Categoria: Cultura, Entretenimento

Mostra de Cinema Espanhol no Cine Brasília de 23 a 26 de outubro

Divulgação

A mostra de cinema chega à sua última parada no Cine Brasília. Depois de uma longa trajetória por todo o país, a capital terá a oportunidade de assistir, de 23 a 26 de outubro, a filmes espanhóis atuais premiados em diferentes festivais internacionais. Além disso, no dia 23, a partir das 18h30, teremos a abertura da mostra com a presença do DJ Clandestino.

A cada ano a Mostra de Cinema Espanhol realizada pela Embaixada da Espanha no Brasil torna-se uma oportunidade para levar o cinema espanhol a diferentes cantos do país, com temas que vão desde o planejamento urbano e questões sociais ao feminismo, música e comédia, refletindo a diversidade e a riqueza do cinema espanhol contemporâneo.

A Embaixada da Espanha este ano fez parceria com 17 cidades brasileiras. A primeira cidade em agosto foi Aracaju, continuando por Fortaleza, Rio de Janeiro, Goiânia, Londrina, Cuiabá, Palmas, Florianópolis, Manaus, São Paulo, São Luis do Maranhão, Viçosa e Belém. No mês de outubro segue em Boavista, Curitiba, Congonhas, finalizando na capital no fantástico Cine Brasilia.

Os filmes selecionados são:

As Vantagens de Viajar de Trem: uma comédia que desafia as estruturas narrativas clássicas. A revista Variety o selecionou como um dos 10 filmes espanhóis mais originais da época.

El 47: Vencedor do Prêmio Goya de Melhor Filme em 2025, esta história baseada em fatos reais conta como um bairro marginalizado conseguiu que um ônibus urbano chegasse até o lá.

Nas Margens: Uma história produzida por Penélope Cruz, na qual ela também atua, conta a história da crise imobiliária na Espanha.

Porquinha: Após o sucesso de seu curta-metragem, esta história foi transformada em um longa-metragem com mesmo nome. Estreou com grande aclamação no Festival de Cinema de Sundance e ganhou o prêmio de Melhor Atriz Revelação no Prêmio Goya em 2022.

A Estrela Azul: Baseado na vida do músico Mauricio Aznar, uma figura lendária do rock espanhol. O filme mistura ficção com imagens reais de arquivo, e seu diretor trabalhou com comunidades musicais na Argentina para trazer autenticidade à história.

A Mostra de Cinema Espanhol é gratuita. Sigam as redes sociais da Embaixada da Espanha e Cine Brasilia para mais informações.

https://www.instagram.com/reel/DPwgn2HEWzo/?igsh=djIzdW5yNnFybmMy

https://www.instagram.com/espanha_no_brasil/
https://www.instagram.com/cinebrasiliaoficial/

Coleção inédita celebra as culturas populares brasileiras no Museu Nacional da República

Foto Eraldo Peres

Lançamento de “Cadernos do Patrimônio Imaterial Brasileiro – Construindo Saberes” reúne mestres da cultura, roda de conversa e apresentação da Congada de Catalão

No próximo dia 25 de outubro, o Museu Nacional da República, em Brasília, será palco de um encontro marcante entre memória, arte e identidade. O espaço recebe o lançamento da coleção “Cadernos do Patrimônio Imaterial Brasileiro – Construindo Saberes”, um conjunto de publicações que homenageia as manifestações culturais que formam o Brasil profundo.

Fruto de quase dez anos de pesquisa de campo, a coleção é uma realização do projeto Filhos da Terra – Diversidade e Cultura e reúne doze cadernos inspirados na obra O Povo Brasileiro, de Darcy Ribeiro, com registros feitos pelo fotógrafo Eraldo Peres. Cada volume mergulha em uma das matrizes formadoras do país, como:

• Sertões – sobre vaqueiros, tropeiros e tradições do interior;

• Costa Atlântica – dedicada às culturas litorâneas e suas conexões com o mar;

• Mineração – que percorre os caminhos históricos da exploração mineral e suas expressões culturais;

• Povos da Mata – focada nos modos de vida e espiritualidade das comunidades da floresta.

Com uma abordagem que une fotografia, etnografia visual e inventário participativo, os cadernos revelam celebrações, rituais e práticas tradicionais que moldam os saberes populares em diferentes regiões do Brasil. “Estar com os mestres e brincantes em seus territórios e celebrações me faz entender que fotografar é também um gesto de reconhecimento e valorização da cultura popular brasileira”, afirma Peres.

Mais que um lançamento editorial, o evento será uma celebração do patrimônio imaterial brasileiro. A programação inclui apresentação cultural, roda de conversa e troca de saberes com os próprios protagonistas das manifestações registradas. A abertura será marcada pela apresentação do grupo Moçambique Mamãe do Rosário, da cidade de Catalão (GO), representante da tradicional Congada. Em seguida, autores, pesquisadores, educadores e mestres da cultura popular participarão de uma roda de conversa sobre os processos de escuta, documentação e salvaguarda desses saberes.

Sobre o projeto

Reconhecido nacionalmente, o projeto Filhos da Terra foi finalista do Prêmio Rodrigo Melo Franco, concedido pelo IPHAN, e selecionado pelo Edital Lab BNDES+ Patrimônio Cultural. Inspirado nos Brasis de Darcy Ribeiro, o projeto desenvolve uma cartografia visual das culturas populares brasileiras, construindo um acervo único e sensível sobre as raízes culturais do país.

A coleção será distribuída de forma dirigida e gratuita àsinstituições públicas de educação e cultura, e também estará disponível para acesso digital no site oficial do projeto – www.filhosdaterra.org .

Sobre Eraldo Peres

Eraldo Peres é fotojornalista e produtor cultural. Nascido no Rio de Janeiro e radicado em Brasília desde a infância, trabalhou em importantes jornais, revistas e agências de notícias nacionais e internacionais. Desde 1996, dedica-se a projetos como FÉsta Brasileira e Filhos da Terra, voltados à documentação fotográfica e audiovisual do patrimônio imaterial brasileiro.

Seus trabalhos foram reconhecidos em premiações como o Nikon Photo Contest International (1996 e 2000/21), o Humanity Photo Awards (2006 e 2009), promovido pela UNESCO na China, além de menção honrosa no World Press Photo (2008). É diretor do Festival Mês da Fotografia e atua como curador de exposições e livros de fotografia.

SERVIÇO

Lançamento da coleção
Cadernos do Patrimônio Imaterial Brasileiro – Construindo Saberes

Museu Nacional da República – Auditório 2, Brasília (DF)
25 de outubro de 2025 (sábado)
A partir das 15h
Participação especial do grupo de Congada Moçambique Mamãe do Rosário (Catalão – GO)
Evento gratuito e aberto ao público

Programação:

• 15h30 – Abertura cultural com o grupo Moçambique Mamãe do Rosário

• 16h00 – Roda de conversa com autores, educadores, pesquisadores e mestres da cultura popular

• 17h00 – Nova apresentação artística do grupo convidado

Acesse os cadernos gratuitamente: http://www.filhosdaterra.org
Instagram: @filhosdaterracultura

Curso gratuito fortalece a comunicação e a difusão cultural entre produtores e povos tradicionais do DF, de 6 a 8 de novembro

Divulgação

As inscrições estão abertas para curso gratuito que valoriza saberes e tradições culturais do DF

Entre os dias 6 e 8 de novembro de 2025, o Centro Cultural Renato Russo será palco de um movimento que vai além da formação técnica: o I Curso de Formação em Comunicação e Difusão Cultural para Produtores de Cultura Popular e Povos Tradicionais busca dar voz e visibilidade a quem sempre sustentou as raízes culturais do Distrito Federal e Entorno.

Mais do que um curso, a iniciativa propõe uma revolução simbólica, colocar os povos tradicionais no centro da narrativa sobre suas próprias culturas. Ao unir produtores, comunicadores e mestres de saberes, o projeto fortalece a autonomia comunicativa e a circulação dos saberes ancestrais.

A programação inclui palestras, oficinas e debates que abordam desde a produção de projetos culturais até estratégias de comunicação popular e letramento racial. As atividades serão ministradas por lideranças culturais e especialistas que defendem uma comunicação mais inclusiva, plural e conectada com as realidades das comunidades.

Segundo os organizadores, o curso nasce da necessidade de reduzir desigualdades de acesso à comunicação e de formar multiplicadores capazes de dar continuidade a práticas culturais que valorizam a identidade, a diversidade e a sustentabilidade.

Além da formação, a proposta é criar redes de apoio e colaboração entre produtores e comunidades, fortalecendo a economia criativa local e promovendo o reconhecimento das culturas que têm na ancestralidade e na natureza suas maiores fontes de inspiração.

As inscrições são gratuitas e com vagas limitadas, destinadas a produtores culturais, comunicadores e interessados na economia criativa. Os participantes receberão material didático e certificado.

O curso é um convite para que as vozes das comunidades tradicionais não apenas sejam ouvidas, mas se tornem protagonistas das próprias narrativas que compõem o mosaico cultural do Distrito Federal.

Com inscrições gratuitas e vagas limitadas, o curso é voltado a produtores culturais, comunicadores populares e demais interessados na economia criativa. Os participantes receberão material didático e certificado de conclusão.

O evento representa uma oportunidade única de fortalecer a atuação cultural e contribuir para que as tradições e saberes ancestrais sigam vivos, respeitados e reconhecidos.

Serviço

Local: Centro Cultural Renato Russo – Brasília/DF
Data: 6 a 8 de novembro de 2025
Inscrições plo link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf_9a3cHnJicWvVZTyVyBvHGryqA5EWK6uXEx9x9DyUVasJxg/viewform

WhatsApp (61) 98174-6350 | e-mail cetrab.cetrab@gmail.com

A poesia e a força do Nordeste de José Ramalho Neto chegam


‘O Admirável Sertão de Zé Ramalho’ celebra a extensa obra e vida do artista paraibano Zé Ramalho.

Visto por 15 mil pessoas em 10 cidades do país, espetáculo presta homenagem ao multiartista paraibano na Sala Martins Pena – Teatro Nacional Claudio Santoro

Estreia com entrada franca (29/10) e sessão popular (30/10), com ingressos entre R$ 25 e R$ 50.

Apresentações: 29 e 30 de outubro, 1º e 2 de novembro, com ingressos entre R$ 25 e R$ 200.

“Quando pensei neste espetáculo, a cena brasileira estava repleta de excelentes musicais, em sua maioria biográficos, que retratavam literalmente a vida do homenageado, quase todos já falecidos. Queria uma linguagem diferente. Queria, através da obra artística, abordar e fazer um recorte poético da trajetória de Zé Ramalho. E assim foi”. completa Barata. No palco,

“O Admirável Sertão de Zé Ramalho” transforma música em narrativa e o sertão em território poético. O espetáculo mistura teatro, poesia e canções emblemáticas para revelar os muitos “Brasis” que habitam a obra de Zé Ramalho.

A dramaturgia é de Pedro Kosovski e a direção de Marco André Nunes, que constroem uma encenação simbólica, não biográfica, em que cada música se torna um fragmento de tempo, memória e imaginação.

“As músicas revelam momentos da vida desse grande artista. Tudo é carregado de simbolismo e metáforas. Montei uma estrutura textual que não disputa com as letras, mas escuta o que elas dizem. É um convite a mergulhar nas imagens que as canções evocam”, diz Kosovski.

“O espetáculo reúne fragmentos da trajetória de Zé, desde a infância até o sucesso nacional. Tanto quem conhece quanto quem está descobrindo o artista será tocado pela intensidade das experiências que ele viveu”, acrescenta Nunes.

A montagem é dividida em cinco módulos: Brejo do Cruz, as origens, com o Zé criança, interpretado por Duda Barata; Campina Grande, o despertar para a música, vivido por Muato; João Pessoa, o nascimento das composições, com Tiago Herz; Rio de Janeiro, a batalha por espaço e sobrevivência, interpretada por Nizaj; e Popstar, a consagração do artista, protagonizada por Marcello Melo. Juntos, os cinco intérpretes formam um retrato múltiplo e afetivo do artista, recriando em cena as fases, as vozes e os sertões que habitam a obra de Zé Ramalho.

O elenco reúne Ceiça Moreno, Cesar Werneck, Diego Zangado, Duda Barata, Eli Ferreira, Marcello Melo, Muato, Nizaj e Tiago Herz, artistas que compõem um mosaico de identidades, sonoridades e presenças que se cruzam entre música, poesia e cena.

Natural de Brejo do Cruz, no sertão da Paraíba, Zé Ramalho construiu uma obra que mistura as batidas da Jovem Guarda, a poesia do cordel, o pulsar do rock e o lamento do blues com o vigor do violão nordestino. É o nosso Bob Dylan do Sertão e da música brasileira — um artista que une modernidade e tradição, religiosidade e crítica social, lirismo e resistência.

Visto por mais de 15 mil pessoas em dez cidades, “O Admirável Sertão de Zé Ramalho” celebra a potência criativa e a obra atemporal de um dos grandes nomes da música popular brasileira. Mais do que um tributo, é um encontro entre arte, memória e afeto — um espetáculo que reafirma o sertão como símbolo de beleza, invenção e força cultural.

Com patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Cultural, o musical exalta o cancioneiro, a literatura e os caminhos percorridos por Zé Ramalho — caminhos que continuam a inspirar gerações e a traduzir, em verso e melodia, a alma viva do Brasil.

SOBRE A PETROBRAS

A Petrobras é uma das principais empresas do país. Atua de forma integrada e especializada na indústria de óleo, gás natural e energia, tendo como compromisso o desenvolvimento sustentável para uma transição energética justa.

A Cultura é também uma energia na qual a companhia investe, patrocinando há mais de 40 anos projetos que contribuem para a cultura brasileira e se fazem presentes em todos os Estados brasileiros.

FICHA TÉCNICA

Idealização e produção artística: Eduardo Barata

Texto: Pedro Kosovski

Direção: Marco André Nunes

Elenco: Ceiça Moreno, Cesar Werneck, Diego Zangado, Duda Barata, Eli

Ferreira, Marcello Melo, Muato, Nizaj e Tiago Herz

Direção musical: Plínio Profeta e Muato

Direção de movimento: Caroline Monlleo

Cenário: Marco André Nunes e Uirá Clemente

Figurinos: Wanderley Gomes

Iluminação: Dani Sanchez

Desenho de som: Júnior Brasil

Direção de produção: Elaine Moreira

Produção: Barata Produções

Patrocínio Petrobras, realização da Lei de Incentivo à Cultura, Ministério da

Cultura e Governo Federal – Do Lado do Povo Brasileiro

Serviço

Espetáculo: O Admirável Sertão de Zé Ramalho

Local: Teatro Nacional Cláudio Santoro – Sala Martins Pena

SBN Quadra 501, Conjunto 03, Edifício Aterro do Palácio, em Brasília (DF)

Datas: 29 e 30 de outubro, e 1 e 2 de novembro de 2025

Dias da semana: quarta, quinta e sábado, às 20h, e domingo, às 18h

Ingressos: Grátis (29/10), R$ 25 e R$ 50 (30/10), R$ 25 a R$ 200 (01 e 02/11).

Vendas: bilheteria local e pela plataforma online aqui: https://admiravelsertaodezeramalho.byinti.com/#/event/o-admiravel-sertao-de-ze-ramalho

Contato

barataimpresa@gmail.com

Fábio Dobbs – (21) 99442-0753

Guilherme Scarpa – (21) 99653-1772

Guns N’ Roses fecha turnê no Brasil com show histórico na Capital Federal

Foto divulgação

A lendária banda de rock se apresenta na Arena BRB em 2 de novembro, com abertura dos Raimundos

Brasília se prepara para uma noite inesquecível neste dia 2 de novembro, quando a lendária banda Guns N’ Roses, reconhecida como uma das maiores forças do rock mundial, traz à Arena BRB o show de encerramento de sua turnê pelo Brasil, intitulada “Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things”. Liderada por Axl Rose (vocais, piano), com os icônicos Slash (guitarra solo) e Duff McKagan (baixo), acompanhados agora por Isaac Carpenter na bateria, a banda promete uma performance impactante com seus maiores sucessos e toda a energia que marcou sua carreira. 

Com uma vasta legião de fãs, que gera uma média de 24 milhões de ouvintes mensais no Spotify, Guns N’ Roses reafirma sua posição de destaque no cenário musical mundial. O grupo, que carrega uma marca de peso na história do rock com álbuns como “Appetite for Destruction” – o álbum de estreia mais vendido da história dos EUA e o 11º mais vendido de todos os tempos – e os inovadores “Use Your Illusion I” e “Use Your Illusion II”, chega com um repertório repleto de clássicos que marcaram gerações. A turnê conta com  produção da Mercury Concerts, realização da MJ Entretenimento e LR Promoções e Eventos,  com apoio local, na capital federal,  da Joyn Entretenimento.

Guns N’ Roses é uma lenda em plena atividade. É a banda americana mais dinâmica, impactante e definitiva da história do rock. Enraizada na cultura do rock, “Appetite for Destruction”(1987) é uma obra-prima, certificada com disco de diamante, e entrou para a história como “o álbum de estreia mais vendido da história dos EUA” e o “11° álbum mais vendido de todos os tempos nos Estados Unidos”. Já a turnê “Not In This Lifetime…” (2016-2019) ficou classificada como a “4ª turnê mais lucrativa de todos os tempos”.

Em 1991, o Guns N’ Roses sacudiu o mundo com o potente combo dos álbuns “Use Your Illusion I” e “Use Your Illusion II” (7x platina), que conquistaram imediatamente os dois primeiros lugares da Billboard 200. Com vendas totais de 100 milhões de cópias até hoje, seu catálogo ainda inclui: “G N’ R Lies” (5x platina), “The Spaghetti Incident?” (platina), “Greatest Hits” (5x platina) e “Chinese Democracy” (platina).

A noite ficará ainda mais especial com a abertura a cargo dos Raimundos, banda de Brasília que ganhou fama ao misturar hardcore com a sonoridade nordestina e letras marcantes. O público poderá curtir hits como “Puteiro em João Pessoa”, “Eu Quero Ver o Oco” e “Mulher de Fases”, além do novo single, “Maria Bonita”.

Serviço:

“Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things”

Cidade: Brasília

Data: 2 de novembro

Local: Arena BRB Mané Garrincha – SRPN – Asa Norte, Brasília – DF

Portas: 16h

Guns N’Roses: 20h

Classificação Etária: 14 (quatorze) anos desacompanhados. Menores de 14 (quatorze) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial.

Venda online:www.eventim.com.br/gunsnroses

Bilheteria Oficial – Sem Cobrança de Taxa de Serviço

Loja Eventim Brasília Shopping

SCN Qd 5 Bloco A Subsolo 2 – Loja Q 054

Segunda-feira a sábado das 10h às 22h

Domingos e feriados das 13h às 19h

Ingressos em até 4x sem juros

MEIA-ENTRADA E INGRESSOS PROMOCIONAIS

  • Confira em https://www.eventim.com.br/meiaentrada as leis de meia-entrada, identificando quem tem direito aos benefícios e os documentos comprobatórios.
  • Para maiores informações sobre os horários de funcionamento e as formas de pagamento de cada ponto de venda, por favor consulte:

*  Sujeito a cobrança de taxa de serviço

ATENÇÃO

Os ingressos de estudantes estão limitados a dois ingressos por CPF

Os ingressos de idosos estão limitados a um ingresso por CPF

NÃO NOS RESPONSABILIZAMOS POR INGRESSOS COMPRADOS FORA DOS PONTOS DE VENDAS OFICIAIS DA EVENTIM.

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* Sujeito a cobrança de taxa de serviço

Festival da Alegria no Guará tem nova data: de 24 a 26 de outubro


O festival terá atrações para todas as idades, além de distribuição de picolé e algodão-doce | Foto: Divulgação/Administração do Guará

Praça do Arerê receberá programação gratuita pensada para crianças e famílias

A Praça do Arerê, na QE 40 do Guará, será tomada por cores, música e sorrisos entre os dias 24 e 26 de outubro, das 15h às 22h, quando será realizado o Festival da Alegria. O evento é gratuito, voltado ao público infantil e promete reunir famílias inteiras em torno de atividades lúdicas e educativas.

Durante os três dias de festa, o público poderá aproveitar oficinas criativas, recreação infantil, pintura facial, balão mania, espaço kids e brinquedos infláveis. Além das atividades permanentes, haverá distribuição gratuita de picolé, pipoca e algodão-doce, além de apresentações musicais. Um dos destaques será a presença de grupos infantis consagrados, como a Patrulha Canina e a Turma do Scooby-Doo.

“Eventos como esse movimentam a cidade e são mais do que um simples evento infantil: são uma celebração da cultura, da convivência e da valorização dos espaços públicos do Guará. Essas iniciativas fortalecem o turismo local ao atrair famílias, movimentar a economia criativa e reforçar o sentimento de pertencimento da comunidade. É importante para o turismo das regiões administrativas promover essa participação cultural e regional”, afirma o secretário de Turismo, Cristiano Araújo.

O administrador do Guará, Artur Nogueira, destaca que o evento é mais uma ação voltada à integração das famílias e ao fortalecimento do vínculo comunitário. “O Festival da Alegria é uma celebração da infância e da convivência. Queremos que as famílias se sintam acolhidas e que as crianças tenham a oportunidade de viver experiências positivas e educativas em um ambiente seguro e divertido”, afirma.

O evento é promovido pela Organização Social Vem Ser, com apoio da Administração Regional do Guará e da Secretaria de Turismo do DF.

*Com informações da Administração Regional do Guará

Por Agência Brasília

Casapark Prime leva arquitetos e designers de interiores para ver “Finca-pé: Estórias da terra”, de Antônio Obá

Foto César Rebouças

Na manhã de quarta-feira, 15 de outubro, arquitetos e designers de interiores convidados pelo Casapark Prime visitaram a mostra “Finca-Pé: Estórias da terra“, do artista brasiliense Antônio Obá, exibição no CCBB Brasília. 

Os cerca de 45 convidados foram recebidos com um café da manhã e a seguir, por Auber Bettinelli e Isabela Formiga, ambos da equipe do educativo do CCBB, e que contextualizaram brevemente a mostra antes de iniciar o percurso pelas galerias. 

Após a primeira etapa da visita, o arquiteto Vinícius Alano, do escritório Três Arquitetura, ressaltou o caráter inovador que a arte traz para sua prática diária. “As visitas realizadas a convite do Casapark Prime me ajudam a pensar nos projetos a partir de uma outra perspectiva e em novas possibilidades de matérias e formas”, comentou o arquiteto que participou da visita ao lado de seus sócios, Diego Kern e Luciano Pena. 

Com curadoria de Fabiana Lopes, mais de 50 trabalhos, entre pinturas, desenhos, instalação e filme-performance, a exposição ganha em Brasília uma dimensão particular: o encontro entre a poética de Obá e o território que moldou sua experiência e sensibilidade. A mostra estabelece um diálogo com o Cerrado pelas obras do mineiro Marcos Siqueira, artista convidado, natural da Serra do Cipó. Seus trabalhos, criados a partir da terra como matéria-prima para pigmentos e personagens, expandem o campo poético da exposição e reforçam a ideia de que a matéria e o lirismo podem se entrelaçar na construção de novas imagens e sentidos.

Show Vertentes celebra a diversidade musical amazônica no CCBB Brasília

Foto divulgação

Do carimbó à cumbia, Emília Monteiro fará apresentações gratuitas como parte da programação paralela da exposição Vetores-Vertentes.

Como parte da programação paralela da exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará, que fica em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) até o dia 2 de novembro, uma programação musical gratuita promete agitar o público. Nos dias 24 e 25 de outubro, às 19h, está programado o show Vertentes – O Som Que Vem do Norte, protagonizado pela cantora paraense Emília Monteiro. A artista apresenta canções do álbum autoral Cheia de Graça e um repertório que passeia por ritmos emblemáticos da cultura amazônica, como carimbó, cumbia, guitarrada e brega, além de homenagens a grandes intérpretes do Pará. A entrada é gratuita e os ingressos estarão disponíveis para retirada um dia antes de cada show, a partir de 12h, no site bb.com.br/cultura e na bilheteria do CCBB. 

Com presença de palco marcante, Emília interpreta sucessos de nomes como Dona Onete, Fafá de Belém, Joelma, Gaby Amarantos, Lia Sophia e Patrícia Bastos, oferecendo ao público um panorama vibrante da diversidade musical nortista. Acompanhada por Marcus Moraes (guitarra) e George Lacerda (percussão), a cantora promete transformar o teatro do CCBB Brasília em uma grande celebração dançante, reafirmando a potência cultural da região Norte. “Me sinto muito feliz por representar minha ancestralidade amazônica musicalmente durante essa linda e potente exposição de mulheres fotógrafas paraenses, numa Amazônia imersiva incrível e tocante”, comemora a artista.

A exposição é patrocinada pelo Banco do Brasil e Ministério da Cultura via Lei Rouanet, com coordenação e produção do Museu das Mulheres, e possui audiodescrição de obras, audioguia e intérprete de Libras na programação paralela e nos vídeos de divulgação. A entrada para a exposição também é gratuita, de terça a domingo, das 9h às 21h, com entrada nas galerias até 20h40, no CCBB Brasília, que fica no Setor de Clubes Esportivos Sul. Os ingressos poderão ser retirados no site bb.com.br/cultura ou na bilheteria.

CURADORA E DIRETORA ARTÍSTICA – Sissa Aneleh é curadora, pesquisadora, historiadora da arte, diretora artística e gestora cultural,doutora em Artes Visuais pela Universidade deBrasília (UnB) e mestra em Artes pela Universidade Federal do Pará (UFPA). Com mais de quinze anos de atuação na pesquisa de fotografia, artes plásticas e artes visuais, seu trabalho concentra-se na valorização da produção artística da Amazônia e do Brasil, com ênfase na perspectiva feminina e decolonial. Especialista em fotografia paraense, identidade e território, Sissa desenvolve projetos que ampliam as narrativas visuais da região, desafiando representações hegemônicas e promovendo o protagonismo de mulheres artistas amazônicas. Além da curadoria de exposições nacionais e internacionais, é diretora e curadora geral do Museu das Mulheres.

MUSEU DAS MULHERES – O Museu das Mulheres (Museu DAS) é o primeiro museu dedicado às mulheres no Brasil. Constitui-se como uma instituição de arte privada, fundada em 2022. Nasceu da vontade de reconhecer o valor da produção artística, intelectual e prática das mulheres no Brasil e no mundo. Tem por visão e missão institucionais: impulsionar o avanço das mulheres e valorizar o protagonismo feminino em arte, cultura, literatura, educação, música, patrimônios material e imaterial, tecnologia, história, pesquisa e demais áreas de realização das mulheres. Museu híbrido, atua tanto no universo físico quanto no virtual, lança projetos em ambientes espaciais imersivos e interativos – com Realidade Expandida (XR), Realidade Aumentada (RA) e Realidade Virtual (RV) – e, por extensão, tem salas expositivas no Metaverso. Possui programação em artes plásticas e visuais, cinema, eventos, além de programa educativo, área de pesquisa, editora e acervo.

Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizadas exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornouo terceiro prédio do Banco do Brasil a receber acertificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

Acessibilidade

A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta- feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso égratuito, mediante retirada de ingresso no site,na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Codeda van. Lembrando que o ingresso garante olugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.

Horários da van – De quinta a domingo:Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h,17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.

Exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará Período: De26 de agosto a 2de novembro de2025 Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília

Endereço: Setor de Clubes Esportivos Sul Trecho 2, Lote 22 – Brasília – DF Ingressos gratuitos: Disponíveis embb.com.br/cultura e na bilheteria doCCBB Funcionamento: Aberto todos os dias, das 9h às 20h, exceto às terças Informações: (61) 3108-7600 | ccbbdf@bb.com.br

Série brasiliense “O Mundo de Lírio” realiza ciclo de exibições em escolas públicas do DF até o dia 24/10

Foto divulgação

Com 26 episódios musicais, a animação aproxima as crianças da natureza e das tarefas do dia a dia por meio da fantasia do menino Lírio 

Exibida no começo deste mês no festival pernambucano Animage, a obra tem exibições marcadas em festivais de Portugal e da Costa do Marfim em 2026 

O Mundo de Lírio marca a estreia da Amanda Fernandes na Animação e conta com equipe majoritariamente candanga

Após pré-estreia gratuita realizada no último sábado, 18, na Vila Planalto, a série de animação O Mundo de Lírio realiza um ciclo de exibições para estudantes de colégios públicos do Distrito Federal. Entre os dias 20 e 24 de outubro, a animação será exibida em cinco escolas públicas, alcançando cerca de 1.500 crianças, com direito a tradução em Libras de todas as atividades, em um ciclo que já passou por duas escolas, no Riacho Fundo II (IEHN II) e em Samambaia (CEPI Mandacaru).

As exibições têm início nesta segunda (20), no CEPI Ipê Roxo de Samambaia e, na terça (21), a série é apresentada no CEPI Onça Pintada, também em Samambaia. No dia 22, a obra chega aos alunos do CEPI Orquídea do Cerrado, em Ceilândia; dia 23 é apresentada no CEPI Quero-Quero, no Recanto das Emas; e no dia 24, o ciclo de apresentações é encerrado no IEHN I, no Riacho Fundo I. 

Marcando a estreia em direção da já experiente produtora Amanda Fernandes, a série O Mundo de Lírio é uma coprodução Brasil e Chile, realizada pelos estúdios Akwa Creative Lab e GVG Producciones. O projeto conta ainda com patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, Lei de Incentivo à Cultura, Neoenergia Brasília, Instituto Neoenergia e da Secretaria de Estado e Economia Criativa do Distrito Federal. 

Dividida em duas temporadas, a primeira com 26 episódios e a segunda com oito, e tendo cada episódio sete minutos, a série celebra o vínculo entre crianças e árvores, unindo arte, ciência e imaginação para despertar, desde cedo, o cuidado com a vida em todas as suas formas.

A narrativa acompanha Lírio, um menino negro de cinco anos, filho de mãe solo, que vive dilemas típicos da infância e, em suas aventuras, se transforma em diferentes árvores para aprender com a natureza novas formas de existir. A cada mudança, o pequeno canta, dança e descobre que crescer é um ciclo, assim como a vida das árvores. 

Dentre as espécies homenageadas na série estão algumas nativas do Cerrado, como o Buriti, a Lobeira, o Jenipapo, o Cajuzinho do Cerrado, o Baru, a Paineira, o Jacarandá e a Faveleira. Cada episódio transforma um desafio cotidiano da infância em um aprendizado ecológico e emocional.

Em “Buriti, a hora do banho”, por exemplo, Lírio descobre com a palmeira que a água é fonte de alegria e renovação. Já em “Lobeira, ah que sono”, ele aprende que até as árvores descansam sob o luar. Em “Pai Jenipapo, me acalma”, a saudade se transforma em cor, e em “Paineira, as cores da natureza”, o rosa das flores ensina o orgulho de ser diferente. 

Outros episódios, como “Cajuzinho do Cerrado, beijo travoso” e “Baru, hum, que raízes molhadinhas”, falam sobre o prazer de experimentar o novo e a importância de escutar o próprio corpo. Em “Jacarandá, em boa companhia”, Lírio entende que liberdade também pode existir com companhia, e em “Faveleira, parabéns para você”, o tempo e o florescer aparecem como celebração da vida.

Amanda Fernandes é diretora, showrunner e produtora executiva da série, esta última função, assinada junto a Julian Rosenblatt e Cadu Zimmermann. Com direção de arte dos artistas Renato Moll e William Jungmann, e animação do Alopra Studio, a obra tem vozes originais de Débora Valente, Nambir, Aline Marcimiano e Kika de Moraes, roteiro de Jama Wapichana, Juliana Mendes, Caro Moena e Renata Diniz, além de música original de Débora Valente, Leandro Morais, Rafael Maklon e Sascha Kratzer. 

DESDOBRAMENTOS DA SÉRIE 

O universo de Lírio também se expande para além da série, com desdobramentos que incluem o lançamento de dois álbuns musicais, sendo um de canções de ninar para crianças de 0 a 4 anos, e outro com as músicas da série, voltado ao público de 4 a 7 anos; além da estreia de três novos episódios no YouTube em breve. A obra acabou de ser exibida no festival pernambucano Animage, o maior festival de animação do Brasil atualmente. Em 2026, a produção fará sua estreia internacional, representando o Brasil na 25ª MONSTRA – Festival de Animação de Lisboa, em março, e no 9º Festival de Animação de Abidjan, na Costa do Marfim, em abril.

SOBRE A CRIADORA

A série é dirigida e criada por Amanda Fernandes. Atua há mais de uma década no audiovisual e assinou a produção executiva de obras como Cidade InvisívelInvasão EspacialEscola sem SentidoAlgoritmoManual da Pós-Verdade e Da Porta Pra Fora, exibidas e premiadas na TV Cultura, Amazon Prime, Festival de Brasília e Festival de Gramado. Foi selecionada para programas como Emerging Producers WCSFP, DocCelerator, Campus DocsBarcelona, Prêmio Cardume–Cabíria, Bajo Guion International Writers Residency, SCRIPT+ e WAWA–Lifetime Mentoring Program. Atualmente é sócia do Akwa Creative Lab, estúdio dedicado ao desenvolvimento de narrativas que equilibram cultura, natureza e fantasia.

SERVIÇO – Pré-estreia da série “O Mundo de Lírio” – Ciclo de exibições em escolas públicas do DF
Atividades fechadas nas escolas. 
16/10 – IEHN II, Riacho Fundo II
17/10 – CEPI Mandacaru, Samambaia
20/10 – CEPI Ipê Roxo, Samambaia
21/10 – CEPI Onça Pintada, Samambaia
22/10 – CEPI Orquídea do Cerrado, Ceilândia
23/10 – CEPI Quero-Quero, Recanto das Emas
24/10 – IEHN I, Riacho Fundo I

Comissão Especial de Direitos Humanos e Cidadania apresenta “Sabores de Rua”, série documental com Gil Guimarães sobre comida de rua de Brasília

Divulgação

Três episódios revelam histórias e sabores que fazem da gastronomia popular um patrimônio da cidade

A gastronomia de rua de Brasília ganha destaque na série documental Sabores de Rua, apresentada pelo chef Gil Guimarães, um dos nomes mais respeitados da cena gastronômica da capital e produzido pela Life Studios. Composta por três episódios de 20 minutos, a produção mergulha na diversidade, nos sabores e nas histórias que fazem da comida de rua um patrimônio cultural vivo do Distrito Federal.

O projeto tem como objetivo valorizar os empreendedores e chefs locais, dar visibilidade à gastronomia popular e mostrar como os sabores que nascem nas calçadas, feiras e mercados refletem a identidade múltipla e acolhedora de Brasília. Em cada episódio, o público é conduzido por uma jornada sensorial que mistura temperos, afetos e memórias, revelando personagens que fazem da comida de rua uma verdadeira expressão cultural.

A importância do projeto é apresentar para Brasília a cultura culinária de rua e mostrar como é a feita a construção social através da comida. “O ápice de toda cultura é o que a gente come e as nossas relações. A comida consegue mostrar qual é a nossa construção, os ingredientes locais e todo o nosso amor por algum preparo e, consequentemente, o amor por uma pessoa“, afirma Breno Araujo Oliveira, diretor-presidente da CEDHuC. 

Sabores de Rua convida o espectador a olhar com atenção para as pessoas que transformam ingredientes simples em experiências únicas, mostrando como suas trajetórias se entrelaçam com a própria história da cidade. De barraquinhas tradicionais a novos formatos de negócio, da Ceilândia ao Lago Norte, a série percorre o Distrito Federal de ponta a ponta. A jornada busca revelar as delícias e as histórias que dão o verdadeiro sabor à capital.

Com distribuição gratuita, o documentário promove o acesso democrático à cultura e busca fomentar o reconhecimento da gastronomia de rua como um elemento essencial da identidade brasiliense — um encontro entre tradição, criatividade e resistência.

Sobre a Comissão Especial de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania (CEDHuC)

Atua em solo nacional e internacional na proteção dos direitos humanos. A organização se dedica a reduzir a desigualdade e combater todas as formas de discriminação.

Suas atividades incluem a realização de cursos, eventos e projetos para a população menos favorecida de Brasília e outros estados. Além de prestar serviços de utilidade pública a pessoas em vulnerabilidade social, com base na Constituição e em pactos internacionais.

Sobre a Life Studios

Especializada em comunicação e audiovisual, a Life Studios nasceu em 2019 com a proposta de levar conhecimento e entretenimento de ponta ao público. Em um mundo cada vez mais conectado por ideias e valores, a produtora se destaca por criar e produzir histórias autênticas, capazes de gerar identificação e inspirar novas conexões.

Comitê de Cultura promove série formativa sobre a Lei Rouanet para artistas e produtoras culturais

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O Comitê de Cultura do Distrito Federal realiza, nos dias 21 e 22 de outubro, a série formativa “Lei de Incentivo (Lei Rouanet)”, composta por dois módulos on-line, gratuitos e com certificação. A iniciativa é voltada a produtoras(es), artistas gestoras(es) culturais e organizações da sociedade civil (OSCs) que desejam compreender e dominar as etapas práticas de elaboração e envio de projetos culturais por meio do Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura (SALIC), do Ministério da Cultura.

A Lei Rouanet é a principal política federal de incentivo à cultura no Brasil. Criada em 1991, permite que empresas e pessoas físicas direcionem parte do imposto de renda devido para financiar projetos culturais aprovados pelo Ministério da Cultura.

Por meio dela, é possível apoiar financeiramente atividades como shows, exposições, produções cinematográficas e ações formativas. A lei tem como objetivo estimular a produção, preservação e difusão cultural, além de promover a profissionalização do setor e a formação de público.

Dayse Hansa, coordenadora-geral do Comitê no DF, explica que “essa é uma grande oportunidade para produtoras(es), artistas e gestoras(es) apresentarem propostas dentro da janela de inscrição para análise, cujo objetivo é obter a autorização de captação”. Todos os anos, o Ministério da Cultura (MinC) abre o período de submissão no início do ano e encerra o recebimento de propostas em 31 de outubro. Projetos analisados e com mérito deferido pela CNIC (Comissão Nacional de Incentivo à Cultura) podem receber autorização para captar recursos junto a empresas patrocinadoras ou pessoas físicas. Empresas optantes pelo Lucro

Real podem abater até 4% do IRPJ devido; pessoas físicas que fazem a declaração completa podem abater até 6% do IR devido pela Lei Rouanet.

Ao participar dos dois módulos, é possível entender e percorrer o caminho completo, do rascunho ao envio do projeto com segurança. O link da sala será enviado por e-mail após a confirmação da inscrição.

Módulo 1 — Primeiros passos no SALIC

Data: 21/10 (terça-feira) • 19h às 22h

Facilitadora: Dayse Hansa

Voltado a quem está iniciando no uso da plataforma, o primeiro módulo ensina como estruturar um projeto cultural desde o cadastro no Gov.br e no SALIC até a elaboração de textos técnicos (resumo, justificativa, objetivos e metas), indicadores, plano de execução e orçamento inicial. As(os) participantes saem com um rascunho estruturado e um checklist para envio do projeto até o fim de outubro.

Inscrições: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSepgGj6vnQNfICQ15cpyJHowClhjP6x3JurLhCfjXzdL6OyyA/viewform?usp=send_form

Módulo 2 — Orçamento, planilhas e uploads

Data: 22/10 (quarta-feira) • 19h às 22h

Facilitadora: Carol Peres

O segundo encontro aprofunda o processo de finalização e validação do projeto no sistema, abordando a formatação do orçamento por rubricas, memórias de cálculo, cronograma físico-financeiro, anexos e uploads no SALIC. O objetivo é que cada participante conclua a oficina com o projeto pronto para envio, validado e ajustado conforme as exigências técnicas.

Inscrições: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSeIJzaWmHN3BgrvnxgEgCEjJTM97IZstf3_5y1tOFmqK95qLA/viewform?usp=send_form

Sobre as facilitadoras

Dayse Hansa é produtora cultural, roteirista, artista visual e curadora, com mais de

22 anos de atuação e mais de mil eventos realizados entre festivais, projetos formativos e ocupações artísticas. É associada à Associação Artística Mapati e integra a diretoria executiva do Instituto Macondo e foi diretora por dois mandatos da Associação Brasileira de Festivais Independentes, além de ser sócia-fundadora da Sala de Produções desde 2012.

Carol Peres é jornalista, mestre em Gestão Cultural e especialista em Educação e Patrimônio Cultural. Autora do livro Financiamento Cultural – Horizontes Brasileiros, atua no planejamento estratégico e captação de recursos para o setor cultural, com ampla experiência em elaboração e prestação de contas de projetos. Realiza ações formativas e palestras sobre empoderamento feminino no terceiro setor e na cultura

VOA Festival 2025 agita o fim de semana de Brasília com sua terceira e maior edição 

Felipe Cordeiro

Confira os horários de apresentação das 27 atrações que se revezam entre o palco principal e o palco auxiliar de sexta (24) a domingo (26), no Espaço Cultural Minas Tênis Clube

A contagem regressiva para a terceira e maior edição do VOA Festival já começou. A partir da próxima sexta-feira, 24, Brasília celebra a diversidade da música local, nacional e até internacional no evento que vem crescendo a cada ano. Até domingo, 26, a programação reúne 27 artistas e se distribui entre o Palco VOA, principal espaço do evento, e o Palco Xeque Mate, palco auxiliar que recebe DJs e bandas locais. Os ingressos seguem à venda através do Shotgun

A sexta começa com abertura dos portões às 19h. No Palco VOA, o festival começa às 21h30 com Experimental Dub convida Renato Matos, seguido pelo som da DJ Jungle Julia às 22h30. Às 23h, quem assume é a banda jamaicana The Wailers, com a turnê que celebra os 30 anos do álbum “Natural Mystic”. No Palco Xeque Mate, a programação começa às 22h15 com Ediá e segue com o Coletivo Jamaicanas, que entra em cena às 00h30.

No sábado, 25, os portões abrem mais cedo, às 18h. No palco principal, o duo Àvuà inicia a programação às 20h15, seguido por Marina Lima, que traz seus clássicos para o palco a partir das 22h. Às 23h20, é a vez de Calango Careta animar o público até 23h50, quando entra Muntchako com sua mistura de ritmos latino-brasileiros e beats eletrônicos e as participações de Felipe Cordeiro e Jessica Caitano. E a madrugada segue com DJ Laine D’Olinda às 00h40 e Academia da Berlinda, às 01h10. Enquanto isso, no Palco Xeque Mate, a noite começa mais cedo, às 18h30, com DJ Cxxju e continua com DJ Laine de Olinda às 20h, Guaja às 21h15, DJ Pezãoàs 22h, Bianor às 23h15 e UMiranda à meia-noite.

Já no domingo, 26, a abertura dos portões ocorre às 17h. A banda Saci Wèrè sobe ao Palco VOA às 18h30, DJ Biba às 19h10 e Zé Ibarra às 19h40. DJ Biba toca novamente às 20h40, seguida Ana Frango Elétrico, que se apresenta às 21h10. Às 22h25  DJ Alira prepara o público para o show de encerramento com Céu, que celebra 20 anos de carreira e sobe ao palco às 23h10. No Palco Xeque Mate, o domingo começa às 19h com Choro no Eixo convida Tereza Lopes, seguido por DJ Paula Torelly às 19h45, Gypsyjazz convida Indiana Momma às 20h30, nova entrada de DJ Paula Torelly às 21h15 e, às 22h25, a noite se encerra no palco alternativo com o Coletivo Superjazz.

Muito além dos palcos

O VOA Festival segue firme em sua proposta de ser uma plataforma multicultural. Além dos shows, o público terá acesso a uma feira de economia criativa, uma vila gastronômica com chefs e produtores locais, e uma programação paralela que valoriza a diversidade cultural e a sustentabilidade.

Mantendo o compromisso com a inclusão, o VOA oferece a possibilidade da meia-entrada social mediante doação de alimentos não perecíveis ou agasalhos, que serão destinados ao projeto Instituto Barba na Rua. O festival conta ainda com cortesias limitadas para estudantes da rede pública de ensino médio e superior.

Conscientização e comunicação ambiental

Como parte de suas ações de sustentabilidade, o VOA Festival lança a campanha Voa Consciente, voltada à educação e comunicação ambiental. A ideia é incentivar o público a adotar práticas sustentáveis, como o descarte correto do lixo, a redução do consumo de materiais descartáveis e o respeito aos espaços coletivos. A campanha será divulgada em painéis informativos e sinalizações durante os três dias de evento, além de redes sociais e no site oficial, reafirmando o compromisso do festival com o meio ambiente.

Saiba mais sobre o Festival

O Voa Festival nasceu em 2023 e já trouxe a Brasília artistas como BaianaSystem, BNegão, Josyara, Mestrinho, Tássia Reis, Attooxxá e Mestre Ambrósio. Idealizado pelo produtor cultural Lucas Formiga, o Voa é realizado pela Formiga Produções e o Instituto IBRANOVA, e correalizado pela Oh! Artes. Apresentado pelo Ministério da Cultura, o projeto tem patrocínio da Empresa Gestora de Ativos – Emgea, através da Lei Rouanet. 

Mais informações em voafestival.com.br einstagram.com/voafestival

VÍDEOS PARA TV:

The Wailers Wizemann Stuttgart 15.08.25 Céu – Malemolência e Lenda Marina Lima Acustico MTV Fullgás Ana Frango Elétrico – Dr. sabe tudo (Official Video) Zé Ibarra – Dó a dó (Ao vivo no Coliseu do Porto)

SERVIÇO – HORÁRIOS VOA FESTIVAL 2025
Datas: 24, 25 e 26 de outubro de 2025 (sexta, sábado e domingo)
Local: Espaço Cultural Minas Tênis Clube – Brasília
Ingressos: shotgun.live/pt-br/festivals/voa-festival 
Mais informações: voafestival.com.br
Redes sociais: instagram.com/voafestival | @voafestival

PROGRAMAÇÃO

SEXTA-FEIRA (24/10) – Abertura dos portões: 19h

  • Palco VOA

Experimental DUB convida Renato Matos – 21h30
DJ Jungle Julia – 22h30
The Wailers – 23h00

  • Palco Xeque Mate

Ediá – 22h15
Coletivo Jamaicanas – 00h30

SÁBADO (25/10) – Abertura dos portões: 18h

  • Palco VOA

Avuá – 20h15
Marina Lima – 22h00
Calango Careta – 23h20
Muntchako convida Felipe Cordeiro e Jéssica Caitano – 23h50
DJ Laine D’Olinda – 00h40
Academia da Berlinda – 01h10

  • Palco Xeque Mate

DJ Cxxju – 18h30
DJ Laine D’Olinda – 20h00
Guaja – 21h1
DJ Pezão – 22h00
Bianor – 23h15
UMiranda – 00h00

DOMINGO (26/10) – Abertura dos portões: 17h

  • Palco VOA

Saci Wèrè – 18h30
DJ Biba -19h10
Zé Ibarra – 19h40
DJ Biba – 20h40
Ana Frango Elétrico – 21h10
DJ Alira – 22h25
Céu – 23h10

  • Palco Xque Mate

OChoro no Eixo convida Tereza Lopes – 19h00
DJ Paula Torelly – 19h45
Gypsyjazz convida Indiana Nomma – 20h30
DJ Paula Torelly – 21h15
Coletivo Superjazz – 22h25

EXPOSIÇÃO “NOSSOS BRASIS – ENTRE O SONHO E A REALIDADE” DESEMBARCA NA CAIXA CULTURAL BRASÍLIA

“O Mamoeiro” (1925), Tarsila do Amaral

Mostra reúne nomes icônicos como Tarsila do Amaral, Portinari, Di Cavalcanti, Lygia Pape, Lygia Clark, 
Hélio Oiticica, Rosana Paulino, Adriana Varejão e Beatriz Milhazes

De 21 de outubro de 2025 a 18 de janeiro de 2026, a CAIXACultural Brasília apresenta a exposição “Nossos Brasis – entre o sonho e a realidade”, que revisita 100 anos de produção artística no país. Entre pinturas, esculturas, tapeçarias, fotografias, instalações e objetos, a mostra reúne 79 obras de 50 artistas consagrados, tais como Tarsila do Amaral, Di Cavalcanti, Candido Portinari, Volpi, Heitor dos Prazeres, Beatriz Milhazes, Arthur Bispo do Rosário, Vik Muniz, Ernesto Neto, Rosana Paulino, O Bastardo e Denilson Baniwa. As visitas podem ser feitas de terça a domingo, das 9h às 21h, com entrada gratuita e classificação indicativa livre.

A mostra está dividida em três núcleos: 

● Vozes dos Trópicos: o núcleo se debruça sobre o imaginário que moldou a ideia de Brasil como paraíso exótico e exuberante, mas atravessado por tensões entre natureza e colonização, beleza e violência, mito e crítica. Obras de Tarsila do Amaral, Burle Marx, Beatriz Milhazes, Lygia Pape, Hélio Oiticica, Glauco Rodrigues, Denilson Baniwa, Ernesto Neto, Adriana Varejão, Rosana Paulino e outros conduzem o visitante a paisagens fabulosas e símbolos ancestrais, compondo um Brasil vibrante, colorido e solar. 

● Vozes da Rua: apresenta o Brasil popular em sua força criativa, onde a arte se inspira no compasso da rua, das festas e dos gestos cotidianos. Obras de Di Cavalcanti, Heitor dos Prazeres, Djanira, Volpi, Portinari, Beatriz Milhazes e outros retratam celebrações e rituais, revelando uma estética nascida da coletividade e da cultura que molda nossa identidade visual. 

● Vozes do Silêncio: aborda a outra face do Brasil, das questões psicológicas e íntimas, onde memória, espiritualidade e dor se transformam em criatividade. Maria Auxiliadora, Arthur Bispo do Rosário, Ismael Nery, Maria Lídia Magliani, Farnese de Andrade, Flávio Cerqueira, Vik Muniz e Nelson Leirner, entre outros, exploram corpo, fé, luto e exclusão como territórios poéticos, revelando dimensões invisíveis da experiência brasileira. 

Mais que um recorte histórico, “Nossos Brasis – entre o sonho e a realidade” constrói um mosaico de linguagens e visões sobre o país. O arco temporal vai dos modernistas da década de 1920 a artistas emergentes da década de 2020, criando diálogos que materializam as muitas ideias de brasilidade. “Dividido em grupos temáticos que não estabelecem dogmas, mas flertam com nosso imaginário, o conjunto de obras traz nomes consagrados, representantes da vastidão de estilos própria de um território igualmente amplo, criando relações transversais que ultrapassam limites imagéticos. São 100 anos de arte nacional representados por 50 artistas, criando um conjunto eclético e abrangente, que não tem a pretensão de esgotar a nossa vigorosa produção artística, mas apontar alguns caminhos trilhados”, explica a curadora Denise Mattar. 

Olhares que conduzem a mostra

À frente da curadoria está Denise Mattar, paulista, crítica de arte e uma das mais respeitadas curadoras do país. Atuou em instituições como o Museu da Casa Brasileira (SP), o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e o Museu de Arte Moderna de São Paulo, além de assinar retrospectivas de Di Cavalcanti, Anita Malfatti, Portinari e Alfredo Volpi, várias premiadas pela Associação Paulista dos Críticos de Arte. Recentemente conduziu projetos de destaque como “Armorial 50” (CCBB) e “Di Cavalcanti – 125 anos” (Farol Santander), reafirmando seu papel como referência em exposições que unem rigor histórico e sensibilidade contemporânea. 

A direção artística é de Rafael Dragaud, carioca, diretor, roteirista e produtor que marcou a TV Globo e o Globoplay com projetos como Falas Negras, Juliette – Você Nunca Esteve Sozinha e A Vida Depois do Tombo – Karol Conká. Também assinou especiais musicais e documentários premiados, sempre buscando dar voz à diversidade e promover impacto social por meio da arte. Sua trajetória revela um fio condutor: transformar o entretenimento em ferramenta de reflexão e mudança. 

Experiência ampliada 

No dia 21 de outubro, às 19h, a abertura da exposição proporcionará uma visita guiada especial, conduzida pela curadora Denise Mattar. Durante a temporada na CAIXA Cultural Brasília, estão previstas oficinas profissionalizantes em comunidades, ampliando o alcance da mostra e reforçando seu caráter democrático.

“Nossos Brasis – entre o sonho e a realidade” também contará com recursos de acessibilidade, incluindo audiodescrição, tradução em Libras e materiais táteis, garantindo que diferentes públicos possam vivenciar plenamente a experiência.

Todas as obras são provenientes de coleções particulares e das seguintes instituições: Associação Cultural Lygia Clark, CaixaEconômica Federal, Instituto de Estudos Brasileiros da USP, Instituto Rubens Gerchman, Museu Afro Brasil Emanoel Araújo, Museu Bispo do Rosário, Projeto Hélio Oiticica, Projeto Lygia Pape e Santander Brasil.

Serviço

[Exposição] Nossos Brasis – entre o sonho e a realidade

Período: de 21 de outubro de 2025 a 18 de janeiro de 2026 

Abertura: 21 de outubro de 2025, às 19h

Visitação: de terça a domingo, das 9h às 21h 

Local: CAIXA Cultural Brasília

Endereço: SBS Quadra 4, Lotes 3/4, Brasília-DF

Classificação Indicativa: livre

Entrada gratuita

Estacionamento gratuito: aos finais de semana e feriados, e de terça a sexta a partir das 18h

Acessibilidade: audiodescrição, Libras, materiais táteis e visitas mediadas 

Patrocínio: CAIXA e Governo do Brasil 

Informações: no perfil do Instagram ou no site da CAIXA CulturalBrasília

Exposição fotográfica e livro “Marias” chegam à Câmara Legislativa em outubro para chamar atenção para a violência contra a mulher

Foto divulgação

No dia 21 de outubro, às 14h30, Espaço Cultural Athos Bulcão, no foyer do plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal  (CLDF) recebe a abertura da exposição “Marias” e o lançamento do livro homônimo, ambos da jornalista e fotógrafa Ísis Dantas. 

A exposição Marias reúne imagens de dez mulheres que conseguiram romper o ciclo da violência doméstica, transformando experiências de dor em narrativas de resistência e reconstrução. O livro homônimo apresenta essas histórias em forma de retratos e depoimentos, revelando trajetórias que vão desde cárcere privado até tentativas de feminicídio. A abertura da exposição e o lançamento do livro serão no dia 21 de outubro, às 14h30, no Espaço Cultural Athos Bulcão, no foyer do plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal  (CLDF). A mostra permanecerá em cartaz até o dia 14 de novembro.

Desde 2019, a autora do livro e fotógrafa das obras, Ísis Dantas, registra relatos de sobreviventes por meio do projeto Marias da Penha, que já alcançou dezenas de mulheres. Entre os relatos está a história de Rosa Melo, moradora do Areal–DF, que sobreviveu a todos os tipos de violência e conseguiu romper o ciclo após quase ser queimada dentro de casa com os filhos. Hoje, Rosa é acolhida pelo Instituto Umanizzare, instituição fundada por Grace Justa, delegada da Polícia Civil do DF. Outras mulheres retratadas na obra também compartilham vivências que reafirmam a importância de redes de apoio para a superação da violência.

O livro traz ainda um posfácio da autora, baseado nos dados mais recentes do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Segundo o Anuário 2025, o Brasil registrou 1.492 feminicídios em 2024, média de quatro mulheres assassinadas por dia, em sua maioria negras, jovens e mortas dentro de casa. Além disso, quase 20% das medidas protetivas foram descumpridas, evidenciando a fragilidade da rede de proteção. Nesse contexto, o livro e a exposição reforçam a urgência de um enfrentamento coletivo à violência de gênero.

Ísis Dantas, que também sobreviveu a um relacionamento abusivo, destaca o papel da arte na sua própria trajetória e na de outras mulheres. “A fotografia me ajudou a resgatar minha própria vida e, com o projeto Marias da Penha, percebi que poderia ajudar outras mulheres a se reconhecerem como fortes, belas e capazes de recomeçar. O livro e a exposição reforçam que há vida após a violência, mas é preciso dar o primeiro passo.”

Para a autora, falar sobre violência de gênero é uma urgência social. “Vivemos uma epidemia de feminicídios no Brasil. Cada retrato e cada relato presentes em Marias é também um grito coletivo por dignidade, liberdade e vida. Espero que essas histórias inspirem não só mulheres a romperem o silêncio, mas toda a sociedade a se engajar nessa luta.”

A exposição, que conta com 43 quadros e tem curadoria do artista plástico e fotógrafo Rinaldo Morelli,  ficará em cartaz até 14 de novembro, com visitação de 9h às 19h, de segunda a sexta-feira.


Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher – A chegada da exposição e do livro Marias à CLDF em outubro ganha ainda mais relevância por estar próxima ao Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher, celebrado em 10 de outubro. A data, instituída em memória de todas as vítimas e como forma de fortalecer a mobilização social, chama atenção para a necessidade de uma ação conjunta da sociedade no combate à violência de gênero. Nesse sentido, a obra de Ísis Dantas dialoga diretamente com o propósito do dia, trazendo rostos, histórias e vozes que reforçam a urgência da proteção e da garantia de direitos às mulheres.

O livro e a exposição “Marias” são realizados pela Associação Artise de Arte Cultura e Acessibilidade com o fomento do Ministério da Cultura (MinC).

Serviço

Abertura da exposição e lançamento do livro Marias

Data: 21 de outubro de 2025

Horário: 14h30

Local: Espaço Cultural Athos Bulcão, no foyer do plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal – CLDF

Entrada gratuita

Visitação: De 21 de outubro a 14 de novembro de 2025, de 9h às 19h, de segunda a sexta-feira.

Festival ExpoMix chega à 6ª edição e agita Sobradinho com shows de Matheus & Kauan, Vitor Fernandes, Luan Pereira e mais

Foto divulgação

O festival acontece de 24 a 26 de outubro, com entrada franca, mediante a doação de 2kgs de alimentos não perecíveis

O Festival ExpoMix Brasil, já consagrado como um dos maiores eventos do gênero no país, chega à sua sexta edição entre os dias 24 e 26 de outubro, em Sobradinho (DF). O evento, que se tornou referência pela diversidade musical e pela grandiosidade da produção, reunirá artistas de renome nacional em três dias de festa, consolidando a temporada 2025 com chave de ouro. A entrada é gratuita, mediante doação de 2 kgs de alimentos não perecíveis.

Na sexta-feira, 24 de outubro, os portões do estádio abrem às 18h para receber o público na noite de abertura. A programação terá como destaque a dupla Matheus & Kauan, um dos nomes mais consagrados da música sertaneja nacional, além das apresentações de Nego Rainer, Paulo Sergio e Tay Gomes.

A festa continua no sábado, 25 de outubro, com uma noite marcada pelo ritmo contagiante do piseiro e da música sertaneja universitária. A partir das 18h, sobem ao palco artistas como Vitor Fernandes, um dos principais nomes do gênero no Brasil. O cantor Luan Pereira também dá uma pausa na competição da Dança dos Famosos, do Domingão com Huck, para brindar os fãs brasilienses com seus principais hits. Duda Martins e Caio Fonseca completam a programação da noite.

O último dia do festival, domingo, 26 de outubro, terá início mais cedo, às 15h, e será dedicado a um line-up plural e festivo. A programação conta com o talento de Natanzinho Lima, Paulo Pires, Miozin do Goiás, Preazinho, Ju Marques e Guterres, artistas que prometem fechar a edição em clima de celebração popular.

Com uma infraestrutura digna dos maiores festivais do país, o ExpoMix Brasil contará com um megapalco exclusivo, dois camarotes ornamentados, vila gastronômica com ampla variedade de sabores, bar temático e banheiros climatizados.

O espaço ainda terá uma área coberta para o público, parque de diversões, praça iluminada com áreas instagramáveis e uma ambientação que promete transformar Sobradinho em um verdadeiro cenário de espetáculo. Atrações nacionais e locais completam a experiência que une música, conforto e entretenimento.

A animação também ficará por conta dos apresentadores Marcos Alencar Marcão e Edilaine, a Patroa, além do comando das pick-ups com o DJ Calixto. A organização é da produtora Emerson Piw Artistas e Eventos, com idealização de Emerson Primo.

SERVIÇO

6º Festival ExpoMix Brasil

Artistas: Matheus & Kauan, Vitor Fernandes, Luan Pereira, Natanzinho Lima e muito mais

Datas: 24 a 26 de outubro de 2025

Local: Estacionamento do Estádio – Sobradinho/DF

Entrada franca, mediante doação de 2kgs de alimentos não perecíveis

Abertura dos portões: Sexta (24/10) e sábado (25/10) às 18h; domingo (26/10) às 15h

Estrutura: parque de diversões, praça gastronômica, bar, praça iluminada instagramável

Apresentadores: Marcos Alencar Marcão e Edilaine, a Patroa

DJ residente: Calixto

Classificação indicativa livre

Projeto leva oficinas, espetáculos e exposição para o público 60+ em Brazlândia, Ceilândia, Cruzeiro, Estrutural e Taguatinga

Divulgação

De setembro a dezembro, em Brazlândia, Ceilândia, Cruzeiro, Estrutural e Taguatinga, os Centros de Convivência vão pulsar cultura, alegria e memória. Serão semanas nas quais a literatura irá  se misturar às cantigas populares e a imaginação vai costurar novas formas de estar no mundo. Em cada região, como toda ciranda que se abre em roda, o projeto vai se despedir com espetáculos literários onde os participantes se tornam protagonistas da cena.

Mais que um projeto cultural, Cirandas e Histórias na Terra das Memórias é um manifesto contra o silêncio e o isolamento. No coração da vida, o tempo é um grande bordado. Os fios se entrelaçam em lembranças, cantigas e afetos que moldam quem somos.Quando chegam os anos mais vividos, é comum que alguns desses fios pareçam se soltar — os amigos que se vão, os encontros que rareiam, as memórias que às vezes se dispersam no vento — , mas a vida insiste em florir, e a memória, quando cultivada, renasce em novas cores e sentidos.

Segundo Simone Carneiro, do Grupo Paepalanthus, o projeto Cirandas e Histórias na Terra das Memórias nasce para que pessoas idosas do Distrito Federal transformem lembranças em poesia, bordem seus afetos em narrativas e redescubram a alegria de compartilhar histórias.

“Cirandas e Histórias na Terra das Memórias é a celebração da velhice como etapa plena da vida, digna de respeito, escuta e valorização, é a lembrança de que o tempo não apaga,  ele transforma”, diz. “Cada memória, quando compartilhada, se torna raiz e flor, terra fértil para que novas histórias nasçam”, completa Simone.

Ciranda de Vozes –  Mais do que oficinas, o projeto é uma ciranda de vozes, na qual cada palavra dita ou ouvida se torna remédio contra o esquecimento, um gesto de afeto, uma centelha de vida.

Estudos já mostraram que a contação de histórias, as rodas de conversa, a leitura e as artes manuais ajudam a manter viva a mente e o coração. Cada encontro do projeto será espaço de partilha e cuidado: narrativas orais, versos criados e recitados, livros artesanais, bordados que contam histórias, costuras que unem gerações. 

Fica o convite para que você que chegou ao grupo dos 60+ participe,  gire a ciranda que entrelaça gerações, guardando o ontem e iluminando o amanhã.

Ciranda e Histórias na Terra das Memórias é realizado pelo Instituto Cultural Casa de Autores em parceria com o Grupo Paepalanthus e conta com o fomento do Ministério da Cultura (MinC).

CRONOGRAMA

Brazlândia 22/09 à 22/10 – segundas e quartas-feiras – matutino e vespertino, no CECON.

Ceilândia 27/10 à 03/12 – segundas e quartas-feiras – matutino, no CECON SUL.

Cruzeiro 01/10 à 11/12 – quartas-feiras – vespertino, na Associação Paz  e Amor do Cruzeiro velho e quintas-feiras – vespertino, no Grupo  Fraternidade, Cruzeiro Novo.

Estrutural 25/09 à 25/11- terças e quintas-feiras – matutino, no CECON.

Taguatinga 23/09 à 9/12 – terças-feiras – vespertino, no CECON Mozart Parada.

Canto das Letras transforma leitura em espetáculo nas escolas públicas do Distrito Federal

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Projeto integra música, literatura e teatro para encantar estudantes e estimular o gosto pelos livros

Ler é uma experiência insubstituível. É essa a provocação do Canto das Letras, projeto idealizado por Jones Schneider e pelo Instituto Cidade Céu, com apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF. Criada em 2008, a iniciativa retorna, em 2025, para ocupar escolas públicas do Distrito Federal com um formato inusitado: no mesmo palco, literatura, música, teatro e rap se encontram para mostrar aos jovens que abrir um livro é tão emocionante quanto correr os dedos pelos posts das redes sociais.

O projeto passa por escolas públicas de seis cidades do DF  homenageando grandes nomes da cultura brasileira: Lya Luft e Ângela Ro (CED 04 do Guará, 15.10, às 10h), Fernanda Young e Marina Lima (CEM 414 de Samambaia16.10, às 15h),  Carlos Drummond de Andrade e Chico Buarque (CEF 08 de Taguatinga, 21.10, às 08h30); Luis Fernando Veríssimo e Noel Rosa (CEMI 01 do Cruzeiro, 22.10, às 14h), Jorge Amado e Dorival Caymmi (CED São Francisco de São Sebastião, 22.10, às 16h30) e Carolina Maria de Jesus e Dona Ivone Lara (CED 06 de Ceilândia, 05.11, às 15h). Em cada escola, haverá um sorteio de 20 livros, perfazendo um total de 120 livros.

Criado em 2008, o projeto começou com um especial de crônicas no Teatro Goldoni e desde então vem explorando formas criativas de aproximar leitores da palavra escrita. A última edição, em 2019, no CCBB, antecedeu a pausa provocada pela pandemia. Cada sessão é concebida como uma experiência sensorial: um especialista apresenta o universo do autor e do compositor homenageados; músicos interpretam canções marcantes; atores dão vida às palavras em leituras dramatizadas; e, para fechar, um rapper traduz toda essa herança cultural na linguagem contemporânea da juventude.

Nesta edição, participam Jones Schneider (apresentador), Sérgio Maggio (especialista), Gleide Firmino, Márcia Costa, Iclélia Maranhão (atrizes leituras), MC Madin (slammer) e Luísa Toller (musicista). Em todas as sessões, haverá libras para surdos com Alisson Medeiros e ajuda assistiva de audiodescrição para cegos com Astaruth Lira.

“Nosso propósito é mostrar que a leitura é um hábito prazeroso que não precisa estar somente dentro do universo escolar. Ela pode ser prazer, emoção, espetáculo. Quando juntamos música, poesia, dramaturgia e rap, criamos uma ponte entre gerações e linguagens que toca profundamente os jovens”, resume o idealizador Jones Schneider.

Além das apresentações, o projeto promove, desde setembro, oficinas de escrita criativa e laboratórios de crônica, conduzidos pela jornalista Conceição Freitas e pelo poeta Nícolas Behr. O projeto será finalizado em dezembro em sarau aberto a todos que participaram das oficinas a ser realizado no Plano Aberto.

De acordo com a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, o país perdeu 4,6 milhões de leitores entre 2015 e 2019. É contra esse cenário que o Canto das Letras levanta sua bandeira. “Acreditamos que cada jovem pode ser um multiplicador da leitura. Quando alguém se encanta com uma história e a compartilha com os colegas, começa um movimento que vai muito além da sala de aula”, afirma Jones.

O Canto das Letras é um chamado para que a literatura volte a ocupar espaço na vida cotidiana — com afeto, ludicidade e celebração. Um convite para descobrir que, dentro de cada livro, pode existir um show inteiro esperando para ser vivido.

Programação completa

15.10

Lia Luft e Ângela Ro.

Guará – CED 04, às 10h

Fernanda Young e Marina Lima

16.10

Samambaia – CEM 414, às 14h

21.10

Carlos Drummond de Andrade e Chico Buarque

Taguatinga – CEF 08, 8h30

22.10

Luís Fernando Veríssimo e Noel Rosa

Cruzeiro – CEMI, 14h

Jorge Amado e Dorival Caymmi

São Sebastião – CED São Francisco, 16h30

05.11

Maria Carolina de Jesus e Dona Ivone Lara

Ceilândia – CED 06 , às 15h

Canto das Letras

Escolas públicas de Taguatinga, Guará, Cruzeiro, São Sebastião, Ceilândia e Samambaia

Oficinas de Escrita Criativa para mulheres da comunidade escolar (Conceição Freitas)

Laboratórios de Crônicas para estudantes (Nícolas Behr)

Período: setembro a dezembro de 2025

Entrada gratuita | Acessibilidade com Libras e audiodescrição

Sorteio de livros entre estudantes participantes

Instagram: @cantodasletrasprojeto

Podcast Pausa de Colcheia estreia terceira temporada com grandes nomes da percussão brasileira

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Com apoio do FAC, o projeto idealizado pelo músico Lucas Ramalho apresenta entrevistas inéditas com percussionistas de Brasília e de diferentes regiões do país.

O universo da percussão volta a ganhar destaque com a estreia da terceira temporada do podcast Pausa de Colcheia, comandado pelo músico e pesquisador Lucas Ramalho. O programa, que já se consolidou como espaço de troca e escuta sobre os caminhos da percussão no Brasil, lança hoje novos episódios, com apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC).

As conversas do primeiro bloco revelam a riqueza de trajetórias que fazem da percussão um território vivo e diverso. Entre elas está a de Larissa Umaytá, que cresceu em Sobradinho (DF) cercada pelas tradições culturais maranhenses de sua família e hoje coleciona colaborações com nomes como Chico César, Rubel, Liniker e Natiruts, além de experiências em festivais internacionais.

Além dela, participam desta etapa Mariano Toniatti, Léo Barbosa, Dinho Lacerda, Ismael Rattis, Jessica Carvalho, Mateus Timponi, Pedro Das Sortes e DessaFerreira, músicos de diferentes gerações e estilos que compartilham histórias, técnicas e perspectivas sobre a percussão.

Os episódios funcionam como um retrato da diversidade da percussão, conectando tradições populares, pesquisas sonoras e experiências pessoais que circulam entreBrasília e outras regiões do país.

Serviço:

Podcast Pausa de Colcheia – 3ª Temporada

Estreia: 16/10/2025 (primeiro bloco de entrevistas)

Disponível em: YouTube, Spotify e Deezer

Link para o spotify:

Chamada pública de artistas para a Mostra: “Desalinhos e Costuras — Arte e Loucura”, Edição 2026

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Estão abertas as inscrições para a segunda edição da mostra “Desalinhos e Costuras — Arte e Loucura”, que selecionará três obras de artistas, grupos, coletivos ou iniciativas brasileiras para integrarem a exposição no Museu Nacional da República, em Brasília. Cada obra selecionada receberá um prêmio de R$ 4.000,00.

A iniciativa se consolida como uma ação afirmativa para a desconstrução de estigmas e a promoção da inclusão sociocultural, posicionando a arte como ferramenta fundamental no cuidado em saúde mental e no fortalecimento de políticas públicas de base comunitária.

Após realizar sua primeira edição em 2023, a mostra prepara agora sua segunda edição com o objetivo de aproximar arte e saúde mental, divulgar trabalhos artísticos, promover trocas com iniciativas de outros estados e fomentar debates que fortaleçam uma cultura antimanicomial.

Sob curadoria de Tânia Rivera, a exposição dará visibilidade à produção artística originada em contextos de cuidado psicossocial, valorizando trajetórias marcadas pelo sofrimento psíquico. A programação inclui exposição, rodas de conversa, performances, sessões de cineclube e palestras.

A iniciativa é proposta pela artista Yasmin Adorno em parceria com três coletivos do Distrito Federal com larga experiência na interface entre arte e saúde mental: a Cia Atravessa a Porta, o Maluco Voador e o Bloco do Rivotrio.

A primeira edição do projeto, no Espaço Cultural Renato Russo, consolidou uma programação diversa com exposições, performances e oficinas conduzidas por usuários da rede de saúde mental, artistas e ativistas. Em 2026, a mostra amplia sua abrangência, convidando participantes de todo o país.

As inscrições estão abertas até 16 de janeiro de 2026 e podem ser feitas acessando o formulário: https://forms.gle/eP4Tdx1qWmx9eQ8E9. Os resultados serão divulgados em 15 de fevereiro de 2026. A mostra ocorrerá de 14 de maio a 5 de julho de 2026. Mais informações: https://www.instagram.com/desalinhosecosturas/. “Desalinhos e Costuras — Arte e Loucura” é realizado com recursos do FAC – Fundo de Apoio à Cultura do DF.

Mundo Suassuna na CAIXA Cultural Brasília apresenta o universo da cultura popular na obra do autor paraibano

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CAIXA Cultural Brasília apresenta o espetáculo Mundo Suassuna no período de 24 a 31 de outubro e 1º e 2 de novembro de 2025, de quinta e sexta, às 15h, sábados, às 18h, e domingos, às 16h. Os ingressos serão vendidos por R$ 30 a inteira e R$ 15 a meia. As vendas têm início dia 18 de outubro, para primeira semana, e dia 25 de outubro, para a segunda, sempre a partir das 9h, na bilheteria do teatro, e às 13h, no site bilheteriacultural.com.br.

Com direção e dramaturgia de Marcelo Romagnoli, a montagem, inspirada no universo literário de Ariano Suassuna (1927 – 2014), mostra os desatinos de um príncipe durante uma viagem pelo Sertão com o seu cavalo, em busca de um reino e de sua coroa perdida.

Numa travessia feita de reviravoltas, o cavaleiro errante enfrenta enigmas, caveiras e uma onça malhada pelas estradas pedregosas do Império Consagrado do Sertão. Em cena, estão os atores Fabio Espósito, Gúryva e Henrique Stroeter. A ficha técnica traz ainda o filho do escritor, Manuel Dantas Suassuna, responsável pela criação dos painéis e estandartes do cenário, a cantora, compositora e multi-instrumentista Renata Rosa, que compôs a trilha sonora original, Silvana Marcondes, que assina os figurinos, Zé Valdir, a cenografia, e Rodrigo Bella Dona, responsável pela iluminação.

Mundo Suassuna é a primeira montagem voltada ao público infantojuvenil reconhecida pela Família Suassuna. O texto, inédito, reúne motivações e personagens da obra do paraibano, e faz referências a temas fundamentais de sua trajetória, como o Romance da Pedra do Reino, o impacto do circo, a guiança divina, os aspectos armoriais, as influências ibéricas e, principalmente, as inspirações de seu último romance, o monumental Dom Pantero (publicado postumamente, em 2017, pela Editora Nova Fronteira).

Em Mundo Suassuna um caleidoscópio de histórias revive a mítica do sertão nordestino. Com signos e referências do mamulengo, bonecos e demais elementos da cultura popular, a encenação conta também com desenhos e gravuras no cenário e figurino. O texto repercute a literatura de cordel e recorre a elementos do humor, rimas e versos dodecassílabos. A música, executada com rabeca, viola e percussão, faz a ponte entre a cultura ibérico-nordestina e o povo preto e indígena da região.

Montado em seu cavalo Pantero, esse príncipe sem rei (um Suassuna órfão de pai, interpretado por Gúryva), carrega seu caderno e anota nele a vida, buscando reencontrar a cultura popular. Atravessando a Cidade e o Sertão, o Cavaleiro enfrenta a Morte, enquanto decifra enigmas, guiado pela Santa Compadecida. Escrevendo e documentando a aventura, o resultado é um livro, que se torna sua obra, coroada numa celebração conhecida como a “Festa do Meio-dia”.

Ariano Suassuna – Paraibano, nascido na capital que, na época, tinha o nome de Paraíba, autor de obras como Romance d’a Pedra do Reino e Auto da Compadecida, criou e dirigiu o Movimento Armorial. Uma iniciativa com o objetivo de valorizar os aspectos da cultura do Nordeste brasileiro, entre eles a literatura de cordel, a música, a dança, o teatro entre outros.

Eleito para a Academia Brasileira de Letras em 1990, sua obra recebeu várias adaptações para cinema, televisão e teatro, a exemplo de A Pedra do Reino, de Antunes Filho, O Auto da Compadecida, de Guel Arraes, e Uma Mulher Vestida de Sol, de Luiz Fernando Carvalho.

Ficha técnica:

Direção e dramaturgia: Marcelo Romagnoli | Elenco: Fabio Espósito, Gúryva e Henrique Stroeter | Pinturas tecidos: Manuel Dantas Suassuna | Música original e voz em off: Renata Rosa | Músicos convidados para trilha sonora: Vitória do Pife, Hugo Linns | e Mestre Nico | Figurinos: Silvana Marcondes | Costureiras: Celma Souza Aguiar, Dany Day e Roxana Jimenez | Adereços do figurino: Vinícios Debs e Silvana Marcondes | Bonecos: Neide Lopes | Produção cenográfica e objetos de cena: Zé Valdir Albuquerque | Desenho de luz: Rodrigo Bella Dona | Operação de luz e som: Pablo Perosa | Direção de arte: Equipe do Projeto | Ilustrações do kamishibai: André Kitagawa | Fotos: Andressa Costa | Produção local: Sergio Martins | Assistente de produção local: Nina Brito | Assessoria de imprensa local: Território Comunicação | Coordenação de comunicação: Verbena Comunicação | Produção executiva: Madu Arakaki e Gabriela de Sá | Coordenação produção: XEPA Produções Artísticas | Idealização, administração e produção: BEIJO Produções Artísticas

Serviço:

[Teatro]: Mundo Suassuna

Local: CAIXA Cultural Brasília

Endereço: lotes 3/4, SBS Q. 4 – Asa Sul

Dias: 24, 25, 26, 30 e 31 de outubro, e 1º e 2 de novembro de 2025

Horários: de quinta e sexta, às 15h, sábados, às 18h, e domingos, às 16h

Sessão com intérprete de Libras: 25 de outubro

Ingresso: R$ 30 (inteira), R$ 15 (meia para clientes CAIXA e casos previstos em lei). As vendas abrem dia 18 de outubro, sábado, para a primeira semana, e dia 25, também sábado, para a segunda, sempre a partir das 9h, na bilheteria do teatro e, às 13h, no site Bilheteria Cultural.

Lotação: 406 lugares

Classificação: livre (indicado para crianças a partir de 5 anos)

Duração: 55 min

Estacionamento: gratuito aos finais de semana e feriados e de terça a sexta a partir das 18h

Mais informações no site da CAIXA Cultural

Acesso para pessoas com deficiência

Assessoria de Imprensa da CAIXA (61) 3206-4489 / 9645 / 1158

Caixa Notícias | Instagram CAIXA | imprensa@caixa.gov.br

Patrocínio: CAIXA e Governo Federal

“Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol” estreia circulação nacional em outubro de 2025, a partir do Distrito Federal

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Com dramaturgia contemporânea, artes visuais e videoarte, espetáculo teatral explora caminhos do feminino, relações de poder e questões universais da existência, alcançando públicos diversos em cinco cidades do país

Encenada pela primeira vez em 2022, “Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol”inicia, em 24 de outubro de 2025, a partir do Distrito Federal, circulação nacional. Com texto, direção e atuação de Cláudia Andrade, o espetáculo cênico imagético é atravessado por elementos como a videoarte, música, dramaturgia contemporânea e as artes visuais. Na construção desse universo, cruzam-se os dilemas do feminino, a maturidade, os jogos de poder, a finitude e os contrastes sociais que moldam e desafiam a existência humana. Sob os holofotes estão os preconceitos arraigados em uma sociedade hipócrita e desigual, bem como o convite à libertação e redenção a partir do reconhecimento do outro em si mesmo. A turnê, com 12 apresentações, integra o projeto “Resistência nos Trilhos – Remontagem & Circulação”, contemplado pelo Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (FAC-DF) e passa por Ceilândia (DF) – Teatro Sesc Newton Rossi; Vitória(ES) – Casa da Música Sônia Cabral; Belo Horizonte (MG) – Palácio das Artes; São Paulo (SP) – Teatro Ruth Escobar, e Brasília (DF) – Teatro Nacional Cláudio Santoro. As quatro primeiras apresentações, de 24 a 26 de outubro, na estreia, em Ceilândia, serão gratuitas. 

O texto nasceu em 2017, durante a oficina Caminhos, ministrada pelo dramaturgo Maurício Arruda. Após uma avaliação entusiasmada, Arruda incentivou Cláudia a levar a ideia para os palcos. Unindo suas habilidades no audiovisual e nas artes cênicas, ela concebeu uma montagem híbrida e a submeteu à consultoria do professor, diretor e dramaturgo Fernando Villar. “Cláudia Andrade é uma guerreira das artes há décadas, em diferentes continentes e linguagens artísticas. Muita experiência como dançarina, atriz e produtora ímpar de teatro, dança, audiovisual e eventos. Agora, em Trilhas, ela alcança voo maior como artista da cena, escrevendo, coprotagonizando, dirigindo e produzindo uma intermídia cênica que, de forma singular e singela, provoca outras reflexões e percepções sobre ‘mulheridades’ em nossa desumana contemporaneidade”. Já a análise técnica e preparação de elenco coube ao mestre Humberto Pedrancini. A esta construção, soma-se, na montagem atual, a colaboração, na direção, do professor e diretor de teatroJoão Antônio, que traz sua vivência de mais de 60 anos dedicada ao teatro brasileiro.

A exemplo do que aconteceu na estreia, esta nova jornada de “Trilhas” busca a conexão com a plateia. Risos, pessoas cantando juntas, choros contidos, a procura por abraços e fotos ao final dos espetáculos e os depoimentos mais emocionantes do mundo. Essa reação foi o combustível que deu vontade de pôr o pé na estrada de novo e levar essa experiência para outros públicos. Provocar emoções, questionamentos e transformações é o que move qualquer artista”, afirma Cláudia. 

No tablado desta remontagem, Cláudia segue com as companheiras de cena Eloisa Cunha e Genice Barego, atrizes também 50+ com uma vasta trajetória teatralEssa continuidade cria um entrosamento raro, fruto de uma evolução conjunta, em que cada atriz foi aprofundando sua personagem e sua relação com as demais. O resultado é um espetáculo mais maduro, com camadas de interpretação que se refinaram ao longo do tempo e que prometem se refletir em ainda mais qualidade artística nas apresentações. 

Referências que atravessam tempos e linguagens

Guiada por sua vivência multifacetada, Cláudia reúne referências que vão da sabedoria ancestral às linguagens contemporâneas. Um exemplo disso é a fala inicial projetada no início do espetáculo. Originária da língua Hopi, do povo indígena norte-americano, essa mensagem, que primeiro tocou a diretora ao ser revelada nas telas do filme Koyaanisqatsi, de Godfrey Reggio, agora é reinventada no palco. “Vida maluca, vida em turbilhão, vida fora de equilíbrio, vida que pede uma outra maneira de se viver” norteia o espírito da peça em sua proposta de refletir sobre os caminhos que cada um escolhe percorrer.

A trama discorre a partir do encontro entre duas mulheres com mais de 50 anos: Silvia (Eloisa Cunha) e Gimena (Cláudia Andrade). De origens e vivências distintas, elas se cruzam ao acaso numa parada de ônibus, em alguma estrada erma do interior do Brasil. Iniciam, então, uma jornada marcada por embates, estranhamentos, memórias, afetos, contrastes sociais, revelações e mitos. As personagens são acompanhadas por Gaivota (Genice Barego), figura diáfana, agênera, atemporal e mística que transita pela cena como símbolo de conexão, intuição e mistério. O espetáculo reafirma seu compromisso com a diversidade de olhares, vozes e linguagens ao alcançar novos públicos em sua circulação por diferentes regiões do país.

Além das atrizes, Trilhas conta com o talento de Aníbal Alexandre, que assina a videoarte e o videomapping; Lemar Rezende, responsável pelo design de luz e coordenação técnica; Lipe Duque, que cuida da captação de imagens para a videoarte; e Mateus Ferrari, na composição e produção musical. No elenco de apoio, em cenas apresentadas em projeção de vídeo, estão Carlos GóesDemetrius Christophidys, Guilherme Angelim e ainda a participação especial das atrizes Wol Nunes e Aurea Liz

Acessibilidade e inclusão como missão

Trilhas é um convite à empatia. Cláudia leva para o palco sua compreensão sobre a vida, defendendo que, independentemente do tamanho da conta bancária, da origem ou do status educacional e profissional, todos compartilham dores, sonhos e desafios comuns. Entre esses desafios, estão, de forma evidente, as lutas e limitações enfrentadas pelas mulheres em uma sociedade ainda marcada pelo patriarcado. “Mais do que uma obra a ser analisada, Trilhas é uma experiência a ser vivida: um espetáculo que quer tocar o público, chegar ao coração, proporcionando um momento de lazer e emoção”, explica Cláudia.

Importante reforçar o compromisso de Trilhas em levar cultura a quem normalmente não tem acesso. Para isso, o projeto investe em ações de acessibilidade, oferecendo sessões com intérpretes de Libras e audiodescrição para pessoas com deficiência visual, em dias específicos da programação, para garantir uma experiência completa para pessoas com deficiência auditiva e visual. Além disso, contempla ações sociais, como transporte e cortesias para turmas da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e grupos de pessoas com deficiência visual, permitindo a esses públicos vivenciar a experiência teatral de forma plena e acolhedora.

O projeto prevê ações formativas que ampliam seu alcance artístico e educacional, como rodas de conversa com o público após as apresentações, criando espaços de troca e diálogo, além de duas oficinas de interpretação– sendo uma delas com audiodescrição– e um debate nacional virtual com o tema “O Desafio da Circulação Teatral Nacional no Brasil”.

 

Sobre Cláudia Andrade

Cláudia Andrade é uma artista plural, com mais de 40 anos de dedicação às artes cênicas, ao audiovisual e à produção cultural. Jornalista e comunicóloga formada pela Universidade de Brasília (UnB), construiu uma trajetória internacional que transita por diferentes territórios da criação: atriz, bailarina, performer, diretora, dramaturga, produtora executiva, gestora de projetos, repórter, apresentadora, locutora e mestre de cerimônias de grandes eventos.

Poliglota, buscou oportunidades no exterior e usufruiu dessa experiência vivendo em países como Estados Unidos, França, Itália, Alemanha e Suíça, onde teve a oportunidade de colaborar com companhias e diretores de reconhecimento mundial, aprofundando seu olhar artístico e sua capacidade de diálogo entre culturas.

Experiências intensas e diversas a levaram dos palcos e bastidores do teatro brasileiro aos estúdios de cinema internacionais, e vice-versa. Atuou em produções de grandes estúdios como ParamountGaumont, Zoetrope (de Francis Ford Coppola) e de astros como Michael Jackson. Sua presença se estende ainda por produções da CineccitàTV Globo e Conspiração Filmes, além de coberturas jornalísticas para veículos internacionais como ABCCBSPBS,Reuters e France 3.

Em sua formação como artista cênica, Cláudia investiu na diversidade de linguagens. Passou pela dança com Yara de CuntoRosália PieLuiz MendonçaRussel Clark e Miranda Garrison, dentre outros. Adentrou na palhaçaria, teatro físico e performance com mestres e mestras do Brasil e de outros países, dentre eles John MowatDarina RoblesCarla ConkáRubens Velloso e Violeta Luna. 

Despertada pelo interesse de também poder construir suas narrativas, cursou oficinas de roteiro e dramaturgia com o diretor alemão Ansgar Ahles, o dramaturgo argentino Santiago Serrano, e o diretor e dramaturgo Maurício Arruda, mentor de Trilhas. Nos palcos e no cinema, seja como atriz, bailarina ou performer, esteve sob a direção de grandes nomes como Hugo RodasFernando VillarIrmãos GuimarãesMaura BaiochiMarcelo Lujan, Susan Scalan, Greydon Clark, Tommy Lee Wallace, Lyndall Hobbs, e mais recentemente com Péterson Paim, contracenando com Letícia Sabatela. Cada experiência contribuiu para a construção de uma visão ampla, inovadora e sensível sobre a cena teatral e suas possibilidades.

Tanta estrada culminou em “Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol”, onde colocou à prova toda esta proposta polivalente, chamando para si a responsabilidade como idealizadora, dramaturga, diretora e atriz do espetáculo. Cláudia também se destaca pela criação e gestão de projetos culturais de grande impacto, aprovados em editais e fomentos como o FAC-DF. Sua carreira é marcada pela conexão entre linguagens — teatro, dança, audiovisual e festivais — sempre com a arte no centro como ferramenta de transformação social.

Mais do que uma artista, Cláudia Andrade é uma tecelã de experiências, que costura histórias, culturas e olhares em obras que celebram a beleza, a diversidade e o poder do encontro.

 

SERVIÇO:

Espetáculo: Trilhas, Noite Cheia de Lua de Sol
Data: 24 a 26 de outubro de 2025
Local: Teatro Sesc Newton Rossi – Sesc Ceilândia
(QNN 27 Área Especial, Ceilândia Norte, Brasília– DF)

Sessões:

24/10 (sexta-feira), às 20h – com Audiodescrição

25/10 (sábado), às 16h – com Audiodescrição

25/10 (sábado), às 20h – com Libras

26/10 (domingo), às 18h

Ingressos: Gratuitos, retirada via https://www.sympla.com.br/evento/trilhas-noite-cheia-de-lua-de-sol-circulacao-nacional/3153969

Classificação indicativa: 16 anos

Próximas apresentações:

06 e 07/11 – Casa da Música Sônia Cabral / Vitória (ES)

27 e 28/11 – Teatro João Ceschiatti – Palácio das Artes / Belo Horizonte (MG)

09 a 11/01/2026 – Teatro Ruth Escobar – Sala Dina Sfat / São Paulo – SP

27/02 a 01/03/2026 – Teatro Nacional Cláudio Santoro – Sala Martins Pena – Brasília – DF

Café com Samba ocupa a Torre de TV e transforma o coração de Brasília em palco da cultura popular

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Evento gratuito une música, turismo e convivência, celebrando o samba e a diversidade cultural do Brasil no centro da capital

Neste sábado (18 de outubro), o coração de Brasília vai bater novamente no compasso do samba. Há dez anos ocupando a Torre de TV — um dos pontos turísticos mais emblemáticos da cidade, o projeto Café com Samba celebra uma década de música, cultura e pertencimento, reafirmando seu papel como um dos encontros mais simbólicos da capital.

Realizado pela Organização da Sociedade Civil (OSC) Expressão Cultural Brasiliense, com apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), o evento começa às 9h e é gratuito. Com uma programação que reúne samba, dança e convivência, o Café com Samba transforma o cenário da Feira da Torre em um grande palco a céu aberto, celebrando a diversidade cultural do Brasil e o turismo no Distrito Federal.

Uma década de ocupação cultural

O projeto nasceu em 2015 com o propósito de ocupar espaços públicos e pontos turísticos de Brasília com arte e alegria, promovendo o encontro entre moradores, turistas, feirantes e artistas que compõem o mosaico cultural da cidade. A cada edição, o Café com Samba reafirma o poder da música como instrumento de integração e identidade, unindo gerações em torno de um mesmo ritmo: o do samba.

“Realizar o Café com Samba na Torre é celebrar a alma da cidade e o encontro entre culturas. Aqui, Brasília se mostra como o que ela é: o centro geográfico e simbólico do país, um lugar onde o Brasil se encontra”, afirma a Expressão Cultural, responsável pela realização do projeto.

Feira da Torre: o Brasil inteiro no coração da capital

A Feira da Torre é um território de encontros e sabores. Ali, o visitante encontra o artesanato do Nordeste, o couro do Centro-Oeste, os tecidos do Norte, as panelas do Sudeste e os temperos do Sul — uma síntese perfeita da criatividade e da cultura brasileira. É nesse ambiente plural que o Café com Samba acontece, fortalecendo o turismo cultural e a economia criativa, e valorizando quem vive da arte e do fazer manual.

Programação e atrações

A programação começa às 9h, com o DJ Fagner abrindo o dia ao som de brasilidades. Às 10h, o Grupo Café com Samba assume o palco e segue até o encerramento, às 15h, recebendo grandes nomes da cena musical do Distrito Federal.

Entre os convidados estão Fernando ChavesDhi RibeiroAna CardosoKris Maciel e Milsinho, vozes que representam a força e a diversidade do samba candango. As dançarinas Leka BonifácilAdê Mire e Ana Lídia completam o espetáculo com performances cheias de ritmo e expressão. Nos intervalos, o DJ Fagner volta aos toca-discos com repertório de samba, MPB e ritmos brasileiros, mantendo o clima de festa que se espalha pela feira e pelo Eixo Monumental.

Café com Samba integra o conjunto de ações da Expressão Cultural voltadas à democratização do acesso à arte e ao fortalecimento da cena cultural do DF. O projeto reforça a importância de unir cultura e turismo, movimentando a cidade, valorizando artistas locais e promovendo encontros genuínos entre o público e o patrimônio cultural do Distrito Federal.


Serviço – Café com Samba na Torre de TV
Data: Sábado, 18 de outubro de 2025
 Horário: Das 9h às 15h
 Local: Torre de TV de Brasília – Eixo Monumental

Programação:
9h – Abertura: DJ Fagner
10h – Café com Samba e convidados
12h – Intervalo: DJ Fagner
13h – Café com Samba e convidados
15h – Encerramento

Convidados: Fernando Chaves, Dhi Ribeiro, Ana Cardoso, Kris Maciel e Milsinho
Dançarinas: Leka Bonifácil, Adê Mire e Ana Lídia
Entrada gratuita | Classificação livre

Terceira edição do Expo Favela Brasília leva empreendedores do DF para competição em São Paulo

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Além da oportunidade para empreendedores exporem seus negócios, o evento também promoveu amplo debate sobre inteligência artificial e atividades culturais 

A Expo Favela Innovation Brasília chegou à sua terceira edição, consolidada como a maior feira de negócios do 4º setor no Distrito Federal. No final de semana dos dias 11 e 12 de outubro, a Biblioteca Nacional foi o cenário para a conexão entre empreendedores, investidores, artistas e o público em geral.

Bruno Kessler, presidente da Central Única das Favelas (CUFA) no DF, que promove o evento, afirma que a edição de 2025 superou todas as expectativas. “Tivemos 50 empreendedores muito bem selecionados pelo time da Escola de Negócios, e nosso corpo de jurados foi muito qualificado. Com certeza, seremos muito bem representados em São Paulo pelos cinco negócios escolhidos”, comemora o presidente.

A Expo Favela Innovation Brasília é realizada por meio da parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), a Projeto S.A. e a CUFA-DF.

Inovação e negócios na feira

Das centenas de inscritos para participar como expositores, 50 foram selecionados para apresentar seus negócios durante os dias do evento.

Cleo Santana, sócia-diretora da Escola de Negócios da Favela — empresa responsável por cuidar do processo de seleção e preparo dos expositores do evento em todo o país — destacou a potência dos expositores do DF. “Para mim, o evento do DF vem, a cada ano, evoluindo. Outra coisa que observei — e não é algo só daqui — é que há empreendedores muito bons, mas que precisam trabalhar o pitch, que é, na verdade, o nosso grande desafio”, assinala Santana.

Os cinco finalistas do DF que vão participar da Expo Favela Brasil, em São Paulo, serão preparados pela Escola de Negócios da Favela, principalmente no pitch — termo que significa uma apresentação concisa e objetiva de um negócio, com o objetivo de vender algo a um público. Essa é uma habilidade fundamental quando o assunto é empreendedorismo. O evento nacional ocorre nos dias 29 e 30 de novembro.

Finalistas

Entre os negócios vencedores da edição do DF em 2025, estão: Ex-Devedor, liderado por Yuri Assim; Cachos Brasil, de Andréia Óliver; PIFF, de Igor Pereira Silva de Pinho; e Lela Spa, comandado por Lela Soares.

A grande vencedora da competição foi Natália Ofão, com o negócio Cuidados do Cerrado, que produz cosméticos naturais veganos, feitos com ingredientes do bioma, como pequi, copaíba, buriti e baru. Entre as diversas opções, há xampus, hidratantes para a pele, pomadas, escalda-pés e séruns.

“Um dos nossos diferenciais são as embalagens 100% sustentáveis, feitas de papel, que demoram apenas quatro meses para se decompor. As de plástico demoram 100 vezes mais”, explica a empresária.

Foi a primeira vez de Natália na Expo Favela e a segunda em que fez um pitch, motivo de nervosismo para a expositora. “Foi um momento de muita conexão e de muita conquista. Saber que a gente chegou aqui é valioso demais. Consegui também fazer networking e fazer com que outras pessoas, não só do DF, conhecessem os nossos produtos”, celebra Ofão.

A experiência de participar da Expo Favela também é enriquecedora para quem não ficou entre os cinco finalistas da competição. Romildo Nascimento, que levou o Rap Fashion pela primeira vez ao evento, destaca: “A experiência é incrível pelos contatos e pela oportunidade de conversar com as pessoas que já conhecem ou não o meu trabalho.”

Além da produção de peças para artistas como Tribo da Periferia, Beladonna e 3UmSó, a iniciativa também promove oficinas de confecção para comunidades de Ceilândia.

Mesas temáticas

Outro destaque do evento foram as mesas temáticas, que promoveram debates sobre empreendedorismo, economia criativa, inovação e responsabilidade social. O tema central deste ano foi a inteligência artificial (IA).

Especialistas deram contribuições valiosas sobre assuntos relacionados ao uso da ferramenta em pequenos negócios, na música, na produção de conteúdo na era digital, em políticas públicas e na TV 3.0.

A programação cultural trouxe apresentações renomadas e gratuitas para o público candango, como Dudu Nobre, RAPadura e Negra Flow.

Festival do Rio celebra sua 27ª edição e anuncia os vencedores do Troféu Redentor e do Prêmio Felix

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A cerimônia marcou a estreia da categoria de Melhor Figurino na Première Brasil e a volta do Prêmio do Público

Festival do Rio 2025 encerrou sua 27ª edição com a tradicional cerimônia de premiação no Cine Odeon – Centro Cultural Luiz Severiano Ribeiro, na noite deste domingo, dia 12. Foram revelados os ganhadores dos Troféus Redentor, da Première Brasil, e do Prêmio Felix, que juntos consagram o melhor do cinema nacional contemporâneo. Nesta edição, 48 filmes, entre longas e curtas-metragens, competiram nas mostras oficiais. O festival apresentou novidades, como a inclusão da categoria Melhor Figurino na competição principal e o retorno do Prêmio do Público, que elegeu os favoritos em Melhor Filme e Melhor Documentário da Première Brasil, além de Melhor Filme na mostra Novos Rumos. A cerimônia foi apresentada pelos atores Cleyton Nascimento e Luisa Arraes.

“Foi um ano muito especial, com salas cheias, encontros importantes de mercado, encontros amorosos de novos projetos” – disse a diretora do Festival Ilda Santiago em seu discurso no palco do Odeon. Depois de agradecer a todos os parceiros, acrescentou: “Quero agradecer aos juris, agradecer a todos que participaram e estiveram conosco ao longo desses onze dias. É uma rede de paixão pelo cinema. E um agradecimento especial ao público.”

A diretora do Festival Walkiria Barbosa complementou dizendo: “O RioMarket este ano foi histórico porque a gente vem de um processo de incluir, pela primeira vez na história do audiovisual brasileiro, do nosso setor dentro do Ministério do Comércio, com o programa da nova indústria do Brasil. E culminou com a presença do Ministério no RioMarket.”

Na edição de 2025, o Festival do Rio recebeu mais de 140 mil pessoas. O Festival do Rio é apresentado pelo Ministério da Cultura, Shell e Prefeitura do Rio. Tem patrocínio master da Shell através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e apoio especial da Prefeitura do Rio – por meio da RioFilme, órgão que integra a Secretaria Municipal de Cultura. Realização: Cinema do Rio e Ministério da Cultura / Governo Federal.

Votação internacional: mostras Expectativas e Première Latina em competição

O Festival do Rio ainda traz para este ano duas novas competições com o voto popular. Pela primeira vez, mostras internacionais são competitivas. A mostra Expectativas, que exibe do primeiro ao terceiro filme de diretores e diretoras, revelando novos talentos e vozes de diferentes partes do mundo, ganhou o Prêmio do Público Expectativas. O prêmio vai anunciar o preferido do público, bem como o segundo e o terceiro colocados. Dentre os três filmes mais bem votados, a TV Globo irá escolher um para aquisição dos direitos de distribuição na televisão aberta.

A parceria com a TV Globo para a aquisição de um filme internacional é inédita e marca mais um movimento do Festival do Rio para fortalecer o alcance e o interesse do cinema internacional independente no Brasil, em sintonia com a atuação da TV Globo ao longo dos seus 60 anos, e os 100 anos do Grupo Globo.

Já na mostra Première Latina, o vencedor da preferência do público ganhará automaticamente um acordo de aquisição dos direitos de TV Paga e VOD, oferecido pelo Telecine, parceiro e patrocinador do Festival do Rio e um dos principais canais de cinema no país.

Os vencedores pelo Voto Popular nas categorias Expectativas e Première Latina serão conhecidos no final desta semana, após o encerramento da votação, que segue durante o período do “Chorinho” – seleção de filmes que continuam sendo exibidos e votados até quarta-feira, dia 15.

Algumas falas dos vencedores

“Esse filme a gente fez num momento muito difícil e delicado da humanidade. Mas, de alguma forma, eu e ela aproveitamos a missão que nos foi dada, que é esse fazer arte, para conseguir comunicar esse momento e para eternizar a nossa mudança. Então esse filme é uma declaração, sim, de amor à minha mãe e ao padrão artístico e à fé que eu tenho na arte como transformação”, Leandra Leal. Leandra e sua mãe, Ângela Leal, são ganhadoras do Prêmio Especial do Juri da mostra Novos Rumos.

“Quero agradecer a todo mundo que trabalha no Festival. Mas principalmente ao pessoal da limpeza, que cuida dos espaços para assistirmos aos filmes com tudo limpinho. E agradecer à minha mãe que fez muita faxina para eu estar aqui.” Ana Flavia Cavalcanti, melhor atriz por Criadas, Première Brasil, mostra Novos Rumos.

“É incrível estar recebendo este prêmio. É um tema tão pouco retratado nas telas, então o Festival abrir espaço para atualizar nosso olhar sobre os ciganos. Espero que ele jogue uma luz sobre a cultura cigana e gere um processo empático.” João Borges, Melhor Direção por Espelho Cigano, Première Brasil mostra Novo Rumos.

“O Juri Popular é o melhor prêmio, porque é tocar o coração da nossa plateia. E quero agradecer à Paolla Oliveira, o filme não seria o mesmo sem ela. Ela entregou tudo e mostrou a grande atriz que é.” Diretora Clarissa Appelt, de Herança de Narcisa, Melhor Longa Metragem pelo Voto Popular, Première Brasil mostra Novos Rumos.

“É meu terceiro Festival do Rio, prazerzaço ser produtor de um filme com o primeiro diretor com deficiência intelectual. E isso é revolucionário.” Daniel Gonçalves, produtor. “Obrigado Festival, minha equipe e júri. É nós!”, Tiago Rubert Atala, diretor de Uma em Mil, Melhor Longa Metragem, Première Brasil, pela mostra Novos Rumos.

“Eu pedi para a minha equipe subir aqui porque este filme traz um sentido de coletividade. Agradecer, claro, à mamãe Madonna. Agradecer ao mestre Coutinho pela inspiração. É um filme muito independente, é incrível estar aqui”, Allan Ribeiro, por Copacabana 4 de Maio, Melhor Documentário, Prêmio Felix.

“Hoje no nosso país as forças conservadoras estão organizadas e nós precisamos resistir a isso. E uma coisa que é muito importante e guia nossos personagens é o espírito de desobediência. Cabe a nós abraçar isso e usar como uma afirmação”, Marcio Reolon diretor de Ato Noturno, Melhor Filme Brasileiro pelo Prêmio Felix e Melhor Roteiro pela Première Brasil.

“Minha mãe sofreu um AVC e está muito limitada. Mas quando fui selecionado para o Festival do Rio, eu contei e ela falou ‘oooo’ e fez assim com a mão. Pode parecer pouco, mas é o mundo. Ela era artista e abdicou da arte para me criar. Os filmes que faço são pornochanchadas, talvez o mais brasileiro e o mais esculhambado de todos os gêneros. Precisamos reconhecer a importância do gênero e recuperar essa história.” Fábio Leal, diretor de O Faz-Tudo, Melhor Curta-Metragem na Première Brasil; ao lado de Sebastiana, do diretor Pedro de Alencar, que disse: “Fiz o filme para o meu pai, que morreu quando eu tinha 7 anos. Eu frequentei o Festival do Rio desde os meus 16 anos. Então a pessoa que monta a programação do Festival é uma professora, queria agradecer muito à Ilda, à Walkiria, à Karen e toda a equipe de curadoria.

“Obrigada por incluir esta categoria, isso é gigante para a gente. Por mais visibilidade nos festivais e nas premiações. Este foi um filme muito desafiador. Foi maravilhoso poder colaborar para os personagens da Karine Telles e da Klara Castanho. Suzana Pires, muito obrigada pela sua generosidade. Quero dedicar este prêmio a todos os meus colegas figurinistas, este prêmio é nosso.” Renata Russo, por #SALVEROSA, Melhor Figurino

“Anos atrás, eu fui conversar com a Ilda (Santiago) e pedi: ‘Pelo amor de deus, Ilda, coloca esse prêmio para a nossa classe’. O Festival formou muita gente. Quando não tinha internet, só tínhamos acesso aos filmes através do festival. Eu amo este filme. A Tainá me chamou para assistir, ela nem me chamou para trabalhar, mas eu assisti e pedi para fazer.” Plínio Profeta, Melhor Trilha Sonora Original por Apolo, Première Brasil.

“Quero agradecer à Anne, que me entregou este roteiro e essas pequenas criaturas que tanto tocaram as pessoas ao longo do festival. É um trabalho conjunto entre profissionais de Brasília, Rio, São Paulo, Rio Grande do Sul. Obrigada por reconhecer a delicadeza desse filme e a beleza desse filme.” Claudia Andrade, melhor Direção de Arte da Première Brasil, por Pequenas Criaturas.

“Quero agradecer ao nosso diretor pela coragem e a direção tão sensível. E compartilhar tanta coisa da sua vida com a gente e o público. E agradecer a todos os profissionais do sexo que conheci durante a pesquisa, e contaram suas histórias, algumas de abuso e maus tratos, e essas histórias me atravessam até hoje.” Alejandro Claveaux, Melhor Ator Coadjuvante na Première Brasil por Ruas da Glória.

“Eu sou uma travesti preta e não poderia deixar de dedicar este prêmio às minhas ancestrais que não estão aqui mais, porque não tiveram as mesmas oportunidades que eu tive. E que a minha voz e a minha arte me façam percorrer a distância entre o dedo e a ferida. A arte me salvou!” Diva Menner, Melhor Atriz Coadjuvante na Première Brasil, por Ruas da Glória.

“Fazer documentário é uma paixão. Parabéns a todos os documentaristas presentes. Fazer Dona Onete – Meu Coração Neste Pedacinho Aqui veio do meu desejo de encontrar Dona Onete e falar dessa mulher livre, criativa e profundamente brasileira. Quero agradecer a todos porque filme se constrói junto. E agradecer à Dona Onete por ser essa força da natureza que encanta com a sua música. Viva o Pará, e viva Dona Onete!”. Mini Kerti, diretora de Dona Onete – Meu Coração Neste Pedacinho, Melhor Documentário na Première Brasil.

“Quero agradecer à Gi por ter topado dirigir esse filme que trata da vida dela, e das pessoas que estão aqui, e dos seis que ainda estão presos pela Justiça Militar. A gente não quer mais a Garantia de Lei e da Ordem nas favelas. A gente não quer só anistia. A gente exige reparação e Justiça.” Natasha Neri, diretora, por Cheiro de Diesel, Prêmio Especial do Juri e Melhor Longa Documentário pelo Voto Popular da Première Brasil. E Gizele Martin, diretora do mesmo filme: “Eu sou comunicadora da Favela da Maré, e estou muito feliz por levar este prêmio para as minhas vielas, para as ruas que anos atrás estavam com tanques de guerra. Eu fui censurada e hoje estou levando um prêmio para a Maré. Viva a favela! Não queremos tanques de guerra nas ruas e vielas das nossas favelas.”

“Sou uma mulher indígena, sergipana, trans… receber este prêmio é muito significativo, especialmente por eu ter uma família linda. Ter estado num set repleto de pessoas trans foi muito importante. Eu sou atriz, cantora e nós queremos trabalhar. Nos contratem, nós também precisamos contar nossa história.” Isis Broken, diretora.

Klara Castanho, Melhor Atriz da Premiêre Brasil por #Salverosa. Depois de agradecer ao time do filme, a atriz diz: “Já que foi citada aqui Fernanda Torres, quero dizer: ‘A vida presta’.”

“Quero agradecer a essas duas pessoas que acreditam no desejo e me trouxeram aqui. Eu sempre escutei os meus desejos e acho que, pelo visto, vou continuar seguindo os meus desejos.”Gabriel Faryas, Melhor Ator da Première Brasil, por Ato Noturno.

“Coração das Trevas é um filme de animação e é muito importante um filme de animação estar num festival de cinema, para quebrar esse paradigma de que animação é coisa para criança. E para a gente ter um pouco mais de investimentos neste gênero. E eu quero dedicar este prêmio também a todo mundo que subiu neste palco, tanta gente bonita contando histórias lindas neste palco, eu dedico este prêmio a vocês também.” Rogério Nunes, Melhor Direção da Première Brasil, Longa Ficção, por Coração das Trevas.

“É o filme mais importante da noite, a que eu mais queria ganhar. Este filme a gente fez sendo feliz, e sabíamos.” Mara Lobão produtora do longa de ficção #Salverosa, Melhor Longa de Ficção pelo Voto Popular. “Há 15 anos, eu ganhei um premio pelo voto popular aqui no Festival do Rio, por Positivas, e isso mudou minha vida. Então este prêmio tem muita relevância. Fico muito feliz por esse reconhecimento.” Suzanna Lira, diretora do longa ficação #Salverosa, Melhor Longa de Ficção pelo Voto Popular.

“Esse filme é um roteiro meu, dedicado a minha mãe, trabalhado sobre as minhas vivências. Um olhar para a infância e para a maternidade. Quero dedicar esse prêmio às minhas duas filhas, que aturaram a ausência da mãe para eu finalizar esse filme. Muito obrigada”. Anne PinheiroGuimarães, diretora de Pequenas Criaturas, Melhor Longa Ficção da Première Brasil.

Conheça os Vencedores

PREMIÈRE BRASIL

Melhor Longa-Metragem de Ficção

PEQUENAS CRIATURAS, de Anne Pinheiro Guimarães

Empresa Produtora: BANANEIRA FILMES

Melhor Longa-Metragem Documentário

APOLO, de Tainá Müller e Ísis Broken

Empresa Produtora: CAPURI

Melhor Curta-Metragem

SEBASTIANA, de Pedro de Alencar

Empresa Produtora: TERRA BRUTA e CÉU E SANGUE FILMES

e O FAZ-TUDO, de Fábio Leal

Empresa Produtora: CASA LÍQUIDA

Melhor Direção de Ficção

ROGÉRIO NUNES, por Coração das Trevas

Melhor Direção de Documentário

MINI KERTI, por Dona Onete – Meu Coração Neste Pedacinho Aqui

Melhor Ator

GABRIEL FARYAS, por Ato Noturno

Melhor Atriz

KLARA CASTANHO, por #SalveRosa

Melhor Ator Coadjuvante

ALEJANDRO CLAVEAUX, por Ruas da Glória

Melhor Atriz Coadjuvante

DIVA MENNER, por Ruas da Glória

Melhor Roteiro

FILIPE MATZEMBACHER e MARCIO REOLON, por Ato Noturno

Melhor Montagem

ANDRÉ FINOTTI, por Honestino

Melhor Fotografia

LUCIANA BASEGGIO, por Ato Noturno

Melhor Direção de Arte

CLAUDIA ANDRADE, por Pequenas Criaturas

Melhor Figurino

RENATA RUSSO, por #SalveRosa

Melhor Som

ARIEL HENRIQUE e TALES MANFRINATO, por Love Kills

Melhor Trilha Sonora Original

PLÍNIO PROFETA, por Apolo

Prêmio Especial do Júri

CHEIRO DE DIESEL, de Natasha Neri e Gizele Martins

Empresas Produtoras: AMANA CINE e BARACOA FILMES

PREMIERE BRASIL – NOVOS RUMOS

Melhor Curta-Metragem

PONTO CEGO, de de Luciana Vieira e Marcel Beltrán

Empresa Produtora: CINEMA INFLAMÁVEL

Menção Honrosa para OS ARCOS DOURADOS DE OLINDA, de Douglas Henrique

Melhor Longa-Metragem

UMA EM MIL, de Jonatas Rubert e Tiago Rubert

Empresa Produtora: ATALA

Melhor Direção

JOÃO BORGES, por Espelho Cigano

Melhor ator

MÁRCIO VITO, por Eu Não Te Ouço

Melhor atriz

ANA FLAVIA CAVALCANTE E MAWUSI TULANI, por Criadas

Menção Honrosa de melhor atriz para DOCY MOREIRA, por Espelho Cigano

Prêmio Especial do Júri

ÂNGELA LEAL e LEANDRA LEAL, por Nada a Fazer

FELIX

Melhor Filme Brasileiro

ATO NOTURNO, de Marcio Reolon e Filipe Matzembacher

Empresa Produtora: AVANTE FILMES

Melhor Filme Internacional

A SAPATONA GALÁCTICA (Lesbian Space Princess), de Leela Varghese e Emma Hough

Hobb

Empresa Produtora: WE MADE A THING

Distribuidora: SYNAPSE

Melhor Documentário

COPACABANA, 4 DE MAIO, de Allan Ribeiro

Empresa Produtora: ACALANTE FILMES

Prêmio Especial do Júri

ME AME COM TERNURA (Love Me Tender), de Anna Cazenave Cambet

Empresa Produtora: NOVOPROD CINÉMA

Distribuidora: IMOVISION

VOTO POPULAR

Melhor Longa Ficção (pelo Júri Popular): #SalveRosa, de Suzanna Lira.

Melhor Longa Documentário (pelo Júri Popular): Cheiro de Diesel, de Natasha Neri e Gizele Martins.

Melhor Longa da mostra Novos Rumos (pelo Júri Popular): Herança de Narcisa, de Clarissa Appelt e Daniel Dias.

Sobre o júri do Festival do Rio 2025

PREMIÈRE BRASIL 

Eric Lagesse – Presidente do Júri: Distribuidor, agente de vendas e produtor francês. Presidente da Pyramide, uma das principais distribuidoras independentes da França. Com foco em “filmes de autor”, lança cerca de 15 títulos por ano e promove produções de jovens diretores internacionais e também consagrados como Mohamad Rasoulof, Céline Sciamma e Andrei Zviaguintsev.

Carolina Kotscho: Autora, diretora e produtora, sócia fundadora da Loma Filmes. Escreveu os roteiros de sucessos como 2 Filhos de Francisco, Flores Raras e Hebe – A Estrela do Brasil. Foi autora titular da Globo por 13 anos, onde escreveu as séries A Teia, Supermax, Hebe e a 2° temporada de Aruanas. Foi eleita presidente da AC e da ABRA em três mandatos.

Claudia Kopke: Figurinista premiada, criou figurinos para os filmes Que Horas Ela Volta?, Tropa de Elite e o internacionalmente reconhecido Ainda Estou Aqui, entre outros. Com trabalhos no cinema, TV, teatro, ópera e dança, é referência nacional e nova membra da Academia do Oscar.

Elena Manrique: Nasceu em Madri em 1965. Teve uma longa carreira como produtora executiva, tendo trabalhado em filmes como O Labirinto do Fauno, O Orfanato e Azul é a Cor Mais Quente. Dirigiu vários curtas-metragens e escreveu o longa Cidade Delírio. Fin de Fiesta marca sua estreia como diretora de longa-metragem.

Javier Garcia Puerto: Curador de cinema e vídeo, organizou exposições, programas e participou como jurado em diversos festivais ao redor do mundo. Desde 2011, é programador do Festival Tallinn Black Nights e consultor para os países de língua espanhola. É também cofundador e diretor artístico do REC | Festival Internacional de Cinema de Tarragona.

Luciana Bezerra: Diretora, roteirista, atriz e sócia do Grupo Nós do Morro. Atuou como pesquisadora de elenco do filme Cidade de Deus. Dirigiu o premiado curta Mina de Fé, o episódio “Acende a luz” no filme 5x Favela, Agora por nós mesmos, os documentários O Porto do Rio e 7 cortes de cabelo no Congo, e o longa de ficção A Festa de Léo.

Paula Astorga: Produtora e consultora de projetos audiovisuais, dirigiu a Cineteca Nacional do México de 2010 a 2014. Pelo trabalho na promoção da cultura audiovisual, recebeu a condecoração da Ordem das Artes e Letras pelo governo francês. É diretora-executiva do Seminário Público e Audiências do Futuro FICUNAM e ensina na Universidade CENTRO no México.

PREMIÈRE BRASIL – COMPETIÇÃO NOVOS RUMOS

Beth Formaggini – Presidenta do Júri: Dirigiu os longas Memória para Uso Diário, melhor filme pelo júri popular do Festival do Rio, Xingu Cariri Caruaru Carioca, melhor filme do In-Edit e Pastor Cláudio, melhor filme no Festival de Vitória, as séries Sopro e Memória da Mídia e o premiado curta Família Ilustre. Colaborou com Eduardo Coutinho e sobre ele realizou o filme Apartamento 608.

Davi Pretto: Escreveu e dirigiu os longas Castanha, que estreou na Berlinale Forum e foi eleito Melhor Filme na mostra Novos Rumos do Festival do Rio; Rifle, também exibido na Berlinale Forum e ganhador do prêmio da crítica no Festival de Brasília; e Continente, exibido na competição do Festival de Sitges, e vencedor de Melhor Direção na mostra Novos Rumos do Festival do Rio.

Lucas H. Rossi: Realizador e produtor, sócio-diretor da Baraúna Filmes. Seus curtas somam mais de 300 seleções em festivais e cerca de 40 prêmios. Seu longa Othelo, O Grande ganhou Melhor Documentário no Festival do Rio e foi premiado em diversos festivais internacionais. Atualmente, atua como diretor de produção dos documentários do Afroreggae.

Rafael Sampaio: Produtor, curador e fundador da produtora Klaxon Cultura Audiovisual onde produziu e coproduziu filmes como Diz a Ela que me Viu Chorar (2019), de Maíra Bühler, Fiebre (2022), de Elisa Eliash, e Zafari (2024), de Mariana Rondón. É criador e diretor do BrLab desde 2011 e também coordena outros espaços de formação e desenvolvimento de projetos.

Thalita Carauta: Atriz carioca, transita brilhantemente da comédia ao drama. Na Globo, deu vida à emblemática Janete no humorístico Zorra Total, e participou de novelas de sucesso como Todas as Flores e Mania de Você e da série Segunda Chamada. No cinema, atuou em filmes como S.O.S. Mulheres ao Mar, Duas de Mim, O Lobo Atrás da Porta, O Silêncio da Chuva e Os Sapos.

PRÊMIO FELIX

Franck Finance-Madureira – Presidente: Jornalista e crítico de cinema francês, administra o FrenchMania, site dedicado ao cinema francófono, e escreve para a Têtu, principal mídia LGBT+ francesa. É presidente e fundador do Queer Palm, criado por ele em 2010 em Cannes, e do Queer Palm Lab.

Carolina Durão: Diretora Geral da série Rensga Hits! do Globoplay. Seu longa Doce Família chegou ao Top 10 Global de língua não-inglesa da Netflix. Dirigiu o especial Feliz Ano Novo… de Novo na Amazon e a série A Vila no Multishow. Vai lançar a comédia Um Pai em Apuros nos cinemas.

Chica Andrade: Diretora, produtora e atriz. Co-dirigiu a série Segura Essa Pose e integra a rede de talentos Firelight Media. Participou do programa Sundance Trans Possibilities. É atualmente consultora de projetos da Warner Bros e dirige o longa documental House of Hilton.

Hedu Carvalho (em drag, Dudakoo): Idealizador do Cine Drag, evento que promove o resgate e a celebração da história do cinema queer. Graduado na UFRJ, estruturou a carreira com foco na diversidade e no ativismo LGBTQIA+ através da cultura, tanto no cinema quanto no mercado editorial.

Sobre o Festival do Rio

Festival do Rio é apresentado pelo Ministério da Cultura, Shell e Prefeitura do Rio. Tem patrocínio master da Shell através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, e apoio especial da Prefeitura do Rio – por meio da RioFilme, órgão que integra a Secretaria Municipal de Cultura. Realização: Cinema do Rio e Ministérioda Cultura / Governo Federal.

Sobre a Shell Brasil

Há 112 anos no país, a Shell Brasil é uma companhia de energia integrada, com participação nos setores de Petróleo e Gás, Soluções Baseadas na Natureza, Pesquisa & Desenvolvimento e Trading, por meio da comercializadora Shell Energy Brasil. A companhia está presente ainda no segmento de Biocombustíveis por meio da joint-venture Raízen, que no Brasil também gerencia a distribuição de combustíveis da marca Shell. A Shell Brasil trabalha para atender à crescente demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmente responsável, avaliando tendências e cenários para responder ao desafio do futuro da energia.

Para imagens e trailers:

Em breve, as fotos e os trailers dos filmes estarão no site do festival. Para acessá-los, entre no site do Festival, busque à direita na tela o filme que interessa à você. Na página do filme, você pode fazer o download das fotos clicando com a tecla direita do mouse, ou acessar o trailer hospedado no Youtube na aba trailer. Para fotos de cobertura de eventos, tapete vermelho e outros, acesse este link.

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Debate antirracista com os escritores Eliana Alves Cruz e Paulo Scott pelo Sempre um Papo na CAIXA Cultural dia 15/10

Eliana Alves Cruz foto Fernando

Sempre um Papo recebe Eliana Alves Cruz e Paulo Scott em debate sobre literatura e antirracismo

O projeto Sempre um Papo promove mais um encontro especial no Teatro da CAIXA Cultural Brasília reunindo dois dos mais relevantes escritores da literatura brasileira contemporânea: Eliana Alves Cruz, que lança o romance “Meridiana” (Companhia das Letras), e Paulo Scott, autor de “Marrom e Amarelo”, que apresenta sua nova obra, “Direito Constitucional Antirracista” (Editora Revista dos Tribunais). O jornalista Matheus Leitão fará a mediação do debate.

O encontro acontece no dia 15/10, quarta-feira, às 19h30. A entrada é gratuita, num patrocínio da CAIXA/ Governo Federal e apoio cultural da Emgea, via Lei Rouanet do Ministério da Cultura. A classificação indicativa é 14 anos, e os ingressos ficam disponíveis uma hora antes do início do evento.

No encontro, a conversa se debruça sobre as urgências do presente a partir da literatura e da crítica social. “Meridiana”, novo livro de Eliana Alves Cruz, entrelaça memória, afetos e ancestralidade para narrar resistências e silenciamentos que moldaram o Brasil. Já “Direito Constitucional Antirracista”, de Paulo Scott, propõe uma reflexão contundente sobre como a prática jurídica pode e deve enfrentar o racismo estrutural, articulando teoria, militância e vivências.

“Meridiana”, de Eliana Alves Cruz

“Meridiana” narra, com prosa ao mesmo tempo leve e precisa, a ascensão social de uma família negra — com o sonho de sair da favela e ingressar na classe média encarnado nos personagens Aurora e Ernesto, que desejam criar filhos “prósperos, exemplares e respeitados pela melhor sociedade” — e o alcançam. A autora apresenta múltiplas perspectivas: cada membro da família (mãe, pai, filhos e filha) relata sua própria trajetória em primeira pessoa, revelando como cada vivência faz parte de uma travessia singular. Ao entrelaçar essas vozes, Eliana Alves Cruz constrói um retrato caleidoscópico e sensível das tensões e conquistas de três gerações de um Brasil negro marcado por desigualdades, mas também pela possibilidade de passagem, reconhecimento e continuidade.

“Direito Constitucional Antirracista”, de Paulo Scott

Nesta obra ensaística, Paulo Scott convida o leitor a olhar o direito constitucional brasileiro sob uma perspectiva racial crítica e transformadora. Utilizando um diálogo transdisciplinar que atravessa Direito, Sociologia, Psicologia e Literatura, o autor defende o Protocolo para Julgamento com Perspectiva Racial 2024, instituído pelo Conselho Nacional de Justiça, como um marco normativo essencial na consolidação de uma tutela de direitos mais inclusiva e equitativa. O livro ilumina as complexidades do racismo sistêmico e traça caminhos inovadores para seu enfrentamento jurídico e social, tornando-se leitura indispensável para profissionais do Direito, acadêmicos e qualquer pessoa interessada na construção de uma justiça social efetiva.

Eliana Alves Cruz nasceu no Rio de Janeiro e se tornou uma das vozes mais potentes da ficção brasileira recente. Autora de “Água de Barrela” (Prêmio Oliveira Silveira da Fundação Palmares), “O Crime do Cais do Valongo”, “Nada Digo de Ti, que em Ti não Veja” e “Solitária”, ela tem sua obra marcada pela investigação histórica e pela valorização da memória afro-brasileira.

Paulo Scott, escritor gaúcho radicado no Rio de Janeiro, é autor de romances, ensaios e poesia. Seu livro Marrom e Amarelo foi finalista do Prêmio Jabuti e venceu o Prêmio Machado de Assis da Biblioteca Nacional, tornando-se referência ao abordar o racismo e as complexidades das identidades no Brasil. Além da literatura, atua como advogado e professor, integrando de forma crítica sua experiência no campo jurídico ao debate público.

Matheus Leitão, o mediador da conversa, Matheus Leitão, é especializado em jornalismo investigativo pela Universidade de Berkeley, na Califórnia. Em 23 anos de carreira como jornalista, trabalhou em diversos veículos de imprensa, como Correio Braziliense, Folha de S.Paulo, Rádio Globo e Portal G1. Atualmente, é colunista da revista Veja. Venceu as mais importantes distinções de jornalismo da América Latina como os prêmios Esso, Embratel, Vladimir Herzog e o SIP, da Sociedade Interamericana de Imprensa. É também autor do livro “Em nome dos pais” (Editora Intrínseca), que deu origem ao documentário homônimo exibido pela HBO.

Sempre um Papo na CAIXA em 2025

Ao longo de 2025, o Sempre um Papo, trouxe ao Teatro da Caixa Brasília alguns dos nomes mais expressivos da literatura e do pensamento contemporâneo, em encontros onde estiveram presentes Itamar Vieira Jr., Ailton Krenak, Bianca Santana, Fabricio Carpinejar, além da mesa especial com Ana Maria Gonçalves e Valter Hugo Mãe, e a participação extraordinária de Jamil Chade. A programação segue com José Miguel Wisnik, em 1º de outubro, e logo depois com Paulo Scott e Eliana Alves Cruz, no dia 15, destacando obras que provocam reflexões profundas sobre racismo e memória. Para encerrar o ano, em 26 de novembro, a aguardada presença de Conceição Evaristo promete coroar a série com sua escrita potente e necessária, reafirmando o compromisso do projeto em promover encontros inesquecíveis entre autores e leitores.

Sempre Um Papo – 39 anos

Criado em 1986, o Sempre Um Papo é um projeto cultural que realiza encontros entre importantes nomes da literatura e personalidades nacionais e internacionais com o público, ao vivo, em auditórios e teatros. Ao longo de sua trajetória, o projeto já aconteceu em 30 cidades e promoveu mais de 8 mil eventos, que reuniram um público superior a 2 milhões de pessoas.

O canal no YouTube do Sempre Um Papo contém mais de 1.600 programas de uma hora cada, constituindo-se no maior e mais relevante acervo virtual da literatura brasileira. Além dos debates, seminários e cursos completam o rol de exibições, que hoje registra quase 9 milhões de visualizações.

Serviço
Sempre um Papo com Eliana Alves Cruz e Paulo Scott

Dia 15/10, quarta-feira, às 19h30

Teatro da CAIXA Cultural Brasília

Entrada gratuita, com retirada de ingressos 1h antes do evento

Informações: https://sempreumpapo.com.br/

@sempreumpapo