Política de nacionalização do investimento une recursos do Governo do Brasil com contrapartidas de estados e municípios
O Ministério da Cultura e a Agência Nacional de Cinema (Ancine), através da Política de Arranjos Regionais, destinaram à produção audiovisual da região Centro-Oeste do país o valor de R$102 milhões. Os Arranjos Regionais são uma política de nacionalização do investimento para o audiovisual, que une recursos do Governo Federal, através do Fundo Setorial do Audiovisual, com contrapartidas de estados e municípios. A parceria visa fortalecer a produção local fora dos grandes centros, financiando cinema, jogos e desenvolvimento regional.
Considerada estratégica para democratizar o acesso a recursos públicos e fomentar a produção cultural brasileira, a iniciativa marca o começo de uma nova fase de cooperação no setor e mobiliza, em todo o Brasil, mais de R$630 milhões em investimentos que vão fortalecer o setor, estimulando a produção em diferentes regiões e, sobretudo, em locais que historicamente não contavam com apoio.
Confira na tabela abaixo os respectivos investimentos por estado e cidade:
Estado
Investimento
Distrito Federal
R$36 milhões
Goiás
R$36 milhões
Mato Grosso
R$18 milhões
Mato Grosso do Sul
R$ 9 milhões
Campo Grande
R$ 3 milhões
Histórico
Realizada pela última vez em 2018, a política foi retomada com ajustes para ampliar seu alcance. Na prática, o modelo combina recursos do Governo Federal com aportes de estados e municípios, ampliando significativamente o volume investido.
Além do volume de investimentos, a ação tem como marca o reposicionamento da política pública para o setor. Para a ministra da Cultura, Margareth Menezes, é fundamental o papel estruturante realizado por esse movimento.
“Não há perda em investimento em cultura de nenhuma forma, o audiovisual ativa a economia, gera emprego e renda, transforma a vida das pessoas, cria oportunidade, combate a violência e abre janelas e portas para as novas gerações”, disse.
Os recursos podem ser utilizados para impulsionar diferentes elos dessa cadeia, como apoio a ações de difusão, pesquisa, formação, memória e preservação audiovisual, atividades cineclubistas, desenvolvimento de projetos ou núcleos criativos, produção de curtas e médias-metragens, produção de animação, produção de conteúdos para a infância e produção de jogos eletrônicos.
Margareth Menezes ressalta que a política representa um resgate estratégico que potencializa o audiovisual em toda a sua dimensão. “É uma experiência que foi muito importante para realizadores de vários estados brasileiros, como por exemplo, o diretor Gabriel Mascaro”.
A secretária do Audiovisual, Joelma Gonzaga, enfatiza o alcance nacional da iniciativa. “Quando um filme brasileiro entra em cartaz, é o Brasil inteiro que entra em cartaz e é isso que os Arranjos Regionais vão fazer de norte a sul”, concluiu.
Todas as informações sobre os Arranjos Regionais podem ser acessadas: Link
Nos dias 17 e 18 de abril de 2026, o espetáculo “Quando Não Fui Primavera”, nova montagem da Flyer Cia de Dança.
A Flyer Cia de Dança estreia o espetáculo “Quando Não Fui Primavera”, uma obra sensível e poética que convida o público a refletir sobre os ciclos da vida, os períodos de silêncio interior e a beleza que pode emergir mesmo nas fases mais áridas da existência.
Inspirado nas estações da alma, o espetáculo fala sobre os outonos que vivemos — aqueles momentos em que nos sentimos secos, distantes de nós mesmos, como galhos despidos de folhas. Mas também nos lembra que nenhuma estação é eterna. Após a seca, a chuva chega. E, com ela, a promessa de renascimento. De galhos antes estéreis, voltam a nascer folhas. Brota a vida. Volta a florir.
Com uma linguagem cênica contemporânea, que mistura poesia em forma de movimento, “Quando Não Fui Primavera” constrói um ambiente íntimo, onde cada gesto toca memórias e emoções profundas. As cenas valorizam o silêncio, o tempo e a transformação, lembrando ao público que até nas ausências existe beleza.
“Há beleza em cair. Em secar. Em perder. Porque só assim pode-se voltar a florescer. ”Um espetáculo sensível sobre os ciclos interrompidos da vida e o que floresce mesmo fora do tempo esperado. Uma experiência poética que convida o público a reconhecer a beleza também nos invernos pessoais.
Serviços
Espetáculo: Quando Não Fui Primavera
Cia: Flyer Cia. de Dança
Datas: 17 e 18 de abril de 2026
Horários: 16h e 19h
Local: Teatro Nacional de Brasília – Sala Martins Pena
Ingressos:
R$ 40 (inteira)
R$ 20 (meia-entrada por lei)
R$ 20 (meia solidária – mediante doação de 1 kg de alimento)
Mostra de cinema, concertos, feiras, conferências e muito mais…
Março é o Mês da Francofonia! Em todo o mundo, países se unem para celebrar a riqueza da língua francesa e a diversidade das culturas francófonas. No Brasil, uma programação especial oferece atividades culturais variadas, tanto presenciais quanto online, promovendo os valores da democracia, da paz, dos direitos humanos e do diálogo intercultural.
A Francofonia reúne 320 milhões de falantes em todos os continentes O francês é a quinta língua mais falada no mundo e a quarta na internet. No Brasil, 650 000 falam francês e mais de 150 000 o aprendem.
Durante o mês de março, a celebração ganha força com iniciativas que reforçam a solidariedade, o desenvolvimento, a educação e o compartilhamento do conhecimento. No Brasil, as representações diplomáticas dos 54 países membros da Organização Internacional da Francofonia (OIF) unem esforços para trazer uma rica programação ao público brasileiro.
Francofonia 2026 no Brasil: Projeções de filmes, concertos, feiras, conferências, oficinas e exposições serão realizados em diversas cidades do país, promovidos por centros culturais como as Alianças Francesas, liceus franceses, universidades, associações de professores de francês, consulados e embaixadas de países francófonos.
Destaques da programação em Brasília
Em Brasília, diversos eventos marcarão as celebrações da Francofonia.
●13 a 20 de março: A Mostra de Cinema Francófono apresenta uma seleção de filmes que refletem a diversidade cultural e cinematográfica do espaço francófono e acontecerá na Aliança Francesa e na Embaixada da França
Sexta-feira – 13/03
Abertura com coquetel às 18h
19h – Kidnapping Inc. / Sequestro Inc. (Haiti)
Sinopse:
Em um Haiti marcado pela instabilidade e pela insegurança, dois homens acabam envolvidos em um sequestro que toma rumos inesperados. Entre sátira social e thriller, o filme explora os mecanismos de sobrevivência em uma sociedade sob tensão, combinando humor ácido e crítica política.
Sábado – 14/03
14h – Le grand blanc de Lambaréné / O grande branco de Lambarene (Gabão)
Sinopse:
O filme revisita a figura histórica do Dr Schweitzer e questiona o legado colonial na África Central. A partir de um olhar contemporâneo, propõe uma reflexão sobre memória, representação e herança histórica, trazendo perspectivas africanas para o centro do debate.
16h – Procès du Chien / O Julgamento do Cachorro (Suíça)
Sinopse:
Em uma pequena cidade, um julgamento inusitado coloca um cachorro no centro de um processo judicial. Por trás do humor e da situação aparentemente absurda, o filme aborda temas universais como justiça, responsabilidade e o olhar da sociedade sobre o outro
Segunda-feira – 16/03
18h – ZIYARA (Marrocos)
Sinopse:
O documentário acompanha uma jornada íntima pelas comunidades judaicas marroquinas e seus descendentes. Por meio de encontros emocionantes, o filme explora memória, convivência e os laços espirituais que resistem ao tempo e ao exílio.
19h30 – Sous les figues / Debaixo das Figueiras (Tunísia)
Sinopse:
Durante um dia de colheita de figos em um pomar tunisiano, jovens trabalhadores conversam, flertam e compartilham sonhos e inquietações. Um retrato sensível e o luminoso da juventude, entre desejos individuais e pressões sociais.
Terça-feira – 17/03
19h – L’ Art d’être heureux / A Arte de Ser Feliz (Bélgica)
Sinopse:
Um relato sensível que explora os diferentes caminhos em busca da felicidade. A partir de trajetórias cruzadas, o filme convida à reflexão sobre escolhas de vida, expectativas e o verdadeiro sentido da realização pessoal.
Quarta-feira – 18/03
19h – Une affaire d’honneur / Uma questão de honra (França)
Sinopse:
Na França do século XIX, quando o duelo ainda era prática regulamentada, um mestre de armas se vê envolvido em confrontos nos quais honra, lealdade e convenções sociais determinam o destino dos personagens.
Quinta-feira – 19/03
19h – Kanaval (Canadá e Luxemburgo)
Sinopse:
Após fugir da violência no Haiti, um menino se instala no Canadá com sua mãe. Entre lembranças do carnaval e a realidade do exílio, ele busca encontrar seu lugar em um novo país, equilibrando identidade, memória e adaptação.
Sexta-feira – 20/03
19h –KIMPA VITA, La Mère De La Revolution Africaine – Documentaire / KIMPA VITA, a mãe da revolução africana – Documentário (RDC)
Sinopse:
O documentário resgata a trajetória de Kimpa Vita, figura espiritual e símbolo de resistência no Reino do Kongo, no século XVII. A obra lança luz sobre seu papel histórico nos movimentos de resistência africana, conectando passado e presente.
Entrada franca sem bilheteria – Vagas limitadas, sujeito à lotação
●23 de março das 10h às 12h : Palestra do Professor Jacques Leenhardt : Debret em questão, Visões da natureza e cultura, Auditório Jayme Gobulov, FAU-UnB
●26 de março às 17h : Transmissão do jogo amistoso de futebol França-Brasil ao vivo de Boston no auditório da Aliança Francesa.
De 2 de março a 30 de abril : Exposição “Notre-Dame de Paris: a extraordinária aventura da restauração” no Espaço Cultural Aliança Francesa. De segunda a sexta, de 8h30 às 18h e, aos sábados, de 8h30 às 12h.
●28 de março das 12h30 às 18h: Bazar da Francofonia na Aliança Francesa.
Já aguardado no calendário cultural de Brasília, o Bazar da francofonia é um encontro que celebra a diversidade, a convivência e a riqueza cultural dos países francófonos. Aberto a todas as famílias, francófonos, francófilos e ao público interessado em descobrir novas culturas. O público terá a oportunidade de experimentar especialidades gastronômicas de diferentes países, conhecer artesanato típico, participar de atividades culturais, quiz e animações além de cantar e dançar ao som de músicas que atravessam continentes. Mais do que um evento, oBazar é um momento de encontro e partilha, que reúne tradição, criatividade e espírito de comunidade no coração da capital.
A programação completa de Brasília e das outras cidades pode ser consultada em: francofoniabrasil.org
Os eventos da Francofonia em Brasília são organizados pelas embaixadas francófonas presentes na capital, em parceria com a Aliança Francesa, a Associação dos Professores de Francês do DF, a Universidade de Brasília e Wallonie Bruxelles Internacional.
Todos os eventos são gratuitos. Participe e celebre a diversidade da Francofonia
Os teatros do Sesc Ceilândia e do Sesc Gama recebem, entre março e abril de 2026, a ópera Irmã Angélica, do compositor italiano Giacomo Puccini. O espetáculo, que estreou em março de 2024 em Brasília, retorna agora em seis apresentações: nos dias 28 e 29 de março, no Sesc Ceilândia, e de 17 a 19 de abril, no Sesc Gama.
A obra é um dos raros exemplos na história da ópera com elenco inteiramente feminino — característica que se reflete também na equipe técnica desta montagem, formada majoritariamente por mulheres. A direção cênica e a cenografia são assinadas pela artista Hyandra L., que conduz em cena um elenco com 22 mulheres.
No papel-título, a soprano Janette Dornellas se alterna com Érika Kallina e Gabriela Ramos. “É uma ópera que fala da opressão feminina. Minha personagem é vítima de um sistema patriarcal em que a mulher não tinha direito nem sobre o próprio corpo”, afirma Janette.
A encenação se inspira no cotidiano das freiras em clausura, evocando a atmosfera do quadro “Dia de lavar roupas no convento”, do pintor francês Armand Guillaumin. “A proposta é trazer à tona o dia a dia entre irmãs, esse ambiente de rotina e tranquilidade que é interrompido com a chegada de Angélica”, explica Hyandra. A iluminação é assinada por Lidianne Carvalho, e a direção musical e regência ficam a cargo do maestro Deyvison Miranda, que também conduz coro e orquestra.
Ambientada em um convento na Itália do século XVII, a ópera narra a história de Irmã Angélica, forçada pela família a viver em clausura, diferentemente das outras religiosas, que ali estão por vocação. Apesar de sua profunda melancolia, Angélica conquista as demais irmãs com sua doçura. A rotina do convento, porém, é abalada pela visita de sua tia, que traz notícias trágicas.
A montagem propõe ainda uma reflexão contemporânea sobre as escolhas femininas, contrapondo o isolamento do claustro ao excesso de informações da vida atual e destacando as transformações no papel da mulher ao longo do tempo.
A entrada é gratuita, mediante doação de alimentos não perecíveis ou materiais de limpeza. O projeto conta com recursos do FAC- Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF.
Elenco Irmã Angélica: Janette Dornellas (28/03 e 18/04), Érika Kallina (29/03, 19h, e 19/04) e Gabriela Ramos (29/03, 17h, e 17/04) Princesa (tia de Angélica): Carol Araujo Abadessa: Érika Kallina | Janette Dornellas Irmã Monitora: Glaucia Gimenes Mestra das Noviças: Brésia Soares Irmã Genoveva: Teresa Clara Irmã Dulcina: Marianna Brasil Irmã Enfermeira: Gabriela Ramos | Isabella Sacerdote Irmã Osmina: Fernanda Pantoja Irmãs de Caridade: Ana Letícia Guimarães e Ana Leonilia Noviça: Sarah Jadyna Irmãs leigas: Isabella Sacerdote e Paulla Simone
Direção musical e regência: Maestro DeyvisonMiranda Direção cênica e cenografia: Hyandra L. Figurinos: Janette Dornellas, com apoio da Cia de Ópera do Espírito Santo Iluminação: Lidianne Carvalho Concepção cênica: Hyandra L. e Janette Dornellas Direção de produção: Hugo Lemos
Coro e Orquestra Ópera em Brasília
Serviço
Sesc Ceilândia Dias 28 e 29 de março de 2026 Sábado às 19h | Domingo às 17h e 19h Teatro Newton Rossi
Sesc Gama Dias 17, 18 e 19 de abril de 2026 Sexta às 20h | Sábado e domingo às 19h Teatro Paulo Gracindo
Entrada gratuita, mediante doação de alimentos não perecíveis ou materiais de limpeza, destinados ao Carmelo Nossa Senhora do Carmo.
Sessões com Áudio descrição e libras: Dia 29/03 às 17h e dia 19/04 às 19h
Ingressos: hl.art.br/angelica
Ópera em 1 ato, em italiano, com legendas em português Classificação indicativa: 14 anos Duração: aproximadamente 1h
Com distribuição da Diamond Films, novo projeto do cineasta norueguês estreia nacionalmente em 9 de abril, com sessões especiais a partir de 2 de abril 26 de março, com distribuição da Diamond Films
O cineasta norueguês Kristoffer Borgli, que despertou a curiosidade e o interesse de cinéfilos do mundo todo com os irreverentes “Doente de Mim Mesma” e “O Homem dos Sonhos”, está prestes a surpreender o público mais uma vez com seu mais novo projeto. Estrelado por Zendaya (“Rivais”, “Duna”) e Robert Pattinson (“Batman”, “Morra, Amor”), O DRAMA chega aos cinemas de todo opaís em 9 de abril, propondo aos espectadores uma pergunta: o que você faria se descobrisse, às vésperas do seu casamento, a pior coisa que a pessoa com quem você vai se casar já fez?
Na trama, Zendaya e Pattinson são Emma e Charlie, um casal apaixonado prestes a subir ao altar. Todos os preparativos para a cerimônia vão bem até que uma brincadeira entre amigos traz à tona uma revelaçãosobre o passado de um dos pombinhos. De repente, ooutro passa a se questionar sobre o quanto realmente conhece a pessoa com quem vai se casar e, consequentemente, sobre a viabilidade daquela relação.
Zendaya brinca que esta é a interpretação de Borgli sobre o que é uma comédia romântica, mas essa não foi necessariamente a intenção que o motivou a desenvolver o projeto. Na realidade, O DRAMA nasce de uma reflexão sobre as negociações silenciosas sobre relacionamentos, que colocam a todos no limiar entre a lógica e as emoções. Em outras palavras, trata-se do reconhecimento de uma curiosa contradição sobre oamor: como ele pode soar inquestionável e, ainda assim, ser por vezes tão desestabilizante?
Para além desta indagação, Borgli também aproveitou olonga para explorar seu interesse particular em compreender como diferentes culturas reagem ao mesmo cenário. Deste modo, enquanto Charlie, um homem britânico, se mostra mais reservado, matutando sobre sua descoberta chocante de forma solitária e quase envergonhada, a estadunidense Emma está mais disposta a se expor, especialmente se isso significar se conectar ao seu amado.
É nestes contrastes que o cineasta norueguês encontra em O DRAMA as brechas para mergulhar na vulnerabilidade de seus protagonistas e, consequentemente, examinar as verdades difíceis e profundas que eles – e o espectador – hesitam em admitir para si mesmos. Não à toa, Zendaya, fã declarada de “O Homem dos Sonhos”, descreveu o filme como uma experiência original, diferente de tudo o que já lera: na mesma medida que diverte, pode ser profundamente desconfortável.
Além da dupla de protagonistas, o elenco ainda conta com Alana Haim (“Licorice Pizza”), Mamoudou Athie (“Tipos de Gentileza”) e Hailey Gates (“Marty Supreme”).
Com distribuição da Diamond Films, a maior distribuidora independente da América Latina, O DRAMA terá sessões especiais a partir de 2 de abril. O filme estreia nacionalmente em 9 de abril.
Sobre a Diamond Films A Diamond Films é a maior distribuidora independente da América Latina. Fundada em 2010, se destaca por distribuir os melhores filmes independentes da indústria cinematográfica. Atualmente, a empresa atua em sete países da América Latina: Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Peru e México. No ano de 2016 começou a atuar no mercado europeu, por meio da sua filial na Espanha. No Brasil desde 2013, a Diamond Films distribuiu títulos como “Os Oito Odiados”, “Moonlight – Sob a Luz do Luar”, “Green Book – O Guia”, “Moonfall – Ameaça Lunar”, “No Ritmo do Coração”, “Spencer”, “A Pior Pessoa do Mundo”, “Órfã 2: A Origem”, “One Piece Film Red”, “Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo”, “Fale Comigo”, “Zona de Interesse”, “Anatomia de Uma Queda” e “Guerra Civil”.
No YouTube, territórios por meio da arte “Culturas Urbanas” revela histórias reais de artistas que transformam
Já está disponível no YouTube o documentário “Culturas Urbanas” , uma série que mergulha nas histórias de personagens que constroem, diariamente, a cultura urbana do
Distrito Federal como espaço de pertencimento, resistência e transformação.
Com realização do IBRANOVA e produção de Juno, Nove Zero Um e Carol Cortez, o projeto apresenta diferentes expressões da arte urbana, revelando como essas manifestações vão além do entretenimento e se consolidam como ferramentas de formação, identidade e impacto social.
O primeiro episódio apresenta Fab Girl, dançarina e educadora que encontrou no breaking um caminho de reconexão com sua história e de transformação coletiva. A narrativa evidencia a dança como território de afeto, ancestralidade e construção de novas possibilidades para jovens da periferia.
No segundo episódio, o foco é a Batalha da Escada, na Universidade de Brasília (UnB), onde a rima improvisada se transforma em instrumento de pensamento crítico, expressão política e fortalecimento comunitário. Mais do que uma disputa de MCs, o espaço se consolida como um ecossistema de formação e pertencimento.
No terceiro episódio, a cidade se transforma em tela a partir da trajetória de Pedro Sangeon, artista visual que utiliza o espaço público como território de reflexão e sensibilidade. Suas obras propõem pausas no cotidiano urbano e convidam o público a ressignificar a relação com a cidade, mostrando como a arte de rua pode criar novos territórios simbólicos e ampliar o olhar sobre o mundo.
Já no quarto episódio, a narrativa se volta para a construção de identidade com Wesley Santos, criador de uma marca que nasceu no Conic e se tornou símbolo da cultura urbana brasiliense. A partir da moda, do skate e das ruas, o episódio revela como a Verdurão contribui para afirmar o orgulho de ser de Brasília e traduz, em linguagem estética, uma identidade em constante construção.
Mais do que um registro audiovisual, “Culturas Urbanas” se apresenta como um retrato sensível e potente das periferias e da cidade. Com estética vibrante e narrativa contemporânea, a série convida o público a enxergar a cultura urbana como um espaço legítimo de produção de conhecimento, identidade e transformação social.
Evento amplia experiência cultural, reforça práticas sustentáveis e conecta o fazer artesanal a uma agenda de desenvolvimento, inclusão e responsabilidade
Entre tradição, criatividade e um olhar cada vez mais atento à sustentabilidade, o 21º Salão do Artesanato – Raízes Brasileiras, revela sua força como uma das principais iniciativas nacionais dedicadas ao setor. Com a participação de 21 estados e do Distrito Federal, o evento reúne exposição e comercialização de peças, oficinas gratuitas de gastronomia e artesanato, praça de alimentação temática e programação cultural com música, cordel, repente, teatro infantil e palhaçaria, contemplando toda a família. O salão acontece de 1º a 5 de abril, no Pavilhão do Parque da Cidade, em Brasília, com entrada franca e conta com o apoio do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB), do Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (MEMP), do Sebrae — DF, Senac -DF e dos governos de Minas Gerais e Goiás.
“Nosso papel é destacar o artesanato como parte essencial da cultura brasileira e força econômica e social. Por trás de cada peça há artistas que preservam tradições, transformam matérias-primas em expressão cultural e geram renda para suas comunidades. O que hoje o mundo chama de sustentabilidade está na origem do fazer artesanal”, afirma Leda Simone Alves, diretora-executiva da Rome Eventos e produtora do Salão.
Como uma vitrine da diversidade cultural brasileira, o Salão destaca técnicas e saberes ancestrais e criações que dialogam com o design contemporâneo. O público encontra uma gama de tipologias, como cerâmica, madeira, fibras naturais, bordados, rendas e biojoias, apresentadas em uma ambientação que valoriza cada peça e evidencia a identidade de seus criadores.
Curadorias como a do PAB e Sebrae — DF trazem para Brasília a força de mãos que tecem histórias do país a partir de matérias-primas como barro, madeira, sementes, palha, couro e pedras. São cerca de 100 mil peças que carregam memória, território e tradição, revelando um modelo produtivo que combina valor cultural, geração de renda, uso consciente de recursos e exclusividade.
Este princípio está refletido na operação do evento que trabalha com gestão de resíduos, compensação de carbono, acessibilidade e inclusão produtiva. O Salão reforça, assim, seu papel como plataforma que conecta a economia criativa a valores contemporâneos de responsabilidade social e ambiental.
Participam presencialmente mais de 500 artesãos, além de associações e coletivos que ampliam o alcance do evento. Entidades como a Confederação Brasileira de Artesãos (Conart) e a Confederação Nacional dos Artesãos do Brasil (Cnarts) também marcam presença.
“Buscamos proporcionar um evento cada vez mais completo e responsável. O Salão evolui como um espaço que integra cultura, inclusão e desenvolvimento econômico, alinhado a práticas conscientes e incremento à economia criativa. Mais do que uma feira, é um ambiente de convivência, aprendizado e valorização da criatividade brasileira”, revela Rômulo Mendonça, diretor-geral da Rome Eventos.
Além da exposição, o evento conta com brinquedoteca, áreas de descanso, espaços de convivência e praça de alimentação com opções que refletem a diversidade da culinária brasileira. A acessibilidade é prioridade e os ambientes são adaptados para garantir conforto e circulação a todos os públicos.
O artesanato como protagonista
Entre os destaques do evento, a galeria do PAB reúne estandes de 21 estados, além do Distrito Federal. “O Programa do Artesanato Brasileiro (PAB) reafirma o artesanato como eixo estratégico de política pública, impulsionando a geração de renda, a inclusão produtiva e a valorização da diversidade cultural do país. A realização do 21º Salão do Artesanato consolida o compromisso ao ampliar o acesso dos artesãos aos mercados nacionais e promover desenvolvimento econômico nos territórios”, assegura Elisabete Bacelar, diretora de Artesanato e Economia Criativa do PAB.
No espaço do Sebrae DF serão 16 empreendedores selecionados por meio de edital, sendo 12 artesãos e 4 manualistas. A curadoria seguiu critérios técnicos e evidencia a diversidade estética, técnica e cultural da produção do Distrito Federal.
Além de estar incluído na curadoria do PAB, por meio da Secretaria da Retomada de Goiás, o estado marca presença em estandes exclusivos com peças em cerâmica, fibras naturais, madeira e bordados, refletindo a identidade do artesanato goiano. Da mesma forma, o estado de Minas Gerais — um dos parceiros mais antigos do Salão do Artesanato — ocupa áreas ampliadas e de destaque, apresentando sua tradição reconhecida em trabalhos em madeira, pedra-sabão, tecelagem e bordados, evidenciando a diversidade e a excelência de sua produção artesanal.
O Salão do Artesanato é espaço de valorização tanto do artesanato, ligado à tradição e à ancestralidade, quanto da manualidade, que incorpora processos contemporâneos. Em comum, ambas têm as mãos como instrumento de expressão cultural, identidade e pertencimento.
Esse universo se materializa em uma área superior a 6 mil metros quadrados, reunindo vestuários, acessórios, objetos de decoração, instrumentos musicais e itens utilitários. São peças moldadas, esculpidas, bordadas, talhadas e forjadas pelo mais puro talento, evidenciando a diversidade de técnicas e a potência criativa brasileira.
Bom gosto e bom senso
Uma linguagem sempre muito presente — em quantidade e qualidade —no evento é a moda. “O artesanato está bombando como uma onda sustentável na moda. Cada peça é única, feita com amor e cuidado, usando materiais naturais e técnicas passadas de geração em geração. É moda com consciência”, reforça Leda.
Nesse cenário, o feito à mão ganha protagonismo ao unir estética e responsabilidade, fortalecendo cadeias produtivas locais e apontando caminhos mais sustentáveis para a indústria. No Salão, essa conexão se revela em roupas de fibras naturais, bordados, rendas, crochês, biojoias, acessórios, bolsas e calçados, que traduzem a diversidade de técnicas e territórios do país.
Programação artística e cultural
Ao longo de cinco dias, o evento apresenta um mosaico de expressões artísticas que convergem com a diversidade cultural brasileira, sob a curadoria da GRV Música, Media Ideias e Projetos. Na oralidade ancestral, o cordel ganha destaque com Tupãira Tapuia; nas artes cênicas, o público encontra teatro infantil com a Cia A Excêntrica Família Firula e Marmotagem & Cia, o mamulengo com Mamulengo Lengo Tengo, além de circo e palhaçaria com a Companhia Cosmonautas Mágicos e Oráculo da Palhaça.
Na música, as atrações se desdobram em diferentes estilos, com Jacarandá e Braúna na moda de viola, Claudivan Santiago na raiz sertaneja, Som de Minas na música mineira, Chico de Assis e João Santana no repente, Aperto de Mão no chorinho, Boi Jatobá no boi bumbá, Maísa Arantesna rabeca e pife, além de Rosana Brown e Salomão di Pádua, que transitam entre o jazz, MPB e pop, compondo uma agenda plural e pensada para todas as idades.
Oficinas e vivências
Sucesso entre o público, as oficinas convidam ao universo da criação através da experimentação de técnicas diversas. Nesta edição, o salão amplia essa frente formativa para além do público adulto, com atividades para as crianças e pessoas com deficiência.
O Ateliê Pé d’Água, com nomes como Mestre Anselmo, Geuza Joseph, Fabianca de Barros Igor Bessa, Roberta Lara, André Giga, Gabriel Guirelli, Giovanna Mee, Rafael Pederneiras e Rafael Sardinha, propõe vivências com a cerâmica e a argila. Entre as manualidades, o destaque vai para as oficinas de crochê, crochê em lacre e bonecas abayomi. Para o público infantil, o Projeto Transforme-se, oferece oficinas introdutórias e lúdicas em técnicas como crochê e feltro.
No enfrentamento ao capacitismo, o grupo “Os Eficientes”, com as artesãs Rose Elaine da Silva e Janete Rodrigues, ministra oficinas de fuxico com abordagem acessível e sensorial, promovendo expressão, autonomia e inclusão. O grupo também realiza ao Roda de Conversa: Acessibilidade e Inclusão Social da Pessoa com Deficiência, com Walter Santos, Barbara Barbosa, Cesar Ascar e Charles Jatobá, com mediação de Elma Lucia.
A programação se completa com a experiência sensorial “Cerâmica às Cegas”, que amplia a percepção por meio do tato e estimula a participação de diferentes públicos em um ambiente acolhedor e democrático. Na condução, também está o Ateliê Pé d’Água, com Marta Rufonni, Nathalia Dionisio e Carla Ariene.
A cargo do Senac — DF ficam as oficinas gastronômicas que aproximam o público das tradições culinárias brasileiras. Ministradas por chefs e cozinheiros populares, as atividades percorrem diferentes técnicas e saberes, com temas que vão do preparo de pescados brasileiros e panificação à confeitaria e ao universo do chocolate, incluindo receitas especiais para a Páscoa, como sobremesas clássicas, ovos artesanais e alternativas criativas ao uso do cacau, além de bebidas e preparações práticas para o dia a dia.
Cada oficina contará com cerca de 30 vagas, preenchidas por ordem de inscrição no local.
Praça de Alimentação
A praça de alimentação do Salão do Artesanato reúne sabores que atravessam o país e ampliam a experiência do público dentro do evento. Entre as opções, o visitante encontra desde acarajé e galinha caipira, passando por pamonha e curau, churrasco, até caldos, paella, crepes, pastéis, além do café e dos chocolates da Lugano, que ganham destaque especial no clima de Páscoa, trazendo um toque de celebração e afeto ao percurso gastronômico.
Posicionada estrategicamente próxima ao espaço onde se concentram as principais atrações musicais, artísticas e culturais do Salão, a praça se torna um ponto de encontro natural do público, acompanhando o ritmo do evento entre uma apresentação e outra.
Rome Cidadania
O compromisso social se materializa no Rome Cidadania, iniciativa que há mais de 15 anos abre espaço para projetos sociais em eventos da produtora. No campo social, o Salão reafirma seu compromisso com a inclusão e a transformação de realidades ao subsidiar a participação de instituições de grande relevância no Distrito Federal.
Entre elas estão o Lar dos Velhinhos Bezerra de Menezes, que atua no acolhimento de idosos em situação de vulnerabilidade; a ONG Vida Positiva, voltada ao apoio e à promoção da cidadania; a Associação dos Deficientes Visuais, que trabalha pela autonomia e inclusão de pessoas com deficiência visual; a Aldeia SOS, que acolhe crianças e jovens em situação de risco, oferecendo suporte integral e oportunidades de desenvolvimento; a Abrace, que presta assistência a crianças e adolescentes com câncer e doenças hematológicas, oferecendo suporte às suas famílias, e o coletivo Os Eficientes, que, formado por pessoas com deficiências diversas, promove a inclusão por meio da expressão artística, fortalecendo o protagonismo, a visibilidade e a participação social. Juntas, essas iniciativas reforçam o papel do evento como plataforma de impacto social, ampliando o acesso a oportunidades e fortalecendo vínculos com a comunidade.
Em diálogo com iniciativas públicas, como a parceria com a Secretaria da Mulher do Distrito Federal, o Salão contribui para a autonomia econômica de mulheres em situação de vulnerabilidade, valorizando o papel do artesanato como ferramenta de transformação social.
Sobre o Salão do Artesanato Realizado em Brasília desde 2008, o Salão do Artesanato soma 17 edições na capital e 4 em São Paulo. Um dos maiores eventos do segmento no país, a cada ano reúne produções de todas as regiões brasileiras, com apoio do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB) e do Sebrae. O Salão está alinhado com Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) centrais para sua atuação, como o ODS 8 (trabalho decente e crescimento econômico), o ODS 10 (redução das desigualdades), o ODS 11 (cidades e comunidades sustentáveis), o ODS 12 (consumo e produção responsáveis) e o ODS 13 (ação climática), além de contribuir para o ODS 5 (igualdade de gênero) e o ODS 16 (governança, ética e integridade).
PROGRAMAÇÃO CULTURAL
1ª de abril – Quarta-feira 18h30 – Tupãira Tapuia | Cordel / Oralidade ancestral 19h45 – Jacarandá e Braúna | Moda de viola
02 de abril – Quinta-feira 18h30 – Claudivan Santiago | Raiz sertaneja 19h45 – Som de Minas | Música mineira
03 de abril – Sexta-feira 13h45 – Cia A Excêntrica Família Firula | Teatro infantil 15h30 – Mamulengo Lengo Tengo | Mamulengo 18h30 – Maísa Arantes | Rabeca / Pife 19h45 – Aperto de Mão | Chorinho / Samba
04 de abril – Sábado 13h45 – Marmotagem & Cia | Teatro infantil 15h30 – Companhia Cosmonautas Mágicos | Circo / Palhaçaria 18h30 – Chico de Assis e João Santana | Repente / Viola nordestina 19h45 – Rosana Brown | Jazz / MPB / Pop
05 de abril – Domingo 15h30 – Oráculo da Palhaça | Palhaçaria / Circo 17h00 – Boi Jatobá | Boi bumbá / Cultura popular 18h30 – Salomão di Pádua | MPB / Samba
PROGRAMAÇÃO DE OFICINAS CRIATIVAS
1º de abril (quarta-feira) Sala 01 17h às 18h — Artes da Terra: Introdução à cerâmica e ancestralidade | Ateliê Pé d’Água (Mestre Anselmo, Igor Bessa e Roberta Lara) | Livre – infantil e adulto 19h às 20h — Amigurumi | Projeto Transforme-se – Emili Pereira | Livre – infantil
Sala 02 17h às 18h — Crochê em Lacre | Projeto MOVA-DF – Adriana Piau | Livre – infantil e adulto 19h às 20h — Crochê | TecerFios – Eliane Barroso | Livre – infantil e adulto
02 de abril (quinta-feira) Sala 01 17h às 18h — Feltro | Projeto Transforme-se – Juliana Lepletier | Livre – infantil 19h às 20h — Formas e volumes: criação de obras em argila | Ateliê Pé d’Água (André Giga e Gabriel Guirelli) | Livre – infantil e adulto
Sala 02 17h às 18h — Crochê | TecerFios – Eliane Barroso | Livre – infantil e adulto 19h às 20h — Fuxico | Projeto MOVA-DF – Kátia | Livre – infantil e adulto
03 de abril (sexta-feira) Sala 01 13h às 14h — A Arte do Belisco: Técnica Milenar | Ateliê Pé d’Água (Giovanna Mee e Rafael Pederneiras) | Livre – infantil e adulto 15h às 16h — Roda de conversa: acessibilidade e inclusão social da pessoa com deficiência | Walter Santos, Bárbara Barbosa, Cesar Ascare e Charles Jatobá (mediação: Elma Lucia) | Livre – infantil e adulto 17h às 18h — Cerâmica às Cegas: experiência sensorial com olhos vendados | Ateliê Pé d’Água (Marta Rufonni, Nathalia Dionisio e Carla Ariene) | Adulto e pessoas cegas
Sala 02 13h às 14h — Oficina de fuxico | Grupo “Os Eficientes” (Rose Elaine da Silva e Janete Rodrigues) 15h às 16h — Bonecas abayomi | Projeto Transforme-se – Maria Mendes | Crianças a partir de 10 anos 17h às 18h — Crochê | TecerFios – Eliane Barroso | Livre – infantil e adulto 19h às 20h — Crochê | Projeto MOVA-DF – Luzanira Gomes | Livre – infantil e adulto
04 de abril (sábado) Sala 01 13h às 14h — Pintura em tecido: criatividade e personalização | Oficina de Moda 15h às 16h — Máscaras de argila: montagem e colagem com barbotina | Ateliê Pé d’Água (Geuza Joseph e Fabianca de Barros) | Livre – infantil e adulto 16h às 17h — Upcycling criativo: transformação de materiais em acessórios (chaveiros) | Oficina de Moda 19h às 20h — Argila criativa: escultura livre | Ateliê Pé d’Água (Igor Bessa e André Giga) | Livre – infantil e adulto
Sala 02 13h às 14h — Sachês aromáticos | Projeto Transforme-se – Virgínia Canedo | Livre – infantil e adulto 15h às 16h — Oficina de fuxico | Grupo “Os Eficientes” (Rose Elaine da Silva e Janete Rodrigues) 17h às 18h — Pintura em MDF | Projeto MOVA-DF – Conceição | Livre – infantil e adulto 19h às 20h — Crochê | TecerFios – Eliane Barroso | Livre – infantil e adulto
05 de abril (domingo) Sala 01 17h às 18h — Vasos e blocagem: cerâmica para a família | Ateliê Pé d’Água (Nathalia Dionisio e Rafael Sardinha) | Livre – infantil e família
Sala 02 13h às 14h — Costura à mão: pintura em tecido | Projeto MOVA-DF – Ana Cristina | Livre – infantil e adulto 15h às 16h — Oficina de fuxico | Grupo “Os Eficientes” (Rose Elaine da Silva e Janete Rodrigues) 17h às 18h — Crochê | TecerFios – Eliane Barroso | Livre – infantil e adulto 19h às 20h — Laço de pontas | Projeto Transforme-se – Bruna Bessoni | Livre
PROGRAMAÇÃO DE OFICINAS GASTRONÔMICAS
Sala Senac
1º de abril (quarta-feira) 19h30 — Pescados brasileiros à mesa: a versatilidade da Pescada Amarela
02 de abril (quinta-feira) 19h30 — Colomba pascal (dicas de panificação)
03 de abril (sexta-feira – Sexta-feira Santa) 16h30 — Tarte au citron 19h30 — Panacotta com lemon curd
04 de abril (sábado) 16h30 — Ovo de brownie recheado: alternativas ao alto custo do cacau 19h30 — Temperagem de chocolates para ovos de Páscoa
05 de abril (domingo – Domingo de Páscoa) 16h30 — Coquetéis sem álcool (mocktails) para a Páscoa 19h30 — Pizzas simplificadas para o dia a dia
Serviço
21º Salão do Artesanato – Raízes Brasileiras Pavilhão do Parque da Cidade – Brasília (DF) De 1º a 5 de abril Horários: Quarta e quinta: das 16h às 22h Sexta, sábado e domingo: 11h às 22h
Espetáculo inspirado na obra infantil de Caio Fernando Abreu fica em cartaz até 29 de março
Após uma estreia com sessões cheias e ótima resposta do público, o espetáculo A Comunidade do Arco-Íris segue em cartaz no CCBB Brasília até 29 de março. Com direção de Suzana Saldanha e supervisão de direção de Gilberto Gawronski, a peça apresenta ao público a única obra infantil de Caio Fernando Abreu, em sessões às sextas, às 16h, e aos sábados e domingos, às 11h e às 16h. A classificação indicativa é livre. Os ingressos custam R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia) e estão disponíveis no site www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília.
A montagem propõe uma reflexão sensível sobre confiança, respeito, amizade, democracia e convivência coletiva, temas centrais do único texto infantil do autor gaúcho (1948–1996). O projeto conta com patrocínio do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.
No elenco estão Bianca Byington, Raquel Karro, Gab Lara, Lucas Oradovschi, Lucas Popeta, André Celant, Renato Reston, Patricia de Farias, além dos stand-ins Aisha Jambo e Maksin Oliveira. O espetáculo conta ainda com participação especial em vídeo de Malu Mader, exibido na abertura.
A trama acompanha brinquedos e seres mágicos que decidem viver em comunidade em uma floresta, longe do mundo dos humanos, da poluição e do consumo desenfreado. A chegada de três gatos ao local provoca debates sobre convivência, diferenças e democracia. O universo criado lembra uma espécie de rave ou festa hippie, onde personagens como uma sereia cansada da poluição dos mares, uma bruxa de pano, um soldadinho pacifista com vocação para jardinagem, um mágico incompreendido e um roqueiro em busca de tranquilidade convivem em harmonia.
No papel da Bruxa de Pano, Bianca Byington destaca o tom surpreendentemente leve do texto. “É um Caio que não perde o sarcasmo, mas se apresenta de forma delicada. Impressiona como, já em 1971, ele abordava a questão ambiental de maneira simples, sem militância, mas tocando no essencial: a insatisfação com o consumo e o mundo capitalista”, comenta a atriz.
O cenário interativo, criado por Sérgio Marimba, é composto por uma grande estrutura de ferro flexível, que dialoga com a iluminação de Aurélio de Simoni e os figurinos de Danielly Ramos. O espaço convida as crianças a mergulharem em um universo lúdico e colorido, permitindo que os atores se movimentem livremente pelo cenário.
Segundo Gilberto Gawronski, a obra convida o público infantil a refletir sobre coletividade e diversidade. “Não é um texto que trata diretamente de empoderamento feminino, racismo ou gênero, mas abrange tudo isso. O Arco-Íris de Caio é uma ode à diversidade, a um lugar alternativo e utópico, onde a diferença é respeitada”, afirma.
A direção musical é de João Pedro Bonfá, que mescla canções gravadas e música ao vivo. O espetáculo conta ainda com uma composição-tema assinada por Tony Bellotto e seu filho, João Mader, inspirada no hino da Comunidade do Arco-Íris citado no texto original. “Transformamos a música em um rock’n’roll no estilo Titãs, gravado ao vivo em estúdio, o que trouxe uma sonoridade potente e muito interessante para a cena”, explica Bonfá.
Suzana Saldanha e Caio Fernando Abreu
“Apesar de escrita há mais de 40 anos, trata-se de uma peça ecológica e atual. Caio denúncia, naquela época, o mesmo que denuncio hoje, em 2024”, diz Suzana Saldanha, que participou da fundação do inovador Grupo de Teatro Província de Porto Alegre, em 1970, onde trabalhou com Caio Fernando Abreu. “Além de jornalista e escritor, era um belíssimo ator”, lembra. Logo depois, em 1971, Caio escreveu “A Comunidade do Arco-Íris”.
“O texto fala de forma poética sobre esse movimento de pessoas se organizando em comunidades, no auge da ditadura. Para nós, artistas, estava muito ruim. Mas nem todos iam da cidade para o campo. Caio foi para uma comunidade em Londres. Já eu fui morar, em 1973, com colegas de faculdade no Centro de Arte Sensibilização e Aprendizagem, onde também funcionava uma escola de teatro, em Porto Alegre”, recorda.
Quando volta ao Brasil em 1979, Caio entrega A Comunidade do Arco-Íris nas mãos de Suzy Baby, como chamava a amiga Suzana. “Eu fiquei louca com o texto”, lembra a diretora, que, no mesmo ano, estreia o espetáculo sob sua direção. Em 2008, a diretora contribui para a montagem da peça com crianças da Escola Carlitos (SP).
Em 2018, um novo encontro com a obra: Suzana apresenta o texto ao amigo e produtor Flávio Helder, que se apaixona, e decidem remontá-lo. “Eu quero mostrar ao público o lado amoroso e divertido de Caio Fernando, um autor que ficou muito marcado como porta-voz do mundo gay e que não conheceu a fama em vida, mas que hoje é lido por todos, sobretudo o público jovem”, afirma a artista.
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Acessibilidade
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional.
O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van | De quinta a domingo
Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h
Em 2026, a maior feira de negócios das favelas acontece em 25 e 26 de abril, pela primeira vez, em Ceilândia
A Expo Favela Innovation Brasília 2026 já está com inscrições abertas e será realizada nos dias 25 e 26 de abril, no estacionamento do SESC Ceilândia. O tema deste ano é “Oportunidade de negócio na sua quebrada”.
Organizado pela Central Única das Favelas (CUFA DF) e pelo Projeto S.A, o evento chega à sua quarta edição consolidado como a maior feira de negócios do 4º setor no Distrito Federal, conectando empreendedores, investidores, artistas e o público em geral.
Empreendedores interessados em participar podem realizar a inscrição gratuitamente pelo site do evento.
Segundo Bruno Kesseler, presidente da CUFA DF, a Expo Favela 2026 marca um movimento estratégico de descentralização ao chegar, pela primeira vez, à Ceilândia — um dos principais pólos culturais e empreendedores do DF. A escolha do território responde a uma demanda recorrente dos próprios expositores e reforça o compromisso de ampliar o acesso a oportunidades reais de negócios e crescimento profissional.
“Decidimos fazer a 4ª edição em Ceilândia, para aproximar ainda mais o nosso público de oportunidades de negócios e crescimento profissional. Essa é uma demanda que recebemos dos expositores desde a primeira edição. Vamos levar a Expo para um território que pulsa e vive a economia criativa”, afirma Kesseler.
Saiba o que rolou em 2025
Em 2025, da Expo Favela DF consagrou-se como vitrine estratégica para inovação e negócios periféricos. Entre centenas de inscritos, 50 empreendedores foram selecionados para expor e passaram por preparação conduzida pela Escola de Negócios da Favela, com foco no aprimoramento do pitch e na maturidade das propostas. Cinco finalistas garantiram vaga na etapa nacional, em São Paulo, ampliando a presença do Distrito Federal no cenário brasileiro.
Entre os destaques estiveram Ex-Devedor, Cachos Brasil, PIFF e Lela Spa, além da grande vencedora Natália Ofão, com a marca Cuidados do Cerrado, que aposta em cosméticos naturais veganos produzidos a partir de insumos do bioma e embalagens 100% sustentáveis.
“Foi um momento de muita conexão e de muita conquista. Participar dessa experiência foi valioso demais. Consegui também fazer networking e fazer com que outras pessoas, não só do DF, conhecessem os nossos produtos”, celebra Natália Ofão.
A programação também reforçou o papel da Expo como plataforma de debate e formação. Mesas temáticas reuniram especialistas para discutir empreendedorismo, economia criativa, responsabilidade social e, sobretudo, inteligência artificial aplicada a pequenos negócios, música, produção de conteúdo, políticas públicas e TV 3.0.
No palco, a força cultural deu o tom da experiência, com apresentações gratuitas de nomes como Dudu Nobre, RAPadura e Negra Flow, ampliando o alcance do evento e conectando negócios, tecnologia e cultura em um mesmo ecossistema.
Inscrições abertas para 2026
A edição de 2026 promete ser ainda maior e mais diversa. O evento premiará o negócio campeão com R$ 15 mil. Cinco finalistas garantem vaga na grande final nacional da Expo Favela Innovation Brasil, que reunirá representantes de todo o país, em São Paulo.
A programação vai reunir mesas de debates, workshops, exposições e rodadas de negócios, mantendo o formato inclusivo e interativo que já se tornou marca registrada do evento.
De acordo com Kesseler, essa edição promete ser ainda mais abrangente. “A Expo promove negócios que carregam ciência ancestral, conhecimento popular e soluções criativas que nascem nos territórios periféricos e têm enorme potencial de transformação. Isso é inovação! Esse conceito não se limita apenas a startups ou tecnologia tradicional”, finaliza Bruno
Serviço
Evento: Expo Favela Innovation Brasília 2026
Datas: 25 e 26 de abril
Local: Estacionamento, em frente ao Sesc Ceilândia
Em março e abril, iniciativa apoiada pela NeoenergiaBrasília e pelo Instituto Neoenergia, por meio da LIC-DF, leva cultura popular e tecnologia para as escolas de,Brazlândia,Itapoã e Estrutural.
O projeto Filhos da Terra – Circuito de Educação Patrimonial realiza, em março e abril, uma série de ações educativas em escolas públicas de três regiões administrativas do Distrito Federal: Brazlândia (Centro Educacional Vendinha – área rural), Estrutural (CEF 2) e Itapoã (Zilda Arns). A proposta une cultura popular, tecnologia e educação patrimonial em uma experiência imersiva que conecta jovens ao patrimônio imaterial brasileiro. Voltada a estudantes de 11 a 18 anos do ensino fundamental e médio, a iniciativa conta com o apoio da Neoenergia Brasília e do Instituto Neoenergia, por meio da Lei de Incentivo à Cultura (LIC).
Ao longo da programação, o projeto reforça seu interesse na preparação de professores e educadores na metodologia e nas trilhas de conhecimento que propõem para o trabalho com os alunos, apresentada por meio de um conjunto de 6vídeo aulas com apresentação da metodologia. Além da ação com os professores, em cada escola, será apresentada a coleção Cadernos de Cultura, conjunto editorial que documenta manifestações tradicionais brasileiras. Três exemplares completos da coleção serão doados às unidades escolares para uso pedagógico de professores e estudantes. As atividades incluem, além de apresentações de grupos locais de cultura popular, roda de conversa sobre cultura e identidade, exibição de documentário do projeto e vivência interativa com os jogos digitais educativos desenvolvidos pelo Filhos da Terra, que abordam manifestações como o Maracatu e a Congada.
Para garantir o acesso às atividades digitais, o projeto disponibilizará 40 tablets com acesso à internet no dia do evento em cada escola. Os estudantes também receberão uma ecobag personalizada contendo um pendrive com acesso ao conteúdo educativo completo do projeto, além de materiais que levam aos estudantes informações importantes sobre o uso consciente da energia, permitindo que o aprendizado ultrapasse o espaço escolar e chegue também às famílias.
Como forma de fortalecer as identidades culturais locais, um grupo cultural da própria comunidade será convidado para realizar apresentação presencial em cada região, promovendo o diálogo entre tradição, território e juventude. A expectativa é beneficiar aproximadamente 2.500 estudantes nas três regiões administrativas.
Cadernos de Cultura
Fruto de quase dez anos de pesquisa de campo pelo projeto Filhos da Terra – Diversidade e Cultura, a coleção Cadernos de Cultura consta de 12 unidades inspiradas na obra O Povo Brasileiro, de Darcy Ribeiro, com registros feitos pelo fotógrafo Eraldo Peres, idealizador do projeto Filhos da Terra.
O rico material está segmentado em quatro volumes principais, inspirados nas matrizes formadoras do país, como: Sertões, sobre vaqueiros, tropeiros e tradições do interior; Costa Atlântica, dedicada às culturas litorâneas e suas conexões com o mar; Mineração, que percorre os caminhos históricos da exploração mineral e suas expressões culturais; e Povos da Mata, focado nos modos de vida e espiritualidade das comunidades da floresta.
Os Cadernos revelam celebrações, rituais e práticas tradicionais que moldam os saberes populares em diferentes regiões do Brasil e se utilizam de elementos como fotografia, etnografia visual e inventário participativo. “Levar nosso Patrimônio Imaterial para os bancos escolares é de suma importância para garantir a informação e a valorização das festas populares do nosso país. E o apoio do Instituto Neoenergia é fundamental para que possamos seguir com esse legado apresentando e valorizando nossa cultura junto os jovens”, afirma Eraldo.
Game On
Na programação, uma das atividades de grande atratividade em ambientes escolares é o Game On, proposta de gamificação que transforma o aprendizado sobre cultura popular em experiência interativa. Os alunos mergulham em jogos digitais sobre o Maracatu Rural e a Congada.
A estratégia, criada por Eraldo Peres para dialogar com o universo jovem, amplia o interesse pelas festas tradicionais brasileiras. Organizados por manifestação cultural, os games convidam a uma viagem pelo Brasil, explorando símbolos, personagens e narrativas dessas celebrações.
Os mesmos módulos que serão apresentados nas escolas estão disponíveis, gratuitamente, na aba Rede Cultura Game, no site do projeto. No ambiente virtual, o jogador percorre cenários inspirados nessas festas, guiado por Beto, âncora de telejornal que atua como mestre de cerimônias e conduz desafios contra os “Inimigos da Cultura”, vilões que tentam impedir os festejos. Ao longo das fases, surgem figuras emblemáticas como o Caboclo de Lança e a Dama do Paço, em um processo educativo fluido, lúdico e contemporâneo.
Sobre Eraldo Peres
Fotojornalista e produtor cultural, Eraldo Peres nasceu no Rio de Janeiro e vive em Brasília desde a infância. Atuouem importantes jornais, revistas e agências nacionais e internacionais e, desde 1996, dedica-se a iniciativas como Festa Brasileira e Filhos da Terra, voltadas à documentação fotográfica e audiovisual do patrimônio imaterial brasileiro.
Seu trabalho foi reconhecido em premiações como o Nikon Photo Contest International, o Humanity PhotoAwards (Unesco) e recebeu menção honrosa no World Press Photo. É diretor do Festival Mês da Fotografia e atua como curador de exposições e livros de fotografia.
Sobre o projeto
Reconhecido nacionalmente, o projeto Filhos da Terra foi finalista do Prêmio Rodrigo Melo Franco, concedido pelo Iphan, e desenvolve, há quase uma década, ações de pesquisa, documentação e difusão das culturas populares brasileiras. Inspirado nos Brasis de Darcy Ribeiro, o projeto constrói uma cartografia visual das manifestações tradicionais do país, reunindo acervo editorial, documentários, jogos digitais e metodologias educativas voltadas à valorização do patrimônio imaterial.
A coleção Cadernos de Cultura, que integra o acervo do projeto, foi realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e é distribuída gratuitamente a instituições públicas de educação e cultura, além de estar disponível para acesso digital no site oficial: www.filhosdaterra.org.
Sobre o Instituto Neoenergia
Sobre o Instituto Neoenergia: Integra o investimento social privado da Neoenergia, com o propósito de fomentar iniciativas que estimulem a transformação das pessoas e do planeta, nas regiões onde a empresa opera seus negócios. O Instituto desenvolve e apoia programas e projetos que colaboram com a redução das desigualdades sociais e a luta contra as mudanças climáticas. Por meio de cinco pilares de atuação – Educação, Formação e Pesquisa, Biodiversidade e Meio Ambiente, Arte e Cultura, Ação Social e Novas Tecnologias – fomenta transformação social a partir da descentralização territorial, onde comunidades vulnerabilizadas e mulheres negras estão no centro das mudanças. Em 2025, beneficiou mais de 3,12 milhões de pessoas.
Filhos da Terra – Circuito de Educação Patrimonial
Brazlândia – Centro Educacional Vendinha (área rural) Data: 25 e 26 de março de 2026
Estrutural – CEF 2 Data: 23 e 24 de abril de 2026
Itapoã – Zilda Arns Data: 9 e 10 de abril de 2026
Público-alvo: estudantes de 11 a 18 anos do ensino fundamental e médio Patrocínio: O projeto tem apoio da Neoenergia Brasília e do Instituto Neoenergia, por meio do Edital Transformando Energia em Cultura, via Lei de Incentivo à Cultura do Governo do Estado do Distrito Federal (LIC-DF).
Montagem do Conosco Coletivo de Criadores traz à cena antiga ópera inglesa, com direção de grandes nomes das artes e uma reflexão política e feminista de mais de 300 anos
Brasília recebe um feito para a música erudita: a circulação da ópera barroca Venus and Adonis, de John Blow (1682), em montagem completamente encenada. O projeto é uma realização do Conosco Coletivo de Criadores e ocupará os palcos do Sesc Taguatinga (Teatro Paulo Autran) e do Sesc Gama (Teatro Paulo Gracindo) entre os dias 21 e 29 de março, com entrada gratuita para todos os espetáculos.
Considerada pelo dicionário Grove de Música como o mais antigo exemplo conhecido de ópera inglesa, Venus and Adonis antecede até mesmo a célebre Dido and Aeneas de Henry Purcell. No entanto, o que torna a obra disruptiva para o seu tempo é seu conteúdo subversivo. Longe de ser uma mera celebração da realeza, a peça funciona como uma crítica política velada ao rei Charles II. Com o subtítulo “A Masque for the Entertainment of a King” (Um interlúdio para entretenimento de um rei), a ópera utiliza a mitologia e a alegoria da “caça” para satirizar os costumes da corte e as aventuras amorosas do monarca.
O aspecto revolucionário da obra se estende ao seu libreto, hoje atribuído à poeta Anne Kingsmill. Em uma época em que a mulher tinha pouca ou nenhuma agência na sociedade e nas artes, Kingsmill entrega uma narrativa onde Vênus, uma figura feminina, é a força motriz de toda a tragédia. A obra subverte o mito original: na versão de Blow, não é o ímpeto masculino de Adônis, mas sim as artimanhas e a complexidade de Vênus que conduzem o destino dos amantes. Trata-se de uma das primeiras vozes do feminismo nos palcos da ópera, retratando a mulher como uma figura poderosa, multifacetada e capaz de conduzir a História.
O formato e a montagem
Venus and Adonis é classificada como um masque, uma forma de “semi-ópera” típica da Inglaterra. Diferente da ópera tradicional, a música não serve apenas para conduzir a narrativa linear, mas surge como interlúdio, criando uma estrutura de descontinuidade que se mostra extremamente moderna para o espectador de hoje. Essa característica permite à direção criar estratégias cênicas inovadoras, que mantêm o interesse do público por meio de imagens e metáforas.
Para esta montagem em Brasília, o Conosco Coletivo de Criadores—formado por Cecília Aprigliano, André Vidal e Mônica Monteiro—reuniu um time de peso. A direção musical é assinada por Cecília Aprigliano e André Vidal, que também atuarão como instrumentistas, enquanto a regência fica a cargo de David Castelo. A concepção moderna da obra, que mescla a música renascentista com o olhar do homem do século XXI, fica por conta da direção artística do premiado artista plástico Gê Orthof, responsável pela concepção plástica e cenário, e da direção cênica da coreógrafa e bailarina Giselle Rodrigues. A concepção do figurino ficou a cargo de Nina Monteiro, quanto Monica Monteiro assume a coordenação geral.
O elenco de solistas é composto por:
Joyce Moreira (soprano) como Vênus
Gustavo Freccia (barítono) como Adônis
Isabel Quintela (soprano) como Cupido
Completam a montagem um corpo estável de 16 músicos especializados em música antiga (com instrumentos como flautas doces, violas da gamba, cravo e teorba), um coro de oito vozes e uma equipe técnica de 17 profissionais, todos com larga experiência em suas áreas, em sua maioria do Distrito Federal.
Programação:
Sesc Taguatinga Norte (Teatro Paulo Autran)
21/3 (sábado): recital, às 20h
22/3 (domingo): recital, às 19h
Endereço CNB 12 Área Especial 2/3 – Taguatinga
Sesc Gama (Teatro Paulo Gracindo)
27/3 (sexta): sessão para Escolas, às 15h30, com audiodescrição
28/3 (sábado): recital, às20h
29/3 (domingo): recital, às19h
Endereço: Setor Leste Industrial, Lotes 620, 640, 660 e 680, Gama
Entrada franca, sem a necessidade de retirada de ingresso
Duração: 60 min
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Acessibilidade: as sessões serão legendadas e a sessão do dia 27/3 contará com audiodescrição
Sobre o Conosco Coletivo de Criadores Idealizado por Cecília Aprigliano, André Vidal e Mônica Monteiro, o coletivo tem como missão fomentar a produção musical e cênica no Distrito Federal, promovendo o encontro entre a música de câmara e outras linguagens artísticas.
Em abril, mês que celebra a conscientização sobre o autismo, a Artesanal Cia. de Teatro apresenta montagem premiada que mistura teatro de animação, música e poesia para falar de forma delicada e sensível sobre a neurodiversidade
A CAIXA Cultural Brasília apresenta, de 16 a 19 de abril, o espetáculo Azul, da Artesanal Cia. de Teatro. A montagem premiada mistura teatro de animação, música e poesia para falar de forma delicada e sensível sobre a neurodiversidade. A peça terá sessões às 10h e 15h (dias 16 e 17), e às 11h e 18h (dias 18 e 19). Os ingressos começam a ser vendidos a partir de sábado, 11 de abril, na bilheteria física da CAIXA Cultural, a partir das 9h, e no site da Bilheteria Cultural, a partir das 13h.
Voltado para crianças a partir de 5 anos, jovens e famílias, o espetáculo convida o público a mergulhar no universo de Violeta, uma menina curiosa que aprende a se comunicar com o irmão Azul, um garoto que enxerga e expressa o mundo de maneira única. A relação entre os dois abre espaço para reflexões sobre acolhimento, diferença e convivência.
A dramaturgia nasce de uma pesquisa cuidadosa da companhia. O processo de encenação contou com a consultoria de Cris Muñoz – atriz, pesquisadora da área de inclusão, autista e mãe de uma criança no espectro. Sua colaboração trouxe um olhar atento à acessibilidade para pessoas neurodivergentes, especialmente em aspectos sensoriais da montagem, como o cuidado com o volume do som e com as transições de luz.
Com bonecos e máscaras criados pelo artista visual Dante e uma trilha sonora original que conecta personagens e emoções, “Azul” transforma o palco em uma experiência sensorial e poética. O tempo, quase como um personagem, lembra que cada pessoa vive no seu próprio ritmo.
Azul também coloca em foco o papel da família como espaço de construção de afeto e pertencimento. A relação entre Violeta e Azul inspira o público a refletir sobre cuidado, tolerância e as muitas formas de comunicação possíveis, sobretudo na infância.
A peça tem texto e dramaturgia de Andrea Batitucci e Gustavo Bicalho, direção artística de Gustavo Bicalho e Henrique Gonçalves, e direção de produção de Marta Paiva. O elenco reúne Alexandre Scaldini, Brenda Villatoro, Carol Gomes, Edeilton Medeiros e Tatá Oliveira, com concepção visual que integra bonecos, máscaras e elementos de cena a uma iluminação sensível assinada por Rodrigo Belay.
Montagem premiada
Reconhecida pela crítica, a montagem foi eleita Espetáculo do Ano no Prêmio APCA 2024 (São Paulo) e venceu o Prêmio APTR de Teatro 2023 (Rio de Janeiro) na categoria Melhor Espetáculo. Agora, chega à CAIXA Cultural Brasília com patrocínio da CAIXA e do Governo do Brasil.
SERVIÇO
Espetáculo Azul
Companhia: Artesanal Cia. de Teatro
Local: Caixa Cultural Brasília
Datas e horários: 16 e 17 de abril, às 10h e 15h, e nos dias 18 e 19 de abril, às 11h e 18h
Classificação livre (recomendado a partir de 5 anos)
Haverá intérpretes de LIBRAS nas sessões dos dias 18 e 19
Duração: 70 minutos
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada para clientes CAIXA e demais casos previstos em lei). As vendas têm início no sábado, 11 de abril, na bilheteria física da CAIXA Cultural, a partir das 9h e no site da
Bilheteria Cultural, a partir das 13h. O público receberá tag biodegradável com sementes para plantio.
Protagonizado por Yeo Jin-goo e Cho Yi-hyun, o filme revisita um cult do cinema sul-coreano com sensibilidade contemporânea
Estreia nesta quinta-feira a nova versão de DITTO: CONEXÕES DO AMOR, uma das histórias românticas mais queridas do cinema sul-coreano. O longa ganha uma releitura moderna e delicada, mantendo o espírito nostálgico que conquistou o público na obra original.
Distribuído pela Sato Company, o filme entra em cartaz em: Barreiras (BA), Belo Horizonte (MG), Caxias do Sul (RS), Formosa (GO), Guanambi (BA), João Pessoa (PB), Luis Eduardo Magalhães (BA), Manaus (AM), Salvador (BA), São Luís (MA) e São Paulo (SP).
Estrelado por nomes conhecidos dos k-dramas, como Yeo Jin-goo (“Hotel del Luna” e “Apostando Alto”) e Cho Yi-hyun (“All of Us Are Dead” e “A Fada e o Pastor”), o filme é dirigido e roteirizado por Seo Eun-young, que assina seu terceiro longa-metragem.
Ambientado entre o final dos anos 1990 e os dias atuais, DITTO: CONEXÕES DO AMOR atualiza o clássico lançado em 2000, período marcante para a consolidação do cinema sul-coreano. A nova versão incorpora mudanças tecnológicas e comportamentais, sem abrir mão da essência emocional que transformou o original em um cult.
Na trama, dois estudantes universitários, um vivendo em 1999 e outro em 2022, descobrem que conseguem se comunicar por meio de um rádio amador. A partir dessa conexão improvável, eles passam a compartilhar histórias, sonhos e sentimentos, construindo uma relação que atravessa o tempo e revela afinidades surpreendentes.
Com uma narrativa sensível sobre amor, destino e conexão humana, o longa propõe um encontro entre gerações, reafirmando o poder das relações mesmo diante das barreiras do tempo.
SINOPSE Yong ouve a voz de uma estranha vinda do futuro, criando uma conexão inesperada entre os dois. À medida que passam a conversar por meio de um rádio amador, eles compartilham suas histórias de amor e descobrem que, apesar de viverem em épocas diferentes, seus sentimentos e experiências se refletem de maneira surpreendente.
A DIRETORA Seo Eun-young é diretora e roteirista sul-coreana. Ela estreou no longa-metragem com Overman (2016), drama exibido em festivais internacionais que acompanha um jovem estudante que encontra no teatro uma forma de lidar com as pressões da vida adulta. Em seguida dirigiu Go Back (2021), filme que também escreveu e produziu. Em DITTO: CONEXÕES DO AMOR (2022), seu terceiro longa-metragem como diretora e roteirista, revisita um romance cult do cinema coreano ao atualizar sua premissa para uma nova geração de espectadores. Seo também dirigiu o curta-metragem Rainy Days, reforçando uma filmografia marcada pelo interesse em histórias sobre juventude, identidade e relações afetivas.
ELENCO Yeo Jin-goo | Yong Cho Yi-hyun | Mu-nee Kim Hye-yoon | Han-sol Na In-woo | Young-ji Bae In-hyuk | Eun-sung
FICHA TÉCNICA Direção | Seo Eun-young Roteiro | Seo Eun-young Baseado em | Ditto, de Kim Jung-kwon Produção | Lee Jeong-eun Fotografia | Jeong Gi-wook Montagem | Kim Hyeong-ju Trilha sonora | Kim Hong-jib Título original | Donggam País | Coreia do Sul Ano | 2022 Duração | 114 minutos Distribuição no Brasil | SATO Company
SOBRE A SATO COMPANY Fundada em 1985, a SATO Company é pioneira e referência na distribuição de animes e tokusatsu no Brasil. Seu portfólio inclui títulos icônicos como Akira, Ghost in the Shell, Ultraman, Jaspion e Jiraiya.
A empresa atua nas áreas de produção, distribuição para cinema, televisão e plataformas digitais, além de agregação de conteúdo e licenciamento.
A SATO foi responsável por trazer ao Brasil os vencedores do Oscar Godzilla Minus One e O Menino e a Garça e, em 2025, realizou o Ghibli Fest, celebrando os 40 anos da distribuidora e do Studio Ghibli.
Realizadores podem inscrever obras preferencialmente inéditas, finalizadas em 2025 e 2026, até o dia 24 de maio, para participar da Mostra Competitiva Nacional e da Mostra Brasília do 59º FBCB
Mais tradicional e longeva mostra cinematográfica do país, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro abre as inscrições para as mostras competitivas de sua 59ª edição, a ser realizada de 11 a 19 de setembro, no Cine Brasília – com exibições paralelas e programações formativas realizadas em outros equipamentos culturais do Distrito Federal.
Produtoras e cineastas interessados em concorrer a vaga na seleção da Mostra Competitiva Nacional e da Mostra Brasília devem fazer a inscrição pelo site do festival até o dia 24 de maio. No formulário, o proponente deve optar por participar do processo seletivo apenas da Mostra Brasília, apenas da Competitiva Nacional, ou de ambas.
O lançamento do 59º Festival de Brasília foi realizado nesta quarta, 25/3, em coletiva de imprensa no Foyer do Cine Brasília, com a participação do secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal e presidente do festival, Cláudio Abrantes; a diretora-geral do festival, Sara Rocha; o representante da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Claudinei Pirelli.
Para Claudio Abrantes, o festival é um marco histórico de tradição e resistência da cultura nacional. “O Festival de Brasília reafirma o compromisso do Distrito Federal com o fortalecimento do audiovisual brasileiro, ao valorizar a produção nacional e criar oportunidades para realizadores de diferentes regiões. É uma política pública que combina tradição e continuidade, garantindo espaço para novas narrativas e ampliando o acesso da população à cultura”, reafirmou.
Esta edição, que mais uma vez ocupa o seu calendário habitual no mês de setembro, coroa o êxito do edital trianual de produção que garantiu uma continuidade saudável ao Festival de Brasília, garantido a gestão trianual, via termo de colaboração, com aprovação orçamentária para três edições do evento (2024, 2025 e 2026).
O sucesso desta parceria entre Secretaria de Cultura e Economia Criativa e o Instituto Alvorada Brasil fica evidente no crescimento exponencial do público do festival ao longo desses três anos. De 59.108 pessoas em 2023, o festival recebeu 78.722 pessoas em 2024 e, no ano passado, foram 165.706 espectadores. “Foi um acerto esta parceria, que aumentou a nossa capacidade técnica”, conclui o secretário.
Para a diretora-geral do Festival de Brasília, Sara Rocha, esta progressão ascendente do festival (que juntamente com o Cine Brasília aumentou exponencialmente a frequência de público), que já era muito qualificado, se fortaleceu, se especializou e cresceu nestas últimas três edições. “É uma grande felicidade testemunhar este momento histórico e poder valorizar o festival, mas também os filmes e o público, reposicionando o festival no mês de setembro e ter grandes títulos na programação, como foi a exibição de ‘O Agente Secreto’ no ano passado”, diz.
As inscrições abertas por dois meses (do dia 25 de março a 24 de maio) é mais um avanço contabilizado como resultado deste plano trianual. “Será um tempo maior e mais confortável para os realizadores submeterem as inscrições e também para dar à organização uma capacidade maior de articular ações do festival”, confirma.
Sobre a seleção
Todos os filmes inscritos dentro do prazo serão analisados por três comissões de seleção, constituídas por profissionais convidados, tendo a diversidade como diretriz complementar conhecimento notório do cinema brasileiro. A avaliação dos filmes concorrentes para as mostras competitivas seguirá critérios de seleção ligados à qualidade técnica e artística. A composição das comissões será divulgada na ocasião do resultado da seleção.
A direção artística do Festival de Brasília espera mais uma vez que a seleção dos filmes desta 59ª edição reflitam a diversidade nacional. “O festival tem essa característica de representar um retrato abrangente do que o cinema brasileiro tem produzido de mais relevante para pensar o nosso país e também a nossa arte. E imagino que é isso que veremos projetado na tela do Cine Brasília”, anela o diretor-artístico do festival, Eduardo Valente.
O 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro divulgará a lista dos filmes selecionados para as mostras competitivas no site oficial https://festcinebrasilia.com.br. Todos os filmes escolhidos para a Mostra Competitiva receberão cachê de seleção nos valores de R$ 30 mil (para longa-metragem) e R$ 15 mil (para curta-metragem).
Também haverá cachês de seleção para os filmes exibidos em mostras paralelas e sessões hors concours.
Mostra Brasília
Na Mostra Brasília, serão selecionados um mínimo de 5 longas e 10 curtas, que concorrerão ao 28º Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal. Além da láurea, a CLDF concederá um total de R$ 298 mil em prêmios.
Representante da CLDF, Claudinei Pirelli falou sobre a evolução da produção do cinema da cidade e também da política que a Câmara desenvolveu ao longo dos últimos 30 anos de apoio à Mostra Brasília.
Com sua importância para o cinema, o festival revelou por meio do Troféu CLDF vários talentos de Brasília para o Brasil. Este troféu existe graças ao movimento cultural da cidade articulada com o parlamento do DF e o executivo. E é um orgiulho dizer que este troféu ajudou a escrever a história do cinema de Brasília”, reiterou.
Além de oficinas e exibições de mostras paralelas, o 59º Festival de Brasília confirma a realização da oitava edição do Ambiente de Mercado, voltado para pitchings e rodadas de negócios, com participação de players do setor do audiovisual nacional e internacional.
Também estará de volta a Conferência Nacional do Audiovisual, que foi um fórum importante retomado pelo festival no ano passado, no qual o público poderá participar de debates centrais para o desenvolvimento de políticas públicas para o audiovisual brasileiro.
Os detalhes da programação do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro serão divulgados em breve.
SERVIÇO – Inscrições do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Data das inscrições: De 25 de março a 24 de maio de 2026
Brasília será palco de um grande encontro de inspiração, espiritualidade e liderança feminina. Nesta quarta-feira, 25 de março, a partir das 18h, o Auditório Planalto do Centro de Convenções Ulysses Guimarães recebe o Mulheres de Fibra, um evento que promete reunir cerca de mil participantes em uma experiência transformadora voltada ao fortalecimento do protagonismo feminino.
A iniciativa nasce como um projeto estratégico da Indústria do Conhecimento, com o objetivo de estimular o empreendedorismo feminino, promover desenvolvimento humano e, ao mesmo tempo, fortalecer o turismo de eventos na capital federal.
Brasília, reconhecida por sua vocação para o turismo cívico, arquitetônico, religioso e de negócios, amplia cada vez mais seu calendário de eventos de grande porte. A realização do Mulheres de Fibra reforça esse posicionamento, agregando impacto social, econômico e cultural à cidade.
Palestrantes de destaque nacional
Um dos grandes momentos da noite será a participação do Padre Fábio de Melo, que apresentará uma palestra-show com o tema “Resiliência, Fé e Força Feminina em Tempos de Desafio”. Sacerdote católico, escritor, professor universitário e cantor, Padre Fábio de Melo é um dos comunicadores mais influentes do Brasil.
Com formação em Filosofia e Teologia e mestrado em Teologia Sistemática, ele é autor de diversos livros de grande circulação e possui forte presença na televisão e nas redes sociais. Em suas reflexões, aborda temas como inteligência emocional, espiritualidade contemporânea, saúde mental, superação e relações humanas. Sua participação traz alto poder de mobilização de público, forte apelo midiático e grande potencial de repercussão espontânea.
Outra presença confirmada é Elany Leão, administradora de empresas, doutoranda em Psicologia Social, palestrante internacional, mentora de mulheres e coautora do livro Empreendedoras de Alta Performance. Reconhecida nacionalmente por seu trabalho no desenvolvimento pessoal e na formação de lideranças femininas, Elany atua com treinamentos voltados para empreendedorismo feminino, alta performance, comunicação estratégica, mentalidade de crescimento e liderança.
Em sua palestra, “Mulheres de Fibra: Liderança, Coragem e Construção de Legados”, ela apresentará ferramentas práticas para que mulheres ampliem sua influência, fortaleçam sua liderança e construam trajetórias com impacto social.
“O Mulheres de Fibra nasce para lembrar cada mulher do poder que existe dentro dela. Quando uma mulher desenvolve sua liderança e acredita no seu propósito, ela transforma não apenas a própria vida, mas impacta famílias, negócios e toda a sociedade”, afirma Elany Leão.
Experiência transformadora
O Mulheres de Fibra tem como objetivo integrar desenvolvimento humano, espiritualidade, liderança e empreendedorismo, criando um ambiente propício para troca de experiências, networking e fortalecimento de novas lideranças femininas.
Entre as metas do evento estão reunir um público de 1.000 pessoas, promover palestras de alto impacto com nomes de relevância nacional, estimular conexões entre jovens e líderes empreendedoras e posicionar Brasília como referência em eventos voltados ao protagonismo feminino.
Além do impacto social, a iniciativa também contribui para movimentar o trade turístico e produtivo do Distrito Federal, atraindo público e ampliando o turismo de experiência e propósito na capital.
Um marco para Brasília
Realizar um evento dessa magnitude na capital do país reforça o papel de Brasília como espaço de diálogo, reflexão e transformação social. Mais do que um encontro, o Mulheres de Fibra se propõe a ser um marco no calendário da cidade, conectando mulheres de diferentes gerações em uma noite de inspiração, conhecimento e fortalecimento coletivo.
Serviço
Evento: Mulheres de Fibra Data: 25 de março Horário: A partir das 18h Local: Auditório Planalto – Centro de Convenções Ulysses Guimarães, Brasília Ingressos: Valores a partir de R$ 99 Vendas: https://payfast.greenn.com.br/pre-checkout/nmvjfmy Realização: Indústria do Conhecimento
Um encontro pensado para fortalecer, inspirar e conectar mulheres que desejam liderar, empreender e transformar realidades.
Oficinas deliciosas, atividades criativas e um serelepe Sr. Coelho no ParkShopping
A temporada de doçuras aguça também a imaginação e a memória afetiva. É assim na Praça Central do ParkShopping com a Vila de Páscoa, uma experiência imersiva que convida crianças e famílias a embarcarem na vibração dos dias mais açucarados do ano com criatividade e solidariedade.
Entre 27 de março e 5 de abril, o público infantil pode celebrar a época de delícias com o PKS e vivenciar nesse espaço momentos encantados e inesquecíveis! A Vila de Páscoa é um evento solidário aberto de domingo a sexta-feira e no feriado, das 12h às 20h; aos sábados, das 10h às 22h. O ingresso, no valor de R$10 para a Área Kids, é o passaporte para a imersão.
A compra do ticket é realizada via app Multi. O valor arrecadado com os ingressos pagos, descontando os impostos, será destinado ao Instituto Prodein, uma organização civil sem fins lucrativos que promove o desenvolvimento humano integral de crianças e adultos por meio de projetos direcionados a pessoas em situação de vulnerabilidade e exclusão social, atuando na Cidade Estrutural.
Área Kids e Área Baby
A Vila de Páscoa tem a dinâmica de um circuito interativo com três casinhas temáticas dispostas na Área Kids, permitindo que a garotada de 4 a 12 anos participe das diferentes estações da experiência. Cada espaço convida os pequenos a explorar a criatividade e o universo lúdico da Páscoa. Na Confeitaria Magia dos Sabores, as crianças participam de uma oficina para confeitar um ovo de Páscoa recheado com bolo de cenoura e brigadeiro. Já na Loja de Brinquedos, cada participante recebe um par de orelhas de coelho para personalizar. Tem também a pintura facial para a criançada se fantasiar com inspiração no coelhinho da Páscoa. O circuito inclui ainda o Ateliê Arte em Chocolate para os pequenos confeitarem barras de chocolate.
Para a galerinha de até 3 anos, a Vila de Páscoa conta com uma Área Baby, espaço gratuito dedicado a brincadeiras lúdicas em ambiente seguro. É necessário fazer check-in no app Multi para a participação da criança nas atividades. Elas devem estar acompanhadas de um adulto responsável, que precisa resgatar o benefício no aplicativo e apresentar na entrada do espaço.
Respeitável público…
Para colorir e alegrar ainda mais o espaço, um Sr. Coelho muito fofo e fotogênico já confirmou presença na Vila de Páscoa! Além de aproveitar a experiência, a garotada que ama um clique para as redes, ou gosta de colecionar fotos e memórias, pode registrar um momento fofura com ele.“A Vila de Páscoa é um delicioso pretexto para a garotada saborear esse universo afetivo que acompanha a data. É um evento que incentiva a interação com outras crianças e com o personagem mais fofo do pedaço”, revela Anna Aimée Codeço, gerente de marketing do ParkShopping.
O serelepe Sr. Coelho estará em um picture spot da Vila de Páscoa, localizado no corredor do restaurante Madero, nos dias 28 e 29 de março; 3, 4, 5 de abril. Sempre das 12h às 20h, com intervalos de descanso. Para fazer um registro especial com o personagem basta resgatar o benefício no App Multi. Clientes Gold e Platinum resgatam o voucher para o picture spot sem troca de pontos. Clientes Green resgatam por 50 pontos, e Silver por 25 pontos.
ParkShopping – Inaugurado em 1983, o ParkShopping é referência na capital do País e conta com um mix diverso e qualificado de marcas, ampla oferta de serviços e excelentes opções de lazer e entretenimento para os brasilienses. Os empreendedores do ParkShopping são Multiplan e Previ, com administração da Multiplan. O PKS foi certificado por dois anos consecutivos no Experience Awards (2023 e 2024), no segmento Shoppings, que recebeu milhares de votos de consumidores. A premiação indica o ranking NPS (Net Promoter Score), uma métrica de lealdade do cliente, e visa reconhecer as empresas com os melhores índices do Brasil em diversos segmentos.
O ParkShopping atende a região que lidera o ranking de PIB per capita nacional. Maior e mais completo shopping de Brasília, o PKS vem contando uma história de sucesso, crescimento e inovação. O shopping representa hoje 3,4% da ABL do Centro-Oeste, segundo a Abrasce, enquanto suas vendas anuais totalizaram 10,4% das vendas totais dos shoppings na mesma região, alcançando R$1,6 bilhão em 2023 e ocupando o quinto lugar no portfólio Multiplan.
Sobre a Multiplan – Fundada em 1974 como empresa full service, a Multiplan é responsável pelo planejamento, desenvolvimento, propriedade e administração de um dos melhores portfólios de empreendimentos do país. Atua estrategicamente no desenvolvimento de shopping centers e imóveis comerciais e residenciais, por meio de projetos multiuso que oferecem conveniência e comodidade aos usuários e geram valor a seus ativos. Desde 2007 na Bolsa de Valores Brasileira, é a maior empresa imobiliária da B3, em valor de mercado.
A Companhia também representa uma das maiores empresas do setor de shopping centers do Brasil. Tem, atualmente, 20 shoppings centers em operação, em 7 estados brasileiros, e gera cerca de 80 mil empregos no país. Hoje, os empreendimentos da Companhia já somam mais de 6 mil lojas, com um variado mix, e recebem aproximadamente 200 milhões de visitas por ano. A Multiplan prioriza em suas propostas o desenvolvimento econômico e social das regiões onde atua e mantém diversos projetos com foco nas comunidades vizinhas às suas construções.
PROGRAME-SE
VILA DE PÁSCOA
Quando: de 27 de março a 5 de abril
Onde: Praça Central do ParkShopping
Horário:
• Domingo a sexta-feira e feriados, das 12h às 20h (última turma às 19h30h)
• Sábados, das 10h às 22h (última turma às 21h30)
Faixa etária:
Área Kids: 4 a 12 anos
Área Baby: até 3 anos
Ingressos:
· O ticket solidário de R$10 para a Área Kids deve ser adquirido via App Multi. O valor arrecadado será doado ao Instituto Prodein
· O check in de acesso para participar das atividades gratuitas na Área Baby também é realizado via App Multi.
Picture Spot
Para fazer um registro especial com o Sr. Coelhobasta resgatar o benefício no App Multi. Clientes Gold e Platinum resgatam o voucher para o picture spot sem troca de pontos. Clientes Green resgatam por 50 pontos, e Silver por 25 pontos.
O bichinho serelepeestará em um picture spot da Vila de Páscoa, no corredor do restaurante Madero, nos dias 28 e 29 de março; 3, 4, 5 de abril. Sempre das 12h às 20h, com intervalos de descanso.
No coração da maior cidade do Distrito Federal, o ritmo do samba e do orgulho ceilandense vai dar o tom do último final de semana de março. Em uma celebração dupla, a Ceilândia comemora seus 55 anos e o artista Marcelo Café celebra seus 53 anos de vida e 30 de uma carreira forjada nas ruas, palcos e na efervescência cultural da “cidade-vendaval”.
O encontro acontece no dia 28 de março (sábado), a partir das 10h, na icônica Praça da Feira Central de Ceilândia. Com entrada franca, o projeto Café ao Ar Livre promove uma manhã de resistência, alegria e música, reunindo moradores e visitantes para celebrar a identidade de uma quebrada que é puro “caldeirão” de criatividade. Uma Trajetória de Resistência e Arte Carioca de nascimento, mas abraçado por Ceilândia desde os 5 anos, Marcelo Café é o retrato da diversidade local. Em 2026, ele alcança o marco de três décadas de atuação artística, transitando com maestria entre o teatro, a produção cultural e a música.
No palco, Café estará acompanhado por sua Big Band e receberá a participação especial do Coletivo Samba da Guariba, garantindo um repertório vibrante de Samba, Samba Rock e Pagode.
“Ceilândia é um espaço que revela artistas e tem vida própria. É uma pólis que virou vendaval e produz um orgulho imenso em quem nela habita”, afirma Marcelo Café, citando sua canção “Ceilândia, a Uber”.
Ocupação Cultural da Feira Central
A escolha da Feira Central não é por acaso. O local é símbolo da representatividade nordestina e ponto de encontro histórico da cidade. Em um período em que as celebrações oficiais com artistas locais têm sido escassas, o evento surge como um movimento de retomada e valorização dos talentos “da casa”.
SERVIÇO Evento: Aniversário de Ceilândia e de Marcelo Café – Projeto Café ao Ar Livre Atrações: Marcelo Café & Big Band + Coletivo Samba da Guariba *Data: * 28 de março (Sábado) Horário: A partir das 10h Local: Praça da Feira Central de Ceilândia Entrada: Gratuita Classificação: Livre
O Grupo de Cônjuges de Chefes de Missão (GCCM) em Brasília lançou oficialmente seu primeiro livro, Abraçando o Brasil, na terça-feira, 24 de março de 2026, no Foyer Villa-Lobos do Teatro Nacional
Reunindo as vozes de 53 diplomatas e membros da comunidade internacional, o livro oferece um mosaico literário único de reflexões pessoais, experiências e perspectivas de membros da comunidade diplomática e internacional que vivem no Brasil. Por meio dessas narrativas, Abraçando o Brasil celebra a cultura, a diversidade e as conexões significativas formadas além-fronteiras do país.
O evento de lançamento contou com a presença de convidados ilustres, incluindo representantes governamentais, membros do corpo diplomático, organizações internacionais e sociedade civil e da primeira dama do DF
O programa contou com o lançamento oficial do livro, discursos de representantes importantes e uma apresentação musical do grupo Rejane – Rec Son, uma das iniciativas sociais apoiadas pelo GCCM. Uma recepção e um momento de networking em seguida
Além do seu valor cultural, o projeto reflete o compromisso do GCCM com o impacto social, com a renda obtida com a venda do livro apoiando iniciativas comunitárias lideradas e apoiadas pela organização.
“Este livro é uma celebração do Brasil sob a perspectiva da comunidade diplomática e internacional — um testemunho das conexões, histórias e experiências compartilhadas que nos unem”, afirmou a presidente do GCCM.
A obra “Abraçando o Brasil” marca um momento importante para o GCCM, destacando o poder da colaboração, da narrativa e do intercâmbio cultural.
Atividade gratuita conduzida por Dimis, da companhia Bife Seco, propõe imersão prática em criação de histórias para teatro, cinema e podcast no dia 28 de fevereiro
Como transformar uma ideia em uma história potente? Como nascem as narrativas que chegam ao palco, ao cinema ou aos podcasts? Essas são algumas das questões que orientam a Oficina de Escrita Criativa: Roteiro e Dramaturgia, ministrada por Dimis, diretor, roteirista e dramaturgo vencedor do Prêmio Outras Palavras de 2021. A atividade acontece no dia 28 de fevereiro, na CAIXA Cultural Brasília, com participação gratuita e vagas limitadas a 30 pessoas.
A atividade integra a programação da temporada do espetáculo Humanismo Selvagem, que estará em cartaz na capital entre os dias 26, 27, 28 de fevereiro e 1º de março. Escrita e dirigida por Dimis ao longo de uma década, a montagem serve como exemplo prático dentro da oficina, aproximando o público do processo real de criação dramatúrgica.
Com duração de quatro horas, a oficina propõe uma imersão prática nos fundamentos da escrita narrativa para diferentes plataformas, como teatro, audiovisual e áudio série. Aberta a estudantes, artistas, escritores, podcasters, roteiristas e interessados em escrita criativa, a atividade não exige experiência prévia e acolhe tanto iniciantes quanto quem já escreve e deseja expandir seus processos criativos.
Durante o encontro, os participantes irão desenvolver exercícios práticos, criar situações dramáticas e experimentar ferramentas utilizadas por profissionais da área, com acompanhamento direto do ministrante. A proposta combina teoria, análise e prática, incentivando cada participante a explorar sua própria voz e transformar referências pessoais e coletivas em material dramatúrgico.
Segundo Dimis, a oficina é um espaço de descoberta e experimentação. “Cada história é um mundo a ser descoberto. A oficina é um convite para explorar ideias, ganhar confiança na escrita e perceber, na prática, como uma narrativa nasce e se desenvolve, seja ela no teatro, no cinema ou mesmo em um podcast”, afirma.
Ferramentas práticas para escrever histórias em diferentes formatos Ao longo da atividade, Dimis compartilha o processo criativo que desenvolveu ao longo de 15 anos de pesquisa em dramaturgia autoral, abordando temas como estrutura dramática, construção de personagens, criação de conflitos e técnicas de inspiração. A abordagem parte de fundamentos clássicos da narrativa até processos contemporâneos, estimulando os participantes a desenvolverem autonomia criativa. Mais do que apresentar fórmulas, a oficina propõe a escrita como campo de experimentação e autoria, incentivando o olhar crítico e a construção de narrativas próprias.
Os participantes serão convidados a escrever cenas curtas e situações dramáticas, com devolutivas e comentários propositivos do ministrante. A atividade integra as ações de circulação do espetáculo Humanismo Selvagem e o projeto que celebra os 15 anos da companhia curitibana Bife Seco, com patrocínio oficial da Petrobras. A dramaturgia do espetáculo, escrita ao longo de dez anos por Dimis, também será apresentada como exemplo prático de amadurecimento criativo, reescrita e construção narrativa.
Sobre o ministrante Dimis é diretor, dramaturgo e roteirista com atuação destacada na cena contemporânea brasileira. Co-fundador da companhia curitibana Bife Seco, desenvolve desde 2010 uma pesquisa autoral voltada à dramaturgia e a narrativas híbridas que transitam entre teatro, audiovisual, musicais e formatos digitais.
Assina textos e direções de obras reconhecidas nacionalmente, como Humanismo Selvagem, O Fantasma de Friedrich – Uma Pop Ópera Punk e Terrível Incrível Aventura, além de projetos em audiovisual e podcasts que somam mais de 400 mil ouvintes. Ao longo de sua trajetória, acumulou cerca de 30 prêmios nacionais e amplo reconhecimento da crítica especializada.
Paralelamente, atua como professor e orientador de processos criativos, ministrando oficinas e cursos em instituições culturais. Atualmente, desenvolve novos projetos ligados à comemoração dos 15 anos da Bife Seco, com patrocínio oficial da Petrobras, incluindo estreias, publicações e produções em diferentes cidades brasileiras ao longo de 2026 e 2027.
Serviço Oficina de Escrita Criativa: Roteiro e Dramaturgia Data: sábado, 28 de fevereiro Horário: das 14h às 18h Local: CAIXA Cultural Brasília (SBS Quadra 4 – Lotes 3/4 – Brasília – DF) Classificação etária: 16 anos Duração: 4 horas (com intervalo) Vagas: 30 participantes Inscrições gratuitas: https://bit.ly/4qRedyI
Espetáculos da Cia Néia e Nando e oficinas criativas reforçam a proposta de oferecer experiências memoráveis às famílias.
O Pátio Brasil Shopping convida o público para viver uma Páscoa encantadora, repleta de experiências, diversão e momentos inesquecíveis em família. Consolidado como um dos destinos mais completos de entretenimento da cidade, o shopping apresenta uma programação especial com três espetáculos da consagrada Cia Néia e Nando, referência na cidade em teatro infantil, além de oficinas criativas gratuitas que estimulam imaginação, interação e aprendizado.
Nos dias 28 e 29 de março e 4 de abril, o público poderá mergulhar em tardes cheias de magia, com atrações pensadas para envolver crianças e adultos em uma experiência completa, do lúdico ao sensorial.
Teatro que encanta e envolve
A programação traz ao palco histórias envolventes, com cenários, personagens e narrativas que despertam a imaginação:
28/03 – “O Coelhinho Comilão” Um divertido mistério em uma fábrica de chocolates promete prender a atenção do público do início ao fim.
29/03 – “O Coelho Mais Esperto da Páscoa” Uma jornada cheia de criatividade e inteligência para garantir que a magia da Páscoa chegue a todos.
04/04 – “A Fantástica Fábrica de Chocolates” Uma adaptação lúdica e encantadora que transporta o público para um universo mágico repleto de doces e surpresas.
Com sessões sempre às 16h30, os espetáculos reforçam o compromisso do Pátio Brasil em oferecer cultura, entretenimento de qualidade e experiências memoráveis para toda a família.
Oficinas criativas: protagonismo infantil e experiências únicas
Antes dos espetáculos, o shopping promove uma programação de oficinas gratuitas que transformam a visita em uma vivência completa. Mais do que atividades recreativas, são experiências que estimulam a criatividade, o fazer manual e o protagonismo das crianças:
Pintura de ecobags
Produção de slime
Decoração de biscoitos
Sempre das 13h às 16h, as oficinas convidam os pequenos a explorar cores, texturas e sabores, criando memórias afetivas em um ambiente leve, divertido e acolhedor.
Experiência completa para toda a família
Para tornar o passeio ainda mais especial, a programação conta com:
Camarim Fashion temático de Páscoa
Cenários instagramáveis para registros em família
Distribuição de pipoca
Uma combinação de atrações que transforma o Pátio Brasil em um verdadeiro ponto de encontro das famílias, reforçando seu posicionamento como o coração da cidade.
PROGRAMAÇÃO
28 de março (sábado) • Oficina criativa: pintura de ecobags | 13h às 16h • Camarim Fashion de Páscoa | 13h às 16h • Espetáculo: “O Coelhinho Comilão” | 16h30 • Distribuição de pipoca | 13h às 17h
29 de março (domingo) • Oficina criativa: produção de slime | 13h às 16h • Camarim Fashion de Páscoa | 13h às 16h • Espetáculo: “O Coelho Mais Esperto da Páscoa” | 16h30 • Distribuição de pipoca | 13h às 17h
4 de abril (sábado) • Oficina criativa: decoração de biscoitos | 13h às 16h • Camarim Fashion de Páscoa | 13h às 16h • Espetáculo: “A Fantástica Fábrica de Chocolates” | 16h30 • Distribuição de pipoca | 13h às 17h
Serviço Páscoa Encantada
Local: Pátio Brasil Shopping – Piso P3 (Praças Sul e Norte) Datas: 28 e 29 de março e 4 de abril Horário: 13h às 18h Entrada: gratuita, por ordem de chegada, sujeita à lotação
Serviço Pátio brasil Shopping
Local: Pátio Brasil Shopping – Piso P3 (Praças Sul e Norte) Datas: 28 e 29 de março e 4 de abril Horário: 13h às 18h Entrada: gratuita, por ordem de chegada, sujeita à lotação
Espetáculo amazonense cruza teatro e dança para revisitar ritos do Chile, Peru e Brasil. Montagem tem sessão com Libras e audiodescrição e promove duas oficinas com pesquisa de máscaras e presença cênica.
De 2 a 5 de abril de 2026, a CAIXA Cultural Brasília recebe “As Cores da América Latina”, espetáculo da Panorando Cia. e Produtora (Manaus) que combina teatro e dança para atravessar três manifestações populares do continente: a Fiesta de la Tirana (Chile), a Huaconada (Peru) e o Cavalo-Marinho (Brasil). Em uma temporada rápida com apresentações de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 19h, a montagem aposta em uma encenação altamente visual, marcada por cores vibrantes, musicalidade e máscaras que transformam o palco em um território de celebração e confronto.
Premiado no 34º Prêmio Shell de Teatro (2024), na categoria Destaque Nacional, e vencedor do 23º Prêmio Cenym do Teatro Nacional (2024) por Melhor Trilha Original ou Adaptada, o espetáculo também acumulou indicações importantes (como Melhor Cia de Teatro, Direção de Movimento e Adereços/Objetos de Cena). Em 2025, no XIX Festival de Teatro da Amazônia, conquistou os prêmios de Melhor Visagismo e Melhor Figurino, além de novas indicações em categorias como espetáculo, direção, trilha, iluminação e cenografia.
No centro da cena, as referências latino-americanas aparecem como um manifesto estético sobre temas universais: amor, morte e nascimento. Costurados por imagens e personagens que dialogam com tradições do continente. Um dos elementos que marca a identidade da montagem é o uso de máscaras inspiradas no “Fofão”, figura popular do Carnaval maranhense, que amplia a dimensão ritualística e teatral das “personas” em cena e reforça a potência simbólica do espetáculo.
Acessibilidade
A temporada também prevê uma sessão com recursos de acessibilidade: no dia 4 de abril, o espetáculo terá LIBRAS e audiodescrição e, após a apresentação, acontece um bate-papo com o elenco, ampliando o encontro com o público e os bastidores do processo criativo.
Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada para estudantes, professores, funcionários e clientes CAIXA, pessoas acima de 60 anos). A bilheteria fica aberta de terça a sexta e domingo, das 13h às 21h, e sábado, das 9h às 21h. Para mais informações, entre em contato pelo telefone (61) 3206-6456.
Oficinas: máscaras, upcycling e presença cênica Além das apresentações, a temporada em Brasília inclui duas oficinas realizadas em 4 de abril, conduzidas por Fábio Moura e Talita Menezes, voltadas a estudantes e pessoas interessadas nas artes cênicas, são 25 vagas para pessoas maiores de 18 anos. As inscrições para as oficinas serão realizadas através do site da Caixa Cultural: https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/Brasilia.aspx
Confecção de Máscaras em Upcycling(de 9h às 12h): atividade que compartilha a pesquisa do grupo na criação de máscaras cênicas a partir do reaproveitamento de materiais descartados, investigando possibilidades estéticas e expressivas do “resíduo” como dispositivo de cena, unindo sustentabilidade, experimentação e criação acessível.
Corpo: Jogo, Presença e Máscaras (das 14h às 17h): laboratório prático sobre as múltiplas ideias de presença no trabalho do artista da cena. Em diálogo com a pesquisa de “As Cores da América Latina”, a oficina coloca o corpo em interação com máscaras de tecido originárias de Cusco (Peru), explorando estados de atenção, jogo e composição.
Ficha Técnica:
Direção: Fábio Moura e Talita Menezes
Coreografia: Criação Coletiva
Intérpretes-Criadores: Ana Carolina Nunes, Fernando C. Branco, Lidi Lopes, Miguel Campos, Reysson Brandão e Talita Menezes
Visualidades: Fábio Moura
Pesquisa e Edição Musical: Talita Menezes
Confecção de Figurino: Lú de Menezes
Produção e Iluminação: Fábio Moura
Produção Local: Kacus Martins
Assessoria de Imprensa: Camila Maxi / Baú Comunicação
Sobre a CAIXA Cultural:
A CAIXA Cultural é um centro cultural que valoriza e promove diversas expressões artísticas. Com uma programação diversificada, oferece ao público a oportunidade de vivenciar e apreciar a arte em suas diferentes manifestações. Através do patrocínio da CAIXA e do Governo Federal, a CAIXA Cultural Brasília fortalece seu compromisso em incentivar e apoiar a cultura local, proporcionando experiências enriquecedoras para todos os públicos.
SERVIÇO “As Cores da América Latina”, Panorando Cia. e Produtora Data: 02 a 05 de abril. 04 de abril: sessão com LIBRAS e audiodescrição. Após a apresentação haverá um bate-papo com o elenco. Horário: Quinta a sábado às 20h. Domingo às 19h Local: CAIXA Cultural Brasília | Teatro da CAIXA (SBS Quadra 4 Lotes 3/4) Ingressos: A partir do dia 28 de março. Às 9h, na Bilheteria do Teatro, e às 13h, no site da Bilheteria Cultural: https://bilheteriacultural.com.br/eventos/1.”
Preços: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada para estudantes, professores, funcionários e clientes CAIXA, pessoas acima de 60 anos)
Classificação: Livre Duração: 45 minutos Contato: (61) 3206-6456 Capacidade: 406 lugares (8 para cadeirantes) Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais Rede Social: Instagram @panorando
Projeto leva estudantes de 4 a 17 anos ao Cine Cultura gratuitamente para assistir a filmes brasileiros
Divulgação
Primeira edição do Cinema Para Todos começou com ações voltadas para as pessoas idosas e prevê alcançar mais de 3 mil estudantes no novo ciclo, que vai até 16 de abril.
Iniciativa é realizada pela Associação Amigos do Cinema e da Cultura, com apoio do deputado Chico Vigilante, e exibirá os longas “Tainá e os Guardiões da Amazônia: Em Busca da Flecha Azul”, “Abá e Sua Banda”, “Turma da Mônica: Lições” e “O Pastor e o Guerrilheiro”
A primeira edição do projeto Cinema Para Todos levará 3.125 crianças e adolescentes da rede pública de Ensino ao cinema gratuitamente até o dia 16 de abril. Os estudantes terão transporte, ingresso, kit lanche e pipoca gratuitos, com sessões no Cine Cultura Liberty Mall. A iniciativa começou com um primeiro ciclo voltado para pessoas idosas entre janeiro e fevereiro e agora beneficia crianças a partir de 4 anos até jovens do Ensino Médio, com realização da AACIC – Associação Amigos do Cinema e da Cultura e apoio do deputado Chico Vigilante, que destacou emenda parlamentar ao projeto.
Ao todo, o projeto levará mais de 4 mil pessoas ao cinema em toda sua duração. Nesta segunda fase do projeto serão realizadas mais de 30 sessões de quatro longas-metragens nacionais ao longo de 4 semanas.
Até o dia 19 de março, crianças de 4 a 6 vão ao cinema assistir “Tainá e os Guardiões da Amazônia: Em Busca da Flecha Azul” (2025), de Alê Camargo e Jordan Nugem, que traz de volta a carismática indígena defensora da Floresta Amazônica, Tainá, agora em formato de animação.
Na semana de 24 a 27 de março é a vez dos pequenos de 7 a 9 anos se divertirem com as aventuras de “Abá e Sua Banda” (2024), premiadíssima animação de Humberto Avelar que mistura música e as frutas do pomar para contar a história da banda liderada pelo abacaxi Abá.
Em seguida, de 31 de março a 2 de abril, será a vez das meninas e meninos de 10 a 13 anos desfrutarem das sessões acompanhadas com muita pipoca de um dos grandes sucessos do cinema brasileiro infanto-juvenil: “Turma da Mônica: Lições” (2021). No filme de Daniel Rezende, o quarteto Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali vão precisar aprender o valor da amizade após tomarem algumas decisões erradas.
Para encerrar o projeto, entre 7 e 16 de abril, o público adolescente a partir de 14 anos poderá assistir ao multipremiado filme brasiliense “O Pastor e o Guerrilheiro” (2022), dirigido por José Eduardo Belmonte e estrelado por Julia Dalavia, César Mello e Johnny Massaro. Baseado no livro de Glênio Sá, o longa traz uma história sobre a improvável cumplicidade entre um guerrilheiro e ativista estudantil com um pastor evangélico, nascida nos porões de tortura da Ditadura Militar, que leva a um salto temporal para os anos 2000.
Sobre o projeto
Esta é a primeira edição do Cinema Para Todos, com o objetivo de valorizar a produção audiovisual brasileira e utilizar o cinema como instrumento de formação cidadã, ampliando o acesso cultural democrático e contribuindo para a formação de público e também o fortalecimento de vínculos comunitários, afetivos e intergeracionais, por meio de vivências compartilhadas em sala de cinema.
Esta é mais uma ação do portfólio de iniciativas da AACIC, inspirado pelo projeto anterior, intitulado A Escola no Cinema, que alcançou um público de 17 mil alunos, desde o Ensino Básico ao Médio e ao EJA (Educação de Jovens e Adultos), atendendo em especial escolas da zona
SERVIÇO
Cinema Para Todos – Primeira Edição
Local: Cine Cultura Liberty Mall – Setor Comercial Norte, Quadra 2, bloco D, segundo piso, Asa Norte, Brasília
Datas: De segunda a quinta, até 16 de abril, às 9h30 e 14h
Classificação indicativa: livre (exceto para a sessão de O Pastor e o Guerrilheiro, 14 anos)
Clássico de 1959 retorna para sessões especiais entre os dias 2 e 5 de abril; ingressos já podem ser adquiridos na pré-venda
Em comemoração ao feriado de Páscoa, a Warner Bros. Pictures anuncia o relançamento especial do monumental clássico do cinema, Ben-Hur (1959). O filme, aclamado pela crítica, retornará às telonas em uma exibição limitada com sessões entre os dias 2 e 5 de abril (quinta a domingo). A pré-venda de ingressos já está disponível em cinemas selecionados por todo o Brasil.
O filme acompanha Judah Ben-Hur (Charlton Heston), um nobre judeu da Jerusalém do século I, que é traído por seu amigo de infância. Condenado a uma vida de escravidão, Ben-Hur sobrevive com o desejo de vingança. Isso até sua jornada o levar de volta à sua terra natal para um confronto definitivo com o antigo rival.
Dirigido por William Wyler, Ben-Hur marcou a história do cinema com sua narrativa poderosa e cenas grandiosas. O filme foi um marco em sua época ao conquistar 11 estatuetas das suas 12 indicações ao Oscar, e continua a ser uma referência cultural e cinematográfica.
Para mais informações sobre sessões e horários, confira a programação da rede de cinema mais próxima.
Segunda edição do bloco reforça continuidade da proposta iniciada em 2022, enquanto premiação valoriza os destaques da temporada em programação gratuita do Festival Caminhos do São João
O Bloco Arriúna e o Troféu Quadrilheiro estão entre os destaques da programação do Festival Caminhos do São João, no Paranoá (DF), em uma proposta que une festa popular, valorização cultural e reconhecimento ao movimento junino. Com entrada gratuita, a programação será realizada entre os dias 20 e 22 de março de 2026, na Praça Central do Paranoá, reunindo shows musicais, celebração comunitária e a premiação dos destaques do ano.
Nesta edição, o Bloco Arriúna ganha protagonismo ao retornar ao calendário cultural em sua segunda edição. Realizado pela primeira vez em 2022, o bloco reafirma, em 2026, a continuidade de uma proposta construída para ocupar o espaço público com música, encontro, identidade e participação popular. Integrado ao projeto promovido pelo ISACSO, com fomento do Ministério do Turismo, o Arriúna se consolida como uma ação voltada à valorização da cultura popular em formato acessível e gratuito.
Mais do que uma atração isolada, o bloco se firma como uma iniciativa de permanência, pensada para fortalecer a circulação cultural nos territórios e ampliar o alcance das manifestações populares. O retorno da ação quatro anos após a primeira edição reforça sua capacidade de continuidade e consolidação no calendário cultural.
“O Bloco Arriúna carrega justamente essa ideia de continuidade. A primeira edição, em 2022, mostrou que existia espaço, público e sentido para essa proposta. Agora, com a segunda edição, a gente reafirma que não foi uma ação passageira, mas uma iniciativa com identidade própria, com força cultural e com vocação para permanecer”, afirma Márcio Nunes, presidente do ISACSO.
A proposta do bloco é transformar a praça em um espaço de convivência, celebração e pertencimento, aproximando a comunidade das expressões populares e fortalecendo a presença da cultura nos territórios. Ao reunir festa, participação e identidade coletiva, o Bloco Arriúna reforça o papel das ações culturais de rua na valorização da memória, da tradição e da vida comunitária.
Ao lado do bloco, o Troféu Quadrilheiro ocupa lugar de destaque na programação ao reconhecer artistas, quadrilhas e profissionais que ajudam a construir o movimento junino ao longo do ano. A premiação valoriza o trabalho, o talento e a dedicação de quem mantém viva uma das expressões mais fortes da cultura popular do Distrito Federal e Entorno.
“O Troféu Quadrilheiro tem um papel muito importante porque reconhece quem dedica tempo, talento e esforço ao movimento junino. É uma forma de dizer, publicamente, que esse trabalho tem valor e que essas pessoas ajudam a sustentar uma cultura que mobiliza cidades, grupos e comunidades inteiras. Junto com o Bloco Arriúna, a gente consegue unir reconhecimento e celebração em uma mesma programação”, destaca Márcio Nunes.
A programação artística se distribui ao longo de três noites e reforça o caráter popular e gratuito do evento. Na sexta-feira, 20 de março, a abertura será às 18h, com show de Diego Cobra, às 19h, e apresentação de Nossa Turma, às 22h30. No sábado, 21 de março, o evento também começa às 18h, seguido por Juninho Show, às 19h, e Thal Matos, às 22h30. No domingo, 22 de março, a programação terá abertura às 18h, show de Juliana Muller, às 18h30, e encerramento com Diego Cobra, às 21h.
Além de ampliar a experiência do público, os shows ajudam a fortalecer a proposta do festival de ocupar o espaço público com cultura, convivência e celebração. Ao reunir música, reconhecimento e participação comunitária, o Festival Caminhos do São João reafirma seu compromisso com a valorização das expressões populares e com a construção de uma programação cultural viva, acessível e conectada ao território.
Serviço
Bloco Arriúna e Troféu Quadrilheiro
Programação do Festival Caminhos do São João
Data: 20, 21 e 22 de março de 2026
Local: Praça Central do Paranoá – estacionamento da Administração Regional do Paranoá
Programação dos dias 20 e 21 de março reúne clássicos do rock nacional e internacional, na AABB Brasília
A terceira temporada do Temporaneo segue movimentando as noites de Brasília com uma programação dedicada ao rock. No próximo fim de semana, dias 20 e 21 de março, o projeto reúne tributos, bandas e um dos nomes históricos do gênero em duas noites de shows à beira do Lago Paranoá.
Na sexta-feira (20), o palco recebe a banda Alma Rock e o projeto All Stars, que prometem uma viagem pelos grandes clássicos do rock nacional e internacional. O repertório reúne sucessos que atravessaram gerações e marcaram a história do gênero, em uma noite pensada para o público que acompanha o projeto desde suas primeiras edições.
Sérgio Britto é destaque do sábado
No sábado (21), o destaque da programação é o show de Sérgio Britto, integrante fundador dos Titãs e responsável por alguns dos grandes hits do rock brasileiro. O músico apresenta canções que fazem parte da trajetória da banda e da história da música nacional, em uma apresentação que mistura nostalgia e energia.
A noite também conta com shows de Paulo Mesquita e da Banda Válvula, ampliando a programação dedicada ao rock e suas diferentes vertentes.
Instalado na AABB, o Temporaneo combina decoração contemporânea, gastronomia e música ao vivo em um ambiente descontraído que se consolidou como ponto de encontro do público brasiliense. A terceira temporada, que segue até 25 de abril, tem curadoria totalmente voltada para o rock e programação às sextas, sábados e vésperas de feriado, sempre a partir das 19h30.
O projeto leva a assinatura da Verri & Verri Produções e do produtor Paulinho Madrugada, responsáveis por reunir artistas e experiências culturais em uma proposta que celebra a força de um estilo musical que atravessou gerações. Os ingressos estão à venda no Bilheteria Digital, a partir de R$ 40 na sexta-feira (20) e R$ 50 no sábado (21).
Serviço: Temporaneo
Local: AABB, Asa Sul Trecho 2 Conjunto 17 20, Setor de Clubes Esportivos Sul
Data: 20 de março de 2026 (sexta-feira) e 21 de março de 2026 (sábado) Horário: A partir das 19h30 Adquira seu ingresso:
20/03 –Shows com a banda Alma Rock + All Stars – Link
21/03 –Shows com Sérgio Britto (Titãs) + Válvula + Paulo Mesquita – Link
Restrição de idade: 18 anos
Instagram e mais informações: 61 99909-2024 / @temporaneobrasilia