao marido e aos filhos; Lori, da obra “Uma Aprendizagem ou o Livro dos Prazeres”, uma professora primária que se prepara para descobrir e se entregar ao amor; e uma personagem sem nome do conto “Perdoando Deus”, com sua ironia, inteligência e humor.
A relação de Beth com Clarice e o viés da dramaturgia:
Clarice falava sobre o amor maternal, o relacionamento, o amor a Deus, à natureza, ao próximo. “Escolhi esse viés para apresentá-la ao público”, assume Beth.
Joana, uma mulher inquieta, que representa o impulso criativo selvagem e foi a primeira personagem de Clarice Lispector que Beth Goulart conheceu, no auge da adolescência, ao ler “Perto do Coração Selvagem”, romance de estreia da autora. Sua identificação foi inevitável: “Eu achava que não era compreendida. O que fazer com isso tudo dentro de mim, com esse processo criativo? Só Clarice me entendia”, confessa a atriz.
Já Ana, do conto “Amor”, leva uma vida simples, dedicada ao marido e aos filhos e tem a rotina quebrada ao se impressionar com a magia do Jardim Botânico: “Ela representa a fase em que Clarice se dedicou totalmente ao marido e aos filhos”, destaca a diretora.
Lóri, da obra “Uma aprendizagem ou o Livro dos Prazeres” é uma professora primária que mora sozinha e se prepara para descobrir e se entregar ao amor. “Toda a obra de Clarice é uma ode ao amor, o sentimento mais transformador do ser humano”, declara Beth.
Há ainda outra mulher sem nome, que, no conto “Perdoando Deus”, se deixa mergulhar na liberdade enquanto passeia por Copacabana: “Essa personagem sem nome representa a ironia, a inteligência e o humor na obra de Clarice. Essas quatro mulheres representam algumas facetas da própria Clarice e foram escolhidas para apresentar ao público a obra de um dos maiores nomes da literatura brasileira”, sentencia Beth Goulart.
Na peça, Beth faz reflexões sobre temas como criação, vida e morte, Deus, cotidiano, solidão, arte, aceitação e entendimento e trabalha pontos característicos da obra de Lispector, como o vazio, o silêncio e o instante-já,: “Aquele momento único, que é como um flash, um insight, em que tudo se esclarece”, explica a atriz.
Para a Beth, representar Clarice Lispector é realizar um antigo desejo: “Eu sempre acalentei essa vontade de um dia poder dar meu corpo, minha voz, minhas emoções para colocá-la viva em cena.”
Ficha técnica:
Texto: Clarice Lispector | Direção, concepção original, adaptação, atuação: Beth Goulart | Supervisão da atriz: Amir Haddad | Iluminação: Maneco Quinderé | Operadora de luz: Diana Cruz | Trilha sonora original: Alfredo Sertã | Operador de som: Paulo Mendes | Figurino: Beth Filipecki | Camareira: Flávia Cotta | Cenografia: Ronald Teixeira e Leobruno Gama | Diretor de cena: Guaraci Ribeiro | Programação visual: Studio C Comunicação | Assessoria de imprensa local: Território Comunicação | Produção executiva: André Filippe Oliveira | Direção de produção: Pierina Morais | Realização: Self Produções Artísticas LTDA | Produção em Brasília: DECA Produções | Patrocínio local: Brasal
Evento conta com presença de realizadores e tem entrada franca
As discussões sobre a crise climática e a biodiversidade nas políticas públicas estão no centro do debate da mostra Diálogos em Movimento, que será realizada em Brasília, entre os dias 3 e 5, e em São Paulo, de 6 a 8 de novembro de 2025, com entrada franca. As exibições dos filmes serão seguidas de rodas de conversa com a proposta de promover a circulação de ideias críticas, a partir de perspectivas artísticas, políticas e sociais sobre temas urgentes.
Em Brasília, a tônica para as discussões sobre o meio ambiente será dada pelo filme La Rivière (2023), de Dominique Marchais, vencedor do prêmio Jean Vigo 2023 – para cineastas franceses por sua originalidade – exibido em sessão com a presença do diretor. A obra retrata o tema da água e da interferência humana no curso dos rios entre os Pireneus e o Atlântico. Já a produção Mensageiras da Amazônia (2022), documentário realizado por jovens indígenas do Coletivo de audiovisual Munduruku, aborda a resistência do seu povo contra as invasões do médio Tapajós. Além de Beka Munduruku, uma das diretoras do filme, o debate terá a presença da jornalista Bia Barbosa, da organização Repórteres Sem Fronteiras para a América Latina e Erika Campelo, fundadora da Associação Autres Brésils, organizadora do evento.
Em São Paulo, os filmes pautam o debate sobre a Amazônia, biodiversidade e resistências locais no contexto da COP 30. Desta vez, além do diretor Dominique Marchais e de Erika Campelo, a conversa também contará com a presença de Mari Corrêa, cineasta e fundadora do Instituto Catitu.
A mostra Diálogos em Movimento, que faz parte da temporada Brasil-França 2025, tem entrada gratuita com sessões seguidas de debates com cineastas, ativistas e pesquisadores brasileiros e franceses, além de jornalistas especializados em temas socioambientais. As sessões ocorrem no Auditório Pompeu de Sousa da Universidade de Brasília (UnB), sempre às 14h30. Já em São Paulo serão no Centro MariAntonia (USP) às 16h e na sede do Mídia NINJA às 17h.
Serviço:
Mostra Diálogos em Movimento
Exibição de filmes seguidos de debates
Datas: Brasília de 3 a 5/11 | São Paulo de 6 a 8/11
Locais:
Brasília- Auditório Pompeu de Sousa da Universidade de Brasília (UnB) subsolo da Faculdade de Comunicação – ICC Norte – Campus Darcy Ribeiro, Asa Norte, Brasília.
Com fomento do Fundo de Apoio à Cultura do DF (FAC), o projeto Espiral – Manutenção, Sustentabilidade e Expansão Criativa traz de volta o espetáculo infantil “De Outro Jeito”, porAs Caixeiras Cia. de Bonecas. Após circulação em Sobradinho em agosto, a companhia chega ao Guará para quatro apresentações da peça.
De 6 a 9 de novembro, o Auditório da Administração Regional do Guará sedia uma celebração das inúmeras possibilidades de afeto entre pais e filhos. O espetáculo infantil “De Outro Jeito” combina teatro de bonecos, palhaçaria e música ao vivo em um universo imaginário que transforma caixas de papelão em dragões, castelos e brinquedos.
Inspirada no livro “O Homem que Amava Caixas”, de Stephen King, a peça narra uma relação paterna que ultrapassa os limites da imaginação e leva pai e filho para inúmeras aventuras. Por meio de cenários, bonecos, música e objetos, o espetáculo explora a magia da criatividade, as possibilidades do afeto e a inevitabilidade da mudança, ilustrando o crescimento do filho e o envelhecimento do pai.
Com sensibilidade e humor, “De Outro Jeito” convida o público a mergulhar em uma relação humana repleta de amor, criatividade e brincadeira. Em uma experiência delicada e emocionante, a peça convida crianças e adultos a refletirem sobre memória, afetos e ciclos de vida.
Ficha técnica: Atrizes-animadoras: Amara Hurtado, Jirlene Pascoal e Mariana Baeta | Músico: Geraldo Toledo | Direção de cena: Karla Juliana Kaju | Produção: Janaína Azevedo I Assessor de imprensa: Rodrigo Machado e Tainá Hurtado
Serviço:
[Espetáculo de bonecos] “De Outro Jeito”
Local: Administração Regional do Guará
Endereço: Guará II QE 25
Datas e horários
● 6 e 7/11 (quinta e sexta): às 10h e às 15h (exclusivo para escolas)
● 8 e 9/11 (sábado e domingo): às 17h (sessão acessível: dia 8, com intérprete de Libras e audiodescrição)
Um festival que celebra a força feminina na música caipira, com shows, oficinas, gastronomia e cultura popular
Nos dias 7 e 8 de novembro, o Viola em Canto’s de Mulher retorna com mais uma edição especial no Museu Vivo da Memória Candanga, no Núcleo Bandeirante (DF). Em sua 7ª edição, o evento reafirma seu compromisso com a valorização da cultura caipira, a representatividade feminina na música brasileira e a resistência das mulheres violeiras.
Com Mary Galvão, um dos maiores nomes da viola caipira, e Jayne, a “Rainha do Rodeio“, como grandes atrações, o festival celebra o protagonismo feminino, reunindo artistas de diferentes gerações e regiões do Brasil. Este evento vai além de um simples festival, sendo um espaço de resistência cultural, com apresentações musicais, oficinas, feira de artesanato, gastronomia típica e muito mais.
Além de suas apresentações de destaque, o festival oferece uma verdadeira imersão na cultura caipira, com uma programação rica que inclui roda de prosa, oficinas de trilha sonora na viola, exposição digital, e ambientação temática com elementos da cultura popular. A entrada é gratuita e o evento é acessível, com estrutura para pessoas com deficiência e tradução simultânea em Libras.
Mary Galvão, com quase 80 anos de carreira, é um ícone da música caipira e, junto de seu parceiro de palco e de vida Mário Campanha, promete emocionar o público com clássicos imortais da música caipira brasileira. Já Jayne, com sua carreira consolidada desde 1989, traz para o palco seus maiores sucessos e o carisma de quem conquistou o coração de fãs em todo o Brasil. O festival também contará com outras artistas incríveis, como Priscilla e Geisa Helena de Minas Gerais, KátyaTeixeira de São Paulo, Raissa Fayet de Minas Gerais, e muitas outras representantes da música caipira do Brasil.
Quem doar 1 kg de alimento não perecível até o dia 7 de novembro terá acesso ao tradicional Almoço Caipira com Queima do Alho, que acontece no dia 8, encerrando o evento com chave de ouro.
Programação
Sexta-feira | 7 de novembro 9h – Café da manhã com música ao vivo • Bete Silva e Coral Habeas Cantus (DF) • Amanda Violeira e Fávia Alves (DF)
19h – Roda de Prosa (presencial e online) 20h – Apresentações musicais • Karoline Violeira (SP) • Júlia e Gaby Viola (DF) • Carol Carneiro (DF)• Lizandra e Victória (SP) • Jayne – A Rainha do Rodeio (SP)
Sábado | 8 de novembro 9h – Oficina: Trilha Sonora na Viola Caipira 11h – Almoço Caipira com Queima do Alho e apresentações musicais • Priscilla e Geisa Helena (MG) • Analy Asevedo (DF) • Carol Viola e Rafael (SP) • Kátya Teixeira (SP) • Dayane Reis (DF) • Pâmella Viola e Karoline (MT) • Mary Galvão e Mário Campanha (SP)
Atrações Diárias • Exposição Digital: Violeiras do Brasil • Feira de Artesanato • Ambientação temática com elementos da cultura caipira • Praça de alimentação com comidas típicas
Serviço
Viola em Canto’s de Mulher Data: 7 e 8 de novembro de 2025 Horário: A partir das 9h Local: Museu Vivo da Memória Candanga – Núcleo Bandeirante (DF) Entrada gratuita | Classificação livre
Informações: VBS Produções – (61) 3301-5888 | (61) 99964-7945 Transmissão ao vivo: YouTube – Clube do Violeiro Caipira
Mês da Consciência Negra guia a programação com histórias, oficinas, desenho ao ar livre e um grande dia de jogos para todas as idades.
No mês do Dia Nacional da Consciência Negra, o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) e o Rolê Cultural – Educativo CCBB convidam o público a viver a arte como encontro, memória e futuro compartilhado. A programação costura vivências que celebram matrizes africanas e afro-brasileiras, da oralidade quilombola às Abayomi, das canções de África ao jogo como linguagem. E se estende por visitas, oficinas, contações e ações ao ar livre. A entrada é gratuita e os ingressos podem ser retirados pelo site ingressos.ccbb.com.br ou presencialmente na bilheteria do CCBBBrasília.
Bebês e suas famílias ganham espaço afetivo com a História Contada para Bebês, que transforma histórias em experiências: As crianças exploram e interagem com os elementos das narrativas, através de peças coloridas com diferentes texturas que convidam ao toque, ao olhar curioso e à escuta. E na Oficina Sensorial para Bebês – Pequenos Construtores, o público mirim é convidado a criar construções tridimensionais com peças feitas de diferentes madeiras brasileiras. As atividades são gratuitas, a duração é de 30 minutos, a capacidade é para 10 crianças e seus acompanhantes por sessão, sempre na sala do Educativo.
Outra atração é a Oficina de Bonecas Abayomi, uma tradição de matriz africana que transforma retalhos em afeto por meio de amarrações simples. Além de exercitar a criatividade e a coordenação, a proposta apresenta a Abayomi como símbolo de solidariedade, fortalecendo vínculos e valorizando saberes ancestrais. A atividade é gratuita, a duração é de 1 hora, a capacidade é para 20 participantes por sessão, sempre na sala do Educativo.
Quem prefere o traço encontra o Dia de Rolê: Desenho ao Ar Livre, com materiais como lápis e carvão, o público é convidado a explorar diferentes pontos de vista para registrar arquitetura e natureza. Não precisa ter experiência: é uma vivência aberta a todos, unindo expressão, contemplação e diversão. Apenas no dia 16 de novembro, de 13h às 17h, a partir de 11 anos.
A ludicidade toma conta da área externa no Dia de Rolê: Jogo, Arte e Imaginação, com criações que atravessam palavras, imagens e pertencimento. Com jogos diversos, o público pode se divertir para construir, conhecer e criar novas formas de brincar. Apenas no dia 22 de novembro, de 13h às 17h, na área externa, com classificação livre.
Em Rolê Temático – Territórios e Afetos a equipe de mediadores oferece uma visita mediada quepropõe um olhar sensível a respeito da arte e da arquitetura do CCBBBrasília. Aos sábados, domingos e feriados, às 15h, o público é convidado a conhecer obras de arte presentes nos prédios doCCBB, para refletir sobre arquitetura, cultura e meio ambiente.
A programação contempla ainda visitas mediadas às exposições e ao teatro, com opção de visitas agendadas, para grupos e com interpretação em LIBRAS, contações de histórias (inclusive musicalizadas), espaços lúdicos com jogos e leitura, oficinas artísticas, atividades sensoriais para bebês e estações interativas de criação. Além das atividades para o público, o programa disponibiliza transporte gratuito para escolas públicas que realizarem agendamento de visitas. O projeto é patrocinado pelo Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).
Visitas escolares O Educativo oferece visitas mediadas para grupos escolares, universitários e instituições por meio de agendamento, de terça-feira a sexta-feira. Há disponibilidade de transporte gratuito para escolas públicas. Antes das visitas, os professores recebem um material educativo, que deixa a experiência ainda mais completa. Conduzidas por educadores do Rolê Cultural, as visitas promovem o diálogo e a troca de saberes, a partir das características de cada grupo. O agendamento é gratuito e pode ser feito pela plataforma Mediato Conecta: conecta.mediato.art.br.
Acessibilidade A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van – De quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.
Programação completa:
Rolê na Exposição Voltada para escolas e grupos, a visita é um convite ao olhar coletivo com escuta, troca e reflexão sobre as obras, os artistas e os conceitos presentes nas exposições. Escolas públicas podem ter transporte gratuito para as visitas. Data: Terça a sexta-feira: às 9h, 10h, 10h30, 14h, 15h e 19h. Sábados, às 9h. Os horários de 9h, 14h e 15h são duplos, permitindo agendamento de 88 pessoas. Duração: 1h30 Capacidade: 44 pessoas Classificação: Livre Ponto de encontro: Sala do Educativo Agendamento: conecta.mediato.art.br
Rolê Espontâneo Aberta ao público e sem necessidade de agendamento, essa atividade acontece de hora em hora e propõe mediações interativas adaptadas às diferentes faixas etárias, promovendo diálogos sensíveis com as exposições em cartaz. Data: Terça-feira a domingo, das 10h às 19h (de hora em hora) Duração: 1h Capacidade: 30 pessoas Classificação: Livre Ponto de encontro: Balcão do Educativo
Rolê Temático Territórios e Afetos Aberta ao público e sem necessidade de agendamento. Visita com foco em arte e arquitetura. No mês do aniversário do CCBB, o Rolê Cultural oferece uma visita às obras de arte e aos jardins do CCBB, para refletir sobre arquitetura, cultura e meio ambiente. Após a visita, os participantes são convidados a interagir com um “mapa afetivo e poético” do Plano Piloto e seu entorno. Data: Sábados, domingos e feriados, às 15h
Duração: 1h Capacidade: 30 pessoas Classificação: Livre Ponto de encontro: Balcão do Educativo
Rolê com LIBRAS Semanalmente os encontros dinâmicos e acessíveis aproximam pessoas surdas e ouvintes por meio da arte e da cultura. A cada edição, o público vivencia uma atividade diferente, como visitas às exposições, jogos teatrais, narrações de histórias ou jogos de mesa, sempre com um intérprete de LIBRAS. Data: Sextas-feiras, às 16h Duração: 1h Capacidade: 25 pessoas Classificação: Livre Ponto de encontro: Sala do Educativo
Sala do Rolê Cultural
O público encontra dois espaços dedicados à diversão e ao conhecimento.
O Espaço Jogos reúne jogos de mesa vindos de diferentes partes do mundo, com propostas que vão dos tradicionais aos contemporâneos, sempre conectados a linguagens artísticas, promovendo experiências lúdicas e criativas.
Já o Espaço Leitura é um ambiente acolhedor, repleto de livros infantis, almofadas e estantes coloridas, que convida as crianças a mergulharem no universo da imaginação e do prazer da leitura.
Data: Terça-feira a domingo, de 9h às 20h30. Classificação: Livre Ponto de encontro: Sala do Educativo
História Contada
Com trilha sonora ao vivo, Contar e Cantar Histórias de África une música e narrativa para encantar crianças e famílias. Ao som de pandeiro, percussão e violão, um repertório de canções conduz o público por universos da arte e da literatura. A equipe do Rolê Cultural apresenta personagens e histórias da tradição oral de países como Moçambique, Congo e Angola, matrizes que têm forte influência na identidade brasileira. Cada conto é uma experiência em que a música se entrelaça à palavra, despertando imaginação, brincadeira e a escuta de saberes ancestrais.
Data: Sábados, domingos e feriados, às 15h Duração: 1h Capacidade: 150 pessoas Classificação: Livre Ponto de encontro: Área externa, próximo ao Casulo
Visita-espetáculo Uma Coleção de Arte Brasileira
Apresentação teatral em formato de passeio pela Coleção de Arte Banco do Brasil, com cenas e músicas que dialogam com obras de Di Cavalcanti, Djanira, Rubem Valentim, Athos Bulcão e Tomie Ohtake. O público é convidado a observar, interpretar e refletir sobre a presença e significado da arte no cotidiano. Data: Sábados, domingos e feriados, às 11h (com retirada de ingressos). Sextas-feiras, 11h, exclusivo para grupos agendados pela plataforma Conecta. Duração: 1h Capacidade: 30 pessoas Classificação: Livre Ponto de encontro: Balcão do Educativo Agendamento: conecta.mediato.art.br
Dia de Rolê: Jogo, Arte e Imaginação Com os artistas do Coletivo Zebra5, o público poderá brincar e conhecer jogos como Abstratus – Esculturas de Palavras, o lançamento do Jogo da Coleção de Arte BB e Poemas Passageiros. Os participantes são convidados a criar, imaginar e dialogar entre diferentes linguagens da arte. Entre conversas, risos e descobertas, a ludicidade conduz experiências estéticas e simbólicas para todas as idades. Em novembro, o acervo também ganha mais uma novidade, o Jogo das Heroínas, uma criação exclusiva do Educativo que cria narrativas ao combinar cartas ligadas à ancestralidade africana no Brasil, valorizando o protagonismo feminino, a imaginação e o senso de pertencimento.
Data: Apenas no sábado (22/11), de 13h às 17h Classificação: Livre
Ponto de encontro: Área externa
Espaço Conexão
O Espaço Conexão é uma estação interativa pensada para estimular a criatividade, a experimentação e o diálogo com os conteúdos das exposições. Nele, o público é convidado a explorar livremente equipamentos lúdicos, como painéis montáveis, quebra-cabeças, mural para intervenção com desenhos e outros dispositivos interativos. Um local de encontro, invenção e troca, onde aprender é brincar e criar.
Data: Terça-feira a domingo, de 9h às 20h30 Classificação: livre Ponto de encontro: Vão Central
História Contada para Bebês
Para bebês de 0 a 3 anos acompanhados de seus responsáveis, esta contação sensorial transforma histórias em experiência: peças coloridas e com diferentes texturas convidam ao toque, ao olhar curioso e à escuta. As crianças exploram e interagem com os elementos das narrativas. Em novembro, mês da Consciência Negra, os livros selecionados trazem narrativas ligadas ao tema, estimulando imaginação, identidade e pertencimento.
Data: Sábados, domingos e feriados, às 10h Duração: 30 minutos Capacidade: 10 crianças + acompanhantes Classificação: De 0 a 3 anos Ponto de encontro: Sala do Educativo
Oficina Sensorial para Bebês – Pequenos Construtores
Pequenos Construtores convida bebês e famílias a criar construções tridimensionais com peças feitas de diferentes madeiras brasileiras. Em um ambiente acolhedor, cores, texturas, formas e aromas despertam a curiosidade e a coordenação, enquanto adultos e crianças exploram e inventam juntos. Uma vivência sensorial e cultural que transforma o brincar em descoberta.
Data: Sábados, domingos e feriados às 10h30 Duração: 30 min Capacidade: 10 crianças + acompanhantes Classificação: De 0 a 3 anos Ponto de encontro: Sala do Educativo
Oficina Pintura Cores da Terra
Nesta vivência, a força da oralidade quilombola inspira a criação de tintas naturais. Com pigmentos de diferentes terras, os participantes poderão colorir imagens de histórias transmitidas de geração em geração. Um encontro sensorial que articula olhar, escuta e memória com cheiros, texturas e sonoridades ancestrais.
Data: Sábados, domingos e feriados às 14h e 17h Duração: 1h Capacidade: 20 pessoas Classificação: A partir de 6 anos Ponto de encontro: Sala do Educativo
Oficina de Desenho de Observação – Natureza Morta Oficina prática de desenho a partir de composições com objetos. Por meio de exercícios guiados, os participantes exploram observação, proporção, noções de volume e perspectiva, aguçando o olhar para detalhes. Ao longo do processo, cada pessoa é estimulada a imprimir sua própria personalidade nos traços, transformando a observação em criação.
Data: Terça-feira a domingo, às 19h Duração: 1h Capacidade: 20 pessoas Classificação: A partir de 8 anos Ponto de encontro: Sala do Educativo
Oficina Bonecas Abayomi
Nesta oficina, os participantes aprendem a confeccionar bonecas Abayomi, tradição de matriz africana que transforma retalhos em afeto por meio de amarrações simples. Além de exercitar a criatividade e a coordenação, a proposta apresenta a Abayomi como símbolo de solidariedade, fortalecendo vínculos e valorizando saberes ancestrais. Data: Sábados, domingos e feriados, às 13h e 16h Duração: 1h Capacidade: 20 pessoas Classificação: A partir de 10 anos Ponto de encontro: Sala do Educativo
Dia de Rolê: Desenho ao Ar Livre
Venha desenhar as paisagens do CCBB! Em um espaço preparado pelo Rolê Cultural, com materiais como lápis e carvão, o público é convidado a explorar diferentes pontos de vista para registrar arquitetura e natureza. Não precisa ter experiência: é uma vivência aberta a todos, unindo expressão, contemplação e diversão.
Data: Apenas no domingo (16/11), de 13h às 17h Classificação: A partir de 11 anos
Ponto de encontro: Área externa
Rolê no Teatro e Rolê no Cinema Escolas e demais instituições podem agendar um passeio cultural ao teatro e ao cinema acompanhadas de mediadores.
Data: conforme programação do CCBB. Confira o evento disponível emconecta.mediato.art.br
Duração: 1h
Capacidade: conforme espaço e evento em cartaz
Classificação: conforme a classificação de cada evento em cartaz Ponto de encontro: Sala do Educativo Agendamento e programação: conecta.mediato.art.br
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa EducativoCCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Serviço:
Rolê Cultural – Educativo do Centro Cultural Banco do Brasil
Centro Cultural Banco do Brasil – Distrito Federal
A produção amazonense Mata-Gato foi a grande vencedora pelo voto popular, e segue para mostra competitiva do festival
O público assistiu e decidiu: o grande vencedor da etapa on-line do Festival Taguá de Cinema é o curta-metragem amazonense Mata-Gato, dirigido por André Cunha. A obra foi escolhida por 1.372 espectadores, que acessaram o site do festival e assistiram aos filmes que concorreram pela vaga na mostra competitiva, além do prêmio de R$ 1 mil.
André comemora o destaque dado pelo público do Taguá. “É muito importante para o cinema do Norte receber visibilidade e reconhecimento do público”, celebra o cineasta. O curta tem como tema os bichinhos que muita gente tem em casa: os gatos. No entanto, a trama não é bobinha e surpreende o espectador. “Por mais que seja terror, traz uma mensagem de preocupação ambiental e com a saúde pública, ao mesmo tempo que fala da terceira idade, solidão e violência”, detalha Cunha.
Outros curtas também se destacaram entre os mais de 300 inscritos para a competição on-line, oriundos de todas as regiões do país. O segundo lugar mais votado foi a produção pernambucana Em Vigília, com 471 votos, com direção de Analice Bezerra. Garrote, também do Amazonas, ficou em terceiro lugar, com 420 votos, curta comando por Bruno Pantoja.
Também foram destaques os filmes João Parapeito (RJ), Ver. Amarelo. Vermelho (SP), O Dilema de Antônia (SP), Oitavo Anjo (DF), Medo Monstro (PE), PX Origens (PE) e Cinemas de Verdade (RJ). Todos os curtas que participaram da etapa on-line continuam disponíveis no site do festival, nas categorias documentário, ficção, experimental, animação, infantil e produções do Distrito Federal.
Festival Taguá de Cinema
Em 2025, o Festival Taguá propõe um retorno às origens do audiovisual como instrumento de expressão e crítica social. A programação vai reunir produções que transitam entre ficção, documentário, animação e experimentais, revelando a pluralidade estética e política que marca o cinema brasileiro contemporâneo.
Segundo William Alves, idealizador do evento, “as inscrições deste ano superaram e muito as nossas expectativas, atingimos o nosso limite máximo de 500 filmes, seis dias antes de encerrarmos. O que confirma o alcance nacional e o vigor da produção independente”.
De acordo com a organização do evento, as obras vieram de todas as regiões: Sudeste (219), Nordeste (117), Centro-Oeste (71), Sul (71) e Norte (23). Entre os estados com maior número de participações estão São Paulo (104), Rio de Janeiro (66) e Distrito Federal (44), consolidando o festival como um dos mais abrangentes do país.
Os dados revelam ainda a diversidade temática das criações contemporâneas: infância e juventude (154 filmes), questões de gênero (144) e movimentos sociais (136) estão entre os assuntos mais presentes nas telas. Outros temas, como racismo, patrimônio cultural e especulações sobre o futuro, também ganham destaque, reafirmando o compromisso do festival com a diversidade de olhares e com o enfrentamento das desigualdades.
O evento ocorre entre os dias 19 a 22 de novembro, no Cine Teatro do Centro de Ensino Médio Taguatinga Norte ( CEMTN), com exibições presenciais, debates, mostras especiais e encontros.
Conheça o Festival
Criado em 1998, o Festival Taguatinga de Cinema consolidou-se como um espaço de resistência e experimentação no Distrito Federal. Ao longo de quase três décadas, transformou telas em trincheiras e filmes em ferramentas de transformação, valorizando narrativas vindas das periferias, dos quilombos, das aldeias e das ruas, territórios onde o cinema nasce como gesto político e poético.
“O Festival segue fiel à sua essência: ser território de resistência, de vozes plurais e da arte feita longe dos grandes centros. E, como sempre, dá protagonismo ao público”, finaliza William.
Serviço – 18º Festival Taguá de Cinema Data: 19 a 22 de novembro Local: CineTeatro do CTNM, Taguatinga Norte (DF) Entrada gratuita Mais informações: https://festivaltaguatinga.com.br/