Categoria: Cidadania, Políticas e Gestão públicas

Gestor da Segurança Pública do Distrito Federal defende usar Contribuição de Iluminação Pública para financiar inovação e segurança pública

Iluminação pública estratégica e videomonitoramento: proposta defende o uso da Contribuição de Iluminação Pública, modificada pela EC 132/2023, para financiar a expansão da infraestrutura tecnológica e reforçar a segurança no Distrito Federal sem criação de impostos, crédito: Márcio Chaves Lavôr / Divulgação

Delegado Thiago Costa propõe adequação da Lei Complementar nº 4/1994 para garantir investimento permanente em monitoramento e tecnologia de cidades inteligentes.

A segurança pública é condição indispensável para o desenvolvimento econômico e para a qualidade de vida da população. Cada vez mais, sua efetividade depende do uso intensivo de tecnologias. No caso das cidades, estudos de criminologia ambiental apontam que a integração entre iluminação pública de alta qualidade e monitoramento inteligente reduz a sensação de medo da população e cria um ambiente urbano mais seguro, refletindo uma abordagem integrada de segurança, urbanismo e bem-estar social.

A infraestrutura de videomonitoramento, além de otimizar a investigação policial e o tempo de resposta a emergências, gera dados estratégicos para a mobilidade urbana, o ordenamento territorial e a gestão ambiental do Distrito Federal, criando um ecossistema de cidade inteligente.

O Distrito Federal consolidou, nos últimos anos na gestão da segurança pública, uma moderna estrutura de monitoramento, com a expansão do videomonitoramento, a integração de bases de dados e a implantação de soluções de reconhecimento facial e leitura automática de placas.

O desafio, agora, não é apenas desenvolver ou adquirir novas soluções tecnológicas, mas assegurar fontes permanentes de financiamento capazes de sustentar a operação, a atualização e a expansão do sistema em um cenário de restrições fiscais e orçamentárias.

Vice-Presidente da Associação dos Delegados de Polícia do Distrito Federal (Adepol) e Secretário-Executivo do Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública (Consesp), o Delegado Thiago Costa, que conta com importante experiência na gestão da segurança pública, defende a utilização dos recursos da Contribuição de Iluminação Pública para investimentos na modernização e ampliação dos sistemas de monitoramento da cidade.

Tradicionalmente voltada à iluminação pública, a CIP teve seu escopo ampliado pela Emenda Constitucional nº 132/2023. A medida autoriza o uso dos recursos da Contribuição de Iluminação Pública na implantação e expansão de sistemas de videomonitoramento, sensores e conectividade urbana, assegurando sustentabilidade financeira ao setor, sem implicar aumento de impostos.

Alguns municípios brasileiros já compreenderam o potencial dessa inovação constitucional e vêm promovendo as adequações legislativas necessárias para utilizar essa fonte de receita na implantação de projetos de cidades inteligentes, videomonitoramento urbano, sensores, conectividade e plataformas tecnológicas, garantindo sustentabilidade financeira aos investimentos e reduzindo a pressão sobre o Tesouro.

A proposta visa solucionar um gargalo estrutural no custeio da inovação tecnológica não apenas das forças policiais, mas também do Governo. Atualmente, o Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) atua como pilar de manutenção da Polícia Civil, da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, mas seus recursos concentram-se predominantemente no custeio de pessoal.

Por outro lado, por se tratar de uma receita já existente, contínua e vinculada, a destinação da Contribuição de Iluminação Pública para plataformas de cidades inteligentes permite desonerar o orçamento geral do DF, preservando recursos para outras áreas essenciais.

O avanço da criminalidade tecnológica exige do Estado uma capacidade de resposta proporcional e constante. O desafio central da gestão pública hoje não é apenas adquirir novas ferramentas, mas garantir fontes orçamentárias estáveis para sua operação e expansão. A EC nº 132/2023 oferece ao Distrito Federal o instrumento jurídico ideal para financiar a segurança pública com responsabilidade fiscal, desonerando o Tesouro e sem criar um único centavo de novo imposto para a sociedade”, destaca o Delegado Thiago Costa.

Uma simples alteração à Lei Complementar nº 4, de 1994

A aprovação de uma lei complementar distrital poderá garantir a segurança jurídica necessária para que o DF avance na liderança de projetos de cidades inteligentes no Brasil, com sustentabilidade financeira. A medida fortalece a integração operacional já existente entre os órgãos de segurança e projeta a capital da República como referência em eficiência institucional e modernização urbana.

A íntegra do estudo técnico do Delegado Thiago Costa e as análises jurídicas sobre a aplicação da CIP no Distrito Federal podem ser solicitadas pelo e-mail thiagopcdf@gmail.com.

Segurança Privada cresce, gera empregos e inicia novo ciclo com marco regulatório histórico

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Anuário da Segurança Privada 2026 mostra crescimento do setor, aumento no número de vigilantes e consolidação da nova legislação como impulsionadora do desenvolvimento da atividade

A Segurança Privada brasileira vive um momento de transformação que já refletem em dados. O Anuário da Segurança Privada 2026, divulgado pela Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist), apresenta um panorama atualizado do setor e revela indicadores positivos de crescimento, impulsionados pela retomada econômica e, principalmente, pela regulamentação da Lei nº 14.967/2024, o Estatuto da Segurança Privada.

O levantamento reúne dados oficiais da Polícia Federal, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), da Associação Brasileira de Cursos de Formação e Aperfeiçoamento de Vigilantes (ABCFAV) e de estudos elaborados pela consultoria econômica da Fenavist, consolidando informações sobre faturamento, geração de empregos, empresas autorizadas, fiscalização e perspectivas para o segmento.

Para o presidente da Fenavist, Flávio Sandrini, os números refletem o início de uma nova fase para a atividade. “A regulamentação do Estatuto da Segurança Privada representa um divisor de águas para o setor. Passamos a contar com um ambiente regulatório moderno, que amplia a segurança jurídica, fortalece a fiscalização e cria condições para que as empresas possam crescer com responsabilidade, inovação e competitividade”, afirma.

Faturamento ultrapassa R$ 50 bilhões

De acordo com o Anuário, a Segurança Privada movimentou R$ 50,5 bilhões em 2025, crescimento de 3,98% em relação ao ano anterior, quando o setor registrou faturamento de R$ 48,6 bilhões. Desse total, R$ 44 bilhões foram provenientes dos serviços de vigilância e Segurança Privada, enquanto R$ 6,5 bilhões correspondem ao transporte de valores.

Apesar do crescimento, a Fenavist ressalta que o faturamento não representa lucro. Trata-se de uma atividade intensiva em mão de obra, na qual grande parte da receita é destinada ao pagamento de salários, benefícios e tributos. Somente os acordos coletivos firmados até abril de 2026 elevaram, em média, 6% os custos operacionais das empresas.

“Os indicadores demonstram que a Segurança Privada continua crescendo de forma consistente. No entanto, é importante lembrar que esse avanço vem acompanhado de elevados custos trabalhistas e tributários. Nosso desafio é garantir um ambiente que permita o desenvolvimento sustentável das empresas e a valorização dos profissionais”, destaca Sandrini.

Número de vigilantes cresce pelo terceiro ano consecutivo

Outro dado que chama atenção é a retomada da geração de empregos formais. Em março de 2026, o Brasil contabilizava 588.420 vigilantes em atividade regular, um crescimento de 3% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Desse total, 565.495 profissionais atuam em empresas especializadas e 22.925 em empresas orgânicas, responsáveis pela própria Segurança Privada.

O número de profissionais habilitados também aumentou. Atualmente, 808.525 vigilantes estão com formação e reciclagem em dia — alta de 6% em comparação a 2025 e o maior índice registrado desde 2022.

Segundo Sandrini, a qualificação profissional permanece como um dos maiores patrimônios do setor. “A Segurança Privada brasileira é reconhecida pela qualificação dos seus profissionais. A ampliação do número de vigilantes capacitados demonstra que o setor está preparado para acompanhar a evolução tecnológica e atender às novas demandas da sociedade com cada vez mais excelência”, complementa.

Estabilidade das empresas e fortalecimento da fiscalização

O Anuário também mostra estabilidade no número de empresas autorizadas pela Polícia Federal. Atualmente, 4.809 estabelecimentos operam regularmente no país, sendo 2.909 empresas especializadas e 1.900 empresas orgânicas, representando crescimento de 0,8% em relação ao ano anterior.

Na área de fiscalização, os resultados também evidenciam maior rigor no combate à irregularidades. Em 2025, foram aplicadas 3.117 sanções administrativas, contra 2.400 registradas em 2024. As multas ultrapassam R$ 10,4 milhões, reforçando o papel da fiscalização na valorização das empresas que atuam dentro da legalidade.

Para o presidente da Fenavist, o fortalecimento das ações fiscalizatórias representa um dos principais avanços proporcionados pela regulamentação do Estatuto da Segurança Privada. “Combater a clandestinidade significa proteger as empresas regulares, os trabalhadores e toda a sociedade. A nova legislação oferece instrumentos mais eficazes para ampliar a fiscalização e promover uma concorrência leal, valorizando quem atua de forma responsável e dentro da lei”, afirma.

Um setor preparado para o futuro

Além de modernizar regras históricas, a Lei nº 14.967/2024 consolidou atividades como segurança eletrônica, monitoramento, gerenciamento de riscos e segurança em eventos dentro de um ambiente regulado, favorecendo investimentos, inovação tecnológica e novas oportunidades de negócios.

Na avaliação da Fenavist, esse novo marco regulatório posiciona a Segurança Privada como uma atividade cada vez mais estratégica para o desenvolvimento econômico e para o fortalecimento da Segurança Pública, atuando de forma complementar na proteção de pessoas, patrimônios e serviços essenciais. “Vivemos o início de uma nova etapa. O Estatuto da Segurança Privada oferece as bases para um setor mais moderno, transparente e preparado para crescer. Nossa missão é continuar trabalhando para transformar esse potencial em desenvolvimento, geração de empregos e mais segurança para toda a sociedade brasileira”, conclui Sandrini.

Confira o Anuário completo

O Anuário da Segurança Privada 2026 reúne indicadores econômicos, estatísticos e institucionais que retratam a evolução do setor no Brasil e os impactos do novo marco regulatório.

A publicação completa já está disponível no portal da Fenavist. Acesse, conheça os dados na íntegra e acompanhe os principais indicadores que mostram a força e a importância da Segurança Privada para o desenvolvimento do país.

Sobre a Fenavist – Com 28 sindicatos filiados em todo o Brasil, a Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist) é a entidade que representa, em âmbito nacional, os interesses das empresas de segurança privada e transporte de valores.  Atua junto às autoridades competentes na defesa dos direitos da categoria, promovendo o diálogo institucional e a construção de soluções para o setor.

A Federação também apoia a celebração de Convenções e Acordos Coletivos de Trabalho. Desenvolve parcerias com entidades públicas e privadas, fortalecendo a integração e o avanço de pautas estratégicas. Participa ainda de instâncias relevantes como a CNC, o SESC, o SENAC e a Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP). Sua missão é assegurar melhores condições para o desenvolvimento do setor, com respeito à diversidade e promoção dos direitos humanos.
Saiba mais em: https://fenavist.org.br/

Acelera CT lança curso gratuito de inteligência artificial para organizações sociais

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Ministrada por Daiany França Saldanha, formação apresenta aplicações práticas, éticas e seguras da IA na gestão, na comunicação e no desenvolvimento de projetos de OSCs

A transformação digital é uma realidade no cotidiano profissional, mas como as organizações da sociedade civil podem absorver essas inovações sem perder a essência do seu trabalho humano e social? Para responder a esse desafio, o Acelera CT, programa de capacitação e minicursos rápidos criado pela Rede CT (Capacitação e Transformação) voltado para o fortalecimento do terceiro setor e projetos sociais, apresenta mais um curso: “IA Descomplicada para OSCs”. A iniciativa tem como missão aproximar a inteligência artificial generativa do ecossistema do terceiro setor, de maneira acessível, prática e segura.

O programa foi estruturado para desmistificar a tecnologia, demonstrando como ferramentas gratuitas e acessíveis podem atuar como copilotas nas rotinas administrativas, de comunicação e de gestão de projetos. Em um cenário em que as equipes frequentemente acumulam funções, aprender a interagir de forma otimizada com a IA economiza tempo produtivo, que pode ser redirecionado para outras atividades das OSCs.

Daiany França Sanldanha, coordenadora do time de Mentoria da Rede CT, é quem ministra a aula, que é gratuita, sintetizada e conta com emissão de certificado. O conteúdo permite a compreensão do funcionamento da IA generativa, aprendizado da importância e da criação de prompts eficazes para gerar resultados úteis e alinhados às necessidades institucionais. Além da otimização de processos, o curso dá um destaque fundamental à segurança e à ética do uso de ferramentas dessa espécie, abordando os limites da interação tecnológica, a governança de dados e as boas práticas para o uso da IA no ambiente social.

O conteúdo deste curso foi desenhado para quem não possui nenhuma familiaridade prévia com programação ou tecnologia, garantindo um aprendizado didático e de aplicação imediata. É recomendado para gestores, captadores, comunicadores e técnicos que buscam fortalecer a capacidade institucional de suas OSCs e ampliar seu impacto social com o auxílio dessa tecnologia.

Daiany é doutoranda e mestra em Mudança Social e Participação Política pela EACH/USP. Mentora de captação de recursos da Rede CT – Capacitação e Transformação, é fundadora do Líderes Esportivos e diretora da consultoria Mais Impacto. Fellow do Global Sports Mentoring Program e líder do Comitê de Esporte do Grupo Mulheres do Brasil, fundou e presidiu por nove anos um instituto reconhecido internacionalmente como “Best Organisation for Empowering Women Through Sport 2023”.

Sobre a Rede CT – Capacitação e Transformação

A Rede CT – Capacitação e Transformação nasce da união de mais de 20 anos de experiência do Instituto Futebol de Rua em desenvolvimento e captação de recursos com a Rede Igapó em projetos incentivados. A iniciativa conta com o Itaú como patrocinador master, além do patrocínio da B3 e do Instituto Aegea, e tem como objetivo capacitar empreendedores sociais esportivos para o uso da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, apoiando programas que utilizam a prática esportiva como ferramenta de transformação social.

O conteúdo pode ser acessado, gratuitamente, mediante inscrição: https://capacitacaoetransformacao.org/aceleract

Site Instagram

Barão Vermelho, em formação original, lidera a reta final do Capital Moto Week, que terá semana dedicada ao rock nacional e 55 shows

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Supla, Matanza Ritual, Raimundos, Tihuana, Marcelo Falcão e o encontro da formação original do Barão Vermelho comandam a programação do último fim de semana

A reta final do Capital Moto Week 2026 já tem trilha sonora definida. Depois de uma primeira semana marcada por atrações internacionais e grandes encontros, o maior festival de motos e rock da América Latina entra na segunda e decisiva semana com programação dedicada ao rock nacional. Até o encerramento da edição, no dia 1º de agosto, serão 55 shows nos palcos da Cidade da Moto, com nomes históricos da música brasileira, artistas da nova geração e bandas do Distrito Federal. A programação completa do CMW 2026, que é apresentado pela Caixa e Banco do Brasil, está disponível em http://www.capitalmotoweek.com.br.

  • Quinta-feira (30): Supla retoma a programação. Ao lado dos Punks de Boutique, o artista comemora 40 anos de carreira e apresenta canções do novo álbum Nada Foi em Vão, sem deixar de lado clássicos que marcaram sua trajetória no rock brasileiro. Na sequência, o Matanza Ritual leva à Cidade da Moto toda a brutalidade e irreverência de seu “countrycore”, mistura explosiva de hardcore, metal e influências da música country. Fechando a noite, os Raimundos prometem um dos shows mais explosivos, misturando o peso do punk rock com referências do forró.
  • Sexta-feira (31): a banda Walk Again abre a programação do palco principal. Em seguida, o Tihuana celebra os 25 anos do álbum Ilegal, com sua formação clássica e sucessos como Pula!, Que Ves? e Tropa de Elite com novos arranjos. Encerrando a noite, Marcelo Falcão traz sucessos da carreira solo e clássicos eternizados à frente d’O Rappa, além de músicas do novo álbum O Legado, reafirmando sua trajetória como um dos artistas mais importantes da música brasileira contemporânea.
  • Sábado (1º): A cantora Aline Alves abre a programação levando ao CMW a potência do rock amazônico, seguida pela banda brasiliense Magoo. O grand finale fica por conta do Barão Vermelho Encontro, um dos shows mais esperados desta edição. Considerada a principal turnê do rock nacional neste ano, a formação original coloca no mesmo palco Roberto Frejat (voz e guitarra), Guto Goffi (bateria), Maurício Barros (teclados) e Dé Palmeira (baixo). No repertório, clássicos como Pro Dia Nascer Feliz, Bete Balanço, Maior Abandonado, Por Você, e Codinome Beija-Flor vão marcar o encerramento histórico, coroando 10 dias de experiências, encontros e muito rock na Cidade da Moto.

Vila do Bem traz cultura e ações sociais
De segunda (27) a quarta-feira (29) a programação do Capital Moto Week é dedicada às ações sociais da Vila do Bem, com serviços gratuitos de saúde, cidadania, bem-estar e qualificação profissional. A programação segue com shows e duas sessões diárias de Cinema ao Ar Livre. Na segunda-feira (27), serão exibidos 10 Vidas (18h30) e O Exterminador do Futuro (20h30). Na terça (28), o público poderá assistir Coração de Fogo (18h30) e Creed III (20h30). Já na quarta (29), a programação traz Bailarina (18h30) e Meu amigo Pinguim (20h30)

Confira a programação musical do último fim de semana de Capital Moto Week 2026:

Segunda-feira | 27 de julho
Praça Pepsi: Edu Hessen Banda (DF) e AJ Trio (DF)
Moto Bar Spaten: Quatro Estações (DF) e Rubinho Gabba (DF)
Rock Saloon Royal Enfield: Geriatric Blues Band (DF) e N.O.B. (DF)

Terça-feira | 28 de julho
Praça Pepsi: Celsera Trio (DF) e Os Merah (DF)
Moto Bar Spaten: Classic Ballads (DF) e Queen of Magic (DF)
Rock Saloon Royal Enfield: Celso Salim Trio (DF) e Procurados Blues Band (DF)

Quarta-feira | 29 de julho
Praça Pepsi: Gleisson Chaves – Canções Eternas (DF) e Micélia (DF)
Moto Bar Spaten: Strangeways (DF) e Soul ‘N’ Roll (DF)
Rock Saloon Royal Enfield: Ligação Direta (DF) e Claptone (DF)

Quinta-feira | 30 de julho
Palco Principal: Supla, Matanza Ritual e Raimundos
Praça Pepsi: Edu Hessen Banda (DF) e Micélia (DF)
Moto Bar Spaten: The Kitchen (DF), Rock Now (DF) e Quinta Essência (DF)
Rock Saloon Royal Enfield: The Mid West Rodeo Band (DF), Roadside Gamblers (DF) e West Valmets (PR)

Sexta-feira | 31 de julho
Palco Principal: Walk Again (DF), Tihuana e Marcelo Falcão (Brasil)
Praça Pepsi: Jonas Santos (DF), Gleisson Chaves – Canções Eternas (DF) e AJ Trio (DF)
Lady Bikers Sebrae: Kid Lee (DF)
Moto Bar Spaten: The Nerds (DF), Manchúria (DF) e Macacos Hidráulicos (DF).
Rock Saloon Royal Enfield: Cerrado Kentucky (DF), Tequila Shot Band (DF) e Quesia Nunes (SP)

Sábado | 1º de agosto
Palco Principal: Aline Alves (PA), Magoo (DF) e Barão Vermelho – Encontro (Formação Original)
Praça Pepsi: Douglas Bouret (DF), Jonas Santos (DF) e Os Merah (DF)
Lady Bikers Sebrae: Banda Molinas (DF)
Moto Bar Spaten: Breakbone (DF), The Reds (DF) e All Stars (DF)
Rock Saloon Royal Enfield: Roadside Gamblers (DF), Tequila Shot Band (DF) e Rancheros (SP)

SERVIÇO
Capital Moto Week 2026
Data: 23 de julho a 01 de agosto de 2026
Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF
Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek
Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br

Capital Moto Week e Abraciclo levam campanha de segurança viária para dentro e fora da Cidade da Moto

Divulgação


Olha pra Mim” transforma o maior festival de motos e rock da América Latina em plataforma de conscientização para incentivar atitudes que salvam vidas no trânsito

O Capital Moto Week 2026 transformou a Cidade da Moto, estrutura de 400 mil m² erguida na Granja do Torto, em Brasília (DF), em palco para mobilização em favor da segurança viária. No dia do motociclista (27), o maior festival de motos e rock da América Latina lançou, em parceria com a Abraciclo (Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares), a campanha “Olha pra Mim”, que convida motociclistas, motoristas, ciclistas e pedestres a compartilharem o trânsito com mais atenção, respeito e responsabilidade.

A iniciativa ocupa diferentes espaços da Cidade da Moto e importantes vias de Brasília com mensagens que reforçam dois princípios essenciais para a prevenção de sinistros: reduzir a velocidade e ver e ser visto. Com expectativa de reunir 800 mil visitantes, 350 mil motos e 1,8 mil motoclubes de diferentes regiões do Brasil e do mundo, o festival busca estimular uma cultura de convivência mais segura entre todos os usuários das vias.

Além de painéis espalhados pelo complexo Moto Week, a campanha aposta em intervenções criativas para dialogar com o público. Flanelas para retrovisores estão sendo distribuídas aos motociclistas, enquanto os espelhos dos banheiros receberam mensagens educativas, como: “Usar o espelho é bom, né? Usar o espelho retrovisor é melhor ainda. Salva vidas!”. Pórticos e outros pontos de circulação também exibem conteúdos que reforçam o conceito da iniciativa: “Juntos, a gente pode dar um show no trânsito.”

O CEO do Capital Moto Week, Pedro Franco, explica que a campanha traz uma mensagem que vai além do universo das motos. Segundo ele, embora o motociclismo represente um estilo de vida marcado pela liberdade e paixão sobre duas rodas, a pilotagem exige responsabilidade e respeito às normas de segurança. “Somos um festival que celebra a paixão pelas motos, mas também entende a responsabilidade que isso representa. Um trânsito mais seguro depende da consciência de todos que fazem parte dele”.

Uma mobilização construída a várias mãos
Para o presidente da Abraciclo, Marcos Bento, o festival representa oportunidade para ampliar o alcance da campanha. “O Capital Moto Week reúne milhares de apaixonados pelas duas rodas e é o cenário ideal para reforçarmos a importância da mudança de comportamento no trânsito. Queremos aproveitar esse encontro para lembrar que atitudes simples, como reduzir a velocidade e manter a atenção no trânsito, podem salvar vidas. Pilotar com responsabilidade é uma forma de cuidar de si mesmo e de todos que compartilham as vias.”

Para o sócio-diretor de criação da agência ThinkOn, Savio Zambrotti, a campanha foi desenvolvida para transformar mensagens de segurança em um convite à reflexão. “Mais que um conceito, é um apelo: olhar para o outro é o primeiro passo para um trânsito seguro, onde todos os modais se preocupam uns com os outros, quebrando o paradigma de falar apenas sobre o indivíduo – use capacete – para ir na direção da empatia, de se colocar no lugar do outro que está compartilhando a via: olha pra mim (que estou atravessando a rua).”

A campanha também dialoga com um dos pilares da cultura motociclista: o respeito. Ao incentivar atitudes simples, como reduzir a velocidade, utilizar os retrovisores e manter a atenção ao trânsito, reforça que a segurança viária é uma responsabilidade compartilhada. O Capital Moto Week acontece até 1° de agosto, com extensa programação: são mais de 105 shows distribuídos em cinco palcos, 35 opções gastronômicas, experiências radicais, Moto Kids e muito mais. Confira a programação em http://www.capitalmotoweek.com.br

Sobre o Capital Moto Week 2026
De 23 de julho a 1 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas, 350 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, proporciona uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 400 mil m². Além das centenas de shows, a programação inclui tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos. Os headliners desta edição serão: Nazareth (23.07), Masters of Voices e Velvet Chains (24.07), Di Ferrero e Lvcas (25.07), Eagle-Eye Cherry (26.07), Supla, Matanza Ritual e Raimundos (30.07), Marcelo Falcão e Tihuana (31.07) Barão Vermelho Encontro Formação Original (01.08). O CMW é certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono a cada ano, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

SERVIÇO
Capital Moto Week 2026
Data: 23 de julho a 01 de agosto de 2026
Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF
Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek
Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br

Vila do Bem começa hoje com atividades gratuitas de saúde, cultura e cidadania no Capital Moto Week

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Projeto recebe mais de 17 mil pessoas entre os dias 27 e 29 de julho e transforma a Cidade da Moto em um grande espaço de inclusão social

O Capital Moto Week iniciou nesta segunda-feira (27) a programação da Vila do Bem, uma das principais iniciativas de impacto social do maior festival de motos e rock da América Latina. Até quarta-feira (29), o espaço oferece mais de 100 atividades gratuitas voltadas à saúde, cultura, cidadania, esporte, qualificação profissional, lazer e inclusão social, com expectativa de beneficiar mais de 17 mil pessoas e receber 1.800 participantes de projetos sociais.

Realizada em parceria com o SDB Instituto, a Vila do Bem amplia o alcance social do festival ao abrir a Cidade da Moto para crianças, jovens, adultos, idosos e pessoas com deficiência. A programação reúne apresentações culturais, cinema ao ar livre, oficinas, tecnologia, brinquedos, espaços de acolhimento, qualificação profissional e dezenas de serviços gratuitos.

Entre os destaques estão campanhas de vacinação, exames preventivos, mamografias, pediatria, testes rápidos, avaliações oftalmológicas, bioimpedância, auriculoterapia, orientação jurídica, emissão de documentos trabalhistas, encaminhamento para cursos profissionalizantes, oficinas de gastronomia, empreendedorismo, inclusão digital, defesa pessoal, combate ao cyberbullying e incentivo à leitura.

A programação cultural inclui apresentações de teatro, música, dança, carimbó, quadrilhas juninas, street dance, balé, capoeira, desfiles de moda sustentável, artesanato, atividades da terceira idade e apresentações promovidas por embaixadas, além de sessões gratuitas de cinema ao ar livre.

SERVIÇO
Vila do Bem | Capital Moto Week 2026
Ação: atividades gratuitas de saúde, cultura, cidadania e qualificação profissional
Data: 27 a 29 de julho de 2026
Horário: Segunda (15h às 22h), Terça (10h às 22h), Quarta (10h às 22h)
Local: Cidade da Moto (Parque de Exposições da Granja do Torto) Brasília

DESTAQUES DA PROGRAMAÇÃO

▶️ Segunda-feira (27)

  • 15h Serviços gratuitos de cidadania, saúde e beleza
  • 16h15 Show do Surdodum (libras)
  • 17h Desfile de Fuxico – Instituto Fonte de Luz
  • 17h30 Apresentação de Carimbó – Mulheres de São Sebastião
  • 18h30 Cinema a Céu Aberto: 10 Vidas
  • 20h30 Cinema a Céu Aberto: O Exterminador do Futuro

▶️ Terça-feira (28)

  • 10h30 Workshop de Defesa Pessoal para Mulheres
  • 13h30 Apresentação do Coral da Associação Viver
  • 14h Atividade lúdica de basquete com Made in Streets
  • 14h40 Balé com 29 meninas da Casa de Paternidade
  • 15h10 Desfile de Mulheres 60+ de Samambaia
  • 15h45 Dança de rock e pop com Casa Azul Felipe Augusto
  • 16h15 Quadrilha Junina Aconxego Arena
  • 16h45 Chegada dos grupos Heróis de Moto, Moto Jus e Divas Sobre Rodas
  • 17h Apresentação cultural da Embaixada do Equador
  • 18h30 Cinema a Céu Aberto: Coração de Fogo
  • 20h30 Cinema a Céu Aberto: Creed III

▶️ Quarta-feira (29)

  • 10h30 Workshop de Defesa Pessoal para Mulheres
  • 13h30 Apresentação de Carimbó e Capoeira (APAE Guará)
  • 14h Apresentação de Street Dance com jovens Ceilândia
  • 14h15 Apresentação Embaixada República Dominicana
  • 15h30 Apresentação inclusiva com Naiara Fontenelle
  • 16h Dança em cadeira de rodas, com Villani Cambraia
  • 16h10 Apresentação cultural da Embaixada da Grécia
  • 16h30 Quadrilha Junina Si Bobiá a Gente
  • 17h20 Desfile de Moda Sustentável com Pimba Fashion e Cia do Lacre
  • 18h30 Cinema a Céu Aberto: Bailarina
  • 20h30 Cinema a Céu Aberto: Meu amigo Pinguim

Do sertão do Ceará ao Capital Moto Week: grupo percorreu 2 mil km de moto para viver o maior festival da América Latina

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Expedição parte de Iguatu (CE), cruza quatro estados e reforça que, para muitos motociclistas, a viagem já faz parte da experiência do festival

A chegada ao Capital Moto Week marcou o fim da primeira etapa da aventura para um grupo de motociclistas do interior do Ceará. Depois de percorrer mais de 2 mil quilômetros entre Iguatu (CE) e Brasília, oito amigos estacionaram as motos na Cidade da Moto nesta sexta-feira (24), encerrando uma expedição planejada durante 10 meses. Revisões mecânicas, estudos de rota, equipamentos de segurança e organização em comboio fizeram parte da preparação para uma viagem que transformou o deslocamento até o festival em um destino por si só.

Batizada de 1ª Expedição Iguatu–Brasília, a iniciativa nasceu de uma conversa entre amigos e tomou forma ao longo de 10 meses de planejamento. Para a maioria dos integrantes, até então acostumados a percursos curtos pelo Nordeste, a travessia representava um desafio inédito. “Quem vê apenas a chegada ao Capital Moto Week talvez não imagine tudo o que existe por trás dessa aventura. Foram 10 meses de preparação, revisão das motos, planejamento coletivo e muito comprometimento. O destino é importante, mas a estrada também faz parte da experiência”, resume Jorge Tadeu, integrante da expedição.

O roteiro começou ainda de madrugada, na última quarta-feira (22), quando o grupo deixou Iguatu às 4h30. Durante dois dias, os motociclistas cruzaram quatro estados até chegar à capital federal. A viagem foi feita em dois comboios, com funções definidas entre os participantes. Havia responsáveis pela navegação, pela comunicação e pelo acompanhamento do grupo. Hospedado no motoclube Toca da Coruja, Jorge agora pretende aproveitar a programação Moto Week com a mesma intensidade dedicada ao planejamento da expedição.

O caminho também é o destino
“Vimos um post do Capital Moto Week e pensamos que seria um sonho participar. Reservamos a hospedagem e começamos a estudar o trajeto. Depois vieram as revisões, os equipamentos, o seguro, os encontros para organizar tudo. A viagem começou muito antes de ligar as motos.” O grupo também utilizou intercomunicadores durante o percurso e definiu protocolos para situações de emergência. “Até então, a viagem mais longa que havíamos feito era de cerca de 200 quilômetros, para estados vizinhos. Cruzar o país parecia algo muito distante. Hoje chegamos aqui com a sensação de missão cumprida”, afirma.

Histórias como a da expedição cearense ajudam a explicar um fenômeno que se repete a cada edição do Capital Moto Week. A estrada se torna espaço de convivência, turismo e descoberta, reunindo motociclistas que percorrem milhares de quilômetros para participar do encontro. Neste ano, o festival deve reunir mais de 800 mil visitantes, 350 mil motocicletas e 1,8 mil motoclubes e motogrupos, consolidando Brasília como um dos principais destinos do mototurismo na América Latina.

Sobre o Capital Moto Week 2026
De 23 de julho a 1 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas, 350 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, proporciona uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 400 mil m². Além das centenas de shows, a programação inclui tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos. Os headliners desta edição serão: Nazareth (23.07), Masters of Voices e Velvet Chains (24.07), Di Ferrero e Lvcas (25.07), Eagle-Eye Cherry (26.07), Supla, Matanza Ritual e Raimundos (30.07), Marcelo Falcão e Tihuana (31.07) Barão Vermelho Encontro Formação Original (01.08). O CMW é certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono a cada ano, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

SERVIÇO
Capital Moto Week 2026
Data: 23 de julho a 01 de agosto de 2026
Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF
Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek
Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br

Novo orfanato da Fraternidade Sem Fronteiras no Burundi fica pronto e campanha busca doações para equipar espaço

Foto divulgação

O local receberá 327 crianças órfãs resgatadas da guerra na República Democrática do Congo e a mobilização é para transformar a estrutura em um lar

A Fraternidade Sem Fronteiras concluiu as obras do novo centro de acolhimento do Projeto Órfãos do Congo, no Burundi, localizado no continente africano. O espaço será o novo lar para 327 crianças órfãs resgatadas de conflitos armados na República Democrática do Congo, após a operação humanitária realizada pela FSF em fevereiro de 2025. 

A obra, em cinco hectares, durou menos de um ano e tem duas vilas de casas, refeitório, padaria, escola, lavanderia e poço artesiano. Com as construções finalizadas, a FSF inicia uma nova etapa para a arrecadação de 65 mil dólares (o equivalente a R$337 mil) para comprar a mobília e os equipamentos necessários para o funcionamento da nova estrutura.

“O que parecia impossível há poucos meses hoje está diante dos nossos olhos. Conseguimos retirar essas crianças da guerra, protegê-las e construir um novo lugar para elas viverem. Agora precisamos dar o último passo: transformar essas construções em um verdadeiro lar. Convidamos toda a sociedade brasileira e internacional a participar dessa missão”, afirma o fundador-presidente da Fraternidade Sem Fronteiras, Wagner Moura Gomes.

O valor arrecadado será usado para adquirir beliches, colchões, carteiras escolares, equipamentos para a cozinha, padaria e demais itens essenciais para receber as crianças com segurança e conforto. A previsão de mudança para o novo espaço deve ser realizada até o fim do mês de julho. 

O coordenador do Projeto Órfãos do Congo, o congolês Maick Mutej, lembra que muitas dessas crianças perderam os pais durante os conflitos armados e passaram a viver em situação de extrema vulnerabilidade antes de serem acolhidas pela Fraternidade Sem Fronteiras..

“Quando uma criança chega até nós, ela não precisa apenas de um teto. Ela precisa voltar a sentir segurança, esperança e pertencimento. Este novo orfanato representa exatamente isso: a oportunidade de recomeçar. Cada item ajuda a reconstruir vidas que foram marcadas pela guerra”, destaca Maick Mutej.  

Um recomeço após a guerra

O Projeto Órfãos do Congo foi criado em 2021 para acolher crianças órfãs vítimas dos conflitos armados na República Democrática do Congo. Em fevereiro de 2025, diante da intensificação da violência na região de Goma e Bukavu, a Fraternidade Sem Fronteiras realizou uma operação humanitária que retirou 327 crianças e dezenas de colaboradores do país, transferindo-os para o Burundi, onde passaram a viver provisoriamente em casas alugadas enquanto o novo centro de acolhimento era construído.

Com a conclusão das obras, inicia-se agora a última fase antes da mudança definitiva: equipar todos os ambientes para que o espaço possa funcionar plenamente como casa, escola e centro de desenvolvimento para as crianças.

Como ajudar

A meta da campanha é arrecadar US$ 65 mil para a compra e importação de:

  • beliches;
  • colchões;
  • carteiras escolares;
  • equipamentos da cozinha;
  • equipamentos da padaria;
  • mobiliário dos espaços de acolhimento.

As doações podem ser feitas pelo PIX: orfanato@fsf.org.br ou por cartão de crédito na página oficial da campanha da Fraternidade Sem Fronteiras.

Desde 2009, a Fraternidade Sem Fronteiras desenvolve projetos humanitários em nove países, com 37 mil acolhidos, oferecendo alimentação, educação, acolhimento, geração de renda e assistência em saúde para milhares de pessoas em situação de extrema vulnerabilidade. Para conhecer mais, acesse:fraternidadesemfronteiras.org.br

Sobre a Fraternidade Sem Fronteiras – A FSF é uma Organização humanitária e Não-Governamental, com sede em Campo Grande (MS) e atuação brasileira e internacional em nove países, em alguns dos lugares mais pobres do planeta, com esperança e profundo desejo de ajudar, acabar com a fome e construir um mundo de paz. A instituição possui 77 polos de trabalho, mantém centros de acolhimento, oferece alimentação, saúde, formação profissionalizante, educação, cultivo sustentável, construção de casas e ainda, abraça projetos de crianças com divergências neurais e doenças raras. Todos os trabalhos são mantidos por meio de doações e principalmente pelo apadrinhamento com valor a partir de R$35. Mais informações podem ser obtidas pelo site http://www.fraternidadesemfronteiras.org.br.

Henry & Klauss apresentam espetáculo gratuito no Venâncio Shopping e unem magia à solidariedade nas férias

Foto divulgação

Dupla recordista mundial de ilusionismo apresenta duas sessões especiais com ingressos gratuitos no Sympla mediante doação de 1 kg de alimento não perecível

As férias escolares ganham um toque de magia e solidariedade no Venâncio Shopping. Nos dias 28 (terça) e 29 (quarta), sempre às 20h, o público poderá assistir gratuitamente ao espetáculo dos ilusionistas Henry & Klauss, considerados os maiores nomes do ilusionismo da América Latina. A entrada será garantida mediante retirada antecipada de ingresso pelo Sympla e a doação de 1 kg de alimento não perecível, que será destinado a instituições sociais. Cada apresentação terá capacidade para 200 pessoas.

A iniciativa, que conta com apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, une entretenimento de alto nível e impacto social em uma programação voltada para toda a família. No palco, a dupla apresenta ilusões, efeitos visuais e tecnologia de ponta em um formato especialmente adaptado para o shopping, proporcionando uma experiência imersiva e acessível ao público.

Mais do que desafiar a lógica, a programação reforça o propósito do Férias Solidárias: mostrar que cultura, diversão e responsabilidade social podem compartilhar o mesmo palco. Enquanto o público se encanta com o impossível, cada ingresso também se transforma em um gesto de solidariedade para quem mais precisa.

Para a gerente de marketing do Venâncio Shopping, Rosângela Castro, o Férias Solidárias reforça um compromisso permanente do empreendimento com a comunidade. “Buscamos desenvolver uma programação que gere valor para as pessoas..Ações solidárias fazem parte da atuação do Venâncio  há quase 50 anos, nesta edição, conseguimos unir um espetáculo de reconhecimento internacional a uma mobilização em benefício de instituições sociais, ampliando o alcance dessa corrente do bem.”, explica Castro.

Os brasileiros que levaram a magia ao cenário mundial

Naturais de Belo Horizonte, Henry & Klauss se conheceram ainda crianças, em uma loja de mágicas, e oficializaram a parceria em 2009. Hoje, são reconhecidos internacionalmente como expoentes do chamado Novo Ilusionismo, linguagem que combina inovação, tecnologia, efeitos especiais e narrativa para transformar a magia em um grande espetáculo.

Com mais de 2,5 milhões de espectadores em apresentações realizadas em mais de 20 países, a dupla acumula importantes conquistas. Foram os primeiros brasileiros a se apresentar no America’s Got Talent, da NBC, protagonizaram um especial no Disney+, conquistaram três recordes homologados pelo Guinness World Records e receberam o tradicional Les Mandrake d’Or, considerado uma das maiores honrarias do ilusionismo mundial, concedido no Casino de Paris — feito inédito para artistas brasileiros. Em 2024, também foram incluídos pela Forbes na lista “Top 10 Illusionists Redefining Magic”. Recentemente, Henry & Klauss esgotaram as sessões do espetáculo Illusion Show nos tradicionais Coliseu Porto Ageas, no Porto, e Coliseu dos Recreios,

Mais informações sobre a atuação e os projetos da dupla podem ser  canais digitais do dupla: https://henryeklauss.com.br/.  Vídeos: https://www.youtube.com/@HenryeKlauss

Sobre o Venâncio Shopping

No centro da capital do país, desde 1976, o Venâncio Shopping traz em seu DNA um conceito inovador. Além de ser uma excelente opção para compras e experiências, é também um Hub de Serviços e ponto de solução de pessoas, com sua torre business atrelada a torre de Serviços, alta gastronomia da capital como Jamie Oliver Kitchen, Cantón Peruvian & Chinese Food, Confraria do Camarão, Outback Steakhouse e Starbucks. Entre os serviços oferecidos, estão opções como: Procon, Na Hora Empresarial, Polícia Federal, cartório de registro de imóveis em Brasília, clínicas, faculdades, entre outros.

Serviço
Férias Solidárias – Henry & Klauss
Data: 28/07 (terça) e 29/07 (quarta), sempre às 20h
Local: Venâncio Shopping – Varanda Cultural
Ingressos: Gratuitos, mediante retirada antecipada no Sympla e doação de 1 kg de alimento não perecível na entrada do evento. 1 kg de alimento não perecível = 1 ingresso Capacidade: 200 pessoas por sessão.

Venâncio Shopping
SCS Quadra 8 – Asa Sul
Informações: (61) 3208-2000
Site: www.venancioshopping.com.br
Instagram: @venancioshopping

A história por trás do sucesso: forças do DF garantem o topo da segurança nacional e buscam inovação fiscal

O Delegado Thiago Costa, vice-presidente da ADEPOL-DF e Secretário-Executivo do Conselho Nacional de Secretários de Segurança Pública (Consesp), defende a integração de fontes alternativas de financiamento para cidades inteligentes durante reunião institucional, crédito: Marco Pimentel

Delegado Thiago Costa, vice-presidente da ADEPOL-DF, defende uso estratégico da CIP como pilar complementar ao FCDF para blindar infraestrutura tecnológica de Brasília

Nos últimos sete anos, o Distrito Federal consolidou-se na vanguarda da segurança pública do país, atingindo reduções históricas nos índices de criminalidade. Para o Delegado Thiago Costa, vice-presidente da ADEPOL-DF e Secretário-Executivo do Consesp, o verdadeiro motor dessa eficiência não decorre de fórmulas mágicas externas, mas sim do protagonismo técnico das forças locais — Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Polícia Penal. Em análise setorial apresentada nesta semana em Brasília, o gestor aponta que a sustentabilidade dessa blindagem urbana exige a busca por fontes complementares de receita, como a Contribuição de Iluminação Pública (CIP), para financiar a infraestrutura de cidades inteligentes sem onerar o contribuinte.

O modelo que levou Brasília ao patamar de capital mais segura da República baseia-se em tecnologia intensiva, integrando cercamento digital, reconhecimento facial e leitura de placas. Contudo, Costa adverte que o crime organizado moderno já opera com ferramentas de inteligência artificial e criptomoedas, exigindo que o Distrito Federal garanta recursos permanentes para atualização tecnológica. Historicamente, o Fundo Constitucional (FCDF) sustenta a folha de pessoal das corporações locais, restando ao caixa geral do Tesouro distrital arcar com os investimentos em inovação.

Para manter a autonomia e a soberania das forças do DF na vanguarda do combate ao crime, a estratégia capitaneada pela representação dos delegados locais mira a aplicação da Emenda Constitucional nº 132/2023. A nova legislação federal autoriza exclusivamente o Distrito Federal e os municípios a utilizarem a receita da CIP para custear sistemas de videomonitoramento e sensores urbanos. Municípios como São Paulo e polos do Sul já iniciaram a adequação jurídica, reduzindo a pressão fiscal e desonerando o orçamento geral do poder público local para áreas sensíveis.

A tese de vanguarda defendida pelo especialista fundamenta-se na necessidade de adequação urgente da Lei Complementar distrital nº 4/1994 à nova redação da Constituição Federal. De acordo com dados de criminologia ambiental citados por Costa, a fusão entre iluminação pública eficiente e monitoramento tecnológico integrado reduz drasticamente os índices criminais noturnos e a sensação de medo, gerando um ativo direto de valorização imobiliária, atração de investimentos e fomento ao turismo na capital.

“A engenharia por trás do sucesso da segurança de Brasília nos últimos sete anos carrega uma assinatura clara: o suor e a competência técnica das forças de segurança do Distrito Federal. Quem faz o terreno são os nossos policiais e bombeiros. Mas para manter essa soberania diante de um crime organizado que se sofistica a cada minuto, o debate não pode se perder em vaidades políticas; precisamos de Inteligência Antecipatória e segurança jurídica fiscal. A CIP é o instrumento constitucional que nos permite buscar a blindagem tecnológica de Brasília sem criar um único centavo de novo imposto para o cidadão”, afirma o Delegado Thiago Costa, vice-presidente da ADEPOL-DF.

A implementação deste novo ecossistema financeiro projeta transformar Brasília no principal laboratório vivo de Smart Cities da América Latina, atraindo grandes players globais de tecnologia e conectividade. O avanço técnico garante que a capital da República mantenha a blindagem de suas fronteiras e rotas interestaduais contra o tráfico de armas e facções, sem depender de pacotes de socorro financeiro federais.

Sobre a ADEPOL-DF

A Associação dos Delegados de Polícia do Distrito Federal (ADEPOL-DF) atua há décadas na representação jurídica, valorização institucional e formulação de políticas públicas de segurança voltadas à excelência técnica da Polícia Civil e à proteção da sociedade brasiliense.

Di Ferrero e LVCAS transformam terceira noite do Capital Moto Week em um espetáculo inesquecível

Foto divulgação

Da estreia de LVCAS em festivais ao show marcante de Di Ferrero, noite de sábado promete ficar pra história do maior festival de motos e rock da América Latina

A terceira noite do Capital Moto Week provou que alguns shows vão muito além da música. Eles viram memórias. Com apresentação que misturou emoção, energia e conexão rara entre artistas e público, Di Ferrero e LVCAS transformaram o sábado (25) em uma experiência para entrar na história. A abertura do palco principal ficou por conta da brasiliense Proclamme, que deu início a uma sequência de momentos inesquecíveis. Domingo (26) é a vez de Eagle-Eye Cherry e GIANA embalarem o maior festival de motos e rock da América Latina.

Di Ferrero fez a Cidade da Moto cantar alto. Com espetáculo dinâmico, seu repertório passeou por todas as fases da carreira, dos clássicos do NX Zero, como Razões e Emoções, Cedo ou Tarde e Daqui Pra Frente, até músicas recentes, Unfollow e Deixa Sonhar, de seu trabalho SE7E. Mas foi o público que assumiu o protagonismo, dando nova dimensão ao espetáculo. Em Cartas para Você, milhares de celulares transformaram a Arena em um mar de luzes. Em Daqui Pra Frente, Di deixou o microfone de lado para ouvir milhares de pessoas interpretarem a música.

A conexão do artista com o universo das motos também apareceu durante a apresentação. Di contou que a paixão pela moto surgiu por influência do pai, que percorreu o trajeto entre Ushuaia e o Alasca numa viagem de quatro meses sobre duas rodas. “Estar na moto é bem parecido com estar em cima do palco: fazer o que ama, dar um rolê com os amigos, parar em algum lugar, conhecer lugares novos”, comentou. Antes de encerrar a apresentação, o paulista resumiu o sentimento da noite em uma frase espontânea: “Brasília, que dia inesquecível”.

Convite inesperado faz fã “zerar a vida”
No meio da apresentação, Di percebeu na plateia Israele Aragão, de 32 anos, e o filho Bernardo Costa, de 10, cantando, dançando e vivendo intensamente cada música. O cantor interrompeu o show para convidar os dois a subirem ao palco. Fã de NX Zero desde a adolescência, Israele, que trabalha como entregadora e atendente enquanto cursa Fisioterapia, mal conseguia acreditar no que havia acontecido. “Meu coração não está se aguentando”, disse, emocionada. Para Bernardo, que estava em seu primeiro show da vida, a experiência foi ainda mais transformadora. Depois de encarar, do palco, a multidão do Capital Moto Week, o garoto já sabia qual seria o assunto na escola: “”Eu zerei a vida. Vou contar para todo mundo”.

Estreia gigante para LVCAS
Quem também viveu uma noite que dificilmente será esquecida foi LVCAS. Conhecido há anos pelo trabalho na internet, o artista iniciou sua carreira musical em 2024, com o lançamento do álbum Humanamente. No Capital Moto Week, fez sua estreia em festivais. E logo no maior palco do Centro-Oeste. Antes do show, a mistura de ansiedade e entusiasmo era evidente: “Hoje é um capítulo muito importante, é um sonho. Muito legal que seja aqui. Um começo bizarro, com o tamanho desse palco. Não sei nem o que vou fazer nessa passarela”.

Poucos minutos depois, a dúvida deu lugar à segurança. Com presença de palco, intensidade e um metalcore moderno que conversa com a nova geração de fãs, LVCAS conquistou o público com músicas como Odisseia e Meu Jeitinho, que exploram temas pessoais e emocionais. A responsabilidade de abrir o palco principal ficou com a Proclamme. Com duas décadas de trajetória, a banda brasiliense une metalcore e música eletrônica. A formação atual representa uma fase mais madura do grupo, evidenciada pelo lançamento de Contra o Tempo, e mostrou personalidade para dar início a uma noite marcada pela intensidade do começo ao fim.

Programação continua neste domingo
O Capital Moto Week segue neste domingo (26) com mais programação intensa. No palco principal, os destaques são Eagle-Eye Cherry e GIANA. A Praça Pepsi recebe Elvis Presley Cover com Renato Paiva, Douglas Bouret e Brega & Rosas. No Moto Bar Spaten, sobem ao palco Banda Classic Rock, Banda Solange e Fuzo. Já o Rock Saloon Royal Enfield recebe Cerrado Kentucky, The Mid West Rodeo Band e The Fishes Band. A semana reserva alguns dos shows mais aguardados desta edição. Nos próximos dias, o festival ainda recebe Supla, Matanza Ritual e Raimundos (30), Marcelo Falcão e Tihuana (31) e Barão Vermelho Encontro Formação Original (1/8). A programação está disponível em http://www.capitalmotoweek.com.br.

Sobre o Capital Moto Week 2026
De 23 de julho a 1 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas, 350 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, proporciona uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 400 mil m². Além das centenas de shows, a programação inclui tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos. Os headliners desta edição serão: Nazareth (23.07), Masters of Voices e Velvet Chains (24.07), Di Ferrero e LVCAS (25.07), Eagle-Eye Cherry e GIANA (26.07), Supla, Matanza Ritual e Raimundos (30.07), Marcelo Falcão e Tihuana (31.07) e Barão Vermelho Encontro Formação Original (01.08). O CMW é certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono a cada ano, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

SERVIÇO
Capital Moto Week 2026
Data: 23 de julho a 01 de agosto de 2026
Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF
Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek
Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br

Diversão para toda a família: Capital Moto Week terá parque de diversão, atrações infantis, tirolesa e Globo da Morte

Foto divulgação

Espaço funciona de 23 de julho a 1º de agosto com atrações para todas as idades, incluindo Globo da Morte, roda-gigante, infláveis, touro mecânico e feira criativa

Quem pensa que o Capital Moto Week é feito apenas ao universo das motos e do rock pode se surpreender. De 23 de julho a 1 de agosto, o Moto Kids transforma a Cidade da Moto em um complexo de entretenimento para famílias, com atrações para crianças, jovens e adultos. No Moto Kids, diversão, aventura e convivência se encontram em uma programação que inclui desde brinquedos infláveis até atrações radicais, apresentações gratuitas e uma feira criativa. Confira a programação. Garanta o seu ingresso na Bilheteria Digital.

O Globo da Morte, um dos espetáculos mais aguardados, terá apresentações em diferentes horários ao longo do festival. Para quem busca ainda mais adrenalina, a tirolesa atravessa a arena principal do CMW, partindo de uma torre de 15m de altura e percorrendo 134m sobre o público. O Moto Kids reúne roda-gigante, touro mecânico, tiro ao alvo, tiro de precisão e o Mundo dos Infláveis, com brinquedos temáticos da Patrulha Canina, T-Rex e Invasão Jurássica, além da feira BSB MIX, com expositores da moda, acessórios, artesanato e produtos autorais.

A coordenadora do Moto Kids, Tatiana Borges, explica que o espaço amplia a experiência do festival e acolhe visitantes de todas as idades. “Queremos que famílias inteiras vivam o Capital Moto Week juntas. Nossa proposta é oferecer um ambiente seguro, divertido e inclusivo, onde crianças, jovens e adultos possam compartilhar experiências e criar memórias durante o festival.” O Moto Kids oferece condições especiais para pessoas com deficiência (PCD), que têm 50% de desconto nas atrações pagas, mediante apresentação do documento comprobatório.

Atrações Moto Week

  • Bungee Jump Trib: gratuito para desafios do Moto Game e ativações da Trib, ou R$ 189.
  • Globo da Morte: apresentações gratuitas de performance cênica e esportiva.
  • Mundo dos Infláveis: R$ 50 (30 minutos) ou passaporte de R$ 100 para acesso livre.
  • Roda-Gigante BB e Caixa: gratuito mediante retirada do ticket no guichê.
  • Tiro ao Alvo: R$ 25 (6 tiros) ou R$ 50 (20 tiros).
  • Tiro de Precisão: R$ 30 (4 tiros).
  • Tirolesa Honda Motores e Máquinas: gratuito mediante retirada do ticket no guichê.
  • Touro Mecânico: R$ 20 (3 quedas) ou combo família por R$ 30 (4 quedas).

Confira a programação do Moto Kids 2026:

  • 23 de julho (quinta-feira)
    18h às 1h | Funcionamento geral
    21h | Globo da Morte
  • 24 de julho (sexta-feira)
    12h às 1h | Funcionamento geral
    19h e 22h | Globo da Morte
  • 25 e 26 de julho (sábado e domingo)
    12h às 1h | Funcionamento geral
    16h, 19h e 22h | Globo da Morte
  • 27, 28 e 29 de julho (segunda a quarta-feira)
    12h às 1h | Funcionamento geral
    17h | Globo da Morte
  • 30 de julho (quinta-feira)
    12h às 1h | Funcionamento geral
    19h e 22h | Globo da Morte
  • 31 de julho e 1º de agosto (sexta-feira)
    12h às 1h | Funcionamento geral
    19h e 22h | Globo da Morte
  • 1º de agosto (sábado)
    16h, 19h e 22h

Sobre o Capital Moto Week 2026
De 23 de julho a 1 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas, 350 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, proporciona uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 400 mil m². Além das centenas de shows, a programação inclui tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos. Os headliners desta edição serão: Nazareth (23.07), Masters of Voices e Velvet Chains (24.07), Di Ferrero e Lvcas (25.07), Eagle-Eye Cherry (26.07), Supla, Matanza Ritual e Raimundos (30.07), Marcelo Falcão e Tihuana (31.07) Barão Vermelho Encontro Formação Original (01.08). O CMW é certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono a cada ano, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

SERVIÇO
Capital Moto Week 2026
Data: 23 de julho a 01 de agosto de 2026
Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF
Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek
Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br

De festival de música a plataforma de impacto: Capital Moto Week acelera agenda ESG para 2026

Maior festival de motos e rock da América Latina aposta em dados, inclusão e protagonismo das comunidades para ampliar impacto social

O Capital Moto Week entra em 2026 para ocupar um espaço que vai além do entretenimento. O maior festival de motos e rock da América Latina estrutura uma agenda própria de impacto social, governança e sustentabilidade, com foco em dados, inclusão e desenvolvimento territorial. A estratégia inclui indicadores de mensuração, protocolos de acolhimento, inclusão e acessibilidade. A Cidade da Moto, instalada no Parque Granja do Torto, em Brasília, terá 400 mil m² preparados para receber mais de 800 mil pessoas, 300 mil motos e 1,8 mil motoclubes de diferentes regiões e países entre os dias 23 de julho e 1º de agosto, em Brasília.

“Estamos entrando em uma nova fase do festival. Além de realizar as iniciativas que estamos desenvolvendo há anos, agora também é hora de qualificar, medir e estruturar esse impacto em cadeia”, afirma Juliana Jacinto, CEO do Capital Moto Week. “No fim, não é só sobre velocidade, é sobre o que a gente constrói em movimento”. Uma das novidades é o CMW na Granja, eixo que vai mapear vulnerabilidades no entorno do festival para criar projetos de impacto social que sejam estruturantes e efetivos, com impacto real na Granja do Torto.

A mesma lógica aparece na Vila do Bem, que, por três dias, transforma a arena principal de shows do CMW em espaço de serviços gratuitos de saúde, bem-estar, cidadania, capacitação profissional e atividades culturais. Neste ano, a programação da Vila está sendo elaborada com participação ativa de moradores e coletivos do DF. “Deixamos de ser um provedor de serviços para construir junto com as comunidades. Isso muda a lógica dos resultados positivos que podemos alcançar”, explica Patrícia Mazoni, coordenadora ESG do CMW. Segundo ela, possibilitar o acesso ao palco e a divulgação dos artistas locais é uma forma de reconhecer, empoderar e fortalecer manifestações culturais da cidade, muitas vezes invisibilizadas.

Protocolo de acolhimento ampliado
Por meio do CMW por Todos, dedicado à acessibilidade e inclusão, pela primeira vez, toda a equipe responsável será formada por pessoas com deficiência, incluindo a coordenação. A proposta é garantir um olhar mais qualificado e representativo sobre as necessidades do público em total sintonia com o lema da acessibilidade “nada sobre nós sem nós” “A acessibilidade precisa ser pensada por quem vive essa realidade. Quando a equipe é formada por pessoas com deficiência, a nossa entrega ganha ainda mais legitimidade, confiabilidade, segurança e qualidade”, afirma Patrícia.

Destaque também para a presença do Instituto Ninar, voltado ao acolhimento de pessoas neurodivergentes. “Queremos que todas as pessoas se sintam seguras no festival. Que uma mãe atípica possa ir tranquila, sabendo que existe um espaço preparado para acolher uma criança ou adulto. Isso é muito importante para nós”, reforça a coordenadora.

A estrutura de acolhimento também foi ampliada. O CMW por Elas, criado inicialmente em parceria com a Secretaria de Justiça para enfrentamento à violência de gênero, evoluiu para um protocolo mais abrangente de acolhimento e cuidado. “Ampliamos o protocolo e criamos uma estrutura preparada para acolher qualquer pessoa em situação de vulnerabilidade”, explica a CEO, Juliana Jacinto. Todo o time é capacitado para acolher situações envolvendo neurodivergência, violência de gênero, raça, orientação sexual ou necessidade de cuidado. Assim, o CMW Por Elas representa todas as pessoas.

Lixo zero com rastreabilidade e economia circular
Na agenda ambiental, o programa Rumo ao Lixo Zero permanece como um dos pilares do festival. Pelo quinto ano consecutivo, o CMW busca manter a certificação Lixo Zero, agora com evolução do modelo operacional e maior foco em rastreabilidade de resíduos e gestão por cooperativas. Na edição anterior, 91,35% das 43 toneladas de resíduos geradas foram desviadas de aterros sanitários por meio de ações de economia circular, incluindo materiais compostáveis, copos retornáveis e triagem integrada.

Além das ações práticas, o festival passa a incorporar mecanismos formais de governança ESG. Em 2026, o Capital Moto Week ingressou no Pacto Global da ONU, iniciativa internacional voluntária voltada à sustentabilidade corporativa e direitos humanos. “Esse é um movimento de amadurecimento do Capital Moto Week. Sustentabilidade deixa de ser apenas uma frente de projetos e passa a integrar decisões estratégicas do negócio”, diz Juliana. Ela conta, com orgulho, que o trabalho recorrente do CMW contribui para a qualificação e a mudança de comportamento de diversos fornecedores locais que atendem também outros festivais.

O backstage do impacto
A profissionalização também avança nos bastidores do festival. Em 2026, a Academia de Produção Inteligente ganha formato digital e oferece conteúdos modulares de capacitação para as equipes envolvidas na operação do festival. “Não fazemos apenas entretenimento, embora isso já seja muito. Existe um propósito que começa na base. Uma estrutura desse tamanho só funciona graças a pessoas extremamente comprometidas”, acrescenta a CEO.

O festival também ampliou o CMW por Nós, programa voltado ao bem-estar dos colaboradores, com suporte psicológico, massoterapia, alimentação adequada, espaços de descanso e ações de acolhimento ao longo de sua operação, da montagem até a desmontagem do festival. “Se as pessoas se sentem pertencentes, acolhidas e em um ambiente saudável, entregam muito mais para o festival e para o público”, finaliza Juliana Jacinto.

Sobre o Capital Moto Week 2026
De 23 de julho a 1 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas, 350 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, proporciona uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 400 mil m². Além das centenas de shows, a programação inclui tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos. Os headliners desta edição serão: Nazareth (23.07), Masters of Voices e Velvet Chains (24.07), Di Ferrero e Lvcas (25.07), Eagle-Eye Cherry (26.07), Supla, Matanza Ritual e Raimundos (30.07), Marcelo Falcão e Tihuana (31.07) Barão Vermelho Encontro Formação Original (01.08). O CMW é certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono a cada ano, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

SERVIÇO
Capital Moto Week 2026
Data: 23 de julho a 01 de agosto de 2026
Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF
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Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.brs

Ecos Ancestrais promove oficina gratuita de tambor no Guará

Foto divulgação

A percussionista Alê Rosa conduzirá o encontro sobre o instrumento que sustenta o ritmo do Maracatu de Baque Virado

O som grave que sustenta o ritmo e conduz os cortejos do Maracatu de Baque Virado será o foco da próxima atividade do projeto Ecos Ancestrais. Neste domingo (19/7), às 10h, a Casa de Cultura do Guará recebe uma oficina gratuita de tambor ministrada pela percussionista, educadora e agente da cultura popular Alê Rosa. As inscrições podem ser realizadas pelo link disponível na bio do perfil do Zenga Baque Angola no Instagram.

Considerado o coração da percussão no maracatu-nação, o tambor estabelece a pulsação que organiza toda a construção musical. É por meio dos seus sons graves que o baque ganha força, sustentando o diálogo com caixas, gonguês, agbês e demais instrumentos que compõem a manifestação.

Mais do que um instrumento musical, o tambor ocupa um lugar de profunda importância simbólica nas tradições afro-brasileiras. No contexto sagrado, ele é compreendido como um oráculo, um instrumento de comunicação que transita entre o mundo físico e o espiritual, convocando a ancestralidade e preservando memórias transmitidas entre gerações.

A oficina propõe uma vivência teórico-prática sobre o instrumento, apresentando fundamentos técnicos, dinâmicas coletivas e aspectos culturais que envolvem o toque do tambor no Maracatu de Baque Virado. A atividade é voltada tanto para pessoas que desejam conhecer o universo do maracatu quanto para percussionistas interessados em aprofundar seus conhecimentos.

A oficineira 

À frente da formação estará Alê Rosa, percussionista, batuqueira, educadora e agente da cultura popular com quase duas décadas de atuação nas manifestações tradicionais de matriz afro-brasileira. Ao longo de sua trajetória, integrou importantes coletivos, como Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro, Orquestra Alada Trovão da Mata, Filhas de Oyá, Coco dos Encantados, Zenga Baque Angola e Tambor de Crioula Flores de São Benedito.

Sua pesquisa e atuação artística atravessam expressões como maracatu, coco, samba pisado e tambor de crioula, sempre com foco na transmissão de saberes, na valorização da ancestralidade e na potência coletiva dos tambores. Também participou de gravações de artistas como Élen Oléria, Mestra Martinha do Coco e Seu Estrelo e o Fuá do Terreiro, além de desenvolver oficinas e ações formativas voltadas à preservação das culturas populares.

“Na oficina, iremos trabalhar o Baque Angola, criado pela Nação Leão da Campina, que traz sua linha de baque virado inspirado nos  fundamentos de Angola. Nela iremos passar pela Luanda, pelo Martelo Seco, pelo Baque Parado Seco, pelo Samba Angola e suas nuances.  A ideia é passar a introdução a esses baques, aprendendo Loas que reverenciam os ancestrais”, detalha Alê. 

Sobre o projeto

A oficina integra um ciclo formativo realizado pelo Zenga Baque Angola ao longo de 2026. O projeto promove oficinas sobre os diferentes instrumentos do Maracatu de Baque Virado, além de ações de confecção e manutenção de instrumentos, produção de figurinos e atividades de fortalecimento cultural do grupo. A programação inclui ainda encontros com convidados da Nação de Maracatu Leão da Campina, de Pernambuco, ampliando o intercâmbio entre Brasília e uma das mais tradicionais referências do maracatu-nação.

Zenga Baque Angola 

Fundado em 2017, o Zenga Baque Angola nasceu a partir do encontro entre batuqueiros de Brasília e o mestre Hugo Leonardo, regente da Nação de Maracatu Leão da Campina. Desde então, o coletivo constrói uma trajetória de conexão entre o Distrito Federal e Pernambuco, mantendo vínculos culturais e espirituais com a tradição do maracatu-nação. O grupo é filiado à Nação Leão da Campina e recebe orientação espiritual da Mametu Nadja Baléginam, matriarca do terreiro Kaiangu Kia Ítembu e sacerdotisa do Candomblé Angola Goméia.

O Ecos Ancestrais é realizado pelo Grupo Zenga Baque Angola, com fomento do Fundo de Apoio à Cultura (FAC-DF) e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). 

Serviço – Oficina de Alfaia – Projeto Ecos Ancestrais

Quando: Domingo, 19 de julho, às 10h

Onde: Casa de Cultura do Guará

Inscrição: Gratuita, pelo formulário eletrônico: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdi6skPh8Cul2JtUb252VnUQAp5X9qOUxbprcHsdxZ-4daq9g/viewform 

Redes: https://www.instagram.com/zengabaqueangola/

Capital Moto Week acelera protagonismo feminino e reforça combate à violência contra mulheres

Foto divulgação

Maior festival de moto e rock da América Latina amplia espaços exclusivos, empreendedorismo, representatividade e acolhimento em ambiente seguro e inclusivo

As mulheres aceleram cada vez mais forte no universo do motociclismo e o Capital Moto Week transforma esse movimento em uma das bandeiras da edição 2026. De 23 de julho a 1º de agosto, o maior festival de moto e rock da América Latina reunirá motociclistas, artistas, empreendedoras, produtoras, lideranças e visitantes em uma programação que mistura rock, liberdade, inclusão e enfrentamento à violência de gênero. Dentro e fora dos palcos, o festival amplia iniciativas voltadas à segurança, ao acolhimento e à valorização da presença feminina em diferentes áreas da cadeia do entretenimento e da economia criativa.

“Defender as mulheres é uma responsabilidade coletiva e permanente. Não basta reagir à violência. Precisamos atuar na prevenção, na conscientização e na mudança cultural”, defende Juliana Jacinto, CEO do festival. Para ela, eventos, empresas, poder público e a sociedade precisam assumir compromisso ativo na promoção do respeito e da segurança. “O Capital Moto Week quer contribuir para que as mulheres ocupem todos os espaços com respeito, segurança, autonomia, voz ativa e liberdade”.

Entre as principais iniciativas está o fortalecimento do #CMWPorElas, frente de promoção do respeito, de acolhimento e combate ao assédio, à importunação sexual e à violência contra mulheres durante o festival. Em parceria com as secretarias de Segurança Pública e de Justiça e Cidadania do Distrito Federal, o CMW disponibiliza espaço reservado e seguro, com acolhimento humanizado e atendimento imediato para mulheres cis, trans e outras identidades de gênero, além de orientação para vítimas e testemunhas de violência.

“Não toleramos nenhum tipo de importunação, assédio ou violência sexual, seja por ação ou omissão. Nosso compromisso é garantir um ambiente seguro, respeitoso e inclusivo para tod@s”, reforça Juliana. As equipes do festival recebem capacitação para acolher situações relacionadas à violência de gênero, racismo, neurodivergência, orientação sexual e outras demandas de cuidado e proteção.

Mulheres aceleram presença no motociclismo
A edição de 2026 amplia a participação feminina no universo biker com a presença de motoclubes e motogrupos formados exclusivamente por mulheres, reunindo centenas de motociclistas de diferentes regiões do país. São eles: Mulheres de Royal, Dorothys Brasília, Ladies of the Road, Brabas Motojipe, Divas Sobre Rodas, Ladies Pilotam Brasília DF, Irmandade Baia e Guerreiras Mc. A presença feminina também domina os bastidores do festival. Atualmente, as mulheres representam 65% da equipe da CMW Entretenimento, ocupando funções estratégicas na produção, gestão, operação e liderança do evento.

Empreendedorismo feminino tem palco próprio
Pelo sexto ano, o espaço temático Lady Bikers será dedicado ao empreendedorismo feminino, reunindo talks, palestras, apresentações musicais e exposição de negócios liderados por mulheres. A iniciativa funciona diariamente a partir das 12h e reúne empreendedoras de segmentos como moda, maquiagem, tatuagem, acessórios, bem-estar e serviços de spa.

Mais do que um palco cultural, o espaço se consolidou como vitrine para mulheres que transformam paixão, criatividade e independência financeira em negócios próprios. Em parceria com o Sebrae DF, o ambiente promove conexões, visibilidade e fortalecimento da presença feminina no ecossistema criativo e empreendedor ligado ao motociclismo. “Queremos mostrar que é possível realizar um evento desse porte com impacto positivo para o meio ambiente, para as pessoas e para a comunidade que nos acolhe. Cada ação é pensada para gerar efeito duradouro”, destaca Juliana Jacinto.

Sobre o Capital Moto Week 2026
De 23 de julho a 1 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O Capital Moto Week, que atrai 800 mil pessoas, 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, proporciona experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 400 mil m². Além das centenas de shows, a programação inclui tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos. Os headliners já confirmados nesta edição são: Nazareth (23 julho), Masters of Voices e Velvet Chains (24 julho), Eagle-Eye Cherry (26 julho). As demais atrações principais serão anunciadas nas próximas semanas. O CMW é certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono a cada ano, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

SERVIÇO
Capital Moto Week 2026
Data: 23 de julho a 01 de agosto de 2026
Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF
Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek
Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br
Banco de Imagens: bit.ly/FotosCMW | E-mail: imprensa@capitalmotoweek.com.br
Sala de Imprensa: https://www.capitalmotoweek.com.br/news

 Febrac participa de audiência pública no Senado e defende aperfeiçoamentos no Estatuto do Aprendiz

Presidente da Federação, Avelino Lombardi, representou o setor durante debate na Comissão de Assuntos Sociais e reforçou a necessidade de adequar a legislação à realidade das empresas de limpeza, conservação e facilities 

O presidente da Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços (Febrac), Avelino Lombardi, participou nesta terça-feira (14), no Senado Federal, da audiência pública promovida pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS) para debater o Projeto de Lei nº 6.461/2019, que institui o Estatuto do Aprendiz.

O encontro reuniu parlamentares, representantes de entidades empresariais, Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) ,organizações formadoras e especialistas para discutir os impactos da proposta e os aperfeiçoamentos necessários antes da votação do projeto. A Febrac participou do debate representando as empresas do setor de limpeza, conservação e facilities, segmento que enfrenta desafios específicos para o cumprimento da legislação da aprendizagem.

Durante sua manifestação, Avelino Lombardi defendeu o aprimoramento do texto por meio do diálogo entre o Congresso Nacional, o setor produtivo e as entidades envolvidas na aprendizagem profissional. A Federação apoia a emenda apresentada pelo senador Laércio Oliveira, que busca adequar a legislação à realidade operacional das empresas do setor.

Segundo a Febrac, a legislação atual gera uma incompatibilidade jurídica ao exigir o cumprimento de cotas de aprendizagem em atividades consideradas insalubres ou perigosas, ao mesmo tempo em que proíbe que menores de 18 anos atuem nesses ambientes. “O setor de limpeza e conservação emprega cerca de 2,7 milhões de trabalhadores em todo o Brasil e, há muito tempo, enfrenta dificuldades para cumprir a legislação da aprendizagem. Por isso, apoiamos a emenda apresentada pelo senador Laércio Oliveira, que exclui da base de cálculo das cotas os trabalhadores que exercem atividades proibidas para menores de 18 anos, como as atividades insalubres, perigosas e noturnas. Hoje existe uma contradição: uma lei determina que as empresas cumpram a cota de aprendizes, enquanto outra proíbe que esses jovens atuem justamente nas atividades que predominam no nosso setor”, afirmou Avelino Lombardi.

O presidente da Febrac destacou ainda que a dificuldade enfrentada pelas empresas vai além da legislação e se reflete na prática. Segundo ele, mesmo quando são abertas vagas compatíveis com a faixa etária permitida, não existe mão de obra para ocupar essas vagas. 

“Defendemos um Estatuto do Aprendiz moderno, construído por meio do diálogo e capaz de contemplar as especificidades de cada setor econômico. Nosso objetivo não é reduzir oportunidades, mas criar regras que permitam ampliar a aprendizagem profissional com responsabilidade, equilíbrio e respeito à realidade das empresas e dos trabalhadores.”, ressaltou.

Para a Febrac, a audiência pública representou mais um importante espaço de construção coletiva em torno do novo marco legal da aprendizagem profissional. A entidade reafirma seu compromisso com a formação de jovens para o mercado de trabalho, desde que as normas sejam compatíveis com as características das atividades econômicas e proporcionem segurança jurídica para empresas, entidades formadoras e aprendizes.

Sobre a Febrac – A Federação Nacional das Empresas Prestadoras de Serviços (Febrac) foi criada para representar os interesses dos setores de serviços de Asseio e Conservação. Hoje, representa 12 setores ligados à terceirização de mão de obra especializada.

Com sede em Brasília, a federação agrega sindicatos nas 27 unidades federativas do país e ocupa cargos na Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), nos Conselhos Nacionais do SESC e do SENAC, na Central Brasileira de Apoio ao Setor de Serviços (CEBRASSE) e na Câmara Brasileira de Serviços Terceirizáveis e na World Federation of Building Service Contractors (WFBSC). A Febrac tem como objetivo cuidar, organizar, defender e zelar pela organização das atividades por ela representadas.

Fraternidade Sem Fronteiras mobiliza campanha de ajuda humanitária para a Venezuela e busca recursos para equipar hospital de referência

Foto idvulgação

Contexto humanitário

O presidente da organização está no país para acompanhar as necessidades e coordenar  apoio logístico às equipes médicas e arrecadação para equipar o Hospital Universitário de Caracas

A Venezuela foi atingida por dois terremotos no dia 24 de junho de 2026, até o momento, a tragédia provocou mais de 4500 mortes, 16 mil feridos e quase 18 mil pessoas desabrigadas. A Nasa informou, em um relatório baseado em dados de satélite, que até 60 mil edifícios podem ter sido danificados ou destruídos pelos terremotos. 

A infraestrutura de saúde também foi severamente impactada. Dezenas de unidades de saúde sofreram danos ou operam com capacidade reduzida, enquanto hospitais passaram a atender um volume muito acima de sua capacidade.

Um dos principais pontos de atendimento é o Hospital Universitário de Caracas, maior centro hospitalar público e referência nacional para procedimentos de alta complexidade, que passou a receber um fluxo intenso de pacientes vítimas dos terremotos. A unidade enfrenta limitações de infraestrutura e escassez de equipamentos essenciais para manter os atendimentos de urgência e procedimentos cirúrgicos.

Frentes de ajuda

A campanha “Venezuela, Somos Todos Hermanos!” foi estruturada para atender inicialmente duas necessidades consideradas prioritárias, pela Fraternidade Sem Fronteiras.

A primeira delas é apoiar a operação logística para que os profissionais de saúde que já estão mobilizados na Universidade Central da Venezuela, assim como as doações já arrecadadas, consigam chegar aos 25 polos de atendimento instalados nas regiões mais afetadas pelos terremotos. O suporte permitirá ampliar a capacidade de resposta das equipes que atuam diretamente junto às famílias atingidas.

A segunda frente é a aquisição de uma bomba de sucção rotativa de palhetas lubrificadas (bomba de vácuo) para o Hospital Universitário de Caracas, equipamento indispensável para o funcionamento do sistema de vácuo clínico utilizado em respiradores, aspiração cirúrgica, procedimentos de emergência e suporte à vida.

Além de garantir o funcionamento contínuo desses equipamentos, a bomba também é utilizada em laboratórios e sistemas de contenção de gases, contribuindo para a segurança de profissionais e pacientes em ambientes sujeitos a riscos decorrentes de desastres. O investimento necessário para a aquisição do equipamento é de US$ 71 mil, aproximadamente R$ 358 mil. 

As doações podem ser feitas pelo PIX: venezuela@fsf.org.br

“A Fraternidade Sem Fronteiras nasceu para responder ao sofrimento humano onde ele acontece. Diante desta tragédia, sentimos que é o momento de atravessar a fronteira e estar ao lado deles. A fraternidade não conhece limites geográficos; ela chega onde existe uma necessidade urgente”, conclui Wagner.

Sobre a Fraternidade Sem Fronteiras – A FSF é uma Organização humanitária e Não-Governamental, com sede em Campo Grande (MS) e atuação brasileira e internacional em nove países, em alguns dos lugares mais pobres do planeta, com esperança e profundo desejo de ajudar, acabar com a fome e construir um mundo de paz. A instituição possui 77 polos de trabalho, mantém centros de acolhimento, oferece alimentação, saúde, formação profissionalizante, educação, cultivo sustentável, construção de casas e ainda, abraça projetos de crianças com divergências neurais e doenças raras. Todos os trabalhos são mantidos por meio de doações e principalmente pelo apadrinhamento com valor a partir de R$35. Mais informações podem ser obtidas pelo site http://www.fraternidadesemfronteiras.org.br.

Projeto “Da Minha Avó Para o Seu Neto” leva tradição, afeto e oficinas gratuitas de bordado, cerâmica e pintura ao Cruzeiro

Foto divulgação

Iniciativa valoriza heranças afetivas e culturais e fortalece a economia criativa por meio do artesanato

Resgatar técnicas artesanais, preservar memórias afetivas e estimular a criatividade são os principais objetivos do projeto Da Minha Avó Para o Seu Neto, que oferece gratuitamente oficinas de bordado, pintura e cerâmica fria no Sebo & Café Amado Jorge, no Cruzeiro Velho.

A iniciativa foi criada para aproximar diferentes gerações por meio do fazer manual, valorizando conhecimentos tradicionalmente transmitidos entre avós, mães e familiares. Mais do que ensinar técnicas artesanais, o projeto busca transformar esses saberes em ferramentas de expressão, convivência, geração de renda e fortalecimento da cultura popular.

As oficinas são conduzidas de forma prática, acolhedora e acessível, permitindo que pessoas com ou sem experiência desenvolvam novas habilidades enquanto compartilham vivências e histórias. Todo o material utilizado durante as atividades é fornecido gratuitamente aos participantes.

O projeto reúne três linguagens artísticas. Na oficina de bordado, os participantes aprendem diferentes pontos e técnicas para criar peças autorais. A oficina de pintura explora cores, composição e criatividade em trabalhos artesanais. Já a oficina de cerâmica fria apresenta técnicas de modelagem para a produção de objetos decorativos e utilitários.

Mais do que ensinar técnicas artesanais, Da Minha Avó Para o Seu Neto nasceu das memórias afetivas da idealizadora com sua avó e da vontade de manter vivos os saberes transmitidos entre gerações. O projeto resgata a importância dos ensinamentos que passam de avós para netos, transformando o fazer manual em um instrumento de preservação da memória, fortalecimento dos vínculos familiares e valorização da cultura popular.

Entre as participantes, a oficina de bordado recebeu elogios pela metodologia, pelo ambiente acolhedor e pela troca de experiências. A participante Rafaela Martins (25) destaca que a experiência superou as expectativas.

“Eu amei a oficina de bordado. O tempo foi adequado para aprendermos os pontos básicos e finalizarmos nossa peça. A professora foi excelente, muito paciente, e permitiu que cada um desenvolvesse seu trabalho com individualidade. O formato da oficina também possibilitou uma grande interação entre os participantes, com trocas muito valiosas. Foi um projeto incrível e espero ansiosamente por novas edições no próximo ano”, afirma.

A participante Rita da Cunha (35) também destaca a experiência positiva durante a oficina de cerâmica, especialmente pela liberdade criativa e pela metodologia adotada pela professora.

“Foi ótimo conseguir produzir muitas peças durante a oficina. A professora ensinou as técnicas com muita clareza e nos deixou à vontade para criar. Ela também levou inspirações que foram muito importantes para ajudar os participantes a desenvolverem seus próprios trabalhos e reproduzirem as técnicas aprendidas”, relata.

A oficina de pintura também despertou novos olhares entre os participantes. Artesã de costura criativa, Renata Amoras, de 66 anos, conta que sempre teve vontade de aprender a pintar, mas acreditava que não conseguiria desenvolver a técnica.

“Cheguei à oficina achando que não conseguiria fazer nada, mas me surpreendi com o resultado. Estou criando pinturas lindas. A didática dos professores foi fantástica, tornando o aprendizado leve e acessível. Além disso, o professor Fernando Rabuja compartilhou dicas valiosas de como aplicar a pintura em tecido, algo que pretendo utilizar no meu trabalho artesanal”, declara.

Parceiro do projeto, o Sebo & Café Amado Jorge foi escolhido por sua atuação como espaço de incentivo à cultura e à produção artística independente no Cruzeiro. Os proprietários Ivy Góis e Vinicius Campos afirmam que, desde a criação do café, o objetivo sempre foi oferecer um ambiente de encontro entre artistas e público.

“Quando abrimos o Sebo & Café Amado Jorge, nosso propósito era criar um espaço para exposições artísticas e manifestações culturais. Recebemos artistas de diversas regiões administrativas do Distrito Federal e também de outros estados para saraus, lançamentos de livros e apresentações musicais. Temos um compromisso muito forte com a valorização dos autores de Brasília e de escritores que escolhem o café para lançar suas obras. Receber o projeto “Da Minha Avó Para O Seu Neto” reforça essa missão de democratizar o acesso à cultura e incentivar a produção artística em suas diferentes linguagens”, destacam.

Além da formação artística, o projeto teve a acessibilidade como um de seus pilares. Todas as oficinas contaram com acompanhamento de consultora de audiodescrição e uma de interpretação de Libras, garantindo uma experiência mais inclusiva e ampliando as possibilidades de participação de pessoas com deficiência. A iniciativa reafirma o compromisso da Guia Acessibilidade Inclusiva em promover o acesso democrático à cultura e à formação artística. Acompanhe como foi a primeira oficina: https://www.youtube.com/watch?v=gTzXmyf4cFo .

Serviço:

Evento: Da Minha Avó Para o Seu Neto

Realização: Guia Acessibilidade Inclusiva

Quando: junho/julho

Onde: Sebo & Café Amado Jorge – SRES Quadra 02 Bloco X casa 56 – Cruzeiro Velho

Horário: 14h30 às 17h

Entrada: gratuita

Classificação: livre

Foto: Tatiana Reis

Informações: @vopraneto

Brasília sedia o 1º Seminário Mercosul do Rock em Julho

DIVULGAÇÃO

O rock é muito mais do que um gênero musical: é memória, resistência, comportamento e uma das maiores expressões culturais da América Latina.

Nos dias 10, 11 e 12 de julho de 2026, a capital federal será palco de um encontro histórico. O 1º Seminário Mercosul do Rock: Patrimônio, Resistência e Arte na América Latina vai ocupar o Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul) para debater a identidade, o impacto social e o futuro do gênero no continente.

O evento é uma iniciativa do coletivo e Ponto de Cultura Setorial Cultura Rock — movimento de atuação nacional dedicado ao fortalecimento do gênero por meio de políticas públicas, valorização patrimonial e fomento à sua cadeia produtiva. O coletivo já traz na bagagem projetos de peso, como a 1ª Conferência Livre Nacional do Rock, o Inventário Participativo do Rock, o Mapa do Rock Brasil e a websérie Setorial Rock Shots. A execução do seminário fica por conta da AACUC (Associação de Arte e Cultura de Ceilândia), viabilizada por recursos públicos focados no fortalecimento da cultura.

Mais do que promover debates, o seminário busca responder a uma pergunta central: como transformar o Rock em um patrimônio cultural reconhecido, fomentado e integrado ao desenvolvimento da América Latina? Para isso, palestrantes, pesquisadores, artistas e gestores vão se unir para formular propostas reais que impulsionem o setor.

Força política e reconhecimento institucional

O seminário acontece em um momento crucial para o reconhecimento do gênero. No Distrito Federal, o rock já é considerado Patrimônio Cultural Imaterial (Lei nº 5.615/2016). Além disso, a Lei nº 7.386/2024, de autoria do deputado distrital Ricardo Vale (PT), instituiu o dia 27 de março como o Dia do Rock Brasiliense, consolidando a importância do estilo no calendário local.

Agora, o movimento avança para o plano federal com o Projeto de Lei nº 4.354/2024, de autoria da deputada federal Erika Kokay. O projeto, construído com base técnica e iniciativa do próprio Setorial Cultura Rock, tramita no Congresso Nacional para reconhecer oficialmente o rock como manifestação da cultura nacional.

“Já passou da hora de pensarmos o Rock para além da música. Ao longo de sua história nas Américas, o Rock consolidou-se como uma expressão de identidade, liberdade e resistência, conectando diferentes povos, culturas e gerações. Trata-se de uma cultura viva, transversal e transformadora, capaz de fortalecer identidades, inspirar comportamentos, impulsionar a economia criativa e contribuir para o desenvolvimento econômico, humano e social”, destaca João Mancha, diretor-presidente do Setorial Cultura Rock e coordenador-geral do Seminário.

Três eixos fundamentais

A programação foi pensada para conectar o passado histórico às discussões mais atuais da cena através de três pilares:

·        = O Rock como Manifestação de Resistência: Uma análise sobre o papel do gênero durante as ditaduras militares na América Latina (1964–1985), mostrando como acordes e letras viraram ferramentas de contestação e liberdade.

·        = Contemporaneidade e Diversidade Cultural: O rock atual como plataforma de inclusão social, celebrando a diversidade, o engajamento, a negritude, a ancestralidade indígena e a profissionalização do mercado musical.

·        = Ponte Cultural Latino-Americana: A música como elemento de integração entre o Brasil e os países vizinhos, promovendo o intercâmbio de experiências entre artistas, historiadores e pesquisadores do Mercosul.

Oficinas, painéis e shows

As atividades acontecerão em formato híbrido (palestras presenciais com transmissão online), ampliando o acesso para o público de toda a América Latina.

A abertura oficial rola na sexta-feira (10/07), com uma mesa de debate e a exibição do vídeo temático Mostra Rock Mercosul. No sábado e no domingo (11 e 12/07), a programação ferve com painéis, exposições e workshops.

Oficinas de qualificação (Presenciais)

·        = Gestão de Redes Sociais e Tráfego Pago para Bandas e Produtores;

·        = Estratégias de Comunicação e Imprensa para Bandas e Festivais;

·        – Boas Práticas de Palco para Músicos e Técnicos;=

·        = Economia Criativa no mercado da música.

Intervalos culturais e Line-up

As tardes contarão com intervalos embalados por DJs e performances artísticas na Sala Multiuso. Já as noites serão encerradas com grandes shows no Galpão Hugo Rodas. Entre as bandas confirmadas estão: Mitsein, Amazing, Podrera, Evil Corpse, Faces dos Caos e Detrito Federal.

Para conhecer a programação completa do evento e para mais informações, basta acessar o site https://seminariomercosul.setorialculturarock.art.br/.  

SERVIÇO

·        = Evento: 1º Seminário Mercosul do Rock: Patrimônio, Resistência e Arte na América Latina

·        = Datas: 10, 11 e 12 de julho de 2026

·        = Local: Espaço Cultural Renato Russo (Comércio Local Sul 508 – Asa Sul, Brasília – DF)

·        = Entrada: Totalmente gratuita

·        = Inscrições (Palestras e Oficinas): Através do link linktr.ee/setorialculturarock

Sicoob projeta liberação de R$ 70 bilhões em crédito rural para o Plano Safra 2027

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O balanço final do ciclo 25/26 mostra expansão de 7% sobre o ano anterior e perfil de atendimento concentrado em pequenos e médios produtores

Com o anúncio do novo Plano Safra pelo governo federal, o Sicoob projeta a liberação de R$ 70 bilhões em crédito rural para a Safra 26/27, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento do agronegócio brasileiro. 

O anúncio acompanha o balanço final da Safra 25/26, encerrada com R$ 59,5 bilhões em crédito rural liberado, crescimento de 6,88% sobre o ciclo anterior, em mais de 194,7 mil operações realizadas em todo o Brasil.

Perspectivas para a Safra 26/27

Para a agricultura familiar, o Sicoob vai oferecer R$ 11,5bilhões via Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar), volume 39% maior que o da safra anterior. Para os produtores de médio porte, serão R$ 15,8 bilhões via Pronamp (Programa de Apoio ao Médio Produtor Rural), aumento de 48% em comparação ao anterior, reforçando o papel do Sicoob no fortalecimento da base da produção agrícola nacional. 

Para os demais produtores, serão disponibilizados R$ 42,7 bilhões, que consolida a atuação da instituição também junto aos grandes produtores e às principais cadeias produtivas do agronegócio brasileiro.

Em relação às atividades produtivas, a expectativa é de que a agricultura concentre a maior parte do crédito projetado, em torno de R$ 27,8 bilhões (40%), seguida pela pecuária, com cerca de R$ 19,5 bilhões (28%), além de uma parcela sem direcionamento específico, estimada em R$ 22,7 bilhões (32%).

“Olhamos para o novo ciclo com confiança e responsabilidade. A demanda do produtor rural por crédito segue forte e o Sicoob está preparado para crescer junto com ele, ampliando o acesso ao crédito mesmo nos municípios onde o sistema bancário tradicional tem menor presença. Nosso compromisso é seguir como parceiro de longo prazo do agro brasileiro, safra após safra”, afirma Marcelo Carneiro, diretor de Desenvolvimento Comercial e de Negócios do Sicoob.

Balanço da Safra 25/26

O desempenho do ciclo encerrado confirma o perfil histórico da carteira da instituição: 63% das operações atenderam pequenos e médios produtores, com ticket médio de R$ 155,3 mil. Mesmo em um ciclo marcado por taxas de juros elevadas e maior seletividade no crédito, o modelo cooperativista do Sicoob manteve o ritmo de concessões e a capilaridade, reafirmando seu compromisso com a produção agrícola em todo o território nacional.

Na Safra 25/26, 28% das operações foram destinadas à pecuária, principalmente bovinocultura. Cerca de 40% foram direcionados à agricultura, com destaque para soja, café, cana-de-açúcar e milho, além de uma parcela sem direcionamento específico, com 32% das operações.

“O Sicoob tem uma característica que o diferencia: segue ao lado do produtor mesmo quando o cenário aperta. O produtor familiar e o médio produtor rural encontram no Sicoob condições e atendimento que permitem celeridade na contratação, e isso se reflete na continuidade das operações ao longo do ciclo”, comenta o executivo.

A trajetória de crescimento no crédito rural é anterior ao ciclo mais recente. Nas últimas 5 safras, o volume de financiamentos agropecuários cresceu 162%, expansão sustentada pelo aumento da rede de cooperativas, pela chegada a novos municípios e pelo aprofundamento do relacionamento com produtores de diferentes portes e regiões. Atualmente, o Sicoob conta com mais de 3.390 pontos de atendimento com crédito rural ativo e mais de 600 mil cooperados no segmento agro.

Projeto Uma Mulher é Uma Mulher abre inscrições para oficinas gratuitas de fotografia, audiovisual e lambe-lambe

Divulgação

Última etapa da iniciativa oferece formação artística gratuita para mulheres cis, mulheres trans e pessoas não binárias, ampliando o legado da exposição que ocupou diferentes regiões do Distrito Federal

Depois de transformar muros, ruas e plataformas digitais em espaços de reflexão sobre o feminino, o projeto Uma Mulher é Uma Mulher chega à sua etapa final com a realização de três oficinas gratuitas voltadas à formação artística. As atividades acontecem no dia 5 de julho, na Administração Regional do Guará, com turmas pela manhã e à tarde, e têm como proposta compartilhar conhecimentos, incentivar a produção autoral e ampliar o acesso às linguagens da fotografia, do audiovisual e da arte urbana.

A oficina de Fotografia com celularserá ministrada por Waléria Gregório, fotógrafa e diretora criativa do projeto. A atividade propõe um exercício de autoconhecimento por meio da imagem e da representatividade, com foco na produção de retratos e autorretratos. De forma prática, as participantes serão estimuladas a desenvolver um olhar sensível sobre si mesmas e a construir narrativas visuais a partir de suas próprias vivências.

Na oficina de Audiovisual com celular, a cineasta Thaís Holandaapresentará técnicas de captação de imagem e som utilizando o celular, além de orientar as participantes sobre composição, exposição, produção e edição de vídeos. A proposta é demonstrar como os recursos disponíveis nos smartphones podem ser utilizados para criar conteúdos audiovisuais de qualidade.

Já a oficina de Lambe-Lambe será conduzida pela artista urbana Didi Colado, responsável pelas intervenções visuais do projeto. A atividade convida as participantes a experimentar a cidade como suporte artístico por meio da criação e da fixação de cartazes, explorando a arte urbana como ferramenta de expressão, ocupação dos espaços públicos e circulação de narrativas.

As oficinas são gratuitas e exclusivas para mulheres cis, mulheres trans e pessoas não binárias. Podem participar pessoas a partir de 18 anos. Jovens de 16 e 17 anos também poderão se inscrever, desde que acompanhadas por responsável legal.

Sobre o projeto

Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e coproduzido pela Pitanga e Rovit Filmes, Uma Mulher é Uma Mulher teve início com um processo de escuta e criação coletiva que culminou em uma exposição urbana instalada nas regiões administrativas do Guará, Águas Claras, Taguatinga e Vicente Pires. Ao longo do projeto, as histórias de Amanda Nery, Caju, Fernanda Torres, Flor Furacão, Issa Meguer, Joyce, Malinha e Jesus Feitosaganharam as ruas e as plataformas digitais, transformando suas trajetórias em símbolos de diversidade, representatividade e afirmação do feminino. Agora, ao compartilhar os conhecimentos construídos durante essa jornada, o projeto convida novas mulheres a ocuparem também os espaços da criação e da expressão artística.

Inscrições

🔗 Inscreva-se: https://www.umamulherprojeto.com.br/oficinas

Instagram@umamulher.pro

MinC e Vale lançam segunda edição do Rouanet nas Favelas com investimento de R$ 10 milhões para fortalecer a cultura nas periferias

Evento com a presença da ministra Margareth Menezes será no dia 30/06, às 19h30, no Palácio Capanema, no RJ

A ministra da Cultura, Margareth Menezes, lança na próxima terça-feira (30), no Rio de Janeiro, a segunda edição do programa Rouanet nas Favelas, iniciativa do Ministério da Cultura (MinC) que destinará, no mínimo, R$ 10 milhões para o fortalecimento da produção cultural em territórios de favela de todo o país.

Realizado em parceria com a Vale, o programa amplia o acesso aos recursos da Lei Rouanet e reafirma o compromisso do Governo do Brasil com a democratização do incentivo cultural, a valorização da diversidade e o reconhecimento das expressões artísticas, das memórias e dos saberes produzidos nas periferias brasileiras.

Nesta segunda edição, o Rouanet nas Favelas irá selecionar, no mínimo, 50 projetos culturais, com investimento de até R$ 200 mil por proposta, contemplando agentes culturais de oito localidades: Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Distrito Federal (DF), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), São Luís (MA), São Paulo (SP) e Vitória (ES).

Poderão ser inscritas iniciativas nas áreas de artes cênicas, música, artes visuais, audiovisual, humanidades, patrimônio cultural e museus, além de projetos transversais ligados à cultura afro-brasileira, cultura urbana, culturas tradicionais, infância e pessoas com deficiência.

Além da ministra, a cerimônia de lançamento contará com a presença da diretora de Investimento Social Privado e Cultural da Vale, Mariana Luz, do secretário-executivo do MinC, Márcio Tavares, do secretário de Fomento e Incentivo à Cultura, Thiago Rocha Leandro, além de autoridades, representantes do setor cultural e lideranças dos territórios de favela.

CREDENCIAMENTO DE IMPRENSA

Os jornalistas interessados em participar devem se cadastrar por meio deste linkaté às 11 da manhã do dia 30 de junho.

SERVIÇO
Lançamento do programa Rouanet nas Favelas 2
Data: 30 de junho (terça-feira)
Horário: 19h30
Local: Edifício Palácio Gustavo Capanema – Rua da Imprensa, 16, Centro – Rio de Janeiro (RJ)

Contagem regressiva: 10 motivos para colocar o Capital Moto Week na sua lista de festivais

Foto divulgação

Com mais de 100 shows, atrações internacionais, uma cidade temporária de 400 mil m² e 800 mil motociclistas de todo o mundo, o festival transforma Brasília na Cidade da Moto

A contagem regressiva para o Capital Moto Week 2026 começou! Faltam 30 dias para Brasília voltar a acelerar no ritmo do maior festival de motos e rock da América Latina. De 23 de julho a 1º de agosto, a Cidade da Moto abre seus portões para mais de 800 mil pessoas, 350 mil motos, 105 shows e atrações de diferentes partes do mundo. O CMW se transformou, ao longo de duas décadas, em muito mais do que um encontro de motociclistas: é um dos festivais mais singulares do país, que reúne música, turismo, aventura, gastronomia, cultura pop e experiências que dificilmente cabem em uma única definição.

Se você nunca foi, aqui estão 10 motivos para colocar o festival no radar:

1. Você não precisa ter moto para curtir
Embora o motociclismo seja o coração do evento, boa parte do público não chega pilotando. Famílias, turistas, fãs de rock, criadores de conteúdo, apaixonados por viagens e curiosos dividem espaço com motociclistas veteranos.

2. A Cidade da Moto é uma atração por si só
Imagine uma cidade temporária de 400 mil metros quadrados funcionando durante dez dias. O espaço reúne cinco palcos, restaurantes, bares, cinema a céu aberto, camping, motorhomes, roda-gigante, tirolesa, bungee jump e áreas de convivência espalhadas por toda a estrutura.

3. É a edição mais internacional da história
Entre os artistas de fora confirmados estão Nazareth, Eagle-Eye Cherry, Velvet Chains e Masters of Voices. O line-up também reúne nomes brasileiros como Barão Vermelho Encontro, Di Ferrero, GIANA, LVCAS, Marcelo Falcão, Matanza Ritual, Raimundos, Supla e Tihuana.

4. Serão mais de 100 shows
A programação terá mais de 105 apresentações distribuídas pelos cinco palcos do festival, reunindo desde clássicos do rock até artistas da nova geração.

5. Mais de 20 mil pessoas vivem dentro do festival
Durante o evento, milhares de participantes escolhem ficar hospedados no próprio complexo em áreas de camping e motorhomes, criando uma experiência semelhante à dos grandes festivais internacionais.

6. O passeio das motos parece cena de cinema
Um dos momentos mais aguardados acontece no último dia do festival, quando milhares de motociclistas cruzam Brasília em um desfile coletivo que transforma os monumentos da capital em cenário para uma das maiores celebrações da cultura biker do mundo.

7. É um encontro de tribos
Onde mais um fã de Nazareth, um criador de conteúdo e um motociclista que cruzou o país dividem a mesma mesa? No Capital Moto Week, rockeiros, viajantes, colecionadores, customizadores, aventureiros e fãs de música convivem no mesmo espaço. O resultado é um ambiente que mistura festival, convenção, viagem e experiência cultural.

8. Existe muito mais do que música
Além dos shows, o público encontra exposições, lançamentos de motos, ativações de marcas, gastronomia, experiências radicais e atrações para diferentes perfis de visitantes.

9. O festival tem DNA sustentável
O Capital Moto Week caminha para o quinto ano consecutivo com certificação Lixo Zero e é referência nacional em práticas sustentáveis aplicadas ao entretenimento.

10. É uma experiência difícil de comparar
Parte do sucesso do festival está justamente na mistura de elementos que normalmente não convivem no mesmo espaço: rock, turismo, aventura, motociclismo, cultura pop, lifestyle e senso de comunidade.

Por tudo isso, o Capital Moto Week se tornou muito mais do que um encontro de motociclistas. Para quem participa, a sensação é de entrar por alguns dias em um universo próprio, movido por música, liberdade e estrada!

Ingressos CMW 2026 | http://www.bilheteriadigital.com/capitalmotoweek
Motociclistas sem garupa e pilotando não pagam | Motos com garupa entram grátis de segunda a sexta-feira até as 18h e, aos sábados e domingos, até às 15h | Crianças de até 12 anos não pagam, desde que acompanhadas de seu responsável | Menores de 16 anos somente acompanhados de um responsável legal | Ingresso solidário, que garante desconto especial no valor da inteira, é concedido para quem levar agasalho ou 1kg de alimento não perecível | PCD tem acesso grátis e, se necessitar de acompanhante, este tem direito à meia-entrada | Pessoas com 60 anos ou mais têm direito à meia-entrada | Obrigatória apresentação de documento de comprovação válido de meia-entrada no momento do acesso.

Sobre o Capital Moto Week 2026
De 23 de julho a 1 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas, 350 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, proporciona uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 400 mil m². Além das centenas de shows, a programação inclui tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos. Os headliners desta edição serão: Nazareth (23.07), Masters of Voices e Velvet Chains (24.07), Di Ferrero e Lvcas (25.07), Eagle-Eye Cherry (26.07), Supla, Matanza Ritual e Raimundos (30.07), Marcelo Falcão e Tihuana (31.07) Barão Vermelho Encontro Formação Original (01.08). O CMW é certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono a cada ano, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.

SERVIÇO
Capital Moto Week 2026
Data: 23 de julho a 01 de agosto de 2026
Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF
Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek
Imprensa: (11) 99541-1710 | (61) 98112-2757
Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br

Juventude rural protagoniza inovação na agricultura familiar em feira nacional em Brasília

Divulgação

Evento promovido pela CONTAG reúne cerca de 180 jovens de todo o país para discutir tecnologias sociais, sucessão rural e desenvolvimento sustentável

A Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais Agricultores e Agricultoras Familiares (CONTAG) realiza, de 1º a 4 de julho, no Centro de Estudo Sindical Rural (CESIR), em Brasília (DF), a Tecendo Saberes: Feira de Inovação e Tecnologia Social da Agricultura Familiar. O evento é uma conquista da juventude rural que valoriza os conhecimentos dos povos do campo, da floresta e das águas, ao mesmo tempo em que fortalece a inovação e o protagonismo das novas gerações.

Representando milhões de trabalhadores e trabalhadoras rurais em todo o Brasil, a CONTAG atua há mais de seis décadas na organização e mobilização do meio rural, acumulando conquistas importantes em políticas públicas, direitos previdenciários e acesso à terra. Ao longo dessa trajetória, o movimento sindical fortaleceu espaços de luta e diálogo como o Grito da Terra Brasil, a Marcha das

Margaridas, o Festival da Juventude Rural e a Plenária Nacional da Terceira Idade e Pessoa Idosa. É nesse contexto que nasce a Feira Tecendo Saberes, como resposta a uma demanda histórica da juventude rural por espaços que valorizem seus conhecimentos, promovam intercâmbios de experiências e ampliem o acesso à inovação conectada à realidade dos territórios.

Durante quatro dias, jovens agricultores e agricultoras de todas as regiões do país participam de atividades formativas, trocas de experiências e diálogos cominstituições governamentais que desenvolvem pesquisa e inovação voltadas à agricultura familiar. A proposta é construir, de forma coletiva, caminhos para a sucessão rural com qualidade de vida, geração de renda e sustentabilidade.

A feira conta com o patrocínio do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA) e apoio do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) e da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS).

No sábado, 4 de julho, o evento abre suas portas ao público, com uma feira de produtos da agricultura familiar vindos de todos os estados brasileiros. A iniciativa aproxima a população urbana dos saberes e sabores do campo, promovendo a diversidade, a alimentação saudável e o consumo consciente.

Para a presidenta da CONTAG, Vânia Marques Pinto, a iniciativa reafirma o compromisso com o futuro da agricultura familiar. “A juventude rural é o presente e o futuro. E falar de futuro é garantir condições reais para que esses jovens permaneçam no campo por escolha, com qualidade de vida, renda e acesso à inovação. A Feira Tecendo Saberes é uma conquista construída com a juventude e para a juventude, com escuta e diálogo como base para o desenvolvimento de tecnologias que realmente atendam às suas necessidades”, destaca.

A secretária de Juventude Rural da CONTAG, Danilla Gonçalves, reforça que o evento vai além de uma programação técnica. “A feira é um espaço de encontro, formação e protagonismo. É onde os saberes populares dialogam com novas tecnologias e experiências inovadoras. Aqui, a juventude fortalece redes, amplia oportunidades e constrói caminhos concretos para melhorar a produção e a qualidade de vida no campo”, afirma.

A expectativa também mobiliza jovens participantes, como a agricultora Isabela Vitória Cazassa, de Sobrália (MG), produtora de açúcar mascavo. “Espero encontrar experiências e tecnologias que mostrem que é possível construir um futuro digno no meio rural. Quero conhecer formas de agregar valor à produção, gerar renda e fortalecer nossa permanência no campo. A sucessão rural depende de oportunidades, inovação, educação e valorização da nossa cultura”, relata.A Feira Tecendo Saberes reafirma o papel estratégico da juventude na construção de um modelo de desenvolvimento sustentável para a agricultura familiar, fortalecendo vínculos com os territórios e demonstrando que inovar também é valorizar os saberes que nascem no campo.

Programação

01 de julho (terça-feira)

17h – Abertura política

19h30 – Feira e atividades culturais

02 de julho (quarta-feira)

8h30 às 10h – Projeto político de sociedade de quem produz alimento, a vida e defende a democracia (Painel temático)

10h às 12h – Ciranda das Artes: oficinas e vivências pedagógicas

19h30 – Feira e atividades culturais

03 de julho (quinta-feira)

8h30 às 12h – Sucessão rural com bem viver e desenvolvimento rural sustentável e solidário (Oficinas temáticas)

14h às 18h – Metas e caminhos para a sucessão rural e sindical (Trabalho em grupo com os/as participantes)

19h30 – Feira e atividades culturais

04 de julho (sexta-feira)

8h30 às 12h – Feira da Agricultura Familiar com atividades culturais

10h às 11h – Oficina “Sabores da Terra: saberes que alimentam a vida” (aberta ao público)

Serviço

Evento: Tecendo Saberes: Feira de Inovação e Tecnologia Social da Agricultura

FamiliarData: 1º a 4 de julho de 2026

Local: Centro de Estudo Sindical Rural (CESIR) – SMPW Q 1 Conj. 2 – Brasília (DF)

Abertura ao público: 4 de julho, com feira de produtos da agricultura familiar de todo o Brasil

Distrito Federal institui Dia do Profissional da Música

Foto divulgação

Nova lei reconhece oficialmente uma cadeia produtiva e prevê ações permanentes de valorização da música local

O Distrito Federal passa a contar oficialmente com o Dia do Profissional da Música. A data, instituída pela Lei nº 7.905, sancionada em 11 de junho pela governadora Celina Leão, será celebrada anualmente em 1º de novembro e passa a integrar o Calendário Oficial de Eventos do DF.

A conquista é resultado de uma articulação iniciada há cerca de três anos pelo músico e produtor cultural Gustavo Ribeiro de Vasconcelos, idealizador de iniciativas como o Prêmio Profissionais da Música, a Feira da Música Independente, Prêmio Viraliza Brasília, Academia dos Profissionais da Música e o Prêmio Latino-Americano de Música.

A conquista é resultado de uma articulação iniciada há cerca de três anos pelo músico e produtor cultural Gustavo Ribeiro de Vasconcellos, idealizador de iniciativas como o Prêmio Profissionais da Música (PPM), a Feira da Música Independente (FMI) e o Prêmio Viraliza Brasília

A proposta começou a ser construída durante as cerimônias de entrega de moções de louvor promovidas na Câmara Legislativa como parte da programação do Prêmio Profissionais da Música. Os encontros, realizados a cada edição, homenageiam artistas, técnicos, produtores, educadores, pesquisadores, comunicadores, gestores culturais e outros profissionais que atuam em toda a cadeia produtiva da música.

Foi nesse contexto que Gustavo apresentou a ideia ao deputado distrital Gabriel Magno, autor do projeto de lei. Após três anos de diálogo e articulação, a proposta foi aprovada e transformada em lei.

Segundo Gabriel Magno, a iniciativa vai além da criação de uma data comemorativa. A legislação estabelece um compromisso permanente de valorização dos profissionais da música, estimulando a construção de políticas públicas voltadas ao fomento do setor, à preservação da memória e ao reconhecimento da contribuição desses trabalhadores para a cultura do Distrito Federal.

Hoje temos formalmente o Dia dos Profissionais da Música. Esses profissionais tiveram, têm e continuarão tendo um papel fundamental na preservação da cultura e na construção democrática do Distrito Federal“, destaca o parlamentar.

A nova legislação prevê a realização de ações de incentivo, apoio, descoberta de talentos, integração e reconhecimento dos profissionais da música, além da promoção de eventos relacionados à história, à cultura, à teoria e à prática musical e de homenagens a artistas, bandas e corporações musicais do Distrito Federal.

Para Gustavo Ribeiro de Vasconcelos, a criação da data representa um reconhecimento histórico para uma categoria frequentemente lembrada apenas por seus artistas mais conhecidos. “A música é construída por inúmeros que atuam nos palcos e nos bastidores. São músicos, compositores, arranjadores, produtores, técnicos de som, iluminadores, roadies, professores, jornalistas, fotógrafos, videomakers, pesquisadores, gestores culturais, profissionais do direito autoral, distribuidores e tantos outros trabalhadores que tornam possível a existência da música em nossa sociedade. Este reconhecimento é uma conquista coletiva.”

A instituição do Dia do Profissional da Música representa um marco para um segmento que gera emprego, renda, identidade cultural e bem-estar social, reforçando a importância de todos os profissionais que fazem a música acontecer.

Serviço

O quê: Instituição do Dia do Profissional da Música no Distrito Federal

Quando: Celebração anual em 1º de novembro

Lei: nº 7.905, de 11 de junho de 2026

Autor: Deputado Distrital Gabriel Magno

Abrangência: Inclusão da data no Calendário Oficial de Eventos do Distrito Federal