Categoria: Cultura, Entretenimento

Projeto sobre patrimônios e identidades de Taguatinga inicia maratona de encontros com a comunidade local dia 10/04

Só Taguá Tem sai em busca dos traços culturais, hábitos, saberes e fazeres que definem o pertencimento à comunidade de Taguatinga/DF

Diálogos com a comunidade de Taguatinga serão a base estruturante de um documentário sobre os patrimônios da cidade, além de fomentar atividades voltadas ao público escolar durante a Semana do Patrimônio, no mês de agosto 

Iniciativa do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan e do Instituto SOMA Cidadania Criativa, fomentada por emenda parlamentar do gabinete do deputado federal Reginaldo Veras, o projeto Só Taguá Tem se apresenta como uma jornada de imersão, reconhecimento e valorização dos patrimônios da cidade de Taguatinga. Para iniciar os trabalhos, o projeto convida toda a comunidade taguatinguense a participar de quatro diálogos com a comunidade, que acontecerão entre 10 e 28 de abril de 2025, no Centro Cultural SESI Taguatinga, Galeria Olho de Águia, Invenção Brasileira e Paróquia Nossa Senhora de Fátima. 

Realizados em diferentes pontos da cidade, garantindo a participação de diversos setores da sociedade, os diálogos visam identificar, valorizar e divulgar os patrimônios imateriais/materiais, heranças culturais e legados históricos da região, fortalecendo a identidade local e promovendo a preservação da memória coletiva. Com o objetivo de ouvir moradores, estudantes, professores, comerciantes, feirantes, artistas, lideranças comunitárias e interessados, os diálogos serão um espaço aberto para compartilhar histórias, hábitos, tradições e tudo aquilo que faz de Taguatinga um lugar único. 

Ao longo de 10 meses, o projeto se divide em quatro fases conectadas a diferentes públicos desta Região Administrativa, sendo a primeira delas, os diálogos comunitários, voltados à escuta. Após esta fase, o projeto prevê também a produção de uma campanha de conteúdos de redes sociais e mini-documentário sobre os patrimônios locais, a realização de atividades voltadas ao público escolar durante a Semana do Patrimônio no DF (18 a 22 de agosto) e uma atividade final de exibição do filme produzido junto à comunidade; tudo tendo como base o que a própria comunidade relatar como patrimônios fundamentais de Taguatinga.

Para esta primeira fase, cada encontro espera reunir pelo menos 30 participantes, garantindo uma pluralidade de ideias nas discussões. O primeiro encontro acontece na quinta-feira, dia 10 de abril, às 19h, na Sala de Exposição do Centro Cultural SESI Taguatinga. No dia 22, a segunda roda de conversa acontece na conversa será na Galeria Olho de Águia, às 10h. O terceiro encontro, realizado no sábado, dia 26, ocorre também às 10h, no Instituto Invenção Brasileira, localizado no Mercado Sul. Por fim, na segunda-feira, 28, às 14h, é a vez da Paróquia Nossa Senhora de Fátima receber a quarta e última atividade desta etapa. 

As atividades são todas gratuitas e não é necessário realizar inscrição prévia. Ao final dos encontros, um lanche será oferecido para criar um espaço descontraído de trocas entre os participantes.

SÓ TAGUÁ TEM NO IPHAN

No Brasil, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), vinculado ao Ministério da Cultura, é o responsável pela preservação do Patrimônio Cultural Brasileiro, que, segundo a Constituição, inclui expressões culturais, saberes, edificações, documentos e sítios históricos, ecológicos e científicos. A catalogação e a proteção ocorrem em parceria com as comunidades. O patrimônio cultural brasileiro pode ser classificado, entre outras, em quatro categorias : Material (construções e objetos históricos), Imaterial (celebrações, formas de expressão e saberes), Arqueológico (vestígios humanos de ocupação do planeta) e Mundial (bens reconhecidos pela UNESCO).

A iniciativa do Só Taguá Tem é apenas o primeiro passo para a documentação, a sistematização e a valorização coletiva dos tesouros de Taguatinga. Participar desta ação é uma oportunidade de valorizar as memórias de Taguatinga, fortalecer a identidade cultural da comunidade, contribuir para um documentário que será exibido em escolas e eventos culturais, e fazer parte de um movimento de preservação do patrimônio imaterial da cidade. O Só Taguá Tem é um convite para que cada taguatinguense se reconheça na sua própria história e participe ativamente da construção de um legado cultural para as futuras gerações.

Para mais informações e para acompanhar o projeto, acesse o instagram do projeto.

Praça do Relógio, foto Agência Brasilia

SERVIÇO – PROJETO SÓ TAGUÁ TEM
O que: Primeira etapa – Diálogos Comunitários
Público-alvo: Moradores, estudantes, professores, comerciantes, feirantes, artistas, lideranças comunitárias, representantes de instituições culturais e demais pessoas interessadas
Datas e locais:

10/04 (quinta-feira), às 19h – SESI Taguatinga (QNF 24 – Taguatinga Norte)

22/04 (terça-feira), às 10h – Galeria Olho de Águia (CNF 1, Ed. Praiamar, Bl. D, Loja 12 – Taguatinga Norte)

26/04 (sábado), às 10h – Invenção Brasileira (QSB 12/13, Mercado Sul)

28/04 (segunda-feira), às 14h – Paróquia Nossa Senhora de Fátima (Área Especial 03, St. D Sul)

Mais informações: instagram.com/sotaguatem
Gratuito e aberto

Mudança de local: Prêmio Jorge Laffond homenageia destaques LGBTQIA+ nesta sexta (4)

Evento foi transferido do Teatro Nacional, que precisa passar por manutenção em seu palco, para o Museu Nacional da República. Evento celebra nomes como Liniker, Leci Brandão, Raphael Montes e Renan Quinalha

O coletivo Distrito Drag apresenta no dia 4 de abril, a partir das 19h30, o Prêmio Jorge Laffond. Personalidades, entidades, projetos, grupos e aliados da comunidade LGBTQIA+ recebem a homenagem. Anteriormente marcado para o Teatro Nacional, a cerimônia foi transferida para o auditório do Museu Nacional da República. O motivo é a manutenção iniciada no palco do teatro. Os ingressos para a cerimônia são gratuitos e podem ser retirados pela plataforma Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/premio-jorge-laffond-2025/2889532)

Além da entrega dos prêmios em 21 categorias, o roteiro inclui performances da Casa de Laffond, da drag queen Naomi Leaks e da cantora Talíz. O projeto é realizado com fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF). 

Em sua quinta edição, o Prêmio Jorge Laffond homenageia personalidades como as cantoras Liniker, na categoria música; Leci Brandão, na categoria orgulho; o autor Raphael Montes (Beleza Fatal – Max), na categoria cinema e audiovisual; o advogado e ativista Renan Quinalha, na categoria narrativas dissidentes; e Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF).

Registrar a memória LGBBTQIA+ por meio do reconhecimento a quem contribui diretamente para a cultura, política e outras áreas é o que motiva a produção do prêmio. “Para nós, o Prêmio Jorge Laffond é uma forma não somente de agradecer aos premiados por seus incríveis trabalhos prestados, como também de incentivar que mais artistas, ativistas e entidades se empenhem em lutar por causas relevantes”, define Victor Baliane, que assina a direção artística do prêmio.

Nesta edição, a premiação segue com a missão de potencializar a luta e as conquistas da população LGBTQIA+, expressa em vertentes artísticas, políticas e de visibilidade. “Jorge Laffond foi um dos nossos que contribuiu muito com sua força artística e de resistência. Inspirados por ele, queremos ver mais e mais pessoas LGBTQIA+ e aliadas com suas trajetórias reconhecidas e celebradas”, destaca Ruth Venceremos, uma das diretoras do Distrito Drag.

Em edições anteriores, o Prêmio Jorge Laffond, já homenageou personalidades como Maria Gadú, Erika Hilton, Bianca Dellafancy, Marcinha do Corintho, Keila Simpson, Ivan Baron, Symmy Larrat, Margareth Menezes, Diego Martins e Amaury Lorenzo. 

Veja a lista dos homenageados do Prêmio Jorge Laffond 2025:

Arte transformista: Ginger Mc.Gaffney (DF)

Cultura Ballroom: Ursula (DF)

Narrativas dissidentes: Renan Quinalha (SP)

Cinema e Audiovisual: Raphael Montes (RJ)

Artes Visuais: Rafael da Escóssia (DF)

Comunicação: Daniel Adjuto (DF)

Orgulho: Leci Brandão (RJ)

História e Memória: Documentário: Um Salto Alto – A História da Arte Transformista do Distrito Federal

Militância LGBTQIA+: Lucci Laporta (DF)

Moda e Beleza: Fernando Lackman (DF)

Música: Liniker (SP)

Parlamentar aliado/a: Max Maciel (DF)

Parlamentar LGBTQIA+: Daiana Santos (RS)

Produção Cultural: Ava Scherdien (DF)

Iniciativa Cultural: Bloco Baile da Piki (DF)

Quem vê close não vê corre: Pagodão Delas (DF)

Políticas Públicas: Governo do Estado do Ceará

Drag revelação: GG Limona (DF)

Faz a diferença: Luís Roberto Barroso (PB)

Promoção e Defesa dos Direitos Humanos: Macaé Evaristo (MG)

Consultoria em Diversidade e Inclusão: Ricardo Sales (SP)

Foto divulgação

SERVIÇO

Prêmio Jorge Lafond

4 de abril, às 19h30

No Auditório do Museu Nacional da República (Setor Cultural Sul)

Entrada gratuita, com retirada de ingressos pelo link https://www.sympla.com.br/evento/premio-jorge-laffond-2025/2889532

Jornadas de alfabetização se transformam em roteiros próprios de cinema feitos por alunos de Ceilândia

Projeto une educação e cultura, proporcionando voz às histórias de jovens, adultos e idosos trabalhadores

Em Ceilândia, jovens, adultos e idosos trabalhadores estão tendo a oportunidade de aprender a ler e escrever enquanto contam suas próprias histórias por meio do cinema. Trata-se do projeto “Alfabetização e Linguagem do Cinema para Jovens, Adultos e Idosos Trabalhadores em Ceilândia e Adjacências”. Realizado pela Artecei Produções Culturais e Artísticas, com apoio do Centro de Educação Paulo Freire de Ceilândia (Cepafre), o projeto, com fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, atua como ferramenta de transformação social e empoderamento na vida de centenas de pessoas.

A partir de busca ativa realizada em pontos focais de Ceilândia realizada em fevereiro deste ano, os participantes puderam se matricular nas aulas de alfabetização e oficinas audiovisuais, onde são utilizados celulares e tablets para criar curtas-metragens sobre suas próprias vidas e experiências. “Mais do que ensinar letras, queremos que cada pessoa se veja como protagonista de sua história e perceba seu valor”, explica Pedro Lacerda, coordenador do Cepafre.

As aulas são realizadas quinzenalmente, sempre às quintas-feiras, às 19h, em quatro escolas espalhadas pela cidade: Turma 1 – CAIC Bernardo Sayão (QNN 28, Área Especial – Ceilândia Sul)03/04, 07/08, 02/10; Turma 2 – Escola Classe 47 P Sul:13/03, 10/04, 14/08 e 11/09; Turma 3 – CEF 34 (QNO 19, Conjunto B – Expansão do Setor O)20/03, 17/04, 15/05, 31/07, 21/08 e 18/09 e Turma 4 – CEM 12 (QNP 13 – Área Especial P Norte)27/03, 24/04, 22/05, 26/06, 28/08 e 25/09.

“O cinema tem um poder incrível de aproximar as pessoas e valorizar suas vivências”, afirma Rosângela Dantas, à frente da Artecei. “Essa iniciativa permite que os participantes se sintam representados, fortalecendo o sentimento de comunidade e inclusão.”

A conclusão das atividades será celebrada com uma cerimônia de certificação em 18 de outubro de 2025, marcando o reconhecimento de cada participante e destacando a importância da educação e da cultura na vida da comunidade.

Foto divulgação

Serviço:
Projeto Alfabetização e Linguagem do Cinema

Período: calendário letivo até outubro de 2025
Sempre às quintas-feiras, às 19h
Certificação: 18 de outubro de 2025

Turma 1 – CAIC Bernardo Sayão (QNN 28, Área Especial – Ceilândia Sul)
 07/08, 02/10
Turma 2 – Escola Classe 47 P Sul:
10/04, 14/08, 11/09
Turma 3 – CEF 34 (QNO 19, Conjunto B – Expansão do Setor O)
20/03, 17/04, 15/05, 31/07, 21/08, 18/09
Turma 4 – CEM 12 (QNP 13 – Área Especial P Norte)
27/03, 24/04, 22/05, 26/06, 28/08, 25/09

Longa “A Batalha da Rua Maria Antônia” chega aos cinemas

Com direção de Vera Egito e produção da Paranoïd, o filme estreia em 27 de março e revive o embate entre estudantes e forças da ditadura em outubro de 1968.

Foto divulgação

Dirigido e roteirizado por Vera Egito, com produção de Manoel Rangel, Egisto Betti e Heitor Dhalia o longa-metragem “A Batalha da Rua Maria Antônia” estreia nos cinemas no dia 27 de março, trazendo para as telas um dos episódios mais  marcantes da luta estudantil durante a ditadura militar. Produzido pela Paranoïd Filmes, com coprodução da Globo Filmes e distribuição da Imagem Filmes, o longa será exibido em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Recife, Belo Horizonte, Salvador e Brasília, entre outras cidades, após ter passado por importantes festivais e conquistado prêmios ao redor do mundo.

Na trama, Lilian (Pâmela Germano), estudante de Filosofia da USP, até então alheia às questões políticas da época, se vê repentinamente envolvida na violenta batalha entre universitários e agentes infiltrados da ditadura. O confronto, ocorrido em 2 de outubro de 1968, envolveu estudantes do Mackenzie alinhados ao Comando de Caça aos Comunistas (CCC) e ficou conhecido como a Batalha da Rua Maria Antônia. Mais do que retratar os conflitos políticos do período, o filme leva o espectador para dentro do prédio da USP, oferecendo um olhar humano e imersivo sobre a época e os impactos desse dia na vida dos estudantes que o vivenciaram.

“A obra é um convite à reflexão sobre a resistência da juventude diante de forças retrógradas. Tanto no filme quanto na história do país, a questão não é ganhar ou perder, mas sim resistir, como aqueles jovens resistiram no prédio da USP, mesmo diante da opressão do regime ditatorial”, explica Vera Egito, diretora e roteirista do longa. “A ditadura brutalizou crianças e adolescentes. A violência aconteceu, de fato, contra jovens desarmados, que não representavam uma ameaça real ao regime”, conclui.

”O filme lança um olhar sensível e agudo sobre a vida, a luta e os dilemas dos estudantes durante a ditadura militar. É pelas interações entre eles, e deles com os professores,  que compreendemos o clima sufocante da época e as escolhas feitas por milhares de brasileiros durante os anos de chumbo”, comenta o produtor Manoel Rangel. “O filme demonstra como é importante repelir com força as ameaças golpistas que o Brasil viveu recentemente”, enfatiza Rangel.

O elenco principal é formado por jovens atores, incluindo Pâmela Germano (Lilian), Castilho (Angela), Caio Horowicz (Benjamin), Julianna Gerais (Maria Helena) e Gabriela Carneiro da Cunha (Leda). O filme também conta com participações especiais do jornalista e biógrafo Fernando Morais, além das atrizes Clara Buarque e Valentina Herszage, que também integra o elenco de Ainda Estou Aqui.

“A Batalha da Rua Maria Antônia” foi exibido em diversos festivais nacionais e internacionais, sendo reconhecido com prêmios como Melhor Filme na Première Brasil do Festival do Rio (2023), Prêmio Fundos de Melhor Filme no SEMINCI Valladolid (2023), Melhor Longa-Metragem de Ficção (Escolha do Júri) no Festival de Atlanta (2024) e o Prêmio Especial do Júri no Panorama Coisas de Cinema (2024).

Sinopse

Outubro de 1968. Durante a ditadura brasileira, estudantes e professores do Movimento Estudantil enfrentam ataques do Comando de Caça Comunista vindos do outro lado da rua, um evento que ficou conhecido como ‘A Batalha dos Estudantes’, contada em 21 planos-sequência.

Sobre Vera Egito

VERA EGITO  é paulista e formada pelo Curso Superior de Audiovisual da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA – USP) e estudou roteiro na Escuela de Cine y Tv de San Antonio de los Baños em Cuba. Dirigiu os curtas “Espalhadas pelo Ar” que estreou no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro de 2007, já o Curta “Elo”, estreou na sessão especial da Semana da Crítica do Festival de Cannes de 2009. Colaborou no roteiro do longa-metragem “À Deriva” (2009), de Heitor Dhalia também exibido no festival de Cannes. Foi co-roteirista dos longas “Serra Pelada” (2013) de Heitor Dhalia, “Elis” (2016) de Hugo Prata, “Todas As Canções de Amor” (2018) de Joana Mariani, “Lilith” de Bruno Safadi e “ Urubus” de Claudio Borreli. Em 2016, Vera lançou seu primeiro longa-metragem como roteirista e diretora: “Amores Urbanos”, que estreou no Festival Internacional de Miami de 2016. Foi também chefe de sala de roteiro da 4ª temporada da série “Me Chama de Bruna”, da Fox Premium, no primeiro semestre de 2020, lançou a série “TODXS NÓS” da HBO Originals, projeto que é criadora, roteirista e diretora geral. Em 2023 lançou a série “Dois Tempos” pela Star Plus, como diretora geral. Vera também dirigiu videoclipes para diversos artistas brasileiros e como diretora de publicidade, entre 2010 e 2016, dirigiu mais de 30 filmes publicitários. Seu último longa-metragem “A Batalha da Rua Maria Antônia”, uma produção Paranoïd Filmes e Globo Filmes, recebeu o prêmio de Melhor Filme do Festival do Rio 2023 e estreia em março nas salas comerciais.

Sobre Manoel Rangel

MANOEL RANGEL é produtor, diretor executivo da Paranoid Filmes. Produziu a série DNA do Crime (Heitor Dhalia, Netflix, 2023 – top 10 em mais de 70 países), o filme e a série Grande Sertão (Guel Arraes, 2023 – melhor diretor no Tallin Black Nights Film Festival 2023, TV Globo), os filmes A Batalha da Rua Maria Antonia (Vera Egito, 2023 – melhor filme no Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro 2023), O Debate (Caio Blat, 2022), Quando Falta o Ar (Ana Petta e Helena Petta, 2021 – melhor documentário no Festival É Tudo Verdade 2022) e Dr. Gama (Jeferson De, 2021). Na Paranoid está à frente da área de negócios, desenvolvimento e produção de séries e filmes, com todas as principais plataformas de VoD e distribuidoras nacionais do mercado. Foi Diretor Presidente da ANCINE (2006/2017). Liderou o trabalho de formulação e aprovação da Lei 11.437/2006, que criou o Fundo Setorial do Audiovisual e da lei 12.485/2011, Marco Regulatório da TV paga que estabeleceu as cotas de produção brasileira na TV paga. Foi Assessor do Ministro Gilberto Gil e do Secretário do Audiovisual Orlando Senna. Foi Secretário Executivo da Conferência das Autoridades Cinematográficas Iberoamericanas – CAACI (2011/2017), organismo responsável pelos programas Ibermedia, Ibermedia TV e DOCTV América Latina. 


Sobre a Paranoïd Filmes

A Paranoïd é uma produtora audiovisual independente brasileira conhecida por audaciosos projetos de cinema, streaming, TV e publicidade. A Paranoïd se dedica à entrega de conteúdo criativo e de alta qualidade de imagem, atuando em todas as etapas, desde a criação ao lançamento, de séries e longas, ficcionais e não ficcionais, com as principais plataformas, programadores, canais, distribuidoras e colaboradores do mercado audiovisual.

No streaming, a Paranoïd teve produções de sucesso, como a série DNA DO CRIME  (2023), para a Netflix, que alcançou top 10 em mais de 70 países na semana de lançamento; a série O JOGO QUE MUDOU A HISTÓRIA (2024), com direção geral de Heitor Dhalia, para a Globoplay; TODXS, com a HBO (2020), direção de Vera Egito e Daniel Ribeiro, e a segunda temporada de ARCANJO RENEGADO (2022), direção de geral Heitor Dhalia, uma das séries mais assistidas da Globoplay. 

Entre alguns longas de seu portfólio, GRANDE SERTÃO (2024), adaptação cinematográfica do livro de Guimarães Rosa, com direção de Guel Arraes, o épico SERRA PELADA (2013), o documentário YOGA: ARQUITETURA DA PAZ (2017), TUNGSTÊNIO (2018) e ANNA (2020), dirigidos por Heitor Dhalia, AMORES URBANOS (2016), de Vera Egito, TODAS AS RAZÕES PARA ESQUECER (2018), de Pedro Coutinho, QUANDO FALTA O AR (2023), de Helena e Ana Petta. Todos os longas foram selecionados por festivais, lançados em cinemas, VOD e TV, no Brasil e internacionalmente. 

A Paranoïd está atualmente em preparação do longa CAPITÃO ADRIANO, com direção de Heitor Dhalia e em pós-produção do filme FUNK com direção de Aly Muritiba. Além disso, se prepara para lançar ainda em 2025 as séries MARIA E O CANGAÇO, com a Disney/StarPlus, TREMEMBÉ, com o Prime Video, DNA DO CRIME (2ª Temporada) e OS DONOS DO JOGO, ambas pela Netflix. e A BATALHA DA RUAMARIA ANTÔNIA, de Vera Egito, com lançamento comercial previsto para o primeiro semestre de 2025.

Sobre a Globo Filmes

Construir parcerias que viabilizam e impulsionam o audiovisual nacional para entreter, encantar e inspirar com grandes histórias brasileiras. É assim que a Globo Filmes atua desde 1998 como a maior coprodutora e uma das maiores investidoras do cinema brasileiro. Em 2023, completou 25 anos e chegou à marca de mais de 500 filmes no portfólio e mais de 260 milhões de público acumulado. Como produtora e coprodutora, seu foco é na qualidade artística e na diversidade de conteúdo, levando ao público o que há de melhor no cinema brasileiro: comédias, romances, infantojuvenis, dramas, aventuras e documentários. A filmografia vai de recordistas de público, como ‘Minha Irmã e Eu’ e ‘Os Farofeiros 2’, duas das maiores bilheterias nacionais pós-pandemia, ‘Tropa de Elite 2’ e ‘Minha Mãe é uma Peça 3’ – ambos com mais de 11 milhões de espectadores – a sucessos de crítica e público como ‘2 Filhos de Francisco’, ‘Marighella’, ‘Que Horas Ela Volta?’, ‘Pedágio’ e ‘Carandiru’, passando por longas premiados no Brasil e no exterior, como ‘Cidade de Deus’ – com quatro indicações ao Oscar – e ‘Bacurau’, que recebeu o prêmio do Júri no Festival de Cannes.  

Sobre a Imagem

A Imagem Filmes é uma empresa nacional que atua no mercado de entretenimento do país como distribuidora de filmes independentes. Comprometida com a qualidade e variedade de produções, a empresa trabalha nos segmentos de cinema e televisão, e é responsável pelo lançamento de grandes produções nacionais, onde destacam-se: “Mamonas Assassinas: O Filme”, “Turma da Mônica Jovem: Reflexos do Medo”, “Desapega!”, “Veneza”, “Carcereiros: O Filme” e “É Fada!”. Além das produções internacionais, como o premiado “VICE” e sucessos como “Os Mercenários 4”, “Pinóquio”, “Rambo: Até O Fim”, “A Bruxa dos Mortos: Baghead” e “Maria e João: O Conto Das Bruxas”.

Cineclube Maria Grampinho estreia projeto sobre cinemas negros e educação antirracista no Sertão Negro

Primeira sessão acontece no dia 22 de março com exibição de filmes e debate
sobre maternidade negra

No dia 22 de março, sábado, o Cineclube Maria Grampinho dá início ao projeto
“Cinemas Negros e Educação Antirracista”, com uma sessão especial no Sertão Negro – Ateliê e Escola de Artes, em Goiânia.
A programação tem início às 17h,
com a exibição de três curtas-metragens dirigidos por cineastas negras brasileiras, seguida de uma roda de conversa sobre maternidade.

A iniciativa busca promover debates sobre cinema negro e questões raciais por meio do audiovisual, valorizando a produção de realizadoras negras e ampliando a discussão sobre representatividade e narrativas antirracistas. O projeto será
realizado ao longo de 2025, com sessões mensais e atividades voltadas para o fortalecimento da educação antirracista por meio do cinema. A atividade é gratuita e aberta ao público.

Exibição de filmes e debate

Com curadoria de Ceiça Ferreira e Edileuza Penha de Souza, a sessão inaugural do Cineclube Maria Grampinho apresenta três curtas-metragens que abordam diferentes perspectivas da maternidade negra:

  • “Mãe não chora” (Carol Rodrigues e Vaneza Oliveira, SP, 2019, 20
    min) – Raquel trabalha na defensoria pública, mas não consegue entrar com um
    pedido de pensão contra o pai de seu filho.
  • “A Mulher Que Me Tornei” (Luciana Oliveira e Manoela Veloso
    Passos, SE, 2020, 6 min) – Um diálogo entre duas mães sobre a maternidade e suas transformações

• “Yá, me conte histórias” (Carine Fiúza, PE, 2020, 8 min) – Em casa, Elisa começa a sofrer os efeitos da pandemia. A hora de dormir já não é um bom momento desde que parou de sonhar, mas uma história contada por sua mãe a fará atravessar o oceano Atlântico.

Após a exibição, haverá uma roda de conversa com Ayah Akili Masani, mãe,pesquisadora e educadora popular, e Letícia Martins, bióloga. A partir das narrativas audiovisuais, o debate abordará as experiências e desafios damaternidade para mulheres negras.

Sobre o projeto

O projeto “Cinemas Negros e Educação Antirracista” será realizado entre março e setembro de 2025, com sessões temáticas que destacam o cinema negro como ferramenta de reflexão e transformação social. A iniciativa conta com recursos da Política Nacional Aldir Blanc, operacionalizada pelo Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Estado da Cultura.

Segundo Ceiça Ferreira, fundadora e diretora do Cineclube Maria Grampinho, a proposta é fortalecer o debate sobre representatividade e fomentar espaços de troca a partir do cinema.

“O Cineclube Maria Grampinho destaca os cinemas negros, em especial produção de mulheres negras, e promove conversas onde o audiovisual é uma ferramenta para sonhar outros mundos e imaginar novos horizontes possíveis”, afirma.

Foto divulgação

SERVIÇO: Cineclube Maria Grampinho – Sessão inaugural do projeto

“Cinemas Negros e Educação Antirracista”

Data: 22 de março (sábado).

Horário: às 17h (exibição de filmes e roda de conversa).

Local: Sertão Negro – Ateliê e Escola de Artes (Rua Goiazes, quadra P, Lote 9,

Loteamento Shangri-la, Goiânia/GO).

Entrada gratuita

Cine Brasília amplia para cinco as sessões especiais permanentes da programação e realiza quatro dessas sessões nesta Cine Semana de 20 a 26 de março

Além das já conhecidas Sessão Acessível e Sessão Atípica, agora o Cine também conta com a Sessão Contraturno, Sessão Família e a Sessão ao Meio-dia

Esta semana o Cine Brasília traz as estreias do documentário Milton Bituca Nascimento, da animação Deu Preguiça e do sci-fi Mickey 17

O Cine Brasília segue na missão de democratizar o acesso ao cinema com uma grade de programação cada vez mais plural e inclusiva. Além das já conhecidas Sessão Acessível e Sessão Atípica, a Sala Vladimir Carvalho passa a contar com três novas faixas permanentes ao longo do mês: Sessão Contraturno, Sessão Família e Sessão ao Meio-dia. A iniciativa busca atender à diversidade de públicos e rotinas daqueles que frequentam o espaço.

“Nós estamos sempre em busca de melhor adequar a grade de programação aos diferentes públicos que frequentam o cinema e dentro da diversidade de rotinas e de possibilidades que as pessoas possam ter para assistir aos filmes da programação regular. Pensando nisso, estamos implementando essas três faixas novas”, explica Sara Rocha, diretora geral do Cine Brasília.

A Sessão Contraturno, a última a ser criada, passa a ocupar as manhãs de sexta-feira, às 10h, com a exibição de um dos principais filmes da programação semanal. A proposta é atender especialmente o público adulto que tem as tardes e noites comprometidas com trabalho, estudo ou cuidados familiares e só dispõe das manhãs para uma ida ao cinema.

A Sessão Família acontece semanalmente aos domingos à tarde, trazendo um dos filmes infantis que tradicionalmente são exibidos nas manhãs do Cine, oferecendo às famílias a possibilidade de organizar sua rotina de maneira mais flexível e aproveitar o cinema em um horário que se encaixa melhor nas agendas das crianças e responsáveis.

Já a Sessão ao Meio-dia surge após um experimento bem-sucedido de sessões anteriores realizadas às 12h, como a exibição de O Auto da Compadecida 2, no início de fevereiro. Agora oficializada, essa sessão mensal passa a ocorrer na última quinta-feira do mês e é pensada para pessoas que possuem uma rotina de trabalho estruturada e encontram no intervalo do almoço a única oportunidade para uma ida ao cinema. Nela, será exibido um dos filmes em destaque na programação do Cine Brasília.

Nesta semana, quatro dessas sessões especiais estão na programação. No dia 21, a Sessão Contraturno exibe o aclamado filme de Walter Salles Ainda Estou Aqui, vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional. 

No sábado, 22, às 14h, ocorre a segunda Sessão Acessível de março, com o filme Kasa Branca, de Luciano Vidigal. A trama acompanha Dé, um jovem negro da periferia da Chatuba, no Rio de Janeiro, que enfrenta o desafio de cuidar de sua avó Almerinda, diagnosticada com Alzheimer em estágio terminal. Voltada para pessoas com deficiência , a sessão é gratuita e conta com recursos de acessibilidade de Libras e legendas descritivas projetadas na tela e audiodescrição no sistema de som da sala.

No domingo, 23, às 16h, a Sessão Família exibe o filme Flow, do diretor Gints Zilbalodis. Vencedor do Oscar de Melhor Animação, a história acompanha a aventura de um gatinho tentando sobreviver em um mundo submerso. Já na quarta, 26, é a vez da  Sessão Atípica exibir Flow, às 10h e às 14h. Direcionada para pessoas autistas e neurodivergentes, essa sessão conta com ingressos ao valor unitário de R$10. Durante a sessão a sala permanece com luz acesa, sistema de som mais baixo, ar condicionado em temperatura ambiente e é permitida a circulação pela sala.

A Sessão ao Meio-dia, por sua vez, passa a integrar oficialmente a programação permanente do Cine a partir do dia 27 de março.

ESTREIAS

Esta semana o Cine Brasília traz três estreias, com opções para todos os gostos, desde documentário musical a animação e ficção científica.

Milton Bituca Nascimento é um dos novos destaques do cinema nacional e apresenta ao público a trajetória de um dos maiores ícones da música brasileira. O documentário revela não apenas o alcance internacional da obra de Milton Nascimento, mas também a conexão íntima do artista com seu público ao longo da turnê de despedida. Dirigido por Júlia Moraes, o filme reúne depoimentos de nomes como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque, Mano Brown, Quincy Jones, Spike Lee e Paul Simon, celebrando a grandiosidade e a espiritualidade que atravessam a carreira do eterno Bituca.

Para as famílias e o público infantil, a animação Deu Preguiça estreia nesta quinta, com dublagem de Heloísa Périssé e sua filha, Tontom. A produção australiana conta a história de uma família de preguiças que, após perder o lar em uma tempestade, se aventura na cidade grande com seu food truck e um antigo livro de receitas. Em meio a muitas confusões e lições de união, os personagens terão que proteger suas tradições da ameaça de uma empresária gananciosa. 

A terceira estreia é Mickey 17, novo longa de ficção científica do diretor Bong Joon Ho, vencedor do Oscar com Parasita. Estrelado por Robert Pattinson, o filme narra a história de Mickey Barnes, um trabalhador designado a missões de risco extremo em que a própria morte faz parte do contrato. A produção mistura elementos de fantasia e crítica social, marca registrada do cineasta. 

EM CARTAZ

Destaques da semana passada, O Melhor Amigo  e Amizade seguem em cartaz. O Melhor Amigo, de Allan Deberton, conta com uma narrativa que celebra amores que retornam e sentimentos que nunca se foram. Ambientado na icônica Canoa Quebrada, no Ceará, o filme acompanha Lucas e Felipe, dois amigos de infância que se reencontram e redescobrem uma paixão adormecida. A produção faz parte da Sessão Vitrine Petrobras, com ingressos promocionais a R$15 (inteira) e R$7,50 (meia-entrada).

Outro filme que permanece em cartaz é o documentário Amizade, do premiado diretor Cao Guimarães. Filmado ao longo de três décadas, o projeto reúne registros íntimos de encontros e momentos com amigos artistas, traçando um olhar sobre o tempo, o vínculo e as lembranças..

SELEÇÃO DE CURTAS

Nesta semana, as sessões do longa Amizade serão abertas pelo curta-metragem Eu fui assistente do Eduardo Coutinho, de Allan Ribeiro. O documentário narra a experiência vivida no dia 28 de janeiro de 2008, quando uma equipe de filmagem entrou em um prédio para rodar um documentário sob a direção do mestre Eduardo Coutinho. O curta adiciona uma camada de memória e reverência ao cinema documental brasileiro, enriquecendo ainda mais a experiência do público.

Os curtas exibidos no Cine Brasília são selecionados na https://cinebrasilia.com/chamadas-publicas/, uma iniciativa que busca ampliar a diversidade da programação e fortalecer o cinema nacional. A previsão da atual gestão é que 150 curtas de todo o Brasil sejam exibidos antes das sessões de longas-metragens em cartaz. Os filmes escolhidos recebem um cachê de R$1.000 para obras finalizadas a partir de 2024 e R$500 para aquelas concluídas até 2023. As inscrições podem ser feitas até 1º de abril de 2027 pelo site https://cinebrasilia.com/chamadas-publicas/, onde também está disponível o edital completo.

SESSÃO ESPECIAL

Nesta CineSemana o Cine Brasília recebe duas sessões especiais em sua programação. A primeira, no dia 25 de março, exibe o documentário Quando Elas Se Movimentam, produção da TV Senado que integra as ações do Março Mulheres 2025. O filme destaca a força e a resistência das mulheres negras brasileiras e será exibido gratuitamente. A sessão também celebra os 201 anos do Senado Federal, o encerramento das comemorações do bicentenário da instituição e os 10 anos do Comitê Permanente pela Promoção da Igualdade de Gênero e Raça do Senado.

Antes da exibição, haverá uma mesa de apresentação com a participação das personagens do filme Antônia Faleiros (juíza do TJBA) e Luana Xavier (atriz), além da cineasta e professora da UnB Edileuza Penha e da diretora-geral do Senado, Ilana Trombka. A mediação será de Stella Maria Vaz, coordenadora do Comitê de Gênero e Raça do Senado.

Já no dia 26 de março será a vez da sessão especial de A Batalha da Rua Maria Antônia, filme da cineasta Vera Egito, seguido de debate com convidados. O drama recria os eventos de outubro de 1968, quando estudantes e professores do movimento estudantil enfrentaram os ataques do Comando de Caça aos Comunistas em São Paulo, em plena ditadura militar, em um confronto que ficou conhecido como “A Batalha dos Estudantes”. O filme é contado em 21 planos-sequência e traz no elenco nomes como Pâmela Germano, Isamara Castilho, Caio Horowicz e Julianna Gerais.

Nesta semana o Cine Brasília estará fechado na segunda-feira, 24, o dia todo e de 10h às 16h de terça, 25, para manutenção de rotina da sala de cinema.

INGRESSOS E ACESSIBILIDADEOs ingressos para as sessões regulares do Cine Brasília custam R$20 (inteira) e R$10 (meia), com exceção das segundas-feiras, quando o valor único é de R$5. Durante esta semana, o longa O Melhor Amigo, que integra o projeto Sessão Vitrine Petrobras, tem ingressos com valores de R$15 (inteira) e R$7,50 (meia). A Sessão Acessível é gratuita e a Sessão Atípica conta com valor unitário de R$10. As sessões de Quando Elas Se Movimentam e A Batalha da Rua Maria Antônia são gratuitas.

Os filmes Mickey 17, O Melhor Amigo, Amizade e Milton Bituca Nascimento possuem recursos de acessibilidade de Libras, audiodescrição e legendas através do aplicativo MovieReading, e os filmes A Batalha da Rua Maria Antônia e Deu Preguiça através do cinebrasilia.com/fidelidade. Ainda Estou Aqui tem recursos de acessibilidade tanto no MovieReading quanto no MLoad.

Na Sessão Acessível todos os recursos de acessibilidade de Libras e legendas descritivas são projetados na tela e há audiodescrição no sistema de som da sala.

O Cine Brasília segue com o Programa de Fidelidade – CINELOVER que recompensa espectadores frequentes. A cada sessão assistida, os participantes acumulam carimbos no cartão fidelidade, que podem ser trocados por prêmios como entradas gratuitas, ímãs, baldes de pipoca, ecobags e camisetas exclusivas. O programa é válido para sessões regulares. Mais informações em cinebrasilia.com/fidelidade.

Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema, entre às 9h e 21h, de terça a domingo, e entre às 13h e 21h, nas segundas-feiras, ou no SITE

Deu Preguica Cine Brasilia

SERVIÇO – CINE BRASÍLIA
Endereço:
Asa Sul Entrequadra Sul 106/107 – Brasília, DF, 70345-400.
Informações pelo WhatsApp: 61 99878-2198 ou contato@cinebrasilia.com
Ingressos à venda na bilheteria ou pelo link: ingresso.com/cinema/cine-brasilia
Mais informações: cinebrasilia.com ou @cinebrasiliaoficia

PROGRAMAÇÃO 20 A 26 DE MARÇO

QUINTA-FEIRA, 20/03
10h00 — Deu Preguiça
14h00 — O Melhor Amigo
17h00 — Mickey 17
20h00 — Eu Fui Assistente do Eduardo Coutinho (curta-metragem) + Amizade

SEXTA-FEIRA, 21/03
10h00 — Sessão Contraturno – Ainda Estou Aqui
14h00 — Eu Fui Assistente do Eduardo Coutinho (curta-metragem) + Amizade
16h00 — O Melhor Amigo
18h00 — Milton Bituca Nascimento
20h30 — Mickey 17

SÁBADO, 22/03
10h00 — Deu Preguiça
14h00 — Sessão Acessível – Kasa Branca
16h00 — Eu Fui Assistente do Eduardo Coutinho (curta-metragem) + Amizade
18h00 — O Melhor Amigo
20h00 — Mickey 17

DOMINGO, 23/03
10h00 — Deu Preguiça
14h00 — Eu Fui Assistente do Eduardo Coutinho (curta-metragem) + Amizade
16h00 — Sessão família – Flow
17h50 — Mickey 17
20h30 — Milton Bituca Nascimento

SEGUNDA-FEIRA, 24/03
Cinema fechado para manutenção de rotina.

TERÇA-FEIRA, 25/03
10h00 — Cinema fechado para manutenção de rotina.
18h00 — Sessão Especial – Quando Elas Se Movimentam

QUARTA-FEIRA, 26/03
10h00 — Sessão Atípica – Flow
14h00 — Sessão Atípica – Flow
16h00 — Milton Bituca Nascimento
19h00 — Sessão Especial + Debate – A Batalha da Rua Maria Antônia

Casa do Hip-Hop Ceilândia/DJ Jamaika celebra os 54 anos da cidade com grande encontro de grafiteiros, breaking e o melhor do Rap

A Casa do Hip Hop Ceilândia DJ Jamaika celebra os 54 anos da Ceilândia com inauguração no dia 27 de março, dia do aniversário da cidade. E nos dias 29 e 30 de março, a Estação de Metrô Ceilândia Centro recebe o 2° Brasil Super Battle edição Grafitti para uma pintura coletiva com 30 grafiteiros em uma comemoração especial durante o final de semana. 

Os eventos fazem parte da programação oficial que destacam a cidade como um dos principais polos culturais do Distrito Federal dedicados à cultura Hip-Hop.

Criada pelo DJ Ocimar, Instituto Evolui com apoio do rapper Rivas mais conhecido como Kabala (Álibi), a Casa Hip Hop Ceilândia/DJ Jamaika tem como objetivo fortalecer, preservar e expandir a Cultura Hip-Hop além de proporcionar oportunidades para jovens talentos na cena independente tão expressiva da cidade. 

O espaço localizado na Praça Central da Ceilândia Norte, ao lado da Estação Central tornou-se símbolo de resistência, aprendizado e transformação social. 

Com uma programação diversificada que inclui oficinas de DJ, Break, Graffiti e MC, a Casa do Hip Hop Ceilândia é um ponto de encontro para artistas, educadores e ativistas que utilizam a cultura dos 4 elementos como ferramenta de empoderamento e inclusão, a voz da periferia em destaque. 

Mantendo viva a memória de DJ Jamaika, um dos pioneiros do rap no Distrito Federal, sua história continua inspirando novas gerações. Mais do que um espaço físico, é um movimento que transforma vidas e fortalece a identidade cultural de Ceilândia e do Brasil.

Ao levar o nome de DJ Jamaika, o espaço carrega consigo o legado de um dos maiores ícones do rap do Distrito Federal, cuja obra denunciou desigualdades, celebrou a vivência da quebrada e inspirou milhares de artistas. 

Seu nome não é apenas uma homenagem, mas um compromisso contínuo com a valorização do Hip Hop como ferramenta de transformação social, mantendo vivo o espírito contestador e libertador do rapper.

A Casa do Hip-Hop de Ceilândia mantém vivo o legado, fortalece o presente e constrói o futuro!

2° BRASIL SUPER BATTLE EDIÇÃO GRAFITTI

O Brasil Super Battle Graffiti -Edição comunidade se consolida como um dos maiores encontros de grafiteiros e grafiteiras do DF.

O evento patrocinado pelo FAC-Fundo de Apoio à Cultura do DF, Secretaria de Economia Criativa e Metrô DF, celebra a arte urbana como ferramenta de restauração e identidade, transformando espaços e levando cor, cultura e representatividade para as ruas. 

Nesta edição, o encontro conta com a presença dos artistas Edmun @edmunpdf de Belo Horizonte, e o artista Chambz @chambz.congz de São Paulo, ambos com carreiras no Brasil e exterior.

GRAFITEIROS DO DF

Rivas, Elom, Makina de Rabisko, Satão, Du Santos, Scooby, SpekOne1, Camz, Hera, Yong, Karen, Pena, AndGraff, Turko, Sowtto, Wesley Sandu, Bazek, Snupi, Gake, Santa Surda, Siren, Nati, Ramon Phantom, Dhos, Mia, Síria, Kupido e DavidMarcos36

Mais do que um festival, o Brasil Super Battle Graffiti é um movimento de valorização da cultura HipHop, conectando a nova geração aos veteranos da cena e promovendo o respeito pela arte de rua como um elemento essencial na construção da cidade e sua história.

Foto divulgação

Serviço:

Casa Hip Hop Ceilândia DJ Jamaika

Inauguração dia 27/03 (quinta-feira)

Endereço: CNN 2 lote B-Setor N Norte-ao lado da Estação de Metrô Ceilândia Centro

Instagram: @casadohiphopceilandia

2° Brasil Super Battle edição Grafitti-Comunidades

Dias 29 e 30/03 (sábado e domingo), à partir das 10h

Local: Estação de Metrô Ceilândia Centro

Instagram @brasilsuperbattle

Informações:  98555-4201 / 98530-0881 

Exposição de Carros Rebaixados – Garage Nutallo acontece no Alameda Shopping

No próximo domingo (23), o Alameda Shopping será palco de um evento imperdível para os apaixonados por carros modificados. A exposição de Carros Rebaixados – Garage Nutallo será das 11h às 18h, no estacionamento do shopping, reunindo veículos customizados que prometem impressionar os visitantes.

Com entrada gratuita, o público pode prestigiar a exposição mediante a doação de 1kg de alimento não perecível, que será destinado a instituições beneficentes. O evento é uma excelente opção de lazer para toda a família, oferecendo uma experiência automotiva cheia de estilo, personalidade e inovação.

Além da exibição de carros, os visitantes poderão interagir com outros entusiastas do universo automotivo, conhecer tendências e conferir de perto detalhes que fazem desses veículos verdadeiras obras de arte sobre rodas.

Esta é uma oportunidade de conferir de perto os modelos mais diferenciados da cena automotiva e apreciar um domingo especial no Alameda Shopping.

O Alameda Shopping

O Alameda é o primeiro shopping de Taguatinga e o terceiro construído no Distrito Federal. Com 34 anos de história, o empreendimento faz parte da memória afetiva dos moradores, tornando-se um patrimônio da cidade. O Alameda apresenta um mix de lojas de produtos e serviços, com bom atendimento, conveniência e ótimas condições de compras, alinhados ao seu posicionamento de ser um lugar para comprar bem.

Foto divulgação

Serviço: Exposição de carros rebaixados – Garage Nutallo acontece no Alameda Shopping

Data: 23 de março de 2025

Local: Alameda Shopping – CSB 2 Lotes 01 a 04 – Taguatinga Sul

Funcionamento Alameda: Segunda a sábado, das 9h às 21h – Domingo, das 12h às 18h (lojas e quiosques) e das 11h às 18h (praça de alimentação)

Telefone: (61) 3352-1234

Seletiva do Capital Moto Week supera 1.300 bandas e surpreende com inscrições de artistas internacionais

Além de grupos de 25 estados e do Distrito Federal, artistas da Holanda, Portugal, Argentina, Bolívia, Colômbia, Equador e Uruguai

A tradicional seletiva se tornou uma das fases mais esperadas por artistas do Brasil e do mundo que buscam projetar seus trabalhos e subir no palco onde já se apresentaram ícones da música, como Angra, Sepultura, Call The Police, Pitty, Capital Inicial e Titãs. A região Sudeste liderou as inscrições, com 658 bandas, seguida pelo Centro-Oeste (378), Sul (159), Nordeste (73) e Norte (24). Entre os estados, se projetaram São Paulo, Distrito Federal, Minas Gerais e Rio de Janeiro. 

Outro dado interessante é que 84% das bandas inscritas nesta seletiva nunca se apresentaram no festival, comprovando o movimento de renovação do rock. “Para nós, é uma alegria ver tantos talentos interessados em se unir ao CMW. Buscamos nomes que tenham qualidade e sinergia com o festival que, neste ano, será ainda mais surpreendente. Vamos continuar projetando esse universo riquíssimo ao unir o máximo de vertentes do rock, elevando o nível das experiências para o público e para a cena musical”, explica Pedro Franco, CEO do Capital Moto Week.

Para participar da seletiva, as bandas enviaram música autoral, release, imagens de shows e material midiático para a organização do Festival. O processo seletivo inclui a avaliação do nível de qualidade, autenticidade e expressão da banda, presença e desenvoltura no palco, além da sintonia com o público Moto Week. Independentemente da fase alcançada na seletiva, todos os inscritos receberão devolutiva com destaques e pontos a serem aprimorados. 

A banca de jurados é formada por produtores, músicos, artistas, publicitários e outros profissionais da cadeia da música e do entretenimento. Daniela Assumpção, coordenadora artística do CMW, que integra o hall de jurados na maior premiação musical brasileira, o Prêmio Multishow, comenta o intenso processo da seletiva. “Celebramos toda essa diversidade nacional e internacional, nos dedicando com muito carinho e responsabilidade ao material de todas as bandas inscritas”, afirma Daniela, destacando aquelas lideradas por mulheres, que estão surpreendendo na seletiva e “a quem fazemos questão de dar voz e palco”.

O resultado será divulgado em abril, quando as bandas selecionadas se integrarão ao line-up completo, somando mais de 10 dias de programação e mais de 100 shows de diversas vertentes do rock nacional e internacional. Entre eles, a já anunciada apresentação da bandacanadense MAGIC!, conhecida pelos hits “Rude”, “No Way No” e “Lay You Down Easy”, que conquistaram milhões de fãs. Primeiro confirmado no line, o grupo traz sua combinação de pop, rock e reggae, prometendo embalar o público em um dos momentos mais aguardados do festival. 

Sobre o Capital Moto Week 2025
De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

O Capital Moto Week, maior festival de moto e rock da América Latina, consolida seu DNA de revelar a pluralidade e talentos do rock nacional e internacional nos mais de 20 anos de trajetória. De forma inédita, dentre as 1.300 inscrições para a seletiva de bandas que sonham em se apresentar nesta edição, estão artistas da Holanda, Portugal, Argentina, Bolívia, Colômbia, Equador e Uruguai. Entre os brasileiros, há representantes de 25 estados e do Distrito Federal. A edição 2025 do festival acontecerá de 24 de julho a 2 de agosto, em Brasília


SERVIÇO
Capital Moto Week 2025
Data
: 24 de julho a 02 de agosto de 2025 
Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF
Instagram | Facebook | TikTok |@capitalmotoweek
Site: https://www.capitalmotoweek.com.br/

Em evento especial, Cerva ao Quadrado estreia com sucesso e movimenta cena cervejeira local

Foto Telmo Ximenes

Em meio a convidados e autoridades do segmento, a nova associação reuniu 150 pessoas no Hop Capital para o lançamento do movimento

A  noite desta terça-feira, 18/03, foi marcada pelo lançamento da Cerva ao Quadrado, nova Associação de Cervejarias Artesanais do Distrito Federal, que visa fomentar e incentivar o segmento no mercado local. Apresentando um movimento que une os produtores de cervejas artesanais, a estreia contou com grandes nomes do mercado, além de imprensa e entusiastas da cerveja.

A jornalista Bárbara Lins foi a mestre de cerimônias e comandou a noite para os 150 convidados presentes. Com falas do presidente da Cerva ao Quadrado, Pedro Capozzi, o evento trouxe a essência do movimento e um pouco sobre os objetivos institucionais e culturais. Com um portfólio diversificado, a Cerva ao Quadrado já nasce com 19 associados, unindo diferentes marcas e produtores que compartilham o compromisso com a qualidade e inovação na produção de cervejas artesanais. Durante o evento, os convidados puderam conhecer de perto a identidade da associação e experimentar rótulos cuidadosamente selecionados, destacando a criatividade e o potencial dos cervejeiros locais.

“Queremos que as pessoas conheçam e valorizem a cerveja artesanal do DF, entendam seus processos, características e sabores. O Distrito Federal tem uma produção rica e diversa, com cervejarias que investem em qualidade e inovação. Nosso objetivo é fortalecer essa cena, aproximar o público dos produtores locais e mostrar que a cerveja artesanal é muito mais do que uma bebida – é cultura, identidade e história”, afirma Pedro Capozzi, presidente da associação.

O lançamento da Cerva ao Quadrado mostrou o potencial e o crescimento da produção artesanal no Distrito Federal, abrindo caminho para novas ações e eventos que promovam a cultura cervejeira local. A associação já planeja iniciativas futuras para fortalecer o setor, ampliar a visibilidade dos produtores e incentivar o consumo consciente e qualificado das cervejas artesanais.

No CCBB Brasília, o 6º FIC Fantástico traz o melhor do atual cinema de horror, de zumbis, da ficção científica e da fantasia

Com entrada gratuita, de 18 a 23 de março acontece a mostra competitiva da 6ª edição do Festival Internacional de Cinema Fantástico de Brasília com a mais recente produção mundial de filmes de gênero. A programação conta com filmes aclamados pela crítica e a audiência em festivais ao redor do planeta e premiados em alguns dos mais importantes do mundo, entre eles o Oscar 2025. Como parte da programação, acontecem uma oficina para crianças, bate-papos e mesas com especialistas e críticos de cinema. 

Com programação contendo 41 filmes de 17 países e focada na produção do Sul Global, de 18 a 23 de março, o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília recebe a mostra competitiva do 6º Festival Internacional do Cinema Fantástico de Brasília (FIC Fantástico). Durante os seis dias do festival, o público assistirá à mais recente produção de um gênero da sétima arte com legiões de fãs que lotam salas de cinema ao redor do mundo. Com entrada gratuita, as sessões acontecem no Cinema do CCBB

Brasília, de terça a sexta, das 14h às 20h. No sábado, das 10h30 às 20h, e no domingo, das 11h30 às 17h, com premiação oficial às 18h. As entradas para as sessões devem ser retiradas com 24 horas de antecedência na bilheteria do CCBB Brasília ou pelo site bb.com.br/cultura. A programação e a classificação indicativa das sessões do 6º FIC Fantástico estão disponíveis no site bb.com.br/cultura, na página do festival ficfantastico.com.br e nas redes sociais @ccbbbrasilia e @ficfantastico

Josiane Osorio, idealizadora e uma das curadoras do FIC Fantástico, afirma que a principal característica da mostra é trazer para o público a mais recente produção mundial, sendo muitos deles inéditos no Brasil e outros que não devem entrar nos circuitos comerciais de cinema nem de streaming. “É uma oportunidade única de ver o que há de mais inovador em termos de roteiro, linguagem, temática e técnica cinematográfica”, ressalta a curadora. O cinema fantástico começou com a própria história do cinema, na segunda metade do século XIX. Hoje, é um gênero cultuado por cinéfilos ao redor do mundo. É através da fantasia, do sobrenatural, da ficção científica, do horror e da magia que esses filmes transportam os espectadores para mundos imaginários repletos de mistérios, jornadas de descobertas, personagens assombrosos, super-heróis e criaturas fantásticas. “Teremos muitos filmes de horror, de fantasia, de zumbis (um clássico do cinema fantástico) e o Brasil e a América Latina são polos dessa produção que encanta e atrai um público fiel aos cinemas”, completa Josiane. 

A equipe de curadoria do FIC Fantástico, formada pelos pesquisadores e realizadores Rodrigo Campos e Rodrigo Luiz Martins, além de Josiane, privilegiou uma produção recente e pungente para as mostras competitivas. Rodrigo Martins afirma que os curadores buscaram abarcar todas as possibilidades de realização que o cinema fantástico permite, selecionando filmes infantis com personagens divertidos do universo dos contos de fadas. Para o público adulto, os filmes selecionados trazem histórias de horror mais extremo. 

O destaque nesta edição é para as produções do Sul Global, de países como Argentina, Colômbia, Uruguai, Chile, China, México e Irã, além de filmes de Portugal, Países Baixos, Rússia, Geórgia, Bulgária, França e Grécia. Há também filmes brasileiros dos mais diversos estados e da capital federal. O Brasil tem se destacado no segmento fantástico com inúmeras produções de curta-metragem realizadas com diversas técnicas de animação. “Nos últimos anos, temos visto uma crescente produção de longas de animação” afirma Rodrigo Martins. O curador celebra a importância do festival acontecer no Centro-Oeste, em especial na capital federal, e ter um espaço de cinema para exibir e discutir o cinema do gênero fantástico. “Queremos fortalecer essa produção de cinema fantástico e ampliar o contato com realizadores de todo mundo”, diz Rodrigo.

Destaques do 6º FIC Fantástico

Para abrir o festival, na terça-feira, 18/03, às 19h, será exibido o filme “Brasil ano 2000”, do cineasta Walter Lima Jr.. Filmado em 1968 e lançado em 1969, o filme conta a odisseia de uma menina e de sua mãe em um Brasil devastado um ano após o início da Terceira Guerra Mundial. Premiado com o Urso de Prata no Festival de Berlim de 1970, foi censurado no período da ditadura e pouco visto pelo público. A sessão acontece no dia da abertura do festival, terça-feira, 18/03, às 19h, com a participação do cineasta. 

Para o público adulto, o premiado “1978 – Argentina” (2024), dos irmãos Luciano e Nicolas Onetti, é um terror argentino que usa a ditadura militar como pano de fundo. “Encontros” (2023), do diretor russo Dmitry Moiseev, mistura ficção científica para contar a história de uma ex-enfermeira que, enquanto cuida de um extraterrestre, leva conforto a um grupo de funcionários corruptos que torturam o alienígena e extraem de seu corpo uma valiosa substância. Em “Merdas acontecem e milagres também” (2023), o diretor colombiano Máncel Enrique Martínez trata da história dos habitantes da fictícia Cidade da Fúria que estão se transformando em monstros. 

Vencedor do Oscar 2025 de Melhor Curta em Animação, “À sombra do cipreste” (2024), dos diretores iranianos Hossein Molayemi e Shirin Sohani, aprofunda nos desafios mentais e físicos que um capitão e sua filha enfrentam enquanto vivem no mar, isolados do mundo. O curta foi aclamado pela crítica internacional como um exemplo de cinema de qualidade, sem diálogos, apenas som e imagem.  

Para o público infantil, o 6º FIC Fantástico apresenta o curta “Malu e a máquina” (2024), da diretora brasiliense Ana Luiza Meneses, conta a história de uma garota de 6 anos apaixonada por uma máquina velha de pegar bichinhos de pelúcia. O filme vem recebendo críticas positivas e prêmios, como Prêmio Brasil de Cinema Infantil no 21º FICI | Festival Internacional de Cinema Infantil do Rio de Janeiro. 

Para as pessoas com transtorno do espectro autista (TEA), o 6º FIC Fantástico realizará no dia 22/03, às 10h30, a Sessão Azul. Na programação, filmes de curta-metragem e sala de cinema especialmente preparada para esse público com iluminação especial, som mais baixo e classificação indicativa livre para todos os públicos. 

A mostra competitiva terá premiações para melhor filme de longa-metragem e de curta-metragem adulto e infantil pela escolha do júri oficial do festival formado por Ana Domitila, Bruno Carmelo e Cristiano de Oliveira Souza.  O público também poderá votar em seus favoritos ao final de cada sessão. 

Bate-papo, mesas e oficina 

Na quinta-feira, 20/03, às 19h50, após a sessão do filme “Cartório das almas”, de Leo Bello, acontece um bate-papo com a equipe de curadores do FIC Fantástico.  No sábado, 22/03, às 16h15, acontece a mesa “O fantástico no cinema – psicanálise e narrativas ficcionais”, com o pesquisador em cinema e dramaturgo Roberto Medina sobre o filme “Uma luz lá fora”, do diretor uruguaio José Luis Elizalde, que será apresentado às 17h30. Após a sessão, o diretor uruguaio participa de um bate-papo com a plateia.

Como forma de estimular o encontro entre produtores de literatura fantástica com diretores, roteiristas, atores e profissionais das demais áreas do audiovisual do Distrito Federal, no domingo, 23/03, às 16h, o tema da mesa será “Literatura fantástica e cinema: artes conectadas para fortalecer a cultura local”. Participam do encontro os pesquisadores Larissa Brasil, Patrícia Baikal, Paulo Souza, Taty Azevedo e o cineasta John Howard. A entrada é gratuita, mas sujeita à disponibilidade de vagas. As pessoas interessadas em participar do bate-papo e das mesas devem se inscrever pelo site bb.com.br/cultura com 24 horas de antecedência na bilheteria do CCBB Brasília.

Para a garotada, no dia 22/03, às 9h30, acontece a oficina “PiOinc Coração Quentinho – técnica de feltragem com lã”, com o diretor do filme Ricardo Makoto. Voltado para crianças de 6 a 12 anos, as inscrições são gratuitas, mas sujeitas à disponibilidade de vagas, e devem ser feitas pelo site bb.com.br/cultura com 24 horas de antecedência na bilheteria do CCBB Brasília   

Sobre os profissionais

Roberto Medina é doutor em Literatura e Teatro pelo Póslit–UnB-DF, tradutor, dramaturgo, diretor teatral, com pós-doutorado na Universidade Federal do Rio Grande-FURG–RS, também com pós-doutorado em Literatura e Psicanálise no Póslit–UnB-DF, atualmente é pós-doutorando em Psicanálise no PPGPsiCC-UnB-DF. É parecerista de revistas especializadas no Brasil e no exterior. As áreas de pesquisa são cinema, teatro, literatura, estética bakhtiniana e psicanálise. Organizou, em parceria com a Universté de Neuchâtel, Suíça, e Universidades Brasileiras, o livro “Diálogos entre Literatura e Cinema”, de 2023, Ed. Todas as Musas, SP.

José Luis Elizalde nasceu em Montevidéu, Uruguai. Formou-se pela Universidade ORT em Comunicação Visual e Design Gráfico. Seu primeiro curta-metragem “iWas” foi premiado pelos diretores de Hollywood Fede Álvarez e Rodo Sayagués como melhor curta-metragem no Festival de Cine de Montevidéu e transmitido pela New York Public TV (PBS). Trabalhando como diretor em “Uma luz lá fora”, “Goldie”, “El Turno” e “Encuentro con el rey”, participou de seleções oficiais em festivais internacionais como: Festival de Cine de Madrid, Festival Internacional de Cine de Almería, Festival Internacional de Cine de Viña del Mar, Festival Internacional de Cine Independiente de Elche, Festival Cinematográfico Internacional del Uruguay, Festival Internacional de Cine de Punta del Este.

Larissa Brasil mora em Goiânia (GO). É ganhadora do Prêmio Odisseia de Literatura Fantástica 2023, com seu suspense policial, “Irebu”. Foi também premiada em 2020 (“A Garota da Casa da Colina”) e em 2021 (“Tr3s) no Prêmio Aberst de literatura. Seus suspenses policiais, “Urutau” e “Irebu”, foram financiados na plataforma Catarse em 48 e 36 horas respectivamente. Seu sexto livro, “Uma Oração para Ninguém”, é um suspense psicológico com a mitologia de Iemanjá.

Patrícia Baikal foi criada em Uberlândia/MG e mora em Brasília/DF. É graduada em Direito e autora dos livros “Mariposa” (2015) e “Mulher com brânquias” (2017), além dos contos “Onde se morre todos os dias” (2017) e “Ovanoides” (2018). Foi finalista dos prêmios literários Darcy Ribeiro (2014), Campos do Jordão de Literatura (2015), e Odisseia de Literatura Fantástica (2024).

Paulo Souza é escritor e editor da “Feraz”, nascido e criado no Distrito Federal. Possui uma publicação de contos intitulada Ponto Para Ler Contos” (Kindle, 2016). Participou da “Antologia Sombria” (Empíreo, 2018), organizada por André Vianco, com o conto “Carrancas”. Sua mais recente obra é a novela “Clarice, a Última Araújo (Penalux, 2018). Atualmente, ele produz conteúdo voltado para escrita, literatura e violão no canal “Paulo Souza” no YouTube. Além disso, faz parte do Sindicato dos Escritores do DF e do coletivo de artistas ATEAR. Paulo produz e organiza eventos literários, além de realizar mediação em lançamentos e bate-papos.

John Howard Szerman é cineasta com mestrado em Cinema e Televisão pelo Royal College of Art (Londres), é inglês, tendo vivido por muitos anos no Brasil, trabalhando em cinema, vídeos e televisão, em projetos experimentais, ficcionais e documentários, desde 1969. Dirigiu 49 filmes e trabalhou com Jean-Luc Godard e Glauber Rocha. Foi premiado no Brasil e no exterior pelo seu trabalho como roteirista, diretor e técnico pelo BFI – British Film Institute, Prêmios Kikito, Sol de Prata, Candango e Troféu Câmara Legislativa do DF. 

Taty Azevedo é jornalista radicada em Brasília/DF e autora de ficção especulativa. Seu livro de estreia, “A improvável Annelise” (Editora Astral), foi lançado em 2016. Em 2023, publicou a 2a edição de “Meu querido astronauta” (Editora Paraquedas), seu segundo livro independente. Com foco no protagonismo feminino, escreve histórias de fantasia e ficção científica para jovens e adultos.

Ricardo Makoto é paulistano radicado em Brasília desde 1980. Formado pela UnB, trilhou uma carreira bem-sucedida como designer e publicitário antes de se dedicar integralmente à criação de conteúdo infantil, inspirado pelo nascimento de seu filho. Com mais de 15 anos de experiência com crianças, Makoto já conquistou diversos prêmios, como ComKids, Jeunesse Prix, Japan Prize e VentanaSur, por seus projetos inovadores e educativos. Seu mais recente trabalho, o Curta “PiOinc”, coleciona mais de 10 prêmios nacionais e internacionais, demonstrando que seu trabalho inovador e de alta qualidade o posiciona como um dos principais nomes do entretenimento infantil no Brasil.

Sobre os curadores do 6º FIC Fantástico 

Josiane Osorio é cineasta, presidente do Fórum Nacional dos Festivais, curadora e programadora de mostras e festivais e comissária do audiovisual na CNIC biênio 2023/2025. É diretora e idealizadora dos projetos Festival Internacional de Filmes Lobo Fest e FIC Fantástico – Festival Internacional de Cinema Fantástico de Brasília.

Rodrigo Campos é cineasta, diretor e produtor executivo. Publicitário com mais de 15 anos de atuação. Formação em Cine / TV pelo CAV – Centro de Audiovisual São Bernardo do Campo, SP. Pós-graduado em Criação Visual e Multimídia, pela Universidade São Judas, SP. Há 13 anos dedica-se à produção de projetos audiovisuais, trabalhando em dezenas de obras cinematográficas. Diretor dos filmes “Amabile” (2020), “Nunca Estarei Lá” (2022), “Chaer: Pirata Contemporâneo” (2024). Participou da produção das séries documentais “Histórias secretas do pop brasileiro” (2019), do diretor André Barcinski, e “Sullivan & Massadas: retratos e canções “(2024), coproduzida pelo Globoplay e dirigida por André Barcinski e Pedro Bial. 

O brasiliense Rodrigo Luiz Martins é pesquisador e produtor audiovisual, licenciado em Educação Profissional e Tecnológica e pós-graduado em Cinema e Linguagem Audiovisual. Trabalhou no Lobo Fest – Festival Internacional de Filmes, no Festival Internacional do Cinema Fantástico de Brasília (FIC Fantástico), Morce-Go Vermelho, Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.

Sobre o júri da mostra competitiva

Ana Domitila é brasiliense formada em Goiânia. Desde 2014 trabalha como roteirista e produtora. Começou sua carreira pelo videoclipe, passando pela publicidade, até chegar ao cinema de ficção. Fã̃ de terror e sci-fi, estreou na direção com os curtas-metragens “Isolada” (2020), “À beira de mim” (2021) e “Memórias do Cotidiano” (2022), que rodaram festivais nacionais e internacionais e foram contemplados por recursos de incentivo público à cultura. Em 2022 foi finalista do Prêmio Abra-Cardume com um argumento de curta-metragem de animação, o mesmo com o qual participou, dentre outros, do Laboratório de Roteiro do 19º Goiânia Mostra Curtas, onde recebeu o Prêmio de Melhor Pitch de Projeto e cujo desenvolvimento foi contemplado pela Lei Aldir Blanc DF 2023. Entre 2021 e 2023, foi assistente de sala em uma série de terror, não anunciada, da Prime Vídeo Brasil. Atualmente, dedica-se ao desenvolvimento de projetos autorais, produção cultural e consultorias de roteiro. Bacharel e Mestre em Comunicação pela UFG, pesquisa estudos de cultura e gênero sob o recorte do cinema queer nacional.

Bruno Carmelo é crítico de cinema desde 2004, membro da Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema) e da Fipresci (Federação Internacional de Críticos de Cinema). É mestre em teoria de cinema pela Universidade Sorbonne Nouvelle — Paris III, com passagem por veículos comoAdoroCinema, Papo de Cinema e Le Monde Diplomatique Brasil. É professor de cursos sobre o audiovisual e autor de artigos sobre o cinema.

Cristiano de Oliveira Sousa é doutorando e mestre em Arte e Cultura Visual pela Universidade Federal de Goiás (UFG), possui também um MBA em Comunicação e Eventos, além de pós-graduações em Produção Audiovisual e Marketing Estratégico Digital. Atua como roteirista, produtor, pesquisador e diretor audiovisual, tendo realizado mais de 30 curtas-metragens premiados em festivais tanto no Brasil quanto no exterior. Atualmente, é curador e diretor de três festivais de cinema inovadores na Região Centro-Oeste: o @digofestival, o @morcegovermelhofest e o @gofilmfestival. 

Sobre a Tábata Filmes   

Projetos itinerantes, inclusivos e focados em temas importantes para a sociedade fazem parte do histórico da Tábata Filmes. A produtora traz para o Distrito Federal um cinema de fora do circuito comercial, que encanta por sua diversidade e representatividade: tudo isso para lutar por culturas que todos possam conhecer e com as quais possamos nos identificar. Assim, a Tábata Filmes aproxima uns dos outros e do mundo que os cerca. Em 2014, a produtora realizou a sétima edição do Festival Internacional de Filmes Curtíssimos, com uma circulação de aproximadamente 3 mil pessoas durante os três dias de evento, e uma mostra competitiva que reuniu cerca de 90 filmes (45 nacionais). Desde então, realiza inúmeros festivais e atividades formativas para ampliar o interesse do público pelo cinema e a cadeia produtiva do cinema.

Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, oferece o Programa CCBB Educativo, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana.

Desde o final de 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, e desde então recebe a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

A conquista atende à Ação 24 da Agenda 30, que tem por objetivo reforçar a gestão dos programas, iniciativas e práticas ambientais e de ecoeficiência do BB e demonstra o alinhamento do CCBB Brasília à estratégia corporativa do BB, enquanto espaço de difusão cultural que valoriza a diversidade, a acessibilidade, a inclusão e a sustentabilidade porque transformar vidas é parte da nossa cultura.

Serviço

Link para a programação e imagens do 6º FIC Fantástico | https://x.gd/iqWwC

6º Festival Internacional de Cinema Fantástico de Brasília (FIC Fantástico)

Mostra competitiva | 41 filmes de 17 países, incluindo o Brasil

Data: De 18 a 23 de março

Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília

Horário das sessões: De terça a sexta, das 14h às 20h

                                       Sábado, das 10h30 às 20h

                                       Domingo, das 11h30 às 17h

Classificação indicativa | Verificar a classificação indicativa para cada sessão no bb.com.br/cultura

Entrada Gratuita

Programação e ingressos | bb.com.br/cultura

Programação complementar

Bate-papo sobre o filme “Cartório das Almas”

Com | curadores do 6º FIC Fantástico

Quando | 20/03, 19h50

Onde | Cinema do CCBB Brasília

Capacidade | 70 lugares

Acesso | Gratuito, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília com 24 horas de antecedência

Classificação Indicativa | 16 anos

Mesa | O fantástico no cinema – psicanálise e narrativas ficcionais

Com | Roberto Medina

Quando | 22/03, 17h

Onde | Cinema do CCBB Brasília

Capacidade | 70 lugares

Acesso | Gratuito, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília com 24 horas de antecedência

Classificação Indicativa | 16 anos

Mesa | Literatura fantástica e cinema: artes conectadas para fortalecer a cultura local

Com | Larissa Brasil, Patrícia Baikal, Paulo Souza, Taty Azevedo e John Howard

Quando | 23/03, 16h

Onde | Cinema do CCBB Brasília

Capacidade | 70 lugares

Acesso | Gratuito, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília com 24 horas de antecedência

Classificação Indicativa | 16 anos

Oficina | PiOinc Coração Quentinho – técnica de feltragem com lã

Com | Ricardo Makoto

Público | crianças de 6 a 12 anos

Quando | 23/03, 9h30

Onde | Vão do CCBB Brasília

Capacidade | 20 lugares

Acesso | Gratuito, mediante retirada de ingresso no site bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília com 24 horas de antecedência

Classificação Indicativa | a partir de 6 anos

CCBB Brasília

Funcionamento: Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h

Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF

Fone: (61) 3108-7600

E-mail: ccbbdf@bb.com.br

Site: bb.com.br/cultura

Facebook/Instagram: @ccbbbrasilia

YouTube: bancodobrasil

TikTok: @ccbbcultura

Sebrae Mato Grosso celebra 50 anos com exposição de arte mato-grossense em Brasília

‘Lírica, crítica e solar: artes visuais em Mato Grosso’, reúne 200 obras de 50 artistas, expostas no Museu Nacional da República em Brasília, de 18 de março a 11 de maio

Para comemorar seus 50 anos de atuação, o Sebrae Mato Grosso realiza, no Museu Nacional da República, em Brasília, uma exposição coletiva dedicada à produção artística do Estado. Lírica, crítica e solar: artes visuais em Mato Grosso, reúne 200 obras de 50 artistas, tem curadoria de Divino Sobral e Laudenir Gonçalves, com assistência de curadoria de Rosana Schmitt e expografia de Guilherme Isnard.  A exposição será inaugurada em 18 de março e ficará em cartaz até 11 de maio, na sala principal do museu.  O evento conta com a parceria do Governo do Distrito Federal e do próprio museu. 

A iniciativa abre o calendário de celebrações pelos 50 anos do Sebrae Mato Grosso, que ocorre em setembro de 2025. O objetivo é oferecer aos visitantes uma nova perspectiva sobre a história do Estado, retratada por meio da arte. A exposição se dedica a mostrar riquezas culturais que fazem parte da Cadeia da Economia Criativa, com recorte para as artes visuais, comprovando que Mato Grosso é também um grande celeiro criativo e artístico. A expectativa do Sebrae/MT é que cerca de 50 mil pessoas visitem a exposição. 

Para a diretora-superintendente do Sebrae/MT, Lélia Brun, 2025 é um ano muito especial para a instituição, afinal celebra meio século de atividades. “Estamos celebrando 50 anos de uma jornada que impactou a vida de milhares de empreendedores e o próprio desenvolvimento de Mato Grosso. Sabemos o quanto o Sebrae fez e faz pelos pequenos negócios e essa história merece ser enaltecida em grande estilo. Realizar essa exposição com artes de 50 artistas de Mato Grosso, no Museu Nacional da República, na capital Federal, é uma conquista maravilhosa, que enaltece todo esse passado, mas também anuncia nosso compromisso com o presente, e com os próximos 50 anos”, explica enfatizando o papel da arte, no contexto do empreendedorismo. 

“A arte, a Cultura, a Economia Criativa, não só geram negócios, trabalho e renda, como resumem a essência humana, são elas o ponto de convergência entre as gerações, entre as diferentes culturas que formam nossa rica sociedade”, destaca. 

“Nosso compromisso é apoiar os empreendedores de Mato Grosso e fortalecer os setores produtivos do Estado. Temos uma trajetória marcada pela dedicação ao desenvolvimento sustentável e valorização das genuínas expressões culturais mato-grossenses. Atuamos nos biomas Pantanal, Cerrado e Amazônia, com um olhar atento às tradições, costumes e culturas, impulsionando negócios que possam ganhar competitividade e conquistar novos mercados, inclusive no cenário internacional”, complementa o diretor Técnico do Sebrae/MT, André Schelini, ao falar sobre os propósitos da instituição e dos compromissos com a produção artística do Estado. 

“É preciso romper fronteiras e fazer circular a produção artística, ainda pouco conhecida no Brasil pela pouca divulgação do setor”, conclui.  

Sobre a exposição 

O processo curatorial escolheu obras e artistas de oito municípios mato-grossenses (Cuiabá, Canarana, Chapada dos Guimarães, Guiratinga, Nobres, Rondonópolis, 

Rosário Oeste e Várzea Grande), contemplando técnicas como pintura, aquarela, escultura, objetos, cerâmica, fotografia e documentário. 

As peças foram selecionadas a partir de 16 acervos, incluindo três institucionais, três comerciais e 10 privados. As obras vão estar dispostas na exposição em sete núcleos temáticos: Ancestralidade indígena e indigenismo, A natureza: entre a pujança e a devastação, A presença da arte popular, Conexão com a religiosidade, A cidade de Cuiabá e a cuiabania, O povo mato-grossense e O grande Mato Grosso e a criação das instituições artísticas. 

A exposição ainda presta homenagem a quatro personalidades femininas de grande relevância para a história da arte em Mato Grosso: Aline Figueiredo, Dalva de Barros, Maria Lygia de Borges Garcia e Magna Domingos.  Além disso, destaca a obra de Inês Correa da Costa, primeira artista mato-grossense a alcançar projeção nacional.

No total, 31 artistas vivos e 19 falecidos terão suas obras exibidas, consolidando a exposição como um tributo à rica produção artística do Estado. Dessa forma, o evento busca fortalecer e dar visibilidade ao trabalho de artistas, estudiosos e incentivadores da arte, reconhecendo a contribuição deles para a cultura mato-grossense e nacional.

O curador Divino Sobral, titular responsável por desenhar o fio condutor da pesquisa e seleção das obras, empregou a ela uma narrativa histórica. Ele explica que o simbolismo do título da exposição ‘Lírica, crítica e solar: artes visuais em Mato Grosso’, faz referência a alguns aspectos que caracterizam a produção artística. 

“Por um lado, o lirismo expresso na interpretação subjetiva e afetiva da cultura; por outro, a crítica que revela a consciência dos artistas sobre a realidade do tempo e do espaço em que eles vivem; ambos qualificados como solar, adjetivo que indica a intensa luminosidade de Mato Grosso que se traduz em sua arte de vibrante colorido, e que aponta a elevada temperatura de uma arte feita com os engenhos do cérebro e com a pulsação do coração”, diz. 

Passado, presente e futuro

Além do reconhecido conjunto de artistas que já compõem esse histórico, novos nomes do movimento contemporâneo desabrocham no contexto artístico estadual, expressando talento e sensibilidade às produções que comprovam a vocação de Mato, que merece  ocupar lugar de destaque no universo das artes e da cultura, nacional e internacional. O evento pretende inserir Mato Grosso no circuito da arte e da crítica contemporânea, ainda muito centralizada nos eixos Sul e Sudeste do Brasil.   

O Museu

O Museu Nacional da República, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, ocupa uma área de 15 mil metros quadrados. Foi inaugurado em dezembro de 2006. É um dos museus mais visitados do Brasil. Por ele passaram em 2024, 305 mil visitantes. Nos fins de semana, cerca de 5 mil pessoas visitam o local. É administrado pelo governo do Distrito Federal e compõe o conjunto cultural, formado também pela Biblioteca Nacional de Brasília, localizado no Setor Cultural Sul, Lote 2, na Esplanada dos Ministérios.

A arte mato-grossense

Mato Grosso possui um histórico respeitável no campo das artes plásticas, especialmente na pintura. Grandes artistas nasceram nos ateliês livres, criados pelo Governo do Estado, final da década de 1970, e pela Universidade Federal de Mato Grosso, que sediou o ateliê como braço educador do Museu de Arte e de Cultura Popular – Macp, no início da década de 1980 até tempos recentes, em Cuiabá. Estes espaços responderam pelo estímulo e formação de uma geração de pintores que ganhou notoriedade em movimentos importantes da arte nacional, como a ‘Geração 80’.

Artistas como Gervane de Paula, Adir Sodré, Dalva de Barros, Benedito Nunes, Regina Pena, Humberto Espindola, Vitória Basaia e muitos outros, se destacaram pela força expressiva e qualidade de suas obras e inspiraram novas gerações. A partir deles, alguns colecionadores foram atraídos para Mato Grosso, abrindo espaço para participações da arte local em exposições nacionais e internacionais. 

Clube Social Negro de Brasília realiza lançamento do livro “Clubes Negros & Protagonismo Social”

Evento acontece dia 22 de março, com a presença de autores e convidados especiais, para celebrar a cultura afro-brasileira

No dia 22 de março, a capital federal será palco de um evento importante para a valorização da cultura e da memória negra no Brasil. No escopo da celebração do Dia Internacional da Luta pela Eliminação da Discriminação Racial, o Clube Social Negro de Brasília promove o lançamento do livro “Clubes Negros & Protagonismo Social”

A obra, organizada pelos professores Giane da Silva Vargas, José Antônio dos Santos e Márcia Terra Ferreira, reúne artigos de pesquisadores, intelectuais e estudiosos dos clubes sociais negros em todo o país. Publicado pelo selo Nyota, o livro resgata a trajetória desses espaços de resistência e protagonismo negro, fundamentais na luta por direitos, identidade cultural e justiça social no Brasil.

O lançamento contará com a presença de autores e convidados especiais, além de um momento para troca de ideias e reflexões sobre a importância histórica e social dos clubes negros. “O evento será uma oportunidade para celebrar essa obra importantíssima e para reafirmar o nosso compromisso com a preservação da memória e do legado da população negra brasileira”, destacou o presidente do Clube Social Negro de Brasília, Heitor Perpétuo.

Sobre o livro

O livro nasceu a partir dos debates realizados no Seminário dos 150 anos da Sociedade Floresta Aurora, o clube social negro mais antigo em atividade no Brasil, localizado em Porto Alegre (RS). Além de contar essa história, a obra aborda temas como as tecnologias quilombolas nos clubes negros, vivências corporais e registros de resistência desses espaços.

Para a professora Giane Vargas, uma das organizadoras, o livro representa um marco na valorização dos clubes. “Reunir autores de diferentes partes do Brasil, com um fio condutor que conecta pensamentos e ações, é uma forma de reconhecimento da importância desses espaços para a juventude negra e para aqueles e aquelas que ainda não conhecem a magnitude do que significa a existência material e imaterial de um Clube Social Negro” , afirmou a professora.

O lançamento do livro “Clubes Negros & Protagonismo Social” acontecerá no dia 22/03, às 18h, no Clube Social Negro de Brasília, localizado na Casa Comum (SCLN 205, Bloco B, sala 19 – Asa Norte, Brasília-DF). O evento é gratuito e aberto ao público. Para participar, é preciso confirmar presença por meio do formulário que está disponível no link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSc1SBtCaxaU5OaD4t04jS4Zcz50mXP4ojmIS__aLUpuFKwz_Q/viewform

Serviço:

Lançamento do livro “Clubes Negros & Protagonismo Social”

Data: 22 de março de 2025

Horário: 18h

Local: Clube Social Negro de Brasília – Casa Comum (SCLN 205, Bloco B, sala 19, Asa Norte, Brasília-DF)

Formulário para confirmação de participação: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSc1SBtCaxaU5OaD4t04jS4Zcz50mXP4ojmIS__aLUpuFKwz_Q/viewform

Mais informações:

Clube Social Negro de Brasília

Criado em 2024, o Clube Social Negro de Brasília surge como um espaço de promoção da igualdade racial e desenvolvimento integral da população negra afro-brasileira, contribuindo para o fortalecimento de sua identidade, inclusão e bem-estar social. T em o objetivo de ser referência na integração dos povos negros na diáspora africana, fortalecendo valores como protagonismo, justiça social, memória, pertencimento, respeito, coletividade e antirracismo.

Selo Nyota

Criado em 2018 pelas professoras Franciéle Garcês e Nathália Romeiro, o Selo Nyota publica livros científico-acadêmicos elaborados e protagonizados por pessoas negras, LGBTQIAP+, indígenas e mulheres, com vistas a visibilizar suas produções científicas e enfrentar o memoricídio e epistemicídio desses conhecimentos na academia e sociedade brasileira. Com mais de 50 obras no catálogo, tem como compromisso a justiça informacional e epistêmica de populações historicamente invisibilizadas do mercado editorial científico.

Contato

Instagram: @clubesocialnegro

E-mail: imprensa.clubenegrobsb@gmail.com

St. Patrick’s Day: escolas de Brasília celebram a cultura irlandesa com alunos

Evento educativo destaca as origens, tradições e influência mundial da data, com atividades culturais e pedagógicas para crianças e adolescentes.

A Escola Canadense de Brasília promove, na próxima segunda-feira, dia 17 de março, uma celebração especial do St. Patrick’s Day, festa tradicional irlandesa que se tornou um fenômeno global. A iniciativa busca ensinar aos alunos sobre as origens e o significado da data, ao mesmo tempo em que proporciona uma imersão cultural por meio de atividades lúdicas e pedagógicas.

O St. Patrick’s Day homenageia São Patrício, padroeiro da Irlanda, que, segundo a tradição, levou o cristianismo à ilha no século V. A data é marcada por desfiles, festivais e pelo uso da cor verde, símbolo do trevo de três folhas que, de acordo com a história, era usado pelo santo para explicar a Santíssima Trindade. Originalmente uma celebração religiosa, o feriado expandiu-se para além das igrejas e tornou-se uma festividade nacional na Irlanda e em países de língua inglesa, como Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Austrália. Em países de forte tradição católica, como Brasil, México e Argentina, o dia também é celebrado por comunidades irlandesas e simpatizantes da cultura celta.

Na Escola Canadense de Brasília, os alunos participam de oficinas culturais, brincadeiras e contação de histórias sobre São Patrício e o folclore irlandês. Além disso, há uma programação especial com atividades artísticas, desafios temáticos e momentos de aprendizado sobre as influências da imigração irlandesa no mundo. A festividade proporciona aos alunos uma experiência imersiva em uma das tradições mais populares do Canadá. 

A programação inclui atividades lúdicas e educativas que contextualizam a história da data e seus símbolos, como o trevo de três folhas, o duende Leprechaun e a busca pelo pote de ouro. Além disso, os alunos e professores serão incentivados a vestir roupas verdes, criando um ambiente de celebração e pertencimento.

Para Vitor Ramos, diretor da Escola Canadense de Brasília, eventos como esse são fundamentais para ampliar a visão dos estudantes sobre diversidade cultural. “Celebrar o St. Patrick’s Day não é apenas uma forma de diversão, mas uma oportunidade única de aprendizado. Ao vivenciarem uma tradição tão presente no Canadá, nossos alunos desenvolvem um senso de conexão global e respeito pelas diferentes culturas”, destaca Ramos.

Sobre a Escola Canadense de Brasília:

A Escola Canadense de Brasília é uma instituição educacional que oferece um currículo bilíngue, que utiliza uma metodologia internacional de excelência, com uma mentalidade global e uma abordagem pedagógica voltada para a formação integral dos alunos. Com foco no desenvolvimento acadêmico e sócio emocional, a escola prepara seus alunos para serem cidadãos globais. https://www.escolacanadensedebrasilia.com.br/

Alunos da Escola Canadense de Brasília celebram o St. Patrick’s Day com atividades culturais e aprendizado sobre a tradição canadense, crédito Escola Canadense de Brasília

Unidade SIG

SIG Quadra 8, Lote 2225, Parte F • Brasília – DF

Celular / WhatsApp: +55 (61) 9276-4957

Unidade Águas Claras

QS 05 Av. Areal, Lote 04 • Águas Claras – DF

Celular / WhatsApp: +55 (61) 9276-4957

Torre de TV comemorou 58 anos com festa no último domingo

BRB preparou atividades especiais em homenagem a um dos maiores símbolos de Brasília

Em comemoração ao aniversário de 58 anos da Torre de TV, o Banco BRB preparou atividades especiais para o domingo (9). O local, um dos principais cartões-postais da cidade, será palco de uma grande festa para toda a família. O evento será das 13h às 17h e promete envolver a comunidade local e turistas na região em uma programação interativa e cultural.

“É uma grande alegria celebrar os 58 anos da Torre de TV, valorizando este importante símbolo da cidade. O banco não poderia ficar de fora desta festa e reafirma seu papel na promoção de ações que geram impacto positivo para os moradores de Brasília e turistas que visitam a região, transformando a Torre de TV em um importante ponto de encontro para a população”, afirma o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

Entre as atrações da festa, estão espaços temático para fotos com o público (PhotoPoint), cama-elástica, totó, ping-pong, distribuição de pipocas e picolés, além da brincadeira “Acerte a Torre”, com a montagem de uma Torre de TV como alvo para as pessoas acertarem o máximo de argolas.

E, para os clientes BRB que visitarem o Mezanino, o banco também preparou promoções gastronômicas especiais. Na compra do prato de parmegiana para casal (R$ 158), os clientes ganham 2 drinks ou cafés expresso, mais sobremesa. Além disso, pagam o valor de R$ 58 ao pedir um prato elaborado especialmente para o aniversário da Torre + sobremesa, e terão 58% de desconto na carta de drinks.

O evento aconteceu das 13h às 17h e promete envolver a comunidade local e turistas na região em uma programação interativa e cultural | Foto: Divulgação/Rafael Lavenère

Saiba mais

O BRB é o gestor da Torre de TV, um dos principais cartões postais de Brasília, desde 2020. Durante esses anos, o Banco promoveu a revitalização do espaço que inclui a fonte, o mirante, os espelhos d’água, os canteiros próximos à Torre, além do Jardim Burle Marx, espaço de paisagismo localizado entre a rodoviária e a Torre. O local é um dos pontos turísticos mais visitados do DF e recebe mensalmente cerca de 10 mil visitantes.

*Com informações do BRB

Por Agência Brasília* | Edição: Ígor Silveira

NETAS DAS FOGUEIRAS

Um espetáculo criado no momento a partir de memórias das nossas ancestrais. 

No mês da mulher convocamos a sapiência das mulheres que vieram antes de nós, que sobreviveram às fogueiras, e celebramos essas avós com muito encantamento na criação de um mundo mais presente como o teatro.

Se palavra com intento é feitiço: intentemos.

Sinopse: E se a bruxaria que queimou nossas avós fosse real? Magia, curas, encantamentos para angústias. E todo esse conhecimento e poder foram queimados com as mulheres e os livros. Toda uma sabedoria ancestral perdida… Não. Escondida nas canções, nos bordados, nas receitas. A partir do que as mulheres das nossas famílias nos deixaram e ensinaram, cada apresentação cria histórias, músicas, imagens e feitiços para mudar o nosso mundo. Cada público desperta um espetáculo diferente e único, feitiços sob medida para cada memória partilhada. “Não existe esse negócio de bruxas, mas vai existir” (Alix E. Harrow).

Release: O livro “The Once and Future Witches” de Alix E. Harrow parte da premissa de que a bruxaria foi real. Que mulheres voavam em vassouras, transformavam pessoas em bichos, criavam poções para curar enfermidades, faziam encantamentos para angústias e feitiços que mostravam um poder imenso. Uma conexão intensa com a natureza e o sobrenatural fluindo pelo tempo e espaço trazendo uma sabedoria poderosa. O medo desse mundo as condenou às fogueiras. O medo do saber condenou os livros às fogueiras. Na obra de Alix E. Harrow, três irmãs encontram o segredo de Avalon depois que percebem vestígios dessa sabedoria milenar feminina escondidos em quadros de bordados, em canções de ninar, em receitas passadas de geração em geração.

Essa é a inspiração para o espetáculo “Netas das Fogueiras”. Um espetáculo que honra a sabedoria passada nos detalhes do dia a dia pelas mulheres. Em cena 3 figuras jogam com cenas, músicas e filosofias da vida cotidiana inspiradas totalmente nas partilhas do público sobre as sabedorias e heranças das mulheres de suas famílias. E são essas composições realizadas em tempo real, espontâneas e instantâneas e por isso sempre únicas de cada apresentação, que são inspiração o feitiço da noite que vem a responder um desejo da plateia.

Se somos as netas e netos das bruxas que não puderam queimar, temos o poder de devolver a magia às nossas vidas. O poder do teatro, do encontro ao vivo, da improvisação e da palavra dita com intenção criam um livro de feitiços contemporâneos e originais, escrito coletivamente e cenicamente com o público. “Não existe esse negócio de bruxas, mas vai existir” (Alix E. Harrow). E vai existir em clã.

A concepção e direção do espetáculos são de Luana Proença que estuda e trabalha técnicas de dramaturgia instantânea e improvisação desde 2004 e possui pesquisas de mestrado e doutorado na área. Já lecionou e se apresentou em eventos de teatro instantâneo em diversos países como Estados Unidos, Espanha, Portugal, Bulgária, Países Baixos, Áustria, Suécia, Itália, Grécia, Noruega, Polônia e Austrália.

Ficha Técnica:

Inspiração: Livro “The Once and Future Witches” de Alix E. Harrow

Realização: Grupo de Impro Saída Sul

Criação e Encenação/Direção: Luana Proença

Elenco: Flávio Café, Luana Proença e Renata Bittencourt

Colaboração artística e luz: Gaê

Produção: Guilherme Angelim

Contato de produção: Guilherme Angelim (ele/dele) +55 (61) 98175-2621

Serviço:

ESTREIA – TEMPORADA 1:

Dias: 07, 08 e 09/03 (sexta à domingo)

Horário: sempre às 20:00

Local: Teatro ary Barroso (SESC 504 Sul – Asa Sul)

Ingressos: R$25,00 (meia) e R$50,00 (inteira). TODAS as Mulheres e Pessoas não-binárias pagam meia.

Vendas: Sympla: https://www.sympla.com.br/eventos?s=netas%20das%20fogueiras

Dia 09/03 (domingo) às 16:00: Apresentação gratuita de Desmontagem Cênica do espetáculo NETAS DAS FOGUEIRAS: uma abertura demonstrativa e poética sobre o processo de criação e a técnica de improvisação que deu origem ao espetáculo.

TEMPORADA 2:

Dias: 28*, 29 e 30/03

*(Dia 28/03 é uma apresentação em INGLÊS: “Granddaughters of Fire” – GRATUITA)

Horário: sempre às 20:00

Local: Teatro dos Ventos (Duo Mall, R. 19 Norte – Águas Claras

Ingressos: R$25,00 (meia) e R$50,00 (inteira). TODAS as Mulheres e Pessoas não-binárias pagam meia. *(Dia 28/03, a apresentação em inglês é gratuita)

Vendas: Furando Fila

Sobre Saída Sul:

O grupo de teatro Saída Sul foi criado em 2015 pelas artistas sul-americanas Fernanda Rocha, Júlia Horta, Julieta Zarza, Luana Proença e Marina Zoé. Como filosofia, o grupo acredita que enquanto o mundo procura um norte em seu existir, nós procuramos o sul, a nossa própria maneira identitária de ligar com o ser e fazer arte, a nossa saída sul apra a criação. A partir de um Treinamento baseado em técnicas de dança, circo, acrobacia, capoeira, palhaçaria, Impro e Viewpoints, o grupo desenvolveu em 2016 o trabalho “Improgress” ao ser selecionado pelo projeto de Incubadora de Teatro do Espaço PÉ DiReitO no DF. Desde 2017 Luana Proença assume a direção do grupo, desenvolvendo projetos com solos e com artistas convidades, ainda em parcerias com as integrantes iniciais sempre que possível. Em 2017, estreou o espetáculo “Aleatório”, participante da Mostra do Obsoleto Teatro em Brasília. “Aleatório” é um solo assinado por Luana Proença criado pela pesquisa e colaboração artística do grupo Saída Sul. Em 2018 o espetáculo voltou a ser apresentado em português e inglês na sala Ary Barroso (SESC 504 Sul) em Brasília. Durante o ano o grupo Saída Sul foi parceiro direto do projeto “Visando Impro” que divulga material sobre Impro em português por meio de um blog, e realiza um documentário sobre Impro com entrevistadas de improvisadores da Argentina, Colômbia, Venezuela, México, Estados Unidos, Canadá, Romênia, Grécia, Portugal, Austrália, Polônia, Reino Unido, França, entre outros países. O documentário “Era preciso ouvir outras vozes” foi lançado internacionalmente em 16 de novembro de 2019. No mesmo ano, Saída Sul apresenta com o espetáculo “Aleatório” em Portugal, no Belfast Improv Festival na Irlanda do Norte, e no Sofia Improv Festival na Bulgária. Estreia também o terceiro espetáculo “Coisas Coisadas” no Festival Imaginário de Sintra (Portugal), que une contação de histórias e palhaçaria em um solo de improvisação. Em 2020, antes da pandemia, apresenta “Aleatório” em Oslo, Noruega. “Coisas Coisadas” é apresentado em versão on-line para eventos do Brasil, China e Inglaterra. Com a volta ao presencial, “Aleatório” é apresentado em São Paulo, Rio de Janeiro (2021) e Estados Unidos (2023). “Coisas Coisadas” é apresentado no Sweden Improv Festival (Suécia) e Irreverente – Festival Internacional de Improviso de Lisboa (Portugal) em 2022, e em Coimbra, Portugal em 2024.

GRANDDAUGHTERS OF FIRE

A show created in the moment based on memories of our ancestors. 

In women’s month, we call upon the wisdom of the women who came before us, who survived the bonfires, and we celebrate these grandmothers with great enchantment in creating a more present world like theater.

If a word with intent is a spell: let us intend.

Sinopse: What if the witchcraft that burned our grandmothers was real? Magic, cures, enchantments for anguish. And all this knowledge and power was burned with women and books. All lost ancestral wisdom… No. Hidden in songs, embroidery, recipes. Based on what the women in our families left us and taught us, each performance creates stories, songs, images and spells to change our world. Each audience awakens a different and unique spectacle, spells tailored to each shared memory. “There is no such thing as witches, but there will be” (Alix E. Harrow).

Release: The book “The Once and Future Witches” by Alix E. Harrow is based on the premise that witchcraft was real. That women flew on broomsticks, transformed people into animals, created potions to cure illnesses, made incantations for anguish and spells that showed immense power. An intense connection with nature and the supernatural flowing through time and space bringing powerful wisdom. The fear of this world condemned them to the fires. The fear of knowledge condemned books to be burned at the bonfires. In the work of Alix E. Harrow, three sisters discover the secret of Avalon after they notice traces of this ancient feminine wisdom hidden in embroidery paintings, in lullabies, in recipes passed down from generation to generation.

This is the inspiration for the show “Granddaughters of Fire”. A show that honors the wisdom passed down in the details of everyday life by women. On stage, 3 figures play with scenes, music and philosophies from everyday life inspired entirely by the audience’s sharing of the wisdom and heritage of the women in their families. And it is these compositions made in real time, spontaneous and instantaneous and therefore always unique to each performance, that inspire the spell of the night that responds to the audience’s desire.

If we are the granddaughters and grandchildren of the witches who couldn’t they couldn’t burn, we have the power to return magic to our lives. The power of theater, live encounters, improvisation and words spoken with intention create a book of contemporary and original spells, written collectively and scenically with the audience. “There is no such thing as witches, but there will be” (Alix E. Harrow). And it will exist as a coven.

The show’s conception and direction are by Luana Proença, who has been studying and working on instant dramaturgy and improvisation techniques since 2004 and has master’s and doctorate research in the area. She has taught and performed at improv theater events in several countries such as the United States, Spain, Portugal, Bulgaria, the Netherlands, Austria, Sweden, Italy, Greece, Norway, Poland and Australia.

Foto divulgação

About the Cast and Crew:

Inspiration: Book “The Once and Future Witches” by Alix E. Harrow

Production: Saída Sul Impro Group

Creation and Staging/Direction: Luana Proença

Cast: Flávio Café, Luana Proença and Renata Bittencourt

Artistic collaboration and light: Gaê

Production: Guilherme Angelim

Contact info: Guilherme Angelim (he/him/his) +55 (61) 98175-2621

Service English Performance:

Day: March 28th, 2025

Time: 08:00pm

Venue: Teatro dos Ventos (Duo Mall, R. 19 Norte – Águas Claras)

Tickets: Free. Reservations: Furando Fila

 

CAIXA CULTURAL BRASÍLIA APRESENTA O ESPETÁCULO “VIRGINIA”

Atriz Cláudia Abreu mergulha no universo de Virginia Woolf para a criação de seu primeiro solo, com direção de Amir Haddad

A CAIXA Cultural Brasília (DF) recebe, nos dias 13, 14, 15 e 16 de março, o espetáculo Virginia, baseado na vida e obra da autora inglesa Virginia Woolf. Com interpretação da atriz Cláudia Abreu, a peça terá apresentações às 20h naquinta, sexta e sábado e às 17h no domingo. Os ingressos estarão disponíveis para venda a partir de 8 de março às 9h na bilheteria do Teatro da CAIXA e a partir das 13h pelo site https://bilheteriacultural.com.br

A peça terá interpretação solo da atriz Cláudia Abreu, que concebeu o espetáculo como resultado do impacto que Virginia Woolf causou nela ao longo de sua trajetória. A vida e a obra da autora inglesa são os motores dessa criação, fruto de um longo processo de pesquisa e experimentação que durou mais de cinco anos. Primeiro monólogo da carreira da atriz, o solo marca ainda a sua estreia na dramaturgia e o retorno da parceria com Amir Haddad, que a dirigiu em ‘Noite de Reis’ (1997). 

O monólogo Virginia, que estreou em julho de 2022, em São Paulo, já percorreu mais de 25 cidades, entre elas Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG),Natal (RN), Salvador (BA), além de Guanajuato no México.O espetáculo também fez parte da programação do Festival Internacional Cervantino, em Lisboa. A montagem foi vista por mais de 45 mil pessoas e agora, em 2025, segue suavocação itinerante com as apresentações programadas naCAIXA Cultural.

Inspiração: 

A relação de Cláudia com Virginia Woolf começa em Orlando, encenação assinada por Bia Lessa, de 1989. Aos 18 anos, ela travou contato inicial com a escritora de clássicos como ‘Mrs Dalloway’, ‘Ao Farol’ e ‘As Ondas’. No entanto, somente em 2016, com a indicação de uma professora de literatura, que a atriz reencontrou e mergulhou de cabeça no universo da autora. Após ler e reler alguns livros, incluindo as memórias, biografias e diários, a vontade de escrever sobre Virginia falou mais alto.

“Eu me apaixonei por ela novamente. Fiquei fascinada ao perceber como uma pessoa conseguiu construir esta obra brilhante com tanto desequilíbrio, tragédias pessoais e problemas que teve na vida. Como ela conseguiu reunir os cacos?’, questiona a atriz, que enxerga Virginia também como um marco de maturidade em sua trajetória. 

“O texto também vem deste desejo de fazer algo que me toca, do que me interessa falar hoje. De falar do ser humano, sobre o que fazemos com as dores da existência, sobre as incertezas na criação artística, também falar da condição da mulher ontem e hoje. Não poderia fazer uma personagem tão profunda sem a vivência pessoal e teatral que tenho hoje’, avalia.

A dramaturgia de Virginia foi concebida como inventário íntimo da vida da autora. Em seus últimos momentos, ela rememora acontecimentos marcantes em sua vida, a paixão pelo conhecimento, os momentos felizes com os queridos amigos do grupo intelectual de Bloomsbury, além de revelar afetos, dores e seu processo criativo. A estrutura do texto se apoia no recurso mais característico da literatura da escritora: a alternância de fluxos de consciência, capaz de ‘dar corpo’ às vozes reais ou fictícias, sempre presentes em sua mente.

A chegada de Amir ao projeto veio ao encontro do desejo de Cláudia em encenar o seu próprio texto. Malu Valle, que assina a codireção da montagem, chegou no processo quando Amir se recuperava de covid e contribuiu em toda a etapa final de Virginia. 

Cláudia Abreu, crédito Pablo Henriques

SERVIÇO

Virginia – CAIXA Cultural Brasília

Data: 13, 14, 15, 16 de março – quinta, sexta e sábado às 20hs e domingo às 17hs

Endereço: SBS – Quadra 4 – Lotes 3/4 – Brasília – DF

Ingressos: na bilheteria ou por meio do site https://bilheteriacultural.com.br

Valores: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia entrada)

Lotação: 406 lugares

Classificação indicativa: 12 anos.

Tempo de duração: 60 minutos

Estacionamento: gratuito para visitantes aos finais de semana e feriados, de terça a sexta disponível a partir das 18h.

 

Fórum distrital de mulheres no hip hop discutirá protagonismo feminino no Movimento Hip Hop

Evento gratuito reúne artistas, produtoras e ativistaspara debater desafios e conquistas das mulheres no rap, breaking, graffiti e DJ.

As mulheres do hip-hop do Distrito Federal terão um espaço exclusivo para trocar experiências, debaterdesafios e fortalecer sua atuação na cultura urbana. OFórum Distrital de Mulheres no Hip Hop está com inscrições abertas e acontece entre os dias 7 e 9 de março, no SESC Asa Sul, em Brasilia.

Com inscrições gratuitas podem se inscrever peloInstagram @mulhereshiphopdf, o evento busca dar visibilidade às trajetórias femininas dentro do movimento hip-hop, promovendo debates sobre profissionalização, protagonismo e resistência.

O encontro reunirá artistas, produtoras, pesquisadoras eativistas em uma programação intensa de rodas de conversa, trocas de expriências, oficinas e apresentações.

O Fórum é organizado pela Frente Nacional Mulheres no Hip Hop – FNMH2, o Instituto Periferia Livre e o InstitutoPALCO CULTURA em parceria com a Secretaria deEstado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

Programação

Dia 07/03

18:00 – Abertura do Fórum Distrital Mulheres do Hip Hop, com credenciamento e distribuição de kit para as participantes.

19:00 – Coffee break e Lançamento de Livros e Publicações.

19:30 -22:00 – Mulheres do Hip Hop na cena: Roda de Abertura com convidado/as/es e Autoridades, Lançamento do site e da Casa da Mulher do Hip Hop DF com Apresentações culturais e espaço Kids acontecendo simultaneamente.

Dia 08/03

08:00 as 09:00 – Credenciamento e recepção

09:00-12:00 – “Mesa Garantia de direitos e Violência Contra as mulheres e LGBTQIAPN+” com autoridades, OAB-DF e representantes da Frente Nacional de Mulheres no Hip Hop e Apresentação Artística Vera Veronika 

Com espaço Kids acontecendo simultaneamente. 

11:30 as 13:30 -Sarau e Microfone Aberto no Almoço

14:00 – 16:30 – Grupos de Trabalhos simultâneos

Sala 1Grafitti na cena: Oficina e Roda de conversa com convidadas sobre o cenário artístico do grafitti – constituição de coletivos, ações inteligentes de faça você mesmo, precificação e criminalização da arte.

Sala 2 –Batalhas das Minas: Oficina e Roda de conversa com convidadas –– estratégias de Arranjos Produtivos Locais femininos no DF através de SLAMs, saraus literários e batalhas.

Sala 3Scratches no DF DJs do Hip Hop do Distrito Federal – Oficina e Roda de conversa, debate sobre referências, técnicas, diagnóstico da atualidade da profissão, novas tecnologias implementadas.

Sala 4Break na cena: Oficina e Roda de conversa com convidadas intervenções artísticas – aula-intervenção 

Sala 5Rap e Conhecimento: Oficina e Roda de conversa com convidadas, sobre a produção cultural e a música como transformação social.

16:30 – Batalha de Rima 

17:30 – Intervalo para Jantar

18: 30– Shows Musicais na Esplanada dos Ministérios, compondo o 8M Unificado.

Dia 09/03

08:30- Grafitti na cena 2: Espaço para Grafitagem externa 

10:30 – Plenária Final -Com Mestras do Hip Hop Nacional – apresentação das propostas, desafios, projeção de ações propositivas para o reconhecimento dos diferentes saberes e fazeres das mulheres nos elementos do hip hop Distrital e Nacional, visando a melhor qualidade de vida e apresentação das Políticas Públicas vigentes para as mulheres do Hip Hop.

-Com espaço Kids acontecendo simultaneamente. 

11:30 as 13:30 – DJ´S e Microfone Aberto no Almoço

14:00 – 16:00– Despedidas e Abraços, Rumo ao Fórum Nacional de 2025 na Bahia

Foto divulgação

Serviço:

Data: 7 a 9 de março

Local: SESC Asa Sul, em Brasília

Inscrições e mais informações: @mulhereshiphopdf 

Bloco dos Raparigueiros arrasta 80 mil foliões e celebra Carnaval seguro em Brasília

Maior bloco carnavalesco do Centro-Oeste reafirma compromisso com a tradição e a segurança

O Bloco dos Raparigueiros mais uma vez fez história no Carnaval de Brasília. No dia 2 de março, o bloco reuniu 80 mil foliões na Esplanada dos Ministérios, em um espaço privilegiado que garantiu conforto e acessibilidade ao público, celebrando os 40 anos do Axé Music em uma festa plural, segura e inclusiva. O evento, fomentado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF reafirmou o compromisso dos Raparigueiros com a cultura popular e com a segurança do público, consolidando-se como um dos maiores e mais organizados blocos do país.

“Foi um Carnaval inesquecível! Agradecemos às forças de segurança do Distrito Federal, ao GDF, aos bombeiros, aos profissionais de saúde e às equipes de organização que trabalharam incansavelmente para garantir um evento seguro e bem estruturado. Graças a essa colaboração, conseguimos proporcionar uma experiência memorável para todos os foliões. Também agradecemos o apoio da Secretaria de Cultura, que foi fundamental para a ação ser um sucesso. Acredito que o novo local escolhido para a folia necessita de alguns ajustes, mas está quase perfeito”, destaca Jean Costa da diretoria do Bloco dos Raparigueiros.

Com 33 anos de história, os Raparigueiros são uma referência do Carnaval de rua do Distrito Federal, sendo reconhecidos nacionalmente. O desfile de 2025 reforçou essa tradição ao som da Batucada dos Raparigueiros, Banda Imagem e DJs convidados, promovendo uma verdadeira celebração do Axé Music.

E a festa continua! No dia 4 de março, a Batucada dos Raparigueiros volta ao Gran Folia para mais uma apresentação especial, a partir das 17h, no mesmo local, garantindo mais ritmo e energia para os amantes do Carnaval.

Foto Hugo Barreto

SERVIÇO: Batucada dos Raparigueiros no Gran Folia
Data: Terça-feira, 4 de março de 2025
Horário: 17h
Entrada Gratuita
Mais informações: https://ligadosblocos.com.br/blocos/raparigueiros/

Instagram: https://ligadosblocos.com.br/blocos/raparigueiros/

Folia do Cerrado em São João d’Aliança

Tradicional Bloco de rua, fanfarra e muita diversão fazem parte da “Folia do Cerrado” em São João d’ Aliança neste Carnaval

Nós dias 03 e 04 de março (segunda e terça-feira) sai o Bloco Folia do Cerrado, com a Fanfarra Xaranga da Alegria. Concentração às 17h, saindo da Feira Municipal, em frente à Igreja de São João Batista e finalizando no Centro Cultural, ao lado da Praça do Skate. Será uma matinê super gostosa, para todas as idades. Quem quiser curtir, é só vestir sua fantasia ou uma camiseta verde na cor do abadá do Bloco ou apenas acompanhar a galera, com muita alegria. 

Para quem ama a natureza

Aproveitando a estadia, São João d’Aliança possui 12 cachoeiras todas catalogadas e abertas ao público, com trilhas que vão de super leves a trechos mais longos e difíceis, que levam a verdadeiros paraísos naturais. Aqui fica a queda d’água mais alta do Estado e a quinta maior do país, a Cachoeira do Label. 

Esportes aquáticos

Tem várias opções. Uma delas é o raffiting, nas corredeiras do Rio das Brancas. É o dia inteiro de excursão com uma equipe que vai cuidar da sua diversão, bem estar e segurança. 

Gastronomia

Sim, São João d’Aliança tem seus “points”. São vários bares e restaurantes ao longo da Avenida principal,  mas também tem points espalhados pela cidade, como a Legião Burguer, uma hamburgueria artesanal super bem transada, atrás da Igreja de São João Batista. Tem também o restaurante Chapéu de Sol, encontro de turistas de todos os lugares do Brasil e do mundo, a Cantina da Salete, pizzarias e muito mais para você conhecer na cidade. 

Hotéis e Pousadas

Para todos os bolsos. Na Avenida principal você encontra vários hotéis a preços acessíveis, como a Pousada Victória, Chapéu de Sol, Rebendolengo, entre outras, e também diversas opções dentro do Condomínio Chácaras Habitat, como por exemplo o Sítio Sagrada Família, Terra Betânea, Sítio Amarelo e Pousada Amoreira. São algumas das muitas opções a uma diária média de R$ 160,00. Para quem quer algo mais romântico e especial, tem a Black Rock Montain, preço sob consulta.

O carnaval “Folia do Cerrado” tem apoio da Secretaria de Cultura, da Secretaria de Turismo e da Prefeitura de São João d’ Aliança e esperamos todos vocês!

Serviço – Folia do Cerrado em São João d’ Aliança

Dias: 3 e 4 de março

Matinê das 17 às 20h

Concentração saindo da Feira Municipal, em frente à Igreja de São João Batista

Apoio: Secretaria de Cultura, Secretaria de Turismo e Prefeitura de São João d’ Aliança

Por Cleuza Brandão e Gláucie Lima

Tradicional bloco do Guará, CarnaLobo tem novidades para os festejos de 2025

Foto divulgação

A inauguração do “caminhãozinho elétrico” promete animar a festa dos públicos infantil e adulto; passistas e bandas locais são algumas das atraçõesconfirmadas

Com história e tradição, o bloco CarnaLobo se prepara para o Carnaval 2025. A novidade para este ano é a inauguração do “caminhãozinho elétrico”que fará o cortejo para o Bloco do Lobinho, uma das atrações confirmadas. A festa reúne mais de mil pessoas anualmente no Guará II.

O bloco acontecerá no dia 2 de março, a partir das 15h, no estacionamento do Edifício Consei, e tem como objetivo ser um local de festa da família guaraense. Com programação para todas as idades, o evento conta ainda com a banda Potência do Cerrado, os passistas da escola de samba Capela Imperial e o professor Gui Alves para aulas de FitDance.

O CarnaLobo também busca resgatar as características do carnaval tradicional. As marchinhas, os sambas-enredo e a axé music são os estilos mais tocados. Os organizadores destacam o trabalho pela inclusão e diversidade no bloco.

A organização é do Festival Kombinando Cultura e Ideias e da Confraria Diversão e Arte com apoio do Sindicato dos Bancários e da Administração Regional do Guará.

Foto divulgação

Serviço

Evento: Bloco CarnaLobo

Data: 2 de março de 2025

Horário: 15h às 22h

Local: Estacionamento do Edifício Consei, EQ 31/33, Guará II – Brasília (DF)

Agenda cultural do Sesc-DF traz exposição e muito humor para este fim de semana

Entradas são gratuitas. No caso das apresentações teatrais, ingressos serão retirados uma hora antes dos espetáculos, mediante doação de alimento.

O fim de semana cultural do Sesc-DF vem recheado de atrações. Vai ter exposição que destaca o protagonismo feminino, comédia pastelão, espetáculo cômico musical e Stand-Up Comedy com a revelação do humor nacional Wêlson Nunes.

Vale destacar que as entradas em todos os espetáculos são gratuitas. No caso das apresentações nos teatros, a retirada dos ingressos, mediante doação de 1kg de alimento não perecível, começa uma hora antes dos espetáculos.

Confira!

Lembrando que, para mais informações, acesse: http://www.sescdf.com.br

Exposição Heroínas da Paz

Local: Teatro Ary Barroso – Sesc 504 Sul Alberto Salvatori Giovanni Vilardo

Data: 19/02 a 30/03

Entrada: Gratuita

Classificação Indicativa: Livre

Horário: 09:00 às 19:00

Sinopse: Já está em cartaz a exposição “Heroínas da Paz” comemora o Dia de Santa Brígida, celebrado na Irlanda como um marco do empoderamento feminino. O evento destaca o protagonismo de mulheres que desafiaram barreiras e transformaram sociedades

O trabalho traz retratos impressionantes de 30 mulheres que desempenharam papéis cruciais no processo de paz da Irlanda do Norte. Criadas pela artista visual FRIZ, as obras celebram a bravura, a força e o legado dessas ativistas. Além dos retratos, a mostra inclui banners com biografias que aprofundam as histórias por trás de cada figura retratada.

A Exposição vai ficar de 19 de fevereiro a 30 de março no Teatro Ary Barroso – Sesc 504 Sul Alberto Salvatori Giovanni Vilardo.

“Gourmet Dands” – Trupe Os Trolhas (SP)

Dia 21/02: Teatro Silvio Barbato – Sesc Setor Comercial Sul – às 19 horas

Dia 22/02: Teatro Newton Rossi – Sesc Ceilândia Bartolomeu Gonçalves Martins – às 19 horas

Entrada: Gratuita (Retirada de ingresso uma hora antes do espetáculo, mediante doação de 1kg de alimento não perecível)

Classificação Indicativa: Livre

Sinopse: Nesta sexta-feira e sábado tem Gourmet Dands, da Trup Trolhas, chega a Brasília com uma comédia pastelão cheia de humor e habilidades circenses.

Três mestres-cucas atrapalhados tentam preparar uma receita, gerando pura confusão com gags, acrobacias e malabarismos. O espetáculo promete divertir toda a família, transformando qualquer espaço em palco de alegria e risadas.

Foto divulgação

“Os melhores erros da minha vida”Especial de Comédia de Daniel Villas Bôas (DF)

Local: Teatro Silvio Barbato – Sesc Setor Comercial Sul

Data: 22 de fevereiro

Horário: 19:00

Entrada: Gratuita (Retirada de ingresso uma hora antes do espetáculo, mediante doação de 1kg de alimento não perecível)

Classificação Indicativa: 12 anos

Sinopse: No sábado (22) tem comédia baseado em fatos surreais. Daniel compartilha sua jornada de virar adulto, lidar com responsabilidades, erros emudanças na vida. Ele aprendeu a enxergar os obstáculos sob uma perspectiva curiosa, transformando cada erro em uma piada. Uma história única, mas possivelmente parecida com a sua.

Stand up Wêlson Nunes – Patrocinado por Mike, C&lá e Craro (CE)

Dia 22/02: Teatro Ary Barroso – Sesc 504 Sul Alberto Salvatori Giovanni Vilardo – 20 horas

Dia 23/02: Teatro Paulo Gracindo – Sesc Gama – 19 horas

Entrada: Gratuita (Retirada de ingresso uma hora antes do espetáculo, mediante doação de 1kg de alimento não perecível)

Classificação Indicativa: 14 anos

Sinopse: Cristão e sempre bem-humorado, Wêlson em seu show solo WÊLSON NUNES, vai contar, neste sábado (22), um pouco da vida de um nordestino no Rio de Janeiro, seus percalços e situações engraçadas, nunca deixando a fé de lado.

“ConSerto” – Udi Grudi (DF)

Local: Teatro Paulo Autran – Edusesc Taguatinga Norte

Data: 22 de fevereiro

Horário: 17:00

Entrada: Gratuita (Retirada de ingresso uma hora antes do espetáculo, mediante doação de 1kg de alimento não perecível)

Classificação Indicativa: LivreSinopse

Classificação Indicativa: LivreSinopse: Udigrudi em ConSerto é um espetáculo cênico-musical protagonizado por palhaços que utilizam instrumentos feitos de materiais inusitados, criando sons e cenas hilárias. Com um repertório eclético, que vai da música popular à MPB e Villa-Lobos, o espetáculo mistura teatro, música e humor. Criado em 2007, encanta toda a família com criatividade, leveza e uma divertida desconstrução da realidade.

“Abre Alas: Concerto à Doidivana” – Casulo Teatro (DF)

Local: Teatro Silvio Barbato – Sesc Setor Comercial Sul

Data: 23 de fevereiro

Horário: 17:00

Entrada: Gratuita (Retirada de ingresso uma hora antes do espetáculo, mediante doação de 1kg de alimento não perecível)

Classificação Indicativa: Livre

Sinopse: “Abre Alas: Concerto à Doidivana” é um espetáculo cômico-musical inspirado na obra da maestra Chiquinha Gonzaga. Criado por Karla Concá e Caísa Tibúrcio (Palhaça Ananica), traz uma bicicleta antiga, Triluna, que se transforma em instrumentos musicais. Juntas, elas homenageiam Chiquinha com um concerto divertido e criativo lirismo.

“As Aventuras de Benedito” – Cia Jatobá (GO)

Local: Teatro Ary Barroso – Sesc 504 Sul Alberto Salvatori Giovanni Vilardo

Data: 23 de fevereiro

Horário: 17:00

Entrada: Gratuita (Retirada de ingresso uma hora antes do espetáculo, mediante doação de 1kg de alimento não perecível)

Classificação Indicativa: Livre

Sinopse: Dois artistas de rua chegam à cidade com uma apresentação de mamulengos cheia de humor. Eles contam a história de Severo, o “Preto Bom do Quero-Quero”, que se apaixona por Catirina, filha de um rico fazendeiro. A Cia Jatobá convida o público a explorar o mundo árido e alegre do nordeste

Mostra Oscar 2025 entra na reta final com sessão especial de Ainda Estou Aqui 

Às vésperas da premiação, Cine Brasília exibe últimas sessões de filmes indicados, com destaque para o representante brasileiro e sessão extra nesta quinta, 27

A contagem regressiva para o Oscar 2025 começou. No próximo domingo, 2 de março – que este ano coincide com o domingo de carnaval – Hollywood conhecerá os vencedores da maior premiação do cinema. Para quem torce por Ainda Estou Aqui, indicado em três categorias, as expectativas estão a mil. Será que o Brasil levará a estatueta? A resposta chega no domingo, mas até lá, o Cine Brasília garante mais duas chances para quem ainda não assistiu a esse grande sucesso do cinema nacional. Nesta quinta-feira, 27, o filme de Walter Salles terá uma sessão ao meio-dia, e na quarta, 5 de março, às 14h30. 

Além do destaque brasileiro, a Mostra Oscar 2025, que chega à sua última semana no Cine Brasília, traz uma programação com outros grandes títulos que disputam o Oscar este ano. Entre os épicos, Gladiador II, de Ridley Scott, e Duna: Parte 2, de Denis Villeneuve, prometem transportar o público para batalhas grandiosas. Já os fãs de ficção científica e terror podem esperar fortes emoções com Alien: Romulus, que resgata o espírito aterrorizante da franquia, e Planeta dos Macacos: O Reinado, que expande a clássica saga de humanos e primatas.

As animações também marcam presença, com Divertida Mente 2, que traz novas emoções à mente de Riley, Robô Selvagem, uma jornada cativante sobre identidade e pertencimento, e Flow, de Gints Zilbalodis, que acompanha a jornada de um solitário gato preto. No campo dos dramas, O Aprendiz retrata a ascensão de Donald Trump, enquanto A Verdadeira Dor aborda relações familiares repletas de diversão e emoção, e  Sing Sing, de Greg Kwedar, retrata a história real de prisioneiros que encontram redenção através do teatro.

O universo da música ganha destaque com Maria Callas, de Pablo Larraín, uma cinebiografia da lendária soprano. Para os fãs de musicais, Wicked, adaptação do fenômeno da Broadway, com sua história mágica e canções icônicas. E por fim, uma comédia romântica com Anora, de Sean Baker, com a história de amor entre uma stripper e o filho de um oligarca russo.

A Mostra segue até a próxima quarta-feira, 5 de março, mas nos dias 3 e 4 o Cine Brasília estará fechado em decorrência do Carnaval.

INGRESSOS E ACESSIBILIDADE

Os ingressos para as sessões da Mostra Oscar 2025 custam R$20 (inteira) e R$10 (meia entrada). 

Os filmes Planeta dos Macacos: O Reinado, Maria Callas,  Alien: Romulus, Divertida Mente 2, A Verdadeira Dor, O Aprendiz e Duna – Parte 2 possuem recursos de acessibilidade de Libras, audiodescrição e legendas através do aplicativo MovieReading; os filmes Anora, Wicked, Robô Selvagem através do M Load; e o filme Gladiador II está disponível no Greta. Ainda Estou Aqui  tem recursos de acessibilidade tanto no MovieReading quanto no MLoad. 

O Cine Brasília segue com o Programa de Fidelidade – CINELOVER que recompensa espectadores frequentes. A cada sessão assistida, os participantes acumulam carimbos no cartão fidelidade, que podem ser trocados por prêmios como entradas gratuitas, ímãs, baldes de pipoca, ecobags e camisetas exclusivas. O programa é válido para sessões regulares. Mais informações em cinebrasilia.com/fidelidade.

Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema, entre às 9h e 21h, de terça a domingo, e entre às 13h e 21h, nas segundas-feiras, ou no SITE.

Wicked, Foto divulgação

SERVIÇO – CINE BRASÍLIA
Endereço:
 Asa Sul Entrequadra Sul 106/107 – Brasília, DF, 70345-400.
Informações pelo WhatsApp: 61 99878-2198 ou contato@cinebrasilia.com 
Ingressos à venda na bilheteria ou pelo link:ingresso.com/cinema/cine-brasilia 
Mais informações: cinebrasilia.com ou@cinebrasiliaoficial

PROGRAMAÇÃO 27 DE FEVEREIRO A 5 DE MARÇO

QUINTA-FEIRA, 27/02
10h00 — Mostra Oscar 2025 – Flow
12h00 — Sessão Especial – Ainda Estou Aqui
15h00 — Mostra Oscar 2025 – Gladiador II
18h00 — Mostra Oscar 2025 – Planeta dos Macacos: O Reinado
20h40 — Mostra Oscar 2025 – Sing Sing

SEXTA-FEIRA, 28/02
10h00 — Mostra Oscar 2025 – Flow
14h30 — Mostra Oscar 2025 – Alien: Romulus
17h00 — Mostra Oscar 2025 – Duna: Parte 2
20h00 — Mostra Oscar 2025 – O Aprendiz

SÁBADO, 01/03
10h00 — Mostra Oscar 2025 – Flow
14h00 — Mostra Oscar 2025 – Divertida Mente 2
15h50 — Mostra Oscar 2025 – Maria Callas
18h20 — Mostra Oscar 2025 – Sing Sing
20h30 — Mostra Oscar 2025 – Anora

DOMINGO, 02/03
10h00 — Mostra Oscar 2025 – Robô Selvagem
14h30 — Mostra Oscar 2025 – Wicked
17h20 — Mostra Oscar 2025 – Flow
19h30 — Mostra Oscar 2025 – Anora

SEGUNDA-FEIRA, 03/03
Carnaval: cinema fechado

TERÇA-FEIRA, 04/03
Carnaval: cinema fechado

QUARTA-FEIRA, 05/03
10h00 — Mostra Oscar 2025 – Flow
14h30 — Mostra Oscar 2025 – Ainda Estou Aqui
16h35 — Mostra Oscar 2025 – Sing Sing
18h40 — Mostra Oscar 2025 – A Verdadeira Dor
20h30 — Mostra Oscar 2025 – Anora

Podcast Pausa de Colcheia retorna em 2025 em um passeio pelos ritmos e história da percussão brasileira

Com Lucas Ramalho novamente à frente, segunda temporada traz 13 novos bate-papos com mestres da música brasileira

Foto divulgação

Os novos episódios trazem grandes nomes da percussão nacional, como Japa (BaianaSystem e Timbalada), Denny Conceição (ex-Natiruts) e Silvanny Sivuca (Emicida) compartilhando suas experiências e paixão pela música

O som da percussão é um chamado ancestral. É memória, é pulsação, é resistência. E o Pausa de Colcheia retorna para sua segunda temporada trazendo consigo esse compasso vivo. Lançados a partir de 4 de fevereiro, os novos episódios do podcast conduzido pelo historiador, músico e arte-educador Lucas Ramalho se aprofundam ainda mais na trajetória dos tambores, baterias, agogôs e xequerês, revelando os ecos da percussão brasileira em cada batida. Pausa de Colcheia está disponível nas principais plataformas de streaming, como Spotify, Google Podcast, entre outras.

Ao longo de 13 novos episódios, mestres da música se reúnem para contar histórias, dividir saberes e reafirmar a percussão como força criativa e transformadora. Cada episódio traz a participação de algum nome que molda sons e cria caminhos, abordando temas fundamentais para entender a importância desse universo na música e na sociedade.

Entre os convidados estão Aline Marcimiano, que transita entre a dança, o teatro e a música, compartilhando sua conexão com o universo afrolatino; e André Costa, que se destaca nos ritmos nordestinos e no samba, com uma carreira que inclui colaborações com artistas como Rapadura. Apoena, mineiro radicado em Brasília, fala sobre sua trajetória, unindo arte-educação e música popular, além de ser um dos fundadores do Jongo do Cerrado.

Também de Minas Gerais temos Celin du Batuk, criador do Batukenjé, grupo que mistura inclusão social com performances percussivas. Com quase três décadas de carreira, Carlos Pial, percussionista premiado e fundador do Instituto Carlos Pial, também participa do podcast. O ex-integrante do Natiruts, com mais de 30 anos na percussão, Denny Conceição também compartilha sua trajetória em um dos episódios. Outro que traz sua visão sobre percussão é Felipe Reznik, que passou por projetos como Bloco do Sargento Pimenta e Instituto d’O Passo.

A Bahia marca presença com Japa System, de Feira de Santana, que fez história no Timbalada e BaianaSystem, e lançou o álbum Sistema Percussivo Integrado. Junior Viegas, grande nome da cena instrumental de Brasília, e Léo Rodrigues, fundador do canal Platinelas e do aplicativo e-batuque, figuram em outros dois episódios.

Figuras conhecidas na região Centro-Oeste, a percussionista goiana Lene Black e a pernambucana radicada no Paranoá Martinha do Coco integram outros dois episódios. E por fim, fechando a lista de convidados, Silvanny Sivuca, que já acompanhou Emicida na turnê AmarElo, se apresentou no Caldeirão do Mion e trabalhou com artistas como Iza e Fafá de Belém.

O podcast Pausa de Colcheia tem roteiro, direção e produção assinados por Lucas Ramalho e é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.

SOBRE O PAUSA

O Pausa de Colcheia nasceu em 2020, em meio à pandemia da Covid-19, quando o músico e historiador Lucas Ramalho, de forma independente, começou a realizar uma série de lives entrevistando percussionistas de Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. Em 2022, o projeto recebeu apoio do FAC e passou a ser formatado como um podcast. O nome remonta ao símbolo musical “colcheia”, que tem a duração de metade de um tempo (ou meio batimento) em um compasso.

Com 13 episódios produzidos, cada episódio é uma forma de descolonizar os ouvidos, de desafiar preconceitos, de mostrar que a percussão é, antes de tudo, uma linguagem que conta a história de um povo. A primeira temporada contou com a participação de percussionistas renomados como Marcos Suzano (RJ), Gustavo di Dalva (BA/NY), Larissa Umaytá (DF) e Thiago da Serrinha (RJ), que trouxeram suas perspectivas e experiências enriquecedoras para o público.

ACESSO PARA TODOS

Como forma de fazer o conteúdo chegar ao maior número possível de pessoas, a segunda temporada do Pausa de Colcheia chega com recursos em Libras em todos os episódios, garantindo que sua mensagem atravesse ainda mais fronteiras. 

ONDE ENCONTRAR

O Pausa de Colcheia está disponível nas principais plataformas de streaming, como Spotify, Google Podcasts, Anchor, Breaker, Overcast, Pocket Casts e Rádio Public. 

Foto divulgação

Serviço – Segunda Temporada Pausa de Colcheia
Apresentação: Lucas Ramalho
Lançamento 4 de fevereiro de 2025
Onde escutar: Spotify, Apple Podcasts, Google Podcasts, Castbox, RSS, Anchor, Breaker, Overcast, Pocket Casts e outros
Mais informações: https://www.instagram.com/pausadecolcheia?igsh=MXU4aGFmNnM3bHV2cA==

Carnaval do Monobloco: evento terá virada de lote nesta quinta-feira (06/02)

Carnaval do Monobloco: evento terá virada de lote nesta quinta-feira (06/02)

A contagem regressiva para o Carnaval do Monobloco em Brasília já começou! No dia 2 de março, o Salão Social da AABB se transformará em um grande palco da música brasileira, trazendo toda a energia contagiante do bloco carioca, acompanhado por Clima de Montanha e Adriana Samartini. Mas atenção: o lote vai mudar em poucos dias. Quem quiser garantir ingressos a partir de R$ 60 precisa correr antes do reajuste de preços no dia 06 de fevereiro.

A programação começa com a banda Clima de Montanha, garantindo o aquecimento da pista. O Monobloco assume o comando em seguida, levando o público a uma verdadeira jornada pelos ritmos brasileiros. Para fechar a noite com chave de ouro, Adriana Samartini sobe ao palco com sua energia contagiante. “Queremos proporcionar uma experiência que celebre a diversidade musical do Carnaval e faça todo mundo dançar”, destaca Rodrigo Verri, da Verri & Verri, que organiza o evento ao lado de Paulinho Madrugada e Medley Produções.

Criado no Rio de Janeiro em 2000, o Monobloco se tornou um dos maiores fenômenos do Carnaval brasileiro, misturando samba, funk, xote, frevo e muito mais em um show vibrante, recheado de percussão marcante e clássicos inesquecíveis. A festa em Brasília promete embalar os foliões até de madrugada, com um line-up pensado para agradar todos os gostos.

Os ingressos estão à venda na plataforma Bilheteria Digital, com opções de pista e camarote – este último localizado no piso superior, com bares e banheiros exclusivos. A classificação indicativa é 18 anos, sendo permitida a entrada de menores de 16 apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais. Vale destacar que o evento irá arrecadar alimentos que serão doados para a Abrace. A organização do evento sugere ainda que todos os foliões vão fantasiados para entrar ainda mais no clima da folia.

Foto divulgação

Serviço:

Carnaval do Monobloco

Local: Salão Social AABB – SCES Trecho 02, Conjunto 17, Brasília
Data: domingo, 2 de março de 2025
Horário: abertura dos portões às 20h
Ingressos: Bilheteria Digital

Classificação: 18 anos. Menores de 16 apenas acompanhados por pais ou responsáveis legais.
Mais informações: @carnavaldomonobloco