Brasília tem de melhor na Cultura, Entretenimentos, Arquitetura, Design e Decoração, Feiras, Cursos, Workshops, Seminários, Gastronomia, Vinhos, Cafés, Moda, Beleza…
Quitutices apresenta opções doces e afetuosas para resgatar a magia do Natal e fortalecer conexões especiais.
Quitutices oferece um doce abraço de Natal, Cartão de Natal vem acompanhado de biscoitos natalinos cheios de sabor e carinho. Crédito: Divulgação/Quitutices
O Natal é uma época de conexão, reflexão e celebração, e nada traduz melhor o espírito da data do que gestos simples e genuínos de carinho. Em tempos de mensagens digitais, a proposta da Quitutices é resgatar o hábito de enviar cartões natalinos com um toque especial. E pensando nisso, uma das novidades da confeitaria é o Cartão de Natal com Biscoito Natalino. Esse presente encantador combina a tradição de uma mensagem manuscrita com o aconchego de três deliciosos biscoitos temáticos, decorados com motivos que remetem à magia da época, como estrelas, árvores e sinos.
Mais do que um presente, o Cartão de Natal com Biscoito Natalino convida as pessoas a desacelerarem e vivenciarem momentos mais orgânicos e íntimos. A ideia é criar um clima acolhedor, reunindo entes queridos para compartilhar palavras de afeto, acompanhar o sabor artesanal dos biscoitos e celebrar a essência da data.
Perfeito para surpreender familiares, amigos ou colegas, o cartão une sabor e significado, resgatando a tradição de expressar bons votos de maneira autêntica. Cada detalhe foi pensado para transformar a troca de presentes em uma experiência sensorial e emocional, que vai além do material e reforça os laços entre as pessoas. Que tal tornar este Natal ainda mais especial com um gesto tão simples quanto memorável?
Todos os itens são cuidadosamente elaborados, a confeitaria é especializada em produtos sem glúten e sem proteína do leite. A aposta em uma cozinha afetiva valoriza a inclusão alimentar nas celebrações de fim de ano. “A alimentação é um momento de encontro e celebração. Nossos produtos foram pensados para que todos possam participar, sem restrições”, afirma a chef Inaiá Sant’Ana.
As encomendas podem ser feitas até o dia 17 de dezembro, sujeitas à capacidade de produção. Mais informações estão disponíveis na loja e nos canais de atendimento da marca.
Outros destaques do cardápio:
Chocotones e panetones: versões básicas, recheadas e decoradas, como o chocotone pistache dressed (R$ 210,00).
Sobremesas na taça: opções como pavê de baunilha com morango (R$ 150,00) e napolitana (R$ 220,00).
Charlottes: nos sabores frutas vermelhas, tiramisu e ferrero (a partir de R$ 230,00).
Biscoitos decorados: disponíveis individualmente ou em kits com embalagens especiais.
Orientações Importantes para Encomendas de Natal e Ano Novo
Prazos para Encomendas: Encomendas serão aceitas até 17 de dezembro, sujeitas à disponibilidade. Caso a capacidade de produção seja atingida antes, novos pedidos poderão ser recusados.
Entregas:
Para o Natal: até 24 de dezembro às 14h (sem atendimento em loja neste dia).
Para o Ano Novo: até 31 de dezembro às 14h (sem atendimento em loja neste dia).
Dias 23 e 30 de dezembro: cozinha aberta até as 15h; atendimento em loja até as 20h com produtos do balcão.
Pagamentos: Somente mediante pagamento antecipado (transferência bancária, PIX, crédito ou débito). Encomendas via transferência bancária ou PIX serão confirmadas após envio do comprovante.
Retirada de Produtos: Encomendas devem ser retiradas na loja no horário agendado. Não realizamos entregas nem nos responsabilizamos por entregas por terceiros.
Conservação e Ingredientes: Mantenha os produtos refrigerados. Todos os produtos são sem glúten e sem lácteos, com opções sem açúcar. Produtos contêm ovos, oleaginosas e podem conter traços de soja.
Sobre a Quitutices
A Quitutices é uma confeitaria inclusiva especializada em produtos sem glúten e sem lácteos, dedicada a criar experiências gastronômicas seguras e saborosas para todos. Fundada pela chef Inaiá Sant’Ana, a marca, pioneira em Brasília, se compromete em oferecer uma cozinha segura, livre de contaminação cruzada, e em inovar ao adaptar receitas clássicas para versões acessíveis e cheias de sabor. Na Quitutices, cada doce e quitute é feito com afeto, priorizando a segurança alimentar e a inclusão, permitindo que pessoas com restrições alimentares celebrem os melhores momentos da vida com qualidade e tranquilidade.
A Mostra Competitiva Nacional, principal categoria do 57º Festival de Brasília do CinemaBrasileiro (FBCB) apresentou diversidade narrativa e regional nos dois curtas e no longa-metragem que abriram a competição no último domingo (1º).
Maremoto (RN), resultado de um projeto formativo de descentralização da produção cinematográfica dirigido por Cristina Lima e Juliana Bezerra, é um conto periférico centrado na figura de uma aguerrida mecânica demotocicletas; enquanto Chibo, do outro extremo do Brasil (RS), acompanha o dia a dia de uma adolescente que mora numa roça em Tiradentes do Sul.
Para fechar a noite, o aplaudido longa-metragem mineiro Suçuarana, de Clarissa Campolina e Sérgio Borges, retratou uma comunidade quilombola no contexto da exploração mineral do estado. Ao fim da sessão, os convidados e espectadores puderam se divertir com o Samba da Passarinha, roda de samba do DF.
Sara Silveira e João Luiz Vieira ganharam homenagens na noite dedomingo
Antes da Sessão Especial de Meteorango Kid: Heroi Intergaláctico, às 18h, o palco do Cine Brasília recebeu mais duas personalidades ligadas ao cinema brasileiro para homenagens. A coordenadora de Serviços e Economias deFuturo do Sebrae Nacional, Ana Clévia Guerreiro, entregou a Medalha Paulo Emílio Salles Gomes ao professor, pesquisador e escritor João Luiz Vieira.
O Cine Brasília se emocionou junto a Sara Silveira, produtora das mais prolíficas do país, que foi laureada com o Prêmio Leila Diniz, recebido da secretária de Segurança e Cidadania do Distrito Federal, Marcela Passamani.
Protocolo Por Todas Elas é implementado pelo Festival
Na cerimônia, a secretária Marcela Passamani lembrou aos presentes o protocolo Por Todas Elas, pensado para proporcionar ambientes deevento seguros para as mulheres, prevenindo possíveis casos de assédio ou importunação sexual e abrindo canal de acolhimento e denúncia a vítimas deste crime silencioso.
O protocolo foi implementado no 57o Festival deBrasília. A equipe passou por treinamento para atendimento e assistência às vítimas e a Secretaria de Segurança e Cidadania instalou um ambiente nas estruturas do Cine Brasília, Cia. Lábios da Lua (Gama) e Complexo Cultural de Planaltina, para um primeiro acolhimento dedenúncias deste tipo.
Programação de segunda-feira (2/12) da Mostra Competitiva Nacional
A programação da Mostra Competitiva Nacional de hoje (2/12) inclui debate sobre os filmes exibidos no dia anterior, durante parte da manhã, a partir das 10h, com transmissão virtual ao vivo https://www.youtube.com/live/fUvkGaP9iVo?si=OUdcw-vM8RSmFftD
À noite, a Mostra Competitiva Nacional começa às 20h no Gama, em Planaltina e em Taguatinga e, às 21h, ocupa o Cine Brasília, ocasião na qual serão exibidos os filmes Inflamável (DF), deRafael Ribeiro Gontijo, Javyu – Bom Dia (SP), deKunha Rete e Carlos Eduardo Magalhães, e Pacto da Viola (DF), de Guilherme Bacalhao.
A programação em todos os endereços do festival será acompanhada de trilha sonora com DJs, com Diskoteca Árabe (DJs El Roquer e Savana) no Cine Brasília, DJs Fraktal e Boquinha MC Dub no Gama, DJs Jannu e Rud em Planaltina, e DJs Janna e Ketlen em Taguatinga.
Segundo dia de Ambiente deMercado tem lançamento de série, Rodadas de Negócio e Encontros com Players
A abertura do Ambiente de Mercado no último domingo (1º/12) contou com masterclass da socióloga e drag queen Rita Von Hunty. Ela estrela a série Como Nascem os Herois, de Iberê Carvalho e Marcelo Díaz.
Produção da EBC marcada para estrear em fevereiro de 2025, é um dos lançamentos demercado da programação do Festival. O primeiro episódio da série é exibido hoje, às 17h, na Sala de Cinema 2.
As atividades de hoje no Mercado envolvem os 19 representantes de canais, produtoras e distribuidoras convidadas. Pela manhã, os players participam de Rodadas de Negócio com produções do DF inscritas previamente.
Às 14h, os convidados apresentam à comunidade audiovisual as estratégias e interesses de seus canais/empreendimentos para o ano que vem, em atividade aberta de nome Encontros com os Players (Auditório 1).
Hoje se inicia também a Mentoria para os Pitchings Abertos, apresentada por Victor Lopes e voltada a projetos previamente selecionados.
Brasília ganha sessões deApocalipse nos Trópicos e Palimpsesto em mostras paralelas
Para além da mostra competitiva, hoje é dia deassistir longas e curtas-metragens do novíssimo cinema brasileiro. A segunda é marcada por exibições do Festivalzinho, das sessões especiais e das mostras Caleidoscópio e Festivaldos Festivais.
Um acervo arqueológico é incendiado e sua recuperação abre uma reflexão sobre fogo e memória em Palimpsesto (MG), de André Di Franco e Felipe Canêdo, filme que abre a mostra competitiva Caleidoscópio às 15h.
A democracia por um fio em nome da teocracia é o que motiva Apocalipse nos Trópicos (DF/RJ/SP), novo documentário de Petra Costa, apresentado às 18h pela mostra Festival dos Festivais. Ambos são exibidos na Sala Vladimir Carvalho e são seguidos de debate.
Na Sala de Cinema 2, e ainda em homenagem ao clássico de André Luiz Oliveira, Procura-se Meteorango Kid: Vivo ou Morto (BA), de Marcel Gonnet e Daniel Fróes, ganha sessão especial às 19h.
SERVIÇO – 57º FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO
Data: Até 7 de novembro
Local: Cine Brasília (106/107 Sul), Cia. Lábios da Lua (Gama), Centro Universitário Estácio (Pistão Sul, Taguatinga) e Complexo Cultural de Planaltina.
Ingressos: R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) somente para as sessões da Mostra Competitiva Nacional no Cine Brasília. Entrada franca mediante retirada prévia de ingressos para as demais sessões.
Depois de circular por seis regiões administrativas do DF
O espetáculo, que fala sobre etarismo e contabiliza mais de 40 apresentações e mais de 5 mil espectadores, terá quatro sessões gratuitas nos dias 5 e 8 de dezembro, no Espaço Cultural Renato Russo, no Plano Piloto
Esta é a última semana para conferir o espetáculo O Último Tango, um compasso entre dança, teatro, audiovisual e música, encenado pelos atores Chico Sant´Anna e Jones Abreu Schneider, com direção de Sérgio Maggio, e texto inédito de Santiago Serrano. A montagem já foi vista por mais de cinco mil pessoas em mais de 40 sessões distribuídas por seis cidades do DF (Plano Piloto, Sobradinho, Gama, Taguatinga, Ceilândia e Planaltina). Multicultural, o projeto contemplado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) fará asquatro últimas sessões nos dias 5 e 8 de dezembro, às 18h e 20h, com entrada gratuita, no Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul).
Quem for assistir à peça, vai poder conferir também, no foyer do teatro, a exposição dafotógrafa Nityama Macrini “Corpos que Dançam Não Envelhecem”, com dançarinas e coreógrafo na maturidade, a exemplo de Yara de Cunto e Gisele Santoro. A mostra individual é parte do projeto que contou, ainda, com vivências e grupo de apoio a idosos em cinco centros do DF; aulão de Tango, no Conic, com o dançarino Paulo Pivetta; visitas adois centros universitários (Iesb e Uniceub) e um terreiro de Umbanda para discutir o envelhecer em populações vulneráveis e dissidentes, como LGBTQIANP+, mulheres negras, matrizes africanas e artistas.
SINOPSE “O ÚLTIMO TANGO”
Na vida de Antônio, um octogenário viúvo que vive sob a pressão de seus filhos, a perda de memória parece um fardo. No entanto, seu espírito sonhador ainda brilha ao lembrar-se da promessa feita a sua falecida esposa, Elvira: aprender a dançar tango e conhecer Buenos Aires. Por outro lado, Manoel, um artista maduro sem residência fixa, enfrenta dificuldades financeiras enquanto ensina tango nas praças. Quando os caminhos de Antônio e Manoel se cruzam, eles descobrem uma conexão inesperada que transforma suas vidas. Juntos, eles se unem ao ritmo vibrante do tango portenho, rompendo as barreiras do tempo e da solidão, e criando uma narrativa poderosa sobre sonhos, solidariedade e a luta contra as adversidades. Uma história que se impõe à sociedade, urgentemente convidando à reflexão.
Foto Hugo Lira
SERVIÇO:
O ÚLTIMO TANGO
Data: 5 de dezembro, quinta-feira, às 18h e 20h (audiodescrição) |
8 de dezembro, domingo, às 18h e 20h
Local: Teatro Hugo Rodas / Espaço Cultural Renato Russo (W3 Sul, Quadra 508)
Classificação: 12 anos
Duração: 70’ minutos
Ingressos gratuitos no Sympla
Ficha Técnica:
Concepção do projeto, coordenação de produção e direção artística: Jones Abreu Schneider e Criaturas Alaranjadas
Direção de cena: Sérgio Maggio
Direção de imagens: Catarina Accioly
Dramaturgia: Santiago Serrano
Produção: Paula Jacobson
Tradução: Carmem Moretzsohn
Intérpretes: Chico Sant´Anna (Antônio) e Jones Abreu Schneider (Manoel)
Musicista: Janaina Sabino (piano digital), Pedro Tupã (percussão) e Lucas Ramalho (stand in percussão)
Bailarinos em videoarte: Dilo Paulo e LennaSiqueira (Corpus entre Mundos)
Fotógrafa exposição: Nityama Macrini.
Bailarinos exposição: Yara de Cunto, GisèleSantoro, Lenora Lobo, Luciana Lara e IdioChichava
Cenografia: Maria Carmem de Souza
Coreografia cênica: Dilo Paulo
Iluminação e desenho de luz: Rodrigo Lélis
Preparação e coreografias de tango: Paulo Pivetta
Edição e câmeras: João Paulo Procópio e Gui Campos
Pesquisa de figurino e objetos de cena:Astaruth Lira, Jones Abreu Schneider e Sérgio Maggio
Figurino: O Grupo
Artesã bonecos: Edinartesgomes
Operador de luz e som: Jeff Landim e Michel Araújo
Operador de vídeo: Hugo Lira e Caio Marins
Coordenação de acessibilidade: Astaruth Lira
Audiodescrição: Fernando Rodrigues (Instituto da Pessoa com Deficiência)
Intérprete de libras: Flávia Novaes
Camareira: Celeste Silva
Assistentes de produção: Carol Petitinga
Assistente de direção: Noah Marques
Coordenação financeira: Katiana Santiago
Assistência administrativa: Thaline Hellen
Identidade visual: Fernando Lopes
Design: Jana Ferreira
Redes sociais: Loane Luniere e Ianca Gomes/ Gibi Comunica
Programação de descentralização do Festival acontece em parceria com a Cia. Lábios da Lua (Gama), o Complexo Cultural de Planaltina e o Centro Universitário Estácio (Taguatinga), além das administrações regionais
Em 2024, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro estende suas atividades a outras três Regiões Administrativas do Distrito Federal, promovendo exibições de filmes e programação de DJs e bandas especialmente construída para as cidades, além de propor ambientes com praça de alimentação e área de convivência.
A 57a edição chega ao Gama, Planaltina e Taguatinga, unindo-se a parceiros estratégicos nestas RAs – Cia. Lábios da Lua (Gama), o Complexo Cultural de Planaltina e o Centro Universitário Estácio (Taguatinga) – para apresentar programação gratuita entre os dias 30 de novembro e 6 de dezembro.
Para o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, promover o FBCB de forma descentralizada nas Regiões Administrativas é mais uma oportunidade para democratizar o acesso à cultura do audiovisual.
“Esta é uma iniciativa importantíssima do Festival, e mostra que não estamos só pensando em premiações, mas, em promover a cultura das grandes obras de cinema, para fazer chegar essa arte tão rica àqueles que não teriam a possibilidade de prestigiar um evento como o nosso Festival de Cinema. Isso é descentralizar, verdadeiramente, a nossa cultura, é fazer chegar na ponta o que temos de melhor do segmento do audiovisual”, reforçou Claudio Abrantes.
A programação de filmes da descentralização apresenta neste sábado, dia 30/11, às 20h, o filme de abertura escalado para 2024: Criaturas da Mente, novo longa de Marcelo Gomes sobre o neurocientista brasileiro Sidarta Ribeiro.
Entre segunda e sexta-feira (1 a 6/12), as RAs recebem exibições do Festivalzinho, programação infanto-juvenil do festival às 10h, e a Mostra Competitiva Nacional, sempre às 20h. De terça a sexta (3 a 6/12), às 18h, a programação da Mostra Brasília – 26o Troféu Câmara Legislativa também é apresentada nas cidades.
Para as duas mostras competitivas, o público nas RAs também poderá participar do Voto Popular de Melhor Filme. O voto é aberto 30 minutos após o início das sessões e fecha 1 hora após o término, e é computado através de código individual e intransferível, disponibilizado no ingresso gratuito que dá acesso à sessão.
Antes e depois das exibições noturnas, DJs e grupos musicais embalam o público que for curtir as áreas de convivência e praça de alimentação do evento. A programação traz uma boa seleção de artistas das três RAs e de outras, com shows do Sarau-Vá, da banda Lúpulo e Cereais Não Maltados, Real Samba, Margaridas, Samba na Comunidade, e mais de 25 DJs, entre eles, Disson, Odara Kadiegi, Sapo, New Nay, Janna, Ketlen, J4k3, Wellz e Jay Lee.
A 57ª edição do Festival de Brasília conta com apoio da Câmara Legislativa do DF, Cinemateca Brasileira, Cine Brasília, Canal Brasil, Canal Like, Telecine, Globo e Metrópoles. É realizado pelo Instituto Alvorada Brasil e Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, em gestão compartilhada que se estende às três próximas edições do festival, culminando em 2026, na 59ª edição. Tem patrocínio do Sebrae e patrocínio master do Banco de Brasília – BRB.
PROGRAMAÇÃO NO GAMA
Local: Cia. Lábios da Lua – Quadra 4 Lote 16 Loja C e D – Setor Sul, Gama
Sábado (30/11)
19h – DJ Bruna Val
20h – Filme de Abertura: Criaturas da Mente (RN/PE/RJ, 124 min)
20h – Mostra Competitiva Nacional: Inflamável (DF, 20 min), Javyju – Bom Dia (SP, 25 min), Pacto Da Viola (DF, 99 min)
22h30 – Dj Fraktal
23h30 – Encerramento
Terça-feira (03/12)
10h – Festivalzinho
18h – Mostra Brasília: Caravana Da Coragem (11min) + A Sua Imagem Na Minha Caixa De Correio (17min) + Nada (132 min)
19h – DJ Rubens MC no Beat
20h – Mostra Competitiva Nacional: Cerimonial (30min) + Mar De Dentro (PE, 9 min), Confluências (DF, 26 min) + Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá (MG, 132 min)
22h30 – Dj Valbert Neném
23h30 – Encerramento
Quarta-feira (04/12)
10h – Festivalzinho
18h – Mostra Brasília: Cerimonial (30 min) + Manequim (9 min 54 seg) + ONA (15 min) + Manual Do Heroi (143 min)
19h – DJ New Way
20h – Mostra Competitiva Nacional: Cerimonial (30 min) + E Assim Aprendi A Voar (RO, 15 min) + Mãe Do Ouro (MG, 18 min) + Enquanto O Céu Não Me Espera (AM, 80 min)
22h30 – DJ Doda
23h30 – Encerramento
Quinta-feira (05/12)
10h – Festivalzinho
18h – Mostra Brasília: Cerimonial (30 min) + Xarpi (25 min) + Via Sacra (20 min) + A Câmara, 129 min)
20h – Mostra Competitiva Nacional: Inflamável (DF, 20 min) + Javyju – Bom dia (SP, 25 min) + Pacto da Viola (DF, 99 min)
21h30 – DJ Rud
22h30 – Encerramento
Terça-feira (03/12)
10h – Festivalzinho
17h – DJ Alan Def
18h – Mostra Brasília: Cerimonial (30 min) + Caravana Da Coragem (11 min) + A Sua Imagem Na Minha Caixa De Correio (17 min) + Nada (132 min)
20h – Mostra Competitiva Nacional: Mar De Dentro (PE, 9 min) + Confluências (DF, 26 min) + Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá (MG, 132 min)
22h30 – DJ Fagner Souza
23h30 – Encerramento
Quarta-feira (04/12)
10h – Festivalzinho
17h – DJ Nilma Naiz
18h – Mostra Brasília: Cerimonial (30 min) + Manequim (9 min 54 seg) + ONA (15 min) + Manual do Heroi (143 min)
20h – Mostra Competitiva Nacional: Cerimonial (30 min) + E Assim Aprendi A Voar (RO, 15 min) + Mãe Do Ouro (MG, 18 min) + Enquanto O Céu Não Me Espera (AM, 80 min)
22h30 – DJ Disson
23h30 – Encerramento
Quinta-feira (05/12)
10h – Festivalzinho
18h – Mostra Brasília: Cerimonial (30 min) + Xarpi (25 min) + Via Sacra (20 min) + A Câmara (129min)
20h – Mostra Competitiva Nacional: Inflamável (DF, 20 min), Javyju – Bom Dia (SP, 25 min), Pacto Da Viola (DF, 99 min)
22h40 – DJ Ketlen
23h40 – Encerramento
Terça-Feira (03/12)
10h – Festivalzinho
18h – Mostra Brasília: Caravana Da Coragem (11 min) + A Sua Imagem Na Minha Caixa De Correio (17 min) + Nada (132 min)
20h – Mostra Competitiva Nacional: Cerimonial (30 min) + Mar De Dentro (PE, 9 min), Confluências (DF, 26 min) + Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá (MG, 132 min)
23h30 – Disco N’ Funk (Dj Jean C + Lethal Breakz)
00h30 – Encerramento
Quarta-Feira (04/12)
10h – Festivalzinho
18h – Mostra Brasília: Cerimonial (30 min) + Manequim (9 min 54 seg) + ONA (15 min) + Manual Do Heroi (143 min)
19h – DJ J4k3
20h – Mostra Competitiva Nacional: Cerimonial (30 min) + E Assim Aprendi A Voar (RO, 15 min) + Mãe Do Ouro (MG, 18 min) + Enquanto O Céu Não Me Espera (AM, 80 min)
22h30 – Margaridas
23h30 – Encerramento
Quinta-Feira (05/12)
10h – Festivalzinho
18h – Mostra Brasília: Cerimonial (30 min) + Xarpi (25 min) + Via Sacra (20 min) + A Câmara (129 min)
Cerimônia de Abertura do Festival de Brasília terá homenagens a Zezé Motta e Vladimir Carvalho, além da estreia mundial do novo filme de Marcelo Gomes
Mais longevo festival de cinema do país, o 57º FBCB ocorre de 30 de novembro a 7 de dezembro de 2024, com nove mostras em cartaz, totalizando 79 filmes
Com 79 filmes programados, o 57º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro volta para mais um ano de celebração da produção nacional no Cine Brasília, neste sábado (30/11). A programação das mostras Competitiva Nacional, Brasília e paralelas começa oficialmente no domingo (1º/12). Tudo no Cine Brasília. Mas, o primeiro dia do festival será reservado à tradicional Cerimônia de Abertura, às 20h, para convidados e com distribuição gratuita de uma cota dos ingressos antes da sessão.
Na abertura, o premiado diretor Marcelo Gomes (Cinema, Aspirinas e Urubus) realiza a primeira exibição mundial de seu novíssimo longa-metragem, Criaturas da Mente. Um filme “onírico”, como define o cineasta, o documentário investiga o sonho como motor da revolução humana, acompanhando o trabalho e a vida do neurocientista e escritor brasileiro Sidarta Ribeiro. As medalhas Paulo Emílio e Leila Diniz serão entregues na abertura da mostra Sessões Especiais, antes da exibição de Meteorango Kid.
Antes da exibição do filme, a Cerimônia de Abertura do 57º Festival de Brasília celebra icônicas personalidades do cinema brasileiro, sob a apresentação da atriz e influenciadora acriana Gleici Damasceno, e da atriz, arte educadora, produtora e palhaça brasiliense Ana Luiza Bellacosta.
O primeiro Troféu Candango será entregue nesta ocasião, como de praxe. A grande homenageada do Festival de Brasília de 2024, que será agraciada com o prêmio pelo Conjunto da Obra, será a veterana e premiada atriz Zezé Motta, que acumula mais um Candango à sua carreira, 49 anos após vencer o troféu de Melhor Atriz, em 1975, por sua atuação em Xica da Silva.
Ela receberá a láurea em reconhecimento ao seu trabalho dentro e fora das telas, tanto como a grande atriz que ainda inspira gerações, como pela militância pela preservação da memória das artes negras, como fundadora em 1984 do Centro de Informação e Documentação do Artista Negro.
Em celebração aos 80 anos de Zezé Motta, o Festival de Brasília ainda exibe o clássico Xica da Silva (1976), de Cacá Diegues, em sessão única no domingo (1º/11), às 19h, na Sala 2 do Cine Brasília, compondo as Sessões Especiais.
Na ocasião da cerimônia, o festival ainda presta tributo póstumo a três personalidades intimamente ligadas à produção cinematográfica da capital federal, que nos deixaram neste ano. A edição 57 celebra a memória da produtora, atriz e cantora Mallú Moraes. Professora da UnB, com vários créditos no cinema nacional tanto pela atuação como por seu trabalho incansável de produtora, Mallú deixou um legado também familiar, transmitido pelas obras de seus filhos cineastas Bruno Torres e André Moraes.
Pedro Anísio, cineasta paraense radicado em Brasília, responsável por filmes que marcaram a crítica política e social, também é homenageado postumamente, junto a um dos maiores e mais premiados documentaristas brasileiros, o cineasta e professor paraibano radicado em Brasília Vladimir Carvalho receberá homenagem do Metrópoles na grande sala de projeção do Cine Brasília que, desde o início do mês, foi oficialmente batizada de Sala de Cinema Vladimir Carvalho.
À Vladmir é conferido também o tradicional prêmio da Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo – ABCV, que neste ano também celebra em vida a roteirista, produtora, diretora Delvair Montagner e sua prolífica produção e engajamento em preservação da memória de povos quilombolas e indígenas, com participação em mais e 40 títulos.
A Cerimônia de Abertura, bem como a de Premiação, no dia 7 de dezembro, contam com tradução para Libras, audiodescrição ao vivo e legendagem em segunda tela. Elas serão transmitidas ao vivo pelo canal do Festival de Brasília no YouTube, assim como os debates da Mostra Competitiva Nacional e a conferência do Festival.
Do lado de fora do Cine Brasília, uma estrutura sem precedentes acolhe uma segunda sala de exibição, dois auditórios, sala multiuso, praça de alimentação e área de convivência com programação musical sempre a partir das 20h. Na noite de abertura, o Sistema Criolina, clássico das pistas da cidade, comanda a festa a noite inteira.
A 57ª edição do FBCB conta com apoio da Câmara Legislativa do DF, Cinemateca Brasileira, Cine Brasília, Canal Brasil, Canal Like, Telecine e Metrópoles. É realizado pelo Instituto Brasil Alvorada e Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, em gestão compartilhada que se estende às três próximas edições do festival, culminando em 2026, na 59ª edição, e tem o patrocínio do Sebrae.
O secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, reforça que esta pode ser a mais significativa edição do Festival dos últimos anos, referindo-se à entrega da edição e a homenagem prestada a Vladimir Carvalho. “Estamos muito honrados em tornar realidade não só a 57ª edição do festival mais longevo do país, mas também de fazer desta edição um marco para o audiovisual do DF que, recentemente, perdeu um grande nome, um grande entusiasta, mas que ganha com o seu legado, aqui eternizado. Sem sombras de dúvidas a entrega deste ano do FBCB supera as edições anteriores, pelo seu formato e pelo seu significado para a trajetória do cinema brasileiro”, pontua Claudio Abrantes.
Outras homenagens do festival
No domingo acontece a primeira sessão da Mostra Competitiva Nacional e, na ocasião, serão entregues mais duas honrarias. Conferida anualmente pelo Festival de Brasília para profissionais destacados pela dedicação à pesquisa e preservação do cinema nacional, a Medalha Paulo Emílio Salles Gomes será atribuída ao professor, pesquisador e ensaísta João Luiz Vieira, titular do Departamento de Cinema e Audiovisual e do Programa de Pós-Graduação em Cinema e Audiovisual da Universidade Federal Fluminense (UFF), autor de “Cinema Novo & Beyond” (MoMA, 1998), “Nova História do Cinema Brasileiro” (2018) e “Por um cinema de cordel: um livro de Sérgio Muniz” (2024).
O Festival de Brasília também retoma outra premiação importante: o prêmio Leila Diniz. Criado na 50ª edição, a láurea celebra mulheres cujos trabalhos marcaram a história do cinema brasileiro, na frente ou atrás das câmeras. Na 57ª edição, o prêmio celebra a carreira e profissionalismo de Sara Silveira, talento incontestável do audiovisual nacional, fundadora da Dezenove Som e Imagens Produções e produtora desde 1982, assinando filmes premiadíssimos como “Alma Corsária” (1994), “Bicho de Sete Cabeças” (2000) e “Trabalhar Cansa” (2011).
Sobre o filme de abertura: Criaturas da Mente
Direção: Marcelo Gomes
Rio Grande do Norte/Pernambuco/Rio de Janeiro, Documentário, 84 minutos, 2024
Classificação indicativa Livre
Não recomendado para menores de 14 anos
O sonho como motor da revolução humana. Esse é o mote de Sidarta Ribeiro, neurocientista brasileiro que, há 20 anos, estuda os mistérios do sonhar. No filme “Criaturas da Mente”, Sidarta explora como os sonhos e outras formas de acesso ao inconsciente podem transformar a experiência humana. Em sua investigação, propõe unir os saberes ancestrais dos povos originários e de origem africana no Brasil ao conhecimento científico, além de uma reavaliação científica das experiências com alucinógenos.
Marcelo Gomes
Marcelo Gomes tem filmes selecionados em festivais internacionais como “Cinema, Aspirinas e Urubus” (Certain Regard, Cannes, 2005). O documentário “Estou me guardando pra quando o carnaval chegar” estreou em 2019 em Berlim. “Paloma”(2022) foi o vencedor do prêmio de Melhor Filme no Festival do Rio. Em 2024, estreou em Rotterdam seu último filme “Retrato de um Certo Oriente”.
Vladimir Carvalho
SERVIÇO – CERIMÔNIA DE ABERTURA DO 57º FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO
Data: 30 de novembro, às 20h
Local: Cine Brasília (106/107 Sul).
Ingressos: Entrada franca mediante retirada prévia de ingressos na bilheteria do Cine Brasília.
Brasilienses poderão mergulhar neste universo cafeinado em um só ambiente
Prepare-se para um evento com cheirinho e sabor de café irresistíveis! Entre os dias 28 de novembro e 1º de dezembro, os amantes da bebida terão uma experiência completa no Café no Bosque, na Asa Norte, com um encontro gastronômico inovador e de acesso gratuito. Os visitantes podem se inscrever em oficinas e palestras também sem custo, aproveitar uma feira de produtos selecionados sobre o tema e principalmente, se deliciar com pratos e bebidas deliciosos feitos dos grãos. Além da programação principal, o evento contará com música ao vivo, incluindo DJ, bandas de POP e MPB.
Idealizado para oferecer uma imersão no universo do café, o evento contará com menus especiais desenvolvidos exclusivamente para essa ocasião, com apoio da consultora de alimentos e cafés, Lorena Andrade. Cada estabelecimento participante criará receitas que exploram e valorizam a versatilidade do café, apresentando combinações inéditas que prometem surpreender o paladar. As delícias serão vendidas por cada estabelecimento separadamente.
“Queremos que as pessoas conheçam e experimentem o café de novas formas, enquanto incentivamos o setor a explorar toda a sua versatilidade e valor agregado dos grãos” explica Tatiana André, comunicadora do @podpcafebrasil e idealizadora do evento. “Para os amantes de café serão momentos especiais, repletos de sabor, aprendizado e entretenimento!”.
As inscrições para as palestras e oficinas são gratuitas pelo Sympla, garantindo assim a participação. As vagas são limitadas para cada uma das atividades. A feirinha será na sexta-feira das 16h às 22h e no sábado e domingo das 11h30 às 22h. Os expositores oferecerão uma seleção de produtos artesanais como cafés, chocolates, chás, biscoitos e diversos mimos para coffee lovers, proporcionando uma experiência completa e cheia de sabor.
PROGRAMAÇÃO GERAL
O Café no Bosque começa com um happy hour na quinta-feira (28), às 19h, ao som do DJ Vinney. Nodia 29, o especialista em drinks Daniel Viana conduzirá uma oficina de “Drinks com café”, às 19h, seguida por uma apresentação da banda Cidade Paralamas, às 20h. No sábado (30), às 15h, o mestre em nutrição Willian Vagner abordará a relação entre o “Café e a saúde” em uma palestra informativa, seguida pela chef Carol Alves, que às 17h apresentará a oficina “Harmonize com café”. E na noite teremos o som de voz e violão de Gustavo Gino. O evento encerra sua programação de cursos no domingo (1º), com um almoço musical com Nathalia Lima Trio, a partir das 13h, Rodrigo (Anero) ensinando a simplificar o “Preparo do café em casa”, às 16h, e Cláudio Coutinho (Minelis) discutindo as “Possibilidades do turismo de experiência com o café”, às 19h.
SERVIÇO Café no Bosque Local: Complexo gastronômico Bosque Park Norte (SHLN BLOCO A – próximo à quadra 316N) De 28 de novembro a 1º de dezembro, quinta-feira a domingo Feirinha – Sexta-feira | 16h às 22h, sábado e domingo | 11h30 às 22h Atrações, Cursos e Oficinas (Programação gratuita | inscrições no Sympla): https://www.sympla.com.br/evento/cafe-no-bosque/2715381?referrer=www.google.com.br
OFICINAS/PALESTRAS: 29/11 – “Drinks com Café” com o especialista Daniel Viana, às 19h 30/11 – Palestras: “Café & Saúde” com Willian Vagner, às 15 / “Harmonize seu café” com Carol Alves, às 17h01/12 – Oficina “Descomplique seu Café em Casa” com Rodrigo (Anero), às 16h / Palestra “Turismo de Experiência com Café” com Cláudio Coutinho (Minelis), às 19h
ATRAÇÕES MUSICAIS: 28/11 – Esquenta do evento: Happy Hour com DJ Vinney (19h) 29/11 – Banda Cidade Paralamas (20h) 30/11 – Show de Gustavo Gino (20h) 01/12 – Nathalia Lima Trio (13h)
A Embaixada da Itália em Brasília, em parceria com a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, tem a honra de anunciar a realização do evento “Concerto Italiano – 150 Anos da Imigração Italiana no Brasil”, que será realizado no dia 28 de novembro, às 20h, no Teatro Plínio Marcos.
Este concerto especial, organizado em comemoração aos 150 anos de imigração italiana no Brasil, traz à capital brasileira uma seleção das mais refinadas obras da música clássica italiana. A noite será dedicada às majestosas aberturas e intermezzos das grandes óperas italianas, apresentando uma seleção emocionante de composições de mestres icônicos como Verdi, Rossini, Puccini, Mascagni e outros grandes nomes da música clássica italiana.
Sob a direção do renomado Maestro Alessandro Tirotta e com a brilhante interpretação do solista Alessandro Borgomanero, a Orquestra Sinfônica Claudio Santoro promete proporcionar uma experiência musical inesquecível para todos os apreciadores da ópera e da cultura italiana.
“A música clássica italiana representa um marco cultural que influenciou a produção musical em todo o mundo,” afirmou o Embaixador Alessandro Cortese. “Convidamos a todos para se juntarem a nós nesta noite especial, celebrando esta valiosa herança e fortalecendo, através da música, os laços culturais que nos unem.”
Venha celebrar conosco a tradição e a beleza da música italiana! Não perca esta noite imperdível para todos os apaixonados por ópera e cultura.
Serviço:
Concerto Italiano – 150 Anos da Imigração Italiana no Brasil
Data: 28 de novembro
Horário: 20h
Local: Teatro Plínio Marcos, SDC Complexo Cultural Funarte – Brasília, DF, 70740-610, Brasile
Coletânea de histórias autobiográficas de viagens por 40 países, combinadas com aprendizados de cocriação e a jornada de autoconhecimento da autora, em uma narrativa leve e inspiradora.
Sobre a obra – Um dia me dei conta de que a vida que havia construído não me servia e eu estava adoecendo, gravemente. Decidi deixar tudo para trás e ir em busca do meu sonho de viver na Europa e explorar o mundo. Viajando pelo globo, viajei em mim e ora me encantei, ora me assustei com as várias facetas que encarei. Nessa trajetória, encontrei várias curas, aprendi mais sobre mim e sobre a vida e imergi na estrada da manifestação e de como criamos nossa própria realidade através das nossas escolhas diariamente. Assim, sob um olhar leve e divertido, enquanto passeio pelo mundo, compartilho meus aprendizados de que somos pura energia e como a maneira que pensamos e sentimos afeta diretamente a vida que escolhemos viver. E da forma como vejo, a vida é uma escolha e é nossa responsabilidade criá-la da maneira que desejamos, não importa o tamanho do seu sonho.
Sobre a autora – Nascida em Brasília, Cinthia Rian Arena escolheu o mundo como lar. Turismóloga que nunca atuou na área, Tradutora e Terapeuta do ser, viajou por 22 estados brasileiros e mais de 45 países, tendo morado em 5 além do Brasil, sempre buscando imergir na essência local. Por meio da sua perspectiva positiva a autora nos mostra que o momento de viver é agora e concretizar nossos sonhos, o propósito maior de nossas vidas.
O lançamento ocorrerá em 2 de dezembro, as 19h, no Bar Beirute – 109 Sul, em Brasília.
O evento é aberto ao público. O livro é pela Ipê das Letras
Serviço
Evento: Lançamento – Cinthilando pelo mundo, a vida que eu escolhi
• Animações de curtas internacionais serão exibidas no espaço Arena.
• Oficinas de arte mista, graffiti, origami e lettering com criativos nacionais e internacionais.
• Exposições de live art como a outdoor + mapping com o lendário David Carson, pela primeira vez em Brasília.
• Conferência de Orkut Büyükkökten, fundador da icônica rede social (atração paga).
• Concurso de cosplay com participação gratuita, mediante inscrição.
• Apresentação da banda local Cool Sorcery, que combina rock alternativo com bedroom punk, que já ganhou o cenário internacional.
Neste domingo, 24, a semana começa em Brasília com muita arte, tecnologia e criatividade. O público terá mais uma chance de vivenciar as 160 atraçõesgratuitas do Pixel Show, que se despede da capital federal proporcionando novas experiências, oficinas, exposições, live art e performances.
O festival de animações tem curadoria da mídia canadense STASH. Serão exibidas cinco sessões de curtas que apresentam desde aberturas de filmes e games até campanhas de marcas.
Entre as oficinas, destaque para a “Descomplicando Arte” de Michel Ramalho. O workshop de Técnica Mista tem como objetivo explorar o uso de diferentes materiais como aquarela, lápis de cor, giz pastel, entre outros. A ideia é aprender a utilizar os “erros” de percurso para favorecer a obra e criar soluções.
Os imperdíveis
Vai ser a última oportunidade de conhecer o videogame mais antigo do mundo, de 1972, que faz parte da exposição Meu Primeiro Videogame. A mostra traz cerca de 260 consoles, sendo que os frequentadores podem jogar em vários deles.
O Sobradinho do artista plástico Sérgio Free é sucesso de crítica e público. Em tamanho natural (5 metros de altura por 3 metros de largura), quem passa pelo espaço está pousando para fotos na janela, ao lado do palhaço Bozo. É o espaço mais instagramável do evento.
Desenhar com os amigos e a família no Neon Space é outra experiência imperdível e, melhor ainda, contar com as dicas do professor de ilustração Digor Nogueira, autor do espaço, um ambiente com luz negra, onde quem quiser pode pintar usando tintas fluorescentes.
Pela primeira vez no Pixel Show, a Parede de Colorir é uma projeção interativa que permite aos participantes explorarem sua criatividade ao pintar desenhos disponíveis ao seu próprio gosto. Após essa etapa criativa, um sistema de escaneamento por webcam transforma a arte estática em desenhos animados. Essas ilustrações ganham movimento e são projetadas em uma grande tela, oferecendo a maravilha de ver sua própria arte ganhar vida diante de seus olhos.
No Ringue dos Robôs, uma mistura de brincadeira com a prática de robótica, os participantes se divertem muito. O jogo consiste no desafio em que 2 pessoas terão de estourar a bexiga que o outro robô está segurando.
Foto divulgação
SERVIÇO
Quando: 22 a 24 de novembro de 2024
Local: Arena BRB Mané Garrincha
Horário de funcionamento: Sexta – das 10h às 22h(Cerimônia de abertura – às19h) Sábado e Domingo – das 9h às 21h
Endereço: SRPN (Setor de Recreação Pública Norte), Brasília
Gratuito e aberto ao público, quem vier ao evento vai ter experiências inesquecíveis, como concurso de cosplay, performances inéditas de arte e de música ao vivo e workshops gratuitos, além daoportunidade de interagir com os criadores das obras, inclusive deixando sua própria marca.
Neste sábado, o brasiliense vai se divertir com experiências que envolvem arte e tecnologia. Além das atrações derealidade virtual com games interativos e pinturas que se transformam em animações, hoje é o dia das performances artísticas, feitas por criativos nacionais e internacionais e das bandas locais exibirem o seu som. O Pixel Show traz 160 atrações e vai atédomingo, 24, das 9h às 21h, na Arena BRB Mané Garrincha. Quem quiser participar, é só chegar e entrar pelo portão 14 (em frente aos arcos olímpicos).
Entre os destaques de hoje está o paraense Luan Rodrigues. Suas obras mesclam a pintura tradicional à realidade aumentada. Luan nasceu em uma comunidade ribeirinha e retrata as cenas cotidianas locais por meio do kambô art (arte da floresta). Através de um aplicativo, as obras ganham vida e se transformam em outras formas de arte.
Já a paulistana Catarina Gushiken, que realiza “caligrafias sensitivas”, vai reproduzir as artes dos seus painéis – pintados em frente ao público -, também para o corpo de modelos, que farão performances, combinando pintura, dança e escrita.
Haverá, ainda, uma mesa redonda sobre economia criativa, com debatedores do Brasil e exterior. E o dia encerra com o concurso de cosplay. Se alguém quiser se inscrever ainda dá para se inscrever no desfile de amanhã neste link: https://pixelshow.co/concurso-de-cosplay
Confira as principais atrações
No Pixel Show, as pessoas só ficam paradas se for para desenhar por telepatia. Pela primeira vez em Brasília, o participante que quiser curtir a experiência vai usar uma tiara que mede as ondas cerebrais. Quanto maior a capacidade de concentração, mais desenhos vão surgir no telão. Mas essa é apenas uma das inúmeras experiências interativas estão programadas para esta edição do evento, com destaque para:
O game Arkave, criação do artista digital Daniel Dek, é uma plataforma de jogos em Realidade Virtual inédita no Brasil. Em suas Arenas, a plataforma Arkave permite que até três jogadores tenham seus corpos mapeados e se movimentem livremente pelo ambiente sem estarem conectados por fios. Altamente imersivo, conectado e emocionante.
Parede de Colorir, outra atração de DekWilde, pela primeira vez no Pixel Show, é uma projeção interativa que proporciona uma vivência única e envolvente, permitindo aos participantes explorarem sua criatividade ao pintar desenhos disponíveis ao seu próprio gosto. Após essa etapa criativa, um sistema de escaneamento por webcam transforma a arte estática em desenhos animados. Essas ilustrações ganham movimento e são projetadas em uma grande tela, oferecendo a maravilha de ver sua própria arte ganhar vida diante de seus olhos.
Ringue dos Robôs, uma mistura brincadeira com a prática de robótica, muita diversão e um desafio entre 2 e 4 pessoas, em que o objetivo é estourar a bexiga que o outro robô está segurando.
Laser animes, uma experiência que usa tecnologia laser junto com um ipad e uma caneta de desenho. O público vai criar um desenho e fazer pequenas e simples animações usando aplicativo na tablet para depois projetá-las.
Foto divulgação
Neon Space, nesta os visitantes poderão desenhar, escrever e pintar usando tintas fluorescentes que em ambiente com luz negra, deixa o espaço super instagramável. E não poderia ser melhor, porque o artista e professor de ilustração, que também estuda e aplica em seu trabalho essa técnica utilizada no espaço vai estar presencialmente ajudando e ensinando como fazer.
Kinect Vibes: utilizando um Sensor Kinect, os participantes poderão transformar sua imagem em um avatar digital que se altera de três em trêsminutos. Os participantes poderão interagir com seu avatar usando seus próprios movimentos.
Festival de animação: Animações dos estúdios mais consagrados do planeta, criados e produzidos nos últimos 12 a 15 meses.
Live Art & Performances
Outdoor mapping é uma perfromance desenvolvida por 5 grandes nomes do mercado criativo internacional. Marcos Mello, Daniel Melim, Arthur Carratu e Lique Zanetti com o convidado e renomado designer gráfico David Carson criam em tempo real um Outdoor gigante instalado no meio do festival Pixel Show 2024. Os artistas irão usar diversos tipos de técnicas de artes gráficas como colagem, lambe-lambe, pintura e stencil criando um painel com quase 6m de largura. Além disso em paralelo a esse trabalho artístico é aplicado digitalmente um mapping em cima do outdoor criando imagens e conceitos jamais visto anteriormente em um evento indoor.
Workshops
O Pixel Show traz uma programação de workshops que une aprendizado prático e inspirações visuais, oferecendo aos participantes a chance de explorar técnicas variadas ao lado de renomados artistas e profissionais do mercado criativo. Cada atividade será uma imersão de até 3 horas, com temas que vão desde diagramação e ilustração até aquarela, graffiti, lambe-lambe, stencil, estamparia e design thinking. Entre os destaques dos workshops deste ano, teremos:
No Workshop de Origami, por exemplo, Marcio Okabe irá ensinar nesta oficina de origami – arte milenar japonesa de dobrar papéis – uma forma completamente DIFERENTE. Os participantes irão aprender uma incrível peça chamada Torus de Origami que é uma peça interativa incrível para estimular criatividade e é feito a partir de um papel retangular de 64 cm x 13 cm e marcado na cortadora laser.
Data: Sexta, 22, às 15h30 e Domingo, 24, às 18h
Sobre o Festival Internacional de Criatividade Pixel Show
O Pixel Show é o mais antigo do Brasil e o maior festival de criatividade da América Latina e acontece anualmente em São Paulo, desde 2005, no último trimestre do ano. Na última edição presencial, em 2019, reuniu mais de 53 mil pessoas para muita inovação, networking e negócios em um fim de semana incrível. O Pixel Show tem como tema central tendências, inspirações, cultura, arte, empreendedorismo, inovação e tecnologia, buscando fomentar e abastecer com ideias o mercado da economia criativa, sempre gerando impacto social positivo, inclusive nas áreas de saúde, sustentabilidade e educação, entre outras.
O Pixel Show foi finalista do prêmio Cultura do Estado de São Paulo nas duas últimas edições (2019 e biênio 2020-2021). As principais notícias do evento e deste mercado circulam durante todo o ano nas redes sociais do festival e na revista Zupi, veículo oficial do Pixel Show. Em 2020 e 2021, em suas edições 100% online, foi assistido por mais de 130 mil pessoas que geraram mais de 5 milhões de impressões, em mais de 75 países ao redor do mundo. Em 2024, chega a sua 19ª edição dessa vez em uma nova praça, Brasília. Também já foram realizadas quatro edições em outras capitais, sendo duas em Porto Alegre, uma em Recife e uma em Salvador.
Acesse https://pixelshow.co/press para assistir a vídeos e ver fotos de edições passadas, além de poder se cadastrar para cobrir o festival. E já “sinta o clima” do que te espera em 2024.
Gratuito e aberto ao público, evento é diversão garantida para toda a família e traz mais de 160 atrações de criativos nacionais e internacionais.
Nesta sexta, ainda pela manhã, milhares de jovens da rede pública de ensino vivenciaram a economia criativa. Entre games de realidade virtual, oficinas de arte, exposições e experiências, o Pixel Show abriu as portas na capital federal para proporcionar aos visitantes a oportunidade de explorar a sua criatividade. E não faltam criativos para estimular e inspirar: são dezenas de designers, artistas plásticos, desenvolvedores e startupers que estão interagindo com o público em 160 atrações diferentes e gratuitas. Os brasilienses vão ter acesso ao evento até domingo, 24, na Arena BRB Mané Garrincha. Sem burocracia, é só chegar e entrarpelo portão 14 (em frente aos arcos olímpicos).
O grande propósito do Pixel Show é democratizar a economia criativa, ao mostrar o quanto ela é acessível para qualquer pessoa. “O casamento do Pixel Show com Brasília é perfeito. Somos um evento totalmente gratuito para todas as idades: desde a avó até os netinhos, passando pela mamãe, o papai, os primos e os amigos, com muita interatividade, cultura e tecnologia para todos participarem e se divertirem. É o programa perfeito para um fim de semana para toda a família”, explica Tonico Novaes, sócio do Pixel Show.
A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal trouxe o Pixel Show a Brasília por ser o principal evento do ecossistema de economia criativa da América Latina. Segundo o secretário da pasta, Leonardo Reisman, o Distrito Federal tem mais de 130 mil pessoas envolvidas na indústria criativa, que vão de designers, a artistas e startups que desenvolvem games. “Nós acreditamos que o Pixel Show é um evento diferente, já que não traz apenas exposições, mas, experiências. Sem dúvidaele pode se tornar a referência em economia criativa da nossa cidade. Quem vier terá uma imersão inesquecível nesse universo”.
Confira as principais atrações
No Pixel Show, as pessoas só ficam paradas se for para desenhar por telepatia. Pela primeira vez em Brasília, o participante que quiser curtir a experiência vai usar uma tiara que mede as ondas cerebrais. Quanto maior a capacidade de concentração, mais desenhos vão surgir no telão.
Mas essa é apenas uma das inúmeras experiências interativas estão programadas para esta edição do evento, com destaque para:
O game Arkave, criação do artista digital Daniel Dek, é uma plataforma de jogos em Realidade Virtual inédita no Brasil. Em suas Arenas, a plataforma Arkave permite que até três jogadores tenham seus corpos mapeados e se movimentem livremente pelo ambiente sem estarem conectados por fios. Altamente imersivo, conectado e emocionante.
Parede de Colorir, outra atração de DekWilde, pela primeira vez no Pixel Show, é uma projeção interativa que proporciona uma vivência única e envolvente, permitindo aos participantes explorarem sua criatividade ao pintar desenhos disponíveis ao seu próprio gosto. Após essa etapa criativa, um sistema de escaneamento por webcam transforma a arte estática em desenhos animados. Essas ilustrações ganham movimento e são projetadas em uma grande tela, oferecendo a maravilha de ver sua própria arte ganhar vida diante de seus olhos.
Ringue dos Robôs, uma mistura brincadeira com a prática de robótica, muita diversão e um desafio entre 2 e 4 pessoas, em que o objetivo é estourar a bexiga que o outro robô está segurando.
Laser animes, uma experiência que usa tecnologia laser junto com um ipad e uma caneta de desenho. O público vai criar um desenho e fazer pequenas e simples animações usando aplicativo na tablet para depois projetá-las.
Kinect Vibes: utilizando um Sensor Kinect, os participantes poderão transformar sua imagem em um avatar digital que se altera de três em trêsminutos. Os participantes poderão interagir com seu avatar usando seus próprios movimentos.
Festival de animação: Animações dos estúdios mais consagrados do planeta, criados e produzidos nos últimos 12 a 15 meses.
Live Art & Performances
Outdoor mapping é uma perfromance desenvolvida por 5 grandes nomes do mercado criativo internacional. Marcos Mello, Daniel Melim, Arthur Carratu e Lique Zanetti com o convidado e renomado designer gráfico David Carson criam em tempo real um Outdoor gigante instalado no meio do festival Pixel Show 2024. Os artistas irão usar diversos tipos de técnicas de artes gráficas como colagem, lambe-lambe, pintura e stencil criando um painel com quase 6m de largura. Além disso em paralelo a esse trabalho artístico é aplicado digitalmente um mapping em cima do outdoor criando imagens e conceitos jamais visto anteriormente em um evento indoor.
Workshops
O Pixel Show traz uma programação de workshops que une aprendizado prático e inspirações visuais, oferecendo aos participantes a chance de explorar técnicas variadas ao lado de renomados artistas e profissionais do mercado criativo. Cada atividade será uma imersão de até 3 horas, com temas que vão desde diagramação e ilustração até aquarela, graffiti, lambe-lambe, stencil, estamparia e design thinking. Entre os destaques dos workshops deste ano, teremos:
No Workshop de Origami, por exemplo, Marcio Okabe irá ensinar nesta oficina de origami – arte milenar japonesa de dobrar papéis – uma forma completamente DIFERENTE. Os participantes irão aprender uma incrível peça chamada Torus de Origami que é uma peça interativa incrível para estimular criatividade e é feito a partir de um papel retangular de 64 cm x 13 cm e marcado na cortadora laser.
Data: Sexta, 22, às 15h30 e Domingo, 24, às 18h
Sobre o Festival Internacional de Criatividade Pixel Show
O Pixel Show é o mais antigo do Brasil e o maior festival de criatividade da América Latina e acontece anualmente em São Paulo, desde 2005, no último trimestre do ano. Na última edição presencial, em 2019, reuniu mais de 53 mil pessoas para muita inovação, networking e negócios em um fim de semana incrível. O Pixel Show tem como tema central tendências, inspirações, cultura, arte, empreendedorismo, inovação e tecnologia, buscando fomentar e abastecer com ideias o mercado da economia criativa, sempre gerando impacto social positivo, inclusive nas áreas de saúde, sustentabilidade e educação, entre outras.
O Pixel Show foi finalista do prêmio Cultura do Estado de São Paulo nas duas últimas edições (2019 e biênio 2020-2021). As principais notícias do evento e deste mercado circulam durante todo o ano nas redes sociais do festival e na revista Zupi, veículo oficial do Pixel Show. Em 2020 e 2021, em suas edições 100% online, foi assistido por mais de 130 mil pessoas que geraram mais de 5 milhões de impressões, em mais de 75 países ao redor do mundo. Em 2024, chega a sua 19ª edição dessa vez em uma nova praça, Brasília. Também já foram realizadas quatro edições em outras capitais, sendo duas em Porto Alegre, uma em Recife e uma em Salvador.
Foto divulgação
Acesse: https://pixelshow.co/press para assistir a vídeos e ver fotos de edições passadas, além de poder se cadastrar para cobrir o festival. E já “sinta o clima” do que te espera em 2024.
A festividade será marcada por uma intensa programação musical, com artistas renomados, como Ellen Oléria, Marcelo Falcão, Nação Zumbi, Dhi Ribeiro, Seu Jorge, Raça Negra, Olodum, Vanessa da Mata e Tribo da Periferia, entre outros.
Além dos shows, o festival oferecerá palestras com personalidades como o rapper MV Bill, oficinas de dança e capoeira, e apresentações de grupos culturais. A gastronomia afro-brasileira também terá destaque, com pratos preparados pelo chef Edilson Oliveira e iguarias feitas por comunidades quilombolas. Para os empreendedores afro-brasileiros, a feira Afro Brasília reunirá moda, artesanato e produtos de diversos segmentos.
As crianças também terão programação especial com peças de teatro, contação de histórias e atividades pedagógicas, enquanto estudantes da rede pública poderão participar de aulas de dança, hip-hop e capoeira. As atividades começam às 9h nos dois primeiros dias e às 10h no último dia.
Segundo o secretário de Cultura, Claudio Abrantes, a celebração tem um caráter histórico e simbólico: “Este é um momento muito importante para consolidar a data como um marco de conscientização, luta e respeito. Será uma política pública contínua, que vai além desta festa”, afirmou, ressaltando o apoio do governo do Distrito Federal para promover o evento como um legado cultural e educativo.
Com a data oficializada como feriado nacional em 2023, a Consciência Negra ganha ainda mais relevância como um espaço de reflexão sobre a luta pela igualdade racial e valorização da cultura afro-brasileira.
A exposição Tranças no Mapa, resultado da pesquisa de mestrado da artista Layla Maryzandra, trará registros fotográficos e narrativas que valorizam a tradição das trançadeiras e trancistas, uma prática histórica e essencial para a cultura negra brasileira.
Haverá intérpretes de Libras em todas as atividades, audiodescrição para facilitar o acesso a pessoas com deficiência visual. As instalações também contarão com rampas de acesso e banheiros adaptados, permitindo uma experiência confortável para todos os públicos.
Confira a programação completa
18 de novembro (segunda-feira) 9h às 9h30 – Abertura 10h às 11h30 – Palestra com MV Bill 12h às 14h – DJ HOOL Ramos 14h às 14h40 – Visita escolar guiada 14h40 às 16h40 – Oficina de dança mãe África 17h às 17h45 – Show Afoxé Ogum Pá 18h às 18h45 – Filhos de Dona Maria 19h às 19h45 – Show Patakori + Folha Seca 20h às 21h – Ellen Oléria 21h30 às 22h30 – Marcelo Falcão 23h – Nação Zumbi
19 de novembro (terça-feira) 9h às 9h30 – Visita escolar guiada 9h40 às 11h40 – Oficina de breaking dance 12h às 14h – DJ Alhoca 14h às 14h30 – Visita escolar guiada – Bianca Tur Negro 14h40 às 15h40 – Oficina de DJ com Arte Urbana – Fab Gril 16h às 17h – Desfile da Beleza Negra 17h às 17h45 – Nego De 18h às 18h45 – Laady B 19h às 19h45 – Julia Moreno 19h30 às 20h30 – Dhi Ribeiro 22h às 23h30 – Raça Negra 0h – Seu Jorge
20 de novembro (quarta-feira – Dia da Consciência Negra) 10h às 23h – Visitação aberta 10h às 12h – Encontro de B-Boys 12h30 às 13h15 – Cirurgia Moral 13h30 às 14h – DJ Odara 14h às 15h – Francisco Pessanha 15h às 15h45 – Tropa de Elite 16h às 17h – Roda de capoeira 17h às 17h45 – Show Marvin 18h às 19h – Olodum 19h30 às 20h30 – Vanessa da Mata 21h – Tribo da Periferia
A Embaixada da Itália no Brasil realiza a 5ª edição do “Vini D’Italia – Salão do Vinho Italiano no Brasil”, evento que busca promover a excelência do vinho italiano e fortalecer os laços enogastronômicos e comerciais entre Itália e Brasil. Este ano, o encontro será realizado sob a condução do Embaixador Alessandro Cortese, com curadoria da crítica enogastronômica Sueli Maestri, idealizadora do evento. A iniciativa, que já faz parte do calendário de Brasília desde 2018, acontece este ano em 21 de novembro.
O evento se insere na IX Edição da Semana da Cozinha Italiana no Mundo organizada pelo Ministério das Relações Exteriores e da Cooperação Internacional da Itália, e representa uma iniciativa importante para levar a excelência da vitivinícola italiana diretamente ao público-alvo, estimulando a promoção e comercialização do vinho italiano no Brasil, mercado de enorme potencial para esse consumo.
A esse respeito, destaca-se que, entre janeiro e outubro de 2024, as importações de vinhos italianos cresceram 9,1% em comparação com o mesmo período do ano anterior, totalizando 7,9 milhões de litros e elevando a participação italiana no mercado do vinho brasileiro para 6,3%. No mesmo período, as importações de espumantes italianos atingiram 796,2 mil litros (+12,4%), com a participação italiana subindo para 14,9%.
A edição de 2024 da Vini D’Italia consolida Brasília ainda mais como a Capital do Vinho Italiano, posicionando o evento no circuito dos principais salões de vinho do país e promete uma participação recorde de importadores e rótulos. Com a presença de 24 importadoras, o evento exibirá uma variedade de 235 rótulos de todas as regiões vinícolas da Itália. Esta diversidade permite ao público explorar o melhor da produção italiana, de vinhos icônicos a descobertas de pequenas vinícolas.
Pela primeira vez, o Vini D’Italia contará com a participação especial da vinícola italiana Antonelli Montefalco, que virá ao Brasil especialmente para apresentar seus vinhos. Fundada em 1883 e localizada no coração da Região Úmbria, com 430 hectares, a vinícola é conhecida por suas uvas autênticas, como Sagrantino, Spoletino e Sangiovese. Este ano, o destaque vai para o vinho Montefalco Riserva DOC 2020, premiado com o cobiçado selo Tre Bicchieri da Gambero Rosso, consagrando-se como o melhor vinho da vinícola.
A edição de 2024 celebra também o tema “O Vinho no Brasil ao longo dos 150 anos da Imigração Italiana“, destacando a contribuição fundamental dos imigrantes italianos na introdução da cultura do vinho e no desenvolvimento e profissionalização do mercado de vinhos do Brasil, que hoje conta com 1.100 vinícolas em atividade.
O Salão do Vinho Italiano no Brasil se destaca por ser uma referência não só para especialistas do setor, mas também para todos os apaixonados por vinhos. Com uma curadoria impecável e presença de grandes nomes, a edição de 2024 oferece aos participantes uma experiência completa, que alia tradição, cultura e inovação.
Divulgação
Serviço:
Evento: Vini d’Italia – Salão do Vinho Italiano no Brasil – 5ª Edição
Data: 21 de novembro das 18h45 às 23 horas
Local: Embaixada da Italia no Brasil – SES – Quadra 807 – Lote 30, St. de Embaixadas Sul SES 807 – Asa Sul, Brasília
Entrada: mediante convite, para público especializado do setor
Programação inclui a espaço para fotos com o bom velhinho,Brinquedão Natalino e a tradicional Caravana da Coca-Cola
Brinquedo na praça central – créditos: divulgação
O clima natalino tomou conta do DF Plaza Shopping, que inaugurou neste domingo a temporada de Natal com a chegada do Papai Noel e uma decoração encantadora, repleta de atrações para crianças e adultos. Em novembro, o Papai Noel estará no shopping de quinta a domingo, das 14h às 20h, aguardando a todos para fotos e abraços, em uma experiência gratuita que já faz parte das tradições de fim de ano.
Além da presença do bom velhinho, o shopping apresenta o Brinquedão Natal Luz, um espaço interativo e instagramável, que estará disponível diariamente durante todo o horário de funcionamento do shopping. Com o Papai Noel, um trenó repleto de presentes, escorregadores iluminados, bengalas de Natal e uma torre elástica, o Brinquedão convida as crianças a se aventurarem em uma experiência mágica e cheia de diversão.
A atração conta ainda com um espaço de bolinhas, garantindo entretenimento para crianças de até 13 anos. A participação no Brinquedão é paga e o valor varia de acordo com o tempo de permanência, sendo R$ 40 por 25 minutos e R$ 50 para 40 minutos, com um acréscimo de R$ 5 para cada cinco minutos adicionais. Descontos especiais de 50% são oferecidos para crianças com necessidades especiais e aniversariantes da semana, mediante comprovação.
“Estamos animados em proporcionar aos nossos visitantes uma temporada de Natal cheia de encanto e diversão. Nosso objetivo é criar momentos únicos e inesquecíveis para as famílias, com atrações que vão desde o tradicional Papai Noel até o nosso Brinquedão Natal Luz, que certamente será um ponto de encontro para quem busca viver a magia dessa época do ano”, destaca Mariane Moura, coordenadora de marketing do DF Plaza Shopping.
Para completar a experiência, no dia 30 de novembro, o shopping será o ponto de partida da tradicional Caravana de Natal da Coca-Cola, que levará o brilho natalino para as ruas de Águas Claras com seus caminhões iluminados e decorados. O evento marca oficialmente o início das celebrações de fim de ano e promete emocionar toda a comunidade com sua atmosfera festiva.
O DF Plaza convida todas as famílias para embarcarem nessa jornada natalina e aproveitarem cada detalhe preparado para tornar essa temporada especial e cheia de boas lembranças.
Caravana da Coca-Cola
No dia 30 de novembro, a tão aguardada Caravana de Natal da Coca-Cola terá início no DF Plaza Shopping, levando toda a magia natalina às ruas de Águas Claras. Com a presença dos icônicos caminhões iluminados e decorados com temas festivos, a caravana promete encantar o público com sua atmosfera encantadora, marcando o início da temporada de celebrações de fim de ano.
Depois de sessões realizadas no Cine Brasília e no Auditório do IFB Campus Riacho Fundo, exibição de 53 filmes, 45 estrangeiros, oito brasileiros, a organização do Lobo Fest – Festival de Internacional de Filmes anunciou na tarde do dia 15 de novembro, sexta-feira, os premiados da 16ª edição. A escolha dos vencedores foi feita pelo Júri Oficial do festival formado pelos críticos e cineastas Fábio Krispin, Mônica Gaspar e Tiago de Aragão. O público também pôde votar nos seus preferidos ao final de cada sessão.
Ulisses de Freitas, Táta Cavalcante, Manoela Neves e Josiane Osorio – equipe do Lobo Fest – Festival Internacional de Filmes
A Menção Honrosa do júri oficial foi para “Uma laranja de Jaffa”, do diretor Mohammed Almughanni – Palestina (2023). A Menção Especial do Lobo Fest pela escolha dos curadores do festival ficou com “Amarela”, de André Hayato Saito (Brasil), pela complexidade da trama e bela representação da personagem central.
Pela escolha da audiência, o Melhor Filme Nacional ficou com “Umbilina e sua grande rival”, de Marlom Meirelles Nascimento. O prêmio de Melhor Filme Internacional foi para “Queria poder dizer a verdade”, de Victor Augusto Mendívil (Peru). Como Melhor Filme Sessão Infanto-juvenil “A caminhonete do meu avô”, de Shadrak Boakye (Estados Unidos).
Pela escolha do Júri Oficial, o prêmio de melhor filme nacional foi para “Rinha”, de Rita Pestana – Brasil (2023). E o Prêmio de Melhor Curta Internacional ficou com “Juro Por Tudo de Mais Sagrado“, de Sam Manacsa – Filipinas (2023).
Os filmes brasileiros vencedores escolhidos pelo Júri Oficial e pela Escolha da Audiência receberam um prêmio no valor de R$ 1.500,00 (um mil e quinhentos reais) cada, e o melhor filme nacional escolhido pelo júri recebeu um prêmio da DOT Cine para a pós-produção de um filme de curta-metragem. A idealizadora do Lobo Fest – Festival Internacional de Filmes e uma das curadoras da mostra, Josiane Osorio celebrou as escolhas do júri e da audiência.
O que disse o Júri Oficial sobre os premiados e a menção honrosa
Menção Honrosa
Uma Laranja de Jaffa, de Mohammed Almughanni – Palestina (2023)
“No momento atual em que o Estado de Israel perpetra um genocídio contra o povo palestino, o filme é capaz de mostrar como a máquina sionista busca naturalizar a opressão em situações tão cotidianas como o simples direito de ir e vir. A princípio, a boa interação entre um palestino e um israelense, parece indicar uma possibilidade de reconciliação. No entanto, a truculência dos militares israelenses, que em certo momento parece afetar igualmente os dois personagens, logo recai com mais força para o lado palestino. A humilhação imposta ao rapaz palestino é aqui a humilhação de todo um povo e o filme consegue tocar nessa ferida de uma forma dura e ao mesmo tempo comovente.”
Melhor Filme Nacional
Rinha, de Rita Pestana – Brasil (2023)
“Ao retratar o mundo de Cássia ser invadido pelas vicissitudes da vida e de seu pai, o filme mistura a melancolia e a urgência de continuar tocando o barco até não dar mais, resultando numa obra tocante que nos remete às nossas incapacidades de dar conta de tudo. Há uma busca incessante pelo pai, talvez pela impossibilidade de alcançá-lo, a protagonista é levada a viver exatamente o que ele vivia. Da precariedade do trabalho autônomo à rinha de galo, o filme é realizado de maneira precisa, unindo montagem, som e fotografia a partir de uma direção sensível e potente.”
Melhor Filme Internacional
Juro Por Tudo de Mais Sagrado, de Sam Manacsa – Filipinas, 2023
“O filme trata de um problema contemporâneo de difícil solução que é a deterioração das relações trabalhistas desembocando em uma nova forma de escravização, no caso do filme, de mulheres. As relações trabalhistas apresentadas no filme não se responsabilizam minimamente pelo bem-estar do trabalhador, não há cumprimento dos prazos para pagamento de salário, falta de respeito para horário de refeições e carga horária máxima de trabalho. Sem cair no risco de se parecer com um sindicato ou instituições que possam fazer valer os acordos ou denunciar os abusos, o filme em sua narrativa adentra esse mundo e nos brinda com um curta duro, cruel e hipnótico.”
Sobre a 16 edição do Lobo Fest – Festival Internacional de Filmes
A 16ª edição do Lobo Fest – Festival Internacional de Filmes aconteceu em duas etapas. A primeira, nos dias 26 e 27 de outubro no Cine Brasília, e a segunda, de 11 a 15 de novembro, no Auditório do IFB Campus Riacho Fundo. Durante todo o festival, o público pôde ver a mais recente produção mundial e brasileira de filmes de curtas metragens nas categorias animação, ficção e documentário. Participaram da mostra competitiva, oito filmes brasileiros, sendo um deles de Brasília, e 45 estrangeiros de países como: China, Filipinas, Costa Rica, Turquia, República Tcheca, Japão, Palestina, França, Alemanha, Reino Unido e Itália, entre outros.
A comissão de seleção da 16ª edição do Lobo Fest, formada pelos curadores Bruno Carmelo, Josiane Osório, Rodrigo Campos e Ulisses de Freitas, recebeu mais de 2 mil inscrições de filmes de várias partes do mundo e do Brasil. Foram privilegiadas as produções que tratam de temas atuais por meio de uma linguagem contemporânea, filmes provocadores. Todos os filmes foram produzidos entre 2023 e 2024, garantindo o ineditismo da mostra para o público. Este projeto foi realizado pela Tabata Filmes com o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).
A caminhonete do meu avô – de Shadrak Boakye
Sobre a Tábata Filmes
Projetos itinerantes, inclusivos e focados em temas importantes para nós e para a sociedade fazem parte do histórico da Tábata Filmes. Trouxemos para o DF um cinema de fora do circuito comercial, que encanta por sua diversidade e representatividade: tudo isso para lutar por culturas que todos possam conhecer e com as quais possamos nos identificar. Assim nos aproximamos uns dos outros e do mundo que nos cerca. Em 2014, a Tábata Filmes realizou a sétima edição do Festival Internacional de Filmes Curtíssimos, com uma circulação de aproximadamente 3 mil pessoas durante os três dias de evento e uma mostra competitiva que reuniu cerca de 90 filmes (45 nacionais). Desde então, realiza inúmeros festivais e atividades formativas para ampliar o interesse do público pelo cinema e a cadeia produtiva do cinema.
Martinho da Vila, Lia de Itamaracá, Orquestra Zumbi dos Palmares, Coral Família Alcântara, Dhi Ribeiro e convidados integram a programação
Dias 16 e 17 de novembro. Ingressos gratuitos.
O Complexo Cultural Ibero-Americano será palco da segunda edição do Concerto Negro em Brasília, projeto que une música erudita e popular em homenagem à cultura afro-brasileira. As apresentações gratuitas ocorrem nos dias 16 e 17 de novembro, como parte das comemorações do Mês da Consciência Negra. O evento, com produção da Beco da Coruja e curadoria do maestro Fabiano Medeiros, tem como objetivo ressaltar a riqueza cultural africana e suas influências na música brasileira.
No sábado, dia 16, Martinho da Vila, ícone do samba e um dos criadores do evento, trará sua experiência e carisma ao palco em apresentação única, juntamente com a Orquestra Zumbi dos Palmares, sob a regência do Maestro Leonardo Bruno, que apresenta concerto marcado pelo encontro do erudito com o popular em uma pegada afro-brasileira. Ainda no programa, o Coral Família Alcântara, com mais de 60 anos de história, traz ao palco a tradição quilombola em emocionantes interpretações, Lia de Itamaracá, patrimônio vivo da ciranda, e Dhi Ribeiro, com sua voz marcante enriquecerá o espetáculo com ritmos afro-brasileiros.
E domingo, dia 17, a programação segue com a Orquestra Zumbi dos Palmares, o Coral Família Alcântara, Dhi Ribeiro e Lia de Itamaracá, em uma noite de celebração às tradições e raízes afro-brasileiras, encerrando o evento com performances emocionantes e cheias de ancestralidade. Ambas as apresentações contam com a participação da soprano brasiliense Aida Kellen.
O Concerto Negro é um espetáculo inspirado no cancioneiro afro-brasileiro e procura integrar a música erudita à popular. No repertório, peças do compositor do século 18 Padre José Maurício, de Alberto Nepomuceno, primeiro brasileiro a compor óperas em português, além de clássicos europeus com temas ligados à cultura negra.
Idealizado por duas grandes personalidades da música brasileira, de um lado, o Maestro Leonardo Bruno que apresenta no repertório do Concerto Negro, clássicos da música Afro-brasileiro. Do outro lado, uma das maiores representações da música genuinamente brasileira, o compositor Martinho da Vila, cuja força de sua densa obra traz a genialidade dos grandes mestres do samba. “Em 1986, eu e Martinho começamos esse trabalho e em 1989 fizemos a primeira apresentação com a Orquestra Sinfônica do Espírito Santo, onde eu era titular. Nós conversávamos muito e dessas conversas surgiam memórias de canções lindas do Brasil Escravo. E fomos organizando o que poderia caber nesse concerto. No final, já tínhamos o repertório que se somou à minha experiência sinfônica”, relembra o maestro Leonardo Bruno, sobre o nascimento do Concerto Negro.
Além das apresentações, a edição deste ano traz uma programação diversificada, com atividades que se estendem antes dos grandes concertos. Entre os destaques, está a Roda de Saberes, no dia 14/11, 15h, na Escola de Música de Brasília, com artistas e gestores culturais negros. A roda será um espaço de troca e reflexão sobre a cultura afro-brasileira e contará com a participação de A roda de saberes contará com a participação de Aida Kellen , professora e cantora lírica, Dhi Ribeiro, cantora e da música popular brasileira, Marcelo Café, compositor e músico, Kátia Pinheiro, spalla da Orquestra Zumbi dos Palmares e Prof. Dr. Alciomar Oliveira, professor de música da UnB. E no dia 15/11, ensaio aberto às 20h, no Complexo Cultural Ibero-Americano.
O Concerto Negro também promoverá ações de inclusão social e acessibilidade. O evento contará com intérpretes de Libras e audiodescrição para pessoas com deficiência visual. Além disso, ações socioambientais, como o plantio de mudas no Distrito Federal, reforçam o compromisso do projeto com a sustentabilidade.
O Concerto Negro tem apresentação do Ministério da Cultura e Instituto Vale Cultural,. É realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF e patrocínio do Instituto Vale Cultural por meio da Lei de Incentivo à Cultura. Conta ainda com apoio do Eixo Cultural Ibero-Americano, Instituto Janelas da Arte e Instituto Brasileiro do Frevo.
Programação
14/11 – Quinta-feira
Roda de Saberes, espaço para debates e trocas de experiências sobre os desafios e conquistas de artistas e gestores negros no Brasil. Os participantes compartilharão suas trajetórias de vida e carreira, contribuindo para a reflexão sobre o protagonismo negro na música e na gestão cultural.
● Horário: 15h
● Local: Escola de Música de Brasília
Participantes:
● Aida Kellen: Professora e cantora lírica, abordará sua trajetória como mulher negra no canto erudito.
● Dhi Ribeiro: Cantora da música popular brasileira, refletirá sobre sua carreira em Brasília e no Brasil, além de seu papel como intérprete da cidade.
● Marcelo Café: Compositor e músico, trará suas experiências e desafios como artista negro na cena musical de Brasília.
● Kátia Pinheiro: Spalla da Orquestra Zumbi dos Palmares, falará sobre sua trajetória na música erudita como violinista.
● Prof. Dr. Alciomar Oliveira(UnB):Professor de música, discutirá os desafios enfrentados por professores negros, com ênfase em suas experiências fora do Brasil e na música orquestral.
15/11 – Sexta-feira
Ensaio aberto com Martinho da Vila, Lia de Itamaracá, Família Alcântara Coral, Dhi Ribeiro, Maestro Leonardo Bruno e Oquestra Zumbi dos Palmares
● Horário: 20h
● Local: Complexo Cultural Ibero-Americano
16/11 – Sábado
Concerto com Martinho da Vila, Família Alcântara Coral, Dhi Ribeiro, Lia de Itamaracá, Maestro Leonardo Bruno e Orquestra Zumbi dos Palmares
● Horário: 20h
● Local: Complexo Cultural Ibero-Americano
17/11 – Domingo
Concerto com Lia de Itamaracá, Família Alcântara Coral, Dhi Ribeiro, Maestro Leonardo Bruno e Orquestra Zumbi dos Palmares
● Horário: 19h
● Local: Complexo Cultural Ibero-Americano
Sobre as atrações
Coral Família Alcântara Com 60 anos de história, o coral é formado por gerações de uma família quilombola de João Monlevade (MG), e suas apresentações emocionantes transmitem o legado musical africano.
Dhi Ribeiro Cantora e compositora, Dhi Ribeiro é uma das principais vozes da música afro-brasileira. Seu repertório de samba e ritmos afro-brasileiros exalta a cultura negra e a tradição popular.
Lia de Itamaracá A icônica cirandeira Lia de Itamaracá também integra o Concerto Negro, trazendo o encantamento da ciranda e sua herança cultural, com uma carreira marcada pelo reconhecimento de sua importância na preservação da cultura afro-brasileira.
Martinho da Vila
Ícone do samba e da cultura popular brasileira, Martinho da Vila tem mais de 50 anos de carreira e é autor de clássicos como “Casa de Bamba” e “Devagar, Devagarinho”. Suas músicas exaltam as raízes afro-brasileiras e a simplicidade do cotidiano. Além de cantor e compositor, Martinho é um dos criadores do Concerto Negro, reafirmando seu papel na promoção da diversidade e da cultura afrodescendente.
Maestro Leonardo Bruno
Leonardo Bruno é maestro, arranjador e compositor. Foi regente das Orquestras Sinfônicas do Espírito Santo, Paraíba e Filarmônica do Rio de Janeiro. Como arranjador, trabalhou com Gilberto Gil, Zeca Pagodinho e Martinho da Vila. Também é compositor, com parcerias notáveis como “Frevo Rasgado” e “Zumbi dos Palmares” e idealizador do Concerto Negro.
Orquestra Zumbi dos Palmares Formada por músicos negros e pardos, a orquestra é regida pelo Maestro Leonardo Bruno e apresenta um repertório que celebra a herança afro-brasileira, mesclando o erudito e o popular. Seus arranjos orquestrais vibrantes refletem a força ancestral africana com um toque inovador. A orquestra está programando turnê do trabalho de pesquisa sobre os cânticos para os orixás nos centros de candomblé ou de xangô.
Evento trará filmes inéditos e retrospectiva com comédias clássicas do cinema italiano. Até o momento, 29 filmes foram confirmados no Festival
O PENITENTE (THE PENITENT): Divulgação
A nova edição do FESTIVAL DE CINEMA ITALIANO NO BRASIL já tem data confirmada. O evento, que já faz parte do calendário brasileiro há 19 anos, começa no dia 7 de novembro. O Festival, mais uma vez, estará presente em todo o Brasil, e dessa vez levará filmes para mais de 70 cidades de todas as regiões do país. Além disso, todos os longas estarão disponíveis em formato online e poderão ser vistos no site do Festival.
Por enquanto, são 79 cidades que receberão os longas do FESTIVAL DE CINEMA ITALIANO NO BRASIL deste ano. Confira abaixo a lista completa.
Além de filmes inéditos que destacam a produção mais recente do cinema italiano, o FESTIVAL DE CINEMA ITALIANO NO BRASIL, neste ano, apresentará uma retrospectiva com algumas das principais obras clássicas do país com obras de Vittorio de Sica e Roberto Benigni.
O FESTIVAL DE CINEMA ITALIANO NO BRASIL foi fundado pela Câmara do Comércio Italiana de São Paulo – ITALCAM, e conta com o patrocínio e a colaboração da Embaixada da Itália. Três anos atrás, a Embaixada da Itália lançou o projeto de exibir os filmes do Festival também presencialmente no Brasil inteiro com o objetivo de divulgar a Cultura Italiana por meio do seu Cinema, conhecido no mundo inteiro pela sua criatividade e genialidade. O projeto virou um enorme sucesso e este ano estará presente em mais de 120 salas de projeção.
O Festival tem, pelo quarto ano consecutivo, o patrocínio da Pirelli, como patrocinador master do festival. “O Festival de Cinema Italiano é um evento importante na agenda anual e celebra a forte presença da cultura italiana no Brasil, onde a Pirelli contribui de forma significativa há quase um século”, diz Cesar Alarcon, CEO e Vice-Presidente Sênior da Pirelli para a América Latina.
Confira, abaixo, a lista com os filmes selecionados até o momento do 19º FESTIVAL DE CINEMA ITALIANO NO BRASIL.
Filmes Inéditos A ALMA EM PAZ (L’ANIMA IN PACE), 2023 – Direção: Ciro Formisano CARACAS (CARACAS), 2024 – Direção: Marco D’Amore E SE O MEU PAI (E SE MIO PADRE), 2024 – Direção: Solange Tonnini ÉRAMOS CRIANÇAS (ERAVAMO BAMBINI), 2024 – Direção: Marco Martani LAF (PALAZZINA LAF), 2023 – Direção: Michele Riondino MIA (MIA), 2023 – Direção: Ivano De Matteo NASCIDA PARA VOCÊ (NATA PER TE), 2023 – Direção: Fabio Mollo O PENITENTE (THE PENITENT), 2023 – Direção: Luca Barbareschi ROMEU É JULIETA (ROMEO È GIULIETTA), 2024 – Direção: Giovanni Veronesi TOQUINHO: ENCONTROS E UM VIOLÃO, 2024 – Direção: Erica Bernardini UM MUNDO À PARTE (UN MONDO A PARTE), 2024 – Direção: Riccardo Milani EM BUSCA (À LA RECHERCHE, 2023 – Direção: Giulio Base POSSO ENTRAR? UMA ODE A NÁPOLES (POSSO ENTRARE? AN ODE TO NAPLES), 2023 – Direção: Trudie Styler MAIS UM VERÃO EM FAMÍLIA (UN ALTRO FERRAGOSTO), 2024 – Direção: Paolo Virzí PARECE BASTANTE PARIS (PERE PARECCHIO PARIGI), 2024 – Direção: Leonardo Pieraccioni ADEUS, GAROTO (CIAO, BAMBINO), 2024 – Direção: Edgardo Pistone
Filmes Retrospectiva ABISMO DE UM SONHO – Direção: Federico Fellini (1952) A DUPLA EXPLOSIVA – Direção: Marcello Fondato (1974) CONFUSÕES À ITALIANA – Direção: Mario Mattoli (1954) GUARDAS E LADRÕES – Direção: Mario Monicelli e Steno (1951) NÁPOLES MILIONÁRIA – Direção: Eduardo De Filippo (1950) O COMUM SENTIDO DO PUDOR – Direção: Alberto Sordi (1976) O HOMEM DA CAIXINHA – Direção: Carlo Ludovico Bragaglia (1950) O OURO DE NÁPOLES – Direção: Vittorio De Sica (1954) ONDE PASSAREMOS AS FÉRIAS? – Direção: Alberto Sordi, Mauro Bolognini, Luciano Salce (1978) O PEQUENO DIABO – Direção: Roberto Benigni (1988) A VIAGEM DO CAPITÃO TORNADO – Direção: Ettore Scola (1990) TOTÒ A COLORI – Direção: Steno (1952)
Confira a ficha técnica completa dos filmes da Retrospectiva aqui.
Confira as cidades participantes até o momento, por região:
Sudeste: Areal (RJ), Casemiro de Abreu (RJ), Engenheiro Paulo de Frontin (RJ), Guapimirim (RJ), Itaocara (RJ), Paraty (RJ), Maricá (RJ), Nova Friburgo (RJ), Niterói (RJ), Vila Pavão (ES), Colatina (ES), Nova Venécia (ES), Petrópolis (RJ), Icaraí (Niterói – RJ), Barra do Piraí (RJ), Rio de Janeiro (RJ), Vitória (ES), Barbacena (MG), Belo Horizonte (MG), Ouro Preto (MG), Conquista (MG), Sacramento (MG), Uberaba (MG), Jacutinga (MG), Juiz de Fora (MG), São João del Rei (MG), Tiradentes (MG), Uberlândia (MG), Viçosa (MG), Campinas (SP), Cordeirópolis (SP), Mococa (SP), São Paulo (SP), Santos (SP), Rio Claro (SP), Vale do Ribeira (SP), Registro (SP), Birigui (SP), São Caetano do Sul (SP) e Piracicaba (SP)
Centro-Oeste: Cuiabá (MT), Brasília (DF) e Goiânia (GO)
Norte: Porto Velho (RO), Belém (PA) e Manaus (AM)
Nordeste: Itapipoca (CE), Recife (PE), Salvador (BA) e São Luís (MA)
Sul: Caçador (SC), Blumenau (SC), Joinville (SC), Cascavel (PR), Curitiba (PR), Maringá (PR), Medianeira (PR), Ponta Grossa (PR), Jacarezinho (PR), Caiobá (PR), Concórdia (SC), Antônio Prado (RS), Caxias do Sul (RS), Farroupilha (RS), Flores da Cunha (RS), Gramado (RS), Erechim (RS), Passo Fundo (RS), Bento Gonçalves (RS), Santa Maria (RS), Ivorá (RS), Faxinal Do Soturno (RS), Nova Palma (RS), Dona Francisca (RS), São João Do Polesine (RS), Silveira Martins (RS), Restinga Sêca (RS) e Porto Alegre (RS).
O festival, lançado no último dia 5 na Arena BRB Mané Garrincha, traz Gemma O’Brien e Felipe Grimaldi entre os palestrantes principais
Foto divulgação
Na noite do dia 5 , foi realizada a cerimônia de lançamento do Pixel Show Brasília, que desembarca na capital entre os dias 22 e 24 de novembro. Este é o maior festival de criatividade da América Latina e promete transformar a Arena BRB Mané Garrincha em um verdadeiro palco de inovação e arte, com 95% de sua programação gratuita e atrações que abrangem desde exposições e experiências em realidade virtual até palestras e workshops com renomados artistas e designers internacionais. A iniciativa conta com o apoio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal.
A programação do festival inclui palestras com nomes de peso da cena artística global, entre eles a australiana Gemma O’Brien, reconhecida internacionalmente por seu trabalho de tipografia experimental e ilustração. O’Brien, cuja obra já foi destaque em diversas galerias e campanhas ao redor do mundo, compartilhará sua experiência em tipografia e design visual, revelando suas técnicas e a visão única que a transformaram em referência no setor. Ao lado dela, Felipe Grimaldi, designer gráfico, professor, letrista, artista visual, comunicador digital e muralista, possue um vasto repertório acerca de símbolos e caligrafias populares. Grimaldi também dedica-se ao exercício de comunicador digital, popularizando-se com os reels de “react”, onde realiza observações técnicas e estéticas de trabalhos de outros artistas. O artista fará uma palestra contando sobre o desafio de entrada no mercado, o antes e o depois de virar influencer ecomo foi a repercussão do “Chora Photoshop”.
Além deles estão confirmadas também as palestras de Orkut Buyukkokten, engenheiro de software visionário, criador da rede social que levou o nome dele e que deu início ao ambiente de relacionamento social que encontramos hoje nas mídias sociais; David Carson, designer gráfico e ex-surfista, é considerado um dos criativos mais influentes dos anos 90 e Jordan Soles, vice-presidente de Desenvolvimento Tecnológico da Rodeo FX, empresa canadense de efeitos visuais para cinema, televisão e publicidade, famosa por ter sido a criadora de efeitos para a série Game of Thrones.
Para o público em geral, o Pixel Show oferece acesso gratuito a uma série de atividades interativas e expositivas, como a feira de expositores, Sharp Talks e a arena multiuso com shows e apresentações. As Sharp Talks são um ponto alto da programação gratuita: palestras curtas e dinâmicas que abordam temas de inovação, cultura e criatividade. Esse espaço de diálogos rápidos e inspiradores é uma oportunidade para o público conhecer tendências e se conectar com ideias criativas de maneira acessível e descontraída.
Os workshops – que terão acesso por ordem de chegada, com preferência para quem possui ingressos pagos (para as palestras das conferências) e sobrando vagas será liberado a participação do público em geral – são sessões práticas ministradas por artistas e designers de renome. Com capacidade para até 40 participantes por sessão, os workshops abrangem temas como ilustração, animação, design gráfico e pixel art, garantindo espaço para que iniciantes e profissionais experimentem e aperfeiçoem novas técnicas. Entre os nomes já confirmados que darão treinamentos estão o da própria Gemma O’Brien, Marcio Okabe, origamista que encontrou no origami uma forma de expressar sua criatividade e conectar-se com suas raízes culturais; Red, que tem o desenho como terapia desde muito cedo, e que atua profissionalmente no meio artístico em várias vertentes como ilustrações digitais, pintura de murais e tatuagem; entre outros.
Outro destaque do festival é a área de experiências tecnológicas, onde os visitantes podem explorar instalações de realidade estendida (XR), simuladores e outras ferramentas inovadoras. Essa área convida o público a interagir com o que há de mais recente em tecnologia imersiva, oferecendo uma oportunidade única de experimentar novas dimensões de interatividade. A proposta é promover uma imersão total que combina aprendizado e entretenimento, com atividades abertas a todos.
Além disso, o evento conta com o Espaço Makers, uma plataforma para criadores independentes e artistas urbanos exporem e comercializarem suas obras, que vão desde esculturas e ilustrações até objetos de design. Com foco na produção autoral, o espaço é ideal para quem deseja apoiar a arte local e conhecer novas expressões criativas. Para as famílias, o Pixel Show trará atividadesespecialmente desenvolvida para incentivar o contato das crianças com a arte e a tecnologia, em atividades lúdicas e educativas.
Para encerrar a experiência, o food park oferece uma seleção de food trucks com opções gastronômicas variadas, de pratos típicos da região a sabores internacionais!
Além das atividades gratuitas, o Pixel Show oferece duas categorias de ingressos pagos para acesso às conferências e outras experiências exclusivas. O ingresso Basic, com valor a partir de R$82,50, dá direito ao acesso às conferências, entrada na feira, experiências interativas, Sharp Talks e workshops, além das gravações das palestras ocorridas durante o Pixel Show Brasília que estarão disponíveis em até 15 dias após o evento. Já o ingresso Black, com valor a partir de R$500, oferece acesso completo ao conteúdo do festival, com prioridade nos workshops, fastpass para as atividades, um vale cerveja e acesso às gravações das palestras do evento em Brasília e de todas as edições anteriores.
Com um formato acessível e inspirador, o Pixel Show Brasília está preparado para se tornar um marco na capital federal, conectando o público com a vanguarda da economia criativa e abrindo portas para novas possibilidades de expressão e aprendizado. “Nosso objetivo é criar um evento onde todos possam se sentir inspirados, se conectar com o universo criativo e expandir seus próprios limites”, destaca Simon Szacher, um dos organizadores. “Queremos que Brasília se torne um novo ponto de referência para a inovação e a criatividade.”
Serviço Festival Internacional de Criatividade Pixel Show 2024 – 19ª Edição Data: 22 a 24 de novembro, das 09h às 21h Local: Arena BRB Mané Garrincha, Brasília Endereço: SRPN (Setor de Recreação Pública Norte), Brasília Mais informações: https://pixelshow.co
Sobre o Festival Internacional de Criatividade Pixel Show
O Pixel Show é o mais antigo do Brasil e o maior festival de criatividade da América Latina e acontece desde 2005, no último trimestre do ano. Na última edição presencial, em 2022, reuniu mais de 50 mil pessoas para muita inovação, networking e negócios em um fim de semana incrível. O Pixel Show tem como tema central tendências, inspirações, cultura, arte, empreendedorismo, inovação e tecnologia, buscando fomentar e abastecer com ideias o mercado da economia criativa, sempre gerando impacto social positivo, inclusive nas áreas de saúde, sustentabilidade e educação, entre outras.
O Pixel Show foi finalista do prêmio Cultura do Estado de São Paulo em duas edições (2019 e biênio 2020-2021). Em 2022, recebeu a Medalha Mário de Andrade devido à importância de todo seu trabalho e seu histórico de realizações em prol da Economia Criativa. As principais notícias do evento e deste mercado circulam durante todo o ano nas redes sociais do festival e na revista Zupi, veículo oficial do Pixel Show. Em 2020 e 2021, em suas edições 100% online, foi assistido por mais de 130 mil pessoas que geraram mais de 5 milhões de impressões, em mais de 75 países ao redor do mundo. Em 2024, chega a sua 19ª edição dessa vez em uma nova praça, Brasília. Também já foram realizadas quatro edições em outras capitais, sendo duas em Porto Alegre, uma em Recife e uma em Salvador.
Foto divulgação
Acesse https://pixelshow.co/press para assistir a vídeos e ver fotos de edições passadas, além de poder se cadastrar para cobrir o festival. E já “sinta o clima” do que te espera em 2024.
Mais longevo festival de cinema do país, o 57º FBCB acontece de 30 de novembro a 7 de dezembro de 2024, com nove mostras em cartaz, além das exibições especiais de abertura e encerramento
Festival programa debates, oficinas, encontros setoriais, e as atividades do 6º Ambiente de Mercado e da 4ª Conferência do Audiovisual Brasileiro
Tudo isso no Cine Brasília, que contará com estrutura inédita e ampliada montada para o Festival, com três auditórios – sendo a principal batizada nesta quarta (6/11) como Sala de Cinema Vladimir Carvalho
Além dela, haverá uma segunda sala de cinema, uma sala multiuso, uma sala de reuniões e praça de alimentação
Mostra Competitiva Nacional tem seis longas e 12 curtas selecionados entre os 1180 inscritos; eles recebem cachês de seleção de R$ 30 mil para longas e R$ 10 mil para curtas; 26º Troféu Câmara Legislativa distribui R$ 240 mil em prêmios para os filmes concorrentes da Mostra Brasília
Na abertura do festival, atriz Zezé Motta será laureada com o Troféu Candango pelo conjunto de sua obra; edição também presta homenagens póstumas a Vladimir Carvalho e Mallú Moraes, grandes nomes do cinema brasileiro e candango
Planaltina, Taguatinga e Gama recebem exibições gratuitas da Mostra Competitiva Nacional, da Mostra Brasília e do Festivalzinho
Filmes de abertura, encerramento, Mostra Competitiva Nacional e Mostra Brasília serão exibidas com recursos de legendagem em closed caption e audiodescrição ao vivo
CONFIRA AS SINOPSES DE TODOS OS FILMES + TRAILERS
TEASER DO 57º FESTIVAL DE BRASÍLIA
A gestão compartilhada do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro anunciou nesta quarta-feira (6/11), a programação oficial da 57º edição do evento. Referência histórica que atravessa gerações, o mais longevo festival de cinema do país ocupa mais uma vez o Cine Brasília, entre os dias 30 de novembro e 7 de dezembro de 2024. Nesta edição serão exibidos 79 filmes, distribuídos em nove mostras, sendo elas: as tradicionais Competitiva Nacional e Mostra Brasília, três mostras paralelas, sessões especiais, exibições de mercado, Festivalzinho e FestUni, com produções universitárias.
Além de um volume ampliado de filmes, a 57ª edição apresenta como novidade uma estrutura inédita montada ao redor do Cine Brasília. A Arena do Festival de Brasília, que já comporta a tradicional praça de alimentação e a área de convivência, neste ano agregará mais três auditórios.
O primeiro deles é a tradicional sala de projeção do Cine Brasília, que ganhou o título oficial de Sala de Cinema Vladimir Carvalho, segundo o decreto 46.498, publicado no DODF na terça-feira (5/11). Uma segunda sala de cinema reunirá exibições paralelas e especiais; enquanto os outros dois vão receber a 4ª Conferência do Audiovisual Brasileiro, as oficinas, os encontros setoriais e todas as atividades do 6º Ambiente de Mercado. A estrutura se completa com uma sala multiuso para a realização de debates e uma sala de reuniões para os júris.
O primeiro Troféu Candango de 2025 já tem dona: a veterana atriz, ganhadora do Candango por sua atuação em Xica da Silva, no Festival de Brasília de 1975, Zezé Motta. Ela será a grande homenageada desta edição e receberá a estatueta pelo conjunto de sua obra na noite de abertura. Na ocasião, o festival presta tributo póstumo a um dos maiores documentaristas brasileiros, o cineasta e professor paraibano radicado em Brasília Vladimir Carvalho, e à produtora, atriz e cantora Mallú Moraes. São duas figuras que marcaram o cinema nacional e, particularmente, se tornaram referência do cinema candango.
Sob a presidência do secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, e a direção geral da produtora Sara Rocha, o 57º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro tem direção artística do crítico, cineasta e programador Eduardo Valente. A edição apresenta um mosaico do mais novo cinema brasileiro, com produções de Norte a Sul do país.
“As comissões de seleção do Festival puderam mergulhar num universo amplo de filmes, que comprovam a vitalidade e a diversidade da produção do país. Foi um processo ao mesmo tempo prazeroso e difícil, porque mesmo com uma ampliação do número total de obras exibidas, uma quantidade enorme de bons filmes sempre precisa ficar de fora”, reconheceu Valente.
Para ele, os filmes que compõem a seleção oficial e as diversas mostras paralelas foram selecionados pela importância individual e pelo panorama que traçam em conjunto. “Eles representam, de maneira ampla, uma imagem firme e plural do que se faz de mais relevante no cinema brasileiro hoje”, define.
O 57º Festival de Brasília apresenta seis longas-metragens e 12 curtas na Mostra Competitiva Nacional, selecionados entre 1.180 títulos (953 curtas e 227 longas) inscritos; quatro longas e oito curtas da Mostra Brasília – 26º Troféu Câmara Legislativa, voltado para as produções do DF; 13 longas para as mostras paralelas Caleidoscópio, Festival dos Festivais e A Formação dos Brasis, 7 produções infanto-juvenis que integram o Festivalzinho, sessões especiais, filmes de abertura e encerramento, e três exibições conectadas ao mercado.
Os selecionados para as mostras competitivas nacionais serão remunerados com cachê de seleção nos valores de R$ 30 mil para longas-metragens e R$ 10 mil para curtas. Há ainda prêmios em dinheiro, como o Prêmio Canal Brasil de Curtas, que concede R$ 15 mil ao Curta eleito por júri montado pelo canal; e prêmios em mídia, como o do Canal Like, que concede R$ 50 mil em anúncios no canal ao Melhor Longa pelo Júri Oficial. Na Mostra Brasília, o audiovisual candango concorre a R$ 240 mil reais em prêmios concedidos pelo 26º Troféu Câmara Legislativa.
Para o secretário de Cultura e Economia Criativa e presidente do Festival de Brasília, Claudio Abrantes, o evento desempenha um papel central na sensibilização de novos públicos para o cinema brasileiro, além de movimentar toda a cadeia de produção na economia criativa. “Geramos empregos e oportunidades, além de evidenciar a riqueza cultural e das produções artísticas do nosso país e da nossa cidade”, destaca. Ele também ressalta que o festival é um dos grandes legados da cultura do DF. “Este é um evento que é reconhecido não só nacionalmente, mas também no cenário internacional. Com planejamento e transparência, esperamos entregar a 57ª edição com a qualidade que a sociedade e toda a comunidade cinematográfica e setor do audiovisual merecem.”
Por esse motivo, a 57ª edição do Festival de Brasília não estará restrita ao Plano Piloto. Como todo ano, as ações de descentralização permitem que os filmes do festival cheguem a outras regiões administrativas do DF. De 30 de novembro a 7 de dezembro, portanto, o filme de abertura, a Mostra Competitiva Nacional e a Mostra Brasília ganham projeção simultânea em Planaltina, Taguatinga e Gama.
As sessões nas RAs acontecem na sede da Cia Lábios da Lua (Gama), no Complexo Cultural de Planaltina e na Faculdade Estácio do Pistão Sul (Taguatinga). Durante a semana haverá sessões matinais exclusivas para escolas do Festivalzinho. No sábado, o programa de títulos infantis será exibido gratuitamente. As RAs também terão praças de alimentação e estrutura para apresentações de shows de DJs após as exibições da Mostra Competitiva Nacional.
Nesta edição, Brasília terá estrutura de acessibilidade mais adequada às demandas da comunidade. Os filmes de abertura e encerramento, e os todos os filmes da Mostra Competitiva Nacional e da Mostra Brasília terão legendagem descritiva em tela complementar abaixo da tela do cinema e audiodescrição feita ao vivo com sistema de transmissão para fones de ouvido. Além de espaço adequado para fluxo de pessoas com mobilidade reduzida, as cerimônias de abertura e encerramento terão tradução para Libras.
A 57ª edição do FBCB conta com apoio do Cine Brasília, Canal Brasil, Canal Like e Metrópoles. É realizado pelo Instituto Brasil Alvorada e Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, em gestão compartilhada que se estende às três próximas edições do festival, culminando em 2026, na 59ª edição. Conheça a programação de filmes, mostra a mostra.
FILMES DE ABERTURA E ENCERRAMENTO
Os filmes são apresentados logo após as cerimônias de abertura e encerramento do festival, apresentadas pela atriz e influenciadora acreana Gleici Damasceno, nos dias 30 de novembro e 7 de dezembro de 2024. Homenagens a grandes personalidades das ciências e artes brasileiras se apresentam em formato documental, com duas estreias marcantes para as telas do país.
Na abertura, Marcelo Gomes (Cinema, Aspirinas e Urubus) faz a primeira exibição de seu novíssimo longa-metragem, Criaturas da Mente, filme que investiga o sonho como motor da revolução humana, acompanhando o trabalho e a vida do neurocientista e escritor brasileiro Sidarta Ribeiro.
No encerramento, Lírio Ferreira e Carolina Sá apresentam O Menino d’Olho d’Água, documentário sobre mestre do instrumental brasileiro, Hermeto Pascoal, filmado no sertão alagoano, lugar onde nasceu e de onde vem suas primeiras referências sonoras.
Ambos filmes são exibidos com os recursos de legendagem descritiva e audiodescrição ao vivo no Cine Brasília. O filme de abertura também será exibido nas RAs de descentralização do Festival de Brasília: sede da Cia Lábios da Lua (Gama), Complexo Cultural de Planaltina e Faculdade Estácio – Pistão Sul (Taguatinga)
MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL – LONGAS
A 57ª edição do Festival de Brasília traz Ruy Guerra de volta à competição de longas. O vetereano cineasta de origem moçambicana apresenta A Fúria, a aguardada conclusão de sua trilogia política iniciada com o clássico Os Fuzis (1964) – apresentado em Brasília em mostra retrospectiva de 1975 –, seguida por A Queda (1977) – participante da Mostra Competitiva de 1978. Em A Fúria, codirigido por Luciana Mazzotti, Guerra traz Ricardo Blat no papel antes interpretado pelo saudoso Nelson Xavier, vencedor do prêmio de Melhor Ator daquele ano.
Quem também volta após consagração em edição anterior do evento com filme novo é Sérgio Borges, diretor mineiro que levou o Candango de melhor longa em 2010 por O Céu Sobre os Ombros. Agora, ao lado da diretora Clarissa Campolina (de Girimunho e Canção ao Longe – exibido em 2022), ele divide a direção de Suçuarana, um drama sobre a retirante Dora em busca de trabalho e de uma terra antiga de sua mãe em uma região mineradora, até encontrar um vilarejo repleto de afeto e coletividade.
Também de Minas Gerais, integra a competição oficial de longas a produção indígena Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá, de Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero e Luisa Lanna. Trata-se de um documentário protagonizado por uma das próprias diretoras do filme, Sueli, que é arte-educadora da Aldeia Escola Floresta de Teófilo Otoni (MG). O filme relata a sua busca pelo pai, Luis Kaiowá, de quem foi separada pela ditadura militar.
Um título inédito de Brasília se apresenta na seleção oficial da Mostra Competitiva Nacional. Longa-metragem de estreia do diretor brasiliense Guilherme Bacalhao, Pacto da Viola, traz grande elenco local para contar a história de um músico sertanejo que precisa ajudar o pai doente, um capitão de folia que tem uma dívida com os santos e demônios.
A diretora amazonense Christiane Garcia faz sua estreia em longa de ficção com Enquanto o Céu Não me Espera. Estrelado por Irandhir Santos, o filme narra a história de um agricultor que luta contra as dificuldades climáticas em um pequeno sítio afetado pelas cheias dos rios da Amazônia.
Já Salomé, de Pernambuco, é o segundo longa da carreira do diretor André Antônio, que se tornou uma referência do cinema queer brasileiro contemporâneo ao integrar o coletivo Surto & Deslumbramento. Aqui ele narra a história de uma jovem modelo que se apaixona por um rapaz envolvido em uma estranha seita, que cultua a sanguinária princesa bíblica Salomé.
A Comissão de Seleção de longas da Mostra Competitiva Nacional 2024 é composta por Janaína Oliveira, Leonardo Bomfim, Luís Fernando Moura e Rafaella Rezende. Eles tiveram o desafio de assistir e selecionar entre 227 longas, os seis em competição. O júri que premiará os longas em cartaz é formado por Affonso Uchôa, Carina Bini, Heitor Augusto, Mariana Nunes e Sandra Kogut.
O festival forma, ainda, o Júri do Prêmio Zózimo Bulbul, a conferir os troféus para os melhores filmes com temática afirmativa. O júri é montado a partir de indicações do Centro Afro Carioca de Cinema e da Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro – Apan, e em 2024 é composto por Aristótelis tothi, Vitor José Pereira e Larô Gonzaga.
MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL – CURTAS
Na seleção de curtas-metragens, o 57º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro reforça sua vocação para trazer questões urgentes da sociedade contemporânea, sob as mais diversas perspectivas geográficas, de gênero e de raça, com obras representantes de todas as regiões brasileiras.
O cinema candango conseguiu o maior espaço dentre os curtas, com três filmes na disputa: Inflamável, do diretor estreante Rafael Ribeiro Gontijo; Descamar, dirigido pelo escritor, professor e curta-metragista premiado da produtora relatar-se, Nicolau; e o novo documentário da veterana cineasta e professora de cinema Dácia Ibiapina sobre o saudoso mestre quilombola Nêgo Bispo, Confluências.
De São Paulo, Javyju – Bom Dia, marca a estreia da cacica Kunha Rete, que divide a direção com Carlos Eduardo Magalhães (Palavra Cantada 3D), numa ficção científica futurista situada em uma aldeia Guarani. E, de Minas Gerais, Mãe de Ouro, de Maick Hannder, apresenta uma ficção sobre a superação do luto.
Representantes do Rio de Janeiro, Yuri Costa traz sua perspectiva afrossurrealista para uma viagem às festas black dos anos 1970 no drama E Seu Corpo é Belo, enquanto a dupla Samuel Lobo e Rodrigo de Janeiro apresentam o documentário Dois Nilos, que celebra o cinema negro brasileiro, com um passeio pelas memórias do cineasta Afrânio Vital.
A região Norte está representada com a nova produção do realizador e professor Antonio Fargoni, que idealizou o movimento do Cinema Instantâneo, estilo presente neste curta de ficção de Rondônia, E Assim Aprendi a Voar.
O Sul concentra duas produções. Uma de Santa Catarina, Kabuki, única animação da competição, realizada em stop motion pelo premiado quadrinista e curta-metragista Tiago Minamisawa. E a outra do Rio Grande do Sul, Chibo. Digirido por Gabriela Poester e Henrique Lahude, o documentário investiga a travessia clandestina de mercadorias de uma família que mora na fronteira entre Brasil e Argentina.
Do Nordeste, o público poderá mergulhar nos curtas Maremoto, de Cristina Lima e Juliana Bezerra, do Rio Grande do Norte, e Mar de Dentro, de Lia Letícia, de Pernambuco. No curta potiguar, as diretoras contam a história de uma filha de pescador frustrada que assume o desafio de fazer um mergulho em alto-mar para resgatar um tesouro. Na produção pernambucana, a diretora e artista visual realiza uma performance poética permeada pela história política de Preto Sérgio, um ex-detento preso injustamente ainda menor de idade em Fernando de Noronha.
A Comissão de Seleção de Curtas elencou os 12 filmes a partir de 953 inscritos. Os trabalhos foram desenvolvidos por André Dib, Bruno Victor, Camila Macedo, Karen Black, Lorenna Montenegro e Sergio Silva. O júri da categoria é composto por Lila Foster, Mirella Façanha, Paola Malmann, Simone Zuccolotto e Thiago Costa.
MOSTRA BRASÍLIA – 26º TROFÉU CÂMARA LEGISLATIVA
Na programação da Mostra Brasília – 26º Troféu Câmara Legislativa, a seleção 2024 dos concorrentes aos R$ 240 mil em prêmios reúne desde diretores estreantes do Distrito Federal a cineastas premiados. A seleção de longas-metragens da mostra reúne quatro filmes.
Veterano e premiado, com várias passagens pelo Festival de Brasília, o documentarista Renato Barbieri volta à Mostra Brasília com seu novo longa Tesouro Natterer. O filme aborda o naturalista austríaco Johann Natterer, membro da Expedição Austríaca que acompanhou a então Arquiduquesa Leopoldina em sua vinda ao Brasil, em 1817.
Outro nome muito conhecido do teatro e das artes no Distrito Federal, Adriano Guimarães (do Coletivo Irmãos Guimarães) faz uma incursão solo no universo cinematográfico com a produção Nada, um delicado drama sobre uma mulher que volta ao interior onde viveu na infância para acompanhar os últimos dias de vida de sua irmã.
Além desses, a seção de longas marca a estreia de curtas-metragistas premiados de Brasília neste formato. Fáuston Silva, que coleciona láureas por seu filme Meu Amigo Nietzsche, apresenta seu Manual do Herói, uma ficção sobre um rapaz que recebe um manual das mãos de uma heroína mascarada; e Cristiane Bernardes e Tiago de Aragão exibem pela primeira vez no Brasil o documentário A Câmara, que registra a atuação das mulheres do parlamento em meio ao cenário de polarização.
Dentre os curtas brasilienses inscritos, foram selecionados oito filmes. De documentários experimentais a animação infanto-juvenil e exercícios de linguagem nos mais variados gêneros da ficção, a Mostra Brasília tem aqui um mosaico da produção recente de realizadores da cidade. Do lado mais experimental, estão os documentários Caravana da Coragem, de Pedro B. Garcia; A Sua Imagem na Minha Caixa de Correio, de Silvino Mendonça; e a ficção Cemitério Verde, de Maurício Chades.
Clarice Cardell, muito conhecida por seu trabalho com teatro para bebês, estreia pela primeira vez na mostra com a animação Kwat e Jaí – Os Bebês Heróis do Xingu. O drama espiritual ONA, também marca a primeira incursão das egressas do Instituto Federal de Brasília (IFB) Clara Maria e M4vi Adroindie na mostra. Já Rafael Lobo volta à disputa neste ano com outro curta de horror, Xarpi, enquanto o ator João Campos apresenta seu segundo curta como diretor, Via Sacra; e os irmãos Diego e Danilo Borges também retornam à mostra com seu segundo trabalho, Manequim.
A Comissão de Seleção da Mostra Brasília é formada pela própria CLDF e em 2024 contou com os esforços de Ciro Marcondes, Glória Teixeira, Suellen Batista, Ulisses de Freitas e William Alves. O Júri que distribui os prêmios em dinheiro é composto por Antonio Grassi, Catarina Accioly e José Delvinei.
MOSTRAS PARALELAS E SESSÕES HORS CONCOURS
Além das mostras competitivas, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro apresenta três mostras paralelas que complementam o panorama de filmes exibidos nesta edição. São elas: a Mostra Caleidoscópio, a Mostra A Formação dos Brasis e o retorno da Mostra Festival dos Festivais. Além dessas, o festival também apresenta sessões especiais, o tradicional Festivalzinho, com 7 títulos entre longas e curtas-metragens, os Lançamentos de Mercado e o FestUni, em parceria com a Universidade de Brasília (UnB), com produções de curtas-metragens universitários de várias regiões do País.
Na Mostra Caleidoscópio, nova mostra competitiva do festival com prêmios próprios, cinco títulos destacam trabalhos que desafiam os olhares dos espectadores do Festival de Brasília pela maneira como se aproximam de temas e universos surpreendentes, através de um ponto de vista inquieto e criativo de seus realizadores e realizadoras.
Três títulos paulistas entram na competição – Trópico de Leão, de Luna Alkalay, Future Brilliant, Abílio Dias, e Topo, de Eugenio Puppo. Juntam-se a estes, o mineiro Palimpsesto, de André Di Franco e Felipe Canêdo, e o pernambucano Filhas da Noite, Henrique Arruda e Sylara Silvério. A mostra conta com júri especial, formado por Adirley Queiróz, Sara Silveira e José Geraldo Couto, que concederá dois Candangos aos seus maiores destaques na premiação final do evento.
Não competitiva, a mostra A Formação dos Brasis reúne quatro documentários que ajudam a entender aspectos formadores da cultura e da sociedade brasileira. As produções apresentam retratos de grandes artistas fundamentais, seja através de figuras históricas importantes a quem a historiografia oficial não deu a devida importância, seja por uma reflexão sobre a realidade contemporânea nas escolas secundárias brasileiras, que formam os Brasis de amanhã.
A produção carioca Barreto, Fotógrafo das Lentes Nuas, de Miguel Freire, abre as exibições desta mostra, com uma homenagem ao mestre Luiz Carlos Barreto, em um filme que acompanha seu processo criativo. De Minas Gerais, Ana Carolina Soares exibe o Ausente, e da Bahia, a diretora Mariana Jaspe apresenta Quem é Essa Mulher?. Complementa esta mostra o filme Brasiliana: a história do musical negro que apresentou o Brasil ao mundo, de Joel Zito Araújo, sobre a companhia de teatro de revistas que projetou as identidades nacionais globalmente.
Já para compor a seleção da mostra Festival dos Festivais, a equipe curatorial traz para suas primeiras exibições em solo brasiliense alguns dos mais comentados filmes brasileiros exibidos anteriormente com destaque em outros grandes festivais de cinema, como os de Gramado, Rio e Mostra de São Paulo.
Apocalipse nos Trópicos, de Petra Costa, abre os trabalhos com um debate sobre a teologia que impulsiona a política brasileira; Kasa Branca, de Luciano Vidigal, lança um olhar para o cuidado familiar e a ancestralidade; A Queda do Céu, de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha, captura a beleza de um ritual Yanomami; e Oeste Outra Vez, de Erico Rassi, trata da pouca aptidão masculina para compreender as dores de amor.
Entre as sessões especiais, quatro títulos complementam as exibições. O clássico Xica da Silva, de Cacá Diegues, ganha exibição única em homenagem aos 80 anos de Zezé Motta. André Luiz Oliveira também exibe um clássico, Meteorango Kid: Herói Intergalático (1969) em cópia restaurada e ainda inédita.
Procura-se Meteorango Kid – Vivo ou Morto (2023), de Marcel Gonnet, em homenagem ao clássico do diretor candango, também ganha sessão no festival, resgatando o processo de produção e o impacto do clássico de Oliveira. E Sinfonia da Sobrevivência, de Michel Coeli, chama a atenção para a crise climática que atravessamos no país, com foco especial no desastre ambiental do Pantanal.
No Festivalzinho, sete obras foram selecionadas entre as 153 infantis inscritas na seleção do evento. São três longas e quatro curtas-metragens, exibidos no Cine Brasília e nas RAs para escolas públicas e em sessões abertas. Entre os exibidos estão Abá e sua Banda, de Humberto Avelar, Marraia, de Diego Scarparo, Joãozinho – o filme, do candango Faustón da Silva, e A Menina e o Flautista, de Lara Dezan.
Nos lançamentos do mercado, parcerias com importantes canais potencializam as atividades programadas com as primeiras exibições de séries e filmes. O Globoplay exibe os documentários, Malvinas: diário de uma guerra, de Ricardo Pereira e Eugenia Moreyra, e Kubrusly: mistério sempre há de pintar por aí, de Caio Cavechini e Evelyn Kuriki, na programação do evento. A EBC também lança a primeira temporada de Como nascem os heróis, série de Iberê Carvalho sobre a criação das identidades nacionais.
Criaturas da Mente
SERVIÇO – 57º FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO Data: 30 de novembro a 7 de dezembro de 2024 Locais: Cine Brasília (106/107 Sul), Complexo Cultural de Planaltina, Taguatinga e Gama. Ingressos da Mostra Competitiva Nacional a R$ 20,00 e R$ 10,00, à venda na bilheteria do Cine Brasília a partir de duas horas antes de cada sessão. Demais exibições com entrada franca. Programação completa: festcinebrasilia.com.br.
PROGRAMAÇÃO DE FILMES E MOSTRAS
FILME DE ABERTURA
30 de novembro, 21h30, no Cine Brasília – Sala de Cinema Vladimir Carvalho e, às 20h, nas RAs Criaturas da Mente Direção: Marcelo Gomes Reprise: 1º de dezembro, 18h, no Cine Brasília – Sala 2
FILME DE ENCERRAMENTO
7 de dezembro, às 21h30, no Cine Brasília – Sala de Cinema Vladimir Carvalho O Menino d’Olho d’Água Direção: Lírio Ferreira e Carolina Sá
MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL Exibições no Cine Brasília – Sala de Cinema Vladimir Carvalho (21h) com ingressos a R$ 20 e R$ 10 (meia), e, às 20h, nas RAs, com entrada franca
1º de dezembro
Curtas Maremoto (RN), de Cristina Lima e Juliana Bezerra Chibo (RS), de Gabriela Poester e Henrique Lahude
Longa Suçuarana (MG), de Clarissa Campolina e Sérgio Borges
2 de dezembro
Curtas Inlamável (DF), de Rafael Ribeiro Gontijo Javyju – Bom Dia (SP), de Kunha Rete e Carlos Eduardo Magalhães
Longa Pacto da Viola (DF), de Guilherme Bacalhao
3 de dezembro
Curtas Mar de Dentro (PE), de Lia Letícia Confluências (DF), de Dácia Ibiapina
Longa Yõg Ãtak: Meu Pai, Kaiowá (MG), de Sueli Maxakali, Isael Maxakali, Roberto Romero e Luisa Lanna
4 de dezembro
Curtas E Assim Aprendi a Voar (RO), de Antonio Fargoni Mãe do Ouro (MG), de Maick Hannder
Longa Enquanto o Céu Não Me Espera (AM), de Christiane Garcia
5 de dezembro
Curtas Descamar (DF), de Nicolau Kabuki (SC), de Tiago Minamisawa
Longa Salomé (PE), de André Antonio
6 de dezembro
Curtas Dois Nilos (RJ), de Samuel Lobo e Rodrigo de Janeiro E Seu Corpo é Belo (RJ), de Yuri Costa
Longa A Fúria (SP), de Ruy Guerra e Luciana Mazzotti
MOSTRA BRASÍLIA Exibições no Cine Brasília – Sala de Cinema Vladimir Carvalho e nas RAs, 18h, com entrada franca
3 de dezembro
Curtas Caravana da Coragem, de Pedro B. Garcia A Sua Imagem na Minha Caixa de Correio, de Silvino Mendonça
Longa Nada, de Adriano Guimarães
4 de dezembro
Curtas Manequim, de Danilo Borges e Diego Borges ONA, de Clara Maria e M4vi Afroindie
Longa Manual do Herói, de Fáuston da Silva
5 de dezembro
Curtas Xarpi, de Rafael Lobo Via Sacra, de João Campos
Longa A Câmara, de Cristiane Bernardes e Tiago de Aragã
6 de dezembro
Curtas Kwat e Jaí – Os Bebês Heróis do Xingu, de Clarice Cardell Cemitério Verde, de Maurício Chades
Longa Tesouro Natterer, de Renato Barbieri
MOSTRA CALEIDOSCÓPIO Exibições no Cine Brasília – Sala de Cinema Vladimir Carvalho, às 15h, com entrada franca
2 de dezembro Palimpsesto (MG), de André Di Franco e Felipe Canêdo
3 de dezembro Trópico de Leão (SP), de Luna Alkalay
4 de dezembro Filhas da Noite (PE), de Henrique Arruda e Sylara Silvério
5 de dezembro Future Brilliant (SP), de Abílio Dias
6 de dezembro Topo (SP), de Eugenio Puppo
MOSTRA PARALELA FESTIVAL DOS FESTIVAIS Exibições no Cine Brasília, com entrada franca
2 de dezembro, Sala de Cinema Vladimir Carvalho, às 18h Apocalipse nos Trópicos (DF/RJ/SP), de Petra Costa
4 de dezembro, Sala 2, às 19h Kasa Branca (RJ), de Luciano Vidigal
5 de dezembro, Sala 2, às 19h A Queda do Céu (SP), de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha
6 de dezembro, Sala 2, às 15h Oeste Outra Vez (GO), de Erico Rassi
MOSTRA PARALELA A FORMAÇÃO DOS BRASIS Exibições no Cine Brasília com entrada franca
1 de dezembro, Sala de Cinema Vladimir Carvalho, às 15h Barreto, Fotógrafo das Lentes Nuas (RJ), de Miguel Freire
3 de dezembro, Sala 2, às 18h Ausente (MG), de Ana Carolina Soares
5 de dezembro, Sala 2, às 17h Quem É Essa Mulher? (BA/RJ), de Mariana Jaspe
6 de dezembro, Sala 2, às 17h Brasiliana: A História do Musical Negro que Apresentou o Brasil ao Mundo (MG/RJ), de Joel Zito Araújo
SESSÕES ESPECIAIS Exibições no Cine Brasília com entrada franca
1º de dezembro, às 18h, no Cine Brasília – Sala de Cinema Vladimir Carvalho Meteorango Kid – Herói Intergalático (cópia restaurada) Direção: André Luiz Oliveira
1º de dezembro, às 19h, no Cine Brasília – Sala 2 Xica da Silva Direção: Cacá Diegues
2 de dezembro, às 19h, no Cine Brasília – Sala 2 Procura-se Meteorango Kid: Vivo ou Morto Direção: Marcel Gonnet e Daniel Fróes
7 de dezembro, às 11h, no Cine Brasília – Sala de Cinema Vladimir Carvalho Sinfonia da Sobrevivência Direção: Michel Coeli MOSTRA PARALELA FESTIVALZINHO Exibições no Cine Brasília e nas RAs, com entrada franca
1 de dezembro, Sala de Cinema Vladimir Carvalho, às 10h
Longa Abá e Sua Banda (RJ), de Humberto Avelar
4 de dezembro, Sala de Cinema Vladimir Carvalho, às 10h
Longa Marraia (ES), de Diego Scarparo
5 de dezembro, Sala de Cinema Vladimir Carvalho, às 10h
Longa Joãozinho – O Filme (DF) de Fáuston da Silva
6 de dezembro, Sala de Cinema Vladimir Carvalho, às 10h
Curtas Outro Lugar (MT), de Perseu Azul Maréu (RJ), de Nicole Schlegel A Menina que Queria Voar (BA), de Tais Amordivino A Menina e o Flautista (SP), de Lara Dezan
7 de dezembro, Sala de Cinema Vladimir Carvalho, às 9h
Longa Abá e Sua Banda (RJ), de Humberto Avelar
LANÇAMENTOS DO MERCADO Exibições no Cine Brasília – Sala 2, de 2 a 4 de dezembro, às 17h, com entrada franca
2 de dezembro Como Nascem os Heróis (DF), de Iberê Carvalho
3 de dezembro Malvinas: O Diário de Uma Guerra (Brasil/Argentina/Portugal), de Ricardo Pereira e Eugenia Moreyra
4 de dezembro Kubrusly: Mistério Sempre Há de Pintar Por Aí (SP/RJ/BA), de Caio Cavechini e Evelyn Kuriki
FESTUNI Mostra de produções universitárias, em parceria com a UnB. Exibições no Cine Brasília – Sala de Cinema Vladimir Carvalho. Dias 2 e 3 de dezembro, às 9h, com entrada franca
2 de dezembro
Fui na Feira (SP), de Ana Carolina Aliaga e Vitória Marques Cida Tem Duas Sílabas (SP), de Giovanna Castellari Néctar do Tempo (BA), de Pedro Rodrigues Desconserto (CE), de Haniel Lucena Anderson Automóveis (DF), de João Monteiro Noites em Claro (CE), de Elvis Alves Penumbra (SP), de Johnathan Aguiar Pálido Ponto Vermelho (PA), de Kalel Pessôa, Arthur Oliveira e Lucas Chefe Caboclinho (PE), de João Marcelo Coaxo (RS), de Cecília Silva Martinez
3 de dezembro
Retorno (DF), de Arthur Paiosi Eu Faço Loucuras por Você (SP), de Gabriela Queiroz Deus Não Deixa (RJ), de Marçal Vianna Manchas de Sol (RS), de Martha Mariot Sagrada Travesti do Evangelho (GO), de Júlia F. Cândida Monalisa (MG) de Tainá Lima No Avesso do Espelho (SP), de Beatriz Sampaio Queda (MG), de Pedro d’Melo e Arthur Assis Entre Sonhos e Barracos (MG), de Arthur Quadra, Carol Alves, Gabriel Pimenta, Giovanna Moraes, Marcelle Won Held, Maria Julia Max, Micaella Matias e Tainá Lima
O evento, que acontece nos dias 20, 21 e 22 de novembro no Expominas, em Belo Horizonte, oferece discussões relevantes e diversas oportunidades de negócios para a cadeia do café
Entre os dias 20 e 22 de novembro de 2024, a cidade de Belo Horizonte recebe a 12ª edição da Semana Internacional do Café (SIC), um dos maiores e mais importantes eventos do mercado cafeeiro do Brasil e do mundo. Com o tema: “Como o clima, a ciência e os novos consumidores estão moldando o futuro do café”, a SIC, como é conhecida, espera movimentar aproximadamente 60 milhões de reais em negócios e receber cerca de 20 mil participantes de 40 países, no Expominas, na capital mineira.
Considerada uma das maiores feiras do mundo, o evento tem o objetivo de conectar e gerar oportunidades para toda a cadeia do café brasileiro no acesso a mercados, conhecimento e negócios.
Com um sólido histórico de 11 anos de sucesso, o evento vem se destacando na promoção do café brasileiro nacional e internacionalmente, mostrando o que há de mais inovador no setor, por meio de histórias, troca de conhecimento, conexões, oportunidades de negócios em toda cadeia cafeeira.
Durante três dias, a programação oferece conteúdo de ponta em forma de palestras, workshops, competições, pesquisas e degustações orientadas e os visitantes podem ter acesso a 170 marcas expositoras, novidades e tendências de mercados, além de poderem conferir premiações, como Coffee of the Year, em que os melhores cafés brasileiros da safra nova serão conhecidos, e Campeonato Brasileiro de Barista, cujo campeão irá representar o Brasil no campeonato mundial em 2025.
“A SIC se estabeleceu como a principal plataforma para a promoção, acesso a mercados, e negócios do café brasileiro e se tornou um ponto de encontro indispensável para produtores, compradores, cooperativas, indústria, torrefadores, baristas e especialistas em café de todo o Brasil e do mundo. Participar do evento é uma oportunidade única para se engajar em discussões relevantes sobre a produção de cafés sustentáveis e de origem controlada, proporcionando um ambiente fértil para a troca de conhecimentos, inovação e estabelecimento de parcerias estratégicas”, comenta Caio Alonso, diretor da Espresso&CO, um dos realizadores do evento.
Com foco em negócios e B2B, a SIC reúne diversos profissionais do mercado do café. Desde grandes produtores àqueles que estão se preparando para abrir a própria cafeteria. Além de representantes de empresas que atuam em todas as etapas da cadeia produtiva (seleção, processamento e embalagem do grão), agrônomos, mestres de torra, baristas e representantes de setores complementares, como o de leites vegetais.
Antônio de Salvo, presidente do Sistema Faemg Senar, uma das entidades realizadoras do evento, reforça a importância da SIC. “Os cafeicultores mineiros, com dedicação e resiliência, colocam o estado como o maior produtor de café do Brasil. A SIC é um importante evento para aproximar os produtores rurais, grandes responsáveis por essa liderança, e os demais elos do setor. Essa conexão viabiliza um terreno propício para parcerias e bons negócios e mostra ao consumidor final a qualidade e a importância dos nossos cafés. O Sistema Faemg Senar está sempre junto dos cafeicultores e demais produtores rurais mineiros para que eles possam continuar gerando riquezas e alimentos para Minas, Brasil e o mundo”, destaca.
O Sebrae Minas, outra importante entidade realizadora do evento, também destaca a importância do estado de Minas Gerais para o segmento. “Minas Gerais é referência na produção e comercialização de cafés, sendo responsável por 51% de toda a safra do Brasil. Há mais de uma década, o Sebrae Minas desenvolve um trabalho de excelência com as nove regiões produtoras do estado para valorizar a atuação dos produtores, gerar novos mercados e perspectivas de negócios e estimular o desenvolvimento econômico e sustentável dos territórios. E a SIC, que acontece anualmente em nosso estado, traz uma visão diferenciada para ajudar a impulsionar esse trabalho e destacar a identidade e a origem controlada dos nossos cafés. O evento gera oportunidades para toda a cadeia produtiva em Minas Gerais, mostrando sua diversidade e olhando tanto para o mercado nacional, quanto internacional”, destaca o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae Minas, Marcelo de Souza e Silva.
Este ano, o tema central do encontro “Como o clima, a ciência e os novos consumidores estão moldando o futuro do café”, faz referência ao atual cenário mundial e a necessidade e demanda por sustentabilidade em todos os setores e o governo de Minas Gerais reforça a importância de caminhos sustentáveis para o setor.
“Nosso café tem qualidade e é produzido com sustentabilidade. Os números recordes nas exportações e a abertura de grandes mercados, como a China, são prova de que investir em tecnologia, inovações, assistência técnica e equilíbrio com o meio ambiente dá resultados. E a SIC é uma vitrine de tudo isso. Os consumidores, hoje, têm muita informação sobre a cadeia produtiva e estão cada vez mais exigentes sobre os processos. Vê-los endossando a nossa bebida como um produto de qualidade é a prova de que estamos avançando no rumo certo”, afirma o secretário de Agricultura, Pecuária e Abastecimento do Governo de Minas Gerais, Thales Fernandes.
A SIC é uma realização Espresso&CO, Sistema Faemg Senar, Sebrae e Governo do estado de Minas Gerais, com apoio institucional do Sistema Ocemg. Além de patrocínio diamante 3corações, patrocínio prata Nespresso, Nescafé e Sicoob, e patrocínio bronze Yara, Melitta e Senar.
O evento é gratuito para produtores rurais, empresas da área (visitantes com CNPJ) e visitantes internacionais. Pessoas físicas têm acesso por meio da compra de ingresso (R$70,00 para os três dias).
Sobre Semana Internacional do Café (SIC)
A Semana Internacional do Café, nascida em 2013, na cidade mineira de Belo Horizonte, é uma das maiores feiras de café do mundo. A SIC, como é conhecida, tem o objetivo de promover o café brasileiro para o Brasil e para o mundo, mostrar o que há de mais inovador no mercado, contar histórias, trocar conhecimento, gerar conexões, impulsionar negócios e ampliar as oportunidades para toda cadeia cafeeira. Em sua programação, inclui diversos expositores e conteúdo de ponta em forma de palestras, cursos, workshops, competições, pesquisas e degustações orientadas. Com foco em negócios e B2B, reúne diversos profissionais dos setor do café. Desde grandes produtores àqueles que estão se preparando para abrir a própria cafeteria. Além de representantes de empresas que atuam em todas as etapas da cadeia produtiva (seleção, processamento e embalagem do grão), agrônomos, mestres de torra, baristas e representantes de setores complementares, como o de leites vegetais. Já em sua 12ª edição, traz como tema central “Como o clima, a ciência e os novos consumidores estão moldando o futuro do café”.
Na coletiva, será divulgada toda a programação de filmes pensada para 2024, sob a direção artística de Eduardo Valente
Festival de Brasília lança programação da 57ª Edição em coletiva de imprensa no dia 6 de novembro
Na coletiva, será divulgada toda a programação de filmes pensada para 2024, sob a direção artística de Eduardo Valente
A gestão compartilhada do Festival de Brasília anunciará a programação de filmes da 57ª edição em coletiva de imprensa realizada no foyer do Cine Brasília, dia 6 de novembro, às 9h30. Na ocasião, serão divulgados os quase 80 filmes exibidos, entre eles, os seis longas-metragens e 12 curtas-metragens que integrarão a Mostra Competitiva Nacional e os quatro longas e oito curtas da Mostra Brasília.
Na coletiva, também serão anunciadas as mudanças graduais e melhorias propostas para o festival ao longo do triênio de gestão, que já começam a se mostrar na 57ª edição. Participarão da sessão, o Secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, um representante da comissão do Troféu Câmara Legislativa, Claudinei Pirelli, além da diretora geral, Sara Rocha, e do diretor artístico do festival para as próximas três edições, Eduardo Valente.
A 57ª edição do Festival de Brasília acontece de 30 de novembro a 7 de dezembro, no Cine Brasília, no Gama, Planaltina e Taguatinga . O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro é uma realização da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec-DF) e do Instituto Alvorada Brasil, em gestão compartilhada, com o apoio da Câmara Legislativa do DF.
SERVIÇO – Coletiva de imprensa da 57ª Edição do Festival de Brasília
Com exibição única e gratuita no Sesc de Taguatinga Norte, Guylherme Almeida dramatiza, em ficção científica, tragédia ocorrida com pai na periferia do DF
Após grande estreia em Brasília e no Rio de Janeiro, o espetáculo teatral Ípsilon chega a Taguatinga levando uma ficção científica baseada em tragédia real ocorrida em aterro do Distrito Federal. A obra com um pé no espaço sideral e outro nas mazelas terrestres terá exibição única no palco do Teatro Paulo Autran em 29 de Outubro, às 20h. Entrada gratuita.
Autor do espetáculo, Guylherme Almeida retrata o drama ocorrido dentro da própria família. O pai do curador e dramaturgo foi queimado vivo queimado vivo em cemitério de pneus no Riacho Fundo I.
Construída a partir de vivências nas favelas de Brasília e Recife, a peça estreou no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil) e depois foi encenada no palco carioca do Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto. Por onde passou, teve ingressos esgotados e fila de espera em todas as sessões, além de arrancar elogios da crítica especializada.
Tragédia Real
Em setembro de 2022, o G1 noticiou: “O corpo de um homem de 47 anos foi encontrado carbonizado no Riacho Fundo I, no Distrito Federal.”
A matéria não informa, mas o homem encontrado carbonizado era o pai de Guylherme Almeida, experiente produtor cultural e curador de eventos de grandíssimo porte na capital do país, como o Aniversário de Brasília, Réveillon de Brasília e o Festival Ibero-Americano de Artes Integradas. Esse trágico acontecimento é uma das camadas dramatúrgicas que o espetáculo “Ípsilon” aborda.
Antes mesmo de perder a figura paterna — que foi queimado vivo em um cemitério de pneus na periferia do Distrito Federal — Guylherme já estava debruçado sobre a trajetória de figuras negras importantes, como Carolina de Jesus, Mae Carol Jemison e Judith Jamison, com o objetivo de escrever um espetáculo autoral sobre as conquistas da população negra e os desafios que corpos dissidentes enfrentam ao ingressar em uma espécie de vida burguesa. No entanto, esses estudos foram atravessados pelo assassinato do pai e, em vez de vivenciar o luto à distância, ele optou por incorporá-lo ao processo criativo.
Assim surgiu a protagonista Carolyna (com ípsilon), uma astronauta bem-sucedida que retorna à sua cidade natal em uma missão de trabalho e descobre que o município onde nasceu foi reduzido a um aterro sanitário de pneus. Coube à atriz Juliana Plasmo interpretar essa astronauta, capaz de viver no espaço, mas incerta se conseguirá sobreviver em sua terra natal, limitada pela fumaça, pneus e abandono, em analogias que parecem perpassar, em alguma medida, toda a narrativa preta.
Crítica especializada
“Em Ípsilon, a proposta estética chama a atenção por dialogar de forma intrínseca com a dramaturgia. Os pneus, parte da cenografia, também assinada por Almeida, ganham um significado profundo. Eles não são meros objetos de cena. Além disso, o desenho de luz de Ana Quintas explora a caixa preta e cria diferentes perspectivas e lugares. A variação de tons, alternando entre o lugar inóspito e a praia derradeira, contribui para a atmosfera da peça. A trilha sonora original de Miguel Mendes costura as cenas e permeia os relatos. Os figurinos, criados por Alê Santos, desempenham um papel crucial ao delinear a personagem como uma mulher forte, destemida e complexa. Notavelmente, a escolha do figurino para a cena final formula a insensatez social e individual diante do trágico fim. Por fim, é imprescindível mencionar a interpretação impecável de Juliana Plasmo. Contar a história de Carolyna e a morte do pai em cada sessão, como se fosse a primeira vez, exige uma técnica e maturidade artística consideráveis. A atriz demonstra tino, calma e domínio em cada fala e ação. É gratificante ver intérpretes tão entregues e capazes de se sobressair em trabalhos como esse, nos quais a visão do encenador também se faz tão presente. É elogiável a dramaturgia enxuta.” – Celso Faria
“Além da dramaturgia impactante, o espetáculo oferece um pungente cenário de pneus, que gera um desenho cênico como há tempos não se via no teatro brasileiro. O resultado é um sensível debate social, provocado por quem tem legitimidade e conhece, como poucos, a dor de não pertencer.” — Diego Ponce de Leon
Sobre o autor
Contrariando os indicadores sociais, Guylherme Almeida nasceu em um núcleo familiar precário, na periferia da capital federal, e, mesmo sem recursos financeiros, se tornou um dos produtores mais disputados do país, com mais de 100 produções no currículo. Depois de rodar festivais de teatro em todo o mundo, Guylherme (com ípsilon) voltou ao seu país disposto a encarar o desafio de sobreviver ao passado. Tal qual Carolyna.
Sinopse
Carolyna (com “ípsilon”), uma astronauta bem-sucedida que retorna à sua cidade natal em uma missão de trabalho, descobre que o município onde nasceu foi reduzido a um aterro sanitário de pneus. Durante o processo de criação de “Ipsilon”, o pai do diretor e dramaturgo foi queimado vivo. Esse ato trágico foi incluído no espetáculo de forma documental e é uma das camadas dramatúrgicas da peça, que também é uma ficção.
Ficha Técnica
Direção e Texto: Guylherme Almeida Elenco: Juliana Plasmo
Trilha Sonora Original: Miguel Mendes
Iluminação: Ana Quintas
Figurino: Alê Santos
Cenografia: Guylherme Almeida
Comunicação Visual: Paulo Falcão
Consultor dramaturgia: Giordano de Castro
Coordenação de Comunicação: 2Oxe Comunica
Coordenação Administrativa: Isabela Ornelas
Produção Executiva: Paulo Falcão
Assistência de Direção: Filipe Lacerda
Assistência de Produção: Eliane Silva e Duda Gomes
Registro Fotográfico: Humberto Araújo, Jessica Lima e Will Lopes
Uma feira de arte colaborativa com 30 expositores locais, sendo cada um com um lançamento inédito impresso em serigrafia
Nos dias 2 e 3 de novembro, pela primeira vez, o CCBB Brasília sedia uma edição da Feira Motim – Arte Colaborativa. O evento promove a cultura local e reúne artistas independentes que expõem e comercializam seus trabalhos para oferecer ao público oferece uma rica diversidade de expressões artísticas e culturais. A feira vai acontecer na Galeria 01, das 09h às 21h, com entrada gratuita, mediante retirada de ingresso no site e bilheteria.
Sobre a Feira Motim
A Feira Motim é um evento colaborativo dedicado à arte impressa, que surgiu em 2014, idealizado pelos irmãos Felipe Honda e Leandro Melo. Desde então, a feira tem se consolidado como um dos principais eventos de arte colaborativa no Brasil, proporcionando um espaço inclusivo para artistas independentes exibirem e comercializarem suas obras.
Conceito e Objetivos
O principal objetivo da Feira Motim é criar um ambiente de interação e troca entre artistas e o público, promovendo a cultura local e nacional. A feira abrange uma ampla gama de produtos, incluindo quadrinhos, desenhos, pinturas, zines, gravuras, pôsteres, revistas, camisetas e outros itens relacionados, sendo uma oportunidade para os visitantes conhecerem trabalhos inovadores e adquirirem peças exclusivas diretamente dos criadores.
Diversidade Artística
Com 30 expositores, a feira apresenta uma variedade de estilos e técnicas, e traz a produção artística de Alfé, Amanda Pichi, Carla Sena, Cecília Barbosa, CPC, Cris Akanni, Dona Dora, Estúdio Transeunte, Flaviana Medeiros, Gustavo Gobbo, Jo Nobrega, Ju Germano, Ju Serejo, Lucas Gehre, Mannu, Mão, Marcelo Maróstica, Marissa Pimental, Matheus Athaides, Meraki, Nebula, Nino, Pattrícia Orgaraiz, Paulo Rocker, Rafael Trinco, Raissa Costa, Rodrigo Nardotto, Sarah Seabra, Thiago Fagundes, Vinicius Santa Rosa e Zero.
André Giancotti, Gerente Geral do CCBB Brasília, destacou a importância de sediar o evento no centro cultural: “A realização da Feira Motim no CCBB Brasília celebra a rica diversidade das artes gráficas e também fortalece a conexão entre artistas e o público. Ao sediar a feira, reafirmamos nosso compromisso com a promoção da cultura e da criatividade, proporcionando um espaço inclusivo e acessível para todos. A Feira Motim é uma oportunidade para fomentar o intercâmbio cultural e incentivar o desenvolvimento artístico na nossa região.”
Acessibilidade
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.
A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van:
Biblioteca Nacional – CCBB: 12h, 14h, 16h, 18h e 20h
CCBB – Biblioteca Nacional: 13h, 15h, 17h, 19h e 21h
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana.
Desde o final de 2022, o CCBB Brasília, se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, sendo que no ano de 2023, obtivemos a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
A conquista atende à Ação 24 da Agenda 30, que tem por objetivo reforçar a gestão dos programas, iniciativas e práticas ambientais e de ecoeficiência do BB e demonstra o alinhamento do CCBB Brasília a estratégia corporativa do BB, enquanto espaço de difusão cultural que valoriza a diversidade, a acessibilidade, a inclusão e a sustentabilidade porque transformar vidas é parte da nossa cultura.
Serviço
Evento: Motim no CCBB Brasília – Feira de Arte Colaborativa
Data: 2 e 3 de novembro de 2024
Horário: das 10h às 20h
Local: Galeria 01 do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) Brasília
Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF
Entrada: Gratuita, mediante retirada de ingresso no sitewww.bb.com.br/cultura e na bilheteria física
O 4ºCitronela Doc – Festival de Documentários de Ilhabela, que será realizado entre 7 e 10 de novembro de 2024, firmou parceria com a Spcine, que fará a transmissão online de parte dos filmes exibidos no festival. Os documentários ficarão disponíveis na plataforma entre 7 e 15 de novembro, para todo o Brasil.
Neste ano, além de ser a plataforma de exibição online dos filmes do Citronela Doc, a Spcine também promoverá, durante o festival, uma mesa de debates com Leandro Pardí, responsável por difusão na Spcine, que vai falar sobre curadoria e a difusão de filmes fora da capital e curadoria. Outra atividade apoiada pela instituição durante o festival será o estudo de caso do filme “Fluxo”, de Filipe Barbosa, que faz parte da rede afirmativa da Spcine. Filipe Barbosa, 28 anos, diretor do curta, falará sobre o processo de produção do filme, totalmente produzido na Cidade Tiradentes (São Paulo), bairro de origem do cineasta, que aborda a cultura funk. “Eu tinha um orçamento de mil reais e o sonho de fazer um filme”, conta ele.
A Spcine, São Paulo Cinema e Audiovisual, empresa da Prefeitura de São Paulo, fomenta o desenvolvimento do setor audiovisual na cidade a partir da promoção de cursos, workshops e do incentivo à produção cinematográfica, apoiando cineastas por meio de editais e programas de apoio e promovendo a distribuição e exibição de produtos audiovisuais.
“É uma satisfação termos como parceiro a Spcine, uma instituição tão importante na formação e capacitação de profissionais no setor audiovisual e que fomenta o surgimento de novas vozes no cinema”, diz Matias Borgström, diretor de produção do Citronela Doc.
O Citronela Doc é um festival de cinema documental não-competitivo, com entrada gratuita, realizado em Ilhabela (SP), com transmissão online para todo o Brasil. Neste ano o festival trará filmes documentais de longa e curta-metragem, brasileiros, contemporâneos e premiados, buscando sempre trazer uma diversidade de olhares, pontos de vista e temáticas.
Serão realizadas duas mostras principais, uma de filmes nacionais e uma de filmes do Litoral Norte e Vale do Paraíba, além de debates e outras atividades culturais e artísticas. A mostra nacional trará filmes premiados que estão passando pelo circuito de festivais nacionais e internacionais, como “A Queda do Céu” (Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha) e “Luiz Melodia – No Coração do Brasil” (Alessandra Dorgan).
Boa parte dos filmes está disponível online, como “A Transformação de Canuto” (Ariel Kuaray Ortega e Ernesto de Carvalho), “Rejeito” (Pedro de Filippis), “Não Existe Almoço Grátis”(Marcos Nepomuceno e Pedro Chabel) e Hoje é o Primeiro Dia do Resto de Sua Vida (Bel Bechara e Sandro Serpa). Veja a sinopse dos filmes abaixo.
O Citronela Doc é realizado em Ilhabela anualmente desde 2021 e foi idealizado por um grupo de profissionais do audiovisual que reside na cidade e atua ativamente no desenvolvimento e preservação da cultura local. Tendo como cenário um dos destinos mais charmosos do litoral de São Paulo, o Citronela Doc proporciona a experiência do encontro com o cinema e com a natureza.
ALEXANDRINA – UM RELAMPAGO – EQUIPE PROJETO – Keila Sankofa
SERVIÇO:
4º Citronela Doc – Festival de Documentários de Ilhabela
O festival tem produção de Ver Para Crer, Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Governo do Estado de São Paulo; realização da Lei Paulo Gustavo, Ministério da Cultura e Governo Federal; apoio de Esporte Clube Ilhabela, DL Projeções, Salga Filmes, DBM Produções e Prefeitura Municipal de Ilhabela.
Mais informações no perfil do Instagram @citroneladoc
PROGRAMAÇÃO
Dia 7
Quinta-feira
14h30
Estudo de caso: Fluxo
Com o diretor Filipe Barbosa, em parceria com Spcine
Classificação indicativa: 12 anos
16h
Não existe Almoço Grátis – 74′
Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel
17h30
Debate
Litoral Norte e Vale: Rede de Realizadores e Formação de Público
Libras
19h
Mostra Litoral Norte e Vale do Paraíba
Classificação livre
Minha Narrativa – 14′
Natalia Regina e Débora Carvalho, Ubatuba
Macoura – 16′
Gilda Brasileiro e Rodrigo Pereira, Caraguatatuba
Libras
O Menino É Homem – 9′
Maquir Alves, Ubatuba
Homem Aranha (Retratos Filmados) – 12′
Luis Henrique Mioto, Ilhabela
Libras
Benzô – 15′
Leticia Andra, São Sebastião
Libras
Marta Consertadora de Guarda-Chuva – 11′
Dannyel Leite, Santa Branca e Jacareí
Libras
20h20
DJ Norma Nascimento
20h40
Mostra Litoral Norte e Vale do Paraíba
Marés da Noite – 7′
Juliana Sada e Noemi Martinelle, São Sebastião
Libras
Jundu – Memórias do Território – 7′
Paulo Alberton, São Sebastião
Libras
O Brilho da Herança – 15′
Deco Machado e Ramon Soares, Ubatuba
Eva Esperança – 25′
Rosa Sebastião de Souza e Luis Henrique Mioto, Ilhabela
Libras
O Último Baile – 26′
Juliana Borges, Ilhabela
Dia 8
Sexta-feira
14h30
Hoje é o Primeiro Dia do Resto de Sua Vida – 96′
Bel Bechara e Sandro Serpa
Libras
16h20
Debate
Diretores como Personagens: Desafios nessa Interseção Criativa
Libras
18h
Sessão de abertura
A Transformação de Canuto – 130′
Ariel Kuaray Ortega e Ernesto de Carvalho
Classificação: 12 anos
Libras
20h10
Cerimônia e coquetel de abertura
Fidura Cardial e Anna Pires + Videoclipe Caiçara Futurista
21h10
Terror Mandelão – 74′
GG Albuquerque e Felipe Larozza
Classificação indicativa: 16 anos
22h40
Música
DJ Kewst
Dia 9
Sábado
14h30
Curtas Mostra Nacional
Utopia Muda – 19′
Julio Matos
Pirenopolynda – 24′
Tita Maravilha, Izzi Vitório, Bruno Victor
Classificação: 16 anos
Rei da Ciranda Pesada – 12′
Cíntia Lima
O Som da Pele – 22′
Marcos Santos
16h15
Toda Noite Estarei Lá – 72′
Suellen Vasconcelos e Tati Franklin
Libras
17h-19h
Antonieta Kombiblioteca
Atividade infantil
17h40
Debate
Territórios e Direitos: Narrativas de Reivindicação
Libras
19h15
Ouvidor – 74′
Matias Borgström
Classificação: 12 anos
20h30
Música
Batuqueiros do silêncio
21h
Luiz Melodia – No Coração do Brasil – 85′
Alessandra Dorgan
Libras
22h40
Música
Baile Charme na Subida do Morro + Videoclipe Diversoficando (Caixa Allta)
Dia 10
Domingo
14h30
Curtas Mostra Nacional
Impedimento – 22′
Renata Baracho
Libras
Alexandrina – Um Relâmpago – 11′
Keila Sankofa
Libras
A Chuva do Caju – 20′
Alan Schvarsberg
O Corpo da Terra – 12′
Day Rodrigues
16h10
Debate
O Cinema e a Crise Ambiental: Existe um Futuro Possível?
Libras
17h45
Rejeito – 75′
Pedro de Filippis
Libras
17h-19h
Atividade infantil
Antonieta Kombiblioteca (atividade infantil)
Teatro
O menor Teatro D´Ilhabela
19h15
Cerimônia de encerramento
Música
Turma do Morro – Grupo de Cultura Popular do Pés no Chão
20h
Sessão de encerramento
A Queda do Céu – 110′
Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha
Serviços:
Todos os dias, das 18h à meia noite
– Café Eté – café e snacks
– Dita Birita – drinks
Todos os dias, das 18h às 22h
– Livraria Canoa – livros
– Espaço das Pretas – afroempreendedorismo e moda
– Armazém Paneiro – produtos locais e economia circular
SINOPSES E DADOS SOBRE OS FILMES
LONGAS
A Queda do Céu
Diretores: Gabriela Carneiro da Cunha e Eryk Rocha
Local: Brasil-RJ-SP, Itália/França
Ano: 2024
Longa-metragem centrado na festa Reahu, ritual funerário e a mais importante cerimônia dos povos indígenas Yanomami, que reúne centenas de parentes dos falecidos com a finalidade de apagar todos os rastros daquele que se foi e assim colocá-lo em esquecimento. Baseado no livro “A Queda do Céu: Palavra de um Xamã Yanomami”, organizado pelo antropólogo francês Bruce Albert a partir das falas gravadas do xamã yanomami Davi Kopenawa, o filme apresenta a cosmologia do povo Yanomami, o mundo dos espíritos xapiri, o trabalho dos xamãs para segurar o céu e curar o mundo das doenças produzidas pelos não-indígenas, como o garimpo ilegal, o cerco promovido pelo povo da mercadoria e a vingança da Terra.
Exibido no Festival de Cannes, vencedor do Troféu Redentor de Melhor Direção de Documentário no Festival do Rio 2024 e selecionado para a Mostra Internacional em São Paulo.
Duração: 108 min
A Transformação de Canuto
Diretores: Ariel Kuaray Ortega e Ernesto de Carvalho
Local: SP/PE/RS
Ano: 2023
Em uma pequena comunidade Mbyá-Guarani entre o Brasil e a Argentina, todos conhecem o nome Canuto: um homem que, muitos anos atrás, sofreu a temida transformação em onça e, depois, morreu tragicamente. Agora, um filme está sendo feito para contar a sua história. Por que isso aconteceu com ele? Mas, mais importante, quem na aldeia deveria interpretar o seu papel?
Vencedor do prêmio de melhor filme da Competição Envision no IDFA-Amstardã; melhor filme (Grand Prix Nanook-Jean Rouch) no Festival Jean Rouch; melhor direção, melhor fotografia e melhor roteiro de temática afirmativa no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro; menção honrosa na Mostra Ecofalante de Cinema.
Duração: 130 min
Classificação: 12 anos
Hoje é o Primeiro Dia do Resto de Sua Vida
Diretores: Bel Bechara e Sandro Serpa
Local: SP
Ano: 2024
Em 2021, no meio da pandemia e de um governo de extrema direita, os cineastas Bel Bechara e Sandro Serpa recebem a notícia que vai mudar as suas vidas: há um bebê de quatro meses para adotarem.
Exibido no É Tudo Verdade.
Duração: 96 min
Luiz Melodia – No Coração do Brasil
Diretora: Alessandra Dorgan
Local: SP
Ano: 2024
Com imagens de arquivo raras e narrado em primeira pessoa pelo próprio Luiz Melodia, o filme retraça a trajetória de um dos maiores e mais injustiçados cantores e compositores da música brasileira, da infância no morro aos palcos.
Vencedor do prêmio de melhor filme no In-Edit Brasil; prêmio do público para filme sul-americano no Bonito CineSur; melhor documentário no Festival de Paraty; exibido no É Tudo Verdade.
Duração: 85 min
Não Existe Almoço Grátis
Diretores: Marcos Nepomuceno e Pedro Charbel
Local: DF
Ano: 2023
Em Sol Nascente, considerada atualmente como a maior favela do Brasil, Socorro, Jurailde e Bizza lideram uma das Cozinhas Solidárias do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST). Para a posse do terceiro mandato do presidente Lula, elas estão encarregadas de cozinhar para centenas de pessoas que chegarão a Brasília para assistir à cerimônia. Em meio a ameaças de golpe, o filme acompanha esta saga e traz entrevistas íntimas sobre suas vidas e a organização coletiva, revelando que o futuro se cozinha a muitas mãos.
Vencedor do prêmio do público e menção honrosa do júri da Mostra Brasília no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro; prêmio do público na Mostra Ecofalante de Cinema.
Duração: 74 min
Ouvidor
Diretor: Matias Borgström
Local: SP
Ano: 2023
No centro de São Paulo, 120 artistas latino-americanos residem e produzem na Ouvidor 63, a maior ocupação artística da América Latina. Enfrentando constantes ameaças de despejo pelo Governo do Estado, os residentes também lidam com divergências internas decorrentes do patrocínio da Red Bull para viabilizar sua Bienal de Artes.
Exibido no festival Olhar de Cinema e na Mostra Ecofalante de Cinema.
Duração: 74 min
Classificação: 12 anos
Rejeito
Diretor: Pedro de Filippis
Local: Brasil-SP/EUA
Ano: 2023
Após os maiores rompimentos de barragens de rejeito da história, novas barragens ameaçam romper sobre milhões de pessoas em Minas Gerais. Uma conselheira ambiental do Estado confronta o modus operandi do governo e mineradoras, enquanto moradores resistem em suas comunidades ameaçadas.
Vencedor do prêmio de melhor direção no FICA – Festival de Cinema Ambiental; prêmio da juventude no CineEco (Portugal); menção especial do júri no Festival Indie Memphis (EUA); exibido no IDFA-Amsterdã, Cinéma du Réel, Hot Docs, Festival de Camden (EUA), Panorámica – Festival Latino-Americano de Estocolmo, Cinéma Sous les Étoiles (Canadá), Festival Brésil en Mouvements (França), Festival Terra di Tutti (Itália), Festival Science New Wave, Festival Destinazione Sud (Itália), Festival do Rio, CineBH – Mostra de Belo Horizonte e Forumdoc.bh – Festival do Filme Documentário e Etnográfico.
Duração: 75 min
Terror Mandelão
Diretores: GG Albuquerque e Felipe Larozza
Local: SP
Ano: 2024
O som, a tecnologia e o mercado de trabalho dos bailes funk das quebradas de São Paulo. Acompanha a caminhada do DJ K, um dos principais DJs do Baile do Helipa, na maior favela da cidade, e seu amigo MC Zero K, que emplacou o seu primeiro hit da vida após dez anos insistindo na carreira. Mostra os altos e baixos enfrentados pelos jovens na luta para viver da sua música.
Exibido no In-Edit Brasil.
Duração: 74 min
Classificação: 16 anos
Toda Noite Estarei Lá
Diretores: Suellen Vasconcelos e Tati Franklin
Local: ES
Ano: 2023
Impedida de frequentar o culto de sua preferência, Mel não desiste de professar a sua fé. Toda noite ela prepara cartazes e os leva para a porta da igreja, à espera do dia que poderá voltar a entrar. Ao longo de anos marcados pela ascensão de um governo ultraconservador e pelas dificuldades trazidas por uma inesperada pandemia, o documentário acompanha a luta da cabeleireira transexual por fazer valer o seu direito constitucional à liberdade religiosa.
Vencedor do prêmio de melhor direção no Olhar de Cinema; prêmio do público no Festival de Vitória.
Duração: 72 min
Classificação: 12 anos
CURTAS-METRAGEM – NACIONAL
A Chuva do Caju
Diretor: Alan Schvarsberg
Local: DF
Ano: 2024
No coração de um vale escondido nas profundezas do Brasil central, Seu Alvino e Dona Neuza plantam e colhem o que a terra dá, como o cajuzinho do cerrado e o baru. Após mais de dois séculos, o tempo continua passando lento no quilombo Vão de Almas, apesar da seca cada vez mais severa.
Vencedor de menção honrosa do Prêmio Zózimo Bulbul no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro; exibido na Mostra Ecofalante de Cinema.
Duração: 21 min
Alexandrina – Um relâmpago
Diretora: Keila Sankofa
Local: AM
Ano: 2022
Alexandrina, mulher preta da Amazônia, que antes fora reduzida a objeto de estudo, esvaziada do seu vasto repertório de conhecimento e logo jogada ao limbo do suposto esquecimento, agora é o presente! O filme faz do cinema de invenção um campo fértil de contestação, que ousa rasgar os registros do perverso e mentiroso passado.
Exibido na Ji.hlava – Festival de Documentários de Jihlava (República Tcheca), Goiânia Mostra Curtas, Cine PE, Curta Cinema e no Cine Ceará.
Duração: 11 min
Impedimento
Diretora: Renata Baracho
Local: AL
Ano: 2023
Na terra da Rainha Marta, no Estádio Rei Pelé, mulheres amam o futebol.
Duração: 23 min
Pirenopolynda
Diretores: Izzi Vitório, Tita Maravilha e Bruno Victor
Local: DF/GO
Ano: 2023
A Festa do Divino Espiríto Santo de Pirenópolis, em Goiás, acontece há mais de 200 anos. Esse ano Tita Maravilha vai brincar também.
Vencedor do prêmio de melhor filme da Mostra Goiás na Goiânia Mostra Curtas; exibido no FestCurtas BH – Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte, Doclisboa, For Rainbow – Festival de Cinema e Cultura da Diversidade Sexual e de Gênero (Ceará), Mostra de Tiradentes e no PirenópolisDoc – Festival de Cinema Documentário (GO).
Duração: 24 min
Classificação: 16 anos
O Corpo da Terra
Diretora: Day Rodrigues
Local: SP/BA
Ano: 2023
A preservação da terra e o pensamento da arquitetura afro-brasileira na origem e identidade do país, narrados no Terreiro Casa Branca (Salvador, Bahia), por um encontro atemporal que se abre através de texturas, vozes e memórias e nos guiam por uma arqueologia da ancestralidade. Através das experiências do solo sagrado e do candomblé, em direção a lugares de referência para a preservação do meio ambiente, simbologias, rastros e historiografias, em uma trilha de cosmovisões que se revela quando pedimos Agô.
Duração: 12 min
O Som da Pele
Diretor: Marcos Santos
Local: PE
Ano: 2023
Irton Mário da Silva, mais conhecido como Mestre Batman, fala de seu projeto Batuqueiros do Silêncio, um grupo de percussão formado por surdos.
Exibido no In-Edit Brasil.
Duração: 25 minutos
Rei da Ciranda Pesada
Diretora: Cíntia Lima
Local: PE
Ano: 2023
Discípulo de Baracho, o Rei sem Coroa, ao longo de mais de 50 anos de carreira e campeão de diversos festivais, João Limoeiro transformou a Ciranda de Engenho no ritmo que conhecemos hoje. Cirandeiro referência da Mata Norte de Pernambuco, pelo povo se consagra Rei Coroado.
Exibido na Mostra de Tiradentes.
Duração: 12 min
Utopia Muda
Diretor: Julio Matos
Local: SP
Ano: 2023
A democratização dos meios de comunicação a partir da história da Rádio Muda, a mais longeva rádio livre que desafiou o sistema para defender a liberdade de expressão.
Vencedor do prêmio EDT de montagem no É Tudo Verdade; exibido no Movies that Matter e no Go Shorts (ambos na Holanda), Festival de Curtas de Busan (Coreia do Sul) e no Cine PE | Festival Audiovisual e no Festival Guarnicê.
Festival vai do dia 1 a 30 de novembro. Ao todo participam 36 casas no DF
Um evento que promete destacar a rica e tradicional culinária argentina com um toque do talento brasileiro. Assim será a primeira edição do Concurso de Gastronomia Argentina no Distrito Federal, promovido pela Embaixada da Argentina, em parceria com o SINDHOBAR, FECOMÉRCIO-DF e SENAC-DF.
O concurso ocorrerá ao longo do mês de novembro, e o público terá a oportunidade de escolher o melhor prato por meio de uma votação online. Os preços poderão variar de acordo com o tipo de menu escolhido pelo restaurante, sendo:
– Menu Tradicional: R$ 54,90 almoço e R$ 69,90 jantar – Menu Plus: R$ 68,90 almoço e R$ 89,90 jantar – Menu Premium: R$ 89 almoço e R$ 109 jantar – Menu Diamond: R$ 109 almoço e R$ 149 jantar
Os chefs e restaurantes envolvidos serão convidados a demonstrar suas habilidades e a paixão pela culinária argentina, recriando pratos típicos da Argentina com autenticidade e criatividade.
Conexão Brasil-Bariloche
O chef Lucas Rivas, do prestigiado Hotel Llao Llao, em Bariloche, será o grande destaque do evento de abertura do Concurso de Gastronomia Argentina, no dia 29 de outubro de 2024, no Senac DF do Pátio Brasil Shopping. Rivas, conhecido por sua excelência culinária, trará diretamente da Argentina sua expertise para uma masterclass exclusiva, que vai proporcionar aos participantes a oportunidade de aprender com um dos maiores nomes da gastronomia argentina.
Durante a estadia na Capital Federal, Lucas Rivas tem encontro marcado com chefs locais dos restaurantes Oscar, Norton, Osteria Vicenza e Sallva criando menus colaborativos, unindo a tradição argentina com sabores brasileiros. Como votar
Os Restaurantes participantes disponibilizarão um QR CODE direcionado para o site oficial do concurso ( https://gastronomiaargentina.com.br/). Na página, os clientes encontrarão um formulário que deve ser preenchido de acordo com sua opinião. Todos que votarem concorrerão a uma cesta de produtos argentinos. Ao final do mês do concurso, vencerá o estabelecimento que obtiver mais vezes a pontuação máxima.
O vencedor não só ganhará visibilidade, mas também terá a chance de representar o Brasil na 9ª edição do “Torneo Federal de Chefs” na Argentina, programado para acontecer em Buenos Aires em agosto de 2025. Além disso, participará, como convidado da cidade de Bariloche, do BALC- Bariloche a la Carta, festival gastronômico que acontece todos os anos, no mês de outubro, na cidade de San Carlos de Bariloche.
O resultado do concurso será anunciado na primeira semana de dezembro, durante um evento na Embaixada da Argentina. Confira as casas participantes:
ASA SUL Assados do Fred Parrilla Chicago Prime DomFrancisco 402 sul Dom Francisco Asbac FUEGO Mercadito Bar Norton Restaurante OSTERIA VICENZA Villa Tevere Toro Parrilla Libertango Brasilia TICIANA WERNER RESTAURANTE La Boca Sandwicheria
ASA NORTE Blas cozinha de cultura BSB GRILL NORTE Caminito Parrilla Capim Dourado Chicago Prime De Paulina Bodegón Don Parrillero Godofredo IVV Swinebar SUPERQUADRA BAR Toro Parrilla LA PORTEÑA Oscar Restaurante
LAGO SUL CHIMICHURRI- Costumes Argentinas Chicago Prime – unidade aeroporto Chicago Prime – qi 13 Sallva Bar & Ristorante Zero1 Pizzaria