Espetáculo celebra o mês das crianças com música, sonho e acessibilidade nos dias 7, 8 e 9 de outubro
No mês das crianças, a cidade de Taguatinga recebe uma obra encantadora que une arte, fantasia e emoção: a ópera “Amahl e os Visitantes da Noite”, do compositor ítalo-americano Gian Carlo Menotti. Com apresentação nos dias 7, 8 e 9 de outubro, às 20h, no Teatro Sesc Paulo Autran, o espetáculo propõe um mergulho poético no espírito do Natal — e convida públicos de todas as idades para uma noite de beleza, reflexão e esperança.
Encenada com adaptação em português e projeção de legendas, a ópera terá ingressos populares a R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia), incluindo meia-entrada solidária para quem doar brinquedos ou livros infantis. A apresentação do dia 8 de outubro contará ainda com audiodescrição e libras, ampliando a acessibilidade.
Uma ópera para toda a família
Com direção artística e cenografia de Hyandra Ello, a montagem parte de um enredo aparentemente simples para revelar camadas profundas de emoção humana. A história acompanha o pequeno Amahl, um menino com deficiência física que vive com sua mãe em condições de extrema pobreza. Certo dia, três visitantes batem à sua porta: são os reis magos a caminho de Belém, guiados por uma estrela misteriosa. A partir desse encontro, um pequeno milagre de Natal transforma a vida da família.
Segundo a diretora Hyandra Ello, o texto emociona justamente por sua simplicidade. Para ela, a relação entre Amahl e sua mãe evoca questões universais, como a luta contra a escassez, o poder do afeto e a capacidade de sonhar, especialmente na infância. “É uma mãe solo tentando proteger o filho da dureza do mundo, mas também permitindo que ele sonhe. Isso continua atual e sensível, sobretudo no Brasil”, comenta. A concepção cênica transporta os personagens para o deserto de UádiRum, na Jordânia, criando uma ambientação visual inspirada nas noites frias do deserto e nas comunidades beduínas”, afirma Hyandra.
Uma obra tocante e acessível
Com trilha marcada por belas melodias, a obra foi originalmente escrita por Menotti em 1951 para a televisão americana — a primeira ópera criada especialmente para esse meio. No Brasil, teve sua primeira montagem em Brasília, ainda na década de 1970, e agora retorna com nova roupagem, interpretada por um time de artistas locais.
A soprano Janette Dornellas, que interpreta a mãe de Amahl, também assina os figurinos e a adaptação para o português. Para ela, a ópera é uma das mais queridas de seu repertório. “Eu tenho um carinho especial por essa ópera, por ter sido uma das primeiras que fiz a adaptação para o português. Menotti tem uma forma delicada de tratar temas profundos. Ele nos leva da tristeza à alegria com leveza e humanidade”, diz Dornellas. Já o maestro Deyvison Miranda, responsável pela direção musical e regência, destaca o caráter universal da obra: “É uma história de milagre contada pelo olhar de uma criança, e isso cria uma empatia imediata com o público. É uma ópera musicalmente muito bonita e cheia de belas melodias”, reforça o maestro.
O espetáculo, que é realizada com recursos do FAC- Fundo de Apoio a Cultura, da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal e apoio do Sesc Taguatinga Norte, contará com seis solistas, 14 integrantes no coro e seis instrumentistas, todos da Casa da Cultura Brasília, que também assina a produção. O elenco principal traz a jovem cantora Teresa Clara no papel de Amahl, dividindo cena com JanetteDornellas, Hugo Lemos, Roger Vieira, Hermógenes Correia e Francisco Bento. A iluminação é de LidianneCarvalho.
Elenco:
• Amahl: Teresa Clara
• Mãe: Janette Dornellas
• Rei Baltazar: Hugo Lemos
• Rei Gaspar: Roger Vieira
• Rei Melchior: Hermógenes Correia
• Pajem: Francisco Bento
Coro e Orquestra da Casa da Cultura Brasília Direção artística, de cena e cenografia: Hyandra Ello Figurinos: Janette Dornellas Iluminação: Lidianne Carvalho Adaptação para o português: Janette Dornellas e Deyvison Miranda Produção: Casa da Cultura Brasília Apoio administrativo: HL Arte e Cultura
Serviço
Teatro Sesc Paulo Autran – Sesc Taguatinga Norte (CNB 12) 7, 8 e 9 de outubro de 2025, às 20h Ingressos: R$ 20 (inteira) | R$ 10 (meia e meia solidária) Meia solidária: com doação de brinquedo ou livro infantil Ingressos antecipados: hl.art.br/ingressos
Ópera em 1 ato, em português com legendas Acessibilidade: sessão com audiodescrição e libras no dia 8 Classificação indicativa: Livre Duração: 60 minutos
Com programação gratuita, festa homenageia a escritora Roseana Murray e celebra a força criativa por meio da literatura, música e artes
De 9 a 11 de outubro, Pirenópolis, a charmosa cidade histórica localizada entre Brasília e Goiânia, será palco de uma grande celebração da literatura, da música e das artes. Em sua 15ª edição, a FLIPIRI – Festa Literária de Pirenópolis, relevante evento da cena literária brasileira, apresenta uma programação diversa e gratuita, pensada para dialogar com a cidade, seus moradores e visitantes. “Este ano, escolhemos o tema ‘ALUMIAR – Ler e Criar com Energia’ porque acreditamos que a energia nasce das ações positivas, que impulsionam mudanças significativas. Nosso convite é para que cada participante desperte e potencialize sua força criativa, contribuindo para a construção de um mundo mais justo, humano e transformador”, destaca Iris Borges, idealizadora da Flipiri.
Inspirada por essa temática, a Flipiri presta homenagem à escritora Roseana Murray, um dos grandes nomes da literatura infantojuvenil brasileira, conhecida por sua vasta produção literária que encanta leitores de todas as idades, e a Hugo de Carvalho Ramos (1895-1921), ícone da literatura goiana, cuja obra retrata com sensibilidade a vida e os costumes do estado.
“Estou muito feliz por esta homenagem. Pirenópolis é uma cidade verdadeiramente linda e sua Festa também. Recebo todas estas homenagens com surpresa e gratidão. A minha expectativa é que seja tudo magia! Vou abrir o evento e sempre dá um friozinho de medo. É muita responsabilidade”, afirma Roseana Murray, que vai proferir as palestras na Flipiri: “A luz que acende palavras” e “A poesia é um olhar”, em três encontros com o público e convidados.
Durante três dias, a cidade que respira história reunirá escritores, ilustradores, músicos e leitores de todas as idades em torno do livro e das mais diversas formas de expressão cultural. Ainda mais vibrante com a expectativa da comemoração dos 300 anos de fundação, que será celebrada em 2027, Pirenópolis está mais que pronta para receber o público com o acolhimento que lhe é peculiar.
Além de se encantar com a força criativa e ternura de Roseana Murray (RJ), o público terá a oportunidade de interagir com autores de referências e procedências diversas. Entre eles, nomes como João Anzanelo Carrascoza (SP), Manuel Filho (SP), Leila Bortolazzi (SP), Corina Campos (SP), Lázaro Ribeiro (GO), Hellen Vieira da Fonseca (DF), Telma Lopes (GO), Nilson James (GO), Pedro Gordilho (BA/DF), Adriana Santos de Confresa (MT), Lionizia Goyá (GO) e Gabriela Buonocore (MA). É este encontro que faz da Flipiri um espaço de conexão, aprendizado e celebração da cultura.
Cenário inspirador
O charme do centro histórico, tombado pelo IPHAN, é o cenário perfeito para uma experiência cultural única, com a possibilidade de deslocamentos a pé até os espaços que recebem a programação: o Theatro Sebastião Pompeo de Pina, a Casa de Câmara e Cadeia, o tradicional Um Café Bistrôe o salão paroquial da Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário. Entre uma atividade e outra, o convite é também para explorar a culinária goiana, refrescar-se nas incontáveis cachoeiras, e se encantar com o conjunto arquitetônico da linda cidade.
“Falar da Flipiri é motivador, porque foi uma festa que começamos em 2009 com a Casa de Autores e que nossa cidade precisava. Pirenópolis, que teve o primeiro jornal do Centro-Oeste no século XIX, merecia uma grande festa da literatura. Nestes 15 anos, vimos crianças se desenvolverem, escolas premiadas e a alegria de levar livros para as salas de aula. É gratificante colher os frutos desse investimento. Para o futuro, a meta é ampliar ainda mais a Flipiri: na celebração dos 300 anos da cidade, em 2026/2027, faremos edições ainda maiores dessa festa que já é parte da identidade local”, revela o Nivaldo Melo, prefeito de Pirenópolis.
A Flipiri é realizada pelo Instituto Casa de Autores (ICA), de Brasília, em parceria com a Prefeitura de Pirenópolis, por meio da Secretaria Municipal de Educação e Cultura. O evento conta com patrocínios do Instituto Pedro Gordilho, da agência de viagens Viajar Para Onde e do SICOOB. O apoio institucional vem da Secretaria de Estado de Educação de Goiás e Secretaria Municipal de Turismo. Também são parceiros da festa: Saneago, Festival Guardiões das Artes e Academia Pirenopolina de Letras, Artes e Música (Aplam). Estabelecimentos do comércio local, também apoiam a Flipiri, oferecendo descontos a participantes do evento.
Programação diversificada
A Flipiri 2025 oferece uma programação que envolve literatura, arte e convivência comunitária. Entre as atrações, que somam mais de 95 horas, estão os lançamentos e autógrafos de livros, reunindo dezenas de títulos de autores independentes e, também, consagrados. Além da compra, diretamente com os autores, o público poderá adquirir títulos diversos nos espaços da Iguana Banca, Jabuti Livraria e Café e a Editora Ensinamentos, no interior do Salão Paroquial. Haverá rodas de conversa, palestras e conferências, criando espaços para reflexão sobre literatura, leitura e educação. A programação infantil ganha destaque com a tradicional Maratona de Contação de Histórias, show Maria Grampinho, de Débora di Sá, e apresentações da Turma do Caracol e Cia Boca do Lixo. O evento ainda contará com oficinas voltadas com foco no corpo docente, exposições e experiências visuais, integrando artistas locais e nacionais, e a tradicional caminhada poética pelo centro histórico, que aproxima o público dos espaços históricos de Pirenópolis, celebrando a cultura e a história local.
“Junto comigo, mais de 28 escritoras e escritores do ICA que atuam na construção dessa Festa, colocam em prática seu maior princípio: contribuir para a construção de uma sociedade leitora. Tem sido um desafio muito bom! Acredito que, por meio da leitura, nos conhecemos melhor e podemos atuar nas mudanças necessárias, tanto no âmbito individual quanto no coletivo”, afirma Márcia Lages, coordenadora Executiva da Festa
Na conexão entre literatura e música, ampliando a oferta cultural, a novidade é a integração do Festival Guardiões da Arte, promovido pelo Instituto Guardiã do Ser, ao evento. Entre as atrações, a cantora Roberta Camposencerra o evento com o show “Coisas de Viver”. Ao longo dos dias também subirão ao palco BandaEuterpe, Kalango Duo, Eli, Otávio Maciel, Marcelo Del Matos e Renato Castelo. “Esta parceria fortalece a cadeia artística e amplia o alcance das ações culturais e socioambientais, valorizando não só Pirenópolis, mas todo o estado de Goiás”, afirma Dante Ventura, presidente do Instituto Guardiã do Ser.
Homenageados
Hugo de Carvalho Ramos – O imortal da literatura goiana
A Flipiri 2025 presta homenagem a Hugo de Carvalho Ramos, um dos maiores nomes da literatura de Goiás. Poeta e contista de talento precoce, Hugo eternizou em suas obras a vida, os costumes e as belezas do estado. Seu livro mais celebrado, “Tropas e Boiadas” (1917), é considerado um retrato autêntico da alma goiana, influenciando escritores como Guimarães Rosa e Bernardo Élis. A obra foi eleita como a mais importante do século XX, um legado que segue iluminando novas gerações.
Flipiri Itinerante: a festa que vai até as escolas
Antes da Festa aberta ao público, aconteceu a Flipiri Itinerante, vertente do evento que leva autores diretamente às escolas públicas de Pirenópolis, promovendo encontros com alunos, professores e comunidades rurais. O projeto cumpriu plenamente os objetivos de aproximar a literatura do cotidiano escolar, estimular a leitura, fortalecer a imaginação e criar laços entre autores, professores, crianças e jovens.
“Tenho a felicidade de ter resgatado a parceria com a Casa de Autores para a realização da Festa Literária de Pirenópolis (Flipiri), desde o ano de 2021. Trata-se de um evento de grande relevância para a Seduc-Goiás, por aproximar nossos estudantes da literatura e de seus autores. Neste ano, a experiência ganhou ainda mais significado com a entrega dos kits de livros para as escolas envolvidas, acompanhada pelo diálogo com os próprios autores, que puderam compartilhar suas obras, histórias e visões de mundo diretamente com os jovens leitores”, festeja Fátima Gavioli, secretária de Estado da Educação.
Complementando, Renato Gomes, secretário de Educação e Cultura de Pirenópolis, destacou o impacto do evento na rede municipal: “A Flipiri é um momento especial de encontro entre leitores e escritores, e enriquece a rede municipal a cada edição, com abundância de leitura e valiosas trocas de experiências”.
A itinerância teve um alcance expressivo, mobilizando toda a estrutura educacional de Pirenópolis. Durante a ação, 358 professores foram diretamente impactados, criando uma rede de transformação que vai além das salas de aula. A rede municipal, formada por 17 escolas, atende 4.010 estudantes da Educação Infantil e Anos Iniciais do Ensino Fundamental, enquanto a rede estadual, com 9 escolas, reúne 144 professores responsáveis por 2.563 alunos dos Anos Finais, Ensino Médio, Educação de Jovens e Adultos e Educação Profissional. Ao final, mais de 6 mil estudantes foram beneficiados, além de suas famílias e da comunidade, fortalecendo o vínculo entre literatura, educação e transformação social e ampliando o impacto do projeto em toda a cidade e nos povoados rurais.
Histórico
Criada em 2009 pela escritora e produtora cultural Iris Borges, a Flipiri nasceu com o propósito de formar leitores e integrar a literatura à vida comunitária. Desde então, o evento já reuniu centenas de escritores e milhares de visitantes, além de doar mais de 15 mil livros à rede pública de ensino.
Ao longo de sua trajetória, já foram homenageados grandes nomes da literatura brasileira, como Inácio de Loyola Brandão, Cora Coralina, Guido Heleno, Luís Fernando Veríssimo, Elder Rocha Lima, José J. Veiga, Eli Brasiliense, Bernardo Élis, Fleury de Campos Curado, Carmo Bernardes, Adriano César Curado e Goiandira Ortiz.
Programação
QUINTA-FEIRA, 9 DE OUTUBRO
Salão Hugo de Carvalho Ramos/Palco
(salão paroquial da Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário)
Das 14h às 17h – Histórias no Palco – Apresentação dos alunos das escolas estaduais / Mediação: Liduína Bartholo
17h –Abertura da Exposição Permanente: Passaredo/ Valdério Costa
Às 17h – O DF no limiar dos anos 60 – Debatedor: Pedro Gordilho
Seguido de Canções Brasileiras no Piano
Das 18h50 às 19h30 – Solenidade de Abertura: Alumiando a FLIPIRI 2025/ Mediação: Régia Diniz e Liduína Bartholo
Das 19h45h às 20h35 – A luz que acende palavras – Conferência com a escritora homenageada Roseana Murra
Das 20h45 às 21h20 – Fale Baixo, Menina! – Espetáculo com Paepalanthus
Das 21h30 às 23h – Show musical com a BandaEuterpe
Hall do Theatro
Às 19h – Abertura da Exposição Goyatakuba, de Lionízia Goyá
SEXTA-FEIRA, 10 DE OUTUBRO
Theatro Sebastião Pompeo Pina
Das 8h30 às 8h45 – Show Teatral PAR: Lendas e Cantos / Ângela Café e Sérgio Duboc
Das 9h30 às 10h15 – Show Teatral TRICONTANDO/ Hozana Costa e Rose Costa
Das 10h30 às 11h45 – Roda de Conversa: Como construir cidades leitoras criativas e inclusivas? / Debatedores: Dinorá Couto e Gedson Oliveira / Mediação: Adriana Araújo
Das 14h às 14h45 – Show CIA Boca do Lixo
Das 15h às 15h45 – Show CIA Boca do Lixo
Das 16h às 17h – Novas Formas de Contar Histórias / Debatedores: Lenora Barbo e Jorge Cartaxo (IHGDF) Mediação: Clara Arreguy
Das 17h30 às 18h45 – Como a energia literária do goiano Hugo de Carvalho Ramos influenciou outros escritores? / Debatedores: Lázaro Ribeiro e Maurício Melo
Das 19h às 20h15 Ligados pela Literatura: texto, imaginação e ideias, o elo que conecta pessoas
Das 20h30 às 22h – Show musical com Kalango Duo + Eli
Câmara e Cadeia
Das 18h às 19h30 – A Enxada de Bernardo Elis / Debatedor: Nilson Jaime
Das 19h30 às 21h – Pré Lançamento do Livro “Pirenópolis Tem…” e Recital em Homenagem a Ita e Alaor/ APLAM eDUO – Anderson Rocha e Mª Lúcia Roriz
Salão Hugo de Carvalho Ramos/Palco
(salão paroquial da Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário)
Das 8h15 às 22h- CONVESCOTE: podcast com bate-papo inteligente, descontraído e cheio de descobertas/ Rômulo Vaz
Das 8h30 às 8h45/ 14h as 14h15 – Contação de Histórias/ Ana Solino
Das 8h45 às 10h/ 14h15 as 15h30– Roda de Conversa: A Poesia é um Olhar/ Roseana Murray
Das 10h30 às 11h45- Roda de Conversa: Criatividade Literária X Programas de Livro e Leitura/ Adriana Santos e Débora Bianca | Mediação: Iris Borges
Das 16h às 17h15 – Vamos falar das adolescências? / Debatedores: Iza Junqueira e Marcelo Pio / Mediação:Márcia Lages
Das 18h às 19h – A força criativa em nós / Debatedores:Dante Ventura e Cláudia Moraes / Mediação: Eraldo
Das 19h15 às 20h- Show Musical / Marcelo e Renato
Salão Hugo de Carvalho Ramos/Autógrafos
(salão paroquial da Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário)
Às 16h – Abertura da Exposição Mulheres nas Labaredas de Si, de Gabriela Coelho
SÁBADO, 11 DE OUTUBRO
Theatro Sebastião Pompeo Pina
Das 9h30 às 10h45 – Como a memória desperta o sentimento literário criativo? / Debatedores: Beto Seabra e Maurício Melo / Mediação: Ângela Café
Das 11h as 12h15- Roda de Conversa: Mercado Editorial e suas tendências atuais / Debatedores: Álvaro Modenell, Clara Arreguy, Theognis Florentino / Mediação: Iris Borges
Das 14h às 15h – Maria Grampinho, com Débora di Sá
Das 16h às 17h – Show Turma do Caracol
Das 19h às 20h Roda de Conversa: Ler e Escrever – luzes e sombras da memória/ João Anzanello Carrascoza e Maurício Melo
Das 20h10 às 20h45 –Solenidade de Encerramento: Caminhando, lendo e criando com energia/ Mediação: Rose Costa
Das 21h às 23h – Show musical com Otávio Maciel e Atração Nacional Roberta Campos
Câmara e Cadeia
Das 9h às 10h30 Sessão especial da Aplam pelo Ano Cultural/ Acadêmico Luiz de Aquino Alves Neto (na Academia Goiana de Letras)
Das 10h45 ás 12h Roda de Conversa: Mulheres, Criatividade e Livros/ Debatedoras: Stella Maris, Telma Lopes e Rosângela Vieira / Mediação: Aline Lôbo
Centro Histórico
Das 8h30 às 10h30 – Caminhada histórica pelas ruas de Pirenópolis, com Iris Borges e Márcia Áurea Oliveira (concentração no Theatro Sebastião Pompeo Pina)
Centro Municipal de Artes e Música Ita e Alaor
Das 9h às 12h – Maratona de Contação de História / Mediação: Débora Bianca
Salão Hugo de Carvalho Ramos/Palco
(salão paroquial da Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário)
Das 09h30 às 10h45 – Roda de Conversa: Como manter a energia criadora nos trabalhos em grupo? / Debatedores:Patrícia Coelho, Patrícia Ayer e Wellington dos Santos
Das 11h às 12h15 – Roda de Conversa: Ilustração de Livros – A Força da Palavra Vista/ Debatedores: Elder Galvão, André Cerino e Roberto Pompeo / Mediação: Maria Amélia Eloi
Das 13h30 às 14h45 – Roda de Conversa:Educação e sua energia criativa e amorosa / Debatedores: Hellen Vieira, Alcione da Luz e Gabriela Buonocore / Mediação: Márcia Lages
Das 15h às 16h15 – Roda de Conversa: O processo de Ler e Criar do Escritor/Cristiano Paulo, Miguel Sartori e Florismar Peixoto | Mediação: Hozana Costa
Das 16h30 às 18h30 –Show de Talentos/ Mediação: Jerônimo Forzani
Salão Hugo de Carvalho Ramos/Autógrafos
(salão paroquial da Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário)
Data: 9 a 11 de outubro de 2025 Local: Centro Histórico de Pirenópolis – GO Entrada: Gratuita Transmissão online: Redes sociais e canal do YouTube da Flipiri Atividades: Lançamentos de livros, palestras, contações de histórias, shows, exposições, oficinas e cortejo cultural.
Concerto faz parte da série “Sextas Musicais” e acontece no dia 3 de outubro
As noites de gala são momentos de celebração que atravessam a história, desde os banquetes da Grécia Antiga e os bailes medievais até o luxo das cortes francesas do século 18. Com o passar do tempo, ganharam novos formatos e passaram a ser realizadas em teatros, arenas e espaços públicos, de modo a ampliar e democratizar o acesso à arte.
A Casa Thomas Jefferson (706 Sul) recebe Thiago Arancam, a cantora lírica Ariadna Moreira e outros artistasem uma noite de gala em Brasília pela série “Sextas Musicais”. O concerto acontece no dia 3 de outubro, às 20h, no local. Gratuito. Livre para todos os públicos. Mais informações no Instagram: @casathomasjeferson e @ariadnasoprano.
O espetáculo é uma noite de gala dedicada à ópera, arte que atravessa séculos como expressão máxima do encontro entre música, cena, luz, poesia e drama. A produção reúne árias e duetos imortalizados nos palcos mais célebres do mundo, costurados por uma narrativa musical que transita entre lirismo, liberdade e espiritualidade.
“Do lirismo de Puccini a intensidade de Verdi, da força dramática de Bizet à delicadeza impressionista de Delibes,o recital leva o público a uma viagem pelas emoções universais que a ópera inspira. Venha assistir e vivenciar essa noite de gala conosco”, convida a cantora lírica Ariadna Moreira que contará ainda com a participação dos solistas Deyvson Miranda, Roger Vieira, Rebecca Pachecoe Renata Menezes.
Ficha Técnica:
Coordenação de produção: Larissa Lopes(LopalcoProdução)
Piano e direção artística: Deyvson Miranda
Direção de cena e Cenografia: Rodrigo Soalheiro
Elenco: Thiago Arancam (tenor), Ariadna Moreira (soprano), Martha Freitas, Roger Vieira (tenor), Rebecca Pacheco (soprano) e Renata Menezes (clarinete)
Narração: Anselmo Costa
Assistência de Produção: Marizan Fontinele
Agradecimentos: Apoio da Casa Thomas Jefferson.
Serviço: Casa Thomas Jefferson apresenta “E Lucevan le Stelle – Uma Noite na Ópera” com Thiago Arancam, Ariadna Moreira e artistas brasilienses
Data: 3 de outubro de 2025
Local: Casa Thomas Jefferson (706 Sul)
Horário: 20h
Gratuito
Livre para todos os públicos.
Mais informações no Instagram: @ariadnasoprano@casathomasjeferson @alarissalopes
Zona Franca, de Alice Ripoll. Foto de Renato Mangolin
De 2 a 19 de outubro, o Movimento Internacional de Dança traz para Brasília a força política e estética de corpos negros em conexão entre África-França-Brasil.
Um dos destaques, o dançarino e coreógrafo camaronês radicado na França Bouba Landrille Tchouda estreia, no Centro Cultural Banco do Brasil, com Até Aqui Tudo Bem.
No dia 12 de outubro (aniversário do CCBB Brasília), uma programação especial reúne teatro para bebês, aulas abertas de vários estilos de dança e Batalha de All Style, com danças urbanas.
As fronteiras estão abertas, diluídas e democratizadas dentro da maior plataforma de dança do Centro-Oeste. De 2 a 19 de outubro, corpos, sobretudo, de matrizes negra e africana ocupam o centro do Movimento Internacional de Dança – MID, que interliga palcos dos principais teatros do Distrito Federal, como o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) e o Espaço Cultural Renato Russo, para celebrar combinações de linguagens das danças urbanas e contemporâneas, refletindo sobre identidades marginalizadas e a vitalidade dos corpos periféricos.
Serão 28 coreografias (quatro internacionais, quatro nacionais e 20 de Brasília) para públicos de todas as idades, com atividades gratuitas e a preços populares (R$ 30 e R$ 15) à venda em bilheterias digitais do CCBB e do Sympla. Para acompanhar a programação completa, acesse o site do MID: https://movimentoid.com.br/index.php/mid-2025/
Corpos negros em movimento
E assim, vigoroso e politizado, que o MID convida a população de Brasília para dançar intensamente numa programação que traz a força das relações entre África-França-Brasil como um dos pilares dessa edição. O dançarino e coreógrafo camaronês radicado na França, Bouba Landrille Tchouda, da Cia. Malka, abre a maratona com Até Aqui Tudo Bem (dia 2.10, às 20h, no Teatro do CCBB).
Trata-se de uma montagem que é resultado do encontro do francês G.U.I.D. (Groupe Urbain d’Intervention Dansée)com sete jovens dançarinos brasileiros do Rio de Janeiro e de Pernambuco. “É um manifesto visual e político que explora a juventude negra e suas formas de resistência, expressando a vitalidade das danças urbanas em diálogo com as questões sociais”, exalta Sergio Bacelar, diretor-geral do MID.
O trabalho da Cia Malka entrelaça-se na gênese estética e política com as montagens Cellule (dias 3 e 4.10, às 20h, no Teatro Galpão Hugo Rodas), da bailarina francesa Nach, e o repertório de três produções da carioca Alice Ripoll (Acordo, Zona Franca e Puff). Enquanto Nachbusca no krump (estilo nascido como resposta à violência e exclusão nos subúrbios de Los Angeles no início dos anos 2000) o caminho para entender as identidades que habitam em seu corpo feminino e negro, Alice Ripoll cria narrativas espetaculares que dialogam com as danças periféricas no Rio de Janeiro, como o passinho, e as condições dignas desses corpos negros dentro da violenta e excludente sociedade contemporânea.
A estreia nacional de Alice Ripoll
Depois de se apresentar no Festival Fringe de Edimburgo 2025, no Reino Unido, em setembro, Puff (dia 5.10, às 19h, Sala Multiuso Túlio Guimarães) faz estreia nacional no MID. Em cena, o dançarino HiltinhoFantástico explora vários elementos do passinho como forma de explorar o conceito de “disfarce” como um dispositivo recorrente nas danças da diáspora africana.“Um elemento que transmite culturas silenciadas ao ocultar técnicas, mensagens, tradições ou conhecimentos ancestrais”, explica Alice Ripoll.
Com duas décadas de atuação como coreógrafa, intérprete e diretora de movimento para teatro e cinema, Alice Ripoll chega ao MID de forma generosa. São três montagens que possibilitam ao público brasiliense mergulhar na força de sua obra, reconhecida mundialmente. “Alice e seus bailarinos são comprometidos em dar voz a histórias e experiências que muitas vezes são silenciadas, tornando suas obras essenciais para o tema da diversidade que o MID busca promover”, ressalta Guilherme Filho, curador e diretor artístico do festival.
Além de Puff, chegam a Brasília as montagens Acordo (Dias 7 e 8.10, às 20h na Galeria IV do CCBB), coreografia com quatro artistas negros do Rio de Janeiro que encenam uma negociação simbólica de existência e dignidade, e Zona Franca (Dia 9.10, às 20h, no Teatro CCBB) é uma experiência coreográfica que mistura linguagens da dança urbana e popular com teatro e ritual.
Coração do MID
O tradicional Palco Aberto, que reúne 12 coreografias de até sete minutos, mostra o vigor e a diversidade da dança praticada em Brasília. O mosaico de danças de correntes diversas ganha destaque tanto no CCBB (dia 11.10, às 20h, no Teatro), quanto no Espaço Cultural Renato Russo (dia 12.10, às 19h, no Galpão Hugo Rodas). “Ao lado da batalha All Style, onde premiamos talentos da dança urbana do DF, o Palco Aberto é o coração do MID, que nasceu desse desejo de aproximar e quebrar preconceitos e estigmas dos muitos tipos de dança. No Palco Aberto, a dança é o que pulsa, o que faz chamar as pessoas ao movimento”, destaca Sergio Bacelar.
Dia das Crianças
Numa programação voltada para crianças (dia 12.10, no CCBB), o espetáculo Bebê Groove, voltado para a primeira infância (até 6 anos), mergulha na poesia corporal provocada por sonoridades, imagens e movimentos. Com coreografias de Marcia Duarte, a intérprete Elisa Carneiro dialoga na linguagem de videodança com a performance ao vivo. “Neste dia, haverá, de hora em hora, aulas de dança de diversos estilos para as crianças e seus acompanhantes. No dia especial, aniversário do CCBB, o MID ocupa diversos espaços. O teatro com Bebê Groove, um espetáculo que, apesar de ser para bebês, agrada a todas as idades; e a Galeria IV com a final da Batalha All Style”, aponta Bacelar.
Conexão México-Ceará-DF
Bailarino, coreógrafo, diretor artístico e promotor de artes cênicas no México, o coreógrafo Jaciel Neri traz a MID um projeto de intercâmbio que mescla a apresentação do espetáculo Las Razones de mi Cuerp@ (Dias 14 e 15.10, às 20h, no CCBB), e a montagem com dançarinas mexicanas e brasilienses, a partir de uma residência, de Yuku Kaa (Dia 17.10, às 20h, no Teatro Galpão Hugo Rodas). Em comum, as montagens de Jaciel Neri dimensionam os corpos como repositórios de memórias sob a perspectiva coreográfica e antropológica.
A ancestralidade é também a chave criadora de Reza Caseira (Dia 17.10, às 20h, na Galeria IV do CCBB), montagem do cearense Wellington Gadelha e Edivaldo Batista, que se apropriam de ritos de benzimento, pedidos, praguejamentos, para criarem uma reza dançada dentro de uma cena sensorial e imersiva.
Concebida pela Nave Gris Cia. Cênica (DF), a montagem Corredeira (5.10, às 20h, CCBB), também busca na ancestralidade das águas e suas tradições religiosas o mote para coreografia que reforça a linha curatorial do MID na força dos corpos negros em cena.
A multiplicidade de linguagens e forca estética também estão presentes em Nébula, (dias 18.10, às 20h e 19.10, às 18:30h, no CCBB) da coreógrafa brasileira Vania Vaneau, radicada na França. Nébula aborda o corpo humano na sua relação com a natureza como um encontro de campos de força num contexto pós-apocalíptico. De Marcos KatuBuiati (DF), Ostinato (dias 14 e 15.10, às 19h, no Teatro Galpão Hugo Rodas) é uma investigação sobre a forma: coreográfica, do gesto, do movimento – ato que na sua própria repetição obstinada não cessa de se desfigurar, decompor, borrar.
O espetáculo Floreio (dia 15.10, às 20h, na Sala TúllioGuimarães) traz, ao som do agbê, a personagem principal Sereia Luzia da Estrela Molhada, enquanto a montagem da Cia Have Dreams (DF), A Capital: Vivências Candangas(dia 19.10, às 19h, no Teatro Galpão Hugo Rodas) busca uma variedade de corpos, vivências e memória. Um tributo aos que vieram de longe, sonharam alto e moldaram a capital com as próprias mãos.
Atividades paralelas e educativas
Oficinas, residências, bate-papos entre artistas e plateia, rodas de negócios com a vinda de oito curadores de festivais nacionais e estrangeiros, e ação educativa para estudantes dão musculatura e intensidade ao MID. “Dessas atividades, destaco uma preciosidade que nos orgulha: o trabalho com estudantes neurotípicos e deficiênciaintelectual matriculados na rede pública de ensino. Vamos mobilizar 3,9 mil estudantes para assistirem a quatro coreografias selecionadas pelo MID”, destaca Sergio Bacelar.
Numerárias históricas
75.4 mil é o público do MID desde a sua criação em 2014.
17 países já passaram pelo MID. 100 coreografias do DF já foram apresentadas
13 mil alunos neurotípicos e 2.5 mil alunos PCDs foram beneficiados.
350 professores da rede pública de ensino foram capacitados.
O Movimento Internacional de Dança tem patrocínio da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB/DF), do Fundo de Apoio À Cultura (FAC) do Distrito Federal e apoio da Temporadas Cruzadas Brasil França, do Atelier de Paris, do Instituto Guimarães Rosa, do Banco do Brasil e do SESC DF.
Vem dançar com a gente!
Coreografias:
Dia 02.10
ATÉ AQUI TUDO BEM (FRANÇA) – Às 20h. A Cia Malka, do dançarino e coreógrafo Bouba LandrilleTchouda, põe em cena sete bailarinos para exaltar a força dos corpos negros periféricos do Brasil. Teatro CCBB.Ingressos (bilheteria do CCBB): R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). Classificação: 14 anos. Sessão com acessibilidade de audiodescrição e libras.
Dia 03.10
CELLULE (FRANÇA) – Às 20h. Dançarina autodidata de krump (dança urbana), Nach apresenta o seu primeiro solo e dá vida a uma série de personagens e figuras que fervilham dentro dela. Teatro Galpão Hugo Rodas (Espaço Cultural Renato Russo). Ingressos (bilheteria Sympla): R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). Classificação: 14 anos.
Dia 04.10
CELLULE (FRANÇA) – Às 20h. Teatro Galpão Hugo Rodas (Espaço Cultural Renato Russo). Ingressos (bilheteria Sympla): R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). Classificação: 14 anos.
CORREDEIRA (DF) – Às 20h. Concebido pela Nave Gris Cia. Cênica espetáculo nasceu da percepção das águas que correm para o mar e da relação do poder ancestral ligado às águas no corpo feminino. Teatro CCBB. Ingressos (bilheteria do CCBB): R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). Classificação: livre.
Dia 05.10
PUFF (RIO DE JANEIRO) – Às 19h. Com HiltinhoFantástico sob coreografia de Alice Ripoll. Puff explora o conceito de “disfarce” como um elemento recorrente nas danças da diáspora africana – um elemento que transmite culturas silenciadas ao ocultar técnicas, mensagens, tradições ou conhecimentos ancestrais. Sala Multiuso Túlio Guimarães (Espaço Cultural Renato Russo). Ingressos (bilheteria Sympla): R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). Classificação: 14 anos.
Dia 07.10
ACORDO (RIO DE JANEIRO) – Às 20h. Sob o comando de Alice Ripoll, a montagem da Cia. REC parte de vivências de quatro artistas negros e favelados do Rio de Janeiro que, ao ocuparem o espaço de uma sala com plateia frontal próxima, encenam uma negociação simbólica de existência e dignidade. Galeria IV CCBBIngressos (bilheteria CCBB): R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). Classificação: 14 anos.
Dia 08.10
ACORDO (RIO DE JANEIRO) – Às 20h. Galeria IV CCBB Ingressos (bilheteria CCBB): R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). Classificação: 14 anos.
Dia 09.10
ZONA FRANCA (RIO DE JANEIRO) – Às 20h. Experiência coreográfica que mistura linguagens da dança urbana e popular com teatro e ritual. Criado pela Cia. Suave sob direção de Alice Ripoll, o espetáculo evoca a criação de um espaço de liberdade radical. Teatro CCBB.Ingressos (bilheteria CCBB): R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). Classificação: 16 anos.
Dia 11.10
BATALHA ALL STYLE – Às 16h. B-boys e B-girls disputam as eliminatórias por melhor performance de danças urbanas. Galeria IV CCBB. Entrada franca. Classificação livre. Sessão com audiodescrição.
PALCO ABERTO – Às 20h. 7 coreografias do DF selecionadas por curadoria do MID apresentam-se initerruptamente mostrando a força da diversidade da dança. Teatro CCBB. Ingressos: R$ 30 e R$ 15 (meia). Classificação: livre. Sessão com tradução com libras.
Dia 12.10 – Programação especial Dia das Crianças
AULAS DE DANÇA PARA CRIANÇAS – Das 11h às 16h (de hora em hora). Professores ensinam diversos estilos e ritmos de dança. Vão ao lado da bilheteria. Entrada franca. Classificação livre.
BATALHA ALL STYLE – Às 13h. B-boys e B-girls disputam as finais por melhor performance de danças urbanas. Galeria IV CCBB. Entrada franca. Classificação livre. Sessão com tradução com libras.
BEBÊ GROOVE (DF) – Às 16h e às 17h30 Com coreografias de Marcia Duarte, a intérprete Elisa Carneiro dialoga na linguagem de vídeo- dança com a performance ao vivo. Teatro CCBB. Ingressos (bilheteria do CCBB): R$ 30 e R$ 15 (meia). Classificação: 0 a 5 anos – Agrada a todos os públicos.
PALCO ABERTO – Às 19h. Sete coreografias do DF selecionadas por curadoria do MID apresentam-se initerruptamente mostrando a força da diversidade da dança. Teatro Galpão Hugo Rodas (Espaço Cultural Renato Russo). Ingressos (bilheteria Sympla): R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). Classificação: 12 anos. Classificação: livre.
Dia 14.10
OSTINATO (DF) – Às 19h. Uma investigação sobre a forma: coreográfica, do gesto, do movimento; que transita pelas representações do Cérbero – Cão de 3 cabeças da mitologia grega – e a novela A construção, do escritor Franz Kafka. Teatro Galpão Hugo Rodas (Espaço Cultural Renato Russo) Gratuito. Classificação: 14 anos.
LAS RAZONES DE MI CUERP@ (MÉXICO) – Às 20h. Com coreografia de Jaciel Neri, espetáculo explora a memória e a ancestralidade a partir dos corpos. Teatro CCBB. Ingressos (bilheteria Sympla): R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). Classificação: 14 anos.
Dia 15.10
FLOREIO (DF) – Às 20h. Um espetáculo brasileiro, brasiliense, pulsado e muito encantador. Sala Multiuso Túllio Guimarães (Espaço Cultural Renato Russo). Gratuito. Classificação: 14 anos.
OSTINATO (DF) – Às 19h. Teatro Galpão Hugo Rodas(Espaço Cultural Renato Russo) Gratuito. Classificação: 14 anos.
LAS RAZONES DE MI CUERP@ (MÉXICO) – Às 20h. Teatro CCBB. Ingressos (bilheteria Sympla): R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). Classificação: 14 anos.
Dia 17.10
REZA CASEIRA (CEARÁ) – Às 20h. Montagem de Wellington Gadelha e Edivaldo Batista mergulha no universo da reza como ativador cênico tecno ancestral. Na proposta, percursos performativos voltados à experimentação viva de benzimento, pedidos, praguejamentos criam uma espacialidade na qual convivem o imagético, o sonoro e o corporal. Galeria IV CCBB. Ingressos (bilheteria do CCBB): R$ 30 e R$ 15 (meia). Classificação: 16 anos.
YUKU KAA (MÉXICO) – Espetáculo de Jaciel Neri montado em Brasília com dançarinas do México e de Brasília a partir de residência do MID, às 20h. Teatro Galpão Hugo Rodas (Espaço Cultural Renato Russo).Ingressos (bilheteria do Sympla): R$ 30 e R$ 15 (meia). Classificação: 12 anos. Sessão com audiodescrição.
Dia 18.10
NÉBULA – Às 20h. Nébula explora o corpo humano em diálogo com a natureza, imaginando uma arqueologia do futuro em um cenário pós-apocalíptico. Teatro CCBB.Ingressos (bilheteria do CCBB): R$ 30 e R$ 15 (meia). Classificação: 12 anos.
Dia 19.10
NÉBULA – Às 18h30h. Teatro CCBB. Ingressos (bilheteria do CCBB): R$ 30 e R$ 15 (meia). Classificação: 12 anos.
A CAPITAL: VIVÊNCIAS CANDANGAS –Às 19h. Montagem da Cia Have Dreams é um tributo ao invisível.Uma travessia poética pelos becos da memória e pelos vazios da história. Teatro Galpão Hugo Rodas (Espaço Cultural Renato Russo). Ingressos (bilheteria do Sympla): R$ 30 e R$ 15 (meia). Classificação: 12 anos.
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Acessibilidade
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional.
O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van | De quinta a domingo
Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h
Evento será nos dias 4 e 5 de outubro, com espetáculos de luz, inovação e participação de Arnaldo Antunes.
Hamilton de Holanda, Criolo e Clarice Falcão serão algumas das atrações de um marco histórico para Brasília. Eles vão participar, nos dias 4 e 5 de outubro, do evento de pré-lançamento do Centro Cultural do Sesc-DF. As apresentações gratuitas serão realizadas no prédio das futuras instalações, localizado na 511 Norte, das 18h à 22h.
Com tema “O Futuro é Hoje”, a ação marca a apresentação do projeto conceitual e arquitetônico do novo Centro Cultural, a primeira unidade do Sesc-DF totalmente dedicada a arte, cultura e tecnologia. Além de música, o evento ainda vai contar com projeções audiovisuais e exposições de arte visual.
“Esse prédio, abandonado há quase duas décadas, vai dar luz à arte na Asa Norte e ao Distrito Federal como um todo. E esse evento vai ser um aperitivo de tudo que estar por vir quando o Centro Cultural estiver inaugurado. Um espaço de acesso gratuito, de verdadeira promoção artísticas”, afirma o presidente do Sistema Fecomércio-DF, José Aparecido Freire.
Atrações de Pré-Lançamento
No sábado, dia 4, o bandolinista Hamilton de Holanda fará uma apresentação especial e inédita, com participações de Vanessa Moreno e Criolo. As músicas foram produzidas exclusivamente para o evento.
E tem mais: o espetáculo ainda vai contar com instalações de artes visuais, performances de DJ e VJ, além do lançamento do Mapping Manifesto, uma intervenção audiovisual de grande impacto na imponente fachada do prédio.
O Manifesto será conduzido pela por Batman Zavareze e narrado por Arnaldo Antunes, em um espetáculo que mistura projeções, trilhas e poesia, trazendo à tona o conceito do futuro Centro Cultural: um espaço voltado para a criação, beleza e novos horizontes.
No Domingo, tem apresentação de Clarice Falcão. A cantora, atriz, humorista e compositora apresenta seu trabalho musical.
Direção artística de peso
Potência criativa de Batman Zavareze
Há décadas, Batman Zavareze (52) se consolidou como um designer, curador de festivais e artista visual realizando trabalhos de grandes repercussões. Ele deu vida à sua visão criativa como diretor artístico de grandes shows musicais, como Marisa Monte, Tribalistas, Roberto Carlos, Ney Matogrosso, Zeca Pagodinho, Paulinho da Viola, Paralamas do Sucesso, Arnaldo Antunes, Los Hermanos, Pato Fu, Planet Hemp e Natiruts.
Também esteve à frente de exposições de arte e eventos ao vivo, entre eles, o encerramento das Olimpíadas do Rio 2016, a posse do presidente Lula da Silva em 2023, Abertura da Cop 28 em Dubai, Ópera Nabucco em Genebra e Ocupação total da Times Square, em 2023, em Nova York, em um grande Chamado à Ação: Salve a Amazônia.
Participou da criação e dirigiu o projeto imersivo do novo Museu da Imagem do Som do Ceará, com a obra “Ontem Choveu no Futuro”. Fez a direção e curadoria do Festival de Arte Digital Multiplicidade desde a sua criação em 2005.
Batman fomentou uma plataforma vital para explorar a interseção de diversas linguagens artísticas e novas experiências tecnológicas de forma pioneira, solidificando sua posição como um pilar cultural brasileira.
• Curadoria de Artes Visuais: Jacopo Crivelli Visconti, curador da 34ª Bienal de São Paulo e responsável por exposições internacionais.
• David Batchelor: escocês de nascimento, mas radicado em Londres, já expôs em museus e galerias da Grã-bretanha, Europa e Américas. Nas últimas décadas tem pesquisado os efeitos da cor na cidade moderna, produzindo uma grande variedade de obras onde reutiliza material industrial como carrinhos, caixas de luz e contendores de plástico.
Como será o Futuro Centro Cultural do Sesc-DF
O Centro Cultural Sesc-DF surge como um símbolo vivo e pulsante da cultura no Distrito. Com mais de 10 mil metros quadrados, o espaço abrigará teatro multifuncional, sala de cinema, galerias de arte, laboratórios criativos, áreas para oficinas, leitura e brincadeiras.
Será construído no terreno do antigo prédio da Caixa Econômica, localizado na 511 Norte. O edifício foi adquirido pelo Sesc-DF em 2024 e será totalmente reformulado. A previsão é que as obras tenham início em 2026.
Pensado para todas as idades, será um território de encontros entre artistas e comunidade, unindo tradição e tecnologia em experiências culturais inovadoras.
“É um momento histórico para o Sesc-DF e para o Distrito Federal. Queremos apresentar à população o conceito de um espaço inovador, pensado para ser um polo de cultura, arte e tecnologia. E mais do que isso: um espaço acessível, que vai transformar a relação da comunidade com a produção cultural”, revela o diretor regional do Sesc-DF, Valcides de Araújo.
Traços de Lina Bo Bardi
O projeto arquitetônico, assinado pelo escritório Brasil Arquitetura e liderado por Marcelo Ferraz e Francisco Fanucci, carrega a herança de Lina Bo Bardi, responsável por ícones como o MASP e o Sesc Pompeia. O espaço promete um design contemporâneo e funcional, que reforça o caráter inovador e público do espaço.
Moderno, Gratuito e acessível: o novo Centro Cultural Sesc-DF vai colocar a cultura ao alcance de todos no Distrito Federal
Um diferencial do Centro Cultural do Sesc-DF será seu princípio da gratuidade, permitindo que toda a população do Distrito Federal tenha acesso a exposições, shows, espetáculos teatrais, entre outras atrações culturais. Tudo isso sem custo algum.
Assim, o projeto reforça as ações do Sesc-DF de democratização e descentralização da cultura no Distrito Federal. Nos últimos anos, a instituição tem levado às mais diversas regiões administrativas do DF grandes espetáculos teatrais e musicais, com nomes artísticos importantes do cenário nacional.
PROGRAMAÇÃO DO PRÉ-LANÇAMENTO DO CENTRO CULTURAL
• Sábado – 4 de outubro
INÍCIO
ARTISTA MUSICAL
ARTISTA VISUAL
18:00
GET LUCKY DUO
VJ ALEXANDRE RANGEL
18:45
MR. MENDEL
VJ ALEXANDRE RANGEL
19:45
PROJETO ARQUITETONICO
19:50
DISCURSO DIRETOR REGIONAL
20:05
DISCURSO PRESIDENTE FECOMERCIO
20:20
MANIFESTO CCSESC 1º MOMENTO
BATMAN ZAVAREZE
20:35
SHOW HAMILTON DE HOLANDA + CRIOLO + VANESSA MORENO
Estreia em 30 de setembro, no Espaço Cultural Renato Russo, com entrada gratuita
O projeto Entre Trópicos chega ao Distrito Federal para ampliar as possibilidades da linguagem circense e reafirmar o papel do circo como espaço de encontro, convivência e transformação social. A circulação gratuita começa no dia 30 de setembro, no Espaço Cultural Renato Russo (Plano Piloto). Depois segue para o Sesc Ceilândia (9/10), dentro da programação do Festival Maximus, e encerra dia 18/10, no Estúdio Levitare em Taguatinga Sul, sempre com sessões abertas ao público e entrada franca. Além das apresentações, a programação inclui rodas de conversa, performances em instituições sociais e a produção de um minidoc.
O espetáculo, que costura circo, dança e teatro, traz cinco mulheres em cena que revelam, através do corpo, histórias marcadas pela maternidade, abandono, liberdade, loucura e desejo. Entre linhas de afetos e contradições, a montagem convida o público a olhar o mundo sob a perspectiva do feminino, em um espaço de resistência, poesia e celebração. A proposta inclui números aéreos (lira, gota, corda, trapézio e mastro), acrobacias e dança, criando um universo encantador e onírico.
Além das seis apresentações em teatros e centros culturais, o projeto promove rodas de conversa sobre o processo criativo e a produção circense, e performances artísticas em espaços de vulnerabilidade, como creches e abrigos, são eles: Lar do Velhinhos no Núcleo Bandeirante, Instituto do Carinho na Ceilândia e outro espaço também em Ceilândia. Essas ações afirmativas buscam ampliar o acesso à arte, fortalecer laços comunitários e provocar reflexão sobre o papel do circo na vida cotidiana.
“Entre Trópicos nasceu do desejo de pensar o circo como um espaço expandido, onde corpos, histórias e afetos se encontram sem fronteiras. Nosso objetivo é mostrar que a arte circense não cabe apenas dentro da lona: ela pode habitar as ruas, os teatros, as instituições e, sobretudo, a vida cotidiana das pessoas. É um convite para olhar a arte como experiência coletiva, capaz de transformar e gerar pertencimento”, conta Lukas Martt, diretor e idealizador do projeto.
Entre Trópicos também valoriza a diversidade e a cultura LGBT, refletindo a identidade de parte da equipe e estimulando o intercâmbio entre artistas de diferentes gerações e contextos. Todas as atividades contam com acessibilidade: os espaços são adaptados para cadeirantes e haverá intérprete de Libras em todas as sessões, além de audiodescrição em três delas.
O projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal – FAC/DF.
SERVIÇO
Espetáculo Entre Trópicos
Espaço Cultural Renato Russo – Teatro Hugo Rodas (508 Sul) 30/09 (terça-feira) 15h30 e 19h30 – sessões abertas ao público Ingressos: Sympla – link em breve
Sesc Ceilândia – dentro da programação do Festival Maximus 09/10 (quinta-feira) 15h30 e 19h30 – sessões abertas ao público Ingressos: Sympla – link em breve
Estúdio Levitare – Taguatinga Sul, QSB 14 18/10 (sábado) 15h30 e 19h30 – sessões abertas ao público Ingressos: Sympla – link em breve
Intérprete de Libras em todas as sessões Audiodescrição nas sessões da tarde
Informações e ingressos gratuitos pelo instagram @ciamiragem
Evento acontece no sábado, 27, e reúne nomes de destaque da cena local e nacional
O Projeto Brasília Convida leva à Aruc, neste sábado (27), a energia contagiante da Roda de Samba do Bom Gosto. A partir das 17h, o público poderá curtir uma programação especial que promete embalar a cidade com muito ritmo, alegria e grandes encontros musicais.
Reconhecida como uma das agremiações mais tradicionais da capital, a Aruc será palco de apresentações de artistas e grupos que representam a força do samba local, além de receber o grupo Bom Gosto, atração nacional que encerra a noite.
Programação:
* 17h – Abertura
* 17h – DJ
* 18h – Samba Urgente
* 19h – Grupo SDA
* 20h30 – Fernando Chaves
* 21h30 – Samba da Tia Zélia
* 23h30 – Bom Gosto
A proposta do evento é celebrar a música brasileira em clima de festa, reunindo famílias e amigos em torno do samba.
BOM GOSTO
Formado em 1997, no bairro de Vila Valqueire, no Rio de Janeiro, o Bom Gosto nasceu no subúrbio carioca e se firmou como um dos principais nomes do samba e do pagode no Brasil. Com mais de dez álbuns lançados e sucessos como Patricinha de Olho Azul, Curtindo a Vida e Jeitinho Carinhoso, o grupo já soma mais de 2 milhões de ouvintes mensais no Spotify. Conhecido por suas parcerias com artistas como Thiaguinho, Ferrugem, Fundo de Quintal e Jorge Aragão, o Bom Gosto também se destacou pela ousadia de levar clássicos de outros gêneros para o pagode, além de misturar samba com novas sonoridades em colaborações recentes com DENNIS e Ronaldinho Gaúcho.
Banda brasiliense que conquistou o Brasil retorna às origens com apresentação única no Teatro dos Bancários, no dia 27 de setembro, com show acústico do DVD, recém-lançado no Globoplay e Canal BIS
A Alma Djem carrega Brasília na alma e o reggae na essência. Nascida em 1997 na capital federal, a banda ganhou asas em 2002, conquistou palcos em diversas capitais brasileiras e consolidou-se como uma das mais importantes referências do reggae nacional, fazendo morada em São Paulo. Agora, mais de 25 anos depois de sua estreia, o grupo retorna às origens para um reencontro especial com o público candango. No dia 27 de setembro, o Teatro dos Bancários será palco de uma apresentação única do show Acústico em São Paulo.
Gravado em julho de 2024 e lançado com exclusividade no Globoplay e no Canal BIS, o projeto reúne 31 faixas em um formato intimista e potente, com participações de grandes nomes da música brasileira como Maneva, Vitor Kley, Falamansa, Atitude 67, Roberta Campos, Maskavo, Fábio Brazza, Adão Negro, Macucos e Chimarruts. A direção de vídeo é assinada por Rodrigo Pysi, parceiro de longa data do grupo, e a produção musical leva a assinatura de Juninho Sarpa.
“Vivemos esse acústico com o coração inteiro. Desde a escolha do repertório até o último acorde, tudo foi pensado com muito carinho e entrega. Agora, levar esse show para Brasília e compartilhar esse projeto com o público da nossa cidade tem um significado especial”, afirma Marcelo Mira, vocalista e fundador da Alma Djem.
Mais do que um show, a volta a Brasília é um abraço no passado e um sopro para o futuro — um convite à vibração, à nostalgia e ao novo. Para tornar a noite ainda mais especial, a apresentação contará com a participação do grupo Jah Live, reforçando a energia coletiva que sempre esteve presente na trajetória da Alma Djem.
Com uma carreira marcada por sucessos, parcerias e shows memoráveis, a banda reafirma, em seu retorno à cidade natal, os laços com amigos, fãs e admiradores que acompanham sua caminhada desde os primeiros passos.
Serviço Alma Djem – Show “Acústico em São Paulo” Local: Teatro dos Bancários – Brasília/DF Data: 27 de setembro (sábado) Horário: 21h Ingressos: R$ 140 (inteira) | R$ 70 (meia solidária) Vendas: Bilheteria Digital
O evento promove showcases, oficinas, debates e rodadas de negócios para músicos autorais do DF, GO, MT e MS
Entre os dias 23 e 28 de setembro, Brasília será palco da etapa Centro-Oeste do Drops FIMS 2025, ação descentralizada da Feira Internacional da Música do Sul (FIMS). Com foco na música autoral independente, o evento oferece programação gratuita voltada a artistas, produtores, gestores culturais e demais profissionais da cadeia musical da região, especialmente dos estados de Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
O Drops FIMS Brasília – Etapa Centro-Oeste funciona como uma plataforma regional de desenvolvimento, intercâmbio e inserção no mercado musical. Durante os seis dias de evento, os artistas selecionados por meio de edital aberto participam de: Showcases: apresentações ao vivo abertas ao público e a profissionais convidados; Rodadas de negócios: encontros entre artistas e representantes do mercado (curadores, selos, festivais, gestores culturais e bookers); Oficinas e workshops: temas como produção musical, distribuição digital, circulação de projetos, direitos autorais e comunicação; Painéis e debates: discussões sobre políticas públicas para a música, desafios regionais, inovação e sustentabilidade no setor.
O evento também se propõe a criar pontes entre artistas e profissionais de diferentes regiões, promovendo a circulação e a colaboração em rede. O projeto é uma iniciativa da FIMS em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (SECEC-DF), com produção da Lume Ação Cultural, e tem como objetivo ampliar o acesso de artistas do Centro-Oeste às oportunidades de mercado, capacitação e visibilidade que a feira nacional proporciona.
A curadoria da etapa valoriza a diversidade sonora do Centro-Oeste, com representantes da nova cena musical, ritmos tradicionais e propostas híbridas. Para Téo Ruiz, músico, curador e diretor da FIMS, o Drops foi criado para aproximar ainda mais os músicos de cada canto do Brasil das oportunidades concretas no mercado da música. “Brasília, com sua riqueza cultural e posição estratégica, é um lugar fundamental nesse circuito”, destaca.
Além de fortalecer os vínculos regionais, a etapa Centro-Oeste serve como porta de entrada para os artistas integrarem a programação nacional da FIMS 2025, prevista para dezembro, em Foz do Iguaçu (PR).
O Drops FIMS Brasília – Etapa Centro-Oeste é apresentado por Petrobras, com idealização da Whols Produção e realização do Ministério da Cultura – Governo Federal – Brasil União e Reconstrução. Mais informações por meio do site: https://fims.com.br/
e pelas redes sociais oficiais, pelo Instagram @fimsul, TikTok @fimsul e Facebook.com/Fims.
Programação DROPS FIMS BRASÍLIA 2025 Dia 23/09 (terça-feira) – Infinu 19h00 | Showcase Bárbara Silva 19h40 | Showcase Gaivota Naves
Dia 24/09 (quarta-feira) – Infinu 19h20 | Showcase Estela Ceregatti 20h10 | Showcase KalangoDuo 21h30 | Show Bixiga 70
Dia 26/09 (sexta-feira) Casa Comum 13h30 | Credenciamento 14h00 | Workshop: Produtor Musical ou Diretor Criativo? 15h00 | Painel: Redes Colaborativas na Música ao Vivo 16h00 | Intervalo 16h30 | Workshop: Produção e Circulação na América Latina 17h30 | Painel: Música da América Latina e Sul Global
Infinu 19h00 | Showcase Ølyê 19h40 | Showcase Asú
Dia 27/09 (sábado) Biblioteca Demonstrativa 15h10 | Pitches 16h30 | Rodadas de Negócios 17h30 | Deslocamento para Infinu
Infinu 18h30 | Showcase Projeto Kzulo 20h45 | Showcase SoulRa Dia 28/09 (domingo) – Infinu 19h45 | Showcase Pratanes 20h30 | Showcase Laady B
SERVIÇO: O quê: Etapa Centro-Oeste do Drops FIMS 2025 Quando: 23 a 28 de setembro de 2025 Onde: Infinu (506 Sul) | Casa Comun | Biblioteca Demonstrativa Quanto: Gratuito Programação completa: https://fims.com.br
Sobre a FIMS – A Feira Internacional da Música do Sul (FIMS) é um dos principais encontros de música autoral do Brasil, promovendo conexões entre artistas independentes e profissionais do setor musical. Desde 2016, a FIMS vem ampliando sua atuação com ações formativas e itinerantes como os Drops FIMS, fortalecendo a cadeia produtiva da música em diversas regiões do país.
O Projeto Eficientes chega à sua 5ª temporada com a missão de valorizar a arte inclusiva e ampliar a acessibilidade cultural em oito cidades periféricas do Distrito Federal.
São elas:
– Arapoanga
– Brazlândia
– Ceilândia
– Gama
– Planaltina
– Samambaia
– São Sebastião
– Sobradinho
O projeto busca combater o capacitismo, fortalecer a cultura de paz, formar novos públicos e gerar inclusão social, artística e econômica. A arte, aqui, se torna ferramenta de transformação, mostrando que todos têm voz, talento e espaço para brilhar.
Encabeçado por Fillipe Costta, PCD, produtor cultural e rapper, o projeto leva até os estudantes uma oportunidade sem distinção.
A iniciativa promove 16 apresentações artísticas e 16 oficinas de Hip Hop em escolas públicas, além de 8 saraus comunitários, todos gratuitos e abertos à população. São elas: oficina de rima, escrita, desenho e graffiti ao vivo; breaking e passinho; DJ, além de bate-papo, apresentações e shows.
“Estamos nos aproximando de uma data importante na nossa caminhada por direitos iguais e acessibilidade em todas as áreas e espaços. Hoje no Brasil existem mais de 14 milhões de pessoas com deficiência”, declara Fillipe
O Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência é 21 de setembro Com a participação de artistas com deficiência (PCDs) e da periferia, o projeto busca combater o capacitismo, fortalecer a cultura de paz, formar novos públicos e gerar inclusão social, artística e econômica. A arte, aqui, se torna ferramenta de transformação, mostrando que todos têm voz, talento e espaço para brilhar.
“O hip hop entrou na minha vida e mudou tudo em volta. Tive minha perna amputada por conta de um acidente automobilístico e através dessa cultura eu pude me inserir na sociedade. Eu era um menino ainda quando aconteceu e o hip hop me acolheu de braços abertos”, esclarece Fellipe
O projeto está profundamente comprometido com a promoção dos direitos humanos, conforme evidenciado pelas seguintes ações:
– Inclusão de PCDs: O projeto prioriza a contratação de artistas e profissionais com
deficiência (PCDs), promovendo a inclusão social e econômica desses indivíduos. Isso está em consonância com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/15).
– Acessibilidade: Medidas de acessibilidade estrutural e comunicacional, como utilização de locais que tenham rampas, banheiros adaptados, além de tradução para Libras e legendas em vídeos, garantem a inclusão dos participantes, independentemente de suas condições físicas.
– Cultura de Paz e Combate ao Bullying: O projeto inclui oficinas e apresentações que abordam a cultura de paz e o combate ao bullying, promovendo o respeito mútuo e a valorização da diversidade. Essas ações são fundamentais para a construção de uma sociedade mais justa e igualitária.
Empoderamento de Grupos Marginalizados
O projeto “Eficientes” vai além da simples inclusão, buscando empoderar grupos historicamente marginalizados:
– Capacitação: O projeto oferece oficinas de cultura Hip Hop que capacitam jovens e crianças PCDs, contribuindo para sua inclusão e autoestima.
Representatividade: Ao incluir artistas e profissionais de diversas origens e condições, o projeto garante que diferentes vozes e perspectivas sejam representadas, promovendo a diversidade no setor cultural.
ESCOLAS AGENDADAS
Dia 30/09 – Escola Classe 15 de Sobradinho
Dia 02/10 – Escola Classe Jardim dos Ipês do Arapoanga
Dia 07/10 – Escola Classe Altamir de Planaltina (área rural)
Dia 17/10 – Centro de Ensino Médio 01 de São Sebastião
SARAU
Dia 05/10 – Casa do Hip Hop de Brazlândia (capoeira, teatro e conversas)
O projeto é patrocinado pela Neoenergia Brasília, por meio da Lei de Incentivo à Cultura, reforçando o compromisso com a diversidade, a inclusão e o acesso à cultura no Distrito Federal.
As exibições totalmente gratuitas vão acontecer no Instituto Cervantes (707/907 Sul), durante 11 dias, com longas metragens premiados dos países: Alemanha, Bélgica, Dinamarca, Eslovênia, Espanha, França, Irlanda, Itália, Países Baixos, Polônia, Portugal, Suécia e Ucrânia
Após o encerramento do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, a Capital Federal vai receber mais uma grande mostra de cinema, e, desta vez, internacional! De 22 de setembro a 3 de outubro, o Instituto Cervantes de Brasília recebe a tradicional Mostra de Cinema Europeu, parte da programação da Semana da Europa, que este ano acontece em setembro para celebrar o Dia Europeu das Línguas.
Durante 11 dias, o público poderá assistir gratuitamente a 14 filmes de 14 países da União Europeia, exibidos em seus idiomas originais com legendas em português. A seleção reúne títulos premiados e produções contemporâneas que refletem estilos, narrativas e realidades sociais diversas do continente europeu.
A sessão de abertura acontece no dia 22 de setembro, às 18h30, com a exibição de Vale a Palavra Dita (Alemanha, 2019), de Ilker Çatak, seguida de um coquetel oferecido pela Delegação da União Europeia no Brasil. Além das projeções, ao final de cada sessão serão sorteados brindes especiais oferecidos pelas embaixadas participantes.
Realizada tradicionalmente como parte da Semana da Europa, a mostra este ano ocorre em setembro em homenagem ao Dia Europeu das Línguas (26 de setembro). A iniciativa é promovida pela EUNIC Brasília – rede de institutos culturais e embaixadas da União Europeia – com apoio da Delegação da União Europeia no Brasil e parceiros locais.
A entrada é gratuita e não há necessidade de retirar ingressos antecipados, mas a sala está sujeita à lotação.
Confira a programação:
Segunda-feira, 22 de setembro, 18h30 *Coquetel de abertura após o filme
Filme: Vale a palavra dita (Es Gilt das Gesprochene Wort) – de Ilker Çatak – Alemanha (2019)
Sinopse: Marion, uma piloto pragmática, vê sua vida mudar ao conhecer Baran, um gigolô no litoral da Turquia. O casamento de fachada que parecia apenas um acordo acaba revelando sentimentos e dilemas inesperados.
Uma história intensa sobre amor, identidade e o encontro entre duas culturas.
Classificação Indicativa: 18 anos
Premiação: Förderpreis Neues Deutsches Kino (Prêmio do Novo Cinema Alemão – Filmfest München 2019); Deutscher Filmpreis (Prêmio do Cinema Alemão 2020)
Terça-feira, 23 de setembro, 19h
Filme: Ramona – de Andrea Bagney – Espanha (2022)
Sinopse: Ramona se muda para Madri com o namorado em busca de um novo começo, sonhando em ser atriz e formar uma família. Às vésperas de sua primeira audição, conhece Bruno, o diretor do teste, com quem sente uma conexão imediata.
Entre sonhos, inseguranças e amores em conflito, sua vida toma um rumo inesperado.
Classificação Indicativa: 16 anos
Quarta-feira, 24 de setembro, 19h
Filme: The Girls – de Mai Zetterling – Suécia (1968)
Sinopse: Em 1968, uma companhia de teatro leva “Lisístrata”, de Aristófanes, em turnê pela Suécia. A montagem expõe paralelos entre a Grécia Antiga e o presente, mostrando que pouca coisa mudou.
Entre palco e vida real, as atrizes descobrem novas formas de questionar poder, guerra e relações de gênero.
Classificação Indicativa: 10 anos
Quinta-feira, 25 de setembro, 19h
Filme: O Homem sem Culpa (The Man Without Guilt) – de Ivan Gergolet – Eslovênia (2022)
Sinopse: Em Trieste, uma viúva de cinquenta anos aceita cuidar de um homem ligado à morte de seu marido. A proposta vem do filho dele, sem imaginar o passado que os une.
Entre desejo de vingança e busca por redenção, inicia-se uma trama intensa de confrontos pessoais.
Classificação Indicativa: 16 anos
Premiação: PÖFF – Talin Black Nights Film Festival, First Feature Competition, 2022
Sexta-feira, 26 de setembro, 18h
Filme: A Funcionária do Mês (L’Employée du Mois) – de Véronique Jadin – Bélgica (2021)
Sinopse: Inès trabalha há anos sem reconhecimento e decide pedir um aumento.
O que seria um simples pedido se transforma em uma sucessão de situações absurdas e cômicas.
Entre burocracias e machismo, surge uma comédia ácida sobre justiça no ambiente de trabalho.
Classificação Indicativa: 16 anos
Premiação: Seleção oficial no Festival de Tribeca 2022; Prêmio da Crítica no Festival Internacional de Cinema de Bruxelas. Exibido em diversos festivais internacionais por sua abordagem feminista e senso de humor corrosivo
Sexta-feira, 26 de setembro, 20h
Filme: A Mãe É Que Sabe – de Nuno Rocha – Portugal (2016)
Sinopse: Num almoço de aniversário, Ana Luísa revive lembranças da infância e juventude que trazem consequências inesperadas. Entre memórias de família, namoros e fanáticos do Belenenses, surgem universos paralelos e situações inusitadas. Uma comédia leve que retrata Portugal dos anos 70 até hoje e lembra: há coisas que é melhor não mudar.
Classificação Indicativa: 10 anos
Premiação: Prémio de Melhor Atriz Secundária: no Festival Caminhos Cinema Português para Joana Pais de Brito. ; Melhor Filme Português: no festival espanhol Reino de León.
Prémios Sophia: O filme foi nomeado para estes prémios da Academia Portuguesa de Cinema, o que lhe rendeu dois prémios Sophia, incluindo os prémios de melhor atriz.
Sábado, 27 de setembro, 18h
Filme: Tudo que Ainda Precisa ser Visto (All That Remains to be Seen) – de Julie Bezerra Madsen – Dinamarca (2022)
Sinopse: Quando Silas, de 7 anos, começa a perder a visão, sua mãe Christina revive a própria experiência com a mesma doença. Enquanto enfrenta a dor de sentir-se à margem, ela busca forças para ensinar o filho a ter coragem e confiança.
Um retrato emocionante sobre herança, superação e a luta por dignidade em um mundo que se apaga.
Classificação Indicativa: Livre
Sábado, 27 de setembro, 20h
Filme: Luxembourg, Luxembourg – de Antonio Lukich – Ucrânia (2022)
Sinopse: Kolia e Vasia, irmãos gêmeos filhos de um gângster da antiga Iugoslávia, viajam a Luxemburgo para reencontrar o pai ausente e doente.Entre lembranças da infância e feridas nunca curadas, cada um enfrenta à sua maneira o peso desse reencontro.
Uma jornada sobre família, memórias e as marcas de uma ausência.
Classificação Indicativa: Livre
Premiação: Prêmio de Melhor Direção no 20º Festival Internacional de Monte Carlo.
Prêmio de Melhor Filme na competição principal da Semana do Cinema Internacional de Ficção PriGlobal, do Festival PriFest em Pristina.
Segunda-feira, 29 de setembro, 19h
Filme: Toni en Famille – de Nathan Ambrosioni – França (2023)
Sinopse: Toni, mãe solo de cinco filhos, sustenta a família cantando em bares.
Aos 43 anos, com os filhos prestes a seguir seus próprios caminhos, ela se vê diante de novas escolhas. Um retrato sensível sobre sonhos adiados e a possibilidade de recomeçar.
Classificação Indicativa: 12 anos
Premiação: O filme foi bem recebido pela crítica e público, elogiado pela atuação de Camille Cottin e pela abordagem sensível e divertida de temas familiares e existenciais. Festival du Film de Demain 2023; Prix du meilleur film; Prix du meilleur scénario pour Nathan Ambrosioni; Prix du public
Terça-feira, 30 de setembro, 19h
Filme: Leite (Melk) – de Stefanie Kolk – Países Baixos (2023)
Sinopse: Dias após perder o bebê, Robin começa a produzir leite materno e decide doá-lo.
A dificuldade em encontrar onde entregar faz os potes se acumularem em casa.
Um drama delicado sobre luto, generosidade e ressignificação da dor.
Classificação Indicativa: 12 anos
Premiação: O filme Melk (2023), dirigido por Stefanie Kolk, tem recebido amplo reconhecimento internacional e nacional, acumulando 11 indicações em festivais prestigiados.
Quarta-feira, 1 de outubro, 19h
Pequenas Coisas Como Estas – de Tim Mielants – Irlanda (2024)
Sinopse: Na Irlanda de 1985, o vendedor de carvão Bill Furlong leva uma vida simples com sua família. Uma descoberta inesperada o confronta com segredos obscuros e memórias da própria infância.
Um drama sobre coragem, escolhas morais e o verdadeiro sentido de compaixão.
Classificação Indicativa: 12 anos
Premiação: Irish Film and Television Awards (IFTAs): Best Film + Best Lead Actor + Best Screenplay. Other Nominations: Best Director, Best Actor; Berlin International Film Festival: Best Supporting Performance. Dublin Film Critics Circle Awards: Cillian Murphy was nominated for Best Actor and the film was nominated for Best Irish Film.
Quinta-feira, 2 de outubro, 19h
Filme: O Sanatório da Clepsidra (Sanatorium pod Klepsydra) – de Wojciech Jerzy Has – Polônia (1973)
Sinopse: Em uma viagem a um sanatório misterioso, Józef encontra um lugar onde o tempo não segue regras comuns. Entre memórias, sonhos e figuras do passado, realidade e fantasia se confundem.
Um clássico surrealista polonês sobre memória, imaginação e a fronteira entre mundos.
Classificação Indicativa: 16 anos
Sexta-feira, 3 de outubro, 18h
Filme: Romeo è Giulietta (Romeu e Julieta) – de Giovanni Veronesi – Itália (2024)
Sinopse: Uma jovem atriz é rejeitada em um teste por conta de seu passado, mas decide tentar novamente sob identidade falsa. Transformada em Otto Novembre, conquista o papel de Romeu e descobre novas verdades sobre si mesma e os outros.
Uma comédia italiana premiada que mistura teatro, identidade e reinvenção.
Classificação Indicativa: 12 anos
Premiação: O filme ganhou o Globo de Ouro 2024 (da Itália), na categoria de Melhor Comédia
Sexta-feira, 3 de outubro, 20h
Filme: Dodo – de Panos Koutras – Grécia (2022)
Sinopse: Em Atenas, uma família prestes à falência aposta no futuro no casamento da filha com um herdeiro rico. Tudo muda quando um misterioso pássaro Dodo, extinto há 300 anos, surge inesperadamente em sua casa.
Entre razão e caos, a contagem regressiva para o casamento mergulha em situações cada vez mais fora de controle.
Classificação Indicativa: Livre Premiação: Nomeado ao prêmio Queer Palm do Festival de Cannes 2022
Serviço
Mostra de Cinema Europeu – Semana da Europa 2025
Quando: de 22 de setembro a 3 de outubro de 2025.
Onde: Instituto Cervantes – Brasília (707/907 Sul) e Embaixadas
Horários das sessões: De segunda a quinta: 19h (exceto filme de abertura) / Sextas e sábados: 18h e 20h
Edição comemorativa dos 60 anos alcançou um público de 39 mil pessoas em 9 dias, exibiu 80 filmes e distribuiu 50 prêmios, além de homenagear Fernanda Montenegro com o Troféu Candango pelo Conjunto da Obra
A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, em parceria com o Instituto Alvorada Brasil, realizou neste sábado (20/09), a cerimônia de premiação do 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. O evento reuniu um público de 39 mil pessoas ao longo dos 9 dias de atividades e distribuiu um total de 50 prêmios aos filmes e profissionais participantes da seleção.
Mais tradicional e longeva mostra cinematográfica do país, a edição que marca os 60 anos da fundação do festival premiou com o Troféu Candango, na Mostra Competitiva Nacional de melhor longa-metragem, “Futuro Futuro”, pelo júri oficial. A produção gaúcha do diretor Davi Pretto ainda levou os prêmios de Melhor Roteiro, Montagem e Menção Honrosa para o ator Zé Maria Pescador.
“Corpo da Paz”, de Torquato Joel, arrematou os demais troféus técnicos de longas (Melhor Edição de Som, Trilha Sonora e Direção de Arte). Já o público preferiu “Assalto à Brasileira”, de José Eduardo Belmonte, eleito pelo júri popular, em votação ao final das sessões, como melhor longa.
Dentre os curtas, o grande vencedor foi “Laudelina e a Felicidade Guerreira”, que arrematou o Candango de melhor filme pelo júri oficial, além de Melhor Montagem e os prêmios Zózimo Bulbul e Abraccine (júri da crítica). “Couraça” foi o favorito do público. Também ganharam destaque os curtas “Replika” (Melhor Edição de Som e Diração) e “A Pele do Ouro” (Melhor Roteiro e Fotografia).
Na Mostra Brasília, em disputa pelo 27º Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal, os filmes vencedores dividiram os R$ 290 mil em prêmios oferecidos pela CLDF. O grande vencedor foi “Maré Viva, Maré Morta”, de Cláudia Daibert, melhor longa tanto do júri oficial como do júri popular, além de ser lembrado por melhor edição de som e pelo Prêmio Sesc.
Rainha, melhor curta pelo júri popular, e “Três”, melhor curta pelo júri oficial. “Rainha ainda levou os prêmios de Montagem e Trilha Sonora. E um dos grandes destaques da competição foi a atriz Tuanny de Araújo, que recebeu o Candango por sua atuação em dois filmes concorrentes: “Terra” e “Notas Sobre a Identidade”.
Julgados por um júri internacional, em parceria inédita com a Federação Internacional de Críticos de Cinema (Fipresci), os filmes vencedores do Troféu Candango na Mostra Caleidoscópio foram “Uma Baleia Pode Ser Despedaçada
Ao final da premiação, o Festival de Brasília concedeu o Troféu Candango pelo Conjunto da Obra a Fernanda Montenegro, que foi a primeira a receber o prêmio de Melhor Atriz no festival, em 1965. Dona Fernanda, aos 95 anos, não pôde vir e enviou um vídeo de agradecimento. Como uma Escola de Samba”, eleito melhor longa. O Júri Jovem da UnB subiu ao palco para escolher o seu favorito da Caleidoscópio, que foi agraciado com o prêmio Jean-Claude Bernardet: “Atravessa Minha Carne”, de Marcela Borela.
Ao final da premiação, o Festival de Brasília concedeu o Troféu Candango pelo Conjunto da Obra a Fernanda Montenegro, que foi a primeira a receber o prêmio de Melhor Atriz no festival, em 1965. Dona Fernanda, aos 95 anos, não pôde vir e enviou um vídeo de agradecimento.
REPRISES
Os longas-metragens vencedores das mostras competitivas (Brasília, Nacional e Caleidoscópio) serão reprisados na programação do Cine Brasília, para criar uma nova oportunidade ao público.
Neste domingo, 21/09, às 18h, será exibido “Uma Baleia Pode Ser Dilacerada Como uma Escola de Samba”, de Marina Meliande e Felipe Bragança, eleito melhor filme pelo Juri da Crítica Internacional Fipresci – Federação Internacional de Críticos de Cinema.
Na sessão das 20h, o público poderá rever o melhor filme em longa-metragem tanto pelo júri oficial como pelo júri popular da Mostra Brasília – 27º Troféu Câmara Legislativa: Maré Viva Maré Morta, de Cláudia Daibert.
Na segunda, dia 22/09, às 18h, será a ver de o Cine Brasília exibir “Assalto à Brasileira”, de José Eduardo Belmonte, Melhor Longa da Mostra Competitiva Nacional pelo Júri Popular; e, às 20h, o grande vencedor do 58º Troféu Candango, “Futuro Futuro”, de Davi Pretto, Melhor Longa da Mostra Competitiva Nacional pelo Júri Oficial.
Em 2025, a programação soma 80 filmes, entre curtas e longas-metragens, escolhidos de um total de 1702 produções inscritas. Todas as sessões realizadas no festival tiveram 100% de acessibilidade, com recursos para inclusão de pessoas cegas, pessoas surdas e com adequação dos espaços físicos para acessibilidade motora.
CARTA DE BRASÍLIA
Antes de anunciar os premiados, Bárbara Colen e Maeve Jinkings leram a “Carta de Brasília”, preparada como resultado das discussões sobre urgência da regulação do VOD, direitos autorais e políticas públicas realizadas durante a 5ª Conferência do Audiovisual do Festival de Brasília.
A carta foi escrita pelos conferencistas, que pediram urgência e mobilização do setor e dos atores governamentais e empresariais do audiovisual. A carta destaca: “O audiovisual brasileiro vive um momento de conquistas e reconhecimentos internacionais, mas também de grande preocupação. Celebramos nossos prêmios e talentos, mas sabemos que colhemos frutos de políticas passadas. O que angustia é o futuro, diante da falta de políticas estruturantes no presente”.
Na edição comemorativa de 60 anos, que foi sua 58ª edição, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro reuniu um público total de aproximadamente 40 mil pessoas em todas as suas atividades. Somente no Cine Brasília, foram 35 mil espectadores que prestigiaram o Festivalzinho, as mostras paralelas, a Mostra Brasília e a Mostra Competitiva Nacional.
Além disso, o festival registrou um número de quase 5 mil participantes nas exibições no Complexo Cultural de Planaltina, Complexo Cultural Samambaia e nos teatros do Sesc Paulo Gracindo (Gama), Newton Rossi (Ceilândia), Silvio Barbato (Setor Comercial Sul) e Ary Barroso (504 Sul). O total de empregos gerados direta e indiretamente pelo Festival de Brasília somaram 571. Para o próximo ano, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal já escolheu a data de realização do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro: de 11 a 19 de setembro de 2026.
PREMIADOS DO 58º FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO
MOSTRA BRASÍLIA – 27º Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal
● Prêmio SESC-DF de Cinema: Maré Viva, Maré Morta, de Cláudia Daibert; Rainha, de Raul de Lima; Dois Turnos, de Pedro Leitão; O Cheiro do seu Cabelo, de Clara Maria Matos
● Melhor Montagem: Raul de Lima (Rainha)
● Melhor Edição de Som: Olivia Hernandez (Maré Viva, Maré Morta)
● Melhor Trilha Sonora: C-Afrobrasil (Rainha)
● Melhor Direção de Arte: Douglas Queiroz (A Última Noite da Rádio)
● Melhor Fotografia: Elder Miranda Jr (Dois Turnos)
● Melhor Ator: Leonardo Vieira Teles (A Última Noite da Rádio)
● Melhor Atriz: Tuanny de Araújo (Terra e Notas Sobre a Identidade)
● Melhor Roteiro: Clara Maria Matos (O Cheiro do Seu Cabelo)
● Melhor Direção: Edileuza Penha e Edymara Diniz (Vozes e Vãos)
● Melhor Curta-Metragem (Júri Oficial): Três, de Lila Foster
● Melhor Curta-Metragem (Júri Popular): Rainha, de Raul de Lima
● Melhor Longa-Metragem (Júri Oficial): Maré Viva, Maré Morta, de Cláudia Daibert
● Melhor Longa-Metragem (Júri Popular): Maré Viva, Maré Morta, de Cláudia Daibert
MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL – CURTA-METRAGEM – Troféu Candango
● Melhor Montagem: Laudelina e a Felicidade Guerreira, de Milena Manfredini
● Melhor Edição de Som: Replika, de Piratá Waurá e Helisa Passos
● Melhor Trilha Sonora: Paulo Gama (Ajude os Menor)
● Melhor Direção de Arte: Rosana Urbes (Safo)
● Melhor Fotografia: Daniel Tancredi (A Pele do Ouro)
● Melhor Ator: Os 4 “Menor” (Ajude os Menor)
● Melhor Atriz: Laís Machado (Couraça)
● Melhor Roteiro: Patri, Marcela Ulhôa, Daniel Tancredi e Yare Perdomo (A Pele do Ouro)
● Melhor Direção: Piratá Waurá e Heloísa Passos (Replika)
● Melhor Curta-Metragem (Júri Oficial): Laudelina e a Felicidade Guerreira, de Milena Manfredini
● Melhor Curta-Metragem (Júri Popular): Couraça, de Susan Kalil e Daniel Arcades
MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL – LONGA-METRAGEM – Troféu Candango
● Melhor Montagem: Bruno Carboni (Futuro Futuro)
● Melhor Edição de Som: Bruno Alves (Corpo da Paz)
● Melhor Trilha Sonora: Haley Guimarães (Corpo da Paz)
● Melhor Direção de Arte: Romero Sousa (Corpo da Paz)
● Melhor Fotografia: Rodolpho Barros (Corpo da Paz)
● Melhor Ator: Murilo Benício (Assalto à Brasileira)
● Melhor Atriz: Dhara Lopes (Quatro Meninas)
● Melhor Ator Coadjuvante: Christian Malheiros (Assalto à Brasileira)
● Melhor Atriz Coadjuvante: Maria Ibrain (Quatro Meninas)
● Melhor Roteiro: Davi Pretto (Futuro Futuro)
● Melhor Direção: Karol Maia (Aqui Não Entra Luz)
● Melhor Longa-Metragem (Júri Oficial): Futuro Futuro, de Davi Pretto
● Melhor Longa-Metragem (Júri Popular): Assalto à Brasileira, de José Eduardo Belmonte
● Prêmio Especial do Júri: Quatro Meninas, de Karen Suzane
● Menção Honrosa do Júri: Zé Maria Pescador (Futuro Futuro)
MOSTRA CALEIDOSCÓPIO – Troféu Candango
● Melhor Filme (Júri FIPRESCI – Federação Internacional de Críticos de Cinema): Uma Baleia Pode Ser Despedaçada Como uma Escola de Samba, de Marina Meliande e Felipe Bragança
● Melhor Filme – Prêmio Jean-Claude Bernardet (Júri Jovem UnB): Atravessa Minha Carne, de Marcela Borela
PRÊMIOS ESPECIAIS
● Melhor Filme de Temática Afirmativa (Júri CODIPIR – Conselho Distrital de Promoção da Igualdade Racial): Laudelina e a Felicidade Guerreira, deMilena Manfredini
● Prêmio Canal Brasil de Curtas (Melhor Curta-Metragem): Couraça, de Susan Kalil e Daniel Arcades
● Prêmio Canal Like (Melhor Longa-Metragem Júri Oficial): Futuro Futuro, de Davi Pretto
● Troféu Saruê Correio Brasiliense (Melhor Momento do Festival): José Eduardo Belmonte
● Prêmio Marco Antônio Guimarães (Melhor uso de material de memória, pesquisa e arquivo – Júri CPCB): Sérgio Mamberti – Memórias do Brasil, de Evaldo Mocarzel
● Melhor Curta-Metragem (Júri da Associação Brasileira dos Críticos de Cinema): Laudelina e a Felicidade Guerreira, de Milena Manfredini
● Melhor Longa-Metragem (Júri da Associação Brasileira dos Críticos de Cinema): Morte e Vida Madalena, de Guto Parente
● Prêmio Zózimo Bulbul de Melhor Curta-Metragem (Júri APAN e Centro Afrocarioca de Cinema): Laudelina e a Felicidade Guerreira, de Milena Manfredini
● Prêmio Zózimo Bulbul de Melhor Longa-Metragem (Júri APAN e Centro Afrocarioca de Cinema): Aqui Não Entra Luz, de Karol Maia
● Menção Honrosa Zózimo Bulbul: Cantô meu Alvará, de Marcelo Lin
● MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL PETROBRAS Melhor LONGA-METRAGEM JURI POPULAR prêmio de 30 mil Reais
● MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL YOUTUBE, prêmio Especial do Júri LONGA-METRAGEM de 20 mil Reais
● MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL CLARO Melhor DIREÇÃO LONGA-METRAGEM prêmio de 10 mil Reais
Com atividades para toda a família, o evento acontece entre os dias 26 e 28 de setembro
O Festival Paredão, que acontece de 26 a 28 de setembro no CCBB Brasília, também reservou espaço para o público infantil com atividades que aproximam as crianças da cultura popular brasileira. Além dos shows, debates e sessões de cinema, os pequenos terão atrações lúdicas ao ar livre.
Na sexta-feira, o Cinema do CCBB recebe a Sessão Juventude (mostra de cinema), das 15h às 16h30, especialmente dedicada a estudantes de escolas públicas do Distrito Federal. A exibição apresenta os curtas “Amplificadas” (Hans Fhilip, México e Colômbia, 2025, 19’44) e “Fluxo” (Felipe Barbosa, São Paulo, 2024, 15’), seguida de debate com a produtora Rain. Após a conversa, os jovens ainda participam de um tour guiado pelo CCBB e pelo espaço do festival, promovendo uma imersão cultural completa.
No sábado (27), das 15h30 às 16h30, Amanda Lopes conduz a atividade Carimbó para Crianças, apresentando de forma interativa as tradições dessa dança típica da região Norte. Já no domingo (28), no mesmo horário, é a vez do grupo Bumba-Meu-Boi Encanto de Itapoã encantar a criançada com uma vivência cultural repleta de música, cores e brincadeiras.
Com a proposta de incluir toda a família na programação, o festival garante momentos de diversão e aprendizado para todas as idades. “Nós pensamos em algo para toda família, além de shows e debates, o Paredão vai proporcionar atividades infantis”, explica Lisa Brito, co-organizadora do projeto.
Sobre o Paredão
O Festival é um encontro de grandes estruturas sonoras com distintas musicalidades de locais periféricos e dos interiores do país. Recriaremos uma experiência imersiva na área externa do CCBB, levando o universo cultural desses paredões. Serão três noites gratuitas no CCBB Brasília, cada um deles destinado a um estilo musical diferente: Paredão de funk na sexta, Aparelhagem do Pará no sábado e Radiola de Reggae do Maranhão no domingo.
Além dos shows, terá a participação de VJs convidados, que se encarregarão das projeções de vídeo ao vivo, além de mostra de cinema, ciclo de debates, master class, atividades infantis e feira gastronômica. A programação pode ser encontrada no site https://ccbb.com.br/ e nos perfis do Instagram @ccbbbrasilia e @festivalparedao.
“O festival conecta cenas de paredão sonoros do Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste, incluindo Brasília, trazendo para um dos principais centros culturais do Brasil as festas e os ritmos que movimentam seus territórios. Propomos conectar manifestações que possuem muitas similaridades entre si, mas estão distantes geograficamente. Para além disso, buscamos valorizar e reafirmar nosso compromisso com a diversidade e com os criadores que transformam as periferias e os interiores do país.” Jasmine Giovannini, Diretora Artística Musical.
SERVIÇO
Festival Paredão Ocupa o Museu
Data: 26, 27 e 28 de setembro
Local: CCBB Brasília
Entrada: gratuita
Classificação: debates, filmes e feira gastronômica, a partir de 14h, têm classificação livre | shows, sexta e sábado a partir das 20h, domingo a partir das 16h30, têm classificação para público acima de 18 anos
Ingressos: Retirada em lotes três dias antes de cada data, pelo site bb.com.br/cultura ou na bilheteria, sendo que no próprio dia os ingressos serão liberados somente na bilheteria
Confira a programação completa no site https://ccbb.com.br/ e no Instagram do CCBB Brasília e do Paredão: @ccbbbrasilia e @festivalparedao
CCBB Brasília
Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h
Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF
Hoje é o grande dia em que conheceremos os vencedores da 58ª edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. A cerimônia começará às 17h, na Sala Vladimir Carvalho, do Cine Brasília, e terá como cerimonialistas as atrizes Maeve Jinkings e Bárbara Colen.
Antes de anunciar todos os premiados, o festival reservará um momento para a entrega simbólica do Troféu Candango à grande homenageada da edição pelo Conjunto da Obra: Fernanda Montenegro. Ela, que foi a primeira atriz a receber o troféu de atuação feminina em 1965, não poderá estar presente, mas preparou um vídeo de agradecimento ao festival.
Os concorrentes serão agraciados em três categorias. A Mostra Brasília entregará um total de R$ 298.473,77 em prêmios concedidos pelos júris oficial e popular através do 27° Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). E o Troféu
Candango será entregue para os ganhadores da Mostra Caleidoscópio e em mais de 40 categorias na Mostra Competitiva Nacional.
Além desses, serão entregues prêmios especiais como Marco Antônio Guimarães, Zózimo Bulbul, Abraccine, Condipir, Saruê, Canal Brasil Like
Filme de encerramento teve première em Berlim
O filme selecionado para encerrar o 58º Festival de Brasília, em exibição hors concours é uma produção da realizadora brasiliense Rafaela Camelo, que chega ao Cine Brasília depois de ganhar o mundo. “A Natureza das Coisas Invisíveis” teve sua première no Festival de Berlim, para o qual fora selecionado, e ainda passou por Gramado no mês passado, do qual saiu da competição com 3 Kikitos de Ouro.
Serviço
58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Data: 12 a 20 de setembro de 2025
Locais: Cine Brasília, Complexo Cultural de Planaltina, Sesc Gama, Sesc Ceilândia,
Restaurado em 4K SÁBADO, 13 de setembro, às 18h30, Teatro Ary Barroso, SESC 504 Sul
Sinopse
Agosto de 1981. O Senador Evandro Carreira sai de seu diretório em Manaus para percorrer suas bases eleitorais pelo Estado do Amazonas, na região do Alto Solimões, fronteiriça ao Brasil, Peru e Colômbia.
No trajeto, revela-se a potencialidade econômica do Amazonas e seus desvios: a corrupção na política indigenista e a presença de fábricas poluidoras.
Objeto da admiração incondicional de João Moreira Salles e de Jean Rouch, um dos mais importantes documentaristas franceses, TERCEIRO MILÊNIO foi eleito pela Cinémathèque du Documentaire como um dos 100 melhores documentários de todos os tempos, atualmente em vias de serem classificados como Memória do Mundo.
Divertido, instigante e praticamente inédito, o filme só existia até agora em cópias de 16mm, exibidas com grande êxito ao longo dos anos 1980 e 1990 em circuitos alternativos.
Restaurado em 4K a partir do negativo de câmera e do magnético de som originais — que revelaram uma riqueza de detalhes nunca vista —, o documentário conduz o espectador por rios e florestas exuberantes, paisagens amazônicas que já não existem.
Com uma retórica erudita, entre superlativos, hipérboles e ímpetos de sedutor tropical, Evandro Carreira, senador em campanha pelo governo de Manaus, revela-se ummilitante visionário pela preservação da Amazônia.
“Acho que Iracema e Terceiro Milênio são experiências extraordinariamente complementares. O primeiro é a ficção que se aproxima do documentário; o segundo, o documentário que se aproxima da ficção.” — João Moreira Salles
“Sob o olhar terno e cruel de Jorge Bodanzky, o filme é uma viagem-surpresa: dos arredores de Manaus aos profetas missionários da Verdadeira Cruz do fim do mundo, passando por índios prestes a flechar impostores (parlamentares ou cineastas), ou pelas vitórias-régias que inspiram o senador a proferir um perturbador discurso ecológico.” — Jean Rouch, 1983
Na sessão de sábado, estarão presentes para debater o filme: o diretor Jorge Bodanzky; David Pennington, responsável pelo som direto; Alice de Andrade, coordenadora técnica e produtora do restauro; e Débora Butruce, supervisora da restauração. Estamos em Brasília, à disposição para falar do filme e do restauro:
Ação do Movimento Internacional de Dança será realizada nos dias 11 e 12 de outubro
O Movimento Internacional de Dança (MID) anuncia as inscrições para a Batalha All Style, que ocorrerá nos dias 11 e 12 de outubro. A ação integra o maior festival de dança do Centro-Oeste e é uma arena de diferentes linguagens urbanas. O MID ocorre entre 2 e 19 de outubro com espetáculos internacionais, nacionais e do Distrito Federal, além de ações educativas e rodadas de negócios.
“É um palco de oportunidades, onde nomes estabelecidos convivem com novos talentos, impulsionados pela busca constante de inovação e qualidade técnica”, observa o coordenador e produtor Alan Jhone, o B-boy Papel, criador do festival nacional de breaking Quando as Ruas Chamam.
A Batalha All Style – Movimento Internacional de Dança (MID) reúne uma variedade de estilos em um mesmo cenário, sendo um ponto de encontro de técnicas que se unem pela música, pelo ritmo e pela celebração da liberdade de expressão do corpo. O público testemunhará uma corrente de dançarinos reunidos, desafiando-se em duelos que fortalecem o ecossistema das batalhas de dança.
O MID já realizou cinco edições da Batalha, reunindo 200 dançarinos em locais como a Rodoviária do Plano Piloto, JK Shopping, Espaço Cultural Renato Russo e o CCBB. Ao todo, foram distribuídos em premiações mais de R$ 20.000,00.
“As três primeiras edições foram voltadas para o breaking no formato trios. As batalhas All Style no formato individual aconteceram em 2021 e 2023”, afirma Sérgio Bacelar, diretor-geral do MID. Ele destaca que “entre os pilares do projeto está a democratização da competição, promovendo chances descentralizadas para a revelação de artistas e suas trajetórias. Ao abrir espaço para talentos de diferentes regiões, a Batalha All Style do MID fortalece a técnica, a identidade e o impacto cultural dessa modalidade tão vibrante”.
Como participar:
Batalha All Style – Movimento Internacional de Dança (MID)
No dia 14 de outubro, às 19h, no Auditório Agostinho da Silva, na Embaixada de Portugal / Camões – Centro Cultural Português em Brasília, será exibido o documentário “A Calçada Conhece-te“, de Mariana Arroja, com direção de André Badalo.
O documentário estreou em 2023, no Padrão dos Descobrimentos, em Lisboa, e desde então vem alcançando projeção internacional. Premiado em Los Angeles com o Bronze Award de Melhor Documentário no Independent Shorts Awards e selecionado para o Cannes Short Film Festival, a obra tem circulado em prestigiados eventos culturais. Em 2024, foi exibido em Los Angeles e em São Francisco, em celebração ao Dia Mundial da Língua Portuguesa, com apoio institucional de Portugal e do Brasil, além de integrar o Beach Break Film Festival, na Califórnia. Em 2025, conquistou o prémio de Melhor Vídeo de Música nos Barcelona Indie Awards e passou a integrar o dossiê da candidatura da Calçada Portuguesa a Património Cultural Imaterial da UNESCO.
Atualmente, o documentário encontra-se em exibição a bordo da TAP Air Portugal e já foi apresentado em instituições de prestígio, como a Harvard University. No último trimestre de 2025, será destaque em novos eventos promovidos pelas Embaixadas de Portugal nos EUA e no Brasil, reforçando o seu impacto cultural e internacional.
A exibição do filme na Embaixada de Portugal / Camões – Centro Cultural Português conta com o apoio do Camões, I.P.
SINOPSE
A Calçada Conhece-teé uma curta-metragem documental que explora as histórias dos mestres calceteiros, artesãos da Calçada Portuguesa, uma arte tradicional de pavimentação em pedra reconhecida como Património Cultural Imaterial Nacional. Apesar de ser um símbolo marcante da identidade portuguesa, esta prática encontra-se em risco de desaparecer, com cada vez menos calceteiros a manter viva a tradição.
Em 2022, a cantora e compositora Mariana Arroja inspirou-se na calçada e escreveu uma canção dedicada a esta arte. A sua curiosidade e o desejo de compreender melhor este património levaram-na a conhecer diversos calceteiros e suas famílias.
O documentário oferece um olhar sobre as vidas desses mestres, capturando os desafios, o orgulho e a paixão que sustentam uma arte que moldou as ruas de Portugal, mas que, infelizmente, corre o risco de se extinguir. Através da música e da narrativa visual, A Calçada Conhece-te homenageia os calceteiros e destaca a importância de preservar o seu legado para as gerações futuras.
BRASÍLIA: 1 DE OUTUBRO | 19h EMBAIXADA DE PORTUGAL / AUDITÓRIO AGOSTINHO DA SILVA
O renomado violonista e compositor português Pedro Jóia, um dos mais destacados nomes da música instrumental contemporânea em Portugal, realizará uma turnê pelo Brasil com o apoio do Camões – Centro Cultural Português em Brasília.
A turnê passará por três cidades brasileiras:
📍 Belo Horizonte – MG | 30 de setembro – Palácio das Artes – Sala Juvenal Dias 📍 Brasília – DF | 1º de outubro – Embaixada de Portugal / Camões – Centro Cultural Português – Auditório Agostinho da Silva 📍 Salvador – BA | 3 de outubro – Rio Vermelho – Teatro Sesi
Nos recitais, Pedro Jóia interpretará obras de grandes referências da música portuguesa, como Carlos Paredes, José Afonso e Armandinho, em transcrições especialmente elaboradas para violão. O programa combina uma linguagem instrumental sofisticada e refinada com a intensidade emocional característica da sua arte, incorporando também composições originais do próprio artista.
Em Brasília, no dia 1º de outubro (quarta-feira), às 19h, o concerto “O Violão Português de Pedro Jóia” terá caráter especial, integrando as comemorações do “DIA MUNDIAL DA MÚSICA“. O evento será realizado no Auditório Agostinho da Silva, na Embaixada de Portugal / Camões – Centro Cultural Português, oferecendo ao público uma oportunidade única de celebrar a riqueza da música portuguesa através da sensibilidade de um intérprete consagrado internacionalmente.
PEDRO JÓIA Pedro Jóia é um dos mais prestigiados guitarristas e compositores portugueses das últimas décadas. A estreia em disco deu-se em 1996, com “Gaudiano”, seguindo-se “Sueste” (1999), “Variações Sobre Carlos Paredes” (2000) e “Jacarandá” (2003). Em 2008, recebeu o Prémio Carlos Paredes com o álbum “À Espera de Armandinho”. Em 2020, volta a receber o mesmo galardão, desta feita com o disco “Zeca”. “Mosaico” (2024) é o seu mais recente trabalho discográfico, pilar da sua presente digressão a solo por Portugal e pelo mundo.
Ao longo da carreira, Pedro Jóia apresentou-se diversas vezes como solista, em dueto ou trio, com várias orquestras e formações de câmara, e colaborou com destacados nomes da música internacional, nomeadamente no Brasil. Em Portugal, tocou com grandes intérpretes, explorando novas abordagens ao fado tradicional. Desde 2012 faz parte do coletivo Resistência. É diretor musical e compositor do espetáculo Amore, da companhia teatral Italiana “Compagnia Pippo Delbono, Emília Romagna Teatro, com quem tem andado em tourné mundial desde 2021.
Após reunir milhares de pessoas em abril e maio com o EUNIC Jazz Express e o Festival Cultural Europeu, a Semana da Europa 2025 realiza sua última atividade do ano: a Mostra de Cinema Europeu, de 22 de setembro a 3 de outubro, no Instituto Cervantes, em Brasília. A entrada é gratuita.
A programação contará com 14 filmes de 14 países europeus, exibidos em seus idiomas originais com legendas em português, como forma de valorizar a riqueza cultural e a diversidade linguística da Europa.
No dia 26 de setembro, data em que se celebra o Dia Europeu das Línguas, a Embaixada de Portugal / Camões – Centro Cultural Português em Brasília será representada pela exibição do filme português “A Mãe é que Sabe”, às 20h, no Instituto Cervantes.
O evento é uma iniciativa da EUNIC Brasília – rede que reúne embaixadas e institutos culturais dos países membros da União Europeia – com apoio da Delegação da União Europeia no Brasil, da Embaixada de Portugal / Camões – Centro Cultural Português em Brasília e de parceiros locais.
Juventude quilombola da Chapada dos Veadeiros revela sua potência e diversidade no coração do Cerrado
Entre serras imponentes e rios que desenham a Chapada dos Veadeiros, resiste um povo que há séculos guarda saberes, memórias e modos de vida fora do ritmo do mundo urbano. Da relação íntima com a terra, da oralidade e da espiritualidade, nasceram quilombos que hoje são referência no país: Kalunga, Capela, São Domingos e tantos outros que carregam a força da ancestralidade no coração do Brasil.
É nesse território que nasce “Vozes e Vãos”, documentário dirigido por Edileuza Penha de Souza e Edymara Diniz. A obra mergulha nas vivências quilombolas, retratando a juventude que transforma sua herança cultural em força para o futuro. Entre danças, sonhos e trajetórias, o filme mostra como jovens quilombolas preservam tradições e projetam caminhos de resistência e esperança.
A pluralidade de vozes retratadas e da equipe que constrói o documentário sustenta sua potência. Mulheres e meninas guardiãs do saber, lideranças comunitárias e jovens que transitam entre o campo e o universo digital trazem relatos que revelam uma obra sensível e emocionante, reafirmando a coletividade como elemento essencial na preservação da identidade quilombola.
O Cerrado, bioma onde essas histórias se entrelaçam, também aparece como personagem. Rios, matas e morros se costuram num território que revela tanto sua fragilidade quanto sua força, lembrando que a preservação da cultura quilombola caminha junto com a preservação ambiental. Vozes e Vãos mostra que defender os quilombos é também defender o Cerrado e, consequentemente, o futuro climático do Brasil.
Ao colocar a juventude no centro da narrativa, o filme revela o movimento contínuo da ancestralidade. São jovens que aprendem com os mais velhos, mas também criam novos caminhos: artistas, comunicadores, jogadores, estudantes e trabalhadores que ressignificam tradições diante dos desafios contemporâneos. Esse encontro de gerações fortalece a identidade coletiva e renova a esperança.
Depois da estreia em Goiânia, no Sertão Negro, o documentário chega agora a um dos palcos mais importantes do audiovisual brasileiro: o Festival de Cinema de Brasília. A presença de Vozes e Vãos nesse espaço reafirma a força das narrativas vindas do Cerrado e dos quilombos, ampliando o debate sobre diversidade, acessibilidade, território e corpo-memória.
Vozes e Vãos é um convite a escutar histórias que muitas vezes foram silenciadas. Também é um chamado a reconhecer a riqueza das comunidades quilombolas e sua contribuição para a cultura, a história e a sustentabilidade não só de Goiás, mas do Brasil. E você é nosso convidado a viver essa experiência!
Sobre o Festival de Cinema de Brasília
Em 2025, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro celebra 60 anos de existência e resistência. Chegando à sua 58ª edição, o mais longevo festival de cinema do país reafirma seu compromisso com a valorização da produção audiovisual brasileira e com o fortalecimento das políticas públicas de cultura.
De 12 a 20 de setembro de 2025, o Cine Brasília será novamente o grande palco da diversidade estética, política e afetiva do cinema nacional, com sessões comentadas, mostras especiais, debates, oficinas e atividades formativas em diferentes regiões administrativas do DF.
Exibições de Vozes e Vãos no festival
15 de setembro (segunda-feira)
15h – Complexo Cultural Planaltina Exibição com legendagem descritiva e audiodescrição
18h – Cine Brasília – Sala Vladimir Carvalho Exibição com legendagem descritiva e audiodescrição
19h45 – Sesc Gama e Sesc Ceilândia Exibição com legendagem descritiva
16 de setembro (terça-feira)
11h – Sesc 504 Sul
Sobre as Diretoras:
Edileuza Penha de Souza – Diretora e Roteirista Professora, escritora, documentarista e pesquisadora, Edileuza é referência no estudo e promoção da cultura quilombola e afro-brasileira. Doutora em Educação pela Universidade de Brasília (2013), desenvolve pesquisas nas áreas de cinema, gênero e raça. Seus filmes, como Mulheres de Barro (2014) e Filhas de Lavadeira (2019), receberam prêmios em diversos festivais. Outro destaque é o curta Vão de Almas (2023), gravado no Território Kalunga, que também vem conquistando reconhecimento nacional e internacional.
Edymara Diniz – Diretora e Roteirista Formada em Artes Cênicas pela Universidade de Brasília (UnB) e mestre em Artes pelo PPG-Arte/UnB, com pesquisa em processos composicionais para a cena. Especialista em História e Cultura Afro-brasileira e Africana pela Universidade Federal de Goiás (UFG), é autora do livro O Ensino do Teatro nos Quilombos: Memórias e Identidades Kalunga em Cena. Atua também como produtora cultural, com ampla experiência em elaboração e gestão de projetos.
“Este produto é realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo do Governo Federal, operacionalizado pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura.”
Evento ocorre de 12 a 20 de setembro com mostras competitivas, sessões infantis, lançamentos de livros e programação gratuita; exibições serão no Cine Brasília e em seis polos, incluindo Sesc Estação 504 Sul, Sesc Setor Comercial Sul e Samambaia
O 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro acontece de 12 a 20 de setembro com uma programação descentralizada que levará mostras competitivas, sessões infantis e oficinas para várias Regiões Administrativas do Distrito Federal. Além das tradicionais exibições no Cine Brasília, o festival ocupará o Complexo Cultural de
Planaltina, o Sesc Gama, o Sesc Ceilândia, o Sesc Estação 504 Sul, o Sesc Setor Comercial Sul e, pela primeira vez, Samambaia, com sessões ao ar livre. O Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul) também sediará atividades do Ambiente Petrobras de Mercado.
Com realização e apresentação da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF em parceria com o Instituto Alvorada Brasil, a 58º edição do Festival de Brasília é apresentada e patrocinada pela Petrobras, conta com recursos da Lei de Incentivo à Cultura do Distrito Federal, LIC e Lei Rouanet, além de contar com patrocínio master do BRB e YouTube e patrocínios da Claro e Sebrae.
O mais longevo festival de cinema do país exibirá mais de 80 filmes nas mostras Competitiva Nacional, Mostra Brasília (com produções do DF), e das Mostras: Caleidoscópio, Festival dos Festivais, Coletivas Identidades, História(s) do Cinema Brasileiro, Clássicos Brasileiros. Além da exibição de filmes para o público infantil com o Festivalzinho e a exibição de Sessões Especiais. Programação completa: https://festcinebrasilia.com.br/programacao-geral/
Programação em Planaltina (Complexo Cultural)
O início da programação em Planaltina será no dia 13 de setembro às 19h com coquetel de abertura e apresentação de DJ. Em seguida terá início a exibição dos filmes da Mostra Competitiva Nacional que segue até o dia 19/09 sempre às 19h45 no Complexo Cultural de Planaltina. De 15 a 19/09, às 9h30, ocorrem as sessões infantis do Festivalzinho, e às 15h, a Mostra Brasília. A região também sedia a oficina Agentes do Cinema: aprenda a filmar ideias com o celular, voltada para estudantes da rede pública, entre 16 e 19 de setembro.
Programação no Gama e em Ceilândia (Sesc)
O Sesc Gama e o Sesc Ceilândia exibem, de 15 a 19/09, o Festivalzinho às 9h30 e a reprise da Mostra Brasília às 19h45. Em Ceilândia, serão oferecidas oficinas gratuitas no Centro Educacional: Cinema e imaginários periféricos, com Adirley Queiróz, e Corpo, Câmera, Ação! – Oficina de atuação para cinema, com Wellington Abreu.
Programação no Sesc Estação 504 Sul
A programação no Sesc Estação 504 Sul terá início no dia 15/09 às 11h com a exibição da Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro. De 15 a 20/09, o espaço recebe a Mostra Competitiva Nacional às 14h30. O espaço também recebe de 16 a 20/09 a exibição da Mostra Brasília às 11h.
Entre 15 e 19/09, sempre às 11h, às 17h e 19h, serão exibidos filmes das mostras Clássicos do Cinema Brasileiros, Festival dos Festivais e Coletivas Identidades, além de lançamentos de parceiros como a Globoplay, com o filme “Chico Anysio:
Um Homem À Procura de Um Personagem”, de Bruno Mazzeo, e o Canal Brasil, com “Paloma”, de Marcelo Gomes.
Programação no Sesc Setor Comercial Sul
No sábado (13/09), às 14h, a Mostra História(s) do Cinema Brasileiro exibe “Relâmpago de crítica murmúrios de metafísica”, de Júlio Bressane e Rodrigo Lima.
Às 17h, a Mostra 60 Anos do Festival de Brasília apresenta curtas de Kleber Mendonça Filho, e às 18h30, a Mostra Clássicos do Cinema Brasileiros exibe “Terceiro Milênio”, de Jorge Bodanzky. No domingo (14/09), às 11h haverá a exibição da Sessão Especial Curtas da Caravana Farkas Viramundo. O espaço
também exibirá a Mostra História(s) do Cinema Brasileiroàs às 14h e às 18h30 e a reprise da Mostra Competitiva Nacional às 16h.
Novidade: Cine Céu em Samambaia
O Festival chega a Samambaia nos dias 17, 18 e 19 de setembro (quarta, quinta e sexta), sempre às 19h, com o Cine Céu, promovendo sessões gratuitas ao ar livre para a comunidade. A atração principal será a exibição do grande clássico brasileiro: O Auto da Compadecida 2.
Cine Brasília
As sessões principais da Mostra Competitiva Nacional (13 a 19/09 às 21h) e da Mostra Brasília (15 a 19/09 às 18h) serão exibidas diariamente no Cine Brasília. O público também poderá desfrutar da Área de Convivência com praça de alimentação e apresentações de DJs todas as noites, a partir das 20h, com nomes como Dj Pezão e Barata do Sistema Criolina, e das festas Confronto Soundsystem, Balansoul, Pororoca, Pequila, Delírio Tropical e Toranja.
Lançamentos de Livros
A programação inclui ainda lançamentos de livros na Área de Convivência do Cine Brasília, com títulos como Casulo ao mar: tempo e solidão nos filmes de Marcelo Ikeda de Marcelo Ikeda e Arthur Gadelha (13/09 às 18h30); Viver o medo, de Jean-Claude Bernardet e Sabrina Anzuategui (14/9 às 18h30), Imagens de uma busca de si, de Márcio Andrade (15/09 às 18h30), Cultura é Poder: Reflexões sobre o papel da cultura no processo emancipatório da sociedade brasileira, de Jandira Feghali (16/09 às 18h30), e Clodo, Climério e Clésio: a Profissão do Sonho, de Dea Barbosa e Severino Francisco (19/09 às 18h30).
Ingressos
Os ingressos para todas as sessões da Mostra Competitiva Nacional (13 a 19/09) estarão à venda a partir do dia 13/09, no site ingresso.com e na bilheteria do Cine Brasília a partir das 14h, todos os dias. (R$ 20 a inteira e R$ 10 a meia entrada.)
Todas as outras Mostras do Festival terão entrada gratuita, sem retirada de ingressos. As Sessões estarão sujeitas à lotação
Conferência do Audiovisual
A 5ª Conferência Audiovisual ocorrerá na Área de Convivência do Cine Brasília de 16 a 20/09, sempre às 10h, com debates abertos ao público sobre temas como a regulação do streaming no Brasil, a utilização da Inteligência Artificial na produção audiovisual, a industrialização do setor e a chegada da TV 3.0. Também haverá debates no dia 18/09 às 14h e às 16h, no dia 19/09 às 14h e no dia 20/09 às 15h. Programação completa: https://festcinebrasilia.com.br/programacao-geral/
Debates sobre os filmes
Os debates com realizadores dos filmes da Mostra Competitiva Nacional ocorrerão no dia seguinte às exibições, sempre às 10h, no hotel Ramada Brasília Alvorada. A atividade é aberta ao público.
Os debates dos filmes da Mostra Brasília serão realizados de 15 a 19/09 no auditório do Cine Brasília sempre às 21h15.
Encerramento e Premiação
O Festival se encerra no sábado (20/09) com a exibição do longa brasiliense A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo, seguida da cerimônia de premiação. Serão concedidos prêmios do Júri Oficial e Júri Popular para longas e curtas-metragens nas categorias de Melhor Filme, Fotografia, Direção de Arte, Trilha Sonora, Edição de Som e Montagem. Os filmes da Mostra Brasília concorrem ao 27º
Troféu Câmara Legislativa
Mesa internacional e Masterclass
O Cine Brasília também vai receber outras atividades abertas ao público como o Painel sobre Tendências Globais no Audiovisual (16/09 às 16h), e duas Masterclass:
A beleza na direção audiovisual com Yasmin Thayná (14/09 às 16h) e Curadoria em cinema: do pensamento em ação com Amaranta César e Janaína Oliveira (19/09 às 19h).
Ambiente Petrobras de Mercado
A 7ª edição do Ambiente Petrobras de Mercado ocorrerá entre 15 e 17 de setembro no Cine Brasília, Espaço Cultural Renato Russo e Sesc da 504 Sul, com Rodadas de Negócios, Pitchings e debates com o objetivo de fomentar o setor audiovisual. A atividade exige inscrição prévia e é voltada para realizadores, diretores e produtores. Programação completa: https://festcinebrasilia.com.br/mercado/
Oficinas
O Festival oferece uma programação formativa em diversas regiões do DF, com nove oficinas gratuitas para crianças, jovens, profissionais do audiovisual, críticos e estudiosos, realizadas de 13 a 19 de setembro. As oficinas acontecem no Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul), no Cine Brasília, no IESB Asa Sul, na Universidade de Brasília (UnB) e em escolas da rede pública de Planaltina e Ceilândia.
O Festival de Brasília abre espaço para debater, criar e conectar o universo dos jogos ao cinema. No dia 16/09, uma mesa redonda discute Propriedade Intelectual e o Uso de IA nos Games e no dia 17/09, acontece o Pitching de Games, reunindo criatividade, tecnologia e audiovisual. Ambas atividades acontecem no Cine Brasília e são abertas ao público.
Serviço
58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Data: 12 a 20 de setembro de 2025
Locais: Cine Brasília, Complexo Cultural de Planaltina, Sesc Gama, Sesc Ceilândia,
Evento ocorre de 12 a 20 de setembro com mostras competitivas, sessões infantis, lançamentos de livros e programação gratuita; exibições serão no Cine Brasília e em seis polos, incluindo Sesc Estação 504 Sul, Sesc Setor Comercial Sul e Samambaia
O 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro acontece de 12 a 20 de setembro com uma programação descentralizada que levará mostras competitivas, sessões infantis e oficinas para várias Regiões Administrativas do Distrito Federal. Além das tradicionais exibições no Cine Brasília, o festival ocupará o Complexo Cultural de
Planaltina, o Sesc Gama, o Sesc Ceilândia, o Sesc Estação 504 Sul, o Sesc Setor Comercial Sul e, pela primeira vez, Samambaia, com sessões ao ar livre. O Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul) também sediará atividades do Ambiente Petrobras de Mercado.
Com realização e apresentação da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF em parceria com o Instituto Alvorada Brasil, a 58º edição do Festival de Brasília é apresentada e patrocinada pela Petrobras, conta com recursos da Lei de Incentivo à Cultura do Distrito Federal, LIC e Lei Rouanet, além de contar com patrocínio master do BRB e YouTube e patrocínios da Claro e Sebrae.
O mais longevo festival de cinema do país exibirá mais de 80 filmes nas mostras Competitiva Nacional, Mostra Brasília (com produções do DF), e das Mostras:
Caleidoscópio, Festival dos Festivais, Coletivas Identidades, História(s) do Cinema Brasileiro, Clássicos Brasileiros. Além da exibição de filmes para o público infantil com o Festivalzinho e a exibição de Sessões Especiais. Veja a programação: https://festcinebrasilia.com.br/programacao-geral/
Programação em Planaltina (Complexo Cultural)
O início da programação em Planaltina será no dia 13 de setembro às 19h com coquetel de abertura e apresentação de DJ. Em seguida terá início a exibição dos filmes da Mostra Competitiva Nacional que segue até o dia 19/09 sempre às 19h45 no Complexo Cultural de Planaltina. De 15 a 19/09, às 9h30, ocorrem as sessões infantis do Festivalzinho, e às 15h, a Mostra Brasília. A região também sedia a oficina Agentes do Cinema: aprenda a filmar ideias com o celular, voltada para estudantes da rede pública, entre 16 e 19 de setembro.
Programação no Gama e em Ceilândia (Sesc)
O Sesc Gama e o Sesc Ceilândia exibem, de 15 a 19/09, o Festivalzinho às 9h30 e a reprise da Mostra Brasília às 19h45. Em Ceilândia, serão oferecidas oficinas gratuitas no Centro Educacional: Cinema e imaginários periféricos, com Adirley Queiróz, e Corpo, Câmera, Ação! – Oficina de atuação para cinema, com Wellington Abreu.
Programação no Sesc Estação 504 Sul
A programação no Sesc Estação 504 Sul terá início no dia 15/09 às 11h com a exibição da Mostra Clássicos do Cinema Brasileiro. De 15 a 20/09, o espaço recebe a Mostra Competitiva Nacional às 14h30. O espaço também recebe de 16 a 20/09 a exibição da Mostra Brasília às 11h. Entre 15 e 19/09, sempre às 11h, às 17h e 19h, serão exibidos filmes das mostras
Clássicos do Cinema Brasileiros, Festival dos Festivais e Coletivas Identidades, além de lançamentos de parceiros como a Globoplay, com o filme “Chico Anysio: Um Homem À Procura de Um Personagem”, de Bruno Mazzeo, e o Canal Brasil, com “Paloma”, de Marcelo Gomes. Programação no Sesc Setor Comercial Sul
No sábado (13/09), às 14h, a Mostra História(s) do Cinema Brasileiro exibe “Relâmpago de crítica murmúrios de metafísica”, de Júlio Bressane e Rodrigo Lima. Às 17h, a Mostra 60 Anos do Festival de Brasília apresenta curtas de Kleber Mendonça Filho, e às 18h30, a Mostra Clássicos do Cinema Brasileiros exibe “Terceiro Milênio”, de Jorge Bodanzky. No domingo (14/09), às 11h haverá a exibição da Sessão Especial Curtas da Caravana Farkas Viramundo. O espaço. também exibirá a Mostra História(s) do Cinema Brasileiroàs às 14h e às 18h30 e a reprise da Mostra Competitiva Nacional às 16h.
Novidade: Cine Céu em Samambaia
O Festival chega a Samambaia nos dias 17, 18 e 19 de setembro (quarta, quinta e sexta), sempre às 19h, com o Cine Céu, promovendo sessões gratuitas ao ar livre para a comunidade. A atração principal será a exibição do grande clássico brasileiro: O Auto da Compadecida 2.
Cine Brasília
As sessões principais da Mostra Competitiva Nacional (13 a 19/09 às 21h) e da Mostra Brasília (15 a 19/09 às 18h) serão exibidas diariamente no Cine Brasília. O público também poderá desfrutar da Área de Convivência com praça de alimentação e apresentações de DJs todas as noites, a partir das 20h, com nomes como Dj Pezão e Barata do Sistema Criolina, e das festas Confronto Soundsystem, Balansoul, Pororoca, Pequila, Delírio Tropical e Toranja.
Lançamentos de Livros
A programação inclui ainda lançamentos de livros na Área de Convivência do Cine Brasília, com títulos como Casulo ao mar: tempo e solidão nos filmes de Marcelo Ikeda de Marcelo Ikeda e Arthur Gadelha (13/09 às 18h30); Viver o medo, de Jean-Claude Bernardet e Sabrina Anzuategui (14/9 às 18h30), Imagens de uma busca de si, de Márcio Andrade (15/09 às 18h30), Cultura é Poder: Reflexões sobre o papel da cultura no processo emancipatório da sociedade brasileira, de Jandira Feghali (16/09 às 18h30), e Clodo, Climério e Clésio: a Profissão do Sonho, de Dea Barbosa e Severino Francisco (19/09 às 18h30).
Ingressos
Os ingressos para todas as sessões da Mostra Competitiva Nacional (13 a 19/09) estarão à venda a partir do dia 13/09, no site: https://www.ingresso.com e na bilheteria do Cine Brasília a partir das 14h, todos os dias. (R$ 20 a inteira e R$ 10 a meia entrada.) Todas as outras Mostras do Festival terão entrada gratuita, sem retirada de ingressos. As Sessões estarão sujeitas à lotação.
Conferência do Audiovisual
A 5ª Conferência Audiovisual ocorrerá na Área de Convivência do Cine Brasília de 16 a 20/09, sempre às 10h, com debates abertos ao público sobre temas como a regulação do streaming no Brasil, a utilização da Inteligência Artificial na produção audiovisual, a industrialização do setor e a chegada da TV 3.0. Também haverá debates no dia 18/09 às 14h e às 16h, no dia 19/09 às 14h e no dia 20/09 às 15h.
Os debates com realizadores dos filmes da Mostra Competitiva Nacional ocorrerão no dia seguinte às exibições, sempre às 10h, no hotel Ramada Brasília Alvorada. A atividade é aberta ao público.
Os debates dos filmes da Mostra Brasília serão realizados de 15 a 19/09 no auditório do Cine Brasília sempre às 21h15.
Encerramento e Premiação
O Festival se encerra no sábado (20/09) com a exibição do longa brasiliense A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo, seguida da cerimônia de premiação. Serão concedidos prêmios do Júri Oficial e Júri Popular para longas e curtas-metragens nas categorias de Melhor Filme, Fotografia, Direção de Arte, Trilha Sonora, Edição de Som e Montagem. Os filmes da Mostra Brasília concorrem ao 27º
Troféu Câmara Legislativa.
Mesa internacional e Masterclass
O Cine Brasília também vai receber outras atividades abertas ao público como o Painel sobre Tendências Globais no Audiovisual (16/09 às 16h), e duas Masterclass: A beleza na direção audiovisual com Yasmin Thayná (14/09 às 16h) e Curadoria em cinema: do pensamento em ação com Amaranta César e Janaína Oliveira (19/09 às 19h).
Ambiente Petrobras de Mercado
A 7ª edição do Ambiente Petrobras de Mercado ocorrerá entre 15 e 17 de setembro no Cine Brasília, Espaço Cultural Renato Russo e Sesc da 504 Sul, com Rodadas de Negócios, Pitchings e debates com o objetivo de fomentar o setor audiovisual. A atividade exige inscrição prévia e é voltada para realizadores, diretores e produtores. (https://festcinebrasilia.com.br/oficinas/)
Oficinas
O Festival oferece uma programação formativa em diversas regiões do DF, com nove oficinas gratuitas para crianças, jovens, profissionais do audiovisual, críticos e estudiosos, realizadas de 13 a 19 de setembro. As oficinas acontecem no Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul), no Cine Brasília, no IESB Asa Sul, na Universidade de Brasília (UnB) e em escolas da rede pública de Planaltina e Ceilândia. (https://festcinebrasilia.com.br/oficinas/)
Games
O Festival de Brasília abre espaço para debater, criar e conectar o universo dos jogos ao cinema. No dia 16/09, uma mesa redonda discute Propriedade Intelectual e o Uso de IA nos Games e no dia 17/09, acontece o Pitching de Games, reunindo criatividade, tecnologia e audiovisual. Ambas atividades acontecem no Cine Brasília e são abertas ao público.
Serviço
58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Data: 12 a 20 de setembro de 2025
Locais: Cine Brasília, Complexo Cultural de Planaltina, Sesc Gama, Sesc Ceilândia,
Criado pelo estilista Romildo Nascimento, o desfile acontece no dia 14 de setembro e recebe artistas do rap em uma celebração a moda urbana do DF
No próximo dia 14 de setembro, a moda tomará conta da Ceilândia, com o desfile promovido pelo projeto Rap Fashion. Idealizado pelo estilista Romildo Nascimento, a iniciativa levará a Biblioteca de Ceilândia, um evento gratuito que celebra a estética das periferias, unindo cultura hip hop, inclusão e criatividade. Artistas do rap, influenciadores locais e modelos subirão à passarela para uma apresentação que promove a força criativa da maior cidade do Distrito Federal.
A proposta do Rap Fashion vai além da estética: é um projeto de formação, inclusão e valorização dos talentos criativos das comunidades. Antes do desfile, foi realizada uma oficina de criação de looks com jovens da periferia, que aprenderam diretamente com Romildo a desenhar e confeccionar peças autorais. O resultado desse processo colaborativo será exibido ao público em uma coleção de 20 looks para o desfile.
“A moda pode e deve ser para todos. Este projeto nasce da Ceilândia para mostrar que estilo, potência criativa e representatividade não precisam de CEP nobre para brilhar”, afirma Romildo, que já participou de 12 edições do Capital Fashion Week tem suas criações vestidas por artistas e comunicadores do país inteiro.
Segundo a rapper Belladona, uma das convidadas a participar do desfile, a expectativa é de que o evento dialogue diretamente com quem vive e valoriza a cultura do rap. “Espero que o Rap Fashion se conecte com quem ama o hip hop, que traga a moda junto das tendências artísticas e culturais e reflita aquilo que realmente é vestido nas ruas”, afirmou. “Fazer parte desse momento é uma honra. Vai ser um marco na história da moda e do rap de Brasília”, comemorou!
A artista também destaca o desfile como um espaço de expressão e identidade. “O rap sempre teve uma relação histórica com a moda, influenciando tendências, criando estilos e até impulsionando grandes marcas. Essa conexão aparece no vestuário, que carrega a cultura de rua e a auto expressão. A moda, nesse contexto, vira uma forma de comunicar quem somos e o que acreditamos”, ressaltou.
Além do desfile, o projeto culminará na produção de um catálogo digital, reunindo imagens das peças desenvolvidas na oficina. O material será disponibilizado gratuitamente nas redes sociais do projeto e dos artistas participantes, ampliando o alcance das criações e oferecendo uma vitrine para novos talentos da moda local.
O evento terá apresentação do rapper Japão, do grupo Viela 17, discotecagem do Lethal Breaks e produção executiva de Ruth Venceremos, nomes que reforçam o compromisso do projeto com a diversidade, inclusão e representatividade real.
Contemplada pela Política Nacional Aldir Blanc, a iniciativa oferecerá toda a estrutura para a realização do desfile, incluindo acessibilidade para o público e os modelos PcD.
Serviço
Biblioteca pública de Ceilândia – Ceilândia Norte QNN 13 Ao lado da estação de metrô, Área Especial – Ceilândia, Brasília – DF
Vencedora dos principais prêmios de teatro do país, além de 34 indicações, a peça retrata a violência e o abuso contra a mulher, ao encenar o episódio das páginas mais notáveis da literatura universal: a compra de Nastácia Filíppovna – a mais trágica de todas as heroínas de Dostoiévski, no clássico “O Idiota”, publicado em 1869
A montagem, que cumpre temporada no Teatro da CAIXA Cultural Brasília de 5 a 14 de setembro, reúne Chico Pelúcio, Flávia Pyramo, Lenine Martins, Miwa Yanagizawa, Pedro Brício, Ronaldo Fraga e Cao Guimarães. A imagem de Nastácia Filíppovna é a representação mais pungente da luta de uma mulher contra a afronta à sua dignidade.
Órfã desde a infância, Nastácia foi criada por um oligarca que a transformara em concubina aos 12 anos de idade. Uma mulher forte e de beleza estonteante, se vinga da sociedade patriarcal que acredita que o poder e o dinheiro são absolvição para a prática de abusos, humilhações, violência física e moral contra as mulheres. Nastácia termina morta em uma cama, com uma facada debaixo do seio esquerdo.
Com direção de Miwa Yanagizawa e dramaturgia de Pedro Brício, a montagem une teatro e videoarte para contar a história de uma das mais instigantes personagens femininas da literatura universal. Para Flávia Pyramo, idealizadora do projeto e intérprete de Nastácia, a personagem é um exemplo de coragem e resiliência, uma mulher que fez da própria vulnerabilidade a sua força, lutando por dignidade mesmo sob uma violência terrível.
“Interpretar Nastácia é conviver com um coração disparado e olhos alagados. Toda vez que sou atravessada pelo pensamento de reencontrá-la, uma alegria extasiante vibra em todo canto do meu corpo, porque eu a amo; mas junto vem a dor de um estômago apertado, pois sei que contarei essa história olhando nos olhos de muitas protagonistas dessa tragédia real que é a violência contra as mulheres”, afirma.
Nastácia fez estreia em agosto de 2019, em Belo Horizonte, com apresentações também no Rio de Janeiro, conquistando o Prêmio Shell (RJ) de Melhor Direção, o Prêmio APTR de Melhor Direção e o Prêmio APTR de Melhor Cenário, além de 34 indicações aos principais prêmios do país. Em recente temporada no Festival Off Avignon 2025, na França, edição em que o Brasil foi o país convidado de honra, Nastácia foi escolhida como uma das peças favoritas (Coups de Coeur), pelo Jornal Le Dauphiné Liberé, descrita como “Uma epopeia brilhante”, segundo o jornal La Terrasse.
Os artistas por trás de Nastácia são um destaque à parte. O atual elenco é formado por Chico Pelúcio (Totski), Flávia Pyramo (Nastácia) e Lenine Martins (Gánia). A consultoria teórica é de Paulo Bezerra, principal tradutor da obra de Dostoiévksi para o português, e
Flávio Ricardo Vassoler; a direção de arte (cenário e figurino) é de Ronaldo Fraga; videoarte de Cao Guimarães; luz de Chico Pelúcio e Rodrigo Marçal; trilha sonora de Gabriel Lisboa; e direção de movimento de Tuca Pinheiro.
A narrativa
A peça se passa no apartamento de Nastácia, na noite do seu aniversário. Ela deve anunciar seu casamento com Gánia, união articulada pelo oligarca Totski, homem que transformou Nastácia em concubina desde a adolescência e a submete a um verdadeiro leilão naquela noite. “A escolha da festa do seu aniversário, como recorte, se deu pela importância deste momento, momento em que ela enfrenta seu algoz e toda a sociedade, e trata a todos e ao dinheiro com o mais altivo desdém e repulsa.”, conta Flávia.
Para Pedro Brício, repulsa e atração são forças conflitantes nos três personagens. “Na festa, além deles, há outros convidados que não vemos, estão subtraídos na encenação, são apenas mencionados. São aparências e ausências”, diz. Na dramaturgia, os três personagens do texto contracenam e, também, monologam sobre suas estórias. A festa não acontece de maneira cronológica. “O passado irrompe de repente e toma conta da cena. A força do que acontece está ali. Entendemos claramente a estória; a potência do drama dos personagens é o que arrebata, por ser tão vertiginoso e por se transformar de uma hora para outra diante dos nossos olhos.”
Passado e presente
Concebido entre 1867 e 1869, “O Idiota” está longe de ser anacrônico. A pesquisa “Elas vivem”, desenvolvida pela Rede de Observatórios de Segurança, levantou dados sobre a violência contra mulheres em 2024, indicando que a cada 24 horas, 11 mulheres foram vítimas desse tipo de violência no Brasil. Ao todo, foram 4.181 vítimas registradas em 2024, um aumento de 12,4% em relação a 2023.
Para a diretora, Miwa Yanagizawa, a arte é um espaço em que o artista pode, como mediador, reumanizar estatísticas devastadoras como essas. “Às vezes, os números são terríveis. São séculos de opressão e crueldade contra as mulheres e, muitas vezes, acho que não nos vemos responsáveis pela manutenção de tais tragédias. Tomamos distância como se elas pertencessem a um outro universo. Então, lemos os números e seguimos nossas vidas repetindo gestos que alimentam a irracionalidade e a negligência com os outros, mas, ‘sem perceber’, estamos colaborando com o crescente e alarmante número da violência contra a mulher, por exemplo.”
“A história de Nastácia, como tudo em Dostoiévski, é de uma espantosa atualidade”, sublinha Paulo Bezerra. Primeiro ela é vítima de um grão-senhor e gentleman pedófilo, que se vale do estado de miséria dela e do dinheiro que possui e a transforma em concubina aos doze anos de idade, sem sofrer qualquer censura da sociedade. Depois, já adulta, é vítima de um amante paranoico, que, por não conseguir conquistar seu amor, simplesmente a mata. Portanto, duas formas de crime contra a mulher: o crime alicerçado no dinheiro e o crime derivado da impossibilidade de conquistar o coração e a mente da mulher.”
Oficina gratuita
Ministrada por Flávia Pyramo, a oficina Experimento Criativo Coletivo, na CAIXA
Cultural Brasília, oferece aos participantes uma vivência do processo criativo coletivo que
originou o espetáculo “Nastácia”. Com duração de 4 horas, o workshop, programado para
dia 9/9 (terça-feira), a partir das 14h, utiliza improvisações cênicas direcionadas para
estimular a criação individual dentro do coletivo, promovendo o desenvolvimento artístico-
cultural. Destina-se a atores e não-atores acima de 16 anos, sem restrições de perfil
socioeconômico, e a seleção é feita mediante inscrição online pelo site:
Exposição lança expedição para a COP 30, apresentando a solidariedade como tecnologia social para o futuro.
De 10 a 21 de setembro, das 11h às 19h. Entrada franca.
Uma proposta inovadora de narrativa visual e documental aporta no Espaço Venâncio Cultural com a exposição “Quilombo: A Reinvenção da Vida”, de 10 a 21 , das 11h às 19h. A mostra, que tem acesso gratuito, é a primeira etapa de um projeto ambicioso: o lançamento oficial de uma expedição que apresentará a tese de que a solidariedade é uma das tecnologias sociais mais profundas e necessárias para a manutenção da humanidade, diretamente na COP 30, em Belém. O projeto utiliza o Quilombo Kalunga — a maior extensão territorial quilombola do país, que elegeu o primeiro prefeito quilombola do Brasil — como um “exemplo vivo” de resiliência e adaptação.
A exposição propõe um diálogo entre os saberes ancestrais brasileiros e as políticas públicas de adaptação climática. Ela também servirá como laboratório de gravações para o documentário“Quilombo: A Reinvenção da Vida”, que traz uma inovação na produção: as entrevistas serão gravadas de forma aberta ao público, dentro da própria exposição. Isso cria uma ponte direta entre a sociedade e os entrevistados, tornando a mostra uma experiência viva e colaborativa que vai além da visitação.
Além disso, o roteiro do documentário se constrói de forma não linear, como um “quebra-cabeça”, a partir da análise de uma ampla base de dados científicos, cruzada com as entrevistas por meio de Modelos de Linguagem (LLMs).
A jornada da exposição é estruturada em cinco blocos temáticos, que conduzem o visitante por uma narrativa coesa e impactante. A experiência imersiva é criada pela combinação de textos, fotografias documentais e projeções interativas, reforçando o envolvimento sensorial do público com a história.
O projeto é resultado de um mergulho pessoal do autor no território Kalunga, no coração da Chapada dos Veadeiros. Durante três meses, ele viveu e documentou o dia a dia da comunidade durante a campanha de vacinação contra a COVID-19 — uma imersão que permitiu a construção de uma narrativa a partir de um diálogo íntimo, revelando as histórias necessárias para o documentário.
Responsável pela curadoria do Espaço Venâncio Cultural, Ilka Teodoro reforça a importância da iniciativa: “A exposição chama atenção para o Quilombo enquanto estratégia de enfrentamento às emergências climáticas. O Espaço Venâncio Cultural, no centro da capital da república, recebe e visibiliza a mostra que retrata a importância da população quilombola, com seus saberes e tecnologias ancestrais, para a preservação do planeta. Assim como os povos originários, os povos quilombolas merecem a centralidade deste debate. As imagens, sensíveis e belas, capturam a essência do tema. Vale a pena”, explica.
Sobre o autor
Com uma carreira de destaque no fotojornalismo e na produção de narrativas visuais, o jornalista visual Edu Cavalcanti iniciou sua trajetória em redações de jornais de Santa Catarina. Sua experiência se estende a projetos internacionais, documentando os aborígenes e a influência colonial na Austrália, além do impacto da globalização em povoados milenares no alto do Himalaia, em Ladakh, na Índia.
Eduardo colaborou na produção de documentários para a ONU, registrando comunidades quilombolas e a população em situação de rua no Distrito Federal, e integrou a equipe de documentaristas do UOL. Como pessoa neurodivergente, diagnosticada com dislexia, ele utiliza sua perspectiva única para narrar histórias profundas com empatia e defender a igualdade.
Estacionamento promocional
Para maior comodidade, o shopping proporciona conforto e segurança aos clientes, que além de contar com estacionamento coberto a um preço fixo de R$ 8, de segunda a sexta-feira, das 17h às 2h, também oferece estacionamento gratuito para compras acima de R$ 50 aos finais de semana e feriados. Para ter acesso ao benefício de gratuidade, basta levar o comprovante da compra realizada e validar o ticket no Balcão de Informações, no piso G1. Promoção válida das 8h às 23h59 e não cumulativa com outros benefícios. Para mais informações consulte o regulamento no site: https://www.venancioshopping.com.br/
Sobre o Venâncio Shopping
No centro da capital do país, desde 1976, o Venâncio Shopping traz em seu DNA um conceito inovador. Além de ser uma excelente opção para compras e experiências, é também um Hub de Serviços e ponto de solução de pessoas, com sua torre business atrelada a torre de Serviços, alta gastronomia da capital como Jamie Olivier Kitchen, Cantón Peruvian & Chinese Food, Chaco, Confraria do Camarão e Outback Steakhouse, Starbucks e Scada Café. Entre os serviços oferecidos, estão opções como: cartório de registro de imóveis em Brasília, clínicas, faculdades, entre outros.
Serviço:
Exposição “Quilombo: A Reinvenção da Vida”
De 10 a 21 de setembro de 2025
Local: Espaço Venâncio Cultural – Venâncio Shopping