A Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles (BDB) realiza, nos dias 15, 16 e 17 de setembro, a oficina “Iniciação à Acessibilidade Cultural”, formação online e gratuita voltada a profissionais e interessados em compreender como a acessibilidade pode ser incorporada ao planejamento e à realização de ações, projetos e eventos culturais. As inscrições estão abertas e podem ser feitas por meio do formulário disponível aqui ou na bio do perfil da @bdbcultural no Instagram.
Os encontros acontecem das 14h às 17h, pelo canal da BDB no YouTube, e totalizam nove horas de atividades com os participantes. A proposta é oferecer conhecimentos introdutórios que possam ser aplicados às práticas profissionais, especialmente desde as etapas de planejamento de iniciativas no campo da cultura.
Durante a formação, serão abordados conceitos e a contextualização da acessibilidade cultural, legislação, deficiência, inclusão e direitos fundamentais, dimensões da acessibilidade, tecnologias assistivas, barreiras e desafios para a inclusão, além do capacitismo. A oficina também terá uma abordagem prática, voltada à aplicação desses conhecimentos na elaboração e na execução de projetos culturais.
A acessibilidade cultural envolve medidas destinadas à eliminação de barreiras e à promoção da participação plena das pessoas com deficiência nas políticas, programas, projetos e ações culturais. Nesse contexto, a formação busca contribuir para que a perspectiva da acessibilidade seja considerada de forma transversal na concepção e na realização de iniciativas culturais.
A oficina será conduzida por Jaqueline Santos Barradas e Bianca Ferraz, profissionais com experiência nas áreas de informação, biblioteconomia, cultura, gestão e produção cultural.
Doutora em Ciência da Informação pelo IBICT/UFRJ, mestre em Administração pelo IBMEC-RJ e bacharel em Biblioteconomia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO, Jaqueline Santos Barradas também é professora adjunta da UNIRIO e docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Biblioteconomia da instituição. Desenvolve pesquisas e projetos de extensão relacionados ao planejamento, à gestão e à concepção estratégica de unidades de informação e cultura, bibliotecas, gestão da informação e do conhecimento e educação patrimonial. Também possui experiência em gestão pública, com atuação durante 30 anos como Oficial do Corpo Feminino da Reserva da Aeronáutica.
Bianca Ferraz é gestora cultural, doutoranda pela Universidade de Salamanca, na Espanha, mestre em Biblioteca, Cultura e Sociedade pela UNIRIO, especialista em Gestão Cultural pelo SENAC Santo Amaro e graduada em Biblioteconomia pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Há mais de 12 anos atua como diretora executiva da Ferraz Produções, com experiência na realização de eventos literários e em projetos de literatura, artes visuais, teatro, música e cinema, incluindo atividades de pesquisa, produção e captação de recursos.
Além das nove horas de atividades com os participantes, a formação prevê outras seis horas de trabalho destinadas à preparação de material didático e bibliografia e à elucidação de dúvidas relacionadas aos conteúdos abordados. Ao final da formação, as pessoas que tiverem preenchido a lista de presença, receberão certificado de participação.
Para participar e ficar por dentro da programação cultural da Biblioteca Demonstrativa, acompanhe as redes sociais da @bdbcultural no Instagram, Facebook e YouTube.
Sobre a programação cultural da BDB
A programação cultural da Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles é realizada por meio do Termo de Colaboração nº 950548/2023 com o Instituto Incluir, uma organização da sociedade civil.
Serviço:
Oficina de Iniciação à Acessibilidade Cultural
Datas: 15, 16 e 17 de setembro
Horário: das 14h às 17h
Formato: online, pelo YouTube @bdbcultural
Carga horária: 9 horas de atividades com os participantes
Apresentado pela atriz e diretora Adriana Lodi, programa integra o projeto Senhora P e reúne convidadas para discutir a potência da arte e da educação no enfrentamento contra as violências estruturais
Já está no ar no YouTube o podcast apresentado pela atriz, diretora e professora de teatro Adriana Lodi, Entre Atos. O programa propõe um espaço de conversa sobre o potencial da arte e da educação para provocar reflexões, romper silêncios e criar outras formas de olhar para experiências que, muitas vezes, permanecem invisibilizadas.
O podcast integra o Projeto Senhora P Circulação 2026, realizado com apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). A iniciativa reúne diferentes ações, como espetáculos, lives, site e o podcast Entre Atos. A partir dos eixos arte, política e feminismo, o projeto investiga violências e desigualdades à luz de histórias íntimas, compreendendo-as como um território potente de transformação e de conscientização sobre questões que afetam a vida das mulheres.
No episódio de estreia, Adriana Lodi conversa com Ana Flavia Garcia sobre a urgência do combate à violência contra meninas e mulheres a partir da perspectiva da arte-combate. A temporada contará ainda com a participação de Maria Léo Araruna, Maria Eugênia Matricardi e Rúbia Estefânia, que irão compartilhar suas experiências relacionando suas trajetórias e trabalhos aos temas e reflexões propostas, trazendo diferentes perspectivas para o aprofundamento da discussão.
As conversas abordam como diferentes linguagens artísticas podem contribuir para romper silenciamentos, questionar comportamentos que reproduzem violências sistêmicas e pensar sobre outras formas de enfrentamento aos abusos estruturais. A proposta parte da ideia de que a criação artística pode abrir espaço para aquilo que muitas vezes não encontra lugar na fala cotidiana, permitindo que experiências individuais sejam percebidas também como parte de um problema coletivo.
A discussão se relaciona diretamente com a pesquisa desenvolvida por Adriana Lodi em Senhora P, seu primeiro monólogo. A montagem utiliza as autobiograficções como procedimento de criação, transformando histórias, memórias e experiências em material para a cena. O espetáculo ainda irá passar por quatro cidades como Ceilândia, Gama e Plano Piloto, promovendo encontros com diferentes públicos e criando oportunidades para que as questões levantadas sejam discutidas em contextos diversos.
O podcast Entre Atos amplia o alcance das discussões propostas pela obra e integra esse conjunto de ações como um espaço dedicado à escuta e ao debate ao longo dos 4 episódios que seguirão disponíveis no YouTube.
Composta por quatro episódios, temporada completa traz conversas com MU540, Valesca Popozuda, Priscila Melo e Puterrier sobre criação, mercado, gestão, identidade e os desafios de fazer uma trajetória durar
Gravados ao vivo no Museu Nacional, durante o Favela Talks 2026, os quatro episódios são apresentados por Ana Paula Paulino e Dennis Novaes e já estão disponíveis nas principais plataformas de áudio
O que existe entre fazer música e transformar esse trabalho em uma carreira? Não há uma resposta única, e a primeira temporada do Podcast Favela Talks parte justamente de quatro trajetórias, com suas diferenças e similaridades, para falar sobre os caminhos possíveis dentro do mercado musical brasileiro. Com MU540, Valesca Popozuda, Priscila Melo e Puterrier, os quatro primeiros episódios já estão disponíveis nas principais plataformas de streaming de áudio e trazem conversas sobre criação, gestão, identidade artística, longevidade, construção de público e tudo aquilo que acontece antes, durante e depois de uma música chegar aos ouvidos de quem está do outro lado dos fones e caixas de som.
As conversas foram gravadas ao vivo no dia 31 de julho, no Museu Nacional da República, durante a quinta edição do Favela Talks, conferência ligada ao Favela Sounds, o maior festival de música de periferia do Brasil. Pela primeira vez, os debates que fazem parte da história do projeto ganharam formato de podcast, fazendo com que as trocas realizadas presencialmente em Brasília possam continuar circulando e chegar a artistas, produtores, empreendedores criativos e pessoas interessadas em compreender melhor os bastidores da música brasileira.
A temporada começa com MU540, que leva para a conversa a perspectiva de quem construiu sua trajetória a partir da produção musical. Referência no funk, no trap e na música eletrônica, ele fala “dos corres” que o levaram da Baixada Santista a pistas e festivais dentro e fora do país, passando por processo criativo, pesquisa sonora e pelo espaço ocupado pelo produtor na cadeia da música.
Se com MU540 o ponto de partida está na criação, Valesca Popozuda traz a experiência de quem precisou construir e sustentar uma voz própria diante do público dentro de um estilo hoje consolidado, mas ainda em construção na época em que ela começou. Uma das artistas que ajudaram a transformar o funk brasileiro, ela revisita sua trajetória para falar sobre protagonismo feminino, desejo, liberdade artística, preconceitos e a capacidade de se reinventar sem abrir mão da própria identidade.
Já o terceiro episódio muda um pouco o ponto de vista e coloca os bastidores no centro da conversa. Priscila Melo, empresária de Liniker e Anelis Assumpção, fala sobre o trabalho necessário para fazer uma carreira acontecer longe dos holofotes. Gestão, planejamento, formação de equipe e estratégia aparecem na conversa, mas sem a promessa de uma fórmula pronta.
Fechando essa temporada, Puterrier parte de sua própria história para discutir o momento em que identidade, repertório e repercussão começam a se transformar em carreira. Cria de Del Castilho, na Zona Norte do Rio de Janeiro, o rapper fala sobre a construção de hits, as misturas entre funk, grime e drill que deram origem ao seu “atabagrime”, presença digital, construção de marca e os desafios de fazer o interesse do público permanecer para além de um lançamento.
As quatro conversas são conduzidas por Ana Paula Paulino, gerente de A&R da Warner Music Brasil e sócia da Ubuntu Produções, e Dennis Novaes, professor da Escola de Belas Artes da UFRJ, escritor e co-idealizador do Favela Sounds. A dupla acompanha o Favela Talks desde suas primeiras edições e conduz os convidados por histórias pessoais e questões que atravessam diferentes etapas de uma carreira musical.
Conversas para além do Talks
A criação do podcast amplia uma proposta que acompanha o Favela Talks desde seu surgimento: transformar experiência e conhecimento em ferramentas que possam circular entre novos artistas, produtores e empreendedores.
Em 2026, o projeto chegou à quinta edição reunindo cerca de 3 mil pessoas em três dias de atividades. Além das gravações do podcast, a programação contou com shows e showcases, LAB de Mentorias, Bancas de Ideias e a maior Rodada de Negócios já realizada pelo projeto, com mais de 300 reuniões entre artistas e profissionais de diferentes setores do mercado musical.
Os quatro episódios do Podcast Favela Talks estão disponíveis gratuitamente no Spotify, Deezer, Apple Music, YouTube Music e Amazon Music.
Projeto Digital City abre vagas para capacitação em inteligência artificial, marketing digital e segurança da informação, com aulas gratuitas a partir do dia 27 em duas regiões administrativas.
Moradores de Ceilândia e Santa Maria já podem se inscrever em uma nova edição do projeto Digital City, que oferece cursos gratuitos voltados à qualificação profissional na área de tecnologia. As aulas começam no próximo dia 27 e serão realizadas simultaneamente nas duas regiões administrativas, nos períodos matutino e vespertino.
A iniciativa busca ampliar o acesso à formação em competências ligadas à economia digital, preparando jovens e adultos para oportunidades de emprego, recolocação profissional e empreendedorismo em um mercado cada vez mais orientado pela tecnologia.
Com carga horária de 40 horas, o curso reúne conteúdos em cinco áreas: inteligência artificial aplicada, gestão e marketing digital, rotinas administrativas digitais, tecnologia no celular e segurança da informação. A proposta combina aulas teóricas e atividades práticas voltadas ao uso de ferramentas presentes no cotidiano de empresas e profissionais.
Entre os conteúdos, os participantes aprenderão a utilizar recursos de inteligência artificial para automatizar tarefas, aumentar a produtividade, produzir conteúdos e desenvolver soluções para diferentes atividades. O programa também inclui estratégias de marketing digital, gestão de redes sociais, digitalização de processos administrativos e práticas de proteção de dados.
Além da formação técnica, o projeto prevê palestras e workshops com especialistas em tecnologia, inovação e empreendedorismo. Os encontros abordarão tendências do setor, aplicações das ferramentas digitais e possibilidades de atuação profissional, permitindo que os alunos desenvolvam projetos ao longo da capacitação.
O curso também terá foco no desenvolvimento de habilidades comportamentais valorizadas pelo mercado de trabalho, como comunicação, criatividade, organização, pensamento crítico e resolução de problemas.
Nesta edição, o Digital City funcionará em dois polos. Em Santa Maria, as atividades ocorrerão no Centro Empresarial da cidade. Já em Ceilândia, as aulas serão realizadas na unidade do Pró-DF Sul.
Os participantes que cumprirem os critérios de frequência e aproveitamento receberão certificado de conclusão, documento que poderá ser utilizado para fortalecer o currículo e ampliar as possibilidades de inserção no mercado de trabalho.
Serviço
Projeto Digital City
Início das aulas: 27 de julho
Horários: turmas nos períodos matutino e vespertino.
Realização: Instituto Restaurando Vidas (IRV)
Fomento: Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação – SECTI-DF
Locais:
Santa Maria: CL 116, Lote K, Centro Empresarial de Santa Maria.
Iniciativa promove formação gratuita e descentralizada para estudantes da rede pública, com aulas de diferentes áreas do conhecimento e apresentação cultural durante o intervalo
O Planaltina recebe, neste sábado (29), mais uma edição do Nossa Vez, projeto que leva preparação gratuita para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) a diferentes regiões do Distrito Federal. O aulão acontece no campus da Universidade de Brasília (UnB) de Planaltina, das 7h30 às 12h30, com aulas de Português, Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Sociais Aplicadas e Redação. Durante o intervalo, o rapper Fillipe Costta faz apresentação para os futuros universitários.
Realizado pelo Instituto Rosa dos Ventos em parceria com a Secretaria Nacional de Juventude do Governo Federal, o Nossa Vez busca democratizar o acesso à preparação para o Enem e aproximar dos territórios uma formação gratuita e de qualidade. O projeto é voltado a estudantes do 3º ano do Ensino Médio, alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA) e egressos da rede pública. As inscrições gratuitas devem ser feitas pelo formulário eletrônico.
Ao todo, o projeto reúne nove encontros entre agosto e setembro, totalizando 45 aulas presenciais e contando com a participação de 14 professores especialistas em diferentes áreas do conhecimento. Depois de passar por Brazlândia, Gama e Recanto das Emas, o Nossa Vez chega a Planaltina e segue, nas próximas semanas, para Estrutural (SCIA), Ceilândia, Taguatinga e Samambaia.
A proposta pedagógica combina a revisão dos conteúdos mais recorrentes do Enem com estratégias para resolução de questões e compreensão da Teoria de Resposta ao Item (TRI), além de orientações sobre gestão do tempo de prova e preparação emocional. Dessa forma, os aulões buscam preparar os participantes não apenas em relação aos conteúdos, mas também para os desafios práticos e emocionais envolvidos na realização do exame.
Educação e cultura
A programação cultural integra a proposta do Nossa Vez de aproximar educação, cultura e formação cidadã. As apresentações acontecem durante o intervalo dos aulões e proporcionam aos estudantes um momento de contato com a produção artística, dentro de uma programação que entende o acesso à arte como parte importante da formação da juventude.
“O Nossa Vez parte do princípio de que educação e cultura são indissociáveis. O acesso à arte e às diferentes manifestações culturais é essencial não apenas para o ingresso no ensino superior público, mas também para a formação integral dos estudantes. Além de promover a preparação de egressos da rede pública para o Enem, a missão do projeto é mostrar a esses jovens que a cultura é parte constitutiva de sua trajetória educacional, contribuindo tanto para o desempenho no exame quanto para a construção de suas identidades e para a vida”, explica a presidente do Instituto Rosa dos Ventos.
A iniciativa também aposta na descentralização como estratégia para reduzir barreiras de acesso ao ensino superior. Ao levar os aulões para diferentes Regiões Administrativas, o projeto aproxima a preparação para o Enem das comunidades e amplia as possibilidades de participação de estudantes que nem sempre têm acesso a cursos preparatórios.
“O estudante passa a vida na escola pública, para no final ir para a faculdade privada, enquanto os estudantes de escolas privadas garantem sua vaga na universidade pública. O Nossa Vez vem para desconstruir esse pensamento antigo e dizer que é possível, sim, o estudante da rede pública entrar na federal”, resume a professora de Português, Andresa Ferreira.
Programação em Planaltina
O aulão começa às 7h45 com Português, ministrado pela professora Polyane da Hora. Na sequência, o professor Ítalo Leão conduz a aula de Matemática. Das 9h15 às 10h, os estudantes participam do bloco de Ciências da Natureza, com os professores Cleiton (Química), Alexandre (Biologia) e Kitéria (Física).
Após o intervalo, a programação segue com Ciências Humanas, reunindo os professores Saulo (Sociologia), Bárbara (Filosofia), Leonardo C. (Geografia) e Keilla (História). O encontro termina com aula de Redação, ministrada pela professora Cássia Jupira.
O Nossa Vez é uma realização do Instituto Rosa dos Ventos, em parceria com a Secretaria Nacional de Juventude do Governo Federal.
Programação Aulão Nossa Vez – Planaltina:
07h45 – 08h30: Português — Profª. Polyane da Hora
08h30 – 09h15: Matemática — Prof. Ítalo Leão
09h15 – 10h00: Ciências da Natureza — Prof. Cleiton (Química) / Prof. Alexandre (Biologia) / Profª. Kitéria (Física)
Seleção contempla artista ou coletivo com deficiência para mostra no CCBB Brasília, de 9 a 29 de outubro. Inscrições gratuitas, até 31 de agosto
A produção artística de pessoas com deficiência ganha espaço na programação cultural de Brasília. Está aberto o chamamento para a exposição de artes visuais da 3ª edição do Festival Trilha da Inclusão, que será realizada no CCBB Brasília, de 9 a 29 de outubro de 2026. Promovido pela Guia Acessibilidade Inclusiva, o festival tem entrada gratuita e, desde 2024, busca ampliar o protagonismo de pessoas com deficiência nos espaços culturais.
A seleção contempla um artista ou um coletivo de pessoas com deficiência, que deverá apresentar pelo menos dez obras originais para ocupar a Galeria G4 do Centro Cultural. O selecionado receberá cachê de R$ 15 mil, conforme as condições previstas no edital. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas, até 31 de agosto, no link da bio @trilha.dainclusao. O resultado será divulgado em 10 de setembro, no mesmo perfil.
A curadoria busca trabalhos que tenham a deficiência como eixo central da pesquisa estética, explorando-a não como limitação, mas como elemento de criação e linguagem. A proposta também contempla obras que dialoguem com a acessibilidade como recurso artístico. Entre as exigências do chamamento está a apresentação de ao menos uma obra mediadora, em réplica ou reprodução, destinada às atividades educativas, além da adequação do conteúdo para todos os públicos, incluindo crianças e adolescentes.
Para Cássia Lemes, idealizadora do Trilha da Inclusão, a iniciativa contribui para ampliar a presença de artistas com deficiência no circuito cultural e estimular novas perspectivas sobre arte e acessibilidade. “Mais do que abrir espaço para a exposição de obras, queremos fortalecer o protagonismo de artistas com deficiência e reconhecer a acessibilidade como parte do processo de criação. A mostra é uma oportunidade para que diferentes experiências e perspectivas ocupem o espaço cultural e provoquem novos olhares sobre a arte e sobre a própria deficiência”, afirma Cássia Lemes, idealizadora do Trilha da Inclusão.
Podem participar artistas com deficiência maiores de 18 anos; coletivos, formais ou informais, compostos majoritariamente por pessoas com deficiência; e pessoas jurídicas de direito privado, incluindo Microempreendedores Individuais (MEIs), desde que tenham histórico comprovado de atuação em artes visuais.
SERVIÇO Chamamento — Exposição de Artes Visuais | Festival Trilha da Inclusão 2026 Inscrições: gratuitas, no link da bio @trilha.dainclusao
Período de inscrição: Até 31 de agosto de 2026 Resultado chamamento: até 10 de setembro de 2026
Exposição: 9 a 29 de outubro de 2026 (vernissage em 9/10)
Local: Galeria G4, CCBB Brasília
Cachê: R$ 15.000,00 (quinze mil reais) . Confira condições no edital disponibilizado nos canais digitais do projeto.
Programa começa em 31 de agosto, em Brasília, com cinco semanas de palestras, oficinas, mentorias e preparação para apresentação ao mercado
O Programa Incubadora Digital (PID) começa, em 31 de agosto, o quinto ciclo de seu programa de incubação. A iniciativa oferece uma programação gratuita para pessoas que estão tirando uma ideia do papel, estruturando um projeto ou buscando caminhos para desenvolver um negócio.
As atividades serão realizadas no Edifício Paulo Sarasate, no Setor Comercial Sul, em Brasília, sempre das 14h às 18h. Ao longo de cinco semanas, os participantes terão contato com conteúdos, atividades práticas e acompanhamento especializado em diferentes etapas da construção de um projeto.
A programação foi organizada em quatro frentes: palestras, oficinas, mentorias e preparação para a apresentação final. A proposta é trabalhar desde a organização da ideia até a validação do modelo de negócio e a construção do MVP (Produto Mínimo Viável).
Conteúdo, prática e acompanhamento
A programação começa nos dias 31 de agosto, 2 e 4 de setembro, com uma sequência de 12 palestras. A primeira etapa apresenta o programa e reúne os conteúdos que serão utilizados ao longo da incubação.
Na semana seguinte, de 9 a 11 de setembro, entram em cena as oficinas. Os encontros terão caráter prático e serão dedicados à elaboração e ao desenvolvimento dos projetos.
A partir de 14 de setembro, os participantes passam a contar com mentorias e consultorias individuais e coletivas. Os encontros, marcados também para os dias 16 e 18, terão como foco a análise dos projetos, a validação dos modelos de negócio e o desenvolvimento do MVP.
A etapa de acompanhamento continua nos dias 21 e 23 de setembro. No dia 25, os projetos entram na fase de finalização, com preparação para apresentação e aproximação com o mercado.
O ciclo será encerrado com um Demoday, cuja data ainda será definida. A atividade reunirá as apresentações dos projetos desenvolvidos durante a incubação e momentos de networking e conexão com o mercado.
Cronograma
Semana 1 – Palestras
31/08 – Palestras 1 a 4
02/09 – Palestras 5 a 8
04/09 – Palestras 9 a 12
Semana 2 – Oficinas
09/09 – Oficinas 1 a 4
10/09 – Oficinas 5 a 8
11/09 – Oficinas 9 a 12
Semana 3 – Mentorias
14/09 – Mentorias
16/09 – Mentorias
18/09 – Mentorias
Semana 4 – Mentorias e finalização
21/09 – Mentorias
23/09 – Mentorias
25/09 – Finalização dos projetos
Encerramento
Data a definir – Demoday, apresentação final dos projetos, networking e conexão com o mercado.
Encontro acontece no dia 28 de agosto, no auditório do Taguatinga Shopping; Inscrições abertas ao público e gratuitas, no site do projeto
Quem deseja começar a fazer trabalho voluntário ou já participa de ações sociais pode aproveitar o Dia Nacional do Voluntariado, celebrado em 28 de agosto, para trocar experiências e conhecer novas formas de contribuir. A oficina gratuita “O Poder do Servir: Como o voluntariado transforma vidas, inclusive a sua” acontece no auditório do Taguatinga Shopping, às 10h, e as inscrições devem ser feitas no site do TGS Solidário, que é responsável por promover o encontro. Caso ainda não seja voluntário cadastrado da instituição, é preciso realizar o cadastro no portal e, em seguida, se inscrever na oficina.
A oficina será conduzida pela terapeuta e jornalista, Daniela Migliari, madrinha da Fraternidade Sem Fronteiras no Brasil e na África. Será uma programação com reflexões, histórias inspiradoras e troca de experiências sobre propósito, pertencimento e transformação social. Para ela, a experiência também produz impactos importantes na vida de quem decide doar seu tempo.
A oficina será conduzida pela terapeuta e jornalista, Daniela Migliari, madrinha da Fraternidade Sem Fronteiras no Brasil e na África. Será uma programação com reflexões, histórias inspiradoras e troca de experiências sobre propósito, pertencimento e transformação social. Para ela, a experiência também produz impactos importantes na vida de quem decide doar seu tempo. experiências será uma oportunidade de inspirar mais pe ssoas a descobrirem que servir também é uma forma de crescer, aprender e encontrar propósito”, afirma.
Conheça e faça parte do TGS Solidário
A oficina é parte das ações do TGS Solidário, braço social do Taguati Shopping que desde 2017 conecta pessoas, empresas e instituições sociais.
O projeto busca aproximar quem deseja ajudar de causas compatíveis com seus interesses e disponibilidade, por meio do chamado “Match do Bem”. No site, é possível encontrar oportunidades de voluntariado e escolher como, quando e onde contribuir. Empresas também podem oferecer produtos, serviços e apoio a campanhas, enquanto instituições cadastradas divulgam gratuitamente suas necessidades e ações.
A coordenadora do projeto, Suélen Emerick, explica que a plataforma foi pensada para sanar perguntas que sempre surgem quando o assunto é voluntariado: Por onde começar? O que eu posso fazer? Essa instituição é confiável?
“O site do TGS Solidário tem a proposta de utilizar a tecnologia a favor da promoção de encontros que fazem a diferença, além de deixar o voluntário seguro para atuar. Temos diversas opções para fazer o bem, desde doar sangue, doar roupas e agasalhos, até triar e montar cestas de alimentos ou participar de oficinas que auxiliam na atuação dos voluntários, por exemplo. O TGS Solidário é um lugar de encontros e pertencimento, é uma comunidade”, destaca a coordenadora.
O projeto já apoiou mais de 270 instituições sociais, reuniu cerca de 1.000 voluntários e destinou mais de 70 toneladas de alimentos a iniciativas do Distrito Federal e Entorno. Todas as atividades são tratadas com a organização e com a qualificação necessária, acolhendo a todos que desejem fazer parte.
Serviço Oficina: O Poder do Servir: Como o voluntariado transforma vidas, inclusive a sua Data: 28 de agosto (sexta-feira) Horário: 10h Local: Auditório do Taguatinga Shopping – acesso pelo piso 4 Entrada: Gratuita Inscrições: É necessário realizar o cadastro no site como voluntário no TGS Solidário e, em seguida, o cadastro na Oficina desejada
Saiba como participar da maior campanha em em prol da saúde e educação de crianças e jovens de todo o país
Acontece neste sábado, 22 de agosto, mais uma edição do McDia Feliz, a principal campanha solidária promovida pelo McDonald’s no Brasil.
Durante todo o dia, a renda arrecadada com as vendas do sanduíche Big Mac(descontados os impostos) em todos os restaurantes da rede no país será destinada para a Casa Ronald McDonald Brasil, que oferece assistência gratuita e acolhimento a crianças e adolescentes em tratamento oncológico e suas famílias, e o Instituto Ayrton Senna, referência na promoção da educação pública de qualidade para jovens em todo o país.
Na edição de 2026, quem lidera a mobilização nacional é o ex-capitão da seleção e pentacampeão mundial Cafu. Com o mote “Com Big Mac a gente vira o jogo”, a campanha convida a sociedade a se unir em prol do futuro de milhares de crianças e adolescentes.
Como Participar
Os tíquetes digitais antecipados podem ser adquiridos nos sites das instituições Casa Ronald Brasil e Instituto Ayrton Senna em versões individuais e em kits com dois, quatro, seis e oito unidades – cada um válido por um Big Mac. Para compras acima de oito tíquetes, é necessário contatar os institutos pelos e-mails vendas.mcdia@crmbrasil.org.brou mcdiafeliz@ias.org.br. A venda segue até o dia 19 de agosto pelo app, sites das instituições e de forma física nos restaurantes participantes.
No dia 22 de agosto, basta apresentar o tíquete, impresso ou na tela do celular, para retirar um Big Mac em qualquer restaurante participante da campanha, utilizando o balcão, o Drive-Thru ou os totens de autoatendimento. Para mais informações, consulte o regulamento completo da campanha no site.
Sobre o McDia Feliz
O McDia Feliz é o principal evento beneficente do McDonald’s e, atualmente, é uma das maiores mobilizações em prol de crianças e adolescentes no Brasil. A campanha é realizada no país desde 1988, gerando recursos para as instituições apoiadas pela Casa Ronald McDonald Brasil, que atuam para proporcionar mais saúde e bem-estar para crianças e adolescentes com câncer e suas famílias. Em 2018, o projeto ampliou seu impacto para beneficiar outra causa de grande importância para o país, a Educação, contribuindo para as ações do Instituto Ayrton Senna. Desde sua primeira edição, mais de R$426 milhões já foram arrecadados pelo McDia Feliz. Para saber mais, acesse o site: https://www.mcdonalds.com.br/mcdia-feliz.
Sobre a Casa Ronald McDonald Brasil
Organização sem fins lucrativos, a Casa Ronald McDonald Brasil atua há mais de 27 anos para promover saúde e bem-estar de crianças, adolescentes e seus familiares, cuidando de famílias com crianças que estão doentes ou necessitam de assistência médica. Com a missão de oferecer serviços essenciais que removem barreiras, fortalecem famílias e promovem a recuperação quando crianças precisam de cuidados de saúde, a Casa desenvolve ações voltadas à estruturação de hospitais especializados, hospedagem para famílias que residem longe dos centros de tratamento, treinamento de estudantes e profissionais de saúde e sensibilização de profissionais da educação básica para o diagnóstico precoce do câncer infantojuvenil, por meio da disseminação de informações sobre sinais e sintomas, além de incentivar a adesão a protocolos clínicos e promover conhecimento sobre a causa. A organização faz parte do sistema beneficente global Ronald McDonald House, presente em mais de 60 países, coordenando no Brasil os programas Casa Ronald McDonald, voltado para hospedagem, transporte e alimentação de pacientes e familiares; e Espaço da Família Ronald McDonald, que oferece acolhimento dentro de hospitais durante o tratamento. A Casa Ronald McDonald Brasil também desenvolve os programas Atenção Integral e Diagnóstico Precoce, com iniciativas voltadas ao fortalecimento da saúde pediátrica no país. Com o apoio de empresas e pessoas físicas, a Casa Ronald McDonald Brasil já beneficiou diretamente mais de 3,3 milhões de crianças e adolescentes por meio de seus projetos, além de ter mais de 50 mil profissionais e estudantes da saúde treinados em diagnóstico precoce. Ao todo, mais de 2 mil projetos de 111 instituições já foram contemplados em todas as regiões do Brasil. Para saber mais, acesse: www.casaronaldmcdonaldbrasil.org.br.
Sobre a Arcos Dorados
A Arcos Dorados é a maior franquia independente do McDonald’s do mundo e a maior rede de serviço rápido de alimentação da América Latina e Caribe. A companhia conta com direitos exclusivos de possuir, operar e conceder franquias locais de restaurantes McDonald’s em 21 países e territórios dessas regiões. Atualmente, a rede possui 2.500 restaurantes, entre unidades próprias e de seus franqueados, que juntos empregam mais de 100.000 funcionários. A empresa também está comprometida com o desenvolvimento das comunidades em que opera, com a oferta de oportunidades de primeiro emprego formal aos jovens e com o impacto ambiental positivo por meio de sua Receita do Futuro. A Arcos Dorados está listada na Bolsa de Valores de Nova York (NYSE: ARCO). Para saber mais sobre a Companhia por favor visite o nosso site: www.arcosdorados.com/pt/
Sobre o Instituto Ayrton Senna
Fruto do sonho do tricampeão mundial de Fórmula 1, o Instituto Ayrton Senna busca acelerar a qualidade da educação pública no país por meio de pesquisa e inovação, implementação de programas educacionais e contribuição com políticas públicas. Realizamos parcerias com redes de ensino públicas em todo o Brasil para promover alfabetização, melhoria da aprendizagem, desenvolvimento das habilidades socioemocionais e gestão educacional. Em todos eles, trabalhamos com diagnósticos, formação de educadores e gestores, estabelecimento de metas, monitoramento de indicadores e oferecendo ferramentas e materiais educacionais para serem utilizados em sala de aula. Ao longo dos mais de 31 anos de atuação , o Instituto já realizou mais de 40 milhões de atendimentos a crianças e jovens em cerca de 3,3 mil municípios. Diante dos desafios socioambientais de hoje, acreditamos que transformar vidas por meio da educação seja um caminho essencial para a construção de um país mais justo e um futuro mais sustentável para todos e todas. Para saber mais, acesse: https://institutoayrtonsenna.org.br/
Atividades formativas incluem crítica de cinema, edição de som, figurino e atuação
A mais tradicional e longeva mostra cinematográfica do país, o Festival de Brasília do Cinema Brasileiro está com inscrições abertas para as oficinas de sua 59ª edição. As pessoas interessadas podem se inscrever gratuitamente até domingo (23/8), pelo site oficial do festival, que será realizado de 11 a 19 de setembro.
As oficinas do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro integram um importante eixo da programação dedicado à formação, à troca de experiências e à ampliação do acesso ao conhecimento no campo audiovisual. Por meio de atividades voltadas ao desenvolvimento técnico, artístico e crítico, as oficinas contribuem para a qualificação de novos talentos, o aperfeiçoamento de profissionais e o fortalecimento da diversidade de olhares e práticas no cinema brasileiro.
Nesta edição, o público pode se inscrever nas oficinas de Figurino para Cinema: Acesso, Linguagem e Inserção Profissional, ministrada por Nina Maria e focada nos processos de criação, concepção visual e pesquisa estética aplicada ao vestuário no cinema; a de Edição de Som para Curtas no DaVinci Resolve, sob a coordenação do especialista em mixagem Micael Guimarães, que aborda técnicas e ferramentas necessárias para o desenho de som, edição e finalização sonora de obras audiovisuais na ferramenta DaVinci Resolve; a de Atuação para Cinema: Poéticas e Procedimentos, com Noá Bonoba, que explora a construção da performance diante das câmeras, analisando métodos e a relação do ator com a linguagem cinematográfica; a de Crítica em Cinema, conduzida por Luiz Joaquim, destinada ao desenvolvimento do olhar crítico e da escrita sobre o cinema, discutindo formas de análise e contextualização de obras; e a O Que Pode a Montagem?, com a montadora Karen Akerman, focada na narrativa audiovisual, ritmo e na organização da estrutura dramática de um filme durante o processo de edição.
O 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro conta com apoio da Câmara Legislativa do Distrito Federal, Cine Brasília, Canal Brasil, Canal Like,, Embaixada da Espanha, Instituto Goethe, Projeto Paradiso, Rio2C, Estúdios Aicon, FAC-UnB, Abraccine e Fipresci. Conta com o apoio de mídia do Correio Braziliense e tem a TV Globo como Emissora Oficial, o Metrópoles como Media Partner. É realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal e pelo Instituto Alvorada Brasil, em gestão compartilhada que se estende por três anos, culminando em 2026, nesta 59ª edição. Conta com recursos de incentivo federal da Petrobras. Tem patrocínio do BNDES, Sebrae e patrocínio especial do Banco de Brasília (BRB).
Sob a presidência do secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto, com direção geral de Sara Rocha, o 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro tem direção artística do crítico, cineasta e programador Eduardo Valente.
SERVIÇO
Oficinas do 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro
Datas: 8, 9, 10 e 12 de setembro de 2026 + cobertura de 4 noites do 59º FBCB
Horário: Dias 8, 9 e 10 setetembro (das 19h20 às 20h40 – online); dia 12 setembro (das 15h às 17h – presencial no Auditório Cine Brasília).
Carga horária total: Encontros online (6h) e Cobertura presencial (10h).
Sinopse da oficina: A partir de três encontros online (via Google Meet) e um presencial (no Distrito Federal), a oficina ‘Crítica em Cinema’ irá proporcionar aos participantes a chance de debater possibilidades de conceitos, de importância (encontro 1), de estruturas, de métodos e desafios da crítica de cinema. Pela oficina, os alunos também irão cobrir o 59º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e ter seus textos publicados em blog específico. Com o objetivo de estimular a análise fílmica e uma lógica de escrita que expanda a expressão do autor em comunhão com a obra e com a sua visão de mundo, a oficina irá apresentar alguns critérios de julgamentos estéticos. Para tanto, a oficina irá utilizar textos e trechos de filmes como exemplos, e também problematizar algumas opções próprias da escrita sobre cinema (encontro 2), sem deixar de lados aspectos próprios de nossa complexa sociedade contemporânea (encontro 3). Irá ainda distinguir questões que aproximam e distanciam a crítica própria da cobertura de um festival (encontro 4). A oficina irá oferecer, ainda, uma bibliográfica básica de modo que os alunos possam ampliar seus conhecimentos na área.
Minibio do oficineiro: Luiz Joaquim, do Recife, é jornalista, mestre em comunicação, escritor, professor, curador e crítico de cinema.
Atuação para Cinema: Poéticas e Procedimentos, com Noá Bonoba
Datas: 13 a 15 de setembro
Horário: 14h às 18h
Local: Hotel Ramada
Sinopse: Uma oficina prática voltada à experimentação de diferentes modos de construir presença diante da câmera. Partindo da compreensão de que não existe um único registro de atuação cinematográfica, a proposta amplia o repertório dos participantes por meio de exercícios que investigam estados cênicos, escuta, ritmo, ação, repetição e relação com o enquadramento. A metodologia articula práticas de atuação, análise de trechos de filmes e discussões realizadas durante os próprios exercícios, compreendendo a atuação como resultado da relação entre corpo, câmera e direção. Ao longo da oficina, os participantes experimentarão diferentes procedimentos de criação, observando como pequenas alterações de presença produzem efeitos distintos na imagem cinematográfica. No encontro final, parte dos exercícios será filmada para que o grupo possa assistir ao material e refletir sobre os modos como a câmera transforma e potencializa a atuação. Cada participante receberá os registros realizados durante a oficina como material de acompanhamento de seu próprio processo.
Minibio da oficineira: Noá Bonoba é atriz, roteirista, realizadora, preparadora de elenco, encenadora, dramaturga e pesquisadora. Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Ceará, desenvolve investigações sobre cinematografias trans e a invenção de mundos a partir de seres ctônicos, fabulação sci-fi e desmontes do real. Sua trajetória artística começa no teatro, onde criou obras que exploram o estranhamento cognitivo, o não-humano e metodologias colaborativas de encenação. No cinema, é formada pela Escola Pública de Audiovisual da Vila das Artes, recentemente filmou seu primeiro longa como diretora (Iguaraguá) e é protagonista de “Morte e Vida Madalena”, de Guto Parente, vencedor de diversos prêmios e com estreia nos cinemas marcada para 2026. Atua em processos criativos que atravessam corpo, mito, escrita e fabulação especulativa.
O que pode a montagem?, com Karen Akerman
Datas: 16 a 18 de setembro
Horário: 14h às 18h
Local: Centro Universitário Iesb – Asa Sul
Pré requisito: noções de Adobe Premiere
Sinopse da oficina: Investiga teoria e prática das ferramentas da montagem de cinema. Uma exploração de gêneros e linguagens a partir do estudo de casos reais. Como as decisões na ilha de edição transformam o sentido de uma cena? Partindo da minha experiência como montadora em filmes de diferentes universos e linguagens, esta oficina convida a mergulhar nos bastidores desse processo, articulando teoria e prática em um ambiente de troca. No primeiro momento, investigaremos as ferramentas conceituais da montagem, analisando como a articulação entre planos, o uso do som e as escolhas de ritmo moldam a experiência do espectador. A partir dessa base, faremos um exercício prático de criação: utilizando um material de arquivo coletivo fornecido para a turma, cada participante será incentivado a manipular e reordenar as imagens, construindo objetos autorais entre a autoficção e o ensaio visual. A proposta é refletir sobre o corte, testar limites formais e explorar a montagem enquanto pensamento vivo, onde a limitação de recursos atua como combustível para a liberdade e para a invenção de novas formas de narrar.
Minibio da oficineira: Karen Akerman transita pelos mais diversos gêneros e formatos do audiovisual – ficção e documentário, cinema narrativo e experimental, longas, séries e curtas como montadora, majoritariamente, mas também como diretora, produtora, consultora e professora. Em sua filmografia como montadora, destacam-se obras como O Processo, de Maria Augusta Ramos, A Febre, de Maya Da-Rin, e O Riso e a Faca, de Pedro Pinho.
Edição de som para curtas no Davinci Resolve, com Micael Guimarães
Datas: 14, 15, 16 de setembro
Horário: 14h às 18h
Local: Jovem de Expressão (Ceilândia)
Público alvo: Estudantes, realizadores audiovisuais, montadores, diretores e demais interessados em edição de som para curtas-metragens.
Sinopse da oficina: Esta oficina propõe uma conversa sobre os conceitos fundamentais da edição de som para curtas-metragens, tendo o DaVinci Resolve como ferramenta de demonstração. O objetivo é apresentar uma forma de pensar o som na pós-produção, mostrando como organizar o material, estruturar a timeline e tomar decisões que contribuam para a narrativa e a experiência do espectador. Ao longo dos encontros, serão discutidos temas como organização do projeto, edição de diálogos, construção de ambiências, utilização de efeitos sonoros, continuidade sonora, percepção, ritmo e a relação entre imagem e som. Também serão abordadas estratégias para manter um fluxo de trabalho organizado e eficiente, facilitando a comunicação entre as diferentes etapas da pós-produção. Mais do que ensinar comandos ou ferramentas específicas, a oficina busca desenvolver o olhar — e a escuta — para a edição de som, oferecendo aos participantes uma base conceitual que poderá ser aplicada em diferentes projetos audiovisuais.
Minibio do oficineiro: Micael Guimarães, Mica, atua no audiovisual há mais de 30 anos e é especialista em edição e mixagem de som para cinema. Premiado no Festival de Brasília, CinePE, e vários outros. Trabalha com foco na construção narrativa por meio do som em curtas e longas-metragens.
Figurino Para Cinema: Acesso, Linguagem e Inserção Profissional, com Nina Maria
Datas: 15 a 18 de setembro de 2026
Horário: 15h às 18h
Local: Jovem de Expressão (Ceilândia)
Sinopse da oficina: O figurino é uma das principais ferramentas de construção narrativa do cinema. Ele veste personagens,comunica identidade, contexto histórico, relações sociais e aspectos psicológicos da dramaturgia. Esta oficina propõe uma introdução prática ao figurino cinematográfico, apresentando suas etapas de criação desde a leitura do roteiro até a organização do departamento de figurino durante as filmagens. Ao longo de 12 horas, os participantes conhecerão conceitos fundamentais da linguagem do figurino, métodos de pesquisa, desenvolvimento de propostas visuais e a dinâmica profissional do setor no audiovisual brasileiro. Voltada especialmente às ações afirmativas do Festival, a atividade busca democratizar o acesso a um campo técnico ainda pouco conhecido, oferecendo ferramentas que contribuam para a formação e inserção de novos profissionais na cadeia produtiva do cinema.
Minibio da oficineira: Nina Maria é figurinista, pesquisadora e educadora, com 16 anos de experiência no audiovisual brasileiro. Iniciou sua trajetória no cinema assinando o figurino do curta 50 Anos em 5, de José Eduardo Belmonte, exibido na abertura do Festival de Brasília do Cinema Brasileiro. Desde então, trabalhou em produções como Ainda Temos a Imensidão da Noite (Gustavo Galvão), Menarca e Levante (Lillah Halla), ambos selecionados para a Semaine de la Critique do Festival de Cannes, além da série Notícias Populares (Canal Brasil) e do longa Melhor Mãe do Mundo (Anna Muylaert). Paralelamente à atuação profissional, desenvolve atividades de formação e atualmente coordena o Curso de Formação em Figurino da Escola de Cinema Ateliê Bucareste.
Realizada pelo MOHCIPED/DF, a iniciativa leva palestras sobre direitos humanos, combate ao capacitismo e apresentações culturais protagonizadas por pessoas com deficiência.
Combinando formação cidadã, orientação sobre direitos fundamentais e a valorização do protagonismo de artistas com deficiência, o projeto “Inclusão Sobre Rodas” chega ao Centro de Ensino Especial 02 de Ceilândia (CEE 02), no Setor O, nesta sexta-feira (14), das 9h às 12h.
O Projeto “Inclusão Sobre Rodas”
O “Inclusão Sobre Rodas” foi idealizado para enfrentar diretamente o capacitismo e desconstruir as barreiras atitudinais, físicas e sociais que restringem a participação plena das pessoas com deficiência na sociedade. A iniciativa é composta por um circuito de 12 encontros presenciais realizados em unidades escolares públicas do DF e em espaços comunitários.
Paralelamente às ações nas escolas, o projeto executa um levantamento comunitário de dados para mapear o nível de informação e a percepção da população sobre o capacitismo, gerando diagnósticos para subsidiar futuras políticas públicas na região.
Ações no CEE 02 de Ceilândia
Durante o encontro nesta sexta-feira no CEE 02, a comunidade escolar participará de uma programação didática e multifacetada, organizada em frentes integradas:
Direitos Humanos e Legislação: Palestras explicativas sobre os direitos assegurados pela Lei Brasileira de Inclusão (LBI) e orientação direta sobre os canais oficiais para denúncias de violações de direitos;
Conscientização e Combate ao Capacitismo: Rodas de conversa e dinâmicas interativas focadas no combate a preconceitos, estereótipos e barreiras atitudinais do cotidiano;
Ações Culturais e Protagonismo: Performances artísticas e apresentações musicais (incluindo vertentes inclusivas do Hip-Hop/Rap) protagonizadas por artistas com deficiência;
Material Didático Acessível: Entrega de cartilhas e informativos instruindo estudantes, educadores e famílias sobre cidadania e proteção social.
“O ‘Inclusão Sobre Rodas’ age na raiz das barreiras sociais. Levar essas ações ao CEE 02 fortalece a luta contra o capacitismo ao unir o conhecimento da legislação com a força transformadora da arte feita por pessoas com deficiência”, diz Diogo Rocha Ribeiro, Presidente do MOHCIPED/DF.
A História e Atuação do MOHCIPED/DF
O Movimento Habitacional de Cidadania das Pessoas com Deficiência do DF (MOHCIPED/DF) é uma organização da sociedade civil fundada com o propósito de promover a defesa de direitos, a inclusão social e o desenvolvimento comunitário no Distrito Federal.
Com sede na região administrativa de Ceilândia Norte, a entidade possui um histórico consolidado de trabalho voltado a populações em contexto de vulnerabilidade social em territórios periféricos. A instituição desenvolve ações socioeducativas, culturais e de formação cidadã focadas no fortalecimento de redes locais, no combate às desigualdades e na ampliação do acesso a garantias fundamentais de pessoas com deficiência.
Serviço: PROJETO “INCLUSÃO SOBRE RODAS” NO CEE 02
Data: 14 de agosto de 2026 (sexta-feira)
Horário: Das 09h às 12h
Local: Centro de Ensino Especial 02 de Ceilândia (CEE 02)
Endereço: QNO 12, Área Especial G, Setor O – Ceilândia/DF
Inscrições gratuitas para oficinas de canto, percussão e cavaco encerram na próxima segunda-feira (10)
As oficinas da 2ª edição do Projeto Alvorecer- Mulheres na Roda de Samba- começam na próxima terça-feira (11). Segunda-feira (10) é o último dia de inscrições gratuitas. Nesta semana foram anunciadas as musicistas que irão coordenar as oficinas na Casa Akotirene em Ceilândia.
Conheça um pouco da trajetória das professoras das oficinas:
Cavaco: Natália Carvalho, nascida em Ceilândia, Distrito Federal, é cavaquinista, cantora, produtora cultural, arte-educadora e pesquisadora do samba tradicional e de suas raízes. Atua há mais de 20 anos na cena musical e cultural do Distrito Federal, desenvolvendo trabalhos voltados à valorização do samba como patrimônio cultural brasileiro, à formação artística e à promoção da participação feminina na música. Foi contemplada pelo Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF) nos anos de 2024 e 2025 como idealizadora, coordenadora e arte-educadora do projeto Alvorecer – Mulheres na Roda.
Canto:
Zila Siquet é cantora, professora de canto e arteterapeuta. Estudou canto lírico na Escola de Música de Brasília onde participou de concertos e óperas. Tem dois discos gravados, Zila e Ausência de Você, e realizou shows no Brasil e Angola. Atua como preparadora vocal de cantoras e cantores de Brasília, além de companhias de teatro da capital. É fundadora do espaço cultural Quillindo Quilombo onde há 17 anos realiza saraus, feiras e diversos eventos culturais.
Percussão: Lili Gaspar, percussionista nascida e criada em Brasília, se tornou uma referência no gênero, promovendo a cultura e inspirando novas gerações de sambistas. Começou no samba aos 14 anos como tocadora de tamborim e caixa. Desde então, sua carreira se expandiu, passando por diversas escolas como Aruc, Águia Imperial de Ceilândia, Acadêmicos da Asa Norte, Aruremas, Dragões de Samambaia, entre outras. Em 2011 tornou-se a primeira mulher mestre de bateria em Brasília, pela Capela Imperial.
Lenne Black é natural de Belo Horizonte (MG), radicada em Goiânia (GO) desde 1999 e atualmente residindo em Brasília (DF). Cursa licenciatura em Música. É percussionista, diretora musical e educadora. Mulher negra e lésbica, cresceu entre o samba, o choro e o candomblé, raízes que moldaram sua identidade artística. Autodidata, atuou e atua em grupos como Dona da Roda, Terra Cabula e, hoje, radicada em Brasília, integra projetos de destaque como Buraco do Tatu, Esdras Nogueira, Samba Urgente, Samba das Passarinhas, Breno Alves, Clube do Choro Convida e SESC Sonora Brasil.
Lirys Catharina é Cantora, percussionista, compositora e produtora musical. Arte-educadora dedicada às culturas populares brasileiras, com atuação no maracatu, coco, ciranda, samba, forró, rap, repente, embolada!Regente de maracatu e puxadora do Coco. Assina produções como Samba da Malandra e O Coco de Ninar, da Mestra Martinha do Coco. Se destaca também por sua atuação como percussionista de artistas nacionais como o Raper Rapadura, Emília Monteiro, Larissa Umayta.
Mayara Gabriela: Educadora popular, comunicadora popular e mestre de bateria, com trajetória vinculada à cultura popular, aos movimentos sociais e à formação comunitária. Atua há mais de 15 anos em ações educativas por meio da música e da percussão, promovendo inclusão social, protagonismo feminino e participação popular e contribuindo para processos de mobilização social, formação popular e promoção da saúde.
Batizado com o nome da canção composta por Dona Ivone Lara e Délcio Carvalho, o Projeto Alvorecer oferece oficinas gratuitas de canto, cavaquinho e percussão, como oportunidade de capacitação, formação, geração de renda e acesso à cultura. Além de difundir a história e a riqueza musical do samba para a preservação da cultura negra. O Projeto é mais do que oficinas de formação, é um chamado para que as mulheres se sintam estimuladas a retomarem o protagonismo no samba que ao longo dos anos vem sendo minimizado.
Primeira edição reuniu mais de 70 alunas
A primeira edição, realizada entre junho e julho de 2025, teve a participação de mais de 70 alunas. Para a segunda edição a expectativa é ainda melhor ” A primeira edição foi extremamente positiva, conseguimos reunir mulheres de diferentes idades e trajetórias em um ambiente de acolhimento, aprendizado e fortalecimento coletivo.
Quem pode participar?
O projeto tem como público-alvo mulheres (cis e trans), a partir de 18 anos, sem limite de idade, preferencialmente residentes em regiões administrativas de Ceilândia, Sol Nascente, Pôr do Sol, Samambaia e adjacências. As oficinas são ministradas por mulheres arte-educadoras, em um ambiente que favorece as trocas e o aprendizado coletivo, respeitando o espírito de comunidade que caracteriza o samba.
Repertório e material de apoio
O repertório das oficinas também é uma exaltação às mulheres, valorizando composições e interpretações de grandes sambistas como Clementina de Jesus, Clara Nunes, Beth Carvalho, Leci Brandão, e ainda duas canções da escritora Carolina Maria de Jesus, compostas especialmente para o seu álbum Quarto de Despejo, lançado em 1961, um ano depois do lançamento do livro de mesmo nome da escritora. O material de apoio da segunda edição também ganhou reforço e terá o acréscimo de partituras e cifras inéditas, que não integraram o primeiro volume, ampliando o acesso das participantes à ferramentas pedagógicas e contribuindo para o aprimoramento da qualidade do aprendizado.
Ao final das oficinas, como na primeira edição, será realizada uma grande roda de samba aberta ao público, com a participação de outras artistas da cidade, priorizando a participação das famílias das alunas e moradores das comunidades que receberão as oficinas. A roda final é o espaço para colocar em prática os conhecimentos adquiridos durante as aulas.
SERVIÇO:
2ª edição das oficinas de canto, percussão e cavaquinho do Projeto Alvorecer: Mulheres na Roda de Samba
Faltando poucas semanas para o McDia Feliz, uma das maiores campanhas de arrecadação de fundos para causas infantojuvenis no Brasil, chega uma nova facilidade: a compra antecipada de tíquetes também está disponível no app do McDonald’s. Cada tíquete custa R$21, mesmo valor praticado nos sites oficiais e nos balcões dos restaurantes.
É possível adquirir os tíquetes até 19 de agosto e os consumidores podem selecionar o restaurante participante para a retirada do sanduíche no dia da campanha, 22 de agosto.
Escolha uma causa para apoiar Pelo aplicativo, os clientes têm a opção de direcionar seu apoio a uma das duas causas: a Casa Ronald McDonald Brasil, que oferece assistência gratuita e acolhimento a crianças e adolescentes em tratamento oncológico e suas famílias, e o Instituto Ayrton Senna, referência na promoção da educação pública de qualidade para jovens em todo o país.
Os tíquetes não utilizados não são reembolsáveis e serão integralmente destinados à instituição escolhida no momento da compra.
Inscrições seguem até 15 de agosto pela internet e serão realizadas presencialmente no dia 16 de agosto, das 9h às 12h
A música tem o poder de transformar histórias, despertar talentos e criar novos caminhos. É com esse propósito que o Projeto Re Soar – Iniciação Musical abre inscrições para uma nova edição, oferecendo formação gratuita em canto, violão e teoria musical para adolescentes de 12 a 16 anos moradores do Paranoá, no Distrito Federal. Todo o material estará incluso nas oficinas.
As inscrições podem ser feitas online até o dia 15 de agosto. Já no dia 16 de agosto, haverá inscrições presenciais, das 9h às 12h, no próprio local onde acontecerão as atividades, no Centro Comunitário, quadra 366, Paranoá Parque. No mesmo dia será realizada a aula inaugural, às 9h aula de canto e às 10h40 aula de violão, marcando o início do ciclo formativo. Já no dia 18/08, das 18h30 às 20h30, aula de teoria musical.
A proposta é atender jovens que nunca tiveram contato com o ensino musical. Por isso, toda a formação foi pensada para alunos iniciantes, oferecendo uma base sólida para o desenvolvimento artístico e pessoal. Não é necessário possuir qualquer conhecimento prévio ou instrumento musical.
O ciclo formativo acontecerá entre 16 de agosto a 1º de novembro, com 12 encontros para cada curso, proporcionando aos participantes uma vivência completa de iniciação musical em um ambiente acolhedor, criativo e colaborativo.
A formação será conduzida por profissionais com ampla experiência na cena musical e na educação artística. O músico Pedro Molusco é o coordenador pedagógico. Já Luís Roberto Chocolate ministra as aulas de teoria musical, enquanto o músico, compositor e multi-instrumentista Amílcar Paré conduz as aulas de violão e a cantora, Shaira, a oficina de canto. Juntos, os professores unem conhecimento técnico e sensibilidade artística para proporcionar uma experiência de aprendizagem criativa e inspiradora.
Mais do que ensinar técnicas musicais, o projeto incentiva a convivência, a disciplina, a expressão artística e o fortalecimento dos vínculos comunitários. A iniciativa busca revelar talentos, estimular o protagonismo juvenil e criar oportunidades para que novos artistas encontrem, na música, um espaço de pertencimento, expressão e futuro.
A realização é da Pungar Projetos, idealizada pelos produtores culturais Cláudia Costa e Pedro Molusco, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). Todas as atividades são gratuitas e acontecem no Centro Comunitário da quadra 366, no Paranoá Parque. Veja como foi a última edição do projeto no 1º semestre de 2026: https://www.youtube.com/watch?v=JWPBdUkpSs4 .
As inscrições podem ser feitas no endereçohttps://forms.gle/LDkb7z2Z37vSypJR9 entre os dias 03 a 15/08 (formulário online) e 16/08 (presencial).
Serviço:
O quê: Projeto Re Soar – Iniciação Musical
Quem: Pungar Projetos
Quando: 03 a 15/08 (formulário online)
16/08 (presencial)
Onde: Centro Comunitário da Quadra 366, Paranoá Parque – DF
“Os Sapatos que Atravessam a Rua” transforma objetos cotidianos em memória, poesia e instrumento de conscientização para estudantes da rede pública
Um par de sapatos esquecido em uma prateleira torna-se o ponto de partida para falar sobre uma ausência definitiva. Em “Os Sapatos que Atravessam a Rua”, a delicadeza da linguagem teatral encontra a urgência do enfrentamento à violência doméstica e ao feminicídio, em uma montagem voltada a estudantes da rede pública de ensino de Sobradinho. Serão seis apresentações: três no Centro de Ensino Médio 02 de Sobradinho (CEM 02), em 06 de agosto, e três no Centro de Ensino Fundamental 01 de Sobradinho (CEF 01), em 20 de agosto. O espetáculo é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).
Escrito e dirigido por Áurea Liz, o espetáculo tem como protagonista Mió, uma sapateira de 65 anos interpretada por Gelly Saigg. Ela herdou do pai o ofício e uma pequena banca de consertos diante de uma pista movimentada. Enquanto observa as pessoas atravessarem a rua para deixar seus calçados, Mió percebe que cada par carrega uma história. Um deles, porém, permanece esquecido. Sua dona nunca voltou para buscá-lo.
A partir dessa ausência, a dramaturgia revela a história de uma mulher vítima de feminicídio. Sem recorrer ao sensacionalismo, a peça utiliza o silêncio, a memória, os objetos cotidianos e a presença da personagem para provocar identificação, escuta e reflexão.
Ao final de cada sessão, será realizada uma roda de conversa sobre violência doméstica, redes de apoio, abandono e envelhecimento, aproximando a experiência artística da realidade dos jovens.
Mais do que apresentar uma obra teatral, a proposta busca criar um espaço protegido de diálogo. Como explica a atriz Gelly Saigg, proponente do projeto, ao colocar o tema em cena, o projeto contribui para que estudantes reconheçam diferentes formas de violência, compreendam a importância do acolhimento e conheçam caminhos possíveis para romper ciclos de silêncio.
Arte como espaço de escuta
Na montagem, a banca de Mió deixa de ser apenas um lugar de conserto de sapatos. Ela se transforma em território de cuidado, resistência e preservação de histórias. Atravessar a rua, nesse contexto, representa também a disposição de olhar para o outro e ouvir aquilo que, muitas vezes, permanece escondido.
A iniciativa parte do entendimento de que a cultura pode desempenhar um papel importante na prevenção da violência. Ao tratar o feminicídio por meio de uma narrativa simbólica e sensível, o espetáculo cria condições para que um assunto difícil seja discutido sem perder sua gravidade.
Em edição anterior do projeto, o espetáculo percorreu escolas da rede pública de ensino de Samambaia, Sobradinho e Ceilândia, sempre acompanhado por rodas de conversa com os estudantes e equipes pedagógicas. As apresentações despertaram reflexões profundas e estimularam a participação do público, que frequentemente permanecia após o encerramento para compartilhar experiências, dúvidas e percepções sobre os temas abordados.
“Como esperado, a peça abriu portas para o diálogo. Muitos jovens encontraram naquele momento um espaço seguro para falar, ouvir e refletir sobre situações que, muitas vezes, permanecem em silêncio. Isso reforça o papel da arte como instrumento de educação, escuta e transformação“, afirma Moara Barbosa, produtora executiva do projeto. A repercussão positiva e o envolvimento das comunidades escolares reforçaram a importância de ampliar a circulação do espetáculo e de fortalecer ações que promovam o diálogo e a formação cidadã no ambiente escolar.
A realização destinada à comunidade escolar também reforça o compromisso do projeto com a descentralização cultural, ao levar uma obra de relevância artística e social a estudantes de Sobradinho.
Reconhecimento
Além do impacto junto às comunidades escolares, “Os Sapatos que Atravessam a Rua” também coleciona reconhecimento no cenário cultural do Distrito Federal. A montagem esteve entre as vencedoras da 3ª edição do FestCaras, competição de esquetes realizada no Gama com o objetivo de fortalecer as artes cênicas do DF. Em 2025, o festival reuniu 14 companhias de teatro, que concorreram em 14 categorias, destacando produções pela qualidade artística e relevância de suas propostas.
A trajetória de suas criadoras também tem recebido reconhecimento público. A dramaturga e diretora Áurea Liz foi homenageada com uma Moção de Louvor pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), durante sessão solene promovida pelo Programa Nacional dos Comitês de Cultura no Distrito Federal, em parceria com a CLDF e o Sindicato dos Professores do Distrito Federal, em reconhecimento à sua contribuição para a integração entre arte, cultura e educação. Na mesma solenidade, a atriz Gelly Saigg, que interpreta a personagem Mió, também recebeu a homenagem por sua atuação no fortalecimento da cultura e da educação por meio das artes.
Acessibilidade integrada à experiência
“Os Sapatos que Atravessam a Rua” incorpora recursos destinados a ampliar o acesso de pessoas com deficiência. O projeto prevê sessões com interpretação em Libras e audiodescrição simultânea, programas em Braille, vídeos com legendas, Libras e audiodescrição, além da possibilidade de reconhecimento tátil do cenário e dos figurinos antes das apresentações.
A acessibilidade não aparece apenas como um recurso complementar, mas como parte da concepção do projeto, permitindo que diferentes públicos tenham contato com a obra de maneira autônoma e com qualidade estética.
Formada majoritariamente por mulheres e com a presença de profissionais com deficiência, a equipe reúne artistas e técnicos de diferentes áreas. Além de Gelly Saigg e Áurea Liz, integram a ficha técnica profissionais de produção, comunicação, música, iluminação, caracterização, Libras, audiodescrição e consultoria de acessibilidade.
As apresentações são direcionadas a estudantes e à comunidade escolar previamente mobilizada pelas instituições participantes.
Ficha técnica
Gelly Saigg – Atriz
Áurea Liz – Dramaturgia e Direção
Moara Barbosa – Produção Executiva
O Carcará – Coordenação Administrativa
Ale Capone – Consultoria de Acessibilidade
Patrícia Albuquerque – Interpretação em Libras
Jane Menezes Cinema Cego – Audiodescrição
Cruziá Comunicação – Design, Gestão de Redes Sociais,
Fotografia, Captação e Edição de vídeo
Miccael Grandis – Assistência de comunicação
Ana Luiza Aguiar – Produção de Conteúdo
Alexandra Vinagre – Caracterização e maquiagem
Tauana Barros – Iluminação
Vitor Barbosa – Operação de som e Trilha sonora original
Pedro Barbosa – Coordenação Técnica e Trilha sonora original
Monyelle Faria – Assistencia de Produção
Fabiana Paula – Contraregragem e assistência de produção
Elas em Ação reúne representantes dos setores público, privado, institucional e produtivo em uma agenda sobre governança, inovação e espaços de decisão
Brasília sediará nos dias 11 e 12 de agosto de 2026, do Elas em Ação – Mulheres que Transformam o Futuro, encontro nacional que reunirá lideranças femininas dos setores público, privado, institucional e produtivo para debater governança, inovação, autonomia econômica, carreira, negócios e presença de mulheres em espaços reais de decisão.
O evento será realizado no Teatro Nacional Cláudio Santoro, em Brasília, e nasceu com a proposta de conectar mulheres que atuam em diferentes contextos de liderança, promovendo uma agenda de diálogo sobre os desafios e caminhos para ampliar a participação feminina em áreas estratégicas da sociedade.
De caráter nacional, independente e apartidário, o Elas em Ação propõe ir além da representatividade simbólica. A iniciativa busca fortalecer redes, ampliar conexões institucionais e incentivar a presença de mulheres nos espaços onde decisões são formuladas, seja na gestão pública, no setor produtivo, no empreendedorismo, na tecnologia, na saúde, na educação, na comunicação ou no mercado corporativo.
A programação contará com nomes de atuação nacional e regional, como Carla Fonseca, CEO da Smiles; Janete Vaz, cofundadora do Grupo Sabin; Ilana Trombka, diretora-geral do Senado Federal; Fernanda Pacobahyba, presidente do FNDE; Paula Santana, do GPS Brasília; Márcia Queirós, fundadora da Fast Escova; Giselle de Souza, secretária de Desenvolvimento Social do Distrito Federal; Gisele Aparecida de Andrade Souza, do Banco do Brasil; Camila Funaro Camargo Dantas, CEO da Esfera Brasil; Lilian Schiavo, presidente nacional da OBME, Country Chair Brasil do Global Networking G100, vice-presidente da Câmara de Comércio Brasil-Peru, presidente do Conselho Empresarial do IBREI, diretora comercial da RIN Brasil e membro da BRICS Women’s Business Alliance; Monica Monteiro, vice-presidente da CNBC Television Brasil e presidente nacional da BRICS Women’s Business Alliance – Brasil; Eliza Samartini, Diretora de Relações Governamentais da Roche Farma; e Fabiana Scaranzi, colunista na Forbes e Conselheira Winning Women EY, entre outras lideranças convidadas.
“Não estamos falando apenas de inspiração, mas de uma plataforma nacional de diálogo sobre como as mulheres podem e devem ocupar espaços de decisão que ditam o futuro do país. O Elas em Ação nasce para conectar agendas de alto nível com trajetórias reais, aproximando mercado, política institucional e propósito”, afirma Adriane Aragão, idealizadora e curadora do evento.
Ao longo dos dois dias, o encontro discutirá temas como liderança institucional, articulação multissetorial, governança, inteligência artificial, inovação, ESG, reputação, saúde integral, autonomia financeira, proteção patrimonial, reinvenção profissional, empreendedorismo, agro, desenvolvimento produtivo e mercado internacional.
A programação está estruturada em dois grandes eixos. O primeiro dia será dedicado ao tema Governança, Poder e Legado Público, com debates sobre liderança, tecnologia, reputação, saúde, agro, fomento e presença feminina em setores estratégicos. O segundo dia terá como foco Autonomia, Carreira, Mercado e Propósito, abordando trajetórias de transformação, independência financeira, expansão de negócios, reinvenção profissional e novas formas de influência.
Um dos diferenciais do Elas em Ação é a proposta de transformar networking em estratégia. Mais do que um evento de conteúdo, o encontro se apresenta como um ecossistema de articulação entre mulheres que já ocupam posições de decisão e aquelas que buscam ampliar sua presença institucional, profissional e econômica.
Além dos painéis e debates, o evento também dará início ao Relatório Nacional de Influência Feminina e o lançamento do ELAS VendorPass™, plataforma de certificação criada para conectar empresas lideradas por mulheres a grandes compradores.
Com a realização em Brasília, o Elas em Ação reforça o papel da capital federal como espaço de encontro entre diferentes setores da sociedade e como território estratégico para debates sobre liderança, desenvolvimento, participação feminina e construção de novas agendas públicas e institucionais.
Serviço
Evento: Elas em Ação – Mulheres que Transformam o Futuro
Local: Teatro Nacional Cláudio Santoro – Brasília/DF
Formato: encontro nacional de liderança feminina, governança, inovação, negócios e articulação institucional
Público: lideranças femininas, executivas, gestoras públicas, empreendedoras, empresárias e formadoras de opinião
Festival termina neste sábado (1º) com o tradicional Passeio Motociclístico pelas ruas de Brasília e o aguardado show do Barão Vermelho Encontro
O bicho pegou na penúltima noite do Capital Moto Week 2026! Com a Cidade da Moto lotada, Tihuana e Marcelo Falcão comandaram uma celebração à história, à diversidade e à renovação do rock brasileiro nesta sexta-feira (31). Entre sucessos que atravessaram gerações, recursos tecnológicos e encontros emocionantes, os shows transformaram o público em protagonista e levaram um garoto de 10 anos da plateia ao palco principal. Neste sábado (1º), o festival encerra a edição com uma das turnês mais aguardadas do rock nacional: Barão Vermelho Encontro Formação Original. Ainda há ingressos disponíveis e a organização recomenda que o público chegue cedo para facilitar o acesso e evitar riscos de lotação.
Em clima de festa, o Tihuana mostrou que os oito anos de hiato ficaram definitivamente para trás. Com a turnê comemorativa dos 25 anos de “Ilegal”, álbum de estreia que projetou o grupo nacionalmente, a banda exibiu entrosamento e energia do início ao fim da apresentação no maior palco do Centro-Oeste. O repertório levou a Cidade da Moto a revisitar a memória afetiva dos anos 2000, com sucessos como “Clandestino”, “Que Ves?” e “Pula!”. Nesta última, o público atendeu ao chamado da banda, saiu literalmente do chão e fez a arena inteira vibrar.
Uma das surpresas aconteceu durante “Eu Vi Gnomos”. Com recursos de inteligência artificial, imagens captadas em tempo real do público e dos músicos foram transformadas em animações psicodélicas exibidas no telão, criando uma experiência visual inédita. “Queria agradecer ao Capital Moto Week. A gente está muito emocionado e muito feliz por estar aqui e por vocês estarem curtindo com a gente”, disse o vocalista Egypcio. A energia do encontro foi tanta que a banda escolheu o festival para captar imagens de um novo registro audiovisual.
Em “Um Dia de Cada Vez”, milhares de celulares acesos transformaram a arena em um grande céu estrelado. Já “Tropa de Elite” promoveu uma divertida disputa entre homens e mulheres, que dividiram o refrão em um coro que tomou conta da Cidade da Moto.
O Legado do Falcão Antes da entrada de Marcelo Falcão, o DJ Negralha, integrante da banda, aqueceu o público com um baile que colocou toda a arena para dançar. Na sequência, Falcão abriu a apresentação com “Minha Alma” e conduziu um show intenso, marcado pelo peso dos graves e pela mistura de rock, reggae, hip-hop e música brasileira. Clássicos como “Lado B, Lado A”, “Reza Vela”, “Rodo Cotidiano”, “Vapor Barato” e “Anjos (Pra Quem Tem Fé)”, além de uma versão mais pesada de “Hey Joe”, transformaram a plateia em protagonista. Em diversos momentos, o público assumiu os vocais, enquanto milhares de mãos acompanhavam cada música.
O repertório também abriu espaço para “Legado”, composição criada durante a pandemia como reflexão sobre resiliência e continuidade. A canção dá nome ao álbum lançado em 2025 e homenageia Chorão e o Charlie Brown Jr. Com a participação de gravação inédita deixada pelo cantor, morto em 2013, a voz de Chorão ecoou pela Cidade da Moto e reafirmou a força da história do rock brasileiro como inspiração para novos artistas e fãs. Poucos minutos depois, essa mensagem ganhou forma no palco principal.
Um sonho que saiu da plateia para o palco Ao apresentar Céu Aberto, parceria com o rapper Hungria, Falcão falou sobre a importância de acreditar nos próprios sonhos. Enquanto conversava com o público, um cartaz chamou sua atenção. Na plateia, Bernardo Augusto Santos Viana, de 10 anos, pedia uma oportunidade para tocar bateria durante o show. O convite veio imediatamente: o jovem músico subiu ao palco para acompanhar Falcão em Legado. “Agora nós somos sua banda”, brincou o cantor.
Bernardo admitiu que estava nervoso, mas a insegurança desapareceu assim que ele se sentou à bateria. Girou as baquetas entre os dedos e foi recebido com aplausos da plateia. Quando a banda começou a tocar, o menino apresentou desenvoltura diante de milhares de pessoas. Apaixonado por bateria desde os três anos, Bernardo contou que escolheu “Legado” por admirar Marcelo Falcão e pela homenagem a Chorão, uma de suas referências.
“É uma homenagem ao Chorão. Eu acho essa música muito boa e, por isso, escolhi tocar justamente essa com o Falcão”, explicou. Fã de Chad Smith, baterista do Red Hot Chili Peppers, Bernardo visitava o Capital Moto Week pela primeira vez. Além da música, ele revelou outra paixão: as motocicletas. A estreia no festival dificilmente poderia ter sido mais marcante.
Encerramento em grande estilo O último dia do festival (1/8) reserva um dos momentos mais aguardados: o show do Barão Vermelho Encontro. Com a formação original da banda, o grupo que conquistou o Brasil com rock puro e rebelde revisita sua trajetória com Roberto Frejat (guitarra e voz), Guto Goffi (bateria), Maurício Barros (teclados) e Dé Palmeira (baixo) em um espetáculo que promete ser lindo do início ao fim. Antes deles, estão escalados para aquecer o palco principal: Aline Alves e Magoo. No Moto Bar Spaten: Breakbone, The Reds e All Stars. No Rock Saloon Royal Enfield: Roadside Gamblers, Tequila Shot Band e Rancheros. Na Praça Pepsi: Douglas Bouret, Jonas Santos e Os Merah. No Lady Bikers Sebrae: Banda Molinas.
Além da programação musical, o sábado do Capital Moto Week reserva uma grande atração e um dos momentos mais emblemáticos do festival: o Passeio Motociclístico oficial. Milhares de motociclistas devem participar do comboio, que vai percorrer 50 km pelas principais vias de Brasília. A concentração será às 15h30, no balão da Granja do Torto, com saída prevista para as 16h. O passeio é aberto à participação de motociclistas, que podem integrar o comboio a partir do festival ou ao longo do percurso.
Sobre o Capital Moto Week 2026 De 23 de julho a 1 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas, 350 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, proporciona uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 400 mil m². Além das centenas de shows, a programação inclui tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos. Os headliners desta edição serão: Nazareth (23.07), Masters of Voices e Velvet Chains (24.07), Di Ferrero e LVCAS (25.07), Eagle-Eye Cherry e GIANA (26.07), Supla, Matanza Ritual e Raimundos (30.07), Marcelo Falcão e Tihuana (31.07) e Barão Vermelho Encontro Formação Original (01.08). O CMW é certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono a cada ano, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.
SERVIÇO Capital Moto Week 2026 Data: 23 de julho a 01 de agosto de 2026 Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br
O projeto oferece oficinas, networking, formação culturale desenvolvimento de projetos para capacitar novos artistas.
O movimento cultural PsyLab Samambaia realizará no próximo sábado (1º), no Complexo Cultural de Samambaia, uma programação gratuita voltada à formação, difusão e valorização da cultura Psytrance no Distrito Federal. Com apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, a iniciativa reunirá DJs, produtores, artistas e interessados em música eletrônica por meio de aberta ao público.
Entre os objetivos da programação estão a ampliação do acesso à capacitação artística e profissional, o fortalecimento da cena eletrônica de Samambaia e de regiões próximas, além da desconstrução de estereótipos relacionados ao Psytrance.
“Além da formação artística, o projeto pretende impulsionar a economia criativa local, estimular o surgimento de novos djs, produtores e ampliar a participação de mulheres, pessoas negras, pessoas com deficiência e integrantes da comunidade LGBTQIA+”, declarou o produtor cultural e proponente Álef Pereira do Amaral.
As atividades são gratuitas e as inscrições podem ser feitas pela plataforma Sympla, onde os ingressos já estão disponíveis. A próxima oficina presencial ocorrerá em 1º de agosto de 2026, no Complexo Cultural de Samambaia DF.
Em breve mais informações sobre o evento final.
Serviço
Laboratório de Vertentes Psy – PsyLab Samambaia
Oficina – Historia, Cultura e Vertentes
1º de agosto de 2026 (sábado).
14h às 20h
Complexo Cultural de Samambaia – Samambaia (DF).
Público-alvo: DJs, produtores musicais, artistas, estudantes, apreciadores da música eletrônica e pessoas interessadas em conhecer ou atuar na cultura Psytrance.
Exposição com fotógrafos de todo o país, projeções mapeadas na cúpula do museu, encontro com autores e mesa de conversas gratuitas integram a programação da 11ª edição do Festival Mês da Fotografia, que ocupa Brasília durante todo o mês de agosto
A fotografia brasileira volta a ocupar um dos principais espaços culturais da capital federal. A partir do dia 4 de agosto, o Museu Nacional da República recebe a abertura da 11ª edição do Festival Mês da Fotografia (FMF), um dos mais importantes eventos dedicados à produção fotográfica no país. A programação do evento, que conta com o patrocínio da Neoenergia e do Instituto Neoenergia, conta com a exposição “Retrato de um Brasil Plural: Origem, Território e Diversidade”, projeções fotográficas mapeadas na cúpula do museu, palestras, oficinas e encontros com profissionais da área, todos com entrada gratuita.
A exposição apresenta 60 fotografias selecionadas entre mais de 800 imagens enviadas por artistas de diferentes regiões do Brasil em convocatória nacional. A seleção tem como resultado um panorama da fotografia contemporânea brasileira, que “fazem emergir a afirmação de pertencimento à pluralidade do território brasileiro, em toda a sua diversidade”, diz a artista visual e pesquisadora Denise Camargo, coordenadora da comissão de seleção da qual fazem parte Maíra Gamarra, curadora da Mira Latina; e o escritor e editor Henri Badaröh, brasileiro que vive e trabalha nos Países Baixos há mais de 10 anos.
À frente da curadoria da mostra, Denise não se surpreende com o número significativo de inscrições. “Representa um processo de amadurecimento do Festival e é resultado de uma escuta ativa da direção e da curadoria para o direito que determinados grupos têm de apresentar seus trabalhos. Raramente contempladas por outros festivais brasileiros, essas pessoas encontram eco para sua representatividade no Festival Mês da Fotografia”, ela diz.
A abertura do Festival será marcada também por uma projeção fotográfica mapeada na cúpula do Museu Nacional da República, transformando um dos ícones arquitetônicos de Brasília em uma grande tela a céu aberto, momento especial para que toda a família contemple a produção fotográfica exposta no Festival. A intervenção amplia a experiência do público e reafirma o diálogo entre fotografia, arte e espaço urbano.
Ao longo de todo o mês de agosto, o Festival promoverá uma programação voltada à formação e à difusão da fotografia, com palestras, oficinas e atividades abertas ao público, entre elas, um encontro on-line com a curadora, que pretende responder aos participantes como foi o processo de seleção das fotos para a exposição.
Além da exposição coletiva, esta edição amplia o diálogo com diferentes territórios e realidades brasileiras ao reunir coletivos convidados, como o Jovens de Expressão, com a exposição “Foto da Quebrada: da periferia para o Museu” e a Rede Katahirine, com a exposição “O olhar do cinema para o território”, formada por cineastas e fotógrafas indígenas, que apresentam trabalhos voltados aos povos originários e às periferias do país, reforçando a diversidade de olhares que caracteriza o Festival.
Idealizado pelo fotógrafo Eraldo Peres, o Festival Mês da Fotografia chega à sua 11ª edição consolidado como um espaço de valorização da fotografia brasileira e de incentivo à formação de público. “A realização da 11ª edição do Festival representa a consolidação de um projeto construído coletivamente ao longo dos anos. A cada edição, reafirmamos nossa convicção de que a fotografia é uma linguagem capaz de conectar pessoas, preservar memórias e ampliar o olhar sobre a diversidade do Brasil. Também é uma alegria retornar ao Museu da República”, afirma Eraldo Peres.
Mais do que uma mostra de fotografias, o Festival Mês da Fotografia convida o público a percorrer diferentes narrativas visuais sobre o Brasil contemporâneo. Entre paisagens, retratos, registros documentais e experimentações artísticas, a programação transforma Brasília, durante o mês de agosto, em um ponto de encontro para fotógrafos, artistas, pesquisadores e todos aqueles que reconhecem na fotografia uma das mais potentes formas de contar histórias.
PROGRAMAÇÃO FMF 2026
4/08 Terça-feira – Anexo do Museu Nacional da República e Galeria Mezanino
18h- Palestra de Abertura- A fotografia contemporânea e os Festivais de fotografia no Brasil
Convidados:
Mônica Zarrattini (SP)- Rede de Produtores Culturais em Fotografia no Brasil.
Nívia Uchôa (CE)- Festival FotoKariri
João Kulcsár (SP)- Festival de Fotografia de Paranapiacaba
Denise Camargo (DF)- Curadora do Festival Mês da Fotografia
Eraldo Peres (DF)- Diretor executivo do Festival Mês da Fotografia
19h:30 – Abertura Oficial do Festival Mês da Fotografia
20h- Abertura da Galeria para visitação
20h:15- Projeção fotográfica na cúpula do Museu
5/08 Quarta-feira – Anexo do Museu Nacional da República
19h Palestra: Iniciação à Produção de Exposições Fotográficas com João Kulcsár
6/08 Quinta-feira- Galeria Mezanino
14h- Encontro com Autores e Visita Guiada- Categoria Fotografia Inclusiva
Convidados: Juliana Peres, Lucas César Faria Silva e Luiz Macedo (DF)
7/08 Sexta-feira- Galeria Mezanino
14h- Encontro com Autores e Visita Guiada- Categoria Individual e Jovens
Convidados: Bruna Braz, Dani Azul e Juliana Aravechia(DF)
14/08 Sexta-feira- Galeria Mezanino
Encontro com Autores e Visita Guiada- Coletivo Jovens de Expressão
19/08 Quarta-feira- Galeria Mezanino
19h- Visita guiada com Curadores (Dia Mundial da Fotografia)
SERVIÇO: Festival Mês da Fotografia
Exposição: “Retrato de um Brasil Plural: Origem, Território e Diversidade”
Local: Mezanino do Museu Nacional da República
Data: De 4 de agosto a 4 de outubro
Horário de Visitação: Terça a domingo e feriados, das 9h às 18h:30
A campanha “Segurança Privada: Por Elas, Para Elas” capacita e mobiliza milhares de profissionais para atuarem como agentes ativos de acolhimento e proteção em todo o país
A atuação do setor de Segurança Privada no Brasil está passando por uma profunda e necessária evolução humanitária, que transcende a tradicional guarda patrimonial e se conecta diretamente com a defesa dos direitos humanos. Sob a coordenação da Polícia Federal e em cooperação estreita com a Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist) e as entidades de classe parceiras, o segmento lança nacionalmente a campanha “Segurança Privada no Combate à Violência Contra a Mulher”, acompanhada do slogan “Segurança Privada: Por Elas, Para Elas”. O lançamento da campanha está marcado para o dia 5 de agosto, em Brasília.
A iniciativa integra um Plano Nacional estratégico e visa transformar o expressivo contingente de vigilantes — estrategicamente posicionados em shoppings, agências bancárias, hospitais e postos de saúde — em uma rede de apoio qualificada para identificar sinais de abuso, acolher vítimas com sensibilidade e acionar os canais de denúncia e proteção do Estado de forma ágil e humanizada.
O presidente da Fenavist, Flávio Sandrini, destaca que a adesão das empresas e, fundamentalmente, de cada profissional de segurança é o coração para o sucesso da mobilização. “Não estamos falando apenas de segurança, estamos falando de dignidade humana e de responsabilidade social compartilhada. Os nossos profissionais estão na linha de frente do cotidiano das cidades e podem ser o primeiro porto seguro para uma mulher em situação de vulnerabilidade extrema. Convoco cada vigilante, cada gestor e cada empresa do nosso país a abraçarem essa causa com o coração e com a técnica, transformando nossos postos de trabalho em verdadeiros refúgios de proteção e respeito. O combate à violência estrutural contra a mulher exige uma postura ativa e vigilante de todos nós”, enfatiza Sandrini.
Participam da iniciativa a Associação Brasileira de Cursos de Formação de Vigilantes (ABCFAV), Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE), Associação Brasileira de Profissionais de Segurança (ABSEG), Associação Nacional de Segurança e Transporte de Valores (ANSEGTV), Associação Brasileira das Empresas de Gerenciamento de Riscos e de Tecnologia de Rastreamento e Monitoramento (GRISTEC), Confederação Nacional dos Trabalhadores em Segurança Privada (CONTRASP), Confederação Nacional dos Vigilantes & Prestadores de Serviços (CNTV), Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN), Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (FENAVIST), Federação Nacional das Empresas de Transporte de Valores (FENAVAL), Federação dos Trabalhadores em Segurança e Vigilância Privada, Transporte de Valores, Similares e Afins do Estado de São Paulo (FETRAVESP) e Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB).
Com foco em ações contínuas de conscientização e orientação prática no ambiente corporativo, a campanha busca construir uma cultura de tolerância zero ao assédio e à violência em todas as suas formas. O engajamento das entidades atreladas ao projeto, junto aos 28 sindicatos filiados à Fenavist em todo o território nacional, assegura que as diretrizes da Polícia Federal cheguem à ponta da linha de forma padronizada e eficiente. “Mais do que um projeto institucional, a mobilização convida os profissionais do setor a ressignificarem o uso de suas fardas, enxergando no ofício diário uma oportunidade de exercer a empatia, salvaguardar vidas e colaborar ativamente para a construção de uma sociedade mais justa, segura e igualitária para todas as brasileiras”, conclui Sandrini, presidente da Fenavist.
Serviço:
O que: Lançamento da campanha “Segurança Privada: Por Elas, Para Elas”
Sobre a Fenavist – Com 28 sindicatos filiados em todo o Brasil, a Federação Nacional das Empresas de Segurança e Transporte de Valores (Fenavist) é a entidade que representa, em âmbito nacional, os interesses das empresas de segurança privada e transporte de valores. Atua junto às autoridades competentes na defesa dos direitos da categoria, promovendo o diálogo institucional e a construção de soluções para o setor.
A Federação também apoia a celebração de Convenções e Acordos Coletivos de Trabalho. Desenvolve parcerias com entidades públicas e privadas, fortalecendo a integração e o avanço de pautas estratégicas. Participa ainda de instâncias relevantes como a CNC, o SESC, o SENAC e a Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP). Sua missão é assegurar melhores condições para o desenvolvimento do setor, com respeito à diversidade e promoção dos direitos humanos.
Seis cães cruzaram a passarela do Lady Bikers com figurinos inspirados no universo motociclista; histórias destacaram guarda responsável, adoção e segurança nas viagens
Estilo sobre quatro patas, criatividade e muitas doses de fofura movimentaram o palco Lady Bikers nesta sexta-feira (31). Seis cães de diferentes portes e raças cruzaram a passarela do Capital Moto Week acompanhados de seus tutores e com produções inspiradas no universo motociclista. Mais do que escolher o visual de maior destaque, o desfile mostrou como os animais se tornaram integrantes das famílias, dos motoclubes e de viagens sobre duas e três rodas. Ainda há ingressos disponíveis para este sábado (01), último dia do festival.
A grande vencedora foi Hannah Pipoca Minhoca, de 9 anos, companheira da técnica de redes Mary Sales, integrante do Motoclube Colorado. Presente na Cidade da Moto desde que nasceu, Hannah já viajou com a família do Maranhão a Florianópolis. Esta é a segunda vez que ela conquista o primeiro lugar em um desfile pet do festival. “Ela vem ao Capital Moto Week há nove anos e faz parte da nossa família. Hoje, viaja em um triciclo, em um espaço exclusivo e protegido. Quando pergunto se vamos rodar, ela já fica animada”, conta Mary.
Para a tutora, incluir o animal na rotina motociclista exige responsabilidade e atenção ao comportamento do pet. “É fundamental que ele goste, esteja confortável e tenha transporte seguro, equipamentos de proteção e abrigo contra o vento. Com esses cuidados, eles podem compartilhar esses momentos com a gente”, acrescenta. O desfile foi apresentado por Batista Luzardo, da loja Malaika, e Virley Geirson, do Noah Spa, ambos presentes no Lady Bikers.
Três companheiras e 270 mil quilômetros de estrada Outro destaque foi Kléber Lourenço Lopes, conhecido nas estradas como “Cadela Motociclista”. Há 13 anos, ele percorre o Brasil de motocicleta acompanhado de suas parceiras de quatro patas. Atualmente, viaja com Camila, de 13 anos, que tem deficiência visual; Belinha, de 11 anos; e Fiapo de Manga Cristal, de um ano e meio, resgatada de uma situação de maus-tratos.
Ao longo dessa trajetória, Kléber acumulou 270 mil quilômetros em três motocicletas, passou pelas 26 capitais brasileiras e percorreu o país do Chuí, no Rio Grande do Sul, ao Oiapoque, no Amapá. As viagens também chegaram à Guiana e à entrada da Guiana Francesa e incluíram trajetos desafiadores, como a BR-319, conhecida como Rodovia Fantasma, e as serras da Região Sul. “É uma honra estar neste festival, que é muito especial para mim. Elas estão sempre comigo. Se não puderem entrar em algum lugar, eu também não entro”, afirma Kléber.
Para enfrentar percursos tão longos, ele diz respeitar a disposição e os limites de cada cadela. As companheiras utilizam cintos de segurança e equipamentos próprios, como capacetes, coletes, roupas para o frio e capas de chuva. As viagens também incluem paradas periódicas para descanso, hidratação e alimentação. “A primeira condição é o animal querer. Depois vêm a adaptação e todos os cuidados com a segurança. Em viagens longas, fazemos paradas a cada 150 quilômetros, dependendo das condições da estrada. Elas bebem água, comem, descansam e só então seguimos. É uma relação de amor incondicional: a gente dá e recebe”, resume.
Além das aventuras, Kléber participa de campanhas de proteção animal, feiras de adoção e mobilizações para arrecadar doações destinadas a abrigos. Seu próximo sonho é percorrer a Rodovia Pan-Americana, atravessando 14 países com suas companheiras. A filosofia que o acompanha pelas estradas se resume no lema: “Viver enquanto vida houver”.
Nick transforma a tenda do motoclube em segunda casa A professora Sheila Lima, de 47 anos, integrante do motoclube Dom Carabina, também levou à passarela um veterano do festival. Nick, de 6 anos, participa do Capital Moto Week pela quarta vez e passa os 10 dias de programação acampado com o grupo. Com direito a uma barraca própria, ele está habituado ao movimento da Cidade da Moto. Nick também acumula bons resultados: conquistou o segundo lugar nas duas edições anteriores do desfile pet. “Ele já conhece todo mundo e é a alegria da nossa tenda. Se ele não pudesse vir, provavelmente nós também não viríamos. Aqui, não precisamos deixá-lo com outra pessoa ou em um hotel e conseguimos oferecer conforto e qualidade de vida durante o festival”, conta Sheila.
Para ela, acolher os animais amplia o caráter familiar do evento, desde que as necessidades de cada pet sejam respeitadas. “É um espaço acolhedor, onde todos cuidam uns dos outros. Quem quiser conciliar o amor pelos animais e pelas motos pode trazer seu pet, mas sempre considerando o bem-estar e os limites dele. O desfile foi uma iniciativa muito bacana e merece fazer parte da programação todos os anos”, completa.
Sobre o Capital Moto Week 2026 De 23 de julho a 1 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas, 350 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, proporciona uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 400 mil m². Além das centenas de shows, a programação inclui tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos. Os headliners desta edição serão: Nazareth (23.07), Masters of Voices e Velvet Chains (24.07), Di Ferrero e LVCAS (25.07), Eagle-Eye Cherry e GIANA (26.07), Supla, Matanza Ritual e Raimundos (30.07), Marcelo Falcão e Tihuana (31.07) e Barão Vermelho Encontro Formação Original (01.08). O CMW é certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono a cada ano, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.
SERVIÇO Capital Moto Week 2026 Data: 23 de julho a 01 de agosto de 2026 Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br
A Câmara dos Deputados realizará, no próximo dia 5 de agosto, às 11 horas, no Plenário Ulysses Guimarães, em Brasília, uma Sessão Solene em homenagem à Família, reunindo parlamentares, autoridades religiosas e representantes da sociedade civil para celebrar dois importantes marcos do Magistério da Igreja Católica: os 45 anos da Exortação Apostólica Familiaris Consortio, de São João Paulo II, e os 10 anos da Exortação Apostólica Amoris Laetitia, do Papa Francisco.
A solenidade foi solicitada pela Comissão Episcopal para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e será realizada pela Frente Parlamentar Católica, presidida pelo deputado federal Luiz Gastão. O evento busca reconhecer a contribuição dos dois documentos pontifícios para a valorização da família, da dignidade da pessoa humana e para o fortalecimento dos vínculos familiares, além de promover uma reflexão sobre a missão da família na sociedade contemporânea.
Para o presidente da Frente Parlamentar Católica, deputado federal Luiz Gastão, a sessão representa uma oportunidade de reconhecer a atualidade da mensagem dos dois pontífices e de reafirmar o compromisso com a defesa da família.
“Será um momento de gratidão e reflexão, onde celebramos os 45 anos da Familiaris Consortio e os 10 anos da Amoris Laertia, documentos que norteiam a vida familiar cristã. É um reconhecimento ao papel fundamental da família na formação das pessoas, na transmissão da fé, dos valores humanos e da solidariedade.”, afirma o parlamentar.
Publicada em 1981, após o Sínodo dos Bispos sobre a Família, a Familiaris Consortio reafirma a família como “Igreja doméstica” e como a “célula primeira e vital da sociedade”, destacando sua missão de formar pessoas, acolher a vida, educar os filhos e testemunhar o Evangelho. Quarenta e cinco anos depois, seus ensinamentos permanecem atuais ao reforçarem a importância da família como fundamento para a construção de uma sociedade baseada em valores, no diálogo e na solidariedade.
Já a Amoris Laetitia, publicada em 2016 pelo Papa Francisco, aprofunda essa reflexão ao propor uma ação pastoral marcada pelo acompanhamento, pelo discernimento e pela misericórdia, convidando as famílias a viverem o amor cristão mesmo diante dos desafios do mundo contemporâneo. O documento reafirma que “a alegria do amor que se vive nas famílias é também o júbilo da Igreja”, reforçando o papel da família como espaço de acolhimento, cuidado e promoção da dignidade humana.
A cerimônia contará com a presença de autoridades civis e religiosas. Estão confirmadas as participações do deputado federal Luiz Gastão, presidente da Frente Parlamentar Católica; do arcebispo de Brasília, Dom Paulo Cezar Costa e do padre Rodolfo Chagas Pinho, assessor da Comissão Episcopal para a Vida e a Família da CNBB, além de representantes de movimentos e pastorais ligados à família. O evento é aberto ao público. Serviço: Sessão Solene em Homenagem à Família
Serviço Data: 5 de agosto de 2026 (quarta-feira) Horário: 11 horas Local: Plenário Ulysses Guimarães – Câmara dos Deputados, Brasília (DF)
A atacante Ketlen viajou pela primeira vez para uma partida fora de casa acompanhada do filho Lucca, de oito meses.
A viagem foi viabilizada por uma nova medida da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), que passou a custear despesas de atletas em fase de amamentação, incluindo passagens, hospedagem e um acompanhante para auxiliar nos cuidados com o bebê . Professora do CEUB, especialista em Direito do Trabalho, está disponível para analisar os impactos da iniciativa na proteção à maternidade e na permanência das mulheres no esporte profissional.
A especialista pode comentar:
se a medida representa um avanço na proteção à maternidade;
os direitos das atletas durante a gestação e a amamentação;
como a falta de uma rede de apoio afeta a carreira das mulheres;
a maternidade como fator de desigualdade no mercado de trabalho;
a responsabilidade das organizações na conciliação entre trabalho e cuidado;
se a iniciativa pode inspirar outros clubes, entidades esportivas e empregadores.
Com público altamente engajado, experiências imersivas e forte vocação turística, festival se tornou uma das principais plataformas brasileiras de live marketing
Mais do que patrocinar um festival, algumas das maiores marcas brasileiras e globais escolheram o Capital Moto Week 2026 como plataforma de live marketing para se conectar a público estimado em 1 milhão de pessoas. Até 1º de agosto, a Cidade da Moto reúne ativações, lançamentos, gastronomia, mobilidade e entretenimento assinados por Caixa, Banco do Brasil, Honda, iFood, McDonald’s, Spaten, Michelin, Latam, Claro, Pepsi, Waze, Iguatemi, LS2 Helmets, Trib, Liquid Death e Petrobras Podium. Com expectativa de receber mais de 350 mil motocicletas e 150 mil turistas, o maior festival de motos e rock da América Latina combina grande circulação de público, turismo, produção de conteúdo e alto engajamento.
Para o CEO do Capital Moto Week, Pedro Franco, o festival ajudou a posicionar Brasília como um dos principais destinos de marketing de experiência fora do eixo Rio-São Paulo. “Os números ajudam a explicar esse interesse, mas não contam toda a história. Nosso diferencial está na qualidade da audiência. O Capital Moto Week reúne um público altamente desejado pelas marcas: apaixonado, fiel, participativo e disposto a viver experiências. Aqui, as empresas encontram um ambiente para criar relacionamento, posicionamento e negócios”, afirma. Em 2026, o investimento para realizar o festival ultrapassou R$ 20 milhões.
Dentro dos 400 mil m² da Cidade da Moto, erguida em Brasília (DF), as marcas ocupam espaços próprios e acompanham toda a jornada do visitante, da chegada aos shows, passando pela gastronomia, áreas de convivência e demonstração de produtos. O Banco do Brasil e a Caixa, apresentadores do festival, transformaram benefícios em experiências com roda-gigante, lounges, acesso preferencial e ativações espalhadas pela Cidade da Moto.
No estande do Banco do Brasil, os clientes com cartões BB Visa têm acesso a flash tatoo e game com simulação de moto. O espaço conta com área de descanso, carregamento de celulares, entrega de brindes, picolés e pipoca. Já as ativações da Caixa valorizam a personalização e transformam a passagem pelo festival em uma lembrança exclusiva. No estande da marca, clientes podem customizar brindes e acessórios, enquanto na entrada do festival, photo point convida os visitantes a registrarem um ano marcante da própria história. A experiência se completa com acesso prioritário à roda-gigante, além de espaços de convivência.
Da gastronomia ao entretenimento: marcas ocupam a jornada do visitante A Pepsi, patrocinadora do festival, e o iFood assinam as duas Praças de Alimentação da Cidade da Moto, reforçando a experiência gastronômica dos visitantes. Já o McDonald’s ampliou sua presença e, em seu segundo ano no Capital Moto Week, opera duas unidades.
A Spaten, cerveja oficial, criou um circuito próprio de entretenimento com camarote, assinatura do Moto Bar, beer sliding e paredão de chopp. A experiência é ampliada pela Ambev, que leva também o Zé Delivery. Pelo segundo ano, os motoclubes podem fazer pedidos e receber as bebidas dentro do festival.
Além da visibilidade de marca como patrocinadora do festival, a Claro criou um espaço instagramável, com torres para carregamento de celulares, que fica ao lado do Moto Bar, na avenida principal. O local é área de convivência e descanso nos intervalos da programação.
O universo das duas rodas ganha protagonismo A Honda, moto oficial, ocupa posição de destaque na principal avenida da Cidade da Moto e assina algumas das ativações mais disputadas do festival. Entre elas está a tirolesa que cruza a arena principal, partindo de torre de 15 metros de altura e percorrendo 134 metros sobre o público. A marca também patrocina o Camping Ville, espaço que oferece uma experiência de hospedagem para quem escolhe viver dentro do festival.
A Mottu aposta na interação direta com o público ao promover uma etapa do seu campeonato nacional de habilidade sobre duas rodas. Em pista exclusiva montada no festival, os visitantes podem participar gratuitamente. O melhor piloto de cada dia recebe brindes da marca, enquanto o grande vencedor da etapa garante vaga na final nacional, em Goiânia, onde disputará uma motocicleta Mottu Sport ESD 0 km. Ao lado de outras fabricantes como Royal Enfield, BMW Motorrad, Ducati, Triumph, KTM, Bajaj, CFMOTO e Moto Morini, os estandes são uma vitrine de lançamentos, testes e novidades do mercado de duas rodas.
A LS2 Helmets, capacete oficial do CMW, inovou com palco suspenso sobre a avenida principal e lançou, pelo segundo ano, coleção exclusiva de capacetes em collab com o Capital Moto Week. O estande da Vibra apresentar os diferenciais da gasolina Petrobras Podium com a Missão Podium, com desafios da octanagem do combustível em dinâmica que simula uma bomba de abastecimento. Michelin, pneu oficial, Pro Honda, lubrificante oficial, e Petrobras Podium, gasolina oficial, completam esse ecossistema.
Muito além da Cidade da Moto A Trib, empresa do Grupo Bancorbrás, assina o Bungee Jump e a Latam reforça a vocação turística do festival que recebe mais de 150 mil visitantes a cada edição. Já o Waze facilita a mobilidade até a Cidade da Moto e dentro dela, enquanto o Iguatemi Brasília estende a experiência Moto Week com loja conceito oficial e experiências no camarote.
Em 2026, o CMW amplia sua presença nacional da TV Globo com a transmissão para afiliadas da Região Norte, incluindo Rede Amazônica e TV Liberal (PA). A audiência chega a 16 milhões de pessoas, ampliando a exposição do festival, patrocinadores e parceiros. “Mostramos para o Brasil um Distrito Federal que produz entretenimento de qualidade com capacidade de mobilização nacional”, afirma Marcelo Werner, diretor de Programação da TV Globo Brasília.
Sobre o Capital Moto Week 2026 De 23 de julho a 1 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O Capital Moto Week, que atrai 800 mil pessoas, 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, proporciona experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 400 mil m². Além das centenas de shows, a programação inclui tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos. Os headliners já confirmados nesta edição são: Nazareth (23 julho), Masters of Voices e Velvet Chains (24 julho), Eagle-Eye Cherry (26 julho). As demais atrações principais serão anunciadas nas próximas semanas. O CMW é certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono a cada ano, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.
SERVIÇO Capital Moto Week 2026 Data: 23 de julho a 01 de agosto de 2025 Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek
Fabricantes apresentam novidades, testam estratégias de relacionamento e aceleram a conexão com consumidores no maior festival de motos e rock da América Latina
O calendário de lançamentos da indústria do motociclismo tem parada obrigatória em Brasília nesta semana. Honda, LS2 Helmets, BMW Motorrad, Royal Enfield e CFMoto escolheram o Capital Moto Week 2026 para apresentar ao público novas motocicletas, versões inéditas, equipamentos e edições especiais. Até 1º de agosto, a Cidade da Moto está instalada em uma área de 400 mil m² na Granja do Torto, recebe mais de 800 mil visitantes, 350 mil motocicletas e 1,8 mil motoclubes, reunindo um dos públicos mais qualificados do segmento no país.
A Honda, moto oficial do CMW, apresenta três novidades: as novas XR300L Tornado e XRE300 Sahara 2027, além da edição comemorativa de 50 anos da GL1800 Gold Wing Tour. No estande da marca, o público experimenta tecnologias de pilotagem com dinamômetro, transmissão de dupla embreagem (DCT) e embreagem eletrônica (E-Clutch). A experiência Honda vai além: o programa Honda RedRider promoveu expedições que partiram de concessionárias em diferentes regiões do Brasil rumo ao Capital Moto Week. Já a divisão Honda Motores e Máquinas assina o Camping Ville e apresenta aplicações do gerador portátil EU22i.
A BMW Motorrad também aproveitou o festival para revelar duas novidades: a nova opção de cor preta da BMW R 12 G/S e a inédita BMW F 900 GS Pro São Paulo Yellow. Enquanto a R 12 G/S resgata a tradição da lendária família GS com visual clássico, a F 900 GS Pro aposta em tecnologia, desempenho e identidade visual marcante para atender motociclistas que buscam versatilidade tanto no asfalto quanto no off-road. Além das estreias, toda a linha premium está exposta na Cidade da Moto, aproximando o público dos modelos mais recentes da marca.
A Royal Enfield escolheu o Capital Moto Week para apresentar a Classic 650 – Edição Especial de 125 Anos, criada para celebrar a trajetória da fabricante de motocicletas em produção contínua mais antiga do mundo. O modelo combina elementos clássicos, acabamento premium e engenharia contemporânea. A marca revelou quatro novas opções de cores para a Meteor 350 (Fireball Orange, Stellar Matt Grey, Aurora Retro Green e Supernova Black), ampliando a personalização de um dos modelos mais vendidos da fabricante.
Já a CFMoto escolheu o Capital Moto Week como palco para acelerar sua expansão no Brasil. A fabricante apresenta a nova cor Galaxy Gray da CL-C 450, inicia oficialmente a operação de sua concessionária em Brasília e abre, durante o festival, o terceiro lote de reservas de suas motocicletas. Ao todo, 500 unidades estão disponíveis para reserva durante o festival, incluindo os modelos IBEX 450, IBEX 700, CL-C 450 e CL-C 450 Bobber.
LS2 lança capacete exclusivo do Capital Moto Week Outra novidade chega em forma de equipamento. Após o sucesso da primeira edição, a LS2 Helmets e o Capital Moto Week lançam o LS2 Stream II CMW 2026, capacete oficial do festival produzido em edição limitada. O modelo fechado possui homologação europeia, acabamento premium e grafismo exclusivo com identidade visual do CMW. A pré-venda começou em maio e, durante o festival, o produto pode ser adquirido na Loja Oficial do Capital Moto Week e no estande da LS2.
“O capacete oficial simboliza a essência do Capital Moto Week. Conseguimos transformar valores como liberdade, estrada, música e pertencimento em um produto funcional, exclusivo e conectado com a nossa comunidade”, afirma Pedro Franco, CEO do Capital Moto Week. Para Bruno Cavalcante, gerente de Marketing da LS2 Helmets, a parceria evolui a cada edição. “O Capital Moto Week é hoje o principal evento do nosso calendário. Estar aqui significa fortalecer a marca, proporcionar experiências ao público e estreitar o relacionamento com consumidores apaixonados pelo motociclismo”. Entre outras marcas do segmento presentes na edição de 2026, estão: Ducati, Triumph, KTM, Bajaj e Moto Morini.
Equipamentos e lifestyle também ganham espaço O movimento não se limita às montadoras. Empresas de acessórios também aproveitam o ambiente segmentado para apresentar novidades. A Sportech Brazil, distribuidora de marcas premium para o mercado de duas rodas, leva ao festival a coleção Adventure 2026 da Leatt, referência mundial em equipamentos de proteção para motociclistas. Em parceria com a Box1200, apresenta capacetes, jaquetas, calças, botas, luvas e acessórios desenvolvidos para viagens de longa distância e diferentes condições climáticas, além de produtos da linha casual.
Sobre o Capital Moto Week 2026 De 23 de julho a 1 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas, 350 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, proporciona uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 400 mil m². Além das centenas de shows, a programação inclui tirolesa, bungee jump, roda-gigante e cinco palcos temáticos. Os headliners desta edição serão: Nazareth (23.07), Masters of Voices e Velvet Chains (24.07), Di Ferrero e LVCAS (25.07), Eagle-Eye Cherry e GIANA (26.07), Supla, Matanza Ritual e Raimundos (30.07), Marcelo Falcão e Tihuana (31.07) e Barão Vermelho Encontro Formação Original (01.08). O CMW é certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono a cada ano, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.
SERVIÇO Capital Moto Week 2026 Data: 23 de julho a 01 de agosto de 2025 Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek