Brasília tem de melhor na Cultura, Entretenimentos, Arquitetura, Design e Decoração, Feiras, Cursos, Workshops, Seminários, Gastronomia, Vinhos, Cafés, Moda, Beleza…
Nos dias 27 e 28 de janeiro, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) promoverá a 6ª Conferência Distrital de Cultura na Câmara Legislativa do DF. O evento, aberto ao público, tem como objetivo principal discutir propostas e fortalecer as políticas públicas culturais na região.
O encontro visa abraçar sugestões para o aprimoramento de políticas culturais, destacando-se como uma etapa fundamental na construção colaborativa dessas diretrizes. Durante a conferência, estão sendo abordadas demandas relacionadas aos seis eixos propostos no texto base do Ministério da Cultura, com a formulação de até três propostas por eixo. Estas propostas serão posteriormente levadas à Conferência Nacional, agendada para março.
Representantes de diversas vertentes culturais estarão presentes para expor opiniões sobre a importância da cultura no contexto escolar e seu papel como ferramenta de acesso ao lazer. A programação, que tem início às 8 horas da manhã, incluirá intervenções culturais, apresentação de resultados, votação das prioridades setoriais, eleição de delegados(as) setoriais e debates sobre as prioridades votadas nas pré-conferências.
Destacando-se na programação musical, o evento contará com apresentações de Martinha do Coco, os grupos Fanfarra e 7 na Roda, além do rapper Japão do Viela 17, proporcionando uma experiência cultural diversificada aos participantes.
Conforme proposto no texto base do Ministério da Cultura (MinC), serão debatidas as propostas priorizadas nas pré-conferências do Distrito Federal, abordando os seis eixos: Institucionalização, Marcos Legais e Sistema Nacional de Cultura; Democratização do Acesso à Cultura e Participação Social; Identidade, Patrimônio e Memória; Diversidade Cultural e Transversalidades de Gênero, Raça e Acessibilidade na Política Cultural; Economia Criativa, Trabalho, Renda e Sustentabilidade; e Direito às Artes e às Linguagens Digitais.
A conferência contará com a presença do secretário de cultura e economia criativa do Distrito Federal, Claudio Abrantes, que destaca a importância do evento. “É com grande satisfação que, mais uma vez, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal promove uma Conferência Distrital de Cultura. Este encontro é importantíssimo para a construção colaborativa de políticas públicas culturais”, afirma o secretário.
Claudio Abrantes enfatiza a relevância da participação da comunidade na conferência. “Ao discutir as demandas nos seis eixos propostos pelo Ministério da Cultura, buscamos fortalecer a cultura local e garantir que as propostas resultantes representem verdadeiramente a diversidade e riqueza cultural do Distrito Federal. Convido a todos a participarem desse diálogo significativo, moldando juntos o futuro cultural da nossa região”, destaca o secretário.
Não perca a oportunidade de contribuir para o fortalecimento da cultura no Distrito Federal. Sua participação é fundamental para moldar o futuro cultural da região. Venha fazer parte desse diálogo enriquecedor na 6ª Conferência Distrital de Cultura.
6ª Conferência Distrital de Cultura Data: 27 e 28 de janeiro, sábado e domingo Horário: O credenciamento começa a partir das 8 horas da manhã Local: Câmara Legislativa do Distrito Federal Aberto ao público
A Embaixada Austríaca em Brasília sediou uma leitura de poesia especial na quarta-feira, 24 de janeiro, pela poetisa laureada Vanessa von Glehn. O evento apresentou um poema especial encomendado pela Embaixatriz Angelika Scholz como parte das comemorações para homenagear a vida e o aniversário da Imperatriz D. Leopoldina, no contexto das celebrações do Ciclo Bicentenário 2022-2025 da Independência do Brasil e dos 444 anos de amizade entre o Brasil e a Áustria.
A poetisa von Glehn fez uma declamação emocionante de seu novo poema “Parabéns, Amada Imperatriz Leopoldina”, escrito em homenagem à coragem e visão de Leopoldina para um Brasil independente. Os versos líricos de von Glehn deram vida à força interior e convicção de Leopoldina durante um período determinante na história do Brasil. Exaltando a Imperatriz, o público a homenageou com um decoroso “Salve! Salve! Mulher brilhante”, e a poetisa concluiu sob uma ovação de pé.
O evento também apresentou um trecho de uma nova peça sobre Leopoldina escrita pela aclamada roteirista Cleuza Brandão, direção de Eloisa Cunha e encenada pela atriz e cineasta Núbia Santana, Fundadora do Instituto Lumiart, com visagismo e produção de Eliane Moreira e figurino de Miguel Habacuc. Santana incorporou o espírito de Leopoldina em um monólogo envolvente, retratando o caráter da imperatriz e sua imensa contribuição para a independência do Brasil.
Em suas palavras de abertura do programa, o Embaixador Austríaco Stefan Scholz falou das raízes austríacas de Leopoldina e de seu papel crucial na independência do Brasil. O embaixador observou que Leopoldina começou a receber reconhecimento por suas contribuições apenas recentemente, e a embaixada se orgulha de sediar essa homenagem cultural.
O evento, conduzido por Carla Andressa, também incluiu uma performance de piano da pianista Elza Maria de Almeida Nogueira e uma pintura ao vivo de D. Leopoldina pela artista plástica Maria Tereza Xavier Fonseca.
Após as apresentações, von Glehn e Brandão se juntaram aos participantes para discutir o legado de Leopoldina e sua contínua relevância como modelo de liderança corajosa para as mulheres hoje. Membros da plateia, incluindo dignitários, artistas, acadêmicos e estudantes, participaram de um animado coquetel e discussões ao longo da noite.
A Embaixada Austríaca está realizando uma série de eventos culturais e históricos em todo o país em homenagem ao ciclo bicentenário, fortalecendo a amizade e compreensão entre o Brasil e a Áustria.
Próximo Sábado, 27/01, ensaio geral e nosso Esquenta pro Carnaval 2024! Contamos com a presença de todos os ritmistas! Convidem os amigos pra ir conhecer o bloco, comprar a camiseta e desfilar com a gente dia 11/02! Durante o ensaio estará acontecendo também a Feira de Artesanato no parque! Vamos botar nosso bloco na rua cheio de alegria e energia!
A Casa de Cultura Telar, em parceria com o Ministério da Cultura, está prestes a realizar um evento que promete envolver a comunidade em uma celebração única e repleta de tradições brasileiras. O Festival de Cultura Popular Sarau dos Angoleiros do Sertão está marcado para acontecer nos dias 23, 24 e 25 de fevereiro, na Chácara Irmão Sol, situada na Rua 05, Chácara 12, Lago Oeste – DF.
Segundo o responsável pelo evento, Luiz Claudio, mais conhecido como Contramestre Minhoca, também presidente da Casa de Cultura, destaca a importância do encontro: “O Festival de Cultura Popular é mais que um evento; é um mergulho profundo na riqueza das tradições brasileiras, celebrando a diversidade que nos une como povo. É uma expressão vibrante da identidade cultural, conectando passado e presente, e reafirmando a importância de preservar e compartilhar as raízes que moldam a nossa nação”, afirma.
O Festival apresentará uma variedade de atividades, incluindo oficinas de Capoeira Angola, Samba Rural, Maculelê, Forró e Coco de Roda, destinadas a todos que desejam vivenciar e aprender mais sobre essas expressões artísticas tão importantes para nossa identidade nacional.
Também haverá performances de grupos culturais de forró, coco, reggae e samba, destacando a riqueza e a vitalidade das tradições populares brasileiras. Além disso, Minhoca explica que o evento marca o 3º Encontro de Angoleiros do Sertão, que reunirá capoeiristas de todo o Brasil, com a participação especial do Mestre Claudio Costa, fundador e Coordenador da Escola de Capoeira Angoleiros do Sertão, diretamente do sertão baiano.
A entrada para o festival é gratuita, sendo necessária apenas a doação de 1kg de alimento não perecível por dia de evento. Essas doações serão destinadas a apoiar comunidades locais em situação de vulnerabilidade. Haverá venda de alimentos no local para que todos possam desfrutar de uma experiência gastronômica regional deliciosa.
Para garantir a comodidade dos participantes, será disponibilizado transporte gratuito saindo de hora em hora de locais estratégicos, como IFB, UNB campus Asa Norte e Rodoviária do Plano Piloto, facilitando assim o acesso de toda a comunidade ao Festival.
Foto divulgação
Serviço:
Sarau dos Angoleiros do Sertão
Local: Lago Oeste
Programação musical do evento:
Datas:
23/02:
– Mestra Martinha do Coco (DF)
– Reggae Jhames (SP)
– Forró Trio Pé de Serra (Alto Paraíso-GO)
24/02:
– Samba Rural (Angoleiros do Sertão)
– Art Sublime (DF)
25/02:
– Asé Dudu (DF)
Para mais informações: 61 9 8173-5553 – Contramestre Minhoca.
O Projeto Cidade Diversidade promove grande evento de Lazer no Complexo Cultural Samambaia aberto ao público. Essa é a primeira edição do evento, e está marcada para o próximo domingo, dia 28 de janeiro.
A comunidade samambaiense terá a oportunidade de desfrutar de uma tarde repleta de música e dança, a partir das 14h. O evento é aberto ao público de todas as idades e faixas etárias. O projeto é coordenado pela produtora e professora de Dança Charme Tatiana Assem Haidar, que traz toda a sua experiência atuando com os movimentos charme e hip-hop, e adicionando o flashback, permitindo que o público vivencie momentos únicos de lazer ao som de grandes clássicos.
Os ritmos inconfundíveis de R&B Charme, Flashback e hip-hop, juntamente com uma proposta de dança inclusiva, será conduzida pelos DJs Kazuza, DJ Yanka, DJ Pedro França, Laurice, Mi Guedes e Tatiana Haidar, que garantem proporcionar uma atmosfera vibrante e fresca, característica desses gêneros musicais contagiantes.
Um dos objetivos primordiais do evento é fomentar os elementos da cultura urbana de periferia como fatores de união, contribuindo para a construção de uma identidade positiva repleta de significados culturais e sentimentos de pertencimento à comunidade. O projeto conta com o apoio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura do DF, SECEC e GDF. O projeto Cidade Diversidade, Edição Lazer Samambaia, não apenas celebra a cultura e identidade negra, mas também permeia a dança, a moda e o estilo, resgatando o espírito festivo do Complexo Cultural Samambaia.
Lazer com Charme, Hip-hop e Flashback no Complexo Cultural Samambaia
SERVIÇO: Data: 28 de janeiro de 2024 (domingo) Horário: A partir das 14h Local: Complexo Cultural Samambaia – Quadra 301 Conjunto 05 Lote 01- Samambaia Sul Evento: Gratuito
Programação visa destacar os talentos locais e diversificar as atrações apresentadas ao público; pauta estará aberta até 04 de fevereiro
Crédito: Telmo Ximenes
Nascida com o DNA da inovação, Brasília pulsa ineditismo em sua identidade. Do mix entre a essência modernista e a raiz política que movimenta os Três Poderes, a cena criativa da capital federal apresenta suas influências por diferentes meios, óticas e formatos, ancoradas em um ponto como interseção: a autenticidade.
A fim de estampar as novidades emergentes no universo artístico local, o Teatro Brasília Shopping inicia o ano de 2024 com as inscrições abertas para artistas que desejam compor sua agenda no primeiro semestre. O programa abrange produções de artes cênicas, música, dança, audiovisual e cinema, literatura, cultura popular e urbana, oficinas e cursos diversos. Interessados podem aplicar até 04 de fevereiro, no site oficial.
“O retorno definitivo do teatro, no ano passado, foi um grande presente para a cidade. Conseguimos redefinir nossa curadoria por meio de atrações já consolidadas, mas também levamos ao palco talentos que têm iniciado no meio artístico”, relembra Renata Rezende, produtora e gestora cultural do espaço.
Formada em Administração pela Universidade de Brasília (UnB), Renata sempre teve um objetivo como norte: “administrar cultura”. Em 2018, foi nomeada gestora e curadora de atrações do Teatro Brasília Shopping. À época, a principal missão era aproximar tanto o público quanto os artistas da cidade.
E assim foi feito: o espaço se estabeleceu de vez como casa para eventos plurais, indo desde a gravação de conteúdo audiovisual de músicos locais a peças consagradas nacionalmente. A assinatura de seu trabalho seguiu no retorno à gestão do espaço, em 2023.
Com a abertura de pauta, o desejo é diversificar a programação e tornar o Teatro Brasília Shopping um destino certeiro para quem busca por lazer e diversão. Mas não somente. “Também são bem-vindas as inscrições de conferências, palestras e cursos destinados à disseminação de ideias e reflexão. Os projetos podem ser voltados para o público adulto ou infantil”, explica.
O regulamento com todas as informações está disponível no site oficial do Brasília Shopping. Os projetos serão analisados de maneira criteriosa e os selecionados pagarão apenas uma taxa de uso acessível do espaço.
Abertura de pauta Teatro Brasília Shopping – 1º semestre
Período de inscrição: Até 04 de fevereiro de 2024.
Quem pode se inscrever: produtores locais e nacionais.
Abrangência: projetos e festivais de música, dança, artes cênicas, audiovisual, literatura, cultura popular e urbana, oficinas, cursos e palestras. Serão aceitos projetos para o público adulto, infantil e infanto-juvenil.Inscrições: https://brasiliashopping.com.br/teatro-brasilia-shopping/ e no @teatrobrasiliashopping no Instagram.
Caminhada fotográfica, oficinas, entre outras atividades culturais gratuitas
Caminhada fotográfica pelo bairro do Jardim Europa. Foto Arquivo da Casa Museu Ema Klabin.
No mês de janeiro, a Casa Museu Ema Klabin realiza uma programação especial de férias com oficinas diversas e uma caminhada fotográfica para comemorar os 470 anos de São Paulo e o aniversário da mecenas e colecionadora Ema Klabin (1907/1994).
A residência onde viveu Ema Klabin de 1961 a 1994 é uma das poucas casas museus de colecionador no Brasil com ambientes preservados e conta com uma rica coleção de arte, incluindo pinturas do russo Marc Chagall (1887-1985) e do holandês Frans Post (1612-1680), além de pintura moderna brasileira, artes decorativas e peças arqueológicas.
Para celebrar os 470 anos de SP, haverá no dia 25 de janeiro, às 14h30, uma Caminhada Fotográfica pelo bairro do Jardim Europa. A ideia é que os participantes registrem características desse tradicional bairro paulistano pensando sua relação com o desenvolvimento da cidade. É necessário levar uma câmera que pode ser a do celular. A partir de 12 anos.
Construindo tipos móveis, narrativas e encadernações
No dia 27 de janeiro, das 14h30 às 16h, o público será convidado a conversar sobre a impressão de livros e como funcionava a prensa inventada pelo alemão Johannes Gutenberg por volta de 1455 que revolucionou a comunicação e, em seguida, construir tipos móveis utilizando materiais caseiros e alternativos e, com eles, criar textos narrativos, imprimindo-os e produzindo uma encadernação artesanal. A partir de 7 anos.
De acordo com a coordenadora do educativo da Casa Museu Ema Klabin, Cristiane Alves, as atividades da programação de janeiro podem ser realizadas por toda a família e é uma forma interessante e divertida de conhecer a Casa Museu Ema Klabin. Todas as atividades são gratuitas.
A Casa Museu Ema Klabin é aberta ao público de quarta a domingo, das 11h às 17h com permanência até às 18h.
Casa Museu Ema Klabin tem programação cultural para curtir com a família. Foto Nelson Kon
Serviço:
Casa Museu Ema Klabin
Aniversário de São Paulo
Caminhada Fotográfica pelo Jardim Europa: Um olhar sobre a cidade
quinta-feira, 25 de janeiro, às 14h30
Oficina Construindo tipos móveis, narrativas e encadernações
Dez anos se passaram desde a última apresentação do FEST RISO (2008-2014) o maior Festival de Humor que o Centro-Oeste já viu.
Para comemorar essa data e depois de muitos pedidos estamos de volta e começamos com o espetáculo
TODO MUNDO EM PÂNICO com EVANDRO SANTO (Christian Pior) e GUI FERNANDES (o maior imitador do Brasil) ambos componentes do antigo programa Pânico na TV, fundadores do Fest Riso e recordistas de público na época.
Dia 08 de março (sexta feira) as 21h no TEATRO DOS BANCÁRIOS, ingressos à venda pelo site Bilheteria Digital.
SERVIÇO
FEST RISO 8ª Temporada. TODO MUNDO EM PÂNICO com EVANDRO SANTO e GUI SANTANA. TEATRO DOS BANCÁRIOS – 314/315 Sul. Dia 08 de março (sexta feira) as 21 horas Ingressos a venda pelo site Bilheteria Digital com taxa de 10% de conveniência. Sem taxas nas lojas: BARBEARIA ELVIS (Plaza Shopping, Taguatinga Shopping, JK Shopping) e KONI (209 Sul, Sudoeste Q 101). Valor: R$70,00 meia e R$70,00 Meia solidária com um 1kg de alimento.
*Valores referentes ao 1º Lote sujeito à alteração sem prévio aviso. *meia: estudantes, professores, maiores de 60 anos, Bancários Sindicalizados, Assinantes do Correio Brasiliense, PNE e seus acompanhantes. Classificação indicativa: 14 anos Informações: 61- 98144-1514 / 98425-1147
Entre 22 de janeiro a 11 de fevereiro, contadores de histórias maiores de 18 anos, residentes no DF e Entorno, podem inscrever seus contos autorais
Card Festival de Histórias
Em um cenário onde a magia dos contos se une à imaginação, estreia o 3º Festival Horizonte de Histórias. Com recursos do FAC – Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, o projeto, que promove a materialização do desejo dos encontros para resgatar, reverenciar, festejar, se encantar e potencializar a arte da palavra, ocorrerá de 04 a 22 de março. Com inscrições abertas de 22 de janeiro a 11 de fevereiro, contadores de histórias maiores de 18 anos, residentes no DF e Entorno, podem participar individualmente ou em grupo, com apenas uma inscrição por participante. As inscrições podem ser feitas pelo site: site: https://horizontedehistorias.com/index.php/regulamento/
Recepcionado pelos auditórios da Coordenação Regional de Ensino do Núcleo Bandeirante e do CEMI (Centro de Ensino Médio Integrado) do Cruzeiro, o projeto, idealizado pelo Instituto Cidade Céu em parceria com o Grupo Paepalanthus e com o apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, promete atrair uma diversidade de participantes, desde professores e estudantes até entusiastas da narrativa, reunindo todos em rodas de conversa, oficinas, residência artística e apresentações conduzidas pelos contadores de histórias selecionados.
Em seu terceiro ano, o Festival Horizonte de Histórias coloca a arte oral como eixo artístico e lúdico em uma intensa atividade com o público. Entre os objetivos do projeto, destacam-se a seleção de 24 apresentações por curadoria, incluindo 2 em escolas públicas, com transporte gratuito para os alunos. Além disso, quatro rodas de conversas serão realizadas, abordando temas como: Narrativas Orais, Literatura Negro-Brasileira Infantil e Juvenil, Gesto, Palavra e Memória, e Políticas públicas para o Contador de Histórias.
O evento também oferecerá três oficinas presenciais e uma online, abordando desde suportes plásticos para narrativas orais até a descolonização do olhar na literatura antirracista. Uma residência artística online, com o renomado grupo Tapetes Contadores de Histórias do Rio de Janeiro, proporcionará uma imersão de 15 horas para até 30 profissionais. Todas as atividades são gratuitas, garantindo a inclusão e democratização do acesso à cultura. A acessibilidade será assegurada com intérpretes de libras em todas as rodas online, além da disponibilização de audiodescrição.
A programação conta com residência artística conduzida por Gislayne Avelar Matos, oficinas ministradas por Kiusam de Oliveira, Telma Braga e Rose Costa, além de rodas de conversa envolvendo Adelaide Paula, Adélia Mathias, Raquel Moreira, Felipe Morais, Jorge Marinho, Aldanei Menegaz, Alessandra Roscoe, Flávia Ribas, Sissy Faveri, Ângela Barcelos e Queila Branco. O festival também contemplará sessões de contos em escolas públicas da Vila Planalto e da Candangolândia.
Espaço para novos contadores
Para os participantes selecionados nas inscrições, as sessões podem ser autorais, de terceiros ou de domínio público e não devem conter conteúdo discriminatório, violento, constrangedor, político ou religioso. As apresentações devem ter duração de 10 a 20 minutos, e os candidatos devem enviar um link de vídeo disponível em perfil público nas redes sociais ou plataformas de exibição.
A Comissão de Seleção avaliará as inscrições com base em critérios como qualidade do repertório, desempenho, oralidade, diversidade, atualidade e criatividade. Serão escolhidas 24 sessões, com duas apresentações em escolas públicas e as demais no Centro de Ensino Médio Integrado (CEMI) do Cruzeiro. Cada contador de história aprovado receberá cachê de R$1.000,00, mediante apresentação de nota fiscal. Os resultados serão divulgados até 27 de fevereiro de 2024, por e-mail e redes sociais do Instituto Cidade Céu.
II FESTIVAL HORIZONTE DE HISTÓRIAS
Tudo vira uma história
À frente do festival, o presidente do Instituto Cidade Céu, Jones de Abreu, revela que a ideia nasceu do festival durante a pandemia, em 2020, que, em parceria com o grupo Paepalanthus, tinha como objetivo dar visibilidade à arte de contar histórias, oportunidades para novos(as) artistas e promover diálogos com os mais veteranos. “A maior motivação é a de manter viva esta arte milenar que, de geração em geração, conta sobre suas vivências e expectativas através de contos reais ou fictícios”, revela Jones.
“Todo ser humano é um contador de histórias e da mesma forma são bons ouvintes. Desde os tempos das cavernas, os homens precisavam registrar suas atividades ou conhecimentos através dos desenhos e conversas em rodas em volta das fogueiras. Este conhecimento era passado para as gerações futuras”, rememora Jones. Para o idealizador do festival, é importante manter algumas das tradições e descobrir outras maneiras lúdicas de desenvolver o imaginário de quem ouve através das reflexões que as histórias nos promovem.
“Todos os projetos do Instituto Cidade Céu são voltados para a inclusão e democratização do acesso à cultura, às artes e à educação. Acreditamos na transformação da sociedade através de ações que nos unem e nos aproximam de um mundo sem violências e mais solidário. A contação de histórias é o elo que nos permite experimentar os sonhos”, arremata.
II FESTIVAL HORIZONTE DE HISTÓRIAS
Serviço: 3ª Edição do Festival Horizonte de Histórias
O objetivo desta etapa foi discutir as prioridades da cultura do DF, como preparo para a 6ª Conferência Distrital de Cultura, que ocorrerá no final deste mês, no auditório da Câmara Legislativa do DF
A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) concluiu ontem (17) as Pré-conferências Macrorregionais, marcando um importante passo na preparação para a 6ª Conferência Distrital de Cultura. O evento reuniu participantes e delegados das diversas Regiões Administrativas (RAs), proporcionando um espaço para debates significativos sobre temas cruciais para a cultura do Distrito Federal.
O secretário de Cultura do Distrito Federal, Cláudio Abrantes, destacou a importância do processo de escuta ativa durante as pré-conferências, reconhecendo os desafios inerentes ao contexto, mas ressaltando o resultado positivo diante das intensas discussões e do comprometimento demonstrado. Em sua fala, Abrantes enfatizou o papel fundamental da sociedade civil, da comissão e das contribuições individuais na construção desse espaço de diálogo e proposições.
“É um processo de escuta ativa, e embora estejamos atentos, muitas vezes enfrentamos desafios para concretizar o que é proposto, devido às limitações inerentes ao contexto do Estado. No entanto, diante das discussões e do comprometimento demonstrado, o resultado se revela positivo. Estou extremamente satisfeito por contribuir com um trabalho desse tipo. Vale ressaltar o esforço contínuo dessa equipe ao longo do tempo para tornar isso possível. A Secretaria cumpre sua obrigação e responsabilidades, mas a participação ativa da comissão, envolvendo a sociedade civil, juntamente com as contribuições das pessoas que trabalham no sentido de promover esse espaço de diálogo e proposições, nos faz nutrir expectativas de avanço”, destacou o secretário.
Durante as pré-conferências, foram debatidas as demandas relacionadas aos seis eixos do texto base do Ministério da Cultura (Minc). Questões como institucionalização, marcos legais, sistema nacional de cultura, democratização do acesso à cultura, identidade, patrimônio, memória, diversidade cultural, transversalidades de gênero, raça, acessibilidade na política cultural, economia criativa, trabalho, renda, sustentabilidade, direito às artes e às linguagens digitais estiveram em foco.
A etapa preparatória encerra-se como uma antecipação vibrante ao grande evento, que ocorrerá nos dias 27 e 28 deste mês, a 6ª Conferência Distrital de Cultura. Abrantes expressou a esperança de celebrar de maneira digna as discussões, refletindo a rica cultura do Distrito Federal. Ele enfatizou a importância de alcançar a valorização desejada para todos aqueles que contribuem para a cultura local.
Venha aprender com os melhores: degustação guiada de exclusivos vinhos da América do Sul com os Sommeliers Frederico Castro (WSET, ABS, degustador avançado) e Karla Geraldine (WSET, Sommelier School) com mesa de frios, pães e antepastos. Será 25/01/2024, quinta-feira, às 19:30, no belíssimo restaurante do Ramada Hotel, no Setor Hoteleiro Sul de Brasília. Apoio WM Vinhos.
Visões de África exibe retrospectiva de produções cinematográficas africanas, de quinta a domingo, 25 a 28 de janeiro, no Cine Brasília
A mostra é uma iniciativa do CinemaBeento, pop-up cinema de Acra, capital de Gana, e tem curadoria de Hadar Busia-Singleton e Matheus Vinhal
De 25 a 28 de janeiro, a mostra CINEMABEENTO APRESENTA VISÕES DE ÁFRICA exibe no Cine Brasília uma seleção de 5 curtas e 7 longas-metragens produzidos ou co-produzidos por 10 países africanos. Com sessões de quinta a domingo (25 a 28/01), às 16h e às 18h, com uma sessão infantil extra no sábado (27/01) às 10h, com ingressos promocionais no valor único de R$5.
Realizada pelo CinemaBeento, pop-up cinema criado em Acra, capital de Gana, empenhado na divulgação e exibição de filmes relacionados à diáspora africana, a mostra Visões de África tem curadoria de Hadar Busia-Singleton, multiartista, atriz e curadora, e de Matheus Vinhal, pesquisador e produtor cultural do DF.
SOBRE A MOSTRA
De quinta a domingo (25 a 28/01), a Visões de Áfricaapresenta a cada dia uma seleção de filmes inspirada em um eixo temático específico: Identidade, Comunidade, Mito e Resistência. Com duas sessões por dia, às 16h e às 18h, além de uma sessão extra no sábado (27/01), às 10h.
Além dos eixos temáticos de cada dia, há outros temas que perpassam certas sessões, como a direção cinematográfica e a perspectiva narrativa de mulheres africanas, presente nos curtas da diretora ganense Akosua Adoma Owusu, ou na presença em tela arrebatadora da sul-africana Mary Twala em Isto Não é um Enterro, é uma Ressurreição (2019).
Sambizanga (1972), digirido por Sarah Maldoror, apresenta a luta pela independência angolana acompanhando sua protagonista na busca por seu marido desaparecido. Rafiki (2018), da queniana Wanuri Kahiu, traz o dilema de duas amigas que se apaixonam, enquanto Neptune Frost (2022), co-dirigido pela ruandesa Anisia Uzeyman, apresenta uma ode à liberação dos corpos e terras africanas.
A volta da metrópole colonial para África é outro tema que aparece em obras da mostra. Filmes como E Não Havia Mais Neve (1966), Ó, Sol (1970), A Mulher com a Faca (1969) e Kwaku Ananse (2013) tratam de acontecimentos após o retorno de seus protagonistas a seus países de origem, lidando com as tradições africanas muitas vezes em contraste às perspectivas praticadas nas colônias.
CinemaBeento apresenta Visões de África no Cine Brasília de quinta a domingo, 25 a 28 de janeiro, com ingressos promocionais no valor único de R$5. Confira ao fim do texto a programação resumida e sinopses para cada filme. Imagens dos filmes podem ser encontradas neste link.
Abaixo, informações mais detalhadas sobre cada dia da mostra e seus eixos temáticos.
CINEMABEENTO APRESENTA VISÕES DE ÁFRICA
Quinta, 25/01 – IDENTIDADE
Na quinta, 25/01, a mostra CINEMABEENTO APRESENTA VISÕES DE ÁFRICA se inicia com uma seleção inspirada pelo eixo temático da identidade, exibindo dois curtas da diretora Akosua Adoma Owusu, na sessão das 16h. Kwaku Ananse (2013, 25min, 12 anos) combina uma tradicional fábula da África Ocidental sobre uma criatura, parte homem, parte aranha, com a história de uma jovem chamada Nyan Koronhwea que retorna a Gana para o funeral do seu pai distante. Em seguida, Meu Bebê Branco (Me Broni Ba, 2009, 22min, 12 anos), apresenta um retrato lírico dos salões de beleza em Kumasi, Gana. O emaranhado legado do colonialismo europeu na África é evocado através de imagens de mulheres trançando o cabelo de bonecas brancas descartadas pelo Ocidente.
Na sessão das 18h de quinta (25/01), a mostra exibe o longa-metragem Ó, Sol (Soleil O, 1970, 98min, 14 anos) do diretor Med Hondo, da Mauritânia. Vencedor em 1970 do Leopardo de Ouro, prêmio do Festival de Locarno (Suíça), o filme trata da emigração de um jovem da Mauritânia para Paris. Na França, ele se depara com situações que o fazem refletir sobre o que é ser africano.
Sexta, 26/01 – COMUNIDADE
Na sexta, 26/01, Visões de África exibe uma seleção de filmesa partir da perspectiva de comunidade. A sessão das 16h apresenta um curta e um longa-metragem de Djibril Diop Mambéty, importante diretor do Senegal. A Pequena Vendedora de Sol (La Petite vendeuse de soleil, 1998, 45min, Livre) acompanha Sili, jovem de 12 anos que se desloca com muletas pela capital do Senegal, Dakar, e que decide vender jornais, atividade normalmente desempenhada por meninos, para tentar ajudar a avó. Em seguida, a mostra exibe o clássico Touki Bouki – A Viagem da Hiena (Touki Bouki, 1973, 95min, 14 anos), primeiro longa-metragem de Diop Mambéty, parte da seleção oficial do Festival de Cannes de 1973, onde recebeu o prêmio da crítica. O filme acompanha a saga de dois jovens que sonham em emigrar para Paris. Como uma espécie de Bonnie & Clyde do Senegal, a dupla pensa em esquemas para conseguir dinheiro para a viagem e conhecem um homem chamado Charlie, reconhecido como um dos primeiros personagens queer do cinema africano.
Na sessão de 18h de sexta, 26/01, CinemaBeento apresenta no Cine Brasília o longa Rafiki (Rafiki, 2018, 82min, 14 anos), da diretora queniana Wanuri Kahiu. O filme mostra a relação de amizade entre duas garotas, que se transforma em um romance que passa a afetar a rotina da comunidade em que vivem. Elas enfrentam dilemas entre escolher viver este amor ou se distanciar. Antes de Rafiki, será exibido o curta-metragem E Não Havia Mais Neve (Et la Neige N’était Plus, 1966, 22min, 14 anos) do senegalês Ababacar Samb Makharam, que trata do retorno de um estudante a sua cidade natal, Dakar, onde ele questiona sua experiência na França e seu futuro com sinceridade, coragem e humor.
Sábado, 27/01 – MITO
A temática dos filmes selecionados para sábado, 27/01, trata de mitos, fantasia e lendas. Em sessão extra às 10h, a mostra apresenta a animação Kiriku e a Feiticeira (Kirikou et la Sorcière, 1998, 74min, Livre), de Michel Ocelot. O filme, uma aventura livre para todas as idades, retrata, com visuais impressionantes, a lenda africana em que um recém-nascido superdotado se incumbe de salvar a sua aldeia de Karabá, uma feiticeira que deu fim a todos os guerreiros da aldeia, secou a sua fonte d’água e roubou todo o ouro das mulheres.
Na sessão das 16h de sábado, 27/01, Visões de África exibe um curta e um longa-metragem do diretor Timité Bassori, da Costa do Marfim. O curta, chamado Na Duna da Solidão (Sur la Dune de la Solitude, 1964, 32min, 12 anos) é baseado em uma lenda onde Mamy Watta, a deusa da água, seduz os humanos, e mostra o encontro de dois jovens numa noite escura à beira d’água. Ao curta se segue o longa A Mulher com a Faca (La Femme au Couteau, 1969, 80min, 12 anos), filme do mesmo diretor que conta a história de um intelectual que volta à Costa do Marfim após longo período na Europa. Sem conseguir conciliar as perspectivas modernistas com suas tradições africanas, ele é assombrado pelo espectro de uma mulher que ameaça destruir seus potenciais relacionamentos amorosos.
Finalizando a mostra no sábado, 27/01, a sessão de 18h exibe Neptune Frost (2021, 105min, 14 anos), dirigido pela ruandesa Anisia Uzeyman e seu companheiro, Saul Williams. O filme é um híbrido fantástico de musical com ficção científica, ambientado no Burundi, que conta a saga de um coletivo anticolonialista de hackers que buscam assumir o controle político de um regime autoritário que explora os recursos minerais da região.
Domingo, 28/01 – RESISTÊNCIA
No último dia de CinemaBeento apresenta Visões de África, a sessão das 16h exibe Sambizanga (1972, 102min, 16 anos), da diretora Sarah Maldoror. O filme é contado a partir da perspectiva de Maria, esposa de Domingos Xavier, revolucionário angolano, preso pela polícia secreta portuguesa. Domingos é levado para a prisão de Sambizanga, onde acaba sendo submetido a um interrogatório e à tortura para delatar os nomes de outros ativistas que lutavam pela independência angolana.
Finalizando a mostra, a sessão de 18h apresenta Isso Não é um Enterro, é uma Ressurreição (This is not a Burial, It’s a Ressurection, 2019, 120min, 18 anos) de Lemohang Jeremiah Mosese, de Lesoto, pequeno país no sul da África. O filme conta a história de uma viúva de 80 anos chamada Mantoa, que aguarda ansiosamente o retorno do filho às montanhas de Lesoto, quando recebe a notícia de sua morte. Ávida pelo próprio fim após a perda do último membro remanescente da família, ela coloca seus negócios em ordem e toma providências para ser enterrada no cemitério local. Seus minuciosos planos são repentinamente perturbados pela notícia de que as autoridades pretendem inundar toda a região para construir uma barragem e, por consequência, reassentar todos os moradores da aldeia em que vive.
SOBRE O CINEMA BEENTO
ˈbiːntuː, ˈbɪntʊ)
CinemaBeento é um Pop-Up Cinema Club com base em Acra, capital de Gana, comprometido em exibir filmes pouco conhecidos ou esquecidos aos olhos do público, com ênfase em obras que se relacionem com a diáspora africana. O interesse do CinemaBeento é apresentar uma experiência cinematográfica multicultural, instigante e memorável. Como pop-up cinema, as exibições do Beento são realizadas em espaços íntimos e menores, como cafés ou galerias, ou em espaços comunitários de maior alcance. A ausência de salas de cinema como a do Cine Brasília em cidades de Gana, mesmo na capital, levou à criação de um cinema pop-up que pudesse apresentar obras em diferentes espaços.
Beento é um termo coloquial usado em países da África Ocidental, como Gana e Nigéria, e que se refere a alguém que viajou ou viveu no estrangeiro. Significa exposição a culturas estrangeiras, arte, educação ou experiências de diáspora.
O objetivo dos eventos que o CinemaBeento realiza em cidades fora do continente africano é o de unir comunidades internacionais interessadas na arte cinematográfica, promovendo uma compreensão mais profunda das diversas experiências da diáspora africana através de obras criadas para serem experienciadas coletivamente, numa sala de cinema.
A tradicional fábula da África Ocidental de Kwaku Ananse é combinada com a história de uma jovem forasteira chamada Nyan Koronhwea que compareceu ao funeral do seu pai distante. O pai de Nyan levou duas vidas separadas, com duas esposas e duas famílias – uma em Gana e outra nos Estados Unidos. A ambivalência de Nyan em relação à vida dupla do seu pai é um reflexo de uma verdade mais ampla sobre a natureza das nossas relações pessoais.
Me Broni Ba (2019, 22m, Akosua Adoma Owusu, Gana, 12 anos)
Este documentário inovador é um retrato lírico de salões de cabeleireiro em Kumasi, Gana. O emaranhado legado do colonialismo europeu em África é evocado através de imagens de mulheres praticando tranças de cabelo em bonecas brancas descartadas do Ocidente.
Quinta, 25/01 – 18h
Ó, Sol (Soleil O, 1970, 103m, Med Hondo, Mauritânia, Livre)
Um jovem chega a Paris vindo da Mauritânia, onde espera ter uma vida melhor. Sendo extremamente difícil achar um emprego ou um apartamento, embora seja um homem educado, e ao receber cantadas condescendentes de mulheres, ele logo enfrentará discriminação por todos os lados.
COMUNIDADE
Sexta, 26/01 – 16h
A Pequena Vendedora de Sol (La Petite Vendeuse de Soleil, 1999, 43m, Djibril Diop Mabéty, Senegal, Livre)
Sili Laam (Lissa Balera) é uma destemida menina deficiente do Senegal. No local onde vive, a venda de jornais é uma atividade feita exclusivamente por meninos. Mas, em uma certa manhã, Sili decide ignorar esta regra e passa a vender cópias do Soleil, o jornal do governo, irritando os “concorrentes” do sexo oposto.
Touki Bouki – A Viagem da Hiena (Touki Bouki, 95m, 1973, Djibril Diop Mambéty, Senegal, 14 anos)
Mory (Magaye Niang) monta uma motocicleta decorada com um crânio de vaca, e Anta (Mareme Niang), um estudante universitário, se encontram em Dakar, capital do Senegal. Descontentes com o Senegal e a África, desejam ir a Paris e elaboram diferentes esquemas para ganhar dinheiro para comprar uma passagem de navio para a Europa.
Sexta, 26/01 – 18h
E Não Havia Mais Neve… (Et la neige n’était plus…, 1966, 22m, Ababacar Samb-Makharam, Senegal, Livre)
Um jovem bolsista senegalês regressa da França. O que ele aprendeu? O que ele esqueceu? Que caminho ele irá escolher para o contato com as novas realidades africanas? Os problemas que se colocam na juventude africana expostos com franqueza, coragem e humor.
Rafiki (2018, 83m, Wanuri Kahiu, Quênia, 14 anos)
Kena e Ziki vivem vidas muito diferentes em Nairobi, capital do Quênia. Kena trabalha na loja do pai e aguarda o início da escola de enfermagem, enquanto Ziki passa os dias saindo com as amigas e inventando coreografias. Seus caminhos se cruzam quando seus pais competem entre si por assentos na Assembleia do Condado, e elas se sentem atraídas uma pela outra. Logo seu interesse se transforma em afeto e as meninas encontram maneiras de amar umas às outras, apesar do olhar sempre atento da vizinhança.
MITO
Sábado, 27/01 – 10h
Kirikou e a Feiticeira (Kirikou et la Sorcière, 1998, 80m, Michel Ocelot, França / Guiné, Livre)
Baseado em uma lenda da África Ocidental, o filme conta a história de Kiriku, um garoto pequeno, mas muito inteligente e com dons especiais, que nasceu com a missão de salvar sua aldeia. A cruel feiticeira Karaba secou a fonte do lugar onde Kiriku mora com amigos e parentes e, possivelmente, comeu o pai e os tios do menino. Encontrando amigos e seres fantásticos pelo caminho, Kiriku vai resolver a situação.
Sábado, 27/01 – 16h
Na Duna da Solidão (Sur la Dune de la Solitude, 1964, 31m, Timité Bassori, Costa do Marfim, 12 anos)
Baseado na lenda de Mama Watta, deusa da água que seduz os homens para o cativeiro, o filme retrata o encontro simbólico de um homem e uma mulher numa noite à beira d’água. Os dois compartilham sonhos na areia, mas com a luz do dia vem a desorientação e a morte.
A Mulher com a Faca (La Femme au Couteau, 1969, 71m, Timité Bassori, Costa do Marfim, 12 anos)
Um jovem intelectual da Costa do Marfim volta para casa após um longo período na Europa. Sem conseguir conciliar seus novos pontos de vista modernistas com suas tradições africanas, ele é assombrado pelo espectro de uma mulher que ameaça destruir seus potenciais relacionamentos com outras mulheres.
Em Neptune Frost, acompanhamos o encontro de um hacker africano intersexo, um mineiro de coltan e a maravilha virtual nascida dessa união. Híbrido musical de ficção científica ambientado em Ruanda e no Burundi, o filme se ergue partir da transcendente conexão entre esses dois protagonistas. Se o mundo de hoje é alimentado pela tecnologia, obcecado com o futuro e articulado por uma linguagem que apaga o poder do povo negro, este longa afrofuturista explora uma linguagem vibrante e ampla o suficiente para contar a complexa história dos mineiros africanos garimpando minerais de terras raras que compõem a rede digital da qual dependemos atualmente.
RESISTÊNCIA
Domingo, 28/01 – 16h
Sambizanga (1972, 102m, Sarah Maldoror, Angola, Congo, 16 anos)
Em Sambizanga, acompanhamos a busca de Maria por seu marido Domingos, membro de um movimento de libertação angolano. Após acontecimentos sangrentos, ele é preso pela polícia secreta portuguesa, mas não trai os seus companheiros, mesmo sob tortura na prisão que dá nome ao filme.
Domingo, 28/01 – 18h
Isto Não é um Enterro, é uma Ressurreição (This is not a Burial, It’s a Ressurection, 2019, 120m, Lemohang Jeremiah Mosese, Lesoto, 18 anos)
Nas montanhas do Lesoto, uma viúva de 80 anos chamada Mantoa aguarda ansiosamente o retorno do filho, que trabalha nas minas da África do Sul, quando recebe a notícia de sua morte. Ávida pelo próprio fim após a perda do último membro remanescente da família, ela coloca seus negócios em ordem e toma providências para ser enterrada no cemitério local. Seus minuciosos planos são repentinamente perturbados pela notícia de que as autoridades pretendem inundar toda a região para construir uma barragem para um reservatório e, por consequência, reassentar a aldeia onde ela vive.
SERVIÇO
CinemaBeento apresenta Visões de África
25 a 28 de janeiro de 2024
Cine Brasília
Quinta a domingo, sessões às 16h e às 18h
Sessão extra sábado, 27/01, às 10h
Sessões com Ingressos promocionais no valor único de R$5
Com auxílio de plataforma digital, o público têm acesso a um roteiro para visitar e explorar a praça mais importante do país
Percaminho foto Diego Bresani
As férias escolares são um excelente momento para conhecer melhor a cidade e desvendar mais a arquitetura, a história, os monumentos da Capital. E uma das opções é visitar a Praça dos Três Poderes de uma forma inovadora. O Percaminho – Cidade Visitada é um projeto que oferece aos visitantes da praça um roteiro que percorre os principais símbolos e monumentos da democracia e história brasileira com informações e curiosidades da praça, muito além do discurso oficial.
Realizado pela Gestão Cultural, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF, em parceria com o Instituto Bem Cultural e apoio da Secretaria de Turismo, o Percaminho oferece durante as férias a oportunidade de explorar os espaços por meio de uma plataforma digital recém lançada.
O público poderá se valer da tecnologia para visitas espontâneas à praça, a qualquer momento do dia ou da noite, sozinho ou acompanhado. É só levar um celular e conectar um fone de ouvido e acessar o QR CODE ou diretamente no site https://trespoderes.museueducativo.com.br/
Basta explorar o mapa da praça clicando em qualquer monumento para obter informações em texto, vídeo, fotos e áudio guias em português ou inglês.
Percaminho foto Diego Bresani
Para informações completas sobre o programa Percaminho – Cidade Visitada acesse o instagram do projeto @percaminho.
Artistas plásticos criam em peças de roupas em ateliê aberto com a presença do público
A partir de 12 de dezembro, a exposição coletiva “É Arte Ou É Moda?”, ocupa o Espaço Cultural do Venâncio Shopping e promove diálogos entre os processos criativos de artes visuais e a moda. A iniciativa acontece em ateliê aberto, onde 5 artistas plásticos convidados irão criar obras de arte em camisetas brancas.
Foto divulgação
Até 23 de março de 2024, o público poderá observar o trabalho do coletivo Tela Ambulante e os artistas em seu processo criativo. Combinando arte, moda autoral e transmutação têxtil, a marca repagina roupas que seriam descartadas no lixo e de garimpagem em brechós e as transformam em obras de arte, usando a moda como forma de expressão, conectando histórias pessoais com a cultura.
Além da exposição de 16 obras, o espaço também terá uma arara recheada de peças que podem ser adquiridas pelos interessados. Para quem preferir, pode fazer encomendas diretamente com os artistas ou levar uma roupa para ser customizada na hora, basta explicar o conceito que quer e combinar o preço.
Compõem o time de artistas plásticos Victor Hugo Soulivier, brasiliense e criador do coletivo Tela Ambulante; Madá Granja, graduada em Artes Visuais pela Universidade de Brasília (UnB); Sairon Santos, produtor cultural e design de moda sustentável e principalmente com pintura e desenho; Marina Rebello, que atua como pintora, ilustradora, designer e professora; e Vanessa Liberato, pintora e ilustradora. Cada artista convidado irá desenvolver 5 obras a partir de um diálogo com a nova série do coletivo Tela Ambulante “Cartas para você – Um olhar de Retorno ao Passado” além de produzir suas próprias cartas. A coleção narra uma jornada poética através do tempo, um tributo à rica herança cultural que se entrelaça pelas raízes brasileiras. Fundamentada na street art, na arte têxtil e, sobretudo, nas Adinkras dos povos Acãs da África Ocidental.
Com o pleno crescimento da Tela Ambulante, Victor Hugo Soulivier optou por convidar artistas iniciantes no universo da arte têxtil para participarem deste novo ciclo. Atualmente, a marca conquistou reconhecimento internacional e tem pontos de venda fixos em São Paulo e Rio de Janeiro. “A ideia é dar visibilidade para artistas que não trabalham de forma direta com tecidos e criar a conexão entre arte e linguagem têxtil. E desta forma, promover um diálogo com o tecido para o desenvolvimento de novas obras ao mesmo tempo em que se tem a observação do público”, explica Victor Hugo Soulivier, fundador do Coletivo Tela Ambulante.
Ao longo dos 4 meses, o público também poderá participar de oficinas pagas e gratuitas que serão ministradas pelos artistas. Os temas estarão dentro do universo da moda e arte, como customização, cor e pigmentação, e também de expressões culturais, como dança. Interessados em fazer as atividades podem procurar o coletivo para fazer a pré-inscrição.
A iniciativa tem a colaboração e apoio do Venâncio Shopping, Andanças DF, It Espaço Colaborativo, Dreamks, Tarcísio Boquady Film, Imagina Juntos Distribuição, No Setor e Mais Flor.
Foto divulgação
Dia histórico
No dia 1º de janeiro deste ano, o projeto ganhou grande visibilidade ao vestir o influenciador Ivan Baron com um terno especialmente personalizado para o rito de passagem da faixa presidencial a Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Sobre o Venâncio Shopping No centro da capital do país, desde 1976, o Venâncio Shopping traz em seu DNA um conceito inovador. Além de ser uma excelente opção para compras e experiências, é também é um Hub de Serviços e ponto de solução de pessoas, com sua torre business atrelada a torre de Serviços, alta gastronomia da capital como Jamie Olivier Kitchen e Outback Steakhouse. Entre os serviços oferecidos, estão opções como: obter vistos para os Estados Unidos, cartório de registro de imóveis em Brasília, clínicas e faculdades.
Amado desde os tempos dos Sumérios, o queijo conquistou corações mundo afora, tem muita história para contar e celebra o seu dia em 20 de janeiro
Queijo Brie – conhecido pelos franceses como “O rei dos queijos”
É sabido popularmente que há centenas de anos a gastronomia da França reina incontestavelmente como referência no mundo. Sua estratégica posição geográfica, localizada na região central do velho continente, é um dos fatores-chave da sua enorme riqueza cultural que, entre guerras e conquistas, revoluções culturais, políticas e científicas, a transformou em um local um tanto peculiar que influencia diferentes culturas mundo afora.
Entre todas as singularidades que permeiam a história da Europa, os queijos franceses merecem um capítulo especial. Alimento milenar e de fácil transporte, sua importância é tamanha que, de acordo com fontes consultadas, no dia 20 de janeiro é celebrado o dia mundial do queijo.
No início da Primeira Grande Guerra, o exército francês comprou grandes quantidades de queijos Gruyère e Cantal porque podiam ser transportados e consumidos com facilidade.
É famosa a frase de Charles de Gaulle: “É impossível governar um país com 325 tipos de queijos” sendo que, atualmente, somente na França existem mais de 1.200 qualidades da iguaria, que mudam completamente de acordo com o tipo de animal que fornece o leite, região e a forma que estes animais são criados, local de maturação dos queijos e até mesmo o tipo de pasto que é consumido exerce influência no sabor do alimento.
Não se sabe exatamente quando os queijos surgiram. Somente o alaranjado Mimolette foi criado ainda no século XVII. Segundo a história conta, o queijo foi desenvolvido durante o reinado de Luís XIV, quando a França e a Holanda estavam em guerra. Para não consumir o produto do seu rival, houve uma proibição do consumo de queijos do oponente no país e o rei determinou a criação de um queijo similar ao holandês Edam, muito consumido pelos franceses na época. O queijo recebeu uma coloração alaranjada devido ao Urucum que eles importavam do Brasil e uma massa meio mole, meio dura, tal qual sua textura. A tradução livre de seu nome vem da palavra “bezerro”, justamente por conta das características dessa massa.
Tábua de queijos franceses
O famoso Brie, que por séculos tem sido referido pelos franceses como “O Rei dos Queijos”, recebeu o nome da região de onde veio, entre os vales dos rios Sena e Marne, a 28 quilômetros de Paris, e possui inúmeras histórias. Conta-se que o mulherengo Henrique IV esqueceu de um encontro que teria com sua amante quando sua esposa o presenteou com um pedaço do amanteigado queijo.
Com tantos predicados em volta de um único item, não é de se admirar que o governo francês tenha se empenhado duro para proteger um símbolo tão forte da nação. Em 1905 foi criada na França a denominação AOC – Appelation d’origine Controlée – que, em 1992 foi alterado para AOP – Appellation d’Origine Protégée – um rótulo que garante que o produto foi transformado e produzido numa área geográfica específica, com respeito pela qualidade, tradição, pessoas e pela identidade de seu lugar de origem, o que faz que ele seja reconhecido como ímpar e como referência de qualidade, aquilo que conhecemos como ‘Terroir’.
O rótulo AOP é um sinal europeu que protege o nome do produto em todo o mundo. As exigências para se obter tamanho prestígio são extremamente minuciosas e aprovadas por instituições governamentais.
O assunto é extenso e vai desde curiosidades históricas, passando por tipos diferentes de corte, processos, tipo de animal, tipo de leite, pasteurização, resfriamento etc. Um universo à parte que merece ser descoberto e saboreado vagarosamente.
Feliz Dia Mundial do Queijo!
Fonte:
Hénaut, Stéphane
A deliciosa história da França: as origens, fatos e lendas por trás das receitas, vinhos e pratos franceses mais populares de todos os tempos / Stéphane Hénaut, Jeni Mitchell; tradução Drago. – São Paulo: Seoman, 2020
Sobre a Campanha Prazeres da Europa | Queijos da França
A campanha tem como objetivo divulgar e promover os queijos da União Europeia e, sobretudo, da França. Mercadorias da mais alta qualidade, produzidas de forma tradicional, que utilizam o savoir-faire e técnicas ancestrais, a partir das melhores matérias-primas.
Campanha cofinanciada pela União Europeia. As opiniões aqui expressas são, no entanto, apenas do(s) autor(es) e não refletem necessariamente as da União Europeia nem da France AgriMer. Nem a União Europeia tampouco a autoridade concedente poderá ser responsabilizada por elas.
Quem somos nós?
O Centro Nacional Interprofissional para a Economia Leiteira (CNIEL) é uma organização francesa sem fins lucrativos dirigida por quatro federações que representam toda a cadeia produtiva do setor leiteiro da França: a Federação Nacional dos Produtores de Leite, a Federação Nacional das Cooperativas de Lacticínios, a Federação Nacional das Indústrias de Lacticínios e a Federação de Comércio e Distribuição.
Longa estrelado por Adam Driver chega aos cinemas em 22 de fevereiro
Foto divulgação
O filme FERRARI acaba de ganhar nova data de estreia e chega aos cinemas de todo o Brasil em 22 de fevereiro. Com direção de Michael Mann, o longa estrelado por Adam Driver revela os bastidores da Fórmula 1 e da conturbada vida pessoal de Enzo Ferrari. Reveja o trailer aqui
O elenco de FERRARI conta com Penélope Cruz no papel de Laura Ferrari, Shailene Woodley como Lina Lardi, o brasileiro Gabriel Leone, que interpreta o piloto Alfonso de Portago, em seu primeiro longa internacional, além de Sarah Gadon, Jack O’ Connell, Patrick Dempsey e Daniela Piperno.
Ferrari Diamond Films Crédito – Lorenzo Sisti
FERRARI mostra os bastidores da Fórmula 1 em 1957, quando o ex-piloto Enzo Ferrari (Adam Driver) está em crise. A falência assombra a empresa que ele e a esposa, Laura, construíram uma década atrás. Seu casamento instável é ainda mais abalado pela perda do único filho do casal e o relacionamento com Lina Lardi. Ele decide contrapor essas perdas apostando tudo em uma corrida – a icônica Mille Miglia, na Itália.
O filme contará com apoio de acessibilidade para todos os públicos. Por meio do aplicativo MovieReading, a partir da estreia estarão disponíveis recursos de audiodescrição, legendas descritivas e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais.
Ferrari Diamond Films Crédito – Lorenzo Sisti
Sobre a Diamond Films
A Diamond Films é a maior distribuidora independente da América Latina. Fundada em 2010, se destaca por distribuir os melhores filmes independentes da indústria cinematográfica. Atualmente, a empresa atua em sete países da América Latina: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Peru e México. No ano de 2016 começou a atuar no mercado europeu, por meio da sua filial na Espanha. No Brasil desde 2013, a Diamond Films distribuiu títulos como ‘Os Oito Odiados’; ‘Lion – Uma Jornada para Casa’, ‘Moonlight – Sob a Luz do Luar’, ‘Green Book – O Guia’, ‘Moonfall – Ameaça Lunar’, ‘No Ritmo do Coração’, ‘Spencer’, ‘A Pior Pessoa do Mundo’, ‘Órfã 2: A Origem’, ‘One Piece Film Red’, ‘Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo’ e ‘Fale Comigo’.
O complexo gastronômico une cardápio gastronômico e musical para comemorar os dois anos do empreendimento
O Bosque Park é um complexo gastronômico com muita da natureza, no final da Asa Norte, que completa dois anos com novidades que prometem agradar os clientes da casa. Entre elas, uma programação musical de qualidade, com músicos locais que se apresentarão de terça a domingo.
“Nossa ideia é fazer do Bosque Park um espaço de valorização dos artistas de Brasília e da boa música e dessa forma presentear os nossos clientes com shows todos os dias”, afirma Cléber Paz Landim, um dos sócios do Bosque Park, que pretende começar o ano dando ao empreendimento uma pegada cultural.
Em um espaço de três mil e duzentos metros quadrados em conexão com a natureza, o Bosque priorizou o paisagismo natural, ocupando poucas edificações e deixando espaço para piqueniques e prática de atividades físicas. O lugar conta com operações diversificadas com marcas como: Flat Iron, Tio Gu Creperia, Dog da Igrejinha, Fosters Burger, Pata Negra – Comida de Boteco, Nonna Madalena – Pizzaria e Cantina, Ilgiorno Gelato, Cafeteria Minelis, e se prepara para ganhar, em breve, mais duas operações gastronômicas, uma de comida japonesa que é o Hai Sushi e culinária árabe, com o Casa da Síria. Para as crianças tem o Espaço Kids Bosque com monitores treinados em tempo integral, brinquedoteca, playground e também salão para festas infantil.
A curadoria musical está a cargo do também músico Edson Arcanjo que procurou atender todos os gostos musicais com apresentações de jazz, bossa nova, forró, MPB, rock, música latina, pop e samba. “O nosso foco é a qualidade musical das apresentações e para isso convido músicos de alto nível e que já tem uma carreira sólida na capital federal”, afirma Arcanjo.
Programação musical
Quinta-feira(18), às 20h Marcelo Café – Compositor e ativista cultural, Marcelo Café é o idealizador do Festival Tardezinha do Samba, do Baile do Café e tem sua trajetória artística marcada por sua relação com a cidade de Ceilândia e pela luta antirracista. Inspirado pelo Samba, MPB e o Samba Rock, Café venceu o Festival Brasília Independente, o Festival Finca e também foi premiado no Festival de Música da Rádio Nacional. O samba de Marcelo Café já atravessou as fronteiras do Brasil realizando shows na Embaixada do Brasil em Berlim, na cidade de Colônia na Alemanha e também em Amsterdam.
Sexta-feira(19), às 20h Maboh – A cantora, que se apresenta com a banda “Maboh & Os Jazzies” e conta com dois elementos indispensáveis para uma boa experiência musical: o swing e a surpresa! Apaixonada por jazz, soul, R&B, ritmos latinos e regionais brasileiros, a banda tem como marca registrada fazer arranjos em tempo real e sem ensaios, mas com a competência e experiência de anos se apresentando nos palcos da vida. Com uma voz poderosa e presença de palco cativante, a cantora transita em diferentes gêneros musicais com um talento excepcional. Ao interpretar músicas que navegam por diversos ritmos o show de Maboh é uma experiência musical envolvente.
Sábado(20) Almoço, às 13h Hugo Coelho – Hugo Coelho é músico, cantor, instrumentista e professor. Nascido em Belém do Pará teve sua iniciação musical aos sete anos, quando começou a estudar piano. Em Brasília há 15 anos começou estudar violão como autodidata e aos dezoito já se apresentava em casas noturnas e eventos. Teve aulas no Clube do Choro, cursou violão clássico na Universidade de Brasília e violão popular na Escola e Música, onde recebeu aulas com renomados professores como Eustáquio Grilo e Jaime Ernesth Dias. Como violonista e intérprete, Hugo assinou produção dos espetáculos “Cordas de Sargaço- Uma homenagem a Dorival Caymmi” e “Vinícius entre Amigos”, só para citar alguns. Com toda essa bagagem, Hugo cultiva a música popular brasileira e erudita em suas diversas formas e fusões demonstrando, em seus trabalhos, a abrangência da sua formação e a facilidade em transitar por diferentes estilos.
Jantar, às 20h Andresa Sousa – Andresa é apaixonada por música e tudo que envolve a arte de criar. Cantora e atuante no mercado musical há sete anos, conta com um repertório que transita pelo Jazz, Bossa Nova e Pop. Suas referências musicais são: Elis Regina, Tom Jobim, Frank Sinatra, Etta James, Ella Fitzgerald, Sara Vaughan entre outros. Andresa se apresenta em casas de Brasília como Clube do Choro, Teatro dos Ventos e restaurantes, além de casamentos e eventos corporativos e diplomáticos.
Domingo (21) Almoço, 13h Rai Santana – Rai Santana nasceu no interior da Bahia e mora em Brasília desde 2006, onde estudou canto popular na Escola de Música de Brasília e se licenciou em música pela UnB – Universidade de Brasília. Sua musicalidade percorre o legado de grandes artistas brasileiros que integram seu repertório. Atualmente é professora da rede pública e também dá aula particular de canto. Paralelamente canta na noite de Brasília e faz parte do grupo Vocal “3por4”, com o qual lançou seu primeiro trabalho autoral: o EP “Redemoinho”
Jantar, às 18h Mônica Vicentin – Mônica Vicentin é daqueles talentos que tiveram a música em casa desde a infância. Começou a cantar cedo em ambiente familiar junto com seus irmãos que tocavam diversos instrumentos. Teve experiências musicais diversas cantando e tocando instrumentos de percussão. Encontrou no samba sua maior paixão durante a caminhada de oito anos cantando samba aos sábados no restaurante Liv Loung, onde além de experiência, montou um vasto repertório. Em 2013 abriu um show de Jorge Aragão com o “Trio Sambossa”. Estudou canto popular na Escola de Música de Brasília e atua como vocalista e ritmista em projetos como Grupo Turma da Mônica, Grupo Altiplano e voz e violão com Will Mourão, seu companheiro de vida e palco. Seus projetos englobam a música brasileira passando por MPB, reggae, pop nacional, pop rock, forró e músicas baianas. No Bosque Park Mônica estará acompanhada por Will no violão 7 cordas e Kaká Barros na bateria.
Bosque Park Asa Norte Setor Hospitalar Norte em frente a Comercial da 316 Norte
Terça a Domingo, das 11:30 h às 23 h Espaço Pet Friendly
Estacionamento para clientes do bosque: *Horário de almoço: selo de desconto (11h às 13:59) *Terça a sexta: 17h às 0h59 – valor de Único de R$8,00 *Sábado domingos e feriados: preço único de 8,00
Para horários diferentes desses, a cobrança será feita por hora. @bosqueparknorte
Sucesso de público, seleção voltou a ser exposta aos brasileiros após 20 anos da primeira montagem no país. Museu abre de terça a sexta-feira, das 9h às 18h; e sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h
Aclamada pela crítica mundial e pelo público de Brasília, a exposição Trabalhadores, de Sebastião Salgado, será prorrogada até 3 de março deste ano no Sesi Lab! Seleção de 150 fotografias, que ficaria em cartaz até 28 de janeiro, traz uma visão ampla e impactante do mundo do trabalho em diferentes partes do mundo. Desde a abertura da mostra, em 26 de agosto de 2023, mais de 90 mil visitantes foram registrados.
A natureza da Trabalhadores e sua conexão com “O Futuro das Profissões”, tema anual do SESI Lab em 2023, foi determinante para a escolha como a primeira exposição convidada em cartaz no museu de arte, ciência e tecnologia inaugurado em novembro de 2022, em Brasília.
“O sucesso de bilheteria demonstra que entender e refletir sobre processos históricos é fundamental para a compreensão do contexto atual do mundo do trabalho e para a construção de um futuro mais justo, inclusivo e diverso, utilizando as novas tecnologias como aliadas nesse processo. A exposição Trabalhadores nos convida a essa reflexão”, destaca a Superintendente de Cultura do SESI, Claúdia Ramalho.
As visitas à mostra Trabalhadores ocorrem nos mesmos dias e horários de funcionamento do SESI Lab. O museu abre de terça a sexta-feira, das 9h às 18h. Já aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h. A entrada é emitida na plataforma Sympla ou na bilheteria física por R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia), além de ampla política de gratuidade. Com programação especial de férias, os ingressos emitidos para visitação até o dia 4 de fevereiro serão gratuitos para todos os públicos. Confira aqui mais detalhes sobre a temporada de gratuidade.
O mesmo bilhete dá acesso também a todas as galerias de longa duração, que reúnem mais de 100 aparatos interativos, bem como participação nas atividades no Espaço Maker, mediante a programação e disponibilidade.
Obras primas da fotografia humanista e militante
Construída a partir de viagens realizadas entre 1986 e 1992, Trabalhadores oferece uma espécie de arqueologia visual da Revolução Industrial, período em que o trabalho manual foi o eixo central da vivência de mulheres e homens pelo mundo. A exposição retrata o resultado de buscas do Sebastião Salgado em representar os processos manuais de produção ainda existentes, antes que desaparecessem completamente.
“Eu tinha que prestar homenagem a esse trabalho que estava em meu coração, que era a razão de meu ativismo político e do que acreditava ser o mundo da produção. Realizei esse projeto com imenso prazer e orgulho por fazer parte dessa espécie de construtores, apesar, é claro, das condições muitas vezes difíceis e desumanas em que o trabalho era realizado. É uma alegria poder voltar a apresentar este trabalho fotográfico no Brasil, e uma honra ser o primeiro artista a expor na galeria de exposições do museu SESI Lab, em Brasília”, ressalta Sebastião Salgado.
A mostra, com curadoria e design de Lélia Wanick Salgado, reúne registros de trabalhos: a tradicional pesca do atum na Sicília; a singular aventura de garimpeiros de Serra Pelada e de trabalhadores nas plantações de cana no Brasil; a paisagem dantesca de uma mina de enxofre na Indonésia; famílias indianas envolvidas na construção de barragens para irrigação e combatentes de incêndios colossais em poços de petróleo no Kuwait. Desta narrativa iconográfica de uma verdadeira epopeia global, resulta uma perspectiva arqueológica completada por textos acrescentados às fotos, com informações históricas e factuais.
Sobre Sebastião Salgado
Economista de formação e nascido em Minas Gerais, Sebastião Salgado começou a carreira como fotógrafo profissional em 1973, em Paris, na França. Trabalhou com agências de fotografia até 1994, quando fundou, com Lélia Wanick Salgado, o Amazonas Images, exclusivamente dedicada ao seu trabalho. Esta estrutura é, hoje, seu estúdio com sede em Paris.
Salgado viajou a mais de 100 países com seus projetos fotográficos, que, além de inúmeras publicações na imprensa internacional, foram destaque em livros como Outras Américas, 1986; Sahel, l’homme en détresse, 1986; Sahel: el fin del camino, 1988; Um Incerto Estado de Graça, 1995; Trabalhadores, 1993; Terra, 1997; Êxodos, 2000; África, 2007; Gênesis, 2013; Perfume de Sonho, 2015; Kuwait, um deserto em chamas, 2016; Gold, mina de ouro Serra Pelada, 2019, e Amazônia, 2021. Esses livros foram desenhados por Lélia Wanick Salgado.
Sebastião Salgado é Embaixador da Boa Vontade da UNICEF e membro honorário da Academy of Arts and Sciences dos Estados Unidos. Recebeu inúmeros prêmios de fotografia e foi objeto de prestigiosas distinções, incluindo: Grand Prix National (Ministério da Cultura, França); Prêmio Príncipe de Asturias de las Artes (Espanha); Medalha da Presidenza della Repubblica Italiana (Centro de Pesquisa Pio Manzù, Itália). Foi nomeado Comendador da Ordem de Rio Branco (Brasil) e Commandeur de l’Ordre des Arts et des Lettres (Ministério da Cultura, França).
Em 2016, Salgado foi eleito membro da Académie des Beaux-Arts do Institut de France, e no mesmo ano a França o nomeou Chevalier de la Légion d’Honneur. Em 2018, foi nomeado Chevalier de l’Ordre du Mérite Culturel pelo Principado do Monaco. Em 2019, foi eleito Foreign Honorary Member of the American Academy of Arts and Letters (Nova York, EUA) e laureado com o Peace Prize of the German Book Trade (Alemanha). Em 2021, recebeu o título de Honorary Doctor of Arts da Universidade de Harvard (Cambridge, EUA), e agraciado com o Praemium Imperiale Award, da Japan Art Association, considerado como o “Nobel das artes”.
Experimentação, interatividade, ludicidade e inovação
O icônico prédio projetado por Oscar Niemeyer na época da construção de Brasília é reduto de arte, ciência, tecnologia e educação para todas as idades. O espaço é uma iniciativa do Serviço Social da Indústria (SESI), em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), e promove a conexão entre ações artísticas, científicas e tecnológicas, em colaboração com a indústria e a sociedade. Desde a inauguração, em novembro de 2022, mais de 250 mil visitantes conheceram o museu 100% interativo.
O SESI Lab possui cerca de 8 mil metros quadrados de área construída dedicados a espaços expositivos, criativos e maker, salas interdisciplinares, um painel de LED com 84 metros quadrados, café e loja conceito. Somados aos 33 mil metros quadrados de área verde revitalizada, em parceria com o governo do Distrito Federal, com espécies nativas do Cerrado, instalações interativas e anfiteatro externo para shows, eventos e outras atividades culturais.
Sebastião Salgado
SESI LAB: arte, cultura, ciência e tecnologia
Onde fica: Setor Cultural Sul – Brasília, DF
Pontos de referência: Antigo edifício Touring Club, em frente ao Conic Brasília e ao lado da Plataforma Superior da Rodoviária do Plano Piloto.
Horário de atendimento: terça a sexta-feira, das 9h às 18h. Sábados, domingos e feriados, das 10h às 19h.
O tradicional festival reúne grandes nomes do reggae nacional ao Minas Tênis Clube, no dia 20 de janeiro, sábado. A entrada é gratuita mediante doação de 1kg de alimentos não perecível
Helio Bentes
Um dos festivais mais tradicionais da cidade chega à capital federal. O Cerrado Virtual levanta a bandeira de conscientização acerca do Aquecimento Global. O evento será realizado no dia 20 de janeiro, sábado, às 20h e conta com a apresentação da banda Jah Live (DF), Hélio Bentes (Ponto de Equilíbrio – RJ) e DJ Ocimar. A entrada é gratuita, mediante a doação de um quilo de alimento não perecível.
Atrações: Jah Live
São nada mais nada menos, do que 25 anos de estrada. A banda Jah Live é conhecida de Norte a Sul do Brasil. Composta por Angel Duarte (voz), Bruno Xavier (baixo), Martin Barreiro (bateria), Rodney Silveira (guitarra), Richelmy Oliveira (percussão), Emanuel Ferreira (teclados) e Herik Costa (teclados). Um grande marco da carreira da banda foi a gravação do disco “Se Curvar Jamais”, em 2008, além de “Nossa Vida”. Desde então, os singles “Sonhar”, “Reacender”, “Guerra” e “Ouça” tornaram-se hinos do grupo musical, cantados em coro nos shows.
Atualmente, a banda se apresenta em grandes festivais por todo o país e é convidada para apresentações em outros países, nos maiores festivais, levando a música do Distrito Federal para além das barreiras geográficas e culturais.
Helio Bentes
Helio Bentes nasceu no Rio de Janeiro, mais precisamente em Vila Isabel, berço da música popular. Conhecido por ser o vocalista de uma das principais bandas de reggae do cenário musical brasileiro, a banda Ponto de Equilíbrio, o artista realiza trabalhos paralelos em parcerias de sucesso com nomes como Ivete Sangalo, Marcelo D2, Gabriel o Pensador, entre outros.
O artista tem seu trabalho solo intitulado como OHB “Original Helio Bentes”, projeto que já leva para a estrada há mais de nove anos, circulando por todo o território brasileiro, levando sua presença de palco e voz inconfundíveis e um show exclusivo – sempre aclamado pelo público.
DJ Ocimar
DJ Ocimar tem história e tradição na capital federal. Nas ruas e nas escolas de Ceilândia -DF conheceu e se apaixonou pela arte dos toca discos e, em 1993, deu início à sua carreira como DJ, exercendo um dos elementos da cultura. Formou o coletivo “peso legal” junto com o saudoso DJ Junior Killa e amigos do bairro.
O ícone da cultura hip hop já esteve presente em eventos de grande porte nacionais e internacionais da cultura Black. Eclético, toca de acordo com o evento, domina qualquer equipamento de DJs, como um professor respeitado, deixando claro, que quem manda é o público: “DJ é aquele que toca a música certa, no lugar certo, na hora certa”.
Jah Live
Serviço: Cerrado Virtual 2024
Data: Dia 20 de janeiro, sábado, às 20h
Local: Minas Tênis Clube
Entrada: 1 kg de Alimento não perecível
Informações: 61 8131-5649 Link de vídeo para agenda cultural: https://www.youtube.com/watch?v=ocJc5t20qFw Realização: Instituto Amada Terra Parceira: Secretaria de Cultura e Economia Criativa e Governo do Distrito Federal
No próximo sábado, dia 20 de janeiro, a partir das 16h (sem hora para acabar), vai rolar mais uma Festa Substance, versão Sunset B-Day, no Radiola Vinil Bar, que fica na 704/705 Norte.
O Radiola bar é um espaço aberto, mas preparado para a chuva; pet friendly, com muitos drinks, cerveja geladíssima, decoração especial e comidinhas diversas.
Por que SubstanceSunset? Porque começaremos às 16h, para que todos possam aproveitar o dia com a melhor música e companhia!
O objetivo desta etapa foi discutir as prioridades da cultura do DF, pegando como base os seis eixos propostos do texto base do Ministério da Cultura (Minc)
Foto divulgação
A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) finaliza amanhã (17) as Pré-conferências Macrorregionais do Distrito Federal. O objetivo desta etapa foi debater temas e prioridades para a cultura do DF, e indicar os delegados para a 6ª Conferência Distrital.
Neste último dia, os debates serão feitos em dois lugares, simultaneamente das 15h às 20h, e terão a presença ilustre de Cláudio Abrantes, secretário da Cultura do DF. Um será na Administração Regional de Taguatinga, contemplando as cidades de Taguatinga, Vicente Pires, Águas Claras e Arniqueira. Já o outro irá ocorrer na Administração Regional do Plano Piloto, englobando o Plano Piloto, Lago Sul e o Lago Norte.
Cláudio expressa a sua satisfação com esta etapa, retificando o quanto ela será essencial para o bom andamento da conferência distrital. “Ter a voz da população em um evento dessa estirpe nos ajuda muito a entregar debates de qualidade para todos. Estar contribuindo para que tudo isso aconteça com a opinião da população sendo ouvida é o que mais me deixa feliz”, comenta.
Foram discutidas, durante esse período, as demandas para os seis eixos do texto base do Ministério da Cultura (Minc) e formuladas até três propostas por eixo para serem levadas ao evento principal.
Os eixos propostos foram: Institucionalização, Marcos legais e Sistema Nacional de Cultura; Democratização do acesso à cultura e participação social; Identidade, patrimônio e memória; Diversidade cultural e transversalidades de gênero, raça e acessibilidade na política cultural; Economia criativa, Trabalho, renda e sustentabilidade e Direito às artes e às linguagens digitais.
A etapa da pré-conferência é preparatória para a 6ª Conferência Distrital de Cultura, que será realizada nos dias 27 e 28 deste mês. Os interessados em participar desta primeira fase, aberta para maiores de 16 anos em geral, devem preencher o formulário no link
Confira a programação completa:
– Macro 5/RAs: Candangolândia, Núcleo Bandeirante, Park Way, Riacho Fundo Dia 10 – 8h às 13h – Candangolândia (Salão Comercial da Candangolândia)
– Macro 4/RAs: Cruzeiro, Guará, SCIA, Estrutural, SIA, Sudoeste/Octogonal Dia 12 – 8h às 13h – Cruzeiro (Biblioteca do Cruzeiro)
– Macro 7/RAs: Sobradinho, Sobradinho II, Fercal, Planaltina, Arapoanga Dia: 13 – 8h às 13h – Sobradinho (Teatro de Sobradinho)
– Macro 8/RAs: Paranoá, Itapoã, Jardim Botânico, São Sebastião, Varjão Dia: 13 – 8h às 13h – Paranoá (Auditório da Administração do Paranoá)
– Macro 1/RAs: Ceilândia, Sol Nascente/Pôr do Sol, Samambaia, Água Quente, Brazlândia Dia: 15 – 10h às 18h – Ceilândia (Centro Cultural Ceilândia)
– Macro 3/RAs: Gama, Recanto das Emas, Riacho Fundo II, Santa Maria Dia: 16 – 15h às 20h – Gama (Teatro Galpãozinho)
Banda Burnout Syndromes e cantor Hiroaki Tommy cantam pela primeira vez no DF
Hiroaki Tommy Tominaga
Abrindo o calendário dos eventos geek em 2024, o Anime Summit Teaser trará duas grandes atrações internacionais para Brasília nos dias 3 e 4 de fevereiro. A banda Burnout Syndromes e o cantor Tominaga Tommy Hiroaki desembarcam na capital pela primeira vez para shows únicos na Arena BRB Nilson Nelson (Eixo Monumental) às 16h. Os ingressos para conferir as apresentações já estão à venda no Sympla e o público ainda pode conhecer e fotografar, pessoalmente, os artistas japoneses na opção meet & greet. O espetáculo musical é um aperitivo para os fãs se prepararem para dois eventos imperdíveis: o Anime Summit, que acontecerá de 18 a 21 de abril, e o Festival do Japão Brasília, marcado para 24 a 26 de maio. Ambos no Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade.
Subindo aos palcos no sábado (3/2), a banda Burnout Syndromes é conhecida por interpretar temas de inúmeros animes famosos, como Haikyuu!!, Dr. Stone, Gintama e Mashiro no Oto. O trio foi criado em 2005 e seu repertório traz sucessos como “Hikare Are”, “Fly High” e “Good Morning World”. Em Brasília, o guitarrista e vocalista Kazuumi Kumagai, o baixista Taiyu Ishikawa e o baterista Takuya Hirose vão cantar e tocar diversos hits, como “Phoenix”, faixa que recebeu uma nomeação no Crunchyroll Anime Awards de 2020 na categoria Melhor Abertura de Anime.
Domingo é a vez do icônico Hiroaki TommyTominaga surpreender o público. Conhecido como o cantor oficial da saga JoJo’s Bizarre Adventure, ele vai cantar o poderoso tema “Sono Chi no Sadame”, abertura da primeira temporada do anime: “Phantom Blood”. Ele também foi o responsável por dar voz à canção “Jo Sono Chi no Kioku ~end of THE WORLD~”, que pode ser ouvida na temporada “Stardust Crusaders” da mesma série. “Estou indo para o Brasil, pela primeira vez, entregar as minhas músicas. Vamos nos divertir muito!”, comemora o artista, que também se apresentará em Recife e Fortaleza. Além de JoJo, Tommy também canta “With the Wind”, abertura da série Yu-Gi-Oh!! Vrains e coleciona várias músicas marcantes em sua carreira.
Atrações
Ainda no universo da música, o cantor Ricardo Cruz, membro do Jam Project, uma banda japonesa Anison fundada em 2.000, vai se apresentar com sucessos de anime songs (JAM significa Japan Animation Song Makers) no domingo, às 15h. Também estão previstas outras atividades no palco, como concurso cosplay, bandas locais e atrações tradicionais japonesas como o taiko (tambores) e o odori (dança folclórica japonesa). O Anime Summit Teaser ainda terá espaços voltados para lojinhas, ilustradores e uma praça de alimentação com opções asiáticas e brasileiras.
2023 foi um ano de reestruturação para o setor cultural, pois foi um período no qual shows, exposições, museus e teatros voltaram para o formato presencial, posteriormente a um hiato de proibição de aglomerações. Foi possível ver grandes atrações nacionais e internacionais neste ano, lotando espaços e esgotando ingressos em segundos.
Sendo assim, para 2024, será necessário inovar e transcender obstáculos para manter esse pico e crescimento, sendo de extrema importância promover eventos com artistas e atrações que movimentem o público em massa. Dessa forma, será possível continuar contribuindo para a cultura em si, mas também na economia do Brasil.
Nesse sentido, grandes parcerias serão imprescindíveis para fomentar ainda mais o setor. Já a sustentabilidade precisa estar mais presente na cultura no país, seja por meio de redução de papel ou até mesmo na compensação do carbono emitido na montagem de shows e outros grandes eventos.
A cultura é um setor gigante, capaz de realizar sonhos, como ver a exposição do artista preferido, reviver um momento do passado por meio de obras de arte ou até mesmo estar perto do cantor favorito.
Para se ter uma ideia do quanto a cultura pode impactar no dia a dia da população, segundo um levantamento divulgado recentemente pela Fundação Itaú e Datafolha, 54% dos brasileiros afirmam que a cultura é uma fonte de bem-estar. Também na pesquisa, para 61% dos entrevistados, atividades culturais ajudam na redução do estresse, tristeza e solidão.
Considerando a importância da cultura na rotina do cidadão, bem como na formação do ser humano, estar atento às tendências do setor é essencial para entender como ele tem funcionado atualmente e o que podemos esperar. Com isso, listei três desafios para 2024:
Manter o crescimento do mercado
O setor de eventos em 2023 registrou um crescimento de 46% de acordo com pesquisa da Associação Brasileira dos Promotores de Eventos (ABRAPE), e foi um dos principais geradores de empregos no país.
No ano, tivemos importantes nomes promovendo shows no Brasil, retornos de grupos musicais, exposições de grandes artistas, entre outros. Além disso, eventos menores, como os locais, também apresentaram grande público, que estava sedento por atrações em suas cidades e regiões.
Por isso, em 2024 o principal desafio será manter e atrair para o país atrações que lotem estádios e espaços culturais, mas mais do que isso, eventos que tragam o público para diferentes nichos da cultura, movimentando todo o mercado.
No setor de shows, por exemplo, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Econômico do Rio de Janeiro projetou que apenas um show de uma grande artista internacional injetaria R$ 158 milhões só na economia do estado carioca. Ou seja, os números falam por si só quando o assunto é entender o quanto eventos como estes podem impactar.
Por isso, inovar será a palavra-chave para os próximos anos para atrair o público e manter o crescimento do setor. Além da criatividade para chamar a atenção, utilizar-se de recursos tecnológicos pode ser uma boa solução, assim como se inspirar na experiência e organização de outros países.
Parcerias e fusões
Para 2024, o setor cultural terá que fazer grandes parcerias, assim como vimos em 2023. Por conta das atrações internacionais, o ano que passou fez fusões de relevância para a categoria. Estádios paulistas fecharam contratos multimilionários com produtoras dos Estados Unidos e estimam arrecadar R$ 60 milhões só nos próximos cinco anos, por exemplo.
Esse tipo de parceria nos deixa esperançosos, pois podemos esperar novidades e eventos de impacto avassalador no meio. Além disso, essas fusões também são oportunidades para democratizar ainda mais o acesso da população a eventos culturais.
Sustentabilidade
De acordo com dados de uma pesquisa da Teads em parceria com o Kantar, nove em cada dez brasileiros afirmam que a sustentabilidade possui um papel central em suas vidas. A busca por uma rotina mais sustentável também se reflete nas tendências culturais. A conscientização ambiental está modificando a maneira como consumimos, produzimos e apreciamos a cultura. A título de exemplo, hoje, grande parte das ticketeiras são on-line, o que reduz a impressão de ingressos, contribuindo para a preservação da natureza.
Dessa forma, a utilização de produtos recicláveis para montagem de palcos e artes precisam fazer ainda mais parte da cultura. Teatros disponibilizam playbooks por meio de QRCode, o que também auxilia na redução de papel.
Além disso, nos próximos anos será ainda mais difícil nos depararmos com faixas pelas ruas para promover alguma atração, pois as redes sociais e aplicativos já são, de fato, os maiores meios para chamar atenção do público.
Outro ponto a ser citado no que tange à sustentabilidade no meio cultural é a compensação de carbono, que desempenha um papel crucial, diminuindo as emissões de gases de efeito estufa associadas a atividades culturais. Ao investir em projetos que reduzem ou neutralizam essas emissões ou mesmo fazendo a compensação, estamos não só minimizando o impacto ambiental dos eventos, mas também estabelecendo exemplos para outros setores. Integrar a sustentabilidade no meio cultural enriquece a expressão artística e contribui para a preservação do nosso planeta para as futuras gerações.
A Beplauze é uma plataforma cultural que reúne todos os eventos das maiores cidade em um só lugar: teatro, festas, shows, exposições e muito mais. O serviço é gratuito para o público e oferece páginas dedicadas à programação de cada cidade. Para incentivar o público a prestigiar a cultura, a Beplauze oferece a opção de assinatura mensal de R$ 9,90 e, em contrapartida, oferece descontos de até 50% em diversas atrações. Além disso, o valor integral dos primeiros três meses de assinatura, e após isso 10% de toda receita, serão destinados pela Beplauze para um fundo privado de fomento à cultura para patrocinar novos artistas e projetos especiais. Atualmente disponível em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Salvador e Porto Alegre.
Programação reúne a diversidade dos ritmos brasileiro com oficina de dança, samba, choro, forró e pop
Depois de 8 meses com uma programação que encheu os corações dos brasilienses de música e cultura, a primeira edição do projeto Complexo Cultural do Choro se prepara para encerrar as atividades, oferecendo um fim de semana repleto de alegria para toda as idades. Com apresentações quinzenais ao longo dos meses, os responsáveis pelo projeto se preocuparam com uma curadoria que garantiu espaço para os artistas locais e nacionais, enchendo o Espaço Cultural do Choro de apreciadores da boa música.
“Como todo projeto cultural que une qualidade de programação, diversidade de linguagens e acesso democrático, o Complexo Cultural do Choro conclui sua primeira edição nos braços dos brasilienses, cumprindo seu propósito fundamental de levar arte/entretenimento para a população reforçando ainda mais o amor mútuo entre Espaço Cultural do Choro e nossa cidade”, ressalta Henrique Neto, diretor da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello.
Para começar as atividades, a partir das 10h do sábado, 20, a Roda de Choro dos Alunos e Professores da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello se apresenta no Espaço Cultural do Choro, mostrando que a música é sempre o melhor tom. Em seguida, o público é convidado a permanecer no local e curtir a já tradicional combinação do samba com feijoada. Em mais um daqueles momentos em que ninguém fica parado.
No domingo, 21, o Piquenique Chorão traz de volta a oficina de dança “Ritmos Brasileiros”, dedicado a crianças e adolescentes e acolhendo sempre com muita alegria os papais, as mamães e quem mais quiser entrar na roda. A oficina será conduzida por Bella Rocha e Mayara Paiva que, desta vez, trazem o jongo, bumba-meu-boi e o axé. Todo mundo vai tirar o pé do chão e sacudir a poeira.
A partir das 17h, o espaço interno do Clube do Choro recebe o Regional Choro Livre com sua democrática roda de choro onde todos são convidados e bem-vindos a participarem mostrando o que sabem. E assim, como em todo os finais de semana do projeto, este também é um momento para que os artistas da cidade se apresentem e mostrem que a capital do país tem grandes nomes da música. Logo, o Choro Livre Convida o multi-instrumentista e compositor Vitor Adonai, a batuqueira Larissa Umaytá e o flautista Sergio Morais.
E o Piquenique Chorão encerra a programação do Complexo Cultural do Choro com o Baile da Marcinha, a partir das 18h45. Um show dançante e envolvente que traz Márcia Tauil com um repertório diverso que vai do samba ao pop, passando pelo forró. Esse show resgata o cadeirão cultural brasileiro com canções que mostram composições do norte, nordeste, sul e sudeste do país.
O Complexo Cultural do Choro é apresentado Ministério da Cultura, Shell e Instituto Cultural de Educação Musical (ICEM).
“A Shell entende ser fundamental o fomento à cultura como ponte para o desenvolvimento e a cidadania. O Complexo Cultural do Choro traduz esses valores ao desenvolver atividades que englobam diversas áreas culturais e diferentes públicos, contribuindo para o empreendedorismo e o desenvolvimento da cidadania”, ressalta Glauco Paiva, gerente executivo de Comunicação e Responsabilidade Social da Shell Brasil.
Sobre a Shell Brasil:
Há 110 anos no país, a Shell é uma empresa de energia integrada com participação em Upstream, no Novo Mercado de Gás Natural, Trading, Pesquisa & Desenvolvimento e no Desenvolvimento de Energias Renováveis, com um negócio de comercialização no mercado livre e produtos ambientais, a Shell Energy Brasil. Aqui, a distribuição de combustíveis é gerenciada pela joint-venture Raízen, que recentemente adquiriu também o negócio de lubrificantes da Shell Brasil. A companhia trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia.
Confira a programação:
20 de janeiro, sábado
10h – Roda de Choro dos Alunos e Professores da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello
12h – Feijoada com Samba
21 de janeiro, domingo
16h – Piquenique Chorão com oficina de dança “Ritmos brasileiros”
17h – Choro Livre convida: Larissa Umaytá, Vitor Adonai e Sergio Morais
18h45 – Domingo no Clube com o Baile da Marcinha
Serviço
Complexo Cultural do Choro de Brasília
Dias: 20 e 21 de janeiro (sábado e domingo)
Endereço: Espaço Cultural do Choro – Setor de Divulgação Cultural – Eixo Monumental.
Telefone: (61) 3226-3969
Acesso livre e gratuito
Classificação indicativa: livre para todos os públicos.
Candangeek convida otakus e kpoppers para o Pier 21
Candangeek – foto João Herbster divulgação
O fim de semana vai ser temático no Pier 21 (Setor de Clubes Esportivos Sul). O shopping recebe a 4ª edição do Candangeek, um encontro gratuito para otakus e kpoppers. A iniciativa tem entrada franca e acontece de sexta-feira a domingo, com uma programação divertida que inclui mágica, jogos de tabuleiro, apresentações de dança, workshops, quiz e concurso. Além da tradicional feira na rua das estrelas, o público poderá conferir o talento de ilustradores, desenhistas e artesãos da cidade. Também será possível levar para casa mangás com um preço especial e deliciosos quitutes importados de países asiáticos.
Na sexta (19/1), a partir das 18h, o palco poderá ser usado para quem quiser dançar e se apresentar. Às 18h15, haverá um bate-papo com a jovem Marci, que contará sua experiência com o kpop e a Coreia do Sul. A programação vai até as 19h com mais música. Já no sábado, a dança começa às 14h, com o concurso de solos e grupos covers que foram previamente selecionados e competem a mais de R$ 1 mil em premiações. Às 16h20, Reinaldo Torres vai apresentar o Quiz Cine 61 – Cinema Fora do Comum e todos estão convidados a testar seus conhecimentos sobre a sétima arte para ganhar ingressos e ver um filme na telona.
No domingo, apresentações livres e competitivas continuam na programação. Às 16h25, o Canal do Toro convida o influencer e streamer Mironzitos parar apresentar o Concurso melhor “Yamete Kudasai”. As inscrições serão feitas na hora e os participantes poderão ganhar prêmios ao usar o microfone no palco para falar essa emblemática frase japonesa presente em diversos animes e mangás. E para deixar tudo mais incrível, o mágico Tio Will estará presente no sábado e domingo para surpreender as pessoas com números de mentalismo e mágicas close-up com cartas.
Candangeek foto João Herbster divulgação
Os jogos de tabuleiro também terão vez no Candangeek e o público poderá conhecer e jogar gratuitamente no sábado e domingo. A ação é uma cortesia da loja Mais Game Café, que também venderá alguns jogos na ocasião. Haverá também um campeonato oficial de Magic: The Gathering, que será realizado na praça de alimentação durante o fim de semana, com premiações que vão de pré-release, boosters e cards promocionais.
O Candangeek busca ser um ponto de encontro democrático e acessível para atrair pessoas com interesses parecidos, além de ser uma boa forma de fazer novas amizades. A iniciativa conta com o apoio das produtoras K-Hallyu BSB e do site Cine61 – Cinema Fora do Comum. O concurso de kpop é patrocinado pela produtora BNB Entertainment, que é comandada por artistas e composta por grupos pop talentosos, designers visuais, produtores musicais, professores de dança e influencers.
Sobre o Pier 21
Inaugurado em 21 de junho de 2000 com um projeto arquitetônico inovador em Brasília, o Pier 21 foi concebido com espaços abertos e soma 18.030m² de área bruta locável. É o primeiro e único centro de compras especializado em cultura, gastronomia, lazer e entretenimento da capital e veio para ocupar um espaço no mercado que, até então, não era ocupado. Assim, é um empreendimento que concentra, de forma organizada, vários segmentos, como lazer, entretenimento e gastronomia.
Candangeek foto João Herbster divulgação
Serviço 4º Candangeek De sexta a domingo No shopping Pier 21 (Setor de Clubes Esportivos Sul) Entrada franca Classificação livre Informações: @candangeekdf