Brasília tem de melhor na Cultura, Entretenimentos, Arquitetura, Design e Decoração, Feiras, Cursos, Workshops, Seminários, Gastronomia, Vinhos, Cafés, Moda, Beleza…
Projeto amplia ações de formação e acessibilidade nas comunidades do Itapoã e Paranoá e celebra o lançamento da segunda parte da nova temporada, com mais seis episódios disponíveis a partir de 15 de maio
O projeto Pausa de Colcheia segue reverberando a força da percussão brasileira em 2025 com ações que vão além das plataformas digitais. Depois do lançamento dos sete primeiros episódios da segunda temporada, que aconteceu entre os meses de fevereiro e abril, o podcast apresenta agora sua segunda leva com mais seis episódios, disponíveis no Spotify, Deezer e YouTube a partir de 15 de maio, totalizando 13 entrevistas inéditas com grandes nomes da percussão nacional.
Conduzido pelo historiador, músico e arte-educador Lucas Ramalho, o Pausa de Colcheia traz ao centro das conversas a trajetória de artistas que fazem da percussão um instrumento de transformação social e resistência cultural. Nomes como Japa System (Timbalada e BaianaSystem), Denny Conceição (ex-Natiruts), Silvanny Sivuca (Emicida), Martinha do Cocoe Apoena Machado dividem experiências e saberes em episódios que atravessam ritmos, territórios e histórias de vida e, de certa forma, apresentam ao público um pouco da história da música brasileira.
Além do podcast, o projeto amplia sua presença nos territórios do Distrito Federal com oficinas gratuitas em escolas públicas, aproximando crianças e adolescentes da música e da cultura popular. A primeira oficina do ciclo foi realizada nesta segunda-feira, 12, no CED 01 do Itapoã, reunindo dezenas de estudantes em torno de vivências práticas, histórias e cantorias. A segunda acontece também esta semana, na quinta-feira, 16, às 10h no CEM 02 do Paranoá.
Com o título “O Coco encontra o Jongo”, as oficinas são conduzidas simultaneamente por dois mestres da cultura popular: Martinha do Coco, pernambucana radicada no Paranoá e referência da cultura negra no DF, e Apoena Machado, arte-educador e idealizador do grupo Jongo do Cerrado. A proposta é reunir esses dois universos musicais, ambos marcados por raízes africanas e resistência, para fomentar consciência corporal, expressão artística e valorização da ancestralidade.
Além de incentivar a formação crítica e o contato direto com a cultura popular, as oficinas também atendem às leis 10.639/03, de ensino da história e cultura afro-brasileira, e 11.769/08, que trata da obrigatoriedade do ensino de música nas escolas, oferecendo assim uma vivência que integra arte, educação e identidade.
Com produção, roteiro e direção de Lucas Ramalho, o Pausa de Colcheia é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal. Todos os episódios contam com tradução em Libras, garantindo acessibilidade e ampliando o alcance das conversas.
Oficina “O Coco encontra o Jongo” Com Martinha do Coco e Apoena Machado Público-alvo: Estudantes de escolas públicas de Itapoã e do Paranoá Primeira oficina: 12/05 – 10h | CED 01 do Itapoã Segunda oficina: 16/05 – 10h | CEM 02 do Paranoá
Evento realizado em parceria com o Governo do Distrito Federal e a SECTI-DF, acontecerá entre 18 e 22 de junho e terá entre os destaques o italiano Gabriele Mazzini, principal nome por trás da Lei de Inteligência Artificial da União Europeia
A Campus Party Brasil terá um novo local a partir deste ano: o Distrito Federal será sede da edição nacional do evento, que ocorrerá entre 18 e 22 de junho, no estádio Mané Garrincha. A CPBR17, realizado em parceria com o Governo do Distrito Federal e a Secretaria de Ciências e Tecnologia do Distrito Federal (SECTI-DF), reunirá milhares de participantes de todo o país com uma programação voltada à ciência, tecnologia, criatividade e inovação. Os ingressos já estão disponíveis no site oficial.
“A mudança da edição nacional para Brasília é uma forma de fortalecer a atuação da Campus Party fora do Sudeste. Queremos expandir o acesso à tecnologia para outras regiões, cativar jovens para o universo da ciência e da tecnologia. Brasília, por ser a capital do país, tem muito a contribuir com o desenvolvimento e a longevidade da Campus. Pretendemos realizar uma edição especial para inaugurar essa nova fase”, afirma Tonico Novaes, diretor-geral da Campus Party Brasil.
Entre as novidades anunciadas na última quinta-feira, 8 de maio, está a participação de Gabriele Mazzini, especialista em governança e regulamentação de inteligência artificial (IA) e responsável pela proposta da Lei de IA da União Europeia. Além disso, Brasília sediará a quarta edição do Fórum do Marco Regulatório de Inteligência Artificial, organizado pelo Instituto Campus Party em parceria com o Cappra Institute e o Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio (ITS Rio). O objetivo é reunir especialistas, representantes do governo, da indústria e da sociedade civil para discutir a criação de um marco regulatório inclusivo e ético para a IA no Brasil.
“A inteligência artificial é um dos temas mais impactantes do nosso tempo e precisa ser debatida de forma ampla, democrática e com a participação de toda a sociedade: jovens, empresários, políticos, advogados, cientistas e educadores. A Campus Party é o ambiente ideal para isso, porque reúne mentes inquietas, criativas e comprometidas com o futuro. Queremos construir uma IA ética, inclusiva e voltada para o bem comum”, explica Francesco Farruggia, proprietário global da Campus Party.
Para o secretário de ciência, tecnologia e inovação, Leonardo Reisman, “A realização da edição nacional da Campus Party em Brasília consolida o Distrito Federal como um dos principais centros de ciência, tecnologia e inovação do país, ao mesmo tempo em que expande nosso protagonismo para além das fronteiras da capital. Este é o resultado de um trabalho contínuo de fortalecimento de políticas públicas e de incentivo ao ecossistema de inovação. Ao sediar debates estratégicos sobre Inteligência Artificial, incluindo a construção do Marco Regulatório da IA no Brasil, Brasília se posiciona na vanguarda das discussões sobre tecnologia, ética, desenvolvimento sustentável e transformação digital, além de ampliar o acesso ao conhecimento para milhares de jovens, pesquisadores e empreendedores”, afirma.
Além de Mazzini, estão confirmados nomes como o apresentador e escritor Marcelo Tas; Pedro Chiamulera, fundador da Comunidade AI Brasil e da Clear Sale; o influenciador Peter Jordan, fundador da Petaxxon; o empreendedor social Tiago Mochileiro, conhecido por sua atuação na área de educação; e Camila Farani, sócia-fundadora da G2 Capital e uma das 500 pessoas mais influentes da América Latina. Também participam da programação Ibere Thenório, Bruno Playhard, Gordox, Muca, Carlos Afonso, Sergio Saccani, Michelle Schneider, entre outros.
Durante os cinco dias de evento, são esperadas mais de 120 mil pessoas que poderão conferir uma série de experiências imersivas e interativas. Entre os destaques estão simuladores de realidade virtual, competições de drones, campeonatos de robótica e uma área exclusiva para exposição de startups de IA. Haverá também workshops, mentorias, a Arena de Drones e o Campus Kids, além da tradicional Arena da Robocore, com cerca de mil participantes em disputas de hockey sumô, trekking e futebol de robôs.
O Mané Garrincha também será palco da edição nacional do Printer Chef. A competição gastronômica em que os participantes utilizam impressoras 3D para criar alimentos contará com a seletiva de Brasília, além da presença dos vencedores das edições de 2024 em Pernambuco e Goiás, para definir o campeão nacional da disputa.
A CPBR17 também contará com seus programas tradicionais, como o Call For Talks, que seleciona novos talentos para palestras e workshops, a Revista Científica Campus Party, voltada à publicação de artigos acadêmicos de destaque e a Campus Future, que dá visibilidade a projetos de estudantes de diferentes perfis. O programa de voluntariado também está confirmado, oferecendo aos participantes a oportunidade de colaborar com o evento e adquirir experiência profissional. Comunidades e caravanas de todo o Brasil estão convidadas a integrar essa edição nacional. Para mais informações sobre os programas acesse o site oficial do evento.
A Campus Party é a maior experiência tecnológica em Internet das Coisas, Blockchain, Cultura Maker, Educação e Empreendedorismo do mundo. O evento conta hoje com mais de 550 mil campuseiros cadastrados em todo o mundo, e já produziu edições em países como Espanha, Holanda, México, Alemanha, Reino Unido, Canadá, Argentina, Panamá, El Salvador, Costa Rica, Colômbia e Equador. O evento está presente no Brasil há mais de 15 anos.
Com texto de Daniela Pereira de Carvalho e direção de Leonardo Netto, a peça aborda um dos temas mais atemporais e universais: a relação (nem sempre fácil) entre mãe e filha
A MENINA ESCORRENDO PELOS OLHOS DA MÃE, texto inédito de Daniela Pereira de Carvalho (autora de “Renato Russo”, “A hora do boi”, “Uma revolução dos Bichos”, entre outros), investiga um tema universal e atemporal: a relação entre mães e filhas. A peça faz temporada na CAIXA Cultural Brasília, de 13 a 18 maio, e traz um recorte sobre a relação entre três gerações de mulheres, atravessada por questões urgentes como a homofobia, as lutas históricas feministas e a construção de um novo lugar para a mulher na sociedade contemporânea. As sessões dos dias 13 e 14 (terça e quarta) acontecem às 17 e 20h; nos dias 15, 16 e 17 (quinta a sábado) , às 20h, e no dia 18 (domingo), às 19h.
Com direção de Leonardo Netto, vencedor dos Prêmios Cesgranrio (Melhor Texto Nacional Inédito e Melhor Ator) e APTR (Melhor Autor) por “3 Maneiras de Tocar no Assunto”, a montagem traz no elenco, Guida Vianna (recentemente vencedora dos Prêmios APTR, Cesgranrio e FITA de Melhor Atriz por seu trabalho em “Agosto”) e Silvia Buarque (no ar nas séries “Impuros”, no Star+, e “Betinho: No Fio da Navalha”, no Globoplay), que também é a produtora deste espetáculo.
“Escrevo pra contar que me dei conta, com essa peça, de que sou uma veterana. Dani (Pereira de Carvalho, autora) gostou de mim ainda na sua adolescência, ao me assistir em duas peças nos anos 90 – eu, ainda uma jovem de 20 e poucos anos. Tempos depois, durante a pandemia, Dani me convidou pra ler a peça com ela por Zoom. Me encantei com o texto e decidi produzir, coisa de veterana mesmo, rs. A nós se juntou a Guida (Vianna) que me faz lembrar que ainda tenho muito a aprender. E veio o Leo (Netto, diretor), também para ensinar. Estou no céu!”, revela Buarque.
A MENINA ESCORRENDO DOS OLHOS DA MÃE se propõe a explorar as delicadezas e as dificuldades desse relacionamento tão nuclear quanto primitivo. “Gosto de dramaturgia e estou muito feliz em estar montando um texto brasileiro de uma autora contemporânea. O tema ‘mãe e filha’ é universal e atemporal. As relações afetivas simbióticas envolvem um tanto de afeto e outro tanto de conflito. ‘A menina escorrendo dos olhos da mãe’ trata de três gerações de mulheres em seus encontros e desencontros. Isso me chama para o teatro, me chama para o palco, me chama para atuar.”, conta Guida Vianna.
SINOPSE
Antonia (Silvia Buarque), aos 50 anos, está num quarto de hotel com sua mãe, Elisa (Guida Vianna), a quem pouco viu ao longo dos anos. Elas tentam resgatar uma relação prejudicada pela dificuldade de Elisa em lidar com o fato de Antonia ser lésbica. Querem desmontar a “parede de gelo” que as separou por 30 anos. Neste reencontro, Antonia acaba revelando um segredo que a atormentou ao longo destas três décadas: ela teve uma filha que foi entregue para adoção. Há uma passagem de tempo, e vemos Antonia (agora Guida Vianna) aos 70 anos. Ela vai conhecer Helena (Silvia Buarque), a criança que entregou para adoção há 50 anos atrás. A iniciativa partiu da filha, em busca da própria origem. O encontro acontece num jantar no restaurante de Helena, quando terão a oportunidade de conversar sobre suas trajetórias e os laços que as unem. Através dos encontros e confrontos entre três gerações de mulheres, a peça joga luz sobre questões como homofobia, lutas históricas feministas e construção de um novo lugar para a mulher na sociedade contemporânea.
A MONTAGEM
Quem explica é o diretor, Leonardo Netto: “É um espetáculo de ator. Quero dizer, é um espetáculo sem pirotecnias, sem grandes distrações para a plateia. Temos duas ótimas atrizes, um ótimo texto e o espetáculo é todo construído em cima desses dois elementos. Tudo está a serviço dessas duas atrizes e de transmitir este texto. Esse é o tipo de teatro que eu mais gosto, focado no trabalho do ator, e esse é o meu grande prazer em dirigir este espetáculo, que tem me dado muitas alegrias durante o seu processo de criação.”
A ação acontece num espaço como um corredor, com a plateia distribuída em dois lados opostos. O cenário de Ronald Teixeira traz o chão coberto por folhas secas, evocando uma suspensão no tempo. Entre cadeiras de madeira de diferentes épocas, as atrizes interagem com uma cadeira de bebê que fará as vezes de um bar. No alto, sobre elenco e plateia, há molduras aéreas de janelas. Os figurinos, também de Ronald Teixeira, acompanham os tons terrosos do cenário. A luz é de Paulo Cesar Medeiros, a direção de movimento de Marcia Rubin e a trilha sonora de Leonardo Netto.
A POPULAÇÃO LGBTQIAPN+: UM ASSUNTO URGENTE
Tão relevante quanto investigar a relação atávica entre mães e filhas, é jogar luz sobre como a sociedade está lindando com a comunidade LGBTQIAPN+. Cerca de 20 milhões de brasileiras e brasileiros (10% da população), se identificam como pessoas LGBTQIAPN+, de acordo com a Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT). Cerca de 92,5% dessas pessoas relataram o aumento da violência contra a população LGBTQIAPN+, segundo pesquisa da organização de mídia Gênero e Número, com o apoio da Fundação Ford. Ainda segundo a pesquisa, esses dados estão atrelados à última eleição presidencial do Brasil, em 2018. De lá para cá, 51% das pessoas LGBTQIAPN+ relataram ter sofrido algum tipo de violência motivada pela sua orientação sexual ou identidade de gênero. Destas, 94% sofreram violência verbal. Em 13% das ocorrências as pessoas sofreram também violência física.
FICHA TÉCNICA
Texto: Daniela Pereira de Carvalho
Direção: Leonardo Netto
Elenco: Guida Vianna e Silvia Buarque
Cenário e Figurinos: Ronald Teixeira
Iluminação: Paulo Cesar Medeiros
Direção de Movimento: Márcia Rubin
Trilha Sonora: Leonardo Netto
Mídias Sociais: Rafael Teixeira
Fotos: Nil Caniné
Design Gráfico: Gilberto Filho
Direção de Produção: Celso Lemos
Produção: Silvia Buarque
Produção Local (DF): Maré Cheia | Milca Luna | milcaluna@gmail.com
Longa “O Melhor Amigo”, de Allan Deberton, e documentário “Amizade”, de Cao Guimarães, integram a grade do Cine a partir desta quinta, 13
Mostra Chantal Akerman, que celebra a filmografia da cineasta belga, entra em sua segunda semana de exibição
Programação traz ainda a Mostra de Cinema Francófono 2025 e o retorno do Cine AD, cineclube voltado para pessoas com deficiência visual
Esta semana o Cine Brasília conta com duas estreias que vão encantar o público de diferentes maneiras a partir desta quinta-feira, 13: um romance musical arrebatador e um sensível documentário sobre a passagem do tempo e os laços de amizade.
Amores que voltam, sentimentos que nunca foram embora e uma trilha sonora para embalar tudo isso, O Melhor Amigo, novo longa de Allan Deberton, conhecido pelo premiado “Pacarrete”, leva o público a Canoa Quebrada, cidade onde os personagens Lucas e Felipe se reencontram e reacendem uma paixão adormecida. Sob a atmosfera do verão, praia, desejo e música, essa história de amor e descoberta se desenrola no embalo de hits dos anos 80 e 90, sob o sol escaldante e o céu azul do Ceará.
Com um elenco que mistura novos talentos e nomes já consagrados, como Claudia Ohana, Matheus Carrieri e a icônica Gretchen – que interpreta a si mesma –, o longa é um convite para se deixar levar por essa história de amor intensa e cheia de reviravoltas.
Parte da Sessão Vitrine Petrobras, o filme chega ao Cine Brasília com ingressos a R$15 (inteira) e R$7,50 (meia).
Já Amizade, do diretor Cao Guimarães, premiado e aclamado em festivais internacionais como o Festival Internacional de Documentário de Amsterdã (IDFA) e a Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, é uma experiência sensível e nostálgica. Por 30 anos, o cineasta mineiro registrou momentos simples e profundos ao lado de amigos artistas, transformando esses fragmentos em um filme que fala sobre afeto, memórias e a passagem do tempo. Com imagens captadas em diversos formatos – de super-8 a gravações de secretária eletrônica –, o documentário constrói um mosaico de emoções que transitam entre o poético, o melancólico e o espontaneamente alegre.
SELEÇÃO DE CURTAS
Nesta semana, as sessões do longa O Melhor Amigo serão abertas pelo curta-metragem Eu Não Sei Se Vou Ter Que Falar Tudo de Novo. Dirigido por Vitória Fallavena e Thassilo Weber, a produção apresenta uma emocionante e delicada história sobre memória, identidade e aceitação. Fernando, um homem gay prestes a se casar, se encontra semanalmente com sua mãe, Ana, que tem Alzheimer. Em cada encontro, ele precisa contar a ela sobre sua sexualidade – e a dúvida persiste: ela realmente esquece ou prefere não lembrar? Com uma abordagem sensível e necessária, o filme explora o impacto do preconceito, as tensões entre gerações e a luta pela aceitação dentro da família.
Os curtas exibidos no Cine Brasília são selecionados na Chamada Pública de Curtas do Cine Brasília, uma iniciativa que busca ampliar a diversidade da programação e fortalecer o cinema nacional. A previsão da atual gestão é que 150 curtas de todo o Brasil sejam exibidos antes das sessões de longas-metragens em cartaz. Os filmes escolhidos recebem um cachê de R$1.000 para obras finalizadas a partir de 2024 e R$500 para aquelas concluídas até 2023. As inscrições podem ser feitas até 1º de abril de 2027 pelo site cinebrasilia.com/chamadas-publicas, onde também está disponível o edital completo.
MOSTRA CHANTAL AKERMAN
De 13 a 19 de março, o Cine Brasília continua a celebração do cinema de Chantal Akerman com a segunda semana da Mostra dedicada à cineasta belga. O evento presta homenagem a uma das vozes femininas mais marcantes da história do cinema, trazendo ao público uma seleção de filmes que exploram o tempo, o espaço e a condição feminina com profundidade.
Nesta segunda semana, serão exibidos os títulos Hotel Monterey, um documentário que transforma um hotel em Nova York em um espaço de observação silenciosa, e Exploda Minha Cidade, curta experimental no qual uma jovem, em um ritual doméstico carregado de tensão, destrói seu próprio apartamento.
A programação também inclui 15 de Agosto, um monólogo introspectivo que revela a solidão e a subjetividade feminina, e A Mudança, uma obra que investiga a angústia das escolhas e do deslocamento. Em Toda Uma Noite, Akerman constrói um mosaico de encontros e despedidas em Bruxelas, enquanto Anos Dourados traz uma abordagem inusitada ao misturar música e crítica social em um ambiente de shopping center.
A Mostra ainda apresenta A Prisioneira, uma adaptação de “Em Busca do Tempo Perdido”, de Marcel Proust, que investiga obsessão e voyeurismo com um olhar meticuloso e perturbador. Os documentários Com Sonia Wieder-Atherton e Ao Leste com Sonia Wieder-Atherton destacam a relação entre imagem e som, revelando a parceria da cineasta com a violoncelista. E Do Leste, que oferece um retrato melancólico do pós-bloco soviético, transformando paisagens e rostos anônimos em pura poesia visual.
EM CARTAZ
Os filmes Flow e Meu Verão com Glória seguem em cartaz no Cine Brasília.
Vencedor do Oscar de Melhor Animação, Flow fez história, no último dia 2, ao se tornar o primeiro longa da Letônia a ganhar uma estatueta da Academia. Dirigido por Gints Zilbalodis, o filme acompanha a emocionante jornada de um solitário gato preto em busca de sobrevivência. As sessões acontecem todas as manhãs, às 10h, exceto na segunda, 18.
Já Meu Verão com Glória, de Marie Amachoukeli, segue emocionando o público com a história de Cléo, uma menina francesa criada por Glória, que precisa retornar inesperadamente para Cabo Verde. Em busca do vínculo perdido, Cléo decide passar o verão ao lado dela, embarcando em uma jornada de descobertas e afetos.
MOSTRA DE CINEMA FRANCÓFONO 2025
Em celebração ao Mês da Francofonia, o Cine Brasília abre suas portas para a Mostra de Cinema Francófono 2025, um evento que traz a riqueza da língua francesa e a diversidade das culturas francófonas para a tela do cinema. De 13 a 19 de março, o público candango poderá assistir gratuitamente a sete filmes de sete diferentes países, explorando narrativas que abordam temas universais como identidade, pertencimento, meio ambiente e direitos humanos.
A Mostra faz parte da programação oficial da Francofonia 2025 no Brasil, uma iniciativa das embaixadas francófonas em parceria com instituições culturais e acadêmicas, como a Aliança Francesa e a Universidade de Brasília.
Entre os destaques da Mostra, está o filme Os Dois Alfred, da França, que abre o evento no dia 13 de março às 19h30, trazendo a história de Alexandre, um homem que precisa encontrar um emprego enquanto cuida dos filhos, enquanto sua esposa está em uma missão submarina. Antes do filme, haverá um discurso do Embaixador da França no Brasil Emmanuel Lenain.
No dia 14, é a vez de Respirando Debaixo D’Água, uma produção de Luxemburgo e Bélgica que retrata a força das mulheres em um abrigo para vítimas de violência doméstica. Já no dia 15, será exibido Eu Amo Grécia, uma comédia romântica francesa sobre um casal que tenta aproveitar suas férias na Grécia, mas tem seus planos atrapalhados pela família expansiva de Marina. No dia 16, Selvagens, coprodução entre Suíça, França e Bélgica, apresenta uma emocionante história sobre três crianças lutando para salvar uma floresta ameaçada pelo desmatamento.
O documentário Ninan Auassat: Nós, Crianças, do Canadá, será exibido no dia 17 de março, trazendo uma perspectiva sobre a juventude indígena, acompanhando três grupos de crianças em sua jornada rumo à idade adulta. No dia 18, Freda, uma coprodução do Haiti e Benin, conta a história de uma jovem que enfrenta os desafios da vida em seu país e busca um futuro melhor. Fechando a Mostra, no dia 19 de março, será apresentado Augure, produção da Bélgica, Países Baixos e República Democrática do Congo, que explora o impacto das crenças sobre o destino de indivíduos rotulados como bruxos e feiticeiros em suas comunidades.
A partir desta semana, o Cine AD retorna ao Cine Brasília trazendo novamente uma proposta que une cinema, acessibilidade e inclusão. Criado para proporcionar uma experiência imersiva especialmente para pessoas com deficiência visual (PCDVs), mas também aberto ao público geral, o projeto ressignifica a relação com a sétima arte por meio de exibições com audiodescrição e debates sobre acessibilidade audiovisual.
A sessão de abertura acontece no dia 15 de março, às 14h, e traz a exibição de dois documentários que dialogam com a cultura e a história do Brasil. O primeiro, Partido Alto, de Leon Hirszman, explora a história desse subgênero musical derivado do samba, destacando sua espontaneidade e liberdade expressiva. Com narração de Paulinho da Viola, o filme apresenta registros autênticos do Partido-Alto como uma forma de comunicação e resistência cultural.
O segundo filme da noite, Luis Humberto: O Olhar Possível, dirigido pelos brasilienses Mariana Costa e Rafael Lobo, é um documentário poético e introspectivo que retrata a vida e obra do renomado fotógrafo Luis Humberto. Um dos grandes nomes da fotografia contemporânea, Luis Humberto registrou com maestria tanto os bastidores da política quanto o cotidiano e as paisagens domésticas. O filme, produzido pela Machado Filmes e realizado pela Levante Filmes, estreou nacionalmente no Cine Brasília em 2019, na Mostra Brasília do 52º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro.
Após a exibição dos filmes, haverá um debate com Rafael Lobo, entre outras pessoas, para aprofundar as reflexões sobre acessibilidade no audiovisual e os temas abordados nas obras. Encerrando a programação, o Grupo Nó Cego, formado por músicos com deficiência visual, apresenta um pocket show com muito samba.
O projeto seguirá com mais cinco sessões até julho, sempre trazendo uma programação totalmente gratuita que alia arte, acessibilidade e diálogo.
INGRESSOS E ACESSIBILIDADE Os ingressos para as sessões regulares do Cine Brasília e da Mostra Chantal Akerman custam R$20 (inteira) e R$10 (meia), com exceção das segundas-feiras, quando o valor único é de R$5. Durante esta semana, as sessões de O Melhor Amigo terão ingressos com valores de R$15 (inteira) e R$7,50 (meia). A Mostra de Cinema Francófono e o Cine AD são gratuitas.
O Cine Brasília segue com o Programa de Fidelidade – CINELOVER que recompensa espectadores frequentes. A cada sessão assistida, os participantes acumulam carimbos no cartão fidelidade, que podem ser trocados por prêmios como entradas gratuitas, ímãs, baldes de pipoca, ecobags e camisetas exclusivas. O programa é válido para sessões regulares. Mais informações em cinebrasilia.com/fidelidade
Os ingressos podem ser adquiridos na bilheteria do cinema, entre às 9h e 21h, de terça a domingo, e entre às 13h e 21h, nas segundas-feiras, ou no site
PROGRAMAÇÃO 13 A 19 DE MARÇO
QUINTA-FEIRA, 13/03
10h00 — Flow
14h00 — Eu Não Sei Se Vou Ter Que Falar Tudo de Novo (curta-metragem) + O Melhor Amigo
16h30 — Amizade
18h30 — Mostra de Cinema Francófono – Abertura + Discurso Embaixador da França
19h30 — Mostra de Cinema Francófono – Os Dois Alfred
SEXTA-FEIRA, 14/03
10h00 — Flow
14h00 — Amizade
16h00 — Mostra Chantal Akerman – Hotel Monterey
17h20 — Mostra Chantal Akerman – 15 de Agosto + A Mudança
19h00 — Mostra de Cinema Francófono – Respirando Debaixo D’Água
SÁBADO, 15/03
10h00 — Flow
14h00 — Cine AD – Partido Alto + Luis Humberto: O Olhar Possível
16h00 — Mostra Chantal Akerman – Exploda Minha Cidade + Toda Uma Noite
19h00 — Mostra de Cinema Francófono – Eu amo Grécia
DOMINGO, 16/03
10h00 — Flow
14h00 — Mostra Chantal Akerman – Anos Dourados
16h00 — Mostra de Cinema Francófono – Selvagens
18h00 — Mostra Chantal Akerman – A Prisioneira
20h30 — Eu Não Sei Se Vou Ter Que Falar Tudo de Novo (curta-metragem) + O Melhor Amigo
SEGUNDA-FEIRA, 17/03
14h00 — Eu Não Sei Se Vou Ter Que Falar Tudo de Novo (curta-metragem) + O Melhor Amigo
17h00 — Meu Verão com Glória
19h00 — Mostra de Cinema Francófono – Ninan Auassat: Nós, Crianças
TERÇA-FEIRA, 18/03
10h00 — Flow
14h00 — Eu Não Sei Se Vou Ter Que Falar Tudo de Novo (curta-metragem) + O Melhor Amigo
16h20 — Mostra Chantal Akerman – Com Sonia Wieder-Atherton + Ao Leste com Sonia Wieder-Atherton
Não existe programação de aniversário do Guará sem o tradicional desfile cívico. É um evento da programação esperado pelas escolas públicas e particulares, organizações sociais e esportivas, enfim, por toda a comunidade da cidade, que completou 56 anos neste último dia 5 de maio, mas que poderia muito ter sido no último dia 21 de abril. Depois explico.
O desfile foi um sucesso e contou com uma presença muito maior da comunidade, tanto assistindo quanto desfilando, o que mostra a alta popularidade do administrador Artur Nogueira e toda sua equipe. Aliás, segundo fontes do próprio governo, Artur é o “prefeito” mais bem avaliado do Distrito Federal e conta com o carinho muito especial do governador Ibaneis Rocha (MDB).
O desfile cívico contou com a presença de diversas lideranças comunitárias, pioneiros, dos ex-administradores Deverson Lettieri e Joel Alves, dos comandantes Tenente-Coronel Fernando Passos (Polícia Militar) e Tenente-Coronel Laylla Barcelos (Bombeiro Militar).
Também marcaram presença a deputada distrital Dayse Amarilio (PSB), que mora no Guará, o deputado federal Gilvan Máximo (Republicanos) e o senador Izalci Lucas (PL), pioneiro que chegou na cidade em 1970 e residiu até o início dos anos 90.
Por que dia 21 de abril?
A data oficial do aniversário do Guará é 5 de maio, mas poucas pessoas sabem que os primeiros moradores do Guará vieram para a cidade no dia 21 de abril de 1969, quando foram entregues as primeiras oitocentas residências construídas por um sistema de mutirões.
Festividades
A programação do aniversário do Guará vai durar praticamente todo o mês de maio e foi construída a muitas mãos.
Artur Nogueira organizou uma mesa para confecção do calendário festivo que contou com o corpo técnico da Administração Regional do Guará e a participação de lideranças comunitárias, produtores culturais, jornalistas e influenciadores digitais da cidade.
Todos podem conferir a programação completa no Instagram @adm.guara
Com foco na leitura e literatura, 3ª edição do projeto leva espetáculos para estudantes da Rede Pública e comunidades de Taguatinga, Santa Maria, Riacho Fundo e Brazlândia
Foto divulgação
Entre 7 de maio e 27 de junho, Taguatinga, Santa Maria, Riacho Fundo e Brazlândiarecebem a terceira edição do EducArte na Praça. O projeto visa garantir a estudantes da rede pública a oportunidade de acesso a atividades culturais. Concebido e coordenado pelas professoras Cléria Costa e Miriam Rocha, a realização é da Casa de Cultura Telar por meio de emenda parlamentar do Deputado Federal Reginaldo Veras (PV-DF).
Este ano o projeto EducArte na Praça chega a sua 3ª edição buscando chamar atenção para a importância do livro, da leitura e da literatura para a formação de crianças, jovens e adultos e para a população de uma maneira geral. Segundo Cléria Costa, a ideia de destacar a literatura surgiu a partir da realidade de um país onde pouco se lê. “Quando estávamos pensando a 3ª edição do projeto, nos chamou muito a atenção os baixos índices de leitores em nosso país. Pesquisas revelaram recentemente que a proporção de não-leitores é maior do que a de leitores e que mais de 50% das pessoas não leram nem parte de um livro de qualquer gênero, incluindo didáticos e religiosos”, afirma.
Por essa razão, todas as atividades serão realizadas em bibliotecas. A ideia é promover uma programação cultural em bibliotecas públicas ou comunitárias para estudantes das escolas públicas das RAs contempladas, socializando saberes e vivências, contribuindo para a transformação desses espaços em ambientes coletivos, atrativos e múltiplos, onde as pessoas percebam a literatura como arte, fruição e identidade.
Para Cléria Costa, a mudança se justifica porque é neste espaço onde os livros estão sendo oferecidos gratuitamente para toda a comunidade. “As bibliotecas merecem ser mais valorizadas pela comunidade, que precisa reconhecer seu valor e ajudar a cuidar. Montamos uma programação com espetáculos, artistas, poetas e grupos renomados para contribuir no processo de dinamização desses espaços”, conta.
A exemplo das edições anteriores, o EducArte na Praça, possibilita às comunidades dessas Regiões Administrativas um espaço vivo de convivência artístico-educacional.
A extensa programação inclui espetáculos cênico-literários, shows músico-literários, contação de histórias, saraus, batalhas. As entradas são gratuitas.
O EducArte na Praça tem relevância para a sociedade porque propõe disseminar o conhecimento, formar público, capacitar pessoas e multiplicar ideias, atingindo um grande número de pessoas de diferentes faixas de renda, idade, gêneros, contando, ainda, com ações de acessibilidade e sustentabilidade.
Acompanhem o projeto por meio das redes sociais do @educartenapraca
PROGRAMAÇÃO EDUCARTE NA PRAÇA – 3ª EDIÇÃO
07 de maio
Biblioteca Machado de Assis de Taguatinga CNB 01 Área Especial, tel: 3686-2892 – Taguatinga
08h30 – De Boca em Boca – Grupo Paepalanthus
10h50 – Batalha da Fonte: Ritmo e Protesto – MC Vizage, a poetisa Iara Beatriz da Silva Santos (Ari) e convidados
13h30 – SARAU DE PALAVRAS – a poesia de Noélia Ribeiro
16h45 – Espetáculo cênico-literário Galhada em Tempos de Fissura – Alice Stefânia
20h00 – Espetáculo Poema Musicado – Lucas Baraúna e Vagner Santana
08 a 19 de maio
Biblioteca Pública Monteiro Lobato de Santa Maria Norte
EQ 215/315, Lote A (ao lado do CAIC) – Santa Maria
08/05, às 13h30, Histórias de Lobos – CIA DO FIO
13/05, às 9h, Par: lendas e cantos – Ângela Café e Sérgio Duboc
15/05, às 10h40, ESPETÁCULO MÚSICO-LITERÁRIO: POESIA CANTADA – Lucas Baraúna e Vagner Santana
19/05, às 11h, BATALHA IMATERIAL com Mc Manodáblio e convidados
20 a 23 de maio Biblioteca Pública Livia Barros de Riacho Fundo
Área Comercial 3, Lote 5, Riacho Fundo I Tel: 61 3399-4088
20/05 – ESPETÁCULO MÚSICO-LITERÁRIO: POESIA CANTADA – Lucas Baraúna e Vagner Santana
21/05 – Batalha Imaterial – com Mc Manodáblio e convidados
22/05 – A Baba da Onça Pintada – com Wellington Abreu
23/05 – SARAU CERRADO VIVO: cantos, contos e encantos – com Grupo Casa de Autores
23 a 27 de junho Biblioteca Érico Veríssimo de Brazlândia
Setor Sul, Área Especial 3/4 A, tel: (61) 3901-6625 – Brazlândia
23/06 – Sarau de Palavras: A Poesia de Noélia Ribeiro. Com Noélia Ribeiro, Fátima Ribeiro, Nara Fontes e Vanderlei Costa
24/06 – Contação de Histórias: Contando Histórias com O Grupo Paepalanthus
25/06 – Espetáculo cênico-literário: “A Baba da Onça Pintada” com Wellington Abreu
26/06 – Espetáculo músico Literário: Poemas Musicados com o Duo de violonistas Lucas Baraúna e Vagner Santana
27/06 – Espetáculo Cênico Literário “Galhada em Tempos de Fissura” com Alice Stefânia
Ação oferece apresentações com acessibilidade e conteúdo educativo sobre o universo junino
Foto divulgação
As escolas públicas do Distrito Federal vão receber uma programação especial a partir de abril de 2025 com o projeto Conexão Junina. A iniciativa leva quadrilhas juninas profissionais para dentro do ambiente escolar, unindo espetáculo, inclusão e aprendizado em apresentações abertas aos estudantes de Ceilândia, Samambaia e Sol Nascente/Pôr do Sol.
O projeto, proposto por Elaine Araújo, tem como foco promover o acesso à cultura popular entre crianças e adolescentes, valorizar o movimento junino local e ampliar a participação de pessoas com deficiência nas atividades culturais, garantindo tradução em Libras em todas as apresentações.
“Queremos mostrar para os estudantes que a quadrilha não é só uma festa, mas uma manifestação cultural rica, que envolve arte, história, profissionalismo e identidade. E isso precisa ser vivido por todos”, afirma Elaine, que atua há mais de uma década na área da cultura e coordena projetos ligados ao São João no DF.
Cultura popular nas salas de aula
O Conexão Junina prevê a realização de oito apresentações gratuitas de quadrilhas juninas em escolas públicas. A cada visita, os alunos assistirão a uma apresentação profissional completa, com cenário, figurino e elenco formado por artistas locais.
Antes de cada espetáculo, será realizada uma introdução explicativa sobre o movimento junino no Brasil, abordando sua história, os principais ritmos que o compõem, os estilos regionais e o impacto da cultura junina na economia criativa.
Além disso, o projeto irá distribuir 2.500 folders ilustrativos, desenvolvidos especialmente para o público escolar, com linguagem acessível e conteúdo pedagógico sobre o tema.
Democratização e impacto social
Mais do que levar entretenimento às escolas, o Conexão Junina busca fortalecer a presença da cultura popular no cotidiano de crianças e jovens. Ao promover ações com acessibilidade, o projeto também contribui para a democratização do acesso à arte e reforça a importância da inclusão nos espaços culturais.
A iniciativa também movimenta o setor artístico local, envolvendo profissionais como bailarinos, produtores, músicos, figurinistas e intérpretes de Libras.
Com forte atuação em comunidades de tradição junina, o projeto foi desenhado especialmente para atender regiões com grande concentração de estudantes e artistas, como Ceilândia, Samambaia e Sol Nascente/Pôr do Sol — locais que se destacam no cenário cultural do DF.
A agenda das apresentações será divulgada nas redes sociais do projeto e contará com a participação de grupos reconhecidos do Distrito Federal.
SERVIÇO Projeto: Conexão Junina O que é: Apresentações culturais com acessibilidade e conteúdo educativo sobre quadrilhas juninas Quando: A partir de abril de 2025 Onde: Escolas públicas de Ceilândia, Samambaia e Sol Nascente/Pôr do Sol Proponente: Elaine Araújo Apoio: Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC) Redes sociais: @conexaojuninanasescolas
Comemorações incluem Desfile Cívico, apresentação da Orquestra Sinfônica e inauguração da nova Biblioteca Pública
Foto divulgação
O Guará completa 56 anos em 5 de maio e a programação de aniversário vai contar com 22 eventos oficiais. A lista inclui atividades culturais, esportivas, sessão solene da Câmara Legislativa do DF e apresentação da Orquestra Sinfônica Teatro Nacional Claudio Santoro. O tradicional desfile cívico, com direito a corte de bolo, será em 6 de maio (terça-feira), a partir das 8h, em frente à Administração do Guará, e terá como tema a COP30 – 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. “Teremos eventos e atividades para toda a família guaraense. Também comemoramos o investimento de mais de R$ 362 milhões em obras que tornarão a nossa cidade ainda melhor. Convidamos toda a população para comemorar os 56 anos da nossa cidade em grande estilo”, destaca o administrador regional Artur Nogueira.
Os preparativos para o aniversário do Guará tiveram início em fevereiro deste ano, com a criação de uma comissão organizadora oficial. O grupo conta com líderes comunitários, integrantes da sociedade civil, jornalistas e produtores culturais. A Administração do Guará também vai divulgar diariamente os eventos da programação oficial no Instagram: @adm.guara.
Confira a programação completa
⇒ Circula Cultura Data: 2 a 4 de maio Horário: 16h às 22h Local: Praça da Moda (QE 40)
⇒ Guará Fashion Day Data: 3 de maio (sábado) Horário: 9h às 17h Local: Em frente à Administração do Guará
⇒ Plantio em comemoração ao aniversário do Guará Data: 4 de maio (domingo) Horário: 9h Local: Parque Ecológico e Vivencial Bosque dos Eucaliptos
⇒ Desfile Cívico e Corte do Bolo Data: 6 de maio (terça-feira) Horário: 8h às 11h30 Local: Em frente à Administração
⇒ Apresentação da Orquestra Sinfônica Data: 7 de maio (quarta-feira) Horário: 19h Local: Auditório da Administração
⇒ Feira de Orquídeas Data: 9 a 11 de maio Horário: 9h às 18h Local: Casa da Cultura
⇒ Baile da 3ª Idade (Eleição do rei e Rainha) Data: 9 de maio (sexta-feira) Horário: 19h Local: Salão de Múltiplas Funções (QE 25)
⇒ 6º Torneio de Basquete de Rua do Guará Data: 10 de maio (sábado) Horário: 8h30 Local: Praça da QI 02
⇒ Baile da Cidade Data: 10 de maio (sábado) Horário: 22h Local: Salão de Múltiplas Funções (QE 25)
⇒ Festival de Pipas Data: 11 de maio (domingo) Horário: 9h Local: QE 38
⇒ Sambão de Aniversário do Guará Data: 11 de maio (domingo) Horário: 16h Local: Praça do Arerê (QE 40)
⇒ Festival Expomix Data: 16 a 18 de maio Horário: 17h Local: Estacionamento do Cave
⇒ Missa de Aniversário Data: 11 de maio (domingo) Horário: 19h Local: Paróquia São Paulo Apóstolo (QE 07)
⇒ Solenidade de Troca de Comando do 4º BPM e inauguração de PEC Data: 14 de maio (quarta-feira) Horário: 16h Local: 4º Batalhão de Polícia Militar
⇒ Campanha Maio Laranja Data: 17 de maio (sábado) Horário: 10h Local: Praça da Moda (QE 40)
⇒ Circuito do Lazer Data: 17 de maio (sábado) Horário: 9h às 17h Local: Praça da QI 14
⇒ Culto de Ação de Graças Data: 18 de maio (domingo) Horário: 18h Local: Ministério Family’s Church (QE 40)
⇒ Semana MEI com Feira de Artesanato Data: 19 a 23 de maio Horário: 14h30 às 16h30 Local: Auditório da Administração
⇒ Corrida Cross Urbano 7K Data: 25 de maio (domingo) Horário: 7h Local: Cave
⇒ Rua do Lazer – Edição Especial Data: 25 de maio (domingo) Horário: 8h às 16h Local: Avenida Central do Guará II
⇒ Sessão Solene da Câmara Legislativa Data: 26 de maio (segunda) Horário: 19h Local: Auditório da Administração
⇒Inauguração da nova Biblioteca Pública do Guará Data: 30 de maio (sexta-feira) Horário: 10h Local: Sede da Administração
Se você está em Brasília e ainda não sabe o que fazer no fim de semana, o Shopping Conjunto Nacional preparou uma programação especial para todos os gostos e idades. De experiências gastronômicas a eventos temáticos e espaços infantis, o centro de compras no coração da capital promete entretenimento gratuito e de qualidade. Confira os destaques:
Domingo é dia de Pokémon no Jardim Urbano
Os fãs do universo Pokémon têm um encontro marcado neste domingo, 4, a partir das 15h, no Jardim Urbano (3º piso) do Conjunto Nacional. O grupo Pokémon BSB promove mais uma edição do tradicional encontro para troca de cartas, reunindo colecionadores e jogadores de todas as idades.
Mais do que trocar cards, o evento busca fortalecer a comunidade geek local. “Queremos criar um ambiente acolhedor onde as pessoas possam compartilhar experiências, fazer amizades e fortalecer essa paixão pelo universo Pokémon”, conta Lívs Figueiredo, organizadora do encontro. A entrada é gratuita.
Brinquedoteca Aladim garante a alegria da criançada
Até o dia 6 de junho, o shopping recebe a encantadora brinquedoteca Aladim, uma opção divertida e segura para as famílias com crianças de 1 a 11 anos. O espaço lúdico conta com pula-pula, piscina de bolinhas e outras atividades que estimulam a criatividade dos pequenos. Crianças de até 3 anos devem estar acompanhadas por um responsável.
Aberta durante todo o horário de funcionamento do shopping, a brinquedoteca oferece 50% de desconto para crianças com deficiência (PCD), conforme a Lei Federal nº 12.933/13. Basta apresentar documento válido no momento do cadastro.
Local: Praça Central – Conjunto Nacional
Horário: Seg a sáb, das 9h às 22h | Dom, das 12h às 20h
Oficina Gluten Free ensina receitas saborosas e sem glúten
No sábado, 3, às 14h30, o Conjunto Nacional promove a imperdível Oficina Gluten Free, uma aula-show prática e deliciosa com a chef @mamma\_stellamaris, em parceria com a marca @fitgran.naturais.
O evento será realizado no Jardim Urbano e é uma ótima oportunidade para quem quer aprender novas receitas saudáveis e conhecer produtos naturais incríveis. Para participar, é necessário se cadastrar no app do shopping.
Últimos dias do BurgerLand Festival
Quem ama um bom hambúrguer não pode perder: o BurgerLand Festival segue até domingo, 4, com o melhor da gastronomia artesanal. O evento reúne chefs especializados em hambúrgueres suculentos, batatas crocantes, chope gelado e música ao vivo. A entrada é gratuita e o evento acontece na Praça Lúcio Costa, bem em frente ao Conjunto Nacional.
Data: até 4 de maio
Ambiente com música ao vivo
Comida artesanal feita por especialistas
Seja com as crianças na brinquedoteca, trocando cartas Pokémon, aprendendo receitas sem glúten ou curtindo o sabor do BurgerLand, o Conjunto Nacional é o destino certo para o fim de semana em Brasília. Diversão, cultura e sabor em um só lugar – e o melhor: com entrada gratuita em todas as atrações.
E, além da programação especial do fim de semana, quem visitar o Conjunto Nacional também pode aproveitar para garantir o presente de Dia das Mães com vantagens exclusivas. Nas compras a partir de R$550, o cliente ganha um kit ambiência da Avatim e ainda concorre a 20 vouchers de Day Spa, proporcionando momentos de relaxamento e carinho para quem sempre cuida da gente. É a oportunidade perfeita para unir lazer, compras e afeto em um só lugar.
Para mais informações sobre os eventos, acompanhe o Instagram oficial do shopping ou baixe o app Conjunto Nacional.
De espaço para barraca própria à cabana com deck e ar-condicionado: festival oferece opções para todos os gostos e bolsos
O desejo de vivenciar 24 horas por dia o Capital Moto Week 2025, maior festival de moto e rock da América Latina, se tornou realidade! Estão abertas as vendas para o Camping Ville, experiência premium de acomodação para os apaixonados por aventura que não abrem mão de conforto. Montado na Cidade da Moto, o espaço é uma parceria com a Vila Mundo, referência em projetos de hospedagem para festivais. Com diárias a partir de R$220, o público tem acesso ao complexo de 320 mil m² durante o festival, que acontece de 24 de julho a 2 de agosto. Garanta sua vaga em: https://www.capitalmotoweek.com.br/campingvillenocmw
O Camping Ville é uma alternativa ao já conhecido camping gratuito e ao espaço para motorhomes. A estrutura dispõe de barracas já montadas que recebem até quatro pessoas, com lençóis, travesseiros, colchões infláveis ou camas dobráveis e colchonetes, banheiros e chuveiros privativos e fontes de energia elétrica. Há ainda wi-fi para hóspedes, área de convivência, fogueira exclusiva, cozinha compartilhada e espaço para churrasco, além de segurança, controle de acesso e estacionamento para motos. E o melhor, o hóspede recebe tudo pronto! É só chegar e descansar.
Pedro Franco, CEO do Capital Moto Week, explica que a modalidade atrai quem busca viver a experiência dentro do festival sem renunciar ao conforto e conveniência, sobretudo os motociclistas, que cruzam o país sob duas rodas e evitam a logística de carregar todo o equipamento. “ Com o Camping Ville, elevamos o padrão do festival, oferecendo uma experiência imersiva que mistura o prazer de morar na Cidade da Moto com o conforto de um serviço de primeira classe ”, destaca.
Para quem deseja uma experiência ainda mais personalizada, o festival oferece a opção de domos, áreas projetadas com instalações modernas e sofisticadas que priorizam privacidade, conforto e tranquilidade. Com design elegante, os domos acomodam até três pessoas e incluem ar-condicionado, piso deck, camas box solteiro, travesseiros, roupa de cama com lençol e fronha, toalhas, cabideiro, espelho, tomada, luminária, e mesa com cadeiras. Informações sobre esta opção de acomodação serão disponibilizadas nas próximas semanas.
Garanta sua experiência no Camping Ville:
Barraca iglu para 1 pessoa | R$220 por noite Comodidades exclusivas com chuveiros e banheiros, cozinha em área restrita, controle de acesso 24 horas, além de barraca iglu para 1 pessoa, cama dobrável e colchonete, roupa de cama, lençol e fronha, travesseiro, cobertor, protetor auricular e lampião.
Barraca iglu para 2 pessoas | R$325 por noite Comodidades exclusivas com chuveiros e banheiros, cozinha em área restrita, controle de acesso 24 horas, além de barraca iglu para 2 pessoas, dois colchões infláveis, roupas de cama, lençóis e fronhas, travesseiros, cobertores, protetores auriculares e lampião.
Barraca com varanda para 2 pessoas | R$380 a R$490 por noite Comodidades exclusivas com chuveiros e banheiros, cozinha em área restrita, controle de acesso 24 horas, além de cabana para 2 pessoas, duas camas dobráveis com colchonetes ou dois colchões infláveis, roupas de cama, lençóis e fronhas, travesseiros, cobertores, protetores auriculares, lampião e opção de mesa com duas banquetas.
Barraca alta para 4 pessoas| R$670 por noite Comodidades exclusivas com chuveiros e banheiros, cozinha em área restrita, controle de acesso 24 horas, além de cabana para 4 pessoas, quatro camas dobráveis + colchonetes, roupas de cama, lençóis e fronhas, travesseiros e cobertores, protetores auriculares e lampião.
Espaço para Montar Barraca | R$176 por noite Comodidades exclusivas com chuveiros e banheiros, cozinha em área restrita, controle de acesso 24 horas, além de área de 2,5m x 2,5m para montar barraca própria.
Motociclistas sem garupa e pilotando não pagam | Motos com garupa entram grátis de segunda a sexta-feira até as 18h e, aos sábados e domingos, até às 15h | Crianças de até 12 anos não pagam, desde que acompanhadas de seu responsável | Menores de 16 anos somente acompanhados de um responsável legal | Ingresso solidário, que garante desconto especial no valor da inteira, é concedido para quem levar lixo eletrônico ou 1kg de alimento não perecível | PCD tem acesso grátis e, se necessitar de acompanhante, este tem direito à meia-entrada | Pessoas com 60 anos ou mais têm direito à meia-entrada | Obrigatória apresentação de documento de comprovação válido de meia-entrada no momento do acesso.
Sobre o Capital Moto Week 2025 De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.
SERVIÇO Capital Moto Week 2025 Data: 24 de julho a 02 de agosto de 2025 Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek Site: http://www.capitalmotoweek.com.br
Dirigido por Joana Nin, longa chegou aos cinemas brasileiros no dia 24 de abril. Produção revisita vida e obra do compositor a partir de relatos de nomes como Moacyr Luz, Mart’nália e Dori Caymmi
Na última quinta-feira, 24, “Noel Rosa – Um Espírito Circulante” chegou aos cinemas brasileiros, e o Cine Brasília é um dos complexos que exibe o filme nesta primeira semana. O longa retrata a obra de um dos mais importantes nomes da música brasileira e fala sobre seu impacto na história do samba, a partir do bairro de Vila Isabel, e do espírito de boemia que se mantém vivo nas ruas do Rio de Janeiro. Para refletir sobre esses temas, o documentário reúne vozes de sambistas de diferentes eras, desde antigos parceiros de Noel, como Cartola, Aracy de Almeida e Marília Batista, até nomes atuais, como Dori Caymmi, Moacyr Luz, Mart’nália e Edu Krieger.
Dirigido e roteirizado por Joana Nin, “Noel Rosa – Um Espírito Circulante” nasceu de uma história muito particular da cineasta com o personagem. “Minha conexão com Noel Rosa se intensificou quando eu me mudei para o bairro de Vila Isabel, em 2012,” conta Joana, que viveu na própria Rua Noel Rosa. “Fui ao supermercado que funcionava no prédio da antiga Fábrica de Fiação e Tecidos Confiança. Eu estava lá fazendo compras e de repente soou uma sirene muito alta. Ao questionar um funcionário, descobri que eles mantinham a tradição em respeito à comunidade local. Este som inspirou Noel Rosa a compor ‘Três Apitos’, ainda que a Fábrica de Tecidos não fosse o local de trabalho de Fina, sua musa inspiradora da canção. Era uma licença poética porque ele ouvia diariamente esse apito da casa onde morava, na Rua Teodoro da Silva. Eu achei isso muito interessante e decidi entender melhor a relação do bairro com o compositor, mesmo tanto tempo depois de sua morte.”
A experiência curiosa vivida por Joana Nin deu origem a um trabalho que incluiu uma playlist comentada por Henrique Cazes, com músicas de e sobre Noel Rosa, produção musical de Fábio Nin e pesquisa de arquivo de Beth Formaggini, Patrícia Machado e Gabriela Santiago, resultando no documentário finalizado em 2023 — após gravações interrompidas durante a pandemia — e exibido pela primeira vez em 2024, no Festival do Rio.
“Noel Rosa – Um Espírito Circulante” é uma produção da Sambaqui Cultural, com distribuição da Boulevard Filmes e codistribuição da Vitrine Filmes. Este lançamento contou com apoio do Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas, Governo Federal, e do Ministério da Cultura através da Lei Paulo Gustavo
Documentário musical que busca rastros deixados pelo compositor no bairro de Vila Isabel, no Rio de Janeiro. O artista morreu aos 26 anos, em 1937, e deixou um legado de quase 250 músicas. O filme cria paralelos entre passado e presente, sobretudo pela forma como o samba e a figura de Noel Rosa se misturam até hoje ao redor de seu berço criativo. Vozes de antigos parceiros, como Cartola, Aracy de Almeida e Marília Batista, se juntam às de intérpretes atuais, como Dori Caymmi, Moacyr Luz, Mart’nália e Edu Krieger, entre outros.
ELENCO
Dori Caymmi, Edu Krieger, Moacyr Luz, Martn’ália, Cláudio Jorge e Nilze Carvalho
FICHA TÉCNICA
Direção e roteiro: Joana Nin Produtora: Sambaqui Cultural Produção: Ade Muri e Joana Nin Direção de Arte: Dalila Aguiar Fotografia: Elisandro Dalcin e André de Paula
Distribuição: Boulevard Filmes
Codistribuicão: Vitrine Filmes
JOANA NIN | Diretora
Joana Nin é cineasta, dedicada a projetos audiovisuais com temas sensíveis e de impacto social. É mestre em Comunicação pela PUC-Rio. Produziu e dirigiu quatro longas-metragens documentários: “Cativas – Presas pelo Coração” (2015); “Proibido Nascer no Paraíso” (2021); “Os 80 Gigantes” (2024); e “Noel Rosa – Um Espírito Circulante” (2025). Dirigiu ainda o curta-metragem Visita Íntima (2005), vencedor do festival É Tudo Verdade 2006 e de outros 20 prêmios, entre outros documentários. Como produtora executiva, além dos seus próprios filmes, atuou em projetos de destaque como o documentário longa-metragem “Auto de Resistência”(2018), de Lula Carvalho e Natasha Neri, vencedor do festival É Tudo Verdade 2018; a ficção “Praça Paris” (2018), de Lúcia Murat; e a 3ª temporada da série “Os Homens são de Marte e é para Lá que Eu Vou”, dirigida por Susana Garcia. Atualmente dedica-se a três longas-metragens de ficção em diferentes estágios de produção: é produtora criativa e executiva de “Torniquete”, de Ana Catarina Lugarini, em pós-produção; diretora e produtora executiva de “Rumor”, em fase de finalização, e de “Tropicana”, em pré-produção — todos de sua produtora, Sambaqui Cultural.
SAMBAQUI CULTURAL | Produtora
A Sambaqui Cultural foi fundada por Joana Nin há 20 anos em Curitiba, hoje sócia do produtor Ade Muri. Nestas primeiras duas décadas, a empresa dedicou-se à produção de documentários, reunindo em seu portfólio uma dúzia de obras, entre elas quatro longas-metragens do gênero, “Cativas – Presas pelo Coração”; “Proibido Nascer no Paraíso”; “Noel Rosa – Um Espírito Circulante”, a ser lançado em dezembro deste ano; e “Os 80 Gigantes”, que chega aos cinemas em fevereiro de 2025. Atualmente a empresa dedica-se a três longas de ficção em produção: “Torniquete”, com Marieta Severo e Sali Cimi, uma coprodução com a Veleiro Azul Filmes, de Curitiba, dirigida por Ana Catarina Lugarini, com roteiro dela e de Alice Name-Bomtempo; “Rumor”, com roteiro de Alana Rodrigues e Helena Schoenau, estrelado por Giulia Benite (“Turma da Mônica”) e dirigido por Joana Nin, em montagem; e “Tropicana”, com roteiro da diretora Joana Nin e Cláudia Lage, em preparação para ser filmado no segundo semestre de 2025 no Brasil, Estados Unidos, Bahamas e Jamaica.
BOULEVARD FILMES | Distribuidora
A Boulevard Filmes, em operação desde 2013, é uma produtora e distribuidora audiovisual sediada em São Paulo, que busca o equilíbrio entre projetos autorais e demandas de mercado, focando em estratégias de produção e de distribuição compatíveis com cada projeto. A empresa se dedica principalmente à produção (curtas e longas) e distribuição (longas) de cinema brasileiro independente. A versatilidade e a busca pela diversidade são suas principais características, firmando parcerias com diretores e produtoras de Norte ao Sul do país.
Enquanto distribuidora, é responsável pelo lançamento comercial de mais de 20 longas, como: Amor, Plástico e Barulho, Carro Rei, Histórias que o nosso cinema (não) contava, Libelu – Abaixo a Ditadura, Legalidade, Raia 4, Proibido Nascer no Paraíso, Bizarros Peixes das Fossas Abissais, dentre outros.
VITRINE FILMES | Codistribuidora
Desde 2010, a Vitrine Filmes já distribuiu mais de 250 filmes e alcançou milhares de espectadores apenas nos cinemas do Brasil. Entre seus maiores sucessos estão “Bacurau”, de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles, Prêmio do Júri no Festival de Cannes 2019; “O Processo”, de Maria Augusta Ramos, que entrou para a lista dos 10 documentários mais vistos da história do cinema nacional; e “Druk: Mais Uma Rodada”, de Thomas Vinterberg, vencedor do Oscar® de Melhor Filme Estrangeiro em 2021.
Em 2020, a Vitrine Filmes iniciou um novo ciclo de expansão e renovação. Entre as iniciativas, está o lançamento da Vitrine España, que produz e distribui longas-metragens na Europa e o Vitrine Lab, curso on-line sobre distribuição cinematográfica, vencedor do prêmio de distribuição inovadora do Gotebörg Film Fund 2021. A criação, em 2022, do selo Manequim, focado na distribuição de filmes com apelo a um público mais amplo e, finalmente, a Vitrine Produções, braço estratégico para o desenvolvimento, produção e coprodução de títulos próprios. Neste sentido, o primeiro lançamento da casa foi o documentário “Amigo Secreto” (DocLisboa 2022), de Maria Augusta Ramos, e atualmente já conta com cinco projetos realizados e oito em desenvolvimento.
A Vitrine Filmes fechou o ano de 2023 com ótimos indicadores de retomada, alcançando os melhores resultados desde a pandemia. Entre as estreias do ano, estão filmes como “Nosso Sonho”, de Eduardo Albergaria, lançado pelo selo Manequim Filmes e que obteve a maior bilheteria entre os filmes nacionais do ano, com mais de 515 mil espectadores. Também figuram no catálogo anual a animação “Perlimps”, de Alê Abreu, o vencedor do Festival de Gramado, “Noites Alienígenas”, de Sérgio de Carvalho, e a indicação brasileira para o Oscar, “Retratos Fantasmas”, de Kleber Mendonça Filho, que fez mais de 80 mil espectadores em salas de cinema e é mais uma coprodução Vitrine Filmes. Mais de 20 filmes foram lançados pelo grupo no ano de 2023.
GRUPO PAEPALANTHUS HOMENAGEIA BRASÍLIA COM ESPETÁCULO SOBRE ARQUEOLOGIA INDÍGENA NO BRASIL CENTRAL
Entrada Franca
Muita gente acredita que Brasília surgiu sobre o nada, mas não é bem assim. Para contar a história da Capital Federal, muito antes de sua construção, o Grupo Paepalanthus criou o espetáculo Contos da Terra Vermelha, que será apresentado no auditório da Escola Classe 26 de Setembro de Taguatinga, nos dias 24 e 28 de abril) e no auditório do Centro de Ensino Médio de Taguatinga Norte – CEMTN no dia 30 de abril. A entrada é franca e aberta ao público.
Contos da Terra Vermelha tem como cenário o Distrito Federal antes de ter sido assentado sobre terras goianas. A ideia é reverenciar a ancestralidade presente nesse território há mais de 10 mil anos. Com uma junção das linguagens, que inclui narração oral, música ao vivo e teatro de sombras, o espetáculo permite uma experiência estética capaz de despertar a atenção para essa história pouco divulgada e desconstruir a ideia de que Brasília foi assentada sobre o nada, sobre o ermo. A construção de Brasília invisibilizou a presença de indígenas, quilombolas e sertanejos nesse território.
O espetáculo foi concebido a partir da dissertação de Mestrado “Quem conta um conto, aumenta um ponto: contadores de histórias no Distrito Federal (1991 a 2011) – UnB, 2012, de autoria de Aldanei Menegaz de Andrade. Trata-se de uma homenagem a Brasília e a sua História e contribui para a valorização do patrimônio histórico e artístico do Distrito Federal.
São histórias como a origem do povo Mebengokré, a lenda do Santo Antônio do Descoberto, a Mãe do Ouro e a chegada da modernidade no interior do país, que integram parte do repertório.
Construído coletivamente pelo grupo Paepalanthus: Aldanei Menegaz, Míriam Rocha, Rose Costa e Simone Carneiro, o espetáculo tem trilha sonora original do músico Lipe Lemos, executada ao vivo, e assessoria em teatro de sombras da Cia Lumiato – Thiago Bresani e Soledad Garcia e direção de Joana Abreu.
PALESTRA – Além das apresentações, o grupo promove uma palestra de arqueologia indígena no Brasil Central no dia 29 de abril, às 11h e às 13h, no Centro de Ensino Médio de Taguatinga Norte (CEMTN), proferida pelo arqueólogo Dr. Franscisco Pugliese – Unb, destinadas a estudantes de ensino médio, professores e demais interessados em conhecer melhor a história dos primeiros habitantes do planalto central.
Contos da Terra Vermelha pretende contribuir para a promoção da educação patrimonial, diálogo e reconhecimento da cultura e preservação da memória do Distrito Federal, com formação de plateia. A partir do enredo do espetáculo, foi produzida uma cartilha que apresenta subsídios na perspectiva de desenvolvimento da temática, além de jogos e passatempos, que será distribuída ao público.
A iniciativa é uma realização do grupo Paepalathus e conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal – FAC/DF. Todas as ações do projeto são gratuitas, abertas ao público em geral, mas direcionadas especialmente a estudantes a partir do 4º ano do ensino fundamental, Ensino Médio e professores.
PROGRAMAÇÃO
ESPETÁCULO: CONTOS DA TERRA VERMELHA EM TEATRO DE SOMBRAS:
AUDITÓRIO DA ESCOLA CLASSE 26 DE SETEMBRO DE TAGUATINGA (St. G Norte AE 8 – Taguatinga):
• 24 DE ABRIL – QUINTA-FEIRA: 9h30, 14h
• 28 DE ABRIL – SEGUNDA-FEIRA: 9h30, 14h e 20h
AUDITÓRIO DO CENTRO DE ENSINO MÉDIO DE TAGUATINGA NORTE (St. C Norte 02, 03 – Taguatinga):
• 30 DE ABRIL – QUARTA-FEIRA: 9h, 11h, 14h e 16h
PALESTRA: “POR UMA ARQUEOLOGIA INDÍGENA NO BRASIL CENTRAL”
Proferida pelo arqueólogo Francisco Pugliese (UnB)
AUDITÓRIO DO CENTRO DE ENSINO MÉDIO DE TAGUATINGA NORTE (St. C Norte 02, 03 – Taguatinga):
• 29 DE ABRIL – TERÇA-FEIRA: 11h e 13h
Foto com as 4 contadoras do Paepalanthus
ENTRADA FRANCA CI: Livre
FICHA TÉCNICA
Coordenação geral: Míriam Rocha
Produção executiva: Aldanei Menegaz e Grupo Paepalanthus
Elenco: Aldanei Menegaz, Míriam Rocha, Rose Costa e Simone Carneiro – Grupo Paepalanthus
Músico: Lipe Lemos
Direção: Joana Abreu
Assessoria em Teatro de Sombras: Soledad Garcia e Thiago Bresani – Cia Lumiato
Para conhecer mais sobre o Grupo Paepalanthus, acesse as redes sociais:
Como parte das comemorações pelos 65 anos de Brasília (21 de abril), o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) apresentou, na tarde da última terça-feira (22), o projeto de restauro da Praça dos Três Poderes, que será viabilizado com recursos do Novo PAC. O evento, realizado no SESI Lab, também marcou a celebração de uma parceria entre o Instituto e o Governo do Distrito Federal (GDF) para ações de preservação em outros bens tombados da capital.
“Vamos oferecer à praça mais conforto , mas sem desviar do seu projeto original”, destacou o presidente do Iphan, Leandro Grass, ao enfatizar o equilíbrio entre modernização e preservação das características arquitetônicas e históricas do espaço.
Grass também ressaltou a importância simbólica do local: “A Praça dos Três Poderes é a praça mais importante do Brasil, pois reúne os três poderes e representa a democracia e a inclusão social”.
Em sua fala, ele ainda destacou o empenho do presidente Lula nas ações de preservação. “Estamos aqui hoje falando da restauração da Praça muito por conta da obstinação do presidente Lula em preservar nossos cartões de visita. A Praça dos Três Poderes simboliza nossos valores, é um lugar de convergência e diálogo”, disse.
Montante investido
O investimento total estimado para a execução das obras é de R$ 22 milhões, enquanto a elaboração do projeto contou com recursos de R$ 744 mil, por meio de contrato firmado em 2023 com a empresa especializada Land 5 Arquitetura e Urbanismo Ltda. A previsão é que as obras sejam concluídas em 2026.
Além da Praça, o Iphan anunciou a destinação de mais recursos do Novo PAC: R$ 500 mil para o desenvolvimento do projeto de restauro do Museu Vivo da Memória Candanga e R$ 200 mil para o Catetinho, ambos em parceria com o GDF. O Secretário de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Cláudio Abrantes, destacou a importância da valorização da capital. “A Praça dos Três Poderes é símbolo de paz, diversidade e democracia. Nosso esforço é para que Brasília seja cada vez mais reverenciada e mostrada ao Brasil e ao mundo”, afirmou. Ele também ressaltou o papel dos restauros na preservação da identidade da cidade. “Essas obras vão manter a essência de Brasília. A Praça é emblemática e, em breve, será entregue de forma plena à população”, completou.
O Secretário de Economia Criativa e Fomento Cultura do Ministério da Cultura, Henilton Menezes, reforçou o compromisso do governo federal com a execução do projeto. “Demonstramos apoio a esse restauro. Vamos acompanhar o projeto e agilizar o que for possível. O que aconteceu aqui na Praça não pode acontecer de novo, e não é possível anistiar a destruição que foi feita na nossa capital. Vamos viabilizar essas obras com recursos também da Lei Rouanet”, afirmou.
Representando o setor produtivo, o vice-presidente executivo da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e presidente da Federação das Indústrias do Distrito Federal (FIBRA), Jamal Jorge Bittar, reforçou a necessidade de cuidado contínuo com o patrimônio. “O que aconteceu no 8 de janeiro ficará marcado como uma tentativa frustrada de golpe, que deve ser rejeitada por todo cidadão. Agora, precisamos focar na recuperação da Praça dos Três Poderes, cuidando de cada detalhe, como as pedras portuguesas, para que nossa história não seja apagada”, declarou.
Monumentos contemplados
O projeto da Praça dos Três Poderes foi elaborado com base em diagnóstico técnico e contou com a participação da sociedade por meio de consulta pública, que ouviu mais de 100 pessoas, a maioria moradores do Distrito Federal. No projeto, buscou-se refletir os anseios da população, especialmente em relação a melhorias em acessibilidade, segurança e sinalização.
O superintendente do Iphan no Distrito Federal, Thiago Perpétuo, destacou a importância de adaptar espaços históricos às necessidades contemporâneas. “É importante enfatizar que bens tombados podem passar por atualizações, a exemplo da Praça dos Três Poderes. É uma praça um pouco difícil de ser utilizada pela população nos dias de hoje. Depois da restauração, queremos resgatar essa perspectiva: a Praça é de todos os cidadãos e poderá ser desfrutada por todos, com mais acessibilidade”, afirmou.
Entre as obras e monumentos contemplados no projeto estão: Os Candangos, Herma de JK, Herma de Tiradentes, Marco Brasília, Herma de Israel Pinheiro, Pombal, além do Museu da Cidade e do Espaço Lúcio Costa.
O projeto inclui ainda a implantação de sistemas de monitoramento da Praça e do Espaço Lúcio Costa, medidas de prevenção contra incêndio (no Espaço Lúcio Costa e no Museu da Cidade), além de soluções de sonorização e climatização para o Espaço Lúcio Costa.
Troféu do Prêmio Candango de Literatura, desenvolvido pelo artista plástico e ilustrador André Cerino, crédito: arquivo Instituto Casa de Autores
Lançamento da segunda edição do certame será em 9 de maio, na Sala Martins Pena do Teatro Nacional Claudio Santoro. Inscrições podem ser feitas de 10 de maio a 25 de junho de 2025
O Prêmio Candango de Literatura chega à segunda edição em 2025, consolidando a capital do Brasil no cenário literário internacional. Realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF), em parceria com o Instituto Casa de Autores, o prêmio, voltado para países de língua portuguesa, reconhece autores, designers e projeto de incentivo à leitura, dentro de uma oportunidade especial de visibilidade e conexão. O lançamento oficial será em 9 de maio, na Sala Martins Pena (Teatro Nacional Cláudio Santoro), com a presença de autoridades, figuras do universo literário e o show “Clodo Ferreira – existência”, tributo à vida e obra do compositor e professor Clodo Ferreira (1951-2024). A cerimônia de premiação acontecerá no mesmo cenário, em 31 de outubro. Com R$ 195 mil distribuídos entre os vencedores, a iniciativa reforça o compromisso com a diversidade e a circulação de obras que ecoam em português, idioma que une continentes, culturas e vozes.
Para Claudio Abrantes,Secretário de Cultura e Economia Criativa, a importância do Prêmio Candango de Literatura reside em seu papel de incentivo à criação literária e à difusão da cultura escrita. “Ao premiar autores e projetos que se destacam, o prêmio contribui para o fortalecimento da identidade cultural do Distrito Federal, do Brasil e de países de língua portuguesa, estimulando a leitura e a valorização da literatura como forma de expressão artística e crítica social”, enfatiza o secretário.
No âmbito do 2º Prêmio Candango de Literatura, serão concedidas sete premiações divididas em três pilares principais: obras de caráter literário, editorial e iniciativas pedagógicas de incentivo à leitura. Nas obras de caráter literário, serão R$140 mil divididos entre “Melhor Romance”, “Melhor Livro de Contos”, “Melhor Livro de Poesia” e o “Prêmio Brasília”, este último exclusivo para autores nascidos ou residentes no Distrito Federal. Já as categorias “Melhor Capa” e “Melhor Projeto Gráfico”, de caráter editorial, serão contempladas com R$ 20 mil, cada. Por fim, será entregue o Prêmio Candango de Literatura, no valor de R$ 15 mil, à “Melhor Iniciativa de Incentivo à Leitura”, incluindo ações voltadas para pessoas com deficiência (PCD). Esta última premiação, de caráter pedagógico, é destinada a pessoas físicas e jurídicas com, no mínimo, dois anos de comprovada atuação na área.
Para participar, o regulamento traz entre as obrigatoriedades que a obra inscrita seja redigida em língua portuguesa, editada e comercializada no Brasil e/ou nos Países da Comunidade Lusófona no ano de 2024. As inscrições estarão abertas entre 10 de maio e 25 de junho, e são gratuitas. Após esta fase, o júri se debruçará sobre as obras para selecionar os dez finalistas em cada categoria. Os resultados dessa etapa serão divulgados em setembro e os vencedores serão conhecidos na noite de premiação, em outubro.
A curadoria estará a cargo de João Anzanello Carrascoza. Escritor, professor e redator publicitário, considerado uma das revelações da ficção brasileira e um dos maiores contistas contemporâneos, Carrascoza foi o vencedor na categoria “Contos” na primeira edição do Prêmio Candango de Literatura.“É motivo de júbilo a grande responsabilidade de ser curador do Prêmio Candango de Literatura. Sobretudo, porque é um prêmio aberto a todos que escrevem em língua portuguesa, independentemente do país em que vivem. Também porque contempla não apenas os gêneros tradicionais como o romance, o conto, a poesia, mas talentos da cidade, ações de incentivo à leitura, projeto gráfico, entre outras categorias. É um prêmio que já demonstrou, em sua edição inaugural, ser capaz de motivar a participação de centenas de autores, e, assim, reconhecer a qualidade de obras vigorosas e revelar novas vozes”, afirma o curador.
Com a ampliação da visibilidade do prêmio e a expectativa gerada a partir do lançamento do certame em 2022, a expectativa é de atrair ainda mais participantes, superando as quase duas mil inscrições da primeira edição. A campanha de divulgação do projeto visa a promover o intercâmbio entre países lusófonos, fomentar a leitura e difundir a escrita como patrimônio cultural.
Sobre Clodo Ferreira- Existência
Trata-se de um show-homenagem dos filhos João e Pedro Ferreira à trajetória artística de Clodo Ferreira – cantor, compositor, escritor, fotógrafo e professor. Em formato intimista, o espetáculo revisita canções do álbum Constelação de palavras (2024) e sucessos consagrados como Cebola cortada e Mentira da saudade, em parcerias com nomes como os irmãos Climério e Clésio, além de Dominguinhos e Zeca Bahia. A apresentação une a sensibilidade musical de João, violonista e diretor musical da banda Natiruts, e a expressividade de Pedro, percussionista e intérprete, celebrando, com afeto, talento e tradição familiar, o legado de um dos grandes nomes da música brasileira.
Serviço:
2º Prêmio Candango de Literatura
Lançamento: 9 de maio, às 19h
Local: Sala Martins Pena do Teatro Nacional Cláudio Santoro
Inscrições: De 10 de maio a 25 de junho
Categorias: Romance, Contos, Poesia, Prêmio Brasília, Capa, Projeto Gráfico e Incentivo à Leitura Prêmios: Valor total distribuído de R$ 195 mil. Abrangência: Escritores, designers e editores de países de língua portuguesa
Inédito em Brasília – Depois de ganhar o Prêmio TED, de apoio a projetos globais de grande impacto, em 2011, o artista francês JR lançou o Projeto Inside Out, uma plataforma participativa que ajuda indivíduos e comunidades a transmitirem uma mensagem por meio de retratos em preto e branco em grande escala colados como lambe-lambe em espaços públicos de mais de uma centena de países ao redor do mundo. Nesta quarta-feira, 23 de abril, das 14h às 20h, será a vez de fotografar os brasilienses que quiserem fazer parte do mural interativo com 200 fotos que ficará em exibição até julho de 2025 como parte da mostra “Frequências Urbanas – uma voz única no diálogo coletivo”, na Caixa Cultural Brasília.
JR exibe livremente nas ruas do mundo, capturando a atenção de todos, incluindo aqueles que não costumam frequentar museus. Sua prática artística torna visíveis os anônimos colando seus retratos no espaço público, desde as favelas brasileiras até as ruas de Nova York e Istambul. Essas instalações feitas na ação em grupo são documentadas e compartilhadas online.Em Brasília, as fotos serão feitas gratuitamente no estacionamento da Caixa Cultural (Setor Bancário Sul), sem agendamento e ficarão expostas na área externa do referido espaço cultural. O mural do Inside Out Project e a exposição “Frequências Urbanas” têm visitação gratuita e reúne artistas nacionais e internacionais que retratam a essência da arte urbana, também conhecida como street art, que se consolidou como uma das principais formas de expressão visual no mundo. É neste contexto de celebração que a mostra reunirá obras de artistas renomados de diversas culturas – brasileira, francesa, congolesa, tunisiana, norte americana – com o objetivo de proporcionar um intercâmbio cultural e artístico de grande impacto ao público. Nomes como: Cripta Djan, Circle, Kouka, Rero, Luísa Pimenta, Kássia Borges, El Seed estão na mostra. Parte desses artistas dividiram um ateliê, o Vilarejo 21, no Altiplano Leste (DF), e produziram obras inéditas que vão fazer parte da mostra.
SERVIÇO
Fotos: Inside Out Project em Brasília
Quarta, 23/4, das 14h às 20h, no estacionamento da Caixa Cultural Brasília
Frequências Urbanas – Uma voz única no diálogo coletivo
A organização do 3º Prêmio WEB do Teatro do DF informa que já está aberta a votação popular para escolher os melhores espetáculos, iniciativas, montagens e ações ligadas às artes cênicas do Distrito Federal realizadas nos anos de 2022, 2023 e 2024. Esta edição recebeu inscrições de mais de 120 projetos e espetáculos que concorrem em 11 categorias. Para votar, o público deve acessar o formulário online e selecionar seus favoritos. O anúncio dos vencedores acontece no dia 7 de maio, às 19h, no Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul.
Os espetáculos e projetos inscritos no 3º Prêmio WEB do Teatro do DF concorrem a prêmios em 11 categorias: Espetáculo Adulto (44 participantes); Espetáculo Infanto-Juvenil (4); Espetáculo Primeira Infância (2); Espetáculo Musical (3); Espetáculo Solo/Monólogo (11); Espetáculo de Rua e Espaço Alternativo (7); Espetáculo de Formas Animadas (Sombras e/ou Bonecos) (3); Montagem Universitária (8); Montagem Livre (Teatro de Escola, Escola de Teatro ou Curso Livre) (4); Espetáculo Local em Circulação Nacional e Internacional (14); e Projetos ou Iniciativas (17). O 3º Prêmio WEB de Teatro do DF é realizado pelo Grupo Tripé e tem o patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).
Nesta edição, todos os projetos inscritos integrarão uma publicação coordenada pela professora Fabiana Marroni. A professora conta com um grupo de pesquisa criado pelo Grupo Tripé em parceria com o Instituto de Artes da UnB. A equipe é formada pelos seus co-fundadores Ana Quintas e Gustavo Haeser, além dos pesquisadores Ander Keller, Anna Uchôa, Isadora Lima, Jebs Vicente e Likidah Ferreira, selecionados via convocatória pública.
Sobre o prêmio
Em sua terceira edição, o Prêmio Web de Teatro do DF teve 120 participantes nas edições anteriores, distribuindo mais de 50 premiações. São espetáculos que levaram mais de 100 mil espectadores a teatros e espaços dedicados às artes cênicas e circularam por mais de 50 cidades ao redor do planeta. Além dos prêmios, já ofereceu 11 homenagens a personagens do teatro de Brasília, como Alexandre Ribondi, Hugo Rodas e Iara Pietricovsky.
O projeto Prêmio Web de Teatro do DF nasceu do desejo do Grupo Tripé em colaborar com a memória, a preservação e a valorização da produção cênica e de seus artistas, técnicos e fazedores do Distrito Federal. Além de reconhecer e valorizar os artistas locais de maneira democrática e popular, promover o teatro em ambientes virtuais e incentivar a participação e engajamento do público, o projeto conta com seu aspecto de mapeamento, onde os dados das produções são utilizados para a geração de dados e indicadores sobre a classe artística e seus projetos. Idealizado durante o ano de 2018, foi criado com o intuito de criar novas narrativas acerca do teatro produzido no Distrito Federal e novos entendimentos quanto ao panorama cênico da cidade, gerando assim novas inquietações, questionamentos e crises – terrenos frutíferos para o surgimento de novas ideias que enriqueçam a cadeia cultural, que fortaleçam a classe artística, que a reafirmam como componente de uma economia criativa que deve ser preservada e incentivada.
Foto divulgação
Serviço
Votação aberta para o 3º Prêmio WEB do Teatro do DF
Após 10 anos da bem-sucedida mostra ‘Street Art – Um Panorama Urbano‘, a CAIXA Cultural revisita a cena global da arte urbana conectando artistas internacionais e brasileiros em um espaço de intercâmbio e de reflexão, agora com o projeto intitulado ‘Frequências Urbanas – uma voz única no diálogo coletivo’, em exposição de abril a julho de 2025 na CAIXA Cultural Brasília.
Também conhecida como street art, a arte urbana se consolidou como uma das principais formas de expressão visual no mundo. É neste contexto de celebração que a mostra reunirá obras de artistas renomados de diversas culturas – brasileira, francesa, congolesa, tunisiana, norte americana – com o objetivo de proporcionar um intercâmbio cultural e artístico de grande impacto ao público.
“A exposição Frequências Urbanas se posiciona como uma encruzilhada vibrante na qual artistas de diversas origens e com múltiplas raízes se encontram para celebrar a essência da arte urbana. Esse movimento, tanto local quanto global, reflete uma cultura em constante evolução, com cada artista trazendo sua voz única enquanto participa de um diálogo coletivo”, resume RERO, curador e artista da exposição.
Ele diz que embora ancorados em seu território, os artistas em exposição na mostra inspiram-se em movimentos artísticos globais que permite entender melhor as questões urgentes como as mudanças climáticas, o resgate da ancestralidade e a desigualdade social.
Frequências Urbanas destaca essa dualidade, reunindo obras que refletem particularidades culturais ao mesmo tempo em que exploram temas universais como identidade, resistência e esperança. Ao construir pontes entre tradições locais e tendências contemporâneas, os artistas conseguem estabelecer uma conexão profunda com seu público, promovendo assim um intercâmbio cultural enriquecedor e uma conscientização compartilhada.
A mostra se propõe a renovar a experiência exitosa do projeto ‘Street Art’, quando foram exibidas obras de renome internacional como Banksy e JeF Aerosol, que alcançaram grande sucesso de público e de mídia.
“Agora, Frequências Urbanas traz novos nomes para expandir o impacto da arte urbana no Brasil, visando ainda o fortalecimento da relação entre artistas estrangeiros e brasileiros e trocas culturais, em especial a relação entre Brasil e França, que celebram neste ano de 2025 uma parceria de promoção cultural entre os dois países’, diz Luiz Prado, curador e produtor da exposição.
A exposição reflete ainda a diversidade cultural de Brasília, cidade ‘com gente de todas as partes do Brasil e do mundo’, no mês em que a capital federal – um dos mais importantes conjuntos urbanísticos-arquitetônicos do País – completa 65 anos de sua inauguração, em 21 de abril.
“Inauguramos a exposição na semana de aniversário da cidade, convidando o público a ser fotografado pelo projeto Inside Out do artista francês JR, participando assim da confecção de um mural de mais de 150 m² que ficará em exposição na CAIXA Cultural mostrando a diversidade, a mistura e as diferenças múltiplas que formaram a população de Brasília”, diz Prado.
A ação do Inside Out está prevista para o dia 23 de abril, antes da abertura da mostra, das 14h às 20h, no estacionamento da CAIXA Cultural, quando os interessados em participar do projeto serão fotografados – em um caminhão-estúdio que estará no local -, para a criação interativa do painel a ser exibido nos muros do entorno do centro cultural.
“Frequências Urbanas não é apenas uma exposição, mas uma manifestação da alma urbana e humana, uma exploração das múltiplas vozes que compõem a paisagem artística atual esteja ela dentro ou fora da galeria”, completa o curador da mostra. Estarão em exibição na exposição Frequências Urbanas as obras dos seguintes artistas e coletivos:
CRIPTA
@criptadjan
Cripta Djan é pixador, artista, ativista e documentarista que tem a pixação como eixo central de sua trajetória nos espaços urbanos. Sua atuação representa e reivindica a figura do pixador nos campos político, acadêmico, artístico e cinematográfico.
Seu trabalho transita entre o desenho e a escrita, a forma e a contra forma, o legível e o ilegível, o certo e o errado. Começou sua história nas ruas de Itapevi, na Grande São Paulo, e hoje tem seu trabalho reconhecido internacionalmente, levando a linguagem da pixaçãopara centros de arte contemporânea ao redor do mundo
CYRCLE
CYRCLE é um coletivo formado pelos artistas americanos David Leavitt e David Torres, de Los Angeles, Califórnia (EUA). Suas obras enfatizam a vida, a dualidade e a condição humana compartilhada com a contemplação estética da forma, tipo de letra e cor.
A dupla trabalha em diversas mídias, desde a investigação da forma até o incentivo à participação, os desafios do CYRCLE e, ao mesmo tempo, abrangem todo o continuum do que é arte.
KOUKA
@kouka_ntadi
Pintor franco-congolês, Kouka Ntadi é nascido em Paris, em 1981, neto do pintor expressionista Francis Gruber. O artista confronta suas origens, tanto em suas telas quanto na rua. Explorando diferentes formas de retrato, ele desenvolve seus temas de pesquisa em torno da essência do Homem e da identidade.
Sua pintura brinca com os códigos do grafite para melhor tocar o cerne da pesquisa sobre o estatuto da imagem. Desde seus famosos “Guerreiros Bantu”, sua primeira marca urbana, ele tem nos lembrado constantemente que o espaço público, assim como o mundo, não pertence a ninguém.
RERO
@rerostudio
Na intersecção de práticas urbanas, land art e criação conceitual inspirada por Duchamp, Debord e, claro, Roland Barthes, Rero questiona a retórica da imagem e sua “cadeia flutuante de significados”.
As obras de arte intrigantes e luminosas do artista, infundidas com um senso moderno e transgressivo de poesia, suas instalações inovadoras e descomunais se espalharam pelo mundo. Para Rero, “a arte é um sistema de alarme que busca despertar o músculo atrofiado da sensibilidade coletiva”, escreveu o crítico de arte Achille Bonito Oliva.
LUÍSA PIMENTA
@luisa_pimenta
Artista carioca de 18 anos, Luísa Pimenta é um jovem talento e grande promessa do cenário artístico atual. Ela se nutriu da efervescência da cena do grafiti de rua nos EUA, transformando todas as influências e pluralidades da arte urbana norte-americana em traços marcantes que se misturam com suas raízes brasileiras.
Suas obras são uma verdadeira janela para sua alma. Com expressões viscerais, traços firmes e impactantes, Luísa compartilha seus afetos e percepções do mundo de forma autêntica e repleta de sensibilidade, se comunicando com o espectador de forma intensa e tocante.
KASSIA BORGES
@kassiaborgess
Kássia Borges Karajá é artista visual, pesquisadora, professora e curadora. Pesquisa principalmente questões em torno da mulher e da ancestralidade. Partindo dos conhecimentos da tradicional cerâmica Karajá, se debruça, sobretudo, no barro para suas criações contemporâneas.
Além de sua investigação em cerâmica, é membro também do coletivo MAHKU (Movimento dos artistas Huni Kuin), destaque na 60ª edição da Bienal de Veneza, com participação em salões e exposições em instituições nacionais e internacionais.
EL SEED
@elseed
EL Seed é um artista que combina pintura e escultura para criar uma linguagem visual única, inspirada na tradição da caligrafia e na pulsação da arte urbana. Seu trabalho se destaca por camadas intrincadas de cores, símbolos e letras, que expressam mensagens universais sobre coexistência, paz e liberdade.
A identidade, a herança cultural e o desejo humano por conexão e pertencimento são temas que atravessam sua obra. Por meio de sua arte, EL Seed dá visibilidade às comunidades com as quais se relaciona, utilizando a linguagem como ponte para o diálogo e a construção de um senso de coletividade.
INSIDE OUT PROJECT – JR
@insideoutproject @jr
Depois de ganhar o Prêmio TED, em 2011, o artista francês JR lançou o Projeto Inside Out, em exibição na mostra. O artista criou uma plataforma participativa que ajuda indivíduos e comunidades a transmitirem uma mensagem por meio de retratos em preto e branco em grande escala colados como lambe-lambe em espaços públicos.
JR exibe livremente nas ruas do mundo, capturando a atenção de todos, incluindo aqueles que não costumam frequentar museus. Sua prática artística torna visíveis os anônimos colando seus retratos no espaço público, desde as favelas brasileiras até as ruas de Nova York e Istambul. Essas instalações feitas na ação em grupo são documentadas e compartilhadas online.
Mostra na Caixa Cultural Brasília apresenta exposição com artistas nacionais e internacionais que retratam e celebram a essência da arte urbana
SERVIÇO
Frequências Urbanas – Uma voz única no diálogo coletivo
Exposição internacional de arte urbana
CAIXA Cultural Brasília: Setor Bancário Sul – Quadra 4, Lotes 3/4 – Brasília-DF
Abertura: 23/04/2025 às 19h
Temporada: de 24/04 a 20/07/2025
Horário: De terça a domingo, das 9h às 21h
Acessibilidade: A exposição terá como medida de acessibilidade áudio-descrição para todas as obras
Exposição apresenta mais de 700 itens, entre obras de arte de mais de 200 artistas de todas as regiões do país e documentos e objetos, que dão um panorama da década de 1980 no Brasil
Termina no dia 27 de abril a grande exposição “Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil” no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília. Com Raphael Fonseca como curador-chefe e Amanda Tavares e Tálisson Melo como curadores-adjuntos, a mostra apresenta cerca de 300 obras de mais de 200 artistas de todas as regiões do país, mostrando um amplo panorama das artes brasileiras na década de 1980. Completam a exposição cerca de 400 elementos da cultura visual da época, como revistas, panfletos, capas de discos e objetos icônicos, ampliando a reflexão sobre o período.
O projeto é patrocinado pela BB Asset, gestora de fundos do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Mário Perrone, diretor comercial e de produtos da BB Asset, destaca que a responsabilidade da gestora vai além da administração de ativos. “Patrocinar a exposição ´Fullgás´ reforça nosso compromisso com o futuro, investindo não apenas em resultados, mas também naquilo que transforma uma sociedade: a cultura e arte. Como a maior gestora de fundos do Brasil, temos a honra de contribuir para a preservação do legado cultural do país, inspirando novas gerações e promovendo um Brasil mais vibrante e consciente da sua rica história e expressão artística. Este é o tipo de investimento que gera valor para todos.”
“’Fullgás’, assim como a música de Marina Lima, deseja que o público tenha contato com uma geração que depositou muito de sua energia existencial não apenas no fazer arte, mas também em novos projetos de país e cidadania. Uma geração que, nesse percurso, foi da intensidade à consciência da efemeridade das coisas, da vida”, afirmam os curadores.
A exposição está dividida em cinco núcleos conceituais cujos nomes são músicas da década de 1980: “Que país é este” (1987), “Beat acelerado” (1985), “Diversões eletrônicas” (1980), “Pássaros na garganta” (1982) e “O tempo não para” (1988). No pavilhão de vidro haverá obras tridimensionais e vídeos, apresentando um panorama do período para além da pintura. Neste espaço, entre outras, está a obra “Coluna de cinzas” (1987), de Nuno Ramos, e uma instalação com balões do artista paraense radicado no Rio de Janeiro Paulo Paes. Na recepção central, ao lado da bilheteria, uma banca de jornal com revistas, vinis, livros e gibis publicados no período, com fatos marcantes da época, faz o público entrar no clima da exposição.
A mostra aborda o período de forma ampla, entendendo que seus questionamentos e impulsos começaram e terminaram fora do marco temporal de dez anos que tradicionalmente constitui uma década. Desta forma, a exposição abrange o período entre 1978 e 1993, tendo como marcos o final do Ato Institucional n° 5 e o ano posterior ao impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello. “Consideramos para a base de reflexões este arco de quinze anos e todas as suas mudanças estruturais e culturais para pensarmos o Brasil: do fim da ditadura militar ao retorno a uma democracia que, logo na sequência, lidará com o trauma de um impeachment”, contam os curadores, que selecionaram para a exposição obras de artistas cujas trajetórias começaram neste período.
Nas artes visuais, a Geração 80 ficou marcada pela icônica mostra “Como vai você, Geração 80?”, realizada no Parque Lage, em 1984. A exposição no CCBB entende a importância deste evento, trazendo, inclusive, algumas obras que estiveram na mostra, mas ampliando a reflexão. “Queremos mostrar que diversos artistas de fora do eixo Rio-São Paulo também estavam produzindo na época e que outras coisas também aconteceram no mesmo período histórico, como, por exemplo, o ‘Videobrasil’, realizado um ano antes, que destacava a produção de jovens videoartistas do país”, ressaltam os curadores. Desta forma, “Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil” apresenta nomes de destaque, como Adriana Varejão, Beatriz Milhazes, Daniel Senise, Leonilson, Luiz Zerbini, Leda Catunda, entre outros, mas também nomes importantes de todas as regiões do país, como Jorge dos Anjos (MG), Kassia Borges (GO), Sérgio Lucena (PB), Vitória Basaia (MT), Raul Cruz (PR), entre outros. Para realizar esta ampla pesquisa, a exposição contou, além dos curadores, com um grupo de consultores de diversos estados brasileiros.
Além das obras de arte, a exposição traz, ainda, diversos elementos da cultura visual da década de 1980, como revistas, panfletos, capas de discos e objetos, que fazem parte da formação desta geração. “Mais do que sobre artes visuais, é uma exposição sobre imagem e as obras de arte estão dialogando o tempo inteiro com essa cultura visual, por exemplo, se apropriado dos materiais produzidos pelas revistas, televisões, rádios, outdoors e elementos eletrônicos. Por isso, propomos incorporar esses dados, que quase são comentários na exposição, que vão dialogando com os elementos que estão nas obras de fato”, ressaltam Raphael Fonseca, Amanda Tavares e Tálisson Melo.
O catálogo digital da exposição será disponibilizado no site do CCBB, contendo fotos das obras e textos dos curadores e de autores de diversas regiões do Brasil, que abordam os tópicos centrais da exposição, analisando os diversos aspectos culturais deste recorte histórico. Depois do CCBB Brasília, onde ficará até o dia 27 de abril de 2025, a mostra seguirá para o CCBB São Paulo e posteriormente para o CCBB Belo Horizonte.
NÚCLEOS TEMÁTICOS
A exposição está dividida em cinco núcleos:
1 – “Que país é este” – reflete sobre o fim da ditadura militar e a passagem para a democracia. “Este núcleo traz questões relativas à política e à economia, debates em torno da Constituição, organização civil, variação das moedas, inflação, além de questões relativas à violência, pensando na herança da década de 1970 e da ditadura militar. Todos esses elementos estão colocados de uma maneira que questiona e tenta definir os rumos do país, a ideia de nação através de identidade e território”, contam os curadores. Desta forma, estão neste núcleo movimentos negros, de mulheres, indígenas e seringueiros, além do movimento punk, vinculado a debates políticos e sociais, assim como os debates em torno da Constituição e da redemocratização. Integram este núcleo obras que citam a ditadura e a tortura, como “Sem título” (1982), de Aprígio e Frederico Fonseca, os registros de movimentos sociais feitos pelo fotógrafo paraense Miguel Chikaoka, além de trabalhos de coletivos que começam a ocupar as ruas, algo até então não permitido pela ditadura militar, como o coletivo Manga Rosa. Arthur Bispo do Rosário também está neste núcleo com “Uma obra tão importante que levou 1986 para ser escrita”. O filme “Patriamada”, dirigido por Tizuka Yamasaki, feito durante do processo das Diretas Já, também integra este núcleo, assim como diversos outros trabalhos.
2 – “Beat acelerado” – traz obras e artistas que preferiram enfocar na nova aceleração do tempo, nos amores efêmeros, no prazer e na paixão pela cor. “Esse título remete ao corpo, à batida do coração, à empolgação, ao frenesi, e está mais em diálogo com artistas associados à pintura e ao desenho, com a comemoração e a negação da austeridade da arte dos anos 1970, que era vista como muito racional”, afirmam os curadores. Este é o maior núcleo da exposição e tem muitas obras onde a cor desempenha um papel central, como “Com que está a chave do banheiro 10?” (1989), de Beatriz Milhazes, e “Cérebro em stand” (1988), de Leda Catunda, mas também vídeos e esculturas, que trazem a ideia de emoção, como “Hommage aux marriages” (1989), de Marcos Chaves. “É o núcleo da abertura, da possibilidade de viver em um mundo colorido após a saída da ditadura”, contam os curadores. Neste núcleo também estão obras como a camisa “Overgoze” (1981), de Eduardo Kac, na época parte do Movimento de Arte Pornô, e “Dois coqueiros” (1990), de Ciro Cozzolino, entre muitas outras, além de diversos elementos da cultura visual da época.
3 – “Diversões eletrônicas” – traz artistas que mergulharam em um futurismo típico do momento histórico no qual a televisão desempenhou papel essencial, assim como as novas invenções tecnológicas e o desejo pela expansão aeroespacial. “É a experimentação no campo da arte a partir do acesso a determinadas mídias eletrônicas e pela expansão das mesmas – computadores, fotografias, videocassetes e walkmans, por exemplo. Há trabalhos que fazem uma experimentação com essa tecnologia e outros que vão representar esses elementos”, contam os curadores. Exemplos disso são as obras “Painel de controle” (1987), de Luiz Hermano, e Carro” (1980), de Jailton Moreira. Há, ainda, pinturas que incorporam a TV, como uma série de trabalhos em xerox, de Alex Vallauri e “Família materialista” (1982), de Cristina Salgado, ou a obra “Caderno Juquinha” (1980), de Lívia Flores, com referências da televisão e do design. Neste núcleo, estão também obras dos artistas baianos Leonardo Celuque – “Rastro de cometa” (1989) – e Jayme Figura – capacete feito de sucata “Sem título” (1980).
4 – “Pássaros na garganta” – neste núcleo estão presentes artistas que observavam mais a natureza e as discussões ecológicas do momento, assim como questões relativas à propriedade de terra e às consequências trágicas do capitalismo selvagem. Neste núcleo estão paisagens, como as obras “Lacrima Christie” (1989), de Cristina Canale, “O pranto dos animais II” (1989), de Hélio Melo e “Barranco” (1982), de Jacqmont, mas também trabalhos que alertam para as questões ambiental e indígena. Neste núcleo está a pintura da série “Césio 137” (1986), de Siron Franco, e os estudos para mosaico do Palácio da Cultura de Eliezer Rufino, feitos a partir de uma cultura visual de herança indígena. Há, ainda, a pintura na parede “Sem título” (1980), de Otoni Mesquita. “Esse núcleo vem quase como uma relação sublime sendo resgatada com a natureza, mas no sentido de uma natureza tanto quanto potencial de referência para a produção pictórica quanto de um assombro com as questões ambientais que atravessaram o período e que ganham visibilidade e debate no contexto da ECO 92, com pautas colocando a nossa vulnerabilidade enquanto existência no planeta”, dizem os curadores.
5 – “O tempo não para” – quinto e último núcleo da exposição, reflete sobre a passagem do tempo, conectando-se também com o nome da exposição, “Fullgás”, música de Marina Lima. “Este núcleo reúne obras que pensam a respeito da finitude e de como há uma discreta melancolia em todos os elogios ao excesso tão atribuídos a essa geração”, contam os curadores. Integram este núcleo trabalhos como “Mapa a cores” (1987), de Ana Amorim, que aborda sua localização e seus trajetos, “Sem título” (1990), de Fernanda Gomes, que fala da passagem do tempo através de papéis de cigarro acumulados, “As ruas da cidade” (1988), de Leonilson, “Entre céus e ruínas” (1992), de Leila Danziger, além das “Polaroids” (1980), de Fernando Zarif, e do vídeo “O profundo silêncio das coisas mortas” (1988), de Rafael França, entre outras.
SOBRE OS CURADORES
Raphael Fonseca (curador-chefe) nasceu no Rio de Janeiro e vive em Denver, EUA. É pesquisador da interseção entre curadoria, história da arte, crítica e educação. Trabalha como curador de arte moderna e contemporânea latino-americana no Denver Art Museum desde 2021. Curador-chefe da 14ª Bienal do Mercosul, a acontecer em 2025. Curatorial advisor da Prospect.6, em 2024, em New Orleans, Estados Unidos. Foi incluído na lista de 100 pessoas mais influentes das artes visuais globalmente pela revista ArtReview, em 2023. “Raio-que-o-parta”, exposição da qual foi curador-chefe e realizada no SESC 24 de Maio, recebeu os prêmios da Associação Brasileira de Críticos de Arte de melhor curadoria e melhor exposição de 2022. Doutor em Crítica e História da Arte pela UERJ. Recebeu o Prêmio Marcantonio Vilaça de curadoria (2015), o prêmio de curadoria do Centro Cultural São Paulo (2017), recebeu uma bolsa da Andy Warhol Foundation para a exposição “Who tells a tale, adds a tail” (Denver Art Museum, 2022), além de uma bolsa da Teiger Foundation para uma futura exposição sobre Roberto Gil de Montes, a ser realizada em co-curadoria entre o Denver Art Museum e o Los Angeles County Museum of Art (LACMA, junto a Rita González).
Amanda Tavares (curadora-adjunta) nasceu em Ipatinga (MG) e mora entre São Paulo e o Rio de Janeiro. Atua como pesquisadora e curadora em exposições e publicações de arte, além de projetos experimentais que relacionam arte e educação. É pós-doutora em Artes pela UERJ e doutora em Crítica e História da Arte pela mesma instituição. Mestre em teoria literária pela UNICAMP e graduada em Letras pela UFJF. É coordenadora editorial na 14ª Bienal do Mercosul. Foi membro do Júri Open Lisboa, na Arco – Feira de Arte Contemporânea (Lisboa, 2024). Foi pesquisadora, assistente de curadoria e coordenadora dos programas públicos na 23ª Bienal SESC_Videobrasil (2023-2024). Em 2022-2023, foi contemplada com a bolsa do programa MASP Pesquisa, destinada à pesquisa e difusão do acervo do MASP. Foi pesquisadora de conteúdo e assistente de curadoria no projeto de requalificação do Sítio Burle Marx (exposição e livro institucional) (2019-2020). Atualmente desenvolve o projeto de pós-doutorado “Arte popular: modos de usar (PPGAH/UERJ)”, no qual se dedica à relação entre a chamada arte popular no contexto da arte moderna e contemporânea.
Tálisson Melo (curador-adjunto) nasceu em Juiz de Fora (MG) e vive em São Paulo. Curador, pesquisador e professor. Pós-doutorando no Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo. Doutor em Sociologia e Antropologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com estágio na Yale University, EUA. Mestre em Artes pela Universidade Federal de Juiz de Fora, onde também se graduou bacharel em Artes e Design, com concentração em História da Arte pela Universidad de Salamanca, Espanha. Em 2023, foi selecionado pelo prêmio de jovens curadores da OMA Galeria. Ganhou o prêmio de melhor exposição (regional Centro-Oeste, 2023) da Associação Brasileira de Crítica de Arte (ABCA) pela exposição coletiva “Atualização do Sistema”, organizada pela Academia de Curadoria em parceria com a FAP-DF e o Museu Nacional da República.
ACESSIBILIDADE
A ação “Vem pro CCBB” oferece translado gratuito (de ida e volta) para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.
O ponto de embarque e desembarque da van fica próximo ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito e os ingressos podem ser emitidos no site bb.com.br/cultura, na bilheteria do CCBB, ou ainda pelo QR Code disponível no veículo.
Horários:
– Saindo da Biblioteca Nacional para o CCBB: 12h, 14h, 16h, 18h e 20h
– Saindo do CCBB para a Biblioteca Nacional: 13h, 15h, 17h, 19h e 21h
SOBRE O CCBB BRASÍLIA
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa CCBB Educativo, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana.
Desde o final de 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, e desde então recebe a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
A conquista atende à Ação 24 da Agenda 30, que tem por objetivo reforçar a gestão dos programas, iniciativas e práticas ambientais e de ecoeficiência do BB e demonstra o alinhamento do CCBB Brasília à estratégia corporativa do BB, enquanto espaço de difusão cultural que valoriza a diversidade, a acessibilidade, a inclusão e a sustentabilidade porque transformar vidas é parte da nossa cultura.
SOBRE A BB ASSET
A BB Asset, empresa do Banco do Brasil, é responsável pela gestão de mais de 1200 fundos de investimento para quase 3 milhões de pessoas que buscam realizar seus sonhos. Líder nacional no setor de fundos de investimento, detém aproximadamente 20% do mercado e administra um patrimônio líquido de cerca de R$ 1,6 trilhão*. Além disso, é reconhecida pela qualidade de sua gestão com as maiores notas das agências de classificação de risco Fitch Rating e Moody’s. Suas soluções de investimento estão disponíveis para atender a ampla variedade de objetivos de seus clientes. Como líder de mercado, entende sua responsabilidade na atuação em prol dos desenvolvimentos ambiental, social, de governança corporativa e cultural. Com o objetivo de agregar valor à sociedade, a BB Asset patrocina iniciativas como a exposição Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil. Porque, além de gerir ativos financeiros, investir em arte e cultura – para a maior gestora de fundos do Brasil – também é melhorar a vida das pessoas!
*Dados do ranking da ANBIMA de julho de 2024.
Teti Waldraff, Fusos, 1983 Fabio Del Re
SERVIÇO
Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil
Período: 18 de fevereiro a 27 de abril de 2025
Local: CCBB Brasília – Recepção Central, Galerias 3 e 5 e Pavilhão de Vidro
Funcionamento: De terça-feira a domingo, das 9h às 21h
Classificação indicativa: livre
Entrada gratuita mediante retirada de ingresso na bilheteria do CCBB ou pelo site https://ccbb.com.br/
CCBB Brasília
Funcionamento: De terça a domingo, das 9h às 21h
Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF
Encenação reuniu moradores de todas as crenças, mobilizou 400 voluntários e fortaleceu laços comunitários e economia local
Com encenação teatral a céu aberto, a Via Sacra do Paranoá 2025 levou o público a reviver os últimos passos de Jesus Cristo. A tradicional apresentação percorreu cenas marcantes da Paixão, morte e ressurreição, unindo elementos cênicos, iluminação dramática e a participação voluntária de moradores da região, divulgação Via-Sacra Paranoá
Com cenas comoventes, multidão emocionada e um grande mutirão de fé e voluntariado, a 48ª edição da Via-Sacra ao Vivo do Paranoá transformou as ruas do Distrito Federal em um grande palco de espiritualidade nesta Sexta-Feira Santa (18/4). Realizada desde 1977, a maior encenação de rua do DF voltou a atrair uma multidão — segundo estimativas da organização, mais de 10 mil pessoas acompanharam a representação dos últimos passos de Jesus Cristo até sua ressurreição.
O evento começou com a tradicional missa de Adoração da Cruz, celebrada na Paróquia Santa Maria dos Pobres, no Paranoá, pelo padre espanhol Miguel, que há seis anos atua na comunidade. Em suas palavras:
“A Via-Sacra do Paranoá nasceu da fé do povo e segue viva até hoje. É uma oportunidade para que todos, inclusive quem pouco frequenta a igreja, volte seus olhos para o sofrimento de Cristo e busque viver mais conforme a vontade de Deus. Aqui, a religiosidade popular se manifesta de forma fantástica.”
A encenação percorreu 2,5 km entre a CAESB e a Paróquia, com 160 atores e mais de 400 profissionais e voluntários envolvidos na produção, iluminação, som e estrutura. Tudo preparado com meses de antecedência — com amor, fé e suor da comunidade local. Entre eles, o casal Pedro Henrique e Ana Luísa, voluntários há mais de duas décadas. Pedro hoje coordena a equipe de voluntários:
“A experiência de coordenar é um desafio, mas também um consolo. Deus capacita os escolhidos. A preparação é intensa, especialmente nos últimos quatro meses. Mas é a fé que nos move. Caminhar com Jesus, levar nossas cruzes e crer na ressurreição é o que nos fortalece.”
Na equipe de bastidores, Maria Edna cuida, desde 2013, do figurino de mais de 160 personagens:
“Trabalho com cerca de 300 kg de roupas. É cansativo, mas gratificante. Me emociono a cada ano quando vejo todos prontos, vestindo a paróquia. Quando penso em desistir, lembro que está chegando e sigo firme.”
Outro pilar do evento é José Domingos Lopes, há 17 anos responsável pela cenografia de quase 1 tonelada. Ele começa a construção cerca de três meses antes. A cada edição, a cena da ressurreição é diferente:
“Este ano me inspirei na parte interna da igreja. O que me motiva? A fé. Ao final do evento, sinto o dever cumprido.”
A comunidade abraça o evento. Famílias inteiras acompanham cada passo. Caso da professora Kelly Christina, moradora do Paranoá desde a infância:
“Venho desde pequena. É um ato de gratidão. Trago meus filhos para que cresçam na fé como eu cresci.”
O tom ecumênico também marcou presença. A empresária evangélica Jéssica Pulgas, ao lado do marido e do filho de quatro anos, acompanhou o evento pela primeira vez:
“Vim pelo meu filho, que pediu para ver Jesus. Sou evangélica, mas achei tudo lindo. Está tudo certo até agora.”
A produção teve a coordeção geral assinada por Diarly Lacerda, das Obras Sociais da Arquidiocese de Brasília (OASSAB), com apoio das pastorais da paróquia. Diarly destaca que o evento envolve todo o comércio local, movimentando mais de R$ 350 mil na economia do Paranoá, entre contratações de luz, som e fornecedores da própria cidade:
“Até os cabelos do ator que interpreta Jesus Cristo são cuidados por um salão voluntário da região. É um evento que gera cultura, espiritualidade e renda.”
A Via-Sacra contou também com o apoio do termo de fomento executado pela Secretaria de Cultura e da emenda parlamentar do deputado João Cardoso, presidente da Frente Parlamentar Católica da CLDF.
O momento de maior comoção foi a ressurreição, apresentada em um altar com três níveis e quatro passagens da vida de Jesus. A primeira retratando o Jesus menino com sua mãe e José, como na imagem da Sagrada Família. Seguida pelo encontro de Jesus com Maria durante a via dolorosa. A terceira cena remetia a famosa escultura da Pietà, onde Maria tem seu filho morto nos braços. E por fim, no terceiro e último nível surge Cristo glorioso e ressuscitado, iluminado por lasers, fogos de artifício e uma chuva de papel picado ao som da canção “Cheiro de Rosas”, interpretada ao vivo. A cena foi precedida por uma apresentação de dança de crianças vestidas de anjinhos, emocionando o público.
Ao final, padre Miguel desejou um bom retorno a todos, encerrando uma noite marcada por emoção, espiritualidade e união comunitária. A Via-Sacra do Paranoá mais uma vez mostrou que, quando a fé move um povo, nada é impossível.
Sobre a Via-Sacra do Paranoá Criada em 1977, a Via-Sacra ao Vivo do Paranoá é a maior encenação de rua do DF, realizada por moradores e voluntários da Paróquia Santa Maria dos Pobres. Com mais de 500 envolvidos na produção, é parte do calendário oficial de eventos do DF desde 2005 (Lei nº 3.538/2005) e representa um forte elo entre cultura popular, fé cristã e pertencimento comunitário.
A encenação envolve atualmente mais de 500 voluntários — entre atores, figurantes e equipe técnica — e atrai milhares de fiéis todos os anos durante a Semana Santa. Com um percurso de 2,5 km pelas principais ruas do Paranoá, o espetáculo é realizado em espaço aberto e combina arte, fé e comunhão. Mais do que uma representação da Paixão de Cristo, o evento é um testemunho vivo da força da fé coletiva, da solidariedade e da cultura construída pelo povo do Paranoá.
Brasília recebe, neste mês, mais uma edição do tradicional Auto de Páscoa, musical encenado pela Igreja Batista Capital, que há anos integra o calendário cultural da cidade. Com roteiro inédito, músicas autorais e produção inteiramente realizada por voluntários, o espetáculo promete emocionar o público ao apresentar a maior história de todos os tempos sob uma perspectiva sensível e contemporânea.
Mais do que uma encenação, o Auto de Páscoa é uma experiência artística completa, que mistura teatro, música, dança e tecnologia para conduzir o público a uma imersão nas últimas horas de vida, na morte e na ressurreição de Jesus Cristo. O espetáculo aborda temas como esperança, recomeço e amor ao próximo, convidando o público a refletir sobre o impacto dessa narrativa em sua vida diária.
As apresentações acontecerão no auditório da Igreja Batista Capital, no Setor de Clubes Sul. A estreia será dia 11 de abril, às 20h. A temporada vai de 14 a 18 de abril, sempre às 20h. No dia 18 de abril, haverá sessão extra às 16h. As sessões do dia 18 terão acessibilidade. Na primeira sessão, haverá audiodescrição para pessoas com deficiência visual e, na segunda, terá a presença de intérpretes de Libras para pessoas com deficiência auditiva, ampliando o acesso à cultura e à arte para todos.
Brasília vai reforçar seu título de “capital do rock” com a segunda edição do Festival Rock Popular Brasileiro (RPB).
O evento, que já entrou para o calendário musical do DF, acontece no dia 10 de maio, no Estacionamento da Arena BRB Mané Garrincha (Eixo Monumental), e promete uma celebração ao pop-rock nacional com mais de 10 horas de duração e um line up com nomes grandiosos como Titãs, Nando Reis, Humberto Gessinger, Paula Toller e a anfitriã Distintos Filhos.
Os idealizadores do Porão do Rock e do Capital Moto Week se juntaram à Flap e AC Eventos para fazer um festival genuinamente de Rock Popular Brasileiro. O evento contará com um complexo de entretenimento do nível de grandes festivais internacionais, como tirolesa, bungee jump e uma área de convivência retrô. Planejado para oferecer uma atmosfera familiar, com acessibilidade e medidas de sustentabilidade, além de uma praça de alimentação que reunirá marcas conhecidas do público local.
Gustavo Sá, sócio-criador do festival, destaca a diversidade musical do evento: “Privilegiamos no lineup um mix de vertentes do pop-rock, buscando atender diferentes gostos musicais. Também importamos a expertise do Porão do Rock e do Capital Moto Week, criando um espaço amigável para toda a família, com atividades para além dos shows e da diversidade gastronômica. Queremos que o público saia de lá com a expectativa de voltar em 2026”. A previsão dos organizadores é reunir cerca de 15 mil pessoas.
Experiência VIP e sustentabilidade
A venda de ingressos tem início nesta segunda-feira (10/3), por meio do site Bilheteria Digital. O festival oferece opções de ingresso Frente Palco (R$ 110) e Camarote (R$ 160). Este último projetado como um espaço multiexperiência, garantindo uma vista privilegiada dos shows e do complexo de entretenimento, com banheiros, bares e praça de alimentação exclusivos, além da presença de personalidades do rock nacional.
A sustentabilidade também será um pilar do festival, com iniciativas para neutralizar as emissões de carbono, incluindo o uso de copos ecológicos, embalagens recicláveis e um sistema de coleta e triagem de resíduos. “Essa jornada abre caminho para o Festival se posicionar como um evento Lixo Zero nos próximos anos”, afirma Pedro Affonso Franco, sócio-criador do RPB e organizador do Capital Moto Week.
SERVIÇO Festival Rock Popular Brasileiro Quando: 10/05/2025 Onde: Estacionamento da Arena BRB Mané Garrincha (Eixo Monumental) • Classificação indicativa: 16 anos • Menores podem entrar acompanhado dos pais • Hora de Abertura dos Portões: 16h • Valores sujeitos a alterações sem aviso-prévio • Haverá acesso para PCD • Política de Meia Entrada / solidário: *Meia-entrada válida para estudantes, professores, idosos, deficientes físicos e doadores de 1kg de alimento não perecível.
PONTOS DE VENDAS:
DF ESTILO PAPELARIA E LIVRARIA SOBRADINHO DF QUADRA 09 CL 02 LOJA 02 EDIFÍCIO NEVADA SOBRADINHO DF Sujeito a taxa de serviço , e taxa no pagamento no débito e no crédito em 1x 2x e 3x vezes no cartão de crédito.
DF COMPLEXO CULTURAL ATUALLI PAPELARIA E LIVRARIA (Venda somente em cartão) ENDEREÇO – EPTG 01 CJ 02 LOTE 01 ANDA 01 SETOR HABITACIONAL Ao lado da Churrascaria Búfalo Bio Sujeito a taxa de serviço , e taxa no pagamento no débito e no crédito em 1x 2x e 3x vezes no cartão de crédito.:
BARBEARIA ELVIS DF PLAZA SHOPPING (Venda Dinheiro e cartão) Sujeito a taxa de serviço , e taxa no pagamento no débito e no crédito em 1x 2x e 3x vezes no cartão de crédito.:
BARBEARIA ELVIS (Venda somente em cartão) Taguatinga Shopping 3º PISO LOJA 3044 – Taguatinga Sujeito a taxa de serviço , e taxa no pagamento no débito e no crédito em 1x 2x e 3x vezes no cartão de crédito.:
BARBEARIA ELVIS JK SHOPPING (Venda somente em cartão) 3º Piso, Taguatinga Norte JK Shopping LOJA 315 Sem taxa de serviço , mas sujeito a taxa no pagamento no débito e no crédito em 1x 2x e 3x vezes no cartão de crédito.:
DF EMPÓRIO DO CERVEJEIRO J. BOTANICO (Venda somente em cartão) Polo de Artesanato do Jardim Botânico Loja 18 – Lago Sul Terça e sábado das 09 as 00h Domingo das 09 as 21h Sujeito a taxa de serviço , e taxa no pagamento no Débito e no crédito em 1x 2x e 3x vezes no cartão de crédito
KONI 209 SUL (Venda somente em cartão) Asa Sul Comércio Local Sul 209 BL B – Asa Sul Sujeito a taxa de serviço , e taxa no pagamento no débito e no crédito em 1x 2x e 3x vezes no cartão de crédito.:
KONI 101 SUDOESTE (Venda somente em cartão) St. Sudoeste Superquadra Sudoeste 101 Bloco B LOJA 170 – Sudoeste Sujeito a taxa de serviço , e taxa no pagamento no Débito e no crédito em 1x 2x e 3x vezes no cartão de crédito.
Wesley Safadão, Leo Santana, Mari Fernandes e O Grande Encontro fazem parte da programação
Brasília terá uma programação especial para celebrar seus 65 anos | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília
Brasília completa 65 anos no dia 21 de abril e se prepara para uma grande celebração que promete movimentar a cidade. Entre os dias 17 e 21 de abril, moradores e turistas poderão aproveitar uma programação diversificada na Esplanada dos Ministérios com entrada gratuita. A festa na área central integra a série de ações comemorativas promovidas pelo Governo do Distrito Federal (GDF), sob o tema “O melhor tempo é agora”. A Realização é do Instituto Eleva e apoio da Secretária de Turismo do DF.
O secretário de Turismo do DF, Cristiano Araújo, destaca a importância da comemoração: “A comemoração dos 65 anos de Brasília foi cuidadosamente preparada para receber toda a família. Teremos shows c bandas nacionais, apresentações de artistas locais, programação cultural diversificada, espaço kids, área de alimentação com várias opções e um ambiente pet friendly. É uma grande festa para todos, pensada para celebrar nossa capital de forma democrática, acolhedora e cheia de brasilidade”.
As apresentações musicais ocorrerão em um megapalco com telões e passarela a ser montado na Esplanada dos Ministérios. A estrutura terá camarotes, área kids e pet, roda gigante, tirolesa e praça de alimentação. Os shows começam no sábado (19), tendo como atrações principais os cantores Wesley Safadão e Léo Santana. No domingo (20), subirão ao palco o cantor Fagner, o projeto musical O Grande Encontro com Alceu Valença, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo; e a cantora Mari Fernandez. Já na segunda-feira (21), os destaques são a bandas brasiliense de pagode Menos É Mais e BenzaDeus e a dupla sertaneja Zé Neto & Cristiano, que fará a gravação de um novo conteúdo audiovisual da carreira. “Esta não é apenas a festa de uma cidade. É a celebração de um ideal que nos une como nação. Porque Brasília representa cada um de nós, brasileiros. Na sua monumentalidade e na sua simplicidade. Na sua organização e na sua diversidade. No seu planejamento e na sua espontaneidade.” declara Stella de Domênico, presidente do Instituto Eleva.
Mais programação
Festivais gastronômicos movimentam a cidade
Para os apaixonados por gastronomia, dois festivais prometem agitar Brasília. A partir do dia 14 de abril, a Restaurant Week traz menus especiais a preços acessíveis em mais de 100 restaurantes da cidade. Já o concurso Comida di Buteco premiará 12 participantes com uma caravana gastronômica pelos melhores bares e botecos da capital.
Cultura no Teatro Nacional
A programação cultural também ganha destaque no Teatro Nacional Claudio Santoro. No dia 19 de abril, a Sala Martins Pena recebe atrações teatrais; no dia 20, um espetáculo de mágica; e no dia 21, o espaço será palco da premiação Medalha do Boi de Seu Teodoro e do grande concerto Rock Sinfônico da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional.
Facilidade no transporte e atrações gratuitas Para garantir o acesso do público às festividades, o transporte público será gratuito durante todo o evento, por meio do programa Vai de Graça. Além disso, o Zoológico de Brasília e o Jardim Botânico terão entrada gratuita aos domingos e feriados.
Descontos na rede hoteleira para visitantes Para quem deseja aproveitar o feriado na capital, a rede hoteleira oferecerá descontos especiais de até 35% nas reservas.
PROGRAMAÇÃO
Sábado, 19 de abril 14h – Abertura oficial: Solenidade institucional 14h – Dih Ribeiro (artista local) 15h – Inauguração da exposição fotográfica Brasília Ontem e Hoje 15h10 – Eduardo & Mônica (artista local) 16h20 – Willian & Marlon (artista local) 17h30 – Enzo & Rafael (artista local) 18h40 – Samuel Rocha (artista local) 19h50 – Heverton & Heverson (artista local) 20h – Os Melhores do Mundo (Teatro Nacional) 21h – Show nacional: Wesley Safadão 23h – Show nacional: Léo Santana 2h – Encerramento do dia
Domingo, 20 de abril 14h – Abertura 14h – Teatro infantil e atividades recreativas 15h – Rock Beats (artista local) 16h10 – Diggão (artista local) 17h20 – Miguel Santos (artista local) 18h30 – Show nacional: Fagner 19h – TJ Fernandes (Teatro Nacional) 20h30 – Show nacional: O Grande Encontro (Alceu Valença, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo) 22h – Show nacional: Mari Fernandez (Contrato do Ministério do Turismo) 23h50 – Show de luzes com drones 2h – Encerramento do dia
Segunda, 21 de abril 11h – Eli Soares (Celebração Gospel) 14h – Abertura 14h – Teatro infantil e atividades recreativas 14h – Adriana Samartini (artista local) 14h30 – Exibição de vídeos: A História de Brasília 15h10 – Grupo BenzaDeus (artista local) 15h50 – Doze Por Oito (artista local) 17h30 – Leon Correa (artista local) 19h – Show nacional: Menos é Mais 21h – Show de abertura: Bruno César & Rodrigo (Contrato do Ministério do Turismo) 23h30 – Show nacional: Zé Neto & Cristiano (Contrato do Ministério do Turismo) 0h – Espetáculo pirotécnico e encerramento oficial das celebrações 2h – Encerramento do show e do evento.
SERVIÇO Aniversário 65 anos de Brasília Onde: Esplanada dos Ministérios Quando: De 17 a 21 de Abril Horário: A partir das 13h Entrada Gratuita
Espetáculo “Paixão de Cristo” envolve 500 voluntários e espera atrair mais de 4 mil pessoas às ruas da cidade na Sexta-Feira Santa
A tradicional Via-Sacra ao Vivo do Paranoá, maior encenação de rua do Distrito Federal, chega à sua 48ª edição em 2025 com o espetáculo “Paixão de Cristo”. O evento acontece no dia 18 de abril (Sexta-Feira Santa), das 16h às 22h, e deve reunir mais de 4 mil pessoas em um trajeto de 2,5 km pelas principais ruas do Paranoá.
Com direção comunitária e a participação de 500 voluntários, entre figurantes, técnicos e equipe de apoio, a encenação é um dos símbolos culturais e religiosos mais potentes do DF. Desde 2005, a Via-Sacra do Paranoá integra o calendário oficial do Governo do Distrito Federal, conforme estabelece a Lei nº 3.538.
A produção é realizada por moradores e membros da Paróquia Santa Maria dos Pobres, com apoio de órgãos públicos como Administração Regional, PMDF, DETRAN-DF e Corpo de Bombeiros. O percurso inicia em frente à CAESB (Terminal Rodoviário) e termina ao lado da paróquia, próximo à quadra coberta.
“A Via-Sacra do Paranoá é mais que uma encenação: é um ato de fé que atravessa gerações. Nosso objetivo é proporcionar uma experiência transformadora para todos — com inclusão, emoção e um forte chamado à reflexão espiritual”, afirma Rogério Silveira, presidente da OASSAB e porta-voz do evento.
Este ano, o espetáculo contará com palcos, efeitos especiais, recursos de acessibilidade (como intérpretes de Libras e audiodescrição), além de transmissão online e cobertura nas redes sociais da organização.
Segurança e estrutura estão garantidas com postos médicos, banheiros químicos (inclusive adaptados), brigadistas e segurança particular. A organização recomenda que o público chegue com pelo menos uma hora de antecedência, use roupas leves e mantenha-se hidratado.
Multidão assiste à cena da crucificação de Jesus em palco montado ao ar livre, com figurantes caracterizados como soldados romanos e fiéis em oração, crédito: Divulgação / Via-Sacra Paranoá
Serviço ao leitor Via-Sacra ao Vivo do Paranoá – 48ª edição Sexta-feira Santa, 18 de abril de 2025 Concentração: 16h | Inicio: 17h Saída: Em frente à CAESB, próximo ao Terminal Rodoviário Chegada: Paróquia Santa Maria dos Pobres, Paranoá Transmissão online + cobertura nas redes sociais https://www.instagram.com/viasacraparanoa?igsh=ZzN4M2E1Z3dhMmtj
No coração de Pirenópolis, um vale esculpido pelo tempo será tomado por frequências intensas e energia pura: a Pedreira Usina Velha – GO foi escolhida como o cenário do Festival Black Coffee Experience, que acontece na Semana Santa, nos dias 18 e 19 de abril. O local, inédito para eventos desse porte, promete uma imersão sensorial à altura do line-up, que tem como grande atração o sul-africano Black Coffee, eleito o melhor DJ do mundo em 2024 e vencedor do Grammy 2022.
Com a assinatura dos mesmos produtores da EP Experience, Festa Pitoresca e Ancestral Code, o festival trará um line-up estrelado, com grandes nomes da cena eletrônica nacional e internacional. Entre os destaques estão Avö (Portugal), Arymé (Marrocos), Eric Fraga, Heartless, Dilopes, Kaiann, Fred Passos, Lefouz, Fahlberg, JP Castro e Ramona.
Para os organizadores, receber um artista da grandiosidade de Black Coffee coloca Pirenópolis no radar dos maiores eventos de música eletrônica do país. “Ter Black Coffee no nosso line-up é um feito histórico. Ele não é apenas um DJ premiado, mas um verdadeiro ícone da música eletrônica global. O Festival Black Coffee Experience nasce para ser um evento referência no Brasil, e começar com um artista desse calibre é a prova de que estamos trazendo algo grandioso para Pirenópolis”, destaca Rafael Carvalho, um dos produtores do evento.
A venda de ingressos pode ser feita pelo site https://www.ticketou.com/ com opções de frontstage e backstage.
Sobre o Festival Black Coffee Experience
O Festival Black Coffee Experience reúne o melhor da música eletrônica em um cenário paradisíaco, e faz parte do portfólio dos organizadores de eventos renomados em Pirenópolis e Goiânia, como EP Experience, Festa Pitoresca e Ancestral Code.
Informações de acesso ao local:
O Black Coffee Experience acontecerá em um cenário inédito, bruto e poderoso: dentro do complexo da Cachoeira Usina Velha, em uma antiga pedreira, cercada por mata nativa e natureza intensa — o lugar perfeito para viver essa experiência.
No “Google Maps”, a localização do evento está como: “Cachoeiras Usina Velha — Pirenópolis, GO”, através do link/acesso: aqui. Fica aproximadamente a 5km da “Igreja Matriz Nossa Senhora do Rosário”, no Centro.
Haverá um serviço de transfer terceirizado, com vans saindo da cidade de Pirenópolis até o local do evento e retornando ao final do Festival. O local contará também com estacionamento interno pago. Quem optar por ir de carro próprio, poderá seguir a sinalização nas proximidades do “Restaurante Pedreiras”, na Rodovia Parque dos Pireneus.
Acompanhe no perfil @blackcoffee.experience todas informações do Festival que trará o maior DJ do mundo para Goiás.
Line-up & Ingressos
Sexta-feira, 18 de abril: Avö (Portugal), Arymé (Marrocos), Eric Fraga, Heartless, Dilopes, Kaiann, Fred Passos e Lefouz.
Sábado, 19 de abril: Black Coffee (@realblackcoffee), Fahlberg, JP Castro e Ramona. Os ingressos são limitados e estarão disponíveis pelo site https://www.ticketou.com/
Estacionamento terceirizado e com seguro no local (vendido também no site da Ticketou)
Serviço de transfer terceirizado, com vans saindo da Cidade (Boteko do Chaguinha) até a antiga pedreira nas proximidades da “Rodovia Parque dos Pireneus”. Valor de ida/volta por R$ 70 (o dia). Agendamento antecipado no: (62) 99184-9191
Evento que balançou o DF, com público de 150 mil pessoas, se prepara para nova rodada com grandes atrações, a partir desta sexta (11/4). A entrada é franca
Depois de uma estreia retumbante, vem aí o segundo fim de semana da 10a Feira da Goiaba, em Brazlândia, a partir desta sexta (11). Até agora, a estimativa da organização é de que aproximadamente 150 mil pessoas tenham passado pelo evento no primeiro fim de semana.
No primeiro dia dessa segunda etapa, os portões serão abertos às 19h. E a Feira já volta com um grande show, que será com a dupla Felipe e Rodrigo, responsável pelo sucesso “Já Que Cê Gosta Tanto de Rua”.
No sábado e no domingo, o funcionamento da Feira é a partir das 10h. Os shows com artistas locais têm início às 17h, no Palco da Gastronomia Japonesa, e no Palco Principal às 18h. O grande espetáculo do sábado (12/4) fica por conta do cantor Felipe Araújo, dos sucessos “Espaçosa Demais”, “Arrocha com Tequila” e “Mesmo Medo”.
No domingo (13/4), as atividades prosseguem. O encerramento do evento, que é um dos mais importantes do Distrito Federal, traz a cantora Mari Fernandez, uma das maiores estrelas do sertanejo feminino atual, dona dos sucessos “Parada Louca” e “Não, não vou”.
No sábado e no domingo, durante todo o dia, a 10a Feira da Goiaba oferece inúmeras atrações para toda a família. Entre as opões estão a Fazendinha, Florabraz, Salão do Artesanato, Salão do Produtor e o Empório da Goiaba são algumas das opções, voltadas a toda a família.
A Feira ocorre no período em que, de acordo com os produtores, encerra-se a colheita do fruto. A entrada para o evento é franca. A organização pede a doação de um quilo de alimento não perecível. Menores deverão estar acompanhados pelos pais ou responsáveis.
A 10ª Feira da Goiaba A 10ª é uma realização do Instituto Alvorada e da Associação Rural Cultural Alexandre Gusmão (ARCAG), com fomento da Secretaria de Turismo do Distrito Federal, parceria da EMATER-DF e apoio da Administração Regional de Brazlândia, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal e GDF.
SERVIÇO 10ª FESTA DA GOIABA 2025 Data: de 4 a 6 de abril; e de 11 a 13 de abril Horários: sextas, das 19h à 1h30; sábados, das 10h às 2h; dia 6, das 10h às 2h; e dia 13, das 10h à 1h30. Local: Associação Rural Cultural Alexandre de Gusmão (Arcag), Núcleo Rural Alexandre de Gusmão, Incra 6, Brazlândia-DF. Entrada: franca (a organização pede a doação de um quilo de alimento não perecível). Classificação: livre (menores de 16 anos deverão estar acompanhados pelos responsáveis) Realização: Instituto Alvorada e ARCAG com parceria da EMATER-DF, apoio da Administração Regional de Brazlândia, Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, GDF e fomento da Secretaria de Turismo do Distrito Federal.
Foto divulgação
PROGRAMAÇÃO GERAL DIA 11/04 – SEXTA-FEIRA Horário da feira: 19h à 1h30 19h – Abertura dos portões (Galpões Empório da Goiaba, Artesanato, Florabraz, Salão do Produtor, Fazendinha e Gastronomia e Exposições) SHOWS PALCO PRINCIPAL 18h – DJ Dudu 18h40 – Tiago Henrique 19h50 – Artur Câmara 21h – Thiago Kallasans 23h30 – FELIPE E RODRIGO (Show Principal)
DIA 12/04 – SÁBADO Horário da feira: 10h às 2h 10h – Abertura dos portões (Galpões: Empório da Goiaba, Artesanato, Florabraz, Salão do Produtor, Fazendinha e Gastronomia e Exposições) SHOWS PALCO CULINÁRIA JAPONESA 16h – Valdicio Woshigton 17h – Falcões Piseiro 18h – Luccas Ferrari 19h – Dani Ribeiro SHOWS PALCO PRINCIPAL 18h – DJ Rene Ricochet 18h30 – Diego Machado 19h40 – Princesinha Do Piseiro 20h50- Binho Seresteiro 22h30 – Nego Rainer 00h – FELIPE ARAÚJO (Show Principal)
DIA 13/04 – DOMINGO Horário da feira: 10h à 1h30 10h – Abertura dos portões (Galpões: Empório da Goiaba, Artesanato, Florabraz, Salão do Produtor, Fazendinha e Gastronomia e Exposições) SHOWS PALCO CULINARIA JAPONESA 16h – Aline Oliveira 18h – Haiko Dayko 19h – Batman 20h – Equipe Shamsa Nureen SHOWS PALCO PRINCIPAL 18h – DJ Jovic 18h40 – David Bessa 19h50 – Marcelo Duques 21h – Leon Correia 23h30 – MARI FERNANDEZ (Show Principal)