Brasília tem de melhor na Cultura, Entretenimentos, Arquitetura, Design e Decoração, Feiras, Cursos, Workshops, Seminários, Gastronomia, Vinhos, Cafés, Moda, Beleza…
Cordelistas de todo o Brasil ainda têm tempo para inscrever suas obras no Concurso Nacional Leandro Gomes de Barros de Literatura de Cordel. As inscrições, que terminam em 25 de agosto, seguem abertas e podem ser feitas gratuitamente pela internet. Promovido pela Associação Cultural Jornada Literária do DF, em parceria com o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o concurso vai selecionar cinco obras inéditas no formato tradicional de cordel para publicação e ampla distribuição em escolas públicas do Distrito Federal.
O edital integra a programação da Jornada do Cordel – Patrimônio Cultural do Brasil, projeto que busca valorizar a literatura de cordel como arte, memória e ferramenta educativa.
A participação é aberta a autores e autoras brasileiros(as) a partir de 16 anos. Cada candidato pode inscrever até duas obras inéditas no formato tradicional de cordel, sendo que apenas uma poderá ser premiada.
As cinco obras selecionadas serão publicadas em formato de folheto, com tiragem de 1.000 exemplares cada. Metade dessa tiragem (500 unidades) será entregue ao autor ou autora como retribuição pelos direitos da primeira edição. Os demais exemplares serão destinados a escolas públicas do DF, fortalecendo o contato de estudantes com a literatura popular.
O edital segue as diretrizes de salvaguarda do Iphan, reforçando a valorização da oralidade, a preservação do formato tradicional impresso e a difusão do cordel no ambiente escolar.
“Este concurso é um passo concreto na preservação e no fortalecimento do cordel como patrimônio vivo. Queremos ouvir novas vozes, de todos os cantos do país, que mantenham viva essa tradição literária”, afirma o escritor João Bosco Bezerra Bonfim, coordenador técnico da Jornada do Cordel.
A Casa do Hip Hop Ceilândia/ DJJamaika comemora no dia 11 de agosto, o Dia Mundial do Hip Hop com programação variada e aberta ao público.
O Dia Mundial do Hip Hop é celebrado em 11 de agosto, em referência à festa organizada por Kool Herc e Cindy Campbell em 1973, no Bronx, Nova Iorque, considerada o marco inicial do movimento. Essa festa, que reuniu os quatro elementos do hip hop (Rap, DJing, Breakdance e Graffiti), é vista como o ponto de partida para a cultura hip hop como a conhecemos hoje.
PROGRAMAÇÃO
Das 9h às 16h
Visitação escolar nos períodos matutino e vespertino
Exposição de Graffiti/ Rivas Vida Hip Hop já na Quinta Edição
Workshops:
– DJ Ocimar
– Graffiti/Rivas e Elom
– Passinho/Lu
Das 18h às 22h
– Corte do bolo
– Workshops de passinho (flashback)/ Lu
Workshop Danças Urbanas/ Will Robson
– Batalha da casa em collab com a Batalha da Escada
Inscrições vão até 07 de agosto de 2025 para curtas, médias, longas-metragens, animações e telefilmes produzidos a partir de 2023 dirigidos por mulheres negras
Luz, câmera, protagonismo! A VII edição da Mostra Competitiva de Cinema Negro Adelia Sampaio já começou e convida mulheres negras cineastas, do Brasil e do mundo, a ocuparem as telas com suas narrativas potentes. Com inscrições abertas até o dia 07 de agosto de 2025, o festival retorna ao Distrito Federal entre os dias 3 e 8 de novembro, em formato híbrido, com exibições presenciais e online.
Mais do que um evento audiovisual, a Mostra Adelia Sampaio é um manifesto em movimento. Criada para celebrar e impulsionar a produção cinematográfica negra feminina, a iniciativa valoriza obras dirigidas por mulheres negras, cis ou trans, reconhecendo suas histórias, estéticas, resistências e conquistas.
“A Mostra vai além de um festival. Somos uma afirmação política e estética da potência criativa das mulheres negras no audiovisual. É um espaço onde o cinema negro é celebrado em sua diversidade, pluralidade e beleza”, destaca Edileuza Penha de Souza, idealizadora da mostra e referência no debate sobre cinema negro no Brasil.
Poderão ser inscritos curtas, médias e longas-metragens, além de telefilmes e animações, finalizados a partir de janeiro de 2023. Todas as obras devem estar em formato digital (.MOV ou .MP4, codec h264). Filmes com áudio em línguas estrangeiras precisam estar obrigatoriamente legendados em português.
As produções inscritas na VII edição da Mostra, poderão concorrer em diversas categorias que reconhecem a excelência artística e técnica das obras dirigidas por mulheres negras. As premiações incluem: Melhor Longa-Metragem, Melhor Média-Metragem ou Telefilme, Melhor Curta-Metragem, Melhor Filme de Animação e Melhor Filme pelo Júri Popular. Também serão avaliados aspectos técnicos e criativos, com troféus para Melhor Direção, Direção de Arte, Fotografia, Trilha Sonora, Montagem, Atriz e Roteiro.
Além das categorias oficiais, a curadoria poderá conceder menções honrosas e troféus especiais a profissionais, obras ou instituições que contribuam para a valorização do cinema negro.
Seleção, exibição e premiação
A seleção será realizada por uma curadoria indicada pela organização do evento. O resultado será divulgado até 1º de outubro de 2025 nas redes sociais. Os filmes selecionados serão exibidos tanto online quanto presencialmente, e integrarão o acervo da Mostra Adélia Sampaio, podendo ser levados a mostras itinerantes em escolas e instituições de ensino, sempre sem fins lucrativos.
A cerimônia de premiação ocorrerá no encerramento do evento. As vencedoras que não estiverem presentes receberão os troféus pelos Correios.
Sobre a Mostra
Criada em homenagem à cineasta Adelia Sampaio, considerada a primeira mulher negra a dirigir um longa-metragem no Brasil, a mostra se consolidou como um dos principais espaços de reconhecimento e celebração da produção audiovisual negra no país. Em sua sétima edição, o evento reafirma seu compromisso com a representatividade, a equidade racial e de gênero nas telas.
SERVIÇO: VII Mostra Competitiva de CinemaNegro Adelia Sampaio
Data: 3 a 8 de novembro de 2025.
Formato: Híbrido (online e presencial – Distrito Federal).
Edição histórica inclui grandes encontros musicais, workshops, gastronomia, feira criativa, atividades para a criançada e ações de sustentabilidade e inclusão
A CAIXA Cultural Brasília será novamente o palco de uma grande celebração da música instrumental brasileira. De 7 a 10 de agosto, o Cerrado Jazz Festival comemora 10 anos de trajetória reunindo ícones da música nacional e talentos locais em uma programação gratuita e diversa. O evento reafirma seu compromisso com a democratização do acesso à cultura, com foco em inclusão, sustentabilidade e conexão com o território.
A edição 2025 celebra grandes nomes da música brasileira e os homenageados deste ano são duas personalidades que ajudaram a moldar a identidade musical do país: o pianista e compositor Dom Salvador e a cantora e violonista Rosa Passos.
Abrindo a programação do Cerrado Jazz Festival 2025, na quinta, 7/08, a Cerrado Jazz Gafieira toma conta do Teatro da CAIXA Cultural Brasília. No palco, uma banda com metais, piano, bateria e contrabaixo, acompanhada das vozes incríveis de Joana Duah e Célia Rabelo. O evento contará com audiodescrição e transporte gratuito para o público cego e mobilização de instituições de idosos.
Uma experiência para ouvir, sentir e se emocionar
Com uma cuidadosa curadoria musical, o Cerrado Jazz Festival transforma a área externa da CAIXA Cultural Brasília em um grande palco ao ar livre para encontros inéditos e celebrações da música brasileira. A programação de shows começa na sexta-feira, 8/08, às 19h30, com a apresentação da Choro Popular Orquestra. Às 21h, o grande pianista Dom Salvador (21h), um dos homenageados desta edição, seguido de Chico César com participação de Fabiana Cozza, atração das 23h.
No sábado, 9/08, a música começa às 19h30 com o trabalho brasiliense Tucanuçu, seguido do show de João Bosco, Vanessa Moreno e Michael Pipoquinha, que sobem juntos ao palco em Brasília pela primeira vez às 21h. A partir das 23h30, o espaço vai virar uma festa com o groove da lendária Black Rio.
No domingo, 10 de agosto, o público será presenteado com mais uma noite de encontros memoráveis: a partir das 18h, Egberto Gismonti se apresenta ao lado do violonista Daniel Murray. Rosa Passos, a grande dama da Bossa Nova e outra homenageada pelo evento, apresenta seu show às 19h30.
E, por fim, o encerramento do festival, às 21h, em clima de baile na área externa da CAIXA Cultural Brasília. O Baile do Cerrado Jazz traz a música da Cerrado Jazz Gafieira, a dança de Ricardo Lira e a poesia de Rubens Negrão numa celebração memorável que resgata o clima das gafieiras do século passado.
Toda a programação de shows é gratuita e ao ar livre, fortalecendo o propósito do festival de ocupar criativamente os espaços públicos, valorizando a diversidade artística e tornando a música acessível para todos.
Além dos shows, a programação inclui workshops, oficinas, espetáculos circenses e feiras criativa e gastronômica — tudo com acesso gratuito. Novidade desta edição, público infantil tem espaço garantido com o Cerradinho Jazz, espaço voltado para as novas gerações e suas famílias.
O evento conta, ainda, com Feira Criativa com vários expositores que valorizam a cultura do DF, Lojinha do Cerrado Jazz e Praça Gastronômica.“Chegar aos 10 anos é mais do que uma conquista: é uma declaração de amor à música, à cidade e ao público que nos acompanha desde o começo. É resistir e florescer com raízes profundas”, afirma Lorena Oliveira, idealizadora do festival.
Realizado com recursos do Fundo do Apoio à Cultura (FAC/DF) e da Lei de Incentivo à Cultura do Distrito Federal (LIC/DF), o Cerrado Jazz Festival 2025 é uma produção da Beco da Coruja, com patrocínio da Neoenergia, Instituto Neoenergia e CAIXA. Apoio do Instituto Janelas da Arte, Ideias de Cultura, Espaço Cultural Renato Russo e Escola de Música de Brasília.
SERVIÇO:
Cerrado Jazz Festival 10 anos: Memória e Reverência
Local: CAIXA Cultural Brasília | área externa e teatro (SBS Quadra 4 Lotes 3/4)
Data: 7 a 10 de agosto
Horário: consulte a programação completa
Ingressos: gratuitos. Área externa: acesso livre sujeito à lotação. Teatro: ingressos distribuídos uma hora antes na bilheteria física da CAIXA Cultural Brasília
Bilheteria: De terça a sexta e domingo, das 13h às 21h; sábado, das 9h às 21h
Contato: (61) 3206-6456
Classificação: Livre
Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Na edição comemorativa de 60 anos de sua fundação, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro escolheu como filme de abertura o novo longa-metragem de Kleber Mendonça Filho, O Agente Secreto, protagonizado por Wagner Moura e premiado em duas categorias no Festival de Cannes.
A produção, com distribuição da Vitrine Filmes, será exibida no dia 12 de setembro, na cerimônia de abertura da 58ª edição do mais tradicional festival de cinema do país, no Cine Brasília.
Kleber Mendonça, a produtora Emilie Lesclaux e a atriz Maria Fernanda Cândido são presenças confirmadas no evento.
Os ingressos para a sessão podem ser adquiridos a partir das 10h do dia 7 de agosto pelo Sympla (link disponível no perfil oficial do Festival de Brasília no Instagram: @festbrasilia.
Tradicional comboio sai da Cidade da Moto e transforma os pontos turísticos da capital em passarela da paixão sobre duas rodas. Confira o percurso
Chegou a hora de transformar os asfaltos de Brasília, em passarela! Sob duas ou três rodas, o maior festival de rock e motos da América Latina reunirá milhares de condutores e garupas neste sábado (2). O tradicional comboio do Passeio Motociclístico Oficial do do Capital Moto Week vai atravessar as avenidas brasilienses para coroar os 10 dias do festival. Em 2024, o passeio reuniu mais de 35 mil pilotos, tornando-se o maior do mundo em número de participantes. A concentração acontecerá às 15h30, na avenida principal da Cidade da Moto, com saída às 16h.
Para Pedro Franco, CEO do festival, o passeio celebra a cultura motociclista e os traços de Brasília. “Estamos na reta final de uma edição surpreendente e, neste sábado, vamos escrever mais um capítulo dessa história. Com a energia e um céu que só Brasília e o Capital Moto Week podem oferecer”, convida o organizador. “É um momento de união, de adrenalina e de contemplação, tudo em um só percurso”, acrescenta Franco.
O circuito, que começa na Avenida Principal do complexo Moto Week, totaliza 50 km. Da Granja do Torto ao Jardim Botânico, os motociclistas passarão pelos principais pontos turísticos da capital, com famosos traços arquitetônicos, clima agradável, céu azul e tons de laranja, iluminado pelo pôr do sol candango. O comboio sairá do Parque de Exposições da Granja do Torto às 16h. De acordo com a organização, qualquer pessoa em moto ou triciclo pode participar do Passeio Motociclístico, seja saindo diretamente do complexo ou se juntando ao comboio ao longo do percurso.
📍Percurso Às 15h, na arena do palco principal do CMW, o Batalhão de Trânsito da Polícia Militar passará instruções de segurança aos participantes. A concentração acontecerá às 15h30, na avenida principal da Cidade da Moto. O comboio sairá do Parque de Exposições às 16h. As pistas serão fechadas para a circulação acontecer com mais tranquilidade. O BPTRAN/DF, DETRAN/DF, DER, Corpo de Bombeiros e a SAMU acompanharão a rota por via terrestre e aérea. Ambulâncias estarão à disposição para qualquer atendimento.
O percurso começa na Granja do Torto, desce o Eixão Norte, entra no Eixo Monumental, no sentido EPIA, faz o retorno na Praça do Buriti e desce em direção à Esplanada dos Ministérios. Na sequência, o comboio atravessa a Ponte JK, sobe até o balão do Jardim Botânico, faz o retorno e desce em direção à Ponte JK. O retorno ao Parque de Exposições Granja do Torto será feito pela via L4 Norte
Resumindo
📍 Concentração: 15h30 na Cidade da Moto (Granja do Torto) 🛣️ Percurso de 50 km: Granja do Torto > Eixão > Eixo Monumental > Buriti > Esplanada > Ponte JK > Jardim Botânico > L4 Norte > Granja do Torto 🏍️ Em 2024, o comboio reuniu +35 mil motos 👮♂️ A operação terá apoio do BPTRAN, DETRAN, DER, Bombeiros e SAMU.
Na reta final, festival promete muita diversão com Lobão Power Trio, Angra, Cidade Negra, MAGIC!, Marcão Britto & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr. e Detonautas
Ainda há muita gasolina no tanque do Capital Moto Week! O maior festival de motos e rock da América Latina entra na reta final com velocidade máxima, prometendo um fim de semana surpreendente para quem curte música, liberdade e muita atitude. Nesta quinta-feira (31), os shows voltam com tudo para uma maratona de atrações que vai até sábado (2), com headliners de peso, encontros memoráveis no palco e o já tradicional – e emocionante – Passeio Motociclístico Oficial do Capital Moto Week. Quem ainda não viveu essa experiência ou quer repetir a dose de adrenalina, pode garantir os ingressos na Bilheteria Digital.
Lobão, Angra, MAGIC!, Cidade Negra, Marcão Britto & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr. e Detonautas vão comandar a festa, com participações especiais e sets cruzados que prometem incendiar a Cidade da Moto. Completando o cenário, o sábado (2) traz o passeio motociclístico que transforma as ruas de Brasília em um mar de motos, reafirmando o espírito de irmandade que move o CMW. Anote na agenda e se prepare para dias intensos!
📆QUINTA-FEIRA (31) | A arena principal reabre com força total. A noite começa com Lobão, que estreia no festival com seu Power Trio, prometendo um mergulho visceral por cinco décadas de carreira. Na mesma noite, Angra retorna ao CMW para um dos últimos shows antes da pausa oficial da banda. Aclamados em 2023, os músicos trazem de volta os clássicos do álbum Temple of Shadows, em uma performance épica que une técnica, peso e emoção. A abertura do palco principal fica a cargo da banda Quinta Essência.
No Rock Saloon Royal Enfield: Oldplay (22h), Allycats (23h50) e Old Chevy (01h30). No Moto Bar Spaten: Bando dos Velhos Novos (21h15), Macacos Hidráulicos (23h) e 4Rock (00h45). Na Praça Pepsi: Renato Paiva Cover Elvis Presley (18h) e Bandokê com Banda Lâmina (20h20).
📆 SEXTA-FEIRA (01) O clima será de boas vibrações com dois nomes que misturam ritmos como ninguém. A banda canadense MAGIC!, dona do hit mundial ‘Rude’, vai embalar o público com seu pop-reggae internacional. No mesmo dia, o veterano Cidade Negra, com Toni Garrido à frente, transforma a arena em um grande coral com canções como Firmamento, A Estrada e Girassol. A banda Mensana vai aquecer os motores no palco principal.
No Rock Saloon Royal Enfield: Galwem (22h), Gigio Teixeira Country Revival (23h50) e Tequila Shot Band (01h30). No Moto Bar Spaten: Rafael Zacky (19h30), Rock4Jam (21h15), Wormz Slipknot Cover (23h) e Linkin Live (00h45). No Lady Bikers Sebrae: Kimera (19h). Na Praça Pepsi: Os Gatunos (13h), AJ Trio (18h) e Bandokê com Banda Lâmina (20h).
📆 SÁBADO (02) Uma celebração apoteótica do rock nacional: Marcão Britto & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr. e Detonautas dividem o palco, cada um com seu show, além de participações cruzadas em sets especiais, numa fusão de gerações, guitarras e atitude que promete deixar a Cidade da Moto em ebulição. A abertura fica por conta da banda Koppa.
No Rock Saloon Royal Enfield: Starace (22h), Roadside Gamblers (23h50) e Confederados 163 (01h30). No Moto Bar Spaten: Rocksauro (18h30), MDX (20h45), Três Caras (23h) e Live by Night (01h15). No Lady Bikers Sebrae: School of Rock (16h30) e Bianca Gutierres (19h). Na Praça Pepsi: Gleisson Chaves Canções Eternas (14h), AJ Trio (18h) e Bandokê com Banda Lâmina (20h).
Sábado também é dia do Passeio Motociclístico Oficial do Capital Moto Week, que reúne milhares de motos em um desfile impressionante. A concentração acontecerá às 15h30, na avenida principal da Cidade da Moto, com saída às 16h. O comboio toma as ruas de Brasília e passa pelos principais pontos da capital. São esperadas mais de 30 mil motos nas ruas. É uma verdadeira celebração sobre duas rodas!
🤘🏼Sobre o Capital Moto Week 2025
De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.
Show da banda brasiliense levou milhares de fãs à Cidade da Moto e o público fez bonito. Terceiro dia do festival ainda teve casamento, dezenas de shows e clima de festa
As noites são todas iguais só mesmo na letra da música! Porque a terceira noite (26) do Capital Moto Week 2025 foi, literalmente, um marco e única. Com a arena completamente lotada, o festival bateu mais forte no coração dos fãs ao trazer para o palco principal o Capital Inicial em sua turnê comemorativa de 25 anos do lendário álbum “Acústico MTV”. O show, que era um dos mais aguardados da edição, superou todas as expectativas. O palco dessa celebração não poderia ser outro: Brasília, a cidade que viu a banda nascer, crescer e conquistar o país — e que agora a recebe novamente no maior festival de motos e rock da América Latina.
Em 2022, a banda subiu nesse mesmo palco em um show apoteótico, que levou mais de 90 mil pessoas à arena principal e ostenta o recorde de público do CMW. A perfomance deste sábado (26) reviveu os grandes momentos do acústico que, no início dos anos 2000, devolveu o Capital Inicial ao topo da cena musical brasileira com hits como, ‘Natasha’, ‘Tudo Que Vai’ e ‘À Sua Maneira’. Canções que, até hoje, seguem entre as mais tocadas da banda nas plataformas de streaming e nas memórias afetivas de várias gerações.
Um dos pontos altos foi ‘Primeiros Erros’. Quando Kiko Zambianchi introduziu os primeiros acordes do clássico, a galera se animou muito. “Estou cada vez mais convencido de que o show não acontece só aqui em cima”, revelou Dinho, enquanto milhares de vozes cantavam os versos da canção, num lindo espetáculo. Foi empolgação em todo o set: ‘Fátima’, ‘Música Urbana’, ‘Veraneio Vascaína’ e ‘Natasha’ também levantaram o público, que estava ensandecido. Tanto que, em determinado momento, o vocalista se ajoelhou fazendo reverência à plateia.
Aliás, a presença de palco do Dinho impressiona: é um frontman na melhor concepção do termo. Interagiu com o público, chamou todos a participarem e até ganhou presentes. “A gente está muito feliz de estar aqui de novo, é nossa terceira vez no Capital Moto Week! Obrigado pela maravilhosa recepção de sempre”, agradeceu o vocalista. Antes de ir embora, Dinho ainda cantou à capela, junto com o público, a música de Renato Russo ‘Por Enquanto’. Além do Capital Inicial, os brasilienses da banda Amazing, seguidos pelo som pesado da Trampa, aqueceram a multidão em frente ao palco principal com letras marcantes e muita atitude.
Os outros quatro palcos do festival também vibraram forte neste sábado. No Moto Bar Spaten, as bandas Zero10, The Reds, Birinaite, Lavi e o DJ Leo Machado garantiram a festa na balada do festival. Já o palco mais velho oeste, Rock Saloon Royal Enfield, recebeu os shows da The Fishes Band, Gigio Teixeira Country Revival e West Valmets. No palco Lady Bikers Sebrae, destaque para as apresentações da School of Rock e 127 BPMS. E, na Praça Pepsi, além da vibe contagiante da Edu Hessen Banda, Gedai & os ETs e do Bandokê com Banda Lâmina, o clima era de diversão, encontros marcantes e muita comida boa.
Casamento fora do comum Em meio ao ronco dos motores e ao clima vibrante do CMW, o momento amor ficou por conta do casal Fernanda Ferreira (44) e Carlos Roberto (58), que celebrou neste sábado (26) sua união de 18 anos com uma cerimônia de casamento completa. Vestido branco, véu, bênção religiosa, chuva de arroz, bolo de andares e daminhas de quatro patas. Membros do HAYAS BSB e frequentadores assíduos do evento, o casal transformou o galpão do moto clube na Cidade da Moto em cenário romântico, com tapete e flores. A celebração reuniu 30 amigos e familiares e teve como trilha sonora o show do Capital Inicial, banda da qual Fernanda é fã.
Domingão de festa Com a energia lá em cima e um público cada vez mais engajado, a expectativa para este domingo (27) é alta. Quem sobe ao palco principal para encerrar a primeira semana do festival é Samuel Rosa, ex-vocalista do Skank, com um show que promete unir grandes sucessos da banda mineira com as novidades de sua carreira solo. E ainda há muitos quilômetros de adrenalina pela frente: o CMW segue até 2 de agosto com dezenas de atrações musicais, experiências únicas sobre duas rodas, atividades culturais, gastronomia, impacto social e tudo o que faz do Capital Moto Week o terceiro maior do gênero no planeta. Os ingressos estão disponíveis em http://www.capitalmotoweek.com.br/ingressos.
Sobre o Capital Moto Week 2025 De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.
Evento acontece no Complexo Cultural nos dias 25 e 26 de julho com shows ao vivo, comidas típicas e programação para toda a família
A última parada do Festival Arraiá BSB acontece em grande estilo na cidade de Planaltina, nos dias 25 e 26 de julho, no Complexo Cultural da cidade. O evento, que tem entrada gratuita e classificação livre, celebra as tradições juninas com dois dias de programação musical, comidas típicas, brinquedoteca e um ambiente acolhedor para todas as idades.
Na sexta-feira (25), a festa começa às 18h com o DJ Rene Ricochete, seguido pelos shows de Lucas Rodrigues, Amanda Amaral, Marcos & Ernane e Daniel Beira Rio, com uma seleção musical que vai do forró ao sertanejo.
No sábado (26), o DJ Rene Ricochete retorna ao palco e a noite conta com as apresentações de Leandro Kato, Allison & Ariel, Robson Ferraz e Arlon Victor, encerrando o festival com muita animação.
Além dos shows, o público poderá aproveitar a praça de alimentação com comidas típicas e um espaço kids gratuito, com estrutura voltada à segurança, acessibilidade e bem-estar de todas as famílias.
O Festival Arraiá BSB é uma realização do Instituto Bem Viver, com apoio institucional da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, e teve edições também em Santa Maria e no Gama.
SERVIÇO – Arraiá de Planaltina | Festival Arraiá BSB
Local: Complexo Cultural de Planaltina – DF Datas: 25 e 26 de julho (sexta e sábado) Horário: Das 18h às 00h Entrada: Gratuita Classificação: Livre Instagram: @festivalarraiabsb
Repertório repleto de sucessos embala multidão no segundo dia do festival e aquece os motores para o fim de semana de shows com Capital Inicial e Samuel Rosa
Vital, sua moto e milhares de pessoas fizeram uma união mais que feliz para ver os Paralamas do Sucesso tocarem no Capital Moto Week. Em uma noite histórica, o trio entregou um show que ficará marcado na memória do público e na história do maior festival de motos e rock da América Latina. A guitarra inconfundível de Herbert Vianna, a precisão de João Barone na bateria e o grave sólido de Bi Ribeiro embalaram o público do início ao fim com 23 canções que marcaram os 40 anos de sua carreira. O festival contou ainda com dezenas de outros shows, roda de conversa sobre empreendedorismo feminino e atividades da Cidade da Moto.
Eles abriram o show com ‘Vital e Sua Moto’, cuja letra conversa com o público formado em grande parte por motociclistas. E o show – que faz parte da turnê ‘Paralamas Clássicos’, com as principais canções dessas quatro décadas do grupo – foi um hit atrás do outro. Do disco de estreia Cinema Mudo (1983) ao mais recente Sinais do Sim (2017), foi uma viagem afetiva por gerações. “Muito obrigado por criarem as condições para gente voltar mais uma vez e celebrar com cada um de vocês”, disse o vocalista Herbert Vianna no início da apresentação.
Teve a reflexiva ‘O Calibre’; a parceria com Gilberto Gil, ‘A Novidade’; a emocionante ‘Lanterna dos Afogados’, com a arena inteira iluminada pelos celulares acesos a pedido do vocalista. A banda ainda tocou ‘Óculos’, ‘Alagados’, ‘Uma Brasileira’ e ‘Meu Erro’, que encerrou a noite no palco principal. “É a terceira vez que tocamos no Capital Moto Week, estamos muito felizes. Obrigado pela maravilhosa recepção de sempre!”, disse João Barone. Antes deles, o palco principal recebeu as bandas Serenna e Eduardo & Mônica, que prepararam o público para a noite.
Outros quatro palcos da Cidade da Moto receberam atrações de diferentes estilos. No Rock Saloon Royal Enfield, Folking Heads, Tequila Shot Band e The Mind West Rodeo Band embalaram o público com muito rock, folk e country. No Moto Bar Spaten, Diogo Branko, Magoo, Grupo de Risco (GDR) e DFellas garantiram a trilha sonora até altas horas. O Palco Praça Pepsi recebeu Gdai & os ETs, além da já tradicional Bandokê com a Banda Lâmina, que transforma o público em protagonista. E no Palco Lady Bikers Sebrae, a School of Rock mostrou o talento das novas gerações, reuniu crianças e adolescentes apaixonados por música.
Espaço de diálogo e protagonismo feminino Além dos shows, destaque nesta sexta-feira (25) para o CB Talks, roda de conversa que reuniu mulheres protagonistas no motociclismo, no empreendedorismo e no jornalismo. Com o tema ‘Empreendedorismo Feminino sobre Duas Rodas’, o bate-papo teve a participação da CEO do CMW, Juliana Jacinto, da jornalista Samanta Sallum, que mediou a conversa, e da motociclista Celina Martins. Um espaço importante de escuta, troca e valorização do papel da mulher no universo das motos e na sociedade. “Empreendedorismo é sobre olhar um cenário e ver possibilidades dentro dele e o Lady Bikers é um espaço específico para dar esse protagonismo ao empreendedorismo feminino”, destacou Juliana Jacinto.
Muito mais por aí O final de semana promete ser um dos mais intenso! Neste sábado (27), quem sobe ao palco é o Capital Inicial, banda que detém o recorde de público do festival — foram 90 mil pessoas na arena principal em 2022. Os brasilienses prometem show histórico com a turnê comemorativa do Acústico MTV. Já no domingo (28), é a vez de Samuel Rosa encantar o público com seu novo trabalho solo e os sucessos do Skank. Um momento imperdível que deve coroar o primeiro final de semana do festival. O Capital Moto Week vai até 2 de agosto, com centenas de shows na programação, 70 opções gastronômicas e estrutura que acolhe mais de 800 mil pessoas. Os ingressos estão disponíveis em http://www.capitalmotoweek.com.br/ingressos.
Com público entusiasmado, show eletrizante e outros nove dias de programação pela frente, CMW dá largada à mais uma jornada intensa e inesquecível
O Capital Moto Week 2025 começou com tudo nesta quinta-feira (24), confirmando o que o próprio mote desta edição já prometia: Surpreendente! Coube aos veteranos do Biquini a responsabilidade de abrir os trabalhos no palco principal do maior festival de motos e rock da América Latina. No show, os cariocas celebram seus 40 anos de estrada com muita animação. Além deles, outros 10 shows agitaram a noite de estreia e ainda há muito para acontecer nos próximos dias do festival.
Com a turnê ‘A Vida Começa aos 40’, Biquini subiu ao palco principal à meia noite e mostrou que há muito a se comemorar. “Só chegamos aos 40 anos porque acreditamos todos os dias nos nossos sonhos”, destacou o vocalista, Bruno Gouveia, antes de apresentar sua nova música ‘A Vida Começa Agora’, escrita em comemoração às quatro décadas de sonhos e músicas. Nessa trajetória, a banda já vendeu mais de 2 milhões de discos, fez 2 mil shows e rodou por 800 cidades no Brasil e no mundo.
Aqui na Cidade da Moto, eles mostraram que nunca estiveram em melhor forma. Não faltaram sucessos de sua longa carreira: ‘Vento Ventania’, ‘Tédio’, ‘Janaína’, ‘Dani’, entre outros. “Esse festival é maravilhoso, junta gente do Brasil inteiro e de muitas partes do mundo. Estávamos com saudade de tocar aqui”, afirmou Bruno. O público fez bonito e interagiu muito pulando, vibrando e cantando. Em determinado momento, uma mulher foi chamada ao palco e, junto com o grupo, cantou ‘No Mundo da Lua’. “Por mais mulheres no rock”, pediu Bruno.
Outra mulher que brilhou no palco do CMW foi Mariana Oliveira, vocalista da banda Bloody Mary, que liderou uma apresentação empolgante, abrindo o show do Biquini. Lúpulo & Cereais Não Maltados continuou aquecendo os motores e a noite para milhares de pessoas na arena antes do Biquini entrar. Os outros palcos também estavam animados: o Moto Bar Spaten foi embalado por Rock Now, Heat e Sereníssima. Roadside Gamblers, Texas Moonshine e Texas Hammer ficaram encarregados de animar o Rock Saloon Royal Enfield. E na Praça Pepsi, Edu Hessen Banda e Bandokê com Banda Lâmina animaram o espaço.
Galeria de fotos do show do Biquini neste link.
Abertura dos portões Antes mesmo dos portões abrirem, a enfermeira Kellen Amarante (46) e os dois filhos – Kauã (12) e Sophia (8) – já eram os primeiros na fila para acessar o CMW. Com o capacete rosa de estampa floral, ela revelou: “Estamos contando os minutos para encontrar nossos amigos e conhecer cada espaço do festival”. Enquanto eles esperavam do lado de fora, o marido, Alessandro Bruno (50), aguardava a família do lado de dentro do complexo. Membro do motoclube Faca nos Dentes, ele vem ao festival há sete anos consecutivos. “A moto já está lá no nosso espaço, que fica na frente do palco. O show começou agora!”, finalizou Bruno.
Até 2 de agosto, o CMW segue com sua extensa programação: serão 107 shows distribuídos em cinco palcos e mais de 800 mil pessoas circulando pela Cidade da Moto, em Brasília. Os próximos dias prometem mais: Os Paralamas do Sucesso (25/7), Capital Inicial (26/7), Samuel Rosa (27/7), Angra e Lobão (31/7), MAGIC! e Cidade Negra (1/8), e Detonautas e Marcão Brito & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr. (2/8) são os headliners que passam pelo festival.
Além da programação musical com 18 shows, o festival conta com 70 opções gastronômicas, experiências radicais, como bungee jump e tirolesa, espaço infantil Moto Kids e muito mais. Nesta sexta (25) haverá o CB Talks, roda de conversa sobre ‘Empreendedorismo Feminino sobre Duas Rodas’, com participação da CEO do CMW, Juliana Jacinto, além de coletamento de no moto clube Capital Riders. A programação completa está em http://www.capitalmotoweek.com.br
Sobre o Capital Moto Week 2025 De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento. SERVIÇO Capital Moto Week 2025 Data: 24 de julho a 02 de agosto de 2025 Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek Imprensa: (61) 99987-9915 | (61) 8112-2757 | (61) 8427-2785 Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br Ingressos: http://www.bilheteriadigital.com/capitalmotoweek Banco de Imagens: Drive CMW | E-mail: imprensa@capitalmotoweek.com.br
DE 13 A 17 DE AGOSTO, NO ESPAÇO CULTURAL RENATO RUSSO 508 SUL
Sob o tema Paisagens Radicais, a 5ª edição do festival debate o papel da arquitetura em tempos de grandes mudanças climáticas
Estreia mundial de “O Primeiro Siza”, documentário sobre o primeiro projeto do arquiteto Álvaro Siza, maior nome da arquitetura modernista de Portugal
Primeira exibição no Brasil de “Architecton”, do premiado documentarista russo Viktor Kossakovsky, em sessão especial de abertura no Cinesystem Caixa do Casa Park
Exibição de 48 filmes, entre curtas e longas de diferentes gêneros, produzidos em países tão distintos quanto Itália, Turquia, Hong Kong, Croácia, Reino Unido,
Palestina e Egito
Mostra Competitiva, mostras especiais, sessões infantis, atividades formativas e muito mais
Sessão especial Cinema Árabe Feminino seguida de debate com a professora da UnB, Muna Muhammad Odeh
Prêmios de Melhor Filme Júri Oficial e Popular e o 3º Prêmio Athos Bulcão de Melhor Filme de Brasília
De 13 a 17 de agosto, o Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul vai acolher a quinta edição de um festival único no Brasil. CINEMA URBANA – MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA DE ARQUITETURA coloca a arquitetura e as cidades – com toda sua complexidade – como protagonistas de uma reflexão sobre futuro e sustentabilidade. Os filmes são muitos deles inéditos no Brasil e até no circuito mundial. A programação inclui exibições, oficinas, palestras, lançamentos delivros, sessões infantis, mediações, sempre com entrada franca. A abertura especial acontecerá no Cinesystem Caixa do Casa Park, no dia 13 de agosto, às 18h30, com a primeira exibição no Brasil de “Architecton”, novo filme do premiado realizador russo Viktor Kossakosvsky.
Num contexto de alterações climáticas sem precedentes, CINEMA URBANA reflete sobre como os arquitetos e urbanistas podem atuar para a construção de espaços resilientes e acessíveis, garantindo mais segurança e dignidade para todas as populações. E mais: como estudar os saberes tradicionais para compor uma arquitetura sustentável para o futuro. Para isso, filmes como o holandês “Living Together: The Story of De Warren” e o brasileiro “Cemitério Verde” reforçam conceitos como regeneração, reaproveitamento e acessibilidade, que estão no cerne dos programas sustentáveis. A programação inclui aindaproduções que miram a arquitetura como território da arte, provocação estética, espaço de afeto e invenção política e artística.
A curadoria tem a assinatura da diretora geral da Mostra, a arquiteta, urbanista e pesquisadora Liz Sandoval, de Sofia Mourato, curadora portuguesa de um dos festivais europeus pioneiros no tema da arquitetura e de André Costa, arquiteto e professor. CINEMA URBANA é um projeto realizado com recursos da Lei Paulo Gustavo do Governo Federal.
ESTREIAS E PROGRAMAS
A programação de CINEMA URBANA – MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA DE ARQUITETURAserá dividida em programas temáticos e exibições especiais. Um destaque é “O Primeiro Siza”, produção portuguesa assinada por Sara Nunes, que estreia mundialmente durante o festival (a estreia em Portugal será em outubro).
O documentário aborda o impacto sobre a vida dos moradores e sobre a paisagem causado pelo projeto ‘Quatro Casas em Matosinhos’, o primeiro do grande arquiteto Álvaro Siza, concebido quando ele ainda era estudante
Pela primeira vez no Brasil, o filme “Architecton”, do premiado documentarista russo Viktor Kossakovsky, será exibido em sessão especial. Exibido na programação da Berlinale 2024, o filme é uma meditação poética e reflete sobre ascensão e queda de civilizações, visitando construções antigas de diversos países, como Turquia e Líbano, para falar da grandeza e da loucura da humanidade em sua precária relação com a natureza, e da necessidade de conceber formas mais sustentáveis para as construções do presente e do futuro.
Parcerias com o Festival de Cinema Árabe Feminino e com a Katahirine – Rede Audiovisual das Mulheres Indígenas vão possibilitar a apresentação de títulos como “Uma Pedra Atirada”, coprodução Canadá/Palestina/Líbano, assinada por Razan AlSalah, que aborda a colonização sionista da Palestina; e “Lembrem disso, minhas Iambré”, filme da Rede Katahirine, dirigido por GãhTé e Bruno Huyer, que entrelaça o tempo dos antigos e a luta contemporânea de retomada de um território kaingang no Morro Santana em Porto Alegre/RS.
Ao todo, CINEMA URBANA apresentará sessões especiais e 12 programas temáticos: O Gesto como Paisagem, Paisagem Ribeirinha, Paisagens de Restauração, Paisagens Experimentais, Paisagens do Exílio, Paisagens do Cerrado, Paisagens Vulneráveis, A Casa como Paisagem, Paisagens Planejadas 01 e Paisagens Planejadas 02, Paisagens de Resistência e Paisagens Habitadas.
O público poderá votar no Melhor Filme do Júri Popular e um júri especial escolherá os vencedores de Melhor Filme e Prêmio Athos Bulcão de Melhor Filme de Brasília. Integram o júri Marcela Borela, realizadora audiovisual, pesquisadora, professora e curadora; Ivan Contreras ex-diretor do Festival Internacional de Cine y Video Indígena “Mirando desde nuestra raíz” (FICVI), membro fundador da Red
Mexicana de Festivales Cinematográficos (RedMexFest) e diretor e programador do CINETEKTON! Festival Internacional de Cinema e Arquitetura do México; e Fábio Rodrigues, curador e programador do Cinema do Dragão, em Fortaleza/CE, um dos espaços de referência na difusão do cinema de autor no Brasil.
PALESTRA – No dia 14 de agosto, às 19h, haverá palestra com o arquiteto, pesquisador e educador Paulo Tavares, cuja prática entrelaça arquitetura, culturas visuais e justiça espacial. Premiado com o Leão de Ouro na Bienal de Veneza em 2023, pelo projeto Terra, com Gabriela de Matos, Paulo Tavares tem projetos apresentados em instituições como a Trienal de Arquitetura de Oslo, Bienal de Design de Istambul, Bienal de Arte de São Paulo e Bienal de Arquitetura de Veneza 2023.
É autor de Selva Jurídica (2014), Memória da Terra (2018), Des-Habitat (2019),
Lúcio Costa era Racista? (2022) e Derechos No-Humanos (2022). Lecionou em universidades no Equador, Reino Unido e atualmente é professor na Universidade de Brasília, dividindo sua vida entre a academia, o trabalho artístico e a defesa dos direitos humanos.
LANÇAMENTO DE LIVROS – Reunindo autores e obras que dialogam com os temas centrais da mostra – cidade, memória, meio ambiente, diversidade cultural e imaginação urbana – o festival acolherá o lançamento de livros como “Iniciação à Dendrolatria”, do poeta e ativista ecológico Nicolas Behr; “O Sol Só Vem Depois”, do arquiteto e fotógrafo José Roberto Bassul; três volumes da série “Várzeas Urbanas: habitar paisagens de várzeas”que exploram a simbologia, as práticas e as cartografias desses territórios urbanos geralmente marginalizados; o livro do 2º Seminário TOPOS, organizado pela FAU-UnB, sobre a importância dos acervos de arquitetura e urbanismo como memória viva das cidades e da construção de saberes técnicos e culturais sobre o espaço urbano; e “Mulheres
Indígenas e a Diversidade Cultural Brasileira”, fruto de parceria entre o Ministério das Mulheres e o Laboratório LAB Mulheres da Universidade de Brasília.
CINEMA URBANA ainda estabeleceu parcerias com o festival Gastronomia Periférica e com o IFB de Samambaia. O projeto Gastronomia Periférica será responsável pela operação da lanchonete, bar e restaurante especialmente montado no Espaço Cultural Renato Russo, com um cardápio que faz um convite a uma viagem pelos biomas brasileiros. E como acontece desde a primeira edição de CINEMA URBANA, alunos do Instituto Federal de Educação de Samambaia – IFB assinam a produção de todo o mobiliário do festival. Desta vez, alunos dos cursos de Design de Móveis executam projeto do designer Lucas Maassen, utilizando materiais reaproveitados e alinhando design, inovação e sustentabilidade.
ATIVIDADES FORMATIVAS
O programa formativo do festival terá início ainda em julho e seguirá até o dia 20 de agosto, em diferentes espaços do Distrito Federal. No dia 30/07, às 20h, no IFB do Recanto das Emas, haverá a exibição do filme “Maestra”, sobre a mestra de obras Cenir Aparecida da Silva, seguida de conversa com a diretora Bruna
Piantino. Os alunos do curso de Audiovisual e Animação receberão os colegas do IFB Campus Samambaia — dos cursos Técnico em Edificações e Engenharia Civil — para um encontro que aproxima cinema, arquitetura e construção.
No dia 7 de agosto, na casa GOG no Guará, haverá sessão infantil aberta a toda a comunidade e com direito a pipoca. Serão exibidos os curtas “Sobre Amizade e Bicicletas” (de Julia Vidal), “Caminho dos Gigantes” (Alois Di Leo), “Aurora – A Rua Que Queria Ser um Rio” (Radhi Meron) e “Além das Pipas” (Thiago Oliveira).
E em 20 de agosto, no auditório Cora Coralina da Faculdade UnB de Planaltina, será promovida a sessão Paisagens do Cerrado, exibindo, a partir das 18h, os filmes “Cabeça de Fogo” (de Lidiana Reis), “Adobe: habilidades tradicionais da construção Kalunga” (Carlos Pereira, Hugo Casarisi, Gabi Cerqueira) e “Caminhando com Onças” (Larissa Corino, Letícia Benavalli, Rodrigo Rangel). A sessão será seguida de debate mediado pelos professores Luiz Felippe Salemi e
Luara Dal Chiavon, da FUP/UnB.
PROGRAMAÇÃO DIÁRIA
DIA 01 – QUARTA FEIRA 13/08
09h -PAISAGEM DE AFETOS – SESSÃO INFANTIL COM OFICINA I
Além das Pipas, Brasil, Thiago Oliveira, 6 min, 2023
Aurora – A Rua Que Queria Ser um Rio, Brasil, Radhi Meron, 2021, 10 min
Sobre amizade e bicicletas, Brasil, Julia Vidal, 2022, 20 min
Kigalinha, Brasil, Gabrielle Adabo, Gabriel Justo, Felipe Santana, 2022, 20min
OFICINA “Encantos da Floresta: Histórias, Cantos e Saberes Indígenas” com Arthur
Wapichana
15h- SESSÃO INFANTIL COM OFICINA II
IDEM
18h30 – ABERTURA CASA PARK
Architecton, Viktor Kossakovsky, 98, Alemanha/França, 2024
DIA 02 – QUINTA FEIRA 14/08
09h – O GESTO COMO PAISAGEM
Nova Aurora, Brasil, Victor Jiménez, 18 min, 2024
Sutura, Brasil, Felipe Fuentes, Miller Martins, 15 min, 2025
*MEDIAÇÃO Patrícia Manzoni, especialista em Educação e Gestão Ambiental pelo
Centro de Desenvolvimento Sustentável da UnB, atua há 25 anos com elaboração e coordenação de projetos socioambientais no terceiro setor, setor privado e poder público.
16h- PAISAGEM RIBEIRINHA
Raízes da Maré, Brasil, Luca Alves Eleutério Lopes, 24 min, 2024
Carpinteiros da Amazônia, Brasil, Luis Andre Guedes, Pablo do Vale, 55 min, 2024
18h- SESSÃO REDE KATAHIRINE – “Os mitos vivem na gente”
Lembrem disso, minhas Iambré, Brasil, Gãh Té e Bruno Huyer, 50 min, 2025
19h – PALESTRA PAULO TAVARES
20h30 – COQUETEL E LANÇAMENTO DE LIVROS +PERFORMANCE SITE-SPECIFIC COM
DIA 02 – SEXTA FEIRA 15/0816h – PAISAGENS DE RESTAURAÇÃO
CITY, Michael Heizer, Brasil, Andre Alves, Ethiene Cordeiro, 9 min, 2023
Cemitério Verde, Brasil, Mauricio Chades, 25 min, 2023
Poetry of Discarded Matters/Riccardo Dalisi: La poesía delle materia scartate, Itália, Manuel Canelles, 51 min, 2025
16h30 PAISAGENS EXPERIMENTAIS – PRAÇA CENTRAL DO ESPAÇO CULTURAL
Because We Can, Austrália, Ian Gibbins, 5 min, 2023 Bonsai, Brasil, Ana Victória Dias de Araújo, Beatriz Ripp Carreira, Maria Luiza Dias Seixas, Nayara da Cunha Pugas, 4 min, 2025
Do Caldeirão de Santa Cruz, Brasil, Weyna Macedo, Lucas Parente, Adeciany Castro, Mariana Smith, 10 min, 2025 Just a Car Park, Reino Unido, Joe Gilbert, 3 min, 2019
The Concrete Seed: A New Town Fable, Reino Unido, Jamie McNeill, 19 min, 2025 Twentytnewt, Alemanha / Hong Kong, Max Hattler, 7 min, 2023
18h – PAISAGENS DO EXÍLIO
A Ilha, Turquia, Mahmut Taş, 8 min, 2024 Detours, Croácia, Vida Guzmić, 24 min, 2024
Outra Ilha, Portugal, Eduardo Saraiva Pereira, 32 min, 2024
Ruínas de Navarone, Brasil, Marcela Tamm Rabello, 19 min, 2023
20h – SESSÃO CINEMA ÁRABE FEMININO
Canada Park, Palestina, Razan AlSalah, 8 min, 2020
13h – PAISAGENS DO CERRADO – PRAÇA CENTRAL DO ESPAÇO CULTURAL
Cabeça de Fogo, Brasil, Lidiana Reis, 9 min, 2024
Adobe: Habilidades Tradicionais da Construção Kalunga, Brasil, Carlos Pereira, Hugo Casarisi, Gabi Cerqueira, 30 min, 2025
Caminhando com Onças, Brasil, Larissa Corino, Letícia Benavalli, Rodrigo Rangel, 25 min, 2025
15h – PAISAGENS VULNERAVEIS
When I Came to Your Door, Holanda / Etiópia, Antonio Paoletti, 10 min, 2024
Intervenção, Brasil, Gustavo Ribeiro, 96 min, 2024
17h – A CASA COMO PAISAGEM – sessãoacessível LSE (Legenda surdos e ensurdecidos)
A Casa Imaginada, Portugal, Marta Morais Miranda, 18 min, 2023
Casa de Artista, Brasil, Denise Moraes, 16 min, 2023
Das Retirée or The Last House of My Father, Bélgica / Alemanha, Julie Pfleiderer, 43 min, 2023
Maio, Portugal, Claudio Carbone, 12 min, 2025
*MEDIAÇÃO com a diretora e artista multimídia alemã Julie Pfleiderer
19h – PAISAGENS PLANEJADAS 01
O Primeiro Siza, Portugal, Sara Nunes, 60 min, 2025
*MEDIAÇÃO do arquiteto Raul Penteado Neto, pesquisador da arquitetura portuguesa e especificamente do trabalho do arquiteto Álvaro Siza, pós-doutorando no Instituto de Artes da Unicamp e sócio do ateliê idsp arquitetos, em Campinas (SP).
20h – PAISAGENS PLANEJADAS 02
Não Posso Esquecer que Brasília Existe, Brasil, Nina d’Orsi, 11 min, 2023 … et Pierre Jeanneret, França, Christian Barani, 99 min, 2023
17/08 DOMINGO – DIA DO PATRIMONIO
12h30 – ALMOÇO BIOMA
13h30 – EXIBIÇÃO DE ‘EDUARDO WALTER LEONIDOV’ – PRAÇA
Eduardo, Walter and Leonidov, Miguel Pires de Matos,35’, Portugal, 2024
15h30 – PAISAGENS DE RESISTÊNCIA
Multiprogram Ship, Chile, Katerina Kliwadenko, Mario Novas, 10 min, 2023
Pele de Vidro, EUA/Brasil, Denise Zmekhol, 90 min, 2023
17h30 – PAISAGENS HABITADAS
Living Together: The Story of De Warren, Holanda, Sam van Zoest, 75 min, 2023
O Fazedor de Mirantes, Brasil, Betania Victor, Lucas Franzoni, 19 min, 2024
19h30 – SESSÃO DE ENCERRAMENTO E PREMIAÇÃO (com intérprete de Libras)
EXIBIÇÃO DE ‘RHAPSODY CHAOS’, Brasil, 2024, 20 min
Com trilha sonora executada ao vivo
5ª MOSTRA CINEMA URBANA
FICHA TÉCNICA:
Direção geral: Liz Sandoval
Produção executiva: Isabella Atayde
Direção Artística: Raquel Chaves
Assistência de produção: Luiz Mir
Curadoria: Sofia Mourato, Liz Sandoval e André Costa
Atividades Formativas: Tania Montoro
Vinheta + registro videográfico: Tenório filmes
Registro fotográfico: André Zimmerer
Consultoria de Sustentabilidade e acessibilidade: Patricia Mazoni
Nos dias 8 e 9 de agosto, Brasília recebe o VII Encontro de Bambas, um dos mais significativos eventos de capoeira do país. Em 2025, o projeto reafirma seu compromisso com a resistência feminina, a valorização das minorias e a inclusão de todos os corpos na roda de capoeira.
O evento é idealizado por Mestra Michelinha, referência na capoeira do Distrito Federal e uma das vozes mais atuantes na luta por equidade de gênero na prática. À frente do Encontro de Bambas, ela destaca a importância de transformar espaços historicamente excludentes em territórios de acolhimento e afirmação.
“A roda de capoeira sempre foi um lugar de força, mas nem sempre foi um espaço para todas. Durante muito tempo, as mulheres foram silenciadas ou colocadas à margem. O Encontro de Bambas nasceu para romper com isso: é um ato político, cultural e espiritual. Aqui, mulheres ocupam o centro, com respeito, voz e visibilidade — e todos são bem-vindos nessa construção coletiva”, afirma Mestra Michelinha.
Criada por negros escravizados como forma de resistência, a capoeira é símbolo da luta contra a opressão. Porém, assim como na sociedade em geral, as mulheres foram invisibilizadas na história dessa prática que hoje é reconhecida como patrimônio cultural brasileiro. Foi apenas nas últimas décadas que elas passaram a ocupar, com mais visibilidade, os espaços de ensino e liderança na capoeira — mas a dívida histórica ainda é grande.
Por isso, nesta edição, o Encontro de Bambas reforça o protagonismo feminino, com mais mulheres contratadas, convidadas e homenageadas — mestras, contramestras, professoras, palestrantes e artistas — muitas delas negras, lésbicas e praticantes de religiões afro-brasileiras como o candomblé. Essa representatividade contribui para reconfigurar um espaço historicamente dominado por homens, sem deixar de ser aberto ao público geral e a todas as identidades de gênero.
Importante frisar que as rodas de capoeira e demais atividades do evento são abertas a todos os praticantes,respeitando os princípios da inclusão e da diversidade. O objetivo não é separar, mas reconhecer o valor da liderança feminina e construir um espaço mais igualitário e acolhedor para todos.
O Encontro de Bambas é mais do que um evento de capoeira: é um movimento de enfrentamento ao machismo, de resistência e de afirmação da autonomia feminina. Ao longo dos anos, tornou-se referência por promoverworkshops, debates, aulas teóricas e práticas, além de incentivar a prática esportiva entre crianças, jovens e adultos, acolhendo um público diverso, com ênfase emmulheres, pessoas negras, LGBTQIA+ e pessoas de baixa renda.
Segundo dados do Brasil de Fato, cerca de 35% dos praticantes de capoeira no Brasil são mulheres. Embora o número ainda seja menor em relação aos homens, sua participação tem crescido desde a década de 1970. Contudo, foi apenas nos anos 1980 que muitas mulheres conseguiram, pela primeira vez, entrar nas academias, graças à conquista de autonomia financeira e ao acesso à educação. Até então, a maioria delas era mantida à margem, limitada às rodas e excluída das formações estruturadas.
Hoje, com iniciativas como o Encontro de Bambas, a capoeira reafirma seu papel como ferramenta multicultural de luta, dança, música e educação. É também instrumento de formação cidadã e inclusão social, contribuindo para o desenvolvimento de agentes culturais do Distrito Federal e de outras regiões.
O VII Encontro de Bambas, ao colocar as mulheres no centro da roda, não só honra a ancestralidade da capoeira, mas aponta para um futuro mais justo, diverso e plural — onde todos podem jogar, cantar, aprender e resistir juntos.
Palestrantes — VII Encontro de Bambas
Mestra Michelinha (Michelle Santos Lima) Nordestina, com 32 anos de trajetória na capoeira, é formada em Comunicação Social, educadora física e membro do grupo Aruanda, onde atualmente ocupa o cargo de president da mesa diretora. Atua na area de educação física junto a Secretaria de Educação, com foco em capoeira inclusiva para crianças, jovens e adultos. É idealizadora do Encontro de Bambas, referência nacional, e organizadora do evento “Papo de Capoeira”. Já ministrou aulas no Brasil e na América Latina e é pós-graduada em Educação Física Inclusiva e Tecnologias Assistivas.
Mestra Água Viva (Rosana Margato de Faria) Educadora física e capoeirista com 33 anos de experiência, é natural do Rio de Janeiro e uma das poucas mestras no estado. Há duas décadas coordena o projeto voluntário Ginga Favela, voltado à inclusão social pela capoeira. Foi homenageada pela Câmara Municipal de Belford Roxo (2009) e pela ALERJ (2020) por sua contribuição à arte e à educação popular.
Mestra Boca (Alessandra Braga de Morais) Capoeirista desde 1989, é professora, ativista cultural e integrante de diversos coletivos. Iniciou-se na Academia de Capoeira Sul da Bahia e desenvolve, desde os anos 1990, projetos ligados à educação e cultura afro-brasileira. Fundadora do “Capoeira na Roça” e referência em jongo e outras manifestações culturais, mantém academia em Jaguariúna/SP, onde atua até hoje.
Mestra Nagô (Wiara Santos da Silva) Nascida em Osasco/SP, é capoeirista, educadora física, arte-educadora e coordenadora de projetos sociais. Fundadora do Instituto Batuquege Capoeira, atua em espaços educativos e de privação de liberdade. Desenvolve ações no Brasil e na África com a ONG Gingando pela Paz. Criadora do evento “Movidas pela Capoeira” é reconhecida como embaixadora do Instituto Brasileiro de Capoeira por sua atuação transformadora.
Maite da Silva Disconzi Gaúcha iniciou na capoeira em 1997 e atua na educação infantil e integral. Participa de eventos nacionais e internacionais, com destaque para prêmios em campeonatos femininos de capoeira. Trabalha com jongo e outras danças culturais afro-brasileiras. É palestrante, mãe de duas capoeiristas e referência na capoeira do Rio Grande do Sul.
Mestranda Kallu (Carla Caroline dos Santos Maschio) Natural de Jacareí/SP e residente em Blumenau/SC, é capoeirista desde os 4 anos. Criadora da marca Kalluera e do projeto social Kalluera Ancestral, atua com crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade. Foi premiada como capoeirista destaque pelo Oscar da Capoeira (2006) e integra o Coletivo Colmeia. Trabalha com musicalidade, ancestralidade e empoderamento feminino.
Mestra Iuna (Valdise Angela de Abreu) Com 37 anos de vivência na capoeira, integra o Grupo Candeias e é aluna do Mestre Suíno. Educadora física é destaque em eventos no Brasil e no exterior. Referência mundial no canto de capoeira, já ministrou oficinas em países como França, Irlanda, África do Sul e Argentina. Organiza encontros femininos como “A Noite do Acende o Candeeiro” e atua com capoeira em escolas públicas e centros de treinamento em Goiânia/GO.
PROGRAMAÇÃO
Dia 8 de Agosto
• 18h00 – Recepção dos participantes
• 18h30 – Abertura oficial do evento
• 19h00 – Workshop: Corpo, Movimento e Ludicidade, com Mestra Michelinha
• 19h40 – Workshop: Capoeira e suas Expressões Corporais, com Mestra Boca
• 20h40 – Roda de Capoeira – Noite das Cantadoras
• 21h30 – Jantar coletivo
• 22h00 – Encerramento das atividades do dia
Dia 9 de Agosto
• 08h45 – Recepção dos participantes
• 09h00 – Workshop: Gênero, Cultura e Capoeiragem, com Mestra Água Viva
• 10h00 – Workshop: Capoeira Contemporânea, com Professora Maitê
• 11h00 – Roda de Capoeira
• 12h30 – Intervalo para almoço
• 13h50 – Recepção dos participantes (retorno das atividades)
• 14h00 – Workshop: Musicalização e Ritmo dentro da Roda de Capoeira, com Mestranda Kallú
• 15h00 – Workshop: Mulher na Capoeira, com Mestra Iúna
• 16h00 – Intervalo
• 16h30 – Workshop: Movimentos Acrobáticos, Golpes de Entrada e Saída, com Mestra Nagô
• 17h30 – Roda de Capoeira
• 19h30 – Atividade surpresa
• 19h40 – Jantar
• 22h00 – Finalização do evento
SERVIÇO:
VII ENCONTRO DE BAMBAS
Data: 8 e 9 de agosto de 2025 Local: Salão Múltiplas Funções no Guará Organização: Mestra Michelinha Entrada: Gratuita Redes sociais: @encontrodebambas.capoeira
Tributo musical à resistência e legado da vereadora que abalou o Brasil, chega aos palcos do Teatro SESC Newton Rossi, de 25 a 27 de julho
A obra, dividida em quatro atos e uma abertura orquestral, transcende o campo artístico para se tornar um manifesto sonoro sobre a vida, o ativismo e o assassinato de Marielle Franco (1979–2018) – vereadora negra, lésbica e defensora dos direitos humanos, cuja morte brutal em 2018 ecoou como um grito de alerta contra a violência política no Brasil.
Relevância histórica e política: o legado que inspira gerações
A ópera não apenas narra a trajetória de Marielle, mas resgata seu legado como farol de resistência para movimentos sociais contemporâneos. O libreto, escrito por Antunes após extensa pesquisa com discursos e declarações da vereadora, aborda temas urgentes: violência de Estado, racismo estrutural, resistência LGBTQIAPN+, e a luta por justiça nas periferias.
Cenas como o discurso de Marielle na Assembleia Legislativa do Rio – onde confronta conservadores com o emblemático “Não dou aparte a milicianos!” – e seu assassinato transformado em símbolo de luta (ato IV) refletem como sua voz permanece viva na política atual.
A obra evidencia porque Marielle se tornou ícone global: seu combate às opressões sistêmicas inspira parlamentares, coletivos negros e jovens ativistas, que hoje carregam sua bandeira em pautas como o fim da brutalidade policial e a defesa das comunidades marginalizadas.
Jorge Antunes: o compositor-ativista que une vanguarda e resistência
A ópera é assinada por um dos maiores nomes da música contemporânea brasileira, cuja trajetória se entrelaça com a história política do país. Jorge Antunes, pioneiro da música eletroacústica na América Latina (criador da primeira obra brasileira com sons eletrônicos, em 1962), sempre uniu arte e ativismo.
Durante a ditadura militar, compôs a “Sinfonia das Diretas” (1984) – conhecida como “Sinfonia das Buzinas” por incorporar buzinaços das ruas – e o polêmico “Hino Nacional Alternativo”. Sua luta pela democratização ecoa agora em MARIELLE, parte de um ciclo de óperas que ele chama de “Hertory” – neologismo para destacar heroínas apagadas pela história oficial. Antunes já homenageou Olga Benário em “Olga” (2019) e planeja óperas sobre Rosa Luxemburgo e Zuzu Angel, afirmando: “mulheres guerreiras merecem ter suas narrativas cantadas”.
Inovação musical a serviço da memória
Com 19 músicos da orquestra ARS Hodierna, sons eletroacústicos pré- gravados e um coro de 12 vozes, a partitura de Antunes funde linguagens para retratar a pluralidade de Marielle. Sopranos líricos se alternam com o funk (gênero que ecoa nas favelas cariocas), enquanto performances de mímica (como a do personagem Rui, sobrevivente da ditadura) e projeções visuais criam uma imersão sinestésica.
A cena do sarau na Casa das Pretas (ato IV), com poemas de Luiz Gama e imagens do assassinato, converte dor em esperança: o coro encerra com o lema “Não conseguirão matar a primavera”, acompanhado por uma voz eletrônica que adverte “Estamos de olho; à espreita!” – lembrando que a vigilância contra a opressão permanece.
Ceilândia: a periferia que recebe a história de uma heroína da periferia
A escolha do Teatro SESC Newton Rossi, localizado na maior Região Administrativa do DF, carrega profundo simbolismo. Assim como Marielle – nascida no Complexo da Maré, no Rio -, Ceilândia é um território de resistência periférica. Estrear a ópera ali não apenas democratiza o acesso (com entrada franca), mas alinha palco e realidade: as discussões sobre violência policial (ato I) e educação como ferramenta de luta (personagem Professor Alcimar) ressoam com urgência nas quebradas do DF.
A cenografia de Maria Carmen retrata favelas e assembleias, enquanto a direção de Chico Expedito reforça o diálogo entre arte e território.
Ficha técnica e serviço
Com elenco de destaque como Aida Kellen (Marielle, soprano) e Clara Figueiroa (Mônica, contralto), a ópera é uma realização do FAC-DF (Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal), consolidando o projeto de Antunes de “óperas políticas” como instrumentos de transformação social.
Local: Teatro SESC Newton Rossi (QNN 27 Área Especial Lote B, Ceilândia Norte)
Datas: 25 e 26/7 (sexta e sábado, 19h); 27/7 (domingo, 16h e 19h)
Entrada franca | Classificação livre
Os atos da “Ópera MARIELLE”
Dividida em quatro atos, com regência do Maestro Jorge Lisbòa Antunes, a ópera narra a trajetória de luta, amor e resistência da protagonista, ambientada em contextos sociais e políticos do Rio de Janeiro
No primeiro ato (43 minutos), precedido por abertura estreada na 25ª Bienal de Música Brasileira Contemporânea, em 12/12/2023 (https://youtu.be/IrCILTA3lxQ), o cenário é uma favela dividida entre barracos e uma sala de aula comunitária. As conversas abordam a violência policial, com relatos de Maria, cadeirante vítima de bala perdida, e a educação como ferramenta de resistência, simbolizada nas aulas de Física do Professor Alcimar, que usa a Terceira Lei de Newton para discutir ação e reação social. Marielle, grávida, critica a opressão estrutural e expressa esperança por um futuro melhor para sua filha, enquanto Mônica reforça a importância da união coletiva.
No segundo ato (29 minutos), o cenário migra para um apartamento na
Tijuca, decorado com símbolos de resistência LGBTQ+ e figuras como Frida Kahlo.
Marielle e Mônica trocam alianças, planejando um casamento que simboliza afeto contra a homofobia. Em paralelo, reúnem-se aliados para organizar a candidatura de Marielle à vereança, discutindo estratégias políticas e alianças. Rui, mudo e sobrevivente da ditadura, realiza uma performance de mímica sobre tortura, conectando passado e presente. A cena é interrompida por interferências na TV, com vozes homofóbicas, reforçando a opressão externa.
O terceiro ato (16 minutos) divide-se entre um teatro de sombras (à esquerda) e a Assembleia Legislativa (à direita). Marielle, já vereadora, denuncia a intervenção militar no Rio, destacando seu impacto racista, enquanto enfrenta interrupções de colegas conservadores. Ela responde com firmeza: “Não dou aparte a milicianos!”. Simultaneamente, uma dupla de funk debate machismo e resistência, ecoando as palavras de Marielle (“Ser mulher é resistir”). O teatro de sombras ilustra corrupção e violência, contrastando com a luta institucional da protagonista.
No quarto ato (38 minutos), a ação ocorre na Casa das Pretas e no apartamento da Tijuca. Um sarau com poemas de Luiz Gama (“Em nós, até a cor é um defeito”) destaca o racismo estrutural, enquanto projeções e cenas simbólicas retratam o assassinato de Marielle (tiros, explosões) e sua transformação em ícone da resistência. Mônica, Maria, Professor Alcimar e Paulão lamentam sua morte, mas prometem continuar a luta, regando o “jardim” com lágrimas para que “novas Marielles” floresçam. O coro final repete o lema “Não conseguirão matar a primavera”, enquanto uma voz eletrônica (“Estamos de olho; à espreita!”) encerra a obra, lembrando a vigilância constante contra a opressão.
Jorge Antunes
Um visionário da música eletroacústica latino-americana e ativista cultural, cuja obra une vanguarda artística e compromisso social. Seu legado abrange desde inovações técnicas nos anos 1960 até óperas políticas contemporâneas, consolidando-o como figura essencial na cultura brasileira e internacional
Nascido no Rio de Janeiro em 1942, Jorge Antunes consolidou-se como um pioneiro da vanguarda musical brasileira. Sua trajetória iniciou-se em 1958 com estudos de violino, mas foi na década de 1960 que revolucionou a cena artística nacional: formado em Física e Música, fundou o Estúdio de Pesquisas Cromo-Musicais (1961) e compôs “Valsa Sideral” (1962), primeira obra brasileira com sons exclusivamente eletrônicos. Sua busca por inovação levou-o a criar as Cromoplastofonias – experiências sinestésicas que integravam orquestras, fitas magnéticas, luzes e até estímulos olfativos e táteis – e a construir instrumentos como o Theremin, usado pioneiramente na música popular no Festival da Record (1967).
Sua atuação internacional é marcante. Com bolsas de estudo, especializou-se em música eletrônica e computacional no Instituto Di Tella (Argentina, 1969–70), na Universidade de Utrecht (Holanda, 1970) e no Groupe de Recherches Musicales de Paris (1971–73), onde trabalhou com Pierre Schaeffer e concluiu doutorado em Estética Musical. Ao longo das décadas, estreou obras em festivais em 40 países, recebeu prêmios como o da Tribuna Internacional de Compositores da Unesco (1993, 1996) e foi condecorado como Chevalier des Arts et des Lettres pelo governo francês (2002). Suas residências artísticas na Europa, México e Oriente Médio, além de óperas como “Olga” (estreia na Polônia, 2019), atestam seu reconhecimento global.
Antunes uniu arte e política de forma indelével. Durante a ditadura militar (1978–1989), engajou-se em movimentos pela democratização em Brasília e compôs obras-protesto como a “Sinfonia das Diretas” (1984), conhecida como “Sinfonia das Buzinas” por incorporar buzinas em apoio às Diretas Já, e o polêmico “Hino Nacional Alternativo”. Seu ativismo seguiu ecoando em óperas como “Marielle” (2025), sobre a vereadora assassinada Marielle Franco, e em marchinhas de carnaval satíricas (como “O Mosquito”, sucesso em 2016) para o bloco Pacotão.
Sua obra, com mais de 200 composições, abrange desde música eletroacústica até óperas, sinfonias e peças corais. Destacam-se a monumental
“Cantata dos Dez Povos” (2000), “Rimbaudiannisia” (encomendada pela Radio France) e óperas de rua como “O Exfakeado” (2019). Como professor titular da Universidade de Brasília (1973–2011), fundou o grupo GeMUnB e a Sociedade Brasileira de Música Eletroacústica (1994), que presidiu por três mandatos.
Homenageado aos 70 e 75 anos no Brasil e exterior, seu legado – documentado no filme “Maestro Jorge Antunes, Polêmica e Modernidade” (2005) – permanece como um diálogo entre a ousadia da vanguarda e a resistência política, firmando-o como referência indispensável da cultura latino-americana.
Com o Capital Moto Game, o festival oferece desafios gamificados que podem render atrações exclusivas, ingressos e cartão de consumação
Se vivenciar o Capital Moto Week, maior festival de motos e rock da América Latina, já é inesquecível, imagina adicionar uma dose de tecnologia, adrenalina e prêmios? Depois de surpreender em sua estreia, o Capital Moto Game — que é interativo e gratuito — traz novidades para o público registrar territórios, selfies e ativações. Começando pelo acesso a atrações exclusivas para quem completar os desafios, prêmios-relâmpago distribuídos em horários surpresa e o agendamento para atrações disputadas, além de ganhar pontos descartando lixo eletrônico, reforçando o compromisso do festival com a sustentabilidade.
Para a edição 2025 foram desenvolvidas missões específicas para as crianças e adolescentes cumprirem dentro da Cidade da Moto, a exemplo da caça ao tesouro, selfie em atrações culturais e interações no Moto Kids — espaço que oferece brinquedos, oficinas, pintura e apresentações diversas, como o tradicional Globo da Morte. As etapas são validadas por meio de inteligência artificial e reconhecimento facial. Ao final de cada dia ou desafio, os participantes (adultos e crianças) com maior pontuação serão agraciados com ingressos, kits com produtos da loja oficial CMW, além de cartão de consumação para uso exclusivo dentro do complexo.
A proposta do Game é engajar, ainda mais, o público do festival ao espírito Moto Week com conexão e diversão . “Em 2025 vamos entregar experiências ainda mais personalizadas e o Moto Game é uma estratégia para integrar o mundo digital à energia vibrante do festival” , afirma Pedro Affonso, CEO do CMW. Lançado na edição passada, o Capital Moto Game se mostrou um produto ativo e memorável, entrando como aposta de parceiros e patrocinadores neste ano. O jogo funcionará de 24 de julho a 02 de agosto, durante os 10 dias do festival.
Como participar do Moto Game? Acesse capitalmotogame.com pelo navegador do celular e comece sua jornada pelo festival! Sem downloads, sem complicação, apenas pura diversão e a chance de tornar a sua experiência no Capital Moto Week ainda mais surpreendente.
Confira algumas das missões:
Quiz: Aqui os conhecimentos dos participantes serão testados. Para mostrar que são experts no festival, o Quiz CMW é o desafio.
Palco Principal: Registrar um dos shows e postar foto no Instagram com a hashtag #CapitalMotoWeek para compartilhar a energia da apresentação musical.
Campeonato: Mostrar o talento fotográfico em registro criativo com uma moto. Para socializar, é necessário tirar uma selfie com pelo menos dois outros jogadores.
Roda Gigante: Tirar uma selfie com vista panorâmica enquanto anda na roda gigante e escanear o QR code para completar essa missão.
Moto Bar Spaten: Postar uma foto com as asas cenográficas do palco e passar pela caveira gigante para fazer selfie com o sinal do rock’n roll, destacando sua experiência.
Rock Saloon Royal Enfield: Escanear o QR code e postar uma foto neste palco. Seguir o perfil oficial do @capitalmotoweek para ficar por dentro das novidades.
Lixo Eletrônico: Contribuir para um mundo mais sustentável tirando uma selfie ao descartar lixo eletrônico em um dos pontos de coleta.
Sobre o Capital Moto Week 2025 De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.
SERVIÇO Capital Moto Week 2025 Data: 24 de julho a 02 de agosto de 2025 Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br Ingressos: http://www.bilheteriadigital.com/capitalmotoweek Banco de Imagens: Drive CMW | E-mail: imprensa@capitalmotoweek.com.br
Mostra das artistas Adriane Kariú e Rômulo Barros fica aberta ao público até 27 de julho no Memorial dos Povos Indígenas
Depois da 2º edição Interação Corpo/Som passar por distintos pontos culturais do Distrito Federal em um ônibus-galeria, chegou a hora da mostra “Andanças”, de Adriane Kariú e Rômulo Barros, ocupar o Memorial dos Povos Indígenas. A exposição, que faz parte do projeto Interação Corpo/Som, ficará aberta gratuitamente ao público entre os dias 10 de junho e 27 de julho.
Com curadoria da premiada artista Raquel Nava, “Andanças” reflete que as fronteiras são movediças, que as histórias são múltiplas e que as definições não são sedimentadas.
Adriane Kariú reivindica seu sobrenome indígena e a história de seu povo – apagada por processos de colonização. Apesar de ser considerado extinto pela FUNAI, hoje o povo Kariú Kariri, originário do Vale do Cariri no estado do Ceará, busca o reconhecimento, em um levante étnico.
Nesta mostra, Adriane intervém em imagens para denunciar a diáspora forçada dos povos originários a outras regiões do Brasil. A artista se apropria de fotos e outros registros para revelar a identidade indígena de trabalhadores explorados na construção de cidades e no chamado “desenvolvimento” da nação.
Rômulo Barros – artista não-indígena e não binárie – ao observar os comportamentos, rastros e caminhos de outras espécies não-humanas, forja sua poética em manufaturas artísticas. Rômulo investiga os fluxos de vida e morte, que transformam a matéria de modo integrado com os ciclos da natureza.
Interação Corpo/Som
A 2º edição Interação Corpo/Som, projeto contemplado pelo Fundo de Apoio à Cultura em 2025, levou exposições de seis artistas a três diferentes pontos do Distrito Federal: Plano Piloto, Núcleo Bandeirantes e Samambaia. Com o objetivo de incentivar a cultura em espaços descentralizados da cidade, as exposições foram feitas dentro de um ônibus-galeria (Mr. Truque), totalmente transformado para abrigar as mostras. Nesta nova etapa do projeto, o Memorial dos Povos Indígenas será o palco para as exposições.
SERVIÇO
Exposição “Andanças” De 10 de junho a 27 de julho
Memorial dos Povos Indígenas (Zona Cívico-Administrativa Em frente ao Memorial JK, Brasília – DF, 70070-300)
Edição acontece de 24 de julho a 2 de agosto, em Brasília, com abertura dos portões às 17h da quinta-feira (24)
De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do Capital Moto Week 2025, o maior festival de rock e motos da América Latina e o terceiro maior do mundo. Com previsão de reunir mais de 800 mil pessoas e 300 mil motos, o festival acontece no Parque de Exposições da Granja do Torto e promete 10 dias de experiências surpreendentes com 107 shows, ações de sustentabilidade, diversidade e muito mais. Com abertura oficial dos portões na quinta-feira (24), às 17h, a organização preparou um guia geral para o público aproveitar o festival da melhor maneira!
Dicas para explorar os espaços e a programação do Capital Moto Week 2025:
INGRESSOS
Ingressos | Ainda há ingressos disponíveis para todos os dias. A compra presencial pode ser feita na loja do CMW no Iguatemi Brasília e na bilheteria da Granja. Motociclistas sem garupa e pilotando não pagam; Motos com garupa entram grátis de segunda a sexta-feira até 18h e, aos sábados e domingos, até 15h; PCD tem acesso grátis com direito a acompanhante; Meias-entradas concedidas aos beneficiários previstos pela lei; Crianças de até 12 anos não pagam desde que acompanhadas de responsável; Menores de 16 anos somente acompanhados de responsável legal; Ingresso solidário (preço promocional) é concedido para quem levar lixo eletrônico ou 1kg de alimento não perecível.
COMO CHEGAR
Localização | O complexo na Granja do Torto fica a 12 km do centro de Brasília (DF). Os acessos ao festival estão logo após o balão do Torto. Basta seguir em frente e virar à esquerda para acessar as entradas e saídas de motos sem garupa. Seguindo em frente, vem o acesso de motos com garupa, o estacionamento rotativo (E1) e o estacionamento público, onde está a entrada de pedestres e bilheteria (E2).
Horário de funcionamento | A Cidade da Moto funciona 24 horas por dia. A bilheteria e a entrada do público rotativo funcionarão a partir das 14h na quinta e sexta-feira, e a partir das 9h aos sábados e domingos. A entrada no complexo é gratuita de segunda a sexta-feira, das 12h às 14h. Já a entrada para a Vila do Bem, de segunda a quarta-feira, é liberada mediante a retirada do ticket online na Bilheteria Digital.
O COMPLEXO
Cidade da Moto | O complexo de entretenimento possui mais de 320 mil m², com lojas, gastronomia, cinema a céu aberto, exposições, desfiles de moda e muito mais. Na avenida principal é onde há o grande fluxo de pessoas e motos que circulam no festival, onde se pode sentir a atmosfera especial do CMW. Motos estilizadas estacionadas, bandeiras de motoclubes hasteadas em todos os espaços e, claro, muito agito trazem vida ao local. Por ali, estão os estandes dos patrocinadores, a Praça Pepsi, os palcos Lady Bikers Sebrae, Moto Bar Spaten e Rock Saloon Royal Enfield, a Loja Oficial do Festival, entre outras lojas e pontos de vendas de bebidas e comidas.
CULTURA
Shows | O Capital Moto Week 2025 terá cinco palcos e 107 atrações ao longo de 10 dias. Os headliners são: Biquini, Os Paralamas do Sucesso, Capital Inicial, Samuel Rosa, Angra, Lobão Power Trio, Cidade Negra, MAGIC! (Canadá), Marcão Britto & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr. e Detonautas. Além dessas, outras 79 bandas completam o lineup do festival. Todos os shows (separados por dia e palco) estão disponíveis no site do festival. A programação é diária, inclusive nos dias úteis.
Palcos | 5 palcos receberão 107 shows ao longo dos 10 dias, com programação diária.
Palco Principal | O maior palco do centro-oeste reúne os grandes nomes do rock nacional e internacional. Com cenografia inspirada em jukebox, celebra a diversidade e a história do gênero.
Moto Bar Spaten | O mais noturno dos palcos, onde as festas seguem madrugada adentro. Em 2025, tem estrutura ampliada, visual mais imponente e moderno.
Lady Bikers by Sebrae | Muito mais que um palco, é um espaço dedicado ao empreendedorismo e protagonismo feminino. Localizado na Avenida Principal, recebe empreendedoras, shows, debates e desfiles em programação extensa.
Rock Saloon Royal Enfield | Situado ao final da Avenida Principal, o palco mais velho oeste do festival ganha dois andares neste ano e segue valorizando os estilos que moldaram o rock: blues, country, rockabilly e soul.
Praça Pepsi | Dentro da Praça Pepsi, conta com programação versátil, assim quem estiver fazendo refeições não perde nenhum minuto de diversão. A estrutura mantém o alto padrão dos anos anteriores.
Atrações Culturais | Entre as figuras de destaque está o artista urbano Fernando Elom, que é da Ceilândia e, desde 2022, estampa painéis e obras que destacam a resiliência e a positividade, simbolizando a força da cultura.
Cinema a Céu Aberto | De 28 a 30 de julho, o ‘Cinema a céu aberto’ exibirá sessões às 18h e 20h20 com filmes importados das telonas. Nesses dias a entrada é gratuita mediante ingresso retirado na Bilheteria Digital.
Estilo Moto Week | A variação de temperatura é grande em um mesmo dia. O período do ano combina sol, calor, baixa umidade e baixas temperaturas. A dica para curtir muitas horas no CMW é escolher um look confortável e apostar em tênis ou botas para explorar todo o complexo. Casaco, jaqueta ou peças de sobreposição são coringas para proteger do frio. As peças da coleção do Capital Moto Week oferecem um estilo exclusivo para curtir a liberdade dentro e fora do festival. A loja conceito funciona no Iguatemi Brasília e na Granja do Torto.
MORADORES DA CIDADE DA MOTO
Acampamento | Mais de 20 mil pessoas acampam no festival. O Camping Ville Outdoor oferece barracas montadas com cama inflável, lençóis, iluminação e banheiro privativo. Há espaço para motorhomes, Camping Viking gratuito e Camping Ville com estrutura completa. Para quem busca experiência mais personalizada, há a opção dos domes, com instalações sofisticadas que priorizam privacidade e conforto. Eles acomodam até três pessoas e incluem ar-condicionado, piso deck, cama box, travesseiro, roupa de cama e de banho, cabideiro, espelho, tomada, luminária e mesa com cadeiras. Saiba mais aqui.
Motoclubes | Motoclubes e motogrupos são parte fundamental da festa! Eles saem de vários estados do país para marcar presença no festival. Dos 320 mil m² de área ocupada no CMW, 20% são destinados aos 230 motoclubes e motogrupos que reservaram espaços dentro da Cidade da Moto com programações próprias. Fora isso, é esperada a participação de 1,8 mil motoclubes do Brasil e de outros países.
EXPERIÊNCIAS IMERSIVAS
Moto Kids | O espaço dedicado às crianças terá a tradicional performance do globo da morte, roda gigante, brinquedos infláveis e muita diversão! O voucher para a Roda Gigante deve ser retirado no stand do BRB, mediante preenchimento de formulário. Além das experiências radicais, haverá cobertura para proteção solar e espaço com conforto, segurança e atividades monitoradas para as crianças.
Parque de Diversões | Os maiores de 18 anos que buscam dose extra de adrenalina poderão se aventurar no Bungee Jump Giraffas, que tem surpreendente queda livre de 30m; e na Tirolesa Claro, com torre de saída de 15m de altura e 134m de extensão, cruzando pelo alto toda a arena de shows CMW. A entrada nessas atrações é gratuita, oferecidas pelas marcas parceiras do festival.
GASTRONOMIA
Praças de Alimentação | A alimentação é experiência à parte no CMW com operações e pratos para todos os gostos e bolsos. A Praça Pepsi, na Avenida Principal, traz palco com programação exclusiva para garantir a diversão enquanto o público recarrega a energia. Há também a Praça Arena, localizada na arena do Palco Principal. De café da manhã a petiscos, fast food, churrasco, pratos sofisticados e doces, além de alternativas vegetarianas, tudo com preços democráticos, porções saborosas e generosas.
Sabores | O CMW oferece 38 operações gastronômicas, espalhadas por todo o complexo. São mais de 70 opções de refeições e porções generosas para todos os gostos. Entre elas, estão: 061 BBQ, Açaí Oficial, Amazon Easy, Amor Pipoca, Bacio di Latte, Chef Thiago Paraíso, Churros D, Crepe do Tio, Destilaria Capueira, Dog Club, Dog da Igrejinha, Dom Bosco, Dr Dog, Estação do Crepe, Frango no Pote, Giraffa’s, Gordo, Helius, Mc Donald’s, Nissin, Pão Dourado, Pastelaria do Beto, Pastelaria e Parrilla do Beto, Pit Stop Creperia, Pit Stop Pastelaria, Primeiros Bar/Gordeixos, QI WINES, Recheiô, Reis do Tacho, Ricco, Santo Beef (ex-Alecrim), Tio Gu Creperia, Vino Fructuoso, Vinhos do Mundo.
Consumo | O consumo é feito exclusivamente via cartão ZIGPay, e de segunda a sexta, das 12h às 14h, a entrada é gratuita para quem quiser almoçar e vivenciar o clima CMW.
LEGADOS SOCIAIS
Legados Sociais | Nem só de rock e motos vive o Capital Moto Week! Além da programação de música, motos e shows, o CMW prioriza a agenda social. Com a Vila do Bem, o CMW promoverá, de 28 a 30 de julho, atendimentos gratuitos de saúde, vacinação e ações de cultura voltadas à comunidade e instituições do DF. Os visitantes poderão conhecer o complexo e tudo que envolve o universo de um mega festival. A entrada é gratuita, com retirada de ingresso na Bilheteria Digital.
SERVIÇOS
Posto Médico | Quatro postos médicos estão localizados em pontos estratégicos do festival, sendo um ao lado do Palco Principal e os demais espalhados ao longo da Avenida Principal (em frente ao Rock Saloon Royal Enfield, em frente ao Moto Bar Spaten e no começo da avenida). Esses postos reforçam o atendimento emergencial e garantem agilidade e segurança ao público durante o festival.
Segurança e Mobilidade | A logística de mobilidade foi definida junto à Secretaria de Mobilidade do DF. Os acessos aos estacionamentos e entradas estarão sinalizados e um time capacitado indicará os acessos de motos, pedestres e motoristas. Para evitar congestionamentos, é importante sair cedo de casa. As dependências do CMW terão equipe treinada para fazer a segurança nas entradas, saídas e dentro do complexo.
Pets | No CMW, os pets são bem-vindos! Para os animais de estimação, haverá pontos de distribuição de água e ração espalhados pelo complexo CMW, garantindo cuidado e acolhimento.
DIRETRIZES
Acessibilidade | O CMW está preparado para receber pessoas com deficiência. As ruas e dependências possuem rampas e sinalização. Um comitê de boas-vindas atua desde o estacionamento exclusivo e entrada no festival ao atendimento humanizado. Há tradução em libras dos shows das atrações principais e Camarote Solidário para esse público, em frente ao palco principal, com estrutura de piso elevado. Kits sensoriais são disponibilizados para pessoas neuro divergentes. Interessados podem fazer o credenciamento PCD e receber orientações no Concierge de Atendimento PCD na entrada principal e no estacionamento rotativo privado (E1). Para garantir a gratuidade do ingresso, os interessados devem apresentar o laudo atualizado ou a carteirinha PCD.
Cultura | O Capital Moto Week se destaca como impulsionador da cultura, oferecendo uma plataforma para grandes nomes da música, bandas independentes, artistas visuais, dançarinos, atores e outros talentos exibirem seus trabalhos e ganharem visibilidade nacional. A Assessoria de Imprensa divulga a programação completa diariamente.
Sustentabilidade | O Caveiras do Bem é um movimento em prol da sustentabilidade. Reconhecido pela Zero Waste International Alliance, o CMW é o único festival no Brasil certificado como Lixo Zero e ISO 20.121 e, todos os anos, zera as emissões de carbono. Promove iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade da cadeia produtiva do entretenimento.
Lixo Zero | Para viabilizar a operação Lixo Zero, o CMW mantém dentro da Cidade da Moto um centro de triagem de resíduos, onde são separados os materiais para destinação adequada. Parcerias com ONGs e cooperativas garantem a coleta, triagem e ações como troca de lixo eletrônico por ingressos. O espaço é aberto para visitação durante todos os dias do festival no período das 11h às 14h.
SERVIÇO Capital Moto Week 2025 Data: 24 de julho a 02 de agosto de 2025 Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek Site: http://www.capitalmotoweek.com.br
Com satisfação compartilhamos o comunicado para imprensa sobre a cerimônia de posse da nova diretoria da Associação Comercial do Distrito Federal (ACDF),Conselho Superior e Fiscal, membros dos Órgãos Estratégicos e Especializados da Diretoria e Conselhos Superior e Fiscal do Instituto da ACDF.
O evento marcará o início de uma gestão focada em dar continuidade as várias ações iniciadas, com objetivos fundamentais de fortalecer o comércio local, promover a inovação e defender os interesses dos empresários do DF, dar continuidade ao fortalecimento dos MEIs – Micro Empresários Individuais.
A nova diretoria, liderada pelo presidente Fernando Brites,reeleito, que assume com importantes desafios e propostas para o cenário econômico da capital.
Acreditamos que esta notícia pode ser de grande interesse para os leitores dos Veículos de Comunicação, dada a relevância da ACDF para o desenvolvimento econômico do Distrito Federal.
O empresário da área de móveis planejados Fernando Brites e sua diretoria foram reconduzidos para a gestão 2025/2028 com a missão de consolidar projetos, principalmente na área de tecnologia e inovação no comércio e indústria. Mais do que nunca, a ACDF busca fortalecer ainda os MEIs (MicroempreendedoresIndividuais) – tendo para isso, inclusive, criado recentemente diversos conselhos como o seu conselho temático MEI-ACDF empossado em dezembro de 2024. Além desse núcleo de trabalho focal, criou ainda conselhos de extrema importância como o Internacional, ESG, Design, Resgate Social, entre outros.
Fernando Brites, presidiu a ACDF em 2003/2008, deixando um legado forte na condução de entidades empresariais de classe nas Regiões Administrativas do DFe agora, com a globalização busca colocar Brasília no comércio mundial apoiando inovação e projetos a serem aplicados nos setores da economia. Após a cerimônia deposse, na mesma noite, o presidente da ACDF Brites anunciará a criação do seu mais novo conselho – GESTÃO DE EVENTOS – setor que movimenta a economia da DF e entorno, formalizando – mais uma vez – a consolidação de um trabalho em prol dos que empreendem no Brasil.
GESTÃO ACDF | 2025/2028
Presidente e Vice-Presidentes:
1. Fernando Pedro de Brites
2. Antonio Carlos Martins
3. Antonio José Matias de Sousa
4. Alexandre Augusto Bittencourt
5. Alejandro Rubem Parrilla
6. Breno Cury
7. Eduardo Silva Freitas
8. Liana Maria França Silva Alagemovits
9. Luiz Eugenio Fernandes Duarte
10. Patrícia Rosa Calmon
11. Thomas Ribeiro Strauss
Diretoria Financeira:
12. Edvaldo Silva Moreira
13. Meire Lucia Neme Gabriel
Diretoria Administrativa:
14. Eduardo da Silva Vieira
15. Asdrubal Nascimento Lima Junior
Diretoria Especial:
16. Aline Batista Duarte
17. Eliane Vallim
18. Ivanilda Lopes do Nascimento Queiroz
19. Jorge Viana de Sousa
20. Leonardo Fabricio de Resende
21. Lucia Luci Ottoni da Silva
22. Marcos Antonio Moreira
23. Patricia Ribeiro Rego
24. Roberto Niwa Camilo
25. Siler Barbosa Garcia
Conselho Superior:
26. Carlos Magno de Melo
27. Cleber Roberto Pires
28. Danielle Bastos Moreira
29. Josezito Nascimento Andrade
30. Alessandra Neiva Amorim
31. Antonio Ruy Telles
32. Carlos Alberto de Sá
33. Fábio de Carvalho
34. Francisco Jose de Oliveira Ferraz
35. Gumersindo Sueiro López
36. Higino Antonio Franca Chaves de Magalhães
37. Janine Soares de Brito
38. Jonas da Costa Freire
39. José Luiz Lopes dos Santos Anjo
40. José dos Reis de Oliveir a
41. José Rocha de Carvalho
42. Jurandir Pizani Ribeiro
43. Lindberg Cury Junior
44. Luiz Einar Neri Solano
45. Marta Bittar Cury
46. Mitri Moufarrege
47. Paulo Octavio Alves Pereira
48. Rubem Soares Branquinho
49. Ruy Coutinho do Nascimento
Conselho Fiscal:
50. Andre Correa Teles
51. Glenda Sousa Marques
52. Tales Pinheiro Lins Junior
53. Dermeval Pereira da Luz
54. Rafael Freitas Machado
55. Udiléston Pinho Lopes
Diretoria de Área:
56. Gersinei Aparecida Ferreira de Almeida
57. José Rodrigues do Rego Neto
58. Julia Lucy Marques Araújo
59. Lucia Maria de Oliveira Felix
60. Wellington de Queiroz
ÓRGÃOS ESTRATÉGICOS E ESPECIALIZADOS:
• CAMARA DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM
1. EDUARDO VIEIRA – PRESIDENTE
2. ASDRUBAL NASCIMENTO JUNIOR – VICE-PRESIDENTE
3. RAFAEL FREITAS MACHADO – VICE-PRESIDENTE
CONSELHOS TEMÁTICOS ACDF
• CONSELHO CONSULTIVO JURÍDICO E DE GESTÃO EMPRESARIAL
1. EDUARDO DA SILVA VIEIRA – PRESIDENTE
2. ASDRUBAL NASCIMENTO LIMA JUNIOR – VICE-PRESIDENTE
3. RAFAEL FREITAS MACHADO – VICE-PRESIDENTE
4. TALES PINHEIRO LINS JUNIOR – SECRETÁRIO
5. AGENOR PEDRO DA SILVA JUNIOR – CONSELHEIRO
6. CASSIO DOS SANTOS GARCIA – CONSELHEIRO
7. CIRELLE MONACO DE SOUZA – CONSELHEIRO
8. CLAUDIO SOTANA – CONSELHEIRO
9. IVAN DA SILVA DUARTE – CONSELHEIRO
10. RODRIGO DIOGO SILVA – CONSELHEIRO
11. LEONARDO FABRICIO RESENDE – CONSELHEIRO
12. FABRICIO LIMA BATISTA – CONSELHEIRO
• CONSELHO DA CULTURA
1. LUIZ CLAUDIO SIMOES MACHADO – PRESIDENTE
2. FRANCISCO DE ASSIS ALVES – DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE ARTES PLÁSTICAS
3. JOANA EICHLER GALVAO – DIRETORA DO DEPARTAMENTO DE FOTOGRAFIA
4. WERA RAKOWITSCH – DIRETORA DO DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO
5. ANDRES EDUARDO RODRIGUES COSTA – DIRETOR DO DEPARTAMENTO DE PROJETOS
6. LEONARDO FABRICIO DE RESENDE – DIRETOR JURIDICO
• CONSELHO DE ESPORTES
1. LINDBERG AZIZ CURY JUNIOR – PRESIDENTE
2. RAFAEL FREITAS MACHADO – VICE-PRESIDENTE
3. RICARDO VIDAL DE OLIVEIRA – VICE-PRESIDENTE
4. WEBER DE AZEVEDO MAGALHÃES – VICE-PRESIDENTE
5. EDUARDO DA SILVA VIEIRA – SECRETÁRIO
• CONSELHO INTERNACIONAL
1. GIL VICENTE DE MELO GAMA – PRESIDENTE
2. THEO VICENTE DE ALMEIDA DANTAS MELO GAMA – VICE-PRESIDENTE
3. LUCIANO MAIA DE OLIVEIRA – CONSELHEIRO
• CONSELHO INTERNACIONAL DE EMPREENDEDORISMO, RELAÇÕES GOVERNAMENTAIS E INTERCÂMBIO COMERCIAL
1. VANESSA CHAVES DE MENDONCA – PRESIDENTE
2. ANA LUIZA CUNHA CAMPOS DIEGUEZ – DIRETORA CONSELHEIRA EMPREENDEDORISMO FEMININO
3. IVONICE AIRES CAMPOS DIAS – VICE-PRESIDENTE DE EMPREENDEDORISMO FEMININO
2. LUCIA MARIA DE OLIVEIRA FELIX – VICE-PRESIDENTE
3. LUCIJAINE VILAR DA SILVA PIMENTEL – CONSELHEIRA
4. WERA RAKOWITSCH – DIRETORA DE EVENTOS SÓCIO-CULTURAIS
• CONSELHO DE SUSTENTABILIDADE
1. FERNANDO RICARDO DOS SANTOS PALAU – PRESIDENTE
2. MARIA EUGENIA MARTINS DE ANDRADE ARAGAO – VICE-PRESIDENTE
3. PETER OTAVIO COSTA – DIRETOR DE CONFORMIDADE
4. MICHELLE BORGES – DIRETORA DE PROJETOS ESG
5. ELISE ELEONORE DE BRITES – DIRETORA DE COMPLIANCE
• CONSELHO FITNESS
1. FABIO AUGUSTO PADILHA DA COSTA – PRESIDENTE
2. MARCELO MACHADO PINTO – VICE-PRESIDENTE
3. LIANA ALAGEMOVITS – CONSELHEIRA
4. PATRICIA RIBEIRO REGO – CONSELHEIRA
• CONSELHO DE INOVAÇÃO
1. LUCIANO MAIA DE OLIVEIRA – PRESIDENTE
2. ELIANE RAYE VALLIM – VICE-PRESIDENTE
3. MARIA EUGENIA MARTINS DE ANDRADE ARAGAO – SECRETÁRIA
4. THOMAS RIBEIRO STRAUSS – DIRETOR
5. LEONARDO JOSE RODRIGUES DA SANTANNA – DIRETOR
6. LYDIA MARIA NUNES COSTA FERNANDES – DIRETORA
7. GIL VICENTE GAMA – DIRETOR
• CONSELHO DE RESGATE SOCIAL
1. VANESSA DA COSTA RIBEIRO MATOS – PRESIDENTE
2. FERNANDO LUIZ OSORIO MATOS – VICE-PRESIDENTE
3. GLAUCIA DE OLIVEIRA BARBOSA SOUTO – SECRETÁRIA
• CONSELHO DE DESIGN E ECONOMIA CRIATIVA
1. MARCOS ANTONIO MOREIRA – PRESIDENTE
2. WAGNER ALVES COUTINHO JUNIOR – VICE-PRESIDENTE
3. MARCELO ORTEGA JUDICE – SECRETÁRIO EXECUTIVO
4. ALESSANDRA ROCHA PINHEIRO – DIRETORA DE DESIGN GRÁFICO
5. CLAUDIA PIRES EL-MOOR – CONSELHEIRA
6. ENEIDA MARIA SANTANA DE FIGUEIREDO – CONSELHEIRA DE DESIGN DE INTERIORES E GRÁFICO
7. LYZ SOUZA – DIRETORA DE DESIGN INTERIORES
8. DANIELA FAVARO GARROSSINI – CONSELHEIRA ACADEMIA – UNB
9. ELMA GOMES DE SOUSA – CONSELHEIRA DE MERCADO
10. ANDREA CASTELLO BRANCO JUDICE – DIRETORA DE ECONOMIA CRIATIVA
11. LUCAS FIALHO CARAMÉS – DIRETOR DE DESIGN DE PRODUTO
12. LEANDRO DE BESSA OLIVEIRA – CONSELHEIRO ACADEMIA UCB
13. ALINI ROSANGELA TAUFER JOBIM – CONSELHEIRA DE DESIGN DE INTERIORES
• CONSELHO EDUCAÇÃO
1. ANTONIO CARLOS LIMA BENTES – PRESIDENTE / DIRETOR DE EDUCAÇÃO SUPERIOR E EXTENSÃO
2. RAFAEL PACIOS DE ANDRADE – VICE-PRESIDENTE / DIRETOR DE EDUCAÇÃO BÁSICA E TÉCNICA
3. MARYTZA RAFAELA BARROS DE MACEDO – SECRETÁRIA / DIRETORA DE EDUCAÇÃO EM LÍNGUAS
4. SONIA CARDOSO – DIRETORA DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA
5. LIANA ALAGEMOVITS – DIRETORA DE COMUNICAÇÃO
6. LEONARDO FABRICIO DE RESENDE – DIRETOR JURÍDICO
• CONSELHO SAÚDE
1. ROBINSON CAPUCHO PARPINELLI – PRESIDENTE
2. IVAN CASTELLI – VICE-PRESIDENTE
3. ANTONIO CARLOS MARTINS – SECRETÁRIO
4. LEONARDO FABRICIO DE RESENDE – DIRETOR JURÍDICO
Associação Comercial do Distrito Federal –ACDF
Quem somos
Fundada em 1957, (três anos antes da fundação de Brasília), a ASSOCIAÇÃO COMERCIAL DO DISTRITO FEDERAL – ACDF é a entidade representativa de classes, mais antiga do Distrito Federal. Desde 15 de junho de 1998, a ACDF viabiliza e ampara seus projetos e ações no Instituto ACDF, um marco para viabilizar projetos de grande impacto social e empresarial.
Missão
Representar seus associados e suas atividades econômicas ou profissionais, coletivamente perante os poderes constituídos, orientando, amparando e desenvolvendo ações que promovam seus direitos, interesses e o desenvolvimento econômico, cultural e social no Distrito Federal e Entorno.
Vocação
É vocação da ACDF, trabalhar para oferecer suporte aos empreendedores, a fim de que estes superem suas dificuldades, oferecendo serviços efetivos para o seu crescimento, sua capacitação e a sua vontade de vencer.
Hoje a ACDF está redefinindo rumos, buscando alternativas de atuação, reavaliando objetivos, atualizando as demandas e se planejando estrategicamente para o futuro.
Esta realidade nos impõe a necessidade de manter atualizado o programa dinâmico de mudança de estratégias, para continuarmos a influir nas decisões de poder, buscando sempre em nossas ações, os mais altos padrões éticos de ação, renovadores do futuro.
UM POUCO DA NOSSA HISTÓRIA
A ACDF está inserida em um sistema que tem suas raízes na Europa do século XII.
As Associações Comerciais surgiram na idade média, para aproximar produtores e compradores, documentar operações, arrecadar impostos e prestar contas aos Governos. Em 1811, o Imperador Dom João VI, autorizou Dom Marcos de Noronha e Barro, Oitavo Conde dos Arcos, a fundar e construir a primeira Associação Comercial Brasileira, na Bahia, nos moldes das Associações Comerciais de Lisboa e do Porto. Em 1912 o Barão de Ibirocahy, Presidente da Associação Comercial do Rio de Janeiro, fundou a Federação das Associações Comerciais do Brasil, que em 1963 passou a chamar-se CACB – CONFEDERAÇÃO DAS ASSOCIAÇÕES COMERCIAIS DO BRASIL.
Somos o mais antigo sistema representativo de classes do Brasil e o de maior capilaridade.
Nosso sistema conta hoje com uma Confederação, 27 Federações representando todos os estados brasileiros e mais de 2.000 Associações Comerciais espalhadas pelos principais municípios do Brasil.
A HISTÓRIA DA ACDF SE CONFUNDE COM A HISTÓRIA DO DISTRITO FEDERAL
Baluarte das grandes causas, até a autonomia política do Distrito Federal, a ACDF foi a legítima tribuna dos anseios e pleitos dos setores produtivos e do povo do Distrito Federal.
A ACDF fundou e patrocinou a criação das principais entidades do Distrito Federal:
• Idealizou, constituiu e fundou o BRB – Banco de Brasília;
• Fundou a FIBRA – Federação das Indústrias do DF;
• Fundou a FECOMÉRCIO – Federação do Comércio do DF;
• Fundou a FAPE-DF – Federação da Agricultura e Pecuária do Distrito Federal;
• Fundou inúmeros sindicatos, a exemplo do Sindicato do Comércio Varejista do DF, Sindicato rural do DF e outros;
• Fundou inúmeras associações de classes, a exemplo da Associação dos Criadores do Planalto;
• Fundou o CDL Clube de Diretores Lojistas, hoje Câmara de Dirigentes Lojistas do DF;
• Patrocinou a Instalação do Tribunal Regional do Trabalho – Seção DF;
• Criou o plano de Industrialização do DF, PROIN, hoje denominado de Pro-DF;
• Patrocinou a criação da Secretaria de Estado da Indústria e Comércio, hoje, Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Distrito Federal;
• Ao longo da história, seus diretores e conselheiros desempenharam relevante papel na política, na educação, na saúde, na cultura, na sociedade, e, principalmente, no desenvolvimento econômico do Distrito Federal, a exemplo da criação do Fundo Constitucional.
Serviço
Posse: 2025/2028
Dia: 18 de julho, sexta-feira
Local: sede da ACDF – Edifício Palácio do Comércio
Espetáculo gratuito une piano, dança e sapateado em uma narrativa sensível e envolvente no dia 20 de julho, às 16h, na Sala Multiuso do Espaço Cultural Renato Russo
O Festival Em Cantos chega ao fim de sua terceira edição com um convite à imaginação, à sensibilidade e à escuta por meio da arte. No dia 20 de julho, às 16h, o espetáculo Sapatos Mágicos encerra a programação com uma experiência cênico-musical que combina sapateado, piano ao vivo, dança e narrativa visual, pensada especialmente para o público da primeira infância — mas que encanta também jovens e adultos. A apresentação será na Sala Multiuso do Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul), com entrada gratuita (mediante a doação de 1kg de alimento)
Criado e interpretado pela dançarina e sapateadora Victória Oliveira e pelo pianista e compositor Plínio Carvalho Passos, Sapatos Mágicos conta uma história de aventura e transformação que atravessa gerações. Inspirado na estética dos antigos teatros mudos, o espetáculo utiliza a interação entre som e movimento para criar uma atmosfera poética e sensível. O sapateado atua como elemento percussivo e narrativo, dialogando com composições originais criadas especialmente para o projeto, além de trilhas como “Sedge Tree” e “Sanfona Sentida”.
Mais do que um espetáculo visual e sonoro, Sapatos Mágicos é uma metáfora sobre o despertar da criatividade e da presença. A montagem propõe ao público uma vivência artística que valoriza o tempo da infância e a potência do encontro entre corpo, música e emoção.
Serviço: Festival Em Cantos Data: 20 de julho (domingo) Horário: 16h Local: Sala Multiuso – Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul) Entrada: Gratuita (mediante 1kg de alimento) retirada pelo site Sympla Duração: 40 a 45 minutos Classificação indicativa: Livre – indicado para crianças pequenas (3 a 6 anos) e suas famílias. Realização: Plínio Passos e Victória Oliveira Intérprete criadora: Victória Oliveira Composição musical e arranjos: Plínio Passos
Festival oferece programação especial para a família com Roda Gigante, Globo da Morte, Tirolesa e muito mais. O CMW acontece de 24 de julho a 2 de agosto
Se a paixão pela adrenalina está no sangue, o Capital Moto Week, maior festival de rock e motos da América Latina, é lugar de crianças, adultos e famílias felizes! De 24 de julho a 2 de agosto, em Brasília, o festival acolhe aventureiros de todas as idades na Cidade da Moto, um complexo de 320 mil m² com infraestrutura completa, restaurantes, lojas e mais de 100 shows em 10 dias de programação. Além das experiências imersivas e radicais, o Moto Kids, que inova com cobertura para proteção solar, oferece espaço com conforto, segurança e atividades monitoradas para as crianças. Ingressos para o CMW 2025 disponíveis em http://www.bilheteriadigital.com/capitalmotoweek
Juliana Jacinto, CEO do Capital Moto Week, explica que além dos shows e do universo sob duas rodas, o festival investe em atrações para todos os gostos: brinquedos infláveis, experiências radicais e atividades interativas. Segundo ela, o CMW é planejado para acolher todos os perfis de público e valoriza momentos em família. “Já recebemos mais de 7 milhões de pessoas e sempre prezamos por um ambiente familiar. Este é o espírito do CMW e do nosso público, que torna a Cidade da Moto única, segura e inclusiva” , afirma. A produtora deixa um convite surpreendente: “O Capital Moto Week cria muitas memórias inesquecíveis”.
A programação do Moto Kids inclui jogos eletrônicos, oficinas criativas, pintura facial, painéis instagramáveis e apresentações diversas, como o tradicional Globo da Morte. “Além de equipe qualificada de monitores, teremos área de descanso e espera para os responsáveis” , acrescenta Juliana Jacinto. O acesso para o espaço temático é gratuito, sendo algumas das atrações liberadas mediante cadastro, agendamento ou cobradas à parte.
Adrenalina para todas as idades O complexo Moto Week combina experiências imersivas e atrações radicais! Crianças e adultos poderão curtir a melhor vista da Cidade da Moto na Roda Gigante BRB, com 22m de altura. Já os maiores de 18 anos que buscam dose extra de adrenalina poderão se aventurar no Bungee Jump Giraffas, que tem surpreendente queda livre de 30m; e na Tirolesa, com torre de saída de 15m de altura e 134m de extensão, cruzando pelo alto toda a arena de shows CMW. A entrada em todas essas atrações é gratuita, oferecidas pelas marcas parceiras do festival.
Para completar o passeio em família, o CMW 2025 oferece variedade de mais de 34 operações gastronômicas, com pratos para todos os gostos e bolsos. A Praça Pepsi, na Avenida Principal, traz palco com programação exclusiva para garantir a diversão enquanto o público recarrega a energia. Há também a Praça Palco, localizada na arena do palco principal. De café da manhã a petiscos, fast food, churrasco, pratos sofisticados e doces, além de alternativas vegetarianas, tudo com preços democráticos, porções saborosas e generosas.
Atividades Gratuitas |Confira o acesso e horários de funcionamento:
Globo da Morte | Gratuito | Moto Kids • Performance cênica e radical gratuita com sessões diárias
Público geral: acesso mediante retirada de voucher no estande da Podium
Roda Gigante BRB | Gratuita | Moto Kids | 18h às 01h • Clientes BRB: acesso mediante comprovação no guichê ao lado da atração • Público geral: acesso mediante preenchimento de cadastro no local
Tirolesa | Gratuita | Arena | 18h às 01h • Público geral: agendamento no guichê de atendimento
Bungee Jump Giraffas | Gratuita | Arena | 18h às 03h • Agendamento via aplicativo Moto Gamer
Atividades Pagas |Confira os valores e horários de funcionamento:
Tiro ao Alvo | 18h às 01h • Tiro com rolhas: R$ 25 (6 tiros) | R$ 50 (20 tiros) • Tiro de precisão: R$ 30 (4 tiros)
Touro Mecânico | Rock Saloon Royal Enfield | das 22h às 01h30 • R$ 20 (3 quedas individuais) • R$ 30 (combo família com 4 quedas)
Pagamento Os ingressos para as atrações pagas podem ser adquiridos direto nos caixas do CMW por meio do cartão ZIGPay. A caução de R$ 7 é devolvida ao final do festival. Pessoas com deficiência têm 50% de desconto em todas as atrações pagas, mediante apresentação de laudo ou carteirinha.
Sobre o Capital Moto Week 2025 De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.
SERVIÇO Capital Moto Week 2025 Data: 24 de julho a 02 de agosto de 2025 Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br
Mostra sobre arte urbana que acontece na Caixa Cultural Brasília entra na reta final e realiza uma oficina e uma visita guiada. A exposição segue até 20 de julho com obras de artistas nacionais e internacionais que retratam e celebram a essência da arte urbana
No sábado, dia 12 de julho, a CAIXA Cultural Brasília realizou uma oficina com o artista brasiliense Mão como parte do projeto ‘Frequências Urbanas – uma voz única no diálogo coletivo’, uma exposição inaugurada em abril deste ano, após 10 anos da bem-sucedida mostra ‘Street Art – Um Panorama Urbano’. A mostra, sucesso de público, e que fica aberta ao público até 20 de julho, revisita a cena global da arte urbana conectando artistas internacionais e brasileiros em um espaço de intercâmbio e de reflexão
A oficina, gratuita, oferece 30 vagas e acontece de 10 às 12h, na CAIXA Cultural Brasília, no Setor Bancário Sul. O artista fará uma introdução à arte urbana com foco no grafite e vai explicar sobre sua trajetória, interagir com os participantes e entender as visões deles sobre esse tipo de arte/expressão. Logo após, dará início a uma dinâmica com um processo criativo, onde serão debatidas ideias para produção de desenhos a serem desenvolvidos com material de pintura: tinta acrílica, rolinhos e spray. O objetivo, ao final, é a montagem de um mural colaborativo.
Já no dia 19 de julho, às 16h, haverá uma visita guiada com um dos curadores e produtor da mostra, Luiz Prado, como última oportunidade de conhecer de perto obras de artistas renomados de diversas culturas – brasileira, francesa, congolesa, tunisiana, norte americana. O objetivo dessa mostra e o foco da visita guiada é o de proporcionar um intercâmbio cultural e artístico de grande impacto ao público. Conhecida também como street art, a arte urbana se consolidou como uma das principais formas de expressão visual no mundo.
Ancorados em seu território, mas antenados com as questões mundiais, os artistas em exposição na mostra inspiram-se em movimentos artísticos globais que permitem entender melhor as questões urgentes como as mudanças climáticas, o resgate da ancestralidade e a desigualdade social.
“Frequências Urbanas trouxe novos nomes para expandir o impacto da arte urbana no Brasil, visando ainda o fortalecimento da relação entre artistas estrangeiros e brasileiros e trocas culturais, em especial a relação entre Brasil e França, que celebram neste ano de 2025 uma parceria de promoção cultural entre os dois países’, revela Prado.
A exposição reflete, ainda, a diversidade cultural de Brasília, cidade ‘com gente de todas as partes do Brasil e do mundo’, e a inauguração desta mostra, no mês de abril, foi pensada para celebrar os 65 anos dainauguração da capital federal.
“Inauguramos a exposição na semana de aniversário da cidade, convidando o público a ser fotografado pelo projeto Inside Out do artista francês JR, participando assim da confecção de um mural de mais de 150 m² que segue em exposição na CAIXA Cultural até o último dia da mostra, comprovando a diversidade, a mistura e as diferenças múltiplas que formaram a população de Brasília”, complementa Prado.
A exposição Frequências Urbanas conta com obras dos seguintes artistas e coletivos:
CRIPTA DJAN
@criptadjan
Cripta Djan é pichador, artista, ativista e documentarista que tem a pichação como eixo central de sua trajetória nos espaços urbanos. Sua atuação representa e reivindica a figura do pichador nos campos político, acadêmico, artístico e cinematográfico.
Seu trabalho transita entre o desenho e a escrita, a forma e a contra forma, o legível e o ilegível, o certo e o errado. Começou sua história nas ruas de Itapevi, na Grande São Paulo, e hoje tem seu trabalho reconhecido internacionalmente, levando a linguagem da pichação para centros de arte contemporânea ao redor do mundo
CYRCLE
CYRCLE é um coletivo formado pelos artistas americanos David Leavitt e David Torres, de Los Angeles, Califórnia (EUA). Suas obras enfatizam a vida, a dualidade e a condição humana compartilhada com a contemplação estética da forma, tipo de letra e cor.
A dupla trabalha em diversas mídias, desde a investigação da forma até o incentivo à participação, os desafios do CYRCLE e, ao mesmo tempo, abrangem todo o continuum do que é arte.
KOUKA
@kouka_ntadi
Pintor franco-congolês, Kouka Ntadi é nascido em Paris, em 1981, neto do pintor expressionista Francis Gruber. O artista confronta suas origens, tanto em suas telas quanto na rua. Explorando diferentes formas de retrato, ele desenvolve seus temas de pesquisa em torno da essência do Homem e da identidade.
Sua pintura brinca com os códigos do grafite para melhor tocar o cerne da pesquisa sobre o estatuto da imagem. Desde seus famosos “Guerreiros Bantu”, sua primeira marca urbana, ele tem nos lembrado constantemente que o espaço público, assim como o mundo, não pertence a ninguém.
RERO
@rerostudio
Na intersecção de práticas urbanas, land art e criação conceitual inspirada por Duchamp, Debord e, claro, Roland Barthes, Rero questiona a retórica da imagem e sua “cadeia flutuante de significados”.
As obras de arte intrigantes e luminosas do artista, infundidas com um senso moderno e transgressivo de poesia, suas instalações inovadoras e descomunais se espalharam pelo mundo. Para Rero, “a arte é um sistema de alarme que busca despertar o músculo atrofiado da sensibilidade coletiva”, escreveu o crítico de arte Achille Bonito Oliva.
LUÍSA PIMENTA
@luisa_pimenta
Artista carioca de 18 anos, Luísa Pimenta é um jovem talento e grande promessa do cenário artístico atual. Ela se nutriu da efervescência da cena do grafiti de rua nos EUA, transformando todas as influências e pluralidades da arte urbana norte-americana em traços marcantes que se misturam com suas raízes brasileiras.
Suas obras são uma verdadeira janela para sua alma. Com expressões viscerais, traços firmes e impactantes, Luísa compartilha seus afetos e percepções do mundo de forma autêntica e repleta de sensibilidade, se comunicando com o espectador de forma intensa e tocante.
KASSIA BORGES
@kassiaborgess
Kássia Borges Karajá é artista visual, pesquisadora, professora e curadora. Pesquisa principalmente questões em torno da mulher e da ancestralidade. Partindo dos conhecimentos da tradicional cerâmica Karajá, se debruça, sobretudo, no barro para suas criações contemporâneas.
Além de sua investigação em cerâmica, é membro também do coletivo MAHKU (Movimento dos artistas Huni Kuin), destaque na 60ª edição da Bienal de Veneza, com participação em salões e exposições em instituições nacionais e internacionais.
EL SEED
@elseed
EL Seed é um artista que combina pintura e escultura para criar uma linguagem visual única, inspirada na tradição da caligrafia e na pulsação da arte urbana. Seu trabalho se destaca por camadas intrincadas de cores, símbolos e letras, que expressam mensagens universais sobre coexistência, paz e liberdade.
A identidade, a herança cultural e o desejo humano por conexão e pertencimento são temas que atravessam sua obra. Por meio de sua arte, EL Seed dá visibilidade às comunidades com as quais se relaciona, utilizando a linguagem como ponte para o diálogo e a construção de um senso de coletividade.
INSIDE OUT PROJECT – JR
@insideoutproject @jr
Depois de ganhar o Prêmio TED, em 2011, o artista francês JR lançou o Projeto Inside Out, em exibição na mostra. O artista criou uma plataforma participativa que ajuda indivíduos e comunidades a transmitirem uma mensagem por meio de retratos em preto e branco em grande escala colados como lambe-lambe em espaços públicos.
JR exibe livremente nas ruas do mundo, capturando a atenção de todos, incluindo aqueles que não costumam frequentar museus. Sua prática artística torna visíveis os anônimos colando seus retratos no espaço público, desde as favelas brasileiras até as ruas de Nova York e Istambul. Essas instalações feitas na ação em grupo são documentadas e compartilhadas online.
SERVIÇO
Frequências Urbanas – Uma voz única no diálogo coletivo
Exposição internacional de arte urbana
CAIXA Cultural Brasília: Setor Bancário Sul – Quadra 4, Lotes 3/4 – Brasília-DF
Temporada: de 24/04 a 20/07/2025
Horário: De terça a domingo, das 9h às 21h
Acessibilidade: A exposição terá como medida de acessibilidade áudio-descrição para todas as obras
Mão nasceu em Brasília em 1989, onde reside e trabalha. É um artista visual que começou sua trajetória no mundo da arte em 2015. Cria murais, pinturas e ilustrações que combinam cores vibrantes, símbolos e narrativas inspiradas por memórias e experiências pessoais, questões ambientais e movimentos urbanos como o Hip Hop.
Sua pesquisa visual dialoga com elementos da cultura brasileira e raízes latino-americanas, buscando provocar novas perspectivas por meio de composições que misturam o cotidiano urbano, a natureza e o imaginário.
Autodidata na maior parte de sua formação artística, também traz influências de sua trajetória em áreas como tecnologia e design, o que contribui para um olhar singular e experimental. A prática de MÃO atravessa muros, telas e suportes diversos — sempre em busca de novas linguagens, técnicas e materiais que ampliem sua expressão visual. Sua primeira exposição individual foi em 2016, intitulada “A Caça”, abordando temas ligados à exploração da fauna. Desde então, participa de feiras de arte, festivais de grafite e encontros ligados ao design e à criatividade.
O 25º Circuito de Quadrilhas Juninas do Distrito Federal e Entorno chegou ao fim com um marco histórico: mais do que premiar os melhores grupos da temporada, o circuito reafirmou a força, a autonomia e a organização do movimento junino do DF, que decidiu, coletivamente, assumir a realização do evento de forma independente.
Sem apoio direto do poder público, a Liga Independente de Quadrilhas Juninas do DF e Entorno (LINQ-DFE) — a mais antiga do Brasil — mobilizou suas 25 quadrilhas filiadas para garantir que o circuito acontecesse com excelência e respeito à cultura popular. A estrutura foi montada com apoio de parceiros e muito trabalho dos próprios quadrilheiros, que carregaram cadeiras e mesas, pintaram a arena e garantiram a realização de todas as etapas.
“Foi o grito de independência da nossa cultura. Mostramos que conseguimos fazer, com dignidade, o maior circuito junino do DF com nossa cara, nossa verdade e nossa união. A Liga não para”, destacou Márcio Nunes, presidente da LINQ-DFE.
As três etapas foram realizadas nas cidades de Paranoá, Taguatinga e Samambaia, reunindo milhares de pessoas nas arenas e proporcionando espetáculos de altíssimo nível artístico.
Grupo Especial: um pódio de gigantes
A disputa no Grupo Especial foi marcada por excelência técnica e enredos impactantes. A grande campeã foi a Arroxa o Nó, que somou 629,2 pontos nas três etapas e, nos critérios de desempate de coreografia, superou a vice-campeã Formiga da Roça — que também atingiu 629,2 pontos. Com isso, a Arroxa o Nó garantiu o direito de representar o Distrito Federal no Concurso Nacional da CONFEBRAQ, em Canaã dos Carajás (PA), defendendo o título conquistado pelo DF em 2024.
A Ribuliço ficou com o terceiro lugar, com 628,4 pontos, consolidando o pódio da Liga de Quadrilhas.
Classificação Final – Grupo Especial:
Arroxa o Nó – 629,2 pts
Formiga da Roça – 629,2 pts
Ribuliço – 628,4 pts
Rasga o Fole – 627,7
Caipirada – 627,4
Pinga em Mim – 626,7
Xamegar – 626,0
Vai Mas Não Vai – 625,8
Amor Junino – 625,6
Mala Véia – 625,2
Eita Bagaceira – 623,7
Arraiá dos Matutos – 622,3
Espalha Brasa – 622,3
Coisas da Roça – 621,9
Tico Tico no Fubá – 620,5
Grupo de Acesso: a base que pulsa forte
No Grupo de Acesso, o destaque ficou por conta da Matulão, que garantiu o primeiro lugar com 537,6 pontos. Chinelo de Couro e Xique Xique completaram o pódio, com 535,6 e 535,4 pontos, respectivamente. As três quadrilhas se consolidam como potências do DF e, com essa conquista, garantem acesso ao Grupo Especial de 2026.
Classificação Final – Grupo de Acesso:
🥇 Matulão – 537,6 pts
🥈 Chinelo de Couro – 535,6 pts
🥉 Xique Xique – 535,4 pts
Os Caboclos do Sertão – 533,8
Fornalha – 531,9
Matingueiros do Sertão – 531,8
Xem Nhem Nhem – 531,0
Sol de Maria – 528,9
Tengo Lengo – 526,7
Furacão – 345,4
O Grupo de Acesso mostrou, mais uma vez, que a base do movimento junino está viva, em expansão e cheia de talentos que em breve brilharão também no grupo principal.
25 anos de resistência e inovação
O 25º Circuito foi mais do que uma competição: foi um manifesto coletivo. Cada apresentação foi resultado de meses de ensaio, criação, costura, maquiagem, produção de trilha, transporte e trabalho comunitário. A entrega de cada quadrilha mostrou que o São João do DF é feito por muitas mãos, com amor e profissionalismo.
Com o grito de independência ecoando nos tambores e nas palmas, a Liga encerra essa edição comemorativa com orgulho, força renovada e a certeza de que a cultura popular seguirá viva, criativa e em movimento.
Festival terá palcos tomados por bandas de diferentes vertentes do rock em uma maratona sonora intensa com 107 shows em 10 dias
O Dia Mundial do Rock, celebrado em 13 de julho, teve origem em 1985, quando o festival Live Aid reuniu grandes artistas para arrecadar fundos para o combate à fome na África. Mais de 170 mil pessoas e 1 bilhão de telespectadores de 110 países assistiram aos shows que fizeram história, como David Bowie, Elton John, Eric Clapton, Paul McCartney, Queen, Tina Turner, U2 e Rolling Stones. Um mega festival com artistas de peso, uma centena de shows, público gigante e, acima de tudo, feito com propósito, só poderia se tornar uma referência do gênero… E olha que agora o assunto é o Capital Moto Week, o maior festival de motos e rock da Latina!
De 24 de julho a 2 de agosto, mais de 800 mil pessoas vão vivenciar programação CMW com 107 shows de diferentes vertentes do rock. Para celebrar o Dia Mundial do Rock com estilo, aumente o volume do fone e se prepare para escutar 10 bandas incríveis que se apresentarão na Cidade da Moto, em Brasília. “Acreditamos que o rock precisa se renovar e nossa curadoria musical olha com muito carinho para a cena independente em todo Brasil para incentivar novos artistas. Eles mantêm o rock vivo e pulsante” , revela o CEO do Capital Moto Week, Pedro Franco. As bandas foram escolhidas a partir de criteriosa curadoria, que teve 1.300 grupos inscritos.
O festival entrega um xadrez musical para o público escolher, nos cinco palcos, qual tipo de som curtir. Do clássico ao alternativo, do metal ao punk, do reggae ao hard rock. Os headliners dispensam apresentações: Biquini, Os Paralamas do Sucesso, Capital Inicial, Samuel Rosa, Angra, Lobão Power Trio, Cidade Negra, os canadenses da MAGIC!, Marcão Britto & Thiago Castanho – Charlie Brown Jr. e Detonautas. A programação completa e os ingressos para o Capital Moto Week estão disponíveis no site do festival.
Garimpando o lineup:
All Stars (Palco Principal | 27 de julho | 18h15) – O coletivo sonoro de Brasília não se preocupa com estereótipos, definições de estilo ou regras. Formado por músicos com bagagem na cena local, membros das bandas Surf Sessions e Distintos Filhos, o grupo tem mais de 10 anos de estrada. O grande barato é a valorização da coletividade musical, fazendo intercâmbios e encontros que definem a miscelânea musical. Já receberam convidados como Toni Garrido, Digão (Raimundos), Milton Guedes, Phillipe Seabra (Plebe Rude) Rodrigo Suricato (Barão Vermelho), Marcelo Barbosa (Angra). É banda de rock, reggae ou groove? Tudo isso e mais um pouco! Saiba mais sobre a banda que abre o Palco Principal para Samuel Rosa no Instagram: @all_stars_brasilia.
Allycats (Rock Saloon Royal Enfield | 31 de julho | 23h50) – Surgida em 2015, a banda recifense de rockabilly chegou com suas botas, topetes e longas barbas fazendo muito barulho. Os primórdios e as raízes do rock and roll, lá nos anos 50, estão presentes no som da banda que traz também um quê de modernidade, misturando o novo com o velho. Em 2019, lançaram seu primeiro e único disco chamado On The Road, com oito músicas autorais. Muito rockabilly, surf music, folk trazem aos ouvintes a vontade de dançar. Há referências a Bob Dylan, Chuck Berry, Elvis Presley, Johnny Cash, Jack Kerouac, estradas e motos, outra paixão da banda. Vá se preparando para essa viagem: ouça a banda no Spotify: Allycats.
Folking Heads (Rock Saloon Royal Enfield | 25 de julho | 22h) – Pegue clássicos da música nacional e internacional, coloque nelas uma roupa folk, bluegrass, country e que exale uma roadtrip pelo interior dos EUA. Essa é a proposta da banda formada em 2023: transformar sucessos de todas as épocas em versões inesperadas, vibrantes e cheias de alma. Nessa viagem, Elvis encontra Radiohead, Amy Winehouse dança com Johnny Cash e até Alceu Valença pega carona nesse trem. A banda tem planos de lançar trabalho autoral em 2025, trazendo sua própria expressão musical cheia de banjo, mandolin, dobro, violão e contrabaixo acústico. Enquanto não chega, se programe para ver eles em ação e confira uma palhinha no Youtube: @folkingheads.
Koppa (Palco Principal | 2 de agosto | 20h) – Outro nome da cena independente de Brasília, a banda mostra que a veia rockeira da capital continua pulsando. Em sua discografia, conta com o álbum ‘Leve’ (2024) e com o EP ‘Epifania’ (2015). Em 2025, lançaram a música ‘Só de te ver’ um pop rock que conta com a participação de Andresa Sousa nos vocais. O trabalho autoral do grupo revela uma soma de influências dos integrantes: nas guitarras, o rock tradicional e alternativo se misturam com um swing inspirado em ritmos latinos, enquanto o baixo e a bateria trazem pegadas intensas e marcantes. Ouça a nova música da banda no Spotify: Koppa.
Live By Night (Moto Bar Spaten | 2 de agosto | 1h15) – Vindo diretamente de Tatuí, no interior de São Paulo, a banda já tem mais de 10 anos de estrada. Suas performances são marcantes e cheias de personalidade. No repertório, clássicos que abrangem toda história do rock desde os anos 50 até o pop atual. A banda traz mais uma vez à Cidade da Moto suas performances cheias de energia, personalidade e espírito. A entrega é tamanha que, não por acaso, fazem em média 130 shows por ano, inclusive abrindo palco para grandes bandas, como Paralamas do Sucesso, Ira! e Raimundos. Ouça algumas das músicas que a banda toca no Youtube: @LIVEBYNIGHTBAND
Maboh & os Jazzies (Palco Pepsi | 30 de julho | 17h) – Ao melhor estilo jazz, a banda carrega em seu DNA muito swing e improviso, vindo como grande aposta para o Capital Moto Week 2025. Para a banda, esses elementos são indispensáveis para uma boa experiência musical. Com influências de jazz, R&B, soul, ritmos latinos e regionais brasileiros, a banda cria arranjos em tempo real, o que torna suas apresentações únicas. Os experientes músicos estarão no CMW com formação de bateria, baixo, piano e a cantora Maboh. Em 2024, lançaram seu primeiro single ‘Segura!’, que carrega toda essa aura. Ouça no Spotify: Maboh & os Jazzies.
Mensana (Palco Principal | 1 de agosto | 19h25) – A partir da fusão do reggae com a música brasileira, o trio desponta como um dos nomes mais promissores da nova geração nacional. Com identidade potente, contemporânea e espiritualizada, entrega música autoral com alma, consciência e qualidade. O grupo se consolida com mais de 20 milhões de streamings, 2 milhões de visualizações dos vídeos e 400 mil ouvintes mensais na plataforma. Tem um álbum lançado em 2024, chamado ‘Desejo Paz’ e trabalham em novas músicas com o produtor Rick Bonadio. Confira o trabalho da Mensana, que abre os shows de Cidade Negra e Magic!. Ouça no Spotify: Mensana.
Quésia Nunes (Rock Saloon Royal Enfield | 30 de julho | 1h30) – Desde pequena já dava indícios que um dia brilharia nos palcos e sua longa trajetória confirma isso. Há mais de 20 anos mergulhada no universo do Country, já participou de diversas bandas e se apresentou em rádios, televisões, festivais e baladas, não só do Brasil, mas do mundo. Ela, que já esteve no CMW com a banda Ladies of Rock, em 2025 vai brilhar com seu trabalho solo na Cidade da Moto. Madura, autêntica e com voz inconfundível, seu repertório une o melhor do country tradicional com o peso do rock em arranjos modernos. Ouça o trabalho de Quésia Nunes no Youtube: @QuesiaNunesoficial.
Roadside Gamblers (Rock Saloon Royal Enfield | 24 de julho | 22h) – Formada em 2022, a banda de Southern Rock carrega as influências de grupos como Lynyrd Skynyrd, The Black Crowes e Blackberry Smoke. Em 2024, eles lançaram seu primeiro disco ‘Outlaws Will Always Get By’, com 11 faixas autorais. Muito rock, pitadas de country, blues e guitarras distorcidas. Soma-se a isso um repertório que inclui os clássicos do estilo e temos a fórmula perfeita para conquistar o público do Rock Saloon Royal Enfield. Confira aqui o trabalho da banda no Spotify: Roadside Gamblers.
Rocksauro (Moto Bar Spaten | 2 de agosto | 18h30) – O experiente trio mineiro já tem 12 anos de estrada e conta com mais de dois mil shows na carreira. Em 2024, a banda lançou seu primeiro trabalho autoral: a música ‘H&H’, uma porrada sonora que traz influências de hard rock e blues. Além desta música, o repertório deverá contar com os grandes nome do rock, que prometem agitar o público no Moto Bar Spaten. Ouça a música da banda no Spotify: Rocksauro.
Sobre o Capital Moto Week 2025 De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos mais de 100 shows previstos para 2025, o festival oferece programação variada que inclui atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.
SERVIÇO Capital Moto Week 2025 Data: 24 de julho a 02 de agosto de 2025 Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br
A iniciativa, que acontece até setembro, idealizada pelo grupo Seu Estrelo, convida a comunidade do DF para vivenciar a ciência, os mistérios e o conhecimento da cultura popular por meio de aulas-espetáculos e apresentações de patrimônios culturais do DF
Neste sábado, 12 de julho, o projeto Brasilidades – As Ciências Populares convida o público cerratense para mais uma jornada de encantamentos, imaginação e memória. A partir das 17h, o terreiro do Fuá de Seu Estrelo, na 813 Sul, recebe o artista e pesquisador Gandhy Piorski (MA), que há décadas investiga o universo simbólico da infância e os modos de imaginar presentes nas culturas populares. Em seguida, às 18h30, a música popular ocupa o Centro Tradicional de Invenção Cultural com apresentação do Trio de Choro.
Com acesso gratuito, o encontro propõe um mergulho nas narrativas ancestrais que moldam o imaginário brasileiro, e que ressoam nos brinquedos, nos cantos, nas danças e nas histórias que atravessam gerações.
“Minha expectativa para esse encontro é a melhor possível, porque tem pessoas de muitos matizes de pensamento e da expressão da cultura brasileira, dessa cultura que trata das origens do povo e das manifestações do Brasil profundo. Estou animado para ouvir e poder também trazer algo sobre a criança brasileira, imersa em regiões com força imaginária e expressões mitológicas que invadem e movem sua vida com inspirações anímicas. São elas que formam cidadãos, brincantes, partícipes dessa poesia popular que encanta as gerações”, compartilha Gandhy.
Ao longo de sua trajetória, Gandhy Piorski tem se dedicado a observar o brincar como potência cultural, e suas reflexões entrelaçam arte, espiritualidade, educação e tradição.
A segunda parte do encontro é dedicada ao Choro, Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil. Para celebrar o gênero que é parte fundamental da identidade candanga, o Brasilidades recebe dois instrumentistas de gerações distintas: Fernando César, herdeiro dos chorões que migraram para a capital na década de 1960, e Tiago Tunes, jovem bandolinista que representa a renovação do gênero.
Conheça o Brasilidades
Primeiro projeto realizado pelo grupo Seu Estrelo enquanto Patrimônio Imaterial do DF, o Brasilidades conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF (FAC/DF) e apoio da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (SECEC DF).
A iniciativa reúne, entre junho e setembro de 2025, brincantes, pensadores(as) e mestres(as) das mais diversas tradições dos nossos Brasis, com o objetivo de romper o quebranto e gerar novas possibilidades de imaginação para a recriação de um país mais diversificado e besuntado na encantaria.
Além das aulas-espetáculo com nomes de referência nacional, o projeto promove apresentações de grupos culturais que são ou representam Patrimônios Culturais Imateriais do DF.
“A educação nos ensina a nossa sina, o que nascemos para ser. Os patrimônios culturais não deixam a gente perder o que já somos. Juntar os dois é fundamental para que a gente não se perca do que a gente é e construa pontes para o que a gente quer vir a ser”, comenta Mestre Tico Magalhães, idealizador do projeto e capitão do grupo Seu Estrelo.
Confira a programação completa:
Local: Centro Tradicional de Invenção Cultural – CTIC (813 Sul). Encontros sempre aos sábados, às 17h.
12/07 (sábado) 17h – Gandhy Piorski (MA) 18h30 – Trio de Choro (DF)
02/08 (sábado) 17h – Renata Amaral (SP) 18h30 – Folia de Reis (DF)
23/08 (sábado) 17h – Luna Vitrolira (PE) 18h30 – Fuá de Seu Estrelo – Orquestra (DF)
A mostra mais esperada do ano traz cerca de 80 filmes do genial Charles Chaplin, de 12 de julho a 3 de agosto. Evento promove sessões inclusivas, debate e um curso.
O público de Brasília se prepara para receber uma das mais importantes e imperdíveis mostras de cinema do ano. De 12 de julho a 3 de agosto, o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) será palco da mostra Chaplin, retrospectiva histórica e completa da obra de Charles Chaplin, o mais popular ícone do cinema mundial. A programação inclui cerca de 80 filmes, entre curtas, médias e longas-metragens, além de sessão inclusiva, curso gratuito e debate com especialistas. Os ingressos (a preços populares) custam R$ 10 e R$ 5.
Poucos artistas conseguiram atravessar o tempo e tocar tantas gerações quanto Charles Chaplin. Seus filmes seguem encantando crianças, jovens e adultos — todos juntos, lado a lado, rindo, se emocionando e reconhecendo algo de si nas cenas de Carlitos. É esse espírito de encontro, leveza e afeto que dá o tom da mostra. Já neste primeiro fim de semana, dias 12 e 13/07, o convite é para curtir sessões ao ar livre nos jardins do CCBB Brasília. A programação inclui curtas do icônico personagem e os clássicos Tempos Modernos (1936) e Luzes da Cidade (1931) — para ver (ou rever) sob o céu de Brasília, como nos antigos cinemas de rua. As sessões ao ar livre terão entrada franca.
Figura central da cultura do século XX, Chaplin imortalizou o personagem Carlitos – o vagabundo de coração nobre e passos desajeitados, que conquistou gerações e atravessou fronteiras, com sua crítica social embalada pelo humor. A mostra é uma rara oportunidade de ver e rever toda a genialidade do artista inglês que foi ator, diretor, produtor, roteirista e compositor, e que contribuiu imensamente para a formação da linguagem do cinema em seus primórdios.
Experiência nostálgica – Entre os destaques da programação, além dos já mencionados, estão obras-primas que resistiram à chegada do som com lirismo e crítica social, e de clássicos falados, como O Grande Ditador (1940), sátira corajosa ao nazismo, e Luzes da Ribalta (1952), em que Chaplin divide a cena com Buster Keaton (outro comediante genial da era muda) em um emocionante reencontro com o vaudeville (teatro popular de variedades). Os cinéfilos terão acesso também aos curtas dos estúdios Keystone, Essanay e Mutual, onde nasceu o célebre Carlitos, que viria a emocionar o mundo. Alguns títulos, cerca de 20, serão exibidos em película (16mm), o que garante charme extra ao evento e oferece ao público uma experiência cinematográfica próxima à original.
Atividades formativas – A mostra conta com diversas atividades, além da exibição de filmes. Será promovido um curso gratuito de três dias sobre a herança cultural de Chaplin, ministrado pelo renomado professor Ciro I. Marcondes, da Universidade Católica de Brasília. Além disso, será promovido um debate com professores e especialistas que discutirão a relevância da obra chapliniana no mundo contemporâneo. Essa atividade terá a participação das professoras Tania Montoro, do curso de Audiovisual da UnB, e Miriam Silvestre, doutora e mestre pela mesma instituição, que discutirão a relevância de Chaplin no mundo contemporâneo. A mediação ficará por conta do curador da mostra, José de Aguiar. Além disso, será lançado durante a mostra um extenso catálogo com artigos inéditos no Brasil.
Chaplin Inclusivo – Para ampliar público e democratizar o acesso à obra do diretor, estão programadas sessões inclusivas: uma com tradução em Libras, audiodescrição e legendagem descritiva, a Sessão Atípica – devidamente adaptada, com luz e som adequados, garantindo conforto sensorial e acessibilidade –, e uma sessão educativa, voltada para estudantes de escolas públicas.
Charles Chaplin nasceu em Londres, em 1889, e teve uma infância marcada por dificuldades. Com talento precoce, iniciou-se no teatro ainda criança e tornou-se uma das primeiras grandes estrelas daquela que ficou conhecida como a sétima arte. Sua carreira atravessou o cinema mudo e o falado, unindo comédia e crítica social como poucos. Hoje, sua figura com chapéu-coco, bengala e bigode segue inconfundível, símbolo de um cinema humanista e universal.
Criador de clássicos atemporais, Chaplin fundou seu próprio estúdio e lutou pela liberdade artística em uma indústria em transformação. Foi perseguido politicamente nos Estados Unidos durante o macarthismo e passou os últimos anos de sua vida na Suíça. Recebeu um Oscar honorário em 1972, em uma das homenagens mais emocionantes da história da premiação. No CCBB Brasília, Chaplin retorna à tela grande para lembrar por que seu legado é eterno — e mais atual do que nunca.
Ficha Técnica
Curador:
José de Aguiar é diretor, produtor e diretor de arte de cinema e TV há mais de 15 anos. Atua há 13 anos como curador e produtor de mostras e festivais de cinema, nos principais centros culturais e cinemas brasileiros, como Centro Cultural Banco do Brasil, Caixa Cultural, Cine Odeon, Cine Brasilia, Cine SESC, Cinemateca do MAM, Cinemateca do Capitólio. Foi curador das retrospectivas dos cineastas Frank Capra, Steven Spielberg, Martin Scorsese, David Lean, Mel Brooks, Bertrand Blier e de mostras temáticas como Surrealismo e Vanguardas e Estúdio Hammer. Como produtor, realizou as retrospectivas dos cineastas Paul Thomas Anderson, Abel Ferrara, Samuel Fuller, Barbara Hammer, Oscar Micheaux, Francis Ford Coppola, Renoir, Cocteau, Antonioni, dentre outras. Produz o Dobra – Festival Internacional de Cinema Experimental.
Professor do Curso:
Ciro Inácio Marcondes é professor, crítico e pesquisador nas áreas de Histórias em Quadrinhos e Cinema. Leciona no curso de Comunicação e no Mestrado Profissional Inovação em Comunicação e Economia Criativa da Universidade Católica de Brasília. É Doutor em Comunicação e Mestre em Literatura pela Universidade de Brasília, com estágio de doutorado-sanduíche em Paris IV-Sorbonne. É o editor do site https://www.raiolaser.net/, especializado em crítica de Histórias em Quadrinhos, e do podcast Lasercast. Já ministrou diversos cursos sobre cinema, comunicação e histórias em quadrinhos para espaços como CCBB e Espaço Cult. Participou da comissão de seleção e júri de festivais e mostras, como Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Curta Brasília e Lobo Fest. Em 2021, publicou o livro ZIP – Quadrinhos e Cultura Pop (Editora Metrópoles) e realizou trabalho de pesquisa pós-doutoral como professor visitante na Faculty of Modern and Medieval Languages and Linguistics da Universidade de Cambridge. Em 2023, lançou seu segundo livro, Mundo Míope (Editora Confraria do Vento), de poemas.
Palestrantes do debate:
Tânia Montoro é doutora em cinema e audiovisual pela Universidad Autônoma de Barcelona, com pós-doutorado pelo Deutsch Film Institute de Amsterdã. Professora de cinema do quadro permanente da Unb por 30 anos, foi curadora de festivais e mostra de cinema (FestBrasilia; Cinema Urbana; Festival Internacional de Cinema de Trancoso. Participa de comitês de seleções de filmes e de júris de premiação de festivais de cinema no Brasil e exterior. Autora e coautora de dezenas de artigos sobre cinema e feminismo, cinema e cidades, além de oito livros em audiovisualidades na cultura contemporânea. Pesquisadora e consultora de organismos internacionais (Unifem, Unesco, Unicef), é sócia acadêmica do Instituto Histórico e Geográfico do Distrito Federal.É cidadã honorária de Brasília pelo conjunto de sua obra em favor do meio ambiente, cultura e artes.
Miriam Silvestre é Doutora e Mestre em História pela Universidade de Brasília (UnB) com pesquisas voltadas para o estudo do cinema brasileiro. Participou de debates em cineclubes sobre obras do cinema nacional, além de ter ministrado cursos sobre a história de nossa cinematografia e do cinema mundial. Professora da SEEDF (Secretaria de Estado e Educação do Distrito Federal), atualmente leciona Sociologia no Centro de Ensino Médio Elefante Branco (CEMEB). E, antes de tudo, uma apaixonada pelo cinema.
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.