O evento acontece neste fim de semana a partir das 10h com programação diversificada
A Praça Central de Santa Maria será palco de mais uma edição do Circuito Cultural, nos dias 1 e 2 de novembro, com entrada franca. O evento traz uma programação diversificada, reunindo shows, apresentações artísticas, encontro de carros, pista de skate liberada, espaço infantil e opções gastronômicas para toda a comunidade.
O evento é uma iniciativa do Instituto Sociocultural Humanidade Diversificada e Unida (IDUN), com fomento do Ministério da Cultura e apoio do Governo do Distrito Federal.
Atrações musicais
O público poderá conferir apresentações de diferentes ritmos, como pagode, sertanejo, hip hop, pop rock, axé e forró. Entre as atrações estão:
Projeções gratuitas de filmes em língua original, legendados em português.
A Embaixada da Itália convida você a celebrar os 20 anos do Festival de Cinema Italiano no Brasil!
O 20º Festival do Cinema Italiano acontece, no Brasil, de 29 de outubro a 29 de novembro. O evento será totalmente gratuito e em formato híbrido, com exibições presenciais em todo o Brasil e filmes disponíveis online, no site oficial do Festival. É realizado pela Câmara de Comércio Italiana de São Paulo – ITALCAM, em colaboração com a Embaixada da Itália em Brasília, a rede dos Consulados e os Institutos Italianos de Cultura.
Nesta edição especial, celebramos “Il Cinema che Racconta, I Maestri che Ispirano” (“O Cinema que Conta, Os Mestres que Inspiram”), com a missão de difundir a cultura italiana através de seu cinema, mediante o maior evento dedicado ao cinema italiano na América Latina.
Cerimônia Aconteceu em Viena, Áustria, cidade considerada a capital mundial da Música Clássica
O maestro Cláudio Cohen, regente da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, foi designado Embaixador da Paz. A nomeação aconteceu em Viena, Áustria, na última semana. O título de Embaixador da Paz é concedido a personalidades que, por meio da arte, da educação, da diplomacia ou da ação social contribuem de forma concreta para a construção de uma cultura de paz.
Além das habilidades como maestro, Cohen é reconhecido internacionalmente por exercer um papel social de inclusão por meio da música em diversos países. Esse reconhecimento é um símbolo mundial de compromisso com os valores universais de diálogo, solidariedade e cooperação entre os povos, princípios que inspiram a missão da Universal Peace Federation (UPF), organização com status consultivo junto ao Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC) que concede a nomeação. Pelé é um dos brasileiros que também recebeu esse seleto reconhecimento.
“Receber essa distinção em Viena, cidade símbolo da música e da diplomacia, foi um momento de profunda emoção e reflexão. A arte é uma das mais poderosas linguagens da paz, capaz de unir corações e nações em harmonia. A todos que compartilham comigo esta jornada, deixo minha gratidão sincera. Que cada gesto, cada som e cada palavra possam continuar servindo à causa maior da paz e da fraternidade humana”, disse o maestro Claudio Cohen.
Mostra tem visitação de 31 de outubro a 14 de dezembro no Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul
O artista visual Adriano Cinelli, conhecido como Onio, celebra 25 anos de trajetória na arte urbana com “Panorama Onio 1980”. O projeto, que incluiu ações formativas, culturais e afirmativas, tem como ápice uma exposição panorâmica na galeria Parangolé do Espaço Cultural Renato Russo (ECRR), na 508 Sul, com visitação de 31 de outubro a 14 de dezembro. A entrada é gratuita e acessível. A mostra reunirá cerca de 40 obras, entre pinturas, colagens, gravuras e peças do acervo pessoal do artista, como fotografias, fanzines e objetos que marcaram sua trajetória. Além das obras inéditas, o público poderá conhecer registros das fases que construíram o estilo de Onio, influenciado pelo skate, pelo hip hop e pela vivência nas ruas da capital.
O projeto “Panorama Onio 1980” incluiu a criação de dois murais artísticos, um no próprio ECRR e outro no Centro de Ensino Médio 04 de Sobradinho II, além da doação de três obras do artista a espaços públicos do DF, fortalecendo o vínculo entre arte, cidade e comunidade.
Todas as ações contam com acessibilidade arquitetônica e comunicacional, com audiodescrição via QR Code e intérprete de Libras (mediante agendamento).
Atividades Formativas Duas oficinas gratuitas de Colagem Automática, abertas a jovens e adultos, compõem as atividades formativas de “Panorama Onio 1980”. Uma das oficinas já foi realizada em Sobradinho II e a outra será ministrada no Espaço Cultural Renato Russo, com duração de 3h e emissão de certificados.
“Panorama Onio 1980” é uma realização da Pupila Experiências Criativas, com apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC), e reafirma o compromisso de promover a arte urbana local, democratizar o acesso à cultura e valorizar a produção autoral independente.
Sobre o artista Adriano Cinelli, o Onio, é um dos principais nomes da arte urbana de Brasília. Iniciou sua trajetória na década de 1990, influenciado pela cultura do skate e do hip hop, e foi um dos fundadores do grupo SRC (Subversão de Rua Crew), que marcou a cena do grafite na capital. Com uma linguagem visual única, transita entre o muralismo, o desenho, a pintura, a serigrafia e a colagem. Onio já realizou intervenções em diversas cidades brasileiras e no exterior, como Amsterdam, Berlim, Belo Horizonte, Goiânia e Rio de Janeiro, e participou de mostras como “Transfer” e a “Bienal de Graffiti GFA” (SP).
Sobre a Pupila A Pupila Experiências Criativas é uma iniciativa brasiliense dedicada a desenvolver projetos de arte, cultura e educação com foco em inovação social e transformação comunitária. Criada para fomentar processos criativos inclusivos, a Pupila atua com formações, oficinas, produções culturais e consultorias, valorizando a diversidade, a economia criativa e o protagonismo feminino. Entre suas ações, estão projetos que unem arte e saúde mental, capacitando mulheres em vulnerabilidade social e ampliando suas possibilidades de autonomia e inserção no mercado criativo.
Serviço Projeto “Panorama Onio 1980” Local: Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul Visitação: 31 de outubro a 14 de dezembro, de terça a domingo, das 10h às 20h Entrada Gratuita Atividades: exposição e oficina de colagem Acessível (arquitetura, audiodescrição e Libras)
Após mais edição histórica, a “Festa mais RAIZ do Brasil” segue para São Paulo e Sorocaba com ingressos ainda disponíveis no site oficial do evento
Sucesso absoluto por onde passa, a label RAIZ, comandada por Lauana Prado, fez sua estreia em grande estilo em Brasília, na noite do último sábado (25), na Arena BRB Mané Garrincha. Com casa lotada, o público viveu mais de 5h30 de festa, em um espetáculo que uniu emoção, energia e autenticidade.
No palco, Lauana apresentou uma verdadeira viagem pela própria trajetória musical, mesclando grandes sucessos da carreira com as faixas do novo álbum “Raiz Belo Horizonte”, lançado recentemente e já entre os mais ouvidos do país, ao lado de “Transcende”. Além de hits como Cobaia, Viva Voz e Whisky Vagabundo, o público vibrou com as novas músicas Fama de Ruim, Par de Olhos e Quatro Semanas de Amor, que marcaram alguns dos momentos mais emocionantes da noite.
Um dos pontos altos da apresentação foi quando Lauana dividiu o palco com a noiva, Tati Dias, em um momento descontraído que levou o público ao delírio. A cantora também chamou atenção pelos dois looks usados ao longo da noite, pensados especialmente para cada momento do show, reforçando sua identidade e estilo únicos.
“Brasília, vivemos um sábado chibante! Foram mais de cinco horas e meia de muita moda boa, emoção e uma energia surreal. Cada cidade tem o seu jeitinho, mas essa edição vai ficar marcada no meu coração”, celebrou Lauana.
O evento, que contou com cenografia exclusiva, lojinha temática, praça de alimentação e o espaço RAIZ VIP EXPERIENCE, reafirmou o conceito da label de oferecer uma vivência imersiva, unindo música, moda e comportamento em uma só atmosfera.
Com produção da LP Music Business, BOX, FUNN Entretenimento e GTS – Universal Music Brasil, o projeto RAIZ vem se consolidando como uma das maiores experiências musicais do país, colecionando edições de sucesso em Belo Horizonte, Campinas, Curitiba e Ribeirão Preto.
E a festa continua! Depois do sucesso em Brasília, o RAIZ segue agora para São Paulo, no dia 8 de novembro, e Sorocaba, em 20 de dezembro, prometendo novas emoções e surpresas para o público. Os ingressos estão disponíveis no site oficial do evento.
Cantora e compositora, Lauana Prado é hoje uma das principais vozes do sertanejo. Com mais de 18 anos de trajetória, a artista se destaca pela versatilidade musical e por um repertório repleto de sucessos, como Cobaia, Viva Voz, Whisky Vagabundo e Escrito nas Estrelas — uma das músicas mais ouvidas do Brasil em 2024. Seu álbum “Transcende — Ao Vivo no Ibirapuera”, lançado em 2025, foi eleito “Melhor Lançamento Sertanejo” no 32º Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira. Com cinco indicações ao Grammy Latino, além de prêmios e reconhecimentos nacionais e internacionais, Lauana se consolida como um dos maiores fenômenos da música brasileira. Reforçando sua capacidade de inovação, a cantora lançou recentemente a terceira edição do premiado audiovisual “RAIZ”, gravado em Belo Horizonte, projeto que se tornou uma das labels mais relevantes e bem-sucedidas do país.
Acompanhada pela sua banda e uma orquestra sinfônica com 55 músicos, a cantora ainda fará shows no Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Brasília, encerrando a tour em Porto Alegre, no dia 6 de dezembro
Marisa Monte protagonizou no último fim de semana a estreia de uma das turnês mais aguardadas do ano. Acompanhada pela sua banda e por uma orquestra sinfônica formada por 55 músicos selecionados especialmente para a tour, a cantora e compositora embalou mais de 25 mil pessoas em duas sessões do espetáculo Phonica no Parque Ecológico da Pampulha, em Belo Horizonte. As apresentações, com regência do maestro André Bachur, uniram o popular e o erudito em interpretações de clássicos que marcaram a carreira da artista e a história da música popular brasileira.
Agora, Marisa e o grande elenco seguem a turnê pelo país, com mais oito apresentações confirmadas em cinco capitais. As próximas paradas acontecem no Rio de Janeiro, dias 31 de outubro, 1º e 2 de novembro, na Brava Arena Jockey; em São Paulo, dias 8 e 9 de novembro, no Parque Ibirapuera; em Curitiba, dia 15 de novembro, na Pedreira Paulo Leminski; e em Brasília, dia 29 de novembro, no Gramado do Eixo Cultural Ibero-Americano. O encerramento da grande turnê será em Porto Alegre, no dia 6 de dezembro, às19h30, no Parque Harmonia. Os ingressos para todas as cidades estão à venda em www.ticketsforfun.com.br.
Na abertura da tour, Marisa já mostrou a essência do repertório da turnê. O setlist conta com hits importantes da sua trajetória, como Vilarejo, Amor I Love You, Beija Eu,Diariamente, Feliz Alegre e Fortee Não Vá Embora. Sucessos dos Tribalistas – parceria da artista com Carlinhos Brown e Arnaldo Antunes – também embalam o público, entre eles Carnavália e Velha Infância. A artista ainda interpreta sua nova composição, Sua Onda, lançada no início do mês de outubro especialmente para trazer algo inédito para a turnê.
No palco, Marisa está acompanhada por sua banda base, formada por Dadi Carvalho no violão e guitarra, Pupillo na bateria, Alberto Continentino no baixo ePedrinho da Serrinha no cavaquinho e percussão. Entre os 55 instrumentistas que formam a orquestra selecionada especialmente para a turnê, estão 32 músicos de cordas, 18 de sopros, além de um trio de percussão, uma harpista e um pianista.
A turnê Phonica – Marisa Monte & Orquestra Ao Vivo é apresentada pelo Banco do Brasil, tem cartões BB Visa como meio de pagamento preferencial, patrocínio da Renner e Gol, apoio da Shell, a Billboard Brasil como parceira de conteúdo e a Imobie a Eletromidia como parceiras de mídia.
Serviço
29/11 – Brasília – Gramado do Eixo Cultural Ibero-Americano
A mostra de cinemachega à sua última parada no Cine Brasília. Depois de uma longa trajetória por todo o país, a capital terá a oportunidade de assistir, de 23 a 26 de outubro, a filmes espanhóis atuais premiados em diferentes festivais internacionais. Além disso, no dia 23, a partir das 18h30, teremos a abertura da mostra com a presença do DJ Clandestino.
A cada ano a Mostra de Cinema Espanhol realizada pela Embaixada da Espanha no Brasil torna-se uma oportunidade para levar o cinema espanhol a diferentes cantos do país, com temas que vão desde o planejamento urbano e questões sociais ao feminismo, música e comédia, refletindo a diversidade e a riqueza do cinema espanhol contemporâneo.
A Embaixada da Espanha este ano fez parceria com 17 cidades brasileiras. A primeira cidade em agosto foi Aracaju, continuando por Fortaleza, Rio de Janeiro, Goiânia, Londrina, Cuiabá, Palmas, Florianópolis, Manaus, São Paulo, São Luis do Maranhão, Viçosa e Belém. No mês de outubro segue em Boavista, Curitiba, Congonhas, finalizando na capital no fantástico Cine Brasilia.
Os filmes selecionados são:
As Vantagens de Viajar de Trem: uma comédia que desafia as estruturas narrativas clássicas. A revista Variety o selecionou como um dos 10 filmes espanhóis mais originais da época.
El 47: Vencedor do Prêmio Goya de Melhor Filme em 2025, esta história baseada em fatos reais conta como um bairro marginalizado conseguiu que um ônibus urbano chegasse até o lá.
Nas Margens: Uma história produzida por Penélope Cruz, na qual ela também atua, conta a história da crise imobiliária na Espanha.
Porquinha: Após o sucesso de seu curta-metragem, esta história foi transformada em um longa-metragem com mesmo nome. Estreou com grande aclamação no Festival de Cinema de Sundance e ganhou o prêmio de Melhor Atriz Revelação no Prêmio Goya em 2022.
A Estrela Azul: Baseado na vida do músico Mauricio Aznar, uma figura lendária do rock espanhol. O filme mistura ficção com imagens reais de arquivo, e seu diretor trabalhou com comunidades musicais na Argentina para trazer autenticidade à história.
A Mostra de Cinema Espanhol é gratuita. Sigam as redes sociais da Embaixada da Espanha e Cine Brasilia para mais informações.
Lançamento de “Cadernos do Patrimônio Imaterial Brasileiro – Construindo Saberes” reúne mestres da cultura, roda de conversa e apresentação da Congada de Catalão
No próximo dia 25 de outubro, o Museu Nacional da República, em Brasília, será palco de um encontro marcante entre memória, arte e identidade. O espaço recebe o lançamento da coleção “Cadernos do Patrimônio Imaterial Brasileiro – Construindo Saberes”, um conjunto de publicações que homenageia as manifestações culturais que formam o Brasil profundo.
Fruto de quase dez anos de pesquisa de campo, a coleção é uma realização do projeto Filhos da Terra – Diversidade e Cultura e reúne doze cadernos inspirados na obra O Povo Brasileiro, de Darcy Ribeiro, com registros feitos pelo fotógrafo Eraldo Peres. Cada volume mergulha em uma das matrizes formadoras do país, como:
• Sertões – sobre vaqueiros, tropeiros e tradições do interior;
• Costa Atlântica – dedicada às culturas litorâneas e suas conexões com o mar;
• Mineração – que percorre os caminhos históricos da exploração mineral e suas expressões culturais;
• Povos da Mata – focada nos modos de vida e espiritualidade das comunidades da floresta.
Com uma abordagem que une fotografia, etnografia visual e inventário participativo, os cadernos revelam celebrações, rituais e práticas tradicionais que moldam os saberes populares em diferentes regiões do Brasil. “Estar com os mestres e brincantes em seus territórios e celebrações me faz entender que fotografar é também um gesto de reconhecimento e valorização da cultura popular brasileira”, afirma Peres.
Mais que um lançamento editorial, o evento será uma celebração do patrimônio imaterial brasileiro. A programação inclui apresentação cultural, roda de conversa e troca de saberes com os próprios protagonistas das manifestações registradas. A abertura será marcada pela apresentação do grupo Moçambique Mamãe do Rosário, da cidade de Catalão (GO), representante da tradicional Congada. Em seguida, autores, pesquisadores, educadores e mestres da cultura popular participarão de uma roda de conversa sobre os processos de escuta, documentação e salvaguarda desses saberes.
Sobre o projeto
Reconhecido nacionalmente, o projeto Filhos da Terra foi finalista do Prêmio Rodrigo Melo Franco, concedido pelo IPHAN, e selecionado pelo Edital Lab BNDES+ Patrimônio Cultural. Inspirado nos Brasis de Darcy Ribeiro, o projeto desenvolve uma cartografia visual das culturas populares brasileiras, construindo um acervo único e sensível sobre as raízes culturais do país.
A coleção será distribuída de forma dirigida e gratuita àsinstituições públicas de educação e cultura, e também estará disponível para acesso digital no site oficial do projeto – www.filhosdaterra.org .
Sobre Eraldo Peres
Eraldo Peres é fotojornalista e produtor cultural. Nascido no Rio de Janeiro e radicado em Brasília desde a infância, trabalhou em importantes jornais, revistas e agências de notícias nacionais e internacionais. Desde 1996, dedica-se a projetos como FÉsta Brasileira e Filhos da Terra, voltados à documentação fotográfica e audiovisual do patrimônio imaterial brasileiro.
Seus trabalhos foram reconhecidos em premiações como o Nikon Photo Contest International (1996 e 2000/21), o Humanity Photo Awards (2006 e 2009), promovido pela UNESCO na China, além de menção honrosa no World Press Photo (2008). É diretor do Festival Mês da Fotografia e atua como curador de exposições e livros de fotografia.
SERVIÇO
Lançamento da coleção Cadernos do Patrimônio Imaterial Brasileiro – Construindo Saberes
Museu Nacional da República – Auditório 2, Brasília (DF) 25 de outubro de 2025 (sábado) A partir das 15h Participação especial do grupo de Congada Moçambique Mamãe do Rosário (Catalão – GO) Evento gratuito e aberto ao público
Programação:
• 15h30 – Abertura cultural com o grupo Moçambique Mamãe do Rosário
• 16h00 – Roda de conversa com autores, educadores, pesquisadores e mestres da cultura popular
• 17h00 – Nova apresentação artística do grupo convidado
As inscrições estão abertas para curso gratuito que valoriza saberes e tradições culturais do DF
Entre os dias 6 e 8 de novembro de 2025, o Centro Cultural Renato Russo será palco de um movimento que vai além da formação técnica: o I Curso de Formação em Comunicação e Difusão Cultural para Produtores de Cultura Popular e Povos Tradicionais busca dar voz e visibilidade a quem sempre sustentou as raízes culturais do Distrito Federal e Entorno.
Mais do que um curso, a iniciativa propõe uma revolução simbólica, colocar os povos tradicionais no centro da narrativa sobre suas próprias culturas. Ao unir produtores, comunicadores e mestres de saberes, o projeto fortalece a autonomia comunicativa e a circulação dos saberes ancestrais.
A programação inclui palestras, oficinas e debates que abordam desde a produção de projetos culturais até estratégias de comunicação popular e letramento racial. As atividades serão ministradas por lideranças culturais e especialistas que defendem uma comunicação mais inclusiva, plural e conectada com as realidades das comunidades.
Segundo os organizadores, o curso nasce da necessidade de reduzir desigualdades de acesso à comunicação e de formar multiplicadores capazes de dar continuidade a práticas culturais que valorizam a identidade, a diversidade e a sustentabilidade.
Além da formação, a proposta é criar redes de apoio e colaboração entre produtores e comunidades, fortalecendo a economia criativa local e promovendo o reconhecimento das culturas que têm na ancestralidade e na natureza suas maiores fontes de inspiração.
As inscrições são gratuitas e com vagas limitadas, destinadas a produtores culturais, comunicadores e interessados na economia criativa. Os participantes receberão material didático e certificado.
O curso é um convite para que as vozes das comunidades tradicionais não apenas sejam ouvidas, mas se tornem protagonistas das próprias narrativas que compõem o mosaico cultural do Distrito Federal.
Com inscrições gratuitas e vagas limitadas, o curso é voltado a produtores culturais, comunicadores populares e demais interessados na economia criativa. Os participantes receberão material didático e certificado de conclusão.
O evento representa uma oportunidade única de fortalecer a atuação cultural e contribuir para que as tradições e saberes ancestrais sigam vivos, respeitados e reconhecidos.
‘O Admirável Sertão de Zé Ramalho’ celebra a extensa obra e vida do artista paraibano Zé Ramalho.
Visto por 15 mil pessoas em 10 cidades do país, espetáculo presta homenagem ao multiartista paraibano na Sala Martins Pena – Teatro Nacional Claudio Santoro
Estreia com entrada franca (29/10) e sessão popular (30/10), com ingressos entre R$ 25 e R$ 50.
Apresentações: 29 e 30 de outubro, 1º e 2 de novembro, com ingressos entre R$ 25 e R$ 200.
“Quando pensei neste espetáculo, a cena brasileira estava repleta de excelentes musicais, em sua maioria biográficos, que retratavam literalmente a vida do homenageado, quase todos já falecidos. Queria uma linguagem diferente. Queria, através da obra artística, abordar e fazer um recorte poético da trajetória de Zé Ramalho. E assim foi”. completa Barata. No palco,
“O Admirável Sertão de Zé Ramalho” transforma música em narrativa e o sertão em território poético. O espetáculo mistura teatro, poesia e canções emblemáticas para revelar os muitos “Brasis” que habitam a obra de Zé Ramalho.
A dramaturgia é de Pedro Kosovski e a direção de Marco André Nunes, que constroem uma encenação simbólica, não biográfica, em que cada música se torna um fragmento de tempo, memória e imaginação.
“As músicas revelam momentos da vida desse grande artista. Tudo é carregado de simbolismo e metáforas. Montei uma estrutura textual que não disputa com as letras, mas escuta o que elas dizem. É um convite a mergulhar nas imagens que as canções evocam”, diz Kosovski.
“O espetáculo reúne fragmentos da trajetória de Zé, desde a infância até o sucesso nacional. Tanto quem conhece quanto quem está descobrindo o artista será tocado pela intensidade das experiências que ele viveu”, acrescenta Nunes.
A montagem é dividida em cinco módulos: Brejo do Cruz, as origens, com o Zé criança, interpretado por Duda Barata; Campina Grande, o despertar para a música, vivido por Muato; João Pessoa, o nascimento das composições, com Tiago Herz; Rio de Janeiro, a batalha por espaço e sobrevivência, interpretada por Nizaj; e Popstar, a consagração do artista, protagonizada por Marcello Melo. Juntos, os cinco intérpretes formam um retrato múltiplo e afetivo do artista, recriando em cena as fases, as vozes e os sertões que habitam a obra de Zé Ramalho.
O elenco reúne Ceiça Moreno, Cesar Werneck, Diego Zangado, Duda Barata, Eli Ferreira, Marcello Melo, Muato, Nizaj e Tiago Herz, artistas que compõem um mosaico de identidades, sonoridades e presenças que se cruzam entre música, poesia e cena.
Natural de Brejo do Cruz, no sertão da Paraíba, Zé Ramalho construiu uma obra que mistura as batidas da Jovem Guarda, a poesia do cordel, o pulsar do rock e o lamento do blues com o vigor do violão nordestino. É o nosso Bob Dylan do Sertão e da música brasileira — um artista que une modernidade e tradição, religiosidade e crítica social, lirismo e resistência.
Visto por mais de 15 mil pessoas em dez cidades, “O Admirável Sertão de Zé Ramalho” celebra a potência criativa e a obra atemporal de um dos grandes nomes da música popular brasileira. Mais do que um tributo, é um encontro entre arte, memória e afeto — um espetáculo que reafirma o sertão como símbolo de beleza, invenção e força cultural.
Com patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Cultural, o musical exalta o cancioneiro, a literatura e os caminhos percorridos por Zé Ramalho — caminhos que continuam a inspirar gerações e a traduzir, em verso e melodia, a alma viva do Brasil.
SOBRE A PETROBRAS
A Petrobras é uma das principais empresas do país. Atua de forma integrada e especializada na indústria de óleo, gás natural e energia, tendo como compromisso o desenvolvimento sustentável para uma transição energética justa.
A Cultura é também uma energia na qual a companhia investe, patrocinando há mais de 40 anos projetos que contribuem para a cultura brasileira e se fazem presentes em todos os Estados brasileiros.
FICHA TÉCNICA
Idealização e produção artística: Eduardo Barata
Texto: Pedro Kosovski
Direção: Marco André Nunes
Elenco: Ceiça Moreno, Cesar Werneck, Diego Zangado, Duda Barata, Eli
Ferreira, Marcello Melo, Muato, Nizaj e Tiago Herz
Direção musical: Plínio Profeta e Muato
Direção de movimento: Caroline Monlleo
Cenário: Marco André Nunes e Uirá Clemente
Figurinos: Wanderley Gomes
Iluminação: Dani Sanchez
Desenho de som: Júnior Brasil
Direção de produção: Elaine Moreira
Produção: Barata Produções
Patrocínio Petrobras, realização da Lei de Incentivo à Cultura, Ministério da
Cultura e Governo Federal – Do Lado do Povo Brasileiro
Serviço
Espetáculo: O Admirável Sertão de Zé Ramalho
Local: Teatro Nacional Cláudio Santoro – Sala Martins Pena
SBN Quadra 501, Conjunto 03, Edifício Aterro do Palácio, em Brasília (DF)
Datas: 29 e 30 de outubro, e 1 e 2 de novembro de 2025
Dias da semana: quarta, quinta e sábado, às 20h, e domingo, às 18h
Ingressos: Grátis (29/10), R$ 25 e R$ 50 (30/10), R$ 25 a R$ 200 (01 e 02/11).
A lendária banda de rock se apresenta na Arena BRB em 2 de novembro, com abertura dos Raimundos
Brasília se prepara para uma noite inesquecível neste dia 2 de novembro, quando a lendária banda Guns N’ Roses, reconhecida como uma das maiores forças do rock mundial, traz à Arena BRB o show de encerramento de sua turnê pelo Brasil, intitulada “Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things”. Liderada por Axl Rose (vocais, piano), com os icônicos Slash (guitarra solo) e Duff McKagan (baixo), acompanhados agora por Isaac Carpenter na bateria, a banda promete uma performance impactante com seus maiores sucessos e toda a energia que marcou sua carreira.
Com uma vasta legião de fãs, que gera uma média de 24 milhões de ouvintes mensais no Spotify, Guns N’ Roses reafirma sua posição de destaque no cenário musical mundial. O grupo, que carrega uma marca de peso na história do rock com álbuns como “Appetite for Destruction” – o álbum de estreia mais vendido da história dos EUA e o 11º mais vendido de todos os tempos – e os inovadores “Use Your Illusion I” e “Use Your Illusion II”, chega com um repertório repleto de clássicos que marcaram gerações. A turnê conta com produção da Mercury Concerts, realização da MJ Entretenimento e LR Promoções e Eventos, com apoio local, na capital federal, da Joyn Entretenimento.
Guns N’ Roses é uma lenda em plena atividade. É a banda americana mais dinâmica, impactante e definitiva da história do rock. Enraizada na cultura do rock, “Appetite for Destruction”(1987) é uma obra-prima, certificada com disco de diamante, e entrou para a história como “o álbum de estreia mais vendido da história dos EUA” e o “11° álbum mais vendido de todos os tempos nos Estados Unidos”. Já a turnê “Not In This Lifetime…” (2016-2019) ficou classificada como a “4ª turnê mais lucrativa de todos os tempos”.
Em 1991, o Guns N’ Roses sacudiu o mundo com o potente combo dos álbuns “Use Your Illusion I” e “Use Your Illusion II” (7x platina), que conquistaram imediatamente os dois primeiros lugares da Billboard 200. Com vendas totais de 100 milhões de cópias até hoje, seu catálogo ainda inclui: “G N’ R Lies” (5x platina), “The Spaghetti Incident?” (platina), “Greatest Hits” (5x platina) e “Chinese Democracy” (platina).
A noite ficará ainda mais especial com a abertura a cargo dos Raimundos, banda de Brasília que ganhou fama ao misturar hardcore com a sonoridade nordestina e letras marcantes. O público poderá curtir hits como “Puteiro em João Pessoa”, “Eu Quero Ver o Oco” e “Mulher de Fases”, além do novo single, “Maria Bonita”.
Serviço:
“Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things”
Classificação Etária: 14 (quatorze) anos desacompanhados. Menores de 14 (quatorze) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial.
Bilheteria Oficial – Sem Cobrança de Taxa de Serviço
Loja Eventim Brasília Shopping
SCN Qd 5 Bloco A Subsolo 2 – Loja Q 054
Segunda-feira a sábado das 10h às 22h
Domingos e feriados das 13h às 19h
Ingressos em até 4x sem juros
MEIA-ENTRADA E INGRESSOS PROMOCIONAIS
Confira em https://www.eventim.com.br/meiaentrada as leis de meia-entrada, identificando quem tem direito aos benefícios e os documentos comprobatórios.
Para maiores informações sobre os horários de funcionamento e as formas de pagamento de cada ponto de venda, por favor consulte:
O festival terá atrações para todas as idades, além de distribuição de picolé e algodão-doce | Foto: Divulgação/Administração do Guará
Praça do Arerê receberá programação gratuita pensada para crianças e famílias
A Praça do Arerê, na QE 40 do Guará, será tomada por cores, música e sorrisos entre os dias 24 e 26 de outubro, das 15h às 22h, quando será realizado o Festival da Alegria. O evento é gratuito, voltado ao público infantil e promete reunir famílias inteiras em torno de atividades lúdicas e educativas.
Durante os três dias de festa, o público poderá aproveitar oficinas criativas, recreação infantil, pintura facial, balão mania, espaço kids e brinquedos infláveis. Além das atividades permanentes, haverá distribuição gratuita de picolé, pipoca e algodão-doce, além de apresentações musicais. Um dos destaques será a presença de grupos infantis consagrados, como a Patrulha Canina e a Turma do Scooby-Doo.
“Eventos como esse movimentam a cidade e são mais do que um simples evento infantil: são uma celebração da cultura, da convivência e da valorização dos espaços públicos do Guará. Essas iniciativas fortalecem o turismo local ao atrair famílias, movimentar a economia criativa e reforçar o sentimento de pertencimento da comunidade. É importante para o turismo das regiões administrativas promover essa participação cultural e regional”, afirma o secretário de Turismo, Cristiano Araújo.
O administrador do Guará, Artur Nogueira, destaca que o evento é mais uma ação voltada à integração das famílias e ao fortalecimento do vínculo comunitário. “O Festival da Alegria é uma celebração da infância e da convivência. Queremos que as famílias se sintam acolhidas e que as crianças tenham a oportunidade de viver experiências positivas e educativas em um ambiente seguro e divertido”, afirma.
O evento é promovido pela Organização Social Vem Ser, com apoio da Administração Regional do Guará e da Secretaria de Turismo do DF.
*Com informações da Administração Regional do Guará
Na manhã de quarta-feira, 15 de outubro, arquitetos e designers de interiores convidados pelo Casapark Prime visitaram a mostra “Finca-Pé: Estórias da terra“, do artista brasiliense Antônio Obá, exibição no CCBB Brasília.
Os cerca de 45 convidados foram recebidos com um café da manhã e a seguir, por Auber Bettinelli e Isabela Formiga, ambos da equipe do educativo do CCBB, e que contextualizaram brevemente a mostra antes de iniciar o percurso pelas galerias.
Após a primeira etapa da visita, o arquiteto Vinícius Alano, do escritório Três Arquitetura, ressaltou o caráter inovador que a arte traz para sua prática diária. “As visitas realizadas a convite do Casapark Prime me ajudam a pensar nos projetos a partir de uma outra perspectiva e em novas possibilidades de matérias e formas”, comentou o arquiteto que participou da visita ao lado de seus sócios, Diego Kern e Luciano Pena.
Com curadoria de Fabiana Lopes, mais de 50 trabalhos, entre pinturas, desenhos, instalação e filme-performance, a exposição ganha em Brasília uma dimensão particular: o encontro entre a poética de Obá e o território que moldou sua experiência e sensibilidade. A mostra estabelece um diálogo com o Cerrado pelas obras do mineiro Marcos Siqueira, artista convidado, natural da Serra do Cipó. Seus trabalhos, criados a partir da terra como matéria-prima para pigmentos e personagens, expandem o campo poético da exposição e reforçam a ideia de que a matéria e o lirismo podem se entrelaçar na construção de novas imagens e sentidos.
Do carimbó à cumbia, Emília Monteiro fará apresentações gratuitas como parte da programação paralela da exposição Vetores-Vertentes.
Como parte da programação paralela da exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará, que fica em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) até o dia 2 de novembro, uma programação musical gratuita promete agitar o público. Nos dias 24 e 25 de outubro, às 19h, está programado o show Vertentes – O Som Que Vem do Norte, protagonizado pela cantora paraense Emília Monteiro. A artista apresenta canções do álbum autoral Cheia de Graça e um repertório que passeia por ritmos emblemáticos da cultura amazônica, como carimbó, cumbia, guitarrada e brega, além de homenagens a grandes intérpretes do Pará. A entrada é gratuita e os ingressos estarão disponíveis para retirada um dia antes de cada show, a partir de 12h, no site bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB.
Com presença de palco marcante, Emília interpreta sucessos de nomes como Dona Onete, Fafá de Belém, Joelma, Gaby Amarantos, Lia Sophia e Patrícia Bastos, oferecendo ao público um panorama vibrante da diversidade musical nortista. Acompanhada por Marcus Moraes (guitarra) e George Lacerda (percussão), a cantora promete transformar o teatro do CCBB Brasília em uma grande celebração dançante, reafirmando a potência cultural da região Norte. “Me sinto muito feliz por representar minha ancestralidade amazônica musicalmente durante essa linda e potente exposição de mulheres fotógrafas paraenses, numa Amazônia imersiva incrível e tocante”, comemora a artista.
A exposição é patrocinada pelo Banco do Brasil e Ministério da Cultura via Lei Rouanet, com coordenação e produção do Museu das Mulheres, e possui audiodescrição de obras, audioguia e intérprete de Libras na programação paralela e nos vídeos de divulgação. A entrada para a exposição também é gratuita, de terça a domingo, das 9h às 21h, com entrada nas galerias até 20h40, no CCBB Brasília, que fica no Setor de Clubes Esportivos Sul. Os ingressos poderão ser retirados no site bb.com.br/cultura ou na bilheteria.
CURADORA E DIRETORA ARTÍSTICA – Sissa Aneleh é curadora, pesquisadora, historiadora da arte, diretora artística e gestora cultural,doutora em Artes Visuais pela Universidade deBrasília (UnB) e mestra em Artes pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Com mais de quinze anos de atuação na pesquisa de fotografia, artes plásticas e artes visuais, seu trabalho concentra-se na valorização da produção artística da Amazônia e do Brasil, com ênfase na perspectiva feminina e decolonial. Especialista em fotografia paraense, identidade e território, Sissa desenvolve projetos que ampliam as narrativas visuais da região, desafiando representações hegemônicas e promovendo o protagonismo de mulheres artistas amazônicas. Além da curadoria de exposições nacionais e internacionais, é diretora e curadora geral do Museu das Mulheres.
MUSEU DAS MULHERES – O Museu das Mulheres (Museu DAS) é o primeiro museu dedicado às mulheres no Brasil. Constitui-se como uma instituição de arte privada, fundada em 2022. Nasceu da vontade de reconhecer o valor da produção artística, intelectual e prática das mulheres no Brasil e no mundo. Tem por visão e missão institucionais: impulsionar o avanço das mulheres e valorizar o protagonismo feminino em arte, cultura, literatura, educação, música, patrimônios material e imaterial, tecnologia, história, pesquisa e demais áreas de realização das mulheres. Museu híbrido, atua tanto no universo físico quanto no virtual, lança projetos em ambientes espaciais imersivos e interativos – com Realidade Expandida (XR), Realidade Aumentada (RA) e Realidade Virtual (RV) – e, por extensão, tem salas expositivas no Metaverso. Possui programação em artes plásticas e visuais, cinema, eventos, além de programa educativo, área de pesquisa, editora e acervo.
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizadas exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornouo terceiro prédio do Banco do Brasil a receber acertificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Acessibilidade
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta- feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso égratuito, mediante retirada de ingresso no site,na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Codeda van. Lembrando que o ingresso garante olugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van – De quinta a domingo:Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h,17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.
Exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará Período: De26 de agosto a 2de novembro de2025 Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Endereço: Setor de Clubes Esportivos Sul Trecho 2, Lote 22 – Brasília – DF Ingressos gratuitos: Disponíveis embb.com.br/cultura e na bilheteria doCCBB Funcionamento: Aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças Informações: (61) 3108-7600 | ccbbdf@bb.com.br
Com 26 episódios musicais, a animação aproxima as crianças da natureza e das tarefas do dia a dia por meio da fantasia do menino Lírio
Exibida no começo deste mês no festival pernambucano Animage, a obra tem exibições marcadas em festivais de Portugal e da Costa do Marfim em 2026
O Mundo de Lírio marca a estreia da Amanda Fernandes na Animação e conta com equipe majoritariamente candanga
Após pré-estreia gratuita realizada no último sábado, 18, na Vila Planalto, a série de animação O Mundo de Lírio realiza um ciclo de exibições para estudantes de colégios públicos do Distrito Federal. Entre os dias 20 e 24 de outubro, a animação será exibida em cinco escolas públicas, alcançando cerca de 1.500 crianças, com direito a tradução em Libras de todas as atividades, em um ciclo que já passou por duas escolas, no Riacho Fundo II (IEHN II) e em Samambaia (CEPI Mandacaru).
As exibições têm início nesta segunda (20), no CEPI Ipê Roxo de Samambaia e, na terça (21), a série é apresentada no CEPI Onça Pintada, também em Samambaia. No dia 22, a obra chega aos alunos do CEPI Orquídea do Cerrado, em Ceilândia; dia 23 é apresentada no CEPI Quero-Quero, no Recanto das Emas; e no dia 24, o ciclo de apresentações é encerrado no IEHN I, no Riacho Fundo I.
Marcando a estreia em direção da já experiente produtora Amanda Fernandes, a série O Mundo de Lírio é uma coprodução Brasil e Chile, realizada pelos estúdios Akwa Creative Lab e GVG Producciones. O projeto conta ainda com patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, Lei de Incentivo à Cultura, Neoenergia Brasília, Instituto Neoenergia e da Secretaria de Estado e Economia Criativa do Distrito Federal.
Dividida em duas temporadas, a primeira com 26 episódios e a segunda com oito, e tendo cada episódio sete minutos, a série celebra o vínculo entre crianças e árvores, unindo arte, ciência e imaginação para despertar, desde cedo, o cuidado com a vida em todas as suas formas.
A narrativa acompanha Lírio, um menino negro de cinco anos, filho de mãe solo, que vive dilemas típicos da infância e, em suas aventuras, se transforma em diferentes árvores para aprender com a natureza novas formas de existir. A cada mudança, o pequeno canta, dança e descobre que crescer é um ciclo, assim como a vida das árvores.
Dentre as espécies homenageadas na série estão algumas nativas do Cerrado, como o Buriti, a Lobeira, o Jenipapo, o Cajuzinho do Cerrado, o Baru, a Paineira, o Jacarandá e a Faveleira. Cada episódio transforma um desafio cotidiano da infância em um aprendizado ecológico e emocional.
Em “Buriti, a hora do banho”, por exemplo, Lírio descobre com a palmeira que a água é fonte de alegria e renovação. Já em “Lobeira, ah que sono”, ele aprende que até as árvores descansam sob o luar. Em “Pai Jenipapo, me acalma”, a saudade se transforma em cor, e em “Paineira, as cores da natureza”, o rosa das flores ensina o orgulho de ser diferente.
Outros episódios, como “Cajuzinho do Cerrado, beijo travoso” e “Baru, hum, que raízes molhadinhas”, falam sobre o prazer de experimentar o novo e a importância de escutar o próprio corpo. Em “Jacarandá, em boa companhia”, Lírio entende que liberdade também pode existir com companhia, e em “Faveleira, parabéns para você”, o tempo e o florescer aparecem como celebração da vida.
Amanda Fernandes é diretora, showrunner e produtora executiva da série, esta última função, assinada junto a Julian Rosenblatt e Cadu Zimmermann. Com direção de arte dos artistas Renato Moll e William Jungmann, e animação do Alopra Studio, a obra tem vozes originais de Débora Valente, Nambir, Aline Marcimiano e Kika de Moraes, roteiro de Jama Wapichana, Juliana Mendes, Caro Moena e Renata Diniz, além de música original de Débora Valente, Leandro Morais, Rafael Maklon e Sascha Kratzer.
DESDOBRAMENTOS DA SÉRIE
O universo de Lírio também se expande para além da série, com desdobramentos que incluem o lançamento de dois álbuns musicais, sendo um de canções de ninar para crianças de 0 a 4 anos, e outro com as músicas da série, voltado ao público de 4 a 7 anos; além da estreia de três novos episódios no YouTube em breve. A obra acabou de ser exibida no festival pernambucano Animage, o maior festival de animação do Brasil atualmente. Em 2026, a produção fará sua estreia internacional, representando o Brasil na 25ª MONSTRA – Festival de Animação de Lisboa, em março, e no 9º Festival de Animação de Abidjan, na Costa do Marfim, em abril.
SOBRE A CRIADORA
A série é dirigida e criada por Amanda Fernandes. Atua há mais de uma década no audiovisual e assinou a produção executiva de obras como Cidade Invisível, Invasão Espacial, Escola sem Sentido, Algoritmo, Manual da Pós-Verdade e Da Porta Pra Fora, exibidas e premiadas na TV Cultura, Amazon Prime, Festival de Brasília e Festival de Gramado. Foi selecionada para programas como Emerging Producers WCSFP, DocCelerator, Campus DocsBarcelona, Prêmio Cardume–Cabíria, Bajo Guion International Writers Residency, SCRIPT+ e WAWA–Lifetime Mentoring Program. Atualmente é sócia do Akwa Creative Lab, estúdio dedicado ao desenvolvimento de narrativas que equilibram cultura, natureza e fantasia.
SERVIÇO – Pré-estreia da série “O Mundo de Lírio” – Ciclo de exibições em escolas públicas do DF Atividades fechadas nas escolas. 16/10 – IEHN II, Riacho Fundo II 17/10 – CEPI Mandacaru, Samambaia 20/10 – CEPI Ipê Roxo, Samambaia 21/10 – CEPI Onça Pintada, Samambaia 22/10 – CEPI Orquídea do Cerrado, Ceilândia 23/10 – CEPI Quero-Quero, Recanto das Emas 24/10 – IEHN I, Riacho Fundo I
Três episódios revelam histórias e sabores que fazem da gastronomia popular um patrimônio da cidade
A gastronomia de rua de Brasília ganha destaque na série documental Sabores de Rua, apresentada pelo chef Gil Guimarães, um dos nomes mais respeitados da cena gastronômica da capital e produzido pela Life Studios. Composta por três episódios de 20 minutos, a produção mergulha na diversidade, nos sabores e nas histórias que fazem da comida de rua um patrimônio cultural vivo do Distrito Federal.
O projeto tem como objetivo valorizar os empreendedores e chefs locais, dar visibilidade à gastronomia popular e mostrar como os sabores que nascem nas calçadas, feiras e mercados refletem a identidade múltipla e acolhedora de Brasília. Em cada episódio, o público é conduzido por uma jornada sensorial que mistura temperos, afetos e memórias, revelando personagens que fazem da comida de rua uma verdadeira expressão cultural.
A importância do projeto é apresentar para Brasília a cultura culinária de rua e mostrar como é a feita a construção social através da comida. “O ápice de toda cultura é o que a gente come e as nossas relações. A comida consegue mostrar qual é a nossa construção, os ingredientes locais e todo o nosso amor por algum preparo e, consequentemente, o amor por uma pessoa“, afirma Breno Araujo Oliveira, diretor-presidente da CEDHuC.
Sabores de Rua convida o espectador a olhar com atenção para as pessoas que transformam ingredientes simples em experiências únicas, mostrando como suas trajetórias se entrelaçam com a própria história da cidade. De barraquinhas tradicionais a novos formatos de negócio, da Ceilândia ao Lago Norte, a série percorre o Distrito Federal de ponta a ponta. A jornada busca revelar as delícias e as histórias que dão o verdadeiro sabor à capital.
Com distribuição gratuita, o documentário promove o acesso democrático à cultura e busca fomentar o reconhecimento da gastronomia de rua como um elemento essencial da identidade brasiliense — um encontro entre tradição, criatividade e resistência.
Sobre a Comissão Especial de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania (CEDHuC)
Atua em solo nacional e internacional na proteção dos direitos humanos. A organização se dedica a reduzir a desigualdade e combater todas as formas de discriminação.
Suas atividades incluem a realização de cursos, eventos e projetos para a população menos favorecida de Brasília e outros estados. Além de prestar serviços de utilidade pública a pessoas em vulnerabilidade social, com base na Constituição e em pactos internacionais.
Sobre a Life Studios
Especializada em comunicação e audiovisual, a Life Studios nasceu em 2019 com a proposta de levar conhecimento e entretenimento de ponta ao público. Em um mundo cada vez mais conectado por ideias e valores, a produtora se destaca por criar e produzir histórias autênticas, capazes de gerar identificação e inspirar novas conexões.
O Comitê de Cultura do Distrito Federal realiza, nos dias 21 e 22 de outubro, a série formativa “Lei de Incentivo (Lei Rouanet)”, composta por dois módulos on-line, gratuitos e com certificação. A iniciativa é voltada a produtoras(es), artistas gestoras(es) culturais e organizações da sociedade civil (OSCs) que desejam compreender e dominar as etapas práticas de elaboração e envio de projetos culturais por meio do Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura (SALIC), do Ministério da Cultura.
A Lei Rouanet é a principal política federal de incentivo à cultura no Brasil. Criada em 1991, permite que empresas e pessoas físicas direcionem parte do imposto de renda devido para financiar projetos culturais aprovados pelo Ministério da Cultura.
Por meio dela, é possível apoiar financeiramente atividades como shows, exposições, produções cinematográficas e ações formativas. A lei tem como objetivo estimular a produção, preservação e difusão cultural, além de promover a profissionalização do setor e a formação de público.
Dayse Hansa, coordenadora-geral do Comitê no DF, explica que “essa é uma grande oportunidade para produtoras(es), artistas e gestoras(es) apresentarem propostas dentro da janela de inscrição para análise, cujo objetivo é obter a autorização de captação”. Todos os anos, o Ministério da Cultura (MinC) abre o período de submissão no início do ano e encerra o recebimento de propostas em 31 de outubro. Projetos analisados e com mérito deferido pela CNIC (Comissão Nacional de Incentivo à Cultura) podem receber autorização para captar recursos junto a empresas patrocinadoras ou pessoas físicas. Empresas optantes pelo Lucro
Real podem abater até 4% do IRPJ devido; pessoas físicas que fazem a declaração completa podem abater até 6% do IR devido pela Lei Rouanet.
Ao participar dos dois módulos, é possível entender e percorrer o caminho completo, do rascunho ao envio do projeto com segurança. O link da sala será enviado por e-mail após a confirmação da inscrição.
Módulo 1 — Primeiros passos no SALIC
Data: 21/10 (terça-feira) • 19h às 22h
Facilitadora: Dayse Hansa
Voltado a quem está iniciando no uso da plataforma, o primeiro módulo ensina como estruturar um projeto cultural desde o cadastro no Gov.br e no SALIC até a elaboração de textos técnicos (resumo, justificativa, objetivos e metas), indicadores, plano de execução e orçamento inicial. As(os) participantes saem com um rascunho estruturado e um checklist para envio do projeto até o fim de outubro.
O segundo encontro aprofunda o processo de finalização e validação do projeto no sistema, abordando a formatação do orçamento por rubricas, memórias de cálculo, cronograma físico-financeiro, anexos e uploads no SALIC. O objetivo é que cada participante conclua a oficina com o projeto pronto para envio, validado e ajustado conforme as exigências técnicas.
Dayse Hansa é produtora cultural, roteirista, artista visual e curadora, com mais de
22 anos de atuação e mais de mil eventos realizados entre festivais, projetos formativos e ocupações artísticas. É associada à Associação Artística Mapati e integra a diretoria executiva do Instituto Macondo e foi diretora por dois mandatos da Associação Brasileira de Festivais Independentes, além de ser sócia-fundadora da Sala de Produções desde 2012.
Carol Peres é jornalista, mestre em Gestão Cultural e especialista em Educação e Patrimônio Cultural. Autora do livro Financiamento Cultural – Horizontes Brasileiros, atua no planejamento estratégico e captação de recursos para o setor cultural, com ampla experiência em elaboração e prestação de contas de projetos. Realiza ações formativas e palestras sobre empoderamento feminino no terceiro setor e na cultura
Confira os horários de apresentação das 27 atrações que se revezam entre o palco principal e o palco auxiliar de sexta (24) a domingo (26), no Espaço Cultural Minas Tênis Clube
A contagem regressiva para a terceira e maior edição do VOA Festival já começou. A partir da próxima sexta-feira, 24, Brasília celebra a diversidade da música local, nacional e até internacional no evento que vem crescendo a cada ano. Até domingo, 26, a programação reúne 27 artistas e se distribui entre o Palco VOA, principal espaço do evento, e o Palco Xeque Mate, palco auxiliar que recebe DJs e bandas locais. Os ingressos seguem à venda através do Shotgun.
A sexta começa com abertura dos portões às 19h. No Palco VOA, o festival começa às 21h30 com Experimental Dub convida Renato Matos, seguido pelo som da DJ Jungle Julia às 22h30. Às 23h, quem assume é a banda jamaicana The Wailers, com a turnê que celebra os 30 anos do álbum “Natural Mystic”. No Palco Xeque Mate, a programação começa às 22h15 com Ediá e segue com o Coletivo Jamaicanas, que entra em cena às 00h30.
No sábado, 25, os portões abrem mais cedo, às 18h. No palco principal, o duo Àvuà inicia a programação às 20h15, seguido por Marina Lima, que traz seus clássicos para o palco a partir das 22h. Às 23h20, é a vez de Calango Careta animar o público até 23h50, quando entra Muntchako com sua mistura de ritmos latino-brasileiros e beats eletrônicos e as participações de Felipe Cordeiro e Jessica Caitano. E a madrugada segue com DJ Laine D’Olinda às 00h40 e Academia da Berlinda, às 01h10. Enquanto isso, no Palco Xeque Mate, a noite começa mais cedo, às 18h30, com DJ Cxxju e continua com DJ Laine de Olinda às 20h, Guaja às 21h15, DJ Pezãoàs 22h, Bianor às 23h15 e UMiranda à meia-noite.
Já no domingo, 26, a abertura dos portões ocorre às 17h. A banda Saci Wèrè sobe ao Palco VOA às 18h30, DJ Biba às 19h10 e Zé Ibarra às 19h40. DJ Biba toca novamente às 20h40, seguida Ana Frango Elétrico, que se apresenta às 21h10. Às 22h25 DJ Alira prepara o público para o show de encerramento com Céu, que celebra 20 anos de carreira e sobe ao palco às 23h10. No Palco Xeque Mate, o domingo começa às 19h com Choro no Eixo convida Tereza Lopes, seguido por DJ Paula Torelly às 19h45, Gypsyjazz convida Indiana Momma às 20h30, nova entrada de DJ Paula Torelly às 21h15 e, às 22h25, a noite se encerra no palco alternativo com o Coletivo Superjazz.
Muito além dos palcos
O VOA Festival segue firme em sua proposta de ser uma plataforma multicultural. Além dos shows, o público terá acesso a uma feira de economia criativa, uma vila gastronômica com chefs e produtores locais, e uma programação paralela que valoriza a diversidade cultural e a sustentabilidade.
Mantendo o compromisso com a inclusão, o VOA oferece a possibilidade da meia-entrada social mediante doação de alimentos não perecíveis ou agasalhos, que serão destinados ao projeto Instituto Barba na Rua. O festival conta ainda com cortesias limitadas para estudantes da rede pública de ensino médio e superior.
Conscientização e comunicação ambiental
Como parte de suas ações de sustentabilidade, o VOA Festival lança a campanha Voa Consciente, voltada à educação e comunicação ambiental. A ideia é incentivar o público a adotar práticas sustentáveis, como o descarte correto do lixo, a redução do consumo de materiais descartáveis e o respeito aos espaços coletivos. A campanha será divulgada em painéis informativos e sinalizações durante os três dias de evento, além de redes sociais e no site oficial, reafirmando o compromisso do festival com o meio ambiente.
Saiba mais sobre o Festival
O Voa Festival nasceu em 2023 e já trouxe a Brasília artistas como BaianaSystem, BNegão, Josyara, Mestrinho, Tássia Reis, Attooxxá e Mestre Ambrósio. Idealizado pelo produtor cultural Lucas Formiga, o Voa é realizado pela Formiga Produções e o Instituto IBRANOVA, e correalizado pela Oh! Artes. Apresentado pelo Ministério da Cultura, o projeto tem patrocínio da Empresa Gestora de Ativos – Emgea, através da Lei Rouanet.
Experimental DUB convida Renato Matos – 21h30 DJ Jungle Julia – 22h30 The Wailers – 23h00
Palco Xeque Mate
Ediá – 22h15 Coletivo Jamaicanas – 00h30
SÁBADO (25/10) – Abertura dos portões: 18h
Palco VOA
Avuá – 20h15 Marina Lima – 22h00 Calango Careta – 23h20 Muntchako convida Felipe Cordeiro e Jéssica Caitano – 23h50 DJ Laine D’Olinda – 00h40 Academia da Berlinda – 01h10
Palco Xeque Mate
DJ Cxxju – 18h30 DJ Laine D’Olinda – 20h00 Guaja – 21h1 DJ Pezão – 22h00 Bianor – 23h15 UMiranda – 00h00
DOMINGO (26/10) – Abertura dos portões: 17h
Palco VOA
Saci Wèrè – 18h30 DJ Biba -19h10 Zé Ibarra – 19h40 DJ Biba – 20h40 Ana Frango Elétrico – 21h10 DJ Alira – 22h25 Céu – 23h10
Palco Xque Mate
OChoro no Eixo convida Tereza Lopes – 19h00 DJ Paula Torelly – 19h45 Gypsyjazz convida Indiana Nomma – 20h30 DJ Paula Torelly – 21h15 Coletivo Superjazz – 22h25
Mostra reúne nomes icônicos como Tarsila do Amaral, Portinari, Di Cavalcanti, Lygia Pape, Lygia Clark, Hélio Oiticica, Rosana Paulino, Adriana Varejão e Beatriz Milhazes
De 21 de outubro de 2025 a 18 de janeiro de 2026, a CAIXACultural Brasília apresenta a exposição “Nossos Brasis – entre o sonho e a realidade”, que revisita 100 anos de produção artística no país. Entre pinturas, esculturas, tapeçarias, fotografias, instalações e objetos, a mostra reúne 79 obras de 50 artistas consagrados, tais como Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Candido Portinari, Volpi, Heitor dos Prazeres, Beatriz Milhazes, Arthur Bispo do Rosário, Vik Muniz, Ernesto Neto, Rosana Paulino, O Bastardo e Denilson Baniwa. As visitas podem ser feitas de terça a domingo, das 9h às 21h, com entrada gratuita e classificação indicativa livre.
A mostra está dividida em três núcleos:
● Vozes dos Trópicos: o núcleo se debruça sobre o imaginário que moldou a ideia de Brasil como paraíso exótico e exuberante, mas atravessado por tensões entre natureza e colonização, beleza e violência, mito e crítica. Obras de Tarsila do Amaral, Burle Marx, Beatriz Milhazes, Lygia Pape, Hélio Oiticica, Glauco Rodrigues, Denilson Baniwa, Ernesto Neto, Adriana Varejão, Rosana Paulino e outros conduzem o visitante a paisagens fabulosas e símbolos ancestrais, compondo um Brasil vibrante, colorido e solar.
● Vozes da Rua: apresenta o Brasil popular em sua força criativa, onde a arte se inspira no compasso da rua, das festas e dos gestos cotidianos. Obras de Di Cavalcanti, Heitor dos Prazeres, Djanira, Volpi, Portinari, Beatriz Milhazes e outros retratam celebrações e rituais, revelando uma estética nascida da coletividade e da cultura que molda nossa identidade visual.
● Vozes do Silêncio: aborda a outra face do Brasil, das questões psicológicas e íntimas, onde memória, espiritualidade e dor se transformam em criatividade. Maria Auxiliadora, Arthur Bispo do Rosário, Ismael Nery, Maria Lídia Magliani, Farnese de Andrade, Flávio Cerqueira, Vik Muniz e Nelson Leirner, entre outros, exploram corpo, fé, luto e exclusão como territórios poéticos, revelando dimensões invisíveis da experiência brasileira.
Mais que um recorte histórico, “Nossos Brasis – entre o sonho e a realidade” constrói um mosaico de linguagens e visões sobre o país. O arco temporal vai dos modernistas da década de 1920 a artistas emergentes da década de 2020, criando diálogos que materializam as muitas ideias de brasilidade. “Dividido em grupos temáticos que não estabelecem dogmas, mas flertam com nosso imaginário, o conjunto de obras traz nomes consagrados, representantes da vastidão de estilos própria de um território igualmente amplo, criando relações transversais que ultrapassam limites imagéticos. São 100 anos de arte nacional representados por 50 artistas, criando um conjunto eclético e abrangente, que não tem a pretensão de esgotar a nossa vigorosa produção artística, mas apontar alguns caminhos trilhados”, explica a curadora Denise Mattar.
Olhares que conduzem a mostra
À frente da curadoria está Denise Mattar, paulista, crítica de arte e uma das mais respeitadas curadoras do país. Atuou em instituições como o Museu da Casa Brasileira (SP), o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e o Museu de Arte Moderna de São Paulo, além de assinar retrospectivas de Di Cavalcanti, Anita Malfatti, Portinari e Alfredo Volpi, várias premiadas pela Associação Paulista dos Críticos de Arte. Recentemente conduziu projetos de destaque como “Armorial 50” (CCBB) e “Di Cavalcanti – 125 anos” (Farol Santander), reafirmando seu papel como referência em exposições que unem rigor histórico e sensibilidade contemporânea.
A direção artística é de Rafael Dragaud, carioca, diretor, roteirista e produtor que marcou a TV Globo e o Globoplay com projetos como Falas Negras, Juliette – Você Nunca Esteve Sozinha e A Vida Depois do Tombo – Karol Conká. Também assinou especiais musicais e documentários premiados, sempre buscando dar voz à diversidade e promover impacto social por meio da arte. Sua trajetória revela um fio condutor: transformar o entretenimento em ferramenta de reflexão e mudança.
Experiência ampliada
No dia 21 de outubro, às 19h, a abertura da exposição proporcionará uma visita guiada especial, conduzida pela curadora Denise Mattar. Durante a temporada na CAIXA Cultural Brasília, estão previstas oficinas profissionalizantes em comunidades, ampliando o alcance da mostra e reforçando seu caráter democrático.
“Nossos Brasis – entre o sonho e a realidade” também contará com recursos de acessibilidade, incluindo audiodescrição, tradução em Libras e materiais táteis, garantindo que diferentes públicos possam vivenciar plenamente a experiência.
Todas as obras são provenientes de coleções particulares e das seguintes instituições: Associação Cultural Lygia Clark, CaixaEconômica Federal, Instituto de Estudos Brasileiros da USP, Instituto Rubens Gerchman, Museu Afro Brasil Emanoel Araújo, Museu Bispo do Rosário, Projeto Hélio Oiticica, Projeto Lygia Pape e Santander Brasil.
Serviço
[Exposição] Nossos Brasis – entre o sonho e a realidade
Período: de 21 de outubro de 2025 a 18 de janeiro de 2026
Abertura: 21 de outubro de 2025, às 19h
Visitação: de terça a domingo, das 9h às 21h
Local: CAIXA Cultural Brasília
Endereço: SBS Quadra 4, Lotes 3/4, Brasília-DF
Classificação Indicativa: livre
Entrada gratuita
Estacionamento gratuito: aos finais de semana e feriados, e de terça a sexta a partir das 18h
Acessibilidade: audiodescrição, Libras, materiais táteis e visitas mediadas
No dia 21 de outubro, às 14h30, Espaço Cultural Athos Bulcão, no foyer do plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) recebe a abertura da exposição “Marias” e o lançamento do livro homônimo, ambos da jornalista e fotógrafa Ísis Dantas.
A exposição Marias reúne imagens de dez mulheres que conseguiram romper o ciclo da violência doméstica, transformando experiências de dor em narrativas de resistência e reconstrução. O livro homônimo apresenta essas histórias em forma de retratos e depoimentos, revelando trajetórias que vão desde cárcere privado até tentativas de feminicídio. A abertura da exposição e o lançamento do livro serão no dia 21 de outubro, às 14h30, no Espaço Cultural Athos Bulcão, no foyer do plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). A mostra permanecerá em cartaz até o dia 14 de novembro.
Desde 2019, a autora do livro e fotógrafa das obras, Ísis Dantas, registra relatos de sobreviventes por meio do projeto Marias da Penha, que já alcançou dezenas de mulheres. Entre os relatos está a história de Rosa Melo, moradora do Areal–DF, que sobreviveu a todos os tipos de violência e conseguiu romper o ciclo após quase ser queimada dentro de casa com os filhos. Hoje, Rosa é acolhida pelo Instituto Umanizzare, instituição fundada por Grace Justa, delegada da Polícia Civil do DF. Outras mulheres retratadas na obra também compartilham vivências que reafirmam a importância de redes de apoio para a superação da violência.
O livro traz ainda um posfácio da autora, baseado nos dados mais recentes do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Segundo o Anuário 2025, o Brasil registrou 1.492 feminicídios em 2024, média de quatro mulheres assassinadas por dia, em sua maioria negras, jovens e mortas dentro de casa. Além disso, quase 20% das medidas protetivas foram descumpridas, evidenciando a fragilidade da rede de proteção. Nesse contexto, o livro e a exposição reforçam a urgência de um enfrentamento coletivo à violência de gênero.
Ísis Dantas, que também sobreviveu a um relacionamento abusivo, destaca o papel da arte na sua própria trajetória e na de outras mulheres. “A fotografia me ajudou a resgatar minha própria vida e, com o projeto Marias da Penha, percebi que poderia ajudar outras mulheres a se reconhecerem como fortes, belas e capazes de recomeçar. O livro e a exposição reforçam que há vida após a violência, mas é preciso dar o primeiro passo.”
Para a autora, falar sobre violência de gênero é uma urgência social. “Vivemos uma epidemia de feminicídios no Brasil. Cada retrato e cada relato presentes em Marias é também um grito coletivo por dignidade, liberdade e vida. Espero que essas histórias inspirem não só mulheres a romperem o silêncio, mas toda a sociedade a se engajar nessa luta.”
A exposição, que conta com 43 quadros e tem curadoria do artista plástico e fotógrafo Rinaldo Morelli, ficará em cartaz até 14 de novembro, com visitação de 9h às 19h, de segunda a sexta-feira.
Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher – A chegada da exposição e do livro Marias à CLDF em outubro ganha ainda mais relevância por estar próxima ao Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher, celebrado em 10 de outubro. A data, instituída em memória de todas as vítimas e como forma de fortalecer a mobilização social, chama atenção para a necessidade de uma ação conjunta da sociedade no combate à violência de gênero. Nesse sentido, a obra de Ísis Dantas dialoga diretamente com o propósito do dia, trazendo rostos, histórias e vozes que reforçam a urgência da proteção e da garantia de direitos às mulheres.
O livro e a exposição “Marias” são realizados pela Associação Artise de Arte Cultura e Acessibilidade com o fomento do Ministério da Cultura (MinC).
Serviço
Abertura da exposição e lançamento do livro Marias
Data: 21 de outubro de 2025
Horário: 14h30
Local: Espaço Cultural Athos Bulcão, no foyer do plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal – CLDF
Entrada gratuita
Visitação: De 21 de outubro a 14 de novembro de 2025, de 9h às 19h, de segunda a sexta-feira.
O festival acontece de 24 a 26 de outubro, com entrada franca, mediante a doação de 2kgs de alimentos não perecíveis
O Festival ExpoMix Brasil, já consagrado como um dos maiores eventos do gênero no país, chega à sua sexta edição entre os dias 24 e 26 de outubro, em Sobradinho (DF). O evento, que se tornou referência pela diversidade musical e pela grandiosidade da produção, reunirá artistas de renome nacional em três dias de festa, consolidando a temporada 2025 com chave de ouro. A entrada é gratuita, mediante doação de 2 kgs de alimentos não perecíveis.
Na sexta-feira, 24 de outubro, os portões do estádio abrem às 18h para receber o público na noite de abertura. A programação terá como destaque a dupla Matheus & Kauan, um dos nomes mais consagrados da música sertaneja nacional, além das apresentações de Nego Rainer, Paulo Sergio e Tay Gomes.
A festa continua no sábado, 25 de outubro, com uma noite marcada pelo ritmo contagiante do piseiro e da música sertaneja universitária. A partir das 18h, sobem ao palco artistas como Vitor Fernandes, um dos principais nomes do gênero no Brasil. O cantor Luan Pereira também dá uma pausa na competição da Dança dos Famosos, do Domingão com Huck, para brindar os fãs brasilienses com seus principais hits. Duda Martins e Caio Fonseca completam a programação da noite.
O último dia do festival, domingo, 26 de outubro, terá início mais cedo, às 15h, e será dedicado a um line-up plural e festivo. A programação conta com o talento de Natanzinho Lima, Paulo Pires, Miozin do Goiás, Preazinho, Ju Marques e Guterres, artistas que prometem fechar a edição em clima de celebração popular.
Com uma infraestrutura digna dos maiores festivais do país, o ExpoMix Brasil contará com um megapalco exclusivo, dois camarotes ornamentados, vila gastronômica com ampla variedade de sabores, bar temático e banheiros climatizados.
O espaço ainda terá uma área coberta para o público, parque de diversões, praça iluminada com áreas instagramáveis e uma ambientação que promete transformar Sobradinho em um verdadeiro cenário de espetáculo. Atrações nacionais e locais completam a experiência que une música, conforto e entretenimento.
A animação também ficará por conta dos apresentadores Marcos Alencar Marcão e Edilaine, a Patroa, além do comando das pick-ups com o DJ Calixto. A organização é da produtora Emerson Piw Artistas e Eventos, com idealização de Emerson Primo.
SERVIÇO
6º Festival ExpoMix Brasil
Artistas: Matheus & Kauan, Vitor Fernandes, Luan Pereira, Natanzinho Lima e muito mais
Datas: 24 a 26 de outubro de 2025
Local: Estacionamento do Estádio – Sobradinho/DF
Entrada franca, mediante doação de 2kgs de alimentos não perecíveis
Abertura dos portões: Sexta (24/10) e sábado (25/10) às 18h; domingo (26/10) às 15h
Estrutura: parque de diversões, praça gastronômica, bar, praça iluminada instagramável
Apresentadores: Marcos Alencar Marcão e Edilaine, a Patroa
De setembro a dezembro, em Brazlândia, Ceilândia, Cruzeiro, Estrutural e Taguatinga, os Centros de Convivência vão pulsar cultura, alegria e memória. Serão semanas nas quais a literatura irá se misturar às cantigas populares e a imaginação vai costurar novas formas de estar no mundo. Em cada região, como toda ciranda que se abre em roda, o projeto vai se despedir com espetáculos literários onde os participantes se tornam protagonistas da cena.
Mais que um projeto cultural, Cirandas e Histórias na Terra das Memórias é um manifesto contra o silêncio e o isolamento. No coração da vida, o tempo é um grande bordado. Os fios se entrelaçam em lembranças, cantigas e afetos que moldam quem somos.Quando chegam os anos mais vividos, é comum que alguns desses fios pareçam se soltar — os amigos que se vão, os encontros que rareiam, as memórias que às vezes se dispersam no vento — , mas a vida insiste em florir, e a memória, quando cultivada, renasce em novas cores e sentidos.
Segundo Simone Carneiro, do Grupo Paepalanthus, o projeto Cirandas e Histórias na Terra das Memórias nasce para que pessoas idosas do Distrito Federal transformem lembranças em poesia, bordem seus afetos em narrativas e redescubram a alegria de compartilhar histórias.
“Cirandas e Histórias na Terra das Memórias é a celebração da velhice como etapa plena da vida, digna de respeito, escuta e valorização, é a lembrança de que o tempo não apaga, ele transforma”, diz. “Cada memória, quando compartilhada, se torna raiz e flor, terra fértil para que novas histórias nasçam”, completa Simone.
Ciranda de Vozes – Mais do que oficinas, o projeto é uma ciranda de vozes, na qual cada palavra dita ou ouvida se torna remédio contra o esquecimento, um gesto de afeto, uma centelha de vida.
Estudos já mostraram que a contação de histórias, as rodas de conversa, a leitura e as artes manuais ajudam a manter viva a mente e o coração. Cada encontro do projeto será espaço de partilha e cuidado: narrativas orais, versos criados e recitados, livros artesanais, bordados que contam histórias, costuras que unem gerações.
Fica o convite para que você que chegou ao grupo dos 60+ participe, gire a ciranda que entrelaça gerações, guardando o ontem e iluminando o amanhã.
Ciranda e Histórias na Terra das Memórias é realizado pelo Instituto Cultural Casa de Autores em parceria com o Grupo Paepalanthus e conta com o fomento do Ministério da Cultura (MinC).
CRONOGRAMA:
Brazlândia – 22/09 à 22/10 – segundas e quartas-feiras – matutino e vespertino, no CECON.
Ceilândia – 27/10 à 03/12 – segundas e quartas-feiras – matutino, no CECON SUL.
Cruzeiro – 01/10 à 11/12 – quartas-feiras – vespertino, na Associação Paz e Amor do Cruzeiro velho e quintas-feiras – vespertino, no Grupo Fraternidade, Cruzeiro Novo.
Estrutural – 25/09 à 25/11- terças e quintas-feiras – matutino, no CECON.
Taguatinga – 23/09 à 9/12 – terças-feiras – vespertino, no CECON Mozart Parada.
Projeto integra música, literatura e teatro para encantar estudantes e estimular o gosto pelos livros
Ler é uma experiência insubstituível. É essa a provocação do Canto das Letras, projeto idealizado por Jones Schneider e pelo Instituto Cidade Céu, com apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF. Criada em 2008, a iniciativa retorna, em 2025, para ocupar escolas públicas do Distrito Federal com um formato inusitado: no mesmo palco, literatura, música, teatro e rap se encontram para mostrar aos jovens que abrir um livro é tão emocionante quanto correr os dedos pelos posts das redes sociais.
O projeto passa por escolas públicas de seis cidades do DF homenageando grandes nomes da cultura brasileira: Lya Luft e Ângela Ro (CED 04 do Guará, 15.10, às 10h), Fernanda Young e Marina Lima (CEM 414 de Samambaia16.10, às 15h), Carlos Drummond de Andrade e Chico Buarque (CEF 08 de Taguatinga, 21.10, às 08h30); Luis Fernando Veríssimo e Noel Rosa (CEMI 01 do Cruzeiro, 22.10, às 14h), Jorge Amado e Dorival Caymmi (CED São Francisco de São Sebastião, 22.10, às 16h30) e Carolina Maria de Jesus e Dona Ivone Lara (CED 06 de Ceilândia, 05.11, às 15h). Em cada escola, haverá um sorteio de 20 livros, perfazendo um total de 120 livros.
Criado em 2008, o projeto começou com um especial de crônicas no Teatro Goldoni e desde então vem explorando formas criativas de aproximar leitores da palavra escrita. A última edição, em 2019, no CCBB, antecedeu a pausa provocada pela pandemia. Cada sessão é concebida como uma experiência sensorial: um especialista apresenta o universo do autor e do compositor homenageados; músicos interpretam canções marcantes; atores dão vida às palavras em leituras dramatizadas; e, para fechar, um rapper traduz toda essa herança cultural na linguagem contemporânea da juventude.
Nesta edição, participam Jones Schneider (apresentador), Sérgio Maggio (especialista), Gleide Firmino, Márcia Costa, Iclélia Maranhão (atrizes leituras), MC Madin (slammer) e Luísa Toller (musicista). Em todas as sessões, haverá libras para surdos com Alisson Medeiros e ajuda assistiva de audiodescrição para cegos com Astaruth Lira.
“Nosso propósito é mostrar que a leitura é um hábito prazeroso que não precisa estar somente dentro do universo escolar. Ela pode ser prazer, emoção, espetáculo. Quando juntamos música, poesia, dramaturgia e rap, criamos uma ponte entre gerações e linguagens que toca profundamente os jovens”, resume o idealizador Jones Schneider.
Além das apresentações, o projeto promove, desde setembro, oficinas de escrita criativa e laboratórios de crônica, conduzidos pela jornalista Conceição Freitas e pelo poeta Nícolas Behr. O projeto será finalizado em dezembro em sarau aberto a todos que participaram das oficinas a ser realizado no Plano Aberto.
De acordo com a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, o país perdeu 4,6 milhões de leitores entre 2015 e 2019. É contra esse cenário que o Canto das Letras levanta sua bandeira. “Acreditamos que cada jovem pode ser um multiplicador da leitura. Quando alguém se encanta com uma história e a compartilha com os colegas, começa um movimento que vai muito além da sala de aula”, afirma Jones.
O Canto das Letras é um chamado para que a literatura volte a ocupar espaço na vida cotidiana — com afeto, ludicidade e celebração. Um convite para descobrir que, dentro de cada livro, pode existir um show inteiro esperando para ser vivido.
Programação completa
15.10
Lia Luft e Ângela Ro.
Guará – CED 04, às 10h
Fernanda Young e Marina Lima
16.10
Samambaia – CEM 414, às 14h
21.10
Carlos Drummond de Andrade e Chico Buarque
Taguatinga – CEF 08, 8h30
22.10
Luís Fernando Veríssimo e Noel Rosa
Cruzeiro – CEMI, 14h
Jorge Amado e Dorival Caymmi
São Sebastião – CED São Francisco, 16h30
05.11
Maria Carolina de Jesus e Dona Ivone Lara
Ceilândia – CED 06 , às 15h
Canto das Letras
Escolas públicas de Taguatinga, Guará, Cruzeiro, São Sebastião, Ceilândia e Samambaia
Oficinas de Escrita Criativa para mulheres da comunidade escolar (Conceição Freitas)
Laboratórios de Crônicas para estudantes (Nícolas Behr)
Período: setembro a dezembro de 2025
Entrada gratuita | Acessibilidade com Libras e audiodescrição
Com apoio do FAC, o projeto idealizado pelo músico Lucas Ramalho apresenta entrevistas inéditas com percussionistas de Brasília e de diferentes regiões do país.
O universo da percussão volta a ganhar destaque com a estreia da terceira temporada do podcast Pausa de Colcheia, comandado pelo músico e pesquisador Lucas Ramalho. O programa, que já se consolidou como espaço de troca e escuta sobre os caminhos da percussão no Brasil, lança hoje novos episódios, com apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC).
As conversas do primeiro bloco revelam a riqueza de trajetórias que fazem da percussão um território vivo e diverso. Entre elas está a de Larissa Umaytá, que cresceu em Sobradinho (DF) cercada pelas tradições culturais maranhenses de sua família e hoje coleciona colaborações com nomes como Chico César, Rubel, Liniker e Natiruts, além de experiências em festivais internacionais.
Além dela, participam desta etapa Mariano Toniatti, Léo Barbosa, Dinho Lacerda, Ismael Rattis, Jessica Carvalho, Mateus Timponi, Pedro Das Sortes e DessaFerreira, músicos de diferentes gerações e estilos que compartilham histórias, técnicas e perspectivas sobre a percussão.
Os episódios funcionam como um retrato da diversidade da percussão, conectando tradições populares, pesquisas sonoras e experiências pessoais que circulam entreBrasília e outras regiões do país.
Serviço:
Podcast Pausa de Colcheia – 3ª Temporada
Estreia: 16/10/2025 (primeiro bloco de entrevistas)
Estão abertas as inscrições para a segunda edição da mostra “Desalinhos e Costuras — Arte e Loucura”, que selecionará três obras de artistas, grupos, coletivos ou iniciativas brasileiras para integrarem a exposição no Museu Nacional da República, em Brasília. Cada obra selecionada receberá um prêmio de R$ 4.000,00.
A iniciativa se consolida como uma ação afirmativa para a desconstrução de estigmas e a promoção da inclusão sociocultural, posicionando a arte como ferramenta fundamental no cuidado em saúde mental e no fortalecimento de políticas públicas de base comunitária.
Após realizar sua primeira edição em 2023, a mostra prepara agora sua segunda edição com o objetivo de aproximar arte e saúde mental, divulgar trabalhos artísticos, promover trocas com iniciativas de outros estados e fomentar debates que fortaleçam uma cultura antimanicomial.
Sob curadoria de Tânia Rivera, a exposição dará visibilidade à produção artística originada em contextos de cuidado psicossocial, valorizando trajetórias marcadas pelo sofrimento psíquico. A programação inclui exposição, rodas de conversa, performances, sessões de cineclube e palestras.
A iniciativa é proposta pela artista Yasmin Adorno em parceria com três coletivos do Distrito Federal com larga experiência na interface entre arte e saúde mental: a Cia Atravessa a Porta, o Maluco Voador e o Bloco do Rivotrio.
A primeira edição do projeto, no Espaço Cultural Renato Russo, consolidou uma programação diversa com exposições, performances e oficinas conduzidas por usuários da rede de saúde mental, artistas e ativistas. Em 2026, a mostra amplia sua abrangência, convidando participantes de todo o país.
As inscrições estão abertas até 16 de janeiro de 2026 e podem ser feitas acessando o formulário: https://forms.gle/eP4Tdx1qWmx9eQ8E9. Os resultados serão divulgados em 15 de fevereiro de 2026. A mostra ocorrerá de 14 de maio a 5 de julho de 2026. Mais informações: https://www.instagram.com/desalinhosecosturas/. “Desalinhos e Costuras — Arte e Loucura”é realizado com recursos do FAC – Fundo de Apoio à Cultura do DF.