Selo para quem atua com organismos aquáticos ornamentais
Lançado pelo Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), o Selo Nacional da Aquariofilia identifica empresas, pescadores profissionais artesanais e aquicultores do segmento ornamental que atendem aos critérios previstos na regulamentação. É o reconhecimento de que o setor atende aos critérios mínimos de regularidade legal, sanitária, ambiental e fiscal. Quem obtiver poderá utilizar o Selo em rótulos, embalagens e materiais de divulgação. A adesão é voluntária e a concessão é gratuita. Tem validade de 2 anos.
Quem pode solicitar?
EMPRESA ATUANTE NA CADEIA PRODUTIVA DE ORGANISMOS AQUÁTICOS COM FINS ORNAMENTAIS
Possuir Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica – CNPJ ativo e válido.
Possuir inscrição no Registro Geral da Atividade Pesqueira – RGP e licença válida na categoria empresa pesqueira.
Apresentar documento de licenciamento ambiental ou comprovante de dispensa válido. Quando exigido, apresentar descrição das boas práticas de produção e de bem-estar animal adotadas, acompanhada de, no mínimo, três fotografias nítidas que evidenciem as práticas implementadas.
PESCADOR PROFISSIONAL
Possuir inscrição no RGP e licença válida na categoria pescador profissional artesanal.
Observar as espécies e as regras de captura estabelecidas na legislação vigente.
Utilizar petrechos de pesca permitidos.
Manter registro das informações de origem da captura, com a indicação do rio, da comunidade e da região.
AQUICULTOR ORNAMENTAL
Possuir inscrição no RGP e licença válida na categoria aquicultor.
Apresentar documento de licenciamento ambiental ou comprovante de dispensa válido, quando exigido.
Apresentar outorga de uso de recursos hídricos, quando exigida, ou documento equivalente, quando aplicável.
Apresentar Certificado de Regularidade – CR válido do Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras – CTF gerenciado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).
Apresentar descrição das boas práticas de produção e de bem-estar animal adotadas, compreendidos os procedimentos de controle da qualidade da água e de prevenção de fugas da unidade produtiva, compatíveis com a atividade, e apresentar cadastro do estabelecimento junto ao órgão estadual de defesa agropecuária, quando aplicável.
Como solicitar?
É preciso preencher o requerimento e reunir os documentos solicitados, conforme a Portaria MPA n.º 753/2026. Após isso, precisa protocolar no SEI do MPA ou presencialmente em alguma Superintendência Federal da Pesca e Aquicultura. Em seguida, o Ministério irá analisar a documentação. Quem atender aos requisitos receberá o selo gratuitamente.
Com sombra, arame, desenho às cegas e um jogo de colecionador, o CCBB Brasília propõe quatro formas diferentes de criar
Em outubro, o Rolê Cultural – Educativo CCBB aposta no que se faz com as mãos. As oficinas da programação conversam diretamente com as exposições em cartaz e funcionam como um convite a experimentar, testar e errar um pouco no caminho. Todas são gratuitas e acontecem na Sala do Educativo. Ingressos estão disponíveis em ingressos.ccbb.com.br ou na bilheteria do CCBB Brasília.
Brincando com Sombras parte da série Shadowgrams (1994), de Vik Muniz, para propor a crianças a partir de 4 anos uma investigação sobre luz e sombra como matéria-prima de imagens e histórias. Ao longo do encontro, os participantes descobrem diferentes formas de posicionar as mãos diante da luz até fazer surgir figuras e personagens na parede. Cada criança desenvolve a própria criação e, no final, todas se juntam na construção de uma pequena cena coletiva. Acontece aos sábados e domingos, às 14h.
Em Imagens de Arame, o desenho sai do papel. A partir de uma imagem de referência, os participantes recriam as formas com arames coloridos, explorando curvas, contornos e texturas em busca de composições possíveis. Ao dobrar e entrelaçar o material, a linha ganha volume e passa a ser observada de todos os ângulos, em uma proposta que aproxima desenho e escultura usando materiais simples. A oficina é voltada ao público a partir de 8 anos e acontece de quinta a domingo, às 17h.
Já Desenho Ativo funciona como um jogo de comandos. A cada rodada, quem participa recebe uma instrução para desenhar dentro de regras específicas, como usar as duas mãos ao mesmo tempo, desenhar sem olhar para o papel ou acompanhar o ritmo de um som, colocando à prova memória, atenção e coordenação. O interesse está menos no resultado e mais no processo: cada desafio revela conexões inesperadas entre corpo e percepção, transformando o ato de traçar em uma forma de explorar a própria mente. Não é preciso ter experiência prévia com desenho. De quinta a domingo, às 19h, a partir de 12 anos.
Às sextas, às 18h, ficam por conta do Rolê no Jogo – Coleção de Arte BB, com classificação livre. A Coleção de Arte do Banco do Brasil reúne um conjunto expressivo de obras da produção artística brasileira, com nomes como Oscar Niemeyer, Athos Bulcão e Roberto Burle Marx, fundamentais na construção da estética modernista no país. Para entrar nesse universo, os participantes jogam o exclusivo “Jogo da Coleção de Arte Banco do Brasil” e montam a própria coleção, formada por pinturas, esculturas e gravuras. Entre uma disputa e outra, o jogo estimula a percepção estética e a atenção aos detalhes de cada obra.
O projeto tem realização do Ministério da Cultura e patrocínio do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).
Sobre o CCBB Brasília O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Acessibilidade A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van – De quinta a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.
Programação:
Sala do Rolê Cultural O público encontra dois espaços de diversão e conhecimento: Jogos e Leitura. O Espaço Jogos reúne jogos do mundo todo, incluindo o Jogo Coleção de Arte BB e o Jogo das Heroínas Negras, criação do Educativo. No Espaço Leitura, um ambiente acolhedor com livros infantis e almofadas convida as crianças a ler e imaginar. Data: Terça-feira a domingo, das 9h às 20h30 Classificação: Livre Ponto de encontro: Sala do Educativo
Oficina Brincando com Sombras A oficina convida crianças a partir de 4 anos a criar imagens e histórias com luz e sombra. Os participantes aprendem a posicionar as mãos diante da luz para formar figuras e personagens. Depois, cada um cria a sua e todos montam juntos uma pequena cena coletiva. Data: Sábados e domingos, às 14h Duração: 1h Capacidade: 10 pessoas Classificação: A partir de 4 anos Ponto de encontro: Sala do Educativo
Oficina Imagens de Arame A atividade propõe uma nova forma de desenhar: transformar linhas em imagens tridimensionais. A partir de um desenho de referência, os participantes recriam suas formas com arames coloridos, explorando curvas, texturas e composições. Ao dobrar e entrelaçar os arames, o desenho ganha volume, unindo desenho, escultura e experimentação com materiais simples. Data: De quinta a domingo, às 17h Duração: 1h Capacidade: 20 pessoas Classificação: A partir de 8 anos Ponto de encontro: Sala do Educativo
Oficina Desenho Ativo A cada rodada, o participante segue instruções como desenhar com as duas mãos, sem olhar para o papel ou no ritmo de um som, testando memória, atenção e coordenação. A proposta explora as conexões entre corpo e percepção, sem exigir experiência prévia com desenho. Data: Quinta a domingo, às 19h Duração: 1h Capacidade: 20 pessoas Classificação: A partir de 12 anos Ponto de encontro: Sala do Educativo
Oficina Rolê no Jogo Coleção de Arte BB Os participantes criam sua própria coleção a partir de pinturas, esculturas e gravuras de artistas como Oscar Niemeyer, Athos Bulcão e Roberto Burle Marx. A atividade estimula percepção estética, sensibilidade e valorização do acervo. Data: Sextas, às 18h Duração: 1h Capacidade: 30 pessoas Classificação: Livre Ponto de encontro: Sala do Educativo
De 4 a 10 de novembro, a programação reúne atividades presenciais e on-line em Brasília e no Rio de Janeiro, com debates, formações para educadores e apresentação de novos materiais educativos
Com o tema “Educação Midiática: integridade da informação para a formação cidadã”, a 4ª Semana Brasileira de Educação Midiática (SBEM) reunirá instituições públicas, universidades e profissionais da educação para compartilhar experiências e discutir caminhos para fortalecer o pensamento crítico, o uso responsável das tecnologias e a participação cidadã.
A programação reúne atividades voltadas à educação básica, ao ensino superior e à formação de profissionais da educação, com debates, encontros, formações e apresentação de novos materiais educativos. As ações ocorrerão presencialmente, em Brasília e no Rio de Janeiro, e on-line, ampliando as possibilidades de participação em todo o país.
A abertura oficial do encontro será realizada na quarta-feira, 4 de novembro, das 9h às 18h, no Auditório do Ministério das Comunicações, em Brasília (DF), com transmissão ao vivo pelo canal do Ministério da Educação no YouTube. A programação inclui uma mesa institucional e o painel “Educação Midiática: ECA Digital e a proteção de crianças e adolescentes”. À tarde, duas mesas temáticas abordarão as experiências de educação midiática e os caminhos para a formação docente, além dos direitos de meninas e mulheres no ambiente digital e do papel da educação midiática na promoção desses direitos.
O dia também contará com a apresentação de novos materiais e iniciativas: o Guia Orientativo para o Desenvolvimento de Competências Digitais e Midiáticas da Pessoa Idosa do Brasil, do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania; o Guia de Diretrizes Curriculares da Educação Midiática para o Ensino Superior, da Palavra Aberta; o Código de Ética para Criadores de Conteúdo, da Redes Cordiais; e os materiais educativos de cibersegurança para crianças e adolescentes da campanha Boas Conexões, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
EDUCAÇÃO MIDIÁTICA NO ENSINO SUPERIOR – Na quinta-feira, 5 de novembro, a programação terá como destaque o papel das universidades na promoção da integridade da informação e na formação cidadã. As atividades serão realizadas na Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (FAC-UnB).
Pela manhã, haverá a palestra “Educação Midiática: construindo integridade da informação para o fortalecimento da democracia”, seguida do 2º Encontro Brasileiro da Rede PET Integridade da Informação. O encontro reunirá projetos de dez instituições de ensino superior das cinco regiões do país para compartilhar experiências relacionadas à educação midiática, ao jornalismo, à saúde, ao clima e ao enfrentamento à desinformação.
ENFRENTAMENTO À DESINFORMAÇÃO – Na sexta-feira, 6 de novembro, das 9h às 16h, a Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (EAPE), da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), receberá uma formação sobre desinformação promovida pelo CLEMI, centro francês especializado em educação midiática e informação.
A atividade apresentará referências e metodologias para trabalhar o enfrentamento à desinformação por meio da educação midiática, com foco na leitura crítica, na checagem de informações e na produção responsável de conteúdos. A formação também promoverá o intercâmbio internacional e a qualificação de profissionais da educação. A formação também promoverá o intercâmbio internacional e a qualificação de profissionais da educação, aproximando os participantes de abordagens desenvolvidas pelo CLEMI.
ENCERRAMENTO – Na terça-feira, 10 de novembro, a programação contará com a mesa “Educação Midiática: histórias, memórias e perspectivas”, no Rio de Janeiro. A atividade revisitará a trajetória da educação midiática no Brasil, considerando sua importância para as políticas públicas, a pesquisa e as práticas educativas.
A programação de encerramento também será marcada pelo lançamento das Diretrizes de Educação Midiática da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (SME-Rio),e pelo lançamento do Ginásio Educacional Tecnológico Audiovisual (GET Audiovisual), no Jardim Botânico, acompanhado da apresentação de trabalhos de educação midiática desenvolvidos por escolas e profissionais da rede, valorizando experiências e projetos que promovem o pensamento crítico, a participação cidadã e o uso responsável das mídias e tecnologias no contexto educacional.
Mapa de Iniciativas
Além da programação nacional da 4ª Semana Brasileira de Educação Midiática, o Mapa de Iniciativas reúne ações promovidas por escolas, universidades, organizações da sociedade civil, secretarias de educação, bibliotecas, coletivos, centros de pesquisa e demais instituições interessadas em fortalecer a educação midiática em seus contextos locais.
A expectativa é que cerca de 200 atividades sejam realizadas em todo o país ao longo da Semana. As iniciativas acontecerão nos próprios territórios dos participantes, ampliando o alcance da mobilização e promovendo o diálogo sobre integridade da informação, cidadania digital e uso responsável das tecnologias em diferentes realidades brasileiras.
Ao longo da Semana, também serão realizadas diversas lives e outras atividades on-line, com temas e formatos variados.
Serviço
Evento: 4ª Semana Brasileira de Educação Midiática
Data: 4 a 10 de novembro de 2026
Abertura oficial: 4 de novembro, das 9h às 18h
Local da abertura: Auditório do Ministério das Comunicações, em Brasília (DF) Transmissão: canal do Ministério da Educação no YouTube
Atividades em Brasília (5/11): Faculdade de Comunicação da Universidade de Brasília (FAC-UnB)
Formação do CLEMI (6/11): das 9h às 16h, na Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (EAPE), da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)
Encerramento (10/11): Ginásio Educacional Tecnológico Audiovisual (GET Audiovisual) – Jardim Botânico, Rio de Janeiro
Evento no Museu Nacional da República terá ingressos gratuitos e transmissão ao vivo pelo YouTube; encontro propõe diálogo entre ciência e espiritualidade sobre a busca pela felicidade
O Café Filosófico CPFL, em parceria com a Papirus Editora, retorna a Brasília para uma edição especial com a Monja Coen e o especialista em estudos sobre felicidade Gustavo Arns. O encontro acontece no dia 21 de outubro, às 19h, no Museu Nacional da República, e marca o lançamento do livro “Ser feliz é possível? Um diálogo entre ciência e espiritualidade”, com ingressos gratuitos (ver serviço abaixo) e transmissão ao vivo pelo canal do programa no YouTube.
O que significa, afinal, ser feliz? A felicidade é apenas reflexo das circunstâncias, uma habilidade que pode ser desenvolvida ou uma maneira singular de interpretar a própria existência? A partir dessas questões, os convidados irão aproximar os ensinamentos da tradição budista e os estudos da psicologia positiva para refletir sobre bem-estar, satisfação pessoal e a construção de uma vida com mais sentido.
A conversa será realizada das 19h às 20h30. Quem acompanhar a transmissão online também poderá participar, enviando perguntas pelo chat do YouTube.
Diferentes caminhos para uma vida mais plena
Uma das principais referências do zen-budismo no Brasil, Monja Coen levará ao encontro reflexões construídas ao longo de uma trajetória dedicada à meditação, ao autoconhecimento e ao desenvolvimento de uma relação mais consciente com a vida.
Gustavo Arns apresentará a perspectiva da psicologia positiva, área que investiga os fatores e mecanismos relacionados ao bem-estar, à satisfação pessoal e ao desenvolvimento das potencialidades humanas.
Ao reunir essas duas visões, o Café Filosófico CPFL propõe uma conversa entre saberes que, embora partam de tradições e métodos distintos, encontram pontos de convergência ao abordar questões essenciais da experiência humana.
Ciência e espiritualidade em diálogo
O encontro irá explorar como práticas contemplativas, relações humanas, escolhas cotidianas e descobertas da psicologia podem contribuir para uma existência mais equilibrada e significativa.
Mais do que oferecer respostas definitivas sobre a felicidade, a proposta é convidar o público a refletir sobre suas diferentes dimensões: o quanto ela depende das condições externas e em que medida também pode estar relacionada a atitudes, percepções e habilidades cultivadas ao longo da vida.
O diálogo entre Monja Coen e Gustavo Arns permitirá observar como ensinamentos de tradições milenares e estudos científicos contemporâneos podem se aproximar na busca por caminhos que favoreçam o autoconhecimento, o bem-estar e uma relação mais saudável consigo mesmo, com as outras pessoas e com o mundo.
Uma experiência de reflexão e troca de ideias
Criado para aproximar o pensamento contemporâneo da vida cotidiana, o Café Filosófico CPFL promove encontros com pesquisadores, filósofos, escritores, artistas e pensadores de diferentes áreas.
Nesta edição especial em Brasília, o público poderá vivenciar a experiência do programa em um dos principais espaços culturais da capital federal. A iniciativa amplia a circulação nacional do Café Filosófico CPFL e reforça seu compromisso com a democratização do acesso ao conhecimento.
Após a transmissão ao vivo, o encontro será editado para exibição pela TV Cultura e permanecerá disponível no canal oficial do Café Filosófico CPFL no YouTube.
SERVIÇO
Café Filosófico CPFL – edição especial em Brasília
Tema: “Ser feliz é possível? Um diálogo entre ciência e espiritualidade” Convidados: Monja Coen e Gustavo Arns Data: 21 de outubro de 2026 (quarta-feira) Horário: das 19h às 20h30 Local: Museu Nacional da República – Setor Cultural Sul, Lote 2 – Brasília (DF) Ingressos: gratuito (retirada de dois ingressos por cpf pelo site icones.com.br no dia 20/10, a partir do meio-dia) Transmissão: ao vivo pelo canal do Café Filosófico CPFL no YouTube Classificação etária: 14 anos
Sobre o Café Filosófico CPFL
Criado em 2003, o Café Filosófico CPFL é o broadcast de reflexões do Instituto CPFL, com encontros abertos ao público, transmissões ao vivo pelo YouTube e programas exibidos pela TV Cultura aos domingos, às 20h, com reprises às quartas-feiras, à 1h. Os conteúdos também permanecem disponíveis no canal oficial do programa.
Sobre o Instituto CPFL
Desde 2003, o Instituto CPFL é a plataforma de investimento social privado do Grupo CPFL Energia, desenvolvendo projetos nas áreas de esporte e cultura como instrumentos estratégicos de transformação social nas comunidades onde o grupo atua. Alinhado à estratégia ESG do Grupo CPFL, o Instituto apoia e incentiva programas que utilizam a cultura, o conhecimento e o esporte para gerar impactos positivos e duradouros na sociedade. Entre suas principais iniciativas estão o CPFL Jovem Geração, o CPFL Intercâmbio Brasil-China, o Circuito CPFL, o CPFL nos Hospitais e o Café Filosófico CPFL.
Três chamamentos vão apoiar 28 projetos e premiar 31 iniciativas culturais que já transformam as comunidades do Distrito Federal. Inscrições vão até 26 de outubro.
Das rodas de capoeira aos saraus das periferias, das festas tradicionais às oficinas de bairro, a cultura que nasce nas comunidades do Distrito Federal ganha um novo impulso. A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) está com inscrições abertas para três editais da Política Nacional de Cultura Viva, que somam R$ 5,79 milhões em recursos do Governo Federal, repassados pelo Ministério da Cultura por meio do segundo ciclo da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB).
As inscrições são gratuitas e vão de 5 a 26 de outubro de 2026, até as 23h59, exclusivamente pela plataforma PNAB-DF (pnabdf.org.br). Ao todo, serão apoiados 28 projetos, sendo 24 de Pontos de Cultura e quatro de Pontões de Cultura, além de 31 prêmios para iniciativas culturais já realizadas.
Os editais priorizam a cultura de base comunitária e os territórios que historicamente tiveram menos acesso às políticas culturais: periferias, zonas rurais, assentamentos, territórios quilombolas e indígenas e regiões com poucos espaços culturais públicos.
Pontos de Cultura: R$ 3,6 milhões para a cultura nos territórios
O Edital nº 19/2026 é o maior do ciclo. Ele vai selecionar 24 projetos de Pontos de Cultura, com R$ 150 mil cada, para ações de 12 meses, prorrogáveis por igual período, nas comunidades onde as entidades atuam.
Ponto de Cultura é uma entidade sem fins lucrativos, com CNPJ e certificada pelo Ministério da Cultura, que faz e organiza atividades culturais em seu território. Para concorrer, é preciso comprovar pelo menos três anos de CNPJ e de atividade cultural, experiência em ações semelhantes e capacidade técnica para executar o projeto. O certificado só é exigido na fase de habilitação.
Os projetos devem cumprir três metas. A primeira é a formação e educação cultural, com oficinas, cursos e rodas de saberes gratuitos e regulares, que podem aproximar escolas e universidades dos conhecimentos de mestres e mestras. A segunda é a mostra artística e cultural: festivais, apresentações e exposições que reúnem artistas locais, grupos culturais e a comunidade. A terceira é o registro e a divulgação, com ações de comunicação e de memória em fotos, vídeos, áudios e relatórios.
Cada projeto contará ainda com um Comitê Gestor, formado por pelo menos quatro grupos ou entidades da comunidade e um serviço público do território, como escola, unidade de saúde, CRAS ou biblioteca. Das 24 vagas, sete são reservadas a entidades lideradas por pessoas negras, três por pessoas indígenas e duas por pessoas com deficiência. Outras oito são destinadas às culturas tradicionais e populares.
Pontões de Cultura: R$ 1,29 milhão para fortalecer a rede
O Edital nº 21/2026 vai selecionar quatro projetos de Pontões de Cultura, entidades que articulam, formam e conectam os Pontos de Cultura e os grupos culturais do DF. Três projetos receberão R$ 300 mil cada, nas categorias de ampla concorrência, cota para pessoas negras e culturas tradicionais e populares. Um projeto receberá R$ 390 mil para fazer a gestão da Rede Distrital de Pontos e Pontões de Cultura.
Podem concorrer Pontos e Pontões certificados, sem fins lucrativos, com pelo menos três anos de CNPJ e de atividade cultural e com atuação comprovada em rede. Os projetos, de 12 meses, têm quatro metas: formação; articulação e mobilização de redes; registro e divulgação; e a Bolsa Agente Cultura Viva, que vai apoiar pelo menos cinco jovens de 18 a 24 anos, com ao menos uma vaga para pessoa negra e outra para pessoa indígena.
Premiação: reconhecimento a quem já faz cultura
Com R$ 900 mil, o Edital nº 20/2026 vai premiar 31 iniciativas culturais já realizadas no Distrito Federal. É um reconhecimento à trajetória de quem mantém a cultura viva nos territórios: os prêmios não exigem novo projeto, contrapartida nem prestação de contas.
É também o edital mais aberto do ciclo. Podem participar Pontos e Pontões certificados, entidades sem fins lucrativos ainda não certificadas e coletivos culturais sem CNPJ, representados por uma pessoa maior de 18 anos. É preciso comprovar pelo menos dois anos de atuação cultural na comunidade. Os prêmios são de R$ 40 mil para quem tem CNPJ (14 prêmios) e de R$ 20 mil para coletivos sem CNPJ (17 prêmios).
O edital também abre uma porta de entrada para a Rede Cultura Viva: grupos ainda não certificados que alcançarem pelo menos 50 pontos na avaliação poderão ser reconhecidos como Pontos de Cultura pelo Ministério da Cultura, mesmo que não sejam premiados. Há vagas reservadas para pessoas negras (oito), indígenas (três), pessoas com deficiência (duas) e culturas tradicionais e populares (dez).
Inscrição acessível
Para ampliar o acesso, quem tiver dificuldade com a escrita pode responder o formulário de inscrição em vídeo. Os projetos de Pontos e Pontões também devem prever medidas de acessibilidade e estimular o protagonismo de agentes culturais com deficiência.
Como será a seleção
As candidaturas passam por duas etapas: seleção e habilitação. Na seleção, uma comissão paritária, com representantes do poder público e da sociedade civil, avalia cada proposta, que é analisada por pelo menos duas pessoas. A pontuação máxima é de 105 pontos. A nota mínima é de 60 pontos nos editais de Pontos e Pontões e de 50 pontos na Premiação. Os resultados serão publicados no Diário Oficial do DF, no site da Secec-DF e na plataforma PNAB-DF, com prazo de cinco dias úteis para recurso.
Nos editais de Pontos e Pontões, os recursos serão repassados em parcela única, em conta exclusiva aberta em banco público. A prestação de contas será feita por meio do Relatório de Execução do Objeto, em até 90 dias após o fim do projeto.
Serviço
Editais Cultura Viva – PNAB-DF Ciclo 2
Edital nº 19/2026 – Pontos de Cultura: 24 projetos de R$ 150 mil, totalizando R$ 3,6 milhões.
Edital nº 21/2026 – Pontões de Cultura:quatro projetos, sendo três de R$ 300 mil e um de R$ 390 mil, totalizando R$ 1,29 milhão.
Edital nº 20/2026 – Premiação: 31 prêmios, sendo 14 de R$ 40 mil e 17 de R$ 20 mil, totalizando R$ 900 mil.
Valor total: R$ 5,79 milhões.
Inscrições: de 5 a 26 de outubro de 2026, até as 23h59.
Onde se inscrever: plataforma PNAB-DF – pnabdf.org.br.
Iniciativa pioneira busca transformar a desigualdade estrutural nos bastidores da cultura — onde apenas 15% dos profissionais de iluminação são mulheres — ao oferecer capacitação gratuita de 20 a 24 de outubro, no Teatro Sesc Silvio Barbato.
Estão abertas as inscrições gratuitas para o Encontro de Iluminadoras, um espaço de formação técnica, diálogo e fortalecimento de redes criado por e para mulheres que atuam, ou desejam atuar, no setor de iluminação cênica e audiovisual no Distrito Federal.
Idealizado e realizado pela iluminadora Zizi Antunes, com produção da Guia Acessibilidade Inclusiva, o projeto conta com financiamento do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) e apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF e do SESC DF (que cede o espaço para as atividades). O encontro ocorre entre os dias 20 e 24 de outubro de 2026 no Teatro Sesc Silvio Barbato (Setor Comercial Sul).
A proposta surge como resposta direta a uma grave realidade do setor: segundo dados do Censo da Indústria Criativa (2022), apenas 15% dos profissionais de iluminação cênica no Brasil são mulheres. O dado revela uma desigualdade estrutural nos bastidores da cultura, um campo historicamente dominado por homens, onde a presença feminina ainda é minoria. O projeto busca mudar esse panorama ao capacitar 30 mulheres (distribuídas em duas turmas de 15 alunas), articulando conhecimento prático, reflexão crítica e oportunidades de inserção e pertencimento no mercado.
“A iluminação de palco não é um detalhe técnico neutro. Quem opera a luz decide o que se vê, quem se vê e como se vê. Ter mais mulheres — e mulheres mais diversas — nesse lugar é um ato político e estético ao mesmo tempo”, destaca Zizi.
Trilhas de formação técnica, lives e trocas profissionais A programação soma 40 horas de formação técnica gratuita em iluminação, divididas em duas trilhas simultâneas nos turnos da tarde e da noite, garantindo certificado a todas as concluintes:
Oficina de Direção de Fotografia: Desenhando Luz e Sombra no Audiovisual
Instrutora: Dani Azul (Diretora de Fotografia, diretora audiovisual e educomunicadora, vencedora do Troféu Câmara Legislativa no Festival de Brasília do Cinema Brasileiro).
Data/Horário: 20 a 23 de outubro, das 13h às 17h.
“A proposta é trazer uma oficina bastante prática, onde vamos trabalhar noções básicas de câmera para vídeo e realizar exercícios práticos de iluminação, explorando situações reais tanto em luz natural quanto com refletores em ambientes internos. Além da prática, vamos analisar cenas de filmes para construir esse olhar crítico e entender como a luz foi desenhada para criar cada narrativa”, destaca Dani.
Oficina de Iluminação Básica para Teatro
Instrutora: Zizi Antunes (Iluminadora, Analista de Cultura do Sesc DF, com mais de 20 anos de carreira e 50 projetos de luz assinados).
Data/Horário: 20 a 23 de outubro, das 18h às 22h.
Módulo de Produção
Instrutora: Helem Vaz (Gestora cultural, administradora e Analista de Gestão do Centro Cultural SESC DF).
Carga horária: 4h distribuídas para todas as turmas durante o curso.
Além das oficinas, a programação inclui lives online com profissionais de referência nacional e internacional, abordando temas centrais como iluminação para peles negras, a trajetória feminina no audiovisual e questões de gênero nos bastidores.
No sábado, 24 de outubro, das 13h às 20h, o evento encerra suas atividades com uma Roda de Conversa aberta ao público (com previsão de 100 participantes e transmissão ao vivo). O encontro reunirá pesquisadoras, artistas e profissionais do setor para debater o presente e o futuro da iluminação no Brasil. As inscrições gratuitas para a Roda de Conversa podem ser feitas pelo link: https://forms.gle/S1SrGmknwrCCWqog6 .
Acessibilidade, Acolhimento Infantil e Ações Afirmativas
O Encontro de Iluminadoras é voltado exclusivamente a mulheres cis e trans com mais de 18 anos, residentes no Distrito Federal, englobando desde profissionais já inseridas até iniciantes que desejam ingressar na área. Para assegurar um impacto real contra as barreiras históricas do setor, a seleção adota critérios de prioridade afirmativa para mulheres negras, periféricas, LGBTQIAPN+ e em situação de vulnerabilidade social.
O projeto acredita que o acesso ao conhecimento não pode depender de condição financeira nem de barreiras familiares. Por isso, além de ser 100% gratuito, contará com um espaço lúdico de acolhimento infantil durante todas as atividades, garantindo que as mães possam participar plenamente de toda a programação.
Encontro, que ocorre em 20 de outubro, busca discutir os desafios da implementação do ECA Digital, com palestras e painel de especialistas
Por Secom
O Tribunal de Contas da União (TCU) promove, no dia 20 de outubro, o evento “Conectar é Preciso, Proteger é Essencial: o ECA Digital e a segurança de crianças e adolescentes no ambiente digital”. O encontro será realizado a partir das 14h, no Auditório Pereira Lira, na sede do Tribunal, em Brasília, com participação presencial e on-line.
O evento reúne especialistas para discutir como tornar a internet mais segura para crianças e adolescentes. Entre os assuntos em debate estão a verificação de idade nas plataformas digitais, a proteção de dados pessoais, a supervisão dos pais e responsáveis e os desafios para impedir o acesso de crianças e adolescentes a conteúdos inadequados.
A programação inclui palestras sobre a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital e um painel de especialistas com o tema “A idade importa: aferição, proteção e os dilemas do ECA Digital”. O debate abordará os desafios técnicos e legais para colocar em prática as medidas previstas na nova legislação.
O que é o ECA Digital?
O Estatuto Digital da Criança e do Adolescente (ECA Digital), criado pela Lei 15.211/2025, estabelece regras para ampliar a proteção de crianças e adolescentes que utilizam serviços e plataformas digitais.
Entre as medidas previstas estão mecanismos de verificação de idade, ferramentas de supervisão parental e ações para proteger os dados pessoais e reduzir a exposição a conteúdos e situações que possam colocar crianças e adolescentes em risco.
O TCU acompanha a regulamentação e a implementação do ECA Digital, analisando a atuação dos órgãos federais responsáveis por colocar a lei em prática e fiscalizar seu cumprimento.
As discussões do evento também devem contribuir para esse trabalho, reunindo diferentes perspectivas sobre os desafios de implementação da lei e as medidas necessárias para garantir a proteção de crianças e adolescentes na internet.
Serviço
Evento “Conectar é Preciso, Proteger é Essencial: o ECA Digital e a segurança de crianças e adolescentes no ambiente digital”
Data: 20 de outubro
Horário: a partir das 14h
Local: Auditório Pereira Lira, edifício-sede do TCU, Brasília (DF)
Formato: presencial e on-line
Inscrições para participação presencial podem ser feitasaqui. Para acompanhar on-line, inscreva-seaqui.
Projeto do Instituto HDUN, em parceria com a SECTI-DF, oferece capacitação em robótica educacional e fabricação digital; iniciativa já passou por Santa Maria e seguirá para Samambaia e Ceilândia
Moradores do Gama terão a oportunidade de participar de cursos gratuitos de robótica educacional e fabricação digital por meio do Projeto Laboratório Criativo. As atividades estão previstas para ocorrer de 19 de outubro a 13 de novembro, com o objetivo de ampliar o acesso à ciência, à tecnologia e à inovação no Distrito Federal.
Realizado pelo Instituto Sociocultural Humanidade Diversificada e Unida (HDUN), em parceria com a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (SECTI-DF), o projeto oferece formação prática e busca desenvolver novas habilidades entre os participantes, aproximando a população de conhecimentos tecnológicos e de possibilidades de qualificação.
A iniciativa prevê atender até 2 mil pessoas. Desse total, até 1.500 participantes serão beneficiados diretamente pelas capacitações, enquanto outras 500 pessoas poderão participar do Evento Tecnológico Integrador, que reunirá exposições, desafios, competições e apresentações dos projetos desenvolvidos durante os cursos.
No Gama, a programação contempla atividades nos períodos da manhã, das 8h às 12h, e da tarde, das 14h às 18h.
Aprendizado na prática
O Laboratório Criativo oferece cursos de robótica educacional e fabricação digital, com atividades voltadas à experimentação, à criação de protótipos e ao desenvolvimento de soluções tecnológicas.
A metodologia prioriza a aprendizagem prática, estimulando o raciocínio lógico, a criatividade, a autonomia e o trabalho em equipe. Durante as formações, os participantes têm contato com conceitos e ferramentas que permitem transformar ideias em projetos, além de desenvolver habilidades importantes para o ambiente educacional e o mercado de trabalho.
Ao levar as capacitações para diferentes regiões administrativas do DF, o projeto busca democratizar o acesso à tecnologia e ampliar as oportunidades de aprendizagem nas comunidades.
Projeto já passou por Santa Maria
A primeira etapa do Laboratório Criativo foi realizada em Santa Maria, onde as atividades começaram em 21 de setembro e seguem até 16 de outubro, na Escola Marinha.
Após a etapa no Gama, o projeto seguirá para Samambaia e Ceilândia, com atividades previstas para o período de 16 de novembro a 11 de dezembro.
A programação também prevê o Evento Tecnológico Integrador, que reunirá participantes para compartilhar experiências e apresentar os trabalhos desenvolvidos durante as formações. A atividade contará com exposições de protótipos, desafios maker, demonstrações e competições, valorizando o aprendizado e incentivando a criação de novas soluções.
SERVIÇO
Projeto Laboratório Criativo – Gama
Período: 19 de outubro a 13 de novembro de 2026.
Cursos gratuitos: robótica educacional e fabricação digital.
Local: Colégio Exatas – ST. Leste, Praça 02
Horários: das 8h às 12h e das 14h às 18h.
Realização: Instituto Sociocultural Humanidade Diversificada e Unida (HDUN).
Parceria: Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (SECTI-DF).
O cronograma está sujeito a alterações conforme a disponibilidade das instituições participantes.
Agência brasiliense sob o comando do jornalista Flávio Resende consolida-se como uma das empresas de comunicação mais tradicionais da cidade, com larga experiência no atendimento a entidades de classe, além de projetos e negócios sociais
A Proativa Comunicação completa 25 anos de atuação, consolidando uma trajetória dedicada à comunicação estratégica, ao relacionamento com a imprensa e à construção de reputação para empresas, entidades e instituições. Ao longo de sua história, a agência acompanhou as transformações do mercado da comunicação, adaptando estratégias, incorporando novas ferramentas e mantendo o compromisso com a informação de qualidade, a credibilidade e os resultados.
A marca de 25 anos representa não apenas a longevidade de uma empresa, mas também a capacidade de evoluir em um ambiente de constantes mudanças. Em um cenário marcado pela velocidade da informação, pela transformação digital e pela multiplicidade de canais, a comunicação tornou-se cada vez mais estratégica para organizações que desejam fortalecer sua imagem, ampliar sua presença pública e estabelecer conexões consistentes com seus públicos de interesse.
Para o diretor executivo da Proativa Comunicação, Flávio Resende, a comemoração é um momento de reconhecer o caminho percorrido e reafirmar o compromisso com o futuro.“Completar 25 anos é motivo de orgulho e, sobretudo, de gratidão. Construir uma trajetória consistente na comunicação exige credibilidade, responsabilidade, capacidade de adaptação e, principalmente, confiança. Ao longo desses anos, tivemos a oportunidade de contribuir para histórias, projetos e iniciativas de diferentes organizações, sempre acreditando que a comunicação vai muito além de divulgar informações: ela ajuda a construir reputações, aproximar pessoas e dar visibilidade a ideias que fazem a diferença”, afirma Flávio Resende.
Comunicação que acompanha as transformações
A história da Proativa Comunicação se insere em um período de profundas mudanças na forma como empresas, instituições e sociedade se relacionam com a informação. Se, há 25 anos, a assessoria de imprensa tinha nos veículos tradicionais seu principal eixo de atuação, hoje a comunicação demanda uma visão integrada, capaz de articular diferentes plataformas, linguagens e estratégias.
Nesse contexto, o trabalho de comunicação exige planejamento, conhecimento dos públicos, agilidade na apuração e na resposta, além de uma compreensão cada vez mais ampla dos desafios relacionados à imagem e à reputação.
“Os meios mudaram, a tecnologia transformou a maneira de produzir e consumir informação, mas a essência da boa comunicação permanece: credibilidade, clareza, estratégia e relacionamento. O desafio é acompanhar essas transformações sem perder de vista os princípios que sustentam uma comunicação responsável e relevante”, destaca o diretor executivo.
Olhar para o futuro
Ao celebrar seu jubileu de prata, a Proativa Comunicação reafirma a importância de uma atuação pautada pela confiança, pela inovação e pelo compromisso com os resultados de seus clientes e parceiros.
A data também convida à reflexão sobre o papel da comunicação em uma sociedade cada vez mais conectada, na qual a reputação se tornou um ativo fundamental e a qualidade da informação é indispensável para a construção de relações duradouras.
“Esses 25 anos são parte de uma história construída por pessoas, clientes, parceiros e profissionais que acreditaram no nosso trabalho. Celebrar essa trajetória significa reconhecer tudo o que vivemos, valorizar as relações que construímos e seguir adiante com disposição para aprender, inovar e fazer ainda melhor. Temos muito orgulho do caminho percorrido e entusiasmo pelos próximos capítulos”, conclui Flávio Resende.
Com 25 anos de história, a Proativa Comunicação celebra o legado construído e renova seu compromisso com uma comunicação estratégica, consistente e conectada aos desafios do presente e às oportunidades do futuro.
Sobre a Proativa Comunicação – Em 2001, surgiu no mercado a Proativa, agência que tem como principal meta construir e fortalecer a imagem das organizações, posicionando-as de forma diferenciada nos meios, e estabelecer uma relação pedagógica com o cliente a fim de que ele incorpore a Cultura de Comunicação. Todos os seus serviços são realizados por meio de uma equipe qualificada de profissionais, com ampla experiência e plenamente habilitados para tomar decisões, sugerir ações proativas e planejar boas estratégias de comunicação.
Com 25 anos de atuação, a empresa apresenta-se repaginada, com nova identidade, novos serviços e novos colaboradores, trazendo o lema “25 anos olhando para frente”. Entre os seus serviços estão: Assessoria de Comunicação e Imprensa, Publicidade e Propaganda, Revisão de Textos, Editoração Eletrônica, Media Coaching, Fotografia, Criação e Manutenção de Páginas na Web e Gerenciamento de Crises, RP Digital e Análise de Mídia.
No Dia do Lobo-guará, a origem do nome de uma das regiões administrativas do Distrito Federal revela a relação entre a ocupação urbana e a fauna nativa do Planalto Central
O nome Guará, conhecido por identificar uma das regiões administrativas do Distrito Federal, guarda uma ligação histórica com um dos animais mais emblemáticos do Cerrado brasileiro: o lobo-guará (Chrysocyon brachyurus). A relação não se limita à coincidência entre os nomes. Documentos oficiais registram que o Córrego Guará, que atravessa a região, recebeu essa denominação em referência à presença do animal, comum no Planalto Central.
De acordo com informações do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), a origem do nome da Região Administrativa está associada ao córrego que corta a área e que, por sua vez, foi batizado em homenagem ao lobo-guará. A espécie era característica da paisagem natural local antes do avanço da urbanização.
A história também é mencionada pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), que registra a presença frequente do animal na região antes da ocupação urbana. Assim, o nome da cidade preserva uma referência à fauna que habitava o território durante o processo de construção de Brasília e de expansão de seus núcleos residenciais.
Da paisagem natural à formação da cidade
A história do Guará começou a ganhar forma em 1967, quando trabalhadores da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) iniciaram a construção de moradias em regime de mutirão. O objetivo era abrigar trabalhadores e famílias ligados à consolidação da capital federal.
Em 1969, foi inaugurado o primeiro conjunto habitacional, que deu origem ao Guará I. A expansão continuou nos anos seguintes, com a implantação do Guará II, inaugurado em 1972. A Região Administrativa do Guará foi oficialmente criada em 1989, pela Lei nº 49, de 25 de outubro.
A denominação da cidade está ligada ao Córrego Guará, referência geográfica anterior à consolidação urbana. O curso d’água, por sua vez, remete ao lobo-guará, espécie que integrava a paisagem do Cerrado na região.
Um símbolo do Cerrado brasileiro
De pernas longas, pelagem avermelhada e orelhas grandes, o lobo-guará é o maior canídeo silvestre da América do Sul. Apesar da aparência que lembra a de uma raposa, pertence a uma espécie própria e desempenha importante função ecológica.
Sua alimentação é variada: inclui pequenos animais e frutos, entre eles os da lobeira. Ao consumir frutos e dispersar sementes, o animal contribui para a regeneração da vegetação e para o equilíbrio dos ecossistemas onde vive.
Segundo o Zoológico de Brasília, a palavra “guará” tem origem em um termo tupi associado à cor vermelha, característica marcante da pelagem do animal.
Uma identidade que merece ser preservada
A história do nome Guará mostra como elementos da natureza podem permanecer na memória de uma cidade mesmo quando a paisagem se transforma. O que antes era território de campos e vegetação nativa deu lugar a quadras residenciais, comércio, equipamentos públicos e uma comunidade urbana consolidada.
Neste Dia do Lobo-guará, recordar essa origem também é uma oportunidade de valorizar o Cerrado e refletir sobre a importância da conservação dos ambientes naturais que ainda resistem no Distrito Federal.
Mais do que identificar uma região administrativa, o nome Guará mantém viva a lembrança de um animal que faz parte da identidade ambiental do Planalto Central.
Glau na Capital — cultura, cidade e histórias que merecem ser contadas.
Zoológico de Brasília — O mundo precisa de mais lobos-guará. Material informativo sobre as características da espécie, sua alimentação, sua importância ecológica e a origem de seu nome popular.
Cursos de Elaboração de Projetos, Captação de Recursos e Prestação de Contas percorrem etapas fundamentais da criação, financiamento e gestão de iniciativas culturais. Formações acontecem em outubro, no Setor Comercial Sul.
Como transformar uma boa ideia em um projeto possível de realizar? Onde buscar recursos? E, depois de executar, como organizar orçamento, documentos e resultados para uma prestação de contas segura? Essas são algumas das questões que atravessam a nova trilha formativa do EIXO – Espaço de Inovação, Criatividade e Sustentabilidade, que abre em outubro três cursos voltados à cadeia de elaboração e gestão de projetos: Elaboração de Projetos, Captação de Recursos e Prestação de Contas.
As formações acontecem no Instituto Janelas da Arte, na Quadra 5 do Setor Comercial Sul, e oferecem 25 vagas por turma. A proposta é percorrer etapas essenciais da vida de um projeto, da organização da ideia e construção da proposta à busca por financiamento e à gestão dos recursos e resultados.
A iniciativa integra a programação do EIXO – Espaço de Inovação, Criatividade e Sustentabilidade, projeto do Instituto Janelas da Arte, com atuação em rede com o Instituto Cultural e Social No Setor e investimento do Fundo Socioambiental da CAIXA. Instalado no Setor Comercial Sul por dois anos, o EIXO propõe uma ocupação continuada voltada à formação, cultura, economia criativa e sustentabilidade, conectando qualificação, geração de oportunidades e transformação do território.
Para Fabiano Medeiros, diretor do Instituto Janelas da Arte, Cidadania e Sustentabilidade e coordenador pedagógico do EIXO, a formação é um dos pilares dessa proposta. “Queremos que o EIXO seja um espaço onde a formação se transforme em oportunidade real. Um lugar para desenvolver habilidades, se qualificar, experimentar novas possibilidades e encontrar caminhos para o trabalho e a geração de renda. E queremos fazer isso de maneira conectada ao território e às pessoas que fazem parte do centro de Brasília.”
Sobre os cursos
O curso de Elaboração de Projetos, com Biro Ribeiro, acontece de 22 a 30 de outubro e apresenta o caminho que transforma uma ideia em um projeto estruturado, passando por escrita, produção, logística, comunicação e organização financeira. Poeta, MC, compositor e produtor cultural, Biro atua há 16 anos na área e desenvolve projetos ligados à música, literatura e Cultura Hip Hop.
De 19 a 31 de outubro, o curso de Captação de Recursos, com Carol Lacombe, aborda estratégias para preparar projetos para financiamento, identificar patrocinadores, construir contrapartidas e desenvolver abordagens e negociações. Produtora e gestora cultural, Carol é sócia-fundadora e diretora de projetos da Mauka Cultura e já participou da aprovação de mais de R$ 9 milhões em recursos públicos e privados.
O curso de Prestação de Contas, com Joana Mendonça, será realizado de 13 a 24 de outubro e trata de planejamento orçamentário, execução financeira, organização de documentos e comprovação de resultados. Joana atua na gestão administrativa e financeira de projetos culturais, com experiência em Lei Rouanet, MROSC e parcerias com o poder público.
Os três cursos ampliam a programação formativa do EIXO e reforçam a proposta de criar, no coração do Setor Comercial Sul, um espaço permanente de aprendizagem, troca de experiências e qualificação para quem já trabalha ou deseja atuar nos diferentes elos da cultura e da economia criativa.
As inscrições já estão abertas e podem ser feitas pelo Instagram @eixo.scs.
Serviço
EIXO
Cursos da cadeia de elaboração e gestão de projetos Local: Instituto Janelas da Arte – Quadra 5, Setor Comercial Sul, Brasília/DF Vagas: 25 por curso
Curso de Elaboração de Projetos – Biro Ribeiro Período: 22 a 30 de outubro Horário: 10h às 12h Inscrições até: 15 de outubro
Curso de Captação de Recursos – Carol Lacombe Período: 19 a 31 de outubro Horário: 11h às 13h Inscrições até: 15 de outubro
Curso de Prestação de Contas – Joana Mendonça Período: 13 a 24 de outubro Horário: 13h às 15h Inscrições até: 13 de outubro
Realização: Instituto Janelas da Arte Atuação em rede: Instituto Cultural e Social No Setor Investimento: Fundo Socioambiental da CAIXA Inscrições e informações: @eixo.scs
Doze mulheres conquistaram vagas e o DF terá primeira bancada totalmente feminina. Resultado amplia a representação, mas participação ainda fica abaixo de um quarto
A eleição de 12 mulheres para o Senado estabeleceu um recorde desde a redemocratização e colocou a participação feminina na política em evidência. A bancada feminina poderá chegar a 18 integrantes em 2027, considerando também as suplentes em exercício. Se essa composição se confirmar, serão 22,2% das 81 cadeiras. No Distrito Federal, o resultado trouxe outro marco: a partir do ano que vem, as três cadeiras serão ocupadas por mulheres. Apesar do avanço, elas ainda devem representar menos de um quarto dos integrantes da Casa.
Para a professora de Direito do Centro Universitário de Brasília (CEUB) Evelyn Apolinária, o resultado mostra uma ampliação da presença feminina, mas também expõe a distância entre conquistar mais vagas e alcançar equilíbrio nos espaços de decisão. “O recorde merece destaque porque amplia a presença de mulheres em uma instituição historicamente masculina. Ao mesmo tempo, elas continuam sendo minoria. É preciso olhar tanto para o avanço quanto para as barreiras que ainda dificultam sua entrada e permanência na política.”
O que muda com mais mulheres eleitas? A presença de mais mulheres amplia as possibilidades de participação na elaboração de leis, na fiscalização do poder público e nas decisões sobre políticas públicas, além de tornar a liderança feminina uma referência. O efeito dessa mudança, porém, depende da atuação das parlamentares e do espaço que elas ocupam dentro da instituição. Além do número de eleitas, importa acompanhar quem assume a presidência de comissões, lidera bancadas e participa das negociações sobre as principais propostas. ““Chegar ao cargo é uma etapa importante. Outra é ter condições de influenciar decisões. Por isso, a representação também precisa ser observada nos cargos de liderança partidária, nas presidências das comissões e na capacidade de relatar matérias importantes para a população.”
DF terá uma bancada só de mulheres Michelle Bolsonaro e Bia Kicis, ambas do PL, foram eleitas para as duas vagas em disputa no Distrito Federal. Elas se juntarão a Damares Alves (Republicanos), cujo mandato vai até 2031, formando a primeira bancada estadual ou distrital inteiramente feminina da história do Senado. Para a docente do CEUB, apesar de mostrar mulheres ocupando todos os espaços de representação de uma unidade da Federação na Casa, essa presença não significa uma agenda única. “As mulheres têm diferentes trajetórias, posições políticas e prioridades. Uma bancada feminina não é necessariamente uma bancada com pensamento uniforme. O eleitor precisa observar as propostas e a atuação de cada representante.”
Mais representação significa mais pautas para as mulheres? A ampliação da bancada cria oportunidades para dar visibilidade a diferentes demandas, mas não permite antecipar quais temas terão prioridade. Essa avaliação depende dos compromissos das eleitas, dos projetos que apresentarão e das posições que assumirão nas votações. Questões como enfrentamento da violência, acesso à saúde, trabalho e responsabilidades de cuidado podem orientar o acompanhamento dos mandatos. A diversidade entre as próprias mulheres também precisa entrar nessa análise. “Não existe uma experiência única de ser mulher. Região, renda, raça e condições de vida influenciam as demandas. Uma representação mais ampla precisa considerar essa diversidade.”
Como transformar o recorde em avanço duradouro? O resultado também coloca os partidos nesta discussão, já que a formação de lideranças, o apoio às candidaturas e o acesso a recursos e visibilidade são fundamentais para ampliar a participação feminina nas próximas eleições. Na avaliação de Evelyn, o recorde deve ser acompanhado ao longo dos mandatos: o desafio é verificar se o crescimento nas urnas será sustentado e se abrirá espaço para outras mulheres: “Uma eleição pode estabelecer um marco, mas a participação feminina precisa ser construída continuamente. O avanço se consolida quando mais mulheres encontram condições de disputar, vencer e exercer seus mandatos.”
Com solenidade de abertura em 6 de outubro, mostra concebida pela jornalista e fotógrafa Ísis Dantas resgata a dignidade de sobreviventes de violência, propõe experiência imersiva com espelhos e leva cartilha a 5 mil estudantes da rede pública.
O rompimento de uma relação violenta é um ato de extrema coragem, mas marca apenas o primeiro passo de uma caminhada desafiadora: a de reencontrar a si mesma. É a partir desse lugar de escuta, afeto e reconstrução que a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) acolhe, entre os dias 1º e 30 de outubro, a exposição “Marias: Um Novo Olhar”, em cartaz no Espaço Athos Bulcão. O lançamento oficial, com solenidade marcada para o dia 6 de outubro, às 15h, ocorre no Foyer do Plenário. A visitação é aberta ao público e gratuita.
Idealizado e conduzido pela jornalista, fotógrafa e mãe atípica Ísis Dantas, o projeto nasceu em 2019 a partir de sua própria vivência como sobrevivente de violências doméstica e sexual. Longe de enxergar a câmera como um mero equipamento técnico, Ísis transformou as lentes em um instrumento de fotografia terapêutica. A abordagem é guiada pelo arquétipo do “Curador Ferido”, da psicologia analítica de Carl G. Jung: a vivência e as cicatrizes da própria artista servem como ponte genuína de empatia para que outras mulheres sintam-se seguras, acolhidas e compreendidas.
“A reconstrução de uma mulher que rompe o ciclo da violência passa, necessariamente, pelo resgate de sua autoimagem. Nesse contexto, a fotografia atua como um instrumento capaz de promover a cura, devolver a dignidade, a autoestima e a autonomia sobre a própria história”, reflete Ísis Dantas.
Nos retratos que ocupam os corredores da Casa do Povo, a dor cede espaço à potência de vida. Cada olhar registrado conta a história de quem conseguiu quebrar o silêncio, reescrever seu próprio destino e reencontrar sua beleza e valor para além do trauma. Para tornar esse diálogo ainda mais intimista e reflexivo, a cenografia da mostra conta com espelhos espalhados pelo espaço, convidando o público a uma experiência imersiva: a de pausar, olhar nos próprios olhos e vivenciar, em primeira pessoa, esse mesmo exercício de acolhimento e reconhecimento de si.
Da arte às salas de aula:prevenção e debate com as novas gerações Entendendo que a arte também é uma ferramenta política urgente de combate ao feminicídio e ao silenciamento, a nova fase do projeto extrapola as paredes da galeria e dialoga diretamente com a comunidade por meio de quatro frentes complementares:
Exposição Fotográfica “Marias: Um Novo Olhar”: Painéis fotográficos e espelhos interativos no Espaço Athos Bulcão que devolvem o protagonismo e a humanidade a mulheres que superaram ciclos abusivos, convidando quem visita a também se enxergar com empatia.
Cartilha “Não é MiMiMi, é Violência!”: Publicação pedagógica ilustrada por Renata Rangel, direcionada a adolescentes e jovens. Ao todo, 5 mil exemplares serão distribuídos gratuitamente em escolas públicas do DF, ensinando a reconhecer precocemente sinais de relações tóxicas, chantagens emocionais e abusos.
Contação de Histórias & Trilha Sonora: Circuito com 10 apresentações orais conduzidas pelo Grupo Paepalanthus, integradas à discotecagem e intervenção musical do DJ Zapatta, unindo sensibilidade lírica, ritmo e acolhimento para abrir canais saudáveis de diálogo com diferentes públicos.
Série Audiovisual (10 Reels): Conteúdo digital dinâmico e direto para redes sociais, descomplicando informações sobre canais de ajuda, direitos da mulher e autocuidado.
A iniciativa é realizada pela Artise, pelo Ministério da Cultura e pelo Governo Federal, e conta com o apoio institucional da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), do Conselho Curador de Cultura e do Projeto Marias da Penha.
Ficha Técnica Concepção, Fotografia e Curadoria: Ísis Dantas Atividades Literárias e Oralidade: Grupo Paepalanthus Música / DJ Convidado: DJ Zapatta Ilustrações e Projeto Gráfico: Renata Rangel Realização: Artise / Ministério da Cultura / Governo Federal Apoio Institucional: Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), Conselho Curador de Cultura e Projeto Marias da Penha
SERVIÇO Exposição Fotográfica “Marias: Um Novo Olhar” & Ações Educativas Período de Visitação: De 1º a 30 de outubro de 2026 Horário: De segunda a sexta-feira, das 9h às 18h Local da Exposição: Espaço Athos Bulcão – Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) Solenidade de Lançamento Oficial: 6 de outubro (terça-feira), às 15h Local da Solenidade: Foyer do Plenário da CLDF Endereço: Praça Municipal, Quadra 2, Lote 5, Setor de Áreas Públicas Sul (SAPS) – Brasília, DF Entrada: Franca Classificação: Livre Redes Sociais: Instagram @mariasdapenha
Canais de Apoio, Orientação e Denúncia:Central de Atendimento à Mulher: Ligue 180 (Anônimo, gratuito e 24 horas) Polícia Militar(Emergência imediata): Ligue 190
Data tradicionalmente associada a presentes e brincadeiras também chama atenção para a importância da convivência familiar, da proteção e do acesso a direitos
O Dia das Crianças, celebrado em 12 de outubro, costuma ser marcado por presentes, brincadeiras e atividades voltadas ao público infantil. A data, no entanto, também pode ser uma oportunidade para ampliar a discussão sobre o que significa garantir uma infância de fato protegida. Mais do que o acesso ao consumo, crianças precisam de segurança, afeto, educação, saúde, lazer e, principalmente, relações que favoreçam seu desenvolvimento.
Para Maria da Penha Oliveira, psicóloga e coordenadora do Grupo Aconchego – que trabalha em prol da convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes em acolhimento familiar e institucional, falar sobre os direitos da infância exige olhar para além das necessidades materiais. “Quando falamos em garantir uma infância saudável, estamos falando também de oferecer à criança um ambiente em que ela se sinta segura, pertencente e reconhecida. O desenvolvimento acontece nas relações, e os vínculos têm um papel fundamental nesse processo”, afirma.
A convivência familiar e comunitária é um dos direitos assegurados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Quando uma criança vive em um contexto de violência, negligência ou outras violações de direitos, entretanto, essa convivência pode ser comprometida. Em determinadas situações, o afastamento da família de origem pode ser necessário como medida de proteção, mas o objetivo deve ser preservar os vínculos e avaliar, sempre que possível, as condições para a reintegração familiar.
“Uma criança não deixa de ter uma história quando precisa ser afastada da família. Ela continua tendo vínculos, referências e uma identidade que precisam ser respeitados. Por isso, qualquer medida de proteção deve considerar essa trajetória e buscar oferecer segurança sem apagar a história daquela criança”, explica Maria da Penha.
A psicóloga também destaca que situações de vulnerabilidade podem produzir impactos que vão além do momento em que acontecem. Mudanças frequentes, rompimento de vínculos, violência e ausência de referências estáveis podem repercutir na forma como a criança estabelece relações e compreende o ambiente ao seu redor. Por isso, o acompanhamento adequado e a atuação articulada da rede de proteção são fundamentais.
“Não podemos responsabilizar apenas a criança ou a família por uma situação de vulnerabilidade. É preciso compreender o contexto e fortalecer a rede que está ao redor delas. Escola, assistência social, saúde, família e demais serviços precisam estar preparados para identificar situações de risco e construir respostas que protejam a criança”, afirma.
O verdadeiro presente para as crianças é a garantia de direitos, cuidado e pertencimento
Pensando em todo este cenário, políticas públicas de prevenção também têm papel importante. Serviços de assistência social e ações de fortalecimento de vínculos podem atuar antes que situações de vulnerabilidade se agravem, oferecendo suporte às famílias e contribuindo para a permanência segura de crianças e adolescentes em seus territórios e comunidades.
Para Maria da Penha, o Dia das Crianças pode ser uma oportunidade para deslocar a atenção do presente para aquilo que permanece depois da data. “O presente pode fazer parte da celebração, mas o que uma criança realmente precisa para se desenvolver não cabe em uma embalagem. Ela precisa de cuidado, proteção, oportunidades e relações nas quais possa construir confiança e pertencimento”, destaca.
A discussão reforça que garantir o direito à infância é uma responsabilidade compartilhada. O ECA estabelece que família, comunidade, sociedade e poder público devem assegurar, com prioridade, os direitos de crianças e adolescentes. Assim, a celebração de 12 de outubro também pode ser um momento para refletir sobre as condições oferecidas às diferentes infâncias e sobre o compromisso coletivo de protegê-las.
Sobre o Grupo Aconchego– O Aconchego é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, fundada em dezembro de 1997, que trabalha em prol da convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes em acolhimento familiar e institucional.
Filiado à Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção – ANGAAD o Aconchego é reconhecido como referência em Brasília e conta com grande projeção nacional na criação de tecnologias sociais com vistas à garantia do direito das crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária, por meio de ações de intervenção com potencial para a transformação social e cultural.
Chamamento selecionará quatro projetos para fortalecer a Rede Distrital de Pontos e Pontões de Cultura; inscrições ficam abertas até 22 de outubro
A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) abriu as inscrições para os editais do Cultura Viva, referentes ao segundo ciclo da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB). Entre eles está o edital de Fomento a Projetos Continuados de Pontões de Cultura, que prevê R$ 1,29 milhão para a seleção de quatro projetos.As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até 22 de outubro de 2026, pela plataforma PNAB-DF. O edital é voltado ao fortalecimento da Rede Distrital de Pontos e Pontões de Cultura e prevê ações de formação, articulação, divulgação e mobilização cultural no Distrito Federal.
Quatro projetos serão selecionados
O edital destina R$ 1,29 milhão para quatro projetos. Um deles receberá R$ 390 mil para a Gestão da Rede Distrital de Pontos e Pontões de Cultura. Os outros três terão investimento de R$ 300 mil cada, distribuídos entre ampla concorrência, cota para pessoas negras e categoria destinada às Culturas Tradicionais e Populares.A proposta é fortalecer a atuação em rede entre Pontos e Pontões de Cultura e ampliar o acesso às ações culturais. O edital prioriza iniciativas relacionadas à cultura de base comunitária e prevê atenção a territórios periféricos, rurais, indígenas, quilombolas e outras regiões de maior vulnerabilidade social e econômica.
Quem pode participar
Podem participar Pontos e Pontões de Cultura certificados pelo Ministério da Cultura, com constituição jurídica e CNPJ, desde que atendam às exigências do edital.A entidade precisa comprovar pelo menos três anos de constituição jurídica e de desenvolvimento de atividade cultural, além de experiência prévia em ações relacionadas ao objeto da parceria e capacidade técnica e operacional para executar as metas previstas.O edital não permite a participação de pessoas físicas, microempreendedores individuais (MEIs), coletivos sem CNPJ, instituições privadas com fins lucrativos, órgãos públicos, instituições de ensino e pesquisa e entidades que se enquadrem nas demais vedações previstas no chamamento.A certificação como Ponto ou Pontão de Cultura será apresentada na fase de habilitação. A organização também poderá comprovar a certificação por meio de instrumentos formais de parceria ou publicação de resultado de editais certificadores da Política Nacional Cultura Viva.
Quais são as exigências dos projetos
Os projetos terão duração de 12 meses, com possibilidade de prorrogação por igual período. O edital estabelece metas padronizadas que deverão ser incluídas nas propostas.A primeira envolve formação e educação cultural, com atividades como oficinas, cursos, workshops, palestras e seminários voltados à formação cultural e à troca de conhecimentos.A segunda prevê a realização de mostras e ações artísticas e culturais, valorizando diferentes linguagens, artistas locais, mestres e mestras das culturas tradicionais e populares, grupos culturais e comunidades.A terceira trata do registro e divulgação das atividades, com produção de materiais e uso de redes sociais, sites, mídia local e outros meios de comunicação. Também deverá haver registro e documentação das ações realizadas.A quarta meta é a Bolsa Agente Cultura Viva. O projeto deverá prever a seleção de pelo menos cinco jovens de 18 a 24 anos para atuar como Agentes de Cultura Viva. As bolsas terão duração mínima de oito meses e poderão ser prorrogadas uma vez pelo mesmo período. Para um grupo de cinco jovens, pelo menos uma vaga deverá ser destinada a pessoa negra e uma a pessoa indígena.Os projetos deverão ter abrangência compatível com a atuação de um Pontão de Cultura. Propostas restritas a uma única comunidade ou a uma rede muito limitada de Pontos de Cultura poderão ser desclassificadas ou sofrer redução de pontuação. A proposta deve alcançar o conjunto de Pontos e Pontões de Cultura abrangidos pelo projeto, utilizando estratégias presenciais, regionais e online, entre outras.
Acessibilidade
Os projetos deverão prever medidas de acessibilidade compatíveis com suas atividades e estimular a participação de agentes culturais com deficiência.Os materiais de divulgação dos produtos culturais também deverão ser disponibilizados em formatos acessíveis e informar, de maneira visível, os recursos de acessibilidade oferecidos.
Recursos e execução
O valor destinado a cada projeto deve seguir exatamente o montante estabelecido no edital. A proposta precisa apresentar a estimativa de custos de acordo com os preços praticados no mercado, acompanhada de memória de cálculo e justificativa para as despesas.Os recursos serão repassados em parcela única, diretamente em conta bancária específica. A conta deverá ser aberta e mantida exclusivamente em instituição financeira pública.As entidades também deverão dar transparência aos valores pagos à equipe envolvida na execução do projeto.
Como será feita a seleção
As propostas serão analisadas em duas etapas: Seleção e Habilitação.Na primeira fase, uma comissão paritária, formada por representantes do Poder Executivo e da sociedade civil, avaliará e classificará as candidaturas. Cada projeto será analisado por pelo menos dois integrantes da comissão, sendo pelo menos um deles representante da sociedade civil.A pontuação máxima é de 105 pontos. Para ser considerada apta, a candidatura precisa alcançar pelo menos 60 pontos.Entre os critérios estão a experiência da entidade, a qualidade e viabilidade da proposta, a capacidade técnica da equipe, a articulação em rede, o alcance das ações, a acessibilidade e o público beneficiado.Após a divulgação do resultado preliminar, os participantes terão cinco dias úteis para apresentar recurso pela plataforma PNAB-DF.
Documentos necessários
No momento da inscrição, a entidade deverá apresentar o formulário de inscrição, o Plano de Trabalho, o Plano de Aplicação de Recursos e materiais que comprovem pelo menos três anos de atuação cultural no Distrito Federal.Podem ser utilizados como comprovação fotografias, cartazes, folhetos, vídeos, publicações em jornais e revistas, páginas na internet, depoimentos, convites para eventos e cartas de reconhecimento, entre outros documentos. O edital também recomenda a apresentação de materiais recentes, referentes aos dois últimos anos.As entidades que concorrerem às cotas deverão apresentar as autodeclarações e demais documentos exigidos para comprovar o enquadramento na modalidade escolhida.Na fase de habilitação, as entidades selecionadas deverão apresentar documentação complementar, incluindo estatuto social atualizado, ata de posse dos dirigentes, relação nominal dos dirigentes, documentos da representação e certificado de Ponto ou Pontão de Cultura.
Prestação de contas
Os projetos selecionados estarão sujeitos ao acompanhamento e monitoramento da Secretaria de Cultura. Ao final da execução, a prestação de contas deverá ser apresentada por meio de Relatório de Execução do Objeto, em até 90 dias após o fim da vigência do Termo de Compromisso Cultural.O relatório deverá apresentar, entre outras informações, comprovações dos resultados e produtos obtidos durante a execução das metas.
Serviço
Edital: Cultura Viva — Fomento a Projetos Continuados de Pontões de CulturaEdital nº: 21/2026Valor total: R$ 1,29 milhãoProjetos selecionados: 4Inscrições: até às 23h59 do dia 22 de outubro Onde se inscrever: plataforma PNAB-DF — pnabdf.org.brRealização: Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito FederalRecursos: Ministério da Cultura, por meio da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB)
Parceria entre MinC, Vale e Cufa prevê a seleção de pelo menos 50 iniciativas artísticas em territórios periféricos
Faltam 13 dias para o encerramento do processo de inscrições do programa Rouanet nas Favelas 2. Agentes e produtores culturais interessados em submeter propostas têm até as 23h59 do dia 13 de outubro de 2026 para concluir a candidatura, realizada no Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura (Salic). Resultado de uma parceria entre o Ministério da Cultura (MinC), a Vale e a Central Única das Favelas (Cufa), a seleção destinará um investimento mínimo de R$ 10 milhões para apoiar ao menos 50 projetos artísticos em territórios de favelas e periferias brasileiras.
Cada proposta selecionada poderá receber até R$ 200 mil em recursos de incentivo fiscal. O edital destina o aporte mínimo de R$ 1 milhão para cada uma das localidades atendidas nesta edição.
Territórios e áreas contempladas
As iniciativas devem ser executadas obrigatoriamente em regiões classificadas como favelas e comunidades urbanas pelo Censo Demográfico 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O edital abrange oito áreas urbanas: Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Distrito Federal (DF), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), São Luís (MA), São Paulo (SP) e Vitória (ES).
As propostas devem se enquadrar em um dos seguintes segmentos culturais:
Artes Cênicas e Visuais: espetáculos de teatro, dança, circo, ópera, desfiles festivos, exposições culturais e oficinas de capacitação.
Audiovisual e Música: festivais, mostras, curtas e médias-metragens, podcasts, jogos eletrônicos, apresentações musicais e canto coral.
Humanidades, Patrimônio e Museus: feiras literárias, saraus, publicação de livros, salvaguarda do patrimônio imaterial, artesanato e acervos museológicos.
Propostas Transversais: projetos de arte religiosa, cultura afro-brasileira, cultura urbana (como o movimento hip-hop), culturas tradicionais, cultura da infância e ações protagonizadas por pessoas com deficiência.
Quem pode se inscrever?
A participação é voltada a pessoas jurídicas (com ou sem fins lucrativos) que comprovem atuação cultural compatível com o projeto e possuam sede cadastrada na Receita Federal na mesma localidade em que a ação será executada. Cada entidade pode inscrever apenas uma proposta, e o edital veda a submissão de projetos que já estejam ativos no sistema com número Pronac emitido.
Os projetos selecionados passarão por fases de avaliação e análise de integridade (compliance) e deverão ser executados entre 1º de maio de 2027 e 31 de dezembro de 2028.
Cronograma
Encerramento das inscrições no Salic: 13 de outubro de 2026 (às 23h59min59s)
Divulgação do resultado provisório: até 27 de novembro de 2026
Prazo para recursos: até 7 de dezembro de 2026
Publicação do resultado final: Até 30 de dezembro de 2026
Etapa complementar no site da Vale (para aprovados): de 4 a 15 de janeiro de 2027
Início da execução dos projetos: a partir de 1º de maio de 2027
Como realizar a inscrição?
As propostas para o certame devem ser formalizadas por meio do Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura (Salic), no endereço: salic.cultura.gov.br. Dentro da plataforma, o proponente deve navegar pelo menu de submissão até localizar e selecionar a tipicidade “Editais Compartilhados” e, em seguida, selecionar a tipologia “Programa Rouanet nas Favelas – 2026”.
Após o preenchimento de todos os dados do projeto, a submissão precisa ser concluída e enviada no sistema até o prazo limite de 13 de outubro. Caso surjam dúvidas ao longo do processo, os organizadores disponibilizam atendimento direto na aba “Solicitações”, no painel do próprio Salic, além do suporte oferecido pelo e-mail salic@cultura.gov.br.
Para conferir mais informações sobre o programa, clique aqui ou acesse: Link
Após sete meses de oficinas no Instituto Dom Orione, projeto Cultura Viva encerra ciclo no dia 20 de outubro com apresentações de capoeira, música, dança e poesia, troca de cordões e entrega de certificados
O Instituto Olga Kos DF realiza, no dia 20 de outubro (terça-feira), o encerramento do projeto Cultura Viva – Capoeira e Inclusão, iniciativa desenvolvida em parceria com o Instituto Dom Orione. Desde março de 2026, o projeto promove oficinas continuadas de capoeira, dança e música, com atividades realizadas duas vezes por semana, nos períodos da manhã e da tarde. O Sarau de Encerramento será realizado das 14h às 16h30, na Quadra Poliesportiva do Instituto Dom Orione, com entrada gratuita.
Ao longo de sete meses, os participantes vivenciaram atividades relacionadas à capoeira e à cultura afro-brasileira, envolvendo movimento, ginga, musicalidade, cantos, instrumentos, jogos e brincadeiras populares, expressão corporal e ancestralidade. A proposta buscou utilizar diferentes manifestações culturais como instrumentos de aprendizagem, convivência e inclusão.
O encerramento será também um espaço para valorizar o protagonismo dos participantes e compartilhar com familiares, educadores, parceiros e comunidade as experiências construídas durante as oficinas. A programação reunirá capoeira, música, dança e poesia, apresentando diferentes linguagens trabalhadas durante o projeto.
Um dos momentos do sarau será a roda de capoeira com a Associação de Capoeira Ave Branca. O evento contará ainda com a participação do músico percussionista Lucas Vieira, além da troca de cordões e da entrega de certificados aos participantes.
A capoeira ocupa papel central no projeto por reunir, em uma mesma manifestação cultural, corpo, música, memória, ancestralidade e coletividade. A partir desses elementos, as oficinas estimularam diferentes formas de participação e expressão, respeitando as características e possibilidades de cada participante.
Cultura Viva – Capoeira e Inclusão
O projeto Cultura Viva – Capoeira e Inclusão integra as ações culturais do Instituto Olga Kos, organização que atua nacionalmente nas áreas de cultura, esporte e pesquisa, promovendo inclusão social, valorização da diversidade e ampliação do acesso a atividades culturais para públicos historicamente vulnerabilizados.
Serviço
Sarau de Encerramento do projeto Cultura Viva – Capoeira e Inclusão Data: 20 de outubro de 2026, terça-feira Horário: 14h às 16h30 Local: Quadra Poliesportiva do Instituto Dom Orione Entrada gratuita
Programação
Apresentações de capoeira, música, dança e poesia
Roda de capoeira com a Associação de Capoeira Ave Branca
Participação do músico percussionista Lucas Vieira
Projeto do Instituto Janelas da Arte, com atuação em rede com o Instituto No Setor e investimento do Fundo Socioambiental da CAIXA, ocupa espaço no centro da cidade durante dois anos e propõe cultura, economia criativa e sustentabilidade como ferramentas de transformação social e cultural
Primeiras atividades gratuitas começam neste sábado, 26 de setembro, com oficina de lambe-lambe e workshop sobre cidade, território e Agenda 2030
Em uma região do centro de Brasília marcada por desigualdades e grandes desafios sociais, uma nova ocupação propõe outro caminho para a transformação do território. Cultura, formação, economia criativa e sustentabilidade estão no centro do EIXO – Espaço de Inovação, Criatividade e Sustentabilidade, projeto do Instituto Janelas da Arte, com atuação em rede com o Instituto Cultural e Social No Setor.
O EIXO nasce do encontro de trajetórias de organizações que já atuam com cultura, formação e transformação social e do desejo de construir, no Setor Comercial Sul, uma experiência permanente de criação, aprendizagem e convivência. Durante dois anos, o projeto transforma um espaço na Quadra 5 do SCS em um laboratório vivo e busca demonstrar, na prática, como cultura, economia criativa e sustentabilidade podem contribuir efetivamente para transformar um território.
As primeiras atividades começam neste sábado, 26 de setembro, com duas ações gratuitas voltadas à relação entre cidade, criação e território. Das 14h às 17h, o ilustrador e grafiteiro Bera conduz a oficina de lambe-lambe “A cidade também é nossa tela”. A atividade parte da ideia da cidade como suporte de expressão e convida os participantes a experimentar criação, composição e ocupação visual do espaço urbano. Ilustrador e grafiteiro, Bera nasceu em Uberaba (MG), vive em Brasília desde 2006 e atua há dez anos na cena do grafite. Também desenvolve sua produção autoral por meio da marca BERAVERSO.
Também no sábado, das 14h às 16h, o geógrafo Guilherme Machado ministra o workshop “Ressignificação. Cidades Vivas, Rimas e Traços: a Agenda 2030 no Coração do Território”. Um convite a refletir sobre os espaços que ocupa, as relações que estabelece com a cidade e as possibilidades de transformação do território. A proposta é aproximar cultura urbana, sustentabilidade e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estimulando novas leituras e formas de imaginar a cidade. Guilherme é geógrafo, especialista em gestão cultural e avaliação de impacto social, com experiência na aplicação territorial dos ODS e em projetos que articulam cultura urbana, patrimônio imaterial e sustentabilidade, especialmente no Distrito Federal.
Já no dia 7 de outubro, começam dois cursos voltados aos bastidores da música ao vivo. O curso de Sonorização, com Tom Serralvo, apresenta o trabalho de quem cuida da qualidade do som em shows, eventos e apresentações — da preparação dos equipamentos ao acompanhamento técnico durante a performance. Já o curso de Roadie, com Bruna Moom, mostra a rotina de quem atua na montagem e no suporte a artistas e músicos, preparando instrumentos, equipamentos e palco para que tudo funcione na hora do show.
As duas formações incluem prática no Cerrado Jazz Festival, em 9 de outubro, aproximando os participantes de uma situação real de produção e operação técnica. As inscrições ficam abertas até 1º de outubro, pelo Instagram do EIXO, @eixo.scs.
Para o Instituto Cultural e Social No Setor, que tem sua trajetória diretamente ligada ao centro de Brasília, a chegada do EIXO representa também a concretização de uma ideia construída ao longo dos anos: ter estrutura, continuidade e condições para desenvolver uma ocupação cultural capaz de dialogar com os desafios e as potências do SCS.
“O Setor Comercial Sul é um território muito estigmatizado, e durante muito tempo se falou em devolver esse espaço para as pessoas. Mas transformar um território não é apenas limpar ou retirar quem está ali. É criar políticas, cultura e possibilidades de ocupação. Para mim, o EIXO é a materialização de um sonho, que nasce dessa atuação em rede com o Instituto Janelas: ter um espaço estruturado, com condições de mostrar, na prática, como existem outras possibilidades de transformar um território, gerar oportunidades e construir outras formas de viver o centro da cidade”, afirma Rafael Reis, diretor-presidente do Instituto Cultural e Social No Setor.
Para Lorena Oliveira, presidente do Instituto Janelas da Arte, Cidadania e Sustentabilidade, a proposta é fazer com que essa presença no território produza também novas possibilidades para as pessoas. “Queremos que o EIXO seja um espaço onde a formação se transforme em oportunidade real. Um lugar para desenvolver habilidades, se qualificar, experimentar novas possibilidades e encontrar caminhos para o trabalho e a geração de renda. E queremos fazer isso de maneira conectada ao território e às pessoas que fazem parte do centro de Brasília.”
A sustentabilidade também aparece associada à inclusão social e produtiva. Entre as ações previstas estão iniciativas de plantio, reflorestamento urbano e implantação de hortas comunitárias no SCS, unindo cuidado ambiental, geração de renda e fortalecimento do vínculo com o território. Outro destaque é o laboratório de reciclagem de plástico, que transforma tampinhas em placas que podem ser utilizadas na produção de móveis e outros objetos.
A programação que começa agora inaugura uma agenda contínua de formação, produção cultural, atividades artísticas e ações ligadas à sustentabilidade. Ao longo dos dois anos, o EIXO prevê cursos, oficinas e vivências, além de apresentações artísticas, exposições, feiras, intervenções urbanas e ações de convivência. A formação terá atenção especial a pessoas em situação de vulnerabilidade, ampliando possibilidades de qualificação, trabalho e geração de renda e fortalecendo a economia criativa.
Com investimento do Fundo Socioambiental da CAIXA, o EIXO inicia assim uma ocupação de longo prazo no Setor Comercial Sul. Novas atividades, vagas, inscrições e a programação serão divulgadas pelo Instagram @eixo.scs.
Serviço
EIXO – Espaço de Inovação, Criatividade e Sustentabilidade Local: Setor Comercial Sul, Quadra 5 – Brasília/DF Período: julho de 2026 a junho de 2028 Realização: Instituto Janelas da Arte Atuação em rede: Instituto Cultural e Social No Setor Investimento: Fundo Socioambiental da CAIXA Informações e inscrições: @eixo.scs
26 de setembro
Oficina de Lambe-Lambe com Bera – “A cidade também é nossa tela” Horário: 14h às 17h Vagas: 25 Acesso livre, sujeito à lotação
Workshop “Ressignificação. Cidades Vivas, Rimas e Traços: a Agenda 2030 no Coração do Território” Com Guilherme Machado Horário: 14h às 16h Acesso livre, sujeito à lotação
Curso de Sonorização com Tom Serralvo Carga horária: 10 horas Início: 7 de outubro Inscrições até: 1º de outubro Inscrições: @eixo.scs
Curso de Roadie com Bruna Moom Carga horária: 10 horas Início: 7 de outubro Inscrições até: 1º de outubro Inscrições: @eixo.scs
Sobre o Instituto Janelas
O Instituto Janelas da Arte, Cidadania e Sustentabilidade é uma organização da sociedade civil que desenvolve projetos nas áreas de cultura, educação, formação, acessibilidade, inclusão social, cidadania, direitos humanos, empreendedorismo e sustentabilidade. Sua atuação reúne produção e gestão de projetos culturais, ações de formação e qualificação e iniciativas voltadas à democratização do acesso à arte e à promoção da transformação social. O Instituto integra a Rede Nacional de Escolas Livres de Formação em Arte e Cultura, do Ministério da Cultura, reconhecimento de sua trajetória na formação artística e cultural e na valorização da diversidade e dos saberes comunitários.
Sobre o Instituto No Setor
O Instituto Cultural e Social No Setor (INS) nasceu das mobilizações e ocupações culturais realizadas no Setor Comercial Sul, em Brasília, desde 2018, e se formalizou como organização da sociedade civil em 2020. Com atuação no Distrito Federal e em outros territórios do país, desenvolve projetos nas áreas de cultura, educação, sustentabilidade, desenvolvimento territorial, economia criativa e promoção de direitos, tendo o Direito à Cidade como eixo central de sua atuação.
Iniciativa realiza encontro neste sábado (26), na Universidade do Distrito Federal, após percorrer diferentes regiões do DF, alcançando centenas de estudantes da rede pública
O projeto Nossa Vez realiza, neste sábado (26/9), aulão gratuito de preparação para o Enem. O encerramento da iniciativa será em Ceilândia, na Universidade do Distrito Federal, localizada na QNN 31, Áreas Especiais B/C/D/E, Ceilândia Norte. A programação ocorre das 7h45 às 12h30 e reúne aulas de diferentes áreas do conhecimento, além de apresentação do rapper Japão Viela 17 durante o intervalo. As inscrições podem ser feitas pelo formulário eletrônico.
Realizado pelo Instituto Rosa dos Ventos em parceria com a Secretaria Nacional de Juventude do Governo Federal, o Nossa Vez promoveu encontros gratuitos em diferentes regiões do Distrito Federal, levando conteúdos, estratégias de prova e orientação para estudantes do terceiro ano do Ensino Médio, da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e para quem já concluiu o Ensino Médio em escolas públicas.
Ao longo da programação, o projeto passou por Brazlândia, Gama, Recanto das Emas, Planaltina, Taguatinga, Samambaia e Ceilândia, que recebe o segundo encontro neste sábado. A circulação por diferentes territórios buscou aproximar a preparação para o Enem das comunidades e ampliar as possibilidades de participação de estudantes que nem sempre conseguem acessar cursos preparatórios.
Durante os encontros, os participantes tiveram acesso a aulas de Língua Portuguesa, Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Redação, além de orientações sobre resolução de questões, organização do tempo de prova e estratégias relacionadas ao modelo de avaliação do Enem. A programação também incorporou apresentações culturais, aproximando a preparação acadêmica de outras formas de conhecimento e expressão.
“Levar o Nossa Vez em Ceilândia é também olhar para tudo o que aconteceu nos territórios por onde passamos. Cada encontro teve uma dinâmica própria, com estudantes diferentes, histórias diferentes e maneiras diferentes de se relacionar com o Enem. Acho que esse é um dos maiores aprendizados do projeto: quando a gente sai do lugar comum e vai até onde os jovens estão, a educação deixa de ser uma ideia abstrata e ganha rosto, conversa e troca”, afirma a presidente do Instituto Rosa dos Ventos, Stéffanie Oliveira.
A professora de Química Luana Bezerra participou do aulão em Ceilândia, no último 12 de setembro. Ela destaca temas que muito provavelmente devem ser cobrados no exame, como terras raras e jogos de aposta. “Se você é um aluno da rede pública, pode vir participar com a gente. Sabemos o tanto que é importante estarmos atualizados com todos esses assuntos”, convida a docente.
Programação do encerramento
O encontro começa às 7h45, com aula de Português ministrada pela professora Kássia Braga. Na sequência, o professor Waldizar Borges conduz a aula de Matemática. A programação segue com Ciências da Natureza, reunindo os professores Cleiton, de Química; Alexandre, de Biologia; e Kitéria, de Física.
Às 10h, durante o intervalo, o público poderá acompanhar a apresentação do rapper Japão Viela 17, artista com trajetória ligada à cultura hip-hop do Distrito Federal. Depois da apresentação, às 10h15, será realizada a primeira aula de Ciências Humanas, com Saulo, em Sociologia, e Luís Ferrara, em Filosofia.
Às 11h, a programação continua com Leonardo C., em Geografia, e Keilla, em História. O encerramento das atividades será com a aula de Redação, ministrada pela professora Andressa Soares.
O Nossa Vez é uma realização do Instituto Rosa dos Ventos, em parceria com a Secretaria Nacional de Juventude do Governo Federal.
Serviço – Projeto Nossa Vez – Ceilândia
Data: sábado (26 de setembro)
Horário: das 7h45 às 12h30
Local: Universidade do Distrito Federal — QNN 31, Áreas Especiais B/C/D/E, Ceilândia Norte
Kátia Cubel, da Engenho, anuncia novas iniciativas de fortalecimento do Jornalismo brasileiro
Fundada há 30 anos em Brasília, com atuação nacional e trabalhos realizados em países da América Latina e da Europa, a Engenho Comunicação vem se tornando um hub de causas vinculadas à cidadania e à valorização do Jornalismo. “Nascemos como uma assessoria de imprensa tradicional, mas hoje nos dedicamos prioritariamente a projetos de incremento de reputação e a iniciativas de valorização do Jornalismo brasileiro e de impulsionamento da cidadania”, conta Kátia Cubel, fundadora e diretora da Engenho.
Uma das novidades é a realização do Festival de Jornalismo criado em Brasília em 2024 na capital pernambucana, no dia 28 de outubro de 2026. Na capital do país, a iniciativa chama-se Festival de Jornalismo do Prêmio Engenho. Em Pernambuco, o evento foi batizado de Festival de Jornalismo Recife. Em sua primeira edição fora de Brasília, o Festival de Jornalismo Recife terá a seguinte programação
Em 2027, a edição do Festival de Jornalismo do Prêmio Engenho será nos dias 13 e 14 de abril, em Brasília.
QUAL A PROPOSTA DO FESTIVAL DE JORNALISMO
Reunir jornalistas consagrados, professores universitários, pesquisadores e profissionais da comunicação para compartilhar experiências e conhecimentos com estudantes de Jornalismo, contribuindo para a formação das futuras gerações de profissionais da imprensa brasileira. O objetivo é levar à formação dos futuros jornalistas conteúdos, causas e abordagens que o currículo acadêmico ainda não cobre. Além de abordar aspectos técnicos, práticos, éticos e comportamentais da profissão de Jornalista, as atividades formativas vão estimular o pensamento crítico, o compromisso com a correta construção do noticiário, a responsabilidade social da imprensa e o fortalecimento da democracia.
Mais do que um evento acadêmico, o Festival constitui um espaço permanente de diálogo entre universidades, veículos de comunicação, organizações públicas e privadas e a sociedade, promovendo reflexões sobre o papel do Jornalismo na construção de uma sociedade mais informada, democrática e participativa.
OUTRAS INICIATIVAS DA ENGENHO
– Prêmio Engenho de Comunicação – O Dia em que o Jornalismo Vira Notícia: instituído em 2004 e com sua 22ª edição a ser realizada no dia 10 de novembro próximo, no Espaço Cultural do TCU, a premiação destaca jornalistas e veículos de comunicação que atuam a partir da Capital do país. Fortalece a atuação jornalística, a confiança no jornalismo profissional e valoriza cinco pilares que constituem o Jornalismo: liberdade de imprensa, ética, transparência, cidadania e democracia. As escolhas de finalistas e vencedores é feita por uma comissão independente de um Júri de notáveis.
– Prêmio Engenho Mulher – Reconhecimento a Quem nos Transforma: com a quinta edição será realizada em maio de 2027, a premiação contempla mulheres que em silêncio mudam o mundo à sua volta, agregando cidadania a espaços onde a escassez em geral predomina. São agraciadas três mulheres do Distrito Federal, escolhidas por uma comissão julgadora independente formada por sete mulheres jornalistas. Entre os atributos do Prêmio Engenho Mulher: fomento da equidade de gênero, do empoderamento feminino e de iniciativas criadas por mulheres, iniciativa aderente aos atributos ESG, difunde respeito, tolerância e diversidade, gera empatia junto a vários perfis de públicos na sociedade, que apoiam, valorizam e se juntam para também promover a equidade de gênero
Engenho Comunicação – Um hub de cidadania
Engenho Comunicação – Um hub de cidadania (61) 3242.1095 / 99250.2385
Idealizada por Mestra Martinha do Coco e integrada ao projeto Patrimônio Brincante, mostra comunitária exalta a memória viva com entrada franca.
O pulsar dos tambores e o canto ancestral encontram morada certa no próximo dia 26 de setembro. A Casa de Cultura Martinha do Coco recebe a XIII Mostra de Diversidade e Cultura Popular do Paranoá, que nesta edição traz como tema central as “Artes Afro-Indígenas”. A iniciativa integra a programação do projeto Patrimônio Brincante, realizado pelo Instituto Alvorada Brasil, transformando o território em um grande espaço de celebração comunitária, diálogo e valorização do patrimônio cultural imaterial.
Nascida do olhar afetuoso e da liderança comunitária da Mestra Martinha do Coco, a Mostra chega à sua 13ª edição reafirmando a potência das periferias do Distrito Federal. A realização no âmbito do projeto Patrimônio Brincante fortalece essa caminhada ao colocar os saberes originários e de matriz africana no centro da roda, promovendo encontros intergeracionais e conectando a vizinhança aos mestres da cultura de raiz.
“A Mostra nasceu do desejo de ver a nossa comunidade reunida, cantando, dançando e celebrando aquilo que a gente é”, destaca a Mestra Martinha do Coco. “Trazer os saberes indígenas para caminhar junto com a cultura popular e com a nossa ancestralidade negra fortalece a Casa de Cultura e lembra a todo mundo que o nosso patrimônio está vivo no povo, na partilha e no terreiro cultural que construímos no Paranoá todo dia”, completa.
A programação começa às 14h, com foco na infância e na formação lúdica: o contador de histórias Rego Junior comanda uma sessão de contos para a criançada. Das 16h às 22h, o público poderá conferir e adquirir peças exclusivas na Feira de Artesanato Indígena, fortalecendo o protagonismo e a economia criativa dos povos originários.
Ao entardecer, às 17h, o espaço ganha a mandinga e o ritmo ancestral com a apresentação de Capoeira Angola do Grupo BECA. Às 18h30, a reflexão ganha corpo na Roda de Saberes Afro-Indígenas, facilitada por Nayara Tukano e Cristiane Sobral, abrindo espaço para diálogos fundamentais sobre identidade, território e ancestralidade.
A partir das 20h, a festa toma conta do palco sob a condução da mestra de cerimônia Guaja. A noite musical traz um encontro vibrante de linguagens e ancestralidades com o peso e a poesia de Thabata Lorena (AFRODRILL BRASIL), a força percussiva do Cortejo Tawá Tingá (Casa Moringa) e o grande encerramento com Martinha do Coco e Banda, convidando toda a comunidade para cirandar na pisada contagiante do coco.
A XIII Mostra de Diversidade e Cultura Popular do Paranoá integra o projeto Patrimônio Brincante, realizado pelo Instituto Alvorada Brasil. A atividade conta com o apoio da Casa de Cultura Martinha do Coco e da KALI, além do fomento da Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (SECEC-DF). O evento tem entrada franca e classificação indicativa livre.
PROGRAMAÇÃO COMPLETA 14h – Contação de Histórias para Crianças | Rego Junior 16h às 22h – Feira de Artesanato Indígena 17h – Roda de Capoeira Angola | Grupo BECA 18h30 – Roda de Saberes Afro-Indígenas | Nayara Tukano e Cristiane Sobral 20h às 23h – Noite de Shows: Mestra de Cerimônia: Guaja Thabata Lorena (AFRODRILL BRASIL) Cortejo Tawá Tingá (Casa Moringa) Martinha do Coco e Banda
SERVIÇO Evento: XIII Mostra de Diversidade e Cultura Popular do Paranoá – Artes Afro-Indígenas Projeto: Patrimônio Brincante Data: 26 de setembro de 2026 (sábado) Horário: Das 14h às 23h Local: Casa de Cultura Martinha do Coco Endereço: Quadra 28, Conjunto E, Lote 28 – Paranoá, DF Entrada: Gratuita Classificação indicativa: Livre Realização: Instituto Alvorada Brasil Apoio: Casa de Cultura Martinha do Coco e KALI Fomento: Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (SECEC-DF) Redes Sociais: Instagram e Facebook @martinhadococo e @patrimoniobrincante
Projeto oferece oficinas gratuitas para jovens e adultos a partir de 16 anos; inscrições continuam abertas durante a passagem da carreta-escola pela região
O projeto CriAtiva – Comunicação, Cultura e Audiovisual já está no Guará oferecendo cursos gratuitos nas áreas de comunicação, marketing digital, fotografia e produção audiovisual. As inscrições continuam abertas para moradores interessados em participar das oficinas.
A carreta-escola está instalada na QE 25, Área Especial do CAVE, ao lado da Feira do Guará II, onde permanecerá até 5 de outubro. A iniciativa é voltada para jovens e adultos a partir de 16 anos e combina aulas teóricas e atividades práticas.
Entre as opções de capacitação estão Gerenciamento de Redes Sociais, Tráfego Pago e Estratégias Digitais, Fotografia Digital e Produção Audiovisual. Os conteúdos podem ser utilizados tanto na busca por oportunidades no mercado de trabalho quanto na criação de projetos próprios, iniciativas culturais e pequenos negócios.
As atividades são realizadas em diferentes horários, das 8h às 18h, permitindo que estudantes, trabalhadores e demais interessados possam escolher uma turma de acordo com sua disponibilidade.
Cursos disponíveis
Fotografia Digital: das 8h às 10h e das 14h às 16h;
Tráfego Pago e Estratégias Digitais: das 8h às 10h e das 16h às 18h;
Gerenciamento de Redes Sociais: das 10h às 12h e das 14h às 16h;
Produção Audiovisual: das 10h às 12h e das 16h às 18h.
A proposta do CriAtiva é ampliar o acesso à formação profissional em áreas ligadas à comunicação e à economia criativa, oferecendo ferramentas que podem ajudar os participantes a ingressar no mercado, aprimorar seus negócios ou desenvolver projetos independentes.
Depois do Guará, o projeto seguirá para Ceilândia, onde ficará de 8 de outubro a 6 de novembro. A última etapa do circuito será realizada em Samambaia, entre 9 de novembro e 8 de dezembro.
A iniciativa é fomentada pela Secretaria de Estado de Turismo do Distrito Federal (Secec-DF), com realização do Instituto Rede Solidária e apoio das Administrações Regionais das quatro regiões participantes.
Serviço
Projeto: CriAtiva – Comunicação, Cultura e Audiovisual Período no Guará: até 5 de outubro Local: SRIA II, QE 25, Área Especial do CAVE, ao lado da Feira do Guará II Público: jovens e adultos a partir de 16 anos Horário: das 8h às 18h, conforme o curso Inscrições: abertas Site: institutoredesolidaria.org.br/criativa/ WhatsApp: (61) 98374-9556 Fomento: Secretaria de Estado de Turismo do Distrito Federal (Secec-DF) Realização: Instituto Rede Solidária Apoio: Administração Regional do Guará
Atividade promovida pela Biblioteca Demonstrativa será realizada no dia 21 de setembro, com transmissão gratuita pelo YouTube
No Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, celebrado em 21 de setembro, a Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles (BDB) promove a palestra Histórias de Cego, com o jornalista e comunicador Marcos Lima. A atividade será realizada às 16h, em formato online, com transmissão gratuita pelo canal da BDB Cultural no YouTube.
Criador do projeto multiplataforma Histórias de Cego, Marcos Lima utiliza a comunicação e o humor para compartilhar situações do cotidiano de uma pessoa com deficiência visual e estimular reflexões sobre acessibilidade, inclusão, representatividade, capacitismo e valorização das diferenças. A proposta é aproximar diferentes públicos do tema e contribuir para a desconstrução de preconceitos.
Jornalista de formação, Marcos também construiu uma trajetória marcada pelo esporte e por experiências profissionais e acadêmicas no Brasil e no exterior. Durante anos, foi atleta de futebol de 5 e, em 2008, tornou-se o primeiro brasileiro cego a esquiar na neve. Em 2018, foi eleito aluno-destaque no Programa de Desenvolvimento Global (GSMP), da Universidade do Tennessee, nos Estados Unidos, onde também realizou palestras em Washington e Knoxville.
Entre 2012 e 2016, atuou na organização dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, prestando consultoria sobre as necessidades de atletas com deficiência. Ao longo da carreira, já realizou mais de 500 palestras em escolas, universidades, empresas e instituições, abordando temas relacionados à diversidade, acessibilidade, inclusão e representatividade.
Nas redes sociais, o projeto Histórias de Cego reúne cerca de 600 mil seguidores e mais de 100 milhões de visualizações em plataformas como YouTube, TikTok e Instagram. Os conteúdos apresentam, de maneira leve e bem-humorada, situações vivenciadas por Marcos e também discutem barreiras de acessibilidade e questões relacionadas à deficiência visual.
“A deficiência me explica em muitos aspectos por conta da falta de acessibilidade e do excesso de preconceito, mas a cegueira não me define enquanto pessoa”, afirma Marcos Lima.
O projeto também deu origem ao livro Histórias de Cego, publicado pela Editora Oficina Raquel e adotado pelo Governo Federal em escolas de Ensino Médio de todo o país, além de municípios como Belo Horizonte. A iniciativa já percorreu diferentes regiões do Brasil e chegou a países como Estados Unidos, Bolívia, Peru e Líbano.
Para participar e ficar por dentro da programação cultural da Biblioteca Demonstrativa, acompanhe as redes sociais da @bdbcultural no Instagram, Facebook eYouTube.
Sobre a programação cultural da BDB
A programação cultural da Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles é realizada por meio do Termo de Colaboração nº 950548/2023 com o Instituto Incluir, uma organização da sociedade civil.
Iniciativa do Instituto Artetude Cultural começa em 15 de setembro e oferece cinco roteiros gratuitos de turismo cívico, com acessibilidade para pessoas com deficiência
A partir de 15 de setembro, estudantes do ensino médio do Distrito Federal, bem como pessoas ligadas a instituições não governamentais, terão uma nova maneira de conhecer Brasília: percorrendo seus espaços, monumentos e territórios como quem percorre as páginas de um livro. É quando começa o projeto Roteiros da Cidadania e Cultura no DF, realizado pelo Instituto Artetude Cultural que utiliza o turismo cívico como ferramenta de educação, cultura e formação cidadã.
A primeira atividade será realizada com estudantes do Centro de Ensino e Reabilitação, que escolheram o roteiro “Da Justiça Eleitoral ao Congresso Nacional”. O percurso inclui o Museu do TSE, o Panteão da Pátria, o Congresso Nacional, a Praça do Cruzeiro e a Câmara Legislativa do Distrito Federal.
A proposta é ir além dos cartões-postais e apresentar Brasília a partir de sua história, de seu patrimônio, das pessoas que ajudaram a construí-la e das instituições que fazem parte da vida política e social do país. Ao longo do projeto, cinco roteiros temáticos vão abordar diferentes aspectos da capital, passando por locais como a Praça dos Três Poderes, Esplanada dos Ministérios, Congresso Nacional, Palácio do Planalto, Catedral Metropolitana, Museu Nacional da República, superquadras e outros espaços representativos da cidade.
Outro eixo importante do projeto é a inclusão. Os cinco roteiros foram planejados para serem acessíveis a pessoas com deficiência e contam com uma coordenação específica de acessibilidade. O material didático inclui conteúdos em Braile e versões adaptadas para pessoas com deficiência intelectual, além de recursos de áudio descrição.
Os passeios serão realizados em ônibus com acessibilidade para pessoas com deficiência e contarão com intérpretes de Libras, além de guias e monitores preparados para atender diferentes necessidades. A intenção é garantir que todos os participantes possam não apenas visitar os espaços, mas compreender, participar e se reconhecer nas histórias apresentadas.
Realizado pelo Instituto Artetude Cultural, o projeto tem coordenação geral da produtora cultural Danielle Athayde e coordenação pedagógica da escritora Leiliane Rebouças. A iniciativa, que vai durar até março de 2027, reúne a experiência das duas profissionais nas áreas de cultura, turismo, educação e formação cidadã e é desenvolvida em parceria com o Ministério do Turismo, a Secretaria de Educação do Distrito Federal e o Instituto Federal de Brasília (IFB).
Os roteiros também propõem um olhar menos conhecido sobre Brasília. Ao lado de Juscelino Kubitschek, Lucio Costa e Oscar Niemeyer, personagens amplamente associados à construção da capital, aparecem nomes como Marianne Peretti, autora dos vitrais da Catedral Metropolitana e única mulher integrante da equipe principal de artistas de Brasília; Roberto Burle Marx, responsável por projetos paisagísticos de importantes edifícios públicos; e Sérgio Bernardes, autor do Mastro da Bandeira, na Praça dos Três Poderes.
A arquitetura é, portanto, apenas uma das portas de entrada para compreender a cidade. Os percursos também recuperam a memória dos candangos e dos trabalhadores que construíram Brasília e incorporam territórios que ajudam a contar uma história que ultrapassa os limites do Plano Piloto, como Vila Planalto, Candangolândia e outros locais do Distrito Federal.
Entre os espaços visitados estão o Museu Vivo da Memória Candanga, que preserva objetos, documentos e registros da vida dos trabalhadores durante a construção da capital; a Unidade de Vizinhança Modelo, formada pelas superquadras 107, 108, 307 e 308 Sul; a Igrejinha Nossa Senhora de Fátima; o Cine Brasília; o Santuário Dom Bosco; o Museu da Cidade e o Espaço Lúcio Costa.
Os cinco roteiros foram estruturados para apresentar diferentes dimensões da capital:
“Da Madeira ao Concreto” percorre memórias da construção de Brasília, arquitetura, religiosidade e arte.
“Soberania, Justiça e Democracia” aproxima os estudantes das instituições da República.
“Brasília: Arquitetura, Paisagem e Patrimônio” apresenta a relação entre urbanismo, arquitetura, natureza, cultura e vida comunitária.
“Da Justiça Eleitoral ao Congresso Nacional” aborda democracia, voto e participação cidadã.
“Poder, Arquitetura e Cidadania” propõe uma reflexão sobre a relação entre arquitetura, poder público e a própria formação da capital.
Mais do que visitar monumentos, a proposta é fazer com que estudantes e demais participantes dos roteiros percebam que Brasília é resultado de diferentes histórias, pessoas e acontecimentos. Reconhecida pela UNESCO como Patrimônio Cultural da Humanidade desde 1987, a capital passa a ser apresentada não apenas como um conjunto de obras arquitetônicas, mas como um território de memórias, identidades e diferentes trajetórias.
Para Leiliane Rebouças, conhecer Brasília pode ser uma forma concreta de aproximar os jovens da história do país e do exercício da cidadania.“O turismo cívico é muito mais do que conhecer Brasília. É uma oportunidade de entender a história da capital, conhecer de perto as instituições da República e perceber como as decisões que são tomadas aqui fazem parte da nossa vida. Conhecer esse lugar é também compreender o país e, de certa forma, exercer a própria cidadania”, afirma.
Danielle Athayde também destaca a importância de fazer com que os próprios moradores conheçam melhor a cidade onde vivem. Sua experiência com a temática inclui a exposição “Brasília: da Utopia à Capital”, que já levou a história da capital, por meio da arte, a países dos quatro continentes.“Trabalho com o tema Brasília há alguns anos e já tive a oportunidade de levar a história da capital através da arte para países dos quatro continentes, sempre com uma recepção muito positiva. Mas acredito que é igualmente importante que o cidadão que mora e vive em Brasília possa conhecer a história dessa cidade, que tem características tão únicas. O projeto parte justamente desse desejo de aproximar as pessoas de Brasília, de seu patrimônio e das histórias que fazem dela uma cidade tão especial.”
Ao transformar edifícios, monumentos, espaços públicos e territórios de memória em ambientes de aprendizagem, o Roteiros da Cidadania e Cultura no DF aproxima educação, cultura, turismo cívico e inclusão. A iniciativa parte de uma ideia simples: para quem vive em Brasília, a cidade pode ser muito mais do que o lugar onde se mora. Pode ser também uma sala de aula aberta, capaz de ajudar a compreender a história do Brasil e o exercício da cidadania.
SERVIÇO
Roteiros da Cidadania e Cultura no DF
Início: 15 de setembro de 2026
Realização: Instituto Artetude Cultural.
Parcerias: Ministério do Turismo, Secretaria de Educação do Distrito Federal e Instituto Federal de Brasília (IFB)
Inscrições e passeios gratuitos: turismocivico.iac@gmail.com
A Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles (BDB) realiza, nos dias 15, 16 e 17 de setembro, a oficina “Iniciação à Acessibilidade Cultural”, formação online e gratuita voltada a profissionais e interessados em compreender como a acessibilidade pode ser incorporada ao planejamento e à realização de ações, projetos e eventos culturais. As inscrições estão abertas e podem ser feitas por meio do formulário disponível aqui ou na bio do perfil da @bdbcultural no Instagram.
Os encontros acontecem das 14h às 17h, pelo canal da BDB no YouTube, e totalizam nove horas de atividades com os participantes. A proposta é oferecer conhecimentos introdutórios que possam ser aplicados às práticas profissionais, especialmente desde as etapas de planejamento de iniciativas no campo da cultura.
Durante a formação, serão abordados conceitos e a contextualização da acessibilidade cultural, legislação, deficiência, inclusão e direitos fundamentais, dimensões da acessibilidade, tecnologias assistivas, barreiras e desafios para a inclusão, além do capacitismo. A oficina também terá uma abordagem prática, voltada à aplicação desses conhecimentos na elaboração e na execução de projetos culturais.
A acessibilidade cultural envolve medidas destinadas à eliminação de barreiras e à promoção da participação plena das pessoas com deficiência nas políticas, programas, projetos e ações culturais. Nesse contexto, a formação busca contribuir para que a perspectiva da acessibilidade seja considerada de forma transversal na concepção e na realização de iniciativas culturais.
A oficina será conduzida por Jaqueline Santos Barradas e Bianca Ferraz, profissionais com experiência nas áreas de informação, biblioteconomia, cultura, gestão e produção cultural.
Doutora em Ciência da Informação pelo IBICT/UFRJ, mestre em Administração pelo IBMEC-RJ e bacharel em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO, Jaqueline Santos Barradas também é professora adjunta da UNIRIO e docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Biblioteconomia da instituição. Desenvolve pesquisas e projetos de extensão relacionados ao planejamento, à gestão e à concepção estratégica de unidades de informação e cultura, bibliotecas, gestão da informação e do conhecimento e educação patrimonial. Também possui experiência em gestão pública, com atuação durante 30 anos como Oficial do Corpo Feminino da Reserva da Aeronáutica.
Bianca Ferraz é gestora cultural, doutoranda pela Universidade de Salamanca, na Espanha, mestre em Biblioteca, Cultura e Sociedade pela UNIRIO, especialista em Gestão Cultural pelo SENAC Santo Amaro e graduada em Biblioteconomia pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Há mais de 12 anos atua como diretora executiva da Ferraz Produções, com experiência na realização de eventos literários e em projetos de literatura, artes visuais, teatro, música e cinema, incluindo atividades de pesquisa, produção e captação de recursos.
Além das nove horas de atividades com os participantes, a formação prevê outras seis horas de trabalho destinadas à preparação de material didático e bibliografia e à elucidação de dúvidas relacionadas aos conteúdos abordados. Ao final da formação, as pessoas que tiverem preenchido a lista de presença, receberão certificado de participação.
Para participar e ficar por dentro da programação cultural da Biblioteca Demonstrativa, acompanhe as redes sociais da @bdbcultural no Instagram, Facebook e YouTube.
Sobre a programação cultural da BDB
A programação cultural da Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles é realizada por meio do Termo de Colaboração nº 950548/2023 com o Instituto Incluir, uma organização da sociedade civil.
Serviço:
Oficina de Iniciação à Acessibilidade Cultural
Datas: 15, 16 e 17 de setembro
Horário: das 14h às 17h
Formato: online, pelo YouTube @bdbcultural
Carga horária: 9 horas de atividades com os participantes