Adaptado do romance de Anna Jane, produção estreia em 20 de agosto
A Paris Filmes acaba de divulgar novo pôster alternativo de “Coração Partido” (Your Heart Will Be Broken). A produção é adaptada do best-seller de Anna Jane, uma das autoras mais lidas do gênero, e estreia em 20 de agosto nos cinemas brasileiros. Baixe o pôster neste link e imagens do filme aqui. Assista ao trailer aqui.
O longa acompanha Polina, uma adolescente que tenta recomeçar a vida em uma nova cidade, mas logo se torna alvo de bullying na escola. Tudo muda quando Bars, o aluno mais temido e misterioso do colégio, oferece proteção em troca de que ela siga suas próprias regras.
O que começa com um “fake dating” logo evolui para uma relação intensa e emocionalmente complexa, marcada por dependência, vulnerabilidade e uma crescente necessidade de pertencimento.
O elenco do longa conta com Veronika Zhuravleva, Daniel Vegas, Alya Mayer, Maksim Saprykin, Evgeniya Loza e Pavel Kuzmin. A direção é de Mikhail Vaynberg.
SOBRE A PARIS FILMES
A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H”, “Manas”, “Pedágio”, “Ritas” , “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, “A Empregada”, a franquia “Truque de Mestre” e “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia.
Entre os próximos lançamentos estão “Feito Pipa”, “Geni e o Zepelim”, “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, “Minha Melhor Amiga”, “Minha Vida com Shurastey” e “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita”.
Acompanhe as novidades sobre esse e outros lançamentos por meio das redes sociais:
“É disso que eu tô falando!” reúne Jackson Faive, Mustafary, Mary Help e Silas Simplesmente em apresentações no Museu Nacional da República e no Teatro Caesb
Marco Luquechega a Brasília neste fim de semana com“É disso que eu tô falando!”,seu novo espetáculo de humor. As apresentações acontecem no sábado, 15 de agosto, no Museu Nacional da República, e no domingo, 16, no Teatro Caesb, em Águas Claras. No palco, o humorista reúne, pela primeira vez em uma mesma montagem, quatro de seus personagens mais conhecidos: Jackson Faive, Mustafary, Mary Help e Silas Simplesmente.
Depois de três anos em turnê com “Dilatados”, Luque apresenta um repertório totalmente novo e aposta também em um formato diferente. Embora cada personagem tenha seu próprio momento, suas histórias se cruzam ao longo do espetáculo e constroem uma única narrativa, que reserva uma surpresa para o público no desfecho.
Jackson Faive, o irreverente motoboy paulistano, atualiza o público sobre suas aventuras urbanas, sempre embaladas pelas gírias e pelo jeito peculiar que o transformaram em um dos tipos mais populares do humorista.
Silas Simplesmente, o taxista de opiniões contundentes, compartilha reflexões bem-humoradas sobre seus casamentos malsucedidos e as situações que enfrenta diariamente no trânsito. Já Mary Help, a carismática diarista, retorna com novos causos de trabalho e conselhos tão sinceros quanto imprevisíveis.
Completando o quarteto, Mustafary, o rastafari pseudoambientalista, apresenta suas mais recentes filosofias — quase sempre contraditórias — e as soluções nada convencionais que acredita ter encontrado para os problemas do planeta.
Com diferentes vozes, gestos e universos, Marco Luque reafirma a versatilidade que marca sua trajetória. Em “É disso que eu tô falando!”, o humorista combina personagens já consagrados, textos inéditos e uma estrutura narrativa que surpreende tanto quem acompanha seu trabalho há anos quanto quem está conhecendo seus tipos pela primeira vez.
Giral Produções
O espetáculo integra a programação comemorativa dos 35 anos da Giral Projetos Culturais. Ao longo de mais de três décadas, a produtora vem contribuindo para ampliar a presença de grandes atrações nacionais e internacionais em Brasília, consolidando uma trajetória marcada pela diversidade artística e pela valorização da cultura.
Serviço
Marco Luque em “É disso que eu tô falando!”
Brasília Data: 15 de agosto (sábado) Horário: 21h Local: Museu Nacional da República Endereço: Setor Cultural Sul, Lote 2, próximo à Rodoviária do Plano Piloto, Esplanada dos Ministérios – Brasília/DF
Águas Claras Data: 16 de agosto (domingo) Horário: 20h Local: Teatro Caesb Endereço: Avenida Sibipiruna, Lotes 13/21 – Águas Claras/DF
O Projeto Dançando Sonhos retorna pelo segundo ano consecutivo com apresentações que valorizam a cultura popular brasileira, com xaxado, quadrilha, carimbó e muito mais
O Projeto Dançando Sonhos retorna aos palcos do Distrito Federal com o espetáculo “Raízes do Brasil – A Espera do Reencontro”, uma história contada por meio da dança, da música e da riqueza da cultura popular brasileira. As apresentações acontecerão nos meses de setembro e outubro, passando por diferentes regiões administrativas do DF.
Bento e Flor vivem um amor que encontra pelo caminho um grande obstáculo: um pai ciumento, disposto a afastar os dois. Separado de sua amada, Bento parte Brasil afora à sua procura. Entre ritmos, culturas e tradições, começa uma jornada movida pelo amor e pela esperança. Será que esse amor encontrará novamente o seu caminho?
O projeto conta com a direção de Inayá Campos, com assistência de Lidiane Campos na equipe direta do projeto. O elenco de bailarinos é composto por Kailane Nascimento, Manuella Fabian, Ana Júlia Valadares, Anna Clara Cristino, Alice Rezende, Guilherme Figueiredo, Vitor Oliveira, Marcos Nunes, Lamôni Chagas, Gabriel Lira e Thiago Batista.
A trilha sonora do novo espetáculo é uma verdadeira viagem pelo Nordeste brasileiro. Com músicas típicas nordestinas que se entrelaçam com as coreografias, o grupo desembarca em Brasília, mais uma vez, para poder valorizar e reforçar a importância da cultura e da identidade brasileira em meio ao cerrado brasiliense. Músicas interpretadas por Clara Nunes, Gonzaguinha, Alceu Valença fazem parte do repertório a ser apresentado.
De acordo com Inayá, o projeto representa uma oportunidade de transformação pessoal e social para os participantes. “Aqui, a dança não é apenas linguagem estética, mas instrumento de inclusão. Busca se consolidar como uma ferramenta social de cultura, que forma cidadãos sensíveis, críticos e criativos, capazes de enxergar o mundo com empatia e beleza. Porque esse é o poder da arte”, afirma.
A atuação do projeto também se estende à realização de apresentações públicas em espaços culturais, escolas e eventos comunitários. Essas atividades funcionam como culminância dos processos de ensino, ao mesmo tempo em que ampliam a visibilidade do projeto e reforçam o vínculo dos participantes com o território onde vivem. A metodologia aplicada é constantemente revista e adaptada à realidade dos alunos, mantendo como referência a experiência acumulada pelos profissionais em outros projetos de educação artística e social.
O Projeto Dançando Sonhos, sediado em Ceilândia (DF), atua como um projeto social sem fins lucrativos com foco na promoção da arte entre jovens adultos e adolescentes da região. Com atividades voltadas à dança, o projeto busca democratizar o acesso à cultura e contribuir para o desenvolvimento humano, social e educacional dos participantes e daqueles que colaboram com a iniciativa.
A entrada para as apresentações são todas de forma gratuita e as próximas datas da agenda serão divulgadas com antecedência pelo Instagram (@icce.capacitando). Para mais informações, contatar a nossa assessoria.
SERVIÇO Espetáculo “Raízes do Brasil – A Espera do Reencontro” Data: 16 de agosto (domingo) Horário: 11:30h Local: Torre de TV de Brasília Endereço: Eixo Monumental, Plano Piloto, Brasília – DF Contato: @icce.capacitando
Após semanas de oficinas, espetáculos, exposição e apresentações artísticas, projeto reuniu pessoas com e sem deficiência e concluiu sua quarta edição com ampla participação do público e valorização da diversidade
O 4º Festival de Cultura Inclusiva do Distrito Federal chegou ao fim após uma programação que reuniu oficinas, espetáculo teatral, exposição e apresentações artísticas no Espaço Cultural Renato Russo. Realizado pelo Instituto Entre Nós, em parceria com a Associação Mãe em Movimento (AMEM/DF), o projeto promoveu o encontro entre pessoas com e sem deficiência em um processo de criação artística voltado à inclusão, à convivência e à valorização da diversidade.
Um dos destaques da programação foi o espetáculo “Faz escuro, mas eu vejo”, escrito por Lurdinha Danezy em parceria com Ànna Moura e dirigido por Bruno Coeoli. Construída coletivamente pelos participantes das oficinas de teatro, figurino e cenografia, a montagem foi inspirada em situações vividas por pessoas com deficiência em diferentes contextos sociais e apresentada em duas sessões, uma voltada para estudantes de escolas públicas e outra aberta ao público.
Na sequência, a exposição “Para além do palco” levou à Praça Central do Espaço Cultural Renato Russo os figurinos, objetos cênicos e registros fotográficos produzidos durante as oficinas, permitindo aos visitantes conhecerem o processo de criação desenvolvido ao longo do festival. A programação também contou com apresentações da Drag Queen K-Halla, dos Cosmonautas Mágicos, do grupo Expressomos, da bailarina Luana Abhayomi e do palhaço Mc Limonada, reunindo diferentes linguagens artísticas em atividades abertas ao público.
A Exposição contou também com um grafite da artista visual Santa Surda valorizando o título do Espetáculo “Faz Escuro, Mas Eu Vejo”.
Para a idealizadora do festival, Lurdinha Danezy, a quarta edição evidenciou a importância da construção coletiva na produção cultural. “Cada oficina, cada ensaio e cada apresentação mostraram que a arte se fortalece quando diferentes pessoas criam juntas. Encerrar mais uma edição do festival e compartilhar esse processo com o público é motivo de muita alegria e da confirmação de que os espaços são de todas as pessoas e que devem ser ocupados com arte e diversidade”, afirma.
Ao longo de sua realização, o festival também ofereceu oficinas de teatro, cenografia, figurino e acessibilidade, que serviram de base para todas as atividades apresentadas ao público, envolvendo os participantes em todas as etapas da criação artística.
Segundo a presidente do Instituto Entre Nós, Tatiana Corrêa Leite, o encerramento representa a conclusão de um trabalho desenvolvido de forma colaborativa. “O festival chega ao fim deixando uma experiência construída por muitas mãos e diferentes vivências. Acreditamos que a cultura acessível amplia o diálogo, aproxima pessoas e contribui para uma sociedade mais inclusiva”, destaca.
Com o encerramento da quarta edição, o Festival de Cultura Inclusiva conclui mais um ciclo de atividades dedicado à promoção da acessibilidade e da participação de pessoas com e sem deficiência em processos de criação artística, consolidando uma programação que integrou formação, produção cultural e apresentações abertas ao público.
Sobre o 4º Festival de Cultura Inclusiva – O 4º Festival de Cultura Inclusiva do Distrito Federal é um projeto voltado à promoção da acessibilidade, inclusão e protagonismo de pessoas com deficiência por meio da arte e da cultura. Realizado pelo Instituto Entre Nós, em parceria com a AMEM/DF, o festival acontecerá entre junho e agosto de 2026, no Espaço Cultural Renato Russo, reunindo oficinas gratuitas de teatro, preparação de atores, figurino, cenografia e acessibilidade, além da montagem de um espetáculo teatral inclusivo. A programação também contará com exposição artística e apresentações culturais abertas ao público.
Evento celebra a luta pela terra e a cultura do campo, através de espetáculos teatrais, documentários, oficinas, rodas de prosa e lançamento de livros
Nos dias 20 e 21 de agosto (quinta e sexta), o Campus UnB Planaltina abre novamente as suas portas para a Mostra Terra em Cena e na Tela. O evento é protagonizado por estudantes, coletivos e comunidades quilombolas e do campo do Distrito Federal e de Goiás, integrantes da Rede Terra em Cena. A programação desta 8º edição acontece de 9h às 20h30, com entrada franca e aberta a toda a comunidade.
A VIII Mostra Terra em Cena é um espaço de celebração da arte como potencializadora de mobilização, resistência e organização popular camponesa. A programação contempla rodas de conversa, oficinas formativas, apresentações teatrais, mostra audiovisual e lançamento de livros. Cada atividade traz à cena histórias de luta, questões estruturais da sociedade e estratégias pedagógicas que articulam estética, política e ancestralidade.
As obras propostas nascem do chão de territórios quilombolas, assentamentos rurais e coletivos periféricos. Na quinta-feira (20), se apresentam dois grupos teatrais de Planaltina (DF): a Coletiva Quebra Mundo e o Cena de Mutirão (IFB). Na sexta-feira (21), sobem ao palco grupos pertencentes ao Quilombo Kalunga: Encena Kalunga, de Cavalcante (GO), e o Grupo Jiquitaias, formado por artistas das comunidades Ema e Diadema, de Teresina de Goiás
A VIII Mostra Terra em Cena e na Tela também visa promover reflexões sobre as políticas culturais do campo, com diálogos e oficinas no período da manhã e da tarde. Nesta edição, o evento traz como destaque uma roda de prosa dedicada à socialização do processo de construção do Programa Nacional de Arte e Cultura do Campo, das Águas e das Florestas, construído coletivamente por órgãos federais e movimentos sociais.
Um dos pilares da mostra, desde a primeira edição, é refletir sobre a permanência e a longevidade dos grupos artísticos nos territórios camponeses e quilombolas. “A produção cultural dessas comunidades é densa e dialoga sobre seus modos de vida. Desta vez, contamos com a participação de representantes de órgãos federais que estão sensíveis para a construção de políticas culturais efetivas”, afirma a coordenadora artística Julie Wetzel.
Culminância e processo formativo contínuo
A Mostra Terra em Cena e na Tela é inspirada pelas práticas de teatro político e de educação popular, visando fortalecer os vínculos entre arte, cultura, território e organização social. O processo de construção do projeto, ao longo das sete edições já realizadas, contempla ensaios, encontros formativos, rodas de conversa e momentos de celebração prévios e contínuos nos territórios de origem dos grupos participantes. Também são realizadas mobilização com estudantes e educadores de escolas públicas parceiras.
Coletivo Terra em Cena
O Coletivo Terra em Cena foi criado em 2010 como uma ação de extensão do Curso de Educação do Campo da UnB Campus Planaltina (FUP). O coletivo articula teatro, audiovisual e outras linguagens artísticas aos processos de educação popular, comunicação popular e organização comunitária. A partir do coletivo, foi criada a Rede Terra em Cena, indo além da universidade e ampliando as articulações com diferentes territórios do Distrito Federal e Goiás.
PROGRAMAÇÃO RESUMIDA
20/08 (quinta)
9h às 10h: Abertura com ‘Capitaloceno: a nova velha era’ | Cena de Mutirão (IFB)
10h às 10h30: Lanche Camponês | Delícias da Chácara Dona Kaetana
10h30 às 12h: Roda de Prosa | Políticas culturais do campo
14h às 16h: Oficinas | Quintal: o cotidiano como território político | Muralismo com o Ateliê Popular
16h às 16h30: Lanche Camponês | Delícias da Chácara Dona Kaetana
16h30 às 17h: Lançamento de livros
17h às 18h30: ‘Quebra Mundo’ | Coletiva Quebra Mundo
19h às 20h30: Mostra Audiovisual Terra em Cena e na Tela
21/08 (sexta)
9h às 10h30: ‘Ciclos’ | Encena Kalunga (Cavalcante-GO)
10h30 às 11h: Lanche Camponês | Delícias da Chácara Dona Kaetana
11h às 12h30: Roda de Prosa | ‘Rede Terra em Cena – construção de caminhos coletivos’
14h às 16h: Oficinas | ‘Práticas participativas e criação teatral em comunidades’ | Muralismo com o Ateliê Popular
16h às 16h30: Lanche Camponês | Delícias da Chácara Dona Kaetana
17h às 18h30: ‘Café, farinha e rapadura: uma pitada de História Libertadora | Grupo Jiquitaias (Teresina de Goiás, Comunidade Quilombola Kalunga Ema e Diadema)
SERVIÇO
VIII Mostra Terra em Cena e na Tela
Onde: Campus UnB de Planaltina (FUP)
Quando: 20 e 21 de agosto (quinta e sexta) – das 9h às 20h30
Programação reúne grandes nomes da música brasileira entre agosto e outubro. Abertura acontece dia 15 no Clube do Choro e 16 de agosto, no CCBB, com Dudu Oliveira e Bell Lins
A obra de Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, dois dos maiores nomes da música brasileira, inspira a temporada do projeto Tom e Vinicius, que será realizada entre 15 de agosto e 11 de outubro, no Clube do Choro, no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília e no Eixão Norte. Ao reunir artistas de diferentes gerações, o projeto revisita o repertório da dupla e evidencia sua profunda ligação com o universo do choro, gênero fundamental na formação da música popular brasileira. A iniciativa tem apresentação do CCBB Brasília e realização da Escola Brasileira de Choro e a chancela do Clube do Choro.
Ao longo de oito finais de semana, o público acompanhará encontros musicais que revelam diferentes leituras da obra de Tom Jobim e Vinicius de Moraes. Mais do que celebrar canções que marcaram a história da música brasileira, a temporada propõe um olhar sobre as influências que moldaram o trabalho da dupla, aproximando o público das raízes do choro e de sua contribuição para a construção da Bossa Nova e da moderna canção brasileira.
“A música de Tom e Vinicius faz parte da memória afetiva dos brasileiros. O que o projeto propõe é um reencontro com esse repertório a partir das suas origens, mostrando como o choro ajudou a construir essa linguagem musical e como essas canções continuam emocionando e inspirando novas gerações de artistas e de público. Mais do que celebrar dois grandes compositores, queremos criar uma experiência de escuta, descoberta e valorização da nossa música.“, destaca Henrique Neto, diretor musical e idealizador do projeto.
A abertura da temporada, nos dias 15 e 16 de agosto, será conduzida pelo multi-instrumentista Dudu Oliveira e pela cantora Bell Lins. Referência do choro e da música instrumental brasileira, Dudu construiu uma trajetória ao lado de nomes como Altamiro Carrilho, Chico Buarque e Zeca Pagodinho. Já Bell Lins representa a nova geração da música brasiliense, com uma interpretação marcada pela delicadeza e pela forte conexão com a canção brasileira. Juntos, eles inauguram a série de encontros musicais que marcará toda a programação do projeto.
Em todos os fins de semana, os espetáculos terão início com uma apresentação instrumental do Regional Choro Livre, acompanhado pelo Trio de Sopros Vento e Verso e percussão. A formação estabelece o clima da homenagem a Tom Jobim e Vinicius de Moraes e reforça a presença do choro como fio condutor de toda a temporada.
Ao longo do projeto, Tom e Vinicius receberá ainda Alfredo Del Penho, Isabella Taviani, Andresa Sousa, João Ventura, Ayrton Montarroyos, Theo Bial, Márcia Tauil, Juliane Gamboa, Joana Duah e Leo Gandelman, em encontros concebidos especialmente para o projeto e dedicados a revelar diferentes interpretações da obra da dupla.
TOM E VINICIUS
Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes formaram uma das parcerias mais importantes da história da música brasileira. Responsáveis por clássicos como Garota de Ipanema, Chega de Saudade, Corcovado, Insensatez e Eu Sei que Vou Te Amar, ajudaram a projetar a música brasileira no cenário internacional e transformaram a Bossa Nova em um dos movimentos culturais mais influentes do século XX. Mais do que compositores, deixaram um legado que dialoga com o samba, o choro, a canção popular e a poesia, influenciando artistas de diferentes gerações e consolidando sua obra como um dos pilares da cultura brasileira.
REGIONAL CHORO LIVRE
Grupo residente da temporada, o Choro Livre conduz toda a programação de Tom e Vinicius, acompanhando os artistas convidados em arranjos especialmente concebidos para o projeto. Referência na difusão do choro e da música instrumental brasileira, o conjunto estabelece a unidade artística dos espetáculos e reafirma o protagonismo do gênero na construção da identidade musical do país. Sua trajetória, construída ao longo de décadas ao lado de grandes nomes da música brasileira, faz do grupo um dos principais representantes do choro contemporâneo mundial.
TRIO DE SOPROS VENTO VERSO e PERCUSSÃO Formado por Jackson Delano, Marina Vanéli e Carlos Cárdenas, o trio de Sopros Vento e Verso amplia a sonoridade dos espetáculos por meio de arranjos especialmente desenvolvidos para a temporada. Reunindo músicos com sólida atuação na música de concerto e na música popular brasileira, o grupo contribui para novas leituras do repertório de Tom Jobim e Vinicius de Moraes.
DUDU OLIVEIRA Reconhecido como um dos principais flautistas da música brasileira contemporânea, Dudu Oliveira construiu uma trajetória marcada pela versatilidade e pelo diálogo entre o choro, o samba e a música instrumental. Inspirado por Altamiro Carrilho, dividiu o palco com artistas como Caetano Veloso, Chico Buarque, Zeca Pagodinho, Martinho da Vila, Alcione, Roberta Sá e Diogo Nogueira, além de integrar atualmente a banda do programa Lady Night. Em Tom e Vinicius, apresenta releituras que evidenciam a influência do choro sobre a obra da dupla homenageada.
BELL LINS Cantora e compositora brasiliense, Bell Lins vem se destacando pela delicadeza de suas interpretações e pelo trabalho voltado à música brasileira. Convidada para a abertura da temporada, participa do espetáculo interpretando clássicos de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, reforçando uma das propostas centrais do projeto: promover o encontro entre diferentes gerações de artistas.
ANDRESA SOUSA Representando a cena musical de Brasília, Andresa Sousa leva ao projeto a delicadeza de uma interpretação construída a partir da música brasileira e do jazz tradicional. Apaixonada pela obra de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, a cantora apresenta um espetáculo que resgata a poesia, a leveza e a sofisticação do repertório da dupla, estabelecendo um diálogo entre tradição e contemporaneidade. Ao lado de Isabella Taviani, Andresa integra um dos encontros mais aguardados da temporada, convidando o público a redescobrir canções que atravessam gerações.
ISABELLA TAVIANI Dona de uma das vozes mais marcantes da música brasileira contemporânea, Isabella Taviani leva ao projeto sua interpretação sensível e a experiência de mais de duas décadas de carreira. Reconhecida por unir intensidade, delicadeza e forte conexão com o público, a cantora apresenta um espetáculo que dialoga com a sofisticação melódica e a poesia de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, reafirmando a atualidade de um repertório que atravessa gerações. Ao lado da cantora brasiliense Andresa Sousa, protagoniza um encontro entre diferentes trajetórias artísticas unidas pela força da canção brasileira.
JOANA DUAH Nascida em Brasília, Joana Duah retorna à cidade após uma trajetória internacional construída ao longo de mais de duas décadas. Com passagens por Nova Iorque, Hong Kong, São Paulo e Rio de Janeiro, a cantora desenvolveu uma carreira marcada pelo diálogo entre a música brasileira, o jazz e outras influências da música mundial. Em Tom e Vinicius, sua interpretação destaca a universalidade da obra de Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, reafirmando a força de um repertório que continua atravessando fronteiras e gerações.
THEO BIAL Theo Bial representa uma nova geração de compositores que dialoga com a tradição da música brasileira sem abrir mão de uma identidade própria. Influenciado pela bossa nova, pelo samba e por diferentes manifestações da cultura popular, o cantor e compositor carioca constrói um repertório marcado pela sensibilidade e pela valorização da canção brasileira. Sua participação em Tom e Vinicius evidencia a permanência da obra de Antônio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes como inspiração para artistas contemporâneos e reafirma a força desse legado junto às novas gerações.
ALFREDO DEL-PENHO Músico, compositor, ator e pesquisador, com 25 anos de trajetória na música brasileira. Indicado ao Grammy Latino e vencedor de dois Prêmios da Música Brasileira, construiu uma carreira marcada pelo samba e pelo choro, tanto como intérprete quanto como compositor. Parceiro de nomes como Nei Lopes, Paulo César Pinheiro, Joyce, Chico César e João Cavalcanti, é hoje um dos artistas mais respeitados de sua geração, unindo pesquisa, criação e preservação da música popular brasileira.
JOÃO VENTURA Pianista reconhecido por aproximar a música erudita da canção popular, João Ventura desenvolve no projeto Contraponto uma linguagem marcada pelo encontro entre universos musicais. Em Tom e Vinicius, revisita clássicos de Tom Jobim em interpretações que preservam a essência das composições e estabelecem diálogos com obras de Bach, Beethoven e Chopin. Entre virtuosismo, improvisação, emoção e bom humor, o artista evidencia a afinidade entre a sofisticação harmônica de Jobim e a tradição da música de concerto.
AYRTON MONTARROYOS Com uma trajetória iniciada ainda na infância, em saraus e rodas de choro no Recife, Ayrton Montarroyos tornou-se conhecido nacionalmente por sua participação no The Voice Brasil, no qual foi vice-campeão interpretando clássicos da canção brasileira. Ao longo da carreira, lançou os álbuns Ayrton Montarroyos, Um Mergulho no Nada e A Lira do Povo, além de se apresentar ao lado da Orquestra Acadêmica da Osesp e do maestro Nelson Ayres. Reconhecido pela escolha cuidadosa de repertório e pelo refinamento interpretativo, leva a Tom e Vinicius uma leitura que combina memória, pesquisa musical e presença cênica.
MÁRCIA TAUIL Cantora, compositora, produtora e professora de canto, Márcia Tauil construiu uma trajetória de mais de quatro décadas dedicada à valorização da música brasileira. Nascida em Minas Gerais e radicada em Brasília, lançou uma discografia que reúne trabalhos autorais e projetos dedicados a importantes compositores, além de dividir o palco e o estúdio com nomes como Miúcha, Danilo Caymmi, Emílio Santiago, Roberto Menescal, Paulo César Pinheiro, Rildo Hora e Cristóvão Bastos. Primeira mulher a vencer como compositora e primeira bicampeã do Festival Viola de Todos os Cantos, foi reconhecida, em 2025, nas categorias Cantora e Compositora do Prêmio Profissionais da Música.
JULIANE GAMBOA Indicada ao Grammy Latino de Melhor Artista Revelação em 2025, Juliane Gamboa integra uma nova geração que amplia os caminhos do jazz brasileiro. Sua música aproxima jazz, samba e MPB em uma linguagem contemporânea, marcada pelo improviso, pelo lirismo e pela conexão com as raízes afro-brasileiras. No álbum JAZZWOMAN, lançado pela Biscoito Fino, a artista aborda temas como ancestralidade, espiritualidade, liberdade e autonomia da mulher preta. Com apresentações nos Estados Unidos e na Europa, Juliane leva a Tom e Vinicius uma interpretação que une tradição, reinvenção e forte presença cênica.
LEO GANDELMAN Saxofonista, compositor, arranjador e produtor musical, Leo Gandelman é uma das principais referências da música instrumental brasileira. Ao longo de mais de quatro décadas, contribuiu para aproximar o gênero do grande público, transitando com naturalidade entre a música popular, o jazz e o repertório de concerto. Com 21 discos lançados, mais de 500 mil cópias vendidas e atuações como solista junto a importantes orquestras brasileiras e internacionais, foi recentemente reconhecido com o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade de Brasília. Sua relação com a obra de Tom Jobim e Vinicius de Moraes inclui apresentações com a Orquestra Sinfônica de Moscou, nas quais interpretou clássicos como A felicidade e Chega de saudade. Em Tom e Vinicius, encerra a temporada acompanhado por seu quarteto.
JACKSON DELANO – Arranjador do projeto Tom e Vinicius Clarinetista, saxofonista, arranjador, compositor e educador musical. Músico e arranjador da Orquestra Sinfônica da Força Aérea Brasileira (OSFAB), é professor da Escola Brasileira de Choro e palestrante convidado em cursos, oficinas e festivais nacionais e internacionais. Suas obras já foram executadas em importantes salas de concerto no Brasil e no exterior e, ao longo da carreira, dividiu o palco com grandes nomes da música brasileira, consolidando uma trajetória dedicada à performance, à criação de arranjos e à formação de novos músicos.
Sobre o CCBB Brasília O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis. Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizadas exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas. Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da insetituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade. Acessibilidade A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou, ainda, pelo QR Code na própria van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code, que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van – de quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30 SERVIÇO Projeto Tom e Vinicius Local: Centro Cultural Banco do Brasil Brasília Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul Período do Projeto: De 12 agosto a 11 de outubro. Apresentações no CCBB: 16 de agosto a 04 de outubro de 2026. Horários Clube do Choro: aos sábados, 20h30 CCBB: aos domingos, das 16 às 19h (acesso ao evento 15h) Eixão Norte (110 Norte, altura do Plaza Shopping): 11 às 13h
Ingressos CCBB: gratuito mediante retirada de ingressos limitados – a partir das 12h do dia anterior. Clube do Choro: Bilheteria Digital Eixão Norte: gratuito Classificação indicativa: Livre CCBB Brasília Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h E-mail: ccbbdf@bb.com.br Informações: Fone: (61) 3108-7600 E-mail: ccbbdf@bb.com.br Site/ bb.com.br/cultura Facebook/ @ccbb.brasilia Instagram/ @ccbbbrasilia YouTube/ bancodobrasil TikTok/@ccbbcultura
A ação formativa integra a temporada da companhia no CCBB Brasília e propõe uma imersão na linguagem que une dança,
Entre os dias 15 e 22 de agosto, Brasília recebe a residência artística A Palhaçaria pelo Movimento, promovida pela Companhia Lamira Artes Cênicas como parte da programação de sua temporada no CCBB Brasília. Voltada a artistas da dança, do teatro e do circo, a atividade compartilha a metodologia de criação desenvolvida pela companhia ao longo de 15 anos de pesquisa em teatro, dança e palhaçaria.
Com carga horária de 15 horas distribuídas em cinco encontros, a residência apresenta aos participantes os princípios que orientam a pesquisa artística da Lamira. Inspirada na linguagem desenvolvida nos espetáculos Gibi e Luna de Miel, a proposta investiga a construção da comicidade para além da palavra, explorando a comunicação pelo corpo, a presença cênica e uma estética vinculada ao grotesco, em uma prática que incentiva a experimentação e o desenvolvimento de uma linguagem própria.
A programação tem início no dia 15 de agosto, no CCBB Brasília, com uma vivência que inclui a sessão do espetáculo Luna de Miel. Os participantes inscritos receberão ingresso para a apresentação e, ao final, participarão de uma mediação conduzida por Henrique Rochelle, professor, pesquisador, crítico de dança e doutor em Artes da Cena, que promoverá um espaço de diálogo sobre os processos criativos da companhia e os temas abordados pela obra.
Os encontros práticos acontecem nos dias 17, 18 e 19 de agosto, das 19h às 22h, no Núcleo de Dança da Universidade de Brasília (UnB). Durante as atividades, os participantes experimentarão exercícios e procedimentos desenvolvidos pela Lamira em sua pesquisa sobre a relação entre movimento e comicidade, compreendendo como diferentes linguagens cênicas podem dialogar na construção da dramaturgia física.
A residência será encerrada em 22 de agosto, no CCBB Brasília, com uma experiência exclusiva de bastidores da Companhia Lamira. Antes da apresentação de Luna de Miel, os participantes acompanharão o cotidiano de preparação dos artistas, assistindo à aula da companhia, ao processo de maquiagem, ao aquecimento e aos momentos que antecedem a entrada em cena. A atividade busca ampliar a compreensão sobre o fazer teatral e aproximar os participantes da rotina de uma companhia profissional.
Fundada em 2010, em Palmas (TO), por Carolina Galgane e João Vicente, a Lamira Artes Cênicas consolidou-se como uma das referências da produção cênica da região Norte ao desenvolver uma pesquisa autoral que articula teatro, dança, palhaçaria e formas animadas. Ao longo de 15 anos, a companhia tem investido em processos de criação, circulação e formação artística, aproximando diferentes públicos da produção contemporânea das artes da cena.
Serviço
Residência Artística
A Palhaçaria pelo Movimento
Data: 15 de agosto
Horário: das 18h às 21h: abertura da residência, sessão de Luna de Miel e mediação com Henrique Rochelle.
Local: CCBB Brasília
Data: 17, 18 e 19 de agosto
Horário: das 19h às 22h: encontros práticos da residência artística.
Local: Núcleo de Dança da Universidade de Brasília (UnB)
Data: 22 de agosto
Horário: das 18h às 21h: experiência exclusiva de bastidores da Companhia Lamira antes da apresentação de Luna de Miel.
Chico César, Os Garotin, Esdras Nogueira, Samba Delas, Calango Careta e DJ GG Tentação integram a programação gratuita do evento, em 15 de agosto
Misturar diferentes gerações, estilos musicais e experiências culturais é a proposta do Festival Multiversos, que realiza sua etapa de encerramento em Brasília no dia 15 de agosto. O evento gratuito reúne Chico César, Os Garotin, Esdras Nogueira, Samba Delas, Calango Careta e DJ GG Tentação no gramado do Eixo Cultural Ibero-Americano, em uma programação que também inclui ações voltadas à sustentabilidade, à economia criativa e à inclusão.
Depois de passar por Belo Horizonte, Divinópolis e Betim, com grande sucesso de público, o festival chega à capital federal reafirmando sua proposta de promover encontros entre diferentes expressões artísticas e transformar os espaços públicos em ambientes de convivência, troca e valorização da diversidade cultural.
Um dos principais nomes da música brasileira contemporânea, Chico César apresenta um repertório que percorre mais de três décadas de carreira, reunindo canções que marcaram sua trajetória e consolidaram sua identidade como cantor e compositor. Ao seu lado, o trio Os Garotin, vencedor do Grammy Latino de 2024, leva ao palco uma sonoridade que mistura soul, MPB, funk, samba e R&B, representando a força da nova geração da música brasileira.
A programação também destaca artistas que movimentam a cena musical do Distrito Federal. O coletivo Samba Delas celebra o protagonismo feminino no samba, enquanto o saxofonista Esdras Nogueira apresenta sua reconhecida pesquisa em torno da música instrumental brasileira. O grupo Calango Careta leva ao festival sua mistura de ritmos populares e referências da cultura brasileira, e o DJ GG Tentação apresenta um set marcado pela diversidade de sons e influências.
“O Multiversos nasce do encontro. Queremos aproximar artistas, públicos e ideias em um ambiente onde cultura, diversidade e sustentabilidade caminhem juntas. Brasília encerra essa primeira edição nacional representando exatamente esse espírito de conexão e pluralidade“, afirma Wagner Luis Gonçalves, presidente do Instituto Iniciativa Global e idealizador do festival.
Idealizado e realizado pelo Instituto Iniciativa Global, o Festival Multiversos é viabilizado pela Lei de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Petrobras e apoio da Xeque-Mate. Além da programação artística, o evento promove ações voltadas à sustentabilidade, ao fortalecimento da economia criativa e à acessibilidade, reforçando seu compromisso com uma experiência cultural diversa, inclusiva e ambientalmente responsável.
Os ingressos são gratuitos e estarão disponíveis para retirada antecipada pela plataforma Sympla.
Serviço:
Festival Multiversos – Edição Betim
Data: 15 de agosto (sábado)
Horário: 18h às 2h
Local: Gramado Eixo Cultural Ibero-americano
Entrada: Gratuita, retirada pela plataforma da Sympla
Orquestra Filarmônica de Brasília, sob a regência de Thiago Francis, reúne solistas brasileiros e internacionais em um espetáculo que culmina no encontro entre orquestra e balé ao som do Bolero, de Maurice Ravel.
Há músicas que nos transportam para outros lugares antes mesmo da primeira nota terminar. No Iate in Concert 2026, essa sensação se transforma em espetáculo. No dia 29 de agosto, o Iate Clube de Brasília recebe uma apresentação que convida o público a percorrer diferentes países por meio da música de concerto, culminando em um grand finale que reúne orquestra e balé no palco.
Inspirado no conceito “A Volta ao Mundo pelos Clássicos”, o concerto será conduzido pela Orquestra Filarmônica de Brasília, sob a regência do maestro Thiago Francis, que assume a direção musical de um espetáculo pensado como uma narrativa contínua, em que cada obra representa uma nova parada dessa viagem. Ao lado da orquestra, estarão quatro solistas de reconhecida trajetória na música lírica: a soprano francesa Laetitia Grimaldi, a mezzo-soprano brasileira radicada na Itália Marina Melaranci, o tenor Daniel Menezes e o barítono Vitor Monte.
“Mais do que apresentar grandes obras da música universal, queremos proporcionar ao público uma experiência em que cada peça representa uma nova parada dessa viagem. São composições que atravessaram séculos e continuam emocionando plateias em todo o mundo, mostrando que a música é uma linguagem capaz de conectar culturas, histórias e pessoas”, ressalta Thiago Francis, maestro da Orquestra Filarmônica de Brasília.
O roteiro começa pelo Brasil, com obras de Carlos Gomes e Heitor Villa-Lobos, segue pela elegância vienense de Johann Strauss II, mergulha na tradição operística italiana com árias como Nessun Dorma, La Donna è Mobile e Brindisi, atravessa o universo do balé e da música do Leste Europeu, visita o Oriente por meio de obras inspiradas na China e no Japão e desembarca na Espanha e na França, reunindo páginas inesquecíveis de Carmen, Lakmé e O Barbeiro de Sevilha. O grand finale será marcado pelo encontro entre a música e a dança. Ao som do icônico Bolero, de Maurice Ravel, a Orquestra Filarmônica de Brasília divide o palco com o grupo Bailarinos de Brasília, em uma apresentação especialmente coreografada para o espetáculo. O encontro entre músicos e bailarinos promete transformar a obra em um dos momentos mais marcantes da noite.
O protagonismo do espetáculo está na música. A narrativa é conduzida pelas interpretações da Orquestra Filarmônica de Brasília e pelo encontro de diferentes timbres vocais. Formada pela Juilliard School, uma das mais prestigiadas instituições de música do mundo, Laetitia Grimaldi empresta sua elegância interpretativa ao concerto. Marina Melaranci, com carreira construída na Itália, traz ao palco sua reconhecida expressividade no repertório operístico. Daniel Menezes interpreta algumas das mais célebres árias da história da ópera, enquanto Vitor Monte amplia a diversidade do programa com personagens marcantes como Fígaro e o Toreador.
Mais do que revisitar grandes composições, o Iate in Concert 2026 propõe uma experiência sensorial em que a música conduz o público por diferentes épocas, culturas e tradições. São obras que atravessaram séculos, permanecem presentes no imaginário coletivo e continuam emocionando plateias em todo o mundo, uma viagem sem passaporte, guiada apenas pela força da arte.
Uma história de música e solidariedade
Realizado desde 2015, o Iate in Concert chega à 11ª edição consolidado como um dos eventos culturais de destaque do Distrito Federal. Ao longo de dez edições, o projeto já reuniu mais de 33 mil espectadores e arrecadou mais de 165 toneladas de alimentos, destinados a instituições e famílias em situação de vulnerabilidade social. A solidariedade também se reflete na forma de acesso ao espetáculo: o ingresso custa R$ 80, valor correspondente a uma cesta básica, e é adquirido pela plataforma Sympla, sem a necessidade de levar alimentos no dia do evento.
Às margens do Lago Paranoá, o concerto construiu uma trajetória que combina música, grandes produções e compromisso social, reunindo ao longo dos anos maestros, orquestras e solistas brasileiros e internacionais. Em 2026, o projeto dá continuidade a essa história com mais uma produção de grande porte, reafirmando o Iate Clube de Brasília como cenário de encontros entre arte, cultura e solidariedade.
Quem realiza
O Instituto de Produção Socioeducativo e Cultural Brasileiro (IPCB)é uma organização da sociedade civil, sediada em Brasília, dedicada ao desenvolvimento de projetos culturais, socioeducativos e de valorização do patrimônio brasileiro. Desde sua criação, em 1999, o instituto atua na realização e no apoio a iniciativas que ampliam o acesso à cultura e promovem a formação de públicos por meio da música, das artes, da educação e de ações de impacto social.
SERVIÇO
Iate in Concert 2026 – A Volta ao Mundo pelos Clássicos
Data: 29 de agosto (sábado)
Local: Iate Clube de Brasília Horário: 18:00
Ingressos: R$ 80,00, valor correspondente à doação de uma cesta básica. A contribuição é realizada diretamente pela Sympla no momento da aquisição do ingresso, sem necessidade de levar a cesta básica ao evento. Venda de ingressos: Sympla Classificação indicativa: LivreHá músicas que nos transportam para outros lugares antes mesmo da primeira nota terminar. No Iate in Concert 2026, essa sensação se transforma em espetáculo. No dia 29 de agosto, o Iate Clube de Brasília recebe uma apresentação que convida o público a percorrer diferentes países por meio da música de concerto, culminando em um grand finale que reúne orquestra e balé no palco.
Inspirado no conceito “A Volta ao Mundo pelos Clássicos”, o concerto será conduzido pela Orquestra Filarmônica de Brasília, sob a regência do maestro Thiago Francis, que assume a direção musical de um espetáculo pensado como uma narrativa contínua, em que cada obra representa uma nova parada dessa viagem. Ao lado da orquestra, estarão quatro solistas de reconhecida trajetória na música lírica: a soprano francesa Laetitia Grimaldi, a mezzo-soprano brasileira radicada na Itália Marina Melaranci, o tenor Daniel Menezes e o barítono Vitor Monte.
“Mais do que apresentar grandes obras da música universal, queremos proporcionar ao público uma experiência em que cada peça representa uma nova parada dessa viagem. São composições que atravessaram séculos e continuam emocionando plateias em todo o mundo, mostrando que a música é uma linguagem capaz de conectar culturas, histórias e pessoas”, ressalta Thiago Francis, maestro da Orquestra Filarmônica de Brasília.
O roteiro começa pelo Brasil, com obras de Carlos Gomes e Heitor Villa-Lobos, segue pela elegância vienense de Johann Strauss II, mergulha na tradição operística italiana com árias como Nessun Dorma, La Donna è Mobile e Brindisi, atravessa o universo do balé e da música do Leste Europeu, visita o Oriente por meio de obras inspiradas na China e no Japão e desembarca na Espanha e na França, reunindo páginas inesquecíveis de Carmen, Lakmé e O Barbeiro de Sevilha. O grand finale será marcado pelo encontro entre a música e a dança. Ao som do icônico Bolero, de Maurice Ravel, a Orquestra Filarmônica de Brasília divide o palco com o grupo Bailarinos de Brasília, em uma apresentação especialmente coreografada para o espetáculo. O encontro entre músicos e bailarinos promete transformar a obra em um dos momentos mais marcantes da noite.
O protagonismo do espetáculo está na música. A narrativa é conduzida pelas interpretações da Orquestra Filarmônica de Brasília e pelo encontro de diferentes timbres vocais. Formada pela Juilliard School, uma das mais prestigiadas instituições de música do mundo, Laetitia Grimaldi empresta sua elegância interpretativa ao concerto. Marina Melaranci, com carreira construída na Itália, traz ao palco sua reconhecida expressividade no repertório operístico. Daniel Menezes interpreta algumas das mais célebres árias da história da ópera, enquanto Vitor Monte amplia a diversidade do programa com personagens marcantes como Fígaro e o Toreador.
Mais do que revisitar grandes composições, o Iate in Concert 2026 propõe uma experiência sensorial em que a música conduz o público por diferentes épocas, culturas e tradições. São obras que atravessaram séculos, permanecem presentes no imaginário coletivo e continuam emocionando plateias em todo o mundo, uma viagem sem passaporte, guiada apenas pela força da arte.
Uma história de música e solidariedade
Realizado desde 2015, o Iate in Concert chega à 11ª edição consolidado como um dos eventos culturais de destaque do Distrito Federal. Ao longo de dez edições, o projeto já reuniu mais de 33 mil espectadores e arrecadou mais de 165 toneladas de alimentos, destinados a instituições e famílias em situação de vulnerabilidade social. A solidariedade também se reflete na forma de acesso ao espetáculo: o ingresso custa R$ 80, valor correspondente a uma cesta básica, e é adquirido pela plataforma da Bilheteria Digital, sem a necessidade de levar alimentos no dia do evento.
Às margens do Lago Paranoá, o concerto construiu uma trajetória que combina música, grandes produções e compromisso social, reunindo ao longo dos anos maestros, orquestras e solistas brasileiros e internacionais. Em 2026, o projeto dá continuidade a essa história com mais uma produção de grande porte, reafirmando o Iate Clube de Brasília como cenário de encontros entre arte, cultura e solidariedade.
Quem realiza
O Instituto de Produção Socioeducativo e Cultural Brasileiro (IPCB)é uma organização da sociedade civil, sediada em Brasília, dedicada ao desenvolvimento de projetos culturais, socioeducativos e de valorização do patrimônio brasileiro. Desde sua criação, em 1999, o instituto atua na realização e no apoio a iniciativas que ampliam o acesso à cultura e promovem a formação de públicos por meio da música, das artes, da educação e de ações de impacto social.
SERVIÇO
Iate in Concert 2026 – A Volta ao Mundo pelos Clássicos
Produção vencedora do Cannes 2026 chega aos cinemas brasileiros em janeiro
A Paris Filmes acaba de anunciar a distribuição de “A Bola Preta”, longa vencedor do Festival de Cannes 2026 como Melhor Direção. Produção conta com atrizes como Penélope Cruz e Glenn Close e chega aos cinemas brasileiros em 21 de janeiro de 2027. Baixe imagens aqui.
O filme acompanha a história de três homens cujas vidas estão intimamente ligadas pelo desejo, pela dor e pela herança, ao longo de três épocas diferentes: 1932, 1937 e 2017.
Elenco ainda é composto por Guitarricadelafuente, Miguel Bernardeau, Carlos González, Milo Quifes e Lola Dueñas. Com direção da dupla Javier Calvo e Javier Ambrossi, longa tem Pedro Almodóvar entre os produtores.
SOBRE A PARIS FILMES
A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H”, “Manas”, “Pedágio”, “Ritas” , “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, “A Empregada”, a franquia “Truque de Mestre” e “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia.
Entre os próximos lançamentos estão “Feito Pipa”, “Geni e o Zepelim”, “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, “Minha Melhor Amiga”, “Minha Vida com Shurastey” e “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita”.
Acompanhe as novidades sobre esse e outros lançamentos por meio das redes sociais:
O Museu Nacional da República recebeu a abertura da 11ª edição do Festival Mês da Fotografia (FMF), reunindo fotógrafos, artistas, produtores culturais, representantes do setor e amantes da fotografia em uma celebração da produção fotográfica brasileira. Com patrocínio da Neoenergia e do Instituto Neoenergia, por meio da Lei Rouanet, o festival transformou o espaço em um grande encontro entre arte, reflexão e experiências visuais.
A cerimônia contou com a presença de Juliana Pimentel, representando a Neoenergia, patrocinadora do evento, e foi marcada por uma mesa de conversa sobre os festivais de fotografia no Brasil e no exterior. Participaram do debate os fotógrafos João Kulcsár, Mônica Zarattini, Nívea Uchôa e Eraldo Peres, idealizador e diretor executivo do Festival Mês da Fotografia. A mediação foi conduzida por Denise Camargo, curadora da exposição principal desta edição.
Após o encontro, o grupo percussivo Batukenjé conduziu um cortejo pela rampa do museu convidando o público para conhecer a exposição “Retrato de um Brasil Plural: Origem, Território e Diversidade”, instalada na Galeria Mezanino. A mostra, que fica aberta ao público até 4 de outubro, reúne 60 fotografias selecionadas entre mais de 800 imagens inscritas por artistas de diferentes regiões do país, revelando múltiplos olhares sobre a diversidade cultural, social e territorial brasileira.
Encerrando a noite, a cúpula do Museu Nacional da República ganhou vida com uma projeção fotográfica mapeada que exibiu imagens da exposição em grande escala, transformando um dos principais cartões-postais de Brasília em uma imensa galeria a céu aberto.
Idealizado pelo fotógrafo Eraldo Peres, o Festival Mês da Fotografia chega à sua 11ª edição consolidado como um dos principais eventos dedicados à fotografia no país. Além da exposição coletiva, a programação segue até o dia 19 de agosto, com palestras, oficinas, visitas guiadas e encontros com autores, todos gratuitos, reafirmando o compromisso do festival com a formação de público, a valorização da fotografia brasileira e a democratização do acesso à cultura.
Crédito: Carlos Airó Nascimento_Identidade Visual:Estúdio Radiográfico
ESCRITA E DIRIGIDA POR ESTEVÃO CIAVATTA PANTOJA,COM DIREÇÃO E CENÁRIO DE DANIELA THOMAS, REGINACASÉ VOLTA AOS PALCOS NO JARDIM DO CCBB BRASÍLIAEM ESPETÁCULO QUE ATRAVESSA BILHÕES DE ANOS PARA REFLETIR SOBRE A VIDA NO PLANETA, O TEMPO E QUESTÕES AMBIENTAIS URGENTES.
Com apresentação do Ministério da Cultura, patrocínio Banco do Brasil “VIVA! VIDA!”, da Lei Rouanet, o novo solo de Regina Casé se apresenta no CCBB Brasília nosdias 25, 26 e 27 de agosto de 2026. Dirigida por DanielaThomas e Estêvão Ciavatta Pantoja, a atriz sobe ao palco para conduzir a plateia numa jornada que atravessa bilhões de anos – da formação geológica do planeta aosurgimento da vida, chegando na vida hiperconectadados dias de hoje. Com classificação Livre e 90 minutos deduração, as sessões acontecem de terça a quinta, às 19h. A entrada é franca e a retirada de ingressos seráliberado um dia antes de cada sessão prevista, ao meio-dia, com capacidade para 1.000 pax sentados.
Com texto de Estevão Ciavatta Pantoja, e colaborações dos cientistas Antônio Nobre e Fábio Scarano, além de Daniela Thomas e da própria Regina, a atriz constrói uma narrativa que costura tempos, saberes e histórias como uma grande teia. Com humor afiado, carisma e sensibilidade, Regina conecta ciência, espiritualidade,meio ambiente e tecnologia — tudo em um solo vibrantee instigante. Da explosão de estrelas à química do amor,das reflexões sobre o planeta à sabedoria ancestral dos povos indígenas, o espetáculo provoca riso, emoção e consciência do nosso lugar no planeta Terra.
“Eu acho que esse solo nasceu da minha profunda ignorância e da enorme curiosidade nesses assuntos, ouvindo conversas de Estevão com Antônio Nobre e Fábio Scarano, entre outros. Eu perguntava tanto, me interessava tanto, e via que eles gostavam das minhas ideias e das maluquices que eu falava — e riam delas também. Estevão resolveu começar a gravar esses nossosencontros, e assim foi nascendo o roteiro. Ele escreviamisturando aquelas ideias lindas com minhas digressões,dispersões e o nosso dia a dia invadindo a química, afísica e a biologia… E voltar a trabalhar com Estêvão, meu Yoyo, tem sido uma maravilha. Estava sentido muita falta disso! A Daniela Thomas veio para uma reunião elogo se apaixonou. E que maravilha tê-la junto no texto ena direção, minha amiga de infância, com quem nuncahavia trabalhado; estou realizando um sonho. Sem contar a equipe maravilhosa, comandada pela Alessandra Reis na produção, com quem trabalho desde Nardia Zulperio e Recital da Onça. Estou muito feliz que a minha paixãopela Terra, esse planeta em que a gente mora, tenha metrazido de volta para o teatro”, comemora Regina Casé.
Mais do que um solo, “VIVA VIDA” se constrói como umaexperiência cênica potente e expansiva, que aproximadiferentes formas de conhecimento — científicas,filosóficas e ancestrais — para reafirmar uma ideia central: todos os seres vivos da Terra são parentes, compartilhamos a mesma origem cósmica, somos descendentes da primeira forma de vida que surgiu nos mares primitivos da nossa infância planetária.
A cenografia, que também leva a assinatura de Daniela Thomas, tem papel estruturante no espetáculo. Com painéis de LED desenvolvidos pelo estúdio Radiográfico, o ambiente visual dialoga diretamente com a atriz, acompanhando e ampliando a narrativa. As imagens não apenas ilustram, mas funcionam como extensão da cena, potencializando a experiência sensorial do público. Já a trilha sonora de Amaro de Freitas, cuja trajetória une a técnica do jazz à ancestralidade dos ritmos nordestinosafroculturais – adiciona uma camada sensorial que conecta ritmo e emoção ao solo. O figurino de Regina, fica sob a responsabilidade de Cláudia Kopke, uma das mais experientes, premiadas e renomadas figurinistas do país.
Sinopse
Em “VIVA” VIDA!”, Regina Casé leva o público para uma jornada surpreendente que atravessa o cosmos, mergulha na intimidade das células humanas e desemboca nas notificações do WhatsApp. Com humor, carisma e umasensibilidade rara, ela conecta ciência, espiritualidade, meio ambiente e a vida moderna — tudo em um solo vibrante e instigante. Da explosão de estrelas à química do amor, das reflexões sobre o planeta à sabedoria ancestral dos povos indígenas, o espetáculo provoca riso, emoção e consciência. Em cena, tecnologia e poesia se encontram para mostrar que, apesar do caos exterior, ainda existe grandeza e beleza dentro de cada um de nós — e que, afinal, viver é um ato cósmico.
Regina Casé
Atriz, apresentadora e diretora, acredita na força da cultura popular como instrumento de transformação social. É uma das artistas mais potentes do país: atriz, diretora, apresentadora e roteirista com trajetória marcada pela inovação e pelo compromisso com o Brasil profundo. Criadora de programas icônicos como Esquenta!, Central da Periferia e Muvuca, criou formatos inesquecíveis e premiados, sempre unindo linguagem popular e sofisticação. No cinema, brilhou em produções aclamadas como Que Horas Ela Volta?, TrêsVerões e Eu, Tu, Eles. Com uma sensibilidade única, traduz histórias e personagens reais em conteúdos acessíveis, emocionantes e de grande impacto social.
Estevão Ciavatta Pantoja
Autor, produtor e diretor, Estêvão é sócio fundador daPindorama Filmes, primeira produtora independente do mundo a neutralizar suas emissões de carbono, já tendoplantado mais de 35 mil árvores desde 2007. Assina obraspremiadas no Brasil e no exterior, como o documentário Amazônia Sociedade Anônima (One World Meia Award), o filme de realidade virtual Amazônia Viva (Melhor VR/ Festival de Barcelona) e a campanha Jatobá Refugiado (Leão de Ouro no Festival de Cannes), assim como as séries Santos Dumont e Preamar para a HBO. Também idealizou campanhas de grande alcance, como “Dá Pé”,que mobilizou milhões de pessoas em prol da restauração da Mata Atlântica.
Daniela Thomas
Cineasta, diretora teatral, dramaturga e coreógrafa com trajetória marcante no teatro e no cinema brasileiro. Co-dirigiu obras premiadas como Terra Estrangeira e Linha de Passe (Cannes), além de filmes autorais como Vazante e o Banquete. Assinou a cerimônia de aberturadas Olimpíadas Rio 2016 e foi responsável pelacenografia da última turnê de Gilberto Gil, “Tempo Rei”,unindo sofisticação visual e simbolismo. Sua obra articuladensidade estética e compromisso social, consolidando-a como uma das criadoras mais inquietas do audiovisual nacional.
Amaro Freitas
Reconhecido internacionalmente como um dos maioresexpoentes da nova geração do jazz brasileiro da músicainstrumental, sua trajetória une técnica do jazz àancestralidade dos ritmos nordestinos e afroculturais. Em2026, conquistou o prestigiado Prêmio Paul Acketdestacando-se como um dos maiores talentos do jazz internacional.
Cláudia Kopke
Uma das figurinistas mais renomadas do Brasil, trabalhoucom alguns dos principais artistas de teatro, ópera, cinema, televisão e música. Claudia começou sua carreira na década de 1980, onde fez figurinos parabandas de rock. Figurinos premiados para filmes como“Tropa de Elite”, “Paraísos Artificiais”, “2 Filhos de Francisco”, “Cazuza, o Tempo não Pára”, “Casa de Areia”, “Que Horas Ela Volta”, “Ainda Estou Aqui”, entre outros trabalhos.
Radiográfico
O Radiográfico, fundado em 2005 por Olívia Ferreira ePedro Garavaglia, é um estúdio brasileiro de design autoral reconhecido por integrar arte, design e colaboração em narrativas visuais impactantes. Com mais de mil projetos, destaca-se por trabalhos como a abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016 e a turnê Tempo Rei, de Gilberto Gil.
Ficha Técnica
Texto: Estevão Ciavatta Pantoja – colaborações de AntônioNobre e Fábio Scarano, Daniela Thomas e Regina Casé
Elenco: Regina Casé
Direção: Daniela Thomas e Estevão Ciavatta Pantoja
Com master da Shell, diferentes programas de programação da música instrumental brasiliense quarta-feira (12); sábado (15) Ensaio Aberto e Feijoada com Samba
Uma programação desta semana do Complexo Cultural do Choro marcado é pelo de diferentes gerações da encontro música instrumental de Brasília. Nesta quarta-feira (12), às 19h30, o projeto mais promover uma edição do Choro Livre, com Luiz Ungarelli, Bento Tibúrcio e Thanise Silva. Nenhum sábado (15), o público participar poderá do tradicional Ensaio Aberto, no Parque da Cidade, da Feijoada com Samba.
Con Pelo Regional Choro Livre, oduzido de encontro de encontro-feiras diferentes de artistas de teatro. Luiz Ungarelli iniciado sua formação musical no Clube do Choro de Brasília. A flautista Thanise Silva é mestre em Música pela Universidade de Brasília e há professor 14 anos na Escola de Música de Brasília. Ao longo da carreira, divide jáu o palco com nomes como Dona Ivone Lara, Hamilton de Holanda e Altamiro Carrilho.
Instrumentista, compositor e cantor, Bento Tibúrcio é graduando em Com Universidade pela de Brasília, foi finalista do Imagine Brasil 2022 e é autor de uma das de um álbum de Hamilton de Holanda vencedor do Grammy Latino.
No sábado (15), uma programação às 11h, com o Ensaio Aberto da Escola Brasileira de Choro Raphael Rabello, não Parque da Cidade. Às 12h, a Feijoada com Samba alojamento e música em mais um momento de convivência e cultura brasileira.
Apresentação pelo Ministério da Cultura e com master da Shell, o Complexo Cultural do Choro manter uma programação permanente de espetáculos, atividades formativas e encontros de músicas, contribuindo para circulação a do choro, do samba e da música instrumental brasileira na capital.
“Na Shell, tem orgulho de construir que parcerias de ajuda a manter viva a cultura brasileira e ampliam suange para públicos diferentes e gerações. Aola do Complexo Cultural do Choro, Contribuições para conservas e fortalecer um dos gêneros mais importantes da nossa música, por meio de uma que programação conecta, contemporaneidade e diversidade cultural”, comenta Monique Gonçalves, gerente de Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios da Shell Brasil.
Para o diretor da Escola Brasileira de Choro, Henrique Neto, a programação a reafirmar projeto de preservação a proposta de tradição da música brasileira sem abre mão da da.
“Abrir espaço para músicos que constroem a cena brasiliense, ao ao de lotrans como o Ensaio Aberto e a Feijoada com Samba, é uma forma de fortalecer o diálogo entre gerações e diferentes viva a tradição do choro e do samba. O Complexo Cultural do Choro é, antes de tudo, um espaço de, e da música de formação brasileira.”
Sobre o projeto
Em sua quarta edição, o Complexo Cultural do Choro reúne shows, rodas de choro e samba, ensaios abertos e atividades formativas voltadas à preservação e à renovação da música instrumental brasileira. Desenvolvido pela Escola Brasileira de Choro e pelo Clube do Choro de Brasília, o projeto também investe em acessibilidade, com recursos de audiodescrição e interpretação em Libras disponibilizados sob demanda, mediante solicitação pelo telefone (61) 99868-2012.
Sobre o Regional Choro Livre
Criado por Reco do Bandolim, um dos fundadores do Clube do Choro de Brasília, o Choro Livre é um grupos mais tradicionais em na capital. Com mais de quatro décadas de história, o regional construiu uma pessoa sobre a identidade aobrizário fidelidade à uma e uma abordagem e contemporânea do gênero.
Ao longo da história de sua, o grupo dividir o palco com grandes nomes da música brasileira, como Moraes Moreira, Clementina de Jesus, Paulinho da Viola, Hermeto Pascoal e Sivuca, de participar de além reuniões e festivais internacionais.
Das Costas do Ano, o Choro Livre é uma base dos projetos do Clube do Choro de Brasília e seguir como um dos principais difusores do gênero, connectondo diferentes gerações em toro do choro.
Sobre um Shell
Presente no país desde 1913, a Shell Brasil é uma companhia de energia integrada, com nos setores de petróleo e de companhia gas, soluções baseadas na natureza, pesquisa e desenvolvimento e trading, por meio da comercializaçãodora Shell Energy Brasil. Uma companhia de formas de corrente de sangue segmento de biocombustíveis por meio da joint venture Raízen,, responsável Brasil, distribuição pela foul de da marca Shell.
A Shell Brasil trabalho para atender à demanda por energia de forma econômica, ambiental e socialmentecimento avaliando tendências e parasportizadores as cenários do desafios futuro da energia.
19h30 – Choro Livre, com Convida Luiz Ungarelli, Bento Tibúrcio e Thanise Silva
15 de Agosto, sábado
11h – Ensaio Aberto, no Parque da Cidade 12h – Feijoada com Samba
SERVIÇO
Complexo Cultural do Choro de Brasília
Dados: 12 e 15 de Agosto Localidades Culturais do Choro – Setor de Divulgação Cultural, Eixo Monumental; e Parque da Cidade, estacionamento 10 Telefones: (61) 3226-3969 e (61) 99868-2012 Acesso: gratuito para todas como atividades da semana Classificação indicativa: livre
CONFIRA UM PROGRAMAÇÃO
Dia 12/08 19h30 – Choro Livre Convida com Luiz Ungarelli, Bento e Thanise Silva
Dia 15/08 11h00 – Ensaio Aberto – Parque da Cidade 12h00 – Feijoada com Samba
SERVIÇO
Complexo Cultural do Choro de Brasília Dias: 12 e 15 de Agosto (quarta-feira e sábado) Espaço Cultural do Choro – Setor de Divulgação Cultural – Eixo Monumental e Parque da Cidade, estacionamento 10 Telefone: (61) 3226-3969 e (61) 99868-2012 Acesso gratuito para todas como atividades da semana Classificação Indicativa: Livre para todos os públicos
Produção híbrida entre animação e live action estreia nos cinemas em 27 de agosto
A Paris Filmes acaba de divulgar o cartaz oficial de “Coyote vs. Acme”, longa inspirado nos personagens da franquia “Looney Tunes”. Produção chega aos cinemas brasileiros em 27 de agosto e estreia também em formatos especiais Atmos, 4DX e DBOX. Baixe o cartaz oficial neste link. Assista ao trailer aqui e baixe imagens aqui.
O filme acompanha Wile E. Coyote, que, após produtos Acme falharem inúmeras vezes em sua busca pelo Papa-Léguas, decide processar a Acme Corporation. Will Forte (“O Último Cara na Terra”) dá vida ao advogado de Coyote, que entra em um embate contra seu ex-chefe, interpretado por John Cena (“O Esquadrão Suicida”), enquanto desenvolve uma relação de amizade com o desenho animado e seguem determinados a vencer o caso.
O elenco conta ainda com Lana Condor (“Para Todos Os Garotos Que Já Amei”) e P.J. Byrne (“Um Completo Desconhecido”). James Gunn (“O Esquadrão Suicida”) é um dos produtores do filme e o roteiro é de Sammy Burch.
SOBRE A PARIS FILMES
A Paris Filmes é a maior distribuidora brasileira independente e atua no mercado de distribuição de filmes no Brasil e na América Latina, destacando-se pela alta qualidade cinematográfica. Além de ter distribuído grandes sucessos mundiais como as sagas “Crepúsculo” e “Jogos Vorazes”, o premiado “O Lado Bom da Vida”, que rendeu o Globo de Ouro®️ e o Oscar®️ de Melhor Atriz a Jennifer Lawrence em 2013 e “Meia-Noite em Paris”, que fez no Brasil a maior bilheteria de um filme de Woody Allen, a distribuidora também possui em sua carteira os maiores sucessos do cinema nacional, como as franquias “De Pernas Pro Ar”, “Até Que a Sorte nos Separe”, “DPA – O Filme” e “Turma da Mônica”. Nos últimos anos a empresa esteve à frente de importantes lançamentos como “John Wick”, “La La Land – Cantando Estações”, “A Cabana”, “Extraordinário”, “Marighella”, “Meu Nome é Gal”, “Homem com H”, “Manas”, “Pedágio”, “Ritas” , “Jogos Vorazes – A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes”, “Jogos Mortais X”, “A Empregada”, a franquia “Truque de Mestre” e “Minha Irmã e Eu” – primeiro filme nacional a bater a marca de 2 milhões de espectadores pós-pandemia.
Entre os próximos lançamentos estão “Feito Pipa”, “Geni e o Zepelim”, “As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você”, “Minha Melhor Amiga”, “Minha Vida com Shurastey” e “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita”.
Acompanhe as novidades sobre esse e outros lançamentos por meio das redes sociais:
A premiada peça, assistida por mais de 100 mil espectadores e que rendeu os Prêmios Shell e APTR de melhor ator em 2025 a Othon Bastos, chega a Brasília para curta temporada de 06 a 14 de agosto
A CAIXA Cultural Brasília apresenta, em curta temporada, o premiado monólogo “Não me entrego, não!”, encenado pelo renomado atorOthon Bastos, de 06 a 14 de agosto de 2026. Na primeira semana as sessões acontecem de quinta a sábado, às 20h, e domingo às 19h; e na segunda semana, de terça a sexta às 20h, totalizando oito apresentações a preços populares, com patrocínio da CAIXA. Os ingressos custam R$ 30 e R$ 15 (meia-entrada) e serão vendidos no sábado anterior na bilheteria do teatro e no site Bilheteria Digital.
Em cena, o ator transita por sua própria história, contando passagens divertidas e dramáticas da vida pessoal e profissional. Othon possui uma carreira marcante de títulos no cinema (“Deus e o Diabo na Terra do Sol”, de Glauber Rocha) e no teatro (“Um grito parado no ar”, de Gianfrancesco Guarnieri) que são relembrados em cena, propondo uma reflexão sobre cada momento da carreira do ator. A peça é uma lição de vida e de resiliência, de como enfrentar os obstáculos que se apresentam em nossa existência, e de como superá-los.
A montagem, com texto e direção de Flávio Marinho, já ultrapassou a marca de 100 mil espectadores.
“É com o maior orgulho e alegria que eu vejo o sucesso nacional da peça. Mais de um ano e meio em cartaz contando a história de vida de um ator que se confunde com a história do Brasil. Ver Othon fazendo o povo rir – e rindo de si mesmo – é um privilégio único”, observa Flávio Marinho, que vibra com o retorno da montagem.
Desde a estreia, Othon tem esbanjado entusiasmo, bom humor e uma incrível disposição em cena. Trabalhando sem parar aos 93 anos, é ele o primeiro a questionar quando o intervalo entre as apresentações fica mais espaçado. Para o ator, estar em cena é uma injeção de ânimo que estimula ainda mais a vitalidade – dele e da peça, que seguirá circulando ao longo de 2026, seguindo em busca de novos palcos para contar essa história de vida e arte que vem emocionando o público por onde passa.
“É um momento único, mesmo: meu primeiro monólogo e sobre a minha própria vida. É uma experiência muito forte eu ter que ser o meu próprio centro em cena. Mas não trazemos nenhuma lembrança amarga, apenas as alegres e divertidas, para levar curiosidades que vivi ao longo desses anos todos ao público, que saberá o que se passa com um ator – que é uma pessoa comum”, afirma Othon Bastos. “Mas, quando se recebe um dom como esse, você tem a capacidade de doar o que recebeu. Então é isso que eu quero, me doar e que as pessoas me leiam. Quero que elas vejam quem eu sou e como sou”, finaliza o ator.
Othon tem a companhia de um “ponto” em cena, a atriz Marta Paret, que traz observações às suas falas. “A ideia de ter a minha memória em cena é minha; achei que seria interessante ter uma espécie de Alexa no palco comigo”, diverte-se Othon, numa alusão pra lá de contemporânea à assistente virtual desenvolvida pela Amazon.”
Reconhecimento
Othon Bastos foi aclamado pela crítica e público, vencendo diversas premiações, como os renomados Prêmio Shell de Teatro 2025 (Melhor Ator); 19° Prêmio APTR (Melhor Ator, Melhor Autor e Melhor Produção); Prêmio Faz Diferença (Artes Cênicas); Prêmio Inspira Rio 2025 (Cultura); Prêmio Arcanjo 2025 (Especial); Cariocas do Ano 2024 (Teatro); A produção também foi reconhecida no Prêmio Arte e Longevidade Rio 2024.
Serviço:
[Teatro] “Não me entrego, não!” – com Othon Bastos
Local: CAIXA Cultural Brasília – SBS Q. 4 Lotes 3/4 – Asa Sul, Brasília/DF, 70092-900
Datas: de 06 a 14 de agosto de 2026 (de quinta adomingo e de terça a sexta)
Horário: Terça a sábado, às 20h / Domingo, às 19h
Às sextas-feiras, as sessões terão tradução em Libras
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia – clientes CAIXA e previstos em lei)
Vendas a partir de sábado, 01 de agosto, às 9h, na bilheteria do teatro, e às 13h no site no site Bilheteria Cultural.
Classificação indicativa: 12 anos
Duração: 90 minutos
Capacidade: 406 lugares | 8 cadeirantes
Acesso: espaço acessível para pessoas com deficiência e assentos especiais
Última edição acontece neste sábado e domingo, em frente ao Edifício CONSEI, com shows, DJs, oficinas, teatro infantil, gastronomia e atividades para toda a família
Depois de percorrer diferentes espaços da cidade promovendo cultura, lazer e economia criativa, o Viva Guará chega ao seu último fim de semana. Nos dias 15 e 16 de agosto, sábado e domingo, o projeto encerra sua temporada com uma programação especial e gratuita, a partir das 14h, em frente ao Edifício CONSEI, na EQ 33/34, no Guará/DF.
Com o conceito de uma cultura que ocupa, conecta e fortalece, o Viva Guará vem transformando espaços da região em pontos de encontro entre moradores, artistas, produtores culturais e empreendedores. A proposta é valorizar os talentos da cidade e, ao mesmo tempo, ampliar o acesso da população à cultura e ao lazer.
Ao longo de suas edições, o projeto reuniu atrações musicais, manifestações da cultura urbana, oficinas, feira colaborativa, gastronomia e atividades voltadas às crianças. Para o encerramento, a proposta se mantém: serão dois dias de programação diversificada para todas as idades, com entrada gratuita.
Além de oferecer entretenimento, o Viva Guará busca fortalecer a própria identidade cultural da região. Artistas, DJs, grupos de dança, empreendedores, artesãos e produtores encontram no projeto uma vitrine para apresentar seus trabalhos e estabelecer novas conexões com a comunidade.
Sábado terá música, oficinas e teatro infantil
No sábado (15), a programação começa às 14h com a abertura do Viva Guará. Durante todo o evento, o público contará com Feira Gastronômica e Espaço Kids.
A agenda cultural começa com uma Oficina de Graffiti, às 14h, seguida pela Oficina de Capoeira, às 15h. Às 16h, o público infantil ganha espaço com uma apresentação de Teatro Infantil.
A programação musical começa às 16h30, com o DJ Henrique Lion. Na sequência, apresentam-se Herik, às 18h15; Mano Dablio, às 19h30; e Nativas Sound & SHANTY, às 20h30, fechando a primeira noite do último fim de semana do projeto.
Domingo terá edição especial “Lazer Cultural das Antigas”
O domingo (16) será marcado pelo “Viva Guará convida: Lazer Cultural das Antigas”, reunindo DJs e grupos de dança em uma programação dedicada à música e à cultura urbana.
As atividades começam novamente às 14h, com Oficina de Graffiti, seguida de Oficina de Capoeira, às 15h, e Teatro Infantil, às 16h.
A partir das 17h, a música assume a programação com DJ Surubim, seguido por DJ Cláudio Moraes, às 18h; DJ Duda, às 19h; DJ Ocimar, às 20h; e DJ Paulão, às 21h.
Durante o Lazer Cultural das Antigas, haverá ainda a participação especial dos grupos de dança Vibe Urbana, Pegada Black e Over Boys, reforçando a conexão do projeto com diferentes expressões da cultura local.
Cultura, convivência e economia criativa
Mais do que uma programação de fim de semana, o Viva Guará aposta na ocupação cultural dos espaços da cidade como instrumento de convivência, pertencimento e desenvolvimento comunitário.
A presença de artistas, pequenos empreendedores, produtores culturais e iniciativas ligadas à economia criativa também contribui para movimentar a cadeia produtiva local, criando oportunidades e aproximando esses profissionais diretamente do público.
O último fim de semana será, portanto, uma celebração do caminho percorrido pelo projeto e, principalmente, dos talentos que ajudam a construir diariamente a identidade cultural do Guará.
A entrada é gratuita, mediante retirada antecipada de ingresso pela plataforma Sympla.
O Viva Guará é realizado pelo Instituto Evolui, com apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.
SERVIÇO
Viva Guará – Último fim de semana
Quando: Sábado e domingo 15 e 16 de agosto de 2026 Horário: a partir das 14h Onde: em frente ao Edifício CONSEI – EQ 33/34, Guará/DF Entrada: gratuita, mediante retirada de ingresso pelo Sympla https://www.sympla.com.br/evento/viva-guara-de-graca-15-e-16-de-agosto-em-frente-ao-ed-consei/3524100 Programação: música, DJs, oficinas de graffiti e capoeira, teatro infantil, gastronomia, Espaço Kids, dança, cultura urbana e economia criativa Realização: Instituto Evolui Apoio: Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal
Quinta etapa do evento será realizada no estacionamento do Estádio do Cave, com programação gratuita até domingo (16)
O Guará recebe, a partir desta quinta-feira (13), a quinta etapa do AGROSAT. A programação segue até domingo (16), em uma área montada no estacionamento do Estádio do Cave, com entrada gratuita e atividades voltadas a diferentes públicos.
A agenda começa sempre às 19h e reúne rodeio, apresentações musicais, atrações infantis, fazendinha rural e uma vila gastronômica. A estrutura foi planejada para receber o público durante as quatro noites de programação.
Entre as atrações está o rodeio, que terá competições ao longo do evento. Para as crianças, a programação inclui Área Kids e uma Fazendinha Rural, com animais e atividades relacionadas ao universo do campo.
A música também faz parte da programação. Estão previstos shows de Andrezin – O Príncipe, Bob Nickson, Forró do Cerrado, Forró Playlist e Banda Imagem, além de outros artistas da cena regional.
A Vila Gastronômica reúne opções de alimentação e complementa a programação noturna, com funcionamento durante os dias do evento.
Serviço AGROSAT – 5ª Etapa Data: 13 a 16 de agosto Horário: a partir das 19h Local: Estacionamento do Estádio do Cave Entrada: gratuita Realização: T&T Produções
Dirigido por Fáuston da Silva, comédia de ação premiada no Festival de Brasília mistura humor e ficção científica em uma aventura imperdível
Enquanto Homem-Aranha: Um Novo Dia reacende o entusiasmo do público pelos super-heróis nas telonas, o cinema brasileiro apresenta seu próprio defensor. No dia 13 de agosto, estreia nacionalmente Manual do Herói, filme dirigido por Fáuston da Silva que transforma Ceilândia, no Distrito Federal, no cenário de uma aventura repleta de ação, humor e fantasia, protagonizada por um herói que descobre que “ser herói não é poder. É querer.”
Distribuído pela O2 Play e coproduzido pela Esmero Filmes e Hoje Filmes, o longa-metragem, dirigido e roteirizado por Fáuston da Silva, do premiado curta Meu Amigo Nietzsche, apresenta um universo original que dialoga com os quadrinhos, mas constrói uma identidade genuinamente. “Uma das perguntas que deram origem a Manual do Herói foi: como transportar para o Brasil uma mitologia tão ligada aos quadrinhos urbanos americanos? A partir daí, nosso esforço foi imaginar como esse universo poderia ganhar sotaque, ritmo, humor e contradições brasileiras”, explica o diretor. “Em vez de importar Gotham ou Nova York, a gente parte de Brasília e, mais especificamente, de Ceilândia, que funciona um pouco como o nosso Bronx: um território periférico, vibrante, cheio de identidade, tensão, cultura e personagens coloridos que parecem prontos para saltar de uma página de quadrinhos”, completa.
Roteiro e festivais Durante um assalto, Agnus recebe um livro misterioso: o Manual do Herói. Ao mergulhar em suas páginas, encontra um mundo em ruínas, onde o pacto entre vilões e omissos ameaça consumir o que ainda resta de virtude. Entre desafios sobrenaturais, descobertas pessoais e grandes confrontos, o jovem precisa decidir se está disposto a assumir um papel capaz de transformar não apenas seu destino, mas o de todos ao seu redor.
Muito além de uma homenagem ao gênero dos super-heróis, Manual do Herói reinventa seus códigos a partir da realidade brasileira. A narrativa traz referências à cultura urbana, às periferias do Distrito Federal e à ancestralidade indígena, criando um universo inédito dentro do audiovisual nacional.
O protagonista Agnus é interpretado por Eduardo Ydiriuá, vencedor do prêmio de Melhor Ator no 57º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro por sua atuação no filme. Segundo ele, não tem como público não se identificar com o personagem. “Ele está na correria de todos os dias. É focado nos estudos, no trabalho, com problemas em casa e fora de casa”, descreve o ator, que nasceu em Samambaia, e é descendente do povo indígena Karajá, do Pará. “Todo mundo tem um herói dentro de você. Ser herói não é só ter superpoderes. É ser como o Agnus, que levanta de madrugada e vai dormir de madrugada, tentando balancear a vida profissional e a vida pessoal mesmo sendo muito jovem”, resume.
A produção também integrou a seleção oficial da 4ª OJU – Roda Sesc de Cinemas Negros e da Mostra de Cinema Rolê 22, consolidando seu reconhecimento antes mesmo da estreia comercial.
Além de Eduardo Ydiriuá, o elenco reúne Elaine Amaro, Aline Araújo, Lila Kamayurá, Pablo Magalhães, Luiz Senna, Lino Ribeiro, João Gott, Luana Wernik e Fabrizia Posada, formando um conjunto de personagens que amplia as possibilidades desse universo ficcional, concebido desde sua origem com potencial para futuras continuações. Há também participações especiais de Bruno Torres e Sérgio Sartório.
Manual do Herói conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) e Lei Paulo Gustavo.
Sobre o diretor Fáuston da Silva é cineasta, roteirista e produtor brasiliense, formado em Audiovisual pela Universidade de Brasília (UnB). É diretor de Meu Amigo Nietzsche, um dos curtas-metragens mais premiados da história do cinema brasileiro, com mais de 100 prêmios e reconhecimentos em importantes festivais ao redor do mundo, incluindo o Festival de Brasília, Clermont-Ferrand, na França; e o Festival de Sapporo, no Japão. Ao longo da carreira, dirigiu também filmes como O Balãozinho Azul e A Terra em que Pisar. Manual do Herói marca sua estreia na direção de longas-metragens.
Ficha Técnica Título: Manual do Herói Direção e Roteiro: Fáuston da Silva Produção: Esmero Filmes e Hoje Filmes Distribuição: O2 Play Elenco: Eduardo Ydiriuá, Elaine Amaro, Aline Araújo, Lila Kamayurá, Pablo Magalhães, Luiz Senna, Lino Ribeiro, João Gott, Luana Wernik e Fabrizia Posada. Gênero: Ação, comédia, ficção científica, aventura Duração: 99 minutos Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 12 anos
Sessão especial acontece no dia 12 de agosto, no Liberty Mall, e contará com coletiva de imprensa antes da exibição
Na véspera da estreia nacional de HONESTINO, Brasília recebe uma sessão especial do longa no dia 12 de agosto, às 19h30, no Liberty Mall. Antes da exibição, às 18h30, será realizada uma coletiva de imprensa com o diretor Aurélio Michiles, o ator Bruno Gagliasso, o produtor Nilson Rodrigues, e Bianca Borges presidente da UNE, que estarão disponíveis para conversar sobre a produção, a importância da preservação da memória da Ditadura Militar e o lançamento do filme, que chega aos cinemas brasileiros em 13 de agosto. A sessão será seguida de debate com os participantes e para assistir ao filme é necessário adquirir ingressos via plataforma de venda do respectivo cinema.
Fusão entre documentário e ficção, HONESTINO reconstrói a vida de Honestino Guimarães, ex-presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE), desaparecido pela Ditadura Militar em 1973, aos 26 anos. Baseado em cartas, poemas, imagens de arquivo e depoimentos de familiares, amigos, pesquisadores e militantes, o filme recupera a memória de uma das figuras mais emblemáticas da resistência estudantil brasileira.
Brasília ocupa um lugar central nessa história. Foi na Universidade de Brasília (UnB) que Honestino se tornou uma das principais lideranças do movimento estudantil brasileiro. Preso cinco vezes por sua atuação política, foi sequestrado por agentes da repressão em 1973 e nunca mais foi visto, tornando-se um dos casos mais emblemáticos de desaparecimento forçado durante o regime militar.
Ao revisitar essa trajetória, o longa também propõe uma reflexão sobre a importância da preservação da memória histórica e da defesa da democracia. A narrativa estabelece conexões entre o caso de Honestino e outros episódios marcantes da violência de Estado no período, evidenciando como o apagamento dessas histórias ainda impacta a sociedade brasileira.
Antes de chegar aos cinemas, HONESTINO passou por importantes festivais, conquistando o Troféu Redentor de Melhor Montagem no Festival do Rio, além de integrar a programação da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo e do DH Fest: Festival de Cultura em Direitos Humanos, entre outros eventos.
Dirigido por Aurélio Michiles, produzido por Nilson Rodrigues da MERCADO FILMES e distribuído pela PANDORA FILMES, HONESTINO chega aos cinemas brasileiros no dia 13 de agosto.
Serviço: Data: 12 de agosto Coletiva de imprensa: 18h30 Sessão: 19h30 Local: Cine cultura Liberty Mall Endereço: SCN Quadra 2, Bloco D, Asa Norte, Brasília (DF).
Projeto registrado no Cais do Lago reuniu 14 faixas e marca uma nova fase na trajetória
Dalmi Junior viveu uma noite especial em Brasília com a gravação do DVD “Minha Verdade”. O projeto foi registrado no dia 5 de agosto, no Cais do Lago, e reuniu público, convidados e grandes nomes da música em um momento que marca uma nova etapa na carreira do cantor.
Com um repertório formado por 14 faixas, “Minha Verdade” apresenta diferentes momentos da trajetória musical de Dalmi Junior e reforça a identidade do artista. A gravação contou ainda com participações especiais de Hungria, Grelo e do grupo Benzadeus, que dividiram o palco com o cantor em algumas das músicas do projeto.
Entre os destaques do repertório estão “Seu Madruga”, com participação de Grelo; “Mais Pilantra Que Eu”, com Benzadeus; e “Prateleira”, ao lado de Hungria. O DVD também reúne faixas como “Beijou, Sofreu”, “Igual Polícia”, “Meu Nome é Pronto”, “Até o Copo Pedir Socorro”, “Não É Farra, É Falta”, “Pedaço do Passado”, “Chorar Dançando”, “Vivendo Memo”, “Não Peita Não”, “Só Quer Entretenimento” e o medley “Não Me Perdoei / Meu Eu em Você”.
A produção musical do projeto ficou a cargo de Menor DJ, com direção de Caverna. A estrutura montada no Cais do Lago foi pensada especialmente para a gravação, criando o cenário para o registro audiovisual que representa um novo capítulo na caminhada do artista.
Para Dalmi Junior, “Minha Verdade” é um projeto que traduz sua essência e a relação construída com a música ao longo de sua trajetória. Com a gravação concluída, o artista inicia agora uma nova etapa do projeto, que envolve os próximos passos de lançamento do DVD e a apresentação desse repertório ao público.
Evento beneficente reúne gastronomia, música e cultura italiana para arrecadar recursos destinados ao atendimento de pessoas com deficiência, com a presença do embaixador da Itália no Brasil
A gastronomia, a música e a tradição italiana serão usadas como instrumento para fortalecer uma das mais antigas instituições de acolhimento de pessoas com deficiência do Distrito Federal. No dia 22 de agosto, o Instituto Dom Orione promove, no Lago Sul, a terceira edição da Noite Italiana, evento beneficente que arrecada recursos para a manutenção dos serviços prestados a 50 jovens e adultos que vivem em regime de residência inclusiva.
A programação terá início às 18h30, com uma missa celebrada em italiano. Às 20h, começa o evento principal, que reúne buffet de massas, vinhos, apresentações culturais e o espetáculo Itália Mia, com o cantor Toni Martin. A noite contará ainda com a presença do embaixador da Itália no Brasil, Alessandro Cortese.
Embora tenha como inspiração a cultura italiana, o foco do encontro é garantir recursos para a continuidade das atividades desenvolvidas pelo Instituto, que há seis décadas acolhe pessoas com deficiência em situação de vulnerabilidade social. Atualmente, a instituição atende moradores com diferentes condições, entre elas autismo, esquizofrenia, transtornos psicóticos e deficiência intelectual, oferecendo assistência permanente nas áreas de saúde, educação e desenvolvimento ocupacional.
“Realizar a Noite Italiana é sempre motivo de gratidão. Além de celebrar a cultura e a tradição italianas, a festa nos lembra que a fraternidade se fortalece por meio da solidariedade. É emocionante ver tantas pessoas, voluntários e participantes abrindo o coração para colaborar com essa causa e apoiar o Instituto Dom Orione. Esse espírito de união é o que torna o evento tão especial”, afirma o padre Josumar dos Santos, diretor da instituição.
História ligada ao nascimento de Brasília
A trajetória do Instituto Dom Orione acompanha os primeiros anos da capital federal. Pouco depois da inauguração de Brasília, religiosos da Congregação dos Filhos da Divina Providência iniciaram as tratativas para implantar uma obra social na cidade. Em 1961, a Novacap autorizou a doação de uma área de 22 hectares na QI 15 do Lago Sul, onde o Instituto foi oficialmente fundado, em 21 de julho de 1964. A primeira sede funcionava em uma casa de madeira construída para dar início ao atendimento assistencial.
Inicialmente, a instituição acolhia órfãos, crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade, chegando a atender cerca de 180 meninos de comunidades da região. A mudança de perfil ocorreu em 1978, quando, diante da escassez de serviços especializados no Distrito Federal, a congregação passou a dedicar sua atuação exclusivamente ao acolhimento de pessoas com deficiência.
Hoje, o Instituto atua em parceria com as secretarias de Desenvolvimento Social e de Educação do Distrito Federal, oferecendo proteção integral, atividades pedagógicas e ações voltadas ao fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários.
A instituição é inspirada na obra de São Luís Orione, sacerdote italiano fundador da Pequena Obra da Divina Providência, reconhecido pelo trabalho desenvolvido junto às populações mais vulneráveis. Presente em diversos países, a congregação mantém no Brasil unidades dedicadas ao atendimento de crianças, idosos e pessoas com deficiência.
Serviço
III Noite Italiana – Instituto Dom Orione
Data: 22 de agosto
18h30: Missa celebrada em italiano
20h: Início da Noite Italiana
Local: Instituto Dom Orione – SHIS QI 15, Área Especial 02, Lago Sul, Brasília
Ingresso: R$ 90,00
Bebidas e sobremesas não estão incluídas no valor do convite.
Informações e compra antecipada: (61) 99927-6493 ou (61) 99555-2104
Longa, que venceu o prêmio Best Narrative Documentary na edição deste ano do Los Angeles Brazilian Film Festival, é o primeiro documentário sobre o artista desde sua morte
A Synapse Distribution acaba de divulgar o trailer de “Gonzaguinha, Da Maior Liberdade”, filme de Susanna Lira selecionado para a Mostra Competitiva de Longas-metragens Documentários do Festival de Gramado 2026. Com exibição prevista para 20 de agosto, às 20h, no Palácio dos Festivais, o longa mergulha na obra e na vida pessoal do cantor Luiz Gonzaga Jr, abordando sua fúria amorosa, sua poesia contundente e sua coragem política. Confira o trailer aqui.
Por meio das canções de Gonzaguinha, que são verdadeiros manifestos populares, o filme constrói uma viagem sensorial e afetiva que articula música e memória, por meio de imagens de arquivo e a dramatização de uma entrevista memorável do artista para o Pasquim. Nessas cenas, Gonzaguinha é interpretado pelo ator André Dale – que já havia dado vida ao cantor em “Homem com H”, cinebiografia de Ney Matogrosso.
Em “Gonzaguinha, Da Maior Liberdade”, as canções funcionam como dispositivos narrativos que atravessam imagens de época, registros televisivos, fotografias íntimas e cenas do Brasil urbano. As contradições e fragilidades do artista não ficam de fora. Sua relação complexa com a fama, o peso de ser filho de Luiz Gonzaga, a necessidade radical de afirmar uma identidade própria em tempos de repressão reforçam a ideia de que Gonzaguinha nunca cantou para agradar. “Ele transformou indignação em canção, crítica em melodia e que fez da música um território de disputa simbólica”, afirma Susanna Lira.
“Gonzaguinha, Da Maior Liberdade” teve sua primeira exibição no 2o LABRFF (Los Angeles Brazilian Film Festival), em Orlando, nos EUA, em maio deste ano. No evento, o filme conquistou o prêmio Best Narrative Documentary.
Gonzaguinha, Da Maior Liberdade
Sinopse
“Gonzaguinha, Da Maior Liberdade” é um filme que busca resgatar em letras, imagens e sons a fúria e a poesia de um dos artistas mais importantes para a construção e a discussão popular de nossa história democrática: Luiz Gonzaga Jr.
Ficha técnica:
Direção: Susanna Lira
Roteiro e Pesquisa: Rodrigo Alzuguir
Pesquisa Adicional: Ítalo Rocha
Pesquisa de Imagens: Ítalo Rocha e Clara Eyer
Consultoria de Roteiro: Simone Melamed
Assistência de Direção: Gretha Viana e Pilar Sla
Produzido por: Susanna Lira e Tito Gomes
Direção de Fotografia: Rafael Mazza
Operação de Câmera: Arthur Sherman
Assistência de Câmera: João Gasparian
Elenco: André Dale, Ernesto Leão e Gedivan Albuquerque
Dançarinos: Iara Cassano e Jefferson Bilisco
Caracterização: Débora Saad
Produção Executiva: Luciana Freitas e Lívia Nunes
Coordenação de Produção: Gabriella Fischer
Direção de Produção: Gretha Viana e Janaína Brasil
Técnico de Som: Tito Gomes
Coordenação de Pós: Clara Eyer
Montagem: Ítalo Rocha
Assistência de Montagem: Rê Ferreira e Mateus Teixeira
Produção de Conteúdo de Arquivo e Licenciamento: Leticia de Souza Barbosa e Gabriella Fischer
Colorista Sênior e Supervisão: Glauco Guigon
Colorista: Lucas Martinelli
Conform e Finalização: Gabriel Martino
Desenho de Som: Ítalo Rocha
Edição e Mixagem de Som: Tiago Picado
Motion Design: Rodrigo Amim
Digitalização e Tratamento de Fotos: Adelino de Oliveira Jr.
Tradução e Legendas: Tradução na Pilha
Apoio Logístico: Breno Pinheiro Silva e Carlos Eduardo Facadio
Controladoria: Daiana Kreder e Outrastória Brasil
Sobre a diretora Susanna Lira
Susanna Lira é cineasta, pós-graduada em Filosofia, Direito Internacional e Direitos Humanos, especializada em biopolítica criminal. É mestre em Psicanálise. Dirigiu mais de 21 longas-metragens e dezenas de curtas e séries, acumulando mais de 120 prêmios em festivais no Brasil e no exterior. Entre seus trabalhos de maior destaque estão: “Apenas 3 Meninas” (2026), “#salverosa” (2025), “Fernanda Young – Foge-me ao Controle” (2024), “Quando Elas Se Movimentam” (2024), “Nada Sobre Meu Pai” (2023), Jessie e Colombo” (Globoplay, 2023), “Não Foi Minha Culpa” (ficção, Star Plus, 2022), “Adriano Imperador” (Paramount Plus, 2022), “Casão, Num Jogo Sem Regras” (Globoplay, 2022), “A Mãe de Todas as Lutas” (2021), “Torre das Donzelas” (2018), “Mussum, Um Filme do Cacildis” (2018).
Ao longo de 20 anos de carreira trabalhou para os principais veículos de comunicação. Possui uma longa e reconhecida carreira como diretora, tendo sido inclusive homenageada em vários países: no Festival FEMCINE, no Chile em 2019; no Festival Tenemos que ver no Uruguai em 2018 e no Festival de Cine Independente de Mar del Plata 2016 na Argentina, com a mostra “Susanna Lira – Hasta el limite”. No Brasil, foi homenageada em 2021 com a Mostra SUSANNA LIRA, organizada pelo Infinitto Festival.
Em 2025, Susanna Lira estreou seu primeiro filme de ficção, “#salverosa”, no Festival do Rio, sendo premiado nas categorias de Melhor Filme pelo Júri Popular, Melhor Figurino e Melhor Atriz para Klara Castanho. Além disso, em fevereiro deste ano o filme conquistou a marca de primeiro lugar no ranking de filmes da Netflix no Brasil.
Sobre a Modo Operante
Desde 2004 no mercado audiovisual, a Modo Operante Produções conquistou seu espaço no desenvolvimento de filmes e séries, tanto para a TV como para o cinema, e se tornou referência quando o assunto é produção de documentários. Acumula mais de 100 prêmios em festivais de cinema do Brasil e exterior, como Festival do Rio, Festival de Gramado, Festival de Brasília, ATLANTIDOC e FEMCINE.
À frente dos projetos estão a diretora e fundadora, Susanna Lira, que traz uma filmografia com mais de 21 longa-metragens e diversos títulos de séries de canais nacionais e internacionais, e seusócio-diretor, Tito Gomes, que também trabalha há mais 20 anos no mercado audiovisual como produtor musical, montador e designer. Sempre movida por temas que respeitam as diferenças sociais, culturais, de gênero e, principalmente, relacionados aos direitos humanos, a Modo Operante possui diferentes projetos em seu currículo. A produtora se destaca pelo trabalho com diversos clientes renomados do mercado como TV Globo, Globoplay, Universal Channel, Discovery Channel, BBC, GNT, Canal Futura, Canal Curta!,CineBrasil TV e FashionTV.
Entre os projetos mais renomados pela produtora estão os documentários “Réquiem para Moïse” (2025), “Fernanda Young – Foge-me ao Controle” (2024), “Nada Sobre Meu Pai” (2023), “A Mãe de Todas as Lutas” (2021) e “Torre das Donzelas” (2018). Além dos filmes, a Modo Operante produziu as novas séries “Pecados Revelados” (2023) para o GNT e “Casão – Num Jogo Sem Regras” (2022) e “Jessie & Colombo” (2023) para o Globoplay.
Com mais de 20 anos de trajetória, a Modo Operante chega neste ano com dois documentários: “Gonzaguinha, Da Maior Liberdade” e “Mr. Wonderful”. E também está com a produção de seu primeiro longa-metragem de ficção “Comadrio”, com gravações para o 2o semestre de 2026.
Sobre a Synapse Distribution
A Synapse, selo de exibição da SOFA DGTL, licencia uma média de 20 filmes por ano. Responsável pelo lançamento nos cinemas do vencedores do Oscar de Melhor Documentário “Um Zé Ninguém Contra Putin” (2026) e ‘Sem Chão – No Other Land’ (2025), também foi responsável por distribuir ‘Vermiglio – A Noiva da Montanha”, vencedor do leão de prata em Veneza. Entre outros títulos estão “Vidas Entrelaçadas” com Angelina Jolie, ‘Love Lies Bleeding – O Amor Sangra’, com Kristen Stewart, ‘As Vezes Quero Sumir’, com Daisy Ridley, o último filme do diretor Ken Loach, ‘O Último Pub’, entre outros.
Sobre a SOFA DGTL
A SOFA DGTL é uma agregadora de conteúdo premium que tem como missão conectar histórias a pessoas, ajudando o consumidor a encontrar o conteúdo certo para o seu perfil. Por meio do serviço de recomendação Filmelier.com, com mais de 17 milhões de usuários anuais, a SOFA DGTL obtém amplo conhecimento da audiência e consegue definir a melhor estratégia para aquisição e monetização de filmes. A empresa comercializa o melhor do cinema em mais de 30 plataformas na América Latina nas modalidades Transacional – TVOD (aluguel e compra), Assinatura –SVOD e por Publicidade – AVOD, com mais de 400 milhões de horas assistidas nesse segmento.
Grupo celebra trajetória com a turnê nacional “Lagum em Todo Lugar”, produzida pela Live Nation, com estreia em Belo Horizonte e passagem por dez cidades brasileiras
A pré-venda de ingressos estará disponível a partir do dia 5 de agosto, às 11h. A venda geral acontece às 12h online (www.ticketmaster.com.br) e 13h nas bilheterias oficiais
Quando a Lagum ainda dava os primeiros passos, em 2016, uma frase do primeiro álbum parecia falar de um futuro muito distante: “faço planos para agosto de 2026”. Na época, era só um verso sobre a ansiedade de quem sonhava em viver de música. Dez anos depois, agosto chegou com a banda consolidada, com três álbuns indicados ao Grammy Latino, vencedores de quatro prêmios Multishow e uma nova turnê pela frente: Lagum em Todo Lugar, produzida pela Live Nation.
E o ponto de partida para os shows não podia ser outra cidade senão Belo Horizonte, onde o grupo nasceu. A turnê vai percorrer dez cidades brasileiras entre o fim de 2026 e o início de 2027. Além da capital mineira, estão confirmadas apresentações no Rio de Janeiro, Brasília, Ribeirão Preto, Porto Alegre, Florianópolis e Curitiba. As outras datas vão ser anunciadas em breve, incluindo o Nordeste.
A pré-venda de ingressos para o público estará disponível online no dia 5 de agosto (quarta-feira), das 11h às 12h, enquanto a venda geral inicia às 12h online (www.ticketmaster.com.br) e 13h nas bilheterias oficiais (sem taxa de serviço), com parcelamento em até 3x sem juros.
Essa escolha também é simbólica. Há dez anos, a Lagum lançava, de forma totalmente independente, o álbum Seja o Que Eu Quiser, gravado em um pequeno estúdio em Belo Horizonte, sem imaginar tudo o que viria pela frente. Sem um plano de lançamento e ainda tentando encontrar seu espaço, os integrantes simplesmente colocaram suas músicas no mundo, sem saber onde aquilo tudo iria dar.
“Em maio de 2016, a gente simplesmente lançou o álbum no mundo. Não tinha planejamento, não fazia parte de uma cena consolidada, era tudo muito por conta própria. A gente só queria fazer acontecer”, relembra o vocalista Pedro Calais.
Na época, o verso que citava agosto de 2026 não carregava uma promessa. Era apenas uma imagem criada para traduzir a inquietação de quem sonhava com o futuro. Hoje, Pedro se surpreende ao perceber que a data acabou ganhando um significado que ninguém esperava.
“Os planos para agosto de 2026 não existiam. Era só uma frase que rimava, uma metáfora para essa ansiedade de querer viver logo de música. É muito louco chegar nesse agosto e perceber que muito daquilo que a gente sonhou está acontecendo, e muito além do que a gente imaginava.”
Outro detalhe ganhou um novo significado. A capa do primeiro álbum, criada artesanalmente pelo próprio cantor com uma forma de bolo, terra e objetos pessoais dos integrantes, tornou-se uma espécie de cápsula do tempo.
“Hoje eu olho para ela como uma cápsula do tempo. Na época, a gente não pensava nisso. Poderia ser que em agosto de 2026 eu fosse um publicitário e não um músico. Agora eu olho para aquele álbum e penso: ‘caramba, a gente é fruto do sonho daqueles caras’.”
A turnê abre uma nova fase da Lagum, misturando músicas que marcaram a trajetória da banda com o que o grupo está preparando daqui para a frente.
“Essa turnê é uma celebração da realização dos sonhos. É bonito perceber que aquilo que parecia tão distante virou realidade, mas também entender que ainda existem muitos lugares para chegar”, afirma o guitarrista Jorge.
O conceito de Lagum em Todo Lugar começou a tomar forma antes mesmo da turnê. Nos últimos meses, a banda gravou live sessions em lugares inusitados e cenários emblemáticos do país. A primeira, no Bondinho do Pão de Açúcar, no Rio de Janeiro, já foi lançada. As demais chegarão às plataformas em breve.
“A gente pretende que essa turnê viaje por todo o Brasil e, quem sabe, pelo mundo. Uma banda só é grande quando consegue tocar em todos os cantos. Esse é o momento mais importante da nossa trajetória: expandir a música da Lagum e chegar cada vez mais longe”, completa Jorge.
Se hoje a banda percorre o país, o caminho foi construído passo a passo. Para Zani, guitarrista, a trajetória nunca aconteceu de forma repentina.
“A gente foi crescendo degrau por degrau. Nunca existiu um momento em que a Lagum deixou de ser uma banda local para virar uma banda nacional. As coisas foram acontecendo aos poucos, chegando na casa das pessoas, no ouvido delas, e continuam acontecendo até hoje.”
Essa construção também se reflete na relação entre os integrantes.
“A nossa maior conquista foi chegar até aqui do jeito que chegamos. Continuamos amigos, fazemos o que amamos, temos um estúdio nosso e seguimos com vontade de fazer isso pelo resto da vida”, resume Zani.
No palco, o público vai curtir um show inédito, pensado especialmente para esse novo momento. O repertório reflete todas as fases da carreira da Lagum, reúne os maiores sucessos da banda e reserva novas versões e surpresas para os fãs, além de um projeto de cenário, iluminação e direção concebido exclusivamente para a turnê.
“A gente sempre relembra toda a nossa história nos shows, mas, desta vez, estamos preparando um espetáculo completamente novo. Vai ter coisa que a galera nunca viu e a expectativa é justamente surpreender quem estiver com a gente nessa comemoração”, adianta o baixista Chicão.
Se, há dez anos, agosto de 2026 existia apenas em um verso, hoje ele marca o início de uma nova fase.
“O tempo passou muito rápido. Tenho saudade da coragem e da inocência daqueles meninos, mas também uma gratidão enorme pela caminhada. A gente continua sonhando porque nunca ficou satisfeito. E espero que seja sempre assim”, conclui Pedro.
Sobre a Lagum Com três álbuns indicados ao Grammy Latino — Memórias (De Onde Eu Nunca Fui) (2022), Depois do Fim (2023) e LAGUM AO VIVO (2023) — a Lagum é uma banda mineira formada em 2014 por Pedro Calais (voz), Zani (Otavio Cardoso) e Jorge (Glauco Borges) nas guitarras, e Chico (Francisco Jardim) no baixo. Misturando rock, pop, reggae, indie e o que mais a criatividade permitir, a Lagum não se prende a rótulos. Sua liberdade estética é um reflexo da busca por identidade artística, resultando em um som que transita por gêneros com autenticidade e assinatura própria.
O primeiro álbum, “Seja o Que Eu Quiser” (2016), apresentou ao público suas composições autorais e iniciou o caminho de uma carreira ascendente. Entre uma leva de singles, a faixa Deixa explodiu nas plataformas digitais e rádios, catapultando a banda ao cenário nacional. Em 2019, veio o segundo disco, “Coisas da Geração”, que ampliou o público com hits como Oi e os levou a turnês pelo Brasil e exterior.
Em 2023, o EP “FIM” e o disco “Depois do Fim” marcaram uma nova fase do grupo, com experimentações sonoras, letras confessionais e um mergulho emocional profundo. O álbum alcançou o Top 50 do Spotify Brasil em menos de uma semana e trouxe visuais gravados em Belo Horizonte que expandem a experiência da obra. No mesmo ano, a banda lançou o projeto “LAGUM AO VIVO”, gravado para 8 mil pessoas no Espaço Unimed (SP), consolidando sua potência nos palcos. Reconhecida por shows grandiosos e viscerais, a Lagum entrega ao vivo uma experiência catártica e eletrizante.
Em 2024, a banda lançou seu projeto de bloco de carnaval, Lagum na Avenida, levando em 2024 e 2025 mais de 200 mil foliões às ruas de Belo Horizonte.
Em maio de 2025, a banda lançou seu mais novo álbum, “As Cores, as Curvas e as Dores do Mundo”, com 10 faixas inéditas que capturam a essência crua e vibrante das performances ao vivo. O disco propõe uma escuta que vai além do entretenimento: provoca, questiona e convida a enxergar beleza e contradição na vida urbana e cotidiana, num paralelo entre a realidade da rua e o mundo filtrado pelas telas. Depois do lançamento do novo disco, Lagum fez uma turnê por todas as regiões do Brasil e abriu todos os shows da banda Imagine Dragons na sua passagem pelo país.
Sobre a Live Nation Live Nation Entertainment (NYSE: LYV) é a principal empresa de entretenimento no mundo, composta por líderes do mercado global: Ticketmaster, Live Nation Concerts e Live Nation Sponsorship. Para mais informações, visite www.livenation.lat e www.livenationentertainment.com.
BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA Local: Bilheteria da Esplanada da Arena MRV Endereço: Rua Cristina Maria de Assis, 202 – Califórnia, Belo Horizonte – MG
05/08 Pré-venda: somente online das 11h às 12h Venda Geral: – Venda geral online a partir das 12h – Atendimento presencial na bilheteria a partir das 13h – Entrada na fila até às 17h. Após esse horário, atendimento apenas para quem já estiver na fila – Atendimento sujeito à disponibilidade de ingressos. Ingressos esgotados, a bilheteria encerra o atendimento
06/08 em diante – Funcionamento regular – Terça a sábado: das 10h às 17h – Não abre: segundas-feiras, feriados, emendas de feriados, 1 dia útil anterior a jogos no local, dias de jogos ou outros eventos
Ingressos Digitais – Para este evento, também serão disponibilizados ingressos em formato digital. – Para acessar o ingresso, será necessário ativá-lo no aplicativo Quentro. – Faça login no aplicativo utilizando o mesmo e-mail informado na compra. – Após a ativação, o ingresso ficará disponível no aplicativo Quentro. – Recomendamos baixar e configurar o aplicativo Quentro antes de comparecer à bilheteria, para facilitar e agilizar o processo de compra.
Importante – Meia-entrada: é obrigatória a apresentação do documento comprobatório no momento da compra e no acesso ao evento. – App Quentro: recomendamos baixar e configurar o aplicativo antes de comparecer à bilheteria. Isso facilita a compra e o acesso ao ingresso digital.
VENDA PELA INTERNET – SUJEITO À COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA
O único canal de vendas oficial é o www.ticketmaster.com.br Obs: não adquira ingressos em qualquer outra plataforma.
PARCELAMENTO Clientes em geral – Parcelamento em até 3x sem juros; de 4 a 8x com juros Clientes em geral podem comprar até 6 ingressos por CPF, sendo 2 meia-entrada
POLTRONAS: R$ 145,00 meia-entrada e R$ 290,00 inteira
CAMAROTE A: R$ 200,00 meia-entrada e R$ 400,00 inteira CAMAROTE B: R$ 210,00 meia-entrada e R$ 420,00 inteira CAMAROTE C: R$ 220,00 meia-entrada e R$ 440,00 inteira
BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA Local: Estádio Olímpico Nilton Santos (Engenhão) – Bilheteria Sul Endereço: Rua Arquias Cordeiro, s/n – Engenho de Dentro, Rio de Janeiro – RJ (referência: em frente à estação Engenho de Dentro)
05/08
Pré-venda: somente online das 11h às 12h
Venda Geral:
– Venda geral online a partir das 12h
– Atendimento presencial na bilheteria a partir das 13h
– Entrada na fila até às 17h. Após esse horário, atendimento apenas para quem já estiver na fila
– Atendimento sujeito à disponibilidade de ingressos. Ingressos esgotados, a bilheteria encerra o atendimento
06/08 em diante – Funcionamento regular:
– Terça a sábado: das 10h às 17h
– Fechado: segundas-feiras, feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou outros eventos
Ingressos Digitais – Para este evento, também serão disponibilizados ingressos em formato digital. – Para acessar o ingresso, será necessário ativá-lo no aplicativo Quentro. – Faça login no aplicativo utilizando o mesmo e-mail informado na compra. – Após a ativação, o ingresso ficará disponível no aplicativo Quentro. – Recomendamos baixar e configurar o aplicativo Quentro antes de comparecer à bilheteria, para facilitar e agilizar o processo de compra.
Importante – Meia-entrada: é obrigatória a apresentação do documento comprobatório no momento da compra e no acesso ao evento. – App Quentro: recomendamos baixar e configurar o aplicativo antes de comparecer à bilheteria. Isso facilita a compra e o acesso ao ingresso digital.
VENDA PELA INTERNET – SUJEITO À COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA
Obs: não adquira ingressos em qualquer outra plataforma.
PARCELAMENTO Clientes em geral – Parcelamento em até 3x sem juros; de 4 a 8x com juros Clientes em geral podem comparar até 6 ingressos por CPF, sendo 2 meia-entrada
Ingressos: a partir de R$ 90,00 (ver tabela completa)
Classificação: 16 anos. Menores de 05 a 15 anos, apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais.*
*Sujeito à alteração por Decisão Judicial
PREÇOS
SUPERIOR LOTE 1: R$ 90,00 meia-entrada, R$ 110,00 solidário e R$ 180,00 inteira SUPERIOR LOTE 2: R$ 100,00 meia-entrada, R$ 120,00 solidário e R$ 200,00 inteira ESPECIAL LOTE 1: R$ 100,00 meia-entrada, R$ 120,00 solidário e R$ 200,00 inteira ESPECIAL LOTE 2: R$ 110,00 meia-entrada, R$ 130,00 solidário e R$ 220,00 inteira VIP LOTE 1: R$ 110,00 meia-entrada, R$ 130,00 solidário e R$ 220,00 inteira VIP LOTE 2: R$ 120,00 meia-entrada, R$ 140,00 solidário e R$ 240,00 inteira GOLD: R$ 120,00 meia-entrada, R$ 140,00 solidário e R$ 240,00 inteira PREMIUM LOTE 1: R$ 130,00 meia-entrada, R$ 150,00 solidário e R$ 260,00 inteira PREMIUM LOTE 2: R$ 140,00 meia-entrada, R$ 160,00 solidário e R$ 280,00 inteira FRONT PREMIUM LOTE 1: R$ 140,00 meia-entrada, R$ 160,00 solidário e R$ 280,00 inteira
BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA Local: Arena Nilson Nelson Endereço: SRPN – Plano Piloto, Brasília – DF (referência: entrada pelo estacionamento do Mercado Vírgula)
05/08 Pré-venda: somente online das 11h às 12h Venda Geral: – Venda geral online a partir das 12h – Atendimento presencial na bilheteria a partir das 13h – Entrada na fila até às 17h. Após esse horário, atendimento apenas para quem já estiver na fila – Atendimento sujeito à disponibilidade de ingressos. Ingressos esgotados, a bilheteria encerra o atendimento
06/08 em diante – Funcionamento regular: – Terça a sábado: das 10h às 17h – Fechado: segundas-feiras, feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou outros eventos
Ingressos Digitais – Para este evento, também serão disponibilizados ingressos em formato digital.
Ingressos já estão disponíveis na plataforma Sympla para a experiência de cinema a céu aberto, que acontece entre os dias 20 e 23 de agosto
Ingressos já estão disponíveis na plataforma Sympla para a experiência de cinema a céu aberto, que acontece entre os dias 20 e 23 de agosto
O Iguatemi Brasília dá início à venda geral de ingressos para a 3ª edição do Cine Open Air, uma das experiências mais aguardadas do calendário do shopping. Entre os dias 20 e 23 de agosto, o evento promoverá 10 sessões de cinema ao ar livre em um ambiente que reúne entretenimento, gastronomia e uma programação pensada para diferentes perfis de espectadores.
A curadoria contempla lançamentos, grandes sucessos e produções para toda a família. Entre os destaques estão Diabo Veste Prada 2, Zootopia 2, Hamnet – A Vida antes de Hamlet, Crepúsculo, Super Mario Galaxy, Nuremberg, Michael, além de Dia D e A Empregada, reforçando a proposta do Cine Open Air de oferecer uma programação diversificada em um cenário exclusivo. O evento também marcará a primeira pré-estreia de Minha Melhor Amiga no Brasil, tornando a experiência ainda mais especial para o público.
Os ingressos já podem ser adquiridos exclusivamente pela plataforma Sympla. O valor é de R$ 280 (inteira) e R$ 140 (meia-entrada), mediante comprovação do benefício. Cada ingresso dá direito ao uso de uma chaise para duas pessoas, proporcionando ainda mais comodidade durante as sessões.
A experiência também conta com a bomboniere assinada pelo Cinemark, com diversas opções de snacks, e um menu exclusivo elaborado pelo restaurante Piselli especialmente para o evento, tornando cada noite ainda mais especial.
A 3ª edição do Cine Open Air é apresentada por Bradesco Principal e American Express e patrocinada pelo iFood e Peugeot. Para mais informações acesse o site: Link.
Programação completa*
Quinta-feira (20/08)
19h – Dia D
22h – A Empregada
Sexta-feira (21/08)
18h30 – Hamnet – A Vida antes de Hamlet
20h25 – Diabo Veste Prada 2
22h45 – Crepúsculo
Sábado (22/08)
18h30 – Super Mario Galaxy
20h35 – Minha Melhor Amiga
23h05 – Nuremberg
Domingo (23/08)
19h – Zootopia 2
21h10 – Michael
*Programação sujeita a alterações
Serviço:
3ª edição do Cine Open Air – Iguatemi Brasília
Data: 20 a 23 de agosto de 2026
Valor dos ingressos: Inteira R$ 280 | Meia-entrada R$ 140
Vendas elegíveis: A plataforma de vendas é somente a Sympla e dá direito a uma chaise para 2 pessoas
Sobre o Iguatemi Brasília
O Iguatemi Brasília reúne, em um só local, moda, gastronomia, serviços, passeio, conforto, conveniência e entretenimento. O shopping conta com o know-how da Iguatemi S.A, uma empresa full service (administra, planeja e constrói), classificada como a 36.ª marca mais valiosa do Brasil, a única em seu segmento. São mais de 149 lojas, entre elas 23 marcas inéditas na capital federal. O shopping conta, ainda, com um dos mais modernos projetos de arquitetura e paisagismo. Grandes skylights proporcionam total integração com o exterior e permitem ao público aproximação com a natureza. Além disso, oferece mais de 2.481 vagas de estacionamento, das quais 1.709 são cobertas.
Vila, sítio e Praça do Mamulengo transformam Ceilândia em um pedacinho do interior nordestino até 16 de agosto
Sem ideia do que fazer no fim de semana?
Que tal conhecer uma vila típica do interior nordestino? Ou visitar um sítio com casinha de barro, fazer umas compras na bodega e descobrir o que há por trás das cortinas vermelhas do número 09, no bairro Seu João? Se você quer um pouco mais de aventura e dar aquela boa gargalhada, o destino certo é a Praça do Mamulengo.
Se você está se perguntando onde fica tudo isso, saiba que é possível fazer essa viagem no tempo sem precisar viajar por horas. As atrações fazem parte de O Maior São João do Cerrado, que está de volta a Ceilândia. A festa, aberta nesta sexta-feira (7), vai até o próximo fim de semana, 16 de agosto.
A Vila Borborema foi montada na Praça da Estação Ceilândia Centro do Metrô. Facinho de chegar. Além das casinhas coloridas, o cenário conta com um coreto, onde diversas atrações do Distrito Federal vão esquentar as noites com muito forró pé de serra. O espaço funciona diariamente, das 14h às 22h, até domingo, dia 16.
O Sítio Seu João está localizado na Casa do Cantador, prédio que, por si só, já vale uma visita. Projetado por Oscar Niemeyer, é uma homenagem ao povo nordestino e aos repentistas. Uma visita especial que, com toda certeza, vai tocar o coração de quem veio do interior. É memória afetiva de verdade. Tudo isso com uma ilha de forró e barracas com comidas típicas. O espaço funciona nos dias 7, 8 e 9 e de 12 a 16, sempre das 16h às 23h.
Já a Praça do Mamulengo está localizada na Praça da Bíblia, ponto de encontro de quem mora em Ceilândia Norte. O espaço conta com circo, parque de diversões, ilha de forró e praça de alimentação. Funciona nos dias 7, 8 e 9 e de 12 a 16, sempre das 16h à 0h.
O Maior São João do Cerrado é realizado pelo Instituto Brasileiro de Integração (IBI), apresentado pelo Ministério da Cultura e pela Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), em parceria com o Ministério do Turismo e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. O projeto conta ainda com o apoio da CiaNet, Casas Bahia, JK Shopping e Administração Regional de Ceilândia.
Serviço
Polos culturais do O Maior São João do Cerrado
Vila Borborema
Praça da Estação Ceilândia Centro do Metrô – CNN 2, Avenida Hélio Prates 7 a 16 de agosto | 14h às 22h
Sítio Seu João
Casa do Cantador – QNN 32, Ceilândia Sul (Via da Fundação Bradesco) 7 a 9 e 12 a 16 de agosto | 16h às 23h
Praça do Mamulengo
Praça da Bíblia – QNP 19, Ceilândia Norte 7 a 9 e 12 a 16 de agosto | 16h à 0h