O novo espetáculo do pesquisador, cantor, músico e ator Alex Sanderson estreia sua Turnê 2026 no dia 29 de março (Domingo), as 19h, no Museu Nacional da República de Brasília (Esplanada dos Ministérios), celebrando os 66 anos de nascimento do poeta. Reconhecido nacionalmente como o melhor intérprete de Renato Russo, Sanderson apresenta um espetáculo emocionante, profundo e único, que vai muito além de um tributo convencional.
VIVA RENATO! – Contando e Cantando Renato Russo é um show-homenagem que une música e narrativa para conduzir o público por uma imersão na obra e genialidade do líder da Legião Urbana. Além de interpretar os grandes sucessos, Alex Sanderson compartilha histórias, contextos e curiosidades sobre as canções, revelando como foram compostas, os momentos vividos por Renato Russo à época e os significados por trás de suas letras.
O espetáculo celebra toda a trajetória artística do cantor e compositor, destacando nuances, referências e particularidades de suas composições. O repertório inclui clássicos consagrados, canções “lado B” da Legião Urbana e músicas da carreira solo do artista, além de atender pedidos do público, tornando cada apresentação ainda mais especial. Tudo isso acontece em um formato intimista, cuidadosamente pensado para proporcionar uma experiência imersiva, interativa e surpreendente.
Mais do que “apenas mais um tributo”, VIVA RENATO! é um verdadeiro presente aos fãs da Legião Urbana e admiradores de Renato Russo, conduzido com sensibilidade, respeito e profundidade por quem é amplamente reconhecido como seu melhor intérprete.
Alex Sanderson tornou-se referência artística graças à sua extensa pesquisa, estudo e profundo conhecimento sobre a vida e a obra de Renato Russo, além de sua notável semelhança física e vocal com o artista. Ele interpretou o Renato em produções cinematográficas que retratam a cena do rock brasiliense dos anos 1980, como “Rock Brasília – A Era de Ouro” e “Faroeste Caboclo”, além de atuar também no filme “Somos Tão Jovens”. Acompanhado pela baixista Thays Rossi e convidados, Sanderson surpreende o público com um show acústico emocionante, único e altamente interativo.
Com uma performance ao vivo marcante, que combina energia, talento e versatilidade, Alex Sanderson impressiona ao aliar sua poderosa voz — de timbre extremamente semelhante ao de Renato Russo — ao seu carisma, presença cênica e habilidade como multi-instrumentista, chegando a tocar até quatro instrumentos simultaneamente. O resultado é uma apresentação inesquecível, que remete o público à sensação de estar muito próximo da experiência de assistir a um show de Renato Russo ao vivo.
VIVA RENATO! é uma homenagem mais do que merecida a um dos maiores artistas da música brasileira. Um espetáculo que celebra uma obra atemporal, sensível, intensa e genial, que continua viva e necessária, emocionando gerações e perpetuando a memória do ícone maior da história da Capital do Rock.
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SERVIÇOS:
VIVA RENATO! – Contando e Cantando Renato Russo
Um espetáculo que celebra a obra, a poesia e o legado de Renato Russo, em uma noite especial de música, memória e emoção.
Data: Domingo, 29 de março Horário: 19h Local: Museu Nacional da República – Esplanada dos Ministérios, Brasília/DF
Evento celebra o legado de Dulcina de Moraes e vai premiar produções teatrais com até R$ 10 mil. Inscrições de 2 a 16 de março.
O Festival Dulcina, um dos principais eventos dedicados às artes cênicas no Distrito Federal, abre inscrições para sua quarta edição e convida artistas e grupos teatrais do DF e da RIDE-DF a participarem da seleção oficial de espetáculos. As inscrições são gratuitas e ficam abertas de 2 a 16 de março de 2026, por meio de formulário on-line disponível no site www.festivaldulcina.com.br.
Realizado em Brasília com patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura, da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do DF, o Festival Dulcina celebra e homenageia o legado da atriz, diretora e educadora Dulcina de Moraes, figura central na história do teatro brasileiro e na formação cultural da capital. Nesta edição, o evento selecionará oito espetáculos teatrais locais, que irão concorrer a dez categorias de premiação, incluindo melhor atriz, ator, direção, dramaturgia, iluminação, sonoplastia, cenário, figurino, produção e espetáculo.
Além do tradicional Troféu Dulcina, o festival concederá premiação em dinheiro, no valor de R$ 10 mil para o melhor espetáculo e R$ 4 mil para cada uma das demais categorias. Todos os trabalhos selecionados também receberão cachê de participação no valor de R$ 4 mil.
“A quarta edição do Festival Dulcina marca um passo importante na consolidação do evento ao adotar, pela primeira vez, um formato competitivo voltado aos espetáculos locais. Ao reconhecer técnica e artisticamente produções do DF e do Entorno, o prêmio reafirma seu compromisso com a valorização da cena local, já consolidada e merecedora de amplo reconhecimento”, conta Cleber Lopes, diretor geral do festival.
Podem se inscrever espetáculos criados a partir de 2024, ou montagens produzidas anteriormente que comprovem a realização de apresentações nos últimos seis meses. A programação do festival acontece entre os dias 14 e 23 de maio de 2026, no Teatro SESC Paulo Autran, em Taguatinga.
As inscrições devem ser feitas exclusivamente on-line, com o envio de portfólio do artista ou grupo, release do espetáculo, ficha técnica, rider técnico e registro em vídeo da obra. O resultado da seleção será divulgado no site oficial e nas redes sociais do Festival Dulcina.
Ao longo de suas edições, o Festival Dulcina vem se consolidando como espaço de valorização da produção teatral local, promovendo visibilidade, circulação e reconhecimento artístico, ao mesmo tempo em que mantém viva a memória de uma das maiores referências da cena teatral brasileira.
Serviço
Festival Dulcina – Convocatória DF Inscrições gratuitas: 2 a 16 de março de 2026 (até 23h59)
Shows começam às 19h30 no estacionamento do Conselho Tutelar e contam com acessibilidade e artistas da capital
O Riacho Fundo I vai receber três noites especiais dedicadas à música e aos talentos do Distrito Federal. Nos dias 6, 7 e 8 de março, o estacionamento do Conselho Tutelar será palco do Festival Palco Livre 2026 – 2ª Edição. A entrada é gratuita.
Os shows começam sempre às 19h30. A estrutura foi pensada para receber bem o público, com espaço acessível e ambiente familiar. A proposta é levar atrações para perto da comunidade, valorizando os artistas locais e fortalecendo a cultura nas regiões administrativas.
Entre as atrações confirmadas estão Andrézin o Príncipe, Junior Ferreira, Miguel Santos, Juninho Brother, Banda Imagem, Nego Rainer, Alisson e Ariel, Roniel e Rafael, Forró do Cerrado, Roni e Ricardo, Talvanes e Thiago e Banda Brizza, além de outros convidados.
A apresentação será de Cacá Silva, que também fará audiodescrição, ampliando a inclusão no evento. A animação entre os shows ficará por conta do DJ Dyda Makflay.
Programação Oficial
Sexta-feira – 6 de março 19h30 – Talvanes e Thiago 21h – Alisson e Ariel 22h30 – Roniel e Rafael 0h – Andrézin o Príncipe
Sábado – 7 de março 19h30 – Roni e Ricardo 21h – Nego Rainer 22h30 – Miguel Santos 0h – Banda Imagem
Domingo – 8 de março 19h30 – Forró do Cerrado 21h – Juninho Brother 22h30 – Banda Brizza 0h – Junior Ferreira
(Programação sujeita a alterações.)
Serviço
Evento: Festival Palco Livre – 2ª Edição Datas: 6, 7 e 8 de março de 2026 Horário: A partir das 19h30 Local: Estacionamento do Conselho Tutelar – Riacho Fundo I (DF) Entrada: Gratuita Classificação: Livre
De 26 de fevereiro a 4 de março, toda a programação da CineSemana é dedicada à mostra, que reúne títulos de destaque da corrida pela estatueta dourada, incluindo a animação francesa de Ugo Bienvenu
A Mostra Oscar 2026 entra em sua quarta semana no Cine Brasília com uma programação integralmente dedicada a filmes que seguem na seleção do prêmio. Entre os dias 26 de fevereiro e 4 de março, serão exibidos 15 títulos da atual temporada do Oscar. E entre os destaques está a estreia da animação francesa Arco.
Dirigido por Ugo Bienvenu, Arco é uma opção para toda a família. Na aventura, um menino de 10 anos chamado Arco vive no ano de 2932 e acidentalmente viaja de volta no tempo para 2075 através de um arco-íris. Lá, ele conhece Iris, que o acolhe e fará de tudo para ajudar Arco a voltar para seu tempo. Nessa realidade na qual arco-íris são portais para o futuro e para o passado, a viagem no tempo não é apenas uma aventura, mas uma forma de desvendar as verdades perdidas sobre nosso planeta.
Para os amantes de drama, eles ocupam parte importante da programação, com histórias marcadas por conflitos pessoais, políticos e familiares. Entre eles está O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, filme que mantém o cinema brasileiro em evidência para o mundo pelo segundo ano consecutivo. O longa acompanha Wagner Moura dando vida a umhomem envolvido em uma atmosfera de vigilância e tensão política durante a ditadura militar no Brasil.
Também nessa linha está Valor Sentimental, do diretor Joachim Trier, onde um drama familiar explora feridas antigas entre pai, filhas e os limites entre vida pessoal e criação artística. Já em Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, Chloé Zhao revisita a história de William Shakespeare a partir da perda do filho, construindo uma narrativa em torno de luto e memória.
A programação inclui ainda A Voz de Hind Rajab, drama político dirigido por Kaouther Ben Hania e inspirado em acontecimentos reais ocorridos em Gaza, e Foi Apenas Um Acidente, de Jafar Panahi, que acompanha personagens atravessados por encontros inesperados. E, fechando o bloco dos dramas, Sonhos de Trem, de Clint Bentley, conta a história de um madeireiro, no início do século XX, que se afasta de sua esposa e de sua filha para trabalhar, enfrentando a culpa e a saudade.
O suspense e o terror aparecem em filmes que apostam em atmosferas inquietantes e narrativas de tensão, como em A Hora do Mal, do diretor Zach Cregger, que acompanha o misterioso e inexplicável desaparecimento de 17 crianças de uma mesma turma. Enquanto isso, A Meia-Irmã Feia, de Emilie Blichfeldt, transforma o universo dos contos de fadas em uma releitura sombria da história clássica da Cinderela.
Outro clássico revisitado, Frankenstein, de Guillermo del Toro, toma como base a história criada por Mary Shelley para explorar a relação entre criador e criatura, combinando drama, horror e reflexão sobre a humanidade. Já Bugonia, de Yorgos Lanthimos, desloca o olhar para a sátira e a ficção científica ao acompanhar conspiracionistas convencidos de que uma empresária é, na verdade, uma alienígena.
Entre as produções de ação estão Uma Batalha Após a Outra, thriller dirigido por Paul Thomas Anderson em que um ex-revolucionário precisa voltar ao passado para resgatar a filha, e F1 O Filme, de Joseph Kosinski, que leva para a tela o universo das corridas automobilísticas, onde um piloto veterano de Fórmula 1 volta da aposentadoria para ser o mentor de seu jovem colega de equipe.
Fechando a seleção, o musical Song Sung Blue: Um Sonho a Dois acompanha a trajetória de um casal que encontra na música uma chance de reinvenção e reconhecimento, enquanto Marty Supreme apresenta a cinebiografia da ascensão improvável de umjogador de tênis de mesa movido por ambição e desejo de grandeza.
INGRESSOS E ACESSIBILIDADE Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema, às segundas e terças, das 13h e 22h, e de quarta a domingo, das 09h às 21h, ou no SITE. As sessões regulares do Cine Brasília, bem como a Sessão Contraturno, Sessão Família, Sessão Clássicos, Monumental e Circuitão custam R$20 (inteira) e R$10 (meia). Às segundas e terças-feiras os valores são R$10 e R$5, bem como os ingressos para a Sessão Atípica. A Sessão Acessível é gratuita.
ACESSIBILIDADE MOSTRA OSCAR 2026
Acessibilidade no aplicativo MLoad: Frankenstein, Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, Bugonia, A Voz de Hind Rajab, Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria, Song Sung Blue: UmSonho a Dois, Guerreiras do K-Pop e Jurassic World: Recomeço.
Acessibilidade no aplicativo MovieReading: O Agente Secreto, Pecadores, Uma Batalha Após a Outra, Marty Supreme, Sonhos de Trem, Foi Apenas Um Acidente, Sirat, A Hora do Mal, Zootopia 2, A Pequena Amélie, Arco, Kokuho: O Preço da Perfeição, Coração de Lutador, F1 O Filme e Avatar 3: Fogo e Cinzas.
Acessibilidade no aplicativo PingPlay: A Meia-Irmã Feia.
O Cine Brasília segue com o Programa de Fidelidade – CINELOVER que recompensa espectadores frequentes. A cada sessão assistida, os participantes acumulam carimbos no cartão fidelidade, que podem ser trocados por prêmios como entradas gratuitas, ímãs, baldes de pipoca, ecobags e camisetas exclusivas. O programa é válido para sessões regulares da grade, bem como para as especiais permanentes Sessão Contraturno e Sessão Família. Cada ingresso dessas três sessões especiais dá direito a dois carimbos no cartão fidelidade. Mais informações emcinebrasilia.com/fidelidade.
QUINTA-FEIRA, 26/02 10h00 — Mostra Oscar 2026 – Arco 14h30 — Mostra Oscar 2026 – A Hora do Mal 17h30 — Mostra Oscar 2026 – Sonhos de Trem 20h00 — Mostra Oscar 2026 – Bugonia
SEXTA-FEIRA, 27/02 10h00 — Mostra Oscar 2026 – Uma Batalha Após a Outra 14h10 — Mostra Oscar 2026 – F1 O Filme 17h20 — Mostra Oscar 2026 – O Agente Secreto 20h30 — Mostra Oscar 2026 – Frankenstein
SÁBADO, 28/02 11h00 — Mostra Oscar 2026 – Arco 14h30 — Mostra Oscar 2026 – A Meia-Irmã Feia 17h20 — Mostra Oscar 2026 – O Agente Secreto 20h30 — Mostra Oscar 2026 – Hamnet: A Vida Antes de Hamlet
DOMINGO, 01/03 11h00 — Mostra Oscar 2026 – Arco 14h00 — Mostra Oscar 2026 – Foi Apenas UmAcidente 17h00 — Mostra Oscar 2026 – Arco 19h30 — Mostra Oscar 2026 – Marty Supreme
SEGUNDA-FEIRA, 02/03 15h30 — Mostra Oscar 2026 – Bugonia 18h00 — Mostra Oscar 2026 – A Voz de Hind Rajab 20h00 — Mostra Oscar 2026 – Foi Apenas UmAcidente
TERÇA-FEIRA, 03/03 15h00 — Mostra Oscar 2026 – Arco 17h30 — Mostra Oscar 2026 – Hamnet: A Vida Antes de Hamlet 20h00 — Mostra Oscar 2026 – Valor Sentimental
QUARTA-FEIRA, 04/03 10h00 — Mostra Oscar 2026 – Arco 14h30 — Mostra Oscar 2026 – Sonhos de Trem 17h00 — Mostra Oscar 2026 – Frankestein 20h00 — Mostra Oscar 2026 – Song Sung Blue: Um Sonho a Dois
A Tale of Silent Depths transforma o medo do desconhecido em um RPG tático ambientado nas profundezas
Mais de 80% dos oceanos do planeta permanecem inexplorados. Mesmo assim, é nas profundezas que a humanidade projeta alguns de seus maiores medos, mitos e fascínios: o desconhecido, a perda de controle, a ideia de que há algo observando de volta. É desse imaginário — científico, ambiental e emocional — que nasce A Tale of Silent Depths, RPG por turnos da Crit42 Studioambientado em um futuro onde o mundo afundou e a sobrevivência humana acontece sob toneladas de água e pressão.
O público já pode dar o primeiro mergulho nesse universo: a demo do jogo está disponível gratuitamente na Steam, antecipando a experiência completa que será lançada em maio. “O fundo do mar é um pós-apocalipse que já existe. É um lugar onde o humano entra como intruso”, afirma Eduardo de Azevedo dos Santos, fundador e diretor criativo do projeto. “Diferente do espaço, ele tem um peso emocional mais próximo. É aqui, é da Terra, é o nosso planeta cobrando um preço.”
Um mundo submerso que reage
Em A Tale of Silent Depths, o jogador assume o papel de capitão de uma Arca — uma gigantesca base submarina móvel que funciona como lar, fortaleza e último refúgio da humanidade. O oceano é gerado proceduralmente, com rotas mutáveis, ruínas esquecidas, destroços, criaturas hostis e facções rivais disputando recursos escassos.
As decisões nunca são neutras. Explorar mais fundo pode render tecnologias raras ou despertar ameaças irreversíveis. Negociar garante sobrevivência no curto prazo, enquanto ataques podem comprometer alianças futuras. Tudo acontece em um ecossistema vivo, sustentado por inteligência artificial que evita padrões previsíveis. “Em vez de scripts fixos, buscamos um ecossistema que pareça orgânico”, explica Eduardo. “Histórias únicas surgem não porque o jogador é um herói, mas porque ele é apenas mais um sobrevivente em um mundo vivo.”
O combate acontece em batalhas táticas por turnos, nas quais posicionamento, alcance, terreno e recursos limitados fazem toda a diferença. Drones personalizáveis funcionam como linha de frente, enquanto o próprio oceano impõe riscos constantes. “Se o jogador encontra uma fórmula e repete, o mundo perde a tensão”, diz o diretor. “A IA reage a padrões porque sobrevivência é adaptação. O oceano não é um tabuleiro estático.”
Escolhas sob pressão
Mais do que um cenário, o oceano atua como presença narrativa. Criaturas parecem aprender com o jogador, encontros mudam conforme as escolhas e a sensação constante é a de estar sendo observado. Essa abordagem transforma o jogo em uma metáfora sobre decisões humanas em cenários de crise — um tema que dialoga diretamente com questões contemporâneas, como colapso ambiental, escassez de recursos e adaptação tecnológica. “Em crise, sempre decidimos entre curto e longo prazo, entre ética e necessidade”, afirma. “E quando o oxigênio está acabando, muitas coisas perdem a importância.”
Crit42 Studio
Responsável por A Tale of Silent Depths, a Crit42 Studio é um estúdio independente brasileiro com foco em experiências autorais, rejogáveis e narrativas emergentes. O time já lançou títulos como Dreadstone Keep, Afterlight Catacombs e Oni Station, sempre explorando sistemas complexos aliados a mundos ricos em atmosfera e identidade.
Caminho até o lançamento
Antes do lançamento completo, A Tale of Silent Depths vem sendo apresentado ao público internacional em festivais digitais. Em março, o jogo participará do Turn-Based Thursday Fest, evento focado em experiências estratégicas. Em abril, marca presença no Earth Appreciation Festival, que celebra obras conectadas a temas ambientais e planetários. O lançamento oficial do jogo completo acontece em maio, durante o Brasília Game Festival, que será realizado entre os dias 15 e 17 de maio, marcando a estreia pública da versão final do título. A realização do jogo A Tale of Silent Depthsfoi possível por meio do edital Start BSB, um programa de incentivo ao empreendedorismo inovador do Distrito Federal. A iniciativa é promovida pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAP-DF), com apoio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação.
“Processos Criativos Teatrais: Dá Samba?”, de Júlia Gunesch, será lançado na sexta-feira (27 de fevereiro), com baile de samba de gafieira na Cia Lá na Dança (203 norte)
O que acontece quando o abraço, a condução e o improviso do samba de gafieira deixam de ser apenas passos e passam a funcionar como ferramentas de criação cênica? Essa é a pergunta que move o lançamento de “Processos Criativos Teatrais: Dá Samba? O princípio de interação entre os corpos do samba de gafieira para composições cênicas”, novo livro da pesquisadora e artista Júlia Gunesch. O evento acontece nesta sexta-feira (27 de fevereiro), das 19h às 0h, na Cia Lá na Dança, (203 norte, bloco A) e inclui apresentação da autora com uma intervenção dançada ao lado de um parceiro (Vitor Avelar) e uma parceira (Verane Comis) de dança, ao som de DJ Erivaldo Alves.
No livro, Júlia Gunesch acompanha, passo a passo, uma investigação prática: como o samba de gafieira pode contribuir com a linguagem teatral sem perder sua potência popular e coletiva. Partindo de uma perspectiva histórica sobre as hibridações culturais que moldaram as danças de salão no Brasil, a autora mergulha no “princípio de interação entre os corpos” típico do samba de gafieira e testa suas implicações diretamente no palco.
“Eu quis transformar essa pesquisa em livro para furar a bolha acadêmica: traduzir ideias que nasceram na universidade para uma linguagem mais acessível e, ao mesmo tempo, ampliar a circulação de um tema ainda pouco estudado, as danças de salão brasileiras como prática artística e produção de conhecimento”, explica a autora, Júlia Gunesch.
A pesquisa se materializa em três criações analisadas no livro: GANCHOS (2018), Quarta da Carne (2019) e ALAÍDE (2019).Em cada uma delas, o que está em jogo não é “usar dança no teatro”, mas deslocar engrenagens fundamentais do samba como escuta, risco, presença e resposta corporal para dentro da dramaturgia. O resultado aponta para uma cena que pode coreografar o cotidiano, trocar música por palavra (ou silêncio) e ainda assim sustentar um diálogo orgânico entre teatro e dança.
Sustentada pela abordagem Practice as Research (PaR), de Robin Nelson, a obra integra teoria e prática para apresentar nove princípios essenciais das danças de salão brasileiras (como abraço, condução e improviso coordenado) e cinco traços particulares do samba de gafieira (como multidirecionalidade de torso e quadril e a síncope musical). O livro se constrói como manual poético e, ao mesmo tempo, como convite crítico: repensar fronteiras entre gêneros artísticos e reconhecer no samba de gafieira um modo de pensar corpo, relação e criação.
“O samba de gafieira ensina que a interação entre os corpos é dramaturgia: ela muda a qualidade da relação em cena e cria mais organicidade. É uma escola de escuta, força, conexão e negociação”, destaca Júlia.
No lançamento, essa passagem do papel para a experiência acontece ao vivo: além da conversa/apresentação sobre a pesquisa, a autora realiza uma intervenção em dança ao lado de um parceiro e uma parceira com discotecagem do DJ Erivaldo Alves. O projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), com Editora ANDA, com a Casa Amarela Criativa e apoio institucional da Secretaria de Cultura e Economia Criativa e do Governo do Distrito Federal (GDF).
Serviço Lançamento do livro: “Processos Criativos Teatrais: Dá Samba?” Autora: Júlia Gunesch Data: 27 de fevereiro Horário: 19h às 0h Local: Cia Lá na Dança (203 norte, bloco A) Classificação indicativa: Livre
Informações do livro Título:“Processos Criativos Teatrais: Dá Samba? O princípio de interação entre os corpos do samba de gafieira para composições cênicas” Autora: Júlia Gunesch Editora: Anda Gênero: Dança e teatro Formato: Livro impresso e audiolivro Páginas: 236 Preço: R$ 40 (preço de lançamento)
Com dramaturgia, direção e atuação de Cláudia Andrade, a peça, em cartaz em 28 de fevereiro e 1º de março, propõe experiência cênica visual sensível sobre o feminino, a finitude e os pré conceitos arraigados na sociedade
O espetáculo “Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol” retorna a Brasília para o encerramento oficial de sua turnê, reafirmando a capital federal como território de criação, partida e chegada desta obra que estreou no Distrito Federal, em 2025, e circulou pelo Espírito Santos, Minas Gerais e São Paulo. As duas últimas apresentações acontecerão no Teatro Nacional Cláudio Santoro – Sala Martins Pena, um dos palcos mais simbólicos da cena cultural brasileira, em 28 de fevereiro e 1º de março. Os ingressos estão à venda pelo Sympla.
Idealizado por Cláudia Andrade, artista e agente cultural reconhecida por transitar por diferentes movimentos, projetos e linguagens artísticas, o espetáculo se constrói a partir de uma narrativa cênica contemporânea que integra artes visuais, videoarte e recursos audiovisuais. O resultado é uma experiência cênica de forte dimensão imagética, dedicada a investigar os caminhos do feminino, a maturidade, os jogos de poder, a hipocrisia entranhada na sociedade, a finitude e os contrastes sociais da existência humana. “Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol” marca ainda a estreia de Cláudia Andrade na dramaturgia, ampliando sua trajetória como atriz, diretora e produtora, com a colaboração na direção do professor e diretor João Antônio.
“Trilhar caminhos próprios, fora dos padrões impostos pelo sistema e pela família, não é simples. É desafio, e o que move e alimenta a alma. Chegar aos 63 anos fazendo o que sempre sonhei e construí é o meu Olimpo pessoal. Circular pelo Brasil com esta realização é um gesto de resistência e transgressão. É luta contínua, atravessada por dor e superação, mas também por missão e regozijo. É arte que toca, provoca e transforma. Sem a arte, não vivemos: apenas sobrevivemos. Como diria Nietzsche, ‘Nunca é alto o preço a se pagar pelo privilégio de pertencer a si mesmo’.”, afirma Claudia.
Ao longo da circulação, o espetáculo realizou 11 apresentações. A turnê integra o projeto “Resistência nos Trilhos – Remontagem & Circulação”, contemplado pelo Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (FAC-DF), ampliando o acesso ao teatro contemporâneo e promovendo o encontro da obra com públicos diversos em contextos socioculturais distintos. A circulação passou por Ceilândia (DF), no Teatro Sesc Newton Rossi; Vitória (ES), na Casa da Música Sônia Cabral; Belo Horizonte (MG), no Palácio das Artes – Teatro João Ceschiatti e São Paulo (SP), no Teatro Ruth Escobar – Sala Dina Sfat.
A cena, o processo e o diálogo com o público
Cláudia Andrade (Gimena) divide a cena com Eloisa Cunha (Silvia)e Genice Barego (Gaivota), atrizes também 50+. A remontagem apresentada ao longo da circulação revela um trabalho mais maduro, fruto do aprofundamento das personagens e da escuta atenta do público em cada cidade. A encenação incorpora ainda videoarte e videomapping de Aníbal Alexandre, iluminação de Lemar Rezende e trilha sonora original de Mateus Ferrari, compondo uma obra híbrida que cruza linguagens e amplia as possibilidades da cena contemporânea.
Além das apresentações, a circulação de “Trilhas” também se destaca pelo compromisso com a acessibilidade e a inclusão. O projeto inclui sessões com intérprete de Libras e audiodescrição, além de ações sociais voltadas a estudantes da EJA, pessoas com deficiência visual e integrantes de projetos sociais. Ao final de cada espetáculos, a plateia é convidada para participar de uma bate-papo com as artistas.
Há, ainda, espaço para ações sociais, a exemplo da que acontece em Brasília com a sugestão da meia entrada solidária, mediante a doação de um pacote/lata de leite em pó em benefício da ONG Vida Positiva.
E a trajetória da peça não se encerra com o fechar das cortinas. Em abril haverá oficinas e debate sobre os desafios da circulação teatral no Brasil. Essas ações reforçam o caráter público e democrático do projeto, que entende o teatro como ferramenta de encontro, reflexão e transformação social.
Origem e trajetória
O texto surgiu em 2017, a partir da oficina Caminhos, com o dramaturgo Maurício Arruda. A montagem foi desenvolvida com consultoria dramatúrgica de Fernando Villar, análise técnica e preparação de elenco de Humberto Pedrancini e, na versão atual, colaboração na direção do professor e diretor João Antônio, com mais de seis décadas de atuação no teatro brasileiro.
A qualidade da produção se revela no próprio percurso artístico do espetáculo. Lançada em 2022, a obra retornou aos palcos em menos de três anos, o que evidencia não apenas o interesse do público, mas a força criativa e a maturidade da autora já em sua primeira peça. Por onde passou, Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol foi elogiada pela potência e delicadeza de seu texto, que constrói uma dramaturgia autoral a partir de uma colagem sensível de fragmentos literários, referências musicais e extratos de textos de diferentes autores e tradições.
Essa fusão de vozes e linguagens cria uma narrativa profunda e contemporânea, capaz de provocar identificação imediata e forte impacto emocional. Nascido em Brasília e projetado para o Brasil, o espetáculo afirma-se como uma experiência singular, marcada pela escuta atenta do público e pela repercussão calorosa que acompanha cada nova apresentação.
O retorno à cidade onde o espetáculo nasceu, carrega um significado especial. Encerrar a circulação na Sala Martins Pena é mais que um fechamento de ciclo artístico. A ocupação da sala por uma produção local reforça a importância da política pública de cultura, da continuidade dos projetos artísticos e da valorização dos equipamentos culturais históricos.
Sobre Cláudia Andrade
Cláudia Andrade é uma artista plural, com mais de 40 anos de dedicação às artes cênicas, ao audiovisual e à produção cultural. Jornalista e comunicóloga formada pela Universidade de Brasília (UnB), construiu uma trajetória internacional que transita por diferentes territórios da criação: atriz, bailarina, performer, diretora, dramaturga, produtora executiva, gestora de projetos, repórter, apresentadora, locutora e mestre de cerimônias de grandes eventos.
Poliglota, buscou oportunidades no exterior e usufruiu dessa experiência vivendo em países como Estados Unidos, França, Itália, Alemanha e Suíça, onde teve a oportunidade de colaborar com companhias e diretores de reconhecimento mundial, aprofundando seu olhar artístico e sua capacidade de diálogo entre culturas.
Experiências intensas e diversas a levaram dos palcos e bastidores do teatro brasileiro aos estúdios de cinema internacionais, e vice-versa. Atuou em produções de grandes estúdios como Paramount, Gaumont, Zoetrope (de Francis Ford Coppola) e de astros como Michael Jackson. Sua presença se estende ainda por produções da Cineccità, TV Globo e Conspiração Filmes, além de coberturas jornalísticas para veículos internacionais como ABC, CBS, PBS, Reuters e France 3.
Em sua formação como artista cênica, Cláudia investiu na diversidade de linguagens. Passou pela dança com Yara de Cunto, Rosália Pie, Luiz Mendonça, Russel Clark e Miranda Garrison, dentre outros. Adentrou na palhaçaria, teatro físico e performance com mestres e mestras do Brasil e de outros países, dentre eles John Mowat, Darina Robles, Carla Conká, Rubens Velloso e Violeta Luna.
Despertada pelo interesse de também poder construir suas narrativas, cursou oficinas de roteiro e dramaturgia com o diretor alemão Ansgar Ahles, o dramaturgo argentino Santiago Serrano, e o diretor e dramaturgo Maurício Arruda, mentor de Trilhas. Nos palcos e no cinema, seja como atriz, bailarina ou performer, esteve sob a direção de grandes nomes como Hugo Rodas, Fernando Villar, Irmãos Guimarães, Maura Baiochi, Marcelo Lujan, Susan Scalan, Greydon Clark, Tommy Lee Wallace, Lyndall Hobbs, e mais recentemente com Péterson Paim, contracenando com Letícia Sabatela. Cada experiência contribuiu para a construção de uma visão ampla, inovadora e sensível sobre a cena teatral e suas possibilidades.
Tanta estrada culminou em “Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol”, onde colocou à prova toda esta proposta polivalente, chamando para si a responsabilidade como idealizadora, dramaturga, diretora e atriz do espetáculo. Cláudia também se destaca pela criação e gestão de projetos culturais de grande impacto, aprovados em editais e fomentos como o FAC-DF. Sua carreira é marcada pela conexão entre linguagens — teatro, dança, audiovisual e festivais — sempre com a arte no centro como ferramenta de transformação social.
Mais do que uma artista, Cláudia Andrade é uma tecelã de experiências, que costura histórias, culturas e olhares em obras que celebram a beleza, a diversidade e o poder do encontro.
SERVIÇO:
Espetáculo: Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol
Sessões: 28/02 – Sábado – 20h – com Audiodescrição e bate-papo com as artistas ao final do espetáculo
01/03 – Domingo – 19h – com Libras
Local: Sala Martins Pena – Teatro Nacional Cláudio Santoro
Ingressos:Sympla e link na Bio Instagram: @trilhasespetaculo
Inteira: R$20
*Meia: R$10
Linguagens: artes cênicas, artes visuais e audiovisual
Gênero: comédia dramática
Duração: 80 minutos
Classificação indicativa: 16 anos
*além dos casos garantidos por lei, a meia entrada também valerá mediante a doação de 1 pacote/lata de leite em pó (beneficiária: ONG Vida Positiva)
O 1º Festival de K-dramas do Brasil acontece de 6 a 8 de março com ingressos antecipados a partir de R$ 25; entradas para o show do grupo de K-pop são vendidas separadamente
Brasília se prepara para receber uma experiência imersiva inédita no universo da cultura sul-coreana. Entre os dias 6 e 8 de março, o TGS será a sede do Festival Onda Coreana, o primeiro evento do país totalmente dedicado aos K-dramas. O festival promete transformar o shopping em um pedaço da Coreia do Sul, conectando fãs por meio de música, gastronomia, moda e grandes encontros.
Os ingressos antecipados para o festival custam a partir de R$ 25 (meia-entrada) por dia e garantem acesso a uma programação intensa e interativa. Já o aguardado show internacional da banda de K-pop 82 Major possui bilheteria separada e está sendo vendido pela Ticketmaster. Conhecidos por sua energia contagiante e performances de alto nível, o grupo desembarca em Brasília para um show exclusivo no sábado, dia 7 de março.
Inspirado na Onda Hallyu — que consolidou os K-dramas, o K-pop e o lifestyle coreano no topo das tendências mundiais — o festival propõe transformar o consumo de cultura em uma experiência imersiva. Mais do que assistir, o público é convidado a viver esse universo de forma ativa, explorando atividades interativas, palcos culturais e exposições que aproximam Brasília da Coreia do Sul.
“Receber a Onda Coreana reforça nosso papel como um espaço que celebra a diversidade cultural e aproxima o público de experiências internacionais. O TGS já abriga há anos o tradicional Festival Nipo, um dos eventos mais queridos do calendário cultural brasiliense, e agora amplia esse diálogo ao abrir as portas para a cultura coreana”, afirma a gerente de marketing, Mayce Tranquillini.
Ao abraçar diferentes expressões asiáticas — do Japão à Coreia do Sul — o TGS se consolida como um verdadeiro ponto de convergência cultural na capital, unindo entretenimento, convivência e troca de experiências em um mesmo espaço.
Programação imersiva e convidados VIP
Além do show internacional, o público poderá desfrutar de concursos de K-pop, desfiles de moda inspirados em K-dramas, experiências de K-Beauty, culinária típica e bate-papos com influenciadores. O evento contará com nomes de peso como Pyong Lee, Gabriel Kim, Lúcio Sincero e a querida Dona Su, referência da cultura coreana no Brasil.
Na sexta-feira (6), com apresentação de Gabriel Kim como mestre de cerimônias, o festival abre oficialmente os trabalhos com vídeo sobre a Onda Hallyu, seguido de interação com o público, espaço para autoridades e sorteios. A programação inclui concurso de K-pop, Random Play Dance, desfile de Moda dos Doramas e quiz de K-drama com Gabriel Kim, Lúcio Sincero, Kai e Aline. O dia termina em clima de celebração com show de Kyumin Lee e exibição do aftermovie de encerramento.
No sábado (7), sob comando de Lúcio Sincero, o público poderá acompanhar experiências gastronômicas ao vivo, palestra com o presidente Bruno Kim, Carol Psicodrama e Eliane Kcomigo, além de momentos dedicados à K-Beauty com CeoDaCoreia e Fabio Hiro. O palco também recebe show de Kyumin Lee e encenação temática de K-drama com Songu, acompanhada de quiz interativo. Ao longo da tarde, Kai e Aline participam de momentos especiais de interação e sorteios com o público. O grande destaque do dia é a apresentação internacional do grupo de K-pop 82 Major, que sobe ao palco ao lado de MC Melody, em um dos momentos mais aguardados do festival.
Já no domingo (8), quem assume o palco como mestre de cerimônias é Pyong Lee. A programação inclui bate-papo com Dona Su, preparação de drink ao vivo com Songu, homenagem especial pelo Dia da Mulher em parceria com a Secretaria da Mulher, além de conversa com Roberta Pazulini. O público também poderá assistir ao musical Guerreiras da Onda Coreana , com o grupo Neia e Nando , participar de momento interativo com cena de K-drama e acompanhar bate-papo sobre relacionamento com Morena, Sun e CeoDaCoreia.
A grande atração: 82 Major
Um dos momentos mais aguardados do festival é a apresentação do grupo internacional de K-pop 82 Major, no dia 07 de março, a partir das 18h. Os ingressos para o espetáculo são vendidos separadamente do festival e incluem setores de pista comum e pista premium, além de pacotes especiais VVIP e VVIP+, com experiências diferenciadas para os fãs. Ingressos para o show: https://www.ticketmaster.com.br/event/turne-82major-brasilia
SERVIÇO: Festival Onda Coreana Quando: Dias 06, 07 e 08 de março de 2026. Onde: Estacionamento H (Piso 2) – Taguatinga Shopping. Horários: Sexta-feira (06/03): 12h às 22h Sábado (07/03): 12h às 22h Domingo (08/03): 12h às 20h
Ingressos Festival: Antecipados a partir de R$ 25 (meia-entrada) via Sympla – https://x.gd/5IYYB Ingressos Show 82 Major: Vendidos separadamente via Ticketmaster – https://www.ticketmaster.com.br/event/turne-82major-brasilia Meia-entrada social, mediante a doação de 1kg de alimento não perecível. Crianças até 7 anos não pagam. Informações: @festivalondacoreana e @taguashopping
Programação Completa Sexta-feira – 06/03 Mestre de Cerimônia: Gabriel Kim 12h – Abertura de palco + vídeo sobre a Onda Hallyu 12h10 – Apresentação Gabriel Kim 12h30 – Espaço para autoridades 13h – Interação e sorteios 13h30 – Concurso de K-pop 17h – Random Play Dance 18h – Desfile Moda dos Doramas 19h – Quiz K-Drama – Gabriel e Lúcio Sincero + Kai e Aline 20h15 – Show – Kyumin Lee 21h30 – Aftermovie + Encerramento
Sábado – 07/03 Mestre de Cerimônia: Lúcio Sincero 12h – Abertura de palco + vídeo sobre a Onda Hallyu 12h20 – Fazendo receita no palco 13h – Palestra com presidente Bruno Kim, Carol Psicodrama e Eliane Kcomigo 14h – K-Beauty – CeoDaCoreia e Fabio Hiro 15h30 – Show – Kyumin Lee 17h – Show – 82major e MC Melody + Sorteio e bate-papo Kai e Aline 18h – Show – 82major e MC Melody 20h – Cena de K-Drama – Songu + Quiz de K-Drama 21h30 – Aftermovie + Encerramento
Domingo – 08/03 Mestre de Cerimônia: Pyong Lee 12h – Abertura de palco + momento de interação 13h – Bate-papo Dona Su 14h – Preparação de drink com Songu 14h30 – Homenagem do Dia da Mulher – Secretaria da Mulher 15h – Bate-papo Roberta Pazulini 16h – Musical Guerreiras da Onda Coreana – Grupo Neia e Nando 17h – Momento de interação + Cena de K-Drama com Songu 17h30 – Bate-papo Relacionamento – Morena e Sun + @ceodacoreia 18h30 – Pyong Lee + Kai e Aline 19h30 – Aftermovie + Agradecimento + Encerramento
Aclamado longa dirigido por Oliver Laxe, “Sirât” chega nesta quinta-feira, 26 de fevereiro, a 115 cinemas de 40 cidades em todas as regiões do país. Para celebrar a chegada do filme às telonas, a distribuidora Retrato Filmes acaba de divulgar uma cena inédita da obra, que é um dos grandes destaques da atual temporada de premiações do cinema, com duas indicações ao Oscar: Melhor Filme Internacional e Melhor Som.
O trecho divulgado mergulha na atmosfera imersiva e na jornada central da história. No filme, o público acompanha um pai e um filho que chegam às montanhas do Marrocos em busca de Mar — filha e irmã — que desapareceu meses antes. Vemos os protagonistas na estrada, seguindo um grupo de frequentadores de raves rumo a mais uma festa no deserto que representa uma última esperança para a dupla. A interação contrasta a euforia dos jovens viajantes com a exaustão e preocupação do pai, antecipando o cenário que os obrigará a confrontar os próprios limites.
Produzido pela El Deseo, dos irmãos Pedro e Agustín Almodóvar, o filme tem um histórico impecável de reconhecimento. “Sirât” venceu o Prêmio do Júri no Festival de Cannes em 2025 e conquistou cinco troféus no European Film Awards, incluindo montagem e design de som. A força da produção se confirmou com 11 indicações ao Prêmio Goya e duas ao Oscar, nas categorias de Melhor Filme Internacional e Som. No Brasil, a obra já havia brilhado como filme de abertura da 49ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, com sessões lotadas e sucesso de crítica.
O amplo circuito de estreia reflete o enorme potencial do filme. Ao todo, são 115 salas recebendo o longa a partir de hoje. Confira as cidades contempladas por região e consulte a programação local para detalhes das sessões:
Norte: Belém (PA).
Nordeste: Afogados da Ingazeira e Recife (PE), Aracaju (SE), Fortaleza (CE), João Pessoa (PB), Maceió (AL), Manaus (AM), Salvador (BA) e Teresina (PI).
Centro-Oeste: Brasília (DF), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT) e Goiânia (GO).
Sudeste: Araraquara, Bauru, Campinas, Cotia, Jundiaí, Ribeirão Preto, Santo André, Santos, São Bernardo do Campo, São Carlos, São José dos Campos e São Paulo (SP), Belo Horizonte, Juiz de Fora e Poços de Caldas (MG), Niterói, Volta Redonda e Rio de Janeiro (RJ), e Vitória (ES)
Sul: Balneário Camboriú e Florianópolis (SC), Canoas, Caxias do Sul e Porto Alegre (RS), e Curitiba, Londrina e Maringá (PR).
Sobre a Retrato Filmes
A Retrato Filmes é uma distribuidora audiovisual independente fundada por Daniel Pech e Felipe Lopes que une em sua curadoria longas de qualidade artística e potencial de público. Lançou títulos como Valor Sentimental, Maré Alta, Prédio Vazio, Salão de Baile e a versão em 4K do clássico Cidade dos Sonhos, de David Lynch. Em breve, trará ao mercado grandes filmes brasileiros como Salomé, vencedor de 8 prêmios no Festival de Brasília, e obras internacionais de prestígio como Sirât (Prêmio do Júri em Cannes) e Surda (Prêmio do Público em Berlim).
Todas as sessões têm entrada gratuita e a extensa programação paralela inclui debates, sessões apresentadas, sessões comentadas e um curso
De 3 a 22 de março, o CCBB Brasília recebe a Mostra Todd Haynes, retrospectiva dedicada a um dos cineastas mais badalados e instigantes do cinema contemporâneo. Após passagens de grande sucesso de público pelo Rio de Janeiro e por São Paulo, a mostra desembarca na capital federal reunindo 23 filmes, sendo 13 desses dirigidos por Haynes e 10 obras de outros realizadores em diálogo direto com sua filmografia, além de mesas de debate, sessões apresentadas,sessões comentadas, curso, ações de acessibilidade e o lançamento de um catálogo inédito. A programação é ampla e completamente gratuita.
Com curadoria de Carol Almeida e Camila Macedo, e idealização, coordenação geral e produção executiva de Hans Spelzon, a retrospectiva propõe um mergulho abrangente na obra de Todd Haynes, cineasta associado ao New Queer Cinema dos anos 1990 e reconhecido por reinventar o melodrama clássico para discutir identidade, desejo, gênero, sexualidade e as fissuras por trás das fachadas da vida cotidiana.
A programação inclui títulos fundamentais como Longe do paraíso, Carol, Velvet Goldmine, Não estou lá, Mal do século, Segredos de um escândalo e The Velvet Underground, além de cópias restauradas e obras inéditas no Brasil. A mostra também destaca atuações marcantes de Julianne Moore, Cate Blanchett, Rooney Mara e Natalie Portman, atrizes centrais na construção do universo sensível e político do cineasta.
Ao lado da filmografia de Haynes, a mostra apresenta filmes de outros realizadores, escolhidos por sua relevância histórica, estética e política, revelando diferentes tradições cinematográficas. Entre os títulos estão Jeanne Dielman (1975), de Chantal Akerman; O medo devora a alma (1974), de Rainer Werner Fassbinder; Tudo que o céu permite (1955), de Douglas Sirk; Uma mulher sob influência (1974), de John Cassavetes; Desencanto (1945), de David Lean; Canção de amor (1950), de Jean Genet; além de obras de Leslie Thornton, Sadie Benning, Daniel Nolasco e Fábio Ramalho.
“Ao colocar esses filmes em relação, a mostra propõe pensar o cinema como um campo de atravessamentos, de linguagem, de política e de sensibilidade. Mais do que influências diretas, o que emerge é uma constelação de obras que ajudam a entender como certas formas de ver e sentir o mundo foram se construindo ao longo do tempo”, afirma Camila Macedo.
Outro eixo central da curadoria é a investigação do melodrama — frequentemente associado de forma equivocada a um estatuto artístico menor — como potência crítica e estética. “É interessante pensar que, apesar da popularidade no Brasil, a telenovela e as abordagens melodramáticas ainda carregam certo preconceito. Discutir os usos e reinvenções do melodrama a partir de um cineasta da envergadura de Haynes torce esses enquadramentos e nos permite pensar uma sensibilidade que escapa a dicotomias simplistas entre afeto e pensamento”, destaca Carol Almeida.
A Mostra também chama atenção para a colaboração recorrente entre Todd Haynes e o montador brasileiro Affonso Gonçalves, figura central do cinema independenteestadunidense. Gonçalves assinou a montagem de filmes fundamentais do diretor, como Carol (2015), The Velvet Underground(2021) e Segredos de um escândalo (2023), contribuindo decisivamente para o ritmo, a delicadeza e a construção emocional dessas obras.
Programação formativa e encontros com o público
A proposta da Mostra Todd Haynes se estende para além das sessões de cinema, com uma programação paralela que inclui duas mesas de debate sobre temas relacionados à filmografia do homenageado,seis sessões comentadas ao final, duas sessões apresentadas no início e um curso de dois dias, reunindo, neste conjunto de atividades, diferentes convidados, entre pesquisadores, críticos e realizadores, com o objetivo de aprofundar reflexões sobre cinema, linguagem, melodrama, representação feminina e cinema queer, em diálogo com o presente.
A mesa “Donas de casa encarceradas nas estratégias melodramáticas de Todd Haynes” acontece no dia 14 de março (sábado), às 17h, e discute a recorrência e as reinvenções das figuras femininas e da domesticidade na obra do cineasta. Participam as pesquisadoras Emília Silberstein e Lila Foster, com mediação de Carol Almeida. A atividade contará com tradução em Libras.
Já a mesa “O legado de Todd Haynes para os novíssimos cinemas queer”, no dia 21 de março (sábado), às 17h, propõe refletir sobre as reverberações de sua obra em uma nova geração de cineastas e práticas contemporâneas, com Mike Peixoto e Marisa Arraes, além da mediação de Camila Macedo, contando também com intérprete de Libras.
“A ideia dessas atividades é criar um espaço de escuta e de troca, em que a obra de Haynes possa ser pensada não como um monumento, mas como um cinema vivo, em diálogo com questões urgentes do presente e com outras formas de fazer e pensar o audiovisual”, afirma Carol Almeida.
As sessões apresentadas e comentadas ampliam esse contato direto com o público, propondo conversas mais intimistas antes e após as exibições, respectivamente. Entre os destaques estão a sessão de abertura, do filme Não estou lá, apresentada por Mariana Souto (3 de março, às 18h30); Carol, apresentada por Ana Caroline Brito (5 de março, às 19h); Velvet Goldmine (7 de março, às 18h15) e Mal do século (8 de março, às 18h), com comentários de integrantes do Cinebeijoca (Cineclube da UnB); além de sessões comentadas por Carol Almeida, Camila Macedo, Marcus Azevedo e Letícia Bispo ao longo da programação.
A proposta formativa inclui ainda o curso “Uma leitura da in/visibilidade lésbica a partir de Carol, de Todd Haynes”, ministrado por Alessandra Brandão e Ramayana Lira de Sousa, em dois encontros, nos dias 14 e 15 de março. A partir de um dos filmes mais emblemáticos do cineasta, o curso investiga os códigos do cinema hollywoodiano e os processos de visibilidade e apagamento lésbico na história do cinema narrativo, articulando crítica feminista e cinema contemporâneo. Para participar do curso, basta retirar o ingresso gratuitamente na bilheteria física, uma hora antes do início de cada aula.
Catálogo com textos inéditos
A Mostra Todd Haynes é acompanhada pelo lançamento de um catálogo inédito, disponível em versões impressa e digital (disponível para download no link https://ccbb.com.br/programacao-digital/catalogos/), reunindo textos de pesquisadoras e pesquisadores brasileiros e estrangeiros dedicados à obra do cineasta. Entre os destaques está a tradução inédita de um texto de Mary Ann Doane, professora emérita da Universidade da California, Berkeley, referência fundamental da teoria feminista do cinema e ex-professora de Todd Haynes, além de uma entrevista exclusiva com o diretor, realizada especialmente para a publicação.
“Todos os textos do catálogo são inéditos. A publicação funciona como uma extensão da mostra e como uma ferramenta de reflexão duradoura sobre a obra de Haynes e suas reverberações”, afirma Camila Macedo. Exemplares impressos serão distribuídos ao público gratuitamente mediante a apresentação de ingressos de sessões.
“Ainda que o cinema de Todd Haynes atravesse preocupações estéticas muito distintas ao longo do tempo, existe algo que percorre toda a sua obra: uma crítica sofisticada às máscaras sociais. São filmes atentos às superfícies e ao que insiste em se revelar por trás delas”, conclui Carol Almeida.
Comprometida com a ampliação do acesso, a Mostra Todd Haynes contará com sessão acessível de Carol, com audiodescrição, legendagem descritiva e tradução em Libras, exibição que conta com cópia dublada em português. As mesas de debate também terão tradução simultânea em Libras.
FICHA TÉCNICA
Curadoria: Carol Almeida e Camila Macedo
Idealização, coordenação geral e produção executiva: Hans Spelzon
Empresa produtora: Caprisciana Produções
Apoio Institucional: Instituto Goethe
Realização: Centro Cultural Banco do Brasil e Governo do Brasil
Patrocínio: Banco do Brasil
CONVIDADOS
Mariana Souto
Ana Caroline Brito
Cinebeijoca
Marcus Azevedo
Lila Foster
Emília Silberstein
Ramayana Lira de Sousa
Alessandra Brandão
Letícia Bispo
Mike Peixoto
Marisa Arraes
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Localizado no Edifício Tancredo Neves, o prédio é uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico de autoria de Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, é oferecido o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais, aproximando o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolha públicas e particulares, universitários e instruções, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Acessibilidade
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional.
O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta no vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. Mais informações em: Serviços Oferecidos | CCBB Brasília
Horário da van – De quinta-feira a domingo:Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.
Ingressos: Entrada gratuita. Retirada dos ingressos 1h antes, presencialmente, na bilheteria do CCBB Brasília.
Classificação: ver programação
Horários: Ver programação.
PROGRAMAÇÃO COMPLETA POR DIA:
03 de março 2026 (terça-feira) 18h30 – Sessão apresentada (Mariana Souto) + Não estou lá (I’m not there, Todd Haynes, 2007, 135 minutos, EUA / ALE, digital) – 12 anos
04 de março 2026 (quarta-feira) 16h30 – Sem fôlego (Wonderstruck, Todd Haynes, 2017, 116 minutos, EUA, digital) – 10 anos 19h00 – Segredos de um escândalo (May December, Todd Haynes, 2023, 117 minutos, EUA, digital) – 16 anos
05 de março 2026 (quinta-feira) 16h30 – O preço da verdade (Dark waters, Todd Haynes, 2019, 126 minutos, EUA, digital) – 12 anos 19h00 – Sessão apresentada (Ana Caroline Brito) + Carol (Carol, Todd Haynes, 2015, 118 minutos, EUA / GBR, digital) – 14 anos
06 de março 2026 (sexta-feira) 17h30 – Tudo que o céu permite (All that heaven allows, Douglas Sirk, 1955, 89 minutos, EUA, digital) – 16 anos 19h15 – Longe do paraíso (Far from heaven, Todd Haynes, 2002, 107 minutos, EUA / FRA, digital) – 14 anos
07 de março 2026 (sábado) 16h00 – The Velvet Underground (The Velvet Underground, Todd Haynes, 2021, 121 minutos, EUA, digital) – 16 anos 18h15 – Velvet Goldmine (Velvet Goldmine, Todd Haynes, 1998, 123 minutos, GBR / EUA, digital) + Sessão comentada (Parceria Cinebeijoca) – 18 anos
08 de março 2026 (domingo) 15h15 – Uma mulher sob influência (A woman under the influence, John Cassavetes, 1974, 146 minutos, EUA, digital) – 16 anos 18h00 – Mal do século (Safe, Todd Haynes, 1995, 119 minutos, EUA / GBR, digital) + Sessão comentada (Parceria Cinebeijoca) – 14 anos
10 de março 2026 (terça-feira) 17h00 – Jeanne Dielman (Jeanne Dielman, 23, quai du commerce, 1080 Bruxelles, Chantal Akerman, 1975, 201 minutos, BEL / FRA, digital) – 16 anos
11 de março 2026 (quarta-feira) 18h30 – Canção de amor (Un chant d’amour, Jean Genet, 1950, 26 minutos, FRA, digital) + Veneno (Poison, Todd Haynes, 1991, 85 minutos, EUA, digital) + Sessão comentada (Marcus Azevedo) – 18 anos
12 de março 2026 (quinta-feira) 17h30 – Desencanto (Brief encounter, David Lean, 1945, 86 minutos, GBR, digital) – 14 anos 19h15 – Carol (Carol, Todd Haynes, 2015, 118 minutos, EUA / GBR, digital) – 14 anos
13 de março 2026 (sexta-feira) 19h00 – O suicídio (The suicide, Todd Haynes, 1978, 22 minutos, EUA, digital) + Assassinos: um filme sobre Rimbaud (Assassins: a film concerning Rimbaud, Todd Haynes, 1985, 43 minutos, EUA, digital) + Peggy e Fred no inferno: o prólogo (Peggy and Fred in hell: the prologue, Leslie Thornton, 1984, 20 minutos, EUA, digital) + Sessão comentada (Carol Almeida) – 16 anos
14 de março 2026 (sábado) 10h00 – Curso “Uma leitura da in/visibilidade lésbica a partir de ‘Carol’, de Todd Haynes” – 16 anos 17h00 – Debate 1: Donas de casa encarceradas nas estratégias melodramáticas de Todd Haynes, com Emilia Silberstein, Lila Foster e mediação de Carol Almeida (com LIBRAS) – 16 anos 19h00 – Segredos de um escândalo (May December, Todd Haynes, 2023, 117 minutos, EUA, digital) – 16 anos
15 de março 2026 (domingo) 10h00 – Curso “Uma leitura da in/visibilidade lésbica a partir de ‘Carol’, de Todd Haynes” – 16 anos 16h00 – O medo devora a alma (Angst essen Seele auf, Rainer Werner Fassbinder, 1974, 93 minutos, ALE, digital) – 16 anos 18h00 – Longe do paraíso (Far from heaven, Todd Haynes, 2002, 107 minutos, EUA / FRA, digital) + Sessão comentada (Letícia Bispo) – 14 anos
17 de março 2026 (terça-feira) 18h30 – Sessão com acessibilidade – Carol (Carol, Todd Haynes, 2015, 118 minutos, EUA / GBR, digital) + Conversa com a curadoria – 14 anos
18 de março 2026 (quarta-feira) 19h00 – O preço da verdade (Dark waters, Todd Haynes, 2019, 126 minutos, EUA, digital) – 12 anos
19 de março 2026 (quinta-feira) 17h00 – Jollies (Jollies)
Espaço Cultural do TCU reúne Mostra com Herança de Quatro Séculos
Uma mostra que reúne fotografias históricas, objetos e miniaturas e apresentações musicais irá celebrar, no próximo dia 03 de março, os 400 Anos das Missões Jesuíticas Guaranis, no Brasil. A iniciativa é do ministro do TCU Augusto Nardes. Irá acontecer no Instituto Serzedello Corrêa, conhecido como Espaço Cultural do TCU, na próxima terça-feira, das 16h às 20h30. A entrada é gratuita.
As Missões Jesuíticas, estabelecidas no século XVII, representam uma fusão única de tradições indígenas e européias. Seu legado influência até hoje a cultura e as tradições brasileiras, especialmente no Sul do Brasil. O ministro Augusto Nardes é gaúcho. Haverá um coquetel para celebrar a mostra.
Serviço: • Evento: Celebração dos 400 Anos das Missões Jesuíticas Guaranis • Data: 3 de março de 2026 • Horário: 16h às 20h30 • Local: Instituto Serzedello Corrêa -TCU – St. de Clubes Esportivos Sul Trecho 3, Brasília – DF • Entrada: Franca Para mais informações, entre em contato com Andrade Junior pelo telefone/whatsapp 61 999862087 ou Vinicius no telefone 61 35277466.
Enquanto o mercado de discos de vinil se torna um espaço de exibicionismo e preços astronômicos, surge em Brasília um movimento de resistência focado na simplicidade, no desapego e na nostalgia dos 700MB. Nos dias 28 de fevereiro e 01 de março, o Infinu (506 Sul) recebe a feira “Vinil é Coisa de Cringe”, um evento que subverte a lógica do lucro para priorizar a música e a troca real entre colecionadores.
Menos Capital, Mais Digital Sob o slogan “Vinil é investimento, CD é sentimento”, o projeto idealizado por Cláudio Bull e Ulisses de Freitas propõe o Eixo: Mercado de Circulação Digital. Diferente das feiras tradicionais de raridades, aqui o foco é o “bota-fora”. Com preços populares (entre R$ 5 e R$ 50) e uma Zona de Escambo Permanente, o objetivo é renovar acervos pessoais sem a pressão do “grande negócio”.
Programação e Atividades “Anti-Gourmet” O evento não será apenas um ponto de venda, mas um manifesto vivo da era do laser. A trilha sonora fica por conta dos sets de Cláudio Bull, Ulisses de Freitas e Superquadra DJ Set, focados no rock alternativo, grunge e cena independente — gêneros que definiram a era de ouro do CD.
Destaques da programação: • Bancada Comunitária: Espaço livre para o público depositar CDs para venda rápida e preços acessíveis. • Papo de Encarte: Bull e Ulisses comentam sobre as artes e letras de álbuns icônicos, resgatando o valor cultural do objeto físico. • Cestão das Relíquias: Um sistema “Take one, Leave one” (pegue um, deixe um) para quem quer começar uma coleção do zero e de graça. • Momento “Por que isso é Cringe?”: DJs tocam hits que a cena “cult” do vinil rejeita, mas que o público ama cantar junto.
O Manifesto do Desapego “Brasília sempre foi a capital do rock, mas ouvir música física virou artigo de luxo. A gente quer o contrário: o laser, a caixinha acrílica e a troca real. Queremos que as pessoas saiam com a sacola cheia gastando pouco”, afirma a organização.
SERVIÇO: • Evento: Vinil é Coisa de Cringe – Feira de CDs, Escambo e Discotecagem. • Data: 28 de fevereiro e 01 de março de 2026. • Horário: Das 12h às 19h. • Local: Infinu Comunidade Criativa – CRS 506 Bloco A Loja 67, Brasília – DF. • Atrações: DJs Cláudio Bull, Ulisses de Freitas e Superquadra DJ Set. • Entrada: Gratuita. • Informações para expositores: Falar com Lili Brasil.
Chamada de Expositores: Feira “Vinil é Coisa de Cringe” 💿
Atenção, donos de acervos e amantes do digital-físico! Nos dias 28 de fevereiro e 01 de março, o Infinu abre as portas para quem sabe que o som de verdade não precisa de chiado.
Se você tem CDs maravilhosos e quer desapegar ou negociar, venha montar sua banca!
Brasília recebe, na quarta-feira, 25 de fevereiro, uma noite especial de celebração da música instrumental contemporânea com o lançamento do álbum Contrastes II, novo trabalho do Coletivo Superjazz. O show acontece às 20h, no Infinu 506 Sul, e traz como um de seus principais destaques a execução ao vivo de “Jahzz Revolta”, composição do coletivo que integra o novo álbum do BaianaSystem.
A presença da faixa no repertório reforça o diálogo entre o jazz instrumental, a música urbana e as sonoridades contemporâneas que atravessam a produção musical brasileira atual. “Jahzz Revolta” simboliza esse encontro de linguagens, conectando o Superjazz a uma das bandas mais relevantes da cena nacional e ampliando o alcance criativo do álbum Contrastes II.
Conhecido por romper fronteiras entre o jazz, a música eletrônica e a cultura urbana, o Coletivo Superjazz apresenta um espetáculo marcado por improvisação, groove e energia coletiva, com referências que passeiam por universos distintos — da música instrumental às narrativas das ruas. Mais do que um show, o lançamento se configura como um encontro festivo entre artistas e público, celebrando a liberdade estética e a força da criação autoral.
Criado pelo DJ e produtor Dudão Melo, o Superjazz nasceu do desejo de ressignificar o jazz e aproximá-lo das pistas, das ruas e do presente. A série de álbuns Contrastes traduz essa proposta ao reunir composições autorais, dançantes e conectadas aos contrastes sociais e culturais do país, resultando em uma linguagem sonora pulsante e contemporânea.
A programação da noite foi pensada como uma jornada musical. Início às 19h com audição comentada dos discos conduzida por Dudão Melo e culminando em show dividido em dois sets ao vivo. No palco, DJ Dudão Melo, Bruno Portella, Henrique Alvim e Paulo Black conduzem uma apresentação intensa, convidando o público a experimentar a música de forma livre, coletiva e transformadora.
O lançamento de Contrastes II reafirma Brasília como território fértil para encontros artísticos e novas sonoridades, em uma noite que promete celebração, troca e conexão entre diferentes cenas da música brasileira.
Serviço
Coletivo Superjazz | Lançamento do álbum Contrastes II Quarta-feira, 25 de fevereiro – a partir das 19h Infinu 506 Sul
Ingressos • Antecipados (entrada em qualquer horário): R$ 20 (em pé) | R$ 35 (mesa – 1º lote) • 50 primeiras pessoas que chegarem até 20h e retirarem pulseira: entrada gratuita (em pé, sujeito à disponibilidade) • Após: valores conforme lote na bilheteria
Iniciativa vai distribuir R$ 17,5 mil e destacar a biodiversidade dos parques do DF por meio da fotografia
Estão abertas as inscrições para a primeira edição do Prêmio de Fotografia Onça Pintada, que vai distribuir R$ 17.500,00 em premiações com fomento do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC). O projeto convida fotógrafos, amadores e profissionais, a retratarem a biodiversidade dos parques ecológicos do DF, por meio de obras no formato quadríptico – isto é, composições formadas por quatro imagens que se unem em uma narrativa visual única.
Dentre as obras recebidas, serão selecionadas 20, as quais integrarão uma exposição coletiva – presencial e virtual – e um catálogo impresso e digital. Entre essas, três serão premiadas por votação popular nas redes sociais, recebendo R$ 3.500,00 (1º lugar), R$ 2.500,00 (2º) e R$ 1.500,00 (3º). Já todos os demais selecionados receberão um prêmio de participação de R$ 500,00, garantindo reconhecimento a cada artista incluído na mostra.
Para participar, é preciso ser maior de 18 anos e residir no DF ou na RIDE-DF, podendo cada autor inscrever até duas obras. As inscrições, gratuitas, seguem abertas até 10 de março de 2026 e exclusivamente por meio do formulário online disponível na bio do perfil oficial do Prêmio no Instagram. A seleção das 20 obras, por sua vez, será feita por uma comissão avaliadora com base em critérios como adequação ao tema, qualidade técnica, criatividade e potencial de reflexão sobre a preservação ambiental.
Após a seleção, as obras concorrerão aos três primeiros lugares por meio de uma votação pública, entre 1º e 30 de abril diretamente nas redes sociais do projeto. Por fim, a exposição com todas as obras selecionadas seguirá em cartaz até 14 de maio, no hall do Edifício Ana Maria Primavesi no Campus da Faculdade UnB Planaltina (FUP), data em que também serão anunciados os vencedores e lançado o catálogo digital.
Para acessar o edital completo, obter o link de inscrição e acompanhar todas as atualizações, os interessados podem visitar o perfil oficial: @premio_onca_pintada.
Serviço:
Prêmio de Fotografia Onça Pintada
Inscrições: até 10 de março de 2025
Votação pública: entre 1º e 30 de abril
Exposição: de 1º de abril a 14 de maio no hall do Edifício Ana Maria Primavesi no Campus da Faculdade UnB Planaltina (FUP)
Brasília recebe uma celebração vibrante da música instrumental contemporânea com o lançamento do álbum “Contrastes II”, novo trabalho do Coletivo SuperJazz. A apresentação acontece na quarta-feira, 25 de fevereiro, às 20h, no Infinu (506 Sul), reunindo artistas, público e amantes da cena independente em uma experiência que promete atravessar estilos, emoções e territórios sonoros.
Conhecido por romper fronteiras entre o jazz, a música eletrônica e a cultura urbana brasileira, o Coletivo SuperJazz reafirma sua identidade criativa ao apresentar um espetáculo que mistura improviso, energia coletiva e referências que vão de BaianaSystem aos Racionais MCs. Mais do que um show, a noite marca um encontro festivo entre artistas e público, celebrando a liberdade estética e a potência da música instrumental brasileira.
Criado pelo DJ e produtor Dudão Melo, o projeto nasceu do desejo de ressignificar o jazz e aproximá-lo das pistas, das ruas e das narrativas contemporâneas. A série de álbuns “Contrastes” traduz esse movimento: uma música autoral, dançante e profundamente conectada aos contrastes sociais e culturais do país, trazendo à cena uma linguagem sonora atual, pulsante e cheia de personalidade.
A programação foi pensada como uma jornada musical, começando com a audição dos discos e culminando em dois sets ao vivo que prometem intensidade e celebração. No palco, DJ Dudão Melo, Bruno Portella, Henrique Alvim e Paulo Black conduzem uma apresentação marcada por groove, improvisação e atmosfera urbana, convidando o público a experimentar a música de forma livre, coletiva e transformadora.
Em um momento de renovação da cena instrumental, o lançamento de “Contrastes II” chega carregado de entusiasmo, confiança e alegria — reafirmando a força criativa de Brasília como território fértil para novas sonoridades e encontros artísticos. A expectativa é de uma noite intensa, celebrativa e cheia de energia, onde a música se torna ponte entre pessoas, ideias e movimentos culturais.
SERVIÇO Coletivo SuperJazz | Lançamento “Contrastes II” Data: 25 de fevereiro Horário: 20h Infinu — 506 Sul
No haras do Fazenda da Matta, a expertise técnica se alia ao cuidado com o bem-estar animal, consolidando o hipismo como eixo central de um novo conceito de luxo residencial no Cerrado. Tudo assinado pela expertise do cavaleiro olímpico Doda Miranda, foto divulgação
Empreendimento é manifesto de sofisticação, técnica e espírito contemporâneo no coração do Brasil
O luxo contemporâneo atravessa uma inflexão silenciosa. Sai de cena o excesso visível; permanece o que é essencial, técnico e simbólico. Em 2026, sob a regência do Ano do Cavalo no calendário chinês — emblema de prosperidade, força e liberdade — o Fazenda da Matta transforma essa metáfora em território concreto.
Localizado a poucos minutos do centro histórico de Pirenópolis, o empreendimento apresenta seu haras assinado por Doda Miranda não como amenidade, mas como declaração artística sobre o morar. Um gesto que conecta performance, natureza e legado em uma única paisagem.
A assinatura de Doda Miranda — referência internacional no hipismo — confere ao haras do Fazenda da Matta um rigor técnico que transcende o lazer. Trata-se de curadoria especializada: desenho de pistas, manejo, bem-estar animal e estrutura compatível com padrões de alta performance.
A sinergia é precisa. De um lado, um empreendimento que privilegia baixa densidade, preservação ambiental e estética integrada ao Cerrado. De outro, a visão de um atleta que entende o cavalo como parceiro e patrimônio vivo.
“O cavalo exige respeito ao tempo e à técnica. Um haras bem estruturado é sobre disciplina e sensibilidade”, resume Doda. Essa lógica ecoa na filosofia do projeto: luxo como domínio do detalhe e compreensão do ritmo natural.
O simbolismo do Ano do Cavalo amplifica o gesto. Não se trata de mística circunstancial, mas de alinhamento cultural: 2026 inaugura um ciclo associado a movimento e confiança — atributos que dialogam com um público que busca refúgios de campo com infraestrutura qualificada.
O haras integra-se ao conjunto arquitetônico do empreendimento, que valoriza linhas limpas, materiais duráveis e paisagismo orgânico. As áreas equestres dialogam com a topografia, preservando vistas e fluxos naturais.
Lotes amplos sugerem independência. Trilhas e áreas verdes reforçam fluidez. A presença do cavalo — figura ancestral ligada à liberdade — converte-se em símbolo concreto de um estilo de vida que privilegia espaço e autonomia.
No Fazenda da Matta, a técnica não é exibida; é incorporada. A infraestrutura equestre respeita padrões internacionais, mas se insere de maneira discreta na paisagem. Essa contenção estética revela uma filosofia clara: a verdadeira raridade está na harmonia entre forma e função.
Viver em um condomínio hípico de ultra-luxo não é apenas possuir cocheiras ou pistas. É despertar ao som distante dos cascos, percorrer o terreno ao entardecer, compreender o ciclo do cuidado animal e compartilhar essa cultura com a família.
O haras torna-se ponto de encontro, aprendizado e contemplação. Para alguns, performance esportiva. Para outros, ritual cotidiano.
Ao incorporar o hipismo como eixo identitário, o Fazenda da Matta amplia a experiência residencial. O cavalo deixa de ser ícone decorativo e assume papel central na narrativa de pertencimento, disciplina e elegância.
No Ano do Cavalo, o Fazenda da Matta consolida-se como referência entre os condomínios hípicos de ultra-luxo no Brasil. A chancela técnica de Doda Miranda, aliada ao compromisso ambiental e à arquitetura integrada ao Cerrado, posiciona o empreendimento como destino para quem entende luxo como legado.
Mais do que tendência, trata-se de uma afirmação cultural: morar bem é alinhar espaço, técnica e símbolo.
Visitas e apresentações privadas podem ser agendadas junto à equipe de relacionamento.
O galope, aqui, é silencioso — e definitivo.
Sobre o Fazenda da Matta O Fazenda da Matta é um condomínio de alto padrão localizado a 10 minutos do centro de Pirenópolis (GO), com projeto que valoriza o contato com a natureza, a sofisticação estética e a convivência entre vizinhos. O empreendimento conta com haras assinado por Doda Miranda, arquitetura de Denise Zuba Arquitetos, paisagismo do escritório Depieri e uma parceria com a Vinícola Assunção para a produção de vinho com rótulo próprio.Contará com um museu a céu aberto, integrado às trilhas e jardins do condomínio com obras exclusivas assinadas por nomes da arte contemporânea. O empreendimento carrega comprometimento ambiental, possui todas as licenças ambientais, municipais e estaduais, possuirá itens internos que garantirão selo verde de compromisso com o meio ambiente.
Informações sobre disponibilidade de lotes e experiências estão disponíveis discretamente em: 🌐www.fazendadamatta.com.br . @fazendadamatta_ 📍 Visitas mediante agendamento com atendimento curado.
O drama “O Caso dos Estrangeiros” (I Was a Stranger). Uma produção conjunta da Jordânia, Território Palestino Ocupado e Estados Unidos baseado em 14 milhões de histórias verdadeiras sobre a crise migratória ocorrida na Síria nos anos de 2011 a 2024.
O filme retrata as escolhas difíceis de sobrevivência, envolvendo contrabandistas, soldados e guardas costeiras, baseando-se no cenário atual e trágico do deslocamento humano. O longa-metragem é dirigido por Brandt Andersen e inspirado em seu próprio curta-metragem anterior, “Refugee” (2020), focado nas mesmas temáticas. O diretor, e também, roteirista, buscou honestidade em todos os aspectos, conversando com refugiados reais para compor a narrativa
Catástrofes em Aleppo dão início a uma cadeia de acontecimentos, que liga cinco famílias na Síria, de nacionalidades distintas, com diálogos em árabe, grego e inglês e que se entrelaçam em busca de um mesmo objetivo!
A direção de Brandt Andersen, que também roteirizou o filme, foi capaz de individualizar os expoentes dessas famílias, valendo-se de cada peculiaridade dos personagens em suas participações no enredo, sempre mantendo a câmera bem próxima, para que o expectador capture toda emoção e tensão que o enredo proporciona, porém longe de qualquer exibicionismo.
Sinopse
Quando um médico sírio é forçado a fugir de Aleppo com sua filha pequena, uma escolha desesperada desencadeia uma série de eventos que atravessam fronteiras e acabam envolvendo quatro estranhos na mesma história. No caminho, ele cruza com um contrabandista que tenta salvar o próprio filho, um soldado em conflito com a própria consciência, uma poetisa em busca de um lar e um capitão da guarda costeira grega dividido entre o dever e a compaixão. Seus destinos se entrelaçam em uma única noite no Mediterrâneo, onde a sobrevivência é incerta e a humanidade se revela em sua forma mais crua.
TÍTULO ORIGINAL I Was a Stranger
DIRIGIDO POR Brandt Andersen
ELENCO
Omar Sy, Yasmine Al Massri, Yahya Mahayni, Ziad Bakri, Constantine Markoulakis, Jason Beghe, Ayman Samman, Massa Daoud, Angeliki Papoulia
Um dos maiores sucessos da cultura pop mundial vai tomar conta do Shopping Pátio Brasil no sábado, 28 de fevereiro, das 10h às 19h, no piso P2
Um dos maiores sucessos da cultura pop mundial vai tomar conta do Shopping Pátio Brasil no sábado, 28 de fevereiro, das 10h às 19h, no piso P2. O Encontro de Cartas Pokémon reúne fãs, colecionadores e admiradores do universo dos Trading Card Games para um dia inteiro dedicado à troca, compra, venda e avaliação de cartas.
A programação será uma oportunidade para colecionadores iniciantes e experientes ampliarem suas coleções e compartilharem conhecimento. O público poderá levar suas próprias cartas para avaliação no local, além de participar de trocas com outros participantes.
Entre os destaques estão produtos lacrados do universo Pokémon, cartas raras, cartas graduadas (slabs) e itens personalizados impressos em 3D, ampliando as possibilidades para quem deseja completar ou valorizar sua coleção. A proposta é criar um ambiente seguro, acolhedor e familiar, fortalecendo a comunidade geek e incentivando a interação entre diferentes gerações.
Criada em 1996, a franquia Pokémon ultrapassou fronteiras e se tornou a maior do mundo no segmento de entretenimento multimídia. São mais de 480 milhões de jogos vendidos globalmente, além de séries animadas, filmes, aplicativos e um mercado de cartas colecionáveis que movimenta milhões de fãs ao redor do planeta. O Pokémon Trading Card Game, lançado ainda na década de 1990, permanece como um dos mais populares do mundo, conectando crianças, jovens e adultos por meio do colecionismo e da estratégia.
Serviço Evento: Encontro de Cartas Pokémon Local: Shopping Pátio Brasil – Piso P2 Data: Sábado, 28/02 Horário: Das 10h às 19h Entrada: Gratuita Público: Livre
Num vilarejo onde a memória vira morada, a saudade ganha corpo, voz e canto — e a morte, antes motivo de festa, revela a delicadeza de viver
O Centro Cultural do Banco do Brasil Brasília recebe, a partir de 25 de fevereiro, a temporada do espetáculo Saudade, do Grupo Os Geraldos, com concepção e direção de Douglas Novais, dramaturgia de Julia Cavalcanti e Paula Guerreiro, e direção musical de Everton Gennari. Saudade cumpre temporada até 8 de março, com sessões de quarta a domingo. Quartas e sextas, às 20h; sábados, às 17h e às 20h; e domingos, às 18h. As sessões de quinta-feira, às 20h, contam com acessibilidade em Libras e audiodescrição.
Inspirada no conto Pinguinho, de Viriato Correia, e nos escritos de Rubem Alves, a montagem articula os temas infância, morte e perda, ancorados em canções do imaginário coletivo, cantadas ao vivo por 13 intérpretes, que estruturam a cena e conduzem a narrativa. No vilarejo que ganha forma no palco, a saudade se manifesta como presença ativa — cantada, dita e corporificada — sustentando o encontro entre os atores e o público.
Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada) e estarão disponíveis para venda no site ccbb.com.br/brasilia e na bilheteria do CCBB Brasília. Informações: (61) 3108-7600 | ccbb.com.br/brasilia | Instagram.com/ccbbbrasilia | Facebook.com/ccbbbrasilia.
A classificação indicativa é de 16 anos.
A temporada será acompanhada de atividades formativas gratuitas, que compartilham aspectos fundamentais da linguagem do grupo Os Geraldos. As oficinas acontecem nos dias 4, 5 e 6 de março, sempre das 10h às 13h: 4/3 (quarta): Voz em Ação e Corpo-Coro (1h30); 5/3 (quinta): Corpo-Coro (1h30); e 6/3 (sexta): Orquestração do Exercício Cênico, seguida de bate-papo. Público-alvo: interessados a partir de 16 anos. As inscrições são realizadas por meio do formulário: https://forms.gle/JbixMC51vpBLQqBY8
Saudade se constrói na intersecção entre o teatro popular e uma pesquisa multicultural. Ainda em sua fase inicial de pesquisa, em 2024, a montagem foi aprovada — entre mais de 200 inscrições, de 24 países — na Convocatoria Iberoamericana de Residencias de Creación, do Programa Iberescena, que selecionou apenas dois projetos.
Esse reconhecimento gerou o ponto de partida para uma Residência Internacional realizada junto ao Teatre Nu, num vilarejo próximo a Barcelona, na Espanha, seguindo depois para Itália, França e Inglaterra.
“Lá apresentamos uma primeira versão do espetáculo em espanhol para um público que, no debate pós-espetáculo, parecia tão conectado à obra que foi como se, entre aquele vilarejo catalão e nosso Brasil profundo, não houvesse tanta diferença assim”, conta o diretor Douglas Novais.
A música ao vivo, executada em cena por 13 intérpretes, ocupa papel central na construção da obra. Saudade se apoia em canções tradicionais em português, espanhol, francês, italiano e latim — repertórios populares e amplamente reconhecíveis, capazes de acionar referências afetivas e experiências inscritas no imaginário coletivo. Mais do que acompanhar a ação, a música organiza a progressão das cenas e cria um espaço de comunhão entre palco e plateia, no qual o canto coletivo atravessa línguas, territórios e gerações, reforçando a dimensão compartilhada da experiência cênica.
Visão crítica
O crítico e fotógrafo Bob Sousa, que assistiu a um ensaio aberto, descreveu a visualidade do espetáculo como “espinha dorsal da experiência cênica”, destacando a integração entre imagem, som, palavra e corpo para construir um campo de memória compartilhada. Ele aponta a inspiração nas pinturas de Cândido Portinari, perceptível no olhar voltado ao homem comum e ao Brasil interiorano, e ressalta o coro como elemento central, que dissolve protagonismos e afirma o trabalho coletivo como escolha estética e ética.
Já o crítico de arte Rômulo Sobrinho descreve a experiência de assistir a Saudade como algo que “fala menos ao intelecto e mais à pele, à memória e ao afeto”. Ele destaca a cenografia “minimalista sem ser fria, simbólica e sem excessos”, onde os objetos funcionam “como gatilhos da memória afetiva do espectador”. Sobre a trilha sonora, afirma que ela “atua como um personagem invisível, costurando emoções, preenchendo vazios e potencializando aquilo que não é dito em palavras”. Para ele, ao final, “saímos do teatro com a sensação de que algo ficou ecoando, uma lembrança, um nome, um afeto”.
Marcos Antônio Alexandre, doutor em Letras pela FALE-UFMG, por sua vez, relata ter vivenciado um “encontro profundo com minhas memórias e minhas saudades”, transitando “do riso ao choro” e recuperando o “olhar das infâncias” sobre a perda. Ele elogia a direção musical de Everton Gennari, que faz o público se perguntar “Qual é o som do céu estrelado?”, e a interpretação de todo o elenco, com especial menção a Gileade Batista como Pinguinho, “repleta de engenhosidade, espontaneidade, espiritualidade, leveza, dramaticidade e liderança”. Alexandre conclui que a obra permite “retomar territórios e buscar diálogos com outras gerações”.
Sinopse
Em um pequeno vilarejo, a morte, antes motivo de festa e brincadeiras infantis, transforma-se em um encontro íntimo com a fragilidade da vida e a força das memórias. Inspirado livremente no conto Pinguinho, de Viriato Correia, o espetáculo Saudade celebra a poesia das raízes de um povo, conectando o interior do Brasil a tantos outros cantos.
Os Geraldos — É um grupo de teatro formado por artistas, de 18 a 59 anos, que vêm de pequenas cidades do interior de São Paulo e de outros estados, trazendo consigo um olhar enraizado no Brasil profundo. Desde 2008, o grupo desenvolve um teatro popular que valoriza a relação direta com o público e combina pesquisa técnica com a vivência de quem conhece o país por dentro.
A estética do grupo desenvolve-se em três frentes principais: as Visualidades do Espetáculo, com um ateliê próprio responsável pela criação de figurinos, cenários e iluminação; a Expressividade Vocal, que investiga a palavra falada e cantada como matéria central da cena; e o Coro, entendido tanto como base estrutural da encenação quanto como um signo da ética do trabalho coletivo, de modo que a relação entre estética e ética se manifesta na cena e no processo de criação.
O grupo já passou por 105 cidades, em 24 estados brasileiros e 10 países. Além da circulação nacional e internacional, Os Geraldos administram o Teatro de Arte e Ofício (TAO), um espaço independente de 41 anos, que é sede para suas criações, formações e para o fortalecimento de uma cena teatral coletiva e acessível.
Acessibilidade CCBB
A ação Vem pro CCBB conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.
A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van, de quinta a domingo:
Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Serviço:
Espetáculo Saudade
Local: Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília
Endereço: SCES Trecho 2 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves
Temporada: de 25 de fevereiro a 8 de março
Dias e horários: de 25 de fevereiro a 8 de março: quartas e sextas: 20h; quintas, às 20h (com acessibilidade em Libras e audiodescrição); sábados, às 17h e às 20h; e domingos, às 18h
Ingresso: R$ 30 (inteira), e R$ 15 (meia para estudantes, professores, profissionais da saúde, pessoa com deficiência e acompanhante, quando indispensável para locomoção, adultos maiores de 60 anos e clientes Ourocard), à venda no site http://www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília, a partir das 12h de 19 de fevereiro.
Capacidade do teatro: 327 lugares (sendo sete espaços para cadeirantes e três assentos para pessoas obesas)
Duração: 56 minutos
Classificação indicativa: não recomendado para menores de 16 anos
CCBB Brasília: aberto de terça a domingo, das 9h às 21h
Espetáculo premiado da companhia Bife Seco entra em cartaz de 26 de fevereiro a 1º de março e inclui oficina gratuita de escrita criativa ao público
Sucesso de público e crítica, o espetáculo Humanismo Selvagem, produzido pela companhia curitibana Bife Seco, estreia nos palcos de Brasília em curtíssima temporada nos dias 26, 27 e 28 de fevereiro e 01 de março, na CAIXA Cultural Brasília. Após a estreia na capital federal, o espetáculo segue em circulação pela região Nordeste do Brasil. A temporada integra o projeto que celebra os 15 anos da Bife Seco e conta com patrocínio oficial da Petrobras e apoio da CAIXA Cultural Brasília.
Uma tragicomédia premiada sobre herança familiar e as feridas abertas do Brasil
O que acontece quando uma família rica é confrontada com o seu passado criminoso? Escrito e dirigido por Dimis, Humanismo Selvagem investiga as rachaduras de uma família decadente que construiu sua fortuna sobre uma herança de exploração. Durante a comemoração dos 100 anos do patriarca, a chegada inesperada de uma antiga empregada faz emergir traumas, segredos e violências que estavam cuidadosamente escondidas sob a aparente harmonia.
Misturando humor ácido, tensão psicológica e crítica social, o espetáculo transforma o ambiente doméstico em um campo de batalha, onde herança, racismo estrutural e poder entram em colisão direta. O resultado é uma obra provocadora, que dialoga com o público contemporâneo ao expor contradições profundas da sociedade brasileira. O texto foi o grande vencedor do Prêmio Outras Palavras 2020, concedido pelo Governo do Estado do Paraná, reconhecimento que garantiu a publicação da dramaturgia em livro, lançado nacionalmente na programação da FLIP – Festa Literária Internacional de Paraty, em 2025, como parte da Coleção Outras Palavras.
Segundo o autor e diretor Dimis, o espetáculo foi construído como uma experiência emocional crescente para o público. “É uma montanha-russa de emoções. O público ri muito no início, mas, à medida que a história avança, esse riso vai se transformando em desconforto, até chegar a um momento de catarse. Existe muito humor, mas também muita crítica e muitas camadas simbólicas. Cada personagem é uma alegoria do Brasil atual, um recorte de uma família brasileira de classe alta”, afirma.
Elenco de Humanismo Selvagem conta com participação especial vencedora do Oscar
Nesta nova temporada do espetáculo, Humanismo Selvagem conta com a participação especial do ator Luiz Bertazzo, que integra o elenco do filme Ainda Estou Aqui, vencedor do Oscar na categoria Melhor Filme Internacional.
Com carreira iniciada em Curitiba antes do reconhecimento nacional, Bertazzo retoma sua parceria com a Bife Seco em um reencontro artístico que atravessa diferentes fases da companhia. A colaboração teve início em 2010, com a peça Vivienne, e seguiu em montagens marcantes da companhia, como Peça Ruim, Bifes_1 e o musical Terrível Incrível Aventura. A participação em Humanismo Selvagem marca o retorno do ator aos palcos em um momento de projeção internacional.
Dramaturgia que mistura elementos de comédia e suspense psicológico
Humanismo Selvagem é resultado de um processo de escrita e amadurecimento dramatúrgico iniciado em 2013. Ao longo de uma década, o texto passou por sucessivas versões, acompanhando as transformações do debate público e aprofundando sua investigação sobre as estruturas de poder, racismo e violência que atravessam a sociedade brasileira.
Como em outros trabalhos da Bife Seco, o cinema foi uma referência central no processo criativo. A dramaturgia dialoga com o terror psicológico e a construção de famílias disfuncionais, temas recorrentes em produções do estúdio A24, utilizando esses códigos narrativos para tratar de uma temática profundamente brasileira: o legado criminoso de exploração sobre o qual muitas fortunas foram forjadas.
Segundo o autor e diretor Dimis, o tempo foi um elemento decisivo no processo. “As várias versões acompanharam a evolução das discussões sobre racismo no país. Agora o texto chega à sua versão mais madura. É um terror psicológico que escala para o absurdo, o que resulta numa comédia caótica sobre o pior do ser humano. O público vai se identificar, mas nem sempre de forma confortável.”
O resultado é uma obra que carrega em sua estrutura o peso do tempo, consolidando Humanismo Selvagem como uma dramaturgia construída em diálogo com seu contexto.
Celebrando 15 anos, companhia curitibana Bife Seco é selecionada entre mais de 8 mil projetos
Ao longo de sua trajetória, a Bife Seco se consolidou como uma das produtoras mais importantes e inventivas da Região Sul. E para celebrar essa história, a Petrobras entra como patrocinadora oficial de um gigantesco projeto de aniversário.
Dentre mais de 8.000 projetos nacionais inscritos no edital Seleção Petrobras Cultural – Novos Eixos, a Bife foi uma das 30 selecionadas no eixo Ícones da Cultura Brasileira, ao lado dos maiores artistas e grupos do país. E agora esta parceria se inicia com a primeira ação do projeto, a circulação do espetáculo Humanismo Selvagem.
O projeto inclui uma série de ações ao longo de 2026 e 2027, incluindo a estreia em São Paulo do musical O Fantasma de Friedrich – Uma Pop Ópera Punk, a produção do novo musical O Vampiro Vilmar – Um Transmusical Eletrônico, a nova temporada do podcast País do Futuro, o lançamento da Mostra Petrobras de Novos Bifes, no Festival de Curitiba, e a publicação do livro que reconta a trajetória do grupo.
Oficina gratuita de dramaturgia com o diretor do espetáculo
Como parte das ações formativas da circulação em Brasília, o autor e diretor Dimis ministra a oficina gratuita Escrita Criativa: Roteiro e Dramaturgia, no dia 28 de fevereiro, na CAIXA Cultural Brasília. A atividade integra o projeto comemorativo de 15 anos da Bife Seco e propõe uma imersão prática nos fundamentos da escrita para teatro, cinema e podcasts.
Com duração de quatro horas e 30 vagas disponíveis, a oficina apresenta ferramentas de construção narrativa, desenvolvimento de personagens e criação de conflitos dramáticos, combinando teoria e exercícios práticos. A proposta dialoga diretamente com o processo criativo de Humanismo Selvagem, dramaturgia escrita ao longo de dez anos e marcada por sucessivas reescritas em diálogo com o contexto social brasileiro.
Aberta a estudantes, artistas, escritores, podcasters, roteiristas e interessados em escrita criativa, a atividade não exige experiência prévia e acolhe tanto iniciantes quanto quem já escreve e busca expandir seus processos e plataformas de atuação.
Segundo Dimis, a proposta é fazer as pessoas se apaixonarem pela criação sem medo de se arriscar. “Cada história é um mundo a ser descoberto. A oficina é um convite para explorar ideias, ganhar confiança na escrita e perceber, na prática, como uma narrativa nasce e se desenvolve, seja ela no teatro, no cinema ou mesmo em um podcast”, afirma Dimis.
SOBRE A BIFE SECO
A Bife nasceu para criar universos únicos e narrativas inesquecíveis em múltiplas plataformas, capazes de encantar, despertar emoções, promover debates e transportar o público para lugares novos.
Fundada em 2010, a produtora completa 15 anos com uma trajetória marcada pela excelência. Ao longo desse tempo, produziu espetáculos, curtas, musicais, livros, séries e podcasts, conquistando 30 prêmios nacionais, o reconhecimento dos principais críticos e veículos especializados, além de participar de festivais renomados.
Nos palcos, destacam-se as montagens de “Vivienne”, “Peça Ruim” e “Humanismo Selvagem”, além dos musicais “Terrível Incrível Aventura” e o “O Fantasma de Friedrich”. No universo digital, produziu as áudio séries “País do Futuro 2024” e “Selvageria”, que somam mais de 400 mil ouvintes e foram indicados pela plataforma Deezer na lista dos melhores podcasts do ano.
Com patrocínio oficial da Petrobras, a Bife segue com projeto comemorativo de aniversário da produtora, com diversas ações pelo Brasil ao longo de 2026 e 2027.
Filme de Wong Kar-wai, marco do cinema asiático contemporâneo, terá duas sessões nos dias 20 e 21
Sessão Acessível, Sessão Atípica, Mostra Oscar e sessão de lançamento completam a programação da semana
O desejo contido e a impossibilidade de uma mor vivido plenamente atravessam Amor à Flor da Pele, destaque da Sessão Clássicos de fevereiro no Cine Brasília. Dirigido por Wong Kar-wai e lançado em 2000, o longa será exibido na sexta-feira, 20, às 20h30, com reprise no sábado, 21, às 18h30. Os ingressos seguem os valores regulares de R$20 (inteira) e R$10 (meia).
Ambientado na Hong Kong dos anos 1960, o filme acompanha Chow Mo-wan, interpretado por Tony Leung Chiu-wai, e Su Li-zhen, vivida por Maggie Cheung, dois vizinhos que descobrem que seus respectivos cônjuges mantêm um caso. A partir dessa revelação, nasce entre eles uma relação marcada por encontros calculados e sentimentos que nunca se concretizam totalmente. Mais do que umromance, Amor à Flor da Pele é um estudo sobre tudo aquilo que permanece suspenso.
Com fotografia sofisticada, trilha sonora que hipnotiza e uso extensivo da repetição, Wong Kar-wai constrói uma narrativa em que o não dito tem mais peso que as palavras. Os corredores estreitos, os quartos apertados e os enquadramentos fragmentados reforçam a sensação de confinamento emocional. Cada detalhe, do figurino elegante de Su Li-zhen aos movimentos em câmera lenta, contribui para criar uma atmosfera de tensão. Premiado no Festival de Cannes, onde Tony Leung recebeu o prêmio de Melhor Ator, o filme é considerado um dos grandes marcos do cinema contemporâneo asiático.
SESSÃO ACESSÍVEL
No sábado, 21, acontece mais uma Sessão Acessível que, às 14h, exibe Nó, drama brasileiro dirigido por Laís Melo. O filme acompanha Glória, vivida por Patrícia Saravy, que após um divórcio conturbado se muda com as três filhas para o centro de Curitiba em busca de recomeço. Entre dificuldades financeiras, ameaças do ex-marido que disputa a guarda das meninas e uma acirrada concorrência no trabalho pelo cargo de supervisora da fábrica, inclusive contra sua melhor amiga, a protagonista enfrenta conflitos íntimos e sociais enquanto tenta garantir estabilidade para a família.
Gratuita e voltada para Pessoas com Deficiência, a Sessão Acessível conta com recursos de acessibilidade de Libras e legendas descritivas projetadas na tela e audiodescrição no sistema de som da sala.
SESSÃO ATÍPICA
A última Sessão Atípica do mês conta com exibição em dose dupla no dia 25. Às 10h, será exibido Zootopia 2, animação dirigida por Byron Howard e Jared Bush, que traz de volta a dupla Judy Hopps e Nick Wilde em uma nova investigação na metrópole animal. E às 14h, a programação segue com O Menino e o Panda, aventura dirigida por Gilles de Maistre, que acompanha a amizade entre um garoto de 12 anos e um filhote de panda nas montanhas de Sichuan, em uma história sensível sobre amadurecimento, coragem e conexão com a natureza. Ambas as produções têm classificação indicativa de 6 anos.
Voltada para pessoas autistas e neurodivergentes, durante a Sessão Atípica as luzes permanecem acesas, o som é reduzido, a sala fica em temperatura ambiente e é permitido que o público circule pela sala. Os ingressos custam R$10 (inteira) e R$5 (meia).
MOSTRA OSCAR 2026
Na terceira semana da Mostra Oscar 2026, a programação reúne 12 filmes que seguem na corrida pela estatueta. No eixo dos dramas, tem o representante brasileiro O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, que concorre em quatro categorias. Ambientado no Brasil de 1977, em plena ditadura militar, o longa acompanha Marcelo, um especialista em tecnologia que retorna para o Recife para se aproximar de seu filho, tentando se esconder, mas acaba envolvido em uma atmosfera de vigilância, paranoia e ameaça constante durante o Carnaval.
Em Foi Apenas um Acidente, de Jafar Panahi, traumas e desejo de vingança a partir de uma história marcada pela repressão dão o tom da narrativa. Valor Sentimental, dirigido por Joachim Trier, investiga as fissuras de uma família atravessada por ressentimentos antigos. Já Sonhos de Trem, de Clint Bentley, acompanha a trajetória íntima de umtrabalhador diante das transformações do século XX, enquanto Sirat, de Oliver Laxe, constrói uma jornada de busca e deslocamento no deserto marroquino.
O suspense, o terror e a fantasia também têm espaço no Cine. Pecadores, dirigido por Ryan Coogler, traz Michael B. Jordan interpretando irmãos gêmeos que voltam à sua cidade natal com o objetivo de reconstruir a vida e apagar um passado conturbado. A Hora do Mal, de Zach Cregger, parte de um desaparecimento inexplicável para instaurar tensão e mistério. Já A Meia-Irmã Feia, de Emilie Blichfeldt, revisita o conto da Cinderela sob uma perspectiva sombria e violenta. E completa esse conjunto Frankenstein, nova adaptação do clássico conduzida por Guillermo del Toro.
Entre as grandes produções e narrativas de superação, estão Coração de Lutador, de Benny Safdie, que retrata a ascensão e as quedas de um ícone do MMA, e Jurassic World: Recomeço, dirigido por Gareth Edwards, que nos leva de volta ao mundo dos dinossauros. E como opção para toda a família, tem ainda a animação Zootopia 2.
EM CARTAZ
A Única Saída, novo filme do diretor sul-coreano Park Chan-wook, retorna para a grade da semana. Misturando comédia, drama e suspense em um retrato ácido das pressões contemporâneas, o longa acompanha Man-Su, funcionário exemplar que, após perder o emprego depois de 25 anos, vê sua rotina desmoronar e passa a reagir de maneira cada vez mais extrema à instabilidade econômica e social ao seu redor. Além do longa sul-coreano, O Menino e o Panda também segue em cartaz.
SESSÃO DE LANÇAMENTO
No dia 20, às 18h, o Cine recebe o lançamento do minidocumentário Calango Careta: 10 Anos de Eterno Carnaval, de Bruna Martins. O filme narra a história do bloco Calango Careta, criado por um grupo de amigos que construiu um calango gigante para ocupar as ruas de Brasília no Carnaval. Ao longo da última década, o bloco se consolidou, conhecido por suas alegorias inspiradas em animais do Cerrado e por sua orquestra vibrante. A exibição conta com participações da fanfarra Sarrada nas Estrelas e cortejo do próprio Calango Careta. Os ingressos seguem os valores de R$20 e R$10.
INGRESSOS E ACESSIBILIDADEOs ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema, às segundas e terças, das 13h e 22h, e de quarta a domingo, das 09h às 21h, ou no SITE. As sessões regulares do Cine Brasília, bem como a Sessão Contraturno, Sessão Família, Sessão Clássicos, Monumental e Circuitão custam R$20 (inteira) e R$10 (meia). Às segundas e terças-feiras os valores são R$10 e R$5, bem como os ingressos para a Sessão Atípica. A Sessão Acessível é gratuita.
ACESSIBILIDADE MOSTRA OSCAR 2026
Acessibilidade no aplicativo MLoad: Frankenstein, Hamnet: A Vida Antes de Hamlet, Bugonia, A Voz de Hind Rajab, Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria, Song Sung Blue: UmSonho a Dois, Guerreiras do K-Pop e Jurassic World: Recomeço.
Acessibilidade no aplicativo MovieReading: O Agente Secreto, Pecadores, Uma Batalha Após a Outra, Marty Supreme, Sonhos de Trem, Foi Apenas Um Acidente, Sirat, A Hora do Mal, Zootopia 2, A Pequena Amélie, Arco, Kokuho: O Preço da Perfeição, Coração de Lutador, F1 O Filme e Avatar 3: Fogo e Cinzas.
Acessibilidade no aplicativo PingPlay: A Meia-Irmã Feia.
O Cine Brasília segue com o Programa de Fidelidade – CINELOVER que recompensa espectadores frequentes. A cada sessão assistida, os participantes acumulam carimbos no cartão fidelidade, que podem ser trocados por prêmios como entradas gratuitas, ímãs, baldes de pipoca, ecobags e camisetas exclusivas. O programa é válido para sessões regulares da grade, bem como para as especiais permanentes Sessão Contraturno e Sessão Família. Cada ingresso dessas três sessões especiais dá direito a dois carimbos no cartão fidelidade. Mais informações emcinebrasilia.com/fidelidade.
Com produção da Odara Filmes e recursos do FAC-DF, curta une o drama juvenil ao surrealismo para narrar o reencontro entre uma neta e sua avó.
A Odara Filmes está rodando nesta semana, atéa madrugada de sábado (07/02), as cenas de “Tenho Você em Mim”, novo curta-metragem escrito e dirigido por Alex Vidigal. O cineasta, conhecido por obras como “O Filho do Vizinho” e o premiado “Riscados pela Memória”, rretorna ao set para explorar o delicado choque de gerações em uma trama que mistura o drama juvenil com toques de realismo fantástico.
Com locações principais em Sobradinho, além depassagens pelo Setor de Diversões Sul (Conic), Memorial dos Povos Indígenas e Torre de TV Digital, o filme é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e tem previsão de lançamento no circuito de festivais no início de 2027.
A história acompanha uma tímida adolescente,interpretada por Elaine Amaro (O Manual do Herói), cuja rotina gira em torno de tutoriais de maquiagem para a internet e ensaios solitáriosde dança em seu quarto. Esse universo particularé invadido pela chegada de sua avó, vivida pela atriz indígena Terezinha (Brincando nos Campos do Senhor), que vem do norte, trazendo consigo uma rede de dormir e um jabuti de estimação .
O que inicia como um desconforto pela falta deespaço evolui para uma profunda conexão. O ponto de virada acontece quando um canto antigo da avó é transformado em música eletrônica pelo melhor amigo da jovem. A partir dessa fusão sonora, a protagonista reinventa sua dança e sua própria identidade, descobrindo que o moderno e o ancestral podem coexistir.
Protagonismo Feminino nos Dois Lados da Tela
A produção se destaca por colocar a forçafeminina no centro da narrativa e da realização. A trama foca no convívio entre mulheres de diferentes gerações, e essa energia se reflete também na equipe técnica, que conta com a direção de fotografia de Emilia Silberstein e produção executiva de Helena Dupin.
“O filme traz um protagonismo femininonos dois lados da tela! É uma história sobre mulheres em diferentes momentos da vida, realizada por uma equipe onde a liderança é majoritariamente delas. Essa energia feminina é a nossa força maior.” destaca Alex Vidigal.
Além disso, o diretor comenta sobre o aprendizado no set: “Está sendo uma experiência desafiadora por dirigir atores plurais em suas personagens (adolescente, idoso e uma jabuti), mas muito recompensador pelaequipe profissional e por trazer uma narrativaque fala de ancestralidade e mostra um outro olhar do nosso Distrito Federal.”
Visualmente, o filme aposta no contraste. A fotografia e a direção de arte (assinada por Daniel Banda e Katia Ortiz) trabalham juntaspara diferenciar o cotidiano — retratado com cores mais pálidas e quadros estáticos inspiradosno cinema nórdico — dos momentos de transe musical da protagonista, que ganhamcores vibrantes e uma atmosfera onírica próxima do surrealismo.
FICHA TÉCNICA RESUMIDA
– Filme: Tenho Você em Mim
– Direção e Roteiro: Alex Vidigal
– Elenco Principal: Elaine Amaro,Terezinha, Nathalie Amaral e Ustavo
– Produção: Odara Filmes
– Produção Associada: Frame Digital eTao Luz e Movimento
– Produção Executiva: Helena Dupin
– Direção de Fotografia: EmiliaSilberstein
– Direção de Arte: Daniel Banda e KatiaOrtiz
– Patrocínio: FAC-DF (Fundo de Apoio àCultura do Distrito Federal)
O Instituto Transforma, em parceria com o grupo As Caixeiras Cia. de Bonecas e por meio de termo de fomento com a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (SECEC-DF), divulga a lista de 15 artistas e grupos da 4ª edição do Encontro de Teatro Lambe-Lambe. O evento acontecerá nos dias 21 e 22 de março de 2026, no Teatro Nacional Claudio Santoro – Foyer da Sala Martins Pena.
Consolidando-se como um dos principais eventos dedicados a essa linguagem cênica única na América Latina, o Encontro celebra o Teatro Lambe-Lambe, uma modalidade de teatro de pequenos formatos e animação apresentada dentro de caixas portáteis. Nela, espetáculos breves (de 3 a 5 minutos) são vivenciados por um único espectador por vez, através de uma fenda, criando uma experiência íntima e imersiva.
Curadoria plural e engajada
A seleção para esta edição foi guiada por critérios que valorizam a excelência e a diversidade. A curadoria buscou espetáculos com notável qualidade artística e técnica, incluindo domínio da manipulação, criatividade na dramaturgia e originalidade. Foi priorizada a diversidade de pesquisas e técnicas, como teatro de sombras, de objetos e de bonecos, com atenção à valorização de produções de diferentes contextos sociais e culturais.
Além disso, foram privilegiadas obras que dialogam com as pautas contemporâneas, como os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da ONU e ações afirmativas relacionadas a igualdade racial, direitos das mulheres, promoção dos direitos das pessoas com deficiência e diversidade sexual e de gênero.
Reafirmando seu caráter de intercâmbio, a programação de 2026 será composta por 15 espetáculos, entre selecionados (via chamamento público), e convidados, que representam a pluralidade da cena do Lambe-Lambe, vindos de quatro regiões do Brasil mais quatro estrangeiros.
São eles: Amor – Título Provisório e Inalterável; Caixa de Mitos; Casa de Encantaria; e Quinina, do DF; A Menina com a Cadeira na Cabeçae A Menina com a Caixa de Charutos, da BA; Asas?; Ensaio para a Liberdade; Miragem; e Missiva, de SC; Boiúna – A Cobra Encantada, de RO; Camarim, do PR; A Primera Vista; e Maravillosas, da Argentina; Pulcinellambe, da Itália; e Tesouro, do Chile
Para além das apresentações ao público, de sessões contínuas entre 15h e 20h nos longo dos dois dias de evento, o Encontro promoverá um momento formativo de “Abertura de Caixas”. Um espaço dedicado à troca de saberes e experiências entre todos os artistas participantes, fomentando a rede colaborativa e o aprimoramento da linguagem.
“Nossa objetivo é mostrar a versatilidade e a potência criativa dos lambe-lambeiros, esses artistas que são arquitetos, dramaturgos, diretores e animadores de seus próprios universos em miniatura”, comenta Amara Hurtado, coordenadora do evento. “Selecionamos obras que não só encantam pela técnica, mas que também carregam olhares sensíveis sobre o mundo contemporâneo, promovendo um diálogo frutífero entre nossas realidades.”
Serviço:
4º Encontro de Teatro Lambe-Lambe
Local: Teatro Nacional Claudio Santoro – Foyer Sala Martins Pena (Eixo Monumental, Brasília-DF)
Data: 21 e 22 de março de 2026 (sábado e domingo)
Horário: das 15h às 20h (sessões contínuas)
Classificação indicativa: livre
Entrada: franca (sujeita à lotação do espaço)
Realização: Instituto Transforma e As Caixeiras Cia. de Bonecas
Patrocínio/ Fomento: Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do DF (SECEC-DF)
O Encontro de Teatro Lambe-Lambe é uma ação do projeto BRASÍLIA É CULTURA e visa fomentar a economia criativa do DF, valorizar os artistas da linguagem, enriquecer as artes cênicas locais e nacionais e, acima de tudo, promover o acesso gratuito de todos os públicos a bens culturais de alta qualidade.
A plataforma celebra a energia, diversidade e espírito latino em uma programação de Carnaval intensa e plural no Setor Comercial Sul
Neste sábado, é dada a largada para a época mais esperada e celebrada pelos brasileiros.
Com o mote “latina demais para ser minimalista”, o Setor Carnavalesco Sul chega este ano para quatro dias de programação recheada e variada, contemplando todos os gostos e idades, e celebrando a energia, alegria e a vibração latinas. Fazendo jus ao tema escolhido, a programação é maximalista em termos de nomes e ocupação das ruas: são mais de 30 atrações, entre bloquinhos, shows, cortejos e apresentações, em cinco ambientes distintos do Setor Comercial Sul, entre os dias 14 e 17 de fevereiro.
Como destaque deste ano, o cantor, compositor, guitarrista e produtor musical paraense,
Felipe Cordeiro, sobe ao palco do SCS na segunda-feira de Carnaval (16) para transformar a capital federal em uma verdadeira celebração da energia pulsante do Brasil. Além da atração nacional, dezenas de artistas, blocos e grupos do Distrito Federal reforçam a pluralidade e diversidade da cena artística da cidade e do Carnaval no Setor.
Programação maximalista
Latino e brasileiro demais para ser minimalista, o Setor Carnavalesco Sul aposta no “quanto mais, melhor”. Durante os quatro dias de programação, cinco espaços diferentes do Setor
Comercial Sul recebem a energia pulsante dos foliões brasilienses. Nas quadras 1 e 4/5, dois palcos distintos vão ecoar desde sons da cultura popular e do Carnaval de rua, até grooves do reggae e batidas de funk e da música urbana.
Enquanto os palcos ressoam variados estilos musicais, oito cortejos distintos vão passar pela via S2 e transformar o SCS em uma verdadeira celebração dos ritmos, sons e pessoas que mantêm o espírito carnavalesco pulsante na capital. Nomes reconhecidos e de longa data na cena local, como Vassourinhas de Brasília, Orquestra Marafreboi e Ventoinha de Canudo, prometem acender a cidade em ritmo de Carnaval.
Para quem gosta de estrutura de aparelhagem, a quadra 3 do Setor Comercial Sul vai reverberar música e diversidade com nove atrações de peso, entre elas estão o Distrito
Sonoro, A-RAXXTA, Bloco Maria Fumaça e Bloco das Braba. Além disso, a fim de atender todas as necessidades, gostos e idades que movimentam o Carnaval, uma programação infantil especial na Galeria dos Estados garante folia e brincadeira para os pequenos.
O Setor Carnavalesco Sul segue a missão e compromisso de promover um Carnaval que pulse a essência cultural de Brasília em uma construção coletiva entre artistas, produtores e agentes culturais. A programação plural reflete a cultura brasiliense e reafirma a cidade como polo carnavalesco rico e potente, além de reivindicar as ruas como espaço depertencimento e celebração.
Felipe Cordeiro
Felipe Cordeiro é cantor, compositor, guitarrista e produtor musical paraense, que vem se
destacando e ganhando espaço na indústria musical pela combinação de ritmos
amazônicos com elementos da música pop contemporânea. Com influências da guitarrada,
carimbó, cúmbia, tecno melody e música eletrônica, Felipe Cordeiro é reconhecido por uma
música única e brasileira, frequentemente descrita como “Pop Tropical”
Serviço
Setor Carnavalesco Sul
Dos dias 14 a 17 de fevereiro, no Setor Comercial Sul. Entrada gratuita.
Instagram @setorcarnavalescosul
Programação:
SÁBADO – 14/2
PALCO SETOR CARNAVALESCO SUL | SCS Q. 4/5 – em frente ao Museu Correios
● 16h às 18h30 – Folha Seca
● 19h às 20h – Vassourinhas convida Orquestra Marafreboi
● 20h30 às 22h – Martinha do Côco e a Grande Roda
PALCO DIVERSIDADE | SCS Q. 1 – estacionamento em frente ao Morro Vermelho
Além da atração nacional, a folia gratuita , pet friendly e com recursos de acessibilidade reúne Banda Matrakaberta, oficinas criativas, pintura de rosto e distribuição de brindes
A animação carnavalesca segue no Boulevard Shopping Brasília com a Ressaquinha de Carnaval. No sábado (21), o centro de compras promove sua tradicional festa, um convite para prolongar a folia com música, cores e diversão para todos os públicos. A principal atração é o espetáculo Bob Zoom em: O Musical, que leva ao palco a turma mais querida do universo infantil em uma viagem cheia de ritmo e surpresas. A abertura fica por conta da energia contagiante da Banda Matrakaberta.
A programação começa às 13h, com distribuição de pipoca, algodão-doce e balões, além de oficinas criativas, pintura de rosto e maquiagem volante para todas as idades, que percorre os corredores espalhando o clima festivo por todos os cantos. Pensadas especialmente para os pequenos foliões, os espaços de criação com oficinas de cordões para celular e máscaras de super-heróis. É chegar, criar e brincar: os atendimentos serão realizados por ordem de chegada, sujeito a lotação.
Na área externa, a arena musical abre às 15h com a banda brasiliense Matrakaberta, em uma apresentação interativa com jogos rítmicos, cantigas populares e brincadeiras sonoras que estimulam a escuta, ampliam repertórios culturais e convidam o público a entrar no compasso da celebração.
A animação continua e, às 16h, a entrega de balões prepara o público para o momento mais esperado do dia. O espetáculo começa às 16h30 com Bob Zoom em: O Musical, uma montagem para toda a família, que mistura a nostalgia dos adultos com a alegria das crianças. No repertório, clássicos da pré-escola e canções inéditas interpretadas pelos personagens da turma. Para quem não puder comparecer, a apresentação será transmitida ao vivo pelo TikTok @boulevardbrasilia.
Bob Zoom é uma formiguinha azul muito conhecida no YouTube. Com milhões de visualizações, a personagem conquistou uma legião de seguidores e se consolidou como um dos canais infantis brasileiros mais populares da plataforma.
Incorporada ao calendário do shopping, a Ressaquinha se destaca como uma das principais iniciativas voltadas ao público infantil. “Muitas memórias afetivas são construídas aqui. A Ressaquinha do Boulevard se firmou como um dos nossos eventos mais importantes para as crianças. É um momento de convivência e lazer para toda a família, incluindo os animais de estimação, já que se trata de uma ação pet friendly”, afirma Rafael Mendonça, gerente de marketing do Boulevard.
Para reforçar o espírito carnavalesco, o público é convidado a comparecer fantasiado. A agenda completa está disponível nos canais digitais: https://www.boulevardbrasilia.com.br/
@boulevardshoppingbrasilia e TikTok @boulevardbrasilia.
Acessibilidade e inclusão
Comprometido com a inclusão, o Boulevard Shopping Brasília preparou a Ressaquinha de Carnaval com recursos de acessibilidade para garantir conforto e segurança a todas as famílias. A programação contará com abafadores de som para pessoas com hipersensibilidade auditiva, intérprete de Libras durante o espetáculo Bob Zoom em: O Musical e empréstimo de crachás de identificação para pessoas com TEA, reforçando o cuidado em oferecer um ambiente acolhedor e acessível a todos.
“A Ressaquinha do Boulevard foi pensada para que todas as famílias possam aproveitar juntas, respeitando as diferentes necessidades do público. Nosso compromisso é oferecer um ambiente acolhedor, com recursos que garantam conforto, segurança e inclusão para as crianças e seus acompanhantes”, conclui Rafael Mendonça.
Horário especial
Para melhor atender ao público, o Boulevard Shopping adota horários especiais durante a temporada carnavalesca. Nos dias 13 e 14 (sexta e sábado), as lojas e a praça de alimentação funcionam das 10h às 22h. No domingo (15), as lojas abrem das 13h às 19h, enquanto a praça de alimentação opera das 12h às 22h. Na segunda (16), o funcionamento segue normal, das 10h às 22h. Já na terça-feira de Carnaval (17), as lojas permanecem fechadas, com a praça de alimentação aberta das 12h às 22h. Na quarta-feira (18), lojas e praça de alimentação operam das 12h às 22h. O cinema mantém programação própria, durante todo o período.
Sobre o Boulevard Shopping Brasília
Administrado pela NIAD, o Boulevard Shopping Brasília completa 16 anos como um dos principais centros de convivência e consumo da capital, recebendo mais de 7 milhões de visitantes por ano. O empreendimento reúne um mix completo de varejo, gastronomia e entretenimento, com quatro salas de cinema, restaurantes como João Brasileiro, Taverna Viking e Mania de Churrasco, além de grandes redes de fast food, como Burger King, McDonald’s, Giraffas e Spoleto. O shopping também se destaca pelo compromisso com a inclusão e a sustentabilidade, com ações consolidadas em ESG. Possui vagas verdes para recarga de carros elétricos, horta comunitária, espaços acessíveis para PCDs, idosos e gestantes, além de ambientes como o Espaço do Cliente, o fraldário, a Ecopraça e a Sala do Aconchego, destinada às pessoas com sensibilidade sensorial. Nas lojas, o aplicativo ColorADD pode ser acessado via QR Code, oferecendo mais autonomia aos clientes com daltonismo.
Serviço – Ressaquinha de Carnaval
Data: 21 de fevereiro (sábado)
Horário: A partir das 13h
Local: Boulevard Shopping Brasília
Classificação: Livre
Entrada gratuita. Participação nas oficinas e atividades de pintura por ordem de chegada
Programação
A partir das 13h Distribuição de Pipoca e Algodão Doce (piso 1 e área externa) Oficinas temáticas: Confecção de cordão para celular e Máscaras de Super-herói Pintura de rosto (piso 2, em frente à Riachuelo) Maquiagem volante (pelos corredores do shopping)