Espetáculo “Cores da China”, da renomada Universidade Minzu do Centro-Sul da China, será apresentado no Teatro dos Bancários em sessão única
Como parte das celebrações do Ano Novo Chinês, a capital federal receberá uma apresentação especial do Grupo de Danças da Universidade Minzu do Centro-Sul da China. O espetáculo “Cores da China” será exibido no dia 9 de fevereiro, às 15h, no Teatro dos Bancários, na Asa Sul.
Com capacidade para 400 pessoas, o evento é gratuito, e os ingressos podem ser reservados pela plataforma https://www.sympla.com.br/evento/ano-novo-chines-2025-espetaculo-cores-da-china/2805526. O espetáculo é uma realização do Instituto Sociocultural Brasil-China (Ibrachina) e do Ministério da Cultura, com apoio da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).
O Ano Novo Chinês, guiado pelo calendário lunar, é uma celebração marcada por tradições que simbolizam prosperidade e renovação. Em 2025, o Ano da Serpente será celebrado com dança e música, reunindo manifestações artísticas de diversas minorias étnicas da China.
Fundada em 1951, a Universidade Minzu do Centro-Sul é referência na promoção cultural das minorias étnicas, com sua Escola de Música e Dança conquistando reconhecimento internacional. O grupo já se apresentou em eventos culturais de grande porte em mais de 10 países, promovendo a riqueza das tradições chinesas.
O evento conta com financiamento da Lei Rouanet e apoio da Comissão Nacional de Assuntos Étnicos da China, da Embaixada da China no Brasil e do Instituto Confúcio na UnB. A BYD, CPFL Energia, e State Grid patrocinam a iniciativa.
Classificação: Livre Acessibilidade: Teatro adaptado para cadeirantes e intérprete de libras
OBS: Para maior comodidade, é recomendado chegar 1 hora antes do horário marcado no ingressos
Sobre o Ibrachina
Fundado em 2018 pelo Dr. Thomas Law, advogado, o Ibrachina é um Instituto sociocultural que tem como finalidade promover a integração entre as culturas e os povos do Brasil, China e de países que falam a língua portuguesa. O Ibrachina atua em parceria com universidades, entidades e associações, além de fazer parte das Frentes Parlamentares Brasil/China, BRICS, criadas pela Câmara dos Deputados, e de Cooperação Política Cultural entre Brasil, China, Coreia e Japão, da Câmara Municipal de São Paulo.
Gerard Butler e O’Shea Jackson Jr voltam às telonas como Big Nick e Donnie em 30 de janeiro nos cinemas de todo o país
Divulgação
Com os atores Gerard Butler e O’Shea Jackson Jr. de volta aos papéis de Big Nick e Donnie, COVILDE LADRÕES 2 (Den of Thieves 2) chega aos cinemas brasileiros em 30 de janeiro, retomando a rivalidade intensa entre o policial canastrão e o esperto ladrão. Com Christian Gudegast assinando novamente a direção e o roteiro, a sequência transforma os antigos adversários em aliados, conforme ambos tentam se infiltrar no perigoso mundo das pedras preciosas para um novo roubo.
Mais do que apenas improvável, essa parceria terá desafios particulares para Big Nick e Donnie, dado o desfecho do último assalto. Mas, para entender de fato quais são eles, nada melhor do que revisitar o princípio de tudo. Por isso, a 10 dias da estreia da continuação, relembre “Covil de Ladrões” (2018):
Embora COVIL DE LADRÕES 2 seja ambientado na Europa, as vidas de Big Nick e Donnie se cruzam pela primeira vez em Los Angeles, nos Estados Unidos, quando o assalto a um carro-forte dá errado. O esquema, comandado pelo veterano da Marinha Ray Merrimen (Pablo Schreiber), parecia impecável. Mas, quando um dos seus parceiros comete um erro e dá início a um tiroteio com a polícia, o grupo de assaltantes não só causa a morte de muitas pessoas, inclusive de um dos seus aliados, como se torna alvo número um das autoridades.
Como detetive, Big Nick fica encarregado do caso e não demora muito para que descubra o envolvimento de Merrimen, que saiu da prisão há poucos meses. No entanto, não é o faro policial que o leva a essa conclusão. Adepto de métodos, no mínimo, duvidosos, Big Nick sequestra quem achava que era o elo fraco da gangue deMerrimen: Donnie, um bartender que servia de motorista nos roubos.
Desnorteado, Donnie confessa o envolvimento no tiroteio e, na tentativa de se livrar da prisão, revela que Merrimen tem planos ainda mais ambiciosos. O veterano quer realizar um feito que nenhum ladrão jamais conseguiu: invadir o Banco Central e sair com milhões de dólares irrastreáveis.
Com as informações do dedo duro, Big Nick fica confiante que será capaz de impedir Merrimen e seus capangas. No entanto, o policial descobre tarde demais que sua tática foi bem pouco efetiva. Isso porque, enquanto o detetive achava que tinha controle sobre o bartender e recebia informações quentes sobre o bando, era justo o “elo fraco” quem o estava controlando. Donnie, na verdade, era o grande cérebro da operação.
Veja bem, Donnie não mentiu para Big Nick. Na verdade, ciente deque era observado pelo detetive, ele o conduziu para uma armadilha: um assalto a uma pequena agência bancária, com direito a reféns e a ameaças bastante vocais de executá-los. O modus operandi do grupo até soava estranho, mas, no calor do momento, a primeira preocupação do Big Nick era impedir mais mortes e prender Merrimen e seus aliados, e por isso ele agiu com cautela.
Eventualmente, Big Nick entende que tudo não passava de uma distração, enquanto Merrimen executava o plano real. Para seu azar, porém, nesse momento o melhor que podia fazer era impedir que os assaltantes escapassem com todo o dinheiro. Afinal decontas, apesar de todos os riscos e obstáculos, Merriman, Donnie e companhia são bem-sucedidos no roubo ao Banco Central.
É, então, que a sorte parece finalmente sorrir para Big Nick: um engarrafamento prende policiais e bandidos numa mesma rua, criando a emboscada perfeita. Na troca de tiros, o detetive perde companheiros, na mesma medida que faz vítimas do outro lado. É um desfecho amargo, mas pelo menos Big Nick consegue desmontar a gangue e salvar o dinheiro, correto? Não. Acredite, Donnie foi capaz de enganar o policial uma última vez. É assim que o bartender escapa para Londres e leva com ele todo o dinheiro.
Quer dizer, se quiserem trabalhar juntos em COVIL DE LADRÕES 2, Big Nick e Donnie terão que superar a desconfiança, qualquer desejo de vingança e uma boa quantidade de traumas e perdas. Será que eles conseguem?
Com distribuição da Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina, COVIL DE LADRÕES 2 estreia nacionalmente em 30 de janeiro.
Foto divulgação
Sobre a Diamond Films A Diamond Films é a maior distribuidora independente da América Latina. Fundada em 2010, se destaca por distribuir os melhores filmes independentes da indústria cinematográfica. Atualmente, a empresa atua em sete países da América Latina: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Peru e México. No ano de 2016 começou a atuar no mercado europeu, por meio da sua filial na Espanha. No Brasil desde 2013, a Diamond Films distribuiu títulos como “Os Oito Odiados”, “Moonlight – Sob a Luz do Luar”, “Green Book – O Guia”, “Moonfall – Ameaça Lunar”, “No Ritmo do Coração”, “Spencer”, “A Pior Pessoa do Mundo”, “Órfã 2: A Origem”, “One Piece Film Red”, “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”, “Fale Comigo”, “Zona de Interesse”, “Anatomia de Uma Queda” e “Guerra Civil”.
Maior festival de cultura periférica do Brasil, Favela Sounds reúne tendências da música periférica de Norte a Sul do país
O maior festival de música periférica do Brasil chega ao Centro Cultural Banco do Brasil Brasília – CCBB Brasília para uma edição especial no dia 15 de fevereiro de 2025. Favela Sounds foi criado no Distrito Federal em 2016 e acontece habitualmente no Museu Nacional, reunindo multidões em torno de uma programação conhecida por conectar talentos de periferias de todos os cantos do país há sete edições.
O evento acontece entre as 14h do sábado e as 3h do domingo, programando 16 atrações, sendo uma DJ internacional. Entre os nomes a serem anunciados, novas expressões do rap, trap, pagodão baiano, tecnobrega, bregafunk, funk, afrobeat nigeriano e outros estilos que dominam as ruas das periferias de norte a sul do país e os guetos globais ganharão o palco do Favela Sounds; muitos pela primeira vez em Brasília.
Com entrada gratuita, os ingressos estarão disponíveis em breve no site oficial e na bilheteria do CCBB. A edição especial reproduz a energia e essência do festival nos jardins do CCBB, convocando a juventude periférica do DF e oferecendo ônibus gratuito para levar e buscar o público de diferentes RAs rumo ao festival.
Nesta edição, o festival dobrou a quantidade para 20 ônibus. Dois desses veículos farão uma rota ininterrupta entre a Rodoviária do Plano Piloto e o CCBB, do começo ao final do evento, contribuindo para a mobilidade do público que irá de ônibus ou metrô. Os demais ônibus vão e voltam dos endereços mais pedidos pelo público do evento em redes sociais, e demandam inscrição prévia para acesso.
Os shows apresentados no dia 15/02 representam o encerramento de uma maratona de atividades em outras RAs do DF que não o Plano Piloto, como Taguatinga, Ceilândia e Paranoá. Iniciando na segunda-feira (10/02), a programação inclui três debates em instituições públicas de ensino e duas oficinas criativas ministradas em unidades do sistema socioeducativo local. Acontecem, ainda, um laboratório para DJs e produtores musicais, de nome Afrobeat LAB, feito em parceria com o British Council, e uma edição do Favela Talks, conferência criada para fortalecer artistas e negócios criativos das periferias do Distrito Federal.
A edição especial do Favela Sounds no CCBB Brasília é realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura e da Lei de Incentivo à Cultura do Distrito Federal. Realizado pela Produz + e a Um Nome – Agência Criativa, o evento é apresentado e conta com patrocínio master do Banco do Brasil, além do patrocínio da Claro e apoio do British Council e do Instituto SOMA Cidadania Criativa.
SOBRE O FAVELA SOUNDS
Ao longo de sete edições, o Favela Sounds já atraiu mais de 300 mil pessoas à programação realizada gratuitamente no Museu Nacional, e promoveu shows de mais de 150 artistas, conectando talentos brasileiros com nomes de países das Américas, Europa e, principalmente, do continente africano. Voltado à juventude periférica do DF, o evento atrai atenções em todo o país pela originalidade da programação, sendo “um dos 10 melhores festivais brasileiros de 2023” segundo o Uol, e “um exemplo de acessibilidade para os festivais independentes do país”, de acordo com a Folha de S. Paulo.
Além da representatividade musical, Favela Sounds contribui para o desenvolvimento da criatividade periférica de modo geral em outros projetos: através do Favela Talks, ambiente de mercado que aproxima talentos de favelas do DF a referências criativas nacionais; do Favela.doc, série documental que mapeia a música de periferia brasileira, gravada em 2024, em fase de finalização; ou das incursões do festival pelo mundo, apresentando a música de favela do Brasil em eventos na Europa e em África.
SOBRE O CCBB BRASÍLIA
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana.
Desde o final de 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, e desde então vem obtendo a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
A conquista atende à Ação 24 da Agenda 30, que tem por objetivo reforçar a gestão dos programas, iniciativas e práticas ambientais e de ecoeficiência do BB e demonstra o alinhamento do CCBB Brasília a estratégia corporativa do BB, enquanto espaço de difusão cultural que valoriza a diversidade, a acessibilidade, a inclusão e a sustentabilidade porque transformar vidas é parte da nossa cultura.
SERVIÇO – Favela Sounds Edição Especial no CCBB Quando: 15 de fevereiro de 2025, sábado Horário: das 14h às 03h Onde: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília Entrada franca Programação e ingressos em breve. Classificação indicativa: 18 anos. Menores de 18 anos devem estar acompanhados por responsável legal. Mais informações: https://www.instagram.com/favelasounds
CCBB Brasília Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Ed. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF Fone: (61) 3108-7600 E-mail: ccbbdf@bb.com.br Site: https://ccbb.com.br/ Instagram/Facebook: @ccbbbrasilia TikTok: @ccbbcultura
Em cartaz nos dias 31/1, 1 e 2/2 (sexta, sábado e domingo)
Com 25 anos de carreira, o Barbatuques, grupo paulista reconhecido pela maneira única de produzir música corporal e vocal, aterrissa em Brasília para um fim de semana, trazendo na bagagem dois espetáculos e duas oficinas para crianças e adultos. A “Ocupação Barbatuques” toma conta da CAIXA Cultural, de 31/01 a 02/02 (sexta, sábado e domingo).
A temporada tem início na sexta-feira, às 20h, com o Show Barbatuques 25 anos, que será reapresentado no sábado, também às 20h, e no domingo, às 19h. Voltado para o público infantil, o show Tum Pá, terá sessões no sábado, às 16h, e no domingo, às 15h.
“Barbatuques 25 anos” percorre a longa trajetória sonora do Barbatuques, dos ritmos e cantos afro-brasileiros no primeiro disco “O Corpo do Som”, passando pelos experimentalismos vanguardistas de “O Seguinte é Esse”, pelas harmonias e polirritmias ricamente elaboradas de “AYÚ”, chegando ao momento atual com o lançamento frequente de singles, onde a canção também ganha força.
Já o show “Tum Pá”, primeiro espetáculo criado especialmente para as crianças, que completou 10 anos e volta devidamente reformulado para encantar mais ainda a garotada e os adultos também. São bichos, ruídos da cidade, assobios, instrumentos musicais, numa jornada musical criativa que brinca com o corpo da cabeça aos pés. Inclui jogos rítmicos, imitações de sons, cantos e brincadeiras.
OFICINAS:
Para esta temporada na CAIXA Cultural, o Barbatuques oferece ao público quatro oficinas. No sábado, das 10h às 12h, para o público em geral (a partir de 15 anos), e das 10h às 11h30, a Oficina infantil (até 14 anos). Quem não puder no sábado, terá a mesma oportunidade no domingo, nos mesmos horários.
As oficinas Barbatuques acontecem desde 1995, com grupos formados por adultos e crianças, em várias partes do Brasil e no exterior. São indicadas a qualquer pessoa, independentemente da idade e formação, principalmente a quem deseja desenvolver a capacidade rítmica e de improvisação, aprimorar a coordenação motora e conhecer uma forma ampla de “musicalizar-se”.
Sobre o Barbatuques
Grupo paulista de música corporal e vocal. Em sua extensa trajetória, foi muito além dos palcos de mais de 30 países, chegou nas trilhas sonoras do cinema e da publicidade, em jogos, nas pistas de dança em milhares de remixes criados por DJs. Clássicos já consagrados pelo público, como “Baião Destemperado” e “Baianá“, fazem sucesso em todas as plataformas de streaming no mundo, com uso massivo em vídeos de canais como Instagram e TikTok.
A sonoridade do Barbatuques tem uma sobreposição moderna de estilos e estéticas, são canções e “músicas “instrumentais” em ritmos tradicionais ou contemporâneos, como o baião, coco, samba, maracatu, rap, eletrônico, afoxé, funk, carimbó, toré indígena, rock, beatbox, kecak e a música africana. Exploram a fonética, aspectos rítmicos, harmônicos e melódicos do erudito, da tradição popular brasileira ao pop.
A linguagem pioneira desenvolvida pelo grupo contribuiu significativamente para a difusão da música corporal pelo mundo e é referência até hoje. O Barbatuques também mantém atividades em setores distintos como o corporativo e educacional, tornando-se uma significativa ferramenta pedagógica. Recentemente, lançou seu primeiro songbook ‘Barbatuques Volume 1’, com partituras de músicas transcritas e cifradas e um rico material sobre técnicas de música corporal, ferramenta que amplifica o acesso a essa linguagem.
Músicos: André Hosoi, André Venegas, Charles Raszl, Giba Alves, Helô Ribeiro, João Simão, Luciana Cestari, Lu Horta, Mairah Rocha, Marcelo Pretto, Maurício Maas, Renato Epstein, Taís Balieiro.
Músicos: André Hosoi, André Venegas, Giba Alves, Helô Ribeiro, João Simão, Lu Cestari, Mairah Rocha, Maurício Maas, Renato Epstein e Tais Balieiro
Sobre a CAIXA Cultural:
A CAIXA Cultural é um centro cultural que valoriza e promove diversas expressões artísticas. Com uma programação diversificada, oferece ao público a oportunidade de vivenciar e apreciar a arte em suas diferentes manifestações. Através do patrocínio da CAIXA e do Governo Federal, a CAIXA Cultural Brasília fortalece seu compromisso em incentivar e apoiar a cultura local, proporcionando experiências enriquecedoras para todos os públicos.
Depois de bater recordes de público, a exposição das lanternas de seda que virou febre em SP e no RJ abre dia 24 de janeiro na capital federal
Sucesso de público no Rio de Janeiro e em São Paulo, com mais de 100 mil visitantes em cada estado, a exposição imersiva “Luzes da Coreia – Festival de Lanternas Coreanas” chega a Brasília este mês. Depois de bater o recorde de público do MAC – Museu de Arte Contemporânea de Niterói desde a inauguração do espaço projetado por Oscar Niemeyer em 1996, a mostra ocupará o primeiro piso do Shopping Pátio Brasil, convidando o público para um mergulho na milenar cultura coreana.
“Luzes da Coreia – Festival de Lanternas Coreanas” revela uma das mais populares tradições culturais do país, com 1.200 lanternas coloridas de seda que dialogam com elementos cenográficos contemporâneos. O espaço será ocupado por túneis coloridos formados por lanternas de seda originais da cidade de Jinju, que desde 2003 sedia um dos mais tradicionais festivais culturais do país.
A tradição das lanternas de seda começou na 1ª Batalha da Fortaleza de Jinjuseong, durante a Guerra Imjin (1592-1598), entre 3.800 soldados do Exército Suseong (Coreia), que protegiam o castelo, e 20.000 soldados japoneses. Os coreanos usaram a lanterna no Rio Namgang em uma noite escura para avistar os japoneses, impedindo-os de cruzar o rio. Além de tática militar, as lanternas também foram usadas para enviar recados aos familiares fora da fortaleza. Mais tarde, a população da cidade de Jinju começou a lançar lanternas no Rio Namgang para homenagear as almas dos soldados que se sacrificaram, como símbolo de resistência.
No final dos túneis, o público encontra uma enorme lua em 3D, além de instalações, fotos e vídeos da cidade e do Festival Jinju Namgang Yudeung, mostrando a unidade entre a tradição e a contemporaneidade. Além das lanternas, os visitantes poderão conhecer e experimentar os Hanboks, trajes típicos coreanos.A exposição também conta com a presença do mascote de Jinju, a lontra Hamo, de 3 metros de altura.
A tradição deu lugar ao Festival Jinju Namgang Yudeung como um evento de destaque na Coreia, que é conhecido internacionalmente e todo ano reúne mais de 2 milhões de pessoas. A festividade foi designada pelo Ministério da Cultura, Esportes e Turismo como o festival representativo da Coreia e ainda foi selecionada como um festival de luxo global de desenvolvimento da Coreia por 5 anos consecutivos.
A exposição “Luzes da Coreia – Festival de Lanternas Coreanas” foi organizada pelo Centro Cultural Coreano no Brasil, dirigido por Cheul Hong Kim, e pela Prefeitura de Jinju. Realização do Fundo de Envolvimento da Indústria, Comércio e Turismo (FEICOTUR), curadoria da jornalista Ana Cláudia Guimarães, coordenação da NSM Produções e Eventos, projeto e execução HKB. Apoio da Secretaria de Turismo do Distrito Federal.
Símbolo de resistência para o povo coreano desde 1500, as coloridas lanternas de seda atraíram mais de 100 mil pessoas ao MAC Niterói, foto divulgação
SERVIÇO: ‘LUZES DA COREIA – FESTIVAL DE LANTERNAS COREANAS’
Data : 24 de janeiro a 24 de abril
Local: Shopping Pátio Brasil, 1o Piso.
Endereço: SCS QD 06, Asa Sul, Brasília-DF
Horário de visitação: Segunda a sábado, das 10h às 22h; domingos e feriados, das 12h às 20h
A ganhadora do Oscar interpreta a Presidente dos Estados Unidos
O Prime Video anuncia hoje a estreia do filme G20, um thriller de ação estrelado pela vencedora do Oscar Viola Davis, para 10 de abril. Dirigido por Patricia Riggen, o longa acompanha a Presidente dos EUA Danielle Sutton (Davis), que se torna o alvo número um depois que a cúpula do G20 é cercada. Depois de escapar da captura dos agressores, ela precisa ser mais esperta que o inimigo para proteger sua família, defender seu país e salvar os líderes mundiais. O filme estará disponível para transmissão em mais de 240 países e territórios em todo o mundo. G20 será a mais recente adição à assinatura Amazon Prime. Membros Prime no Brasil desfrutam de economia, conveniência e entretenimento, tudo em uma única assinatura.
“Esta é a Viola Davis como você nunca a viu – heroicamente lutando em um filme cheio de emoção”, disse Riggen. “Com G20, eu queria fazer o tipo de filme de ação clássico, do qual sempre fui fã, mas que se baseia nos altos riscos do mundo moderno e tecnologicamente avançado em que vivemos. Espero proporcionar ao público uma experiência cativante do início ao fim.”
Ao lado de Davis, G20 é estrelado por Anthony Anderson como Derek Sutton, Marsai Martin como Serena Sutton, Ramón Rodríguez como o agente Manny Ruiz, Douglas Hodge como Oliver Everett, Elizabeth Marvel como Joanna Worth, Sabrina Impacciatore como Elena Romano, Christopher Farrar como Demetrius Sutton e Antony Starr como Rutledge.
“G20 é um filme de ação de alto risco com muito coração”, disseram os produtores Davis e Julius Tennon. “Ele conta com um elenco fantástico e está enraizado na motivação fundamental que todos nós temos para proteger as pessoas e os lugares que mais importam para nós”, disse o produtor Andrew Lazar.
G20 foi escrito por Caitlin Parrish e Erica Weiss, e Logan Miller e Noah Miller, com história de Logan Miller e Noah Miller. O filme foi produzido por Andrew Lazar, p.g.a., Viola Davis e Julius Tennon. É uma coprodução do Amazon MGM Studios e da MRC, com a Mad Chance Productions e a JuVee Productions também produzindo.
Sobre o Prime Video
O Prime Video é um destino de entretenimento completo que oferece aos clientes uma vasta coleção de programação premium em um único aplicativo disponível em milhares de dispositivos. No Prime Video, os clientes podem encontrar seus filmes, séries, documentários e esportes ao vivo favoritos – incluindo séries e filmes produzidos por Amazon MGM Studios, como Matador de Aluguel, O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder, Fallout, Reacher, The Boys e Uma Ideia de Você; conteúdos licenciados favoritos dos fãs como Supernatural e Todo Mundo Odeia o Chris; esportes ao vivo exclusivos para membros Prime como Copa do Brasil e NBA; e programação de parceiros como Canais Globo, Max, Telecine, Premiere, Universal+, Sony One, Discovery+ e NBA League Pass, entre outros, por meio de assinaturas adicionais.
O Prime Video é apenas um dos muitos benefícios da assinatura Amazon Prime que proporciona economia, conveniência e entretenimento. Todos os clientes, independentemente de terem ou não uma assinatura Amazon Prime, podem alugar ou comprar títulos na Loja Prime Video, incluindo blockbusters como Os Mercenários 4, Homem-Aranha: Através do Aranhaverso, Taylor Swift: The Eras Tour, Meninas Malvadas e Wonka. Os clientes também podem ir aos bastidores de seus filmes e séries favoritos com acesso exclusivo ao X-Ray. Para mais informações, visite https://www.amazon.com/b/?node=2858778011
Sobre a Amazon
A Amazon orienta-se por quatro p
rincípios: obsessão pelo cliente ao invés de foco na concorrência, paixão por invenções, compromisso com excelência operacional e visão de longo prazo. A Amazon se empenha para ser a Empresa Mais Centrada no Cliente do Mundo, a Melhor Empregadora do Mundo, e o Lugar Mais Seguro para se Trabalhar no Mundo. Avaliações de consumidores, compra com 1-Clique, recomendações personalizadas, Prime, Fulfillment by Amazon (Logística da Amazon), AWS, Kindle Direct Publishing, Kindle, Career Choice, Fire tablets, Fire TV, Amazon Echo, Alexa, tecnologia Just Walk Out, Amazon Studios e The Climate Pledge são algumas das ações pioneiras da Amazon. Para mais informações, visite . e siga https://x.com/AmazonNews
Com direção de Brady Corbet, o longa, que recebeu sete indicações e venceu em três delas, deve chegar aos cinemas brasileiros em nova data: 20 de fevereiro
A Universal Pictures acaba de divulgar o trailer oficial de O Brutalista, filme já premiado no Festival de Veneza, em 2024, com o prêmio Leão de Prata, e vencedor do Globo de Ouro em três categorias: Melhor Direção (Brady Corbet), Melhor Ator (Adrien Brody) e Melhor Filme (Drama) – após acumular sete indicações à premiação.
O trailer traz vislumbres sobre a vida do arquiteto visionário László Toth (Adrien Brody), recém-fugido da Europa, que chega aos Estados Unidos em busca de reconstruir sua vida por completo, incluindo seu trabalho e principalmente seu casamento, após uma separação forçada. Sozinho em um novo país, encontrará quem reconheça seu talento para a construção, mas o preço disso pode ser alto.
Já exibido na 48ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, O Brutalista deve chegar aos cinemas brasileiros em 20 de fevereiro.
Sobre o filme: Em fuga da Europa do pós-guerra, o arquiteto visionário László Toth chega à América para reconstruir sua vida, seu trabalho e o casamento com sua esposa Erzsébet, depois da separação forçada durante a guerra por mudanças de fronteiras e regimes. Sozinho em um novo país estranho, László se estabelece na Pensilvânia, onde o rico e proeminente industrial Harrison Lee Van Buren reconhece seu talento para a construção. Mas poder e legado têm um custo muito alto.
A vitória de Fernanda Torres no Globo de Ouro, na categoria Melhor Atriz em Filme de Drama, é um marco para o cinema nacional e para a cultura brasileira. Vinte e cinco anos após Fernanda Montenegro conquistar a estatueta de Melhor Filme em Língua Estrangeira com Central do Brasil, sua filha, Fernanda Torres, brilha na mesma cerimônia. Um momento histórico e emocionante que simboliza a força do talento e da narrativa brasileira no cenário internacional. Certamente, Montenegro deve estar cheia de orgulho, vendo sua filha seguir seus passos e elevar ainda mais o nome do Brasil na dramaturgia mundial.
Como crítico de cinema em anos passados, sempre acreditei no potencial imenso do nosso cinema. Assistir a produções nacionais era uma experiência enriquecedora e, muitas vezes, impactante. Nossa vitória recente no Globo de Ouro é a prova de que não somos insuficientes quando se trata de qualidade e profundidade artística. Apesar dos desafios de financiamento e das dificuldades históricas que o setor enfrenta, o Brasil continua mostrando sua capacidade de contar histórias que ressoam em escala global.
Nos últimos dois anos, vimos um pequeno, mas significativo aumento nos investimentos no setor audiovisual. Isso é promissor, mas ainda há um longo caminho a percorrer. Premiações como essa evidenciam que investir em dramaturgia não é apenas valorizar a arte, mas também preservar a identidade e a memória do país. Espero que este momento inspire maior apoio estatal e privado ao cinema, para que possamos ver mais histórias brasileiras representadas nas grandes telas e premiações mundo afora.
Minha paixão pelo cinema nacional não é apenas como espectador ou crítico; é também como entusiasta e colaborador. Em 2024, tive a honra de idealizar e realizar o Festival Raro de Cinema, o primeiro dedicado exclusivamente a produções sobre doenças raras. Este projeto, que já planeja expandir para outras formas de arte com o nome FestRaro, é um exemplo de como o cinema pode educar, inspirar e transformar. Além disso, estou desenvolvendo um projeto seriado de documentários sobre o tema, que em breve trará novidades. A arte tem um poder único de conectar pessoas e histórias, e estou ansioso para continuar contribuindo com o setor.
Ainda Estou Aqui, o filme que consagrou Fernanda Torres, é mais do que uma produção premiada. Ele nos convida a revisitar uma época sombria da nossa história – a ditadura militar. Com um olhar sensível e uma atuação brilhante, a obra resgata a memória de figuras como Rubens Paiva e Eunice Paiva, reforçando a importância da resistência e da justiça. É um filme doloroso, mas necessário, especialmente em tempos em que a democracia e o Estado de Direito ainda precisam ser defendidos com veemência.
Pela merecida vitória, parabéns Fernanda Torres. Parabéns ao cinema nacional, que continua resistindo, emocionando e transformando. Viva a nossa cultura, viva a nossa história e, acima de tudo, viva o cinema brasileiro!
brasileiro!
Foto divulgação
Sobre o autor:
Guilherme Vicente de Morais é jornalista formado pelo Centro Universitário Icesp, em Brasília, e especialista em comunicação digital e PR. Empresário visionário, é sócio-fundador da Editora Escreva, onde transforma
De 23 a 26 de janeiro, o Projeto Arte na Praça – Paranoá promete movimentar a cidade ao integrar cultura, lazer e economia criativa em um evento projetado para fomentar o turismo de eventos. A iniciativa, que acontece na Praça Central, em parceria entre o Instituto Casa da Vila e a Secretaria de Turismo do Distrito Federal (SETUR-DF), terá como destaques apresentações musicais, uma área gastronômica diversificada e exposição de produtos artesanais.
Segundo os produtores Aline Carvalho, Romerson Martins e Tiago Santos “TG”, o Projeto Arte na Praça busca fortalecer a identidade cultural do Paranoá, promovendo a integração da comunidade local com visitantes de diversas regiões. “O festival tem como objetivo atrair turistas e moradores interessados em experiências culturais enriquecedoras, enquanto estimula o fluxo de visitantes e promove a economia local”, afirma Tiago.
Os produtores destacam ainda que “cada detalhe foi pensado para criar um evento que una diversão e impacto positivo para a comunidade”.
Atrações Principais
Música
A programação musical será um dos grandes destaques do evento, com apresentações de artistas regionais reconhecidos por sua diversidade de estilos e alta qualidade sonora. A cada dia, o público poderá desfrutar de performances vibrantes e imersivas:
Quinta-feira (23/01):
• DJ William Executivo
• BTK 10 Bancas
• Beto Severo e Msid
• Fernando Mangabeira
• Wendel Borges
Sexta-feira (24/01):
• DJ Kaka
• Edmo Nogueira
• Soul Favela Mc’s e Nicácio X
• Sete Meia Um
• Crush Retrô
• Paulo Oliveira
Sábado (25/01):
• DJ Diego Santos
• Resiliência
• Carol Bastos
• Diga How
• Gotham
• Markin Almeida
• Diego Mel
Domingo (26/01):
• DJ Chikão
• Yure Araújo
• Real Samba
• Alan Victor
• Som A+
• Marcus Silva
Gastronomia
Uma ampla área gastronômica será dedicada a delícias culinárias, com estandes que oferecerão opções para diferentes gostos e preferências. A proposta, segundo Aline, é fazer do evento um destino ideal para apreciadores da boa comida e para aqueles que buscam explorar a riqueza gastronômica da região.
Artesanato
O evento também dará espaço à economia criativa com uma exposição de produtos artesanais. Os visitantes terão a oportunidade de adquirir peças únicas e originais, valorizando o trabalho de artesãos locais e tornando o festival uma experiência completa e memorável.
Aline lembra ainda que o projeto reforça o papel do Paranoá como um polo cultural e turístico, contribuindo diretamente para a economia local. “Ao atrair turistas e moradores, o evento movimenta setores como gastronomia, artesanato e música, além de consolidar a cidade como um destino atrativo para o turismo de eventos”, explica.
Parceria e Organização
Realizado pelo Instituto Casa da Vila em parceria com a Secretaria de Turismo do Distrito Federal (SETUR-DF), o projeto representa um modelo de integração entre cultura, lazer e desenvolvimento econômico.
Na última noite de 26 de novembro de 2024 a Academia Internacional de Cultura realizou um evento na Câmara Legislativa do DF. Tomaram posse 3 novas acadêmicas, Cleuza Brandão – cineasta e roteirista, Hiromi Takano- Psicóloga artista e escritora, e Isabel Barbosa- Empresária e escritora.
A Presidente da Academia Internacional de Cultura, e responsável pela produção do evento Shirley Pontes ressaltou a importância deste evento que se propõe a homenagear pessoas que fazem contribuições relevantes à sociedade por meio de seu trabalho e desempenho profissional e também, da alegria de realizar a VI Mostra coletiva de artistas da AIC.
Como atração musical, a Jovem Violonista Valentina Magalhães apresentou a peça Primavera de Vivaldi e encantou a todos.
Na sequência receberam homenagens:
Artes visuais: o artista Lourenço de Bem
Ciências: Dr. Rodrigo Souza Lima cirurgião de coluna,
Jornalismo: Sr. Pedro Paulo Moreira do Veículo “The Guide”
Literatura: a arquiteta e escritora Quélvia Heringer
Literatura: a psicóloga e escritora Dra. Rosa Graciela
Música: a violinista Káthia Pinheiro
Personalidade Pública: Ilda Peliz
Relações Internacionais: Embaixador da Hungria, Sr Miklós Halmai
E para completar a noite especial todos foram para o Foyer da CLDF onde aconteceu a abertura da VI Mostra de Arte e Literatura a exposição teve a curadoria de Socorro Mota e mais de 70 obras, das quais muitas premiadas internacionalmente. E para completar o encanto dessa noite, a violinista Katia Pinheiro acompanhada de PC Souza, tocaram para os presentes em clima de celebração. Uma noite memorável para todos que participaram.
Foto divulgação
A Academia Internacional de Cultura – AIC, é uma associação sem fins lucrativos, de direito privado, com 27 anos de atividades e tem como missão congregar intelectuais do Brasil e de outros países nas áreas de artes, letras, música, ciências, filosofia, e Relações internacionais, promove o intercâmbio cultural, com vistas à paz e união entre os povos.
Festival celebra uma década em prol da descentralização da cultura em evento gratuito com música, teatro e diversidade
Neste sábado, 28 de dezembro, as dependências da Casa do Cantador serão palco da 10ª Edição da Feira Cultural de Ceilândia, projeto que se consolidou como um dos principais eventos culturais da agenda do Distrito Federal. Com fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec), a celebração envolve artistas da cultura popular da cidade, exposições de produtores locais da economia criativa e conta com a presença do cantor e compositor Flávio Venturini como atração nacional. A ação é proveniente do projeto Cultura Para Todos, que fomenta ações socioculturais para a população do DF.
A Feira Cultural de Ceilândia nasceu com o propósito de destacar o valor da cultura no contrafluxo, oferecendo shows de alta qualidade de forma gratuita. Com 53 anos de história, Ceilândia é referência na cultura nordestina no DF, e o evento busca unir os ceilandenses em toda a sua diversidade musical, com ritmos que vão desde MPB, HIP-HOP, Samba, Forró até Teatro de Mamulengo.
Flávio Venturini na Casa do Cantador
Flávio Venturini será a grande atração da Feira Cultural de Ceilândia, que acontecerá na Casa do Cantador. O evento promete reunir amantes da música e da cultura em uma noite especial, celebrando a diversidade artística do Brasil. Venturini apresentará um repertório que transita por seus grandes sucessos, proporcionando ao público momentos de nostalgia e emoção.
Flávio Venturini é um dos nomes mais emblemáticos da música popular brasileira, com uma carreira marcada por sucessos que mesclam poesia, melodia e sensibilidade. Integrante do movimento Clube da Esquina, Venturini fez história como membro das bandas O Terço e 14 Bis, além de consolidar sua carreira solo com clássicos como Todo Azul do Mar, Nascente e Planeta Sonho. Sua obra, marcada por influências do rock progressivo, MPB e música clássica, é reconhecida por sua originalidade e profundidade, conquistando gerações de fãs e deixando um legado inigualável na música brasileira.
Com expositores de diversos segmentos como moda, arte, gastronomia e artesanato, a programação cultural promete entreter o público a partir das 16h com um line-up diversificado, para todos os gostos e idades. Entre os destaques estão apresentações de Mamulengo Fuzuê, Caco de Cuia, Paulo Araújo, DJ Cazuza, Som de Classe, Fuá de Paula, Fuzuê Candango, e Flávio Venturini fechando a noite como atração principal.
À frente da ação, a produtora cultural Rosângela Dantas celebra o sucesso do projeto: “Estamos muito entusiasmados em realizar a 10ª edição da Feira Cultural de Ceilândia. Esta ação é uma celebração da diversidade cultural presente em nossa cidade, e a cada edição buscamos superar as expectativas, proporcionando experiências únicas para todos os participantes. Acreditamos que a cultura é um pilar fundamental para o desenvolvimento de uma comunidade, e a Feira Cultural é uma maneira de destacar e fortalecer a identidade plural de Ceilândia.”
Além de celebrar a riqueza da música brasileira que norteia as raízes culturais de Ceilândia, a feira também se destaca por ter um olhar cuidadoso em relação a questões significativas. O evento se preocupa com a acessibilidade, contando com intérpretes de libras, estrutura para pessoas com deficiência, além de audiodescrição ao vivo para atender a diversidade de públicos. A Feira Cultural é idealizada por Neci Araújo e Rosângela Dantas com realização da Artecei Produções Artísticas e Culturais, comprometida em promover a cultura e as artes no Distrito Federal.
Foto divulgação
Serviço: Feira Cultural de Ceilândia – 10ª Edição Evento Gratuito Data: 28 de dezembro Hora: 16h Local: Casa do Cantador – Ceilândia
Programação:
16h: Mamulengo Fuzuê 17h: Som de Classe 18h: Fuá de Paula 19h: Fuzuê Candango 20h: Caco de Cuia 21h: Paulo Araújo 22h: Flávio Venturini DJ Cazuza: intervalos Instagram: @casadocantadoroficial @arteceiproducoes
Na noite deste sábado (21), a sala Martins Pena viveu um momento histórico com a apresentação de Almir Sater, que trouxe ao palco toda a magia de sua música. Com o tema “O Recomeço”, não apenas inaugurou uma nova fase para o Teatro Nacional, mas também ofereceu ao público uma noite cultural inesquecível. O secretário de Cultura do DF, Cláudio Abrantes, celebrou o momento com entusiasmo. “Estou extremamente feliz com tudo o que está acontecendo. Essa alegria e satisfação nos enche de otimismo e reforça a certeza de que o teatro será amplamente valorizado e bem utilizado. Esta é a verdadeiro casa da cultura brasileira”, destacou.
Os acordes da viola caipira de Almir Sater ressoaram na sala completamente lotada, preenchendo o ambiente com músicas que atravessam gerações. Clássicos como Tocando em Frente e Chalana emocionaram o público. Almir Sater falou da satisfação em fazer um show num momento tão especial para o Teatro Nacional. “Me sinto honrado em reinaugurar o teatro. Numa casa de arte, numa casa de emoção. O show de hoje foi emocionante, o público estava feliz. Esse foi o último show do ano. Encerramos o ano com teatro de ouro”, declarou.
O subsecretário de Cultura do DF, Felipe Ramón, destacou a importância da presença da população no Teatro Nacional. “Hoje é um dia especial porque é um dia aberto ao público, de entrada gratuita. Os ingressos esgotaram em questão de segundos, isso prova que o povo que ver o Almir Sater mas também quer muito vir ao Teatro Nacional”, afirmou.
O evento gratuito reforçou o compromisso do Teatro Nacional Claudio Santoro em democratizar o acesso à cultura, acolhendo pessoas de todas as idades e perfis. Um exemplo disso é a senhora Domingas Cardoso do Santos, que trabalhou por mais de três décadas como camareira no Teatro Nacional. Hoje, aos 77 anos, ela sentou na primeira fileira da sala Martins Pena e falou dos momentos marcantes que viveu por tantos anos. “É uma emoção muito grande estar aqui de novo. Conheci muitos artistas, como Fernanda Montenegro, Almir Sater, entre outros. Foram mais de 30 anos da minha vida dedicados ao Teatro Nacional”, relembrou.
Almir Sater, créditos: T2 Comunicação, Vídeo e Produções
“O Recomeço” não foi apenas o título do evento, mas também o sentimento de todo o público . A noite de sábado ficará marcada como um ponto de partida para uma nova era do Teatro Nacional, que promete continuar oferecendo momentos mágicos e inesquecíveis a todos.
Uma das mais importantes salas do Teatro Nacional Claudio Santoro passa a contar com 480 lugares, além de melhorias para espectadores com necessidades especiais. A Secretaria de Cultura preparou ampla programação de shows
Por Geovana Albuquerque, Agência Brasília
Fechada há uma década, a sala Martins Pena, do Teatro Nacional Claudio Santoro — um dos principais espaços artísticos da capital federal — volta a receber o público hoje. Localizado em um patrimônio cultural nacional — onde se apresentaram artistas de renome, como os atores Fernanda Montenegro e Paulo Autran, o corpo de balé Bolshoi e os irmãos cantores Maria Bethânia e Caetano Veloso — o recinto será reinaugurado com uma apresentação da Orquestra Sinfônica de Brasília, exclusiva a convidados. Essa será a primeira atividade da programação preparada para, pelos próximos dias, matar a saudade dos apreciadores das artes cênicas.
A reabertura é um marco para a área cultural de Brasília, setor que ainda tenta se reerguer das consequências da pandemia. Com o fechamento de pontos considerados relevantes, na região, para apresentações musicais e teatrais, que devido aos impactos econômicos negativos da Covid 19 não puderam seguir em funcionamento, como o Calaf, voltar a cruzar as portas do Teatro Nacional é uma vitória para os moradores da cidade.
“Trazer de volta a Sala Martins Pena é resgatar a identidade cultural da capital e reafirmar a importância da cultura como ferramenta de transformação, pertencimento e desenvolvimento. Estamos avançando, com o olhar voltado para o futuro, mas com o respeito que nossa história e nossos artistas merecem”, disse ao Correio a vice-governadora Celina Leão (PP).
“Ver a Orquestra Sinfônica retornando à sua casa é um presente não só para os músicos, mas para todos nós brasilienses, que temos o privilégio de viver em uma cidade que respira cultura e arte. Esse é apenas o começo de um movimento maior que fará do Teatro Nacional um espaço ainda mais grandioso e acessível para a população. É a cultura pulsando novamente em Brasília”, completou a progressista, à reportagem.
O debut da Martins Pena — que incialmente contava com 407 lugares e é adornada por um imponente painel de Athos Bulcão — se deu em 1966. E foi por ela que começou, há dois anos, uma ampla reforma do Teatro Nacional.
Após o evento de hoje, na sexta-feira, a Orquestra Sinfônica, voltará ao mesmo palco, que compartilhará com a dupla sertaneja Chitãozinho e Xororó no show Novo Ato, exclusivo para convidados. Para os dias seguintes, quem acessar o site Sympla terá à disposição várias atrações com ingressos gratuitos.
No sábado, será o show do músico Almir Sater. No dia seguinte, a Companhia de Comédia Melhores do Mundo, do DF, mostrará o brilho da prata da casa com o espetáculo Tela Plana. Na segunda-feira será a vez da banda brasiliense de punk rock Plebe Rude e convidados dela mostrarem porque a cidade projetada por Lucio Costa é também considerada a capital nacional desse gênero musical desde os anos 1980.
Reforma
O Teatro Nacional Claudio Santoro teve de ser fechado, há 10 anos, após haverem sido constatadas várias irregularidades que comprometiam a segurança dos frequentados. A reforma, contudo, por uma série de contratempos, só pôde ser iniciada em 2022. Esse projeto foi dividido em quatro etapas, sendo que a primeira estava focada na Martins Pena.
Os trabalhos na sala tiveram como objetivo adequá-la às normas de proteção do público, de acordo com o estabelecido por regras de engenharia e do Corpo de Bombeiros, além de deixá-la acessível e confortável a pessoas com deficiência. Com essa ação, a sala ganhou mais 73 poltronas, e passou, agora, a ter 480 lugares, todos com material anti chamas. Outra medida foi a abertura de duas saídas com rotas de fuga para evacuação rápida do público. Todas essas providências exigiram um investimento de R$ 70 milhões do Governo do Distrito Federal.
A renovação do espaço, contudo, enfrentou um desafio: manter as características originais, em atenção à preservação do patrimônio arquitetônico.
As salas Villa-Lobos e Alberto Nepomuceno, além do Espaço Dercy Gonçalves e o anexo do Teatro Nacional, também serão comtemplados em etapas subsequentes, para as que serão destinados R$ 300 milhões de reais.
A Villa-Lobos, a principal do teatro e sede da Orquestra Sinfônica, tem capacidade para 1.407 pessoas. Para ela uma atenção especial será dada: melhorar sua acústica, que sempre foi uma queixa em relação ao local.
Quem era Martins Pena?
Martins Pena foi dramaturgo brasileiro, nascido em 1815, no Rio de Janeiro. Após se formar em Comércio, em 1835, entrou na Academia de Belas Artes. Lá, teve contato com professores estrangeiros com os quais aprendeu outros idiomas, o que abriu caminho para ele ingressar na vida diplomática. Pena trabalhou no Ministério dos Negócios Estrangeiros e foi integrante da embaixada do Brasil em Londres.
O fluminense recebeu o título de fundador da comédia de costumes, reconhecimento às dezenas de peças teatrais que escreveu. Ele é patrono número 29 da Academia Brasileira de Letras, honraria concedida, após sua morte, e dada pelo fundador da instituição, Artur Azevedo, devido a sua influência e relevante trabalho pela dramaturgia brasileira.
Por Pedro Ibarra, Mariana Reginato e Pablo Giovanni
Última semana para aproveitar a 21ª Mostra do Filme Livre, que inclui sessões para a garotada e a tradicional Cabine Livre
A maior mostra de cinema do Brasil focada na produção independente é cria do CCBB! A MFL, em cartaz no CCBB Brasília até domingo, 22 de dezembro, oferece ao público a rara chance de ver a potência e a criatividade do cinema livre produzido no país. O ingresso é gratuito, mediante a retirada no site e na bilheteria física do CCBB. Depois da capital federal, a MFL segue, ainda, para o CCBBs do Rio de Janeiro e São Paulo.
A MFL em Brasília apresenta este ano 130 filmes entre curtas, médias e longas-metragens, de todos os gêneros, formatos e regiões do Brasil. As sessões, tradicionalmente, destacam o melhor da produção nacional, a exemplo de Autorias, com filmes de artistas renomados na MFL. Já a Territórios, também destaque no fim de semana, abre espaço para lugares de fala e pertencimentos.
Sessão Matinal para a garotada! – Por fim, a querida Mostrinha Livre, inclui a garotada com filmes para crianças de várias idades. Sessões acessíveis também estão programadas. Serão duas sessões infantis no fim de semana, sábado e domingo, sempre às 11h.
De sexta a domingo, o cinema mais radical com todo o seu experimentalismo também tem seu canal na Mostra do Filme Livre, mais precisamente na Cabine Livre, espaço montado no CCBB, onde essa produção é exibida em looping, das 15h às 19h.
PRODUÇÃO DO DF – Nesta última semana há destaque também para a produção do Distrito Federal. Da cena local, duas produções serão apresentadas no sábado: Lagoa do Nado, de Arthur B. Senra, que será exibido na sessão Territórios 4, no sábado, às 13h, e Caravana da Coragem, de Pedro B. Garcia, incluído na sessão Autorias 2, às 19h.
“O cinema brasileiro em geral tenta voltar aos patamares de produção e difusão pré-pandemia e a MFL se junta a centenas de mostras, festivais e cineclubes para preencher uma grande e histórica lacuna audiovisual, a da exibição, quase sempre deixada de lado em detrimento à produção. O resultado são milhares de filmes feitos por ano no país, que depois enfrentam dificuldades de serem vistos pelo grande público além da internet. Nossa missão é ajudar na valorização e reconhecimento do cinema mais original e potente que temos, o cinema livre, independente, possível.” Guilherme Whitaker
Todo o evento é gratuito. A programação completa, fotos, trailers e informações de todos os filmes estão em https://mostralivre.com/
A MFL é dedicada à memória do cineasta Silvio Lanna (1944/2024).
Acessibilidade
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.
A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van.
Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van:
Biblioteca Nacional – CCBB: 12h, 14h, 16h, 18h e 20h
CCBB – Biblioteca Nacional: 13h, 15h, 17h, 19h e 21h
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana.
Desde o final de 2022, o CCBB Brasília, se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, sendo que no ano de 2023, obtivemos a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Exumacao da arte
Serviço:
21ª MOSTRA DO FILME LIVRE
Patrocínio: Banco do Brasil
Curadoria: Guilherme Whitaker,Scheilla Franca e Gabriel Sanna
A retirada será pelo Sympla, sendo possível um ingresso por CPF
Marcando a reabertura da Sala Martins Pena, do Teatro Nacional Nacional Claudio Santoro, após dez anos fechado para reformas. O Governo do Distrito Federal irá realizar diversas atrações e shows de artistas da música brasileira que marcarão a reabertura de um espaço tão fundamental para a história construída na Esplanada dos Ministérios. E nesta quinta-feira (19), já estará disponível para retirada os ingressos para o público geral desfrutar do monumento que vem para fomentar a acessibilidade cultural em BSB.
Com show do icônico Almir Sater, que terá as cortesias liberadas para retirada do público nesta quinta-feira (a partir das 00hrs). O evento ainda contará com apresentações da Cia Os Melhores do Mundo, Agrupação Teatral Amacaca e a banda brasiliense Plebe Rude. A retirada poderá ser feita sempre um dia antes da apresentação, sendo possível apenas solicitar apenas um ticket por CPF, pelo Sympla https://www.sympla.com.br/
Confira a programação
Quarta (18): Sinfonia do Concreto 19h – Espetáculo da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro para operários que trabalharam na reconstrução da Sala Martins Pena (exclusivo para convidados)
Sexta (20): O Novo Ato 19h – Abertura 20h – Orquestra Sinfônica de Brasília com Chitãozinho e Xororó (exclusivo para convidados)
Sábado (21): O Recomeço 19h30 – Show de Almir Sater (ingressos disponíveis na quinta-feira, 19)
Domingo (22): De Volta aos Palcos 11h – Teatro infantil – Saltimbancos 17h – Os Melhores do Mundo – TelaPlana 19h30 – Os Melhores do Mundo – TelaPlana (ingressos disponíveis no sábado)
Dia 23: Hoje é Dia de Rock 20h – Apresentação da banda brasiliense Plebe Rude (ingressos disponíveis no domingo, 22)
Dia 26: Dia da Dança 18h30 às 21h. A dança contemporânea, a dança urbana, a dança brincante e o tradicional balé marcam presença na reabertura da Martins Pena para emocionar o público. (ingressos disponíveis no segunda, 23)
A contagem regressiva para o Capital Moto Week 2025 começa com uma grande novidade: a banda canadense MAGIC! é a primeira atração confirmada no line-up do maior festival de motos e rock da América Latina. Conhecida pelos hits “Rude”, “No Way No” e “Lay You Down Easy”, que conquistaram milhões de fãs ao redor do planeta, a banda traz sua combinação de pop, rock e reggae, prometendo embalar o público em um dos momentos mais aguardados do festival. A edição de 2025 acontecerá de 24 de julho a 2 de agosto, no Parque Granja do Torto, em Brasília.
O festival, que atrai mais de 800 mil pessoas e 300 mil motos de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². No mês de janeiro, o Capital Moto Week abrirá pré-venda limitada, exclusivamente para o show do dia 1 de agosto (sexta-feira) na categoria Ingresso de Pedestre.
Ao revelar a atração internacional MAGIC! como o primeiro anúncio do line-up, o Capital Moto Week reafirma sua posição como festival de alcance global, trazendo artistas que conectam diferentes estilos musicais e culturas. A banda canadense, formada por Nasri Atweh (vocal), Mark Pellizzer (guitarra), Ben Spivak (baixo) e Alex Tanas (bateria), será uma das estrelas do palco principal, que ano após ano se destaca por receber ícones da música nacional e internacional.
“É um grande prazer anunciar a MAGIC! como a primeira atração do Capital Moto Week 2025. Este é apenas o início do que será uma edição histórica. Queremos surpreender o público e elevar ainda mais o nível do festival”, afirma Pedro Franco, CEO do Capital Moto Week
Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. Com ampla infraestrutura, o Capital Moto Week está preparado para receber o público com conforto, segurança e experiências inesquecíveis. O festival é muito mais do que um ponto de encontro para motociclistas: é uma celebração da música, da liberdade e do espírito aventureiro que conecta gerações.
Sobre o CMW 2024 O Capital Moto Week encerrou a edição 2024 com a participação de mais de 792 mil pessoas e 342 mil motos, que transformaram o Parque de Exposições da Granja do Torto, em Brasília, numa verdadeira Cidade da Moto. Os headliners incluíram Raimundos, CPM 22, Humberto Gessinger, Massacration, Sepultura, Detonautas, Call The Police, Fernanda Abreu e Blitz. Historicamente, 40% do público é composto por turistas brasileiros e de países vizinhos.
O CMW prova, cada vez mais, ser uma poderosa plataforma de negócios: em 2024, conectou grandes marcas e players do Brasil e do mundo a um público apaixonado e qualificado por meio de múltiplas experiências, ativações, música e entretenimento de alta qualidade. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero (Zero Waste Alliance), zera emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva.
Foto divulgação
SERVIÇO Capital Moto Week 2025 Data: 24 de julho a 02 de agosto de 2025 Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek Email: imprensa@capitalmotoweek.com.br Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br
“Novocaine: À Prova de Dor” acaba de ter seu primeiro trailer divulgado pela Paramount Pictures. O filme estrelado por Jack Quaid, conhecido por seu papel na série “The Boys”, chega aos cinemas brasileiros em 13 de março de 2025. Também foi revelado o primeiro pôster da produção.
A prévia já havia sido exibida com exclusividade ao público brasileiro durante a CCXP24, que aconteceu em São Paulo entre 4 e 8 de dezembro. Além do trailer, também foi exibida uma entrevista entre Marcelo Forlani e Quaid na qual o ator comentou como foram as gravações do longa e como foi trabalhar com os outros nomes do elenco como Amber Midthunder (Avatar: O Último Mestre do Ar), Ray Nicholson (Sorria 2) e Jacob Batalon (Homem-Aranha: De Volta ao Lar).
“Novocaine: À Prova de Dor” conta a história de Nathan Caine (Jack Quaid), um homem que possui uma condição rara que faz com que ele não sinta dor. Quando a garota dos seus sonhos (Amber Midthunder) é sequestrada, Nathan transforma sua incapacidade de sentir dor em uma vantagem inesperada na luta para resgatá-la. Betty Gabriel, Matt Walsh, Lou Beatty Jr., Van Hengst e Conrad Kemp completam o elenco.
Distribuído pela Paramount Pictures, o filme tem direção de Dan Berk e Robert Olsen. O roteiro é assinado por Lars Jacobson, conhecido por “Dia dos Mortos” (2017) e “Herança Maldita” (2008).
Novocaine: À Prova de Dor – 13 de março nos cinemas
Segundo Queiroz, “Faces da Terra” conta a história do Brasil a partir da chegada dos europeus até os dias atuais, por um ponto de vista nordestino. “É um passeio pelo Nordeste dos últimos 500 anos, ou seja, temos o encontro dos europeus com os indígenas, a chegada dos povos negros vindos da África a partir do processo de escravidão no país, o surgimento da figura do retirante que foge da seca para o sul, o momento mais contemporâneo, mostrando que ao invés de explorar o Sistema Solar e o cosmos todo, o que realmente precisamos é olhar com mais atenção para a própria humanidade. É uma linha do tempo que traçamos para, no fundo, falar sobre equidade”, explica o diretor.
Considerado um dos principais festivais de curtas-metragens do país, o evento retorna a edição presencial no icônico Cine Brasília. Programação segue até domingo (15/12), com mais de 50 horas de ações
De 12 a 15 de dezembro, o Distrito Federal se tornará o pólo das produções de curta-metragens brasileiros, com a décima segunda edição do Festival Curta Brasília, no Cine Brasília. Realizado anualmente pela Sétima Cinema, o Festival premia os melhores curtas e videoclipes produzidos a partir de janeiro de 2023, em duas categorias: Mostra Nacional de curtas-metragens e Mostra Decibéis de videoclipes.
Com uma extensa e diversificada programação, o festival tem uma proposta inovadora e de qualidade unindo cinema, tecnologia, música, entre outras artes, se destacando como uma experiência única entre público, obras e artistas. Durante quatro dias, o evento integra mostras de curta-metragens nacionais e internacionais, espaço dedicado a experiências em realidade virtual, workshops, oficinas, mercado de economia criativa, intervenções e performances artísticas.
Homenageando um grande e querido parceiro do Curta Brasília desde sua criação, o curta-metragem de abertura do Festival é uma produção inédita, um recorte da última entrevista do cineasta em vida. Marcia Zarur dirigiu “Vladimir Carvalho – Cinema e Memória” , filme que será exibido na quinta-feira (12) às 18h30.
Parceira do Festival Curta Brasília desde 2016, a artista brasiliense Gabriela Bilá volta ao Curta Brasília assinando a identidade visual do Festival, pautada sobre o T empo com referências latinoamericanas para a construção dessa identidade.
Recorde de inscrições Neste ano, o Festival Curta Brasília recebeu a inscrição de 1.153 produções, cuidadosamente analisadas pelas comissões de curadoria, sob coordenação de Arthur B. Senra, destes, a curadoria da Mostra Nacional selecionou 30 produções que vão concorrer na Mostra Nacional de Curta-metragem. Já para a Mostra Decibéis de Videoclipes, a curadoria, formada por André Gonzales e Marina Lima, selecionou 19 produções para a categoria.
Mostra Internacional Parceira do Festival desde 2016, a Embaixada da Espanha se destaca na programação desse ano. A convite da Embaixada, a banda “Pa’bailar de Buenas” abre a programação do Curta Brasília na quinta (12), a partir das 17h. Já no domingo (15), o festival abre as portas para o público na Mostra Espanha em Curtas, com quatro curtas espanhóis selecionados através da curadoria de Juan Montiel Rozas, que estará presente no Festival para um bate-papo sobre “Espanha no Setor Audiovisual Atual”, logo depois da mostra de cinema e dentro da sala do Cine Brasília. Ele dará um panorama e posicionamento para apoios financeiros para cooperação e intercâmbio cultural.
Experiências em realidade virtual
A Mostra CVR de Realidade Virtual vai acontecer de 12 a 15 de dezembro, diariamente das 18h às 22h. Pioneiro em trazer cinema de realidade virtual para Brasília, o Curta Brasília conta com um espaço dedicado a filmes imersivos desde 2016. Nesse ano, a Mostra CVR conta com mais 15 experiências para o público assistir e interagir, de países como Austrália, Bélgica, Brasil, Bolívia, Chile, Colômbia, Estados Unidos, França, Holanda e Peru. Por meio da realidade virtual e conectado ao tema desta edição, o público poderá viajar no tempo com um projeto digital que reúne a vida e as obras de Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, maior mestre do barroco-rococó das Américas.
Programação infantil No domingo (15) a tradicional Mostra Infantil Calanguinho abre as portas para as famílias a partir das 10h, com uma programação de filmes e videoclipes voltada para as crianças. Com apresentação do palhaço Ximbica, a Mostra conta com videoclipes, animações, ficções que dialogam com o público infantil, que será convidado para subir ao palco do Cine Brasília e votar na melhor história!
Confira a programação geral
12 de dezembro (quinta-feira) 17h: Happy Hour de abertura com Banda Pa `Bailar de Buenas 18h30: Início 19h00: Filme Vladimir Carvalho – Cinema e Memória 19h30: Mostra Nacional de Curtas-metragens – Programa 1 21h30: Mostra Nacional de Curtas-metragens – Programa 2
13 de dezembro (sexta-feira) 14h: Oficina – Cinema, Realidade Virtual e Possíveis Futuros do Audiovisual (Sesc 504 sul) 15h: Mostra AudioCine (Sesc 504 sul) 17h: Mostra Futuro-Passado, Presente – parte 1 17h: Debate: Roda de Conversa Mulheres do Cinema 18h30: Lançamento do Livro “Águas Correntes – Mulheres no Audiovisual do Centro-Oeste” 19h: Mostra Nacional de Curtas-metragens – Programa 3 21h: Mostra Nacional de Curtas-metragens – Programa 4
23h: Cine T ormenta
14 de dezembro (sábado)
10h: Mostra Surdocine + Debate 15h: Mostra Futuro-Passado, Presente (parte 2) 17h: Mostra T esourinha 19h: Mostra Nacional de Curtas-metragens – Programa 5 21h: Mostra Nacional de Curtas-metragens – Programa 6 23h: Decibéis
15 de dezembro (domingo) 10h: Mostra infantil Calanguinho 11h: Debate: Uma Cerveja Antes do Almoço 15h: Mostra Curta-me Mucho 17h: Mostra Espanha em Curtas + Palestra Juan Montiel 19h: Mostra Provocações 21h: Cerimônia de premiação (hall do cinema)
Premiação
O Festival Curta Brasília, por meio do Júri Oficial e do Júri Popular, concederá aos filmes vencedores o “Troféu CURTA BRASÍLIA” , além do prêmio em dinheiro, nas seguintes categorias:
● Prêmio do Júri Oficial para o melhor curta-metragem da Mostra Nacional de Curtas: R$ 6.500,00 (seis mil e quinhentos reais); ● Prêmio do Júri Popular para o melhor curta-metragem da Mostra Nacional de Curtas: R$ 6.500,00 (seis mil e quinhentos reais); ● Prêmio do Júri Oficial para o melhor videoclipe na Mostra Decibéis de Videoclipes: R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais); ● Prêmio do Júri Popular para o melhor videoclipe na Mostra Decibéis de Videoclipes: R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais); ● Prêmio do Júri Popular infantil para o melhor curta-metragem da Mostra Calanguinho: R$1.500,00 (mil e quinhentos reais). O Festival Curta Brasília, por meio do Júri Oficial, concederá o “Troféu CURTA BRASÍLIA” , sem prêmio em dinheiro, para os filmes premiados nas seguintes categorias: ● Melhor Direção; ● Melhor Roteiro; ● Melhor Fotografia; ● Melhor Atuação; ● Melhor Montagem; ● Melhor Som; ● Melhor Direção de Arte. Para mais informações, acesso às redes ou o site do Festival: https://www.curtabrasilia.com.br e @festcurtabrasilia no Instagram
Este projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal. O Festival Curta Brasília é uma realização da empresa Sétima Cinema. Apoio Cultural: Sesc/DF e Embaixada da Espanha no Brasil. Apoio local: Like Ü Hotel. Parceria local: Senado Federal. Apoio: Limonada Project, Bar Beirute, Galeteria 108 Sul, Bar Raízes. Parceria: Cine Brasília, Box Cultural e Secretaria de Cultura e Economia Criativa/GDF .
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Serviço 12° edição do Festival Curta Brasília Onde: Cine Brasília (106/107 Sul) Quando: 12 a 15 de dezembro Entrada franca
O Capital Gamer 2024 busca fomentar o mercado tecnológico local e aproximar o público das novidades do setor. Além de muita diversão, o evento também impulsiona a economia criativa e o turismo na capital.
O evento traz uma série de atividades que prometem agradar tanto os gamers mais experientes quanto os curiosos pelo universo digital. Entre os destaques estão: Sérgio Sacani, criador do canal Space Today e referência na divulgação científica. Sacani comandará um bate-papo exclusivo sobre ciência, tecnologia e exploração espacial, integrando ciência e cultura geek em um só espaço. Outra personalidade que marcará presença será o Muca Muriçoca, um dos influenciadores mais queridos do Brasil, conhecido por sua interação leve e humor irreverente com o público. Além disso, a arena contará com estações gratuitas para o público aproveitar os games mais famosos do momento. Os participantes também poderão se inscrever em competições especiais, como:
Arena Gamer: espaço interativo com competições de grandes títulos como FC 25, Valorant, Free Fire e Just Dance 25.
Feira Geek: produtos exclusivos e novidades do universo pop e geek.
Rodas de Conversa: painéis com influenciadores, especialistas e personalidades do cenário geek e gamer.
Campeonato de Cosplay: um show de criatividade e interpretação com personagens icônicos.
Podcast Ao Vivo: conteúdo especial gravado diretamente do evento.
Uma área especial será dedicada a expositores do universo pop e geek. Produtos exclusivos, colecionáveis e novidades do mercado estarão disponíveis para compra. Os fãs terão a chance de participar de gravações ao vivo de podcasts, além de rodas de conversa com influenciadores e especialistas em cultura geek, games e tecnologia.
O evento conta com o apoio de marcas de destaque, como Monster Energy, além do patrocínio da Caixa Econômica Federal, que reforça o compromisso de apoiar iniciativas que promovem a inclusão, tecnologia e criatividade.
Serviço:
Capital Gamer 2024 Data: 13, 14 e 15 de dezembro de 2024 Horário: Das 14h às 20h Local: Pátio Brasil Shopping Entrada: Gratuita, mediante doação de 1 kg de alimento não perecível Ingressos: Disponíveis na plataforma Sympla Mais informações: @capitalgameroficial
Após o encerramento das inscrições para o Oscar de melhor filme internacional, doze filmes brasileiros estão pré-classificados para apreciação da comissão julgadora, formada por 21 membros da Academia Brasileira de Cinema, eleitos pelos sócios acadêmicos e mais quatro integrantes escolhidos pela academia, entre cineastas e especialistas do audiovisual nacional. A partir de agora, os vinte e cinco membros têm a missão de analisar e votar em uma primeira fase, reduzindo a lista para seus filmes e logo depois, decidirem pelo melhor filme que só aí será apresentado para a comissão do Oscar em Los Angeles. A fase internacional é ainda mais difícil, porque a comissão do Oscar terá que escolher apenas cinco filmes, entre todos os escolhidos pelo mundo, com exceção dos filmes exibidos nos Estados Unidos.
No dia 16 de setembro, a Academia Brasileira de Cinema divulgou os seis títulos finalistas que continuarão na disputa.
Esta data marca um momento crucial para os cineastas, produtores e público, que aguardam ansiosamente para saber quais filmes avançarão para a próxima etapa.
A decisão final sobre o longa que representará o Brasil no Oscar 2025 será anunciada no dia 23 de setembro.
Com a divulgação dos finalistas e do filme escolhido, a expectativa é que o cinema brasileiro continue a ganhar visibilidade e reconhecimento no cenário internacional.
A participação no Oscar é uma oportunidade inestimável para mostrar ao mundo a riqueza e a diversidade das histórias brasileiras.
Importante lembrar, que um dos concorrentes sequer foi lançado comercialmente no mercado nacional. Trata-se do filme “Ainda Estou Aqui”, que precisa estrear no cinema nacional até no máximo dia 30 de setembro de 2024 e permanecer em cartaz por pelo menos sete dias.
O Brasil tenta desde de 1999 emplacar um filme na disputa do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, sem sucesso. O último filme a entra na disputa foi Central do Brasil. Este ano, conta com vários estilos de filmes, mas pode esbarrar na insistência e manutenção do mesmo estilo e os mesmos nomes de diretores. Um dos destaques para esta temporada é o surpreendente filme de ação O Sequestro do Voo 375, dirigido por Marcos Baldini. O filme foi lançado em dezembro de 2023, é baseado na obra documental do jornalista Constâncio Viana e se aproxima muito da qualidade de filmes produzidos em Hollywood e pode sim, ser a quebra de paradigma que permanece há 25 anos. O filme traz um elenco surpreendente e já ganhou diversos prêmios, sendo 06 Grande Otelo que é da própria Academia Brasileira de Cinema.
Conheça os 12 títulos inscritos:
“A Metade de Nós” (Pandora), de Flávio Botelho.
Ainda Estou Aqui” (Sony), de Walter Salles
“Cidade; Campo” (Vitrine), de Juliana Rojas
“Estômago 2” (Downtown/Paris), de Marcos Jorge
“Levante” (Lira e Vitrine Filmes), de Lillah Halla
“Motel Destino” (Pandora), de Karim Aïnouz
“Ninguém Sai Vivo Daqui” (Gullane+), de André Ristum
“O Sequestro do Voo 375” (Disney), de Marcus Baldini
Saudade Fez Morada Aqui Dentro” (Cajuína Filmes), de Haroldo Borges
Sinopse Francisca e Carlos lutam para se adaptar à nova realidade após o suicídio do único filho, Felipe. Mergulhados em fantasias, medos e melancolia, o casal se separa. Cada um a seu modo vivencia experiências radicais. Carlos se muda para o antigo apartamento de Felipe, alienando-se na vida do filho morto. Já Francisca, assombrada pela culpa, dedica-se a desvendar o enigma do suicídio.
CIDADE CAMPO
Produção: Dezenove Som e Imagens Produtores: Sara Silveira e Maria Ionescu Direção: Juliana Rojas Distribuição: Vitrine Filmes
Sinopse O filme apresenta duas histórias sobre migração entre a cidade e o campo. Na primeira parte, após o rompimento de uma barragem inundar sua terra natal, a trabalhadora rural Joana se muda para São Paulo para encontrar sua irmã Tânia, que mora com o neto Jaime. Joana luta para sobreviver na “cidade do trabalho”. Na segunda parte, Flávia se muda com Mara, sua companheira, para a fazenda que herdou do pai, falecido recentemente. A natureza obriga as duas mulheres a enfrentar frustrações e lidar com memórias e fantasmas.
ESTÔMAGO 2 – O PODEROSO CHEFE
Produção: Zencrane Filmes e Alexandra Cinematográfica Produtores: Cláudia da Natividade Francesco De Blasi Direção: Marcos Jorge Distribuição: Marcos Jorge
Sinopse A fantástica e divertida jornada de nosso “anti-herói” preferido, Raimundo Nonato (João Miguel), e suas aventuras filosófico-culinárias continuam. Dezesseis anos depois dos acontecimentos do primeiro filme, Nonato virou o chef dos chefes na prisão, encantando com seu talento culinário e saborosa lábia tanto o diretor do presídio quanto o veterano líder dos detentos, Etecétera (Paulo Miklos). Até que um terceiro chefão, o mafioso italiano Dom Caroglio (Nicola Siri), chega para disputar o controle da penitenciária e o privilégio de ser servido pelo carismático cozinheiro. Ao mesmo tempo, conheceremos os tortuosos caminhos que transformaram o pacato filho da dona de um restaurante brasileiro no sul da Itália no poderoso chefe que, anos depois, vem ao Brasil desafiar o crime organizado por causa de Nonato.
LEVANTE
Produção: Arissas (Brasil), Manjericão Filmes (Brasil), In Vivo Films (França), Cimarrón Cine (Uruguai) Produtores: Clarissa Guarilha, Rafaella Costa, Louise Bellicaud, Claire Charles-Gervais Direção: Lillah Halla Distribuição: Lira Filmes e Vitrine Filmes
Sinopse A futura liberdade e autonomia de Sofía, uma jovem jogadora de vôlei, são ameaçadas por um conservador e violento efeito manada… Às vésperas do campeonato de vôlei decisivo para seu futuro como atleta, SOFÍA (17), descobre uma gravidez indesejada. Na tentativa de interrompê-la clandestinamente, ela acaba se convertendo em alvo de um grupo fundamentalista decidido a detê-la a qualquer preço, mas nem Sofía nem aqueles que a amam estão dispostos a se render ante o fervor cego da manada.
Sinopse O Motel Destino em tons de neon é um hotel de sexo à beira da estrada sob o céu azul ardente da costa do Norte do Brasil, administrado pelo boorish Elias e sua frustrada e bela esposa Dayana. Quando Heraldo, de 21 anos, se vê no motel, depois de errar um golpe e fugir da polícia e da gangue que ele decepcionou, Dayana se vê intrigada e o deixa ficar. Enquanto os dois navegam em uma dança de poder, desejo e libertação, um perigoso plano de liberdade surge. Neste noir tropical, lealdades e desejos se entrelaçam, revelando que o destino tem seu próprio design enigmático.
NINGUÉM SAI VIVO DAQUI
Produção: Gullane Entretenimento Produtores: André Ristum, Rodrigo Castellar, Caio Gullane, Fabiano Gullane e André Novis Direção: André Ristum Distribuição: Gullane
Sinopse No começo dos anos 70 a jovem Elisa e internada à força pelo pai no Hospital Psiquiátrico Colonia, por ter engravidado do namorado. Após passar por muitos abusos, Elisa, junto com outros colegas injustiçados, lutará para encontrar uma maneira de fugir dessa sucursal do inferno.
O SEQUESTRO DO VOO 375
Produção: Estúdio Escarlate Produtores: Joana Henning, Constâncio Viana e Paula Torres Direção: Marcus Baldini Distribuição: Star Distribution Br
Sinopse Em 1988 o trabalhador Nonato (Jorge Paz) se rebelou contra o presidente e as dificuldades de um país em crise e orquestra o sequestro de um voo comercial para um atentado ao Palácio do Planalto. Murilo (Danilo Grangheia), o piloto desse avião, se vê responsável pela vida de mais de 100 pessoas a bordo e mesmo com toda tensão criada pelo sequestrador dentro da aeronave, executa a manobra mais impressionante da sua carreira e muda a história da aviação. Baseado em umahistória real.
SAUDADE FEZ MORADA AQUI DENTRO
Produção: Plano 3 Filmes Produtores: Paula Gomes, Ernesto Molinero, Marcos Bautista Direção: Haroldo Borges Distribuição: Cajuína Filmes
Sinopse Bruno é um menino de 15 anos que está perdendo a visão de forma irreversível. Com todas as incertezas da adolescência, amplificadas pela cegueira iminente, o filme converte o destino trágico de seu protagonista em um relato de aprendizagem coletivo.
Sinopse Verão de 1996, litoral de Alagoas. Tamara está aproveitando suas últimas semanas na vila pesqueira onde mora antes de partir para estudar em Brasília. Um dia, ela ouve falar de uma adolescente apelidada de “Sem Coração” por causa de uma cicatriz que tem no peito. Ao longo do verão, Tamara sente uma atração crescente por essa menina misteriosa.
VERMELHO MONET
Produção: ATC Entretenimentos e Glaz Entretenimento Produtores: Mayra Lucas e Halder Gomes Direção: Halder Gomes Distribuição: Pandora Filmes
Sinopse Johannes Van Almeida (Chico Diaz) é um pintor de mulheres sem aceitação no mercado; obsoleto. Com a visão deteriorada e à beira de um colapso nervoso, encontra em Florence Lizz(Samantha Müller) – uma famosa atriz em crise e insegura na preparação para o seu filme mais desafiador a inspiração para realizar sua obra prima. Antoinette Lefèvre (Maria Fernanda Cândido) é uma influente marchand/connoisseur de arte que fareja o valor de obras de arte quando histórias de inspiração viram obsessão entre pintores e modelos.
VOTOS
Produção: No Ar Comunicação Produtores: Ângela Patrícia Reiniger Direção: Ângela Patrícia Reiniger Distribuição: O2 PLAY
Sinopse O documentário investiga as razões que levam as pessoas, em pleno século 21, a fazer os votos de Conversão dos Costumes (Pobreza e Castidade), Obediência, e Estabilidade (viver e morrer no mesmo local), e a optar por viver em clausura, ao entrarem para a vida monástica. No mundo atual, onde há uma busca incansável por novidades e as relações humanas são cada vez mais descartáveis, os votos religiosos são, ao contrário disso, um compromisso para toda a vida. Tanto que, em sua fase final, são chamados de perpétuos. O documentário revela esta realidade, dentro dos mosteiros e abadias, a qual a maior parte das pessoas não tem acesso. E mostra também quem, depois de passar por todo processo, descobre que aquela vida não era para si.
AINDA ESTOU AQUI
Produção: VideoFilmes, RT Features e MACT Films Produtores: Maria Carlota Bruno, Rodrigo Teixeira, Martine de Clermont-Tonnerre Direção: Walter Salles Distribuidor: Sony Pictures
Sinopse Rio de Janeiro, início dos anos 70. O país enfrenta o endurecimento da ditadura militar. Estamos no centro de uma família, os Paiva: Rubens, Eunice e seus cinco filhos. Vivem na frente da praia, numa casa de portas abertas para os amigos. Um dia, Rubens Paiva é levado por militares à paisana e desaparece. Eunice – cuja busca pela verdade sobre o destino de seu marido se estenderia por décadas – é obrigada a se reinventar e traçar um novo futuro para si e seus filhos. Baseada no livro biográfico de Marcelo Rubens Paiva, a história emocionante dessa família ajudou a redefinir a história do país.
O filme foi o grande vencedor da 29ª edição do Festival Internacional de Documentários ‘É Tudo Verdade 2024’ e apresenta a história do maior acervo etnográfico sobre povos indígenas do Brasil no mundo
O cinema brasileiro reforça sua presença de destaque no Oscar 2025 com dois representantes em categorias distintas. Enquanto Tesouro Natterer concorre na disputa de Longa-metragem Documentário, o filme Ainda Estou Aqui representa o país na corrida ao prêmio de Melhor Filme Internacional. Essas indicações ressaltam a relevância do audiovisual brasileiro em contar histórias que dialogam com a essência política, cultural e histórica do Brasil. Tesouro Natterer é o primeiro filme brasiliense a concorrer ao Oscar.
Depois dos bem-sucedidos lançamentos nacionais em salas de cinema e plataformas de streaming dos filmes Pureza (2022) e Servidão (2024), a mais nova obra cinematográfica do premiado cineasta Renato Barbieri, Tesouro Natterer venceu o Grande Prêmio do Júri na 29ª edição do Festival Internacional de Documentários É Tudo Verdade 2024, na categoria Competição Brasileira – Longas e Médias-Metragens, em abril, na Cinemateca Brasileira, em São Paulo e garantiu a classificação automática para apreciação na disputa pelo Oscar® 2025. O É Tudo Verdade 2024 exibiu um total de 77 produções entre longas, médias e curtas-metragens de 34 países.
“É emocionante ver Tesouro Natterer representando o Brasil no Oscar 2025 ao lado de outra grande produção brasileira, ainda que em categorias diferentes. Isso demonstra a potência do nosso audiovisual, que tem conquistado reconhecimento internacional e promovido nossa cultura de maneira significativa. Filmes brasileiros que fazem sucesso fora do país elevam o prestígio do cinema nacional e nos enchem de orgulho. A expectativa é que essa visibilidade permita ao mundo conhecer mais sobre a rica história dos povos originários do Brasil, narrada neste documentário que levou 20 anos entre idealização, pesquisa, produção, filmagem e finalização. É uma jornada longa, mas que reflete o compromisso em trazer à luz um capítulo tão importante da nossa memória cultural”, afirma Renato Barbieri.
A produção apresenta Johann Natterer, membro da Expedição Austríaca que acompanhou a então Arquiduquesa Leopoldina em sua vinda ao Brasil, em 1817. Dos integrantes da expedição, foi quem mais tempo permaneceu no Brasil: 18 anos. Todo esse período resultou em uma impressionante coleção natural e etnográfica, composta por mais de 50 mil objetos, formando o maior acervo sobre povos indígenas do Brasil no mundo, atualmente preservado no Museu de História Natural e no Weltmuseum Wien, em Viena, Áustria.
O documentário aborda a hipótese de repatriação de parte das mais de 2.300 peças etnográficas pertencentes a 68 povos originários do Brasil. Tesouro Natterer estabelece, por meio da Coleção Johann Natterer, uma conexão entre o Brasil atual e o de 200 anos atrás, levantando questões fundamentais sobre preservação cultural, identidade nacional e reparação histórica.
O que me fascinou na jornada inigualável de Johann Natterer foi seu sutil processo de reumanização, algo que percebemos claramente no tom das mais de 60 cartas que ele enviou para a Áustria durante os anos em que esteve no Brasil. Em 18 anos no país, o viajante naturalista europeu coletou mais de 50 mil peças naturais e etnográficas. Fez um total de 11 remessas para Viena e todo o material se encontra incrivelmente preservado até hoje, dois séculos depois. O Brasil praticamente desconhece esse fato”, enfatiza Renato Barbieri.
Com uma narrativa que une impacto histórico e social, o filme explora as transformações pessoais de Natterer, que, ao longo de sua expedição, casou-se com a indígena Maria do Rego e construiu uma família brasileira antes de retornar à Europa. Essa trajetória e a preservação de um acervo tão rico contrastam com a perda das 90 peças que o naturalista presenteou, à época, a D. Pedro II e que foram destruídas no incêndio do Museu Nacional em setembro de 2018.
Tesouro Natterer celebra a excelência do cinema nacional ao resgatar uma memória histórica de relevância global, ecoando com outras produções nacionais, que destacam a capacidade do Brasil de dialogar com o mundo por meio do cinema.
Sobre Renato Barbieri
Ao longo de mais de 40 anos de carreira, Renato Barbieri tem uma extensa conexão com o cinema social de impacto. O paulista radicado em Brasília há quase três décadas, já realizou diversos filmes e séries. Conheça suas principais produções:
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Patrocínio e parcerias
A realização do filme Tesouro Natterer conta com o patrocínio da FSA- Fundo Setorial do Audiovisual, reafirmando o compromisso com a valorização do Cinema Brasileiro. Para a campanha ao Oscar 2025, contamos com patrocínio da ANCINE – Agência Nacional de Cinema, além da parceria fundamental do SIAESP, do Cinema do Brasil, APEX, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, além do apoio do Festival Internacional de Documentários É Tudo Verdade, que todos juntos impulsionam e levam a nossa arte para o mundo.
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Ficha Técnica
Ideia Original: Victor Leonardi
Direção e Produção: Renato Barbieri
Roteiro: Andrea Fenzl, Victor Leonardi, Renato Barbieri, Neto Borges, Rodrigo Borges
Pesquisa: Kurt Schmutzer, Victor Leonardi, Andrea Fenzl
Produção Executiva: Natália Brandino, WalderJunior, Mariangela Furtado
Direção de Produção: Mariangela Furtado (Brasil), Andrea Fenzl (Áustria)
Assistência de Direção: Andrea Fenzl
Produção de Locação: Johnny Catrolli (Brasil), Andrea Fenzl (Áustria)
Direção de Fotografia: Daniel Leite (Brasil), Jacob Solitrenick (Áustria)
Som Direto: Altyr Pereira (Brasil), Vinzenz Landl(Áustria)
Direção de Arte: Zé Luca
Cartaz: Pato Sardá Direção de Animação: Adriana Meirelles
Pós-Produção e Videografismo: Diego Cajueiro
Música Original: Márcio Vermelho, Pedro Zopelar
Montagem: Diego Cajueiro
Elenco: Hans Kaba Munduruku, Kurt Schmutzer, Arnaldo Kaba Munduruku, Misael Kaba Munduruku, Claudia Augustat, Christa Riedl-Dorn, Maria de Fátima Costa, Pablo Diener, Victor Leonardi, Magda Ricci
Voz Off de Johann Natterer: Helmut Schuster
Edição de Som: Eric Ribeiro Christani (a3ps), Caetano Cotrim de Blasiis
Mixagem: Eric Ribeiro Christani (a3ps)
Finalização: André Finotti
Colorização: Ronnie Outtch
Assistência de Animação: Babi Fernandes
Roteiro de Montagem: Andrea Fenzl
Coordenação de Pós-Produção: Walder Junior
Edição: Diego Cajueiro
Assistência de Produção Executiva: Gisela Marcolino
Três dias de programação com teatro, delícias e artigos natalinos acontecem de sexta a domingo no estacionamento do Edifício Belas Artes, com entrada franca
Divulgação_Guillermo Spelucin no Freepik
De sexta a domingo (13 a 15/12), o Natal Mix acontece no estacionamento do Edifício Belas Artes, no Sudoeste. Com entrada gratuita, o evento reúne música ao vivo, opções de compras e atividades para todas as idades, celebrando o clima natalino em um único espaço. Para as crianças, a diversão estará garantida na brinquedoteca gratuita, disponível durante todo o festival.
A programação começa nesta sexta-feira (13), às 16h, com a chegada do Papai Noel das 17h às 21h e show da banda Boka de Sergipe às 20h. No sábado (14), as atividades iniciam às 10h e, às 17h, a peça teatral Grinch e o Natal, da Start Entretenimento, promete encantar o público. O bom velhinho estará disponível das 15h às 21h, e a noite termina ao som da cantora Mariana Tolendal, às 20h. No domingo (15), o evento abre novamente às 10h, com Papai Noel das 12h às 16h, e o encerramento será com o Grupo Mesô, às 13h30.
Compras e sabores natalinos
Além das atrações culturais, o Natal Mix é uma ótima oportunidade para organizar os preparativos para o Natal. Mais de 10 expositores estarão no local, oferecendo roupas, brinquedos, joias, flores e artigos decorativos. Para a ceia ou uma pausa para saborear delícias natalinas, pratos como pernil, cordeiro e as tradicionais rabanadas do Empório Boechat serão destaques no cardápio.
Segundo o organizador David Tavares de Araújo, o evento foi planejado para proporcionar praticidade e acolhimento ao público. “Queremos que as pessoas sintam o clima natalino e encontrem tudo em um único lugar, desde opções de presentes até comidas típicas e momentos especiais com a família.”
Grupo Mesô Divulgação: @grupomeso_
Serviço:
Natal Mix
Quando: 13, 14 e 15 de dezembro de 2024
Onde: Estacionamento do Edifício Belas Artes – Bloco B CLSW 300A – Sudoeste Papai Noel: todos os dias em horários específicos Brinquedoteca: Gratuita, aberta durante todo o evento Entrada: Gratuita
Longa pernambucano leva também Melhor Roteiro, Melhor Direção de Arte, Melhor Ator e Atriz Coadjuvantes, Trilha Sonora e o Prêmio Abraccine
Clarissa Campolina e Sérgio Borges vencem cinco prêmios por Suçuarana, entre eles de Melhor Ator e Atriz, Montagem e Fotografia
Quarteto à frente de Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowáleva Melhor Direção
Curta Javyju – Bom dia vence Júri Oficial e Mar de Dentro leva Júri Popular
Mostra Brasília – Troféu Câmara Legislativa premia Tesouro Natterer pelo Júri Oficial e A Câmara pelo Júri Popular
Festival recebeu mais de 30 mil pessoas ao longo da programação da 57ª edição
O fim de tarde e início da noite de sábado (7) em Brasília marcou as premiações da 57ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, o mais antigo em atividade no país. Em cerimônia apresentada pelas atrizes Ana Luiza Bellacosta e Gleici Damasceno, foram distribuídos ao todo 49 prêmios e duas menções honrosas, atribuídos pelos júris compostos por 32 profissionais atuantes em todos os setores do audiovisual.
Em 2024, o Festival de Brasília recebeu mais de 30 mil pessoas em sua estrutura montada no Cine Brasília, em Taguatinga, Planaltina e no Gama. Com mais de 600 participantes nas atividades do Ambiente de Mercado e Conferência Audiovisual, e 180 convidados nacionais, o projeto impactou a economia criativa local com a injeção de pelo menos 600 empregos diretos durante sua 57ª edição.
Na premiação de longas-metragens da Mostra Competitiva Nacional, produções de Pernambuco e Minas Gerais se destacaram e levaram alguns dos principais prêmios distribuídos pelo Festival.
Salomé, filme do pernambucano André Antônio, garante vitória ao cinema queer, acumulando oito Candangos, entre eles os de Melhor Longa pelos Júris Oficial e Popular, o de Melhor Atriz Coadjuvante para Renata Carvalho, Melhor Roteiro, Direção de Arte e Trilha Sonora.
Suçuarana, dos mineiros Clarissa Campolina e Sérgio Borges, arrebatou cinco troféus, incluindo os de Melhor Atriz para Sinara Teles e Ator Coadjuvante para Carlos Francisco, além dos prêmios técnicos de Fotografia, Edição de Som e Montagem.
A Melhor Direção ficou nas mãos de Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero e Luisa Lanna por Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá; o brasiliense Wellington Abreu venceu Melhor Ator por Pacto da Viola (DF); e Ruy Guerra recebeu uma menção honrosa do júri por A Fúria, conclusão da trilogia iniciada em Os Fuzis (1964).
A categoria de curtas-metragens da Competitiva Nacional rendeu Candangos a produções de Pernambuco, São Paulo, Distrito Federal, Santa Catarina, Rio de Janeiro e Minas Gerais. O Júri Popular premiou Javyju – Bom Dia (SP), de Kunha Rete e Carlos Eduardo Magalhães, e o Júri Oficial laureou Mar de Dentro (PE), filme de Lia Letícia. A pernambucana também levou Melhor Direção.
E Seu Corpo é Belo, produção carioca de Yuri Costa, saiu com três Candangos da cerimônia: Melhor Ator para João Pedro Oliveira, Melhor Direção de Arte e Melhor Edição de Som. Carlandréia Ribeiro, atriz mineira, venceu Melhor Atriz por Mãe do Ouro (MG), de Maick Hannder, filme que arrebatou também Melhor Fotografia. A Melhor Trilha foi para a original de Kabuki (SC), de Tiago Minamisawa.
Nicolau, artista brasiliense conquistou prêmio de Melhor Roteiro por Descamar (DF) e a consagrada Cristina Amaral saiu vencedora pela Montagem de Confluências (DF), de Dácia Ibiapina. O curta carioca Dois Nilos, de Samuel Lobo e Rodrigo de Janeiro, foi motivo de menção honrosa por parte do Júri.
A 57ª edição do Festival de Brasília conta com apoio da Câmara Legislativa do DF, Cinemateca Brasileira, Conselho Distrital de Promoção da Igualdade Racial, Cine Brasília, Canal Brasil, Canal Like, Telecine, Globo e Metrópoles. É realizado pelo Instituto Alvorada Brasil e Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, em gestão compartilhada que se estende às três próximas edições do festival, culminando em 2026, na 59ª edição. Tem patrocínio do Sebrae e patrocínio master do Banco de Brasília – BRB.
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Mostra Brasília elege longa de Renato Barbieri como Melhor Filme
A Mostra Brasília – 26º Troféu Câmara Legislativa distribuiu R$ 240.000,00 em prêmios na noite de 7 de dezembro. Renato Barbieri venceu três prêmios pelo longa-metragem Tesouro Natterer, de Melhor Filme pelo Júri Oficial, Melhor Roteiro e Trilha Sonora. O júri popular elegeu A Câmara, de Cristiane Bernardes e Tiago Aragão, como Melhor Filme. O multiartista Adriano Guimarães levou Melhor Direção e Direção de Arte por Nada.
Ganhou como Melhor Curta pelo Júri Popular Manequim, de Danilo Borges e Diego Borges. O Júri Oficial elegeu como Melhor Curta Via Sacra, estreia do ator João Campos na direção em cinema. O filme também sagrou Gleide Firmino como Melhor Atriz, enquanto Eduardo Gabriel Ydiriuá, de Manual do Heroi, saiu como Melhor Ator.
Os prêmios técnicos de Melhor Fotografia e Montagem foram, respectivamente, para Emília Silberstein, pelo filme Xarpi, de Rafael Lobo, e Silvino Mendonça, diretor de A Sua Imagem na Minha Caixa de Correio. Curiosamente, a menção honrosa do júri foi para a apresentadora e atriz Juliana Drummond pela performance na condução das apresentações da Mostra.
Outros Candangos distribuídos na noite
A mostra competitiva paralela Caleidoscópio compôs júri próprio para distribuir dois prêmios entre os cinco filmes exibidos. Como Melhor Filme, o júri premiou Filhas da Noite (PE), de Henrique Arruda e Sylara Silvério; e como Prêmio Especial do Júri Topo (SP), de Eugenio Puppo saiu vencedor.
O Candango de Melhor Filme de Temática Afirmativa do Festival, concedido pelo Conselho Distrital de Promoção da Igualdade Racial – Codipir, foi para a cineasta piauiense radicada em Brasília Dácia Ibiapina, pelo curta Confluências.
Já o Prêmio Zózimo Bulbul, concedido pelo Centro Afrocarioca de Cinema e a Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro – APAN, sagrou vencedores, de forma inédita, dois curtas-metragens e não um curta e um longa. Dois Nilos(RJ), de Samuel Lobo e Rodrigo de Janeiro, e Mar de Dentro (PE), de Lia Letícia, levaram os prêmios Zózimo, concedido ao filmes que melhor trabalham pautas raciais no contexto das exibições competitivas.
Demais prêmios concedidos
O júri da Associação Brasileira de Críticos de Cinema – Abraccine, sagrou em seu prêmio próprio os filmes Salomé como Melhor Longa e Kabuki como Melhor Curta. O Prêmio Marco Antônio Guimarães foi concedido ao filme Barreto, Fotógrafo das Lentes Nuas, de Miguel Freire, reconhecimento outorgado pelo Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro – CPCB ao filme que melhor trabalha memória e arquivo do cinema brasileiro.
O Prêmio Canal Brasil de curtas, no valor de R$ 15 mil para o Melhor Curta eleito por júri próprio laureou Kabuki (SC), de Tiago Minamisawa. O Canal Like ofereceu ao Melhor Longa pelo Júri Oficial um apoio de mídia e publicidade no canal, no valor de R$ 50 mil. O Correio Braziliense concedeu o Troféu Saruê, de melhor momento do festival, ao filme A Fúria, de Ruy Guerra e Luciana Mazzotti.
Júris compostos por 32 membros em 2024
Em 2024, o Festival de Brasília contou com umtime de seletos profissionais do audiovisual brasileiro nas mais distintas áreas do setor. São atores, curadores, professores, críticos de cinema, fotógrafos, realizadores e produtores.
Entre os júris compostos para 2024 estão os curadores Heitor Augusto e Lila Foster, a atriz Mirella Façanha, o diretor Thiago Costa, a apresentadora Simone Zuccolotto, a diretora Sandra Kogut, a crítica de cinema Yasmine Evaristo e outros. A mostra competitiva Caleidoscópio contou júri próprio composto pelo cineasta Adirley Queirós, o jornalista José Geraldo Couto e a produtora Sara Silveira.
O Júri do Prêmio de Melhor Filme de Temática Afirmativa foi formado por representantes do Conselho Distrital de Promoção da Igualdade Racial, Renata Parreira, professora e cineasta, e Simone Borges, produtora cultural e diretora de elenco.
O Prêmio Zózimo Bulbul, concedido pelo Centro Afrocarioca de Cinema e a Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro – APAN, é composto pela produtora Larô Gonzaga, o diretor do Centro Afrocarioca de Cinema Vitor José Pereira, e o realizador Aristótelis thoti.
Cine Brasília exibe Melhores Filmes do Festival no domingo (8) e segunda (9)
Tradicionalmente, o Cine Brasília apresenta os Melhores Filmes dos júris oficial e popular nas mostras Competitiva Nacional e Brasília nos dias que sucedem o Festival de Brasília. No domingo (8) serão exibidos os vencedores do Júri Popular, com sessões de A Câmara (DF), de Cristiane Bernardes e Tiago de Aragão, às 18h, e Salomé(PE), de André Antônio, às 20h.
Segunda-feira é dia de rever os títulos premiados pelo júri oficial com exibições de Tesouro Natterer(DF), de Renato Barbieri, às 18h, e novamente Salomé (PE), de André Antônio, às 20h. As sessões têm entrada franca.
Conheça a lista completa de prêmios da 57ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Prêmios da Mostra Competitiva Nacional – Longas-metragens
Melhor Longa-metragem pelo Júri Oficial
Salomé (PE), de André Antônio
Melhor Longa-metragem pelo Júri Popular
Salomé (PE), de André Antônio
Melhor Direção
Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero e Luisa Lanna por Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá (MG)
Melhor Ator
Wellington Abreu por Pacto da Viola (DF)
Melhor Atriz
Sinara Teles por Suçuarana (MG)
Melhor Ator Coadjuvante
Carlos Francisco por Suçuarana (MG)
Melhor Atriz Coadjuvante
Renata Carvalho por Salomé (PE)
Melhor Roteiro
André Antônio por Salomé (PE)
Melhor Fotografia
Ivo Lopes Araújo por Suçuarana (MG)
Melhor Direção de Arte
Maíra Mesquita por Salomé (PE)
Melhor Trilha Sonora
Mateus Alves e Piero Bianchi por Salomé (PE)
Melhor Edição de Som
Pablo Lamar por Suçuarana (MG)
Melhor Montagem
Luiz Pretti por Suçuarana (MG)
Ruy Guerra foto divulgação
Prêmio Especial do Júri
Ao cineasta Ruy Guerra, diretor de A Fúria (RJ)
Prêmios da Mostra Competitiva Nacional – Curtas-metragens
Melhor Curta-metragem pelo Júri Oficial
Mar de Dentro (PE), de Lia Letícia
Melhor Curta-metragem pelo Júri Popular
Javyju – Bom Dia (SP), de Kunha Rete e Carlos Eduardo Magalhães
Melhor Direção
Lia Letícia por Mar de Dentro (PE)
Melhor Ator
João Pedro Oliveira por E Seu Corpo é Belo (RJ)
Melhor Atriz
Carlandréia Ribeiro por Mãe do Ouro (MG)
Melhor Roteiro
Nicolau por Descamar (DF)
Melhor Fotografia
Fernanda de Sena por Mãe do Ouro (MG)
Melhor Direção de Arte
Caroline Meirelles por E Seu Corpo é Belo (RJ)
Melhor Montagem
Cristina Amaral por Confluências (DF)
Melhor Trilha Sonora
Ruben Feffer e Gustavo Kurlat por Kabuki (SC)
Melhor Edição de Som
Kiko Ferraz e Ricardo Costa por E Seu Corpo é Belo (RJ)
Menção Honrosa do Júri
Ao filme Dois Nilos (RJ), de Samuel Lobo e Rodrigo de Janeiro
Prêmios da Mostra Brasília – 26º Troféu Câmara Legislativa
Melhor Longa-metragem pelo Júri Oficial
Tesouro Natterer, de Renato Barbieri
Melhor Longa-metragem pelo Júri Popular
A Câmara, de Cristiane Bernardes e Tiago de Aragão
Melhor Curta-metragem pelo Júri Oficial
Via Sacra, de João Campos
Melhor Curta-metragem pelo Júri Popular
Manequim, de Danilo Borges e Diego Borges
Melhor Direção
Adriano Guimarães pelo filme Nada
Melhor Ator
Eduardo Gabriel Ydiriuá pelo filme Manual do Heroi
Melhor Atriz
Gleide Firmino pelo filme Via Sacra
Melhor Roteiro
Andrea Fenzl, Victor Leonardi, Renato Barbieri, Neto Borges e Rodrigo Borges pelo filme Tesouro Natterer
Melhor Fotografia
Emília Silberstein pelo filme Xarpi
Melhor Montagem
Silvino Mendonça pelo filme A Sua Imagem na minha Caixa de Correio
Melhor Direção de Arte
Maíra Carvalho, Marcus Takatsuka e Nadine Diel pelo filme Nada
Melhor Edição de Som
Guile Martins e Olívia Hernández pelo filme Nada
Melhor Trilha Sonora
Márcio Vermelho e Pedro Zopelar pelo filme Tesouro Natterer
Menção Honrosa do Júri
À Juliana Drummond pela excepcional performance nas apresentações da Mostra Brasília – Troféu Câmara Legislativa da 57ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Prêmios da Mostra Caleidoscópio
Melhor Filme
Filhas da Noite (PE), de Henrique Arruda e Sylara Silvério
Prêmio Especial do Júri
Topo (SP), de Eugenio Puppo
Prêmio de Melhor Filme de Temática Afirmativa
Candango concedido pelo Conselho Distrital de Promoção da Igualdade Racial – Codipir ao filme exibido pelo festival que melhor evidencia temáticas afirmativas.
Confluências (DF), de Dácia Ibiapina
Prêmio Zózimo Bulbul
Prêmio concedido por júri indicado pelo Centro Afrocarioca de Cinema e a Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro (APAN). Excepcionalmente em 2024, o júri decidiu premiar dois curtas ao invés de um curta e um longa-metragem. São eles:
Melhor Curta-metragem
Mar de Dentro (PE), de Lia Letícia
Prêmio Especial do júri
Dois Nilos (RJ), de Samuel Lobo e Rodrigo de Janeiro
Prêmio Marco Antônio Guimarães
Prêmio concedido ao filme exibido que melhor trabalha memória e arquivo do audiovisual brasileiro, com júri indicado pelo Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro – CPCB.
Barreto, Fotógrafo das Lentes Nuas (RJ), de Miguel Freire
Prêmio Abraccine
Prêmio concedido por júri indicado pela Associação Brasileira dos Críticos de Cinema.
Melhor Longa-metragem
Salomé (PE), de André Antônio
Melhor Curta-metragem
Kabuki (SC), de Tiago Minamisawa
Prêmio Canal Brasil de Curtas
Prêmio no valor de R$ 15 mil concedido pelo Canal Brasil ao Melhor Curta-metragem segundo júri montado pelo próprio canal.
Kabuki (SC), de Tiago Minamisawa
Troféu Saruê (Correio Braziliense)
Troféu concedido pelo jornal Correio Braziliense ao melhor “momento” do Festival de Brasília.
A Fúria (RJ), de Ruy Guerra e Luciana Mazzotti
Prêmio Canal Like
Foto divulgação
Prêmio no valor de R$ 50 mil em apoio de mídia e publicidade em veiculação no Canal Like, concedido ao filme vencedor de Melhor Longa-metragem pelo Júri Oficial.
A última noite da Mostra Competitiva Nacional, ontem (6), no Cine Brasília fechou com uma celebração ao próprio cinema brasileiro. Começou com a exibição do documentário Dois Nilos, sobre o cineasta Afrânio Vital, cuja vida é dedicada à sétima arte; seguido do romance musical afro-surrealista E Seu Corpo É Belo, uma produção periférica fluminense ambientada nas festas black dos anos 1970.
Um marco histórico nesta edição, o longa-metragem da noite foi A Fúria, de Ruy Guerra e Luciana Mazzotti, exibido no Cine Brasília no ano em que se completa 60 anos do golpe militar e da estreia do clássico Os Fuzis, que inaugurou a trilogia de Guerra em 1964.
“Queríamos exibir este filme neste cinema”, afirmou Luciana. Ruy, no alto dos seus 93 anos, foi ovacionado de pé pela plateia do Cine Brasília. Bem-humorado, elogiou e agradeceu à direção do Festival de Brasília, nominalmente a Sara Rocha e Eduardo Valente, respectivamente diretora geral e diretor artístico do evento.
“Foi de uma coragem estética, política e civilizacional trazer este filme nitidamente perseguido política e economicamente, pois nos recusamos a ficar calados”, disse, sob chuvas de aplausos.
Fora das salas de cinema, na área de convivência do Cine Brasília, a programação musical reuniu o projeto Ondas Tropicais, com os DJs Fernando Rosa, Son Andrade e DJ Chico Correa – Live.
4ª Conferência Audiovisual do Festival de Brasília aponta caminhos para políticas, industrialização e para o desenvolvimento do setor no segundo dia de programação
Em quatro paineis ao longo de toda a manhã e tarde no Cine Brasília, a 4ª Conferência Audiovisual abriu espaço para discussões de caráter prático e propositivo. O dia começou com um painel sobre o uso de Inteligência Artificial (IA) no Audiovisual, com Cauê Oliveira Fanha (MinC), Raquel Gontijo (Abragames), Guido Lemos Filho (UFPB), Igor Rachid (Abring) e Fred Reis (Gravidade Zero).
Na mesa “Audiovisual enquanto política de Estado, suas transversalidades e desenvolvimento regional”, a mediadora Sara Rocha, diretora-geral do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro apontou a discussão central para o fortalecimento das políticas locais de fomento.
“É importante entender, a partir das políticas públicas majoritárias, como a gente pode ter umdinamismo, um fomento e uma visibilidade dessas múltiplas manifestações culturais para alcançar um ecossistema forte e potente”, disse Sara.
Roberta Trujillo, representante da SPCine, compartilhou as experiências exitosas do órgão, como a expansão de 12 salas em regiões periféricas neste ano. “A ideia é chegar em 2025 com 42 salas. A gente é a maior rede de salas públicas de cinema do Brasil. E estamos esperando um estudo que deve apontar que somos talvez a maior da América Latina ou mesmo do mundo”. Completaram a mesa Felipe Dias (Secretaria de Desenvolvimento Econômico de Salvador), PH Souza (ABRACI), Paulo Zilio (Ancine) e Igor Bastos (Abranima).
Simultaneamente, houve o “Encontro de Salas de Cinema Independentes”, com Mauri Palos (Cine 14Bis/SPCine), Suzana Argolo (Cine SaladeArt/UFBA), Thiago André (CINUSP/USP, Mônica Kanitz (Cinemateca Paulo Amorim/RS), Rita Aquino (UFBA), Ângela Francisca (Coordenadora Cine Redenção – UFRGS), Adriano Adoryan e Alex de Oliveira (Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP).
A última mesa do dia, “Estratégias para a industrialização do audiovisual brasileiro” reuniu Thais Olivier (ABRA), Marcio Fraccaroli (Paris Filmes), Marcos Barros (Abraplex), Vania Lima (realizadora), Nichollas Alem (advogado e pesquisador), com mediação do pesquisador Alfredo Manevy.
A programação da 4ª Conferência Audiovisual segue até hoje (7), quando acontecem os dois últimos paineis: “O Desafio da Sala de Cinema e da Tela para o Cinema Brasileiro”, às 10h, e “Premissas e Bases da Regulação do VoD”, às 14h, que contará com a presença da secretária do Audiovisual do Ministério da Cultura (MinC), Joelma Gonzaga.
Última noite de Mostra Brasília celebrou o meio ambiente
Foto divulgação
Apresentada pela atriz Juliana Drummond, a Mostra Brasília – 26º Troféu Câmara Legislativa encerrou a competição mais uma vez com a Sala Vladimir Carvalho cheia. Entre clamores pela preservação do meio ambiente, o público assistiu à animação Kwat e Jaí – Os bebês Heróis do Xingu, de Clarice Cardell, o curta de autoficção Cemitério Verde, de Maurício Chades, e o longa Tesouro Natterer, novo documentário do premiado cineasta Renato Barbieri, que parte do maior acervo etnográfico sobre povos indígenas do Brasil.
Cerimônia de Premiação começa às 17h
Chegou a hora de conhecer os filmes, personalidades e profissionais do cinema brasileiro que vão levar para casa o estimado Troféu Candango da 57ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, além de outras láureas.
Serão distribuídos um total de 50 prêmios, incluindo os Candangos, o Troféus Câmara Legislativa, os prêmios da mostra Caleidoscópio, o Prêmio Marco Antônio Guimarães, o Prêmio Abraccine, o Prêmio Canal Brasil de Curtas, o Trofeú Saruê, o Prêmio Zózimo Bulbul, o Prêmio Canal Like, o Prêmio de Melhor Filme de Temática Afirmativa, concedido pelo Conselho Distrital de Promoção da Igualdade Racial – Codipir.
A cerimônia de premiação, tal como na abertura, será apresentada por Ana Luiza Bellacosta e Gleici Damasceno, e conta com tradução para Libras e audiodescrição ao vivo. Ela será transmitida ao vivo pelo canal do Festival de Brasília no YouTube.
Programação de filmes do último dia do Festival
Apesar de as mostras competitivas e paralelas do Festival de Brasília terem sido encerradas ontem (6), o último dia do evento reserva mais filmes para sua programação de hoje. Começa às 9h30, na Sala Vladimir Carvalho, do Cine Brasília, a reprise do longa infantil Abá e Sua Banda, encerrando também o Festivalzinho.
Às 11h, haverá sessão especial do documentário de Michel Coeli sobre o mais violento incêndio florestal no Pantanal, Sinfonia da Sobrevivência, seguido de debate com a equipe do filme.
Após a cerimônia de premiação, às 21h30 o Cine Brasília se despede da 57ª edição do Festival de Brasília com a exibição gratuita e hors concoursdo documentário de Lírio Ferreira e de Carolina Sá sobre o gênio da música brasileira Hermeto Pascoal, em O Menino d’Olho d’Água.
Encontros Setoriais tem paineis de Curadoria e de Crítica
No último dia do Festival de Brasília, a Sala de Cinema 2 receberá os dois últimos Encontros Setoriais. Às 14h, o Encontro da Curadoria da Mostra Competitiva Nacional, com mediação de Eduardo Valente, debate a produção audiovisual atual do país a partir da amostra dos 1.180 títulos inscritos na seleção oficial deste ano.
Em seguida, às 16h, o Encontro Setorial da Crítica Especializada faz uma mesa redonda aberta ao público e centrada no debate sobre os caminhos da reflexão e da produção crítica e da imprensa no cinema brasileiro. O encontro terá participação de Yasmine Evaristo (Feito Por Elas), Neusa Barbosa (Cineweb) e Renato Silveira (Cinematório/Abraccine), com mediação de Guilherme Lobão (UnB).
SERVIÇO – 57º FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO
Data: Até 7 de novembro
Local: Cine Brasília (106/107 Sul), Cia. Lábios da Lua (Gama), Centro Universitário Estácio (Pistão Sul, Taguatinga) e Complexo Cultural de Planaltina.
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) somente para as sessões da Mostra Competitiva Nacional no Cine Brasília. Entrada franca mediante retirada prévia de ingressos para as demais sessões.