Todo o colorido dos festejos de arraial, com apresentações de Forró Cobogó e As Fulô do Cerrado, Quadrilha Saca Rolha e Grupo de Quadrilha JuninaVira & Mexe, além de oficinas e gincanas para o público infantil, barracas de brincadeiras, comidas e bebidas típicas, em dois dias para celebrar a cultura popular
Anunciamos o Arraiá do CCBB Brasília para celebrar uma das festas mais tradicionais da cultura brasileira, com atrações que prometem entreter e encantar o público de todas as idades. Neste ano, o Arraiá acontece nos dias 22 e 23 de junho, das 14h às 20h. A entrada é gratuita e sujeita à lotação do espaço, mediante retirada de ingressos na bilheteria e no site https://ccbb.com.br/
Animação para ninguém ficar parado! No sábado (22), o Programa Educativo do CCBB traz o Grupo de Quadrilha Junina Vira & Mexe para contar a história de Rosinha, uma menina jovem cheia de sonhos, que encontra na dança uma forma de se expressar sua paixão por Romeu, um rapaz malvado, meio insano, que vive a vida fazendo coisas erradas. Mas com o amor pela dança, Rosinha consegue transformar a vida de Romeu. Após a apresentação, o grupo oferece uma oficina gratuita, ensinando os passos da dança e convidando o público para fazer parte de um quadrilhão tradicional. A noite termina com o show do Forró Cobogó, grupo brasiliense que promete contagiar a todos com o seu forró pé de serra.
Já no domingo (23), não esqueça o chapéu de palha e o vestido de chita para curtir, no melhor estilo junino, as apresentações da Quadrilha Saca Rolha e da banda As Fulô do Cerrado. É para esquentar! E para os pequenos matutos, dois dias com muitas brincadeiras, oficinas, gincanas e diversão garantida.
Pera, que não acabou: a culinária típica e deliciosa das festas juninas estará presente com barraquinhas de venda de caldos, milho na espiga, pamonha caipira, cachorro-quente, pastel, churrasquinho, arroz carreteiro, algodão doce, pipoca, churros, maçã do amor, canjica, paçoca, chocolate quente, sucos naturais, vinho, quentão e cerveja.
Confira a Programação:
Sábado, 22 de junho
17h: Quadrilha Vira e Mexe (Atração do Programa Educativo do CCBB)
18h: Show – Forró Cobogó Domingo, 23 de junho
17h: Quadrilha Saca Rolha
18h: Show – As Fulô do Cerrado
Sábado e domingo, 22 e 23 de junho:
14h às 18h: Música com temática junina
14h às 17h: Oficinas de pintura e desenho, escultura com massinhas e dobradura de papel. Sujeitas à lotação.
14h às 17h: Que bicho é esse? – gincanas temáticas trazendo informações e curiosidades sobre animais do Cerrado. Sujeitas à lotação.
14h às 20h: Salão da Roça – caracterização junina, com adereços juninos e pintura de rosto com tinta. Sujeitas à lotação.
14h às 20h: Barracas de brincadeiras: pescaria, jogo de argolas e boca do palhaço.
14h às 20h: Barracas de venda de comidas e bebidas típicas: caldos, milho na espiga, pamonha caipira, cachorro-quente, pastel, churrasquinho, arroz carreteiro, algodão doce, pipoca, churros, maçã do amor, canjica, paçoca, chocolate quente, sucos naturais, vinho, quentão e cerveja.
O Arraiá do CCBB é uma oportunidade única para celebrar as tradições juninas e vivenciar a rica cultura popular brasileira em um ambiente festivo eacolhedor. “Buscamos aproximar o público das tradições da cultura brasileira, estimular o reconhecimento e identificação com a poética dos festejos juninos que promovem a valorização da arte e de artistas deste universo tão rico”, comenta o gerente geral do CCBB Brasília, André Giancotti.
No coração do Brasil, onde pulsa arte e diversidade, o Arraiá do CCBB Brasília convida caipiras de plantão para virem vestidos a caráter para dançar quadrilha, saborear as delícias típicas, se divertir com as brincadeiras juninas e ainda garantir um retrato de toda a “boniteza”.
Acessibilidade
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.
A van fica estacionada próximo ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB, ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários:
Biblioteca Nacional – CCBB: 12h, 14h, 16h, 18h e 20h
CCBB – Biblioteca Nacional: 13h, 15h, 17h, 19h e 21h
Sobre os artistas
Grupo de Quadrilha Junina Vira & Mexe – @quadrilhaviraemexe
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana.
Desde o final de 2022, o CCBB Brasília, se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, sendo que no ano de 2023, obtivemos a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
A conquista atende à Ação 24 da Agenda 30, que tem por objetivo reforçar a gestão dos programas, iniciativas e práticas ambientais e de ecoeficiência do BB e demonstra o alinhamento do CCBB Brasília a estratégia corporativa do BB, enquanto espaço de difusão cultural que valoriza a diversidade, a acessibilidade, a inclusão e a sustentabilidade porque transformar vidas é parte da nossa cultura.
Serviço:
Arraiá do CCBB Brasília
Dias 22 e 23 de junho, sábado e domingo, das 14h às 20h
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Entrada gratuita (sujeita à lotação do espaço), mediante emissão de ingressos na bilheteria ou no site bb.com.br/cultura
Os ingressos serão liberados às 12h do dia anterior de cada dia da programação.
CCBB Brasília
Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h
Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF
Evento conta com entrada gratuita nos dias 21, 22, 28 e 29 de junho na Praça de alimentação do centro de compras
No mês de junho é impossível resistir à alegria contagiante proporcionada pelas danças, cores e sabores característicos das festas juninas. Para entrar no clima festivo, o JK Shopping promove nos dias 21, 22, 28 e 29 de junho, das 18h às 22h às sextas-feiras e das 16h às 22h aos sábados, a “Praça Junina do JK”, com entrada gratuita.
O evento acontece de forma inédita na Praça de Alimentação (Piso L3) do centro de compras e conta com cardápio exclusivo de restaurantes selecionados, além de animações, decoração temáticas e apresentações musicais em uma festança completa.
Segundo a superintendente do shopping, Eliza Ferreira, a Praça Junina do JK surge para celebrar uma das épocas festivas mais aguardadas do ano e integrar lojistas e clientes em um ambiente divertido e inédito. “Não podíamos deixar uma data tão esperada passar em branco, por isso, pensamos em todos os detalhes para resgatar essa tradição e realizar um arraial autêntico. Com esse evento esperamos envolver e contagiar todos os visitantes e frequentadores oferecendo comidas típicas, música boa aliada ao conforto e segurança do empreendimento”, ressalta a executiva.
Culinária junina e atrações
O grande destaque da celebração será a diversidade gastronômica: restaurantes da Praça de Alimentação do JK se preparam para oferecer uma variedade de comidas e bebidas típicas juninas para todos os gostos. Entre as delícias que estarão à venda, pamonha, canjica, milho cozido, curau, bolos de milho e quentão são algumas das opções.
Para tornar o evento ainda mais divertido, a celebração junina contará com trios de forró que se apresentam ao vivo tocando músicas tradicionais do gênero, além da presença de personagens juninos caracterizados, onde juntos vão criar um ambiente festivo e divertido.
Com estilos variados, a programação musical será comandada por cantores que fazem sucesso na região, como Trio Forró Legal, Ronnie e Roberta, Luizão do Forró e Nilson Freire e Trio. Enquanto a animação junina ficará por conta da empresa Happy Dreams.
A decoração alegre vai deixar o espaço ainda mais temático com bandeirinhas, balões e outros elementos tradicionais das festas de São João, criando uma atmosfera de arraial.
Celebrando a cultura brincante
Para levar ainda mais diversão para as famílias e ressaltar a diversidade cultural do Distrito Federal, o projeto Tardes Divertidas recebe no domingo (23), a partir das 15h, no JK Espaço Arte (Piso S1), o Espetáculo Vereda dos Mamulengos, que conta de forma lúdica a história da Conceição e do Benedito, ambos agricultores, que onde chegam, estão dispostos a plantar, colher e preparar o alimento, além de utilizarem da sabedoria popular para lidar com os bichos e com a terra.
O problema é que existe um tal de senhor João Redonho, dono de um bicho cobra gigante que para expropriar-se de mais e mais terras, vai provocar uma grande desordem nesta brincadeira de mamulengo. Mas Conceição fará de tudo, com muito humor e lirismo, para ajudar Benedito e outros personagens a saírem dessa arapuca. A atração é um convite para o público celebrar e conferir de forma gratuita a cultura brincante.
Exposição Pareiada
Completando as atrações celebrativas, o JK Shopping apresenta a exposição fotográfica Pareiada – Memórias brincantesdas culturas populares do Distrito Federal. Produzida a partir do olhar sedento por encantamento do fotógrafo, cordelista e comunicador brasiliense, Davi Mello, a mostra traz do Bumba Meu Boi de Seu Teodoro às Fulô do Cerrado, indo na contramão do senso comum, que diz que o DF não tem tradições culturais. A exibição, realizada no JK Espaço Arte, conta com 30 fotografias costuradas por estrofes de cordel escritas por Davi e pela também comunicadora e cordelista Keyane Dias. A exibição possui visitação gratuita até o dia 20 de julho, de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos, das 12h às 22h.
Foto divulgação
SERVIÇO: Praça Junina — JK Shopping
Local: Praça de Alimentação do JK Shopping (Piso L3).
Datas e Horários:
21 e 22 de junho: sexta-feira, das 18h às 22h, e sábado, das 16h às 22h.
28 e 29 de junho: sexta-feira, das 18h às 22h, e sábado, das 16h às 22h.
Entrada gratuita.
Atividades e atrações:
21 de junho – sexta-feira
18h – Animação junina
20h– Trio Forró Legal
22 de junho – sábado
17h – Animação junina
19h – Ronnie e Roberta
28 de junho – sexta-feira
18h – Animação junina
20h – Luizão do Forró
29 de junho – sábado
17h – Animação junina
19h – Nilson Freire e Trio
Tardes Divertidas — Espetáculo Vereda dos Mamulengos
Data: 23 de junho de 2024 (domingo)
Horário: Às 15h.
Local: JK Espaço Arte (Piso S1).
Entrada gratuita.
Exposição “PAREIADA — Memórias brincantes das culturas populares do Distrito Federal”
Data: até 20 de julho de 2024.
Horários: de segunda-feira a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos, das 12h às 22h.
Apresentações acontecem no Teatro Sesc Garagem, na 913 Sul. Entrada é gratuita
Mais de 1.200 espectadores compareceram aos espetáculos que integram a programação do Palco Giratório 2024 no Distrito Federal. O maior projeto itinerante de artes cênicas do país estreou no início deste mês no DF, retratando importantes questões em debate na sociedade. Agora, na reta final, o projeto dará luz a criações de companhias de Roraima, Rio Grande do Norte e do nosso quadradinho.
As apresentações acontecem no Teatro Garagem, localizado no Sesc Mitri Moufarrege, na 913 Sul. A entrada é gratuita, basta retirar o ingresso uma hora antes do espetáculo. Confira a programação:
Foto divulgação
20 de junho, às 16h (infantil)
Teatro Garagem (Sesc 913 Sul)
ESPETÁCULO: MAR ACÁ
Grupo/ Artista: grupo Locômbia Teatro de Andanças, de Roraima
Classificação etária: livre
Sinopse: Mar Acá combina elementos da mitologia Latino-Americana, realçando a cultura ancestral de uma forma poética. Conta se a maravilhosa aventura do Llamichu, original palhaço Ameríndio das cordilheiras dos Andes no Peru. Utilizando uma Linguagem Gestual esta peça trata da transformação cultural sofrida
pelos indígenas, tem cunho ecológico e valoriza a diversidade cultural. É concebida em forma colaborativa pelo grupo Locômbia Teatro de Andanças, de Roraima.
22 de junho, às 20h (teatro-dança)
Foto divulgação
ESPETÁCULO: SIMILITUDO
Teatro Garagem (Sesc 913 Sul)
Grupo/ Artista: Projeto PÉS – Teatro-Dança para Pessoas com Deficiência (DF)
Classificação etária: livre
Sinopse: Estreado em 2015, o terceiro espetáculo do grupo coloca em cena dezenove dançantes, entre pessoa com deficiências físicas, intelectuais, síndromes diversas, pessoas sem deficiências. A obra se propõe a trazer de forma poética o cotidiano para cena, abordando questões do convívio social no dia a dia e de como esse cotidiano, muitas vezes, poda e molda padrões de movimento, de relacionamento e até de sensibilidade.
23 de junho, às 17h (dança)
Foto divulgação
ESPETÁCULO: NUVEM DE PÁSSAROS (RN)
Teatro Garagem (Sesc 913 Sul)
Grupo/ Artista: Movidos Dança
Classificação etária: 10 anos
Sinopse: Nuvem de Pássaros é uma obra que transita por processos de descobertas, desde o comportamento social na investigação das diferenças individuais, e na importância da coletividade na construção narrativa de um território. A obra é inspirada no movimento da migração dos pássaros e na trajetória de espécies que compartilham rotas de voo para o enfrentamento de climas adversos, ameaça de predadores e que juntos buscam melhores condições de sobrevivência. A relação das revoadas e a convivência de diferentes espécies é uma reflexão sobre a sociedade e seus diversos conflitos como forma de compreender a coletividade humana.
Projeto nacional
A 26ª edição do Palco Giratório circulará em todo o país até dezembro, com 404 apresentações e 264 cursos e oficinas, realizadas por 17 grupos artísticos. Espetáculos de teatro, dança e circo compõem a programação dessa edição, que alcançará 80 cidades de 25 estados e Distrito Federal.
O Palco Giratório foi lançado em 1998 e já contou com a participação de 380 grupos artísticos de todas as regiões brasileiras, oferecendo aproximadamente 10 mil apresentações a um público estimado em 5 milhões de espectadores.
Para o diretor regional do Sesc-DF, Valcides de Araújo, o projeto não é apenas uma plataforma de expressão artística, mas também um elo de união entre as diversas regiões do nosso país. “Por meio dele, promovemos o acesso à cultura, fomentamos a diversidade e impulsionamos a inclusão social. Cada apresentação é uma oportunidade de refletirmos sobre nossa identidade e de compartilharmos histórias que nos conectam e enriquecem”.
Segundo a Diretora de Programas Sociais do Departamento Nacional do Sesc, Janaina Cunha, ao longo de 26 anos de atuação, o Palco Giratório se consolidou como um importante projeto de difusão e intercâmbio de artes cênicas. “A chave do sucesso da iniciativa está na curadoria, formada por profissionais do Sesc de todo o país, que acompanham o cenário teatral em suas regiões e trazem seus olhares para uma discussão coletiva. Desse compartilhamento nasce a programação do circuito anualmente, uma importante amostra da produção cênica brasileira”, explica.
Além da sessão solene, haverá estreia do filme Meu Sangue Ferve Por Você, dirigido por Paulo Machline, bate-papo com protagonistas do longa-metragem e apresentação de orquestra
Foto divulgação
A Organização da Sociedade Civil Box Cultural assume a gestão compartilhada do Cine Brasília ao lado da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal pelos próximos três anos e a cerimônia de abertura do relançamento da parceria será no Dia do Cinema Brasileiro, próxima quarta-feira (19).
A abertura solene com autoridades e representantes da Secec e Box Cultural será a partir das 18h, seguida da apresentação de membros da Orquestra Sinfônica Teatro Nacional Cláudio Santoro, dirigida pelo Maestro Cláudio Cohen. Às 19h30 tem a estreia do filme Meu Sangue Ferve Por Você, dirigido por Paulo Machline, e após a exibição tem um bate-papo com os protagonistas do longa. A programação se estende até o dia 20, às 10h, com a primeira atividade formativa da gestão, a Masterclass Distribuição e Mercado com o diretor da distribuidora Vitrine Filmes, Felipe Lopes.
Foto divulgação
Os ingressos desta sessão especial serão distribuídos gratuitamente, por ordem de chegada, e 200 dos ingressos disponíveis serão vendidos no valor único e especial de R$5,00, podendo ser retirados e comprados a partir do dia 15, sábado, às 17h, presencialmente na bilheteria do Cine Brasília.
O longa-metragem escolhido para o relançamento da gestão compartilhada, Meu Sangue Ferve Por Você, narra a vida do icônico cantor Sidney Magal e contará com a presença dos atores Filipe Bragança e Giovana Cordeiro, além do diretor da Vitrine Filmes, Felipe Lopes, que participam de um bate-papo após a exibição do filme, conduzido por Gabriela Correa, também apresentadora do evento.
Para encerrar a celebração com chave de ouro, na quinta-feira (20), entre 10h e 12h, haverá uma Masterclass de Distribuição e Mercado, para discutir as oportunidades no mercado audiovisual nacional e global, com o diretor Felipe Lopes. As inscrições podem ser feitas através deste formulário, até segunda-feira (17).
Quando: 19 de junho, quarta-feira, a partir das 18h
Ingressos: 15 de junho, às 17h
Classificação indicativa: a partir de 12 anos
PROGRAMAÇÃO 19 e 20 DE JUNHO
QUARTA-FEIRA, 19/06
18h – Abertura da Cerimônia
19h – Apresentação da Orquestra Sinfônica Teatro Nacional Cláudio Santoro
19h30 – Exibição do filme Meu Sangue Ferve Por Você
21h – Bate-papo com atores Filipe Bragança, Giovana Cordeiro e diretor da Vitrine Filmes, Felipe Lopes. Mediação Gabriela Correa
QUINTA-FEIRA, 20/06
10h – Masterclass de Distribuição e Mercado com Felipe Lopes (50 vagas)
SESSÃO ESPECIAL
Meu Sangue Ferve Por Você
(Biografia/Musical/Romance/Brasil/2024/1h30min)
de Paulo Machline com Filipe Bragança, Giovana Cordeiro, e Felipe Lopes
Sinopse: Meu Sangue Ferve Por Você narra a história da paixão de Sydney Magal (interpretado por Filipe Bragança) à primeira vista com Magali West ( Giovana Cordeiro), que teve início em 1982, com uma troca de olhares em um concurso de beleza. Nascido e criado em uma família de artistas, Sydney iniciou sua carreira em casas noturnas nos anos 70 e 80, estourando como um cantor de músicas românticas e, principalmente, sensuais. Dividindo o palco com nomes como Alcione e Emílio Santiago, conseguiu alcançar uma popularidade equivalente a de um mito, tal qual a de Roberto Carlos. Para conquistá-la, ele precisará vencer a resistência do empresário, além da desconfiança da família, dos amigos e da própria amada.
Com estreia em 20 junho, longa mostra a criação e transformação de um clube de motoqueiros dos anos 1960, ao longo de uma década
Foto divulgação
Clube dos Vândalos, novo longa da Universal Pictures que estreia dia 20 junho e é estrelado por Austin Butler, Tom Hardy e Jodie Comer, poderá ser visto além das telas de cinema. O filme, que narra a história de um clube de motociclistas de Chicago, Vândalos, ganhou uma exposição de fotografias exclusivas, com cliques realizados durante as filmagens e que fazem referência ao livro homônimo de Danny Lyon, que deu origem ao filme.
A mostra exclusiva, que teve início no último fim de semana, no festival Against The Wind em Curitiba (PR), chegou a São Paulo hoje, onde ficará durante todo o mês de junho.
Sobre o filme: Clube dos Vândalos acompanha a jornada de um clube de motoqueiros do centro-oeste americano, os Vândalos. Através da vida de seus membros, o filme narra, ao longo de uma década, a transformação do clube, de ponto de encontro de motoqueiros à margem da comunidade local, no início, à gangue sinistra que ameaça e coloca em risco até o modo de vida autêntico e único do grupo original.
Evento gratuito reúne 10 bandas por dia no maior festival de rock autoral do DF
Neste fim de semana a Torre de TV se transforma no reduto do rock brasiliense. A organização divulgou a programaçãooficial do Fest Rock Brasília, que ocorre no sábado (15/6), a partir das 16h, e no domingo (16/06), a partir das 15h. O line-up reúne 20 atrações, que subirão ao palco do maior festival de rock autoral do Distrito Federal e Entorno.
Pravda
Dezesseis artistas foram selecionados entre os mais de 200 inscritos no chamamento público, realizado entre os dias 20 e 29 de maio. Como o Fest Rock Brasília também tem a proposta de promover inclusão e diversidade do cenário rock do DF, oito das atrações têm vocal feminino, sendo duas formadas exclusivamente por mulheres, seis grupos têm pelo menos um integrante negro ou LGBTQIAP+ e quatro têm pessoas com deficiência (PCD) em sua composição.
A comissão de jurados do Fest Rock Brasília foi formada por profissionais experientes da cena do rock brasiliense: Felipe Vitelli (Presidente do Conselho de Cultura/DF); Geldo Araujo (Produtor Cultural e Professor); Marcos Pinheiro (Jornalista e Produtor do Cult22); Raffaela Ferrugem (DJ e Produtora Cultural); Táta Cavalcanti (Produtora Cultural); e Alexandre Costa (Produtor Cultural).
Nata Violeta
A programação traz ainda quatro bandas veteranas, que estavam paradas e voltaram para uma apresentação especial: 5 Generais, Nata Violeta, Pravda e Brasília Metal Legends, grupo que reúne musicistas diversos para homenagear bandas de heavy metal brasiliense dos anos 1980 e 1990. A seleção foi encabeçada pelo coordenador artístico do festival, Philippe Seabra.
Com entrada franca, o Fest Rock Brasília ocorre em celebração ao Dia do Rock Brasiliense, comemorado em 27 de março e criado pela Lei de iniciativa do Deputado Ricardo Vale, nº 7.386/2024.
SERVIÇO: Fest Rock Brasília Quando: 15 e 16 de junho (sábado e domingo) Horários: Sábado, das 16h às 00h. Domingo, das 15h às 23h Local: Torre de TV (Eixo Monumental) Classificação indicativa: livre Mais informações: https://festrockbrasilia.com.br/
PROGRAMAÇÃO:
Sábado, 15 de junho – a partir das 16h:
WILD HUNT DEVICE CORUJONES SECONDS OF NOISE CAOS LÚDICO DETRITO FEDERAL JOE SILHUETA BRAZILIAN BLUES BAND 5 GENERAIS PRAVDA
Domingo, 16 de junho – a partir das 15h:
XAVOSA MITSEIN MIV KIDSGRACE BINARIOUS OS CABELODURO HAYNNA E OS VERDES MARIANA CAMELO NATA VIOLETA BRASÍLIA METAL LEGENDS
Realização: Instituto Latinoamerica e Capital do Rock Produções Apoio cultural: Setorial Cultura Rock Parceria: Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal através do Termo de Fomento 24/2024 – Processo Nº 00150-00002394/2024-93
O trecho entre a 504 Sul e o Espaço Infinu, na 506 Sul ficarão fechados para a celebração junina, com quadrilhas e atrações musicais, sábado (15/6) e domingo (16/6).
crédito Sesc-DF
A W3 Sul vai virar neste final de semana vai virar arena de São João. O projeto Sesc + W3 retorna neste sábado (15/6) e domingo (16/6), das 15h às 21h, no trecho entre o Sesc Alberto Vilardo, na 504 Sul, e o espaço Infinu, na 506 Sul.
O evento, que é gratuito e aberto ao público, terá 13 atrações musicais e oito grupos de quadrilha se alternando nos dois palcos. Os trabalhos começam com uma etapa especial oficial da Liga Independente das Quadrilhas Juninas do DF e Entorno — a única no Plano Piloto neste ano. Apresentam-se os seguintes grupos juninos: Arroxa o Nó, Rasga o Fole, Xique Xique; Caipirada, Formiga da Roça; Ribuliçu; Mala Véia e Arraiá dos Matuto.
O público também vai poder curtir os ritmos tradicionais do período com as atrações musicais confirmadas para o encontro, entre elas As Fulô do Cerrado, Forró Cobogó, Orquestra de Rabecas, Orquestra Sanfônica e Maísa Arantes.
Sesc Tradições Juninas
O circuito de festas juninas do Sesc vai até 06 de julho, percorrendo todas as unidades do Sesc-DF. Serão 13 eventos no total. A festa tem agitado Brasília com uma programação com comidas típicas, quadrilhas e shows de grandes nomes da música brasileira, como Joelma, Banda Djavú e Frank Aguiar.
O público poderá acompanhar todas as informações sobre a distribuição de ingressos para esses dois grandes shows pelo site do Sesc-DF e pelas redes sociais da instituição.
Tudo pronto para o Arraiá Casapark 2024, que já faz parte do calendário das tradicionais festas populares da cidade. Este ano são esperadas 2 mil pessoas que vão se divertir com as barraquinhas de comidas e bebidas típicas, quadrilhas e shows. O Arraiá Casapark acontece no dia 29 de junho, sábado, das 16h às 22h, e tem projeto de Valéria Leão e programação para crianças com brinquedos e brincadeiras em parceria com o site Roteiro Baby.
Os ingressos estão à venda no Sympla aqui e custam R$60,00 (inteira) e R$30,00 a meia-entrada mediante doação de 1kg de alimento não perecível ou de um agasalho. Crianças com até 12 anos não pagam. As doações serão entregues à instituições que cuidam de pessoas em situação de vulnerabilidade social. Para as crianças, o Arraiá terá brincadeiras e brinquedos com curadoria do Roteiro Baby.
O Casapark fica no SGCV Lote 22, Park Sul – Brasília. Telefone: (61) 3403-5300.
Foto Claraboia Filmes
Serviço:
Arraiá Casapark 2024
Festa junina com shows, quadrilha, comidas típicas, brinquedos e brincadeiras para adultos e crianças
Onde | Estacionamento da Cobasi do Casapark
Quando | 29/06, das 16h às 22h
Ingressos | R$60,00 (inteira) e R$30,00 (meia-entrada solidária mediante a entrega de 1 kg de alimento não perecível ou agasalho
Uma das principais festas juninas do DF reúne renomadas bandas da capital em noites que prometem ser inesquecíveis
Foto divulgação
Eleito um das maiores festas juninas do Distrito Federal pela Câmara Legislativa do Distrito Federal, o São João do Guará ocorre na próxima semana, de 20 a 23 de junho. Nesta sétima edição, com a expectativa de receber cerca de 50 mil pessoas ao longo do evento, o tema é “Raízes do Sertão” e as bandas de forró pé-de-serra já estão confirmadas.
No primeiro dia de relabucho, quem faz o som é o trio Lampião Elétrico. Comandados pelo sanfoneiro Ricardo Rodrigues, o grupo se define como cabras arretados que fazem um forró contagiante, singular e cheio de poesia.
Radicada em Brasília, a banda dá uma nova roupagem do forró pé-de-serra, mas sem perder a essência do ritmo, sempre fazendo um resgate de músicas de Luiz Gonzaga e Dominguinhos, entre outros.
No dia 23, quem encerra a festa é o Bacurau Arretado. Jovens músicos que mostram a reinvenção do forró na capital federal e renovam o repertório, mas sem esquecerem-se das canções tradicionais do sertão brasileiro.
Formado por Dhiogo Bacurau (zabumba) e Thiago Querosene (triângulo), o Bacural promete um show repleto de ritmo, diversão e emoção.
Lançada no ano passado, a canção “Um Amor de Verdade” é a grande aposta da dupla para esta temporada. “Ela propaga às pessoas amor e leveza. O ambiente muda quando tocamos essa música”, conta o zabumbeiro Dhiogo.
Muito mais por aí A agenda do 7º São João do Guará, ainda conta com outras atrações. No dia seguinte a abertura do evento com o Lampião Elétrico, também sobe ao palco o Forrozão Bota pra Moer, com Adriano Teclas e a musa Priscila Arêba.
A tradicional banda goiana Farinha com Rapadura apresenta seu trabalho em 22 de junho. Eles fazem a festa com a Quadrilha Pinga em Mim.
Encarra a celebração, no dia 23, além do Bacurau Arretado, com muito xote, baião e xaxado; a tradicional Quadrilha Chapéu de Palha, uma das mais aguardadas pelo público quando chega esse período de festas juninas.
“Ainda estamos preparando mais algumas atrações de destaque para completar a programação”, ressalta Mayara França, uma das responsáveis pela organização do 7º São João do Guará. “Alguns trios de forró, mais quadrilhas e outras novidades estão sendo preparadas para as quase 50 mil pessoas que estamos esperando receber ao longo dos quatro dias arraiá”, completa.
Banda Bacurau Arretado
Serviço 7º São João do Guará 20 a 23 de junho A partir das 17 horas EQ 30/19 – Guará II (ao lado do Edifício Consei) Ingressos: R$ 25 Disponíveis no Sympla Classificação indicativa livre
Lançamento da loja pop-up anuncia novidades da coleção de lifestyle, reúne motoclubes, imprensa e autoridades
Foto divulgação
O Capital Moto Week invadiu o Iguatemi Brasília na noite desta terça-feira (11) já aquecendo os motores para o maior festival de Moto e Rock da América Latina. Representantes de motoclubes de todo o Brasil, jornalistas, influenciadores e autoridades se reuniram na festa de abertura da Loja Conceito CMW e lançamento da nova coleção. Com ambientação artística, o espaço chamou a atenção, ao abrir suas portas para os adeptos do estilo de vida da liberdade. O coquetel, que atraiu 300 pessoas, promete ser uma prévia da experiência na Cidade da Moto.
Foto divulgação
“Este encontro celebra a pluralidade do espírito do festival. O lançamento da loja é um momento para aquecer os motores e planejar cada instante que será vivido durante o festival. Agradecemos ao Iguatemi Brasília por acolher nosso público e se tornar o ponto de encontro do lifestyle Moto Week. Esta noite é uma prévia das emoções que viveremos juntos, vamos despertar nosso lado Moto Week”, afirmou Juliana Jacinto, organizadora do CMW.
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O evento revelou o conceito clean da loja, com cores que evocam aconchego e bem-estar. O espaço, decorado com poltronas e sofás de couro, serve como um ponto de encontro. Além de expor produtos exclusivos da coleção e abrir a bilheteria física de ingressos, inclui uma exposição de arte com obras de artistas da Capital. “Nossa loja conceito envolve o público com uma atmosfera moderna e urbana, traduzindo nosso conceito de liberdade, espírito e tradição em um ambiente onde os visitantes podem se sentar, conversar e ampliar a experiência.
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Com murais do artista urbano Fernando Elom (@elom.ceilandia), a loja integra peças autorais desenvolvidas com materiais recicláveis e reforça a proposta de sustentabilidade amplamente praticada pelo CMW. Dentro do conceito artístico do espaço, a mostra de artes de Hugo Ximenes traz mesa, guitarra e luminária estilo industrial, produzidas com peças de metal de carro, moto, trator e ferramentas. Virginia D’arc assina o mobiliário, complementando a experiência ao consumidor.
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Serviço
Loja Conceito | Capital Moto Week 2024
Quando: 12 de junho a 27 de julho
Onde: Iguatemi Brasília | Piso Térreo | Próximo ao Cinema
Horário de Funcionamento: segunda a sábado, das 10h às 22h. Domingos, das 14h
Grupos de todas as regiões do Brasil estão contempladas no line up recheado com mais de 110 shows de rock da melhor qualidade
Foto Vitor Brandão
Conhecida como a capital do rock, de onde saíram grandes expoentes do gênero, como Legião Urbana, Capital Inicial, Paralamas e Plebe Rude, Brasília continua a se destacar no cenário da música nacional. Desta vez, nos palcos do Capital Moto Week: das mais de 90 bandas que tocarão na ‘Cidade da Moto’, 52 são do Distrito Federal, refletindo o DNA de fomento à cultura e a tradição roqueira da região. Dentre elas, Raimundos é a banda brasiliense de maior projeção nesta edição, que abrirá os headliners do festival. Ao todo, serão mais de 110 shows de diferentes vertentes do gênero ao longo dos 10 dias de programação. Os ingressos estão disponíveis na https://www.bilheteriadigital.com/capitalmotoweek
“O Capital Moto Week sempre se preocupou em abrir o palco principal para a expressão musical local. A forte representação do DF no lineup reforça esse compromisso”, avalia Pedro Franco, organizador do CMW. Daqui saíram grandes bandas do rock nacional, como Capital Inicial, Paralamas e Peble Rude, que já tocaram nos palcos do CMW, além de Legião Urbana, Aborto Elétrico e inúmeras outras. “Ao incentivarmos novas gerações de músicos, mantemos o rock vivo não apenas no nosso quadradinho, mas no Brasil”, acrescenta Franco, destacando a autenticidade e sintonia com o público do festival.
Os Raimundos são o grande destaque entre as bandas do DF nesta edição. O grupo, que já brilhou na ‘Cidade da Moto’ outras vezes, é sempre bem recebido com repertório de clássicos que marcaram gerações. Entre os headliners, eles serão os primeiros a acelerar no maior palco do Centro-Oeste, no dia 18 de julho. “Além de valorizar nossa cidade, o Capital Moto Week fomenta a cultura autoral de todo o Brasil”, elogia o vocalista, Digão.
Mas a estreia brasiliense no palco principal ficará a cargo da banda Amanita Muscária, que se apresentará no dia 18 às 20h. Na sequência, o esquenta para a grande atração da noite, Raimundos, terá a assinatura da Querela, com seu rock alternativo e nuances de stoner rock. “Estrear em um festival dessa magnitude e já no palco principal é o sonho de toda banda autoral. Estamos prontos para fazer deste show uma experiência memorável para todos”, revela Gustavo Vellame, guitarra e voz da banda. Ao lado dele, estão Raul Lisboa (guitarra), Rodrigo Ribeiro (bateria) e Bruno Pires (baixo).
Rock, atitude e voz marcante é o que Cezar Degraf levará ao maior palco do Centro-Oeste no dia 19 de julho. Já no dia 20, subirão ao palco principal as veteranas Bartô Blues e Distintos Filhos. A arena Moto Week será tomada, no dia 21, pela mistura de thrash metal e hardcore da banda Mofo. Quem toma a cena no dia 25 é Guizão, considerado um artista emergente do rock brasileiro. Junto dele, o produtor e multi-instrumentista Todd Henrique forma letras carregadas de emoção e comentários sociais. Lúpulo e os Cereais não maltados entram com todo seu pop rock dos anos 80 no dia 26.
O palco temático Rock Saloon cederá seu espaço e charme para os grupos brasilienses: Classic Ballads, Claquettes, Baby Meu Bem e os Brotos do Jacaré, Claptone, Old is Cool, X Blues Band, Procurados Blues Band, Arcablues, Brazilian Blues Band, Blues Container, Giovanni Maurizio and The Ghost Riders Country Band, N.O.B., Baú Revirado, Banda Dorotéia, Isabela Bianor, Banda Classic Rock e Quinta Essência.
Quem levará a sintonia Moto Week para o Palco Pepsi será Cabaré Blues, Lâmina com Projeto Bandokê, Banda Cimeria, Kadu Araújo Quarteto, Celsera, Rafael Z TRIO. Outro destaque dentro do complexo CMW, o palco Lady Bikers será dominado pelas bandas Maré, Molinas e Lumme nos dias 20, 26 e 27, respectivamente. Os selecionados do DF e dos demais estados brasileiros tocarão em um dos cinco palcos da ‘Cidade da Moto’, se juntando aos já consagrados headliners Raimundos, CPM 22, Humberto Gessinger, Sepultura, Detonautas, Call The Police, Fernanda Abreu e Blitz.
Foto Vitor Brandão
Representatividade nacional
Para chegar aos palcos do Capital Moto Week, os brasilienses participaram da maior seletiva de bandas da história do festival, foram 1.391 inscritos de todas as regiões do Brasil. Foram avaliados pela sua música autoral, expressão da banda, presença no palco, além da sintonia com o público e com o line up desta edição. As bandas selecionadas representam a amplitude geográfica e cultural do rock no Brasil. O Centro-Oeste lidera com 57 bandas, seguido pelo Sudeste com 22, Sul com três, Norte e Nordeste com uma banda cada. Depois do DF, SP e MG terão 12 e sete bandas. Representante internacional, os canadenses da Bad Communicators apresentarão sua mistura de punk e rock.
Foto Vitor Brandão
Sobre o Capital Moto Week 2024
De 18 a 27 de julho, Brasília será palco do Capital Moto Week, maior festival de motos e rock da América Latina. Inspirado na edição histórica de 20 anos, o CMW aposta na diversidade, talento e energia nos 10 dias de programação, com mais de 100 de shows de diversas vertentes do rock. A Cidade da Moto ocupará 300 mil m² no Parque de Exposições da Granja do Torto. A expectativa é receber mais de 800 mil pessoas, 350 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o mundo. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero (Zero Waste Alliance), zera emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva.
Motociclistas sem garupa e pilotando não pagam | Motos com garupa entram grátis de segunda a sexta-feira até as 18h e, aos sábados e domingos, até às 15h | Crianças de até 12 anos não pagam, desde que acompanhadas de seu responsável | Menores de 16 anos somente acompanhados de um responsável legal | Ingresso solidário é concedido para quem levar lixo eletrônico ou 1kg de alimento não perecível | PCD tem acesso grátis e, se necessitar de acompanhante, este também tem gratuidade | Pessoas 60 anos ou mais têm direito à meia-entrada | Obrigatória apresentação de documento de comprovação válido de meia-entrada no momento do acesso.
Foto Vitor Brandão
Serviço
Capital Moto Week 2024
Quando: 18 a 27/07/2024 Onde: Parque Granja do Torto | Brasília (DF)
Os ingressos para o primeiro dia do SuperJazz Festival já estão liberados! Não perca o show incrível de Ellen Oléria nesta quarta-feira, 12 de junho, em comemoração ao Dia dos Namorados.
Nos dias 14 e 15 de junho, o clube abre as portas para muita dança, comilança e diversão em uma tradicional festa junina. O forró está garantido com grupos locais e nacionais. Ingressos no Sympla.
Pegue seu chapéu de palha e prepare sua roupa quadriculada. O arraial do Minas Tênis Clube chegou. Nos dias 14 e 15 de junho, o clube traz uma das festas juninas mais tradicionais de Brasília, com barraquinhas de comida típica, quadrilha, decoração temática e shows de grandes nomes do forró nacional. No primeiro dia de festa, sexta (14), tem Trio Dona Zefa (SP) e também Denys Viola abrindo os trabalhos, já no sábado (15), muito forró pé de serra com o grupo brasiliense Cobogó, revezando o palco com Denys Viola.
“Forró do Talarico” e “Cinturinha dela” são sucessos do Trio Dona Zefa, cantados nos quatro cantos do Brasil pelos amantes do forró de serra. O grupo composto por Murilo Ramalho (zabumba), Danilo Ramalho (vocal) e Milla do Acordeon (sanfona), esbanja ritmo e carisma nos seus shows. No repertório, além de sucessos autorais do Trio Dona Zefa, o Forró Cobogó também anima a festa com composições autorais e sucessos do ritmo com raízes nordestinas, eternizados por Luiz Gonzaga, Dominguinhos e Jackson do Pandeiro.
Van carregada com a história do Rio Grande do Sul chega à Expotchê
O casal Márcia Martins e Luiz Alfredo Borges viajou 2100 km de Porto Alegre a Brasília para compartilhar a literatura sobre o Rio Grande do Sul durante a 31ª Expotchê, que acontece de 07 a 16 de junho no Pavilhão do Parque da cidade. Na van, ou na livraria itinerante, cerca de 200 títulos e 1500 livros carregam parte importante da produção literária do estado, em seus mais variados formatos e estilos a preços acessíveis. Representando o mundo literário, a Martins Livreiro Editora participará da Expotchê, de 07 a 16 de junho.
O momento é de desfrutar de uma oportunidade importante em tempos de desafios ainda insondáveis para os gaúchos. “A Expotchê dá a força que precisamos neste momento. Já participamos de várias edições e esta se tornou imperdível, inclusive porque vários eventos dos quais participamos em nosso estado foram cancelados por causa das enchentes”, afirma Márcia Martins, da Martins Livreiro Editora.
Para Brasília, a Martins Livreiro Editora trouxe livros de história, geografia, romances e obras sobre a linguagem do gaúcho, por exemplo. Entre eles, “Ferramenta Segunda”, de Fernando Quadrado Leite; Revolução Farroupilha, de Luiz Alfredo Borges; “Mimosas- um romance de amor ao campo”, de Waldemar Menchick Junior; “História do Rio Grande do Sul”, de Sandra Jatahy Pesavento e “Como diz o gaúcho”, de Severino Rudes Moreira.
Sobre a Martins Livreiro Editora
A editora surgiu a partir do trabalho de Manoel Martins, pai de Márcia, ainda nos anos 60, comercializando, exclusivamente, títulos que abordavam o Rio Grande do Sul. Com iniciativa e desprendimento, Manoel iniciou seu percurso num pequeno caminhão carregando e vendendo livros como ambulante. Na verdade, começava a distribuir cultura pelo Rio Grande afora.
Com o tempo, passou a editar obras já desaparecidas. E graças à sua visão empresarial e devoção ao pago sulino, foi possível conhecer, ler e reler a Seleta em Prosa e Verso, de Alfredo Clemente Pinto; o Voluntários do Martírio, de Ângelo Dourado, e o Antônio Chimango, de Amaro Juvenal. Márcia e Luís fizeram desse legado uma missão de vida.
Em razão do momento atual no mercado livreiro, a Martins Livreiro Editora sentiu-se na obrigação de modernizar seu atendimento, criando uma loja virtual a fim de atender os clientes de todo o canto do Brasil. Buscando, ainda, melhor atender sua clientela nos diversos eventos em que participa anualmente, implementou na sua frota de automóveis uma livraria móvel, assim como fazia Manoel Martins, quando essa linda história começou.
Sobre a Expotchê
Pela 31ª vez, a Expotchê movimentará a capital do país com a cultura, tradição e pujança do Rio Grande do Sul (RS). Realizada pela Rome Eventos, ininterruptamente, desde 1992, a Expotchê é sempre sucesso de público, e este ano a expectativa é de uma visitação ainda mais expressiva, considerando a solidariedade manifestada pelos brasileiros ao povo gaúcho nestes tempos desafiadores. Segundo Rômulo Mendonça, diretor-geral da Rome Eventos, são esperadas cerca de 150 mil pessoas em 10 dias. Com o slogan “Juntos pelo Sul”, a Expotchê recebe expositores de mais de 40 municípios gaúchos que se superaram em meio à maior crise do estado para participar do evento. Em destaque, ações de apoio ao artesanato e turismo do RS, arrecadação de doações para os desabrigados e ingresso solidário que dá direito à meia-entrada. Além de estandes e espaços temáticos, a Expotchê destaca atrações como Nenhum de Nós, Chimarruts, Elton Saldanha, Le Farfalle, Grupo Tholl, Grupo Ana Terra, Overdriver Duo, Gurias Gaúchas e apresentações de projeção folclórica.
Márcia Martins e Luiz Alfredo Borges, da Martins Livreiro Editora
SERVIÇO
31ª Expotchê Data: de 07 a 16 de junho
Local: Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade
De segunda à sexta: das 16h às 23h (entrada gratuita das 16 às 17h)
Sábado e domingo: das 11h às 23h
Ingresso: R$20 (meia-entrada e ingresso solidário)
Pessoas com deficiência: acesso gratuito (acompanhante paga meia-entrada)
Indicação: livre
*comprovante de doação feita a qualquer momento de um mínimo de R$ 5 ao pix oficial de doações (Banrisul), dá direito à meia-entrada
A comissão julgadora do Brasília Independente 2024 comunica que houve uma desclassificação na competição por falta de cumprimento de todos os itens do regulamento. Por conta disso, a banda RZS se junta aos participantes desta etapa do festival.
Foto divulgação
Segue a lista atualizada
Alberto Salgado Brazilian Blues Band Danuza Borges Desonra RZS Encosta N’eu Estany Liberté Grupo Mesô Grupo Moleque Grupo Patacorí Grupo Real Samba Hellen Juan Parada Kiko Santana Kirá Laady B Lu Arau Luiza Gogoia Marcos Alberto Filho Mariana Camelo Máximo Mansur Preto Cosmo Prince Belofá Rafa Monte Rosa Saraní sozinho no sótão Tonhão Nunes TYAYRO Xavosa Zé Luccas
Estreia no Dia dos Namorados, com Ellen Oléria, DJ Barata e Coletivo Superjazz
De 12 de junho a 24 de julho, sempre às quartas, a partir das 17h
Os jardins do CCBB Brasília se transformam em palco para o Superjazz Festival, uma celebração do jazz e da música afro-brasileira que reúne artistas, bandas e DJs, unindo estilos e gerações, que ao longo de sete semanas, sempre às quartas-feiras, a partir das 17h prometem conquistar e encantar o público. A entrada é gratuita, mediante emissão de ingresso no site www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física.
A estreia marca o Dia dos Namorados (12) e traz para a abertura uma das grandes vozes jazzísticas da nossa cidade: Ellen Oléria, que interpreta repertório que reverencia outra grande diva, Nina Simone. A abertura conta ainda com discotecagem do icônico Dj Barata, do Coletivo Criolina, e os Djs da rádio SuperJazz.
E na programação do Superjazz Festival, até 24 de julho, nomes como Brasília Samba Jazz convida Ana Beatriz e Pedro Vasconcellos, Brasília Ska Jazz Club convida Julia Carvalho, Coletivo Superjazz, Daniel Rodrigues convida Tereza Lopes, Flor Furacão e Forró Jazz do Cerrado convida Junior Ferreira, Iara Gomes, Indiana Nomma, Jhoninha Medeiros Big Band, Passo Largo convida Sombrio, Paulo Black 4teto convida Kaleb Mesmo, Trio Nós 3 convida Debora Sasb e Sofia de Faveri e Real Gang convida Vinicius Chagas.
Além dos shows, o projeto conta com os Djs Cacai Nunes, Homero da Cuíca, Jungle Julia, Kashuu, Odara e Wash para garantir a trilha sonora que vai ambientar um dos mais belos cenários de pôr do sol da capital federal. A dupla de radialistas e Djs do Coletivo Superjazz, Dudão Melo e Mario Sartorello, estão à frente da rádio Superjazz Festival, que durante toda a temporada do evento, entre um show e outro, conta fatos e histórias do mundo do Jazz e dos artistas do festival.
O jazz é considerado um dos estilos mais inovadores e influentes criados no século XX, principalmente, por ser baseado na improvisação e na fusão de diferentes culturas musicais. Por mais de 100 anos ele sempre mudou, originando novos ritmos, até chegar no século XXI mais vivo do que nunca, rompendo barreiras, agora buscando novos limites entre o acústico e o eletrônico, o analógico e o digital. E é em busca do “Jazz de Hoje” que caminha musicalmente o Superjazz Festival, seja nas suas apresentações ao vivo ou nas discotecagens. O festival abre espaço tanto para artistas mais experientes quanto para uma nova geração que enxergam no jazz e na música afro-brasileira um ponto de partida para novas experimentações musicais.
Com curadoria de Dudão Melo, que também é idealizador do Eixão do Jazz, o festival marca os vinte anos do Coletivo Superjazz, que assina a produção e o slogan do festival: Jazz é amor! “Vamos trazer o universo generoso e inclusivo do Jazz, buscando nesse estilo a universalidade da música Afro Americana, que com certeza traz também a influência da música Brasileira na sua gênese. Traremos grandes expoentes deste estilo do DF, a fim de valorizar a vasta cultura musical por traz dessa rica cena de música instrumental”, explica Dudão Melo.
Sobre as atrações da estreia
Ellen Oléria (@ellenoleria)
Com mais de 20 anos de carreira, a artista acumula prêmios em festivais e 6 discos lançados. Já fez apresentações em todo o Brasil e no exterior, como Espanha, França, Angola, Inglaterra, Japão e Taiwan. Em seu recente trabalho musical, a artista combina ritmos brasileiros como samba, carimbo, forró, com timbres e arranjos contemporâneos. Conhecida pelo público por seu timbre cintilante, a nação e repertório brasileiríssimo, a soprano dramática Ellen Oléria condensa em sua performance o que o povo brasileiro reconhece como seu: entusiasmo e um sorriso que nunca sai do rosto iluminando cada canção que canta.
Dudao Melo
Dj Dudão Melo (@dudaomelosuperjazz) Dudão Melo é radialista e produtor musical. Há 25 anos coleciona discos e tem uma pesquisa que tem o jazz como ponto de partida e se estende à música Brasileira, eletrônica e Afroglobal.Já Foi diretor de gravadoras como Sambaloco/Trama/Batida Sossegada e produtoras como Visualfarm/Bamba music. Atuou como gerente artístico de casas de Sp como Bar Brahma, Afrospot e Sarajevo. Já́ discotecou em Nova Orleans, Nova York, Luanda/África, Cidade do México, Buenos Aire e cidades pelo Brasil. É um dos produtores do programa Jazz masters, na Alpha Fm de Sp/Bsb e outras 33 rádios.
Dj SartÔ (@mario.sarto) Radialista profissional há mais de 25 anos, atua também nas áreas de curadoria musical e produção de eventos. Como músico, atuou como saxofonista em grupos diversos, chegando a gravar três discos com o grupo Araketu, além de grupos de música instrumental em Salvador (BA). Como DJ, SartÔ participa de projetos, festas e eventos, entre eles como DJ residente do Coletivo Superjazz.
Dj Barata (@rodrigobarata) Barata é um dos fundadores do Coletivo Criolina, que atua em Brasília, outros estados e países há 19 anos, realizando shows, festas, festivais, curadorias, programas de rádio, tv e web, festas de rua, blocos de carnaval e ativismo cultural. Mantém um acervo de vinis e foi um dos gestores da Cervejaria Criolina, importante casa de shows em Brasília. Seu repertório é um passeio pela música brasileira nova, velha, eletrônica, orgânica e todas as influências que ela recebeu dos vizinhos latinos e do além-mar africano e balcânico.
SOBRE O CCBB BRASÍLIA
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana.
Desde o final de 2022, o CCBB Brasília, se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, sendo que no ano de 2023, obtivemos a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
A conquista atende à Ação 24 da Agenda 30, que tem por objetivo reforçar a gestão dos programas, iniciativas e práticas ambientais e de ecoeficiência do BB e demonstra o alinhamento do CCBB Brasília a estratégia corporativa do BB, enquanto espaço de difusão cultural que valoriza a diversidade, a acessibilidade, a inclusão e a sustentabilidade porque transformar vidas é parte da nossa cultura.
Confira a programação completa:
12/6
17h Sunset com Dj Barata
18h Radio Superjazz com Djs Dudão e Sartô
19h Ellen Oléria
19/6
17h Sunset com Dj Odara
18h Real Gang convida Vinicius Chagas
19h15 Radio Superjazz
19h45 Indiana Nomma
26/6
17h Sunset com Dj Cacai Nunes
18h Trio Nós 3 convida Debora Sasb e Sofia de Faveri
19h15 Radio Superjazz
19h45 Flor Furacão e Forró Jazz do Cerrado convida Junior Ferreira
03/7
17h Sunset com Dj Homero da Cuíca
18h Coletivo Superjazz
19h15 Radio Superjazz
19h45 Daniel Rodrigues convida Tereza Lopes
10/7
17h Sunset com Dj Wash
18h Iara Gomes
19h15 Radio Superjazz
19h45 Jhoninha Medeiros Big Band
17/7
17h Sunset com Dj Jungle Julia
18h Brasília Ska Jazz
19h15 Radio Superjazz
19h45 Passo Largo convida Sombrio
24/7
17h Sunset com Dj Kashuu
18h Paulo Black 4teto convida Kaleb Mesmo
19h15 Radio Superjazz
19h45 Sandro Souza & Brasília Samba Jazz convidam Ana Beatriz e Pedro Vasconcellos
Ouça a playlist do Superjazz Festival no Spotifyaqui
Ellen Oléria
Serviço
Superjazz Festival
De 12 de junho a 24 de julho
Horários:
Sempre às quartas-feiras
A partir das 17h
Ingressos gratuitos, mediante retirada no site www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília. Os ingressos estarão disponíveis a partir das 12h do dia anterior a cada evento, terças feiras.
Local: Área externa do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul
Campanha “Amor é a menor distância entre dois corações” presenteia público com uma manta e sorteio de uma viagem para Campos do Jordão, além de um vale compras no valor de R$ 3.000
Considerada a data mais romântica do calendário, o Dia dos Namorados chega ao JK Shopping celebrando os casais apaixonados com a campanha “Amor é a menor distância entre dois corações”. Até o dia 16 de junho, na promoção Compre e Ganhe, a cada R$ 400 em compras, o shopping presenteia os clientes com uma manta Elegance. Já na promoção Compre e Concorra, a cada R$ 200 em compras, o participante recebe um número da sorte para concorrer a um vale viagem (casal) exclusivo da CVC para Campos do Jordão e um vale compras no valor de R$ 3.000.
Para a troca da manta e participação no sorteio, basta cadastrar as notas fiscais no aplicativo Wynk e dirigir-se ao ponto de trocas, localizado no balcão de informações – Piso L1 para validar o QR Code que aparecerá no celular e retirar o brinde. O limite é de uma manta por CPF e o sorteio acontece no dia 19 de junho.
“Estamos muito animados em proporcionar aos nossos clientes uma experiência única neste Dia dos Namorados. A viagem é uma forma de celebrar o amor e proximidade e estamos felizes em poder oferecer essa oportunidade que, certamente, criará memórias para toda a vida”, afirma Eliza Ferreira, superintendente do JK Shopping.
Happy hour no JK
Pensando em proporcionar um momento descontraído e cheio de amor, no dia 12 de junho, o centro de compras promove um Happy Hour de Namorados. A programação acontece das 18h às 22h, na Praça de Alimentação (Piso L3) do JK Shopping e conta com decoração temática, shows ao vivo com Kaio Oliveira e Flávia Lindgren, apresentação e animação com o locutor Dodô e a palhaça Casarina, que distribuirá prêmios e brincadeiras para animar os casais. A data ainda promete ofertas de pratos exclusivos em restaurantes selecionados do centro de compras. A entrada é gratuita e aberta ao público.
Vitrine de presentes
As vitrines das lojas do JK Shopping estão recheadas de novidades para os enamorados garantirem os presentes em comemoração a data. O que não faltam são opções que vão desde vestuário, perfumaria, cosméticos, calçados, acessórios e presentes tecnológicos.
As lojas Vivara, Damyller, Melissa, Império das Maquiagens, Santa Lolla, Puket e 55rj, são algumas das 160 operações que estão com coleções dedicadas para a ocasião. Com o objetivo de apoiar os clientes em suas escolhas, o JK Shopping disponibiliza uma vitrine virtual com diversas opções de presentes.
Boas expectativas
Otimista, o JK Shopping espera um crescimento significativo em vendas e movimentação. Segundo Eliza Ferreira, superintendente do shopping, os lojistas estão preparados para atender a alta demanda com seus estoques reforçados e produtos diferenciados, prezando sempre pela qualidade. “A expectativa é superar em mais de 10% o volume de vendas e movimentação em comparação a campanha do ano anterior”, pontua.
Ainda segundo Eliza, as ações desenvolvidas para o Dia dos Namorados foram preparadas para entregar ao público experiências que valorizem o romantismo que simboliza a data. “Lançamos uma campanha que celebra o amor, aproximar as pessoas e valorizar os momentos compartilhados. Nosso objetivo é encantar o consumidor, transformando uma ida ao shopping em uma experiência inspiradora, além de gerar resultado para os nossos lojistas, impulsionando as vendas através das ações promocionais”, conclui.
SERVIÇO: Dia dos Namorados JK Shopping
Amor é a menor distância entre dois corações
Compre e Concorra
A cada R$ 200 em compras, o participante recebe um número da sorte para concorrer a um vale viagem (casal) exclusivo da CVC para Campos do Jordão + um vale compras no valor de R$ 3.000.
Data: até 16 de junho de 2024.
Data do sorteio: 19 de junho de 2024.
Troca de notas: Aplicativo Wynk.
Compre e Ganhe
Nas compras acima de R$400, o cliente ganha uma manta Elegance. Enquanto durar o estoque de 1.400 mantas. Limitado um brinde por CPF.
Data: até 16 de junho de 2024.
Retirada do produto: Balcão de informações localizado no Piso L1.
Happy Hour de Namorados
Data: 12 de junho de 2024.
Local: Praça de Alimentação — dois palcos.
Atrações: Kaio Oliveira e Flávia Lindgren.
Apresentação: Dodô.
Dinâmica: distribuição de prêmios e brincadeiras com Casarina a palhaça casamenteira para animar os casais, além da oferta de pratos exclusivos em restaurantes selecionados do centro de compras.
30 artistas e bandas independentes foram escolhidas para participar da semifinal que acontece agora em junho
O Brasília Independente, projeto reconhecido por promover o trabalho de artistas independentes do Distrito Federal e entorno, divulga, finalmente, a lista de músicas selecionadas para participar da edição 2024. Dos cerca de 400 inscritos, foram selecionados 30 artistas, que participarão das eliminatórias: dia 15 de junho, no SESC Gama, e dia 23 de junho, no Sesc Taguatinga. Veja abaixo a lista com 30 selecionados.
Após as etapas semifinais, os vídeos dos 10 finalistas serão exibidos na programação da TV Globo e se apresentarão ao vivo para os jurados, com direito a votação popular pela internet para eleger um vencedor do voto popular.
A grande final, com o anúncio e a premiação dos vencedores, será realizada em um grande show na Praça do Cruzeiro, em setembro, com a participação de uma atração nacional ainda a ser definida. Os três primeiros colocados receberão troféus e prêmios em dinheiro, 10 mil, 5 mil e 3 mil reais, respectivamente.
Além da divulgação das bandas na TV Globo, o Brasília Independente contará com um programa especial sobre o evento ao longo da programação, culminando com a exibição da grande final e o anúncio dos vencedores.
O Brasília Independente está em novo formato. Independente, segue sob coordenação geral da jornalista cultural, Márcia Witczak, e mantém o apoio e parceria com a Programação da TV Globo para exibição das bandas na televisão.
Desde sua criação, o Brasília Independente tem desempenhado um papel fundamental na cena cultural do Distrito Federal, divulgando e incentivando a cena autoral da música local. Mais de 120 bandas de todos os estilos já participaram do concurso, tendo suas performances exibidas pela TV Globo Brasília.
O projeto continua a beneficiar os artistas independentes, mantendo sua essência e objetivos originais, mas traz algumas novidades. Uma delas é que 2024, o Brasília Independente presta uma homenagem ao Rock de Brasília, marcando pontos turísticos da cidade com a trilha sonora que conta a história desse estilo musical na capital. Além disso, institui-se o prêmio “Rota Brasília Capital do Rock” de música independente, reconhecendo a contribuição das bandas para a cena musical da cidade.
O Brasília Independente continua aberto a todos os estilos musicais, mantendo a homenagem como uma reverência ao estilo que colocou Brasília no mapa da música brasileira como a Capital do Rock, destacando-se como uma produtora de música de alta qualidade.
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O evento acontece simultaneamente em 27 países, com 23 filmes, incluindo os 4 curtas-metragens da Competição de Filmes de Terror do Japão e duas séries completas de doramas
O JFF+ apresenta a estreia mundial da versão 4K digitalmente remasterizada de Jungle Emperor Leo (Kimba The White Lion)
A Fundação Japão promove, até 2 de julho (23h59), o Festival de Cinema Japonês Online JFF+ 2024. Nesta terceira edição do evento, 27 países e regiões recebem uma grande variedade de filmes e, pela primeira vez, duas séries completas de doramas: Downtown Rocket e Rikuoh.
Dividido em duas partes, o JFF reserva o período até 18 de junho (23h59) para os filmes e anime. Entre os filmes, estão na programação We Made a Beautiful Bouquet, que explodiu em popularidade entre os membros da Geração Z após seu lançamento, em 2021, e Baby Assassins, que conquistou as redes sociais japonesas, com seu terceiro filme já programado para ser lançado no próximo outono japonês.
Para os fãs da culinária japonesa, School Meals Time Graduation e The Zen Diary trazem a deliciosa cultura gastronômica. Destaque também para a estreia mundial da versão 4K remasterizada digitalmente de Jungle Emperor Leo, também conhecido como Kimba The White Lion, um anime clássico baseado na obra-prima do mangá de Osamu Tezuka.
No período de 19 de junho a 2 de julho (23h59), estarão disponíveis as séries dramáticas de TV (dorama), extremamente populares em todo o mundo. Downtown Rocket e Rikuoh estarão disponíveis na íntegra, cada uma com 10 episódios. São comoventes dramas humanos sobre pessoas que perseguem grandes sonhos, que se tornaram grandes sucessos logo após seus lançamentos no Japão.
“Em meio a uma situação social em evolução no Japão pós-pandemia e após o sucesso retumbante dos vencedores do Oscar, Godzilla Minus One e The Boy and the Heron, selecionamos cuidadosamente títulos que temos certeza ressoarão com o público em todo o mundo. Este ano, o JFF Online disponibilizará filmes e séries de TV para um número recorde de países e regiões, compartilhando o cinema japonês com o mercado internacional”, disse Masafumi Konomi, produtor do JFF.
Além dos filmes e doramas de TV, diversos eventos serão realizados paralelamente ao evento para promover o Festival e o cinema japonês em todo o mundo durante este período. Fiquem atentos à programação no site oficial do evento e no site e redes sociais da Fundação Japão.
FESTIVAL DE CINEMA JAPONÊS ONLINE 2024
Organização
Fundação Japão
Co-organização
Consulados Gerais do Japão
Associação Japan Taiwan Exchange
Datase horários*
• JFF+ primeira parte – 23 filmes, incluindo 4 curtas-metragens da Competição de Filmes de Terror do Japão: de 5 de junho a 18 de junho de 2024 (23h59)
• JFF+ segunda parte – 2 séries de doramas: de 19 de junho a 2 de julho de 2024 (23h59)
Argentina, Austrália, Brasil, Brunei, Camboja, Egito, França, Alemanha, Hungria, Índia, Indonésia, Itália, Laos, China continental, Malásia, México, Mianmar, Nova Zelândia, Peru, Filipinas, Singapura, Espanha, Taiwan, Tailândia, Reino Unido, Estados Unidos e Vietnã
Em 2016, a Fundação Japão, como parte da iniciativa JFF Asia Pacific Gateway, promoveu pela primeira vez o Festival de Cinema Japonês JFF com o objetivo de divulgar a produção cinematográfica de seu país. Esta primeira edição foi realizada em 10 países da Ásia e Austrália. Pouco a pouco, o evento foi se expandindo. Chegou à China e Índia, em 2017, depois para a Rússia, em 2018. Em 2023, o JFF foi assistido por mais de 120 mil espectadores.
Um portal dedicado a compartilhar a emoção do cinema japonês com o mundo. Com conteúdo principalmente em inglês e japonês, é composto por seções trazendo as últimas notícias do cinema japonês, entrevistas, discussões e artigos exclusivos.
Em 2022, foi integrado a ele o “JFF+ Cinema Independente”, um projeto de streaming online que apresenta filmes do circuito independente de cinema japonês.
A Fundação Japão é uma instituição japonesa dedicada a realizar pesquisas abrangentes e programas de intercâmbio cultural internacional em todo o mundo. Com o objetivo de aprofundar a compreensão mútua entre o povo do Japão e outros países/regiões, nossos vários atividades e serviços de informação criam oportunidades para interações entre pessoas.
A Fundação Japão possui 26 escritórios no exterior em 25 países, entre eles o Brasil. Está ativa em toda a Ásia, Oceania, Américas, Europa, Oriente Médio e África e trabalha em estreita colaboração com representantes diplomáticos japoneses missões e outras organizações relacionadas em cada país.
Programação precede início oficial das atividades da nova gestão compartilhada entre a Secec e a OSC Box Cultural, que terá duração de três anos
OSC traz novas ações para a programação do Cine com o objetivo de realizar pelo menos 72 sessões mensais, entre exibições comerciais, mostras e festivais
Foto divulgação
A parceria entre a Organização da Sociedade Civil Box Cultural e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec) à frente do Cine Brasília está de volta. Na última terça-feira (28) foi firmado o contrato de gestão compartilhada que terá vigência de três anos, marcando o início de uma nova fase para este espaço cultural e garantindo o seu funcionamento até 2027.
Com 64 anos de história, o Cine Brasília é um dos mais importantes centros de exibição cinematográfica da América Latina. Considerado Patrimônio Mundial da Humanidade desde 1987, sua trajetória está intrinsecamente ligada ao desenvolvimento do cinema local e nacional. Nos últimos meses, a Secec realizou uma nova seleção que assegura a operação deste equipamento tão valioso. À frente da pasta da Cultura, Cláudio Abrantes celebra a retomada das atividades e continuidade das ações do Cine.
“A gente está com a Box (Cultural) que foi a vencedora — que já fez um trabalho com a gente no passado, um trabalho exemplar —, e teve a melhor pontuação. A Box já vai entrar em operação nos próximos dias para que a gente tenha uma programação com filmes, debates, na essência do Cine Brasília.”
O secretário também salienta a importância do novo formato de contrato, com um ano a mais de duração. “Este contrato traz uma novidade, que é a validade de três anos. A Box fica três anos conosco e isso dá um ganho, uma tranquilidade muito grande para quem frequenta, para quem gosta do Cine Brasília”, pontua.
Dando continuidade ao trabalho iniciado em agosto de 2022, com o contrato de co-gestão que se encerrou em março deste ano, a Box Cultural segue para o segundo período à frente da condução do Cine. Sara Rocha, diretora geral da Box Cultural, ressalta a alegria da organização de estar novamente gerindo o cinema.
“A gente está muito feliz e honrado em seguir nesse trabalho para fazer a programação, a manutenção e o cuidado com esse equipamento tão amado pela cidade, sem dúvidas aproveitando alguns aprendizados que a gente conseguiu desenvolver e diagnosticar na primeira etapa, e procurando ampliar e melhorar algumas características e estratégias.”
Algumas ações experimentadas na última gestão e que serão mantidas e aprimoradas. A gestão vai manter e aperfeiçoar o formulário de solicitação de pauta, que permite a qualquer ente ou pessoa solicitar e programar atividades no Cine Brasília; bem como manter a Seleção de Curtas, uma iniciativa pioneira do Cine em selecionar com cachê curtas-metragens que são exibidos na grade; tudo isso mantendo a programação alinhada com a produção independente nacional e internacional.
Além das práticas mencionadas, a gestão pretende ampliar as sessões acessíveis, que passarão a acontecer duas vezes por mês, exibindo filmes com audiodescrição sincronizado na sala, com legenda descritiva e janela de Libras na tela, com sala à meia luz e som reduzido para abarcar pessoas autistas e/ou com sensibilidades auditivas.
Também é importante evidenciar a relevância de o contrato de gestão ter sido estendido por três anos e algumas metas da nova administração. Agora vão ser três anos de gestão, então a ideia é que as várias ações continuadas ganhem mais fôlego e mais peso. Queremos cumprir uma meta de pelo menos 864 sessões, com uma previsão de 72 mensais, algo que a gente cumpriu acima, na gestão passada. A ideia é manter essa métrica — inclusive aumentá-la. Previsão de lançamentos de filmes, pelo menos 18, sempre aliados com debates; e realização de pelo menos 19 mostras temáticas.
A gestão prevê a exibição de 150 curtas-metragens dentro da programação comercial, selecionados por meio da chamada pública, https://cinebrasilia.com/selecao-de-curtas/ além da realização de 150 sessões infantis e infanto-juvenis, com pelo menos 34 sessões dedicadas ao programa Territórios Culturais. Também estão previstas 27 palestras e atividades formativas com figuras de destaque no cenário nacional e internacional, em alinhamento com o Programa Conexão Cultura DF. O plano inclui ainda 18 oficinas voltadas para jovens, com no mínimo 36 horas de atividades que cobrem funções técnicas da cadeia produtiva audiovisual.
Também serão realizadas três edições do FomentaCine, o ambiente de mercado do Cine Brasília, com previsão de cada uma ser realizada em abril dos próximos anos, trazendo novamente as consultorias, as rodadas de negócios, pitchings, seminários e uma série de atividades variadas.
Destaque para as metas futuras de buscar uma captação complementar de recursos para fazer a troca das poltronas do cinema e outra para a requalificação da área do café, tornando este último um ambiente convidativo, com uma oferta diversificada, de qualidade; uma espécie de hub criativo de empreendimentos gastronômicos de Brasília, a partir de um aviso público que será aberto pela Secretaria de Cultura no futuro.
SESSÕES ESPECIAIS
Na primeira semana de junho, haverá três sessões especiais no Cine Brasília, todas com entrada gratuita. A partir desta quarta-feira (5), o espaço recebe os eventos do Ministério dos Povos Indígenas (MPI), da TV Senado, e da Embaixada do Reino dos Países Baixos no Brasil.
A semana se inicia com a “Jornada Bruno Pereira e Dom Phillips”, evento do Ministério dos Povos Indígenas que, já na abertura, traz representantes do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, (MDHC), da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), e da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja). Depois, haverá a mesa redonda “A memória do indigenismo no Vale do Javari a partir da luta dos defensores de direitos humanos, comunicadores e ambientalistas”, seguida da exibição do documentário Vale dos Isolados: O Assassinato de Bruno e Dom, da diretora Sônia Bridi, em homenagem póstuma ao assassinato do indigenista Bruno Pereira e do jornalista britânico Dom Phillips, ocorrido há dois anos no Amazonas.
Destaca-se a necessidade de confirmação de presença através de formulário
Na quinta-feira (6), o Cine Brasília recebe o documentário Arte no Caos, do diretor Jimi Figueiredo, da TV Senado. A exibição mostra o processo de criação do artista plástico Vik Muniz para o mosaico que foi posteriormente doado ao Congresso Nacional. A obra narra a história da invasão da Praça dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023, a partir da ótica da reconstrução do Congresso Nacional, e utiliza destroços dos atos ocorridos naquela data.
A semana se encerra com o documentário “Da Bahia para o Brooklyn – Histórias do Caribe”, dirigido e protagonizado pela jornalista holandesa Nina Jurna, promovido pela Embaixada do Reino dos Países Baixos no Brasil, que será exibido nesta sexta-feira (7). A obra narra um retorno e busca pelas próprias raízes em uma viagem por inúmeros países, onde passado e presente se entrelaçam e revelam a escravidão e colonialismo.
Foto divulgação
SERVIÇO – CINE BRASÍLIA
Endereço: Asa Sul Entrequadra Sul 106/107 – Brasília, DF, 70345-400.
Fechado para montagem do evento do Ministério dos Povos Indígenas
QUARTA-FEIRA, 05/06 (entrada gratuita)
14h00 — Abertura “Jornada Bruno Pereira e Dom Phillips”
15h00 — Mesa redonda “A memória do indigenismo no Vale do Javari a partir da luta dos defensores de direitos humanos, comunicadores e ambientalistas”
16h30 — Exibição Vale dos Isolados: O Assassinato de Bruno e Dom
QUINTA-FEIRA, 06/06 (entrada gratuita)
20h00 — Arte no Caos
Bahia to Brooklyn Brazilie
SEXTA-FEIRA, 07/06 (entrada gratuita)
19h00 — Da Bahia para o Brooklyn: Histórias do Caribe
SESSÕES ESPECIAIS
Vale dos Isolados: o Assassinato de Bruno e Dom
(Documentário/Crime/Investigação/Brasil/2023/103min) de Sônia Bridi
Sinopse: O assassinato de Bruno e Dom revela como a negligência do Estado fez ressurgir um ciclo histórico de violência na região com o maior número de indígenas isolados do mundo.
Sinopse: ‘Arte no caos’ retrata o processo criativo do artista Vik Muniz durante a elaboração da obra ‘8 de Janeiro de 2023’. Criada a partir dos destroços dos atos ocorridos naquela data.
(Documentário/Países Baixos/2023/44min) de Nina Jurna
Sinopse: Para contar a história do Caribe, é quase impossível não começar profundamente na América do Sul, na Bahia, Brasil, e terminar no Brooklyn, Nova York. Nina Jurna mudou-se para o Brasil em 2011 com a crença de que encontraria lá a sociedade mista ideal – um caldeirão de cores e culturas. No entanto, rapidamente se prova ser uma ilusão. O Brasil é uma sociedade dura, baseada em classes, onde os privilégios e as posições de destaque são predominantemente ocupados pela elite branca brasileira. Na base da escada social estão principalmente os brasileiros negros. No Rio, a história da escravidão foi literalmente varrida para debaixo do tapete. Mas como é em Salvador, a capital do estado da Bahia, onde a maioria da população é negra?
Após o sucesso das duas primeiras edições do Vinho no Barco Brasília, o renomado Sommelier Frederico Castro realizará a terceira edição desse disputado e exclusivo evento.
O sofisticado “Vinho no Barco” ocorrerá no dia 22/06/2024, sábado, na embarcação Diamond, a mais luxuosa de Brasília/DF, com saída do Clube Social dos Oficiais da Polícia Militar do Distrito Federal/COPM-DF, início do embarque às 16h:00, finalizando às 16h:30, para que todos possam contemplar o pôr do sol navegando pelas águas do Lago Paranoá. A navegação terá duração aproximada de quatro horas e meia, com desembarque até às 21h:00 no mesmo local do embarque.
O evento requintado contará com decoração sofisticada, adega do Sommelier (com vinhos selecionados pelo próprio anfitrião) , pratos elaborados por uma Chef de Cozinha, garçons, banda ao vivo (que animará à noite inteira com muita música) e o pôr do sol mais incrível do Distrito Federal.
Shows fazem do circuito Sesc Tradições Juninas e acontecem na sexta (7) e no sábado (8), no estacionamento do Sesc Bartolomeu Martins, em Ceilândia
A banda baiana Djavú e a cantora paraense Joelma são as atrações principais do Sesc Tradições Juninas na próxima sexta (7) e sábado (8), no estacionamento do Sesc Bartolomeu Martins, em Ceilândia. Mais uma vez, a entrada será gratuita, mediante retirada antecipada de ingressos e doação de um quilo de alimento não perecível.
A distribuição dos ingressos terá início nesta quarta-feira (5), das 10h às 20h, nas unidades do Sesc em Ceilândia, 504 Sul, Taguatinga Norte e Guará, enquanto durarem os estoques. Será possível retirar convites para os dois dias de evento, ou seja, até dois pares de ingressos por CPF.
Tanto na sexta quanto no sábado, a abertura dos portões será às 17h. Vale lembrar que a entrada é sujeita à lotação do espaço. A expectativa do Sesc é reunir 10 mil pessoas em cada dia de evento.
Importante:
Será permitida a retirada de até 02 ingressos para cada dia de evento por CPF;
É necessário doar 1kg de alimento para cada dia de show;
Menores de 16 anos não podem retirar ingresso;
Crianças (até 12 anos de idade) não precisam de ingresso;
A entrada de menores de 16 anos desacompanhados não será permitida;
Os ingressos são válidos até as 19h. A recomendação é que as famílias cheguem cedo.
A estrutura montada contará com bebidas e comidas típicas, brinquedos infláveis, banheiros e área PCD.
Djavú
A Banda Djavú é um grupo musical brasileiro de tecnobrega que teve sua origem na cidade de Capim Grosso, Bahia, em 2008. O grupo ganhou destaque em âmbito nacional com o sucesso de suas canções, com destaque para “Não Desligue o Telefone” e “Me Libera (O Que Pensa Que Eu Sou)”.
Joelma
Joelma da Silva Mendes é uma cantora, dançarina, coreógrafa, compositora e empresária. Nascida e criada no Pará, em 2024, ela comemora 30 anos de carreira com a turnê “Isso é Calypso” e mais de um bilhão de visulizações no YouTube.
Sesc Tradições Juninas
No total, o circuito Sesc Tradições Juninas contará com 13 eventos, espalhados por todas as unidades do Sesc-DF. O público poderá acompanhar todas as informações sobre os eventos pelo site (www.sescdf.com.br) e pelas redes sociais do Sesc-DF (@sescdf).
Até 12 de junho, nas compras acima de R$600, os clientes ganharão um Coração de Chocolate ao Leite
Coração de Chocolate Kopenhagen foto divulgação
Qual é a receita para um relacionamento de sucesso? Não pode faltar amor, lealdade e zelo na mesma medida. Também é preciso uma pitada de aventura, uma porção de memórias felizes e, claro, uma dose extra de diversão. Para equilibrar o sabor, nada como boas surpresas, que ficam ainda mais irresistíveis em forma de chocolate.
Para adoçar ainda mais o Dia dos Namorados, o Brasília Shopping elencou um brinde delicioso e igualmente imperdível. Até 12 de junho, nas compras acima de R$600, os clientes ganharão um Coração de Chocolate ao Leite da Kopenhagen (130g) – válido uma unidade por CPF.
“O Dia dos Namorados é uma data super aguardada. De maneira especial, esta ocasião incentiva as pessoas a demonstrarem seus afetos por meio de palavras, ações e gestos carinhosos. Por aqui, a nossa proposta é deixar essa celebração ainda mais doce, agradando o paladar e acalentando o coração”, reflete Renata Monnerat, gerente de marketing do Brasília Shopping.
Para garantir o mimo é simples: basta efetuar compras acima de R$600 nas lojas participantes e realizar o cadastro das notas fiscais no aplicativo Wynk. A retirada será feita no Balcão de Trocas, localizado no 1º Piso. Promoção ativa enquanto durarem os estoques.
Neste Dia dos Namorados, surpreenda quem você ama com presentes do Brasília Shopping. Para maiores informações, confira o regulamento no site e acesse as redes sociais do centro de compras.
Dia dos Namorados Brasília Shopping, foto divulgação
Serviço: Campanha Dia dos Namorados Brasília Shopping
Período: De 01 de junho a 12 de junho de 2024.
Como trocar as notas fiscais: Aplicativo Wynk.Mecânica da Promoção: Nas compras acima de R$600, os clientes ganham Coração de Chocolate ao Leite da Kopenhagen (130g). Trocas limitadas a um brinde por CPF. O Balcão de Trocas fica localizado no 1ª piso, próximo à Zinzane.
Lideranças indígenas visitadas por Nagakura e Krenak participarão de conversas sobre a exposição
Foto Hiromi Nagakura
No dia 11 de junho de 2024, o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília inaugura a exposição “Hiromi Nagakura até a Amazônia com Ailton Krenak”, mostra idealizada pelo Instituto Tomie Ohtake, de São Paulo. Com curadoria de Ailton Krenak e curadoria adjunta de Angela Pappiani, Eliza Otsuka e Priscyla Gomes, a exposição apresenta 120 fotografias inéditas no Brasil do premiado fotógrafo japonês Hiromi Nagakura, realizadas em viagens com Krenak, principalmente pelo território amazônico, entre 1993 e 1998.
A mostra, com entrada gratuita, ficará em cartaz na Galeria 01 do CCBB Brasília, de 11 de junho a 18 de agosto, de terça a domingo, das 9h às 21h, sendo a entrada na galeria até às 20h40. O público poderá participar de conversas entre o curador e lideranças indígenas de diversas etnias, realizadas em torno da exposição, além de vivências e de uma oficina de trançado buriti com lideranças Xavante.
Reforçando o compromisso do CCBB com a acessibilidade e democratização do acesso à arte e cultura, a ação “Vem pro CCBB”, que conta com uma va para transporte gratuito de visitantes, estará à disposição do público para viabilizar mobilidade com vistas à visitação, partindo do ponto no centro da capital (em frente à Biblioteca Nacional) até o CCBB Brasília. A exposição é patrocinada pelo Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Depois de Brasília, a mostra segue para o CCBB Belo Horizonte.
Foto Hiromi Nagakura
PERCURSO DA EXPOSIÇÃO
A exposição está dividida nos dois andares da Galeria 1 onde, logo na entrada, o visitante será recebido por cantos tradicionais das etnias representadas na exposição e visitadas por Nagakura e Krenak, com imagens que remetem à floresta e ao cerrado. Registros da vida nas aldeias, interação entre os membros das comunidades, rituais e costumes, levam a uma imersão nos povos da floresta, Huni Kuin, Yawanawá, Ashaninka e Yanomami. Objetos de uso típico ou ritual poderão ser manuseados pelo público e terão audiodescrição. Os povos do cerrado, Krikati, Gavião e Xavante também foram fotografados e terão um espaço dedicado a eles e, em especial, às crianças.. A mostra conta ainda com registros em vídeos, que apresentam o trabalho de Nagakura em viagens por outros continentes, cenários de conflitos mundiais e rituais e celebrações típicas de povos ao redor do mundo, e outro, intitulado “Conversa na Rede”, produzido pelo Ciclo Selvagem, que apresenta um encontro entre Nagakura e Ailton que juntos recontam trechos da viagem e aprofundam suas conversas sobre a floresta, a fotografia e o mundo.
VIAGENS AO LONGO DE CINCO ANOS
As viagens de Nagakura e Krenak levaram quase cinco anos, de 1993 a 1998, dezenas de horas, sempre na companhia da produtora e intérprete Eliza Otsuka. A exposição, acompanhada dos encontros, é o resultado de uma “união de esforços para fazer uma celebração em torno dessa amizade alimentada pelo sonho e beleza da obra do fotógrafo Hiromi Nagakura”, diz Ailton Krenak. Segundo Krenak, a mostra traz algumas das belas imagens das viagens às aldeias e comunidades na Amazônia brasileira. “Momentos de intimidade e contentamento entre ‘amigos para sempre’ inspiraram esta mostra fotográfica mediada por encontros com algumas das pessoas queridas que nos receberam em suas cozinhas e canoas, suas praias de rios e nas aldeias: Ashaninka, Xavante, Krikati, Gavião, Yawanawá, Huni Kuin e comunidades ribeirinhas no Rio Juruá e região do lavrado em Roraima”, destaca o curador. As viagens alcançaram os estados do Acre, Roraima, Mato Grosso, Maranhão, São Paulo e Amazonas. A aproximação entre Krenak e Nagakura começou numa conversa, sentados em esteiras, na sede da Aliança dos Povos da Floresta, no bairro do Butantã, em São Paulo, onde se conheceram, quando Eliza Otsuka apresentou o plano de viagens de Nagakura. “Ela [Eliza] resumiu com estas palavras o conceito todo do projeto para alguns anos dali para frente: ele vai ser a sua sombra por onde você for, quando estiver dormindo e quando estiver acordado”, recorda-se Krenak. Esta história toda está reunida em um dos livros escrito em nihongo, publicado pela editora Tokuma (Tóquio, 1998), intitulado “Assim como os rios, assim como os pássaros: uma viagem com o filósofo da floresta, Ailton Krenak”, assumido por Krenak como a sua biografia feita por Hiromi Nagakura.
SOBRE O ARTISTA
Hiromi Nagakura nasceu em 1952 na cidade de Kushiro, ao norte da ilha de Hokkaido, no Japão. Desde criança, amou gente e a natureza, interessado em pessoas e culturas de outros lugares do mundo. Sentia-se atraído pelo novo, pelo desconhecido. Viajou para destinos diversos, visitou as ilhas do Pacífico Sul, entrou em contato com povos nômades do Afeganistão. Foi então que sentiu a necessidade de documentar seus encontros e começou a praticar e se aperfeiçoar nas técnicas da fotografia. Para ele, desde o início, a fotografia sempre foi um instrumento para se relacionar com o mundo e a diversidade de culturas, paisagens e pensamentos. Formou-se em direito, mas seguiu a carreira de fotógrafo. Trabalhou na agência noticiosa Jiji Press porque admirava os fotógrafos reconhecidos por seus trabalhos de cobertura de guerras. Em 1979, com 27 anos, Nagakura decidiu tornar-se fotojornalista independente, caminho que acabou levando-o a conhecer a África do Sul, Zimbábue, União Soviética, Afeganistão, Turquia, Líbano, El Salvador, Bolívia, Peru, Brasil, Indonésia, México, Groenlândia e vários outros países, em todos os continentes. Realizou centenas de viagens e exposições, publicou dezenas de livros, foi personagem de inúmeros documentários, escreveu reportagens, ministrou oficinas e palestras, recebeu prêmios.
Foto Hiromi Nagakura
SOBRE O CURADOR
Ailton Alves Lacerda Krenak nasceu em 1953 no Vale do Rio Doce, em Minas Gerais, quando o povo Krenak vivia no exílio, expulso de seu territóri tradicional por invasores que ocuparam e depredaram as matas densas às margens do Watu, como o povo originário chama seu avô-rio. Depois, nos anos de ditadura, a antiga aldeia Krenak foi transformada em prisão indígena, testemunha da violência contra os povos que insistiam em desafiar a ordem imposta vivendo de um modo diferente. Ailton viveu parte de sua vida em São Paulo, onde estudou e começou sua militância no movimento que começava a surgir no final dos anos 1970, reunindo indígenas de muitas etnias em torno de uma luta comum por direitos. Sua imagem pintando o rosto de preto no Congresso Nacional tornou-se símbolo da resistência indígena na Constituinte.
Coordenou a União das Nações Indígenas, o Núcleo de Cultura Indígena, o Centro de Pesquisa Indígena, a Embaixada dos Povos da Floresta e a Aliança dos Povos da Floresta ao lado de seringueiros, extrativistas e ribeirinhos pela vida da (e com a) Floresta. Regressou nos anos 2000 a seu território, que ajudara a consolidar em 1999. Hoje vive às margens do Watu, ferido pela lama do rompimento da barragem de dejetos da Samarco em 2015. Ali o povo se fortalece, rememora a língua e os ritos, restabelece a vida. Nos últimos anos, Ailton Krenak tem se dedicado à manifestação do pensamento através do som e do poder sagrado das palavras, refletindo sobre temas que afetam a todas e todos nós, seres vivos de todas as humanidades, companheiros da mesma canoa Terra que navega no firmamento. Suas palavras estão registradas em livros que nos aproximam da cosmologia dos povos originários e confrontam nossa vida cotidiana. Autor de Ideias para adiar o fim do mundo (2019), A vida não é útil (2020) e Futuro ancestral (2022). É comendador da Ordem de Mérito Cultural da Presidência da República e doutor honoris causa pela Universidade de Brasília (UNB) e pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Em 2023, foi eleito como membro da Academia Brasileira de Letras e Academia Mineira de Letras.
SOBRE O CCBB BRASÍLIA
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana.
Desde o final de 2022, o CCBB Brasília, se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, sendo que no ano de 2023, obtivemos a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
A conquista atende à Ação 24 da Agenda 30, que tem por objetivo reforçar a gestão dos programas, iniciativas e práticas ambientais e de ecoeficiência do BB e demonstra o alinhamento do CCBB Brasília a estratégia corporativa do BB, enquanto espaço de difusão cultural que valoriza a diversidade, a acessibilidade, a inclusão e a sustentabilidade porque transformar vidas é parte da nossa cultura.
Foto Hiromi Nagakura
PROGRAMAÇÃO DE EVENTOS Mesas 11 junho, às 19h Palestra com Ailton Krenak Ailton Krenak, companheiro nas viagens realizadas pela Amazônia com Hiromi Nagakura por vários territórios indígenas, fala sobre a tradição milenar desses povos, a conexão com os territórios, a reverência aos ancestrais e os desafios dos tempos atuais.
12 junho, às 11h Mesa de conversa: A força da terra e do céu Um encontro de saberes e vivências trazendo a força e importância do Cerrado: o bioma fundamental para o equilíbrio das águas e do clima e o mais agredido neste momento de extrema importância para o futuro do planeta. A presença dos povos originários como mantenedores do Cerrado e do conhecimento milenar sobre a vida em harmonia com o ecossistema, a luta para barrar o desmatamento e as agressões, a adaptação difícil às novas paisagens.
Com Ailton Krenak, José Cohxyj Krikati, Cleonice Pedzariwe Xavante, Rosemar Redzaprowi’O e Geninho Tseredzapriwe Tsibo’oopre. José Cohxyj Krikati é formado em Ciência da Linguagem em Licenciatura Intercultural pela Universidade Federal de Goiás UFG onde atualmente faz mestrado sobre os cantos de seu povo. Cleonice Pedzariwe e Rosemar Redzaprowi’O vivem na aldeia São Pedro, são mães, guerreiras, artesãs experientes e mantenedoras da cultura e tradição do povo A’uwê. Geninho Tseredzapriwe Tsibo’oopre passou por toda formação tradicional, dentro da cultura Xavante. É formado em Licenciatura Intercultural e Pedagogia pela Universidade Federal de Goiás e hoje é vereador na Câmara Municipal de Campinápolis.
13 junho, às 11h Mesa de conversa: A força das águas e da floresta Com Ailton Krenak, Maria de Fátima de Souza Yawanawá e Maria Luiza Yawanawá. A presença feminina, a força da floresta e seu poder de cura e manutenção da vida. Ailton reencontra Maria de Fátima, que conheceu há mais de 30 anos atrás nas viagens pela Amazônia, nas visitas às aldeias Yawanawá. Nessa conversa, a importância da floresta na vida dos povos tradicionais, o esforço pela manutenção da vida, a beleza das tradições e da transmissão do conhecimento para as novas gerações. Maria de Fátima e Maria Luiza são mulheres formadas dentro da tradição do povo Yawanawá da Terra Indígena Rio Gregório, aldeia Yawanari mestras nos segredos e poderes de cura da floresta.
Oficina e Vivências
14 de junho, às 16h – Vivências de cantos rituais Xavante transmitidos nos sonhos, que são fundamentais na vida do povo Xavante e conduz as decisões da vida prática, a caça, a pesca, estratégias políticas e conecta o povo aos seus ancestrais e ao mundo espiritual. O sonho é fundamental na vida do povo A’uwê Uptabi, conhecido como Xavante. Ele conduz as decisões da vida prática, a caça, a pesca, os movimentos pelo território, as estratégias políticas, ele conecta o povo aos ancestrais e ao mundo espiritual. Os cantos também são recebidos pelos nos sonhos e depois transmitidos para toda a comunidade, passando a integrar as cerimônias coletivas, os rituais espirituais. Existem diferentes tipos de cantos para cada momento do dia, para cada ritual da tradição milenar do povo A’uwê. Geninho Tseredzapriwe Tsibo’oopre passou por toda formação tradicional, dentro da cultura Xavante. É formado em Licenciatura Intercultural e Pedagogia pela Universidade Federal de Goiás e representa, como vereador, seu povo e a aldeia São Pedro na Câmara Municipal de Campinápolis.
15 de junho, às 16h – Transmissão de conhecimento Krikati, com José Krikati sobre as razões da música e das festas para o povo Krikati e a importância educativa para a manutenção da biodiversidade cultural e seus saberes. Quais as razões da música para o povo Krikati, o que ela busca e seu objetivo? Tendo como ponto de partida a “Festa do Gavião”, a conversa irá explorar os recursos utilizados nessa festa e qual a sua importância educativa para o povo e manutenção da biodiversidade cultural e seus saberes. José Cohxyj Krikati é formado em Ciência da Linguagem em Licenciatura Intercultural pela Universidade Federal de Goiás UFG onde atualmente faz mestrado sobre os cantos de seu povo. Foi discípulo do cantor Krikati, presente nas fotos de Hiromi Nagakura.
16 de junho às 16h – Oficina de trançado buriti, com lideranças Xavante. Uma tradição milenar entre as mulheres, que requer habilidade e arte e é transmitido de geração para geração. O trançado de buriti é uma tradição milenar das mulheres A´uwê Uptabi, conhecido como povo Xavante. A palmeira do buriti está presente nas narrativas tradicionais e na vida do povo A’uwê.
Para confeccionar os diversos tamanhos de cestos, que vão transportar desde os bebês até as frutas e raízes para a alimentação, as mulheres buscam n cerrado os brotos do buriti e preparam as fibras para serem trançadas. Um trabalho duro que requer habilidade e arte, conhecimento tradicional transmitido de geração a geração. Cleonice Pedzariwe e Rosemar Redzaprowi’O vivem na aldeia São Pedro, são mães, guerreiras e aprenderam com suas mães e avós os fundamentos da cultura do povo Xavante. São artesãs experientes e hoje transmitem o conhecimento para as novas gerações para a manutenção da cultura e tradição do povo A’uwê.
Foto Hiromi Nagakura
Serviço: Hiromi Nagakura até a Amazônia com Ailton Krenak De 11 de junho a 18 de agosto Galeria 01 do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília Classificação indicativa: livre Entrada gratuita, mediante emissão de ingressos na bilheteria física ou pelo site bb.com.br/cultura. Mesas, oficina e vivências Entrada gratuita, mediante emissão de ingressos na bilheteria física ou pelo site bb.com.br/cultura. Os ingressos serão disponibilizados a partir das 9h do dia de cada atividade. Atividades sujeitas à lotação.
CCBB Brasília
Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF E-mail: ccbbdf@bb.com.br
Após três anos de temporadas de sucesso na Europa, o coletivo Instrumento de Ver se despede do espetáculo com duas apresentações em Brasília
Foto Joao Saenger
Depois de percorrer 5 países, 35 cidades e lotar dezenas de teatros mundo afora, com cerca de 30 mil espectadores, o espetáculo circense “23 fragmentos desses últimos dias” volta ao seu país de origem para se despedir do palco, ou melhor, do picadeiro. As últimas apresentações da obra franco-brasileira, idealizada pelas artistas circenses do coletivo Instrumento de Ver e pela circógrafa francesa Maroussia Diaz Verbèke, acontecem em Brasília, cidade natal do coletivo, nas datas 1 e 2 de junho, no Eixo Cultural Ibero-americano e em São Paulo, de 14 a 30 de junho.
Desde que chegou ao país, em abril deste ano, o espetáculo percorreu importantes festivais de circo de cidades icônicas: Recife, no Festival de Circo do Brasil, e Rio de Janeiro no Festival do Teatro Brasileiro. Em Brasília, as apresentações acontecem no âmbito do 3º Arranha-Céu – Festival de Circo Atual.
Os ingressos podem ser adquiridos pelo pelo Sympla
O espetáculo
Em cena, o circo, os ritmos e as expressões culturais como o forró, o maracatu, o frevo e até o passinho carioca se unem a temáticas relevantes como a democracia, a demarcação de terras indígenas e o racismo. Tudo acontece em meio ao impressionante manejo de objetos não descartáveis. E, para completar a mistura, a trilha sonora, composta apenas por músicas nacionais, foi cuidadosamente pensada para compor com os fragmentos, criando ritmo e envolvendo a plateia. A playlist, resultado da curadoria cuidadosa do brasiliense Cícero Fraga e do francês Loïc Diaz Ronda, celebra a música brasileira e contagia gringos e brasileiros em cada apresentação.
No picadeiro, as artistas Beatrice Martins, Julia Henning e Maíra Moraes, integrantes do coletivo Instrumento de Ver, compartilham a cena com um trio brasileiro e bem variado: o dançarino carioca André Oliveira, o frevista e contorcionista pernambucano Lucas Maciel e Marco Motta, circense baiano radicado na Espanha.
“Tudo começou com essa vontade de falar com o corpo, com garrafas, com vidro, lâmpadas e o plástico bolha. É impossível identificar de onde vem esse desejo que tanto movimenta. Mas, olhando para trás, podemos ver as montanhas que ele moveu e as pontes que construímos para atravessar mundos”, relembra Maíra.
Após uma circulação de três anos, realizada em parceria com a companhia francesa Le Troisième Cirque, que resultou em um grande sucesso de público, de críticas e uma pertinente repercussão na imprensa internacional, o espetáculo segue provocando reflexões sobre temas agudos. E, como não poderia ser diferente, em se tratando do time de artistas que compõe a obra, “23 fragmentos desses últimos dias” continua impressionando a plateia com apresentações ousadas e performances circenses arriscadas como o equilibrismo, o faquirismo, o contorcionismo e a acrobacia.
“Vivemos uma grande aventura circulando o nosso espetáculo entre o Brasil, a França, a Bélgica e a Suíça. De 2021 pra cá, vivemos toda a intensidade possível de uma vida itinerante, muito bem acompanhadas de nosso trio de amigos. Voamos de lá pra cá, de cá pra lá, de olhos fechados, sorriso no rosto e com muito sangue nos olhos”, comenta Beatrice, com um quê de saudade.
Despedida em casa
Para aalegria dos candangos, Brasília, cidade natal do coletivo, está entre as cidades do Brasil que recebem as últimas apresentações do espetáculo. De acordo com Julia Henning, o esforço para encerrar o espetáculo no Brasil foi coletivo.
“Estar fora nos trouxe questionamentos profundos sobre o nosso fazer e nossa identidade artística. Agora voltamos pra casa para nos ver a partir dos olhos dos brasileiros. Fizemos de tudo para encerrar este projeto no Brasil. Estamos em um misto de emoção que só as despedidas podem provocar. Por aqui, estamos felizes em contar com a nossa equipe brasileira: Cícero Fraga, Euler Oliveira e Gabi Onanga, parceiros de longa data, abrilhantando a nossa técnica. Olhando assim, até parece o fim do caminho, mas sabemos que é daí que surge essa habilidade em construir pontes, que insiste em nos movimentar”, finaliza Julia.
Sobre o coletivo
O coletivo Instrumento de Ver, grupo circense com 22 anos de circo, já circulou com seus espetáculos por mais de 70 cidades brasileiras, em 4 países diferentes. O grupo, que já teve diversas formações ao longo desses anos, é encabeçado por Beatrice Martins, Julia Henning e Maíra Moraes. Os parceiros e parceiras que criaram em coletivo constituíram a identidade artística do grupo que tem uma atuação eclética e está sempre surpreendendo o público. São acrobatas, técnicos, produtores, realizadores, diretores, criadores, vendedores de pipoca, fotógrafos e artistas de diferentes áreas. Inventam e reinventam jeitos de criar, reconfigurando-se o tempo todo e lidando com as mais diversas facetas da produção cultural e da criação artística. Têm o processo de criação como fonte de inspiração, como caminho e como fim.
O grupo tem uma contribuição ímpar para o circo. Já se apresentaram na rua, no teatro, em cervejarias, em festas, nas periferias e nos centros de pequenas e grandes cidades. Criaram filmes, espetáculos online, performances, discutindo e propondo formas variadas de fazer circo, numa linguagem autoral e cheia de pesquisa. Além de “23 fragmentos desses últimos dias”, elaboraram os espetáculos circenses “Porumtriz”, “O Que Me Toca é Meu Também”, direção de Raquel Karro e “Meu Chapéu é o Céu”, direção de Leo Sykes, aplaudidos por um público de mais de 50 mil pessoas por todo o Brasil. Também fizeram espetáculos em parceria com outros grupos, como o “Bubuia”, para bebês, e “Vinco”, de dança contemporânea. Fundaram o espaço cultural Galpoa e o festival Arranha-Céu. São conhecidas pelas criações em diferentes formatos como a festa-espetáculo “Pão e Circo” e “Encontro de Bastidor”, além dos ensaios abertos do projeto “Geringonça” em espaços alternativos. Criaram o espetáculo virtual “Estudos de Aproximação”, em parceria com João Saenger e Caetano Maia. Com o cineasta Cícero Fraga, realizaram os curtas-metragens: “O Homem Banco”, “Exufrida”, “Assum Preto” e “Ruína”, premiados em festivais do mundo inteiro. Como artistas produtivas e produtoras criativas, defendem a gestão inovadora em rede, sob o prisma de não dissociar o fazer artístico da gestão cultural.
Foto Joao Saenger
Serviço – “23 fragmentos desses últimos dias” no Brasil
Junho – Brasília
Datas: 01 e 02 de junho
Local: Teatro Plínio Marcos, Eixo Cultural Ibero-americano – 3º Arranha-Céu – Festival de Circo Atual