Categoria: Cultura, Entretenimento

Última semana para visitar Sob os Pés do Mundo no Museu Nacional de Brasília

Foto divulgação

Exposição sensorial do Festival Mês da Fotografia, em cartaz até 7 de setembro, une arte, inclusão e urbanismo em obras táteis criadas com pessoas cegas e de baixa visão e recebe, nesta reta final, visita especial de estudantes do CEEDV

A exposição Sob os Pés do Mundo: uma experiência sensorial em Brasíliaentra em sua última semana. A mostra segue aberta ao público até o dia 7 de setembro, na Galeria 2 do Museu Nacional de Brasília, integrando a programação do Festival Mês da Fotografia (FMF). Para marcar essa reta final, em 5 de setembro, a exposição receberá a visita de estudantes do Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais (CEEDV) — 20 alunos no turno matutino, incluindo um cadeirante, e 12 crianças no período vespertino, sendo quatro cadeirantes.

Transformando vivências urbanas de pessoas com deficiência visual em obras acessíveis, a exposição, que conta com produção executiva de Carol Peres, apresenta 17 obras táteis criadas a partir das texturas das calçadas e das sensações despertadas por percursos rotineiros. Com títulos em Braille, audiodescrição, letras ampliadas e paisagens sonoras, o visitante é convidado a experimentar a cidade de uma forma diferente — olhando com as mãos, fechando os olhos para escutar os ambientes e permitindo-se vivenciar o espaço urbano de outro modo.

Idealizado pelo artista visual e sociólogo Flavio Marzadro, o projeto Arte no Espaço Público x Arte como Espaço Público: Arte e Inclusão Socialnasceu de um processo artístico profundamente colaborativo. Oficinas sensoriais e vivências urbanas em diferentes regiões do Distrito Federal reuniram pessoas cegas e com baixa visão como coautoras das obras, ao lado do idealizador. Juntos, transformaram o toque em linguagem e a memória em matéria-prima, moldando trajetos cotidianos em arte.

As oficinas aconteceram no Centro de Ensino Especial de Deficientes Visuais e na Biblioteca Braille Dorina Nowill. Mais do que momentos de formação, esses encontros se tornaram um verdadeiro laboratório coletivo de criação e escuta. As vivências urbanas foram realizadas na Asa Sul, Asa Norte, Planaltina e Sobradinho, com percursos sugeridos por quatro participantes: Gilfrank PimentelManoel de Jesus VieiraAparecida Machado e Sheila Guimarães. Esses trajetos, registrados em áudio, vídeo e georreferenciamento, deram origem a moldes que contam histórias.

Ao todo, são 17 quadros táteis de diferentes dimensões — entre eles, um painel de 130×90 cm — que retratam lugares percorridos e sentidos durante o projeto. Detalhe: as obras de arte estão disponíveis para o toque de todos os visitantes, num convite direto à empatia e à experimentação sensorial.

A experiência propõe uma escuta tátil, um olhar com as mãos e uma redescoberta da cidade por meio do corpo. Mais do que uma mostra, é um gesto poético e político em defesa de espaços inclusivos e compartilhados. A exposição também se apresenta como um convite à reflexão sobre a forma e a usabilidade das cidades: a quem elas se destinam, como são projetadas e que corpos de fato acolhem. Ao trazer o urbanismo para o centro da discussão, a mostra questiona as lógicas excludentes que marcam o espaço urbano e sugere outras maneiras de imaginar e viver a cidade.

Visitas especiais

Além da mostra, a programação incluiu vivências especialmente voltadas à comunidade com deficiência visual. Em 5 de agosto, na abertura oficial, um vernissage acessível reuniu participantes das oficinas e frequentadores da Biblioteca Braille de Taguatinga em uma celebração íntima que contou com apoio logístico para garantir o acesso de todos. Já no dia 9 de agosto, a ação “Troca-Troca”, conduzida pela Cia Teatro no Escuro, convidou o público a experimentar a inversão de papéis entre pessoas cegas e videntes, em uma caminhada coletiva dentro e fora do museu. No mesmo dia, duas oficinas realizadas na sede da Sociedade Bíblica do Brasil ampliaram os espaços de escuta e criação, reforçando a proposta de empatia e participação ativa que permeia todo o projeto. Para fechar, em 5 de setembro, a exposição receberá a visita de 20 alunos do CEEDV nos turnos matutino e vespertino.  

Sobre o projeto

Arte no Espaço Público x Arte como Espaço Público: Arte e Inclusão Socialé o desdobramento mais recente da pesquisa de Flavio Marzadro, que há mais de uma década investiga as relações entre arte, cidade, corpo e inclusão. Combinando oficinas sensoriais, registros georreferenciados e técnicas inovadoras de decalque em silicone, o projeto questiona quem pode produzir arte e a partir de quais territórios.

A iniciativa nasceu em diálogo com pessoas cegas e de baixa visão do Distrito Federal, que atuaram como protagonistas ao compartilhar memórias e escolher os caminhos a serem moldados. Assim, calçadas, afetos e gestos cotidianos se transformam em matéria artística, rompendo hierarquias estéticas que historicamente excluíram experiências e corpos da cena cultural dominante.

O projeto também dialoga com experiências anteriores de Marzadro, como Borboletando – Arte Inclusiva, Arte do Amor, realizado em parceria com Geusa Joseph, que mobilizou centenas de pessoas com deficiência na criação de uma escultura coletiva em cerâmica exibida no Museu de Arte de Brasília.

Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, o projeto conta com o apoio institucional do Museu Nacional da República, do CEEDV e da Biblioteca Braille Dorina Nowill.

Sobre o Festival Mês da Fotografia

O Festival Mês da Fotografia — agora oficialmente FMF — realiza uma edição especial em 2025. Com o tema “O que Vemos Quando Escutamos”, o evento reúne quatro exposições que atravessam os campos da inclusão, da ancestralidade e da criação poética. Além da mostra “Nada Sobre Nós Sem Nós!”, do projeto Vivências Inclusivas, idealizado por Juliana Peres, que oferece experiências acessíveis unindo arte, empoderamento e consciência ambiental, o FMF conta ainda com as mostras “Sob os Pés do Mundo: uma experiência sensorial em Brasília”, de Flavio Marzadro, trazendo a deficiência como potência estética e sensível, “Sons da Terra: Começo, Meio e Começo”, do Ògan Assogbá Luiz Alves, e “Nego Fugido”, do fotógrafo franco-italiano Nicola Lo Calzo. Ambas mergulham nas tradições afro-brasileiras, reencenando memórias, gestos e territórios ancestrais, propondo novas formas de escuta e percepção visual.

Serviço: 

Exposição

Sob os Pés do Mundo: uma experiência sensorial em Brasília

Data: de 05/08 a 07/09

Horário de visitação: de terça a domingo, das 9h às 17h

Horário: das 14 às 16h

Local: Galeria 2 – Térreo do Museu da República 

Entrada Franca

Filme sobre Santa Dica revive história real de uma heroína do sertão goiano

Foto Luciana Mello

Inspirada na trajetória de Benedicta Cypriano Gomes, obra será lançada em formato de longa-metragem e minissérie

Está em produção Santa Dica, um projeto audiovisual de ficção livremente inspirado na trajetória de BenedictaCypriano Gomes — figura histórica do início do século XX, conhecida como Santa Dica. Líder comunitária, messiânica e política do interior de Goiás, ela comandou um exército popular, fundou uma vila autônoma e protagonizou um movimento de resistência que marcou o sertão central do Brasil profundo.

Com uma proposta estética que mistura realismo fantástico, religiosidade popular e narrativa histórica, a obra será lançada em dois formatos: uma minissérie de quatro episódios e um longa-metragem independente, voltados para diferentes circuitos de exibição. A produção conta com apoio do FAC – Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.

As filmagens aconteceram em Corumbá de Goiás e em localidades do entorno do Distrito Federal, como Planaltina, Altiplano Leste e Samambaia Norte, aproveitando paisagens que evocam a atmosfera sertaneja da história original.

A direção geral é de Simonia Queiroz, com co-direção de Jimi Figueiredo, produção executiva da Queiroz Filmes e produção associada da TFS Media House.

No papel de Santa Dica está a atriz Pâmela Germano, acompanhada por Rosanna Viegas, Márcia Duarte, Murilo Grossi, Chico Sant’Anna, Sérgio Sartório, Abaetê Queiroz e Otto Caetano no elenco principal. A obra conta ainda com participações especiais de Adriana Nunes e Marcello Linhos.

A equipe de realização é majoritariamente composta por mulheres em posições de liderança e aposta em uma linguagem contemporânea para dar visibilidade a um legado feminino que foi silenciado na história oficial.

“A história de Santa Dica revela uma mulher muito à frente de seu tempo. Foi uma líder política, espiritual e comunitária que organizou escolas, hospitais e segurança alimentar para milhares de sertanejos. Recuperar essa trajetória é, acima de tudo, um ato de memória e pertencimento”, afirma a diretora Simonia Queiroz.

O lançamento está previsto para 2026. A estratégia de distribuição será anunciada futuramente, respeitando os formatos e circuitos específicos de cada versão.

Sobre Santa Dica

Benedicta Cypriano Gomes nasceu em 17 de janeiro de 1903, na Fazenda Mozondó, região do Rio do Peixe, a cerca de 40 km de Pirenópolis (GO). Filha mais velha de oito irmãos, cresceu em um ambiente rural de forte religiosidade católica. Sua vida foi marcada por eventos considerados sobrenaturais — como o episódio em que, aos sete anos, após ser dada como morta por uma doença grave, teria “ressuscitado” durante o próprio velório. Esse evento a consolidou como figura santa na região e atraiu centenas de fiéis em busca de curas e bênçãos.

Com o tempo, Dica reuniu seguidores que buscavam suas orientações espirituais. Ela afirmava receber mensagens de anjos e realizava rituais que combinavam elementos do catolicismo popular com o espiritismo. Sua liderança deu origem a uma comunidade no povoado que viria a ser chamado de Lagolândia.

Mais informações: santadicafilme@gmail.com

Troféu Câmara Legislativa: exposição resgata memória do prêmio cinematográfico


O diretor Vladimir Carvalho venceu a categoria de melhor longa-metragem em 2006, com o documentário O Engenho de Zé Lins

Abertura será na próxima segunda (1°), no Espaço Cultural Athos Bulcão

Desde o início de sua história, a Câmara Legislativa do Distrito Federal é um dos principais incentivadores do cinema brasiliense. Em 34 anos de existência, a Casa realizou 27 edições do Troféu Câmara Legislativa.

A premiação integra o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e dedica-se a filmes de profissionais nascidos ou residentes no DF há pelo menos dois anos, sendo obrigatoriamente o diretor ou o produtor. Para celebrar essa trajetória de apoio ao cinema local, a CLDF promove a exposição “27 anos do Troféu Câmara Legislativa — um prêmio para o cinema brasiliense”.

Os curadores Denise Caputo e Marco Túlio Alencar, jornalistas da Casa, se debruçaram sobre quase três décadas de registros fotográficos da entrega do troféu, realizados por fotógrafos da Agência CLDF. As fotos são de autoria de Carlos Gandra, Fábio Rivas, Renan Lisboa, Rinaldo Morelli e Silvio Abdon. A abertura da exposição ocorrerá na próxima segunda-feira (1°), às 15h30, no Espaço Cultural Athos Bulcão, no foyer do plenário da Câmara Legislativa. A mostra seguirá durante todo o mês de setembro no local.

“A exposição tem o objetivo de fazer um resgate histórico do troféu, desde a sua origem até os dias de hoje, pela importância que ele tem para a produção de audiovisual no Distrito Federal”, explica o coordenador do Comitê Gestor do Troféu Câmara Legislativa, Claudinei Pirelli. Ele avalia que a premiação é uma forma de “estimular, incentivar e promover a arte cinematográfica na cidade” e uma contribuição decisiva na carreira dos profissionais da área.

“Nessa exposição, há vários realizadores, artistas, técnicos, que a partir da premiação do troféu, ganharam outros espaços, outros prêmios e seguiram carreiras nacionalmente”, aponta Pirelli. Alguns dos ganhadores da premiação foram os cineastas Adirley Queirós, Betse de Paula, José Eduardo Belmonte, René Sampaio e Vladimir Carvalho, entre muitos outros nomes que contribuíram e contribuem para o cinema brasileiro.

“A ideia da exposição é fazer um resumo das 26 edições já realizadas do Troféu Câmara Legislativa, como uma forma de homenagear os nossos realizadores e, ainda, anunciar a edição 27, prestando contas à população do Distrito Federal dessa iniciativa que se tornou parte, por assim dizer, intrínseca do cinema que é feito em Brasília”, detalha o curador Marco Túlio Alencar. Ele considera que o prêmio está cada vez mais relevante. “Prova disso é o número sempre crescente de filmes que se inscrevem para concorrer à premiação”, ressalta. 

Mostra Brasília 2025

Na edição deste ano, concorrem cinco longas-metragens e onze curtas. Eles serão exibidos entre os dias 15 e 19 de setembro na Mostra Brasília, parte do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro dedicada aos filmes concorrentes ao Troféu Câmara Legislativa (https://www.cl.df.gov.br/web/trofeu-cldf-2025/programa%C3%A7%C3%A3o). As produções vão concorrer ao valor de R$ 298 mil, distribuído entre onze categorias do júri técnico e duas do júri popular. 

Serviço

Abertura da exposição “27 anos do Troféu Câmara Legislativa – um prêmio para o cinema brasiliense”
Data: 1° de setembro, segunda-feira
Horário: 15h30
Local: Espaço Cultural Athos Bulcão, no foyer do plenário da Câmara Legislativa do DF

Por Ana Teresa Malta – Agência CLDF

Cinema Inflável encerra sua temporada no DF com sessões gratuitas de cinema em Sobradinho I

Foto Pipous Menezes

Última edição do projeto na capital será realizada nos dias 29, 30 e 31 de agosto com exibição dos filmes “Ratatouille”, “Kayara” e “Que Horas Ela Volta?”

Apresentado pelo Ministério da Cultura e pelo Nubank, o Cinema Inflável chega a Sobradinho, seu último destino nesta temporada no Distrito Federal. O projeto promove sessões de cinema ao ar livre para toda a família, com exibição dos filmes “Ratatuille”, “Kayara” e “Que Horas Ela Volta?”. Realizado pela produtora D+3, o evento será montado no Estádio Augustinho Lima, com atividades das 18h às 21h30, além de pipoca e refrigerante gratuitos, recreação infantil e estrutura para até 800 pessoas por sessão. Com apoio do Governo do Distrito Federal e do Refrigerante Amazonas, o Cinema Inflável é uma oportunidade acessível para toda a comunidade compartilhar momentos especiais em torno da sétima arte.

Ao longo das 10 edições, o projeto reuniu mais de 10 mil pessoas, passando pelas regiões de  Ceilândia, Recanto das Emas, Vila Telebrasília, Cidade Estrutural, Santa Maria, Candangolândia, Brazlândia, Samambaia, Paranoá, São Sebastião e Gama. Em cada parada, o projeto tem reunido famílias, jovens e crianças em noites de cultura, lazer e encontro comunitário. Sobradinho I encerra essa jornada, com direito a sessões de filmes para toda a família, curtas e clipes de artistas locais e atividades da Cia CircomVida, com oficinas lúdicas voltadas à sustentabilidade e educação ambiental.

Logo na sexta-feira, 29, o evento abre com recreação infantil e uma aula especial de charme com o coletivo Figuras da Dança, que promete movimentar o público logo no início da noite. O charme, estilo musical e de dança com raízes negras, é celebrado como expressão cultural e afetiva das periferias, especialmente entre jovens e adultos. No Cinema Inflável, a aula será conduzida por dançarinos experientes do coletivo, que desde 2014 promovem oficinas, bailes e ações formativas em espaços comunitários, conectando o movimento local ao berço do charme no Rio de Janeiro.

Ainda na sexta-feira, o público assiste à animação “Ratatouille” (dublado, livre), que narra a história de um ratinho cozinheiro em Paris. No sábado, dia 30, será exibido o filme “Kayara – A Princesa Inca” (dublado, livre), uma aventura sobre coragem e quebra de padrões de gênero em meio ao Império Inca. Já no domingo, 31, o encerramento da temporada acontece com o premiado drama nacional “Que Horas Ela Volta?” (12 anos), dirigido por Anna Muylaert e protagonizado por Regina Casé, o filme retrata os conflitos de classe e afeto entre uma empregada doméstica e sua filha em uma casa de família de elite em São Paulo.

O Cinema Inflável acontece no Brasil desde 2013 e teve início com 14 edições em locais no estado do Rio de Janeiro, como Nova Iguaçu, Rio das Pedras, Guapimirim e Itaboraí. Após a temporada no Distrito Federal, que contará com 12 edições de maio a agosto, o evento segue para a Bahia. 

PROGRAMAÇÃO

Sobradinho I

De 29 a 31 de agosto

Estacionamento do Estádio Augustinho Lima

Entrada gratuita

Dia 29 de agosto (sexta)

18h – Abertura do evento + Aula de Charme com Figuras da Dança + Recreação Infantil Cia CircomVida

19h – Início da sessão

Curtas/clipes:

– “O Sol Desapareceu” – Pedro Henrique Vieira Medeiros

– “Kung Fu Allef” – Gabriel Pinheiro

Filme: “Ratatouille” (Dublado) | Classificação: Livre

Dia 30 de agosto (sábado)

18h – Abertura do evento + Recreação Infantil Cia CircomVida

19h – Início da sessão

Curtas/clipes:

– “Do Codó a Ceilândia” – Gu da Cei

Filme: “Kayara – A Princesa Inca” (Dublado) | Classificação: Livre

Dia 31 de agosto (domingo)

18h – Abertura do evento + Recreação Infantil Cia CircomVida

19h – Início da sessão

Curtas/clipes:

– “Esperança” – Criolo, Dino D’Santiago e Amaro Freitas

– “O Sonho de Dandara” – Monick Nunes Miranda

Filme: “Que Horas Ela Volta?” (Nacional) | Classificação: 12 anos

SOBRE A D+3

A D+3 Produções é uma produtora carioca, com mais de 25 anos de história, idealizadora do Cinema Inflável. Além disso, é a representante brasileira do Open Air, maior cinema a céu aberto do mundo, para toda a América Latina, Portugal e Espanha. No seu portfólio tem ainda eventos icônicos como  Rider Weekends, Claro Que É Rock, ArteCore, ColaborAmérica e BraJazz.

SOBRE O NUBANK

O Nu é uma das maiores plataformas de serviços financeiros digitais do mundo, atendendo 114 milhões de clientes no Brasil, México e Colômbia. A empresa tem liderado uma transformação na indústria, usando dados e tecnologia proprietária para desenvolver produtos e serviços inovadores. Guiado por sua missão de combater a complexidade e empoderar as pessoas, o Nu atende à jornada financeira completa dos clientes, promovendo acesso e avanço financeiro com crédito responsável e transparência. A empresa se apoia em um modelo de negócios eficiente e escalável que combina baixo custo de atendimento com retornos crescentes. O impacto do Nu tem sido reconhecido em diversos prêmios, incluindo as 100 Empresas mais Influentes da Time, as Empresas Mais Inovadoras da Fast Company e os Melhores Bancos do Mundo da Forbes. 

Para mais informações, visite https://international.nubank.com.br/about/

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K-Festival retorna a Brasília com programação repleta de K-pop, K-drama e cultura tradicional coreana

Divulgação K-Festival, crédito: Maiara Martins

De 29 a 31 de agosto, 3ª edição do evento reúne artistas nacionais e internacionais, concursos, oficinas e experiências imersivas, refletindo o avanço da cultura pop coreana no Brasil

Dos K-dramas que viraram febre nas plataformas de streaming e grupos de K-pop que lotam arenas, às apresentações de música, dança e gastronomia típicas da Coreia do Sul, a chamada Onda Coreana ou Hallyu, como é conhecida mundialmente, segue conquistando cada vez mais espaço no Brasil, especialmente entre o público jovem. Essa mistura de cultura pop e tradições milenares estará reunida em Brasília de 29 a 31 de agosto, na 3ª edição do

K-Festival: Festival da Cultura Coreana, no Parque da Cidade. Para participar, o público é convidado a contribuir com a doação de 2 kg de alimento não perecível (exceto sal) e 1 kg de ração para cães ou gatos, lacrada (não a granel), que serão destinados a instituições que assistem pessoas e animais em situação de vulnerabilidade social.

A programação, realizada pelo Fundo de envolvimento da Indústria, Comércio e Turismo e apoio da Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal, da Embaixada da República da Coreia, do Centro Cultural Coreano no Brasil e do Governo do estado de Jeonbuk, promete três dias de imersão cultural, mesclando atrações da música pop coreana, performances tradicionais, oficinas, competições e experiências interativas.

Além da programação cultural e artística, o público também poderá visitar o Terra e Kimchi, evento que ocupará o Estacionamento 1 do Parque da Cidade no mesmo período, com foco na gastronomia e no agro coreano. A iniciativa trará pratos típicos e experiências gastronômicas, ao mesmo tempo em que reforça a importância do agronegócio para a alimentação coreana.

Para participar, os visitantes também são convidados a contribuir com alimentos não perecíveis (exceto sal) e ração lacrada para cães ou gatos. O Terra e Kimchi é realizado pelo Instituto Epuranios, com apoio do Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), e integra o calendário de ações que fomentam a cultura e a culinária coreana em Brasília.

Programação

Na sexta-feira (29), o público poderá acompanhar apresentações como a do dublador Rafael Schubert, conhecido por dar voz a personagens de dramas coreanos, Random Play Dance, performance de caligrafia, dança tradicional e gastronomia com a demonstração do bibimbap.

O dia contará ainda com entrevistas sobre moda inspirada em doramas e shows como o do grupo nacional MayDay.

O sábado (30) traz Random Play Dance, artes marciais, performance de caligrafia, apresentação da MV Orquestra, o K-Drama Concert e a aguardada apresentação do grupo sul-coreano Younite, atração principal desta edição. A noite também terá a “Balada Next”, com DJs e performances, além de danças tradicionais coreanas e a performance do bibimbap.

Encerrando o evento, o domingo (31) será marcado pelo Concurso K-Cover e pelo Concurso K-Cosplay, focado exclusivamente em personagens de séries coreanas. Também se apresentam MayDay, Ella, Shoi, Stainer, Lowell Straight e Vincent K, além de nova performance do Younite.

Mais atividades

Ao longo dos três dias, o K-Festival oferecerá ainda oficinas de manhwa (quadrinhos coreanos), demonstrações de taekwondo, hapkido e tai chi chuan, área de jogos, karaokê, experimentação de hanbok (traje tradicional) e espaço kids. Na gastronomia, pratos típicos coreanos estarão à disposição nos estandes, e a embaixada da Coreia do Sul participará com atrações inéditas. A classificação indicativa do evento é livre. “Com um formato que une cultura pop e tradições milenares, o K-Festival reforça o protagonismo da Coreia do Sul no cenário cultural global e consolida Brasília como um dos pólos de celebração da Hallyu no país”, comenta Marcelo Braga, um dos organizadores do evento.

Serviço – K Festival

Datas: sexta a domingo, 29 a 31 de agosto de 2025

Local: Parque da Cidade – estacionamento 1

Classificação indicativa: livre

Mais informações: @kfestival.kfcc e @terraekimchi

O Festival de Brasília do Cinema Brasileiro também é formação!

Divulgação

De 13 a 19 de setembro, oficinas gratuitas acontecem em várias regiões do DF, com temas que vão da crítica de cinema ao VFX com IA, da atuação diante das câmeras à criação de projetos audiovisuais.

São 8 oficinas com grandes nomes do setor, voltadas para todos os públicos.

Inscrições até 25 de agosto, às 18h

Garanta sua vaga pelo site https://festcinebrasilia.com.br/oficinas/

CENA CONTEMPORÂNEA – FESTIVAL INTERNACIONAL DE TEATRO DE BRASÍLIA

Foto divulgação

DE 26 DE AGOSTO A 07 DE SETEMBRO DE 2025

Amaro Freitas apresenta, pela primeira vez em Brasília, seu premiado trabalho Y’Y

Melhor Instrumentista do Ano pelo Prêmio Multishow, Melhor Disco do Ano pela APCA, Melhor Disco Instrumental do Ano pelo Prêmio da Música Brasileira. O pianista e compositor pernambucano Amaro Freitas vive um momento especial na carreira. No CENA CONTEMPORÂNEA, ele apresenta Y’Y, seu mais recente trabalho, que vai às raízes do Brasil profundo para encontrar a sonoridade da floresta e alimentar no público um sentimento de brasilidade. Ele costuma dizer: “através desse som que você vai escutar agora, vamos imaginar as lendas e os encantamentos amazônicos”. Amaro Freitas faz apresentação única no domingo, dia 31 de agosto, às 19h, na sala Martins Penna do Teatro Nacional.

Acompanhado de Sidiel Vieira (Contrabaixo Acústico) e Rodrigo “Digão” Braz (Bateria), Amaro Freitas promete fazer um passeio pelas composições que marcam sua trajetória. No roteiro, músicas que vão desde o lançamento de “Sangue Negro”(2016), como “Baquaqua”, que destaca a história raramente contada do africano Mahommah Gardo Baquaqua; a delicada: “Gloriosa”, uma homenagem a sua mãe Rosilda; “Ayeye”, celebração em iorubá, onde apresenta um piano vibrante e uma batida de baixo de groove, que às vezes pode soar tanto como um hit de D’Angelo ou Alicia Keys quanto como Bill Evans ou Thelonious Monk; e “Viva Naná”, uma bela homenagem ao seu conterrâneo Naná Vasconcellos. 

O CENA CONTEMPORÂNEA tem direção geral de Guilherme Reis. O festival é apresentado pela Petrobras, com realização do Ministério da Cultura, através da Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), e conta com o apoio cultural da CAIXA.

O festival acontece de 26 de agosto a 07 de setembro, na Sala Martins Penna (Teatro Nacional Cláudio Santoro), nos teatros do Espaço Cultural Renato Russo, no Espaço Multicultural Casa dos Quatro, no Espaço Cultural Venâncio, no SESC 504 Sul e em diferentes espaços urbanos.

Temporada França-Brasil 2025 tem abertura em Brasília com série de eventos

Foto Denis Roy / Respire

De 18 a 23 de agosto, Brasília receberá uma série de eventos especiais que darão início a uma celebração histórica com cinco meses de intercâmbio cultural, científico e ecológico.

A capital federal será o palco de abertura da Temporada França-Brasil 2025, uma iniciativa dos presidentes Emmanuel Macron e Luiz Inácio Lula da Silva que celebra dois séculos de relações diplomáticas entre os dois países.  

Uma colaboração ambiciosa entre o Instituto Guimarães Rosa e o Institut français, sob a égide dos Ministérios da Cultura e das Relações Exteriores de ambos os países, a Temporada teve início em abril, com eventos do Brasil na França, onde se estende até setembro, e, no Brasil, terá mais de 300 atividades apresentadas pela França programadas em 15 cidades, até dezembro de 2025. 

Uma parceria com história
A Temporada França-Brasil 2025 marca o terceiro grande momento de intercâmbio cultural entre os dois países. Em 2005, o Ano do Brasil na França teve como objetivo apresentar um novo Brasil aos franceses. Quatro anos depois, em 2009, foi a vez do Ano da França no Brasil, que apresentou a criação contemporânea francesa ao Brasil.

Agora, 19 anos depois, o objetivo é celebrar aquilo que os países têm em comum: seu vínculo com a democracia, a riqueza de sua diversidade e o comprometimento em comum a favor do clima. Esta nova Temporada marca uma evolução da parceria, não se limitando ao descobrimento de suas respectivas culturas, mas também visa criar pontes para enfrentar juntos os grandes desafios mundiais.

Essa nova Temporada é constituída em torno de três eixos temáticos centrais:

• Clima e transição ecológica – Em articulação com a Conferência das Nações Unidas sobre os Oceanos (Nice, França – junho de 2025) e a COP30 (Belém, Brasil – novembro de 2025).

• Diversidade das sociedades – Diálogo com a África e reconhecimento dos povos indígenas no Brasil e dos povos autóctones na França (Guiana Francesa, Martinica e outros territórios ultramarinos).

• Democracia e globalização equitativa –Promoção de uma globalização mais justa e inclusiva, baseada em valores democráticos.

Festival Convergências marca abertura oficial na capital Federal
A abertura oficial da Temporada França-Brasil 2025 no Brasil acontecerá em Brasília com o “Festival Convergências”, um evento multifacetado que reunirá representações oficiais dos dois países e oferecerá uma programação diversificada:

Fórum Juventude e Democracia – Nos dias 18 a 20 de agosto, no Sesi Lab, haverá um espaço de diálogo que reunirá 40 jovens franceses e 40 brasileiros, que por três dias debaterão sobre os desafios democráticos contemporâneos, alinhado com as bandeiras comuns dos presidentes Macron e Lula de promover uma globalização mais justa e inclusiva.

Abertura institucional – Cerimônia oficial com representações diplomáticas e culturais dos dois países que acontece no dia 21 de agosto, no auditório do Museu Nacional da República, às 16h. Marcando simbolicamente o início desta celebração histórica no coração político do Brasil, com a presença das Ministras da Cultura da França, Rachida Dati, e do Brasil, Margareth Menezes, do embaixador da França no Brasil Emmanuel Lenain, além dos presidentes do Instituto francês Eva Nguyen Binh e do Instituto Guimarães Rosa Marco Antonio Nakata, e dos comissários da Temporada Anne Louyot (França no Brasil) e Emilio Kalil (Brasil na França).  

Exposição “Nego Fugido” – Ainda dentro do Museu Nacional, os convidados poderão apreciar uma parte da exposição “Nego Fugido, Memórias Quilombolas”, que se estende também à sede da Aliança Francesa em Brasília. A exposição de Nicola Lo Calzo é um projeto fotográfico colaborativo que documenta uma prática performativa viva na comunidade quilombola de Acupe, no Brasil, o Nego Fugido. A performance reinterpreta a desumanização da escravidão e a luta dos escravizados pela emancipação, oferecendo uma nova perspectiva sobre o passado colonial e as lutas contemporâneas pelos direitos das comunidades quilombolas.

Espetáculo “Respire” – Acontece no Complexo Cultural da República, entre a Biblioteca Nacional e o Museu Nacional, às 18h15, a apresentação única da renomada funambulista francesa Johanne Humblet, da companhia Les Filles du Renard Pâle. Seu número aéreo sobre fio ilustrará ao mesmo tempo o vínculo entre as duas nações e a delicadeza da democracia. Após esse espetáculo, uma performance do grupo brasileiro Boi do Seu Toeodoro precede a apresentação da cantora franco beninense Angélique Kidjo e suas duas convidadas brasileiras Puma Camillê e Karla da Silva.

Festival de música CoMA – Em 23 de agosto, no Centro Cultural Banco do Brasil das 17h às 2h, o evento musical destacará a riqueza e a diversidade da cena franco-brasileira, apresentando artistas como o brasiliense Kirá e a argentina radicada em Toulouse Aluminé Guerrero, assim como a cabo-verdiana Ronisia e a francesa Sônge em uma fusão cultural que antecipa os ricos intercâmbios artísticos dos próximos meses.

Uma iniciativa de alcance nacional
Após seu lançamento em Brasília, a Temporada continuará em escala nacional com uma programação rica e variada que atravessará inúmeras cidades brasileiras nos próximos meses. se desdobrará em uma rica programação nacional que percorrerá diversas cidades brasileiras ao longo dos próximos meses. Eventos de abertura também marcarão o início da Temporada em São Paulo e Belém.

São Paulo receberá a exposição “O Poder de Minhas Mãos” e o show “Concerto Brasil-França” no Sesc Pompeia, a “Play – FITE – Bienal Têxtil de Clermont-Ferrand” no Sesc Pinheiros, a apresentação ao ar livre do espetáculo “Les Voyages” no Parque da Independência e a performance “Atomic Joy”da artista Ana Pi na Pinacoteca de São Paulo.

Belém será palco da “Bienal das Amazônias”, com forte presença de artistas franceses da Guiana e Antilhas, e do seminário científico “Conexões Amazônicas”, dedicado às cooperações franco-brasileiras em matéria ambiental e climática, que antecede a COP30.

Destaques da programação nacional:
Artes Visuais: O Instituto Tomie Ohtake irá inaugurar uma exposição inédita com a coleção pessoal do poeta martinicano Édouard Glissant,o MAM de Salvador apresentará as obras do artista beninense Romeo Mivekannin, a Bienal de São Paulo selecionou 15 artistas franceses – especialmente oriundos da França ultramarina e da diáspora africana na França – para participar do evento. 

Espetáculos e Música: O projeto de orquestra binacional “Ecos da Amazonia” unirá jovens músicos da Guiana Francesa e do Pará, a cantora francesa Zaho de Sagazan participará do Festival Cocktail Molotov em Recife, e o “Trace Fest Salvador” celebrará a cultura afro-urbana. Como evento de fechamento, a aclamada ópera-balé “Les Indes Galantes” de Rameau será recriada pela coreógrafa Bintou Dembele e por dançarinos franceses e brasileiros de hip hop no Theatro Municipal de São Paulo.

Cinema: A “Mostra de Cinemas Africanos”, único festival brasileiro dedicado exclusivamente aos cinemas africanos contemporâneos, acontecerá entre 10 e 24 de setembro no Rio de Janeiro, Salvador e Cachoeira, seguindo para São Paulo em novembro. O Festival de Cinema do Rio abrirá suas portas à França, com um destaque nas diretoras mulheres. 

Debates e Literatura: O festival “Nosso Futuro” em Salvador reunirá jovens da França, Brasil e África para discutir a cidade inclusiva do futuro. O “Colóquio Oyapock” no Museu da Língua Portuguesa explorará a diversidade linguística da fronteira franco-brasileira. O Rio de Janeiro sediará o “Fórum Econômico Franco-Brasileiro da Transição Energética”, a FLUPno Rio de Janeiro recebe uma importante delegação de autores franceses e africanos.

Sobre a Temporada França-Brasil 2025:Iniciada pelos presidentes de ambos os países, a Temporada celebra 200 anos de relações diplomáticas. É organizada pelo Instituto Guimarães Rosa e pelo Institut Français, com o apoio de um extenso comitê de mecenas, incluindo grandes empresas como ENGIE, L’Oréal, LVMH, Carrefour, Banco do Brasil e Petrobras.

Serviço:
Site Oficial: https://francabrasil2025.com/

Instagram: @francabrasil2025

Teresa Lopes encerra Projeto Cartola no Eixão Norte, em 31 de agosto

Foto divulgação

Show gratuito celebra o mestre do samba e marca o fim da temporada de apresentações do tributo em Brasília

Projeto Cartola chega ao fim no domingo, 31 de agosto, no Eixão Norte, com a participação especial da cantora brasiliense Teresa Lopes. Depois de quatro meses de programação gratuita — iniciada em abril, com encontros que reuniram centenas de famílias no gramado do Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) e em outros palcos da cidade, Clube do Choro e Eixão do Lazer —, o tributo ao maior mestre do samba brasileiro se despede em clima de festa, poesia e brasilidade.

A programação começa às 12h, com show do Regional Choro Livre e convidados, sob o comando do bandolinista Reco do Bandolim. Em seguida, Teresa Lopes — intérprete de voz potente, marcada pela influência das sonoridades afro-brasileiras e pela pesquisa de repertório refinada — assume o palco em homenagem luminosa à obra de Cartola, encerrando a temporada com sua assinatura única.

Com 20 anos de carreira, Teresa já dividiu palco com nomes como Arlindo Cruz, Neguinho da Beija-Flor, Fundo de Quintal e Fabiana Cozza, além de ter se apresentado em países como Portugal, Holanda, Noruega e Cuba. Em Brasília, lançou o disco Clara Essência (2019), dedicado a compositores locais, e consolidou-se como uma das vozes mais representativas do samba da cidade. Sua presença no encerramento do Projeto Cartola simboliza tanto a força da música feita no DF quanto a reverência ao legado de Cartola.

Para o diretor musical do Projeto Cartola e da Escola Brasileira de Choro, Henrique Neto, essa reta final significa muito mais do que um simples show. “O Projeto Cartola no Eixão Norte se consolida como um novo ponto de cultura ao ar livre na cidade, reforçando o compromisso do Clube do Choro e do CCBB em aproximar o público da arte e da tradição musical do Brasil. Uma oportunidade imperdível para curtir o domingo em um espaço democrático, acessível e cheio de brasilidade”, exalta.

Aberto e gratuito, o evento transforma o Eixão Norte em um espaço democrático de cultura e lazer, com opções de gastronomia, atividades para crianças e um ambiente acolhedor para toda a família.

Projeto Cartola

Projeto Cartola é uma homenagem a Angenor de Oliveira, o Cartola, um mestre do samba — gênero que não apenas inspira o choro, mas moldou de forma definitiva a música brasileira. Poeta do cotidiano e cronista dos sentimentos humanos, Cartola foi compositor, letrista e intérprete. Suas canções expressam com delicadeza e lirismo temas como o amor, a dor, a saudade e a esperança, tornando-se verdadeiros hinos da MPB. Sucessos como O Mundo é um MoinhoAs Rosas Não Falam e Preciso Me Encontrar permanecem vivas no imaginário coletivo, emocionando gerações e reafirmando seu papel como um dos maiores autores da história da música popular brasileira. 

Mais do que músico, Cartola é símbolo de resistência, elegância e autenticidade. Foi peça-chave para a consolidação do samba como expressão cultural genuinamente brasileira e símbolo da identidade nacional. 

Com uma trajetória pessoal marcada por altos e baixos, chegou a ser dado como morto na década de 50. Desapareceu da cena musical por muitos anos, até ser redescoberto por jornalistas como lavador de carros em Ipanema. Ao lado de Dona Zica, o amor da sua vida, Cartola voltou a compor e reencontrou a estabilidade emocional. Juntos, fundaram o Zicartola — restaurante e casa de samba que virou um importante ponto de encontro de artistas na década de 1960, no Rio de Janeiro. 

Gravou seu primeiro disco somente aos 65 anos e, mesmo diante de tantas adversidades, conquistou um lugar no panteão da música nacional como símbolo do samba de raiz, da boemia romântica carioca e da dignidade artística. 

O projeto também acontece no Clube do Choro, desde 26 de abril e segue até 31 de agosto, com programação específica.

SOBRE OS ARTISTAS

Reco do Bandolim & Choro Livre

Henrique Lima Santos Filho, o Reco do Bandolim, é baiano de Salvador. Chegou a Brasília ainda adolescente e participou de bandas de rock, nos primórdios do movimento musical que projetaria a cidade na década de1980. Mas a descoberta do bandolim e os discos do mestre Jacob Bittencourt despertaram nele uma paixão definitiva pelo choro. Participou do grupo de fundadores do Clube do Choro de Brasília, em 1978 e forjou seu estilo em rodas musicais ao lado dos mestres Waldyr Azevedo, Avena de Castro, Alencar 7 cordas, Armandinho Macedo e Pernambuco do Pandeiro.

Filho dileto do Clube do Choro de Brasília, o regional Choro Livre tem no seu batismo a tradução de como vê e toca o gênero: criativo e aberto a novas influências. Fiel à raiz, o conjunto “sacode a poeira e dá a volta por cima”, fazendo uma leitura contemporânea dos clássicos do choro e complementando o repertório com novos autores e composições próprias.

O Choro Livre já atuou ou dividiu o palco com artistas considerados monstros sagrados da MPB, como Nelson Cavaquinho, Clementina de Jesus, Moraes Moreira, Armandinho, Abel Ferreira, Sérgio Santos, Raul de Barros, Dona Ivone de Lara, Waldir Azevedo, Paulinho da Viola, Hermeto Paschoal e Sivuca.

Grupo de base de todos os projetos apresentados pelo Clube do Choro de Brasília nas últimas dez temporadas, o Choro Livre acompanhou apresentações inesquecíveis de Altamiro Carrilho, Oswaldinho do Acordeon, Dominguinhos, João Donato, Época de Ouro, Cristóvão Bastos, Guinga, Wagner Tiso, Paulo Moura e outros bambas da nossa música popular. 

Excursionou pela Europa, Ásia, África, América do Sul, Caribe e América do Norte, além de participar com frequência de festivais de música nos Estados Unidos, China, Canadá, Áustria, Espanha, Itália, Portugal, França, Alemanha, República Tcheca, Tunísia, Emirados Árabes, Argentina, Peru, Uruguai, Chile, Suriname e Cuba.

Dhi Ribeiro

Cantora e atriz, Dhi Ribeiro é uma das grandes vozes do samba no Brasil. Nascida no Rio de Janeiro e radicada em Brasília desde os anos 1990, já lançou discos, participou de trilhas de novelas da Globo — como Lado a Lado (2012) e A Força do Querer (2017) — e venceu o prêmio de Cantora Revelação do projeto Mulheres que Brilham.

Com carreira internacional, integrou o Circo Lídia Togni na Europa e realizou turnês na África, com o projeto Conexão Brasil-África. Em Brasília, é figura essencial em eventos culturais, como o Réveillon da Esplanada, Bienal do Livro e projetos próprios como Roda Dhi Samba e Casa da Dhi.

Na pandemia, lançou iniciativas virtuais e sociais, como o espetáculo Brasília: Falando Dhi Amor. Recentemente, tornou-se personagem da série infantil Sara e Sua Turma e dubladora da animação 3D Sara, a menina que gostava de saber.

Em 2022, protagonizou o filme Maria, da Globo Filmes, com direção de Iberê Carvalho. Em todos os palcos que pisa, Dhi carrega a força da ancestralidade, do samba e da representatividade negra brasileira.

Teresa Lopes

Teresa é uma cantora brasiliense com 20 anos de carreira, reconhecida por sua interpretação marcante, potência vocal e musicalidade influenciada por sonoridades afro-brasileiras e internacionais. Representa com autenticidade a cena musical de Brasília e o legado de grandes cantoras negras.

Sua trajetória no samba inclui parcerias com nomes como Almir Guineto, Fundo de Quintal, Arlindo Cruz, Fabiana Cozza e Ana Cañas, além de apresentações internacionais em países como Portugal, Holanda, Noruega e Cuba. Lançou em 2019 seu primeiro álbum, Clara Essência, com direção musical de Rafael dos Anjos e repertório focado em compositores de Brasília. Participou de diversos projetos e festivais relevantes, como Samba de Bamba, Latinidades, Samba nas Feiras, COMA, entre outros. 

Fabiana Cozza

É reconhecida como uma das grandes vozes da sua geração, elogiada por sua técnica refinada e presença dramática no palco. Já foi comparada a nomes como Elis Regina, Elizeth Cardoso e Clara Nunes, e venceu o Prêmio da Música Brasileira como Melhor Cantora de Samba (2012) e pelo Melhor Álbum em Língua Estrangeira (2018), mostrando sua versatilidade.

Seus álbuns mais recentes, Dos Santos (2020) e Urucungo (2023), reafirmam sua conexão com as tradições afro-brasileiras, que ela celebra e reinventa com força e sensibilidade, mantendo essas raízes vivas e relevantes no cenário musical atual.

Marina Iris

A cantora e compositora carioca Marina Iris lançou em maio de 2023 o disco Virada, com dez faixas que exploram os afetos e os desafios dos relacionamentos amorosos, com sonoridade fiel às rodas de samba cariocas.

O álbum conta com participações de Péricles, Diogo Nogueira, Lenine, Moacyr Luz, Renato da Rocinha, entre outros, e marca o fortalecimento de Marina como compositora, ao lado de nomes como Moacyr Luz, Manu da Cuica e Raul DiCaprio.

Virada propõe o amor como ato político e coletivo. A produção musical é de Vitor de Souza, com direção artística dividida com Eduardo Familião.

Conhecida por sua trajetória engajada, Marina também é autora de Voz Bandeira (2019), homenagem à vereadora Marielle Franco, e do livro-disco É Pretinha (2024).

Alfredo Del Penho

Alfredo Del Penho é músico, compositor, ator e pesquisador, com 25 anos de trajetória na Música Popular Brasileira. Lançou mais de dez álbuns como intérprete ou produtor, foi indicado ao Grammy Latino e venceu duas vezes o Prêmio da Música Brasileira. Também acumula cerca de dez prêmios como diretor musical e autor de trilhas originais, incluindo Shell, Cesgranrio e Bibi Ferreira.

Criado na cena de choro e samba de Niterói (RJ), teve formação musical ao lado de mestres como Carlinhos Leite e trabalhou com ícones do samba, como Elton Medeiros, Wilson Moreira e Cristina Buarque. 

Como compositor, tem parcerias com nomes como Nei Lopes, Paulo César Pinheiro, Joyce, Chico César e João Cavalcanti. Atua também como pesquisador e consultor em projetos como o Novo Museu da Imagem, ao lado de Ruy Castro.

Vidal Assis 

Vidal Assis, carioca, é uma das vozes promissoras da nova geração da música popular brasileira. Como compositor, tem parcerias com nomes como Hermínio Bello de Carvalho, Nei Lopes e Elton Medeiros, e já teve músicas gravadas por Áurea Martins, Fabiana Cozza e Teca Calazans.

Seu disco de estreia, Álbum de Retratos (2016), com participações de Zélia Duncan e Elton Medeiros, foi indicado ao Prêmio da Música Brasileira nas categorias Artista Revelação e Melhor Cantor de MPB. Vidal participou de montagens como Clementina, cadê você? e Elizethíssima, além de aparições em programas como Conversa com Bial e Sr. Brasil. Atua também como diretor musical e criador de trilhas para teatro.

Em 2022, explorou o afrofuturismo no show O que aprendi com minha mãe. No ano seguinte, venceu o Prêmio Luiz Melodia de Canções Afrobrasileiras e participou de homenagem a Wilson das Neves no Teatro Municipal do Rio. Em 2024, lançou o espetáculo Vidal Assis celebra Emílio Santiago, no Sesc São Paulo.

Nilze Carvalho

Nilze Carvalho iniciou sua relação com a música ainda criança, aos 5 anos, e aos 11 já gravava a série Choro de Menina como bandolinista, incluindo parcerias com o grupo Época de Ouro. Aos 15, começou a carreira internacional, com apresentações em países, como França, Japão, EUA, China e Austrália.

No Brasil, foi uma das fundadoras do grupo Sururu na Roda, vencedor do Prêmio da Música Brasileira em 2014. Em carreira solo, lançou álbuns premiados como Estava Faltando Você(2002) e O que é Meu (2010), além de Verde Amarelo Negro Anil (2015), indicado ao Grammy Latino.

Participou de projetos como Samba Social Clube e do DVD Gafieira, de Zeca Pagodinho, e já dividiu o palco com nomes como Dona Ivone Lara, João Bosco e Mart’nália. Desde 2022, apresenta o programa Sambalaio, na Rádio Roquette Pinto.

Seu novo álbum, Nos Combates da Vida (2024), inspirado em Dona Ivone Lara, reúne músicas autorais e regravações, com participações de João Bosco Teresa Cristina, e parcerias com Nei Lopes e outros compositores.

Moyseis Marques

Carioca, criado na Vila da Penha, Moyseis Marques é um cantor, compositor, músico e produtor, com ligação especial com o samba, o forró pé-de-serra e a MPB.  Iniciou-se profissionalmente na música em 1999, cantando em bares na Zona Norte do Rio de Janeiro. Fundador integrante das bandas Casuarina, Forró na Contramão e Tempero Carioca, teve passagem por conjuntos musicais antes de lançar seu primeiro disco solo, o homônimo Moyseis Marques, em 2007.

A partir daí, ficou conhecido como um dos principais talentos revelados na Lapa carioca dos anos 2000, colecionando apresentações por todo o Brasil, Europa e Estados Unidos – onde também ministrou aulas de canto popular.

João Cavalcanti

João Cavalcanti é cantor, compositor e jornalista. Filho de Lenine, iniciou na música em coros infanto-juvenis. Mas foi na faculdade que retomou o caminho musical. Em 2001, fundou o grupo Casuarina, com o qual foi vocalista por 16 anos. O grupo lançou sete CDs, dois DVDs, venceu duas vezes o Prêmio da Música Brasileira e realizou turnês pela Europa, América do Norte, Ásia e África.

Em carreira solo, João lançou o álbum Placebo(2012), com composições próprias de estilos variados, e dirigiu o projeto Toda Cor (2014), com grandes nomes da música brasileira, a convite do Movimento Down. Suas composições foram gravadas por artistas como Lenine, Roberta Sá, Elza Soares e MPB4.

Entre seus trabalhos mais recentes estão o disco Garimpo (2018), em parceria com Marcelo Caldi, o EP Samba Mobiliado (2019) e a participação no TEDx Blumenau (2021), com o tema “Samba como alicerce da canção popular”. Em 2022, lançou dois projetos: o audiovisual Desengaiola, indicado ao Grammy Latino e vencedor do Prêmio da Música Brasileira, e o tributo Ivone Rara, em homenagem aos 100 anos de Dona Ivone Lara.

Ellen Oléria

Ellen Oléria é uma cantora e compositora brasileira. Com mais de 20 anos de carreira, a artista acumula prêmios em festivais e quatro discos lançados. Já fez apresentações em cidades de norte a sul do Brasil e em outros países, como Espanha, França, Angola, Estados Unidos, Inglaterra, Rússia, Japão e Taiwan. Em seu recente projeto musical, a artista combina com maestria ritmos brasileiros como o samba, o forró, o carimbó, o afroxé, o maracatu, com os timbres e arranjos contemporâneos que apontam para um encontro urbano de identidades e discurso de protagonismo das comunidades negras do Brasil. 

A versatilidade de Ellen estende-se também ao seu ativismo político, que pudemos acompanhar na Estação Pluraltalk show criado pela TV Brasil para tratar de pautas de comportamento e temas do universo LGBTQIAP+, em que Ellen Oléria atuou como apresentadora.  Conhecida pelo público por seu timbre cintilante e repertório brasileiríssimo, a soprano dramática Ellen Oléria condensa em sua performance o que o povo brasileiro reconhece como seu: entusiasmo e um sorriso que nunca sai do rosto iluminando cada canção que canta.

Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

FICHA TÉCNICA

Direção Geral – Henrique Filho (Reco do Bandolim)
Direção Musical – Henrique Neto
Direção Administrativa – Raimundo Luiz Sá Teles
Produção executiva – Michele Milani
Curadoria – Henrique Neto
Coordenador de produção – Marco Guedes
Social Media – Lunares Ayla
Designers – Tiago Pezão e Biba Per

SERVIÇO

Projeto Cartola

Local: Eixão Norte, altura da 110 norte

Data: 31 de agosto (domingo)

Horário: a partir das 12h 

Classificação indicativa: Livre  

Samba pras Moças celebra ancestralidade, empoderamento e cultura preta em sua 4ª edição

Foto divulgação

Dia 7 de setembro, na Praça da Bíblia da Candangolândia

No dia 7 de setembro, na Praça da Bíblia da Candangolândia, o Samba pras Moças realiza sua quarta edição, transformando o espaço público em um grande encontro de música, empreendedorismo e ancestralidade. O evento nasce do desejo de resgatar tradições afro-brasileiras e, ao mesmo tempo, abrir caminhos para novas possibilidades de representatividade e fortalecimento das mulheres pretas e mulheres trans.

No palco principal, o público será presenteado com uma seleção de artistas que reafirmam a força e a diversidade do samba e da música preta: DJ Kashuu, Pé no Chão, Ane Êoketu, Mari Sardinha, DJ Odara Kadiegi, Bruna Tassy e Kika Ribeiro. Mais que entretenimento, as apresentações são uma celebração da resistência e da potência criativa que brota das periferias.

Idealizado por Paula Olivio, mulher preta moradora da Candangolândia e fundadora da ONG Obinrin Badú, o projeto foi construído a partir da observação da realidade de mulheres em situação de vulnerabilidade social, muitas delas chefes de família. Desde a primeira edição, o evento se mantém resiliente e independente, conquistando seu espaço na cena cultural do Distrito Federal ao oferecer um ambiente de acolhimento, celebração e empoderamento.

“O Samba pras Moças nasceu da necessidade de criar um espaço em que nós, mulheres pretas e periféricas, pudéssemos nos reconhecer, nos fortalecer e também nos divertir. É um lugar de troca, de cuidado e de celebração da nossa ancestralidade. A cada edição, mostramos que a cultura preta é resistência, é afeto e é futuro”, afirma Paula Olivio, idealizadora do projeto.

Mais do que um festival de samba, o Samba pras Moças é um espaço de visibilidade e valorização da cultura afro-brasileira. A programação contempla, além dos shows, a Feira das Moças, espaço da beleza, recreação infantil e contações de histórias, conectando gerações e reafirmando a importância de práticas ancestrais como as tranças, que fortalecem a identidade e a autoestima das mulheres negras.

A Feira das Moças fomenta a economia local, com empreendedoras da moda, da gastronomia e do artesanato, oferecendo autonomia financeira a trabalhadoras que encontram menos oportunidades no mercado. Já a recreação infantil contará com contações de histórias afro-brasileiras, além de pula-pula, distribuição gratuita de algodão-doce e pipoca doce, garantindo um espaço de aprendizado e diversão para as crianças.

Atividades prévias formativas do evento, serão realizadas as oficinas de tranças e de percussão voltadas ao aprendizado e à transmissão de saberes, incentivando crianças e jovens a se reconhecerem em suas raízes.

O Samba pras Moças reafirma, a cada edição, que cultura é também um ato político: cria oportunidades, multiplica saberes e fortalece identidades. Em um tempo em que a representatividade é cada vez mais urgente, o evento se coloca como espaço de encontro, resistência e alegria coletiva.

O projeto é uma realização da Obinrin Badú e Saturno Cultural, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC) / Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF.

 

Programação – Domingo, 07/09

Praça da Bíblia – Candangolândia

11h – Abertura oficial e Feira das Moças + feijoada
12h – Abertura da área da beleza e recreação infantil | DJ Kashuu
12h30 – Contação de história “O cabelo de Lelê”, com Jennifer Rios
13h – Show: Pé no Chão
14h – Show: Ane Êoketu
14h50 – Show: Mari Sardinha
15h40 – DJ Odara Kadiegi | Contação de histórias “O Batuquinho”, com Cláudia Cristina
16h10 – Show: Pé no Chão
16h30 – Show: Bruna Tassy
17h – Show: Kika Ribeiro
18h – DJ Odara Kadiegi
18h30 – Encerramento

 

Artistas Convidad@s

Ane Êoketu – Cantora, compositora e percussionista sergipana radicada no DF, lançou em 2023 o álbum Eu Já Passei Pelo Fogo, premiado como melhor espetáculo musical no Prêmio SESC+ Cultura DF. Vencedora da Fantástica Fábrica de Bandas, foi destaque em festivais como Feira Preta, CoMA e Bocadim.

Kika Ribeiro – Voz potente e carisma no palco, é uma revelação do samba autêntico. Lançou em 2024 seu primeiro EP e fundou o bloco Samba da Mulher Bonita. Já se apresentou em palcos históricos como Cacique de Ramos e Pedra do Sal, levando samba e empoderamento feminino.

Bruna Tassy – Musicista multi-instrumentista de Brasília, integra grupos como Elas que Toquem, SaiaBamba e Samba da Passarinha. Registrada na OMB, atua como cantora e instrumentista, com repertório que vai da MPB ao samba e pagode.

DJ Kashuu – Com oito anos de carreira, mistura funk, jazz e hip hop às batidas da cultura underground. Sua pesquisa conecta sonoridades negras nacionais e internacionais, criando experiências únicas para o público.

Mari Sardinha – Cavaquinista e bandolinista formada pela UnB, já tocou com Fabiana Cozza, Hamilton de Holanda e Mateus Aleluia. Participou de festivais em Cuba e nos EUA, e integra grupos como SaiaBamba, Samba da Passarinha e Forró Jazz do Cerrado.

Pé no Chão – Grupo criado em 2022, é uma roda de samba democrática formada por nove músicos. Une ancestralidade e contemporaneidade, valorizando a cena independente do DF e promovendo um samba coletivo e diverso.

DJ Odara Kadiegi – Filha de mãe angolana e pai carioca, a brasiliense Odara Kadiegi é DJ e produtora musical que transita entre sonoridades brasileiras, africanas e latinas. Já dividiu o palco com nomes como Luedji Luna, Liniker, Baco Exu do Blues, Céu e Baiana System, além de se apresentar em festivais como Coala, CCBB Brasília e Encontro de Culturas da Chapada dos Veadeiros. Seus sets mesclam ancestralidade, grooves e ritmos dançantes, levando mensagens conscientes e identidade a cada apresentação.

Serviço 

Samba pras Moças – 4ª edição
Data: Domingo, 07 de setembro 
Local: Praça da Bíblia – Candangolândia/DF
Horário: das 11h às 18h30
Entrada gratuita
Instagram: @sambaprasmocasdf

Distrito Junino 2025 encerra edição com shows de Natanzinho Lima, Safadão e George Henrique & Rodrigo na Esplanada dos Ministérios

Foto divulgação

Nos dias 29 e 30 de agosto, Flávio José e Chambinho do Acordeon também se apresentam, trazendo a autêntica tradição nordestina aos palcos do maior circuito de quadrilhas juninas da história do DF

O Distrito Junino 2025 chega ao fim com uma celebração grandiosa, nos dias 29 e 30 de agosto, transformando a Esplanada dos Ministérios em um dos maiores arraiais já realizados no país. O encerramento reunirá as três quadrilhas melhor classificadas de cada liga e contará com shows de artistas que transitam entre a tradição e a modernidade da cultura nordestina, reforçando a diversidade cultural do evento. Os ingressos serão disponibilizados a partir desta terça-feira, dia 26 de agosto, gratuitamente via Sympla. 

Na sexta-feira (29), o público terá a energia contagiante de Natanzinho Lima, um dos grandes nomes da nova geração do forró, e a poesia cantada de Flávio José, considerado um ícone da música nordestina e herdeiro legítimo da tradição do baião. Já no sábado (30), a festa será marcada pela potência de Wesley Safadão, pelo autêntico forró de Chambinho do Acordeon — que interpretou Luiz Gonzaga no cinema — e pelo sertanejo de George Henrique & Rodrigo.

Além disso, estão previstas apresentações das grandes estrelas do evento, as quadrilhas juninas representantes das três entidades juninas do DF, que conquistaram seu lugar ao longo das etapas regionais. Na sexta-feira (29), apresentam-se: Filhos do Sol, Santo Afonso, Formiga da Roça e Sanfona Lascada. Já no sábado (30), sobem ao tablado as quadrilhas: Rasga o Fole, Si Bobiá a Gente Pimba, Sabugo de Milho, Arroxa o Nó e Pau Melado, mostrando a diversidade de estilos, narrativas e coreografias que traduzem a força do movimento quadrilheiro brasiliense.

Além dos shows principais, cada noite contará com trios de forró no esquenta da festa ao som de Toin do Forró e Trio na sexta-feira; e Trio Asa Branca, no sábado.

O presidente do Instituto Orgulho de Ser Nordestino, Affonso Gomes, reforçou a expectativa para o grande encontro: “Será um espetáculo histórico, reunindo as nove melhores quadrilhas do circuito e artistas que representam diferentes gerações da música popular. Queremos encerrar essa jornada com uma festa à altura da cultura nordestina que pulsa no DF”, destacou.

Sobre o Distrito Junino 

Durante dois meses, o Distrito Junino iluminou diversas regiões administrativas do DF e do entorno com todo o brilho, a energia e a dedicação das quadrilhas juninas. Foram 63 grupos participantes, que levaram ao público a força de suas coreografias, o encanto de seus figurinos e a riqueza de suas tradições populares, em 14 etapas de apresentações, envolvendo 9 Regiões Administrativas e a RIDE/DF. 

Executado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa, por meio de chamamento público, em parceria com a OSC Instituto de Ser Nordestino, o Distrito Junino 2025 recebeu um investimento de R$ 10 milhões, evidenciando a responsabilidade do GDF em apoiar, de forma consistente e transparente, o segmento junino e toda a sua importância cultural, social e econômica para o DF e entorno. 

A Secretaria de Cultura está em preparação para lançar, o mais breve possível, um edital exclusivo de premiação destinado às quadrilhas juninas participantes do projeto. Serão R$ 2,25 milhões em recursos, um reconhecimento ao brilho, à dedicação e à força cultural desse movimento popular que emociona e transforma comunidades. 

Serviço – Encerramento Distrito Junino 2025 

Local: Esplanada dos Ministérios – Brasília/DF
Datas: 29 e 30 de agosto de 2025
Horário: A partir das 18h (sexta) e 17h (sábado)
Entrada gratuita – retirada de ingressos pelo Sympla a partir de terça-feira, 26 de agosto
Mais informações: @distritojunino2025

Despedida do Festival CoMA reúne cerca de 20 mil pessoas em Brasília

Foto Luara Baggi

“Encerramos da forma que começamos: felizes, realizados e com a certeza de que deixamos nosso público satisfeito”, declara Michelle Cano, diretora do festival
 

Depois de quase dez anos de eventos anuais, com intensa programação de conferências sobre a indústria da música, além de receber artistas, consagrados e em ascensão, de diferentes gêneros musicais, a organização do CoMA realizou, no fim de semana, a última edição do festival. 

Com ingressos esgotados e recorde de público – mais de nove mil pessoas — , o sábado reuniu artistas locais no palco principal, como QueOnda, com participação de Juyè, e o show eletrizante de Kirá, com a cantora franco-argentina Aluminé Guerrero. Em seu set, o cantor, radicado em Brasília, desceu do palco e, por alguns momentos, fez o show em meio ao público. Nomes em ascensão do rap feminino também marcaram presença, entre elas N.I.N.A e Budah, além de Ronísia, cantora de Cabo Verde. 
 

rapper Don L apresentou, pela primeira vez, as músicas de seu novo disco Caro Vapor II, um dos mais elogiados dos últimos meses pela imprensa especializada, e, para encerrar o dia, exibiu-se Yago Oproprio, paulista considerado um dos principais nomes do rapnacional da atualidade. 

No palco de música eletrônica, personalidades como FBC e VHOOR utilizaram o espaço para manifestos políticos. Caio T e Young Clubber, o projeto do rapper Febem, trouxeram sets que transitaram do house ao techno, sempre em sintonia com a energia da pista. 
 

Neste domingo, 24 de agosto de 2025, o CoMA finalizou seu ciclo com mais de 7 mil pessoas presentes no CCBB Brasília. Devido a problemas técnicos que causaram atrasos na passagem de som e, consequentemente, no horário dos shows, a organização do evento pediu desculpas e, com grande público já no CCBB, chamou o grupo Metá Metá para iniciar as apresentações do último domingo. O trio abriu a performance com a faixa Exu.

Estrelas como Paulinho da Viola e Paulinho Moska também se apresentaram, com destaque para a participação de Sandra de Sá no show Sarau Secreto. Ao lado de Marvyn, Bell Lins, Laady B e Israel Paixão, a artista transformou o palco BB Seguros em um verdadeiro baile black, com destaque para a canção Olhos Coloridos.

Valentina Luz, Technobrass, Mathosa com Omoloko e Kabulom foram algumas das atrações que agitaram o palco eletrônico no dia 24. No teatro, a cantora Catto performou seu mais novo álbum, Caminhos Selvagens. Nação Zumbi encerrou a noite com showespecial celebrando os 30 anos do icônico disco Da Lama ao Caos. Clássicos como A Praieira, A Cidade, Samba Makossa, entre outros, fizeram o público do CCBB se emocionar.


“O CoMA nasceu do desejo coletivo de criar um espaço onde música, arte e reflexão se encontrassem. Cada edição foi construída com afeto e parceria, e é emocionante encerrar este capítulo com uma programação que honra nossa trajetória e nosso legado”, afirma Michelle Cano, diretora do festival.
 

Nesta última edição, o evento trouxe uma programação especial com mais de 60 atrações, que revisitaram momentos marcantes da história do festival e celebram novos encontros e despedidas à altura de sua caminhada. A abertura ficou por conta do CoMA em Família, voltado para todas as idades, com atividades culturais, oficinas, espetáculos e feiras temáticas. Já a Conferência CoMA, realizada no Espaço Cultural Renato Russo, promoveu debates sobre o futuro dos eventos de entretenimento e das artes no país.
 

O CoMA celebrou sua história em uma despedida em grande estilo, à altura da relevância que conquistou para Brasília e para a cena cultural do país. Desde sua primeira edição, o festival transformou a capital em palco de uma programação ousada e diversa, reunindo, ao longo de oito anos, mais de 100 mil pessoas e mais de 200 artistas de diferentes estilos, origens e gerações.
 

Ao longo dos anos, o Festival CoMA se consolidou como um dos mais importantes encontros de música e arte do país, levando a seus palcos nomes que marcaram gerações e diferentes estilos. Basta lembrar que passaram pelo evento artistas consagrados como Ney Matogrosso, Elza Soares, Gal Costa, Maria Gadú, Criolo, Djonga, Carlinhos Brown, Gaby Amarantos, BaianaSystem e Filipe Ret, entre muitos outros que ajudaram a construir a identidade plural e diversa que é marca registrada do festival.
 

Manifesto CoMa 2025 – O CORAÇÃO COMO CENTRO

O que nos move? O que nos faz escolher um caminho e não o outro? O que nos leva a atravessar a fronteira do medo e dar o próximo passo?

Somos um emaranhado de vontades, instintos e memórias. Nosso corpo armazena tudo o que já vivemos e nos sussurra sinais, nossa mente cria caminhos e simula futuros. Mas, no fim, o que realmente decide é o coração. Ele é a força sutil que transforma desejo em ação, pensamento em realidade, sonho em movimento.

O Festival CoMA 2025 celebra essa pulsação essencial. É um convite para sentir – para viver a arte, a música e a coletividade de forma intensa e verdadeira. Não há transformação sem emoção, não há futuro sem um presente que nos toque profundamente.

Aqui, cada som, cada encontro, cada experiência são batidas de uma transformação ritmada. Um compasso coletivo que une arte, artistas, público e ideias em um fluxo vivo e vibrante. Sonhamos um festival que não apenas fale ao intelecto, mas que reverbere no peito, que emocione, que faça com que cada pessoa enxergue um mundo diferente do que via quando chegou.

Se a mente projeta e o corpo carrega, é o coração que decide. Que o CoMA 2025 seja esse espaço de escolha e entrega. Onde a arte nos conecta ao que há de mais verdadeiro: aquilo que sentimos.

Venha pulsar com a gente.

Sobre o Festival CoMA

O Festival CoMA é uma celebração da música, cultura e criatividade que une pessoas, culturas e ideias em uma comunhão inspiradora. Nascido em Brasília em 2017, vem sendo realizado anualmente. Já passaram pelos palcos do CoMA nomes como Elza Soares, Maria Gadu, Ney Matogrosso, Gaby Amarantos, Gal Costa, entre outros expoentes da música. 

A 8ª edição, neste ano, se destaca pela diversidade musical e por provocar reflexões sobre a relação entre cultura e o mercado do entretenimento. Além dos shows, que atraem grandes públicos, a Conferência CoMA promove um grande intercâmbio de conhecimento entre artistas e bandas em projeção, bem como profissionais já experientes do mercado musical. Em 2023, o Festival CoMA ingressou no movimento Brasília é de Festivais, endossando seu potencial turístico e de fomento da economia local.

O CoMA 2025 é apresentado pelo Ministério da Cultura e BB Seguros, realizado pela Mawê e CCBB, com patrocínio de Sebrae, Claro, Toyota e ABDI. 

Sobre a BB Seguros

Somos a BB Seguros, um grupo empresarial que atua nos segmentos de seguros, previdência aberta, títulos de capitalização e planos odontológicos. Cuidamos do que importa para as pessoas, oferecendo soluções inovadoras e sustentáveis para garantir um futuro tranquilo. Investimos na cultura e no esporte porque acreditamos que o desenvolvimento do talento brasileiro impulsiona conquistas para todos. Queremos proporcionar tranquilidade para as pessoas, hoje e sempre.

Sobre o CCBB Brasília  

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.  

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances. 

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana.  

Desde o final de 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, sendo que no ano de 2023, obtivemos a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade.  

CCBB Brasília

Aberto de terça a domingo, das 9h às 21h

Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF

E-mail: ccbbdf@bb.com.br

Informações

Fone: (61) 3108-7600

E-mail: ccbbdf@bb.com.br 

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Cultura periférica em festa

Foto divulgação

Caravana Os Crias da Perifa chega a Santa Maria nos dias 29 e 30 de agosto com DJ Markynhos Smurphies Disco Club, Tropa de Elite, Pacificadores, Misael , Filosofia Negra e mais

Após o sucesso histórico da primeira etapa em Ceilândia, que reuniu aproximadamente 17 mil pessoas e arrecadou 12 toneladas de alimentos nos dias 8 e 9 de agosto, a Caravana Os Crias da Perifa desembarca em Santa Maria, nos dias 29 e 30 de agosto (sexta e sábado), a partir das 19h. O palco vai receber atrações de peso como DJ Markynhos Smurphies,Tropa de Elite Pacificadores, Misael, , Filosofia Negra, Negra Flow, Arte de Ghetto, Minatai, Subconscientel, DJ Brotha e Conexão Fatal,e muito mais

Com entrada franca, mediante a doação de 1kg de alimento não perecível, o evento reforça seu caráter social e comunitário, mostrando a força da cultura urbana como ferramenta de transformação social.

Principais destaques

Além de atrações que marcaram gerações e atraem grande público, como DJ Markinhos Smurphies Disco Club, Tropa de Elite, Pacificadores e Misael, a programação promove o encontro de diferentes vozes da periferia, valorizando tanto os nomes consagrados quanto os novos talentos. A mistura de rap, trap, funk, grafite, dança de rua e batalhas de rima cria um espaço de visibilidade para artistas independentes e fortalece a cena cultural do DF e entorno.

Assim como em Ceilândia, a etapa de Santa Maria contará com estrutura de mega porte, garantindo qualidade técnica para as apresentações e um ambiente de celebração, pertencimento e resistência cultural.

Serviço

Caravana Os Crias da Perifa – Santa Maria

Data: 29 e 30 de agosto de 2025 (sexta e sábado)

Horário: 19h

Local: Santa Maria – DF (ao lado da Administração Regional)

Entrada: Gratuita, mediante doação de 1kg de alimento

Classificação indicativa: Livre

Informações: @criasdaperifa

Realização: Instituto de Empoderamento Social

Parceria institucional: Secretaria de Família e Juventude do DF | Vice-Governadoria do DF

58° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro divulga seleção oficial dos filmes e programação

Foto Divulgação

Mais longevo festival de cinema do país, ocorre de 12 a 20 de setembro com exibições da Mostra Competitiva Nacional, Mostra Brasília e quatro mostras paralelas no Cine Brasília, em Planaltina, Gama e Ceilândia

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, em parceria com o Instituto Alvorada Brasil, anunciou, nesta quarta-feira, (20/08), a programação oficial do 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. A mais tradicional e longeva mostra cinematográfica do país ocupará o Cine Brasília entre os dias 12 e 20 de setembro com programação extensa e diversa, além de levar exibições para Planaltina, Gama e Ceilândia. 

Esta edição marca também os 60 anos da primeira edição do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, realizado em 1965 sob a alcunha de Semana do Cinema Brasileiro. Para este novo ano, o festival terá formato ampliado, com nove dias de programação, que incluirá um longa-metragem a mais na seleção da Mostra Competitiva Nacional e outro na Mostra Brasília. 

Ao todo serão exibidos 80 filmes, distribuídos em seis mostras, sendo elas: as tradicionais Competitiva Nacional e Mostra Brasília, quatro mostras paralelas (Caleidoscópio, Festival dos Festivais, Coletivas Identidades, História(s) do Cinema Brasileiro), além do Festivalzinho e das sessões especiais. As exibições serão realizadas no Cine Brasília, no Complexo Cultural de Planaltina e nas unidades do Sesc no Gama e em Ceilândia. 

O secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec), Claudio Abrantes, ressaltou a relevância que o Festival de Brasília tem para o país, especialmente com a política de continuidade da gestão do evento. 

“A partir e uma inovação jurídica, conseguimos fazer um contrato mais extenso de três anos que nos dá uma possibilidade maior de planejamento e de captação. Como consequência, neste segundo ano da parceria, conseguimos devolver ao festival sua posição de protagonismo, junto a outros grandes festivais, como o de Gramado”, disse o secretário logo antes de anunciar o lançamento de um concurso de projetos para a criação do Anexo do Cine Brasília.

“O festival se soma e se beneficia com este planejamento a longo prazo que já traz muitos avanços de curadoria, visibilidade e operação”, complementa a diretora-geral do evento, Sara Rocha. “O festival cresce e amplia programação de filmes, Ambiente de Mercado, Conferência do Audiovisual e espalhar mais o festival pelo DF”.

Outra novidade do festival será a parceria com a TV Globo de Brasília, que lança a chamada pública de filmes para seleção de obras do cinema brasileiro para serem exibidas na grade da emissora, com cachê de seleção. A novidade foi anunciada por Sara, justamente com o gestor da emissora local, Marcelo Wener.

A repórter cultural da TV Globo Brasília, Luiza Garonce, também foi anunciada como mestra de cerimônias da edição de 60 anos do Festival de Brasília.

Seguindo a tradição do Festival, esta edição também conta com atividades extras como debates, seminários, oficinas, homenagens, solenidades de abertura e de premiação, Ambiente de Mercado e oficinas gratuitas. 

Com um total de 1.702 filmes inscritos, dos quais 1.396 curtas e 306 longas, o 58º Festival de Brasília apresenta sete longas-metragens e 12 curtas na Mostra Competitiva Nacional; cinco longas e 11 curtas do 27º Troféu Câmara Legislativa – Mostra Brasília, voltado para as produções do DF; e mais de 30 títulos nas mostras paralelas.

Sob a direção artística de Eduardo Valente, a 58ª edição do Festival de Brasília traz um olhar amplo e complexo sobre não apenas o cinema, mas também a sociedade brasileira em 2025. “Na Mostra Competitiva Nacional temos filmes de 14 estados diferentes da federação, cobrindo todas as cinco regiões do país. Essa amplitude de origens geográficas não foi um pressuposto curatorial, mas essa seleção reforça o objetivo do Festival de Brasília de servir de plataforma para olhares múltiplos e complementares.”

Valente ressalta que os filmes trafegam por tempos históricos bastante distintos. “As obras que serão apresentadas cruzam séculos da história brasileira, indo do nosso passado mais remoto a propostas de possíveis futuros, tentando encontrar os traços fundamentais da nossa formação enquanto nação, chamando a atenção para suas incompletudes, contradições e injustiças.”

Outro destaque desta edição é a equidade de gênero nas posições de direção dos filmes. Múltiplos filmes trazem perspectivas racializadas, por realizadores indígenas e negros de distintos gêneros, que ajudam a dar à seleção, nas telas e por trás das câmeras, uma multiplicidade necessária de pontos de vista.

Os selecionados para as mostras competitivas nacionais serão remunerados com cachê de seleção nos valores de R$ 30 mil para longas-metragens e R$ 10 mil para curtas. Os filmes em mostras paralelas e sessões hors concours também receberão cachê de seleção. 

A Mostra Brasília conta com um total de R$ 298.473,77 em prêmios concedidos pelos júris oficial e popular através do 27° Troféu Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF). O valor teve um aumento de 24,36% em relação à premiação do ano passado, que era de R$ 240 mil. 

Claudinei Pirelli, o representante do Comitê Gestor do Troféu Câmara Legislativa, pontou tanto a ampliação do número de filmes selecionados como do valor de R$ 298 mil em prêmios para a Mostra Brasília.

“É uma forma que a gente tem buscado de, a cada ano, melhorar a atuação da Câmara para o setor do audiovisual. Certamente são filmes de qualidade, tanto do ponto de vista técnico como artístico”, ressaltou.

Na cerimônia de abertura, no dia 12 de setembro, será exibido o novo longa-metragem de Kleber Mendonça Filho, O Agente Secreto, protagonizado por Wagner Moura e premiado em duas categorias no Festival de Cannes, na França, e no Festival de Cine de Lima, no Peru.

O Festival de Brasília encerra com exibição do longa-metragem brasiliense A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo. Com trajetória internacional, o filme já passou por importantes eventos, como o Festival de Berlim, e acumulou prêmios, como o de Melhor Filme do Júri Infantil no 43º Festival Internacional de Cinema do Uruguai. 

Mostras Paralelas 

O 58º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro apresenta uma programação diversificada através de suas mostras paralelas. A Mostra Caleidoscópio exibe cinco longas-metragens que desafiam convenções de gênero cinematográfico, transitando entre ficção, não ficção, experimental e animação, com filmes oriundos de cinco estados brasileiros. Este ano a Mostra contará com a avaliação dos filmes por dois júris especiais: um deles formado pela Fipresci, entidade internacional de crítico de cinema que completa 100 anos de existência, e um júri jovem formado por estudantes de audiovisual da Universidade de Brasília (UnB), histórica parceira do Festival.

Mostra Festival dos Festivais, tradicional no evento, reúne cinco trabalhos de não-ficção premiados em importantes eventos em 2025, como a Mostra de Tiradentes, o Panorama Coisa de Cinema, o CachoeiraDoc, o In-Edit e o Olhar de Cinema, apresentando uma variedade de formatos, do autorretrato ao retrato biográfico. 

Inédita, a Mostra Coletivas Identidades apresenta três trabalhos urgentes que provocam discussões sobre questões sociais prementes, como conflitos territoriais e religiosos, no Brasil e no mundo. E a Mostra História(s) do Cinema Brasileiro traz um panorama do passado e do presente nosso cinema, com três longas que não apenas registram gerações decisivas de 

cineastas brasileiros, como buscam traçar novas propostas dessa história. Dentre os cinco realizadores que assinam estas três obras, dois já estiveram em destaque na competição do festival em anos anteriores (Julio Bressane e Henrique Dantas).

Para marcar o aniversário histórico de 60 anos do Festival no ano de 2025, serão exibidos dois longas da Semana do Cinema Brasileiro, evento que deu origem ao Festival de Brasília, em 1965: São Paulo S/A (em nova cópia 4K) e A Falecida, que premiou Fernanda Montenegro. Além disso, haverá uma sessão especial com três curtas de Kleber Mendonça Filho já exibidos em anos anteriores do festival.

Sessões Especiais

Fora das mostras, o Cine Brasília recebe sessões especiais que homenageiam personalidades e obras fundamentais. A programação inclui retratos de artistas como Cacá Diegues e Sérgio Mamberti, uma revisitação do trabalho da Caravana Farkas e o mais recente filme de Lúcia Murat, homenageada com o Prêmio Leila Diniz nesta edição. 

Será prestada uma homenagem especial ao crítico e cineasta Jean-Claude Bernardet, que deixou saudades neste ano, com a exibição de quatro de seus curtas-metragens realizados em parceria com o cineasta Fábio Rogério. 

Outra sessão especial celebrará o cinema brasiliense, com um curta que completa 25 anos de sua estreia no festival e o longa inédito da cineasta local Cibele Amaral, que reflete sobre o fazer cinematográfico e o futuro da sociedade. 

Também serão exibidos três filmes brasileiros clássicos que recentemente passaram por trabalhos de restauro, digitalização e novas cópias, entre eles Terceiro Milênio, de Jorge Bodanzky e Wolf Gauer. 

Os Homenageados 

O primeiro Troféu Candango será entregue nesta ocasião à grande homenageada do Festival de Brasília de 2025, que será agraciada com o prêmio pelo Conjunto da Obra, a veterana e premiada atriz Fernanda Montenegro. Em reconhecimento aos seus consolidada como um dos maiores ícones da dramaturgia brasileira. A atriz participou da primeira edição do Festival, ainda chamado de Semana do Cinema Brasileiro, e recebeu o primeiro prêmio de Melhor Atriz na ocasião com o filme A Falecida. Ao longo desses 60 anos de Festival, a atriz teve mais de 15 participações no festival, ressaltando sua atuação expressiva no Cinema Nacional. 

O Troféu Associação Brasiliense de Cinema e Vídeo (ABCV) de 2025 será entregue para o premiado ator brasiliense Chico Sant’Anna, que tem mais de 40 anos de carreira dedicados ao teatro e ao cinema. 

O Prêmio Leila Diniz vai ser dedicado à cineasta Lúcia Murat como gesto de reconhecimento por sua trajetória no cinema brasileiro. Este prêmio foi implementado na 50ª edição do Festival, e surgiu para homenagear mulheres cuja prática e trabalhos marcaram a história do cinema brasileiro, na frente ou atrás das câmeras. 

A Medalha Paulo Emílio Salles Gomes será dedicada à pesquisadora acadêmica brasileira Ivana Bentes. Esta homenagem é concedida anualmente a figuras com trajetórias reconhecidas e consolidadas no âmbito de atividades que Paulo Emílio, criador do Festival, exerceu de forma marcante: a crítica, a preservação, o pensamento e o ensino de cinema.

Ambiente de Mercado 

Além de oficinas e exibições de mostras paralelas, o 58º Festival de Brasília confirma a realização da sétima edição do Ambiente de Mercado, voltado para pitchings e rodadas de negócios, com participação de players do setor do audiovisual nacional e internacional.

Também estará de volta a Conferência Nacional do Audiovisual, que foi um fórum importante retomado pelo festival no ano passado, no qual o público poderá participar de debates centrais para o desenvolvimento de políticas públicas para o audiovisual brasileiro.

Mostra Competitiva Nacional – LONGAS

Morte e Vida Madalena, de Guto Parente (CE) 

Xingu à Margem, de Wallace Nogueira e Arlete Juruna (BA) 

Quatro Meninas, de Karen Suzane (RJ) 

Corpo da Paz, de Torquato Joel (PB) 

Aqui Não Entra Luz, de Karol Maia (MG) 

Assalto à Brasileira, de José Eduardo Belmonte (SP) 

Futuro Futuro, de Davi Pretto (RS) 

Mostra Competitiva Nacional – CURTAS

Logos, de Britney (RS)

Safo, de Rosana Urbes (SP) 

Dança dos Vagalumes, de Maikon Nery (PR) 

Faísca, de Bárbara Matias Kariri (AC) 

Laudelina e a Felicidade Guerreira, de Milena Manfredini (RJ)

Boi de Salto, de Tássia Araújo (PI) 

Couraça, de Susan Kalik e Daniel Arcades (BA) 

A Pele do Ouro, de Marcela Ulhoa e Yare Perdomo (RR) 

Cantô Meu Alvará, de Marcelo Lin (MG) 

Ajude Os Menor, de Janderson Felipe e Lucas Litrento (AL)

Replika, de Piratá Waurá e Heloisa Passos (MT) 

Fogo Abismo, de Roni Sousa (DF) 

MOSTRA BRASÍLIA – LONGAS

Vozes e Vãos, de Edileuza Penha de Souza & Edymara Diniz

Mil Luas, de Carina Bini

Maré Viva Maré Morta, de Claudia Daibert

A Última Noite da Rádio, de Augusto Borges

Menino Quem Foi Seu Mestre?, de Rafael Ribeiro Gontijo e Sandra Bernardes

MOSTRA BRASÍLIA – CURTAS

Notas Sobre a Identidade, de Marisa Arraes

Dizer Algo Sobre Estar Aqui, de Vaga-mundo: poéticas nômades

O Bicho Que Eu Tinha Medo, de Jhonatan Luiz

A Brasiliense, de Gabmeta

O Fazedor de Mirantes, de Betânia Victor e Lucas Franzoni

Rainha, de Raul de Lima

Terra, de Leo Bello

Dois Turnos, de Pedro Leitão

Três, de Lila Foster

O Cheiro do Seu Cabelo, de Clara Maria Matos

Rocha: Substantivo Feminino, de Larissa Corino e Patrícia Meschick

MOSTRA CALEIDOSCÓPIO

Nosferatu, de Cristiano Burlan

Palco Cama, de Jura Capela

Atravessa Minha Carne, de Marcela Borela

Uma Baleia Pode Ser Dilacerada Como Uma Escola de Samba, de Marina Meliande, de Felipe M. Bragança

Nimuendajú, de Tania Anaya

MOSTRA FESTIVAL DOS FESTIVAIS

Cais, de Safira Moreira

A Mulher Sem Chão, de Auritha Tabajara e Débora McDowell

Vasta Natureza de Minha Mãe, de Aristótelis Tothi e Inez dos Santos

As Travessias de Letieres Leite, de Iris de Oliveira e Day Sena

MOSTRA COLETIVAS IDENTIDADES

Pau d’Arco, de Ana Aranha

Notas Sobre um Desterro, de Gustavo Castro

A Voz de Deus, de Miguel Antunes Ramos

MOSTRA HISTÓRIA(S) DO CINEMA BRASILEIRO

Relâmpagos de Críticas Murmúrios de Metafísicas, de Julio Bressane e Rodrigo Lima

Os Ruminantes, de Tarsila Araújo e Marcelo Mello

Anti-heróis do Udigrudi Baiano, de Henrique Dantas

SESSÕES ESPECIAIS

Sérgio Mamberti – Memórias do Brasil, de Evaldo Mocarzel

Para Vigo Me Voy, de Lírio Ferreira e Karen Harley

O Nordeste sob a Caravana Farkas, de Arthur Lins e André Moura Lopes

Hora do Recreio, de Lúcia Murat (Prêmio Leila Diniz) 

Ontem, Hoje e Amanhã e O Cego Estrangeiro, de Marcius Barbieri 

O Socorro Não Virá, de Cibele Amaral

60 ANOS DO FESTIVAL DE BRASÍLIA

São Paulo SA, de Luiz Sérgio Person

A Falecida, de Leon Hirszman 

Vinil Verde; Noite de Sexta Manhã de Sábado; e Recife Frio, de Kleber Mendonça Filho

CLÁSSICOS BRASILEIROS 

Terceiro Milênio, de Jorge Bodanzky e Wolf Gauer

A Lenda de Ubirajara, de André Luiz Oliveira

Viramundo, Geraldo Sarno; Nossa Escola de Samba, Manuel Horacio Giménez; Hermeto, Campeão, de Thomaz Farkas

HOMENAGEM A JEAN-CLAUDE BERNARDET

Mensagem de Sergipe

O Homem do Fluxo

Vim e Irei como uma Profecia 

Homenagem a Kiarostami 

FESTIVALZINHO

Quando A Gente Menina Cresce, de Neli Mombelli

Hacker Leonilia, de Gustavo Fontele Dourado

Notícias da Lua, de Sérgio Azevedo

A História de Ayana, de Cristiana Giustino e Luana Dias

Seu Vô e a Baleia, de Mariana Elisabetsky

Baú, de Matheus Seabra e Vinicius Romadel

SERVIÇO – 58º FESTIVAL DE BRASÍLIA DO CINEMA BRASILEIRO

Data: 12 a 20 de setembro de 2025

Locais: Cine Brasília (106/107 Sul), Complexo Cultural de Planaltina, Sescs Gama e Ceilândia

Mais informações: https://festcinebrasilia.com.br/

Encerramento do O Maior São João do Cerrado terá shows de Nena Queiroga e Paulin Vaqueiro

Foto divulgação

Música, gastronomia e muita diversão no fim de semana do maior São João fora de época do país. Portões serão abertos às 14h

A 18ª edição do O Maior São João do Cerrado chega ao fim na noite deste domingo (17), na Esplanada dos Ministérios, com destaque para a cantora pernambucana Nena Queiroga, considerada a rainha do carnaval de Pernambuco, e o forrozeiro Paulin Vaqueiro. O evento promete uma despedida em grande estilo, reunindo alegria, tradição e a força da cultura nordestina no coração de Brasília.

Nena Queiroga sobe ao palco para contagiar o público com seu carisma e a energia de seus sucessos. Já Paulin Vaqueiro apresenta um repertório que mescla composições autorais e releituras de clássicos da música brasileira, levando o autêntico forró do sertão nordestino ao Planalto Central.

Além dos shows, O Maior São João do Cerrado é uma festa completa para toda a família. A programação conta com três Ilhas de Forró e um Coreto, com mais de 40 trios pé de serra. Há ainda vila cenográfica, apresentações de quadrilhas juninas, circo, parque de diversões e uma praça de alimentação com 42 restaurantes — um verdadeiro festival gastronômico.

Hoje, os portões abrem mais cedo, às 14h, e até às 18h o evento é pet friendly, garantindo diversão também para toda a família.

Quem mora em Ceilândia pode aproveitar o evento com mais comodidade. Em uma iniciativa patrocinada pela Petrobras, ônibus gratuitos partem da Administração de Ceilândia até o Museu da República, em seis horários diferentes, com retorno garantido também em seis horários. Uma maneira segura e prática de curtir a festa com tranquilidade.

Realização

O Maior São João do Cerrado é realizado pelo IBI – Instituto Brasileiro de Integração, Cultura, Turismo e Cidadania, apresentado pela Petrobras, com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura, por meio do Ministério da Cultura e do Governo Federal.

O evento conta com o patrocínio da Caixa Econômica Federal, Cachaça Pitú e Hplus Hotelaria. Tem como parceiros a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa e a Secretaria de Turismo do Distrito Federal. Conta ainda com o apoio da TotalServ, além do apoio de mídia do Correio Braziliense e Metrópoles. A TV Globo é a emissora oficial do evento.

Domingo (17/07)

Forró de Vitrola
Edu Bonecos
Nena Queiroga
Balé Flor do Cerrado
Quadrilha Junina
Paulin Vaqueiro

Serviço | O Maior São João do Cerrado
Data: 13 a 17 de agosto de 2025
Local: Esplanada dos Ministérios
Hora: 18h às 3h
Entrada Franca
Classificação livre
@omaiorsaojoaodocerrado

Público da quinta edição da Feira da Uva e do Vinho foi de 500 mil pessoas

Foto divulgação

Evento em Planaltina bate recordes de adesão entre os visitantes. De acordo com a PMDF, a Feira foi segura e tranquila

Finalizada no último domingo (10/8), a 5a Feira Nacional da Uva e do Vinho de Brasília entra para a história de Planaltina-DF com um recorde de público. Ao longo dos oito dias de festa, aproximadamente meio milhão de pessoas passaram pelo evento. “Desde o primeiro dia, quando tivemos o show do Eduardo Costa, eu imaginei que teríamos um expressivo contingente. Mas acabou que a expectativa foi em muito superada”, declarou Eduardo Campos, presidente da Associação Cresce-DF, realizadora da Feira. Em seu primeiro dia, o evento reuniu cerca de 40 mil pessoas, o que já apontava para a sua adesão junto ao público.

Além da realização da Associação Cresce-DF, a Feira teve apoio do Sicoob, Emater-DF, Administração Regional de Planaltina, Secretaria da Mulher, Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Secretaria de Turismo, GDF, Banco BRB, Governo Federal, via Ministério da Agricultura e Pecuária, por meio da Superintendência de Agricultura e Pecuária do Distrito Federal (SFA-DF). “Destacamos o apoio e a confiança do governador Ibaneis Rocha e da vice-governadora Celina Leão”, disse Campos.

O recorde absoluto de público da 5a Feira Nacional da Uva e do Vinho de Brasília foi registrado no seu segundo sábado de funcionamento (9/8), quando o contingente ao longo do dia foi de mais de 70 mil pessoas. O grande show da noite, com o cantor baiano Léo Santana, também teve impacto decisivo para o atingimento dessa marca. “O que atesta a sintonia da organização para aquilo o que a cidade espera receber como opção de entretenimento”, comentou Eduardo Campos.

Movimentação na economia
A organização da feira também destaca uma movimentação na economia de aproximadamente R$ 50 milhões. A Feira promove a geração de perto de mil empregos diretos e cinco mil no total. E, ainda, são diversos os segmentos impactados pela realização de um evento dessa magnitude.

Além da comercialização interna de produtos ao longo de todos os dias do evento, a todas as demais cadeias envolvidas, como hoteleira, alimentação, logística e muito mais. “Até mesmo o setor têxtil é impactado. Imagine quanta gente não comprou uma peça de roupa na feira ou uma roupa nova para ir curtir os shows”, destacou Eduardo Campos.

Expositor tradicional da Feira, o vitivinicultor Julio Holz enfatizou a sua importância para os diversos empreendedores que trabalham no evento. “A Feira gera empregos, impulsiona vendas e é uma grande vitrine para cada um de nós. Aqui nós, de cada segmento, vendemos e aparecemos, fazemos contato com o público, com o nosso consumidor”, declarou.

Segurança
De acordo com a comandante-geral do 14o Batalhão da Polícia Civil do Distrito Federal, em Planaltina, tenente-coronel Daniela Natalia Teixeira Schermerhorn, o número de ocorrências foi considerado baixo. “Os oito dias de evento foram dias muito seguros, muito tranquilos. Nós tivemos muitas famílias que vieram tanto durante o dia quanto durante a noite e realmente a quantidade de ocorrências foi muito pequena em comparação à quantidade de público”, informou. “O balanço é muito positivo”, completou.

Para a comandante, a população de Planaltina abraçou a Feira. “A população abraçou a Feira. E todo mundo vem aqui prestigiar com esse espírito de que o evento é da cidade, familiar, para que todos possam aproveitar um momento de cultura, de lazer aqui na nossa própria cidade”, declarou. “Eu realmente acredito que a população vem com esse pensamento de aproveitar, de manter a ordem e a segurança”, completou.

Sobre os números e a atuação da PM, a comandante destacou a velocidade de ação. “Houve pouquíssimos incidentes, e aqueles que ocorreram foram tratados de forma muito rápida, o que não chegou a comprometer a segurança do evento”, finalizou.

SHAKE THAT THING RELEVA DIMENSÃO SENSUAL E COMPLEXA DO BLUES

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Livro de Alexandre Rocha será lançado em turnê com quatro pocket shows por espaços do DF

Programação começa na terça, dia 19, em Taguatinga, com apresentação de Bartô Blues

Para desmistificar a usual tristeza ligada ao blues, o jornalista, radialista e cientista social Alexandre Rocha escreveu Shake That Thing: antropologia, história, significação e erotismo no blues. O lançamento do livro ocorrerá em quatro diferentes locais do Distrito Federal, sempre acompanhado por apresentações musicais que homenageiam o blues, em suas diversas vertentes e com foco em seu aspecto sensual. 

O livro mergulha na história do blues para colocar em cheque a imagem tradicional de uma música “lamentosa”. Com quase 40 anos de pesquisa na área, Alexandre aborda o gênero musical a partir de cinco eixos — história, música, poética, dança e performance —, destacando o caráter erótico do blues e resgatando sua riqueza e complexidade, a partir de uma perspectiva interpretativa e original acerca desse secular e influente gênero musical afro-americano.

A programação começa em 19 de agosto, às 18h30, em Taguatinga Norte, com show de Bartô Blues, músico influenciado pelo rock blues e reconhecido em Brasília pela paixão ao estilo e qualidade musical. No dia 23 de agosto, às 16h30, no Guará, será a vez de Ricardo Serpa, gaitista com quase três décadas dedicadas ao blues tradicional e contemporâneo e líder da Serpa Blues Band. Já no dia 31 de agosto, às 17h, em Sobradinho, a cantora Nina Molina e seu repertório que passeia pelo blues, soul, jazz e R&B, marcado por interpretações sensoriais e emocionais. Encerrando a programação, no dia 4 de outubro, às 18h, no Espaço Cultural Renato Russo, em Brasília, a multiartista premiada Thaise Mandalla — considerada a maior promessa do blues na cidade — apresenta um show autoral que combina guitarra e voz. Em todas as apresentações o fio condutor será a releitura de temas que abordam a representação da sexualidade no blues. 

Shake That Thing questiona a representação reducionista e por vezes equivocada criada em torno do blues, sedimentada por parte da bibliografia canônica do gênero”, afirma Alexandre Rocha. Ele acrescenta que o livro busca ampliar o diálogo para além dos muros da academia. “É com dupla e imensa alegria que comemoro essa empreitada. Não só por poder ampliar o diálogo para além dos muros da academia, mas também pela chance de devolver o resultado de meu trabalho de uma vida à sociedade, a quem devo com gratidão a oportunidade de materializar esse sonho”, afirma.

O lançamento inclui, ainda, um curso ministrado por Alexandre Rocha que, em cinco aulas, vai apresentar o conteúdo do livro, lançando mão de vasto recurso audiovisual. As aulas gratuitas acontecerão no Espaço Cultural Renato Russo, em todos os sábados de setembro, das 14h às 17h. A última aula, no dia 4/10, coincide com o lançamento do livro e a apresentação de Thaise Mandalla.

Premiado a partir de uma monografia em Antropologia pela Universidade de Brasília, o livro foi produzido com o apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal. O projeto gráfico, assinado por Eduardo Freire, e as ilustrações do artista Carlus Campos, reforçam essa a atmosfera peculiar e pouco contemplada do blues: sua ambiguidade discursiva e culturalmente codificada, expressa por meio de linguagem e estética que abarcam música, dança e performance, trazendo uma experiência visual e sensorial que dialoga diretamente com o conteúdo denso e sensível da obra. A publicação inclui ainda um glossário de expressões e gírias do blues, letras de dezenas de canções e QR codes que possibilitam o acesso imediato às músicas citadas, ampliando a imersão do leitor na cultura do gênero.

Shake That Thing se propõe a ampliar e aprofundar a percepção acerca do blues, indo de encontro ao credo sedimentado ao longo de décadas que trata essa manifestação musical como lamentosa e dramática, escolhendo para tanto, como categorias analíticas, estrutura, processo, função e significação, descortinando assim um universo rico em simbolismos, códigos, desejos e histórias.

Sobre o autor

Alexandre Rocha é jornalista, radialista e cientista social, mestre em Etnomusicologia e doutorando em Sociologia. Com quase 40 anos de pesquisa, atua especialmente nos gêneros afro-brasileiro e afro-americano, com foco no blues. É produtor e apresentador do programa Estilo Blues desde 2009 na Rádio Verde Oliva FM, além de realizar cursos e pesquisas com viés histórico-antropológico.

Os artistas

Bartô Blues – Pernambucano radicado em Brasília, Bartô Blues é compositor, vocalista e guitarrista com forte influência do rock blues. Seu repertório mescla releituras de clássicos e composições autorais que exploram temas como aventura, amor e dor. Reconhecido por sua presença de palco contagiante, mantém um público fiel em Brasília.

Ricardo Serpa – Gaitista de Brasília desde 1996, Ricardo Serpa estudou com o renomado Engels Espíritus e lidera a Serpa Blues Band desde 2008. Referência no blues tradicional, também foi um dos fundadores do movimento #bsblues, que reúne entusiastas do gênero na capital federal.

Nina Molina – Cantora e intérprete de blues, soul, jazz e R&B, com 11 anos de carreira, Nina se destaca pela entrega sensorial e emocional em suas performances. À frente da Banda Molinas desde 2019, participa ativamente da cena musical local, com presença em festivais e eventos importantes.

Thaise Mandalla – Multiartista brasiliense com mais de 15 anos de trajetória, Thaise é reconhecida pela CBN como a maior promessa do blues em Brasília. Fundadora da banda Mandalla, combina guitarra, voz e composições próprias, além de atuar em diversos projetos musicais premiados e turnês internacionais.

Serviço:

O livro Shake That Thing está em pré-venda por R$ 30,00 (mais taxa de envio de R$ 20,00 para quem não for aos lançamentos em Brasília). Para adquirir, acesse: https://creativepub.online/shake_that_thing/

Redes sociais: @projeto_talking_blues 

PROGRAMAÇÃO:

19 de agosto (terça-feira), 18h30 – Galeria Olhos de Águia, Ed. Praiamar, Taguatinga Norte
Show com Bartô Blues, que traz influências do rock blues e é reconhecido pela paixão ao estilo e qualidade musical em Brasília.

23 de agosto (sábado), 16h30 – Galeria A Pilastra, QE 40 rua 09 lote 8 – Guará
Apresentação de Ricardo Serpa, gaitista com quase três décadas de dedicação ao blues tradicional e contemporâneo, líder da Serpa Blues Band.

31 de agosto (domingo), 17h – Coe Café, Q 6 CL QD 06 CL21 , LOJA 08 – Sobradinho
Show com Nina Molina, cantora e intérprete de blues, soul, jazz e R&B, conhecida pela entrega sensorial e emocional em suas apresentações.

04 de outubro (sábado), 18h – Espaço Cultural Renato Russo – 508 Sul
Performance de Thaise Mandalla, multiartista premiada e considerada a maior promessa do blues em Brasília, que mistura guitarra, voz e composições autorais.

Distrito Junino 2025 chega a Ceilândia, maior berço da cultura nordestina no DF

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Etapa será realizada entre 15 e 17 de agosto na Praça do Cidadão, reunindo as ligas de quadrilha junina do Distrito Federal

O Distrito Junino 2025 desembarca esta semana em Ceilândia, reconhecida como o maior berço da cultura nordestina e da população oriunda dessa região no Distrito Federal. Entre os dias 15 e 17 de agosto, a Praça do Cidadão se transforma em cenário para três noites de dança, música e tradição, reunindo quadrilhas das principais ligas juninas do DF em apresentações que celebram e mantêm viva a herança cultural do Nordeste no coração do país.

De acordo com dados da Codeplan (2018), o Distrito Federal abriga mais de 639 mil pessoas de origem nordestina, o que corresponde a 50% de todos os moradores vindos de outros estados. Quando somados seus descendentes, quase 70% da população da capital têm raízes nordestinas. Ceilândia concentra a maior parte desse público, sendo oficialmente reconhecida como Capital da Cultura Nordestina pela Lei Distrital 6.474/2019.

A cidade também é lar de ícones como a Casa do Cantador, dedicada à preservação da poesia popular, do repente e da literatura de cordel, e a Feira Central, onde gastronomia, sotaque e música se encontram, criando um verdadeiro pedaço do Nordeste no Planalto Central.

Para o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, o Distrito Junino em Ceilândia é mais do que um festival. “É um ato de reconhecimento e celebração das raízes que moldaram a identidade do Distrito Federal. Aqui, tradição, música e dança se unem para manter viva a herança nordestina, que pulsa forte no coração da nossa capital e é parte essencial da nossa história e cultura”, destacou.

“Chegar a Ceilândia tem um peso simbólico muito grande, porque é aqui que pulsa boa parte da cultura nordestina do DF. É uma oportunidade de celebrar nossas raízes em um dos palcos mais importantes dessa tradição na nossa cidade. Estamos ansiosos para entregar uma festa linda para o público”, afirmou o presidente do Instituto Orgulho de Ser Nordestino, Affonso Gomes.

Promovido pelo Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec-DF), e coordenado pelo Instituto Orgulho de Ser Nordestino, o projeto percorre as regiões administrativas levando apresentações que fortalecem as tradições juninas como política pública e garantem que essa herança siga viva e pulsante. A temporada se encerra com uma grande celebração na Esplanada dos Ministérios, nos dias 29 e 30 de agosto.

Serviço – Distrito Junino 2025 – Etapa Ceilândia
Local: Praça do Cidadão – Ceilândia/DF
Data: 15 a 17 de agosto de 2025
Entrada gratuita mediante retirada de ingresso: https://www.sympla.com.br/evento/distrito-junino-2025-etapa-ceilandia/3075322

Mais informações: https://www.instagram.com/distritojunino2025?igsh=cXljNjNneDQyeXo3

Programação

15/08 – Sexta-feira
Trio – Trio Bacurau Arretado – Intervalo Grande
19h00 – Quadrilha Tengo Lengo
19h45 – Quadrilha Espalha Brasa
20h30 – Quadrilha Mala Véia
21h15 – Quadrilha Vai Mas Não Vai
22h00 – Quadrilha Xique Xique
22h45 – Quadrilha Sol de Maria
23h30 – Quadrilha Formiga da Roça

16/08 – Sábado
Trio – Thal Matos – Intervalo Grande
18h00 – Quadrilha Eita Bagaceira
18h45 – Quadrilha Coisas da Roça
19h30 – Quadrilha Ribuliço
20h15 – Quadrilha Chinelo de Couro
21h00 – Quadrilha Rasga o Fole
21h45 – Quadrilha Amor Junino
22h30 – Quadrilha Arraiá dos Matutos
23h15 – Quadrilha Caipirada
00h00 – Quadrilha Xamegar

17/08 – Domingo
Trio – Trio Fernando Mangabeira – Intervalo Grande
18h00 – Quadrilha Matingueiros do Sertão
18h45 – Quadrilha Xem Nhem Nhem
19h30 – Quadrilha Arroxa o Nó
20h15 – Quadrilha Os Caboclos do Sertão
21h00 – Quadrilha Fornalha
21h45 – Quadrilha Tico Tico no Fubá
22h30 – Quadrilha Pinga em Mim
23h15 – Quadrilha Furacão
00h00 – Quadrilha Matulão
Banda – Cesar Amaral

Forró, trap e arrocha esquentam a terceira noite do Maior São João do Cerrado

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Dupê, 3NoBrega e Jorge Recife são algumas das atrações do evento. Público vai cantar ao som de clássicos do mais genuíno brega brasileiro

E para quem acha que forró é tudo igual, O Maior São João do Cerrado está aqui para corrigir esse equívoco. Na terceira noite do maior evento junino fora de época do Brasil, o cantor Dupê traz ao palco da festa uma mistura de forró com trap — ou, como o próprio artista define, o verdadeiro New Brega.

E como o estilo está sempre na moda, o grupo brasiliense 3NoBrega vai fazer o público cantar verdadeiros hinos da Música Popular Brasileira, como Sandra Rosa Madalena, Fuscão Preto, Boate Azul e Evidências.

Para temperar ainda mais esse caldeirão cultural chamado O Maior São João do Cerrado, o cantor, compositor e instrumentista Jorge Recife vai fazer o público dançar com uma mistura de ritmos que vai do pop ao forró. A noite é de balada! Também sobem ao palco principal: Sotaque de Raiz, Boka de Sergipe, Balé Flor do Cerrado, Edu Bonecos e o Grupo Transições, além da discotecagem do Forró de Vitrola.

Os portões de O Maior São João do Cerrado serão abertos às 18 horas. O evento, que está de casa nova, acontece na Esplanada dos Ministérios, bem pertinho da Rodoviária do Plano Piloto. Além das atrações do palco principal, mais de 40 trios pé de serra se apresentam nas três Ilhas de Forró e no Coreto.

E como nem só de música se faz um São João, o evento conta com atrações para públicos de todas as idades, incluindo parque de diversões, circo, quadrilhas juninas, vila cenográfica e uma praça de alimentação com 42 restaurantes.

Transporte gratuito

Quem mora em Ceilândia pode vir até O Maior São João do Cerrado de graça. A Petrobras está oferecendo ônibus gratuito em seis horários, partindo da Administração de Ceilândia até o Museu da República, e outros seis no trajeto de volta.

Realização

O Maior São João do Cerrado é realizado pelo IBI – Instituto Brasileiro de Integração, Cultura, Turismo e Cidadania, com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura, por meio do Ministério da Cultura e do Governo Federal.

O evento conta com o patrocínio da Caixa Econômica Federal, Petrobras, Cachaça Pitú e Hplus Hotelaria. Tem como parceiros a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa e a Secretaria de Turismo do Distrito Federal. Conta ainda com o apoio da TotalServ, além de apoio de mídia do Correio Braziliense e Metrópoles. A TV Globo é a emissora oficial do evento.

Programação

Sexta-feira (15/08)

Forró de Vitrola
Sotaque de Raiz
Jorge Recife
Balé Flor do Cerrado
3nobrega
Transições
Dupê
Edu Bonecos
Boka de Sergipe

Sábado (16/08)

Forró de Vitrola
Quadrilha Junina
Juze
Balé Flor do Cerrado
Michele Andrade
Transições
Cesar Amaral

Domingo (17/07)

Forró de Vitrola
Edu Bonecos
Nena Queiroga
Balé Flor do Cerrado
Quinteto Violado
Quadrilha Junina
Paulin Vaqueiro

Serviço | O Maior São João do Cerrado
Data: 13 a 17 de agosto de 2025
Local: Esplanada dos Ministérios
Hora: 18h às 3h
Entrada Franca
Classificação livre
@omaiorsaojoaodocerrado

CAIXA Cultural celebra aniversário de 45 anos com programação especial em todas as unidades do país


Daniela Mercury canta Chico Buarque, em Brasília, em comemoração aos 45 anos da CAIXA Cultural. Foto: Célia Santos

Eventos trazem grandes nomes e novos talentos da música em shows gratuitos ou com ingressos a preços populares

Em comemoração aos seus 45 anos, celebrados no dia 12 de agosto, a CAIXA Cultural apresenta, ao longo do mês de agosto, uma série de shows que acontecem nas suas sete unidades pelo país. Nomes como Daniela Mercury, Zizi Possi, Adriana Calcanhotto, Geraldo Azevedo, Pedro Luís, Zé Renato, Paulinho Moska, Ana Cañas, Jota.pê e Joyce Alane compõem a programação dos espaços em Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Salvador, Recife e Fortaleza. As atrações terão ingressos gratuitos ou a preços populares.

De acordo com Celmar Batista da Silva, gerente nacional de Promoção e Cultura da CAIXA, “a CAIXA Cultural sempre foi palco para todas as vozes e expressões artísticas do Brasil. É importante para a CAIXA Cultural dar espaço a artistas que já fazem parte da música e da cultura do país e também para novos nomes que estão surgindo na cena musical”.

Confira a programação comemorativa das sete unidades pelo país: 

  • Brasília:

1º, 2 e 3 /08 – show De Volta ao Começo, de Zizi Possi

7 a 10/08 – Cerrado Jazz Festival, com vários artistas

15 a 17/08 – show “Uma Chica” – Daniela Mercury interpreta Chico Buarque

  • Rio de Janeiro: 

Festival Dupla de Três

Programação

12/08 – Suricato e Ana Cañas convidam Zé Renato 

13/08 – Mahmundi e Cícero convidam Letrux 

14/08 – Marcelo Jeneci e Tiê convidam Joyce Moreno 

15/08 – Juliana Linhares e Vanessa Moreno convidam Fernanda Takai

  • São Paulo: 

Festival Palco Brasil

Programação

28 e 29/08 – Adriana Calcanhotto 
30 e 31/08 – Joyce Alane 
04 e 05/09 – Jota.pê 
06 e 07/09 – Paulinho Moska   

  • Curitiba: 

12, 13 e 14/08 – Festival de Samba e Amor com Pedro Luís

  • Salvador: 

Festival Palco Brasil

Programação

14 e 15/08 – Paulinho Moska 
16/08 – Jota.pê 
17/08 – Joyce Alane 
21 e 22/08 – Geraldo Azevedo 
23 e 24/08 – Adriana Calcanhotto

  • Recife: 

Festival Palco Brasil

Programação

07 a 09/08 – Geraldo Azevedo 
14 a 16/08 – Adriana Calcanhotto 
22 e 23/08 – Joyce Alane

  • Fortaleza: 

Festival Palco Brasil

Programação

14 e 15/08 – Geraldo Azevedo 
16/08 – Joyce Alane 
17/08 – Jota.pê
21 e 22/08 – Adriana Calcanhotto 

Serviço

45 anos da CAIXA Cultural

Locais: Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba, Salvador, Recife e Fortaleza

Data: ao longo do mês de agosto

Informações sobre os espetáculos e aquisição dos ingressos: no site da CAIXA Cultural: https://www.caixacultural.gov.br/Paginas/default.aspx

Flashback Eletronic – Galpão 17

Divulgação

Hoje, sexta-feira, 15 de agosto é dia de escolher o look mais estiloso, brilhar na pista de dança colorida e se jogar nos hits que marcaram época com DJ Wellington, Electrosonica e Magoo!

Garanta já seu ingresso!

https://www.sympla.com.br/evento/flashback-eletronic-galpao-17/3061231?referrer=www.google.com

Confina o Line-up imperdível:


🕖 19h – DJ Wellington
🕗 20h – Electrosonica
🕙 22h – DJ Wellington
🕚 23h – Magoo
🕥 01h – DJ Wellington

E ainda:
Happy Hour com cervejas especiais
Lanches variados
Lava-jato pra sua moto
Brinquedoteca pra criançada

Ingressos no Sympla (https://www.sympla.com.br/evento/flashback-eletronic-galpao-17/3061231?referrer=www.google.com):

2º lote:
R$30 (sem ecocopo) | R$35 (com ecocopo)

Entrada gratuita até as 19h
Motociclistas com garupa: entrada free a noite toda
Crianças até 12 anos: entrada gratuita

Chama a galera, capricha no visual e vem dançar com a gente no Galpão 17

Márcia Fellipe é destaque na segunda noite do O Maior São João do Cerrado

Foto divulgação

Além das atrações do palco principal, o público poderá dançar ao som do forró pé de serra nas Ilhas de Forró e do Coreto. Entrada gratuita

A animação do O Maior São João do Cerrado continua nesta quinta-feira (14/08) com uma programação que vai aquecer as noites frias da capital do país. Um dos destaques da noite é a cantora Márcia Fellipe, que promete levantar o público com muito forró e energia contagiante.

O palco principal será aberto às 19h, com apresentação do Forró de Vitrola, seguido por atrações que representam o melhor da música brasileira, como o Trio Mana Flor e Nego Rainner – artista do Distrito Federal.

Mas nem só de música é feito O Maior São João do Cerrado. O público também poderá aproveitar apresentações culturais que reforçam a tradição e a cultura brasileira nas mais variadas vertentes, como o Balé Flor do Cerrado, quadrilhas juninas e o artista Edu Bonecos, que leva arte e encanto ao evento.

Com 60 mil metros² de área, o evento possui diversas opções para divertir o público. Além do palco principal, a partir das 18h, mais de 40 trios pé de serra de Brasília se revezam nas três Ilhas de Forró e no coreto, garantindo que ninguém fique parado.

O evento também conta com uma arena especial, onde as quadrilhas mostram todo o brilho, ritmo e colorido que fazem do São João uma das festas mais queridas do país.

Entre as atrações estão a Vila Borborema, com direito à igreja e bodega, fogueira, parque de diversões, circo e uma grande praça de alimentação com diversas opções de gastronomia.

Com entrada gratuita e uma programação que valoriza a cultura popular, O Maior São João do Cerrado está de casa nova, na Esplanada dos Ministérios para todas as regiões do DF e do Entorno. A proposta é democratizar e incluir.

Compromisso com a acessibilidade

O evento também reafirma seu compromisso com a inclusão. A estrutura contará com intérpretes de libras, audiodescrição, camarote para pessoas com mobilidade reduzida e estacionamento exclusivo para PCD, garantindo uma festa para todos.

O Maior São João do Cerrado é realizado pelo IBI – Instituto Brasileiro de Integração, Cultura, Turismo e Cidadania, com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura, por meio do Ministério da Cultura e do Governo Federal. O evento conta com patrocínio da Caixa Econômica Federal e da Petrobras.

Tem como parceiros a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa e a Secretaria de Turismo do Distrito Federal. Conta ainda com o apoio da TotalServ e apoio de mídia do Correio Braziliense e Metrópoles. A TV Globo é a emissora oficial do evento.

Programação
Forró de vitrola
Quadrilha junina
Trio Mana Flor
Balé Flor do Cerrado
Márcia Fellipe
Edu Bonecos
Nego Rainner

Serviço | O Maior São João do Cerrado
Data: 13 a 17 de agosto de 2025
Local: Esplanada dos Ministérios
Hora: 18h às 3h
Entrada Franca
Classificação livre
@omaiorsaojoaodocerrado

Entre brinquedos, videogames e roda-gigante: Capital Moto Week conquista famílias e nova geração de fãs

Foto divulgação

Festival oferece programação para todas as idades, com Roda Gigante, Globo da Morte, Tirolesa e muito mais. As famílias já podem se programar para a próxima edição

A roda-gigante girava devagar, uma mãe acompanhava o filho enquanto ele olhava lá do alto, apontando para a arena de shows, onde o som da passagem de som já começava a embalar o final de tarde. No pescoço do menino, quase adolescente, um colar indicava neurodivergência. Ao lado dele, a mulher sorria, com o celular na mão, tentando capturar o momento que — com ou sem foto — dificilmente será esquecido. Essa cena se repetiu durante o Capital Moto Week 2025: famílias vivendo experiências surpreendentes na Cidade da Moto, o maior festival de rock e motos da América Latina. E por aqui, adrenalina e acolhimento andam lado a lado.

“Ele ficou encantado com tudo o que viu”, contou, aos risos, Mariana Duarte (42), que levou o filho, Rafael (11), para o festival pela primeira vez. “Ele é autista e tudo que é muito grandioso chama atenção. Só preciso ficar sempre ao lado para evitar acidentes. Desde o primeiro momento em que ele viu a roda, ficou encantado”, afirmou Mariana, ao descer da roda gigante. Esta foi uma das atrações mais disputadas em 2025. Gratuita, ela oferece uma vista panorâmica do festival e pode ser acessada por meio de cadastro no local.

Além dos brinquedos infláveis, em 2025 o Moto Kids ofereceu sombra, área de descanso, oficinas criativas, pintura facial, apresentações artísticas e monitores treinados para cuidar da garotada com segurança. A área, agora coberta, foi pensada para as famílias que querem curtir o festival com conforto e tranquilidade. “Queremos que todos se sintam bem-vindos, com opções para cada perfil de público”, explica Juliana Jacinto, CEO do Capital Moto Week.

Game City: adrenalina no controle
Enquanto pais e filhos exploravam as atrações ao ar livre, a juventude gamer encontrava refúgio (e desafio) dentro da Game City, área voltada para jogos eletrônicos, simuladores e realidade virtual. Na fila do Game City lá estavam eles: cinco crianças da mesma família vestidas com coletes do motoclube Asas de Águia. Os meninos são netos do Jorge Miguel (66). Enquanto as crianças se divertiam, o avô aguardava a brincadeira sentado na sombra.

“Este lindo espaço é a melhor coisa. Trazemos as crianças para que elas possam também conviver com as motocicletas e ver como é. Com o decorrer do tempo, quem sabe elas não se tornam pilotos também?”, brincou Jorge. A Game City funcionou diariamente, com entrada gratuita, oferecendo diversas atrações interativas com o apoio de marcas de tecnologia.

Para curtir com a família toda
Além das atrações para crianças e jovens, o festival oferece bungee jump, tirolesa, globo da morte, shows diários em cinco palcos e uma praça de alimentação com mais de 30 operações gastronômicas. E, para quem busca um passeio completo, vale a pena conferir a Praça Pepsi, com palco exclusivo, e o Rock Saloon Royal Enfield, onde o público pode encarar o touro mecânico. “Não é só um evento de motos. É um lugar de encontros, de gerações diferentes dividindo experiências e criando memórias”, afirma Juliana Jacinto.

Para Raquel Faria (41), a memória está garantida. Ela, o marido e parentes estavam acampados na Cidade da Moto desde o dia 22 de julho. As filhas, de 8 e 12 anos, passaram a maior parte do tempo nas atividades infantis. O Game City é o lugar favorito da dupla. “A gente fica em família e acampa por aqui. Durante a estadia, todos os dias, damos uma passeada com as crianças e descobrimos o Game City. Viemos e repetimos o passeio”, contou a fisioterapeuta.

Sobre o Capital Moto Week 2025
De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília foi palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atraiu 856 mil pessoas e 370 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². Além dos 107 shows de 2025, o CMW ofereceu programação variada com atrações como tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos, com identidades únicas para agradar todos os gostos musicais do rock. O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

SERVIÇO
Capital Moto Week 2025
Imprensa: (61) 99987-9915 | (61) 8112-2757 | (61) 8427-2785
Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br

Clube dos Pequenos Leitores

Divulganção

Projeto inédito valoriza autores infantis da capital e convida famílias a descobrirem o prazer de ler juntas

Um espaço para a imaginação infantil ganha voz, cor e cheiro de livro novo. No dia 16 de agosto, às 16h, o shopping lança o Clube dos Pequenos Leitores, projeto gratuito e mensal no Boulevard Shopping que reúne autores de literatura infantil do Distrito Federal para sessões de contação de histórias, bate-papos e autógrafos. A curadoria é da premiada escritora Alessandra Roscoe, referência em literatura para a infância.

O objetivo é mostrar que a leitura pode ser tão divertida quanto brincar — e que as histórias criadas na capital também merecem lugar de destaque nas prateleiras das crianças.

Um cantinho para ler, brincar e sonhar

As atividades acontecem no Boulevard Kids, espaço multiuso criado especialmente para ações culturais e educativas. Durante todo o horário de funcionamento do shopping, pais e filhos encontram por lá um ambiente aconchegante para aproveitar bons momentos de descontração.

Uma vez por mês, o espaço se transforma em um ponto de encontro para experiências literárias afetivas, com classificação livre e entrada solidária: para participar, basta doar um livro infantil em bom estado. 

“O Clube dos Pequenos Leitores nasceu do desejo de incentivar o hábito da leitura desde a primeira infância, promovendo momentos especiais entre crianças e suas famílias”, afirma Maíra Garcia, gerente de marketing do Boulevard Shopping Brasília. “Dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasilmostram uma redução no número de leitores no país. Queremos contribuir para mudar esse cenário oferecendo experiências acessíveis e envolventes para todas as idades.”

Leitura no Brasil

A 6ª Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, realizada entre em 2024 pelo Instituto Pró‑Livro (IPL), em parceria com o Itaú Unibanco e com apoio da Abrelivros, CBL e SNEL, apontou que 53% da população brasileira não leu sequer parte de um livro nos três meses anteriores à pesquisa, e apenas 27% leem livros completos nesse período. Esses índices representam uma perda de 6,7 milhões de leitores em quatro anos, evidenciando a necessidade de iniciativas que fomentem o hábito da leitura desde a infância.

Mais do que um evento: uma experiência

A expectativa é que o clube cresça com o tempo, ganhando novos formatos e desdobramentos, como oficinas de criação literária, tardes de autógrafos e, futuramente, um “passaporte do leitor” para fidelizar os pequenos participantes.

Com o lançamento, o Boulevard se torna o único shopping de Brasília com um clube de leitura infantil ativo, reforçando seu posicionamento como espaço de experiências culturais e educativas. A proposta também busca fomentar parcerias com editoras, autores, livrarias e marcas voltadas ao universo infantil.

Prata da casa: autores de Brasília no centro do palco 

O recorte do clube destaca escritores “da vizinhança”, os autores que nasceram ou escolheram viver em Brasília e mantêm laços com a cidade. Muitos deles são pouco conhecidos do grande público infantil; outros, embora famosos, têm sua origem brasiliense menos divulgada. O objetivo é apresentar essas vozes locais, mostrar às crianças que a literatura também se escreve ao lado de casa e fortalecer a cena literária do Distrito Federal. 

“Se sonhamos com um país leitor, precisamos começar cedo”, afirma a curadora Alessandra Roscoe. “Transformar um shopping em refúgio de livros pode ser bem divertido e muito empolgante, sem contar que em tempos de tantas telas, é algo que abre caminhos para outros modos de ocupar a mente, o tempo e experimentar descobertas. O Clube abre uma porta para que famílias descubram, juntas, o prazer de ler, sem a cobrança escolar que, muitas vezes, afasta a criança da literatura. Queremos criar ‘a hora do livro’ na rotina de cada casa, um momento de afeto compartilhado em torno de histórias”, declara. 

Evento de abertura: tudo o que cabe num livro – a poesia que se tece com imaginação nos fios do dia a dia 

A estreia será conduzida pela própria curadora, com leitura de “Quando as Coisas Desacontecem”, obra vencedora do Prêmio FNLIJ 2024 de Melhor Livro para Crianças e agraciada em 2025 com o selo Distinção do IBBY Portugal. Inspirado na pergunta de uma menina que queria entender “para onde vão as coisas quando deixam de acontecer”, o livro convida leitores de todas as idades a refletir sobre perdas, mudanças e recomeços em poesia delicada, embalada por ilustrações de Odilon Moraes. Após a leitura, haverá uma apresentação de histórias e cantigas que revela como um livro vai muito além das letras e imagens impressas.

Programação

Já estão confirmados os próximos encontros do Clube dos Pequenos Leitores: em 20 de setembro, Telma Braga apresenta “Dragão, que dragão” (Editora Caixote); em 18 de outubro, Alessandra Roscoe conduz uma leitura sensorial para bebês com “O Jardim Encantado”; em 22 de novembro, o premiado Roger Mello traz “Carvoeirinhos”; e, encerrando o ano em 6 de dezembro, Maria Célia Madureira conta “Deu rato na Biblioteca”, na voz do carismático Rato Racumim.

Sobre a curadora 

Alessandra Roscoe é jornalista, escritora e mediadora de leitura, com mais de 50 livros publicados no Brasil e no exterior. Referência em literatura para a primeira infância, foi finalista do Prêmio Jabuti, adaptada para cinema e teatro e criadora de projetos como o Uniduniler – Todas as Letras, que leva leitura a bebês, idosos, pacientes hospitalares e comunidades diversas. Pioneira em clubes de leitura para bebês, Alessandra acredita no poder da “escuta poética” e das experiências sensoriais para despertar “infâncias adormecidas”. 

Sobre o Boulevard Shopping Brasília                         
O Boulevard Shopping Brasília, administrado pela NIAD, possui 16 anos de história, atraindo mais de 7 milhões de visitantes por ano. O empreendimento traz, além de um varejo completo com as principais âncoras do país, amplo entretenimento com 4 salas de cinema, serviços diversos, projetos consolidados em ESG. Entre as principais atrações gastronômicas, destacam-se o João Brasileiro, Taverna Viking, Mania do Churrasco e, claro, grandes opções de fast food, como Burger King, McDonald’s, Giraffas, Spoleto, entre outros. O shopping ainda se prepara para receber o Pecorino Mediterrâneo. Com a proposta de garantir conforto e inclusão a todos os visitantes, o shopping oferece Praça Pet, Espaço do Cliente com fraldário e a Sala do Aconchego para autorregulação de pessoas com sensibilidade sensorial. O aplicativo ColorADD está disponível nas lojas do shopping via QR Code, oferecendo mais autonomia a clientes com daltonismo ao facilitar a identificação das cores das peças. E, ainda, vagas verdes para recarga de carros elétricos e inclusivas para pcds, idosos e gestantes, localizadas na garagem coberta.

SERVIÇO:

Clube dos Pequenos Leitores do Boulevard Shopping Brasília

Abertura: 16 de agosto de 2025, às 16h

Encontros mensais: Um sábado ao mês, de agosto a dezembro, às 16h

Local: Espaço Boulevard Kids – Piso 2

Setor Terminal Norte, Conj J – Asa Norte

Informações: (61) 3448-3300

Inscrição: gratuita no site https://www.boulevardbrasilia.com.br/. Sujeito à lotação.

Classificação: Livre

Entrada: Gratuita, mediante doação de um livro infantil em bom estado

Curadoria: Alessandra Roscoe@alessandraroscoe

Boulevard Shopping Brasília

Setor Terminal Norte, Conj J – Asa Norte

Informações: (61) 3448-3300

Canais digitais: https://www.boulevardbrasilia.com.br/

@boulevardshoppingbrasilia

TikTok: @boulevardbrasilia

Mestrinho e Banda Magníficos são os destaques na primeira noite do O Maior São João do Cerrado

Foto divulgação

Pela primeira vez, a maior festa junina fora de época do país será realizada na Esplanada dos Ministérios, de 13 a 17 de agosto

A arena do O Maior São João do Cerrado (OMSJC), montada na Esplanada dos Ministérios, já está pronta para receber a maior festa junina fora de época do Brasil. A abertura oficial da 18ª edição do evento acontece nesta quarta-feira (13/08), com shows gratuitos de Mestrinho e da Banda Magníficos, que prometem animar o público com muito forró e tradição nordestina. A programação segue até domingo (17/08), com atrações para toda a família.

Com o objetivo de democratizar o acesso e permitir que pessoas de todas as regiões do Distrito Federal vivenciem a experiência de um autêntico São João nordestino, o evento é realizado, pela primeira vez, a poucos metros da Rodoviária do Plano Piloto, com fácil acesso por ônibus e metrô.

Na noite de abertura, o sanfoneiro Mestrinho apresentará um repertório com os principais hits de sua trajetória, incluindo “Lembrei de Nós”, “Beija Flor”, “Mete um Block Nele / Ela Tem” e “Arriadin por Tu”. Por sua vez, a Banda Magníficos fará o encerramento da primeira noite de evento, apresentando os grandes sucessos que marcaram seus mais de 30 anos de carreira, como “Me Usa”, “Temos que Conversar” e “Verdadeiro Amor”.  Além dos shows musicais, a primeira noite do evento contará ainda com apresentações culturais do Forró de Vitrola, Edu Bonecos, Pé de Cerrado e o Balé Flor do Cerrado, garantindo uma programação rica e diversificada para o público de todas as idades.

Programação para toda a família

Dos palácios de Niemeyer ao pau-a-pique do sertão, o evento contará a história do povo sertanejo em uma cidade cenográfica com 60 mil metros quadrados. A programação musical será distribuída entre o palco principal, três ilhas de forró e um tradicional coreto. A cidade cenográfica também conta com a Vila Borborema – em homenagem à histórica Campina Grande (PB) –, bodega, igreja, parque de diversões e um circo. Um programa para toda família. A abertura oficial contará com queima de fogos, apresentações culturais e o show do sergipano Mestrinho, um dos destaques da primeira noite.

A programação ainda traz grandes nomes da música nacional como Márcia Fellipe, Juze, Michele Andrade, Nena Queiroga e Paulin Vaqueiro, que dividirão o palco com artistas locais do DF, como Pé de Cerrado, Balé Flor do Cerrado, Cesar Amaral, Boka de Sergipe, entre outros. Ao todo, mais de 26 mil artistas já passaram pelo festival ao longo dos anos.

Uma festa que movimenta cultura e economia

Desde sua estreia, O Maior São João do Cerrado já reuniu mais de 4 milhões de pessoas, com 1.640 horas de música e milhares de empregos gerados. Apenas na edição de 2024, foram criados 1.500 empregos diretos e 5 mil indiretos. O evento também conta com uma estrutura robusta: são 100 mil watts de som e 300 mil watts de luz consumidos a cada edição.

Para a idealizadora e produtora do evento, Edilane Oliveira, O Maior São João do Cerrado é um tributo à memória afetiva de milhares de famílias nordestinas que vivem no DF. “É quase impossível encontrar um migrante nordestino que não sinta saudade da sua terra quando junho se aproxima. O São João é um presente para o brasiliense e, sobretudo, para o povo nordestino”, afirma.

Sobre O Maior São João do Cerrado

Mais que um evento, O Maior São João do Cerrado é uma celebração da cultura popular brasileira. Após 17 edições em Ceilândia — cidade símbolo da resistência e da migração nordestina no DF — a festa carrega consigo as memórias, a coragem e a alegria de um povo valente e trabalhador. Em sua nova casa, o festival amplia seu alcance, sem perder as raízes e sem esquecer daqueles que lhe tornaram um dos maiores eventos do Brasil.

O Maior São João do Cerrado é realizado pelo IBI – Instituto Brasileiro de Integração, Cultura, Turismo e Cidadania, com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura, por meio do Ministério da Cultura e do Governo Federal. O evento conta com patrocínio da Caixa Econômica Federal e da Petrobras. Tem como parceiros a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa e a Secretaria de Turismo do Distrito Federal. Conta ainda com o apoio da TotalServ..

Programação até domingo

Quarta-feira (13/08)

Forró de Vitrola
Abertura Oficial
Edu Bonecos
Pé de Cerrado
Balé Flor do Cerrado
Queima de Fogos
Mestrinho
Banda Magníficos
Quadrilha Junina
Sotaque de Raiz

Quinta-Feira (14/08)
Forró de Vitrola
Quadrilha Junina
Trio Mana Flor
Balé Flor do Cerrado
Márcia Fellipe
Edu Bonecos
Nego Rainner

Sexta-Feira (15/08)
Forró de Vitrola
Quadrilha Junina
Dupê
Balé Flor do Cerrado
Transições
Boka de Sergipe

Sábado (16/08)

Forró De Vitrola
Quadrilha Junina
Juze
Balé Flor do Cerrado
Michele Andrade
Transições
Cesar Amaral

Domingo (17/08)
Forró de Vitrola
Edu Bonecos
Nena Queiroga
Balé Flor do Cerrado
Quinteto Violado
Quadrilha Junina
Paulin Vaqueiro

Serviço | O Maior São João do Cerrado

Data: 13 a 17 de agosto de 2025
Local: Esplanada dos Ministérios
Hora: 18h às 3h
Entrada Franca
Classificação livre
@omaiorsaojoaodocerrado