Categoria: Cultura, Entretenimento

Rock Saloon entra na reta final com maratona de blues, country rock e clássicos no Bosque da Arena

Foto divulgação

Penúltimo fim de semana do espaço temático reúne bandas da cena brasiliense, gastronomia e experiências imersivas inspiradas no universo Moto Week

O Rock Saloon chega ao seu 5º fim de semana com uma maratona de blues, country rock e clássicos do rock, consolidando-se como novo point de entretenimento de Brasília nesta temporada. Instalado no Bosque da Arena Mané Garrincha, o espaço criado pelos organizadores do Capital Moto Week segue até 14 de junho reunindo música ao vivo, gastronomia temática e experiências inspiradas no velho oeste e na cultura biker. Os ingressos, a partir de R$ 45, estão disponíveis na BilheteriaDigital.com ou direto no local.

A programação da quinta-feira (4) acelera com Blue Drive e Cabaré Blues. Na sexta-feira (5), Country Side Memories, Roadside Gamblers e Allycats farão noite dedicada ao country rock, rockabilly e clássicos do rock. O sábado (6) mantém o ritmo acelerado com apresentações da The Mid West Rodeo Band, Tequila Shot Band e novamente da Allycats. Encerrando a programação, o domingo (7) traz Old Play e Baby Meu Bem e os Brotos do Jacaré.

Além da música, o Rock Saloon oferece atrações como touro mecânico, tiro ao alvo, além das delícias do Hellius BBQ, Reis do Tacho, Pastelaria do Beto e Dr. Dog espalhados pela vila temática. “Para quem ainda não veio conhecer o Rock Saloon no Arena, dá tempo! Preparamos uma programação especial para as últimas duas semanas da temporada”, destaca Pedro Franco. A organização revela que o último fim de semana do Rock Saloon, de 11 a 14 de junho, será em clima de celebração, com transmissão do jogo do Brasil na Copa.

Sobre o Rock Saloon
Instalado em uma área arborizada de 8 mil m², o Rock Saloon oferece lounges, palco interno, mezanino VIP, cenografia temática e estacionamento gratuito para motos. A ambientação aposta em madeira, iluminação cênica e elementos que transportam o visitante para dentro de um dos espaços mais emblemáticos da Cidade da Moto. O Rock Saloon conta com patrocínio da Claro, Spaten e da Caixa, “Tem patrocínio CAIXA, tem Governo do Brasil”. O projeto tem a Spaten também como cerveja oficial e o apoio da Hplus. É realizado com recursos da Lei de Incentivo à Cultura do Distrito Federal. Os ingressos custam a partir de R$ 45 e estão disponíveis na BilheteriaDigital.com ou direto no local.

SERVIÇO
Rock Saloon Arena
Local: Bosque Arena Mané Garrincha (Brasília)
Funcionamento: 7 de maio a 14 de junho (quinta a domingo)
Horário: Quinta e Sexta das 18h às 2h, Sábado das 14h às 2h, Domingo das 14h às 00h
Ingressos: http://www.bilheteriadigital.com/rocksaloon
Shows ao vivo | Gastronomia | Experiência temática | Contagem regressiva CMW 2026

Capital Moto Week confirma Lvcas em lineup que conecta o rock clássico à nova geração digital

Foto divulgação

Artista sobe ao palco em 25 de julho, mesma noite de Di Ferrero, reforçando proposta do festival de unir diferentes eras, linguagens e públicos do rock

O Capital Moto Week 2026 confirma mais um nome do lineup da edição mais internacional e geracional de sua história. Lvcas, projeto musical do influenciador e multi-instrumentista Lucas Inutilismo, chega ao palco do maior festival de motos e rock da América Latina, no dia 25 de julho, mesma noite de Di Ferrero. Com seu metalcore enérgico, cheio de potência vocal e instrumental, o artista vai estrear na Cidade da Moto com combinação de riffs agressivos, vocais intensos e performances explosivas que conquistaram uma nova geração de fãs da música pesada. Garanta ingressos para o CMW2026, que acontece de 23 de julho a 1 de agosto.

“O rock continua vivo justamente porque se reinventa e dialoga com novas gerações sem perder sua essência”, afirma o CEO do festival, Pedro Franco. “O lineup deste ano mostra isso com clareza. Temos artistas que ajudaram a construir a cultura do rock nacional e mundial e, ao mesmo tempo, nomes como Lvcas, que nasceram em outro contexto, com um público mais jovem e trazem novas linguagens para esse universo”. Segundo o CEO, mais do que nostalgia, a proposta do CMW é mostrar que o rock continua com ‘Velocidade e Movimento’ e a música pesada e dinâmica de Lvcas representa exatamente essas características.

Muito além da fama conquistadas com o canal no Youtube, Inutilismo, que soma cinco milhões de inscritos, foi com a série ‘Minha Playlist de Funk’ que ele ganhou vida fora das telas. Em 2022, o artista rodou 40 cidades e fez 65 shows com esse projeto. Desde então, Lvcas vem consolidando trajetória musical própria. Com o lançamento do álbum ‘Humanamente’, em 2024, passou a explorar temas mais profundos e pessoais em canções que unem peso, emoção e identidade. Faixas como ‘Odisseia’ ultrapassaram 3,3 milhões de reproduções no Spotify e ajudaram a posicionar o artista entre os principais nomes da nova geração do metal brasileiro.

No palco do Capital Moto Week, a proposta é entregar uma experiência intensa. O repertório mistura momentos de agressividade, técnica instrumental e refrões que mobilizam o público, em um show que dialoga diretamente com fãs de bandas contemporâneas do metalcore e do rock alternativo. A turnê ‘Abatido mas não derrotado’ chega agora ao maior palco do Centro-Oeste, ampliando a diversidade sonora de uma edição que celebra o passado, o presente e o futuro do rock.

Line-up CMW ainda guarda surpresas
A programação multigeracional do Capital Moto Week 2026 conta com Nazareth (23.07), Masters of Voices e Velvet Chains (24.07), Di Ferrero e Lvcas (25.07), Eagle-Eye Cherry (26.07), Supla, Matanza Ritual e Raimundos (30.07), Tihuana e Marcelo Falcão (31.07) e Barão Vermelho Encontro (01.08). No dia 5 de junho, o festival vai anunciar o line-up completo desta edição, como resultado de uma das maiores seletivas do país: mais de 1 mil bandas do Brasil e do exterior se inscreveram para disputar espaço nos cinco palcos da Cidade da Moto. O processo seletivo reuniu artistas de 23 estados e do Distrito Federal.

Confira os headliners do Capital Moto Week 2026:
23.07 | Nazareth
24.07 | Masters of Voices + Velvet Chains
25.07 | Di Ferrero + Lvcas
26.07 | Eagle-Eye Cherry
30.07 | Supla + Matanza Ritual + Raimundos
31.07 | Tihuana + Marcelo Falcão
01.08 | Barão Vermelho Encontro Formação Original

Ingressos CMW 2026 | http://www.bilheteriadigital.com/capitalmotoweek
Motociclistas sem garupa e pilotando não pagam | Motos com garupa entram grátis de segunda a sexta-feira até as 18h e, aos sábados e domingos, até às 15h | Crianças de até 12 anos não pagam, desde que acompanhadas de seu responsável | Menores de 16 anos somente acompanhados de um responsável legal | Ingresso solidário, que garante desconto especial no valor da inteira, é concedido para quem levar agasalho ou 1kg de alimento não perecível | PCD tem acesso grátis e, se necessitar de acompanhante, este tem direito à meia-entrada | Pessoas com 60 anos ou mais têm direito à meia-entrada | Obrigatória apresentação de documento de comprovação válido de meia-entrada no momento do acesso.

SERVIÇO
Capital Moto Week 2026
Data: 23 de julho a 01 de agosto de 2026
Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF
Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek
Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br

Oficina gratuita de Teatro Lambe-lambe marca nova fase do projeto Mulheres Híbridas no DF

Foto divulgação

Residência artística está em curso com boa participação de mulheres artistas; construção de bonecos híbridos e encontros coletivos seguem acontecendo

Idealizado pela Caixeiras Cia. de Bonecas com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, o projeto vem promovendo um mergulho no Teatro de Animação com foco na criação feminina. O projeto nasceu de um desejo de criar, investigar e dar forma a narrativas onde corpos se atravessam, se misturam e inventam novas presenças em cena.

Agora, a residência, em pleno andamento, vem promovendo encontros virtuais e imersões presenciais acontecendo até junho. A adesão tem sido muito boa, com expressiva participação de mulheres artistas do Distrito Federal, que estão construindo bonecos, compartilhando vivências e se preparando para as próximas etapas. A oficina de construção de bonecos híbridos, por exemplo, já aconteceu e foi um dos momentos mais esperados da formação.

E como tudo isso é vivo, o projeto abre as portas para uma nova experiência gratuita

Oficina de Teatro Lambe-lambe

Teatro Lambe-lambe é das linguagens que encantam pela simplicidade e pela potência. São pequenas encenações, de curta duração, feitas para um único espectador por vez, dentro de caixas-cenário que guardam verdadeiros mundos em miniatura. A proposta é íntima, sensível e profundamente poética.

A oficina será conduzida por Amara Hurtado e Jirlene Pascoal, ambas da Caixeiras Cia. de Bonecas, e vai abordar desde a dramaturgia e a encenação até a construção da estrutura cênica, iluminação e sonorização. Uma oportunidade para jovens, artistas, educadores e qualquer pessoa interessada em processos criativos mergulhar no universo do teatro de animação.

Serviço
Oficina Gratuita de Teatro Lambe-lambe – Projeto Mulheres Híbridas
Com Amara Hurtado e Jirlene Pascoal

Datas: 1º, 5, 8 e 12 de junho de 2026
Horário: 19h às 22h
Local: Casa Aerada Varjão – Quadra 01, Conjunto B, Casa 06 – Varjão/DF
Vagas: 15 (limitadas)
Inscrições gratuitas pelo formulário:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScTco9xKc5XWdYBnNBKd1PC3wMoiiW-tyrvNmpyKAvmq6TnZg/viewform
Ou pelo Instagram: @as_caixeirasciadebonecas
Informações: (61) 98171-3731

Projeto realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.

PIANO NO METRÔ LEVA MÚSICA, FORMAÇÃO E SHOWS, AO VIVO, AOS USUÁRIOS DA ESTAÇÃO GUARÁ EM JUNHO

Foto divulgação

Projeto ocupa espaço do metrô com piano aberto ao público, aulas online e apresentações semanais

Durante o mês de junho de 2026, a Estação Guará do Metrô DF será transformada em um ponto de encontro entre música e cotidiano urbano com a realização do projeto Piano no Metrô. A iniciativa, que conta com o apoio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura da SECEC – Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF e do programa “Cultura no Metrô”, propõe aproximar os usuários do metrô do instrumento por meio de uma programação que reúne formação, intervenção cultural interativa e apresentações ao vivo.

O projeto é idealizado pelo pianista Victor Hugo Queiroz Porto, que também assina a curadoria artística das apresentações. Pianista, arranjador e compositor com formação em Licenciatura em Música pela Universidade de Brasília, Victor Hugo destaca-se pela versatilidade no jazz, tango e na música brasileira, além de uma trajetória marcada por participações em festivais e colaborações com artistas no Brasil e na América Latina. “A ideia do Piano no Metrô nasce do desejo de tirar o piano do espaço formal e aproximá-lo da vida cotidiana, onde ele possa ser descoberto de forma espontânea por qualquer pessoa. Queremos mostrar que o piano pode ser um instrumento acessível, vivo e em constante diálogo com diferentes estilos, pessoas e trajetórias musicais”, afirma Victor.

Instalado dentro da estação, o projeto contará com um estande equipado com piano, disponível para livre acesso de todos os usuários do metrô que desejarem vivenciar a experiência de sentar e aprender a tocar o instrumento. No espaço, o público terá acesso ao mini-curso “Inicialização ao Piano”, composto por uma série de sete videoaulascurtas e gratuitas, disponíveis nos formatos on-line e off-line, exibidas em uma TV ao lado do piano. Dessa forma, os interessados poderão iniciar seus estudos de maneira prática e acessível.

A proposta é desmistificar o piano, frequentemente associado a uma formação mais restrita, e incentivar a interação espontânea dos usuários do metrô com a música. Durante 30 dias, o espaço será acompanhado por monitores, que vão orientar o público e estimular o contato direto com o instrumento em meio à rotina de deslocamento.

Além da experiência interativa, o projeto promove uma série de pocket shows, para os usuários do metrô, às sextas-feiras — dias 5, 12, 19 e 26 de junho — sempre às 17:30 no próprio estande, com apresentações de pelo menos 1h30 que reúnem o idealizador e artistas convidados.

Entre os nomes confirmados está à cantora, compositora e pianista Flor Furacão, que vem se destacando na cena autoral do Distrito Federal ao combinar referências da música popular com influências do jazz e das tradições do Centro-Oeste. A programação também inclui a pianista Gisele Pires Mota, professora da Universidade de Brasília e pesquisadora com atuação internacional, cuja trajetória reúne performance, ensino e investigação acadêmica em música de câmara e piano colaborativo.

Outro destaque é a pianista Raíssa Miranda, que transita entre a música de concerto e a música brasileira, atuando como solista e colaboradora. Em seu recital no projeto, a artista propõe um percurso que conecta tradição e contemporaneidade, com um repertório que vai de compositores como Mozart e Chopin a nomes como Villa-Lobos e Ernesto Nazareth, além de referências da música para cinema e do minimalismo contemporâneo.

Também integra a programação o pianista Rafael Bacellar, músico, arte-educador, compositor e arranjador com trajetória voltada tanto à performance quanto à formação musical. Mestre e licenciado em Música pela Universidade de Brasília, Rafael atua como professor efetivo de piano popular na Escola de Música de Brasília (CEP-EMB), onde também lecionou disciplinas ligadas à tecnologia musical, arranjo e prática de conjunto. Com formação complementar em Sound Design pela EBAC e atuação voltada à criação musical contemporânea, Bacellar reúne influências da música popular, da música instrumental e da educação musical em uma abordagem que dialoga com diferentes públicos. O artista é também autor do e-book educacional “Sete peças didáticas para piano” (2020).

Inspirado em iniciativas internacionais de ocupação cultural de espaços públicos, como as intervenções com pianos urbanos idealizadas pelo artista britânico Luke Jerram, o projeto propõe uma adaptação à realidade do Distrito Federal, apostando no alto fluxo de passageiros do metrô como oportunidade de democratização do acesso à música.

Com potencial de alcançar milhares de pessoas diariamente, o Piano no Metrô busca não apenas apresentar o instrumento a novos públicos, mas também fomentar a educação musical, valorizar a diversidade de estilos e contribuir para a formação cultural da comunidade local.

PROGRAMAÇÃO

Dia 05/06- Gisele Pires

Dia 12/06- Rafael Bacellar

Dia 19/06- Flor Furacão

Dia 26/06- Raissa Miranda

Horário: 17:30 h

Samba da Capivara promete reunir os apaixonados por samba em uma experiência única no Parque da Cidade

Foto divulgação

Com pôr do sol, open bar e muitos clássicos do samba, o projeto estreia no dia 6 de junho no Festival em Casa Brasília ganha uma nova roda de samba para chamar de sua.

No próximo dia 6 de junho, o Parque da Cidade será palco da primeira edição do Samba da Capivara, projeto criado para reunir boa música, encontros entre amigos e toda a atmosfera das tradicionais rodas de samba que atravessam gerações.

A partir das 18h, o público será recebido por um dos cenários mais marcantes da capital: o pôr do sol no Parque da Cidade. Entre o fim da tarde e o início da noite, o espaço se transforma no ambiente perfeito para quem aprecia samba e pagode de qualidade ao ar livre.

Realizado no Festival em Casa, localizado no estacionamento 10 do Parque da Cidade, o evento segue até às 2h da manhã com apresentações de Dudu 7 Cordas, Stephanie Lacerda, Márcio Marinho e convidados. No repertório, grandes clássicos que marcaram a história do samba e do pagode, além de sucessos que continuam embalando rodas e encontros por todo o país.

O Samba da Capivara nasceu com a proposta de valorizar a cultura do samba reunindo artistas de destaque da cena local em uma grande celebração da música brasileira. O projeto aposta na força das rodas de samba, na troca entre músicos e público e na criação de um novo ponto de encontro para os amantes do gênero em Brasília.

E para tornar a estreia ainda mais especial, o evento contará com uma hora de open bar, criando o clima perfeito para uma noite de muita música, diversão e confraternização.

Com uma proposta autêntica, artistas de qualidade e um dos cenários mais bonitos da cidade como plano de fundo, o Samba da Capivara surge como uma nova opção de lazer e música para os amantes do samba em Brasília.

Serviço

Samba da Capivara

Data: 6 de junho de 2026

Horário: A partir das 18h

Local: Festival em Casa – Parque da Cidade (Estacionamento 10) | Brasília/DF

Ingressos: A partir de R$ 20,00

Cultura e automobilismo: Outlet Premium Brasília promove Encontro de Carros Clássicos e Modernos com show do Bloco Eduardo e Mônica

Foto divulgação


Com entrada gratuita, evento neste domingo (07) reúne exposição de superesportivos, apresentações de drift e um show especial em celebração antecipada ao Dia dos Namorados

Neste domingo, 7 de junho, o Outlet Premium Brasília se transforma no destino ideal para os apaixonados por automobilismo e para famílias em busca de um roteiro de lazer diferente. Das 9h às 18h, o empreendimento sedia mais uma edição do já consolidado “Encontro de Clássicos e Modernos”, com acesso totalmente gratuito ao público.

Realizado em parceria com a New District, a Kazumi Garage e o Bloco Eduardo e Mônica, o evento promete uma imersão completa no universo automotor. Os visitantes poderão circular por uma grande exposição que reúne modelos clássicos que marcaram época, carros customizados de forma exclusiva e máquinas superesportivas, além de acompanhar de perto as emocionantes apresentações de drift.

Para completar a experiência e antecipar as comemorações do Dia dos Namorados, o evento ganha uma trilha sonora de peso. A partir das 15h, em um palco montado próximo à loja da Nike, o aclamado Bloco Eduardo e Mônica fará um show especial. A apresentação promete embalar os casais e o público presente com muita energia, romantismo e os clássicos do rock de Brasília.

Além das atrações culturais e automotivas, o evento destaca a vocação do Outlet Premium Brasília como um espaço de convivência completo. Sendo um ambiente pet friendly, o empreendimento permite que toda a família participe do passeio com conforto, aproveitando a ampla Praça de Alimentação e a conveniência de circular entre mais de 90 marcas nacionais e internacionais.

Serviço – Encontro de Clássicos e Modernos no Outlet Premium Brasília

Data: 07 de junho de 2026 (domingo)

Horário do Evento Automotivo: Das 9h às 18h

Show Bloco Eduardo e Mônica: Às 15h (próximo à loja da Nike)

Endereço: Rodovia BR 060, km 21 – Alexânia/GO

Horário de funcionamento do empreendimento: Diariamente, das 9h às 21h

Acesso: Evento aberto ao público

Outlet Premium Brasília

Inaugurado em 2012, o Outlet Premium Brasília é sinônimo de sucesso. Com grandes marcas que vendem produtos com até descontos o ano inteiro, o empreendimento vem se consolidando como destino de compras da região. Está situado às margens da principal rodovia do Centro Oeste – a BR-060, em Alexânia, inserido no importante eixo Goiânia-Anápolis-Brasília. A facilidade de acesso pela rodovia e a proximidade com o Distrito Federal têm proporcionado um imenso fluxo diário na região. adidas, Animale, Aramis, Brooksfield, Calvin Klein, Carmen Steffens, Dudalina, John John, Lacoste, Le Lis Blanc, Levi’s, Nike, Oakley, Shoulder, Diesel, Osklen, entre outras.

Endereço: Rodovia BR 060, km 21, Alexânia/GO

Horário de funcionamento: Todos os dias, das 9h às 21h

Serviços: Wi-Fi grátis.

Contato: (62) 3336-7300

Site

General Shopping e Outlets do Brasil

A General Shopping e Outlets do Brasil está entre as líderes no mercado brasileiro de shopping centers, administrando um total de 321.950 mil m2 de ABL, de 16 empreendimentos em operação. São eles: Parque Shopping Barueri, Cascavel JL Shopping, Parque Shopping Sulacap, Shopping Bonsucesso, Shopping do Vale, Parque Shopping Maia, Unimart Shopping, Auto Shopping Internacional, Poli Shopping Guarulhos, Outlet Premium Brasília, Outlet Premium Salvador, Outlet Premium São Paulo, Outlet Premium Grande São Paulo, Outlet Premium Rio de Janeiro, Outlet Premium Fortaleza e Outlet Premium Imigrantes. Os shopping centers da General Shopping e Outlets do Brasil estão estrategicamente concentrados nas Regiões Sul e Sudeste do país. Com abrangência nacional, os Outlets Premium estão localizados nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste do país, e são líderes do segmento no Brasil.

Pioneira na introdução do conceito Outlet no mercado brasileiro, a General Shopping e Outlets do Brasil também é reconhecida pela diversidade dos seus empreendimentos e a proximidade que mantém com seus mais de dois mil lojistas. Para mais informações, basta acessar o site.

Começa neste fim de semana o 26º Circuito de Quadrilhas Juninas do DF e Entorno

Foto divulgação

A primeira etapa do Grupo Especial será realizada entre os dias 5 e 7 de junho, no Paranoá, marcando o início da temporada de competições juninas de 2026

A contagem regressiva terminou. Neste fim de semana tem início o 26º Circuito de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno, a maior competição junina da região e uma das mais importantes do país. Realizado pelo Instituto Isacso, com apoio da Liga Independente de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno (LINQ-DFE) e em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, o circuito reúne dezenas de grupos e milhares de artistas que mantêm viva uma das mais tradicionais manifestações da cultura popular brasileira.

A primeira etapa do Grupo Especial será realizada entre os dias 5 e 7 de junho, na Praça da Administração do Paranoá, dando início à disputa que definirá os campeões da temporada e os representantes do Distrito Federal e Entorno nas competições nacionais.

Ao longo das próximas semanas, o circuito percorrerá diferentes regiões administrativas, levando ao público espetáculos que unem dança, música, teatro, figurino, cenografia e narrativas que refletem a riqueza cultural do movimento junino.

Mais do que uma competição, o Circuito da Liga é um importante instrumento de valorização da cultura popular, movimentando a economia criativa e gerando oportunidades para artistas, produtores culturais, costureiras, maquiadores, músicos e diversos profissionais envolvidos na construção dos espetáculos.

Em sua 26ª edição, o evento reafirma a força do movimento junino do Distrito Federal e Entorno, reconhecido nacionalmente pela qualidade artística de suas quadrilhas e pela capacidade de mobilizar comunidades inteiras em torno da cultura.

Além da busca pelos títulos da temporada, as quadrilhas também disputarão vagas para representar o Distrito Federal em competições nacionais, ampliando a visibilidade dos grupos e fortalecendo a presença da cultura junina da região no cenário brasileiro.

Calendário das Etapas

Grupo Especial

Paranoá
05 a 07 de junho – 1ª Etapa

 Taguatinga
19 a 21 de junho – 2ª Etapa

Ceilândia
26 a 28 de junho – 3ª Etapa

Grupo de Acesso

 Santa Maria
 13 e 14 de junho – 1ª Etapa

Itapoã
20 e 21 de junho – 2ª Etapa

Ceilândia
 04 e 05 de julho – 3ª Etapa

Serviço

Evento: 26º Circuito de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno
Realização: Instituto Isacso e Liga Independente de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno (LINQ-DFE)
Início da competição: 05 de junho de 2026
Local da 1ª Etapa do Grupo Especial:   Praça da Administração do Paranoá
Entrada: Gratuita

Contato: Tiago Viana – 61 99267-7146

Superjazz traz dub brasiliense e big band pros jardins do CCBB na véspera do feriado

Renato Matos e Experimental Dub – crédito: Lucas de Souza

Festival recebe Ademir Jr. & Orquestra JK e Experimental Dub convida Renato Matos e Julia Carvalho na quarta (03), a partir das 17h

Na véspera de feriado de Corpus Christi, o Superjazz Festival transforma novamente os jardins do CCBB Brasília em ponto de encontro para quem gosta de música ao ar livre, experimentação sonora e boas descobertas musicais. A edição da quarta-feira (3/06), reúne o peso instrumental da Orquestra JK, comandada por Ademir Jr, e a viagem sonora proposta pelo coletivo Experimental Dub, que recebe no palco os artistas Renato Matos e Julia Carvalho. A programação começa às 17h e os ingressos gratuitos serão disponibilizados na terça-feira (02), a partir das 12h, pelo site www.bb.com.br/cultura

Misturando jazz, dub, música brasileira, improvisação e poesia, a noite promete uma das programações mais plurais da temporada. Como já virou tradição no festival, a experiência começa com a Rádio Superjazz, conduzida pelos DJs e curadores Dudão Melo e Mario SartÔ, que comandam uma discotecagem em vinil recheada de clássicos, raridades e histórias da música negra mundial enquanto o público ocupa os jardins do CCBB ao pôr do sol.

Às 18h30, sobe ao palco o saxofonista, arranjador e maestro Ademir Jr., acompanhado pela potente Orquestra JK. Com quase duas décadas de trajetória, o grupo se consolidou como uma das poucas orquestras populares brasileiras com linguagem voltada para diferentes gêneros, transitando entre música brasileira, latinidades, jazz e releituras da música clássica nacional. Em formato de big band, a apresentação promete balanço, sofisticação e energia coletiva em um repertório pensado especialmente para os jardins do Superjazz.

Mais tarde, às 20h15, o festival mergulha em atmosferas mais experimentais com o espetáculo Experimental Dub convida Renato Matos e Julia Carvalho. O projeto propõe uma leitura inédita da obra de Renato Matos — compositor, poeta, cantor e artista visual que há mais de quatro décadas retrata Brasília através da música e da palavra. Misturando dub jamaicano, improvisação jazzística, manipulação de efeitos ao vivo, poesia falada e projeções audiovisuais, o show cria uma espécie de travessia sonora entre o cerrado e o Caribe. A participação da cantora Julia Carvalho amplia ainda mais a experiência, costurando novas camadas melódicas e sensoriais ao espetáculo.

Idealizador do festival, Dudão Melo destaca que a proposta do Superjazz é justamente abrir espaço para encontros improváveis e novas escutas. “O festival vem mostrando que a música instrumental pode dialogar com muitas linguagens e criar experiências muito vivas para o público. Essa mistura entre big band, dub, poesia e música brasileira traduz exatamente o espírito do Superjazz”, garante.

Além dos shows, o público poderá aproveitar a tradicional feirinha de vinis, espaço gastronômico e toda a atmosfera descontraída dos jardins do CCBB Brasília, em uma experiência gratuita que mistura convivência, cultura e música ao ar livre.

SOBRE AS ATRAÇÕES

Ademir Jr. & Orquestra JK

Sob direção do maestro, saxofonista e arranjador Ademir Jr., a Orquestra JK completa 19 anos de trajetória como uma das principais formações instrumentais de Brasília. Com repertório que passeia entre ritmos brasileiros, jazz, latinidades e releituras da música clássica nacional, o grupo atua em formatos de big band e noneto, sempre valorizando arranjos sofisticados e forte presença coletiva.

Experimental Dub convida Renato Matos e Julia Carvalho

O Experimental Dub é um coletivo instrumental que atualiza a tradição do dub jamaicano através da improvisação, do jazz e da manipulação de efeitos ao vivo. No Superjazz, o grupo recebe Renato Matos — poeta, compositor e artista visual fundamental para a cultura brasiliense — e a cantora Julia Carvalho em um espetáculo multimídia que mistura música, poesia e projeções visuais numa leitura contemporânea e sensorial de Brasília.

PROGRAMAÇÃO GERAL — SUPERJAZZ FESTIVAL 2026

03/06 – véspera de feriado
17h Rádio Superjazz
18h30 Ademir Jr. & Orquestra JK
19h45 Rádio Superjazz
20h15 Experimental Dub convida Julia Carvalho e Renato Matos
21h30 Encerramento

10/06 – Especial Superjazz Goiânia
17h Rádio Superjazz
18h30 Claudia Vieira
19h45 Rádio Superjazz
20h15 The Jazz Side of the Moon
21h30 Encerramento

17/06
17h Rádio Superjazz
18h30 Choro Popular Orquestra
19h45 Rádio Superjazz
20h15 Letícia Fialho
21h30 Encerramento

01/07
17h Rádio Superjazz
18h30 Miriam Marques
19h45 Rádio Superjazz
20h15 Lambada da Serpente convida Manoel Cordeiro e Coletivo Superjazz
21h30 Encerramento

ACESSIBILIDADE  

A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.  

A van fica estacionada próximo ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB, ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.   

Horários:  

Biblioteca Nacional – CCBB: 12h, 14h, 16h, 18h e 20h  

CCBB – Biblioteca Nacional: 13h, 15h, 17h, 19h e 21h  

SOBRE O CCBB BRASÍLIA 

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. 

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. 

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana. 

Desde o final de 2022, o CCBB Brasília, se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, sendo que no ano de 2023, obtivemos a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade. 

A conquista atende à Ação 24 da Agenda 30, que tem por objetivo reforçar a gestão dos programas, iniciativas e práticas ambientais e de ecoeficiência do BB e demonstra o alinhamento do CCBB Brasília a estratégia corporativa do BB, enquanto espaço de difusão cultural que valoriza a diversidade, a acessibilidade, a inclusão e a sustentabilidade porque transformar vidas é parte da nossa cultura. 

Serviço
Superjazz Festival – 4ª edição
De 13 de maio a 1º de julho de 2026

Horários:
Sempre às quartas-feiras, das 17h às 21h

Ingressos gratuitos, mediante retirada no site www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília. Os ingressos estarão disponíveis a partir das 12h do dia anterior a cada evento (terças-feiras).

Local: Jardim do CCBB Brasília
Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul

Classificação indicativa: Livre

IBOC Opera Nova e Orquestra Filarmônica de Brasília começam os ensaios para a estreia mundial da ópera “Por Quem Os Sinos Dobram” 

Foto divulgação

Estreia Mundial de Por Quem os Sinos Dobram chega ao Teatro Nacional Cláudio Santoro, em Brasília

International Brazilian Opera Company apresenta nova ópera baseada no clássico de Ernest Hemingway

A International Brazilian Opera Company (IBOC), com a colaboração estratégica da Orquestra Filarmônica de Brasília (OFB), apresenta a estreia mundial da encenação da ópera Por Quem os Sinos Dobram, com música do compositor norte-americano Brian Wilbur Grundstrom e libreto de David M. Dorsen, baseado no consagrado romance de Ernest Hemingway.

A produção será apresentada de 20 a 28 de junho de 2026, no Teatro Nacional Cláudio Santoro, configurando-se como uma das estreias operísticas internacionais mais relevantes realizadas no Brasil nos últimos anos, e conta com apoio institucional da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (SECEC) GDF.

Ambientada durante a Guerra Civil Espanhola, Por Quem os Sinos Dobram explora temas como o amor, o sacrifício e as complexidades morais da guerra. Esta nova adaptação operística transforma a força narrativa de Hemingway em uma linguagem musical tonal e  contemporânea, em diálogo com o público atual.

A direção cênica é assinada pela coreógrafa e diretora brasileira Eliana Carneiro, reconhecida por sua abordagem visualmente marcante e fisicamente expressiva, que imprime à obra uma leitura atual e poética.

“A ópera inédita traz uma proposta contemporânea para afirmar com lirismo, poesia e ousadia que a democracia importa e nos persegue através dos tempos e das memórias”, segundo Eliana, “A adaptação da obra de Hemingway segue atual e dramática, com conflitos e esperanças que inspiram mentes idealistas e corações corajosos. Contamos, cantamos e dançamos uma história de paixão, dor, luta , sacrifício e amor. Não podemos deixar de acreditar nos seres humanos. As guerras passadas se tornam guerras futuras porque ainda não aprendemos a lição básica da convivência: de que todas as vidas importam – ninguém é uma ilha”, diz parafraseando John Donne, autor da poesia que inspirou Hemingway.

A produção também conta com dois artistas internacionais: o maestro norte-americano Jeffrey Dokken e o tenor sueco Michael Axelsson da Royal Swedish Opera. A participação de Axelsson estabelece um elo simbólico com a tradição associada à obra de Hemingway, evocando a presença da atriz sueca Ingrid Bergman na consagrada adaptação cinematográfica americana de 1943, e reforçando o caráter internacional do projeto.

Nos primeiros papéis com estreias nacionais que estão participando: Mere Oliveira, Bárbara Brasil, Rafael Ribeiro, Isabel Quintela, Gustavo Rocha e Marina Pinheiro. 

A ópera foi selecionada para desenvolvimento e apresentação pelo diretor artístico da IBOC, o compositor brasiliense João MacDowell, cuja trajetória alcançou reconhecimento internacional. MacDowell é um dos três únicos compositores brasileiros de ópera a ter recebido um recital no Metropolitan Opera, em Nova York, ao lado de Heitor Villa-Lobos e Carlos Gomes.

A produção é realizada em colaboração estratégica com a Associação dos Amigos das Artes de Brasília (AMABRA) e a Orquestra Filarmônica de Brasília, reforçando o compromisso conjunto com o fortalecimento do ecossistema cultural da cidade e a projeção de Brasília como polo de produção operística internacional.

“Trazer Por Quem os Sinos Dobram ao Brasil tem um significado profundo”, afirma MacDowell. “Esta ópera, inspirada por uma obra fundamental da literatura dos Estados Unidos, encontra sua realização na colaboração com artistas brasileiros. Essa estreia visa criar em Brasília um centro de produção e exportação de Ópera Nova. A apresentação inicia um círculo artístico poderoso, onde podemos nos firmar como criadores de cultura erudita internacional, cumprindo a missão da IBOC e afirmando a nova ópera como uma linguagem viva, relevante e atual”, complementa o compositor.

Opera Nova

Para João MacDowell, a colaboração com a Orquestra Filarmônica de Brasília e a AMABRA, como produtores locais, está inserida na visão de realizar a primeira edição do projeto Opera Nova. A IBOC já realiza esse trabalho há 12 anos em Nova York, colocando artistas brasileiros no circuito internacional. A AMABRA  é reconhecida na cidade por sua programação erudita, inovadora e acessível, em conjunto com a Orquestra Filarmônica de Brasília.”

A estreia de “Por Quem os Sinos Dobram” é resultado de uma série de ações realizadas em Brasília, incluindo concertos, palestras e masterclasses, que aproximaram o público do processo criativo e prepararam o terreno para a produção.

Apresentada pela International Brazilian Opera Company, organização sem fins lucrativos com atuação em Nova York e Brasília, a produção reafirma o compromisso da instituição com o desenvolvimento de novas óperas por meio da colaboração entre artistas brasileiros e internacionais.

Serviço

O quê: Por Quem os Sinos Dobram (Estreia Mundial – Ópera em versão cênica)
Quando: 20 a 28 de junho de 2026
Onde: Sala Martins Pena do Teatro Nacional Cláudio Santoro
Idioma: inglês com legendas em português
Ingressos à venda na plataforma Sympla

Resumo

Por Quem os Sinos Dobram, nova ópera de Brian Wilbur Grundstrom e David M. Dorsen baseada no clássico de Ernest Hemingway, estreia mundialmente em Brasília entre 19 e 28 de junho de 2026, no Teatro Nacional Cláudio Santoro. Apresentada pela International Brazilian Opera Company (IBOC), a produção tem direção de Eliana Carneiro e desenvolvimento artístico de João MacDowell. Criada a partir da colaboração entre artistas brasileiros e norte-americanos, a obra conta com a colaboração da AMABRA como produtora local, além da participação da Orquestra Filarmônica de Brasília. O projeto reforça o papel da cidade como polo de produção de nova ópera e intercâmbio artístico internacional.

Ministério da Cultura e Grupo Bali apresentam o espetáculo “Livro-me” na Mostra Teatral de Brasília

Foto divulgação

Solo com Fábio Lins celebra 20 anos de carreira e faz uma ode à leitura, com mais de 131 autores citados e múltiplas linguagens teatrais

Brasília recebe, no dia 6 de junho (sábado), às 20h, o aclamado espetáculo solo “Livro-me”, com o ator, diretor, escritor e comediante Fábio Lins. A apresentação integra a programação da Mostra Teatral de Brasília, no Teatro Brasília Shopping, e celebra duas décadas de trajetória do artista, que compartilha com o público sua grande paixão: os livros.

Com mais de 3.100 espectadores e 62 apresentações realizadas no Brasil e

em Portugal, “Livro-me” é um convite afetivo e poético ao universo da leitura. O espetáculo já passou por festivais literários, centros culturais, bibliotecas e teatros, incluindo a Festa Literária da Biblioteca Pública do Paraná, a Caixa Cultural de Curitiba, o Sesc Paraná, e uma bem-sucedida circulação internacional por Serpa, Beja e Lisboa, em Portugal.

Sinopse

Em “Livro-me”, o público acompanha a trajetória de Dalton, um jovem perdido em seus sentimentos, salvo de um linchamento por um livro. Seu salvador, Haroldo, apresenta o universo das letras ao rapaz, e sua antiga biblioteca se torna um refúgio.

Por meio das palavras lidas, Dalton revisita memórias marcantes da infância – como a morte de sua cachorra e as atitudes de seu pai – e encontra nos livros a chave para transitar entre a juventude e a maturidade, ressignificando sua própria história.

A peça mostra, de forma lúdica, a origem da escrita e o nascimento do livro, proporcionando um primeiro contato com autores brasileiros e estrangeiros de diversos períodos. Mais de 131 escritores são citados, entre eles: Jorge Amado, Jorge

Luis Borges, Carl Sagan, Cecília Meireles, Manoel de Barros, Eduardo Galeano, Marcia Tiburi, Leda Cartum, José Saramago e Millôr Fernandes.

Linguagens e diversidade teatral

O solo reúne uma diversidade de linguagens: teatro de sombras, teatro de máscaras, mímica, comédia, música e poesia slam, conduzindo os espectadores em uma jornada envolvente e poética.

“Livro-me” é, nas palavras do próprio artista,

“uma cutucada em leitores não ativos e um lembrete do grande privilégio que é saber ler”

Sobre Fábio Lins

Com 26 anos de carreira como ator e 20 como escritor, Fábio Lins já atuou em seis países e quatro festivais internacionais (Holanda, Angola, Portugal, Moçambique, Argentina e Colômbia). Foi premiado como melhor ator no Festival Nacional Curta

Teatro Sesi e como melhor roteiro de curta-metragem pelo programa Melhores em Cena (RPC). Tem dois livros publicados e, como professor e diretor de teatro, formou mais de 1.200 estudantes. Também é comediante e fundador do Espaço da Comédia e da Escola da Comédia, com projetos de inclusão e desenvolvimento pessoal.

Sobre a Mostra Teatral de Brasília

A Mostra Teatral de Brasília é produzida pela Estrella Cultura e Arte e traz uma programação diversificada no Teatro Brasília Shopping, com espetáculos adultos, infantis e juvenis. Com curadoria cuidadosa e ações de democratização cultural – incluindo ingressos gratuitos e acessíveis –, a iniciativa valoriza a arte, a formação de plateia e o impacto econômico, graças ao apoio essencial da Lei Rouanet.

Ficha técnica:

Concepção, roteiro e atuação: Fábio Lins

Trilha sonora original: Edith de Camargo

Serviço

Espetáculo: Livro-me, com Fábio Lins (www.youtube.com/watch?v=Eevj_

zWa0xc)

Local: Teatro Brasília Shopping (SCN, Q. 5, Bl. A – Térreo)

Data: 6 de junho (sábado), às 20h e às 21h30

Sessão extra: 7 de junho (domingo), às 19h

Ingressos: R$ 40 (inteira); e R$ 20 (meia), ingresso popular (20% da lotação); e R$

70 (inteira) e R$ 35 (meia), o restante

Bilheteria:

https://www.sympla.com.br/livro-me-por-fbio-lins-na-mostra-teatral-de-braslia

https://www.sympla.com.br/evento/livro-me-por-fabio-lins-na-mostra-teatral-de-brasilia-

Duração: 60 minutos

Classificação indicativa: 12 anos

Realização: Apresentado pelo Ministério da Cultura e Grupo Bali, via Lei Rouanet,

com patrocínio da Paulo Octávio Investimentos e apoio do Brasília Shopping.

Rock in Rio 2026: Pré-venda Itaú Unibanco ESGOTADA para os dias 06 e 12 de setembro, quando Calvin Harris e Maroon 5 são os headliners

O dia que a Cidade do Rock vai viver a maior festa da história, com Black Eyed Peas, Nelly, NE-YO, e o sábado que recebe Demi Lovato, J Balvin e Mumford & Sons, além de diversos outros artistas, tiveram todos os ingressos de gramado vendidos em pouco mais de uma hora

A organização do Rock in Rio anuncia que em pouco mais de uma hora foi esgotada a pré-venda de ingressos de gramado para clientes Itaú Unibanco para os dias 6 e 12 de setembro, quando Calvin Harris e Maroon 5 são os headliners do Palco Mundo, respectivamente. 

No dia 6, o espaço também recebe Black Eyed Peas, Nelly e Barão Vermelho Encontro Formação Original. O Palco Sunset recebe NE-YO, Jota Quest toca Tim Maia, BaianaSystem e Calema. O Espaço Favela tem Xamã, Rael e Budah. No New Dance Order, MEDUZA³ encerra a noite, além de apresentações de Liu, Casa Bonita - Brisotti e Viot, e Sofi Tukker. Já o Global Village conta com Mohamed Ramadan, Mãeana e Bento Gil convida Flor Gil, enquanto o Supernova traz João Gordo & Asteroides Trio em “Blitzkrieg Psycho Bop Ramones 50”, Matanza Ritual, Bayside Kings e O Escritório. 

Já no dia 12 o Palco Mundo também tem Demi Lovato, J Balvin e Pedro Sampaio. Ainda no dia 12, no Palco Sunset se apresentam Mumford & Sons, João Gomes com a Orquestra Brasileira, Gilsons convidando Daniela Mercury e Olodum, além do encontro entre Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago, enquanto o Espaço Favela tem Timbalada, Priscilla Senna e Soul de Brasileiro. No New Dance Order, Alok encerra a noite com o projeto inédito Rave The World, além de apresentações de Alok & Family – Ekanta e Swarup, Gabe, Adam Sellouk e Bhaskar. O Global Village recebe Mestrinho, Hamilton de Holanda e Badi Assad, enquanto o Supernova traz Delacruz, Milo J, Yago Oproprio e Celo Dut. 

Marcado para acontecer na Cidade do Rock, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro de 2026, o Rock in Rio já divulgou seu line-up completo, que conta com 45 artistas internacionais e mais de 15 shows únicos e exclusivos, além de experiências inéditas e emocionantes que vão além dos palcos do festival. 

Entre os confirmados no primeiro fim de semana do Rock in Rio, o dia 4 de setembro tem no Palco Mundo Foo Fighters como headliner, Rise Against, The Hives e Nova Twins. Na mesma data, o Sunset tem Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos, Hot Milk, Detonautas convidam Biquini e Di Ferrero, e o Espaço Favela tem MC Rodrigo do CN, Hitmaker e GBZ7N. No New Dance Order, Steve Angello é o headliner, além de apresentações de GIU x Carola, ATKÖ e Cat Dealers. Já o Global Village recebe Paulinho Moska, Leela e Giovanna Moraes, enquanto o Supernova traz Diogo Defante, Venere Vai Venus, Rock in Gil com Larissa Luz e Chady. 

No dia 5 de setembro, o Palco Mundo recebe Avenged Sevenfold fechando os shows do espaço, além da apresentação do Bring Me The Horizon, mgk (Machine Gun Kelly) e Sepultura. Ainda no dia 5, o Sunset recebe Bad Omens, Poppy, Black Pantera convida Nervosa, além de Malvada convida Day Limns, e o Espaço Favela tem Major RD, Canto Cego e Quantum. Já no New Dance Order, James Hype é a principal atração, com shows de Volkoder, Camila Jun x Eli Iwasa e Victor Lou. O Global Village terá Korzus, Noturnall + Russell Allen e Rhegia, enquanto o Supernova recebe Supercombo, Lvcas, MC Taya e Zero. 

6 de setembro – ESGOTADO 

Já no feriado de 7 de setembro, o Palco Mundo terá como principal atração Elton John, além de shows de Gilberto Gil, Jon Batiste e Luísa Sonza convida Roberto Menescal. Na mesma data, no Palco Sunset o público poderá assistir as apresentações de Laufey, Péricles canta Motown, Roupa Nova convidando Guilherme Arantes, e Vanessa da Mata convidando Rubel. Já o Espaço Favela tem Belo, Mart’nália e Tiee. No New Dance Order, Fatboy Slim encerra a noite, além de apresentações de Aline Rocha, Leo Janeiro & simo not simon e Max Styler. O Global Village recebe João Bosco, Joyce Moreno, Leila Pinheiro e Fernanda Takai, além de Wanda Sá, enquanto o Supernova traz Alee, Zeca Veloso, Melly e Maui. 

No segundo fim de semana do Rock in Rio, o dia 11 de setembro traz ao Palco Mundo Stray Kids como headliner, além de shows de Alok, HWASA e NEXZ. Na mesma data, a programação do Palco Sunset inclui Jamiroquai, PJ Morton, Os Garotin convidando Duquesa, e Jota.pê convidando Luedji Luna e Zaynara, a do Espaço Favela tem MC Cabelinho convida TZ da Coronel, além de Puterrier, MC Carol e Caio Luccas. No New Dance Order, o encerramento fica por conta do b2b entre Neelix e Vegas, além de apresentações de Omiki, DEPARTAMENTO e ANNA. Já o Global Village conta com Soulidified, Rio Bronx e Lambateria convida Félix Robatto, enquanto o Supernova recebe Nandatsunami, Ananda, Isa Buzzi e Muse Maya. 

12 de setembro – ESGOTADO 

Por fim, no dia 13 de setembro, o Palco Mundo tem Twenty One Pilots como headliner, além de Halsey, Lola Young e Ivete Sangalo. O Palco Sunset tem Zara Larsson como principal atração, Marina Sena convida Céu, Joelma convida Viviane Batidão e Carol Biazin convida Joyce Alane. O Espaço Favela recebe DENNIS, Suel e Marvvila. No New Dance Order, John Summit comanda o último show da Cidade do Rock, além de apresentações de Roddy Lima, Illusionize e Dawn Patrol - Maz, Antdot, Riascode e Bakka. Já o Global Village recebe Haley Smalls, Lucy Alves e Kinnie, enquanto o Supernova traz Lourena, Sant, Bruna Black e AR Baby. 

Cenografia dos palcos chama atenção na edição de 2026 do festival

Além dos artistas, o festival chega com novidades marcantes: o Palco Mundo ganha uma cenografia totalmente inédita e, pela primeira vez, toda sua estrutura frontal será revestida por 2.400 m² de painéis de LED de altíssima definição, transformando o espaço em um único e imenso painel visual. A maior pista de dança da Cidade do Rock, o New Dance Order também retorna em 2026 com uma cenografia totalmente nova, com 56,50 metros de largura e 22,5 metros de altura, reforçando sua presença monumental no festival. O palco amplia ainda mais a experiência do público, enquanto os 502m² de painéis de LED são um dos grandes destaques do projeto visual, criando uma atmosfera imersiva que integra música, luz e movimento. 

Destaques que ultrapassam as fronteiras dos palcos do Rock in Rio 2026

Outra novidade é a Gourmet Square, que contará com uma curadoria assinada pelo chef Pedro Siqueira, reconhecido entre os 100 melhores pizzaiolos do mundo pelo The Best Pizza Awards 2025, que também levará a gastronomia do Sìsì em um dos restaurantes do espaço. Outro destaque é o retorno do espetáculo aéreo The Flight, um dos momentos mais pedidos pelo público e que volta após apresentações históricas no festival – prometendo ainda mais emoção com manobras acrobáticas sincronizadas, trilha sonora especial e 756 disparos de fogos diurnos. Neste ano, a Babilônia Feira Hype retorna ao Rock in Rio para celebrar 30 anos de história desde sua primeira edição. Nesta edição, o espaço ganha uma nova localização, próximo ao palco New Dance Order, em uma estrutura projetada pelo arquiteto João Uchôa. Ao todo, serão 20 tendas que, durante os sete dias de festival, receberão 60 expositores, com curadoria de marcas realizada pelo Instituto Brasileiro de Cultura, Moda e Design (Inbracultmode). Além das tendas, o público também poderá aproveitar uma programação com DJs convidados e uma instalação de arte urbana, ampliando a experiência do espaço e fazendo da Feira parte do percurso criativo do festival. 

O Rock in Rio, em parceria com a LightWire, anunciou um espetáculo grandioso que emocionou o mundo e que agora ocupa uma arena na Cidade do Rock para envolver toda a plateia: o ECCO. A atração é mais um dos projetos da Fábrica de Sonhos do Rock in Rio – a engrenagem criativa que, desde a primeira edição, se reinventa para surpreender o público com experiências que vão muito além da música e transformam ideias em momentos inesquecíveis para milhões de pessoas. A LightWire fará sua estreia no festival e vai transformar a apresentação em uma experiência sensorial inédita para o público. O projeto nasce como uma jornada imersiva em 360°, em que luz, som, tecnologia, corpo, aromas e natureza se fundem para criar uma narrativa profunda e envolvente. Na Cidade do Rock, o espetáculo chega inspirado na ideia de que a floresta é a verdadeira origem do som, propondo uma reflexão sobre as vibrações primordiais do planeta – vento, água, raízes e fogo – e sobre a forma como o ser humano transforma essas vibrações em música, arte e emoção. Combinando bailarinos, coreografias precisas, trilha sonora original com tecnologia surround, projeções mapeadas, holografia, áudio imersivo e figurinos tecnológicos em LED e fibra ótica – que se destacam pelo uso do PixelWear, com mais de 1.500 pixels de LED controlados individualmente, e do NewDress, que utiliza 1.000 metros de fibra óptica iluminados por LED –, cada uma das cinco apresentações diárias no festival terá 20 minutos de duração e uma capacidade para 1.000 pessoas dentro do espaço. 

Sobre o Rock in Rio 

1985 marca a primeira edição do evento idealizado por Roberto Medina e que hoje, 41 anos depois, é considerado o maior festival de música e entretenimento do mundo – o Rock in Rio. A história do evento se entrelaça com a do entretenimento no Brasil, sendo responsável por colocar o país na rota dos eventos internacionais, já que pela primeira vez, um país da América do Sul sediou um evento musical dessa magnitude. Em uma área de 250 mil m2, em Jacarepaguá, durante dez dias, 1 milhão e 380 mil pessoas foram iluminadas pela primeira vez e começaram a fazer parte do grande espetáculo. No palco – o maior do mundo na época, com 80m de boca de cena – 15 atrações nacionais e 16 internacionais. Originalmente organizado no Rio de Janeiro, o festival ganhou o mundo chegando a Lisboa (Portugal), onde é realizado até hoje, passando por Madrid (Espanha) e Las Vegas (USA). 

Desde a primeira edição, já gerou mais de 297,6 mil empregos diretos e indiretos e, apenas na última, em 2024, um impacto econômico de R$ 2.9 bilhões na cidade do Rio de Janeiro. Em 2022, o Rock in Rio foi considerado patrimônio cultural imaterial do estado do Rio de Janeiro. Pelas Cidades do Rock, desde 1985, já passaram mais de 12.3 milhões de visitantes, que assistiram a mais de 4.667 artistas em 141 dias de magia. Dentre os números gigantes do festival, mais de 146 milhões de pessoas alcançadas pelas comunicações nas redes sociais na edição que celebrou os 40 anos do Rock in Rio. 

Gerando impactos positivos nos países onde é realizado e consciente do poder disseminador da marca, o Rock in Rio pauta-se por ser um evento com o propósito de construir um mundo melhor para pessoas mais felizes, confiantes e empáticas num planeta mais saudável. Adotando e incentivando práticas que apoiam o coletivo, se une a empresas que possuem este mesmo olhar e diretriz. O festival investiu, junto com seus parceiros, mais de R$ 118 milhões em diferentes projetos, passando por temas como sustentabilidade, educação, música, florestas, entre outros. Apenas na Amazônia, mais de 4 milhões de árvores foram plantadas. A marca foi pioneira em ter a certificação ISO 20121 – Eventos Sustentáveis, é neutra em carbono desde 2006 e, em 2022, começou a trabalhar ambiciosas metas para 2030, alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). 

Das 24 edições, dez ocorreram no Brasil (1985, 1991, 2001, 2011, 2013, 2015, 2017, 2019, 2022 e 2024), dez em Portugal (2004, 2006, 2008, 2010, 2012, 2014, 2016, 2018, 2022 e 2024), três na Espanha (2008, 2010 e 2012) e uma nos Estados Unidos (2015).

Em clima junino, Café Som Viola realiza nova edição no Museu Vivo da Memória Candanga

Foto divulgação

Em celebração às festas juninas, o projeto Café Som Viola retorna no sábado, 13 de junho, para mais uma edição especial. O encontro será realizado a partir das 9h, no Museu Vivo da Memória Candanga, localizado no Núcleo Bandeirante (DF).

Nesta quarta edição de 2026, o público poderá prestigiar apresentações da dupla Macedo & Mariano e do violeiro Idelbrando Calazancio. Com entrada gratuita e classificação livre, o evento convida a comunidade para uma manhã dedicada à cultura, à memória e às tradições populares.

A programação inclui café da manhã colaborativo, apresentações musicais, roda de prosa e palco aberto para artistas e apreciadores de diferentes formas de expressão cultural.

Com o propósito de levar arte às comunidades por meio da música, o Café Som Viola nasce do desejo de dar voz e visibilidade a talentos locais, valorizando a viola caipira como uma expressão viva da cultura brasileira. O projeto também amplia seu alcance ao acolher manifestações como dança, artesanato, poesia, literatura e pintura, promovendo um ambiente diverso, acolhedor e repleto de significados.

A proposta é consolidar o Café Som Viola como mais do que um evento: um ponto de encontro permanente e uma tradição construída coletivamente, onde a cultura circula de forma gratuita e acessível, despertando pertencimento, memória e inspiração em pessoas de todas as idades.

Artistas convidados

A dupla Macedo & Mariano é reconhecida por sua autenticidade e por preservar as tradições da música sertaneja raiz. Formada em 2005, construiu ao longo dos anos uma identidade própria, levando seu trabalho a diversos estados brasileiros, como Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso, Minas Gerais, São Paulo e Espírito Santo.

Com mais de 20 anos de carreira, o violeiro IdelbrandoCalazancio possui uma trajetória marcada pela valorização da música de raiz, unindo a tradição mineira à vivência no Distrito Federal. Cantor, compositor e instrumentista, é um dos grandes defensores da viola caipira, com mais de 100 obras registradas na Biblioteca Nacional. Suas composições já foram interpretadas por diversos artistas do gênero, e seu trabalho foi reconhecido com Moções de Louvor pela Câmara Legislativa do Distrito Federal, em razão de sua relevante contribuição à música brasileira.

Um encontro de memória, afeto e tradição

O Café Som Viola é uma iniciativa do produtor cultural e presidente emérito do Clube do Violeiro Caipira, VolmiBatista. O projeto surgiu da necessidade de fortalecer os laços entre as comunidades do chamado Núcleo Pioneiro, que engloba Candangolândia, Núcleo Bandeirante e Park Way.

Realizado em formato de café da manhã colaborativo, o evento convida o público a participar ativamente, compartilhando iguarias, artesanato, prosa e música em um espaço simbólico para a história e a cultura do Distrito Federal: o Museu Vivo da Memória Candanga.

Ao longo do ano, estão previstas oito edições no mesmo local, contemplando datas comemorativas como o aniversário de Brasília, o Dia das Mães, os festejos juninos, o Dia Nacional da Música e da Viola Caipira, além dos aniversários da Candangolândia e do Núcleo Bandeirante.

Serviço

Café Som Viola
Data: Sábado, 13 de junho
Horário: A partir das 9h
Local: Museu Vivo da Memória Candanga – Núcleo Bandeirante (DF)
Entrada gratuita | Classificação livre

Informações

Transmissão ao vivo: YouTube – Clube do Violeiro Caipira
Redes sociais:

•​Facebook: facebook.com/clubedovioleirocaipira

•Instagram: @clubedovioleirocaipira

Grande São João do Guará chega à 10ª edição com programação ampliada e homenagem à cultura brasileira

Foto Elimar Caranguejo

Maior festa junina do Guará será realizada entre 12 e 14 de junho, com atrações musicais, quadrilhas e espaços temáticos, reforçando a tradição cultural já consagrada no calendário do Distrito Federal

O Grande São João do Guará, reconhecido como o festejo junino mais tradicional da cidade, chega à 10ª edição em 2026 com uma programação voltada à valorização da cultura popular brasileira e das tradições nordestinas. O evento será realizado entre os dias 12 e 14 de junho, em frente ao Edifício Consei, e contará com atrações musicais, quadrilhas juninas, espaço infantil e parque de diversões, além de um telão temático para acompanhar a estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo.

A edição deste ano irá revisitar temas marcantes apresentados ao longo da trajetória da festa, como o cangaço, os bois do Brasil, o cordel encantado e as homenagens a Luiz Gonzaga e às mulheres nordestinas, sucessos do evento em edições anteriores. Em 2026, o Grande São João do Guará também prestará homenagem ao mestre Espedito Seleiro, referência nacional na arte do couro e símbolo da cultura popular nordestina.

Com estrutura voltada ao público de todas as idades, a programação contará com apresentações dos cantores Thiago Nascimento, Tay Gomes e Roniel e Rafael, além das quadrilhas juninas Si Bobiá a Gente Pimba e Paixão Cangaço. O evento ainda terá um Espaço Kids com shows diários para crianças, parque de diversões e ambientação temática inspirada nas grandes festas juninas do Nordeste.

A organização é da Confraria Diversão e Arte e do projeto Kombinando Cultura e Ideias, com apoio da Administração Regional do Guará e do Sindicato dos Bancários de Brasília. Idealizador e organizador do evento, Miguel Edgar destacou o compromisso da festa com a preservação das tradições culturais brasileiras: “Como nos anos anteriores, iremos priorizar a cultura popular e os festejos juninos nordestinos, que são a nossa maior inspiração”.

Calendário oficial do DF

Ao longo de dez edições, o Grande São João do Guará consolidou-se entre os principais eventos juninos do Distrito Federal, reunindo mais de 30 mil pessoas em cada realização e promovendo manifestações artísticas ligadas à música, à dança, à gastronomia e às tradições populares brasileiras. O reconhecimento obtido ao longo do tempo resultou na inclusão oficial do evento no calendário do DF, aprovada por unanimidade na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), destacando a sua relevância cultural e social para a capital do país.

SERVIÇO: 10ª edição do Grande São João do Guará
Data: 12, 13 e 14 de junho de 2026
Horário: a partir das 17h; exceto no sábado, com abertura dos portões às 16h
Local: Guará II (em frente ao Edifício Consei)
Atrações confirmadas: Thiago Nascimento, Tay Gomes, Roniel e Rafael, Quadrilha Si Bobiá a Gente Pimba e Quadrilha Paixão Cangaço
Ingressos: vendas em breve pelo Sympla e na bilheteria do evento

400 anos das Missões Jesuíticas Guaranis inspiram 33ª Expotchê

Foto divulgação

De 4 a 14 de junho, tradicional evento da cultura gaúcha, realizado em Brasília

Reúne música, dança, mostra de cinema, gastronomia e experiências culturais inspiradas no legado missioneiro do Sul do Brasil

A Expotchê chega à 33ª edição inspirada nos 400 anos das Missões Jesuíticas Guaranis, marco histórico, cultural e arquitetônico do Sul da América Latina. De 4 a 14 de junho, o Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade abrigará um grande encontro da cultura gaúcha, reunindo música, dança, gastronomia, tradição, uma inédita mostra de filmes e até futebol em uma programação pensada para toda a família. Entre os destaques estão os shows da banda Nenhum de Nós, referência do rock gaúcho; do cantor Vitor Kley, um dos nomes mais populares da nova geração da música brasileira, e da Família Ortaça, importante representante da cultura missioneira gaúcha. Realizada pela Rome Eventos, a Expotchê evidencia a força e a diversidade da cultura do Sul do país, aproximando gerações em torno de um legado que também criou raízes no Distrito Federal. Os ingressos podem ser adquiridos pelo site ou diretamente na bilheteria local.

Brasília tem um carinho genuíno com as tradições gaúchas, e a Expotchê se orgulha de fazer parte dessa aproximação há 33 anos. Ao longo desse período, o público passou a conhecer mais de perto os costumes, os sabores, a música e a identidade do povo sulista por meio das experiências proporcionadas pelo evento. Em um país com dimensões continentais como o Brasil, incentivar esse intercâmbio faz todo sentido para nós. A Expotchê vai muito além de uma exposição, pois desperta identificação, memória e admiração pela cultura gaúcha, inclusive em pessoas que nunca estiveram no Rio Grande do Sul”, afirma Rômulo Mendonça, diretor-geral da Rome Eventos.

Uma das mais arrojadas dos últimos anos, a ambientação promete causar impacto. O estande da Secretaria de Turismo do Rio Grande do Sul (Setur – RS) reproduzirá as ruínas da Igreja de São Miguel Arcanjo, localizada em São Miguel das Missões, no Rio Grande do Sul, emblemático sítio arqueológico do período missioneiro, reconhecido como Patrimônio Mundial da Unesco. 

A proposta é transportar o visitante para uma experiência imersiva, conectando passado e presente e contando um pouco dessa rica história através de ações especiais sobre o tema”, revela Leda Simone, diretora-executiva da Rome Eventos. 

Dança, música, arte circense, cinema e futebol!

Para receber parte da programação artística, a 33ª Expotchê contará com três palcos (Principal, Tchê Bier e Churras Tchê) e uma sala de projeção audiovisual. Ao longo do evento, serão 54 apresentações, a maioria delas voltada a diferentes expressões da cultura gaúcha e regional. Além dos shows da Família Ortaça, Nenhum de Nós e Vitor Kley, a parte musical conta com nomes como Cristiano Quevedo (RS)Bernardo Fortes (RS)Maskavo (DF)Le Farfalle (RS)Coração Gaúcho (RS)Couro e Cordas (DF), Cancioneiros do Planalto (DF) e Peão Farrapo (DF).

As danças tradicionais ganham espaço com apresentações de grupos como Ana Terra, de São Francisco de Paula (RS) e dos Centros de Tradição Gaúcha (CTG’s) Estância Gaúcha do Planalto (DF) e Sinuelo da Saudade (DF), reforçando a presença e a continuidade da cultura gaúcha muito além das fronteiras do Rio Grande do Sul. Para todos e, especialmente, para as crianças, o grupo circense Burzum (RS), da cidade missioneira de Santo Ângelomarca presença com várias apresentações voltadas ao público infantil ao longo do evento.

Em sintonia com a temática dos 400 anos das Missões Jesuíticas Guaranis, a 33ª Expotchê, em parceria com a Secretária de Cultura do Rio Grande do Sul, também contará com uma mostra audiovisual. Diariamente, em uma sala com capacidade para 20 pessoas, serão exibidas produções que dialogam com a formação histórica e cultural da região missioneira, ampliando a experiência do evento. As obras selecionadas são: Trinta Povos (Brasil, 2020, 80min), dirigido por Zeca BritoCantata Sete Povos – Episódios 1 e 2 (Brasil, 2022, 40min), com direção de Omar L. de Barros Filho, e Pará Yxapy (Brasil, 2021, 28min), dirigido por Luiz Alberto CassolRicardo Almeida e Richard Serraria. A iniciativa reforça o compromisso da Expotchê em promover reflexão, valorização da memória e reconhecimento das múltiplas identidades que compõem a herança cultural do Sul do país.

Essa edição da Expotchê representa mais uma oportunidade de amplificarmos, nacionalmente, a divulgação dos 400 Anos das Missões Jesuíticas Guaranis. Visitantes de todo o país terão contato com a cultura missioneira, fortalecendo ainda mais o interesse turístico pela região”, reforça o Secretaria de Cultura – RS, André Kryszczun. “O governo do Estado investiu cerca de R$ 80 milhões nas celebrações dos 400 anos, pois acredita que o legado Jesuíta e Guarani é fundamental para a economia, o turismo e a perpetuação da cultura e da história do Rio Grande do Sul e do Brasil”, explica, ao comentar as ações comemorativas que vêm mobilizando diferentes cidades gaúchas e expandindo a visibilidade das Missões Brasil afora.

O evento também será ponto de encontro para os apaixonados por futebol. Na estreia da Seleção Brasileira na Copa do Mundo, o público poderá acompanhar a transmissão de Brasil x Marrocos em clima de torcida coletiva, com exibição simultânea em mega telões de LED instalados nos palcos Principal e Tchê Bier. 

Caminhos do Sul

Se por um lado a Expotchê traz o melhor do Rio Grande Sul a Brasília, por outro desperta no público o desejo de vivenciar o estado diretamente nos territórios que mantêm vivas suas tradições, paisagens e modos de vida. No estande da Setur – RS serão apresentados diversos destinos do estado, incluindo os caminhos das Missões, os tradicionais roteiros de inverno e experiências ligadas ao enoturismo da Serra Gaúcha.

No estande, os visitantes também poderão participar de rodas de chimarrão, vivenciando uma das tradições mais simbólicas da cultura gaúcha e o espírito de acolhimento tão característico da região.

Neste ano, com a inspiração dos 400 anos das Missões Jesuítica, vamos apresentar na Expotchê um Rio Grande do Sul diverso, acolhedor e repleto de experiências que conectam história, tradição, gastronomia, música, cultura e natureza. O Rio Grande do Sul vive um momento importante de crescimento do turismo, com resultados acima da média nacional, fortalecimento da promoção turística e ampliação da presença do Estado em eventos estratégicos dentro e fora do Brasil”, destaca o secretário de Turismo do Rio Grande do Sul, Raphael Ayub.

Do Fogo de Chão aos Sabores Coloniais

O evento confirma a manutenção do Espaço e Palco Churras Tchê, lançado em 2025 e mais que aprovado pelos visitantes. A atração reunirá mestres churrasqueiros e estabelecimentos especializados nesse patrimônio da culinária brasileira, que encontra no Rio Grande do Sul o seu maior expoente. O ambiente propõe uma celebração da convivência, da música regional e da tradição campeira, reunindo estações de preparo ao vivo, grandes estruturas de parrilha e fogo de chão, apresentações culturais e área de convivência com mesas e cadeiras para acomodar centenas de pessoas. 

Mas se a ideia é levar para casa o que há de melhor dos sabores do Sul, a agroindústria familiar gaúcha traz para Brasília produtos coloniais, orgânicos e itens derivados de origem animal, vegetal e artesanal. Entre os sabores típicos estão salames, copas defumadas, torresmo, embutidos, queijos, massas, pães, cucas, antepastos, chimias, geleias, mel, própolis e doce de leite. A carta de bebidas reúne vinhos, espumantes, sucos, hidromel, cachaças, grappa, licores, limoncello e erva-mate. A exposição também apresenta peças e utilidades ligadas à tradição gaúcha, como facas artesanais, cuias, bainhas, tábuas, colheres, petisqueiras, artesanato em madeira, além de chinelos, pantufas e peças em lã.

Por meio da articulação da Secretaria de Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul (SDR-RS), Emater-RS e Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (FETAG-RS), marcarão presença produtores e agroindústrias familiares. Entre os municípios representados estão Frederico Westphalen, Garibaldi, Venâncio Aires, Santa Tereza, Veranópolis, Canela, Ivoti, São Lourenço do Sul, Vista Gaúcha, Paraí, Nova Pádua, Bagé, Soledade, Passo do Sobrado, Colorado, Agudo, Bento Gonçalves, Farroupilha, Estrela, Teutônia, Harmonia, Ilópolis, Dois Lajeados, Nova Bassano e Três de Maio. 

A presença na Expotchê demonstra a capacidade da agricultura familiar gaúcha de preservar sua identidade, reafirmando sua excelência. A inovação desses produtos está na tradição que carregam, materializada em receitas e modos de fazer transmitidos entre gerações e que dialogam com a história gaúcha. Além da qualificação profissional e produtos de elevado padrão, nossa agroindústria possui forte valor agregado e capacidade de competir em diferentes mercados sem perder sua essência cultural”, destaca o secretário Gustavo Paim, da SDR – RS.

O Sabor das Tradições do Sul

Áreas temáticas levam os visitantes a uma viagem pelos sabores e história gaúchos. OTchê Bier promove encontros regados a chopes especiais, como o da monumental carreta da Heineken. Já na Praça do Vinho, a Vinícola Monte Reale, de Flores da Cunha, oferece os melhores vinhos da Serra Gaúcha. Na Praça do Pão, conduzida por colonos de Presidente Lucena e a Praça do Chocolate, com indústrias de Gramado, despertam memórias afetivas com cucas, pães coloniais, doces, chocolates artesanais, fondues e receitas típicas que remetem às festas das colônias do Sul do Brasil. 

Próximos aos palcos Principal e Tchê Bier, o menu se completa com opções de crepes, espetinhos, hambúrgueres, arroz carreteiro, galinhada entre outras delícias. 

Em mais de uma centena de estandes, o público ainda encontrará variedade de moda — incluindo as famosas jaquetas de couro e peças em lã —, artesanato e acessórios típicos, desde peças tradicionalistas até artigos contemporâneos. 

Sustentabilidade e responsabilidade social

A Expotchê reafirma, a cada edição, seu compromisso com práticas sustentáveis, inclusão social e fortalecimento da economia criativa. Alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, o evento adota ações voltadas à responsabilidade ambiental, social e econômica, buscando gerar impacto positivo e legado para além dos dias de realização.

Entre as iniciativas estão campanhas educativas para público e expositores, incentivo ao uso de iluminação LED para redução do consumo de energia e gestão seletiva de resíduos, com metas voltadas à diminuição do descarte. A dimensão social também ocupa lugar de destaque, com inclusão produtiva de jovens, pessoas com deficiência e público LGBTQIA+, além da valorização de micro e pequenos empreendedores locais.

Outro destaque é o Espaço Rome Cidadania, que oferece gratuitamente visibilidade e oportunidades de negócios a projetos sociais e iniciativas do Distrito Federal voltadas ao impacto positivo. 

Sobre a Expotchê

Ao longo de mais de três décadas, a Expotchê se consolidou como um espaço de promoção de lazer e cultura não apenas para a população do Distrito Federal e Entorno, mas para turistas de outros estados e público estrangeiro, principalmente o da comunidade diplomática residente na capital do país.  

Criada em 1992, o evento é o mais antigo do Calendário Oficial de Eventos do Distrito Federal, conforme publicação no Diário Oficial do DF, Lei nº 3.622, de 18 de julho de 2005. 

Realizada pela Rome Eventos, a 33ª edição conta com o apoio das Secretarias do Turismo, da Cultura e do Desenvolvimento Rural (SDR) do Governo do Rio Grande do Sul, da Emater e Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul; da Secretaria de Esporte do Governo do Distrito Federal. 

A Expotchê é viabilizada a partir da venda de estandes e de ingressos.

 

PROGRAMAÇÃO CULTURAL DA  33ª EXPOTCHÊ

04/06 – Quinta-feira
13h – Trinta Povos (Brasil, 2020, 80min), dirigido por Zeca Brito (mostra de cinema)
13h30 – Grupo Burzum (performance circense)
14h30 – Le Farfalle (música)
15h30 – Grupo de Dança Ana Terra
16h30 – Grupo Burzum (performance circense)
17h – Pará Yxapy (Brasil, 2021, 28min), dirigido por Luiz Alberto Cassol, Ricardo Almeida e Richard Serraria (mostra de cinema)
18h30 – Grupo Coração Gaúcho (dança)
20h30 – Família Ortaça (música)

05/06 – Sexta-feira
16h30 – Grupo Burzum (performance circense)
17h30 – Grupo Ana Terra (dança)
18h30 – Grupo Coração Gaúcho (dança)
18h30 – Cantata Sete Povos – Episódios 1 e 2 (Brasil, 2022, 40min), com direção de Omar L. de Barros Filho (mostra de cinema)
19h30 – Le Farfalle (música)
20h30 – Cristiano Quevedo (música)

06/06 – Sábado
12h30 – Grupo Ana Terra (dança)
13h – Trinta Povos (Brasil, 2020, 80min), dirigido por Zeca Brito (mostra de cinema)
13h30 – Grupo Sinuelo da Saudade (dança)
14h30 – Grupo Circense Burzum (performance circense)
16h – Grupo Coração Gaúcho (dança)
17h – Grupo Ana Terra (dança)
17h – Pará Yxapy (Brasil, 2021, 28min), dirigido por Luiz Alberto Cassol, Ricardo Almeida e Richard Serraria (mostra de cinema)
18h30 – Grupo Circense Burzum (performance circense)
20h30 – Le Farfalle (música)

07/06 – Domingo
12h30 – Grupo Ana Terra (dança)
13h – Trinta Povos (Brasil, 2020, 80min), dirigido por Zeca Brito (mostra de cinema)
13h30 – Grupo Coração Gaúcho (dança)
14h30 – Grupo Burzum (performance circense)
17h – Cancioneiros do Planalto (música)
17h – Cantata Sete Povos – Episódios 1 e 2 (Brasil, 2022, 40min), com direção de Omar L. de Barros Filho (mostra de cinema)
18h30 – Le Farfalle (música)
20h30 – A confirmar

08/06 – Segunda-feira
16h30 – Grupo Burzum (performance circense)
18h30 – Le Farfalle (música)
18h30 – Pará Yxapy (Brasil, 2021, 28min), dirigido por Luiz Alberto Cassol, Ricardo Almeida e Richard Serraria (mostra de cinema)
20h30 – Grupo Ana Terra (dança)

09/06 – Terça-feira
16h30 – Grupo Burzum (performance circense)
18h30 – Le Farfalle (música)
18h30 – Cantata Sete Povos – Episódios 1 e 2 (Brasil, 2022, 40min), com direção de Omar L. de Barros Filho (mostra de cinema)
20h30 – Bernardo Fortes (música)

10/06 – Quarta-feira
16h30 – Grupo Burzum (arte circense)
18h00 – Le Farfalle (música)
18h30 – Trinta Povos (Brasil, 2020, 80min), dirigido por Zeca Brito (mostra de cinema)
19h30 – Grupo Ana Terra (dança)
20h30 – Nenhum de Nós (música)

11/06 – Quinta-feira
16h30 – Grupo Burzum (performance circense)
17h30 – Grupo Ana Terra (dança)
18h30 – Grupo Coração Gaúcho (dança)
18h30 – Pará Yxapy (Brasil, 2021, 28min), dirigido por Luiz Alberto Cassol, Ricardo Almeida e Richard Serraria (mostra de cinema)
19h30 – Le Farfalle (música)
20h30 – Maskavo (música)

12/06 – Sexta-feira
16h30 – Grupo Burzum (performance circense)
17h30 – Grupo Ana Terra (dança)
18h30 – Grupo Burzum (performance circense)
18h30 – Cantata Sete Povos – Episódios 1 e 2 (Brasil, 2022, 40min), com direção de Omar L. de Barros Filho (mostra de cinema)
19h30 – Couro e Cordas (música)
20h30 – Vitor Kley (música)

13/06 – Sábado
12h30 – Grupo Ana Terra (dança)
13h – Trinta Povos (Brasil, 2020, 80min), dirigido por Zeca Brito (mostra de cinema)
13h30 – Grupo de Dança CTG Estância do Planalto (dança)
14h30 – Grupo Coração Gaúcho (dança)
16h – Grupo Burzum (performance circense)
17h – Pará Yxapy (Brasil, 2021, 28min), dirigido por Luiz Alberto Cassol, Ricardo Almeida e Richard Serraria (mostra de cinema)
17h30 – Grupo Ana Terra (dança)
18h30 – Grupo Coração Gaúcho (dança)
19h – Transmissão do jogo Brasil x Marrocos – palcos Tchê Bier e Principal
21h – Peão Farrapo (música)

14/06 – Domingo
12h30 – Grupo Ana Terra (dança)
13h – Pará Yxapy (Brasil, 2021, 28min), dirigido por Luiz Alberto Cassol, Ricardo Almeida e Richard Serraria (mostra de cinema)
13h30 – CTG Estância Gaúcha do Planalto (dança)
14h30 – Grupo Burzum (performance circense)
16h00 – Grupo Coração Gaúcho (dança)
17h – Cantata Sete Povos – Episódios 1 e 2 (Brasil, 2022, 40min), com direção de Omar L. de Barros Filho (mostra de cinema)
18h30 – Grupo Ana Terra (dança)
20h30 – Grupo Coração Gaúcho (dança)

A sala de projeção audiovisual comporta 20 pessoas por sessão (entrada livre por ordem de chegada)

SERVIÇO

33ª Expotchê

Data: 04 a 14 de junho

Local: Pavilhão de Exposições do Parque da Cidade

Horário: 

De segunda a sexta: das 16h às 23h (entrada gratuita das 16 às 17h)

Sábados, domingos e feriado (Corpus Christi): das 11h às 23h

Ingresso: R$30,00 (inteira), R$15,00 (meia) nos casos garantidos por lei. 

Indicação: livre

Ingresso pode ser adquirido na bilheteria do evento ou pelo site https://www.ticketandgo.com.br/evento/33a-expotche 

“100 Noites de Desejo”, filme com Emma Corrin, Nicholas Galitzine e Maika Monroe, estreia nesta quinta nos cinemas

Foto divulgação

Produção é inspirada no livro As 100 Noites de Hero, de Isabel Greenberg

A Paris Filmes lança nesta quinta-feira, dia 4 de junho, nos cinemas o filme“100 Noites de Desejo” (100 Nights of Hero), estrelado por Emma Corrin, Nicholas Galitzine e Maika Monroe. A produção é inspirada no livro As 100 Noites de Hero, de Isabel Greenberg. Baixe o cartaz aqui, imagens aqui e assista ao trailer neste link.

Quando um hóspede encantador chega a um castelo isolado, a delicada dinâmica entre um marido negligente, sua inocente noiva Cherry e a dedicada criada Hero vira um caos. O longa conta ainda com Amir El-Masry, Charli XCX, Richard E. Grant e Felicity Jones no elenco. A direção é de Julia Jackman, que também assina o roteiro.

SOBRE A PARIS FILMES

A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H”, “Manas”, “Pedágio”, “Ritas” , “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, “A Empregada”, a franquia “Truque de Mestre” e “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia.

Entre os próximos lançamentos estão “Feito Pipa”, “Geni e o Zepelim”, “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, “Minha Melhor Amiga”, “Minha Vida com Shurastey” e “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita”.

Acompanhe as novidades sobre esse e outros lançamentos por meio das redes sociais:

www.facebook.com/ParisFilmesBR

www.instagram.com/ParisFilmes

www.twitter.com/ParisFilmes

www.youtube.com/ParisFilmes

Na Praia Festival celebra 10ª edição com tem especial “Brasil” e line-up histórico 

Foto divulgação

O evento reunirá nomes como Thiaguinho, Wesley Safadão, Caetano Veloso, Marisa Monte, Nattan, entre outros grandes artistas da música nacional

Idealizado e desenvolvido pelo Grupo R2, o Na Praia Festival celebra sua 10ª edição em 2026. Com o conceito “Brasil”, o evento — que acontece em Brasília entre 13 de junho a 19 de setembro — reunirá uma programação diversa, com shows que percorrem diferentes gêneros musicais, como pagode, samba, sertanejo, funk, MPB, entre outros. 

Entre as novidades desta edição, destaca-se a transformação da arena principal de shows que deixa de contar com o tradicional piso de areia. Em sintonia com o clima de celebração que deve tomar conta do país durante a Copa do Mundo, o festival também irá transmitir os jogos da seleção brasileira, permitindo que o público acompanhe as partidas enquanto aproveita apresentações de alguns dos maiores nomes da música nacional. 

Além de se consolidar como um dos maiores festivais de música do país, o evento também se destaca como um verdadeiro polo gastronômico, reunindo mais de 20 operações de restaurantes comandados por alguns dos chefs mais renomados de Brasília.  

Os ingressos já estão disponíveis para compra exclusivamente no site oficial do festival ou através do aplicativo: https://r2.com.vc/napraiafestival/  

Confira o line-up completo: 

Junho 

  • 13 de junho, sábado, às 18h: Thiaguinho e Léo Foguete 
  • 14 de junho, domingo, às 18h: Banda Eva 
  • 19 de junho, sexta-feira, às 18h: Rogerinho e Fica Comigo 
  • 24 de junho, quarta-feira, às 18h: Surra de Modão 
  • 26 de junho, sexta-feira, às 18h: Emicida convida Mano Brown e Duquesa 
  • 27 de junho, sábado, às 18h: Saulo Fernandes e Péricles 

Julho 

  • 03 de julho, sexta-feira, às 18h: João Gomes, Dorgival Dantas e Falamansa 
  • 05 de julho, domingo, às 18h: Felipe Amorim e Clayton & Romário 
  • 10 de julho, sexta-feira, às 18h: Caetano Veloso e Jorge Vercilo 
  • 11de julho, sábado, às 18h: Wesley Safadão, Natanzinho e Rey Vaqueiro 
  • 12 de julho, domingo, às 18h: Diego e Victor Hugo 
  • 18 de julho, sábado, às 18h: Maria Rita, Martinho da Vila e Martinália 
  • 19 de julho, domingo, às 18h: Belo e Pixote 
  • 24 de julho, sexta-feira, às 18h: Zé Vaqueiro, Henry Freitas e Syon Trio 
  • 25 de julho, sábado, às 18h: Panda e Ícaro & Gilmar 
  • 31 de julho, sexta-feira, às 18h: Baco Exu do Blues, Veigh, Djonga, WIU e Teto 

Agosto 

– 01 de agosto, sábado, às 18h: Nattan, Matheus & Kauan e Bia Frazzo 

– 07 de agosto, sexta-feira, às 18h: Titãs e Os Paralamas do Sucesso 

– 08 de agosto, sábado, às 18h: Simone Mendes, Filho do Piseiro e Eric Land 

– 14 de agosto, sexta-feira, às 18h: Gabe & Roddy Lima, Catdealers, Departamento, Victor Lou e Blazy 

– 15 de agosto, sábado, às 18h: Bell Marques, Léo Santana e MatheusFernandes 

– 21 de agosto, sexta-feira, às 18h: Pablo, Zezo e Patrick Costa 

– 22 de agosto, sábado, às 18h: Marisa Monte e Silva 

– 23 de agosto, domingo, às 18h: Xand Avião 

– 28 de agosto, sexta-feira, às 18h: Mc Livinho, Kayblack e Mc Hariel 

– 29 de agosto, sexta-feira, às 18h: Pedro Sampaio, Luísa Sonza e Carol Biazin 

Setembro 

– 19 de setembro, sábado, às 18h: Cabaré 

SERVIÇO 

Na Praia Festival 2026 

Local: Na Praia Parque (Setor de Clubes Sul, trecho 2, entre a Agepol e o Centrejufe) 

Data: 13 de junho a 19 de setembro 

Horário: 18h  

Ingressos: https://r2.com.vc/napraiafestival/ 

Sobre o Grupo R2 

Holding de Brasília, o Grupo R2 é referência no setor de entretenimento, gastronomia e experiências culturais. Fundado em 2005, nasceu da trajetória de promoters que se tornaram sócios de grandes eventos, construindo marcas de sucesso como Na Praia Festival, Mané Mercado — em expansão para São Paulo — e Esfera, que oferece escritórios privativos nas áreas de camarote do Estádio Nacional Mané Garrincha. 

Ao longo de 20 anos, o grupo mobilizou milhões de pessoas, movimentou o turismo e a economia local e consolidou sua presença como um player inovador. Além disso, integra práticas de ESG em seus projetos, com iniciativas voltadas à sustentabilidade, inclusão social e desenvolvimento comunitário, reforçando seu compromisso em tornar o entretenimento mais responsável e positivo para a sociedade e o meio ambiente. 

LUME Teatro celebra 40 anos com “KINTSUGI, 100 memórias” no Centro Cultural do Banco do Brasil Brasília

Foto divulgação

Espetáculo que transforma – fraturas em beleza – utiliza a metáfora da arte japonesa Kintsugi para tratar de memória, política e superação. Com Ana Cristina Colla, Jesser de Souza, Renato Ferracini e a brasiliense Raquel Scotti Hirson, direção do argentino

Emilio García Wehbi e dramaturgia de Pedro Kosovski, montagem fica em cartaz de 4 a 14 de junho de 2026.

O que fazer com os fragmentos do que se quebrou? Como lidar com as memórias que preferíamos esquecer? O LUME Teatro apresenta o espetáculo “KINTSUGI, 100 memórias” no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília. A obra, que celebra os 40 anos do grupo paulista (fundado em 1985), une o pessoal e o político em uma dramaturgia autoficcional e fragmentária, com direção do argentino Emilio García Wehbi (do grupo El Periférico de Objetos) e dramaturgia do carioca Pedro Kosovski, vencedor dos principais prêmios de artes cênicas do país, incluindo Shell e APCA.

A temporada acontece de 4 a 14 de junho de 2026, de quinta a sábado às 20h e aos domingos às 18h (com exceção na semana de jogos da Copa, quando a sessão de sábado será transferida para quarta-feira, 10/6, às 20h), no Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília. Os ingressos custam R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia). Haverá sessões com tradução em Libras.

Associado à temporada, o Lume irá oferecer o curso gratuito “Treinamento Técnico para Atuadores”, sob a orientação de Jesser de Souza de 4 a 7 de junho (quinta a domingo), das 10h às 13h. Serão 24 vagas e as inscrições estarão abertas de 5 a 25/5, via preenchimento do formulário: https://forms.gle/yWtuqRkNmPqStdcm9. A lista de selecionados será divulgada dia 27/5.

O workshop oferece uma visão geral do treinamento cotidiano sistematizado pela equipe de atrizes e atores-pesquisadores do LUME. Através de metodologias concretas, o workshop aborda temas fundamentais do trabalho de atuação: ética (autodisciplina e autonomia); preparação e prontidão (aquecimento do corpo-mente e presença); reconhecimento e dilatação das capacidades expressivas do corpo, aspectos energéticos e técnicos do ofício (transformação do peso em energia, dinâmica das ações no espaço e no tempo, articulações e segmentação corporal, modulação da energia, jogo entre atuadores).

A beleza da imperfeição: o Kintsugi como metáfora central

Kintsugi, em japonês, significa literalmente “emenda com ouro”. Filosoficamente, representa “a beleza da imperfeição”: a técnica consiste em reparar cerâmicas quebradas com uma mistura de laca e pó de ouro, tornando a peça restaurada mais valiosa e resistente do que a original que não sofreu rupturas.

Essa metáfora está no cerne do espetáculo. Logo na primeira ação em cena, os atores fazem um brinde e, em seguida, um vaso de cerâmica é estilhaçado no palco. A ação cobra dos artistas uma tomada de posição: de que modo juntar os fragmentos daquilo que um dia representou um contorno estável que os uniu enquanto grupo durante tantos anos?

A peça propõe, então, uma ressignificação positiva da ruptura: assim como o Kintsugi transforma fraturas em ornamentos dourados, “KINTSUGI, 100 memórias” busca iluminar cicatrizes individuais e coletivas – do Brasil da ditadura à redemocratização, passando por memórias pessoais e do próprio grupo – para torná-las mais valiosas do que a integridade que nunca se quebrou.

Como resume o dramaturgo Pedro Kosovski: “A peça propõe uma utopia do mover-se, não estagnar: a vida é movimento; nesse sentido, acontece a restauração do desejo de estarmos juntos na diferença.”

Da pesquisa sobre o Alzheimer à metáfora do esquecimento político

O ponto de partida da pesquisa foi a Doença de Alzheimer. Um dado publicado em revista sobre o povoado de Angostura, na Colômbia – onde mais de 12% dos cerca de 12 mil habitantes apresentam uma mutação genética que leva a um tipo raro e precoce da doença – despertou a curiosidade do grupo.

Durante vários meses, os atores Ana Cristina Colla, Jesser de Souza, Raquel Scotti Hirson e Renato Ferracini visitaram a ala neurológica do Hospital das Clínicas da UNICAMP, conversando com especialistas, familiares e pacientes com demência.

Era 2018, “época em que o Brasil mergulhava em um momento de apagamento histórico, obscurantismo e irracionalidades políticas”, contextualiza Renato Ferracini.

Era 2018, “época em que o Brasil mergulhava em um momento de apagamento histórico, obscurantismo e irracionalidades políticas”, contextualiza Renato Ferracini.

O grupo, então, expandiu a patologia para o campo social. Ao tratar o Alzheimer mais como metáfora do que como doença, os artistas passaram a investigar o esquecimento por opção: aquelas sombras que queremos deixar quietas, as memórias que machucam e preferimos não tocar. Vasculharam também, além do esquecimento provocado pela doença, o apagamento da memória como projeto político – algo que se reflete na irracionalidade política do país.

Segundo o ator Jesser de Souza: “Reconhecimento e acolhimento são os primeiros passos para viabilizar a reparação, a reconstrução daquilo que um dia foi íntegro e cujos contornos se apresentavam bem delineados e intactos. “Alinhavando-se a isso, o diretor argentino Emilio García Wehbi, convidado para conduzir a construção da cena, trouxe questões como: seria essa política obscura fruto de uma doença degenerativa ou de uma ação manipulada e calculada? Quais lembranças queremos esquecer ou sequer tocar?

A música como fagulha de memória – um destaque especial

Um dos aspectos mais singulares do espetáculo é o tratamento dado à música. Estudos científicos comprovam que canções antigas e conhecidas conseguem driblar o hipocampo – primeira área do cérebro afetada pelo Alzheimer – ativando áreas emocionais e motoras preservadas, promovendo o resgate da identidade pela via do afeto e da sensibilidade, não da memória concreta e objetiva.

Inspirados por essa descoberta, os músicos e pesquisadores Janete El Haouli e José Augusto Mannis criaram um verdadeiro “bordado sonoro” para “KINTSUGI, 100 memórias”. A partir de releituras eletroacústicas dos Noturnos de Chopin, na interpretação de Brigitte Engerer, eles manipularam timbres, criaram colagens e sobreposições, explorando texturas que se sobrepõem ao espetáculo como uma obra à parte. O resultado é um “vapor de som” com a potência de despertar lembranças tanto nas atrizes e atores quanto em cada espectador.

Como explica Renato Ferracini: “A música e a projeção acústica buscam criar pontes entre elenco e plateia, entre a autoficção apresentada e as memórias eventualmente revisitadas, criando um bordado sonoro que conduz o espectador em uma jornada.” Esse desenho sonoro, que age como uma fagulha para acionar afetos e memórias perdidas, está em sintonia com a encenação, a dramaturgia, a interpretação e a iluminação, elevando a energia de reflexão e convidando o público à contemplação.

Autoficção, memórias e objetos em cena

No palco, o público se depara com uma obra autoficcional e desconstruída, sem narrativa linear. São apresentadas 100 memórias – do grupo LUME, individuais bem como sociais – materializadas em objetos, que resistiram ao tempo: relíquias de família, fotografias, diários, uma coleção de moedas, revistas e peças de roupa. Itens, que servem de suporte para as lembranças dos intérpretes e da história do Brasil, desde a ditadura à atualidade.

A atriz Raquel Scotti Hirson resume: (desses objetos) “Nasceram os fios dessa trama ancorada no trinômio memória-esquecimento-apagamento, engenhosamente engendrados por Kosovski e potencializados pela encenação de Wehbi.” E Ana Cristina Colla, também atriz, complementa: “As memórias apresentadas buscam revelar cicatrizes, escancarar fissuras, expor as imperfeições que nos constituem, promovendo sua reparação. Somente após deitarmos nosso olhar sobre a imperfeição é que podemos agir sobre ela, restaurando-a e transformando-a em algo mais valioso que o perfeito que não experimentou a ruptura.” Apesar do momento político sombrio que o país atravessava no início da criação (2016), e dos ecos de uma frágil democracia resgatada em 1985 – mesmo ano de fundação do LUME –, o espetáculo escolhe a resistência pela arte. Como define Pedro Kosovski: “KINTSUGI, 100 memórias é um gesto de resistência e utopia que nos faz seguir em frente. A arte é transformadora, e é nisso que o LUME acredita.”

Sobre o LUME Teatro

“… Trabalhar o ator é, sobretudo e antes de mais nada, preparar seu corpo não para que ele diga, mas para que ele permita dizer. A arte de ator é uma viagem para dentro de nós mesmos, um reatar contato com recantos secretos, esquecidos, com a memória. A verdadeira técnica da arte de ator é aquela que consegue esculpir o corpo e as ações físicas no tempo e no espaço, acordando memórias, dinamizando energias potenciais e humanas, tanto para o ator quanto para o espectador.” – Luís Otávio Burnier (1956–1995), fundador do LUME.

O LUME é um núcleo interdisciplinar de pesquisas teatrais da UNICAMP (Universidade Estadual de Campinas) e, ao mesmo tempo, é um coletivo de três atrizes, quatro atores e uma equipe técnica e administrativa diversificada, que se tornou referência internacional para artistas e pesquisadores no redimensionamento técnico e ético do ofício de ator. Um espaço de multiplicidade de visões que refletem as diferenças, impulsos e sonhos de cada um.

Ao longo de mais de 40 anos, tornou-se conhecido em mais de 30 países, tendo atravessado quatro continentes, desenvolvendo parcerias especiais com mestras e mestres da cena artística nacional e mundial. Criou mais de 20 espetáculos e mantém 14 em repertório, com os quais atinge públicos diversos de maneiras não-convencionais. Com sede no Distrito de Barão Geraldo, Campinas (SP), o grupo difunde sua arte e metodologia por meio de oficinas, demonstrações técnicas, intercâmbios de trabalho, projetos itinerantes, trocas culturais, assessorias, simpósios acadêmicos, reflexões teóricas e publicações de livros, que celebram o teatro como a arte do encontro.

Acessibilidade CCBB

A ação Vem pro CCBB conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.

A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.

Horários da van, de quinta a domingo:

Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h

CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30

O CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

Sinopse

“Kintsugi – 100 memórias” é uma obra que celebra a beleza da imperfeição e a força das cicatrizes transformadas em ouro. Inspirada na técnica japonesa Kintsugi, que restaura cerâmicas quebradas com traços dourados, a peça constrói um inventário de 100 memórias pessoais e coletivas no palco. Histórias íntimas se revelam, convidando o público a refletir sobre o que permanece em nós e sobre o valor das lembranças, mesmo quando dolorosas. A pesquisa sobre o Alzheimer vem como ponto de partida para tratar de memória, apagamento e superação. O espetáculo é um convite poético para descobrir como nossas marcas e recordações podem se tornar preciosas, revelando a beleza que nasce da imperfeição.

Serviço:

Espetáculo “KINTSUGI, 100 memórias” – LUME Teatro

Gênero: autoficção

Local: Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília

Endereço: SCES Trecho 2 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves

Temporada: de 4 a 14 de junho de 2026

Dias e horários: de quinta a sábado, às 20h; domingo, às 18h (na semana de jogos da Copa, a sessão de sábado acontecerá excepcionalmente na quarta-feira (10/6), às 20h)

Ingresso: R$ 30 (inteira), e R$ 15 (meia para estudantes, professores, profissionais da saúde, pessoa com deficiência e acompanhante, quando indispensável para locomoção, adultos maiores de 60 anos e clientes Ourocard), à venda no site: http://www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília, a partir das 12h de 30 de maio.

Duração: 120 minutos

Classificação indicativa: não recomendado para menores de 14 anos

CCBB Brasília: aberto de terça a domingo, das 9h às 21h

Informações: fone: (61) 3108-7600 | e-mail: ccbbdf@bb.com.br | site/ bb.com.br/cultura | Instagram/ @ccbbbrasilia | Tiktok/@ccbbcultura | YouTube/Bancodobrasil

Rock in Rio anuncia Comfort Zone, nova modalidade de ingresso para viver a emoção dos shows do Palco Mundo de perto e com ainda mais conforto 

Foto divulgação

Experiência inédita no festival garante acesso a uma área reservada junto ao palco com uma visão privilegiada para quem quer viver cada performance intensamente, além de contar com bares e banheiros exclusivos. Público já poderá garantir a nova modalidade na pré-venda e veda geral de ingressos

Ficar próximo do ídolo sempre desperta fortes emoções nos fãs e, nesta edição do Rock in Rio, o público poderá sentir de perto essa energia única de estar frente a frente com seu artista favorito. Em 2026, o festival contará com o Comfort Zone: nova modalidade de ingresso de gramado do Rock in Rio que permite que o público que adquirir acesse uma área exclusiva no front stage do Palco Mundo. Perfeito para os fãs que sonham em acompanhar os shows de um lugar privilegiado, o novo espaço de 674 m² e com capacidade limitada para 2 mil pessoas também contará com bares e banheiros exclusivos. Mais do que um novo formato de ingresso, a Comfort Zone nasce como um convite para estar ainda mais perto do que realmente importa: a energia ao vivo, a conexão que é criada entre artistas e público e a sensação única de fazer parte de cada segundo no Palco Mundo – do primeiro acorde ao último grito da plateia. 

O Comfort Zone estará disponível para ser adquirido dentro do fluxo oficial de venda de ingressos do festival, integrando tanto a pré-venda quanto a venda geral. A pré-venda acontece no dia 02 de junho, às 12h, destinada a clientes Itaú e membros do Rock in Rio Club, enquanto a venda geral será aberta no dia 08 de junho, às 19h. A partir destas datas o público já poderá garantir um lugar na Cidade do Rock, exclusivamente online, por meio da plataforma Ticketmaster Brasil (rockinrio.ticketmaster.com.br). 

Os ingressos para o Comfort Zone terão valor de R$ 1.950 (inteira), R$ 975 (meia-entrada) e R$ 1.657,50 para clientes Itaú, com 15% de desconto. O pagamento poderá ser efetuado com cartões de crédito ou PIX. Clientes que efetuarem o pagamento com os cartões de créditos emitidos pelo Itaú Unibanco Holding S.A. têm 15% de desconto na compra de ingressos (não cumulativos com a meia-entrada) e poderão parcelar sua compra em até 8x sem juros. Nos demais cartões aceitos, o pagamento poderá ser feito em até 6x sem juros. Exceção para cartões internacionais que não possuem parcelamento. Para pagamento com PIX, basta utilizar o QR Code apresentado na tela final do processo de compra e realizar o pagamento. O prazo para efetuar a compra são 10 minutos após a geração do código para pagamento. Os ingressos estarão garantidos e disponíveis apenas após a confirmação do pagamento.  

   

Na venda de ingressos do Rock in Rio para o público em geral, os clientes podem comprar até 4 (quatro) ingressos por dia, podendo combinar ingressos de Gramado e Comfort Zone, com limite de até 1 meia-entrada por setor. Exclusivamente, Pessoas com deficiência poderão selecionar, além do seu ingresso, 01 ingresso meia-entrada adicional para o seu acompanhante para cada dia comprado. Respeitando o limite de no máximo 04 ingressos por dia de festival em seu CPF. 

   

A classificação etária do evento é de 16 (dezesseis) anos. A entrada de menores de 16 (dezesseis) anos será permitida desde que estejam acompanhados dos pais ou representantes legais.  

   

Os grupos que têm direito ao benefício são: Estudantes, menores de 21 anos, maiores de 60 anos, deficientes e seu acompanhante, profissionais e professores da rede de ensino do Rio de Janeiro, jovens de baixa renda e garis da Companhia Municipal de Limpeza Urbana.  

   

Para evitar filas, a organização indica que o documento esteja em mãos ao se dirigir até a catraca. Saiba qual documento é indispensável para cada categoria:  

   

– Maiores de 60 anos com Documento de identidade oficial com foto;  

   

– Estudantes de ensino fundamental, médio ou superior da rede pública ou particular: Carteira de Identificação Estudantil (CIE), emitida pela ANPG, UNE, Ubes, entidades estaduais e municipais, Diretórios Centrais dos Estudantes, Centros e Diretórios Acadêmicos, conforme modelo único nacionalmente padronizado. Os elementos indispensáveis da CIE são: nome completo e data de nascimento do estudante; foto recente do estudante; nome da instituição de ensino na qual o estudante esteja matriculado; grau de escolaridade; e data de validade até́ o dia 31 de março do ano subsequente ao de sua expedição. Não serão aceitos em nenhuma hipótese boleto bancário ou comprovante de mensalidade;  

   

– Jovens pertencentes a famílias de Baixa Renda (com idades de 15 a 29 anos): Carteira de Identidade Jovem, emitida pela Secretaria Nacional de Juventude a partir de 31 de março de 2016, acompanhada de documento de identidade oficial com foto;  

   

– Pessoas com Deficiência (e um acompanhante): Documento de identidade oficial com foto e Cartão de Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social da Pessoa com Deficiência ou documento emitido pelo Instituto Nacional do Seguro Social – INSS que ateste a aposentadoria de acordo com os critérios estabelecidos na Lei Complementar no 142, de 8 de maio de 2013 ou laudo médico atestando a deficiência com o número da CID;  

   

– Professores das Redes Públicas Estadual e Municipais de Ensino de São Paulo: Professores, Diretores, Coordenadores pedagógicos, Supervisores e Titulares de cargos do quadro de apoio das escolas das redes públicas estadual e municipais de ensino de São Paulo – Apresentação da carteira funcional emitida pela Secretaria da Educação ou pela apresentação do holerite do servidor (comprovante de pagamento do salário);  

   

– Aposentados: Comprovação da condição de aposentado mediante a apresentação de documento hábil (exemplo: apresentação de documento de identidade oficial com foto e/ou cartão de benefício do INSS que comprove a condição).  

   

Pré-venda para clientes Itaú e membros do Rock in Rio Club começa no dia 2 de junho, ao meio-dia   

   

Enquanto a venda geral de ingressos não começa, clientes que possuem cartões de créditos emitidos pelo Itaú Unibanco Holding S.A., além de membros do Rock in Rio Club, têm a oportunidade de adquirir o ingresso antes do público geral: a pré-venda acontece no dia 2 a 8 de junho, a partir do meio-dia, e é realizada exclusivamente no site da Ticketmaster. As condições de parcelamento serão com Cartão de Crédito ou PIX.  Clientes que efetuarem o pagamento com os cartões Itaú Unibanco Holding S.A poderão parcelar sua compra em até 8x sem juros. Nos demais cartões aceitos, o pagamento poderá ser feito em até 6x sem juros. Exceção para cartões internacionais que não possuem parcelamento.  Para pagamento com PIX, basta utilizar o QR Code apresentado na tela final do processo de compra e realizar o pagamento. O prazo para efetuar a compra são 10 minutos após a geração do código para pagamento. Os ingressos estarão garantidos e disponíveis apenas após a confirmação do pagamento. Também se aplicam na pré-venda e são válidos até o final da cota de ingressos disponibilizada para a mesma. 

As condições promocionais da pré-venda Club são válidas para aquisição de até 02 (dois) ingressos, por dia, podendo escolher entre gramado e Comfort Zone, sendo no máximo 1 (uma) meia-entrada por setor e por dia. Durante o período de pré-venda, os ingressos para Gramado têm compra garantida e não se esgotam. Já os ingressos da Comfort Zone estão sujeitos à disponibilidade. O desconto de 15% não é cumulativo com a meia-entrada ou outros descontos. Lembrando que dentro do período da pré-venda Club, os ingressos não esgotam.  

  

Para a pré-venda Itaú, as condições promocionais desta pré-venda são válidas para aquisição de até 04 (quatro) ingressos por dia de festival, por CPF, podendo combinar ingressos de Gramado e Comfort Zone, com limite de até 1 meia-entrada por setor. Máximo de 10 (dez) ingressos por CPF. O desconto de 15% não é cumulativo com a meia-entrada ou outros descontos. Vale lembrar que essa pré-venda esgota, diferente do Club.  

   

Prazo para escolha do Rock in Rio Card vai até 8 de junho, ao meio-dia  

   

Para quem já adquiriu o Rock in Rio Card, o prazo para escolher o dia de uso do ingresso vai até 8 de junho, ao meio-dia – etapa essencial para garantir presença na data desejada, antes que as opções se esgotem. Todo o line-up do festival já foi anunciado, dando a segurança para que os fãs decidam com calma quando viver a experiência na Cidade do Rock.  

   

Após esgotar em menos de uma hora, o Rock in Rio Card – ingresso de gramado sem data pré-definida – já está na etapa de escolha do dia: os fãs que garantiram o Card têm até 8 de junho, ao meio-dia, para definir quando irão ao festival. A escolha deve ser realizada exclusivamente pelo titular da compra, por meio do site da Ticketmaster Brasil, acessando a área “Meus Pedidos” dentro do histórico de compras. Cada Rock in Rio Card é válido para um único dia de festival, podendo o cliente optar por datas iguais ou diferentes, conforme a quantidade adquirida. Uma vez definida, a data não poderá ser alterada.  

   

Durante o período de escolha o público poderá selecionar qualquer um dos dias do festival, sem risco de esgotamento. Após esse prazo, a definição ficará condicionada à disponibilidade de ingressos para cada data, o que reforça a importância de realizar o processo com antecedência, especialmente para os dias mais concorridos. A dinâmica também permitiu que os fãs acompanhassem os anúncios de atrações ao longo do período, e todos os artistas de cada dia foram divulgados antes do encerramento da janela de escolha, ajudando o público a decidir com mais segurança qual dia viver na Cidade do Rock.  

   

Rock in Rio chega repleto de novidades em 2026     

      

Marcado para acontecer na Cidade do Rock, no Parque Olímpico do Rio de Janeiro, nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro de 2026, o Rock in Rio já divulgou seu line-up completo.    

   

Entre os confirmados no primeiro fim de semana do Rock in Rio, o dia 4 de setembro tem no Palco Mundo Foo Fighters como headliner, Rise Against, The Hives e Nova Twins. Na mesma data, o Sunset tem Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos, Hot Milk, Detonautas convidam Biquini e Di Ferrero, e o Espaço Favela tem MC Rodrigo do CN, Hitmaker e GBZ7N. No New Dance Order, Steve Angello é o headliner, além de apresentações de GIU x Carola, ATKÖ e Cat Dealers. Já o Global Village recebe Paulinho Moska, Leela e Giovanna Moraes, enquanto o Supernova traz Diogo Defante, Venere Vai Venus, Rock in Gil com Larissa Luz e Chady. 

No dia 5, o Palco Mundo recebe Avenged Sevenfold fechando os shows do espaço, além da apresentação do Bring Me The Horizon, mgk (Machine Gun Kelly) e Sepultura. Ainda no dia 5, o Sunset recebe Bad Omens, Poppy, Black Pantera convida Nervosa, além de Malvada convida Day Limns, e o Espaço Favela tem Major RD, Canto Cego e Quantum. Já no New Dance Order, James Hype é a principal atração, com shows de Volkoder, Camila Jun x Eli Iwasa e Victor Lou. O Global Village terá Korzus, Noturnall + Russell Allen e Rhegia, enquanto o Supernova recebe Supercombo, Lvcas, MC Taya e Zero. 

No dia 6 de setembro, Calvin Harris é o headliner do Palco Mundo, que também recebe Black Eyed Peas, Nelly e Barão Vermelho Encontro Formação Original. O Palco Sunset recebe NE-YO, Jota Quest toca Tim Maia, BaianaSystem e Calema. o Espaço Favela tem Xamã, Rael e Budah. No New Dance Order, MEDUZA³ encerra a noite, além de apresentações de Liu, Casa Bonita – Brisotti e Viot, e Sofi Tukker. Já o Global Village conta com Mohamed Ramadan, Mãeana e Bento Gil convida Flor Gil, enquanto o Supernova traz João Gordo & Asteroides Trio em “Blitzkrieg Psycho Bop Ramones 50”, Matanza Ritual, Bayside Kings e O Escritório. 

Já no feriado de 7 de setembro, o Palco Mundo terá como principal atração Elton John, além de shows de Gilberto Gil, Jon Batiste e Luísa Sonza convida Roberto Menescal. Na mesma data, no Palco Sunset o público poderá assistir as apresentações de Laufey, Péricles canta Motown, Roupa Nova convidando Guilherme Arantes, e Vanessa da Mata convidando Rubel. Já o Espaço Favela tem Belo, Mart’nália e Tiee. No New Dance Order, Fatboy Slim encerra a noite, além de apresentações de Aline Rocha, Leo Janeiro & simo not simon e Max Styler. O Global Village recebe João Bosco, Joyce Moreno, Leila Pinheiro e Fernanda Takai, além de Wanda Sá, enquanto o Supernova traz Alee, Zeca Veloso, Melly e Maui. 

No segundo fim de semana do Rock in Rio, o dia 11 de setembro traz ao Palco Mundo Stray Kids como headliner, além de shows de Alok, HWASA e NEXZ. Na mesma data, a programação do Palco Sunset inclui Jamiroquai, PJ Morton, Os Garotin convidando Duquesa, e Jota.pê convidando Luedji Luna e Zaynara, a do Espaço Favela tem MC Cabelinho convida TZ da Coronel, além de Puterrier, MC Carol e Caio Luccas. No New Dance Order, o encerramento fica por conta do b2b entre Neelix e Vegas, além de apresentações de Omiki, DEPARTAMENTO e ANNA. Já o Global Village conta com Soulidified, Rio Bronx e Lambateria convida Félix Robatto, enquanto o Supernova recebe Nandatsunami, Ananda, Isa Buzzi e Muse Maya. 

No dia 12 de setembro, o Palco Mundo tem Maroon 5 fechando os shows do espaço no dia, além de Demi Lovato, J Balvin e Pedro Sampaio. Ainda no dia 12, no Palco Sunset se apresentam Mumford & Sons, João Gomes com a Orquestra Brasileira, Gilsons convidando Daniela Mercury e Olodum, além do encontro entre Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago, enquanto o Espaço Favela tem Timbalada, Priscilla Senna e Soul de Brasileiro. No New Dance Order, Alok encerra a noite com o projeto inédito Rave The World, além de apresentações de Alok & Family – Ekanta e Swarup, Gabe, Adam Sellouk e Bhaskar. O Global Village recebe Mestrinho, Hamilton de Holanda e Badi Assad, enquanto o Supernova traz Delacruz, Milo J, Yago Oproprio e Celo Dut. 

Por fim, no dia 13 de setembro, o Palco Mundo tem Twenty One Pilots como headliner, além de Halsey, Lola Young e Ivete Sangalo. O Palco Sunset tem Zara Larsson como principal atração, Marina Sena convida Céu, Joelma convida Viviane Batidão e Carol Biazin convida Joyce Alane. O Espaço Favela recebe DENNIS, Suel e Marvvila. No New Dance Order, John Summit comanda o último show da Cidade do Rock, além de apresentações de Roddy Lima, Illusionize e Dawn Patrol – Maz, Antdot, Riascode e Bakka. Já o Global Village recebe Haley Smalls, Lucy Alves e Kinnie, enquanto o Supernova traz Lourena, Sant, Bruna Black e AR Baby. 

    

Além dos artistas, o festival chega com novidades marcantes: o Palco Mundo ganha uma cenografia totalmente inédita e, pela primeira vez, toda sua estrutura frontal será revestida por 2.400 m² de painéis de LED de altíssima definição, transformando o espaço em um único e imenso painel visual. A maior pista de dança da Cidade do Rock, o New Dance Order também retorna em 2026 com uma cenografia totalmente nova, com 56,50 metros de largura e 22,5 metros de altura, reforçando sua presença monumental no festival. O palco amplia ainda mais a experiência do público, enquanto os 502m² de painéis de LED são um dos grandes destaques do projeto visual, criando uma atmosfera imersiva que integra música, luz e movimento.      

     

Outra novidade é a Gourmet Square, que contará com uma curadoria assinada pelo chef Pedro Siqueira, reconhecido entre os 100 melhores pizzaiolos do mundo pelo The Best Pizza Awards 2025, que também levará a gastronomia do Sìsì em um dos restaurantes do espaço. Outro destaque é o retorno do espetáculo aéreo The Flight, um dos momentos mais pedidos pelo público e que volta após apresentações históricas no festival – prometendo ainda mais emoção com manobras acrobáticas sincronizadas, trilha sonora especial e 756 disparos de fogos diurnos.  Neste ano, a Babilônia Feira Hype retorna ao Rock in Rio para celebrar 30 anos de história desde sua primeira edição. Nesta edição, o espaço ganha uma nova localização, próximo ao palco New Dance Order, em uma estrutura projetada pelo arquiteto João Uchôa. Ao todo, serão 20 tendas que, durante os sete dias de festival, receberão 60 expositores, com curadoria de marcas realizada pelo Instituto Brasileiro de Cultura, Moda e Design (Inbracultmode). Além das tendas, o público também poderá aproveitar uma programação com DJs convidados e uma instalação de arte urbana, ampliando a experiência do espaço e fazendo da Feira parte do percurso criativo do festival. 

O Rock in Rio, em parceria com a LightWire, anunciou um espetáculo grandioso que emocionou o mundo e que agora ocupa uma arena na Cidade do Rock para envolver toda a plateia: o ECCO. A atração é mais um dos projetos da Fábrica de Sonhos do Rock in Rio – a engrenagem criativa que, desde a primeira edição, se reinventa para surpreender o público com experiências que vão muito além da música e transformam ideias em momentos inesquecíveis para milhões de pessoas. A LightWire fará sua estreia no festival e vai transformar a apresentação em uma experiência sensorial inédita para o público. O projeto nasce como uma jornada imersiva em 360°, em que luz, som, tecnologia, corpo, aromas e natureza se fundem para criar uma narrativa profunda e envolvente. Na Cidade do Rock, o espetáculo chega inspirado na ideia de que a floresta é a verdadeira origem do som, propondo uma reflexão sobre as vibrações primordiais do planeta – vento, água, raízes e fogo – e sobre a forma como o ser humano transforma essas vibrações em música, arte e emoção. Combinando bailarinos, coreografias precisas, trilha sonora original com tecnologia surround, projeções mapeadas, holografia, áudio imersivo e figurinos tecnológicos em LED e fibra ótica – que se destacam pelo uso do PixelWear, com mais de 1.500 pixels de LED controlados individualmente, e do NewDress, que utiliza 1.000 metros de fibra óptica iluminados por LED –, cada uma das cinco apresentações diárias no festival terá 20 minutos de duração e uma capacidade para 1.000 pessoas dentro do espaço.     

   

Sobre o Rock in Rio          

      

1985 marca a primeira edição do evento idealizado por Roberto Medina e que hoje, 41 anos depois, é considerado o maior festival de música e entretenimento do mundo – o Rock in Rio. A história do evento se entrelaça com a do entretenimento no Brasil, sendo responsável por colocar o país na rota dos eventos internacionais, já que pela primeira vez, um país da América do Sul sediou um evento musical dessa magnitude. Em uma área de 250 mil m2, em Jacarepaguá, durante dez dias, 1 milhão e 380 mil pessoas foram iluminadas pela primeira vez e começaram a fazer parte do grande espetáculo. No palco – o maior do mundo na época, com 80m de boca de cena – 15 atrações nacionais e 16 internacionais. Originalmente organizado no Rio de Janeiro, o festival ganhou o mundo chegando a Lisboa (Portugal), onde é realizado até hoje, passando por Madrid (Espanha) e Las Vegas (USA).         

       

Desde a primeira edição, já gerou mais de 297,6 mil empregos diretos e indiretos e, apenas na última, em 2024, um impacto econômico de R$ 2.9 bilhões na cidade do Rio de Janeiro. Em 2022, o Rock in Rio foi considerado patrimônio cultural imaterial do estado do Rio de Janeiro. Pelas Cidades do Rock, desde 1985, já passaram mais de 12.3 milhões de visitantes, que assistiram a mais de 4.667 artistas em 141 dias de magia. Dentre os números gigantes do festival, mais de 146 milhões de pessoas alcançadas pelas comunicações nas redes sociais na edição que celebrou os 40 anos do Rock in Rio.      

       

Gerando impactos positivos nos países onde é realizado e consciente do poder disseminador da marca, o Rock in Rio pauta-se por ser um evento com o propósito de construir um mundo melhor para pessoas mais felizes, confiantes e empáticas num planeta mais saudável. Adotando e incentivando práticas que apoiam o coletivo, se une a empresas que possuem este mesmo olhar e diretriz. O festival investiu, junto com seus parceiros, mais de R$ 118 milhões em diferentes projetos, passando por temas como sustentabilidade, educação, música, florestas, entre outros. Apenas na Amazônia, mais de 4 milhões de árvores foram plantadas. A marca foi pioneira em ter a certificação ISO 20121 – Eventos Sustentáveis, é neutra em carbono desde 2006 e, em 2022, começou a trabalhar ambiciosas metas para 2030, alinhadas com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).      

       

Das 24 edições, dez ocorreram no Brasil (1985, 1991, 2001, 2011, 2013, 2015, 2017, 2019, 2022 e 2024), dez em Portugal (2004, 2006, 2008, 2010, 2012, 2014, 2016, 2018, 2022 e 2024), três na Espanha (2008, 2010 e 2012) e uma nos Estados Unidos (2015).      

         

Selo Nacional da Cachaça de Alambique é lançado em Brasília

Foto Robinson Jamal

Demanda por maior controle de origem em meio a crise do metanol impulsionou a criação do selo, que fortalece a segurança e a credibilidade da cachaça de alambique

A cadeia produtiva da cachaça de alambique deu um passo importante em direção à transparência e à valorização da bebida mais tradicional do Brasil. Durante a 3ª edição do Festival da Cachaça de Brasília, que segue até domingo (31), foi apresentado oficialmente ao público o Selo Nacional da Cachaça de Alambique, desenvolvido pela Associação Nacional da Cachaça de Alambique (Anpaq), iniciativa que indica a origem, a autenticidade e os métodos tradicionais de produção da bebida.

A criação do selo começou a ser debatida em outubro do ano passado, durante a participação da Anpaq no Festival Curicaca, realizado na Arena Mané Garrincha, em Brasília. Naquele momento, o setor acompanhava com preocupação os desdobramentos da crise provocada por casos envolvendo contaminação por metanol em bebidas alcoólicas, situação que gerou insegurança entre consumidores e colocou em evidência a necessidade de mecanismos capazes de diferenciar produtores sérios e produtos com origem comprovada.

Foi nesse contexto que ganhou força a proposta de criar um selo nacional voltada especificamente para a cachaça de alambique, oferecendo ao mercado uma ferramenta de identificação do produtor, da origem, da autenticidade e da valorização dos produtores comprometidos com as boas práticas de fabricação e regulamentadas pelo MAPA.

“O selo nasce para mostrar ao consumidor exatamente o que ele está comprando. Queremos dar visibilidade aos produtores que preservam a tradição da cachaça de alambique, além de oferecer uma garantia adicional de autenticidade e procedência”, destaca o presidente da ANPAQ, Sérgio Maciel.

Para Edilane Oliveira, organizadora do Festival da Cachaça de Brasília, o lançamento do selo durante o evento representa mais um avanço para toda a cadeia produtiva com o palco de apresentação no festival. “O Festival da Cachaça de Brasília foi criado para valorizar produtores, promover conhecimento, aproximar o consumidor da cultura da cachaça e trazer as principais demandas do setor para o centro das discussões políticas do país. Receber o lançamento do Selo Nacional da Cachaça de Alambique reforça o papel do evento como um espaço estratégico para fortalecer a cadeia produtiva, ampliar o diálogo com o poder público, gerar negócios e valorizar a autenticidade de uma das maiores expressões da cultura brasileira”, afirma.

O Selo identifica bebidas produzidas em alambique de cobre, com destilação em bateladas –  separação da cabeça, calda e coração da cachaça com processos controlados que preservam características regionais e sensoriais. Além da certificação visual, cada produtor receberá um QR Code próprio e um código serial exclusivo, permitindo ao consumidor acessar informações sobre o produtor, a origem da bebida, os processos produtivos e a autenticidade.

Apresentada em abril deste ano na Universidade Federal de Lavras (UFLA), durante o III Simpósio Brasileiro da Cachaça, uma das principais referências nacionais em estudos e pesquisas relacionados à cachaça, a iniciativa chega ao mercado como uma ferramenta estratégica para fortalecer a competitividade do setor, ampliar a confiança dos consumidores e agregar valor às marcas participantes.

O lançamento ocorre em um momento de expansão da cadeia produtiva da cachaça, que registra crescimento no número de produtores, estabelecimentos e rótulos, ao mesmo tempo em que consumidores demonstram interesse crescente por produtos “artesanais”, de controle comprovado de origem conhecida e identidade regional. Para a Anpaq, o lançamento representa mais do que um selo de qualidade: trata-se de uma ação de proteção ao patrimônio cultural brasileiro, de fortalecimento da imagem da cachaça de alambique e de incentivo à profissionalização do mercado.

Mais do que uma certificação, o selo representa um compromisso com a autenticidade, a transparência e a valorização da verdadeira cachaça de alambique brasileira.

Na foto: Edilane Oliveira (presidente do IBI e organizadora do evento), Sérgio Maciel (Presidente da Anpaq) e Adão de Faria (produtor da cachaça Canela de Ema – MG. Primeiro a obter o Sele Nacional)

Serviço | Festival da Cachaça de Brasília

Data: 27 a 31 de maio
Local: Estacionamento da Arena Mané Garrincha
Entrada: Gratuita
Classificação: Livre
30/05 – 11 às 23h
31/05 – 11h às 23h

Elza Soares cantou até o fim!

Falta divulgação

O aclamado musical ‘ELZA’ chega a Brasília para apresentações no Teatro da CAIXA Cultural

Visto por mais de 100 mil espectadores, espetáculo, que teve a aprovação irrestrita

da homenageada, chega a Brasília. O musical é vencedor do PRÊMIO BIBI

FERREIRA nas categorias: Melhor Musical Brasileiro, Melhor Atriz em Musicais,

Melhor Direção em Musicais, Melhor Arranjo Original em Musicais e Melhor Roteiro

Original em Musicais. Também é vencedor do PRÊMIO SHELL de Melhor Música. Do

PRÊMIO REVERÊNCIA nas categorias Melhor Espetáculo, Melhor Direção, Melhor

Autor e Especial – Arranjos. Vencedor do PRÊMIO APCA de Melhor Dramaturgia. E

vencedor do PRÊMIO CESGRANRIO nas categorias Melhor Direção e Categoria

Especial – Elenco.

CAIXA Cultural apresenta o musical: ELZA

A trajetória de Elza Soares é sinônimo de resistência e reinvenção. As

múltiplas facetas apresentadas ao longo de sua majestosa carreira foram o ponto de

partida para o musical “Elza”

, que estreou em julho de 2018 no Rio de Janeiro e

passou por 15 cidades. Agora, após imenso sucesso popular e a aprovação irrestrita

da homenageada, fará apresentações de Brasília no Teatro da CAIXA Cultural. De 27

a 31 de maio, Janamô, Josy.Anne, Júlia Sanchez, Julia Tizumba, Sara Chaves,

Sara Hana e a atriz convidada Naruna Costa sobem ao palco para celebrar a

memória de Elza Soares.

Em cena, as atrizes se dividem ao viver Elza Soares em suas mais diversas

fases e interpretam outros personagens, como os familiares e amigos da cantora, além

de personalidades marcantes, como Ary Barroso (1903-1964), apresentador do

programa onde se apresentou pela primeira vez, e Garrincha (1933-1983), que

protagonizou com ela um notório relacionamento.

Naruna Costa terá sua estreia nessa temporada do projeto e terá papel de

destaque no espetáculo consagrando sua trajetória como atriz, cantora, diretora

artística e diretora musical. Naruna é vencedora do prêmio Shell 2024 na categoria de

Melhor Diretora Musical. Ao longo de sua carreira, já foi indicada e ganhou diversos

prêmios como o de Melhor Diretora no Prêmio APCA e Aplauso Brasil e Melhor Atriz

nos prêmios CPT e APCA e VI FBCI Festival Brasileiro de Cinema Internacional.

Com texto de Vinícius Calderoni e direção de Duda Maia, o espetáculo tem a

direção musical de Larissa Luz. Além disso, o maestro Letieres Leite (in

memoriam), da Orquestra Rumpilezz, foi o responsável pelos novos arranjos para

clássicos do repertório da cantora, tais como Lama, O Meu Guri, A Carne e Se Acaso Você Chegass

Ainda que muitos dos conhecidos episódios da vida da homenageada estejam

no palco, a estrutura de ELZA foge do formato convencional das biografias musicais.

Se os personagens podem ser vividos por várias atrizes ao mesmo tempo, a estrutura

do texto também não é necessariamente cronológica. Da mesma forma que músicas

recentes (A Mulher do Fim do Mundo), e emblemáticas (A Carne e Maria da Vila

Matilde), se embaralham aos sucessos das mais de seis décadas de carreira da

cantora, como Se Acaso Você Chegasse, Lama, Malandro, Lata D’Água e Cadeira

Vazia.

Marcada por uma série de tragédias pessoais – a morte dos filhos e de

Garrincha, a violência doméstica e a intolerância –

, a jornada de Elza é contada com

alegria.

“A Elza me disse: ‘sou muito alegre, viva, debochada. Não vai me fazer um

musical triste, tem que ter alegria’

. Isso foi ótimo, achei importante fazer o espetáculo a

partir deste encontro, pois assim me deu base para saber como Elza se via e como ela

gostaria de ser retratada”

, conta Vinicius Calderoni, que leu e assistiu a infindáveis

entrevistas que a cantora deu ao longo da vida e também pesquisou a obra de

pensadoras negras, como Angela Davis e Conceição Evaristo, cujos fragmentos de

textos aparecem na peça.

O espetáculo foi desenvolvido ao longo de um período em que Elza se

encontra no auge de uma carreira marcada por reviravoltas e renascimentos. Ao

lançar seus últimos dois discos, A Mulher do Fim do Mundo (2015) e Deus é Mulher

(2018), a cantora não somente ampliou ainda mais seu repertório e sua base de fãs,

como conquistou, mais uma vez, a crítica internacional, e se consolidou como uma das

principais vozes da mulher negra brasileira.

Vinícius Calderoni, autor do texto, chama a atenção para a coletividade

presente em todo o processo de criação da montagem. Após ter escrito as primeiras

páginas, ele começou a frequentar os ensaios e estabeleceu um rico intercâmbio com

Duda Maia e as sete atrizes.

‘Hoje poderia dizer que elas são coautoras e

colaboradoras do texto. São sete atrizes negras e múltiplas, como a Elza é. Diante da

responsabilidade enorme, eu estabeleci limites de fala para mim, por exemplo, em

relação a alguns temas. Limitei a minha voz e disse que não escreveria nada, queria

os relatos delas e as opiniões. Pedi a colaboração delas, das experiências vividas por

uma mulher negra. Do mesmo jeito que a Duda propôs muitas coisas, as atrizes

também tiveram este espaço’

, conta o dramaturgo.

Tal processo colaborativo se estendeu para a música, com a participação ativa

das atrizes e das musicistas nos ensaios com os diretores musicais, e o maestro

Letieres Leite, que liderou algumas oficinas com o grupo no período dos ensaios. O

processo gerou ainda duas canções inéditas que estão na peça: Ogum, de Pedro Luís,

e Rap da Vila Vintém, de Larissa Luz.

Sobre a equipe de criação e produção

A estreia de ELZA marca o encontro da dramaturgia de Vinícius Calderoni

com a direção de Duda Maia, dois nomes que se destacaram no recente panorama

teatral brasileiro. Pela direção de Auê (2016), estrelado pela Cia. Barca dos Corações

Partidos, ela conquistou os prêmios Shell, Cesgranrio e Botequim Cultural de Melhor

Direção, além dos prêmios APTR e Cesgranrio de Melhor Espetáculo e o Bibi Ferreira

de Melhor Musical Nacional. Enquanto isso, Vinicius já ganhou o Prêmio Shell de

Melhor Autor por Ãrrã (2015), o APCA por Os Arqueólogos (2016) e coleciona outras

indicações e troféus por espetáculos da companhia Empório de Teatro Sortido, que lidera ao lado de Rafael Gomes

Em paralelo à carreira de escritor, Vinícius é também ator e músico – ele

integra a banda 5 a Seco e tem dois discos lançados. A experiência musical foi

determinante no processo de criação do texto. Já Duda trouxe todo o seu trabalho

corporal para o desenvolvimento da linguagem da encenação.

A sintonia entre Duda e Larissa Luz foi determinada por uma característica

fundamental: a escuta e a participação das intérpretes.

‘Foi um processo de ensaios

muito vivo, em que partimos do princípio de que a voz não é nossa, é das atrizes.

Fizemos este trabalho para elas e a partir de propostas delas também. Precisamos

olhar para o grupo, para a troca’

, conta Duda, ressaltando que tudo só foi possível

graças à parceria com a Sarau.

Nos últimos anos, a Sarau foi responsável por montagens tais como As

Centenárias, Nossa História com Chico Buarque, Azira

´i, A Hora da Estrela ou O

Canto de Macabéa, Jacksons do Pandeiro, Gonzagão – A Lenda, Ópera do Malandro,

Auê e Suassuna – O Auto do Reino do Sol, da Cia. Barca dos Corações Partido, e

Gota D’Água [a seco]. Sempre comprometida com a cultura nacional em seus mais

variados aspectos, a produtora também assina a direção do Festival TOCA que trouxe

a canção brasileira para o centro da discussão, através de shows gratuitos, oficinas e

debates.

Ficha técnica

Direção: Duda Maia | Texto: Vinícius Calderoni | Direção musical e arranjos vocais:

Larissa Luz | Arranjos: Letieres Leite | Idealização e direção de produção: Andréa

Alves | Diretora de projetos: Leila Maria Moreno | Elenco: Janamô, Josy.Anne, Júlia

Sanchez, Julia Tizumba, Sara Chaves, Sara Hana. Atriz convidada: Naruna Costa |

Musicistas: Lorena Martins, Ana MaGa, Marfa Kurakina e Cris Ariel | Diretora

assistente: Ana Carbatti | Produção musical e codireção musical: Danillo Panda |

Design de som: Gabriel D’Angelo | Cenário: André Cortez | Figurinos: Kika Lopes e

Rocio Moure | Iluminação: Renato Machado | Visagismo: Uirandê de Holanda |

Coordenadora de produção: Hannah Jacques | Produtora executiva: Cissa Moreira

Serviço:

De 27 a 31 de maio de 2026

Quarta a sexta as 20h, sábado às 16h e à 20h, e domingo às 19h.

Sessão acessível em Libras no sábado 30/5 às 16h.

Ingresso: R$ 30,00 / R$ 15,00

Site vendas: bilheteriacultural.com.br

Ingressos à venda a partir de 23 de maio: às 9h, na bilheteria do teatro; às 13h, no site

bilheteriacultural.com.br

Bilheteria: terça a sexta e domingo, das 13h às 21h, sábados das 9h às 21h.

CAIXA Cultural Brasília (SBS Q. 4, Lotes 3/4 – Asa Sul)

Informações: (61) 3206-9448 | caixacultural.gov.br | @caixaculturalbrasilia

Estacionamento gratuito aos finais de semana e feriados, e de terça a sexta a partir

das 18h.

Classificação etária: 14 anos.

Duração: 150 minutos.

Águas Correntes Park terá recreação especial e desconto progressivo para quem quer curtir o feriado de Corpus Christi

Foto divulgação

Quanto mais gente, maior a vantagem: grupo de 7 a 8 pessoas garante 20% de desconto nos ingressos; recreação especial acontece todos os dias do feriado

Goiás, maio de 2026 – O Águas Correntes Park, localizado na Cidade Ocidental (GO), a cerca de 40 minutos de Brasília, preparou uma campanha especial para o feriado de Corpus Christi, celebrado entre os dias 4 e 7 de junho. A promoção segue o conceito de desconto progressivo: quanto maior o grupo, maior a vantagem. As compras devem ser realizadas até o dia 3 de junho, exclusivamente pelo site oficial do parque. Além dos descontos, o parque oferecerá recreação especial em todos os dias do feriado.

“Essa é a nossa forma de incentivar os encontros em família e entre amigos para o feriado de Corpus Christi. Preparamos uma campanha que valoriza o grupo e ainda oferece recreação especial todos os dias. É a oportunidade perfeita para reunir todo mundo e curtir um dia completo no parque”, afirma Rafael Toledo, Gerente Executivo do Águas Correntes Park.

A mecânica da promoção é simples e progressiva. Na compra de três ingressos, o cliente garante 10% de desconto. Com quatro ingressos, o desconto sobe para 12%. Grupos de cinco ou seis pessoas têm 15% de desconto. Já quem comprar sete ou oito ingressos alcança o maior patamar da promoção: 20% de desconto. A ação é ideal para encontros de famílias, grupos de amigos e até mesmo para quem deseja realizar pequenas confraternizações e aproveitar o feriado prolongado com economia e diversão. Além dos descontos nos ingressos, o parque preparou uma programação especial de recreação para os dias 4, 5, 6 e 7 de junho.

Atrações do Águas Correntes Park

Acqua Park
Área que reúne diversão para todas as idades, com escorregadores de diferentes alturas e velocidades adaptados para crianças a partir de cinco anos, além de brinquedos interativos como jatos d’água. A piscina com profundidade controlada e supervisão de salva-vidas completa o espaço.

Soláris Park
Destinado ao relaxamento e bem-estar, oferece piscinas aquecidas com temperaturas controladas, hidromassagem com jatos direcionáveis, cascatas artificiais que proporcionam massagem natural, além de espreguiçadeiras. O espaço conta ainda com sauna seca e ofurôs, mediante disponibilidade.

Rampa Aquática
Atração para os aventureiros, consiste em uma estrutura inclinada revestida com material especial que permite deslize suave e seguro diretamente para piscinas de água natural, sem uso de produtos químicos, simulando um mergulho em corredeiras. É permitida para maiores de oito anos acompanhados por responsável e para adultos sozinhos, sempre com monitoria.

Cachoeira Saia Velha e Retiro do Templo
Acesso exclusivo para clientes do parque por meio de uma trilha pavimentada de baixa dificuldade com cerca de 15 minutos de duração. O percurso atravessa o Retiro do Templo, área que resgata elementos históricos de antigas fazendas, incluindo roda d’água em funcionamento, moinho de pedra original do século XIX restaurado, gruta natural com pequena queda d’água e mirante com vista panorâmica para o vale.

Infraestrutura de apoio
O parque disponibiliza estacionamento gratuito e vigiado, vestiários com chuveiros e armários individuais mediante locação, fraldário equipado com trocadores e pias na área infantil, quiosques com alimentação variada, loja de conveniência e primeiros socorros durante todo o horário de funcionamento.

Sobre o Águas Correntes Park
Em uma área de mais de 800 mil metros quadrados em meio ao Cerrado, o Águas Correntes Park, parque aquático localizado a cerca de 40 minutos de Brasília, na Cidade Ocidental em Goiás, reúne 16 piscinas, trilha com acesso à cachoeira e atrações para todas as idades, incluindo áreas pensadas especialmente para as crianças. O parque aquático disponibiliza a compra antecipada de ingressos pelo site https://aguascorrentes.com.br/, e também o Passaporte, para quem quer ter acesso a melhor diversão pertinho de casa o ano todo. https://aguascorrentes.com.br/

“galhada, em tempos de fissura” é o grande do 4o Festival Dulcina

Foto Cristiano Costa

A montagem os praias de praias da montanha, Melhor Espetáculo, Melhor Melhor, Melhor Dramaturgia e Melhor, consolidando-se como destaque desta do festival.

Ao longo de dez dias de programação, o Festival Dulcina apresentação de oito a mais por exemplo, entre 68 inscritos, reafirmado é papel como espaço de de, eftorgy e fazendo das artes cênicas locais.

Na categoria principal da noite, galhada, em tempos de fissura o Troémedo Dulcina e premiação de R$ 10 mil de levading o Alugar de Melhor Espetáculo. Segundo o, a obra se destaque por abordagem “uma atual temática e urgente” com “excelência técnica, humor, densidade e ”.

Outro destaque da premiação foi Baraúna Boi Valente, do grupo Raízes do Encanto, nas vencedor categorias Melhoroplastia Son, Melhor Figura Melhor e Cenografia. Já o Desde sempre, do CeinCena, o recebe de Melhor Produção.

Nas categorias de interpretação, os vencedores Dere foramnis Camargo, por Um Lapso de Ouro e Vinho, eleito A Melhortor, e Juliana Drummond, de Se Eu Fosse Eu, Clarices, vencedora como Melhor Atriz.

O setizou deteção foro foro Sheila Campos, Silvia Paes e Nei Ci profissionais da companhia, comaram artes cênicas e na tetral do Distrito Federal.

Realizado pela C1 Arte & Entretenimento, o Festival Dulcina contorno com patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federalda Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (FAC/DF) e parceria do SESC/DF.

Prêmios – 4o Festival Dulcina

• Melhor Sonoplastia — Baraúna Boi Valente
• Melhor Figurino — Baraúna Boi Valente
• Melhor Cenografia — Baraúna Boi Valente
• Melhor Iluminação — galhada, em tempos de fissura
• Melhor Produção — Desde Sempre
• Melhor Dramaturgia — galhada, em tempos de fissura
• Melhor Ator — Dízio Camargo (Um Lapso de Ouro e Vinho)
• Melhor Atriz — Juliana Drummond (Se Eu Fosse Eu, Clarices)
• Melhor Direção — galhada, em tempos de fissura
• Melhor Espetáculo — galhada, em tempos de fissura

SETORIAL ROCK SHOTS conta a história do gênero

Foto divulgação

Brasília ganha web série documental “Setorial Rock Shots” para debater a pluralidade, os bastidores e os desafios da cena rock no DF e Entorno

Com o objetivo de radiografar uma das manifestações culturais mais emblemáticas da capital federal, o projeto Setorial Rock Shots chega ao formato de podcast com estilo telejornalístico para jogar luz sobre as engrenagens, a história e o futuro do movimento. Dividida em 10 episódios, com gravação de 30 minutos cada, e lançamento previsto para este sábado (30), a produção reúne uma seleção expressiva de cerca de 30 convidados de destaque — entre músicos consagrados, produtores da periferia, comunicadores, especialistas e ativistas — para discutir tópicos essenciais como protagonismo feminino, inclusão, sustentabilidade urbana, economia e preservação de patrimônio.

Mais do que celebrar a trajetória musical do Distrito Federal e da Região Integrada de Desenvolvimento (RIDE), o Setorial Rock Shots – idealizado pelo Setorial Cultura Rock – funciona como um espaço de diálogo e reflexão sobre as políticas públicas, as barreiras de acessibilidade e os novos caminhos de fomento para manter acesa a chama da cultura independente. 

De pioneiros que moldaram a identidade “Capital do Rock” às novas bandas do metal extremo e do circuito pop regional, o programa costura o peso das guitarras com debates cruciais de direitos humanos e transformação social.

EPISÓDIOS E CONVIDADOS

Episódio 1 – Mulheres na Produção: Desafios e Conquistas

Um debate com grandes lideranças femininas dos bastidores que movem a cadeia produtiva, coordenando desde a regularização documental até grandes festivais locais e internacionais.

  • Eliane América: Produtora cultural, DJ, ex-proprietária do clássico América Rock Club e gestora pública com mais de 26 anos de atuação na cena independente de Brasília. Atualmente é Gerente de Cultura do Plano Piloto.
  • Analine Ramos: Produtora e publicitária especializada em regularização, licenciamento e prestação de contas de megaeventos (como Expomix e Brasília Tattoo Festival). Lidera a “Esfera Cultural” com foco no rock periférico e gerencia a banda Podrera.
  • Táta Cavalcanti: Produtora cultural com mais de 30 anos de experiência na realização de shows nacionais e internacionais. É sócia de Philippe Seabra (Plebe Rude) na Capital do Rock Produções e acumula cerca de 40 produções audiovisuais no currículo.

Episódio 2 – Ocupação e Resistência no Rock

Uma imersão na cultura underground e na identidade de contestação do rock do DF, abordando a manutenção de zines e espaços autônomos.

  • Felipe CDC: Histórico fanzineiro, músico (Death Slam, Terror Revolucionário, Caligo), produtor do Headbangers Attack e Vomitando a Ceia, apresentador do programa Zine-se e membro ativo do Centro Cultural Ferrock.
  • Ticones: Músico e produtor cultural nascido na capital e graduado pela renomada Faculdade de Artes Dulcina de Moraes.
  • Soroh Navvar: Diretor de arte, jornalista e designer com 27 anos de carreira. Ativista e colaborador do underground de Brasília, atua sob uma firme militância antifascista e comunista no Guará.

Episódio 3 – Legado no Rock e Reconhecimento

O resgate histórico de pioneiros das décadas de 1980 e as discussões jurídicas fundamentais sobre o Direito Cultural aplicados à música.

  • Dra. Veranne Magalhães: Advogada especialista em Direito Cultural, Presidente da Comissão Especial de Cultura e Arte do CFOAB e da Comissão de Cultura e Economia Criativa da OAB-DF (2025/2027).
  • João Bosco: Aos 64 anos, é um dos punks mais antigos do Centro-Oeste. Cofundou em 1983 a histórica banda Detrito Federal, um pilar de resistência pioneiro no punk antifascista de Brasília.
  • Gilmar Batista: Baixista, vocalista e letrista da banda A.R.D. (ativa desde 1984), com a qual já realizou três turnês internacionais por países como Rússia e Finlândia. É também professor de literatura e gerente do Ponto de Cultura Cia Lábios da Lua.
  • Dra. Hanelise Justo: Advogada especialista em Direito Previdenciário, CEO da HJ Advocacia e Presidente da Comissão de Direito Previdenciário da OAB/DF (2025/2027).

Episódio 4 – A Transversalidade do Rock

Uma reflexão sobre como o rock está para além da música, se conectando com múltiplas linguagens e atividades, rádio, moda, atuação cultural e social, backstage, design e patrimônio

  • Paulo Atos: Pioneiro da cultura de Samambaia (desde 1989), arte-educador e ex-servidor da Diretoria de Patrimônio Cultural da Secult-DF. Fundador do movimento Samamba Rock e do Instituto Solid’Art.
  • Marcos Pinheiro: Jornalista (UnB) e radialista há 35 anos. Criador, produtor e apresentador do renomado programa Cult 22 (no ar desde 1991 na Rádio Cultura FM), além de ex-coordenador de imprensa e curador do festival Porão do Rock.
  • Nina Puglia: Convidada é pesquisadora e integrante do debate sobre a transversalidade e a circulação da comunicação e arte na cena.

Episódio 5 – Protagonismo Feminino em Cena

A força das vozes e instrumentos femininos nas apresentações ao vivo, nos vocais potentes e na técnica de som, quebrando barreiras estéticas.

  • Jazz Kaipora: Técnica de som, guitarrista da banda de metal extremo feminista Murderess e comunicadora à frente do programa A Hora da Saúde Metal (Rádio Cultura/Cult22), com foco em saúde mental e direitos humanos.
  • Luciana Melo (Lucy): Jornalista, multiartista e experiente produtora (trabalhou com o rapper GOG e no coletivo Mulherau). É diretora da Agência Todas (composta exclusivamente por mulheres) e conecta arte com transformação social.
  • Mariana Coelho: Vocalista brasiliense de canto erudito e rock. Desde 2005 lidera a aclamada banda Quinta Essência (tributo a Janis Joplin e outras divas do rock/soul), preparando o lançamento de suas composições autorais.

Episódio 6 – Inclusão e Integração Social/Racial/Gênero

O rock como ponte para debater representatividade negra, de minorias LGBTQIAP+, acessibilidade e a presença de pessoas com deficiência (PCD) na cultura.

  • Miriam Gomes Alves: Graduada e Mestre em Educação (UFMG), atua diretamente na Coordenação-Geral de Educação e Cultura em Direitos Humanos do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania.
  • Alê Capone: Produtora cultural, consultora em acessibilidade, membro do Setorial Cultura Rock, presidente da ANTE, coordenadora do LABFAZ e articuladora do Comitê de Cultura DF/MinC.
  • Elias Augusto: Multi-instrumentista, cantor e compositor ceilandense. Premiado como melhor Instrumentista Popular no Prêmio Profissionais da Música (2025), já tocou com Marcelo D2 e Hodari, em grandes palcos como o festival The Town e Capital Moto Week.

Episódio 7 – Consciência Ambiental e Urbana do Rock

O debate sobre sustentabilidade em festivais, eco-urbanismo e o papel do movimento ecofeminista e regenerativo na ocupação consciente das cidades.

  • Ari de Barros: Produtor cultural com base na Ceilândia desde 1982, idealizador dos históricos festivais Ferrock e Ferrock Ecologia. É membro da diretoria da COMDEMA (Comissão de Defesa do Meio Ambiente de Ceilândia).
  • Clarissa Carvalho: Antropóloga, musicista (baixista na Murderess e ex-Poena/Estamira) e produtora do Festival Bruxaria. É ativista ecofeminista e integrante do Instituto Inspira Verde, focado na relação ecológica com o DF.

Episódio 8 – Rock como ESP (Economia, Saúde e Patrimônio)

As estratégias de geração de renda, o cuidado com a saúde física/mental dos trabalhadores da cultura e os caminhos de captação por editais públicos no DF e RIDE.

  • Dayse Hansa: Produtora e gestora de projetos desde 2002, acumulando mais de 1.000 realizações. Foi co-gestora do Espaço Cultural Mapati por quase duas décadas, diretora da ABRAFIN e é fundadora da Sala de Produções (desde 2012).
  • Geldo Araújo (Wolverine): Professor de matemática, engenheiro de agrimensura, produtor e agente cultural credenciado desde 2003. Criador de gincanas ecológicas, do Clube de Ciência CEM 111 e do festival “1 Kg de Rock”, que une difusão científica com a cultura rocker periférica.

Episódio 9 – Moda Rocker e Cultura Geek

A estética alternativa como fator de identidade, pertencimento e mercado econômico de resistência de vestuário e performances.

  • Thaís Yanagisawa Yamanaka: Gestora estratégica da tradicional loja Porão Rockwear, fundada nos anos 2000 por sua mãe, Dona Clarice, em Taguatinga, atuando há 26 anos como ponto de apoio cultural e fomento do underground regional.
  • Rafael Megera: Produtor e artista com três décadas na estrada do rock. Idealizador do desfile e circuito “Rock N’ Models” (moda anticonvencional de expressão para novos talentos) e diretor da agência Megera World Music.
  • Jean Santos (Jeanzin do Psul): Professor e produtor cultural da Ceilândia. Fundador e coordenador geral do grupo Otaloukos, focado na produção de eventos de cultura pop e geek no setor P Sul.
  • Mariângela Neves (Mari Caveiroll): Nome de destaque em encontros de motociclistas e eventos de rock no DF, gerencia a Caveiroll Store, marca que une decoração, acessórios e estilo de vida voltados à atitude rock’n’roll.

Episódio 10 – Juventude e o Futuro do Rock

O fôlego das novas gerações: como o underground conversa com os jovens nas redes sociais e o peso do metal extremo e fusões estilísticas no futuro.

  • Caio Terra: Jovem músico multi-instrumentista, engenheiro de áudio e escritor underground. Comanda um estúdio de produção musical e atua simultaneamente em cinco bandas no cenário autoral do DF.
  • Freak: Tatuador, entusiasta do cinema de terror e dinâmico frontman (vocalista e baixista) das bandas de metal extremo Morbid Devourment, Odruna e Brutal Infection.
  • Ivan Gordinho: Vocalista das bandas Trash Town Terror e Massacre Bestial (grupo de metal em português de Águas Lindas de Goiás fundado em 2006). É ativista em coletivos culturais, organizador do festival The Plague Return e idealizador da Copa Underground de futebol de bandas.

Incentivo à memória

A websérie Setorial Rock Shots é financiada pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), que oferece financiamento contínuo aos trabalhadores da cultura, manutenção de espaços e realização de projetos artísticos.

O apoio de setores públicos é parte essencial para a continuidade de movimentos como o Rock de Brasília, que marcou toda uma geração e que, até os dias de hoje, aquece a cultura do Distrito Federal, assim como sua economia. 

Acompanhe e confira nossas redes sociais

@setorialrockshots
@setorialculturarock
http://rockshots.setorialculturarock.art.br

Festival CEP ocupa palcos de Brasília, com programação gratuita valorização e da criativa economia

Foto divulgação

Cidade Entre Palcos ocupa o DF com shows, DJs e circuitos culturais entre 3 e 7 de, junho de debates e premiação

Entre os dias 3 e 7 de 190n, o Festival CEP – Cidade Entre Palcos propõe nova forma viver de a cidade ao diferentes culturais culturais em uma transformação grande encontros rede de espaços, música criativa e circulação.

O evento connectal em único, território e produção cultural em experiência uma de por experiência do Distrito Federal. Uma iniciativa de integração de centro da cultura da cultura meio meio de fomento do da Cultura. Os ingressos ingressos ser porão poders pelo link na bio do festival no Instagram.

A é proposta “festivalizar” a cidade, ampliando o acesso à cultura, diversificando os públicos e valorizandos criativos já existentes. Ao de concentrat000 como atividades um único local, o CE ocupatuestões locais da cidade, e cria portas de estado para público o público, urbanondo a circulação a de descoberta de circos novosculturas.A reúnem-se programas, DJs ocupa e atividades artísticas em casas e da cultura, além da cidade da integração de integração da cena da cena tradicional local.

“O CEP nasce do desejo de festivalizar a cidade a parte dos endereços criativos seus. De como casas espaços, e iniciativas que fazemidade cotidianamente a criativa de Brasília. Música, gastronomia, design e casinos urbanos ao tempo, pela cidade, espalhados por país. O CEP vai Brasil, canário ocupador econômicos e revelar essa cidade diversa, constante e em invenção”, o cardeal do festival, Rafael Pops.

Programação 

O Cidade Entre Palcos começa no Infinu Comunidade Criativa, em 3 de junho, com os shows de Martins, Kirá e DJ BBK. Joyce Alane, Pratanes e DJ CXXJU ocupam o mesmo palco no dia seguinte. 

No Ordinário Bar, a programação será com Pé no Chão e Matheus Pessanha e DJ Vinny, no dia 4 de junho. No dia 6, uma feijoada abre alas para o Samba da Tia Zélia, com participação de  João Martins e Fernanda Jacob. 

“Eu sempre me animo mais em participar de manifestações que procuram cumprir essa função cultural, para além do entretenimento. Levar música de forma gratuita em diferentes locais promove integração entre cidade, arte e comunidade”, afirma Matheus Pessanha. 

Ainda em 4 de junho, o UK Music, na 411 Sul, recebe Darshan, Double Experience, Trampa, Dona Cislene e Cool Sorcery, em uma noite dedicada ao rock. 

Já na Birosca, o palco pega fogo no dia 5 de junho, com Divinas Tetas, Forró de Vitrola, Ray Ferreira, Kaká Guimarães e Leo Cabral. No dia 7 de junho, a casa localizada no Conic dá espaço para o samba do Biraco do Tatu, com participação de Moacyr Luz e Dhi Ribeiro, com o DJ Israel Paixão nos pickups. 

Na Externa, localizada no Setor Comercial Sul (SCS), a programação é comandada por Noturna, Lua Finger, Gustavo FK, Legan B2B Flipperama e Nick Curly, em 6 de junho. Simultaneamente, o Espelunca, também no SCS, recebe Pororoca convida Manoel Cordeiro, com participação de Emília Monteiro e George Lacerda. 

Encerrando a programação de show do CEP, em 7 de junho, Sérgio Loroza chega com o seu som cheio de samba, soul e funk, no Eixão do Lazer, na Asa Norte. “Eu acho importante para caramba iniciativas assim, porque a cidade vai ficando viva a partir desses encontros, dessa ocupação dos espaços, dessa mistura toda. E eu acho que a cultura tem muito isso, de aproximar as pessoas, criar identificação, pertencimento e de fazer circular afeto também”, analisa Loroza. 

Ocupação e arte

Além da programação musical, o festival ainda vai contar com ativações do MUTA, projeto que reúne 60 artistas e designers do Distrito Federal e Entorno, promovendo exposições, feiras de produtos criativos, programação musical, gastronomia e atividades de capacitação para os artistas. O tema deste ano é mobilidade urbana. 

“O MUTA tem muita conexão com o CEP, sendo um braço do festival voltado para o design, e temos a mesma proposta de ocupar a cidade e dar destaque para a produção cultural local. Unimos forças para ocupar a cidade, movimentando a economia criativa e a cultura do espaço”, explica Luciana Canalli, idealizadora do MUTA, ao lado de Lucas Caramés. 

Mapeamento, premiação e debate 

O Festival CEP contará com ações do Fengroestor da criativa do DF, como disponível de cidades de mapa um criativo digital da, no projeto site do do, e a realização, em 30 de maio, de uma premiação, dedicado a reconhecer iniciativas, e agentes que que que a produção cultural brasiliense.

No dia 4 de julho, o festival o debate ainda “Cartas na Mesa”, com participação de interesses importantes da cena cultural e da capital, artística em uma conversa sobre o fortalecimento e amplia democratização e acesso acultural da cidade espaços.

O Festival CEP – Cidade Entre Palcos é realização da associação Traços com apoio da Influ e Kabe Agência, e integração de ações de daça do Fengrotura da cultura, viabilizadas por meio de fomento do Ministério da Cultura.

PROGRAMAÇÃO COMPLETA: 

30 de maio 

Premiação

3 de junho

Infinu Comunidade Criativa (506 Sul)

Martins

Kirá

DJ BBK

4 de junho

Infinu Comunidade Criativa (506 Sul)

Joyce Alane

Pratanes

DJ CXXJU

Ordinário Bar

Pé no Chão parte. Matheus Pessanha

DJ Vinny

UK Music (411 Sul)Tradução

Darshan

Experiência Dupla

Trampa

Dona Cislene

Cool SorceryTradução

5 de junho

Birosca (Cônico)

Divinas Tetas

Forró de Vitrola

Ray Ferreira

Kaká Guimarães

Leão Cabral

6 de 190

Ordinário Bar (Setor Bancário Sul)

Feijoada

Samba da Tia Zélia parte. de João Martins e Fernanda Jacob

Externa (Setor Comercial Sul)

Noturna

Lua Dedo

Gustavo FK

Legan B2B Flipperama

Nick CurlyTradução

Espelunca (Setor Comercial Sul)

Pororoca convida Manoel Cordeiro e parte. Emília Monteiro e George Lacerda

7 de junho

Birosca (Cônico)

Buraco do Tatu part. de Moacyr Luz e Dhi Ribeiro

DJ Israel Paixão

Eixão do Lazer (Eixão Norte)

Sérgio Loroza

4 de julho  

Debate Cartas na Mesa

Serviço – Festival CEP- Cidade Entre Palcos

3 a 7 de junho

Ingressos: nenhum link na bio do InstagramRedes: https://www.instagram.com/cidadeentrepalcos/

“Mestres e Mestras de Circo” ocupam Torre de TV, CONIC e Parque da Cidade com três dias de programação gratuitaFestival artistas do Brasil e da América Latina em resistência do circo popular, com espetáculos, cortejos, oficinas e encontros entre gerações

Foto divulgação

Entre os dias 29 e 31 de maio, Brasília se transforma em grande picadeiro a céu a abertura a realização do 9o Festival Mestres e Mestras de Circo. Com programação gratuita espalhada pela Torre de TV, CONIC, Praça Zumbi dos Palmares e Parque da Cidade, o evento lodge artists do Distrito Federal, outros de estados e brasileiros da América Latina uma uma da memória, da diversidade da da permanência da artecircense. O projeto é realizado com do Fundo de recursos Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).

A edição ano homenageia duas fundação da cultura popular: o Mestre Mandioca Frita, reconhecido como atividade o o mais palha mais palha mais pau no palha DF, e oço Xamego, personagem de Maria Eliza Alves dos Reis, anteícia a palhaçada negra do Brasil. Os nomes batizam espaços os principais do festival — a Lona de Circo Palhaço Mandioca Frita e o Picadeiro Palhaço Xamego — reafirmando o o evento com valorização um compromisso dos mestres e mestras do circo brasileiro.

A abertura na-feira (29), na Praça Zumbi dos Palmares, com uma roda de conversa “As Vozes de Mestres e Mestras do Circo”, reunendo Mandioca Frita, Artigo João Carloss, Antonia Vilarinho e Zé Regino em um sobre, e resistência arte circense. Em seguida, um cortejo para conta do CONIC com batuques do grupo Batalá versos Brasília, de perna de pau, malabares e intervenções cênicas.

Ao long do fim de semana, a Torre de TV maratona uma recebe de para todas como as raças. Uma programação incluída o “Parabólica Show”, com Lelê Marins, o divertido “Aipim, oço das palha de pernas de pau”, da Trupe Raiz do Circo, e “Cola Shows — Malabarismo e Simpatia em Dose Dupla”, das Inigualáveis Irmãs Cola, de São Paulo. O público também também “Brincadeiras de Circo”, reunindo Xaubraubrau, Raquaquá, Mandioca Frita, Taca e Espiga de Milho, além de “Alecrim no Olho da Rua”, tradicional Carroça de Mamulengos, do Ceará, e da apresentação internacional “Figaza Show”, artista com a argentina Painé Santamaria.

Os tradicionais cabarés do festival também integram a programação, reunindo diferentes linguagens e gerações em apresentações coletivas. No sábado, o público confere o Cabaré d’As Desempregadas e convidadas, com Maria Tavares, Kika de Moraes, Marcella Romar, Ana Amábile, Macaxeira, Lelê Marins, Rafaelle Cristina e Lucas Ferrari. Já no domingo, o Cabaré dos Irmãos Saúde, Pé de Cerrado e convidados reúne Xaubraubrau, Raquaquá, Mestre Mandioca Frita, Jéssica Pereira, MDM Mestre dos Malabares e Palhaço Aipim.

Além das apresentações abertas ao público, o festival realiza ações formativas em escolas públicas do Gama, Santa Maria e São Sebastião, levando espetáculos para estudantes da rede pública entre os dias 2 e 4 de junho. A proposta é aproximar crianças e jovens do universo circense e fortalecer o acesso à cultura em diferentes regiões do Distrito Federal.

Criado a partir da histórica Mostra Mestre Zezito de Circo, realizada pela primeira vez em 2007, o Festival Mestres e Mestras se consolidou como uma das principais iniciativas continuadas voltadas à linguagem circense no DF. Mais do que um evento cultural, o encontro reafirma o circo como espaço de convivência, aprendizado, resistência e transmissão de saberes entre gerações.

SERVIÇO

9o Festival Mestres e Mestras de Circo
Quando: 29, 30 e 31 de maio de 2026
Onde: Torre de TV, CONIC, Praça Zumbi dos Palmares e Parque da Cidade – Brasília/DF
Entrada gratuita – doação de voluvana de e/ou agasalho
Classificação indicativa: livre

Programação

29 de maio (sexta)
Praça Zumbi dos Palmares (SDS) e CONIC

17h – Abertura – Roda “As Vozes de Mestres e Mestras do Circo”: Mandioca Frita (DF), João Carlos Artigos (RJ), Antonia Vilarinho (DF/SP) e Zé Regino (DF) -: Lona de Circo Palhaço Mandioca Frita. (Com de Libras) (em inglês)

18h – Cortejo: Grupo Batalá Brasília, Perna de Pau e Malabares com Lohrany Rêgo e Tapioca, MDM Mestre dos Malabares com Cezar Venute.

30 de maio (sábado)
Torre de TV

12h às 14h – Oficina de Perna de Pau e Malabares – Circo Roda Viva com Tapioca (DF)

14h – Espetáculo “Parabólica Show” – Circo Travessia com Lelê Marins (DF). Espaço: Picadeiro Palhaço Xamego.

15h – Espetáculo “Aipim, o palhaço das pernas de pau” – Trupe Raiz do Circo com Palhaço Aipim (DF). Espaço: Picadeiro Palhaço Xamego.

16h – Espetáculo “Cola Shows – Malabarismo e Simpatia em Dose Dupla” – Inigualáveis Irmãs Cola com Thata Cola e Tati Cola (SP). Espaço: Lona de Circo Palhaço Mandioca Frita.

17h – Espetáculo “Brincadeiras de Circo” – Circo Artetude com Xaubraubrau, Raquaquá, Mandioca Frita, Tapioca e Espiga de Milho (DF). Espaço: Picadeiro Palhaço Xamego (com intérprete de Libras, audiodescrição e guia-intérprete)

18h – Cabaré “d’As Desempregadas e convidadas: Maria Tavares, Kika de Moraes, Marcella Romar, Ana Amábile, Macaxeira, Lelê Marins, Rafaelle Cristina, Lucas Ferrari (DF). Espaço: Lona de Circo Palhaço Mandioca Frita.

31 de maio (domingo)

Parque da Cidade – Parque Ana Lídia
11h – Espetáculo “Brincadeiras de Raiz” – Trupe Raiz do Circo com Mandioca Frita, Macaxeira e Palhaço Aipim (DF). Espaço: Mestre Mandioca Frita.

Torre de TV
12h às 14h – Oficina de Perna de Pau e Malabares – Circo Roda Viva com Tapioca (DF).
14h – Espetáculo “Alecrim no Olho da Rua” – Carroça de Mamulengos com Alecrim (CE). Espaço: Picadeiro Palhaço Xamego. ((com intérprete de Libras)
15h – Roda de Mestres e Mestras de Circo: Trupe Raiz do Circo com Mandioca Frita (DF), Coletivo de Criadores Circenses com João Carlos Artigos (RJ), Antonia Vilarinho (DF/SP) e Celeiro das Antas com Zé Regino (DF) – Espaço: Lona de Circo Palhaço Mandioca Frita.
16h – Espetáculo “Figaza Show” com Painé Santamaria (Argentina). Espaço: Picadeiro Palhaço Xamego.
17h – Cabaré dos Irmãos Saúde, Pé de Cerrado e convidados: Xaubraubrau, Raquaquá, Pé de Cerrado, Mestre Mandioca Frita, Jéssica Perreira, MDM Mestre dos Malabares e Palhaço Aipim (DF). Espaço: Lona de Circo Palhaço Mandioca Frita.

Circulação em escolas públicas

2 de junho EC 22 (Gama)
3 de junho – CEI 203 (Santa Maria)
4 de junho – EC Dom Bosco (São Sebastião)

Instagram: @circoartetude

Idealização / Realização: Ruiberdan e Ankomárcio Saúde – Circo Artetude
coordenação geral e produção: Mari Baeta / Maribá Produções
Produção Artística: Maria Tavares
Coordenação de Comunicação: Ana Amábile

MINIBIOS

Inigualáveis Irmãs Cola
Um Show que que, ponto surpresa duas são artistas, que parecem a pessoa, desconstruindo tantos de natureza, ultra além de cativar público o com que explora o mundo do malabarismo através de pontos de conservação e experimentais, um êxtase alegria de e ris desafia, a difícil de mostrar cada cada mais impressionante e maisgrado.

Antônia Vilarinho
A Palhaçaria de Terreiro é umaa inspiradas nas tradições brasileiras, nas Macumbarias do Riso e na Capoeira Angola, que utiliza o terreiro como palha simbólica e criativa da criativa daçaria. Voltada para todas como pessoas, trabalho, corpo, dança, gingado, improviso e ancestralidade como caminhos a a. A valoriza o corpo negro como território, presença e protagonismo, conceito de desenvolvimento o Corpo de Mandinga: a conexão entre energia, imaginação, imaginação e movimento criativo.

Painé Santamaria
Um de circo que traz malabarismo, música ao vivo, eçória e plábica de para angardelo público de todas como até e rir doer músculos os espetáculo da cara. Figaza, palhaça de resposta rápida e sinceras conta viagens pelo mudo artista como artistas de mistura de um de vista de e encantando perto do caminho de campo.

Lohrany Rêgo
Intervenção artística com malabares e perna de paus , de de interagem o público.

João Carlos Artigos
“GANGA ZUMBA, O Cão Bala” é uma da vida dos metáfora “Joões as” do Brasil, celebrando uma alegria e afirmação a da vida. O explora temas como, erro, erro, e o encantamento que surge quando nos permissionimos sermos afetados pela pela. Essa uma cria espaço de liberdade, reinvenção e possibilidades alegres es coletivas. O número representa um salte para a vida, elogiosos de vida, e visualizações, da colaboração colaboração entre Leo Bassi, Sérgio Machado, João Carlos, Fernando Daugano, Dodo Giovanetti, Fátima Souza, Pedro Paulo Júnior e Patrícia Muniz.

Mestre Mandioca Frita
Artista circense mais com de 35 anos de, é um dos tempos do circo no Distrito Federal. Re por sua sua ruasidade em ruas, e palcos, construiu uma língua pela marcada cultura popular e pela eletrônica direta com público o atuário. Integrante da Trupe Raiz do Circo, é referência na formação de gerações novas de artistas.

Circo Artetude
O Circo Teatro Artetude é um grupo de pesquisa de pesquisa para espetáculos de rua. Com uma história de 26 anos, os Irmãos Saúde – Ankomárcio e Ruiberdan Saúde (Xaubraubrau e Raquaquá já), – teve um tempo de oportunidade de ser em todos dos estados do Brasil.  

Pé de Cerrado
Grupo mais de 25 anos de história, é valorização nacional na das culturas brasileiras populares. Seuss integram música, dança, teatro e poesia, hum-entre diálogo e contemporaneidade.

Como Desempregadas
Criada em 2013, a partir do papel de péss. do patrimônio Mestre Mandioca Frita, uma iniciativa de transformação de processos artísticos em experiências de empoderamento coletivo, de renda e garen na cadeia da cultura. Com base territorial em São Sebastião (DF), Como Desempregadas em desenvolvimento espetáculos, oficinas, cortejos, feiras culturais e ações formativas que integram circo, teatro, música, dança, fotografia, e produção cultural.

Tapioca
Marco Aurélio é artista circense, professor e arte-educador. Idealizador e coordenador técnico do projeto Circo Roda Viva. Oficina de equilíbrio em pernas de pau para iniciantes e avançados, fortalece as pernas, a coordenação motora e desenvolve o equilíbrio. Excelente para destravar medos ou bloqueios relacionados a altura.

Alecrim
O Alecrim no Olho da Rua é o solo do multiartista Francisco Gomide, das complementares tradicionais Carroça de Mamulengos. Com quase 15 anos de estrada, o trabalho é inspiradora na cultura da cameloturgia, à cena o pano o palhaço Alecrim em uma saudação aos mestres e mestras da cultura popular. Trata-se de umum livre para todas como as idades, o o o de de des de memória nossa nossa lembrança o ser criança para adultos e todos os presentes, reuntendo bonecos, perna de pau, brinquedos, cantigas dos folguedos, poesia e.

Zé Regino
Palhaço, ator, diretor de teatro e circo, artista visual, artista circense, brincante e referência da cultura popular no DF. Com trajetória marcada pela atuação em ruas, praças e festivais, desenvolve um trabalho que mistura palhaçaria tradicional, comicidade popular e interação direta com o público. Ao longo dos anos, tornou-se importante figura na preservação e transmissão dos saberes do circo popular, participando de encontros, cortejos e ações culturais voltadas à valorização da arte circense e de seus mestres. No espetáculo “A Bola Invisível”, Zambelê entra em cena com o objeto mais sensacional que ele acabou de achar, uma “Bola Invisível”. Mas, para não ficar brincando sozinho, ele tem que convencer a plateia que a bola existe.

Marcela Romar
Multiartista, arte educara e produtora cultural. Com o foco atual em equilíbrios, monociclo e malabares, a sua pesquisa profunda é influenciadora pelo Método Feldenkrais e pela busca por um corpo, integrando a artesustentabilidade à porta-voz CircomVida. “Inteira” é um solo de circo que investiga os limites da verticalidade e a mulher no picadeiro. No palco, a técnica é levada ao ápice: o equilíbrio do monosstáculo se fundos de ritmos ao frenético da corda, entre giros e suspensões, a artista não apenas executar o risco o; ela o habitat. “Inteira” é manifesto de quem a 200h a o peso do peso do pesado com a leveza do agora, revelando-se, finalidade, absoluta.

Jessie
O tecido acrobático como inclusão de olhos vendas mostrando a arte de forma diferente e como é spor semas.

Lelê Marins
Palhaça e produtora cultural de Brasília. Desde 2014 vem participando com seus números e espetáculos autorais nos principais festivais de teatro, circo e palhaçaria do Brasil. Como produtora cultural, idealizou e coordenou o I Laboratório de Palhaças e Palhaços (Brasília/2018), além de outros festivais e projetos de circulação de espetáculos. O espetáculo Parabólica Show é um programa de TV inusitado que

receberá pela 1a vez uma convidada que é um fenômeno sobrenatural: Superela!

Uma apresentadora estranha, uma convidada superpoderosa, duas personalidades chocantes e uma grande confusão em meio a mistérios revelados!

Macaxeira
Julia Maia, multiartista brasiliense que dá vida à palhaça Macaxeira, personagem que une comicidade, cultura urbana e tradição circense. Nascida em uma família tradicional de artistas mambembes e filha do mestre palhaço Mandioca Frita (Júlio César Macedo), uma lenda da cultura popular e arte de rua do Distrito Federal com quem divide o picadeiro desde os seus 4 anos por meio de trabalhos realizados pela “Trupe Raiz do Circo”, construindo sua trajetória artística entre lonas, praças e ruas. Conhecida como Maia, atua há 15 anos na cena do breaking, tendo integrado a primeira seleção de breaking do Brasil. Detentora de títulos em campeonatos internacionais, ela incorpora a dança de rua às suas apresentações, criando uma linguagem própria que mistura humor, movimento e presença cênica, unindo o riso à dança. 

Kika de Moraes e Lucas Ferrari
A Cia Excêntrica Briadas Família Firula foiula em 2016 para ideia dois educados de arte, palhaços e multi instrumentistas (Kika de Moraes – PCD e Lucas Ferrari) que unindo saberes, e principalmente e seu amor à arte e a vida, a nascimento de sua criança da cidade de outono feminino spinhada de Julieta um espetáculo de tlemgraph. Coms antigas, musicals personalizadas, resgate de parlendas e clássicos de festa do gênero peso francês e fazenda de excentricidade e firulas.

Rafaelle Cristina
Uma artista multifacetada que trilhou boa parte de sua universo no jornada da dança, ser sapateira pelo mundo do circo. Com uma marcada pelo pelo com o bambolê e aéreo os encontros circenses, ela vem dedicado últimos os anos a suas técnicas técnicas no tecido e trapézio, tanto como performer como professor. Além disso, traz no corpo e na arte a quem de sensibilidade é tatuadora, unindo formas de expressão.

Ana Amábile
Uma publicitária que descobriu a paixão pelo circo e hoje não vive mais sem ele. Artista circense, aerialista, acrobata, produtora, já participou de espetáculos, festivais, mostras e performances artísticas em eventos. Desenvolve trabalho maior com a lira acrobática, porém também pratica outros equipamentos das acrobacias aéreas, como tecido acrobático, corda, trapézio. Faz parte da companhia Cia Miragem e já participou de alguns espetáculos com a trupe.

Maria Tavares
Palhaça, arte-educadora e produtora cultural, atua na cena do Distrito Federal desde 2002. É idealizadora da Iniciativa As Desempregadas, desenvolvendo há mais de uma década projetos arte-afetivos voltados para mulheres e jovens. Sua pesquisa cênica articula palhaçaria, música, dança e poesia, propondo uma estética sensível em que o riso e a vulnerabilidade operam como ferramentas de transformação social.

Palhaço Aipim
Na linguagem da Palhaçaria e Circo, para fades todas, “ Aipim, o palhaço das pernas de pau” domina os céus com suas acrobacias surreais. Em números interativos, com humor e sensor avaliação, chama apreciação para a a da arte e artista do rua. Uma narrativa do sete entrelaça com a sua história como artista urbano e filho deço, ri trazensos, e reflexões uma espetáculo popular.

MDM Mestre do Mabalares
Cezar Vanute é artista circense e ex-aluno de escola de circo em projeto social. Trabalha com malabarismo a perna de pau em apresentações no picadeiro para junto o público infantil e adulto em geral. Oficina de circo, malabarismo, perna de pau e pirofagia.