Brasília tem de melhor na Cultura, Entretenimentos, Arquitetura, Design e Decoração, Feiras, Cursos, Workshops, Seminários, Gastronomia, Vinhos, Cafés, Moda, Beleza…
A 2ª Mostra Extraordinária, em cartaz no Espaço Cultural Athos Bulcão da Câmara Legislativa do DF até 26 de dezembro, cumpre um papel que vai além da exibição artística. Ao ocupar um dos principais espaços de poder do Distrito Federal, a exposição leva à sociedade e às autoridades uma mensagem urgente sobre a necessidade de valorizar o trabalho essencial das catadoras de materiais recicláveis e de melhorar a infraestrutura de coleta seletiva.
A exposição revela a sensibilidade e a força criativa de mulheres da Central de Reciclagem do Varjão (CRV), que transformam resíduos em arte. No entanto, também joga luz sobre uma realidade crua: o descaso do poder público com a coleta seletiva. Como relatado pela própria cooperativa, o material chega ao galpão frequentemente prensado e misturado com lixo orgânico, resultado de um serviço de coleta que não prioriza a separação correta. Essa prática degradante dificulta o trabalho de triagem, reduz o valor de venda dos recicláveis e impacta diretamente a renda dessas famílias.
Ao trazer essa discussão para o coração do legislativo local, a Mostra se torna um poderoso instrumento de sensibilização. Ela evidencia a contradição entre um trabalho que é fundamental para a sustentabilidade urbana e a falta de suporte adequado para que ele seja realizado com dignidade e eficiência.
Mais do que apreciar as obras, a visita é um convite à reflexão sobre nossa responsabilidade coletiva e sobre a urgência de políticas públicas eficientes que apoiem de fato quem atua na ponta da cadeia da reciclagem.
A Mostra Extraordinária conta com realização dividida entre o Fundo de Apoio à Cultura do DF (FAC) e a Lei Paulo Gustavo, dois importantes mecanismos de fomento à cultura de igual peso e relevância para a concretização do evento.
Serviço:
Mostra Extraordinária – 2ª Edição
Local: Espaço Cultural Athos Bulcão – Foyer do Plenário – Câmara Legislativa do DF
Visitação: gratuita de 1º a 26 de dezembro de 2025
Horário: de segunda a sexta, das 9h às 19h
Classificação indicativa: livre para todos os públicos
Com 16 cursos e dois turnos diários, iniciativa deve capacitar centenas de mulheres até janeiro
A Caravana do Empreendedorismo Feminino desembarca em Ceilândia no dia 1º de dezembro, levando capacitação profissional, incentivo ao empreendedorismo e fortalecimento da autonomia financeira para mulheres a partir de 16 anos. A iniciativa, que percorre o Distrito Federal e cidades do entorno ao longo de um ano, promete transformar a realidade de quem busca qualificação e novas formas de geração de renda. As atividades seguem até 23 de janeiro, com aulas práticas e teóricas gratuitas.
Considerada uma das comunidades mais populosas e diversas do DF, Ceilândia será palco de uma programação intensa, com 16 cursos de curta duração, ministrados em turmas matutinas e vespertinas. A proposta é oferecer formação rápida e efetiva, permitindo que as participantes possam ingressar imediatamente no mercado de trabalho ou aperfeiçoar seus próprios negócios.
“Mais do que ensinar, queremos abrir portas”, destaca a presidente do Instituto OMNI
Para Elisângela Araújo, presidente do Instituto OMNI, organização responsável pelo projeto, o impacto da caravana vai além da aprendizagem técnica. “Nosso propósito é criar caminhos reais para que mulheres possam reinventar suas trajetórias. Cada formação oferecida representa uma chance de ampliar horizontes, adquirir independência financeira e fortalecer o protagonismo feminino dentro da comunidade”, afirma.
Cronograma completo dos cursos em Ceilândia
Os cursos possuem duração média de cinco dias, com turmas pela manhã e à tarde, conforme listado abaixo:
1 a 5 de dezembro
Barbearia – 08h às 12h
Cabeleireiro – 13h às 17h
Panificação – 08h às 12h
Confeitaria – 13h às 17h
8 a 12 de dezembro
Design de sobrancelhas – 08h às 12h
Extensão de cílios – 13h às 17h
Pizzaiolo – 08h às 12h
Marmitaria – 13h às 17h
12 a 16 de janeiro
Limpeza de pele – 08h às 12h
Maquiagem – 13h às 17h
Sorveteria – 08h às 12h
Vendas – 13h às 17h
19 a 23 de janeiro
Microagulhamento – 08h às 12h
Unhas em gel – 13h às 17h
Construção civil – 08h às 12h
Serviço
Caravana do Empreendedorismo Feminino – Etapa Ceilândia 📅 Data: 1º de dezembro a 23 de janeiro 📍 Local: Associação Brasília Inclusiva dos Direitos Sociais (ABIDS) – Setor M Sul, EQNM 5/7, Área Especial, Ceilândia Sul 📝 Inscrições:https://caravanadoempreendedorismo.com.br/ 🏢 Realização: Instituto OMNI 🤝 Apoio: Ministério da Cultura e Administração Regional de Ceilândia
A Black Friday acontece nesta sexta-feira, mas já tem fila na porta do Reciclagem Educacional, em Brasília. Estudantes e responsáveis chegaram cedo para garantir as vagas na mega promoção do cursinho, que chega a até 70%, segundo a coordenação, reúne as melhores condições de matrícula oferecidas em todo o ano letivo.
A dinâmica dos descontos segue uma lógica regressiva: as duas primeiras matrículas do dia recebem 70% de desconto, o maior percentual da campanha. Em seguida, o abatimento cai para 65%, diminuindo gradualmente ao longo das demais matrículas. Apesar da variação, o cursinho destaca que todas as ofertas desta sexta representam condições exclusivas e mais vantajosas do que as praticadas em qualquer outro período.
Tendência nacional
O movimento visto no Reciclagem acompanha uma tendência que vem ganhando força no setor educacional. Segundo levantamentos de mercado, instituições de ensino de diferentes segmentos de cursos livres a faculdades, têm aderido à Black Friday para elevar matrículas e reduzir a ociosidade das turmas. Nos últimos anos, grandes players do setor registraram aumentos expressivos na procura durante o período, impulsionados por descontos que podem superar 50% em algumas modalidades.
A estratégia, que antes era mais comum no varejo, agora se consolida como uma das principais ferramentas de captação na educação. Especialistas apontam que a data funciona como “portão de entrada” para novos alunos que esperam o mês de novembro justamente para garantir valores mais baixos.
Reciclagem Educacional
Endereço: Asa Sul Comércio Residencial Sul 512 Bloco C – Asa Sul, Brasília – DF, 70361-535
Nascido da energia pulsante da Escola Parque Anísio Teixeira, em Ceilândia, o espetáculo “Manual Antirracista” cresceu, ganhou o mundo e hoje se firma como uma experiência cênica potente produzidas no Distrito Federal. Criado em 2022 a partir de uma oficina de teatro escolar, o trabalho atravessou festivais, escolas públicas e ações pedagógicas, conquistando reconhecimento artístico e relevância social.
Agora, em temporada no Distrito Federal —, iniciada na Faculdade UnB Planaltina (FUP) em 24/11— o “Manual Antirracista” apresenta sessões gratuitas (via Sympla) em novembro e dezembro, circulando pelo Plano Piloto (Museu Nacional, dias 02 e 03/12) e Ceilândia (Céu das Artes, dia 08 e 09/12),oferecendo ações pedagógicas e celebrando o Mês da Consciência Negra.
O espetáculo surgiu quando professores e estudantes se debruçaram sobre temas como africanidades, empoderamento negro e luta antirracista. Cada turma criou cenas a partir de suas próprias vivências — sementes que, reunidas, deram origem à dramaturgia assinada por Alana de Azevedo, também diretora do grupo Epateatro. Segundo ela, “o Manual nasceu da voz dos alunos — dos desejos, inquietações e perguntas que eles queriam ver no palco”.
A criação se fortaleceu com estudo, pesquisa e vivência. O grupo leu “Pequeno Manual Antirracista”, de Djamila Ribeiro, explorou técnicas do Teatro do Oprimido e mergulhou em narrativas afro-brasileiras. O resultado é um espetáculo em quadros que aborda desde contos africanos e representatividade até violência racial, passando por memória, afeto e resistência.
Em cena, o público encontra uma mãe que ressignifica a autoestima da filha negra por meio das histórias dos orixás; relatos reais de racismo e violência atualizados a cada temporada; uma releitura afiada de Cinderela, em que a princesa é negra e enfrenta as sutilezas do racismo cotidiano; e uma síntese histórica das leis que feriram e das que fortaleceram o povo negro no Brasil. “O teatro virou nossa ferramenta de estudo, cura e denúncia — mas também de beleza, humor e futuro”, resume Alana.
Desde sua estreia, “Manual Antirracista” vem acumulando conquistas. Em 2023, levou os prêmios de Melhor Dramaturgia Original e Melhor Espetáculo no Festival de Teatro Estudantil Amador (FESTA). Em 2024, foi remontado com apoio do Edital Realize, alcançando 12 escolas públicas de Ceilândia. Em 2025, o projeto foi selecionado pelo Fundo de Apoio à Cultura da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (FAC/DF) para circular por três Regiões Administrativas. No mesmo ano, recebeu Menção Honrosa e o Troféu Destaque da Noite no 3º Prêmio Paulo Freire de Educação.
Agora, durante novembro e dezembro — mês da Consciência Negra — o espetáculo realiza seis apresentações gratuitas e ações pedagógicas em escolas públicas de todo o DF. Os ingressos serão disponibilizados no Sympla a partir de 20 de novembro.
SERVIÇO:
Manual Antirracista
Apresentações gratuitas – Novembro e Dezembro de 2025 Realização: Coletivo Epateatro Projeto selecionado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC/DF) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal
Datas e locais: • 02 e 03/12 – Escola Parque da 308 Sul (Plano Piloto) – sempre às 19h • 08 e 09/12 – CEU das Artes de Ceilândia – às 14h
Ingressos: gratuitos via Sympla Ações pedagógicas: realizadas ao longo do Mês da Consciência Negra em escolas públicas do DF Mais informações: Instagram oficial do grupo – @coletivoepateatro
No sábado (29), o Venâncio Shopping sediará a Jornada Notarial 2025 – “Proteger o Futuro é Planejar o Presente”, mutirão voltado à proteção pessoal e patrimonial para pessoas idosas. Das 10h às 16h, equipes dos Cartórios de Notas do Distrito Federal estarão no shopping oferecendo informações e esclarecimentos sobre um novo instrumento jurídico que permite ao idoso registrar, por escritura pública, quem será responsável por seus cuidados e por seus bens caso ele venha a perder a capacidade de decisão.
Trata-se de uma espécie de documento de confiança, em que a pessoa escolhe antecipadamente quem poderá ajudá-la no futuro. Esse registro, conhecido como escritura de autocuratela, passa a ser consultado obrigatoriamente pela Justiça quando houver necessidade de nomear alguém para cuidar da saúde e do patrimônio dessa pessoa. Tudo é feito em cartório e fica registrado em uma base nacional segura.
Durante o mutirão, os interessados poderão manifestar seu interesse em fazer a escritura, que posteriormente pode ser concluída diretamente em um Cartório de Notas ou pela plataforma digital e-Notariado (www.e-notariado.org.br). Os tabeliães lançarão cada ato em campo específico na CENSEC (Central Eletrônica Notarial de Serviços Compartilhados), que passa a ser referência obrigatória para os magistrados na definição do curador, medida que impede que pessoas idosas sejam entregues ao cuidado de alguém que não escolheram.
Para o presidente do CNB/DF, Geraldo Felipe de Souto Silva, a ação representa um importante instrumento de conscientização. “Os Cartórios levarão orientação diretamente às praças, ruas e centros comerciais do país, este ano com destaque à proteção do idoso, à atenção que devemos dar ao futuro e um alerta sobre garantir a segurança jurídica e o respeito à vontade enquanto podemos expressá-la com independência e autonomia”, afirma.
A novidade, regulamentada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), ganha relevância diante do crescimento da população idosa e também do aumento de casos de violência e golpes contra esse público. Entre 2020 e 2023, mais de 408 mil denúncias de maus-tratos foram registradas no país, além de outras 150 mil notificações feitas ao Disque 100 apenas nos primeiros meses de 2024.
A gerente de marketing do Venâncio Shopping, Rosângela Castro, destaca a importância de sediar uma ação como essa: “O Venâncio Shopping é um espaço de serviços e de cuidado com a comunidade. Receber um mutirão que facilita o acesso à informação e ajuda nossos idosos a planejarem o futuro com mais segurança é motivo de orgulho para nós. Queremos que o público se sinta acolhido e bem orientado.”
A Jornada Notarial 2025 conta com o apoio institucional da União Internacional do Notariado (UINL) e da Comissão de Assuntos Americanos (CAAm), órgãos internacionais do notariado, reforçando o comprometimento do Brasil com boas práticas globais de cidadania, segurança jurídica e dignidade da pessoa humana.
Sobre o CNB – Colégio Notarial do Brasil
O Colégio Notarial do Brasil – Conselho Federal (CNB/DF) é a entidade de classe que representa institucionalmente os tabeliães de notas do Distrito Federal. O CNB/DF é filiado à União Internacional do Notariado (UINL), entidade não governamental que reúne 89 países e representa o notariado mundial existente em mais de 100 nações, correspondentes a 2/3 da população global e 60% do PIB mundial.
Serviço: Jornada Notarial em Brasília (DF) Data: Sábado, 29 de novembro de 2025 Horário: das 10h às 16h Local: Venâncio Shopping – Piso 1
O cantor e compositor baiano Carlinhos Brown agitou o público com sucessos como ‘A Namorada’ e ‘Água Mineral’
Edição histórica foi encerrada neste sábado (22) com um público de 30 mil visitantes; shows, debates e homenagens marcaram o evento no Museu Nacional da República
O último dia do festival Consciência Negra 2025 reuniu 30 mil pessoas na área externa do Museu Nacional da República, coroando uma edição histórica que ultrapassou 100 mil visitantes ao longo dos três dias de celebrações. Consolidado como um dos maiores encontros de cultura afro-brasileira da capital, a festa foi realizada pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), em parceria com o Instituto Janelas da Arte, e contou com apoio da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). Mais uma vez, o evento manteve um ritmo intenso de atividades gratuitas, reunindo formações, apresentações musicais, cortejos, debates, vivências, moda, feira afro e atrações para todas as idades.
“Encerramos esta edição com mais de 100 mil pessoas ocupando os espaços do Museu Nacional da República e celebrando a potência da cultura afro-brasileira no Distrito Federal. Este festival mostra, na prática, que política cultural transforma vidas quando chega ao povo com qualidade, diversidade e respeito à ancestralidade. Ver famílias inteiras circulando, artistas afirmando suas histórias, pensadores debatendo os rumos do país e uma multidão vibrando com nossa música é o maior sinal de que estamos no caminho certo. E seguimos, mais fortes e mais comprometidos, para garantir que as próximas edições ampliem ainda mais esse legado, valorizem nossa criação negra e mantenham viva a memória que nos trouxe até aqui”, enfatizou o titular da Secec-DF, Claudio Abrantes.
Desde a abertura das atividades, o público circulou em grande número pela exposição Retratos, que manteve fluxo constante. As crianças lotaram novamente o Espaço Kids, desta vez com contação de histórias e oficina de instrumentos de percussão, que rapidamente se tornou uma das ações mais disputadas do dia. A Feira Kitanda reuniu empreendedores negros do DF, enquanto o espaço gastronômico Sabores do Quilombo acompanhou o público até o fim da programação.
A Tenda Muntu recebeu dois momentos marcantes. A roda “Ofó Mulher – O poder da palavra feminina” reuniu Cristiane Sobral, Nanda Fer Pimenta e Dandara Suburbana, mediadas por Andressa Marques, em um encontro potente sobre expressão, ancestralidade e protagonismo.
Na sequência, veio um dos pontos altos de todo o festival: o painel “História da Consciência Negra e Desafios Contemporâneos”, com o professor Nelson Inocêncio, a professora Mariléa de Almeida e Carla Akotirene. Além do debate — impulsionado pelas provocações de Akotirene —, o momento foi marcado pela emocionante homenagem à pioneira Dona Lydia Garcia, que recebeu no palco uma coroa dourada e foi ovacionada pelo público. Primeira professora de música da rede pública do DF e figura essencial do Movimento Negro, Dona Lydia emocionou ao relembrar sua chegada a Brasília em 1959 e sua trajetória múltipla como arte-educadora, militante, musicista e fundadora de coletivos como o Mulheres Negras Baobá.
No fim da tarde, a rampa do museu se transformou em passarela a céu aberto com o desfile Amarrações, do estilista e artista visual brasiliense Victor Hugo Soulivier. Referência em upcycling e arte têxtil, reconhecido por acervos como o do Instituto Marielle Franco e por representar o Brasil na Semana de Moda de Camarões em 2024, Soulivier levou à rampa do Museu Nacional uma coleção vibrante, marcada por ancestralidade, força estética e identidade, em um dos momentos mais fotografados do evento.
Paralelamente, o Palco Brasilidades pulsou com a energia de artistas do Distrito Federal — espaço que, fiel ao mote “Raízes que Conectam o Futuro”, revela vozes, trajetórias e caminhos da música preta brasiliense. A multi-instrumentista Pratanes abriu a noite com frescor e originalidade; em seguida, o Trem das Cores agitou o público com clássicos populares da música brasileira; e Thiago Kallazans encerrou a programação com um show dançante que levantou a plateia.
Na arena Dona Lydia, a noite começou com Carol Nogueira, seguida da potência de Dhi Ribeiro, veterana respeitada da música do DF. Marcelo Café encantou com um samba elegante, e Benzadeus transformou a arena em uma grande celebração, mantida pelo público até o último minuto da apresentação. Às 22h30, Carlinhos Brown entrou vestido de branco, saudando Brasília com carisma e entregando uma apresentação repleta de sucessos, de A Namorada e Água Mineral às canções dos Tribalistas. Nem a chuva dispersou a plateia, que cantou, dançou e respondeu às interações do artista. Encerrando a madrugada e todo o festival, o Psirico trouxe uma sequência de hits, incluindo Lepo Lepo e Mulher Brasileira, fechando a edição em clima de celebração.
O Festival da Consciência Negra encerra sua edição 2025 reforçando o impacto de políticas culturais afirmativas e a força da cultura afro-brasileira no DF. Conteúdos extras estão disponíveis no Instagram oficial do evento: @consciencianegradf.
*Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)
O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) vai realizar a Sessão Especial para apreciar as Contas do Governo do DF de 2024, nesta quarta-feira, dia 26 de novembro, às 11h, no Plenário da Corte.
O Relatório Analítico e Parecer Prévio (RAPP) relativo às Contas de 2024 traz dados importantes sobre a aplicação de recursos públicos em áreas estratégicas e essenciais, como saúde, educação, segurança, cultura, pesquisa, e proteção dos direitos das crianças e adolescentes. Durante a sessão, também serão revelados os avanços nessas áreas e os desafios enfrentados pela atual gestão.
A Corte ainda analisou os gastos com pessoal, o nível de endividamento, as despesas sem cobertura contratual, a arrecadação de tributos e as renúncias fiscais, o patrimônio do DF e muito mais! O exame foi realizado pela Secretaria de Macroavaliação da Gestão Pública do TCDF, sob a relatoria da desembargadora de contas Anilcéia Machado.
SERVIÇO Apreciação das Contas do Governo de 2024 Data: 26/11 (quarta-feira) Horário: 11h Local: Plenário do TCDF
Nesta quarta, dia 26, o Nicolândia, no Parque da Cidade, estará fechado ao público para receber 700 crianças das instituições de acolhimento do Distrito Federal. É o tradicional Natal da Fundação CDL, que este ano homenageia o empresário Álvaro José da Silveira, que foi presidente do Conselho Curador da Fundação CDL-DF e um dos mais entusiastas apoiadores da iniciativa.
A festa, que é realizada desde 2009, reunirá um número recorde de 700 crianças e adolescentes, além de 200 acompanhantes e quase 100 voluntários, que se revezam no cuidado com a turma, composta por crianças e adolescentes de 0 a 17 anos que vivem em situação de abrigo e acolhimento em instituições do Distrito Federal.
Além da distribuição de lanches (pipoca, sanduiches, refrigerantes e água) e do acesso livre a todos os brinquedos, a criançada ainda vai receber um kit completo de presente de Natal: roupa, sapato e brinquedo. Tudo foi organizado pela Fundação CDL, o braço social da Câmara de Dirigentes Lojistas do DF, com apoio de varejistas e de voluntários/as.
O ponto alto, claro, será a chegada do Papai Noel no carro do Corpo de Bombeiros, por volta de 16h30.
Caso tenha interessem em mais informações ou em realizar a cobertura da festa, por favor, ente em contato comigo (Regina) neste mesmo celular.
Para liberar a entrada das equipes, peço que me envie os nomes completos e o veículo, ok?
A presidente da Fundação CDL, Andrea Vasquez, e o presidente da CDL-DF, Eduardo Rodrigues, estão à disposição para entrevistas. Temos fotos do ano passado, caso precisem.
Natal Solidário da Fundação CDL mobiliza corrente de amor e solidariedade no DF
Os preparativos para a festa antecipada do Natal Solidário Álvaro José da Silveira da Fundação CDL/DF— uma celebração que há anos transforma o Natal de centenas de crianças em situação de vulnerabilidade no Distrito Federal— já começaram com ajuda de voluntários que estão em ação no segundo andar da Câmara de Dirigentes Lojistas, CDL-DF.
A festa será realizada no dia 26 de novembro, das 14h às 19h, no Parque Nicolândia, reunindo 700 crianças acolhidas e 200 acompanhantes de 13 instituições. Será uma tarde de alegria, brincadeiras e esperança, que contará com a presença do Papai Noel fazendo entrada triunfal no carro do Corpo de Bombeiros do DF!
Para tornar esse momento possível, replicando um modelo bem-sucedido de voluntariado e solidariedade, a Fundação CDL/DF reuniu um grupo de padrinhos e madrinhas responsáveis pela montagem dos kits de presentes, compostos por roupa, calçado e brinquedo.
“O Natal Solidário de 2025 é uma homenagem à memória do empresário Álvaro José da Silveira, que foi presidente do Conselho Curador da Fundação CDL-DF, e cuja trajetória inspira gestos de generosidade e compromisso com o próximo. Cada contribuição faz a diferença na vida dessas crianças e mantém viva a essência de solidariedade que marca nossa instituição”, destaca a presidente da Fundação CDL/DF, Andrea Vasquez.
Serviço Natal Solidário Álvaro José da Silveira (promovido pela Fundação CDL) Quarta-feira, 26 de novembro Chegada do Papai Noel em carro do Corpo de Bombeiros – 16h30 Das 14h às 18h30 Parque Nicolândia, Parque da Cidade, Brasília (DF)
Evento com oficinas, roda de conversa e pocket show celebra mais de 1.700 alunos contemplados e estimula o protagonismo juvenil por meio da arte e da música
O Projeto Capital Beats se prepara para encerrar com sucesso sua edição de 2025, celebrando a marca de mais de 1.700 alunos contemplados em escolas públicas do Distrito Federal. O evento de encerramento acontece nos dias 24 e 25 de novembro, no CEF Miguel Arcanjo de São Sebastião, e promete um encontro inspirador entre artistas e estudantes do ensino fundamental, reforçando o papel transformador da arte e da música na juventude.
A programação do dia 24 de novembro, das 7h15 às 17h, contará com oficinas de Produção Musical e Desenho Realista, atividades que têm marcado a trajetória do projeto. No dia 25, o destaque é a Roda de Conversa onde os alunos terão a oportunidade de compartilhar as experiências e os aprendizados conquistados ao longo do projeto. O debate será enriquecido pela participação de diversos artistas:
A artista visual Évelin Mendes;
Os rappers Rei do Cirurgia Moral, BellaDona, Rafael Ribeiro (do grupo Face Oculta) e Bruno Ukaue;
Um pocket show especial com as MCs Estelar e Naju.
Todos os participantes receberão certificação gratuita, reconhecendo o envolvimento e a dedicação nas atividades.
Arte, Música e Protagonismo
O Capital Beats, iniciativa financiada pelo FAC – Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal e produzida pela Bossy Entretenimentos, tem como missão ampliar o acesso à arte e à música nas escolas públicas do DF e estimular o protagonismo juvenil.
Pelo projeto, estudantes de escolas públicas participam, além das oficinas, da palestra “Música Contra a Violência nas Escolas”, que propõe uma reflexão fundamental sobre o respeito, a convivência e a importância da expressão artística como forma de transformação social.
Idealizado e apresentado pela produtora Esteffany Dii Paula, o projeto busca transformar a escola em um espaço de pertencimento, respeito e criatividade, demonstrando que a arte pode ser um poderoso instrumento de transformação social.
Desde seu início, em agosto de 2025, o Capital Beats já passou por instituições como o CEMAB e o CEM 05 de Taguatinga Norte; CEM 02 e CEF 02de Brazlândia, e o Centro Educacional Zumbi dos Palmares, em São Sebastião. O sucesso das ações tem despertado o interesse de novas escolas, que já manifestaram o desejo de receber o projeto em 2026.
Evento gratuito no Senado Federal reúne especialistas, governo e indústria para dialogar sobre os desafios e oportunidades da regulação e incorporação dos biossimilares no sistema de saúde brasileiro
No mês em que o Brasil celebra o Dia Nacional do Medicamento Biossimilar, instituído pela Lei 15.087/2025, o debate sobre o tema ganha força com a realização do Fórum Biossimilares no Brasil – Avanços Regulatórios e Sustentabilidade no Acesso. De coordenação e curadoria do Instituto Brasileiro de Ação Responsável em parceria com o Governo Federal, Congresso Nacional, Iniciativas Privadas e Terceiro Setor o evento – que acontece no dia 4 de dezembro, no Senado Federal, em Brasília – propõe uma reflexão sobre o papel estratégico dos biossimilares na ampliação do acesso a terapias biológicas, na sustentabilidade do sistema de saúde e no fortalecimento do mercado de biossimilares no país.
Nos últimos anos, o país tem avançado de forma significativa no campo regulatório, especialmente com as atualizações promovidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que modernizaram o processo de registro e criaram um ambiente mais previsível e inovador para o desenvolvimento e a produção desses medicamentos. Para Edilamar Teixeira, diretora da área de Saúde do Ação Responsável, “os biossimilares representam um marco na evolução da biotecnologia e no acesso equitativo a tratamentos de alta complexidade. Pesquisas e debates como este Fórum são essenciais para garantir a segurança, eficácia e sustentabilidade dessas terapias no Brasil”.
Um medicamento biossimilar é uma versão altamente semelhante a um medicamento biológico de referência já aprovado, desenvolvido após o fim da patente do produto original. Assim como o medicamento de referência, o biossimilar é seguro, eficaz e passa por rigorosas avaliações das agências reguladoras. A principal diferença está no processo de produção: como os medicamentos biológicos são feitos a partir de organismos vivos e possuem estruturas muito complexas, não é possível criar uma cópia idêntica, mas sim uma versão equivalente, com pequenas variações que não afetam seu desempenho clínico.
Uma boa analogia é pensar em uma chave original e outra feita por um serralheiro: ambas abrem a mesma porta, embora apresentem pequenas diferenças. Da mesma forma, os biossimilares cumprem a mesma função terapêutica que os biológicos de referência. O avanço e a ampliação desses medicamentos no mercado trazem um importante benefício social – tornar os tratamentos biológicos mais acessíveis e disponíveis para um número cada vez maior de pessoas.
Portanto, o evento se estabelece como um ponto de convergência entre ciência, regulação e políticas públicas, promovendo o diálogo entre governo, indústria, academia e profissionais de saúde. A construção coletiva de conhecimento e confiança sobre os biossimilares é o caminho para fortalecer modelos de acesso sustentável, capazes de equilibrar inovação, qualidade e eficiência econômica no sistema de saúde brasileiro.
De acordo com Clementina Moreira Alves, presidente do Instituto Brasileiro de Ação Responsável, eventos como esse incentivam o debate e democratizam o acesso ao conhecimento sobre o tema. “O Fórum reafirma o compromisso do Instituto em promover debates qualificados que contribuam para o avanço da saúde pública, o fortalecimento da inovação e a sustentabilidade no país. É um espaço de troca e construção de soluções que impactam diretamente a vida da população”, pontua.
O Fórum Biossimilares no Brasil – Avanços Regulatórios e Sustentabilidade no Acesso acontece no dia 4 de dezembro, quinta-feira, das 9h às 14h, no Senado Federal. O acesso é limitado, e os interessados podem se inscrever gratuitamente neste link.
Especialista explica por que proteger apenas o logotipo ou o nome pode deixar o negócio vulnerável e ensina como garantir segurança jurídica e valorização da marca
Registrar uma marca vai muito além de escolher um nome bonito e criar um logotipo. Por trás de cada identidade visual está a necessidade de garantir proteção jurídica e exclusividade no uso. O problema é que muitas empresas acreditam que o registro do logotipo já protege o nome, e esse é um dos equívocos mais comuns entre empreendedores, segundo a advogada e especialista em propriedade intelectual Izabella Souto, da SR Marcas e Patentes. “A marca nominativa protege apenas o nome, enquanto a figurativa protege apenas o símbolo. São registros distintos, com finalidades diferentes, e ambos são essenciais para quem quer ter segurança sobre o próprio negócio”, explica.
Izabella pontua que o registro nominativo é o que confere ao empreendedor o direito de usar o nome da marca em qualquer estilo gráfico, fonte ou cor, sem depender do logotipo. Já o registro figurativo protege o desenho, símbolo ou elemento visual (aquele que faz a marca ser reconhecida de imediato). “Quando uma empresa registra apenas o logotipo, por exemplo, ela continua desprotegida quanto ao nome. Isso significa que outra pessoa pode registrar o mesmo nome em outra tipografia e ter prioridade sobre ele. O ideal é que ambos sejam registrados, garantindo proteção completa, ou seja, blindar a marca”, detalha.
A especialista lembra que, em casos de disputa judicial, o registro nominativo costuma ter mais força de impedimento. Por isso, ela recomenda uma estratégia de proteção que inclua tanto a forma nominativa quanto a figurativa — e, se possível, também a marca mista, que une nome e símbolo em um único registro. “Esse cuidado evita dores de cabeça e até prejuízos financeiros. É comum vermos empreendedores que investiram em identidade visual, site e redes sociais e depois precisaram trocar tudo porque outra marca já tinha o registro do nome. É como ter que recomeçar o negócio do zero”, alerta Izabella Souto.
Para ela, o registro não é apenas uma formalidade burocrática, mas uma ferramenta de valorização do negócio. “O processo no INPI é acessível, especialmente para pequenos empreendedores, que têm desconto de 50% nas taxas e prioridade de análise em alguns casos. Mais do que uma questão legal, o registro é um investimento em segurança, credibilidade e futuro. Uma marca protegida é um ativo e pode valer tanto quanto o produto que ela representa”, conclui.
Dicas da especialista: passo a passo para proteger sua marca de forma completa.
Registre o nome e o símbolo separadamente. O logotipo não protege o nome, e o nome não protege o logotipo. Faça ambos os registros: nominativo (nome) e figurativo (símbolo), para ter cobertura total.
Verifique se o nome é realmente exclusivo. Antes de investir em identidade visual, faça uma pesquisa de anterioridade no INPI para garantir que a marca está disponível e tem potencial de aprovação.
Aposte na marca mista se estiver em dúvida. Combinar nome e símbolo em um único registro pode aumentar as chances de deferimento quando há risco de conflito com outras marcas.
Pense na expansão do seu negócio. Mesmo que sua empresa seja pequena hoje, registre a marca considerando possíveis novos produtos ou serviços. Isso evita ter que refazer o processo no futuro.
Aproveite os incentivos do INPI. Microempreendedores e pequenos empresários têm até 50% de desconto nas taxas de registro. Startups ainda contam com prioridade de análise, acelerando o processo.
Consulte um especialista. Uma consultoria preventiva de marca ajuda a identificar riscos e definir a melhor estratégia para proteger sua identidade visual e jurídica desde o início.
Sobre a SR Marcas e Patentes — Com mais de 30 anos de atuação, a SR Marcas e Patentes é referência em consultoria e assessoria no registro de marcas, patentes, direitos autorais, desenhos industriais e softwares junto aos órgãos oficiais. A empresa auxilia empreendedores e criadores a transformar suas ideias em ativos protegidos e valorizados.
No dia 17 de novembro, Carlos Fonseca promove uma reunião inédita entre descendentes brasileiros e africanos de Francisco Olympio, um dos “retornados” narrados pelo autor na obra finalista do Prêmio Jabuti Acadêmico
Em pleno mês da Consciência Negra, uma história que atravessa o Atlântico e mais de um século ganha um novo capítulo no Rio de Janeiro. No dia 17 de novembro, o jornalista, diplomata e escritor Carlos Fonseca organiza, no auditório da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), uma videoconferência que deve reunir, pela primeira vez, dois ramos da mesma família separados pela escravidão e pelo retorno à África: os descendentes de Francisco Olympio da Silva.
Finalista do Prêmio Jabuti Acadêmico em 2025, o livro “Os retornados”, de Carlos Fonseca, recupera a saga de milhares de escravizados libertos que, ao longo do século XIX, deixaram o Brasil e formaram comunidades brasileiras no litoral africano. Entre eles está Francisco Olympio da Silva, nascido na Bahia, que por volta de 1850 embarcou para a África em navio da família Cerqueira Lima, conhecida pelo tráfico de escravizados.
Segundo a tradição oral, Francisco teria se dedicado inicialmente ao próprio comércio de escravizados até meados da década de 1860. Pressionado pela presença da marinha inglesa, abandona o tráfico e passa ao comércio de bens e à agricultura. Nesse momento, rompe simbolicamente com o passado: deixa o sobrenome Silva, associado ao tráfico negreiro, e passa a usar apenas Olympio.
Sua trajetória se desdobra em dezenas de netos – entre eles, Sylvanus Epiphânio Olympio, que décadas depois se torna o primeiro presidente do Togo e figura central na independência do país. Em janeiro de 1963, Sylvanus é assassinado em um golpe de Estado, levando parte da família ao exílio em países vizinhos, como Gana e o Benim. Em 1962, ele chegou a ser fotografado ao lado do presidente francês Charles de Gaulle, símbolo do protagonismo político alcançado por aquela família de origem brasileira.
A história dos Olympio é uma entre tantas dos chamados “retornados”: libertos que decidiram deixar o Brasil em busca de suas origens, de melhores oportunidades ou fugindo da perseguição em um país que apenas começava a emancipar seus cativos. Ao se instalarem em áreas costeiras, criaram comunidades que hoje se espalham por Gana, Nigéria, Benim e Togo, onde traços culturais brasileiros seguem vivos na arquitetura, na culinária e em festejos como o carnaval e a dança da burrinha, embalados por cantigas em português.
Apesar do vínculo afetivo com o Brasil, a maioria desses retornados perdeu o contato com parentes que ficaram deste lado do Atlântico. Até recentemente, só se conheciam três famílias com ramos conectados entre Brasil e África: Da Rocha, Alakija e Bamboxê Martins, com presença sobretudo na Nigéria e na Bahia. A pesquisa de Carlos Fonseca em “Os retornados” revelou um quarto caso: os Olympio do Togo teriam descendentes vivendo hoje no Rio de Janeiro.
A tradição oral do ramo brasileiro – que já não carrega o sobrenome Olympio – conta que Francisco teria deixado parentes na Bahia, que mais tarde migraram para a então capital do Império. Gerações depois, esses descendentes seguem interessados em reconstruir sua história e vêm tentando, sem sucesso, estabelecer contato com os parentes africanos.
Esse encontro inédito deve, enfim, acontecer no dia 17 de novembro. A videoconferência, organizada por Carlos Fonseca com a colaboração de membros dos dois ramos, reunirá do lado brasileiro parentes no auditório da ABI, no Rio de Janeiro, para acompanhar em tempo real o diálogo com os descendentes africanos de Francisco Olympio.
Em um mês dedicado à reflexão sobre racismo, memória e identidade negra, o encontro entre os dois lados da família Olympio vai além da emoção do reencontro. Ele concretiza, na tela de uma videoconferência, o que “Os retornados” revela em suas páginas: a história ainda pouco conhecida de brasileiros que voltaram à África, deixaram marcas profundas em sociedades de lá e mantêm laços invisíveis com o Brasil – laços que agora começam a ser reatados, nomeados e celebrados.
Sobre o livro
Em “Os retornados”, Fonseca combina rigor documental e narrativa envolvente para resgatar memórias muitas vezes silenciadas, oferecendo uma nova perspectiva sobre a diáspora brasileira e seus desdobramentos históricos. “Ao reconstituir a história dos retornados brasileiros na África, Carlos Fonseca produziu uma obra de beleza e fôlego ímpares. É ao mesmo tempo um documentário, um registro histórico e uma belíssima e competente reportagem, resultado de mais de vinte anos de viagens, entrevistas, pesquisas e convivência próxima com a maioria dos personagens que povoam este livro (…) Essa fascinante e surpreendente história preenche as páginas desta obra escrita com maestria, que prende, seduz e encanta os leitores da primeira à última linha” – Laurentino Gomes, autor do best-seller 1808.
Sobre o autor
Carlos Fonseca é diplomata e escritor. Com uma carreira marcada pelo interesse em relações internacionais, memória e diáspora africana, desenvolveu um extenso trabalho de pesquisa para escrever Os Retornados. A obra marca um importante passo em sua trajetória como autor e é fruto de anos de investigação histórica e entrevistas em países africanos de língua francesa e inglesa.
Serviço: “Os Retornados”, de Carlos Fonseca
Editora: Record, disponível nas principais livrarias físicas e plataformas digitais
Gênero: História/Narrativa jornalística
Temas: Diáspora africana, pós-escravidão, identidade, cultura afro-brasileira, Brasil-África
Previsto para o dia 27 de novembro, no Teatro dos Bancários, evento espera reunir um público de 400 pessoas para falar sobre temas variados, de forma instigante e inspiradora
O jornalista e empresário Flávio Resende é um dos nomes confirmados como palestrantes no TEDx Brasília, um dos maiores eventos virais do mundo – que inspira o público por meio de palestras curtas e potentes. O evento está previsto para o próximo dia 27 de novembro, às 19h30, no Teatro dos Bancários.
Com o tema “O sentido por trás do voluntariado”, Flávio pretende trazer sua experiência com projetos e ações de impacto social, nos últimos dez anos, provocando o público para uma ampliação da consciência.
“Participar de um evento como o TEDx é um presente, principalmente quando a proposta é levar uma mensagem de esperança para o público, num mundo que anda tão carente de notícias e caminhos positivos possíveis”, afirma o jornalista.
Além de ancorar um podcast e diversas colunas em veículos impressos sobre impacto e voluntariado, Flávio Resende acumula uma vasta experiência com projetos sociais. Foi por três anos voluntário do CVV (Centro de Valorização à Vida); integrou diversos grupos na Comunhão Espírita de Brasília com ações voltadas pra crianças, idosos, pessoas em situação de vulnerabilidade social e famílias carentes; participou de missão humanitária para a África; criou um braço social em sua agência – o Proativos do Bem -, ofertando serviços de comunicação gratuitamente à organizações que não podem pagar por isso; e hoje integra um coletivo de pessoas que compõe o Instituto Regenera Hub, com projetos voltados para a regeneração do ser, das relações e dos biomas.
A importância do TEDx
Será uma sessão única com gravação ao vivo das apresentações, no formato consagrado das TED Talks: palestras curtas, diretas e memoráveis que, depois, são compartilhadas nos canais oficiais do programa. A curadoria e a organização são do jornalista Rafael Souza, sob licença oficial do TED.
O TEDxBrasília tem como tema “Brasília – a reinvenção do Brasil” e parte do entendimento de que a fundação de nossa capital representou uma virada de chave na construção da identidade brasileira. Projetada para ser símbolo de futuro, Brasília tornou-se ponto de convergência de culturas, sotaques, saberes e modos de vida de todas as regiões do país — e também de diversos lugares do mundo. Dessa mistura nasceu a cultura candanga: uma identidade única, formada por pessoas que vieram de todos os cantos para construir não apenas uma cidade, mas um novo modo de pensar o Brasil. O evento irá destacar essa diversidade criativa por meio de palestras com artistas, cientistas, inovadores, empreendedores e pensadores que são símbolos dessa identidade e da potência contemporânea do país.
SERVIÇO:
O que: TEDxBrasília
Onde: Teatro dos Bancários (Entrequadra 514/515 Sul)
Sobre o TED e o TEDx – O TED é uma organização sem fins lucrativos dedicada a espalhar ideias que merecem ser espalhadas. O TEDx é o programa de eventos independentes, organizados localmente sob licença do TED, que compartilham a mesma missão com curadoria própria e foco em ideias. O TEDxBrasília é organizado de forma independente, seguindo as diretrizes oficiais do programa.
Projeto percorre municípios levando atendimento veterinário e inclusão social
O Castra Ride abriu inscrições para um novo ciclo de castrações gratuitas de cães e gatos. A ação é voltada principalmente para tutores idosos, pessoas com deficiência física, autistas e mães atípicas, com o objetivo de controlar a população de animais, estimular a guarda responsável e melhorar o bem-estar animal em toda a Região Integrada de Desenvolvimento (RIDE).
As inscrições devem ser realizadas online, pelo site castraride.com.br. O agendamento das cirurgias será feito pela própria equipe do projeto, que disponibilizará 60 castrações por município. Cada tutor, identificado por CPF, poderá inscrever apenas um animal.
O Castra Ride passará por diversas cidades do entorno, como Águas Lindas, Cocalzinho, Santo Antônio do Descoberto, Planaltina de Goiás e Novo Gama. As inscrições ficam abertas durante todo o mês de novembro.
O projeto conta com o apoio da Federação Brasiliense de Protetores do Bem-estar Animal e do Instituto Social Integrado (ISI), organizações que atuam na promoção da proteção animal e da inclusão social na região.
Evento de Premiação da Olimpíada Nacional de Eficiência Energética reúne estudantes, professores, famílias e autoridades para celebrar educação, ciência e sustentabilidade
Brasília recebe no início de novembro a Semana Olímpica da Olimpíada Nacional de Eficiência Energética (ONEE) 2025, promovida pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e coordenada pelo Instituto Abradee e distribuidoras de energia elétrica de todo o país.
A iniciativa faz parte do encerramento e celebração da ONEE2025 que mobilizou mais de 300 milalunos e 15 mil professores de todas as regiões do Brasil desde agosto em uma programação dinâmica, que inclui atividades formativas, desafios em formato de games e provas interativas.
Na primeira fase, os alunos participaram de desafios gamificados, aprendendo, de forma lúdica, sobre eficiência energética. Já na segunda etapa, realizaram uma prova objetiva.
Na Semana Olímpica, destacam-se eventos importantes: na terça-feira (4), os melhores colocados de cada Estado e Distrito Federal viajam para Brasília com tudo pago, na quarta-feira (5), a realização do desafio final pelos alunos vencedores de cada estado na sede da ANEEL e que vai definir o grande vencedor nacional, que será anunciado na cerimônia de premiação na quinta-feira (6), no Estádio Mané Garrincha, com a presença de autoridades públicas e do setor elétrico, incluindo o diretor-geral da ANEEL, Sandoval Feitosa, o senador Wellington Fagundes, o Deputado Maurício Carvalho, o presidente da Abradee, Marcos Madureira e o CEO do Grupo CPFL Energia, Gustavo Estrella.
A cerimônia nacional de premiação da ONEE 2025 vai consagrar os estudantes vencedores de cada estado com suas medalhas de ouro, além da entrega dos notebooks para os primeiros colocados de cada estado e vales-presente! Como incentivo extra, todos os medalhistas garantem classificação automática para a 2ª fase da Olimpíada Nacional de Ciências (ONC) 2026, sem precisar disputar a etapa inicial. A medida reforça o caráter integrador da competição e amplia as oportunidades acadêmicas para os jovens talentos.
Além dos alunos, a ONEE 2025 também vai homenagear os três melhores professores do país, os educadores responsáveis por orientar estudantes premiados e os 20 primeiros colocados de cada região do Brasil. Os docentes tiveram acesso a benefícios exclusivos, como curso gratuito com certificado de 40 horas, materiais pedagógicos alinhados à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), suporte especializado e lives de mentoria. Os destaques ainda concorrem a prêmios de até R$15 mil em vale-presentes na plataforma Viva!, reforçando o reconhecimento e a valorização do papel do professor na formação das novas gerações.
“Cada medalha entregue aqui simboliza não só o talento e a dedicação dos estudantes, mas também o empenho dos professores e o incentivo das famílias. É graças a esse apoio que os jovens chegam tão longe, e reconhecer esse esforço é fundamental para fortalecer a educação e a cidadania. Esse é um trabalho coletivo, que mostra como a educação se fortalece quando a escola e a comunidade caminham juntas.”, destaca Sandoval Feitosa.
“A Semana Olímpica da ONEE é a celebração do conhecimento e da dedicação de milhares de estudantes de todo o Brasil. Reconhecê-los em Brasília é valorizar o futuro do país. Queremos que cada aluno sinta a dimensão dessa conquista, porque ela é, de fato, grandiosa. Cada medalha simboliza esforço, inovação e o compromisso com um Brasil mais sustentável. A ONEE comprova que é possível unir educação, ciência e sustentabilidade em um único projeto, capaz de transformar não apenas a vida dos jovens premiados, mas também a realidade das comunidades em que vivem”, ressalta Marcos Madureira.
Desafios e atividades educativas
Na terça-feira (5), os 27 alunos finalistas da competição participarão do desafio final para definição do campeão nacional. Paralelamente, pais e professores têm atividades dedicadas, incluindo palestras e visitas, com o objetivo de aproximar famílias e educadores da temática de eficiência energética.
A programação busca estimular o aprendizado sobre consumo consciente, uso eficiente de recursos e o impacto ambiental da geração de energia, reforçando o papel da educação como ferramenta transformadora.
Premiação e cerimônia no Estádio Mané Garrincha
Na quarta-feira (6), o Estádio Mané Garrincha se transformará no palco da premiação, com espaço personalizado. O evento contará ainda com almoço e tour pelo estádio. A cerimônia será transmitida ao vivo pelos canais oficiais da ANEEL e Abradee no YouTube, permitindo que todo o país acompanhe a celebração.
SOBRE ONEE:
Realizada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), por meio do Programa de Eficiência Energética, e coordenada pelo Instituto Abradee, ligado à Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), a iniciativa conta este ano com a RGE, distribuidora de energia do grupo CPFL, como empresa proponente. Ao todo, 48 concessionárias de energia elétrica participam da olimpíada, cobrindo todo o território nacional. As provas e desafios que compuseram a competição foram realizados entre 6 e 10 de outubro, abordando temas como consumo consciente, uso eficiente de recursos energéticos e o impacto ambiental da geração de energia.
Serviço: Semana Olímpica da ONEE 2025
Prova final dos alunos finalistas Data: terça-feira, 5 de novembro de 2025
Local: ANEEL – Brasília (DF)
Cerimônia Nacional de Premiação Data: Quinta-feira, 6 de novembro de 2025 Horário: a partir das 10h
Local: Estádio Mané Garrincha — Brasília (DF) Transmissão ao vivo: Canais oficiais da ANEEL e Abradee no YouTube
Mês da Consciência Negra guia a programação com histórias, oficinas, desenho ao ar livre e um grande dia de jogos para todas as idades.
No mês do Dia Nacional da Consciência Negra, o Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) e o Rolê Cultural – Educativo CCBB convidam o público a viver a arte como encontro, memória e futuro compartilhado. A programação costura vivências que celebram matrizes africanas e afro-brasileiras, da oralidade quilombola às Abayomi, das canções de África ao jogo como linguagem. E se estende por visitas, oficinas, contações e ações ao ar livre. A entrada é gratuita e os ingressos podem ser retirados pelo site ingressos.ccbb.com.br ou presencialmente na bilheteria do CCBBBrasília.
Bebês e suas famílias ganham espaço afetivo com a História Contada para Bebês, que transforma histórias em experiências: As crianças exploram e interagem com os elementos das narrativas, através de peças coloridas com diferentes texturas que convidam ao toque, ao olhar curioso e à escuta. E na Oficina Sensorial para Bebês – Pequenos Construtores, o público mirim é convidado a criar construções tridimensionais com peças feitas de diferentes madeiras brasileiras. As atividades são gratuitas, a duração é de 30 minutos, a capacidade é para 10 crianças e seus acompanhantes por sessão, sempre na sala do Educativo.
Outra atração é a Oficina de Bonecas Abayomi, uma tradição de matriz africana que transforma retalhos em afeto por meio de amarrações simples. Além de exercitar a criatividade e a coordenação, a proposta apresenta a Abayomi como símbolo de solidariedade, fortalecendo vínculos e valorizando saberes ancestrais. A atividade é gratuita, a duração é de 1 hora, a capacidade é para 20 participantes por sessão, sempre na sala do Educativo.
Quem prefere o traço encontra o Dia de Rolê: Desenho ao Ar Livre, com materiais como lápis e carvão, o público é convidado a explorar diferentes pontos de vista para registrar arquitetura e natureza. Não precisa ter experiência: é uma vivência aberta a todos, unindo expressão, contemplação e diversão. Apenas no dia 16 de novembro, de 13h às 17h, a partir de 11 anos.
A ludicidade toma conta da área externa no Dia de Rolê: Jogo, Arte e Imaginação, com criações que atravessam palavras, imagens e pertencimento. Com jogos diversos, o público pode se divertir para construir, conhecer e criar novas formas de brincar. Apenas no dia 22 de novembro, de 13h às 17h, na área externa, com classificação livre.
Em Rolê Temático – Territórios e Afetos a equipe de mediadores oferece uma visita mediada quepropõe um olhar sensível a respeito da arte e da arquitetura do CCBBBrasília. Aos sábados, domingos e feriados, às 15h, o público é convidado a conhecer obras de arte presentes nos prédios doCCBB, para refletir sobre arquitetura, cultura e meio ambiente.
A programação contempla ainda visitas mediadas às exposições e ao teatro, com opção de visitas agendadas, para grupos e com interpretação em LIBRAS, contações de histórias (inclusive musicalizadas), espaços lúdicos com jogos e leitura, oficinas artísticas, atividades sensoriais para bebês e estações interativas de criação. Além das atividades para o público, o programa disponibiliza transporte gratuito para escolas públicas que realizarem agendamento de visitas. O projeto é patrocinado pelo Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).
Visitas escolares O Educativo oferece visitas mediadas para grupos escolares, universitários e instituições por meio de agendamento, de terça-feira a sexta-feira. Há disponibilidade de transporte gratuito para escolas públicas. Antes das visitas, os professores recebem um material educativo, que deixa a experiência ainda mais completa. Conduzidas por educadores do Rolê Cultural, as visitas promovem o diálogo e a troca de saberes, a partir das características de cada grupo. O agendamento é gratuito e pode ser feito pela plataforma Mediato Conecta: conecta.mediato.art.br.
Acessibilidade A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van – De quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.
Programação completa:
Rolê na Exposição Voltada para escolas e grupos, a visita é um convite ao olhar coletivo com escuta, troca e reflexão sobre as obras, os artistas e os conceitos presentes nas exposições. Escolas públicas podem ter transporte gratuito para as visitas. Data: Terça a sexta-feira: às 9h, 10h, 10h30, 14h, 15h e 19h. Sábados, às 9h. Os horários de 9h, 14h e 15h são duplos, permitindo agendamento de 88 pessoas. Duração: 1h30 Capacidade: 44 pessoas Classificação: Livre Ponto de encontro: Sala do Educativo Agendamento: conecta.mediato.art.br
Rolê Espontâneo Aberta ao público e sem necessidade de agendamento, essa atividade acontece de hora em hora e propõe mediações interativas adaptadas às diferentes faixas etárias, promovendo diálogos sensíveis com as exposições em cartaz. Data: Terça-feira a domingo, das 10h às 19h (de hora em hora) Duração: 1h Capacidade: 30 pessoas Classificação: Livre Ponto de encontro: Balcão do Educativo
Rolê Temático Territórios e Afetos Aberta ao público e sem necessidade de agendamento. Visita com foco em arte e arquitetura. No mês do aniversário do CCBB, o Rolê Cultural oferece uma visita às obras de arte e aos jardins do CCBB, para refletir sobre arquitetura, cultura e meio ambiente. Após a visita, os participantes são convidados a interagir com um “mapa afetivo e poético” do Plano Piloto e seu entorno. Data: Sábados, domingos e feriados, às 15h
Duração: 1h Capacidade: 30 pessoas Classificação: Livre Ponto de encontro: Balcão do Educativo
Rolê com LIBRAS Semanalmente os encontros dinâmicos e acessíveis aproximam pessoas surdas e ouvintes por meio da arte e da cultura. A cada edição, o público vivencia uma atividade diferente, como visitas às exposições, jogos teatrais, narrações de histórias ou jogos de mesa, sempre com um intérprete de LIBRAS. Data: Sextas-feiras, às 16h Duração: 1h Capacidade: 25 pessoas Classificação: Livre Ponto de encontro: Sala do Educativo
Sala do Rolê Cultural
O público encontra dois espaços dedicados à diversão e ao conhecimento.
O Espaço Jogos reúne jogos de mesa vindos de diferentes partes do mundo, com propostas que vão dos tradicionais aos contemporâneos, sempre conectados a linguagens artísticas, promovendo experiências lúdicas e criativas.
Já o Espaço Leitura é um ambiente acolhedor, repleto de livros infantis, almofadas e estantes coloridas, que convida as crianças a mergulharem no universo da imaginação e do prazer da leitura.
Data: Terça-feira a domingo, de 9h às 20h30. Classificação: Livre Ponto de encontro: Sala do Educativo
História Contada
Com trilha sonora ao vivo, Contar e Cantar Histórias de África une música e narrativa para encantar crianças e famílias. Ao som de pandeiro, percussão e violão, um repertório de canções conduz o público por universos da arte e da literatura. A equipe do Rolê Cultural apresenta personagens e histórias da tradição oral de países como Moçambique, Congo e Angola, matrizes que têm forte influência na identidade brasileira. Cada conto é uma experiência em que a música se entrelaça à palavra, despertando imaginação, brincadeira e a escuta de saberes ancestrais.
Data: Sábados, domingos e feriados, às 15h Duração: 1h Capacidade: 150 pessoas Classificação: Livre Ponto de encontro: Área externa, próximo ao Casulo
Visita-espetáculo Uma Coleção de Arte Brasileira
Apresentação teatral em formato de passeio pela Coleção de Arte Banco do Brasil, com cenas e músicas que dialogam com obras de Di Cavalcanti, Djanira, Rubem Valentim, Athos Bulcão e Tomie Ohtake. O público é convidado a observar, interpretar e refletir sobre a presença e significado da arte no cotidiano. Data: Sábados, domingos e feriados, às 11h (com retirada de ingressos). Sextas-feiras, 11h, exclusivo para grupos agendados pela plataforma Conecta. Duração: 1h Capacidade: 30 pessoas Classificação: Livre Ponto de encontro: Balcão do Educativo Agendamento: conecta.mediato.art.br
Dia de Rolê: Jogo, Arte e Imaginação Com os artistas do Coletivo Zebra5, o público poderá brincar e conhecer jogos como Abstratus – Esculturas de Palavras, o lançamento do Jogo da Coleção de Arte BB e Poemas Passageiros. Os participantes são convidados a criar, imaginar e dialogar entre diferentes linguagens da arte. Entre conversas, risos e descobertas, a ludicidade conduz experiências estéticas e simbólicas para todas as idades. Em novembro, o acervo também ganha mais uma novidade, o Jogo das Heroínas, uma criação exclusiva do Educativo que cria narrativas ao combinar cartas ligadas à ancestralidade africana no Brasil, valorizando o protagonismo feminino, a imaginação e o senso de pertencimento.
Data: Apenas no sábado (22/11), de 13h às 17h Classificação: Livre
Ponto de encontro: Área externa
Espaço Conexão
O Espaço Conexão é uma estação interativa pensada para estimular a criatividade, a experimentação e o diálogo com os conteúdos das exposições. Nele, o público é convidado a explorar livremente equipamentos lúdicos, como painéis montáveis, quebra-cabeças, mural para intervenção com desenhos e outros dispositivos interativos. Um local de encontro, invenção e troca, onde aprender é brincar e criar.
Data: Terça-feira a domingo, de 9h às 20h30 Classificação: livre Ponto de encontro: Vão Central
História Contada para Bebês
Para bebês de 0 a 3 anos acompanhados de seus responsáveis, esta contação sensorial transforma histórias em experiência: peças coloridas e com diferentes texturas convidam ao toque, ao olhar curioso e à escuta. As crianças exploram e interagem com os elementos das narrativas. Em novembro, mês da Consciência Negra, os livros selecionados trazem narrativas ligadas ao tema, estimulando imaginação, identidade e pertencimento.
Data: Sábados, domingos e feriados, às 10h Duração: 30 minutos Capacidade: 10 crianças + acompanhantes Classificação: De 0 a 3 anos Ponto de encontro: Sala do Educativo
Oficina Sensorial para Bebês – Pequenos Construtores
Pequenos Construtores convida bebês e famílias a criar construções tridimensionais com peças feitas de diferentes madeiras brasileiras. Em um ambiente acolhedor, cores, texturas, formas e aromas despertam a curiosidade e a coordenação, enquanto adultos e crianças exploram e inventam juntos. Uma vivência sensorial e cultural que transforma o brincar em descoberta.
Data: Sábados, domingos e feriados às 10h30 Duração: 30 min Capacidade: 10 crianças + acompanhantes Classificação: De 0 a 3 anos Ponto de encontro: Sala do Educativo
Oficina Pintura Cores da Terra
Nesta vivência, a força da oralidade quilombola inspira a criação de tintas naturais. Com pigmentos de diferentes terras, os participantes poderão colorir imagens de histórias transmitidas de geração em geração. Um encontro sensorial que articula olhar, escuta e memória com cheiros, texturas e sonoridades ancestrais.
Data: Sábados, domingos e feriados às 14h e 17h Duração: 1h Capacidade: 20 pessoas Classificação: A partir de 6 anos Ponto de encontro: Sala do Educativo
Oficina de Desenho de Observação – Natureza Morta Oficina prática de desenho a partir de composições com objetos. Por meio de exercícios guiados, os participantes exploram observação, proporção, noções de volume e perspectiva, aguçando o olhar para detalhes. Ao longo do processo, cada pessoa é estimulada a imprimir sua própria personalidade nos traços, transformando a observação em criação.
Data: Terça-feira a domingo, às 19h Duração: 1h Capacidade: 20 pessoas Classificação: A partir de 8 anos Ponto de encontro: Sala do Educativo
Oficina Bonecas Abayomi
Nesta oficina, os participantes aprendem a confeccionar bonecas Abayomi, tradição de matriz africana que transforma retalhos em afeto por meio de amarrações simples. Além de exercitar a criatividade e a coordenação, a proposta apresenta a Abayomi como símbolo de solidariedade, fortalecendo vínculos e valorizando saberes ancestrais. Data: Sábados, domingos e feriados, às 13h e 16h Duração: 1h Capacidade: 20 pessoas Classificação: A partir de 10 anos Ponto de encontro: Sala do Educativo
Dia de Rolê: Desenho ao Ar Livre
Venha desenhar as paisagens do CCBB! Em um espaço preparado pelo Rolê Cultural, com materiais como lápis e carvão, o público é convidado a explorar diferentes pontos de vista para registrar arquitetura e natureza. Não precisa ter experiência: é uma vivência aberta a todos, unindo expressão, contemplação e diversão.
Data: Apenas no domingo (16/11), de 13h às 17h Classificação: A partir de 11 anos
Ponto de encontro: Área externa
Rolê no Teatro e Rolê no Cinema Escolas e demais instituições podem agendar um passeio cultural ao teatro e ao cinema acompanhadas de mediadores.
Data: conforme programação do CCBB. Confira o evento disponível emconecta.mediato.art.br
Duração: 1h
Capacidade: conforme espaço e evento em cartaz
Classificação: conforme a classificação de cada evento em cartaz Ponto de encontro: Sala do Educativo Agendamento e programação: conecta.mediato.art.br
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa EducativoCCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Serviço:
Rolê Cultural – Educativo do Centro Cultural Banco do Brasil
Centro Cultural Banco do Brasil – Distrito Federal
No próximo sábado, 1º de novembro, o Casapark participa da Campanha de Vacinação Antirrábica do Distrito Federal. Com um posto de vacinação instalado no estacionamento da Cobasi, das 9h às 17h, a meta é vacinar mil animais de estimação.
Podem ser imunizados cães e gatos com mais de 90 dias de vida, incluindo fêmeas prenhes ou em fase de amamentação. A única contraindicação é para animais doentes ou debilitados.
Não é necessário agendamento — basta levar o animal de estimação ao local.
Cerimônia Aconteceu em Viena, Áustria, cidade considerada a capital mundial da Música Clássica
O maestro Cláudio Cohen, regente da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Claudio Santoro, foi designado Embaixador da Paz. A nomeação aconteceu em Viena, Áustria, na última semana. O título de Embaixador da Paz é concedido a personalidades que, por meio da arte, da educação, da diplomacia ou da ação social contribuem de forma concreta para a construção de uma cultura de paz.
Além das habilidades como maestro, Cohen é reconhecido internacionalmente por exercer um papel social de inclusão por meio da música em diversos países. Esse reconhecimento é um símbolo mundial de compromisso com os valores universais de diálogo, solidariedade e cooperação entre os povos, princípios que inspiram a missão da Universal Peace Federation (UPF), organização com status consultivo junto ao Conselho Econômico e Social das Nações Unidas (ECOSOC) que concede a nomeação. Pelé é um dos brasileiros que também recebeu esse seleto reconhecimento.
“Receber essa distinção em Viena, cidade símbolo da música e da diplomacia, foi um momento de profunda emoção e reflexão. A arte é uma das mais poderosas linguagens da paz, capaz de unir corações e nações em harmonia. A todos que compartilham comigo esta jornada, deixo minha gratidão sincera. Que cada gesto, cada som e cada palavra possam continuar servindo à causa maior da paz e da fraternidade humana”, disse o maestro Claudio Cohen.
Com cursos gratuitos voltados ao mercado digital, iniciativa vai atender 640 pessoas em situação de vulnerabilidade social no DF
A inclusão digital acaba de ganhar reforço no Distrito Federal. O Projeto Aceleratech chega às regiões administrativas de Santa Maria e Recanto das Emas com o objetivo de promover capacitação tecnológica, estimular o empreendedorismo e ampliar o acesso à educação digital em comunidades com altos índices de vulnerabilidade social.
A ação é fruto de uma parceria entre o Governo do Distrito Federal, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI-DF), e o Instituto Bem Viver DF. Ao todo, 640 pessoas serão beneficiadas: 240 na modalidade presencial e 400 na modalidade online.
Serão oferecidos três cursos com duração de duas semanas cada, totalizando cerca de dois meses e meio de formação em cada localidade. As capacitações incluem:
– Informática Básica e Intermediária para o Mercado de Trabalho
– Design Gráfico
– Editor Mobile (voltado ao uso de aplicativos móveis)
O conteúdo foi desenvolvido para contemplar desde iniciantes até quem busca aprimorar habilidades para atuar de forma mais competitiva no mercado de trabalho. Uma das novidades é a reserva de 10% das vagas para pessoas idosas, promovendo também a inclusão etária. Se essas vagas não forem preenchidas, elas serão abertas ao público geral.
A primeira etapa do projeto acontece em Santa Maria, entre 3 de novembro e 1º de dezembro, no Centro Empresarial de Santa Maria, localizado na CL 116 Lote K, Santa Maria Norte (ao lado da Panificadora Raiz do Trigo). Em seguida, o Aceleratech segue para o Recanto das Emas, onde será realizado entre 2 de dezembro e 2 de janeiro.
Para a presidente do Instituto Bem Viver DF, Samara da Silva, o projeto Aceleratech é uma ferramenta essencial para ampliar a cidadania digital nas periferias.
“Nosso propósito é transformar realidades por meio do conhecimento. Sabemos que o domínio das ferramentas tecnológicas é essencial para qualquer profissão hoje, e queremos que mais pessoas, especialmente das comunidades periféricas, tenham a oportunidade de se capacitar, empreender e conquistar autonomia econômica”, afirmou.
A metodologia dos cursos prioriza atividades práticas e acessíveis, com foco na aplicabilidade dos conteúdos. O projeto se alinha às políticas públicas de formação profissional, inovação e geração de renda, reforçando o papel da tecnologia como vetor de transformação social e desenvolvimento local.
Serviço Projeto Aceleratech Data: Santa Maria – entre 3 de novembro e 1º de dezembro; Recanto das Emas – 2 de dezembro e 2 de janeiro. Local em Santa Maria: Centro Empresarial de Santa Maria, localizado na CL 116 Lote K. Inscrições pelo WhatsApp: (61) 98200-0429 Realização: Instituto Bem Viver DF Apoio: Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (SECTI-DF)
Lançamento de “Cadernos do Patrimônio Imaterial Brasileiro – Construindo Saberes” reúne mestres da cultura, roda de conversa e apresentação da Congada de Catalão
No próximo dia 25 de outubro, o Museu Nacional da República, em Brasília, será palco de um encontro marcante entre memória, arte e identidade. O espaço recebe o lançamento da coleção “Cadernos do Patrimônio Imaterial Brasileiro – Construindo Saberes”, um conjunto de publicações que homenageia as manifestações culturais que formam o Brasil profundo.
Fruto de quase dez anos de pesquisa de campo, a coleção é uma realização do projeto Filhos da Terra – Diversidade e Cultura e reúne doze cadernos inspirados na obra O Povo Brasileiro, de Darcy Ribeiro, com registros feitos pelo fotógrafo Eraldo Peres. Cada volume mergulha em uma das matrizes formadoras do país, como:
• Sertões – sobre vaqueiros, tropeiros e tradições do interior;
• Costa Atlântica – dedicada às culturas litorâneas e suas conexões com o mar;
• Mineração – que percorre os caminhos históricos da exploração mineral e suas expressões culturais;
• Povos da Mata – focada nos modos de vida e espiritualidade das comunidades da floresta.
Com uma abordagem que une fotografia, etnografia visual e inventário participativo, os cadernos revelam celebrações, rituais e práticas tradicionais que moldam os saberes populares em diferentes regiões do Brasil. “Estar com os mestres e brincantes em seus territórios e celebrações me faz entender que fotografar é também um gesto de reconhecimento e valorização da cultura popular brasileira”, afirma Peres.
Mais que um lançamento editorial, o evento será uma celebração do patrimônio imaterial brasileiro. A programação inclui apresentação cultural, roda de conversa e troca de saberes com os próprios protagonistas das manifestações registradas. A abertura será marcada pela apresentação do grupo Moçambique Mamãe do Rosário, da cidade de Catalão (GO), representante da tradicional Congada. Em seguida, autores, pesquisadores, educadores e mestres da cultura popular participarão de uma roda de conversa sobre os processos de escuta, documentação e salvaguarda desses saberes.
Sobre o projeto
Reconhecido nacionalmente, o projeto Filhos da Terra foi finalista do Prêmio Rodrigo Melo Franco, concedido pelo IPHAN, e selecionado pelo Edital Lab BNDES+ Patrimônio Cultural. Inspirado nos Brasis de Darcy Ribeiro, o projeto desenvolve uma cartografia visual das culturas populares brasileiras, construindo um acervo único e sensível sobre as raízes culturais do país.
A coleção será distribuída de forma dirigida e gratuita àsinstituições públicas de educação e cultura, e também estará disponível para acesso digital no site oficial do projeto – www.filhosdaterra.org .
Sobre Eraldo Peres
Eraldo Peres é fotojornalista e produtor cultural. Nascido no Rio de Janeiro e radicado em Brasília desde a infância, trabalhou em importantes jornais, revistas e agências de notícias nacionais e internacionais. Desde 1996, dedica-se a projetos como FÉsta Brasileira e Filhos da Terra, voltados à documentação fotográfica e audiovisual do patrimônio imaterial brasileiro.
Seus trabalhos foram reconhecidos em premiações como o Nikon Photo Contest International (1996 e 2000/21), o Humanity Photo Awards (2006 e 2009), promovido pela UNESCO na China, além de menção honrosa no World Press Photo (2008). É diretor do Festival Mês da Fotografia e atua como curador de exposições e livros de fotografia.
SERVIÇO
Lançamento da coleção Cadernos do Patrimônio Imaterial Brasileiro – Construindo Saberes
Museu Nacional da República – Auditório 2, Brasília (DF) 25 de outubro de 2025 (sábado) A partir das 15h Participação especial do grupo de Congada Moçambique Mamãe do Rosário (Catalão – GO) Evento gratuito e aberto ao público
Programação:
• 15h30 – Abertura cultural com o grupo Moçambique Mamãe do Rosário
• 16h00 – Roda de conversa com autores, educadores, pesquisadores e mestres da cultura popular
• 17h00 – Nova apresentação artística do grupo convidado
Três episódios revelam histórias e sabores que fazem da gastronomia popular um patrimônio da cidade
A gastronomia de rua de Brasília ganha destaque na série documental Sabores de Rua, apresentada pelo chef Gil Guimarães, um dos nomes mais respeitados da cena gastronômica da capital e produzido pela Life Studios. Composta por três episódios de 20 minutos, a produção mergulha na diversidade, nos sabores e nas histórias que fazem da comida de rua um patrimônio cultural vivo do Distrito Federal.
O projeto tem como objetivo valorizar os empreendedores e chefs locais, dar visibilidade à gastronomia popular e mostrar como os sabores que nascem nas calçadas, feiras e mercados refletem a identidade múltipla e acolhedora de Brasília. Em cada episódio, o público é conduzido por uma jornada sensorial que mistura temperos, afetos e memórias, revelando personagens que fazem da comida de rua uma verdadeira expressão cultural.
A importância do projeto é apresentar para Brasília a cultura culinária de rua e mostrar como é a feita a construção social através da comida. “O ápice de toda cultura é o que a gente come e as nossas relações. A comida consegue mostrar qual é a nossa construção, os ingredientes locais e todo o nosso amor por algum preparo e, consequentemente, o amor por uma pessoa“, afirma Breno Araujo Oliveira, diretor-presidente da CEDHuC.
Sabores de Rua convida o espectador a olhar com atenção para as pessoas que transformam ingredientes simples em experiências únicas, mostrando como suas trajetórias se entrelaçam com a própria história da cidade. De barraquinhas tradicionais a novos formatos de negócio, da Ceilândia ao Lago Norte, a série percorre o Distrito Federal de ponta a ponta. A jornada busca revelar as delícias e as histórias que dão o verdadeiro sabor à capital.
Com distribuição gratuita, o documentário promove o acesso democrático à cultura e busca fomentar o reconhecimento da gastronomia de rua como um elemento essencial da identidade brasiliense — um encontro entre tradição, criatividade e resistência.
Sobre a Comissão Especial de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania (CEDHuC)
Atua em solo nacional e internacional na proteção dos direitos humanos. A organização se dedica a reduzir a desigualdade e combater todas as formas de discriminação.
Suas atividades incluem a realização de cursos, eventos e projetos para a população menos favorecida de Brasília e outros estados. Além de prestar serviços de utilidade pública a pessoas em vulnerabilidade social, com base na Constituição e em pactos internacionais.
Sobre a Life Studios
Especializada em comunicação e audiovisual, a Life Studios nasceu em 2019 com a proposta de levar conhecimento e entretenimento de ponta ao público. Em um mundo cada vez mais conectado por ideias e valores, a produtora se destaca por criar e produzir histórias autênticas, capazes de gerar identificação e inspirar novas conexões.
De setembro a dezembro, em Brazlândia, Ceilândia, Cruzeiro, Estrutural e Taguatinga, os Centros de Convivência vão pulsar cultura, alegria e memória. Serão semanas nas quais a literatura irá se misturar às cantigas populares e a imaginação vai costurar novas formas de estar no mundo. Em cada região, como toda ciranda que se abre em roda, o projeto vai se despedir com espetáculos literários onde os participantes se tornam protagonistas da cena.
Mais que um projeto cultural, Cirandas e Histórias na Terra das Memórias é um manifesto contra o silêncio e o isolamento. No coração da vida, o tempo é um grande bordado. Os fios se entrelaçam em lembranças, cantigas e afetos que moldam quem somos.Quando chegam os anos mais vividos, é comum que alguns desses fios pareçam se soltar — os amigos que se vão, os encontros que rareiam, as memórias que às vezes se dispersam no vento — , mas a vida insiste em florir, e a memória, quando cultivada, renasce em novas cores e sentidos.
Segundo Simone Carneiro, do Grupo Paepalanthus, o projeto Cirandas e Histórias na Terra das Memórias nasce para que pessoas idosas do Distrito Federal transformem lembranças em poesia, bordem seus afetos em narrativas e redescubram a alegria de compartilhar histórias.
“Cirandas e Histórias na Terra das Memórias é a celebração da velhice como etapa plena da vida, digna de respeito, escuta e valorização, é a lembrança de que o tempo não apaga, ele transforma”, diz. “Cada memória, quando compartilhada, se torna raiz e flor, terra fértil para que novas histórias nasçam”, completa Simone.
Ciranda de Vozes – Mais do que oficinas, o projeto é uma ciranda de vozes, na qual cada palavra dita ou ouvida se torna remédio contra o esquecimento, um gesto de afeto, uma centelha de vida.
Estudos já mostraram que a contação de histórias, as rodas de conversa, a leitura e as artes manuais ajudam a manter viva a mente e o coração. Cada encontro do projeto será espaço de partilha e cuidado: narrativas orais, versos criados e recitados, livros artesanais, bordados que contam histórias, costuras que unem gerações.
Fica o convite para que você que chegou ao grupo dos 60+ participe, gire a ciranda que entrelaça gerações, guardando o ontem e iluminando o amanhã.
Ciranda e Histórias na Terra das Memórias é realizado pelo Instituto Cultural Casa de Autores em parceria com o Grupo Paepalanthus e conta com o fomento do Ministério da Cultura (MinC).
CRONOGRAMA:
Brazlândia – 22/09 à 22/10 – segundas e quartas-feiras – matutino e vespertino, no CECON.
Ceilândia – 27/10 à 03/12 – segundas e quartas-feiras – matutino, no CECON SUL.
Cruzeiro – 01/10 à 11/12 – quartas-feiras – vespertino, na Associação Paz e Amor do Cruzeiro velho e quintas-feiras – vespertino, no Grupo Fraternidade, Cruzeiro Novo.
Estrutural – 25/09 à 25/11- terças e quintas-feiras – matutino, no CECON.
Taguatinga – 23/09 à 9/12 – terças-feiras – vespertino, no CECON Mozart Parada.
A ação incentiva a doação de mechas de cabelo em troca de cortes gratuitos de 21 a 24 de outubro
O Pátio Brasil Shopping será palco do projeto “Corte e Compartilhe”, uma iniciativa da Conexão Eventos & Soluções em parceria com o Senac-DF, com patrocínio do UniEuro e do Instituto Brasal, em apoio ao Outubro Rosa. De 21 a 24 de outubro de 2025, a Loja Rosa, localizada no 2º piso do shopping, estará preparada para receber quem deseja viver um momento de beleza e solidariedade.
Durante os quatro dias de ação, quem quiser dar uma repaginada no visual com cabeleireiros do Studio HK e convidados, poderá fazê-lo de uma forma muito especial: doando mechas de cabelo para a confecção de perucas destinadas a mulheres em tratamento contra o câncer, atendidas pela Rede Feminina do Hospital de Base.
A iniciativa não exige agendamento prévio e o atendimento é feito por ordem de chegada. Basta comparecer à Loja Rosa, no 2º piso, cortar e doar. Como critério, as mechas devem ter, no mínimo, 10 centímetros de comprimento. Além do corte e da doação, cada participante é convidada a contribuir com um kit de higiene pessoal (escova e pasta de dente, sabonete), que será entregue a pacientes em tratamento oncológico. O atendimento será feito das 10h às 14h e das 15h às 19h.
“Ficamos muito felizes em receber pela segunda vez o projeto ‘Corte e Compartilhe’, que já foi um sucesso no ano passado. Ações como esta são muito importantes para mobilizar as pessoas a ajudarem uma causa tão relevante”, afirma Carolina Strazer, Gerente de Marketing do Pátio Brasil Shopping.
O “Corte e Compartilhe” é uma ação que une solidariedade, empatia e esperança. Ao doar parte do próprio cabelo, cada participante oferece também autoestima e acolhimento a quem enfrenta o câncer, mostrando que gestos simples podem transformar vidas. “A iniciativa reforça a importância do apoio emocional durante o tratamento, mobiliza a comunidade em torno de uma causa nobre e estimula o cuidado com o próximo”, explica Silvana Vilela, organizadora da campanha.
Evento de abertura para convidados
Para celebrar o início da ação, será realizado no dia 20 de outubro, no espaço do Senac-DF, localizado no Pátio Brasil Shopping, um coquetel exclusivo para convidados, com uma aula-show especial ministrada por chefs do Núcleo de Gastronomia do Senac DF. O evento marcará oficialmente o lançamento da segunda edição do projeto e homenageará todos os parceiros e apoiadores desta corrente de solidariedade.
Cortes para doação – Projeto Corte e Compartilhe
Local: Loja Rosa – Piso P2 – Pátio Brasil Shopping
Data: 21 a 24 de outubro
Horário dos cortes para doação: De 10h às 14h e das 15h às 19h.
Serviço Pátio Brasil Shopping
Endereço: SCS Quadra 07 – Bloco A – Asa Sul
Telefone: (61) 2107-7400
Horário de funcionamento:
Lojas: Segunda a sábado, 10h às 22h / Domingos, 13h às 19h.
Alimentação: Segunda a sábado, 10h às 22h / Domingos, 12h às 20h.
Sempre um Papo recebe Eliana Alves Cruz e Paulo Scott em debate sobre literatura e antirracismo
O projeto Sempre um Papo promove mais um encontro especial no Teatro da CAIXA Cultural Brasília reunindo dois dos mais relevantes escritores da literatura brasileira contemporânea: Eliana Alves Cruz, que lança o romance “Meridiana” (Companhia das Letras), e Paulo Scott, autor de “Marrom e Amarelo”, que apresenta sua nova obra, “Direito Constitucional Antirracista” (Editora Revista dos Tribunais). O jornalista Matheus Leitão fará a mediação do debate.
O encontro acontece no dia 15/10, quarta-feira, às 19h30. A entrada é gratuita, num patrocínio da CAIXA/ Governo Federal e apoio cultural da Emgea, via Lei Rouanet do Ministério da Cultura. A classificação indicativa é 14 anos, e os ingressos ficam disponíveis uma hora antes do início do evento.
No encontro, a conversa se debruça sobre as urgências do presente a partir da literatura e da crítica social. “Meridiana”, novo livro de Eliana Alves Cruz, entrelaça memória, afetos e ancestralidade para narrar resistências e silenciamentos que moldaram o Brasil. Já “Direito Constitucional Antirracista”, de Paulo Scott, propõe uma reflexão contundente sobre como a prática jurídica pode e deve enfrentar o racismo estrutural, articulando teoria, militância e vivências.
“Meridiana”, de Eliana Alves Cruz
“Meridiana” narra, com prosa ao mesmo tempo leve e precisa, a ascensão social de uma família negra — com o sonho de sair da favela e ingressar na classe média encarnado nos personagens Aurora e Ernesto, que desejam criar filhos “prósperos, exemplares e respeitados pela melhor sociedade” — e o alcançam. A autora apresenta múltiplas perspectivas: cada membro da família (mãe, pai, filhos e filha) relata sua própria trajetória em primeira pessoa, revelando como cada vivência faz parte de uma travessia singular. Ao entrelaçar essas vozes, Eliana Alves Cruz constrói um retrato caleidoscópico e sensível das tensões e conquistas de três gerações de um Brasil negro marcado por desigualdades, mas também pela possibilidade de passagem, reconhecimento e continuidade.
“Direito Constitucional Antirracista”, de Paulo Scott
Nesta obra ensaística, Paulo Scott convida o leitor a olhar o direito constitucional brasileiro sob uma perspectiva racial crítica e transformadora. Utilizando um diálogo transdisciplinar que atravessa Direito, Sociologia, Psicologia e Literatura, o autor defende o Protocolo para Julgamento com Perspectiva Racial 2024, instituído pelo Conselho Nacional de Justiça, como um marco normativo essencial na consolidação de uma tutela de direitos mais inclusiva e equitativa. O livro ilumina as complexidades do racismo sistêmico e traça caminhos inovadores para seu enfrentamento jurídico e social, tornando-se leitura indispensável para profissionais do Direito, acadêmicos e qualquer pessoa interessada na construção de uma justiça social efetiva.
Eliana Alves Cruz nasceu no Rio de Janeiro e se tornou uma das vozes mais potentes da ficção brasileira recente. Autora de “Água de Barrela” (Prêmio Oliveira Silveira da Fundação Palmares), “O Crime do Cais do Valongo”, “Nada Digo de Ti, que em Ti não Veja” e “Solitária”, ela tem sua obra marcada pela investigação histórica e pela valorização da memória afro-brasileira.
Paulo Scott, escritor gaúcho radicado no Rio de Janeiro, é autor de romances, ensaios e poesia. Seu livro Marrom e Amarelo foi finalista do Prêmio Jabuti e venceu o Prêmio Machado de Assis da Biblioteca Nacional, tornando-se referência ao abordar o racismo e as complexidades das identidades no Brasil. Além da literatura, atua como advogado e professor, integrando de forma crítica sua experiência no campo jurídico ao debate público.
Matheus Leitão, o mediador da conversa, Matheus Leitão, é especializado em jornalismo investigativo pela Universidade de Berkeley, na Califórnia. Em 23 anos de carreira como jornalista, trabalhou em diversos veículos de imprensa, como Correio Braziliense, Folha de S.Paulo, Rádio Globo e Portal G1. Atualmente, é colunista da revista Veja. Venceu as mais importantes distinções de jornalismo da América Latina como os prêmios Esso, Embratel, Vladimir Herzog e o SIP, da Sociedade Interamericana de Imprensa. É também autor do livro “Em nome dos pais” (Editora Intrínseca), que deu origem ao documentário homônimo exibido pela HBO.
Sempre um Papo na CAIXA em 2025
Ao longo de 2025, o Sempre um Papo, trouxe ao Teatro da Caixa Brasília alguns dos nomes mais expressivos da literatura e do pensamento contemporâneo, em encontros onde estiveram presentes Itamar Vieira Jr., Ailton Krenak, Bianca Santana, Fabricio Carpinejar, além da mesa especial com Ana Maria Gonçalves e Valter Hugo Mãe, e a participação extraordinária de Jamil Chade. A programação segue com José Miguel Wisnik, em 1º de outubro, e logo depois com Paulo Scott e Eliana Alves Cruz, no dia 15, destacando obras que provocam reflexões profundas sobre racismo e memória. Para encerrar o ano, em 26 de novembro, a aguardada presença de Conceição Evaristo promete coroar a série com sua escrita potente e necessária, reafirmando o compromisso do projeto em promover encontros inesquecíveis entre autores e leitores.
Sempre Um Papo – 39 anos
Criado em 1986, o Sempre Um Papo é um projeto cultural que realiza encontros entre importantes nomes da literatura e personalidades nacionais e internacionais com o público, ao vivo, em auditórios e teatros. Ao longo de sua trajetória, o projeto já aconteceu em 30 cidades e promoveu mais de 8 mil eventos, que reuniram um público superior a 2 milhões de pessoas.
Ocanal no YouTube do Sempre Um Papo contém mais de 1.600 programas de uma hora cada, constituindo-se no maior e mais relevante acervo virtual da literatura brasileira. Além dos debates, seminários e cursos completam o rol de exibições, que hoje registra quase 9 milhões de visualizações.
Serviço Sempre um Papo com Eliana Alves Cruz e Paulo Scott
Dia 15/10, quarta-feira, às 19h30
Teatro da CAIXA Cultural Brasília
Entrada gratuita, com retirada de ingressos 1h antes do evento
Festival encerra programação de cinco dias na Arena BRB com show de Jorge Aragão
Apresentado pelo Ministério da Cultura e pela Petrobras por meio da Lei de Incentivo Cultural, o Festival Curicaca encerrou no sábado, 11/10, sua celebração à tecnologia e à inovação iniciada na última terça-feira, 7, na Arena BRB, em Brasília. Durante cinco dias, o evento recebeu um de público mais de 100 mil pessoas em uma programação que reuniu de pesquisadores da Academia a estudantes de ensino técnico em exposições e debates sobre inovação, as tecnologias 4.0 e as que estação por vir.
Entre estas últimas, a tão esperada computação quânticaapresentou seu espectro de mistério e fascinação no debate que abriu o Palco Sebrae neste último dia do Festival. O diretor científico do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), Olival Freire tratou do tema integrante da 2ª Revolução Quântica e atualmente em estudo e fase de promessas.
A novidade ainda por ser consolidada consiste na manipulação individual – e não mais conjunta, à maneira da 1ª Revolução – de átomos, elétrons e fótons. “A manipulação individual deles nos levou a entender fenômenos quânticos novos”, explicou, sobre a solução que promete elevar às nuvens o volume de informação de aplicações. Segundo o diretor do CNPq, o mundo vivencia uma transição tecnológica que, se confirmada, será disruptiva.
“A computação quântica é, atualmente, o Santo Graal”, disparou, sobre a novidade que todo mundo quer conhecer.
Liderança feminina
A conversa de Freire sobre impulsos elétricos carregados de informação com os professores de Inteligência Artificial na USP e Fundação Vanzolini, Jairo de Oliveira (PhD), e de Criatividade e Inteligência Artificial para Negócios no IDP, Gilson Leal, se desenrolou paralelamente à discussão sobre os desafios enfrentados pela liderança feminina no Palco NIB, no painel “Quando elas lideram: visões transformadoras para uma nova sociedade”.
O tema ficou a cargo da reitora da Universidade de Brasília (UnB), Rozana Naves, da influenciadora Nathalia Arcuri e da atriz Cláudia Campolina.
Apesar de uma aparente igualdade de gênero entre os estudantes, Rozana reforçou que ainda há disparidades no meio acadêmico. “Os dados mostram que as mulheres são maioria na graduação e também na pós-graduação. Na UnB, temos 52% de mulheres no mestrado e 53% no doutorado, mas os números não revelam as diferenças que estão nos contextos”, observou.
“Quando olhamos para os cargos de gestão, das 26 direções de unidades acadêmicas, só nove são chefiadas por mulheres.”
O encontro, no Palco Finep, reuniu a CEO e cofundadora da ImunoTera, Luana Raposo, e a business developer da Biolinker, Luíse Lopes. Em pauta, o protagonismo feminino na biotecnologia e nas empresas baseadas em avanços científicos significativos, as deep techs, além dos desafios de transformar pesquisa acadêmica em produtos inovadores.
Fake News e a indústria
Em meio a tanta informação, o Festival Curicaca não poderia deixar de tratar de um dos grandes males sociais do momento: a desinformação. O fenômeno, afinal, também afeta o setor produtivo.
A editora-chefe da agência Lupa, Luciana Corrêa, alertou que a desinformação ultrapassa as disputas políticas e representa uma ameaça coletiva. “As consequências vão muito além de um debate entre lados. A desinformação afeta toda a sociedade”, afirmou. “As empresas precisam entrar nesse jogo, apoiar iniciativas e entender que o silêncio também tem custo”, alertou.
Na reta final do evento, o Desafio Nacional de Inovação – Festival Curicaca premiou as iniciativas vencedores do concurso promovido pela ABDI voltado ao enfrentamento de desafios produtivos e territoriais do país. Ao todo, R$ 200 mil foram distribuídos entre os projetos vencedores, divididos nas categorias Ideação (ideias em estágio inicial) e Validação (soluções já testadas). Os prêmios variaram entre R$ 5 mil, R$ 10 e R$ 15 mil.
O presidente da ABDI, Ricardo Cappelli, participou da cerimônia de premiação ressaltando a retomada da política industrial como uma oportunidade para impulsionar a inovação no país. “O Brasil voltou a ter política industrial depois de oito anos, e nosso dever é continuar fomentando iniciativas como essa para fortalecer startups e quem aposta na inovação”, afirmou.
Encerrada a programação, Jorge Aragão animou os milhares de visitantes no Palco Petrobras. O samba ecoou ao longo da noite entre as colunas da Arena BRB concluindo a jornada inovadora de cinco dias que destacou, em Brasília, a importância e o protagonismo da indústria no desenvolvimento nacional.
O Festival Curicaca
A primeira edição do Festival Curicaca — batizado em homenagem à ave símbolo do Cerrado, conhecida por anunciar mudanças no tempo — nasceu com um propósito claro: reposicionar o Distrito Federal como o epicentro da inovação industrial brasileira.
Inspirado no modelo descentralizado do evento norte-americano South by Southwest (SXSW), o festival levou conteúdos e experiências para diversos pontos da capital, promovendo uma verdadeira imersão na criatividade, tecnologia e cultura.
Com expectativa de reunir 100 mil pessoas ao longo de cinco dias, a programação incluiu circuitos de startups, experiências sensoriais, gastronomia, games, exposições e shows.
A curadoria do Festival Curicaca foi organizada em 10 trilhas de conhecimento, alinhadas às 6 missões da Nova Indústria Brasil (NIB). Na Arena BRB, os participantes encontram um ecossistema vibrante de palcos temáticos, com centenas de painéis e especialistas renomados. Cada palco foi cuidadosamente pensado para provocar reflexões estratégicas e atuais sobre os rumos do Brasil. São eles:
Palco NIB Petrobras: O palco principal do evento reuniu keynotes internacionais e debates sobre o futuro do Brasil. Estiveram presentes Mariano Gomide (VTEX) e Verena Paccola (Forbes Under 30). Os temas incluíram a estratégia da Nova Indústria Brasil, descarbonização, robótica e o potencial brasileiro no cinema e no turismo global.
Palco Futuro (Sebrae): Dedicado a explorar o impacto da revolução tecnológica no trabalho e na sociedade, contou com nomes como Samuraí Brito (Itaú) e Maria Paula (atriz e mestra em saúde mental). Inteligência artificial, novos modelos de educação e bem-estar digital estarão em pauta.
Palco Indústria (BNDES): Voltado para tecnologia, capital e narrativas que moldam o futuro industrial, com Mariana Vasconcelos (Agrosmart), Camila Achutti (Mastertech), Daniel Balaban (ONU), Nina Santos (Políticas Digitais) e Billy Nascimento (Forebrain). Fundos de impacto, mobilidade, liderança digital e combate à desinformação serão debatidos.
Palco Inovação (Finep): Espaço para cases de empresas e startups que transformam pesquisa em impacto real. Entre os participantes, Luana Raposo (Biotech) e Juliane Blainski (ManejeBem).
Palco Petrobras Cultural: Voltado à força da cultura brasileira, com shows, espetáculos e experiências que celebraram a diversidade artística e a economia criativa.
Além dos palcos, a estrutura contou com experiências imersivas para toda família, como uma cidade futurística, experimentações científicas, feiras, desafios de inovação com startups e ativações do setor produtivo de todo o Brasil.
O Festival Curicaca teve o patrocínio cultural da Petrobras por meio da Lei Rouanet e do Ministério da Cultura, além de parceiros como BNDES, Embratur, Embrapii, ABIMDE, CNI, Senai, Sebrae, CNI, Finep, Huawei, Embrapa, Universidade Católica de Brasília, IFB, UNB, P&D Brasil, Ministério da Fazenda, MEC e MDIC.
SOBRE A ABDI
A ABDI é vinculada ao MDIC/Governo Federal e atua para fortalecer a indústria nacional, impulsionando a competitividade, inovação e sustentabilidade do setor produtivo.
SERVIÇO
Data: 7 a 11 de outubro de 2025 Local: Arena BRB e outros pontos de Brasília (DF). Acesso imprensa: Portão A. Informações: www.abdi.com.br/curicaca