Categoria: Arquitetura, Decoração, Urbanismo, Paisagismo

Espaço do Sebrae na CASACOR Brasília 2026 aproxima artesanato do público e valoriza identidade do DF

Foto: Renato Alves | Ascom Sebrae no DF

Ambiente reúne cerca de 45 artesãos e apresenta peças autorais em uma experiência inspirada na casa brasiliense

O artesanato produzido no Distrito Federal ganhou, a partir desta quarta-feira, 12 de agosto, um espaço pensado não apenas para expor produtos, mas para mostrar ao público como eles podem fazer parte da vida cotidiana. Inaugurado na noite desta terça-feira, 11, durante a Avant Première da 34ª CASACOR Brasília, o Espaço Sebrae Feito à Mão reúne cerca de 45 profissionais do artesanato local, entre nomes que já participaram de outras edições e novos talentos.

A proposta deste ano parte de uma mudança na forma de apresentar as peças. Em vez de concentrar os produtos exclusivamente em uma loja, o ambiente foi dividido entre espaços de convivência e exposição comercial, permitindo que o visitante veja objetos artesanais inseridos em uma sala de estar, sala de jantar e cozinha antes de chegar à área de venda. A estratégia acompanha o tema da CASACOR Brasília 2026, “Mente e Coração”, que convida à reflexão sobre a casa como espaço de reconexão, acolhimento e bem-estar.

A 34ª edição da mostra será realizada até 12 de outubro, na Casa do Candango, na 603 Sul. São 50 ambientes assinados por 50 profissionais, entre arquitetos, designers de interiores e paisagistas veteranos e estreantes. O percurso proposto pela mostra explora diferentes formas de morar, com projetos que dialogam com a ideia de desacelerar e resgatar elementos considerados essenciais no cotidiano.

No Espaço Sebrae, essa discussão também aparece a partir do artesanato e da produção local. O arquiteto responsável pelo ambiente, Rick Hudson, participa pela primeira vez da criação do espaço.

A ideia amadureceu ao longo do último ano a partir de uma percepção sobre a relação entre o visitante e os objetos artesanais. Segundo o profissional, muitas vezes o público conhece a peça, mas não consegue imaginar como ela pode ser incorporada à própria casa. Por isso, o projeto foi concebido para criar duas experiências complementares: primeiro, a ambientação de produtos em espaços de uma residência; depois, a possibilidade de adquiri-los na loja.

“Eu gosto da loja, gosto dos produtos, mas acho que tem gente que, às vezes, vem aqui e não consegue visualizar o produto dentro de casa. Então, surgiu a proposta dos dois ambientes. É a primeira vez que o Sebrae, não só na CASACOR, mas aqui em Brasília e em nível nacional, tem um espaço com essa proposta”, explicou Rick.

A ambientação foi construída para que o visitante reconheça diferentes possibilidades de uso das peças. O filtro de água, por exemplo, deixa de ser apenas um objeto exposto e passa a integrar a composição de uma casa; a mesa posta permite visualizar jogos americanos, toalhas e outros itens em conjunto. Ao final do percurso, os mesmos produtos podem ser encontrados na loja.

A concepção do ambiente também exigiu um trabalho de curadoria realizado em conjunto com os artesãos. Segundo Rick, a organização das peças levou em consideração aspectos como materiais, peso, funcionalidade e origem de cada produto.

Outro aspecto incorporado ao projeto foi a identificação dos autores. As coleções foram organizadas de maneira a manter juntas as peças de cada artesão, com placas informativas e QR Codes direcionando para as redes sociais dos profissionais.

“Para valorizar o artesanato, precisamos saber de onde ele veio, qual a história dele e quem está por trás daquela peça. Então, este ano, além de setorizarmos os produtos, as coleções estão juntas e é possível saber de qual região do DF esse produto saiu”, afirmou Rick.

O gestor do projeto de artesanato no Sebrae no DF e analista da Gerência de Negócios em Rede, Felipe Fernandes, explica que a integração entre ambientação e comercialização foi um dos pontos considerados na concepção do espaço. “Entendemos que esse não é apenas um espaço de exposição, mas também um espaço de venda. E esse projeto integra muito bem esses dois ambientes para que os artesãos possam vender seus produtos”, analisou.

Para esta edição, o Sebrae também criou o espaço Novos Talentos, destinado prioritariamente a artesãos que nunca haviam participado da CASACOR e àqueles que trabalham com produtos menores. A iniciativa surgiu a partir da análise dos resultados de vendas das edições anteriores.

“Quando analisamos os relatórios de venda dos artesãos, percebemos que muitos, principalmente os que têm produtos maiores e de maior valor agregado, conseguem uma venda muito expressiva. Já os artesãos que têm produtos menores, com um ticket médio um pouco mais baixo, às vezes têm dificuldade de alcançar um volume de vendas expressivo. Então, neste ano, quisemos oportunizar esse espaço Novos Talentos, com uma condição especial de pagamento e um valor mais acessível”, acrescentou Felipe.

A presença na CASACOR também passou a ser trabalhada pelo Sebrae como uma oportunidade de posicionamento dos artesãos diante de um público específico, e não apenas como alternativa de comercialização.

“Não estamos simplesmente alugando um espaço de venda para o artesão. Aqui é uma oportunidade para ele se posicionar no mercado, chegar a um público muito específico, lançar novas coleções e se comunicar com quem, de fato, tem interesse em comprar o produto”, complementou o gestor.

Produtos que contam histórias de Brasília

A proposta também levou os artesãos a desenvolverem novas coleções especialmente para a mostra. Segundo Rick Hudson e Felipe Fernandes, boa parte das peças foi criada ou lançada com exclusividade para o ambiente, a partir de referências ao território e à identidade de Brasília.

As consultorias promovidas pelo Sebrae neste ano foram direcionadas à criação dessas coleções, orientando artesãos e manualistas a transformar referências da vida cotidiana da cidade em produtos. O resultado aparece em uma série de lançamentos inéditos apresentados pela primeira vez na mostra.

Essa identidade territorial também está presente na forma como os produtos são apresentados ao público. As placas de identificação trazem, além do nome de cada artesão, a região administrativa onde ele desenvolve seu trabalho. A proposta é mostrar que a produção artesanal do Distrito Federal não se concentra apenas nas referências do centro da capital, mas também incorpora identidades próprias de regiões como Vicente Pires e Guará.

A própria seleção de peças reflete esse movimento. Entre os produtos desenvolvidos especialmente para a CASACOR está a Coleção Casa Candanga, criada pela artesã e designer de estampas Lorene Neves, do Guará.

Há quatro anos participando do Espaço Feito à Mão do Sebrae na CASACOR, Lorene desenvolveu uma coleção inspirada no Museu Vivo da Memória Candanga. O trabalho começou com aquarelas produzidas por sua filha, Anita Celidônio, estudante de Arquitetura da Universidade de Brasília, que serviram de base para os padrões de estampas.

A partir dos desenhos, foram criados jogos americanos, toalhas e caminhos de mesa, guardanapos, capas de almofadas, aventais e porta-guardanapos. “Foi um divisor de águas estar presente numa importante vitrine de decoração e design, apresentando nosso trabalho autoral, feito à mão e inspirado no que Brasília tem de melhor a oferecer, arte, design e criatividade. Assim nasceu a Coleção Casa Candanga”, contou Lorene.

Entre os profissionais que retornam ao espaço está também Tiemi Okata, artesã de Santa Maria, que participa pela terceira vez do Espaço Feito à Mão. Seu trabalho com origami ganhou uma identidade própria a partir de elementos associados à paisagem de Brasília.

A coleção começou com a série Athos em Origami e, ao longo das participações na CASACOR, incorporou diferentes representações das árvores encontradas no Distrito Federal. Para 2026, Tiemi também preparou novas versões de referências arquitetônicas da capital.

“É a terceira vez dentro do Sebrae, Espaço Feito à Mão. A cada edição eu fui entendendo que a paixão do público por Brasília era intensa. Athos em Origami já era algo que encantava e, aos poucos, fui aumentando o leque de variações de árvores que encontramos em abundância no quadradinho”, relatou.

A produção exige planejamento, testes e aperfeiçoamento da técnica. Cada árvore é montada individualmente, o que mantém características únicas mesmo quando as peças fazem parte de uma mesma coleção.

“O origami é delicado e requer tempo desde a sua criação, que envolve estudo e testes. A parte da execução é otimizada a cada entrega. Cada vez mais ficamos mais rápidos, treinando e especializando cada par de mãos em um tipo de origami. Cada processo também é planejado e organizado para otimização do tempo. Mas, mesmo assim, não consigo enxergar os nossos quadros deixando de ser únicos, porque cada árvore sai diferente. São montadas uma a uma”, explicou Tiemi.

Nesta edição, o público poderá encontrar novamente o azulejo do Brasília Palace Hotel em origami e conhecer uma versão em miniatura do padrão Aeroporto, considerado pela artesã o trabalho mais complexo desenvolvido até agora. “Eu acredito que seja isso que encanta as pessoas, elas saberem que aquele quadro é o delas, único. Mesmo que outros apresentem o mesmo colorido. Eu desejo bater o recorde na edição 2026 e ser, novamente, a campeã de vendas”, afirmou.

Já a ceramista Juçara Rubem participa pelo quarto ano consecutivo do Espaço Sebrae Feito à Mão e, nesta edição, preparou uma coleção exclusiva para a CASACOR Brasília. Batizada de Athos em Outras Formas, a linha traduz elementos, formas e grafismos da obra de Athos Bulcão para objetos utilitários e decorativos produzidos artesanalmente em cerâmica.

“A proposta é levar a arte de Athos para dentro das casas, transformando seus elementos, formas e grafismos em peças que dialogam com o cotidiano de maneira afetiva e contemporânea”, explicou. Para a artesã, a participação na mostra também amplia as possibilidades de aproximação com arquitetos, designers, paisagistas e outros profissionais ligados ao mercado de interiores e decoração. “A presença do artesanato na CASACOR mostra todo o seu potencial para além do tradicional, apresentando a cerâmica artesanal como uma linguagem contemporânea, capaz de integrar projetos de interiores, arquitetura e paisagismo”, ponderou.

Preparação para o mercado

A participação na CASACOR é precedida por um processo de orientação e capacitação desenvolvido pelo Sebrae para os artesãos. Segundo o gerente de Negócios em Rede do Sebrae no DF, Carlos Cardoso, o trabalho busca conciliar a preservação das características autorais das peças com a compreensão sobre o comportamento do consumidor e as tendências do mercado.

“A cada ano, o Sebrae busca orientar e capacitar esses empreendedores que estão aqui, justamente para que eles produzam suas peças sem perder a originalidade e a criatividade, mas também desenvolvendo um olhar cada vez mais atento às tendências de consumo”, sustentou o gerente.

A preparação também envolve questões diretamente relacionadas à gestão do negócio, como análise dos insumos, custos de produção e formação do preço de venda.

“Às vezes, uma peça demora uma semana para ficar pronta. Ou seja, o artesão se dedicou durante uma semana inteira, mas acaba colocando uma precificação muito baixa. Então, orientamos esses empreendedores a precificar corretamente para que, em um evento como este, que terá uma grande circulação de pessoas até meados de outubro, eles possam, de fato, ter essa valorização. Mostramos que a questão não é preço, mas valor agregado”, pontuou Carlos.

A 34ª CASACOR Brasília permanece aberta ao público até 12 de outubro, na Casa do Candango, na 603 Sul. No Espaço Sebrae, a visita permite conhecer o trabalho de dezenas de artesãos do Distrito Federal, visualizar as peças aplicadas em ambientes de uma residência e conhecer os profissionais responsáveis por cada produção.

Setor de colchões avança e consolida retomada do varejo com foco em conforto e qualidade do sono

Foto divulgação

Empresas apostam em tecnologia, bem-estar e qualidade do sono para atingir uma satisfação superior nos produtos

O mercado brasileiro de colchões vive um momento de transformação, impulsionado pela crescente preocupação dos consumidores com saúde, bem-estar e qualidade do sono. O Brasil é atualmente o quinto maior produtor de colchões do mundo e líder na América Latina, com faturamento que supera as cifras de bilhões de reais.

Nesse cenário, a Simmons Colchões ganha destaque no segmento de produtos de alto padrão. No Distrito Federal, a marca tem sua operação conduzida pelo empresário Antônio Vicente Jr., à frente de três lojas, que trabalha para fortalecer a presença da Simmons entre consumidores que buscam tecnologia, conforto e uma experiência diferenciada de descanso.

Com atuação internacional e tradição no desenvolvimento de tecnologias para o sono, a Simmons oferece linhas completas de colchões premium, camas box e acessórios. Um dos principais diferenciais da marca é a tecnologia de molas ensacadas Beautyrest, desenvolvida para proporcionar maior conforto, suporte ao corpo e redução da transferência de movimentos durante o sono.

Mercado em expansão

O setor de colchões brasileiro movimenta cerca de R$ 13 bilhões e ocupa posição de destaque no cenário internacional. O país é considerado o quinto maior produtor mundial e responde por aproximadamente 40% do consumo de colchões na América Latina.

De acordo com Antônio Vicente Jr., a composição das vendas no mercado nacional também revela a diversidade de produtos disponíveis ao consumidor. “Cerca de 50% correspondem a colchões de espuma e modelos mistos, enquanto 35% são colchões de molas e 15% estão concentrados em produtos especiais”, detalha a escolha do consumidor.

Para Antônio Vicente Jr., esse cenário demonstra uma mudança no comportamento do consumidor, que passou a considerar o colchão não apenas como um item de mobiliário, mas como parte importante da rotina de saúde e bem-estar. “O consumidor está cada vez mais atento à qualidade do sono e entende que investir em um bom colchão é investir também em qualidade de vida. A Simmons trabalha justamente nessa combinação entre tecnologia, conforto e sofisticação”, acrescenta Antônio Vicente Jr.

Tecnologia para dormir melhor

A Simmons se consolidou internacionalmente por desenvolver produtos voltados ao segmento de alto padrão e por incorporar tecnologias destinadas a melhorar a experiência durante o sono.

A linha Beautyrest, baseada em molas ensacadas individualmente, é um dos principais símbolos dessa proposta. A tecnologia permite que as molas trabalhem de maneira independente, contribuindo para o suporte do corpo e para a diminuição da movimentação sentida por quem compartilha a cama.

No Distrito Federal, a estratégia conduzida por Antônio Vicente Jr. acompanha essa tendência de valorização do sono e busca aproximar o consumidor local de produtos que unem inovação, design e conforto.

Mais do que acompanhar o crescimento do mercado, a proposta da Simmons é ampliar a percepção de que a escolha do colchão está diretamente relacionada à qualidade do descanso e ao bem-estar.

À frente da operação da marca no DF, Antônio Vicente Jr. tem investido no posicionamento da Simmons como referência no segmento premium. A estratégia é apresentar ao consumidor brasiliense uma experiência de compra alinhada ao padrão internacional da marca, com foco em atendimento, tecnologia e produtos de alto desempenho.

Com um mercado nacional cada vez mais atento à importância do sono, a Simmons aposta na combinação entre tradição e inovação para ampliar sua participação no segmento de alto padrão e consolidar sua presença no Distrito Federal.

Sobre a Kasa dos Colchões
Fundada em Brasília, a Kasa dos Colchões é referência no segmento de descanso e bem-estar no Distrito Federal. Liderada pelo empresário Antônio Júnior, a empresa construiu sua trajetória ao longo de mais de duas décadas, unindo resiliência, conhecimento técnico e atendimento consultivo. Com um portfólio que reúne marcas premium como Simmons, Epeda e Flex, a Kasa oferece soluções completas em colchões, camas, travesseiros e acessórios, sempre com foco na qualidade do sono e na saúde. Atualmente, conta com mais de 70 colaboradores e unidades estrategicamente localizadas na capital.

Sobre a Simmons Park Sul
Com mais de 150 anos de história, a Simmons é uma das marcas mais respeitadas do mercado global de colchões premium, reconhecida por ser pioneira na tecnologia de molas ensacadas individuais. Presente em mais de 100 países, a marca combina tradição e inovação para oferecer produtos de alto desempenho. Em 2025, inaugurou em Brasília, no Park Sul, a primeira loja conceito da Simmons no Brasil, em parceria com o especialista Antônio Júnior, proporcionando uma experiência de compra personalizada e focada em conforto, saúde e bem-estar.

Festival Mês da Fotografia abre 11ª edição com casa cheia e celebração da diversidade da fotografia brasileira

Foto divulgação

O Museu Nacional da República recebeu a abertura da 11ª edição do Festival Mês da Fotografia (FMF), reunindo fotógrafos, artistas, produtores culturais, representantes do setor e amantes da fotografia em uma celebração da produção fotográfica brasileira. Com patrocínio da Neoenergia e do Instituto Neoenergia, por meio da Lei Rouanet, o festival transformou o espaço em um grande encontro entre arte, reflexão e experiências visuais.

A cerimônia contou com a presença de Juliana Pimentel, representando a Neoenergia, patrocinadora do evento, e foi marcada por uma mesa de conversa sobre os festivais de fotografia no Brasil e no exterior. Participaram do debate os fotógrafos João Kulcsár, Mônica Zarattini, Nívea Uchôa e Eraldo Peres, idealizador e diretor executivo do Festival Mês da Fotografia. A mediação foi conduzida por Denise Camargo, curadora da exposição principal desta edição.

Após o encontro, o grupo percussivo Batukenjé conduziu um cortejo pela rampa do museu convidando o público para conhecer a exposição “Retrato de um Brasil Plural: Origem, Território e Diversidade”, instalada na Galeria Mezanino. A mostra, que fica aberta ao público até 4 de outubro, reúne 60 fotografias selecionadas entre mais de 800 imagens inscritas por artistas de diferentes regiões do país, revelando múltiplos olhares sobre a diversidade cultural, social e territorial brasileira.

Encerrando a noite, a cúpula do Museu Nacional da República ganhou vida com uma projeção fotográfica mapeada que exibiu imagens da exposição em grande escala, transformando um dos principais cartões-postais de Brasília em uma imensa galeria a céu aberto. 

Idealizado pelo fotógrafo Eraldo Peres, o Festival Mês da Fotografia chega à sua 11ª edição consolidado como um dos principais eventos dedicados à fotografia no país. Além da exposição coletiva, a programação segue até o dia 19 de agosto, com palestras, oficinas, visitas guiadas e encontros com autores, todos gratuitos, reafirmando o compromisso do festival com a formação de público, a valorização da fotografia brasileira e a democratização do acesso à cultura.

Vem arística se preparação para monumento de interador de sete toneladas que desativar uma gravidade

Foto divulgação

Muito em breve, uma capital do país vai um novo ponto de contemplação urbana que dar um verdadeiro verdadeiro cérebro no no de quem vive ou visita a cidade. Imagine um ônus “origami” feito de aço corten e concreto, pesendo quase sete toneladas, mas que, desafiando a, parecer no flutua ar.

Batizada de A Queda de Atlas, uma monumental instalação é a nova aposta do e artista artista visual Anderson Schneider. A obra, que serilhas na frente do SESI Lab, criador uma uma impressionante ilusão que a ÍTICA já Msaquigrafia não repousará sobre pilares. Em vez disso, ela parirar, pendurada de para baixo sobre por finos cabos de aço galvanizado. A senses de quem a observar é um de que a gravidade invertida, e os cabos servir apenas como âncoras segurando a chão no para impedir-la de decolar rumo ao céu.

Mas o assombro visual (que promete render render incríveis) imagens apenas uma porta de entrada da experiência sensorial e contemplativa que, por meio da engenharia, e escultura e arquitetura,á o público a uma reflexão sobre a exaustão e uma cobrança por performance na vida contemporânea. Uma obra de esconde uma e que é em breve, já que adianta adianta o spoiler: peça a ser , interativo para perfect perato quem momentos de devaneio e leveza em meio à Faça o concreto.

Viabilizada por meio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC/DF) e com o da Pinheiro Ferragens para sua complexização físico execução, a instalação que ornamento os jardins do SESI Lab está prevista para estêm entre nos nos mento de agosto.

Para a imprensa especializada, cidadãos e visitantes que buscar novos ângulos e intervençõesusitadas na capital: preparar como lentes. O vaiço levitar…

Serviço – Vem aí!

Exposição “A Queda de Atlas”, de Anderson Schneider

Quando: A partir de Agosto de 2026

Onde: Laboratório SESI (Setor Cultural Sul, Brasília – DF)

Entrada e mais informações: Em breve.

Arquitetos do Casapark Prime visitam legado de Galeno em manhã de arte e encontros

Foto Cesar Rebouças

O Casapark Prime reuniu arquitetos parceiros em uma manhã especial de arte, cultura e convivência. Nesta quarta-feira, 5 de agosto, o grupo participou de uma visita guiada à exposição Galeno, o mistério do simples, em cartaz na Caixa Cultural Brasília, em uma experiência dedicada à obra de um dos maiores nomes da arte produzida em Brasília. O encontro contou com a presença de Ivana Valença, diretora de Marketing do Casapark, e de João Galeno, filho do artista, que compartilhou histórias e memórias sobre a trajetória do pai. Antes da visita, os convidados participaram de um brunch no café da Caixa Cultural, em um momento descontraído de integração.

Com uma obra marcada pela poesia, pela simplicidade das formas e por um olhar singular sobre o cotidiano, Galeno construiu uma relação profunda com Brasília. Suas criações fazem parte da paisagem simbólica da capital, ocupando espaços públicos e construindo uma memória visual que atravessa gerações. A visita permitiu aos arquitetos uma aproximação especial com o universo do artista, reconhecendo os diálogos entre arte, cidade e arquitetura presentes em sua produção.

“Mais do que uma visita cultural, esse encontro representa uma oportunidade de fortalecer conexões e proporcionar aos nossos arquitetos parceiros experiências que alimentam o olhar criativo. Brasília é uma cidade onde arte e arquitetura caminham juntas, e Galeno é uma expressão fundamental dessa identidade. Ter o João conosco, compartilhando lembranças e reflexões sobre o legado do pai, tornou essa manhã ainda mais afetiva e inspiradora”, afirmou Ivana Valença.

Em agosto, a Cerrado Cultural apresenta duas exposições inéditas

Foto divulgação

Com propostas que tencionam imaginários rurais, masculinidades e poéticas da memória, a galeria
abre temporada com individuais de Rafael de Almeida, sob curadoria de Matteo Bergamini, e de Abraão Veloso, sob curadoria de Divino Sobral.

A Cerrado Cultural inaugura, no próximo dia 15 de agosto, às 11h, em Brasília, as exposições “Antes do couro ceder”, de Rafael de Almeida, e “Um abraço em um fio de lã“, de Abraão Veloso, primeiras individuais dos artistas na capital. As mostras ocupam, respectivamente, o pavimento térreo e o piso superior do espaço no Lago Sul, propondo investigações profundas sobre os limites da matéria, o afeto e a desconstrução de papéis sociais. As exposições permanecem em cartaz até 12 de setembro, com entrada gratuita e visitação de segunda a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 13h.

Rafael de Almeida – Antes do couro ceder No pavimento térreo da galeria, a mostra “Antes do couro ceder”, de Rafael de Almeida, conta com a curadoria do jornalista e crítico italiano Matteo Bergamini. A exposição constrói um percurso inédito por um imaginário do Cerrado marcado pela ambiguidade e pela fusão poética entre a figura humana e a presença do boi. O artista investiga os limites, físicos e emocionais, das relações interpessoais e do cotidiano rural, colocando em tensão modelos de masculinidade associados aos rituais sertanejos e à figura do cowboy.

A partir de processos fotoquímicos como a cianotipia e do reemprego de arquivos reais e ficcionais, incluindo imagens geradas por inteligência artificial, Rafael cria paisagens entre memória e invenção.Em meio a colagens, camadas de tinta a óleo e sobreposições, as jaquetas de couro transformam-se em objetos-sujeitos, articulando reflexões sobre inocência, violência e as relações sociais que atravessam o trabalho no campo.

Cineasta, artista visual e professor da UEG, Rafael de Almeida (Goiânia, 1987) é doutor em Multimeios pela Unicamp. Sua produção transita entre o cinema e as artes visuais, tendo recebido prêmios em salões como o do Museu de Arte de Britânia, o Salão de Artes de Jataí e o Salão dos Artistas Sem Galeria (2025). Suas obras integram os acervos do MAC-Goiás, MIS-GO e MAC-Jataí.

Abraão Veloso Um abraço em um fio de lã Já no piso superior da Cerrado Cultural, “Um abraço em um fio de lã” apresenta uma investigação de Abraão Veloso sobre a delicadeza como gesto de insurgência, sob curadoria de Divino Sobral. Reunindo trabalhos produzidos entre 2024 e 2026, a exposição combina pintura, tecelagem e o crochê tradicional aprendido na infância, articulando cores suaves e texturas táteis como formas de elaborar
outras possibilidades de relação com o mundo contemporâneo.

Ao recorrer ao fio de lã e recuperar práticas manuais associadas ao ambiente doméstico, o artista questiona construções de masculinidade que tradicionalm ente afastaram os homens do cuidado e do fazer artesanal. Em telas e esculturas têxteis, retrata jovens negros e integrantes da comunidade LGBTQIAP+, muitos deles amigos do artista ou representações de si próprio, envolvidos em momentos de pausa e intimidade. Na série Nagô, a lã se aproxima das formas das tranças africanas, articulando afirmação de identidade, memória familiar e valorização das ancestralidades negras.


Vivendo e trabalhando em Goiânia, Abraão Veloso (Ipatinga-MG, 1997) atua como assistente no
Sertão Negro – Ateliê e Escola de Arte. Bacharel em Artes Visuais pela UFMG, o artista já realizou
exposições individuais em Belo Horizonte e participou de importantes mostras coletivas, entre elas
Baobá no Asfalto (Sé Galeria, São Paulo) e a SP-Arte.

Matteo Bergamini

Jornalista e crítico de arte com mais de quinze anos de experiência no setor, o curador Matteo Bergamini atua entre a Europa e o Brasil. Atualmente é correspondente para a América Latina do Il Giornale dell'Arte, o mais autorizado periódico do setor na Itália. Com uma produção que abrange a crítica, a ensaística e a direção editorial – tendo comandado a prestigiada revista exibart entre 2017 e 2022 –, Bergamini é autor de monografias e ensaios pela editora Postmedia Books, destacando-se sua mais recente publicação, Speednews. L’arte scritta veloce (Art-Frame Books, 2026). Sua trajetória curatorial inclui projetos de alcance internacional como as duas primeiras edições da BienNoLo (a Bienal das periferias em Milão, em 2019 e 2021) e a VI Bienal do Sertão (2023), além de passagem como escritor convidado pelo Instituto Sacatar (Bahia). Palestrante em instituições italianas e brasileiras, integra júris de feiras e prêmios de prestígio como Artissima, MIA Fair e Combat Prize, colaborando ativamente com veículos como ArtsLife, Umbigo Space e a revista brasileira DASartes.

Divino Sobral

Artista visual, pesquisador, crítico e curador independente nascido em Goiânia (1966), o curador Divino Sobral é uma das figuras mais centrais para a compreensão e difusão da arte contemporânea na Região Centro-Oeste, atuando também como diretor artístico da Cerrado Galeria. De formação autodidata, desenvolve uma densa produção crítica e de pesquisa, com ensaios e textos curatoriais publicados no Brasil e no exterior – incluindo contribuições históricas como o catálogo do Panorama da Arte Brasileira para o MAM-SP. Sua prática artística individual cruza desenho, pintura, objetos, instalações e performance, articulando memórias pessoais, elementos da mitologia e da história medieval através de materialidades marcantes como cera, tecidos oxidados e fios de cabelo. Com uma trajetória premiada que inclui reconhecimento paralelo à XXIII Bienal de São Paulo e exposições em importantes instituições do país, Sobral mantém uma atuação contínua no fomento às artes visuais e na formação de novos circuitos no Planalto Central.

Sobre a Cerrado Galeria Com sedes em Brasília e Goiânia, a Cerrado Galeria atua na descentralização do mercado de arte e na valorização da produção do Centro-Oeste. Inaugurada em 2023, desenvolve um programa voltado à diversidade de linguagens, gerações e territórios, reunindo artistas consagrados e novos nomes da produção contemporânea em diálogo com diferentes contextos da arte brasileira. Seus espaços, instalados em edifícios singulares nas duas cidades, abrigam exposições, intervenções site-specific e ações educativas.

Serviço:
Exposições: “Antes do couro ceder” (Rafael de Almeida) e “Um abraço em um fio de lã” (Abraão
Veloso)
Curadorias: Matteo Bergamini e Divino Sobral
Abertura: 15 de agosto de 2026, às 11h
Período expositivo: 15 de agosto a 12 de setembro de 2026
Local: Cerrado Cultural – SHIS QI 05, Chácara 10, Lago Sul, Brasília – DF
Visitação: segunda a sexta, das 10h às 19h; sábado, das 10h às 13h
Entrada: gratuita
Siga: @cerrado.galeria

Temporada de “Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar” transforma a cidade em palco e amplia experiência para pessoas com deficiência visual

Danilo Fleury


Anti Status Quo Companhia de Dança realiza 12 apresentações gratuitas da obra, além de debates, oficina e residência artística no Centro de Dança do Distrito Federal

A cidade deixa de ser apenas cenário para tornar-se protagonista em “Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar”, criação da Anti Status Quo Companhia de Dança que retorna para uma temporada gratuita com apresentações de quarta à sábado, entre os dias 12 e 29 de agosto.

A obra convida o público a percorrer, a pé, um trajeto que parte das imediações do Centro de Dança do Distrito Federal e atravessa espaços cotidianos como os dos Setores Bancário Norte e Hoteleiro Norte revelando paisagens urbanas que normalmente passam despercebidas.

A criação é construída a partir de princípios da dança contemporânea, da intervenção urbana, da fotografia, do cinema e das artes visuais, recombinando diferentes formas de percorrer e perceber a cidade. Nesta edição, o projeto apresenta uma novidade: a estreia de uma versão concebida especialmente para pessoas com deficiência visual.

Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), o projeto contempla 12 apresentações, três debates com o público, a oficina Corpo, Cidade e Microutopias, de compartilhamento da pesquisa, e uma residência artística com bailarinos profissionais do Distrito Federal, reafirmando a proposta da companhia de articular criação, pesquisa, formação, intercâmbio e acessibilidade.

Criado em 2019, “Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar” rompe com a lógica tradicional do espetáculo de dança ao substituir o palco pela cidade. O público percorre um trajeto previamente mapeado, no qual arquitetura, paisagem, corpo, memória e cotidiano tornam-se elementos da dramaturgia. Ao longo da caminhada, pequenas ações performativas transformam a percepção do espaço urbano e convidam o espectador a descobrir outras camadas da cidade.

A obra sintetiza mais de duas décadas da pesquisa Corpo e Cidade, desenvolvida desde 2003 pela diretora e coreógrafa Luciana Lara, dedicada a investigar as relações entre corpo, percepção e espaço urbano. Como a cidade está em permanente transformação, o espetáculo também se recria a cada temporada.

“Toda vez que este trabalho é apresentado, passa por um novo processo de criação, pois ele tem como base um mapeamento sensível de uma caminhada pela cidade e toda cidade está em contínua transformação. Com isso, é necessário refazer a cartografia, muitas vezes mudar o trajeto, gerando novos percursos, momentos coreográficos e imagens”, explica Luciana Lara.

A principal novidade desta temporada é a estreia de uma versão concebida especificamente para pessoas com deficiência visual. Em vez de adaptar o espetáculo original ou restringir-se à audiodescrição, a companhia desenvolveu uma nova experiência artística baseada em outras formas de percepção.

Ao longo do percurso, cada deficiente visual vivencia a obra em uma relação individual acompanhado de um artista-performer, que o conduz uma experiência singular. Como um “performer pessoal”, cada artista cria uma experiência única, concebida exclusivamente para aquele espectador, estabelecendo uma relação de confiança e escuta.

“Numa sociedade em que o sentido da visão protagoniza, pesquisar outras formas de perceber não só amplia nossa capacidade sensória como expande nossa capacidade de relação com o outro, de interpretação e concepção de mundo, redesenhando o que entendemos por experiência humana”, afirma Luciana Lara.

A criação dessa versão foi desenvolvida com a consultoria da audiodescritora Kleymara Kopavnick e da consultora cega Denise Melo, que acompanharam o processo criativo e contribuíram para que a pesquisa dialogasse diretamente com as experiências de pessoas com deficiência visual e suas especificidades perceptivas, ampliando as possibilidades de fruição da obra.

Fundada em 1988, a Anti Status Quo Companhia de Dança consolidou uma trajetória dedicada à pesquisa em dança contemporânea em diálogo com outras linguagens artísticas. Ao longo de 37 anos, desenvolveu um repertório marcado pela criação de instalações coreográficas, intervenções urbanas, performances in situ, trabalhos online e obras híbridas que expandem os limites da cena.Suas participações em importantes festivais nacionais e internacionais, tem projetado sua produção artística em circuitos de destaque da cena contemporânea.

À frente da companhia desde sua criação, Luciana Lara construiu uma trajetória reconhecida pela pesquisa em dramaturgias contemporâneas, processos criativos e relações entre corpo e cidade. Mestre em Artes pela Universidade de Brasília (UnB) e especialista em Coreografia e Coreologia pelo Laban Centre, em Londres, a artista desenvolve obras que aproximam dança, artes visuais, arquitetura, performance e intervenção urbana, consolidando-se como uma das principais pesquisadoras da dança contemporânea brasileira.

Além das apresentações, o projeto investe em ações de formação e intercâmbio artístico. A oficina “Corpo, Cidade e Microutopias”, ministrada por Luciana Lara, compartilha procedimentos desenvolvidos na pesquisa Corpo e Cidade, propondo exercícios de percepção, cartografia sensível e criação no espaço urbano. Destinada a artistas, estudantes, pesquisadores e interessados em geral, a atividade contará com interpretação em Libras.

A programação inclui ainda uma residência artística que reunirá cinco bailarinos profissionais do Distrito Federal e os artistas integrantes da Companhia em um processo de intercâmbio conduzido por Luciana Lara. Durante cinco semanas, os participantes vivenciarão os procedimentos criativos desenvolvidos pela Anti Status Quo e integrarão o elenco de “Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar”, participando de toda a temporada, inclusive da versão concebida para pessoas com deficiência visual.

Após cada uma das apresentações destinadas ao público com deficiência visual, serão realizados debates entre artistas da companhia e espectadores, criando um espaço para troca de experiências e reflexão sobre percepção, acessibilidade e criação artística.

SERVIÇO

Oficina “Corpo, Cidade e Microutopias”
Realizada dia 27 de julho de 2026

Com interpretação em Libras e emissão de certificado.

Inscrições: gratuitas pelo e-mailmicroutopiasasq@gmail.com.

Microutopias Cotidianas Aglutinantes do Lugar

Temporada: de 12 a 29 de agosto de 2026

Ponto de encontro: Centro de Dança do Distrito Federal

Apresentações para o público em geral (acessíveis a pessoas com deficiência auditiva): dias 12, 13, 14, 19, 20, 21, 26, 27 e 28 de agosto, às 9h30. Sessões limitadas a 20 pessoas e com duração de 90 minutos

Versão concebida para pessoas com deficiência visual: dias 15, 22 e 29 de agosto, às 9h30. Sessões limitadas a 10 pessoas e com duração de 60 minutos

Classificação indicativa: livre para todas as pessoas

Debates: dias 15, 22 e 29 de agosto, logo após as apresentações.

Ingressos: gratuitos, com agendamento pelo e-mail microutopiasasq@gmail.com.

Festival Mês da Fotografia transforma o Museu Nacional da República em palco da fotografia brasileira

Foto Miguel Brito

Exposição com fotógrafos de todo o país, projeções mapeadas na cúpula do museu, encontro com autores e mesa de conversas gratuitas integram a programação da 11ª edição do Festival Mês da Fotografia, que ocupa Brasília durante todo o mês de agosto

A fotografia brasileira volta a ocupar um dos principais espaços culturais da capital federal. A partir do dia 4 de agosto, o Museu Nacional da República recebe a abertura da 11ª edição do Festival Mês da Fotografia (FMF), um dos mais importantes eventos dedicados à produção fotográfica no país. A programação do evento, que conta com o patrocínio da Neoenergia e do Instituto Neoenergia, conta com a exposição “Retrato de um Brasil Plural: Origem, Território e Diversidade”, projeções fotográficas mapeadas na cúpula do museu, palestras, oficinas e encontros com profissionais da área, todos com entrada gratuita.

A exposição apresenta 60 fotografias selecionadas entre mais de 800 imagens enviadas por artistas de diferentes regiões do Brasil em convocatória nacional. A seleção tem como resultado um panorama da fotografia contemporânea brasileira, que “fazem emergir a afirmação de pertencimento à pluralidade do território brasileiro, em toda a sua diversidade”, diz a artista visual e pesquisadora Denise Camargo, coordenadora da comissão de seleção da qual fazem parte Maíra Gamarra, curadora da Mira Latina; e o escritor e editor Henri Badaröh, brasileiro que vive e trabalha nos Países Baixos há mais de 10 anos.

À frente da curadoria da mostra, Denise não se surpreende com o número significativo de inscrições. “Representa um processo de amadurecimento do Festival e é resultado de uma escuta ativa da direção e da curadoria para o direito que determinados grupos têm de apresentar seus trabalhos. Raramente contempladas por outros festivais brasileiros, essas pessoas encontram eco para sua representatividade no Festival Mês da Fotografia”, ela diz.

A abertura do Festival será marcada também por uma projeção fotográfica mapeada na cúpula do Museu Nacional da República, transformando um dos ícones arquitetônicos de Brasília em uma grande tela a céu aberto, momento especial para que toda a família contemple a produção fotográfica exposta no Festival. A intervenção amplia a experiência do público e reafirma o diálogo entre fotografia, arte e espaço urbano.

Ao longo de todo o mês de agosto, o Festival promoverá uma programação voltada à formação e à difusão da fotografia, com palestras, oficinas e atividades abertas ao público, entre elas, um encontro on-line com a curadora, que pretende responder aos participantes como foi o processo de seleção das fotos para a exposição. 

Além da exposição coletiva, esta edição amplia o diálogo com diferentes territórios e realidades brasileiras ao reunir coletivos convidados, como o Jovens de Expressão, com a exposição “Foto da Quebrada: da periferia para o Museu” e a Rede Katahirine, com a exposição “O olhar do cinema para o território”, formada por cineastas e fotógrafas indígenas, que apresentam trabalhos voltados aos povos originários e às periferias do país, reforçando a diversidade de olhares que caracteriza o Festival.

Idealizado pelo fotógrafo Eraldo Peres, o Festival Mês da Fotografia chega à sua 11ª edição consolidado como um espaço de valorização da fotografia brasileira e de incentivo à formação de público. “A realização da 11ª edição do Festival representa a consolidação de um projeto construído coletivamente ao longo dos anos. A cada edição, reafirmamos nossa convicção de que a fotografia é uma linguagem capaz de conectar pessoas, preservar memórias e ampliar o olhar sobre a diversidade do Brasil. Também é uma alegria retornar ao Museu da República”, afirma Eraldo Peres.

Mais do que uma mostra de fotografias, o Festival Mês da Fotografia convida o público a percorrer diferentes narrativas visuais sobre o Brasil contemporâneo. Entre paisagens, retratos, registros documentais e experimentações artísticas, a programação transforma Brasília, durante o mês de agosto, em um ponto de encontro para fotógrafos, artistas, pesquisadores e todos aqueles que reconhecem na fotografia uma das mais potentes formas de contar histórias.

PROGRAMAÇÃO FMF 2026

4/08 Terça-feira – Anexo do Museu Nacional da República e Galeria Mezanino

18h- Palestra de Abertura- A fotografia contemporânea e os Festivais de fotografia no Brasil

Convidados:

Mônica Zarrattini (SP)- Rede de Produtores Culturais em Fotografia no Brasil.

Nívia Uchôa (CE)- Festival FotoKariri

João Kulcsár (SP)- Festival de Fotografia de Paranapiacaba

Denise Camargo (DF)- Curadora do Festival Mês da Fotografia

Eraldo Peres (DF)- Diretor executivo do Festival Mês da Fotografia

19h:30 – Abertura Oficial do Festival Mês da Fotografia

20h- Abertura da Galeria para visitação

20h:15- Projeção fotográfica na cúpula do Museu

5/08 Quarta-feira – Anexo do Museu Nacional da República

19h Palestra: Iniciação à Produção de Exposições Fotográficas com João Kulcsár

6/08 Quinta-feira- Galeria Mezanino

14h- Encontro com Autores e Visita Guiada- Categoria Fotografia Inclusiva

Convidados: Juliana Peres, Lucas César Faria Silva e Luiz Macedo (DF)

7/08 Sexta-feira- Galeria Mezanino

14h- Encontro com Autores e Visita Guiada- Categoria Individual e Jovens

Convidados: Bruna Braz, Dani Azul e Juliana Aravechia(DF)

14/08 Sexta-feira- Galeria Mezanino

Encontro com Autores e Visita Guiada- Coletivo Jovens de Expressão

19/08 Quarta-feira- Galeria Mezanino

19h- Visita guiada com Curadores (Dia Mundial da Fotografia)

SERVIÇO: Festival Mês da Fotografia

Exposição: “Retrato de um Brasil Plural: Origem, Território e Diversidade”

Local: Mezanino do Museu Nacional da República

Data: De 4 de agosto a 4 de outubro

Horário de Visitação: Terça a domingo e feriados, das 9h às 18h:30

CONFERÊNCIA/DEBATE: O Direito à cidade

Divulgação

A Embaixada de Portugal em Brasília, o Camões – Centro Cultural Português e a Casa da Arquitetura convidam para a conferência/debate “O Direito à Cidade“, que terá lugar no próximo dia 5 de agosto, às 18h30, no nosso auditorio Agostinho da Silva.


A sessão contará com a participação de da Magistrada Margareth Rodrigues Costa, Ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Cecília Gomes Sá, arquiteta e Subsecretária de Espaços e Equipamentos Culturais do Ministério da Cultura do Brasil, Matheus Seco, arquiteto do estúdio BLOCO Arquitetos, e Nuno Sampaio, arquiteto e Diretor-Executivo da Casa da Arquitetura.


Tendo como ponto de partida a exposição Lucio Costa Arquivo, atualmente patente na Casa da Arquitetura, a conversa propõe uma reflexão sobre o legado do urbanista que concebeu Brasília e os desafios da cidade contemporânea. Num tempo marcado por profundas transformações sociais, ambientais e territoriais, será debatido o papel do planeamento urbano na garantia do direito à cidade e na construção de territórios mais inclusivos.


Participe nesta sessão e junte-se ao debate

Entrada gratuita

Data: 5 de agosto
Hora: 18h30
Local: Auditório Agostinho da Silva – Embaixada de Portugal, SES – Quadra 801 – Lote 2 – Brasília, DF

“Selva Elétrica”, de Vivian Caccuri, estreia na CAIXA Cultural Brasília em 18 de agosto

Gatonet (Tiana)

Mostra inédita, com curadoria de Bernardo José de Souza, transforma sons, instalações e obras têxteis em um percurso sensorial que convida o público a repensar as relações entre humanos, natureza e cultura

O zumbido de um mosquito pode contar uma história sobre cultura, natureza, colonialismo, ecologia ferais e a forma como percebemos o mundo. É desse encontro entre arte sonora, instalação e artes visuais que nasce Selva Elétrica, exposição da artista Vivian Caccuri, que entra em cartaz na CAIXA Cultural Brasília em 18 de agosto e fica até 22 de novembro. Com curadoria de Bernardo José de Souza, a mostra convida o público a percorrer ambientes onde som, vídeo, esculturas e obras têxteis que transformam a galeria em uma experiência imersiva, na qual a escuta ocupa um papel tão importante quanto o olhar. A entrada é gratuita.

Em vez de apresentar obras isoladas, Selva Elétrica constrói uma grande atmosfera sensorial. Cabos elétricos assumem a forma de cipós, caixas de som se espalham pelo espaço como se integrassem uma floresta e sons produzidos a partir de registros científicos de mosquitos, combinados a frequências geradas por inteligência artificial, conduzem o visitante por um percurso que aproxima a selva da cidade. Entre os destaques está Gatonet (Tiana), instalação inédita criada para a exposição, que ocupa grande parte da galeria e transforma o zumbido desses insetos em paisagem sonora.

Ao longo de mais de uma década de pesquisa, Vivian Caccuri investiga o som como linguagem e como forma de comunicação entre diferentes espécies. Em Selva Elétrica, o mosquito, geralmente associado apenas às doenças, torna-se um agente para refletir sobre memória, colonialismo, meio ambiente e convivência entre humanos e outras formas de vida. A artista propõe uma inversão do olhar tradicional sobre esse pequeno inseto e questiona fronteiras historicamente estabelecidas entre natureza e cultura, humano e não humano.

Reconhecida internacionalmente, Vivian Caccuri desenvolve uma produção que transita entre artes visuais, instalação e arte sonora. Seu trabalho já integrou exposições como a Bienal de São Paulo, a Bienal de Veneza, a Bienal do Mercosul e instituições como a Serpentine Galleries, em Londres, além de fazer parte de coleções do Museu de Arte do Rio (MAR), da Pinacoteca de São Paulo e do Institute of Contemporary Art (ICA), em Miami.

“O som sempre escapa ao controle e às fronteiras do mundo visual. É justamente essa condição da escuta que mais me interessa e que orienta meu trabalho: criar experiências em que o público possa perceber o espaço e o mundo para além que vê”.

Como parte da programação de abertura, o público poderá participar de atividades gratuitas com a artista e o curador Bernardo José de Souza. No dia 18 de agosto, às 19h, será realizada uma visita mediada pela exposição. Já no dia 19 de agosto, às 15h, acontece uma conversa entre Vivian Caccuri e Bernardo José de Souza, seguida, às 16h30, de uma nova visita mediada, oferecendo ao público a oportunidade de conhecer mais profundamente o processo criativo, os conceitos e as pesquisas que deram origem à mostra.

Selva Elétrica conta com realização da Cisma Produções e corealização da Phi Projetos. A Cisma atua desde 2003 no desenvolvimento de projetos na intersecção entre artes visuais, cinema e teatro, trabalhando com artistas de destaque no Brasil e no exterior, enquanto a Phi Projetos, fundada em 2013, realiza exposições e projetos multilinguagem que conectam arte, tecnologia e pensamento crítico em parceria com importantes instituições culturais.

Sobre a artista

Vivian Caccuri (São Paulo, 1986) vive e trabalha no Rio de Janeiro. Sua produção transita entre artes visuais, instalação e arte sonora, investigando o som como linguagem e como elemento capaz de transformar a percepção dos espaços e das relações entre humanos e outras espécies. Participou de importantes exposições e bienais no Brasil e no exterior, entre elas a Bienal de São Paulo, Bienal de Veneza, Bienal do Mercosul e mostras na Serpentine Galleries (Londres). Suas obras integram coleções do Museu de Arte do Rio (MAR), da Pinacoteca de São Paulo e do Institute of Contemporary Art (ICA), em Miami.

Sobre o curador

Bernardo José de Souza é curador, pesquisador e escritor. Foi diretor artístico da Fundação Iberê Camargo e integrou as equipes curatoriais da Bienal do Mercosul e da Bienal Sesc_Videobrasil. Atualmente vive em Madri, onde desenvolve pesquisas e projetos em arte contemporânea, assinando exposições em instituições da Europa e da América Latina.

Obras em destaque

Gatonet (Tiana) (2026)

Principal instalação da mostra e criada especialmente para esta exposição, ocupa quase toda a galeria. Cabos elétricos, caixas de concreto e alto-falantes formam uma espécie de floresta sonora, onde zumbidos de mosquitos reais e produzidos por inteligência artificial envolvem o visitante em uma experiência imersiva.

Lexapro III (2026)

Painel têxtil inédito em que corpos humanos e mosquitos parecem fundir-se em uma mesma existência. A obra investiga o som como forma de convivência entre espécies e convida o público a imaginar frequências que escapam à percepção cotidiana.

Locust (2024)

Obra têxtil produzida sobre tela de mosquiteiro que integra a investigação da artista sobre som, memória e ecologias compartilhadas. Os materiais e a transparência do suporte evocam a ideia de camadas, deslocamentos e formas de comunicação que escapam ao olhar imediato.

Sombra pacífica (2024)

Também desenvolvida a partir da tela de mosquiteiro, combina diferentes materiais têxteis para construir uma imagem marcada por transparências e sobreposições. A obra dialoga com a pesquisa da artista sobre percepção, paisagem e a relação entre matéria e atmosfera.

Palmo Sangue (2024)

Painel têxtil que integra a série de trabalhos em que Vivian Caccuri transforma a tela de mosquiteiro em suporte para investigar o tempo, o som e as relações entre corpo, natureza e memória, explorando o contraste entre delicadeza e tensão.

Mosquitos também sambam (2024)

Videoinstalação que reúne imagem e som em uma reflexão sobre a presença dos mosquitos na cultura, na história e no imaginário. A obra amplia a pesquisa da artista sobre esses insetos como agentes de narrativas que atravessam questões ambientais, políticas e sensoriais.

Programação de abertura

18 de agosto (terça-feira)

19h – Visita mediada com Vivian Caccuri e Bernardo José de Souza

19 de agosto (quarta-feira)

15h – Conversa entre Vivian Caccuri e Bernardo José de Souza

16h30 – Visita mediada com Vivian Caccuri e Bernardo José de Souza

SERVIÇO

Selva Elétrica – Vivian Caccuri

Curadoria: Bernardo José de Souza

Período de visitação: 18 de agosto a 22 de novembro de 2026

Local: CAIXA Cultural Brasília (Setor Bancário Sul Q. 4 – Asa Sul

Horário: das 9h às 21h, de terça a domingo

Classificação Indicativa: Livre

Entrada gratuita

Yoshitaka Amano, criador do visual de Final Fantasy,ganha maior exposição já realizada no Brasil

Foto de Lua Morales

“Além da Fantasia” reúne 218 obras originais, experiência imersiva e entrada gratuita no CCBB Brasília até 1º de novembro

A exposição Yoshitaka Amano – Além da Fantasia já recebeu mais de 10 mil visitantes em sua primeira semana no CCBB Brasília, confirmando o interesse do público da capital pela obra de um dos artistas mais influentes da cultura contemporânea. O resultado reforça a trajetória de sucesso da mostra, que também conquistou o público nas temporadas do CCBB Belo Horizonte e do CCBB Rio de Janeiro.

Em cartaz até 1º de novembro, a exposição reúne 218 obras originais vindas diretamente do Japão, além de uma experiência imersiva desenvolvida especialmente para a exposição. Ao longo de mais de cinco décadas de trajetória, Yoshitaka Amano transformou a fantasia em linguagem artística e construiu um imaginário capaz de atravessar gerações, culturas e diferentes formas de expressão. Reconhecido internacionalmente por seu trabalho na animação, nos videogames, nos quadrinhos, na moda e nas artes visuais, o artista japonês ajudou a redefinir a estética da fantasia contemporânea. Entre pinturas, ilustrações, objetos e trabalhos inéditos, o público encontra uma rara oportunidade de conhecer de perto a obra original de um dos grandes nomes da cultura visual contemporânea.

Para Amano, a realização da exposição em Brasília representa também a continuidade de um diálogo especial com o público brasileiro. O artista destaca que a mostra oferece uma oportunidade rara de contato direto com obras inéditas e com trabalhos que revelam aspectos dificilmente perceptíveis em reproduções. “Os visitantes poderão conhecer obras nunca exibidas, incluindo grandes peças em alumínio – algo que só pode ser plenamente apreciado ao ver o trabalho original, pessoalmente”, afirma. Entusiasmado com a chegada da exposição à capital federal, Amano acrescenta: “Fico verdadeiramente feliz em ver uma nova mostra sendo realizada no Brasil, depois da exposição em São Paulo, em 2024. É uma honra ter essa oportunidade, especialmente com o projeto se expandindo de maneira tão significativa. Estou ansioso por isso.”

Sobre o artista – Nascido em 1952, na província japonesa de Shizuoka, aos pés do Monte Fuji, Yoshitaka Amano iniciou sua trajetória artística ainda na adolescência, ao ingressar na Tatsunoko Production, um dos estúdios mais importantes da animação japonesa. Foi ali que começou a desenvolver a linguagem visual que se tornaria sua marca registrada: personagens etéreos, linhas fluidas, composições elegantes e uma combinação singular entre referências da tradição japonesa e movimentos artísticos ocidentais.

Ao longo dos anos, Amano consolidou-se como um dos artistas mais influentes da cultura visual contemporânea. Seu trabalho atravessa diferentes campos da criação artística, da animação aos videogames, da literatura à moda, dos quadrinhos às artes visuais. Sua contribuição para a franquia Final Fantasy ajudou a definir a identidade visual de uma das séries de videogame mais populares da história, enquanto projetos como Vampire Hunter D, Angel’s Egg e colaborações com nomes como Neil Gaiman, DC Comics, Magic: The Gathering e Vogue Itália ampliaram ainda mais o alcance de sua obra.

Percurso em sete núcleos – Com curadoria de Antonio Curti, a exposição está organizada em sete núcleos temáticos que percorrem diferentes fases da carreira de Yoshitaka Amano, reunindo desde seus primeiros trabalhos na animação, na Tatsunoko Production, até criações para Final Fantasy, Vampire Hunter D, Angel’s Egg, a série Devaloka e projetos desenvolvidos em colaboração com diferentes áreas da cultura.

“Yoshitaka Amano é um artista raro, daqueles capazes de atravessar diferentes gerações, linguagens e culturas sem perder sua identidade. Esta exposição busca revelar não apenas o criador por trás de obras que marcaram a animação, os videogames, a literatura e a cultura pop, mas também apresentar a profundidade de sua produção artística autoral. Ao percorrer esses sete núcleos, o visitante é convidado a explorar um imaginário onde fantasia, espiritualidade, beleza e imaginação se encontram, revelando a trajetória de um artista que transformou o ato de sonhar em uma forma de arte”, comenta Antonio Curti.

Ao final do percurso, o público encontra uma experiência imersiva criada em parceria com a AYA Studio, inspirada na série Devaloka. A instalação utiliza projeções, animações e desenho sonoro para transportar os visitantes ao universo visual de Amano, ampliando o diálogo entre arte e tecnologia.

A realização da mostra conta com o patrocínio da BB Asset, reafirmando o compromisso da empresa e do Banco do Brasil com iniciativas que ampliam o acesso da população à cultura. Ao viabilizar gratuitamente a realização da exposição, a empresa fortalece seu compromisso com a democratização do acesso à cultura e contribui para aproximar públicos cada vez mais diversos da produção artística.

Sobre a BB Asset

A BB Asset, maior gestora de fundos do país, administra cerca de R$ 1,79 trilhão em patrimônio líquido e é responsável pela gestão de mais de 1.200 fundos de investimento, atendendo milhões de pessoas que buscam realizar seus objetivos financeiros. A empresa é reconhecida pela excelência de sua gestão, com as maiores notas das agências de classificação de risco Fitch Ratings e Moody’s. Detém aproximadamente 17,4% de participação no mercado, consolidando sua liderança no setor. Seus produtos são distribuídos pela maior rede de atendimento bancário do país, o Banco do Brasil, e pelas principais plataformas de investimento. A BB Asset acredita que seu papel vai além da gestão de ativos. Com soluções desenvolvidas para diferentes perfis e objetivos, a empresa assume a responsabilidade de contribuir para uma sociedade mais inclusiva, participativa e conectada com o que realmente importa, investindo em iniciativas que promovem desenvolvimento ambiental, social, de governança e cultural.

Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Localizado no Edifício Tancredo Neves, o prédio é uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico de autoria de Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, é oferecido o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais, aproximando o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

Acessibilidade

A ação Vem pro CCBB conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional.

O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. O ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code exibido no interior do veículo. Mais informações em Serviços Oferecidos | CCBB Brasília.

Horários da van – de quinta-feira a domingo

Biblioteca Nacional → CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h.

CCBB → Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.

Serviço

Yoshitaka Amano – Além da Fantasia

Período: de 17 de julho a 1º de novembro de 2026

Horário: de terça-feira a domingo, das 9h às 21h

Ingressos: gratuitos, mediante retirada no site www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília

Local: Galerias 3, 5 e Pavilhão de Vidro do CCBB Brasília

Endereço: SCES Trecho 02, Lote 22 – Edifício Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Esportivos Sul

Classificação indicativa: Livre

Museu Nacional da República recebe obra da artista neerlandesa Janet Vollebregt em celebração aos 200 anos de relações entre Brasil e o Reino dos Países Baixos

Foto divulgação

Escultura Big Piercing passa a integrar o acervo permanente do museu em cerimônia no dia 4 de agosto, consolidando um legado cultural da diplomacia entre os dois países

No dia 4 de agosto, o pôr do sol de Brasília ganha um tom especial. Em celebração aos 200 anos das relações diplomáticas entre o Brasil e o Reino dos Países Baixos, o embaixador Aldrik Gierveld convida o público para apreciar um presente dos Países Baixos para a cidade de Brasília. A partir das 16h30, no Museu Nacional da República, a artista e arquiteta neerlandesa Janet Vollebregt oficializa a doação da escultura Big Piercing, feita especialmente para o Museu, que passa a integrar o acervo permanente da instituição. O evento no final da tarde contará com iluminação cênica da escultura, coquetel, música ambiente e DJ, em um encontro aberto ao público para celebrar arte, arquitetura, diplomacia e um legado que permanecerá como parte do patrimônio artístico da capital federal.

A escultura, que permanecerá na área externa do Museu até o dia 4 de dezembro, fez parte da exposição Esférica / Nurturing Spheres, realizada em 2022 no Museu Nacional da República. O projeto foi contemplado pelo edital Open Call – Cultural Connections, Liveable Cities 2022, promovido pela Embaixada do Reino dos Países Baixos no Brasil, com apoio do Dutch Creative Industries Fund.

Na ocasião, Janet Vollebregt apresentou instalações imersivas que propunham reflexões sobre arquitetura, sustentabilidade, bem-estar e a relação entre as pessoas e os espaços construídos. A exposição aproximou o público brasileiro da produção contemporânea neerlandesa e consolidou o Museu Nacional da República como uma importante plataforma de intercâmbio cultural entre os dois países.

Artista e arquiteta, Janet Vollebregt desenvolve uma pesquisa que conecta arquitetura, arte e bem-estar espacial. Seu trabalho investiga como o ambiente construído influencia a saúde, a percepção e a relação das pessoas com a natureza, propondo novas formas de compreender os edifícios como organismos vivos e sensíveis. Ao longo dos últimos anos, a artista estreitou sua relação com o Brasil por meio de projetos realizados em parceria com instituições culturais e profissionais brasileiros.

Uma das obras mais reconhecidas da exposição de 2022, Big Piercing materializa o conceito desenvolvido por Janet de “perfurar a arquitetura” (piercing architecture). Inspirada no uso ancestral de joias e talismãs como elementos de proteção, identidade e beleza, a artista cria intervenções que adornam simbolicamente os edifícios,
estimulando novas formas de interação entre arquitetura, espaço urbano e sociedade. “Compreender os edifícios como entidades vivas pode contribuir para cidades mais sustentáveis, acolhedoras e voltadas ao bem-estar das pessoas”, afirma Janet.

Além de ampliar o acervo do Museu Nacional da República, a doação reforça o compromisso da Embaixada do Reino dos Países Baixos com a diplomacia cultural e a cooperação de longo prazo entre os dois países. A presença permanente de Big Piercing em um dos principais equipamentos culturais de Brasília reafirma o papel da arte como instrumento de aproximação entre culturas e como legado duradouro das comemorações
dos 200 anos das relações diplomáticas entre Brasil e Reino dos Países Baixos.

Serviço

Cerimônia de doação da obra Big Piercing
Data: 4 de agosto de 2026 (terça-feira)
Horário: 16h30 às 18h30
Local: Museu Nacional da República – Brasília

Jardim Botânico de Brasília recebe mostra que transforma o Cerrado em espaço de criação artística

Foto Jean Peixoto

II Festival Galeria Aberta: Arte da Terra reúne seis artistas do Distrito Federal em instalações inéditas concebidas para dialogar com a paisagem

Há exposições em que a paisagem serve de cenário. Nesta, ela é parte da própria obra. Durante dois meses, o Jardim Botânico de Brasília deixará de ser apenas um espaço de contemplação da natureza para se transformar em um território de criação, onde árvores, vento, luz, chuva, sons e os próprios visitantes passam a integrar a experiência artística. É nesse diálogo permanente entre arte e Cerrado que nasce o II Festival Galeria Aberta: Arte da Terra.

Com curadoria de Patricia Bagniewski e Renata Azambuja, a mostra reúne obras inéditas de Adriane Kariú, Coletivo Vaga-mundo – poéticas nômades, Daisy Barros, Nina Coimbra, Patricia Bagniewski e Valéria Pena-Costa, concebidas especialmente para o Jardim Botânico de Brasília. Entre 2 de agosto e 30 de setembro, o público será convidado a percorrer um circuito de instalações que propõem novas formas de perceber a paisagem, aproximando arte contemporânea, memória, ancestralidade, ciência e meio ambiente.

Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), o projeto retoma uma iniciativa criada em 2012 e reafirma sua vocação de transformar um dos mais importantes patrimônios naturais da capital em espaço de experimentação estética.

Criada a partir do desejo de romper os limites das galerias e museus, a Galeria Aberta parte de uma ideia simples e, ao mesmo tempo, radical: antes de ser exposta em salas de paredes brancas, a arte nasceu na própria paisagem. Ao ocupar o Jardim Botânico, a mostra não leva obras prontas para um ambiente natural. Ao contrário, convida os artistas a criar a partir do encontro com o Cerrado, fazendo da natureza uma presença ativa na construção de cada instalação.

“Antes de habitar museus e galerias, a arte habitava a paisagem. As primeiras imagens produzidas pela humanidade surgiram em cavernas, rochas e territórios específicos, inseparáveis do lugar que lhes dava origem”, observa a curadora Patricia Bagniewski.

A curadora ressalta ainda que o próprio parque se transformou desde a primeira edição do projeto, tornando-se um espaço ainda mais vivo de convivência e experimentação. “Toda paisagem é também uma memória: um espaço vivo de relações, experiências e temporalidades. Como a própria paisagem, as obras também se inventam na duração.”

Para Renata Azambuja, a exposição foi concebida para ser vivida em movimento, acompanhando o ritmo da caminhada pelo Jardim Botânico. “Cada instalação oferece uma maneira singular de experimentar o Jardim Botânico. A Galeria Aberta convida o visitante a caminhar sem pressa, permitindo que arte e paisagem revelem novas possibilidades de encontro.”

Essa proposta ganha forma por meio de seis trabalhos que, embora distintos em linguagem, compartilham uma mesma compreensão: criar na natureza não significa representá-la, mas construir relações com ela.

Logo no início do percurso, Adriane Kariú, artista e educadora pertencente ao povo Kariú Kariri, apresenta uma sequência de painéis inspirada na serpente ancestral que, em sua cosmologia, protege as águas subterrâneas. A instalação aproxima memória, território e ancestralidade, refletindo uma pesquisa artística voltada aos saberes indígenas, ao corpo e à contra-colonialidade.

Na sequência, Daisy Barros transforma tecidos reaproveitados em uma grande composição têxtil inspirada na forma de uma bandeira. A obra reúne referências às manifestações populares brasileiras, aos diferentes biomas e às práticas sustentáveis de reuso. Sua produção integra importantes acervos institucionais, entre eles os do Palácio do Planalto e do Sesi Lab.

O percurso conduz, então, às esculturas de Nina Coimbra, distribuídas como grandes seixos ao longo da caminhada. Entre escultura e mobiliário, as peças convidam à pausa e à contemplação, estabelecendo um diálogo entre experiências vividas pela artista no Brasil e no Japão. Com trajetória em instituições como MASP, CCBB Brasília e Funarte, Nina transforma o próprio ato de permanecer em parte da obra.

Também integrante da mostra, Patricia Bagniewski apresenta uma instalação que amplia a percepção sobre a vida vegetal ao permitir que o público ouça as frequências sonoras internas de uma árvore da espécie Clúsia. Reconhecida internacionalmente por suas pesquisas em vidro e instalações ambientais, a artista propõe uma experiência de escuta que revela aspectos normalmente invisíveis da natureza.

A dimensão coletiva da exposição aparece na instalação do Coletivo Vaga-mundo – poéticas nômades, grupo de pesquisa do Instituto de Artes da Universidade de Brasília. Inspirado na árvore lunar cultivada em Brasília a partir de sementes que viajaram ao espaço, o trabalho aproxima ciência, imaginação e geopoética, expandindo a percepção sobre tempo, paisagem e território.

Encerrando o percurso, Valéria Pena-Costa apresenta um conjunto de pequenas casas construídas com materiais naturais. Delicadas e silenciosas, as estruturas evocam abrigo, impermanência e memória, convidando o visitante a aproximar o olhar da terra e dos ciclos de transformação que caracterizam tanto a natureza quanto a existência humana.

Além das instalações, o II Festival Galeria Aberta – A Arte da Terra promove uma programação de formação composta por visitas guiadas com as curadoras, artistas e arte-educadores, além de um ciclo de palestras dedicado às relações entre arte contemporânea, biodiversidade, experiências sensoriais, espiritualidade e processos criativos.

Mais do que apresentar obras de arte em um parque, a Galeria Aberta propõe uma mudança de perspectiva. Ao reconhecer o Jardim Botânico como parte da criação artística, a mostra transforma o Cerrado em um espaço de experimentação estética, onde cada visita é atravessada pelas mudanças da paisagem e pela experiência singular de quem a percorre.

Serviço:

II Festival Galeria Aberta: Arte da Terra

Curadoria: Renata Azambuja e Patricia Bagniewski

Local: Jardim Botânico de Brasília

Visitação: de 2 de agosto a 30 de setembro, de terça a domingo, das 7h às 16h30

Ingressos: https://www.jardimbotanico.df.gov.br/visitacao/horarios-e-ingressos

Classificação indicativa: livre para todos os públicos

Informações: https://www.instagram.com/galeriaaberta_festival/

Exposição “Viajar é Preciso” se despede de Brasília em 31 de julho com obras que renovam o olhar sobre a videoarte contemporânea

Foto divulgação

Em cartaz na Casa da Cultura da América Latina (CAL/UnB), a primeira edição do MAPA – Mostra de Imagem em Movimento é realizada pela OPACCA Produção de Imagem, com articulação e parceria da Vale, por meio de Recursos para Preservação da Memória Ferroviária (RPMF), e é uma iniciativa da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

Quem ainda não visitou a Mostra de Imagem em Movimento (MAPA), na Casa da Cultura da América Latina (CAL/UnB), em Brasília, tem até o dia 31 de julho para conhecer uma das principais exposições de videoarte contemporânea, que une arte, território e memórias ferroviárias pelas lentes de dez artistas do Maranhão e Pará

Sob o lema “Viajar é Preciso”, a mostra MAPA reúne 10 obras assinadas por Acaique, Bárbara Savannah, Dinho Araújo, Ícaro Matos, Inke, Juruna, Leonardo Venturieri, Rafa Cardozo, Ramusyo Brasil e Silvana Mendes, artistas convidados a desenvolver trabalhos inéditos a partir de um mesmo ponto de partida: as paisagens, os modos de vida e as memórias atravessadas pela Estrada de Ferro Carajás (EFC). 

Aberta ao público, a mostra convida os visitantes a embarcarem pelo eixo Norte e Nordeste do Brasil e conhecer diferentes linguagens e expressões artísticas através da videoarte, das videoinstalações, documentário experimental, pintura, fotografia e outras experiências visuais, distribuídas pelas galerias Urucum, Bolso e CAL

Em vez de oferecer um olhar único sobre a ferrovia, os artistas constroem narrativas diversas, reunindo questões relacionadas ao pertencimento, ao deslocamento, às paisagens, às comunidades e às transformações dos territórios. “Essa odisseia em torno das memórias ferroviárias é o ponto de partida para expressões artísticas sensíveis, mas que dialogam com diferentes comunidades e atores que atravessam a Estrada de Ferro Carajás (EFC)”, diz João Pacca, coordenador-geral do MAPA.

Em um espetáculo de ‘imagens em movimento’, o público acompanha a exibição de dez curtas: Tudo é correnteza, de Rafa Cardozo; Um Horizonte em Movimento, de Bárbara Savannah; Travessia, de Ícaro Matos; Todo trajeto, também é um rio, de Juruna; Alvorada e Fuga, de Leonardo Venturieri; Uma Casinha no Trilho, de Acaique; História da Terra, de Dinho Araújo, Frágil Dureza, de  Inke; Temp(l)o do Rosa Fixado, de Ramusyo Brasil e Sol de Meio Dia, por Silvana Mendes

Estabelecendo um percurso sensível entre arte, cinema e paisagem, cada sala da galeria é um convite à redescoberta dos territórios, dos corpos e das histórias que seguem em movimento entre Maranhão e Pará, atravessando o Brasil até chegar no Distrito Federal, em Brasília. “Em uma viagem, as transformações começam logo no embarque. Em ‘Viajar é Preciso’, o MAPA convida o público a atravessar a Estrada de Ferro Carajás (EFC) por meio da videoarte, da fotografia, das instalações e de narrativas que transformam deslocamento em experiência, paisagem em cinema e memória em encontro”, comenta João. 

Completando um ano desde sua concepção, o MAPA consolidou-se como uma iniciativa de valorização da memória ferroviária por meio da cultura. O projeto fortaleceu redes locais, promoveu pesquisas sobre a Estrada de Ferro Carajás, ampliou oportunidades de geração de renda e incentivou a circulação de recursos nos territórios envolvidos, demonstrando como a preservação patrimonial também pode atuar como vetor de desenvolvimento social, econômico e humano.

A 1ª edição do MAPA – Mostra de Imagem em Movimento é realizada pela OPACCA Produção de Imagem, com articulação e parceria da Vale, por meio de Recursos para Preservação da Memória Ferroviária (RPMF), e é uma iniciativa da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). 

Confira abaixo os documentários e os artistas participantes: 

  • Tudo é Correnteza, de Rafa Cardozo
  • Um Horizonte em Movimento, de Bárbara Savannah
  • Travessia, de Ícaro Matos
  • Todo trajeto, também é um rio, de Juruna; 
  • Alvorada e Fuga, de Leonardo Venturieri
  • Uma Casinha no Trilho, de Acaique
  • História da Terra, de Dinho Araújo
  • Frágil Dureza, de  Inke
  • Temp(l)o do Rosa Fixado, de Ramusyo Brasil; 
  • Sol de Meio Dia, por Silvana Mendes;

SERVIÇO

[Mostra de Imagem em Movimento – MAPA em Brasília]
Quando: de 9 a 31 de julho;
Dias e horários: de segunda a sábado, entre 10h e 19h;
Onde: Casa da Cultura da América Latina (CAL) – SCS Q. 4 SCS BL A Lote 170 – Asa Sul, Brasília – DF;
Gratuito

Hidden Brasília recebe a exposição Totem Urbano, de Pedro Sangeon, a partir de 23 de julho

Foto divulgação

Inspirada no universo de Gurulino, personagem criado pelo artista Pedro Sangeon, mostra integra a programação artística da temporada 2026 e poderá ser visitada até 15 de agosto

O Hidden Brasília amplia sua programação artística a partir desta quinta-feira (23) com a abertura da exposição Totem Urbano. Inspirada no universo de Gurulino, personagem criado pelo artista visual Pedro Sangeon (Gurulino) e reconhecido como um dos ícones da arte urbana brasiliense, a mostra reúne pinturas inéditas que aproximam cultura urbana, Cerrado e símbolos de pertencimento para convidar o público a redescobrir Brasília por um novo olhar.

Ao longo do percurso, Totem Urbano apresenta uma espécie de expedição poética pelas identidades da capital. Em vez de retratar apenas a arquitetura modernista, as obras revelam camadas simbólicas, afetivas e espirituais que também ajudam a construir a cidade, transformando Brasília em um território de memória, imaginação e pertencimento.

Instalado nesta temporada no antigo galpão do Jornal de Brasília, no Setor de Indústrias Gráficas, o Hidden reforça sua proposta de transformar espaços marcados pela memória da cidade em ambientes dedicados à arte, à gastronomia, à música e à convivência. A exposição dialoga diretamente com esse conceito ao transformar Brasília em território de descobertas, encontros e novas narrativas.

Conhecido pela criação de Gurulino, personagem que há mais de uma década ocupa muros, galerias e o imaginário da capital, Pedro Sangeon amplia, em Totem Urbano, o universo visual e filosófico de sua obra. Se Brasília costuma ser representada por seus monumentos e grandes escalas, o artista direciona o olhar para elementos que revelam outras formas de pertencimento. “O totem aparece como mapa, bússola e marca de presença. É o ponto de partida para uma cartografia alegórica que percorre caminhos ainda pouco visíveis da cultura brasiliense, aproximando o imaginário urbano da força do Cerrado e de figuras que evocam proteção, celebração, movimento e pertencimento“, explica Pedro Sangeon.

As obras reúnem cores intensas, personagens enigmáticos e grafismos característicos da linguagem visual desenvolvida por Sangeon. Trabalhos como Totem Noite, Totem Ipê-Laranja, Totem Arqueiro e Totem Festa dividem espaço com as séries Arqueologia e Carrancas, criando um percurso entre céu, chão, águas, memória e ancestralidade.

Pedro Sangeon

Artista visual, desenhista e artista urbano, Pedro Sangeon tornou-se conhecido pela criação de Gurulino, personagem que transita entre quadrinhos, ilustrações, animações, objetos e grandes murais. Desde 2015, publica semanalmente suas tirinhas no Correio Braziliense e já levou seus trabalhos a cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Barcelona, Nova York e Paris, além de desenvolver projetos para instituições como Centro Cultural Banco do Brasil, Unesco, Caixa Cultural e Organização das Nações Unidas.

Gurulino e a identidade brasiliense

Artista visual, desenhista e artista urbano, Pedro Sangeon tornou-se conhecido pela criação de Gurulino, projeto que transita entre quadrinhos, ilustrações, animações, objetos e grandes murais. Desde 2015, publica semanalmente suas tirinhas no Correio Braziliense e já levou seus trabalhos a cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Barcelona, Nova York e Paris, além de desenvolver projetos para instituições como Centro Cultural Banco do Brasil, Unesco, Caixa Cultural e Organização das Nações Unidas.

Em Totem Urbano, o artista aprofunda a relação entre sua produção e o território onde ela nasceu, convidando o público a enxergar Brasília não apenas como um projeto arquitetônico, mas como uma cidade construída por símbolos, encontros, contradições e narrativas em permanente transformação.

Serviço

Exposição: Totem Urbano
Artista: Pedro Sangeon
Período da exposição: de 23 de julho a 15 de agosto de 2026
Local: Hidden Brasília 2026 – antigo galpão do Jornal de Brasília
Endereço: SIG, Lote 765, Brasília (DF)
Visitação: de quinta-feira a sábado, a partir das 19h
Entrada: couvert artístico a partir de R$ 60
Informações e programação: Hidden Brasília

Ceilândia ganha nova UTI de alta complexidade e reforça atendimento a pacientes críticos

Foto Paulo Marcial

Hospital Anchieta Ceilândia inaugura 32 novos leitos de terapia intensiva e amplia a capacidade assistencial da região

Durante muito tempo, a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) foi vista apenas como o setor destinado aos casos mais graves. Hoje, a medicina intensiva vai além: conforto, privacidade, tecnologia e atuação integrada das equipes passaram a ser reconhecidos como fatores que também contribuem para a recuperação dos pacientes.

Essa transformação chega ao Hospital Anchieta Ceilândia, que amplia em 32 leitos sua capacidade de atendimento e aproxima de uma das regiões mais populosas do Distrito Federal uma estrutura de alta complexidade que, durante muitos anos, esteve concentrada principalmente na área central de Brasília.

Projetada para atender às necessidades da medicina intensiva contemporânea, a nova unidade reúne acomodações individuais, banheiros privativos, iluminação natural, controle de ruídos e monitorização contínua. O ambiente foi concebido para oferecer mais segurança, privacidade e conforto aos pacientes, além de melhores condições de trabalho às equipes assistenciais.

Entre os diferenciais está um leito equipado com sistema de isolamento respiratório por pressão negativa, tecnologia inédita em Brasília. O recurso impede que o ar potencialmente contaminado circule para outras áreas da unidade, aumentando a segurança no atendimento de pacientes com doenças infectocontagiosas.

Outro avanço é a integração da nova UTI com uma ressonância magnética equipada com recursos de Inteligência Artificial. A tecnologia melhora a qualidade das imagens, reduz o tempo dos exames e contribui para decisões clínicas mais rápidas, especialmente em casos de maior complexidade.

Estrutura pensada para favorecer a recuperação

Para o coordenador das UTIs do Hospital Anchieta Ceilândia, Belchior Santana, a evolução da medicina intensiva passa por uma assistência que integra tecnologia, estrutura e equipes especializadas.

“Hoje entendemos que a recuperação do paciente depende de um conjunto de fatores. A tecnologia é fundamental, mas também fazem diferença um ambiente mais silencioso, acomodações individuais, iluminação natural e a atuação integrada de diferentes profissionais. Tudo isso contribui para uma assistência mais segura e eficiente.”, destaca.

Além da infraestrutura, os novos leitos serão assistidos por uma equipe multiprofissional formada por médicos intensivistas, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas, farmacêuticos, psicólogos, fonoaudiólogos e outros profissionais que acompanham cada paciente de forma integrada ao longo de toda a internação.

Na avaliação do coordenador regional das UTIs dos Hospitais Anchieta, Marcelo Maia, a medicina intensiva também passou por uma mudança importante na forma de indicar esse tipo de cuidado.

“A UTI deixou de ser vista apenas como o último recurso. Em muitos casos, a internação no momento adequado permite monitoramento contínuo, intervenções mais rápidas e redução de complicações, aumentando as chances de recuperação”, pontua.

Mais acesso à alta complexidade

A ampliação também representa um avanço para a assistência de alta complexidade em Ceilândia. Segundo o diretor-geral e diretor técnico do Hospital Anchieta Ceilândia, Clodoaldo Abreu da Silveira Junior, o investimento amplia a capacidade de resposta da unidade e aproxima serviços especializados da população.

“Estamos oferecendo à comunidade uma estrutura preparada para atender pacientes críticos com tecnologia, equipes qualificadas e um modelo assistencial alinhado às necessidades da medicina intensiva atual. É um investimento que amplia o acesso e fortalece a assistência na região”, comemora.

O Distrito Federal possui a maior oferta de leitos de UTI por habitante do país, com 76,68 leitos para cada 100 mil habitantes, segundo levantamento da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib). 

Expansão acompanha demanda crescente

Para o diretor-geral dos Hospitais Anchieta, Marcello Caio de Souza Reis, ampliar a capacidade instalada significa acompanhar uma demanda crescente por atendimento especializado sem abrir mão da qualidade.

“A expansão vai muito além do aumento do número de leitos. Ela representa um investimento em inovação, qualificação das equipes e infraestrutura para oferecer uma assistência cada vez mais segura, eficiente e centrada nas necessidades dos pacientes.”, afirma.

Com a ampliação, o Hospital Anchieta Ceilândia reforça sua capacidade de atendimento a pacientes de alta complexidade e aproxima da população uma estrutura que reúne tecnologia, equipes especializadas e um novo conceito de cuidado intensivo.

 

Coletânea Artística do Guará será lançada nesta terçam com sarau literário e exposição de artes visuais

Obra selecionada para a exposição Do Guará

Iniciativa integra a 2ª edição do Festival do Guará e promove um dos maiores registros da produção cultural da cidade

143 escritores, 15 artistas visuais e uma infinidade de histórias para contar. Reunindo essa força criativa, a 2ª edição do Festival do Guará tem início nesta terça-feira (21/07). O Teatro da Administração Regional será o palco do lançamento simultâneo da Coletânea Artística e da Exposição de Artes do Guará, em uma programação que costura a memória, a inventividade e a alma de uma das regiões mais queridas dos brasilienses. 

Muito além de uma celebração, o projeto se propõe a traduzir em palavras, cores e formas o verdadeiro mosaico cultural da RA X, a partir da voz de quem vive e respira a cidade. Realizado pelo Instituto Latinoamerica e pelo Festival do Guará, em parceria com a Funarte (Fundação Nacional de Artes), com apoio da Administração Regional, o projeto busca registrar a essência local.

“Reunimos escritores e obras visuais na tentativa de construir um retrato possível da alma do Guará. No processo seletivo realizado em abril, buscamos identidade a partir de um critério claro: cada colaborador precisava ter um vínculo de afeto com este território e seu povo. Cada pessoa que assina este livro reconhece, à sua maneira, que faz parte da comunidade”, destaca

Narrativas visuais
Com poemas, contos, crônicas e relatos, a publicação “Do Guará: Coletânea Artística” reúne o trabalho de 143 escritores, entre vozes experientes e novos talentos. Os textos dialogam com obras da Exposição de Artes. Reproduzidas em serigrafias, as peças são inspiradas na história, na paisagem, na vida cotidiana da cidade e vão resultar em uma coleção permanente, que pretende ampliar o acesso do público e fortalecer a preservação da memória local. A noite de lançamento contará ainda com um sarau literário aberto ao público, proporcionando um espaço de encontro entre autores e leitores. 

Calçadão Cultura
Com 57 anos de fundação, o Guará tem muita história para contar e cantar. A cidade, hoje, abriga um cenário de efervescência musical. Dando continuidade à proposta de transformar a arte guaraense em memória, encontro e pertencimento, o 2º Festival do Guará realiza, em agosto, o Calçadão Cultural. 

O evento vai promover um circuito de convivência e expressão artística ao pôr do sol, reunindo música, literatura, artes visuais, atividades esportivas, oficinas e manifestações da cultura popular. Ao todo, serão nove pontos distribuídos ao longo do calçadão do Guará II, das 16h às 21h, com atrações formadas majoritariamente por artistas e coletivos da cidade. 

SERVIÇO
2º Festival do Guará – lançamento da Coletânea Artística do Guará, Sarau Literário e abertura da Exposição de Artes do Guará
Data: 21 de julho de 2026
Horário: 19h
Local: Teatro da Administração Regional do Guará
Entrada gratuita

Calçadão Cultural
Data: 1º de agosto de 2026
Horário: 16h às 21h
Local: Calçadão do Guará II
Entrada gratuita

Fantasia japonesa toma conta do CCBB Brasília

Foto divulgação

Brasília ganhou uma boa dose de fantasia, cultura pop e criaturas de outros mundos neste inverno.

Desde o último de 17 de julho, o CCBB Brasília abriu as portas para Yoshitaka Amano – Além da Fantasia, a maior exposição do artista japonês já realizada no Brasil. São 218 obras originais, vindas diretamente do Japão, entre pinturas, ilustrações, objetos e trabalhos inéditos.

Nome cultuado por diferentes gerações, Amano é o homem por trás do imaginário visual de Final Fantasy e de universos como Vampire Hunter D e Angel’s Egg — uma mistura muito particular de tradição japonesa, surrealismo, espiritualidade e cultura pop.

E seu currículo pop vai longe. Neil Gaiman, DC Comics, Magic: The Gathering e até Vogue Itália já cruzaram o caminho do artista ao longo de mais de cinco décadas de criação. Com curadoria de Antonio Curti, a mostra se divide em sete núcleos e reserva um gran finale imersivo inspirado em Devaloka: projeções, animações e desenho sonoro transportam o visitante para um cenário de divindades, criaturas fantásticas e constelações douradas.

Depois do sucesso no Rio e em Belo Horizonte, Além da Fantasia fica em Brasília até 1º de novembro. Um programa e tanto para quem gosta de arte, cultura pop e, claro, de sair da realidade por algumas horas.

Casa Decorada inaugurada no Casa Park

Foto Cesar Rebouças

O Casapark abriu oficialmente, na noite de quinta-feira (16), a temporada do Liquidecora 2026 com a inauguração da Casa Decorada, novo projeto que transforma a Praça Central do shopping em uma residência cenográfica dedicada ao design, à arquitetura, à arte e ao morar contemporâneo. Concebida por Angela Borsoi, Sonia Lacombe e Humberto Araque, a mostra reúne seis ambientes — living com área externa, suíte master com varanda, home office, cozinha gourmet, estar multiuso e quarto de solteiro — assinados por Valéria Gontijo + Arquitetos, Studio Zuba, Studio Walleria Teixeira, Ney Lima Arquitetos, MAAI Arquitetura e Juliana Leão Arquitetura. O lançamento reuniu arquitetos, designers, lojistas, artistas, influenciadores e convidados em uma noite que misturou decoração, moda e música em clima de celebração.

Um dos momentos mais comentados foi a apresentação assinada pela Casa Quadra, que levou à Casa Decorada o conceito Veraneio – O Caminho até o Verão. Em vez de uma passarela tradicional, as modelos surgiam pelas escadas rolantes do shopping e percorriam os ambientes da casa, criando um desfile integrado à própria arquitetura da mostra. Letícia Gonzaga apresentou sua leitura autoral da camisaria em fibras naturais e modelagens precisas, enquanto a Graciano’s exibiu peças de alfaiataria em couro que celebram cinco décadas de tradição.

A atmosfera da noite foi embalada pela trilha da DJ Ana Chris, acompanhada de vinhos da Wine C e do buffet assinado por Juliana Inglês. Mais do que marcar a abertura de uma mostra, o evento confirmou a proposta do Casapark de aproximar diferentes expressões da criação brasileira — da moda ao mobiliário, da arte à arquitetura — em uma experiência pensada para inspirar novas formas de habitar.

De mascate a empresário do varejo: Antônio Vicente Jr. compartilha trajetória de sucesso em encontro de empresários no DF

Foto divulgação

À frente da Simmons Brasília, com três lojas, e da rede Kasa dos Colchões, com 4 unidades, o empresário relembrou início vendendo de porta em porta, carreira em grandes varejistas e os desafios até construir o próprio negócio.

O empresário Antônio Vicente Jr., líder da operação da Simmons Brasília e da rede Kasa dos Colchões no Distrito Federal, compartilhou sua trajetória profissional durante um encontro de empresários da Founders Legacy, voltado para networking e conexões de negócios. Atualmente, ele comanda três lojas da marca Simmons na capital e outras 4 unidades da Kasa dos Colchões.

Passando por grandes marcas como Ponto Frio, Disbrave, Antônio foi responsável por trazer a Simmons para Brasília e transformar a unidade local em uma referência internacional da marca. “Se Brasília tem uma loja referência mundial, é porque tem alguém por trás que teve essa visão, que se predispôs a fazer acontecer, e essa pessoa é o Antônio”, afirmou Giovanni Santos, fundador da Legacy Business.

Durante a apresentação, Antônio contou que chegou a Brasília aos 14 anos e teve como um dos primeiros trabalhos a venda de produtos de porta em porta nas regiões administrativas do Distrito Federal. “Eu tinha uma mala, botava debaixo do braço e ia vender capa para máquina de lavar, capa de liquidificador na periferia: Ceilândia, P Sul, P Norte, Setor O, Planaltina. Botava a mala dentro de uma Kombi com outros vendedores e saía vendendo”, relembrou.

Segundo ele, a paixão pelas vendas surgiu ainda nessa época e permanece até hoje. “Eu sempre fui apaixonado por venda. É por isso que eu sou louco por salão. Hoje tenho 10 unidades e passo na maioria delas todos os dias. Sou fanático por trabalho”, disse.

O empresário também recordou as dificuldades financeiras enfrentadas no início da vida em Brasília. Morador do Setor O, em Ceilândia, afirmou que, muitas vezes, percorria longas distâncias a pé por não ter dinheiro para o transporte.

Na sequência, Antônio passou por grandes empresas do varejo nacional. Trabalhou durante 11 anos no Ponto Frio, onde chegou ao cargo de gerente de loja, teve uma breve passagem pelas Casas Bahia e, posteriormente, atuou como supervisor de vendas da Disbrave, concessionária de veículos do Distrito Federal.

Segundo ele, a experiência acumulada nesses anos foi fundamental para dar o próximo passo: empreender.

O empresário contou que a oportunidade de adquirir sua primeira loja surgiu há cerca de 22 anos, quando negociou a compra de uma unidade da Kasa dos Colchões, na 706 Norte.

Antes disso, ele relembrou outro momento decisivo da carreira: a compra de uma loja no Conjunto Nacional, mesmo sem ter os recursos necessários. “Eu entrei no Conjunto Nacional como lojista. Eu não tinha dinheiro para comprar a loja. O proprietário pediu R$ 1 milhão. Eu disse que tinha. Na verdade, não tinha nada. Ele pediu R$ 300 mil de entrada. Liguei para um amigo, consegui o dinheiro emprestado e parcelei o restante. Foi assim que assumi a loja”, contou.

Durante a apresentação, Antônio também falou sobre a influência da fé em sua trajetória empresarial. Segundo ele, ainda no início da caminhada cristã, teve o que definiu como um sonho profético sobre ter um negócio próprio. “Eu tive um sonho de que teria uma empresa. Depois fui conhecer uma loja chamada Casa dos Colchões. Quando vi aquele nome, entendi que era o caminho que Deus estava mostrando”, afirmou.

Ao longo da conversa, o empresário defendeu valores como disciplina, transparência e dedicação ao trabalho, características que, segundo ele, foram determinantes para transformar uma trajetória iniciada como vendedor ambulante em uma operação que hoje reúne 7 lojas no Distrito Federal, entre a Simmons Brasília e a Kasa dos Colchões.

Aproximadamente 50 outros empresários participaram do encontro, e muito deles, compartilharam experiências e vivências empreendedoras em seus negócios, regado por muita garra e determinação, que tornou o momento bastante emocionante. Empreendedores de diversas partes do Distrito Federal e Entorno, que atuam em vários segmentos de mercado.

Ao final do encontro, os participantes participaram de um momento de confraternização e networking, com um buffet assinado pela SIDINA Momentos Gourmet, responsável pelo serviço gastronômico oferecido durante o evento.

Sobre a Kasa dos Colchões
Fundada em Brasília, a Kasa dos Colchões é referência no segmento de descanso e bem-estar no Distrito Federal. Liderada pelo empresário Antônio Júnior, a empresa construiu sua trajetória ao longo de mais de duas décadas, unindo resiliência, conhecimento técnico e atendimento consultivo. Com um portfólio que reúne marcas premium como Simmons, Epeda e Flex, a Kasa oferece soluções completas em colchões, camas, travesseiros e acessórios, sempre com foco na qualidade do sono e na saúde. Atualmente, conta com mais de 70 colaboradores e unidades estrategicamente localizadas na capital.

Sobre a Simmons
Com mais de 150 anos de história, a Simmons é uma das marcas mais respeitadas do mercado global de colchões premium, reconhecida por ser pioneira na tecnologia de molas ensacadas individuais. Presente em mais de 100 países, a marca combina tradição e inovação para oferecer produtos de alto desempenho. Em 2025, inaugurou em Brasília, no Park Sul, a primeira loja conceito da Simmons no Brasil, em parceria com o especialista Antôn

io Júnior, proporcionando uma experiência de compra personalizada e focada em conforto, saúde e bem-estar.

Casa Decorada estreia no Casapark com nova propostapara o morar contemporâneo

HUMBERTO ARAQUE, SONIA LACOMBE E ANGELA BORSOI

O Casapark inaugura, no dia 16 de julho (quinta-feira) , a Casa Decorada, projeto inédito que amplia o conceito da tradicional Liquidecora e transforma a Praça Central do shopping em uma residência cenográfica dedicada à arquitetura, ao design, à arte e à decoração.

Concebida pelo conceituado trio formado por Angela Borsoi, Sonia Lacombe e Humberto Araque (foto), a mostra propõe uma experiência imersiva em torno do morar contemporâneo, reunindo seis ambientes assinados por alguns dos principais escritórios de arquitetura e interiores de Brasília.

Além de apresentar projetos concebidos por Denise Zuba Arquitetos, Juliana Leão Arquitetura, MAAI Arquitetura, Ney Lima Arquitetos, Studio Walleria Teixeira e Valéria Gontijo + Arquitetos, a Casa Decorada incorpora obras de artistas representados pela Cerrado Galeria, reforçando o compromisso do Casapark com a valorização da produção criativa local.

A abertura na proxima quinta (16), exclusiva para convidados, reunirá arquitetura, moda e design em uma mesma celebração, com desfile da designer Letícia Gonzaga e das marcas da Quadra Concept, incluindo Graciano’s, além de atrações musicais e coquetel assinado por Juliana Inglês. Durante toda a mostra, o público também poderá participar de visitas guiadas, talks, encontros com arquitetos e artistas e outras atividades ligadas ao universo do morar. O Casa Decorada + Liquidecora Casapark permanece aberto ao público de 17 de julho até 23 de agosto com acesso livre.

Brasal Incorporações é a única incorporadora presente na CASACOR Brasília 2026

Foto divulgação

Participação reforça o protagonismo da empresa no mercado imobiliário de alto padrão, marca uma nova fase estratégica e amplia sua conexão com arquitetura, design e experiências contemporâneas

A Brasal Incorporações marca presença em mais uma edição da CASACOR Brasília e será a única incorporadora participante da mostra em 2026. A iniciativa reforça o posicionamento da empresa como referência no mercado imobiliário de alto padrão e simboliza o início de uma nova era estratégica da marca, marcada por uma atuação ainda mais conectada à inovação, ao design, à experiência do cliente e às transformações do morar contemporâneo.

Com um espaço exclusivo assinado pelo arquiteto Bruno Pessoa, do Stúdio Ark, a Brasal apresentará um ambiente de mais de 100m² denominado “Construtopia”. O nome traduz a proposta do projeto ao unir os conceitos de construção e utopia, representando a ideia de transformar a obra em algo que vai além da engenharia: um espaço onde arquitetura, arte, sonho e realidade se encontram para inspirar novas formas de viver.

A participação da Brasal Incorporações na CASACOR Brasília 2026 será representada por César Durão, diretor regional; Fernanda Souza, gerente de Projetos; e Alessandra Oliveira, coordenadora de Implantação de Interiores. O trio será responsável por apresentar o conceito da marca, receber clientes, parceiros e convidados e fortalecer o relacionamento da incorporadora durante toda a mostra.

Mais do que um ambiente expositivo, o “Construtopia” reunirá um decorado exclusivo, experiência imersiva e uma programação especial de Talks voltados para temas como arquitetura, decoração, design, lifestyle e tendências do morar contemporâneo.

A participação na mostra também representa mais um movimento estratégico da Brasal para estreitar o relacionamento com pessoas que valorizam qualidade de vida, criatividade e experiências inspiradoras.

Com uma trajetória consolidada na mostra, a incorporadora já participou de cinco edições da CASACOR Brasília e, em 2026, reforça seu protagonismo ao assumir o papel de única incorporadora presente no evento, reafirmando seu compromisso com a excelência, a inovação e a valorização da arquitetura como elemento transformador da experiência de morar.

CCBB traz para Brasília maior exposição de Yoshitaka Amano realizada no Brasi

Fpto divulgação

A mostra reúne 218 obras originais e uma experiência imersiva que convida o público a percorrer o universo visual de um dos criadores mais influentes da cultura contemporânea

Há artistas que criam imagens. Outros criam mundos. Ao longo de mais de cinco décadas de trajetória, Yoshitaka Amano transformou a fantasia em linguagem artística e construiu um imaginário capaz de atravessar gerações, culturas e diferentes formas de expressão. Reconhecido internacionalmente por seu trabalho na animação, nos videogames, nos quadrinhos, na moda e nas artes visuais, o artista japonês chega ao Centro Cultural Banco do Brasil Brasília com a exposição Yoshitaka Amano – Além da Fantasia, em cartaz de 17 de julho a 1º de novembro.

Reunindo 218 obras originais vindas diretamente do Japão, além de uma experiência imersiva desenvolvida especialmente para a mostra, a exposição apresenta um amplo panorama da produção de um artista que ajudou a redefinir a estética da fantasia contemporânea. Entre pinturas, ilustrações, objetos e trabalhos inéditos, o público é convidado a mergulhar em um universo onde tradição e inovação, espiritualidade e cultura pop, delicadeza e potência convivem em permanente transformação.

Após temporadas de grande sucesso no CCBB Belo Horizonte e no CCBB Rio de Janeiro, a mostra chega a Brasília oferecendo uma rara oportunidade de conhecer de perto a obra original de um criador cuja influência ultrapassa fronteiras e linguagens, alcançando gerações de admiradores em todo o mundo.

Para Amano, a realização da exposição em Brasília representa também a continuidade de um diálogo especial com o público brasileiro. O artista destaca que a mostra oferece uma oportunidade rara de contato direto com obras inéditas e com trabalhos que revelam aspectos dificilmente perceptíveis em reproduções. “Os visitantes poderão conhecer obras nunca exibidas, incluindo grandes peças em alumínio – algo que só pode ser plenamente apreciado ao ver o trabalho original, pessoalmente”, afirma. Entusiasmado com a chegada da exposição à capital federal, Amano acrescenta: “Fico verdadeiramente feliz em ver uma nova mostra sendo realizada no Brasil, depois da exposição em São Paulo, em 2024. É uma honra ter essa oportunidade, especialmente com o projeto se expandindo de maneira tão significativa. Estou ansioso por isso”.

Nascido em 1952, na província japonesa de Shizuoka, aos pés do Monte Fuji, Yoshitaka Amano iniciou sua trajetória artística ainda na adolescência, ao ingressar na Tatsunoko Production, um dos estúdios mais importantes da animação japonesa. Foi ali que começou a desenvolver a linguagem visual que se tornaria sua marca registrada: personagens etéreos, linhas fluidas, composições elegantes e uma combinação singular entre referências da tradição japonesa e movimentos artísticos ocidentais.

Ao longo dos anos, Amano consolidou-se como um dos artistas mais influentes da cultura visual contemporânea. Seu trabalho atravessa diferentes campos da criação artística, da animação aos videogames, da literatura à moda, dos quadrinhos às artes visuais. Sua contribuição para a franquia Final Fantasy ajudou a definir a identidade visual de uma das séries de videogame mais populares da história, enquanto projetos como Vampire Hunter D, Angel’s Egg e colaborações com nomes como Neil Gaiman, DC Comics, Magic: The Gathering e Vogue Itália ampliaram ainda mais o alcance de sua obra.

Com curadoria de Antonio Curti, a exposição está organizada em sete núcleos temáticos que revelam diferentes momentos e dimensões da produção do artista: Tatsunoko, dedicado aos primeiros anos de sua carreira na animação; Final Fantasy, que reúne trabalhos relacionados à célebre franquia de jogos; Candy Girl, série marcada pela influência da pop art e do surrealismo; Devaloka, conjunto de obras que explora universos mitológicos e espirituais; Vampire Hunter D; Angel’s Egg; e Colaborações, núcleo que apresenta trabalhos desenvolvidos para diferentes projetos editoriais, culturais e comerciais ao redor do mundo.

“Yoshitaka Amano é um artista raro, daqueles capazes de atravessar diferentes gerações, linguagens e culturas sem perder sua identidade. Esta exposição busca revelar não apenas o criador por trás de obras que marcaram a animação, os videogames, a literatura e a cultura pop, mas também apresentar a profundidade de sua produção artística autoral. Ao percorrer esses sete núcleos, o visitante é convidado a explorar um universo onde fantasia, espiritualidade, beleza e imaginação se encontram, revelando a trajetória de um artista que transformou o ato de sonhar em uma forma de arte”, comenta Antonio Curti. 

Mais do que apresentar a trajetória de um artista, a mostra propõe uma reflexão sobre a imaginação como força criativa capaz de conectar culturas, linguagens e gerações. Em suas obras, Amano constrói universos que transitam entre sonho e realidade, luz e sombra, tecnologia e espiritualidade, criando narrativas visuais que continuam inspirando artistas, criadores e públicos em diferentes partes do mundo.

Ao final do percurso expositivo, os visitantes são convidados a vivenciar uma experiência imersiva desenvolvida especialmente para a mostra em parceria com a AYA Studio. Inspirada na série Devaloka — palavra sânscrita que significa “mundo dos deuses” — a instalação utiliza projeções, animações e desenho sonoro para ampliar a experiência sensorial e transportar o público para dentro do universo criado por Amano.

A partir de treze obras selecionadas da série, a experiência propõe um mergulho em cenários habitados por divindades, criaturas fantásticas, constelações douradas e paisagens que parecem flutuar entre o material e o espiritual. Mais do que animar as imagens, a instalação busca revelar movimentos, ritmos e atmosferas já presentes nas pinturas originais, ampliando o diálogo entre arte e tecnologia.

Ao reunir obras históricas, trabalhos inéditos e experiências imersivas, Yoshitaka Amano – Além da Fantasia reafirma o poder da arte de expandir os limites da imaginação e convida o público a percorrer os múltiplos mundos criados por um dos mais importantes artistas visuais da atualidade.

Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Localizado no Edifício Tancredo Neves, o prédio é uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico de autoria de Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, é oferecido o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais, aproximando o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolha públicas e particulares, universitários e instruções, por meio de visitas mediadas agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

Acessibilidade

A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional.

O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta no vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. Mais informações em: Serviços Oferecidos | CCBB Brasília

Horário da van – De quinta-feira a domingo:
Biblioteca Nacional – CCBB:
  13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h. | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.

Serviço:

Yoshitaka Amano – Além da Fantasia
De 17 de julho a 1º de novembro de 2026

Horários:
De terça-feira a domingo, das 9h às 21h

Ingressos gratuitos, mediante retirada no site www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília.

Local: Galerias 3, 5 e Pavilhão de Vidro do CCBB Brasília

Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul

Classificação indicativa: Livre

Nesta quinta: Brasília recebe galeria nacional de videoartes na Casa de Cultura da América Latina; evento é gratuito

Créido Estúdio Estilingue (Maranhão)

Em cartaz de 9 a 31 de julho, a galeria da ‘Mostra de Imagem em Movimento – MAPA’ ocupa simultaneamente os dois andares da CAL, de segunda a sábado, entre 10h e 19h. A entrada é gratuita.

Brasilienses e turistas são aguardados na ‘Casa de Cultura da América Latina’ (CAL), a partir desta quinta-feira, 9, às 18h, para uma homenagem especial à videoarte contemporânea produzida no país. Artistas de diferentes regiões do Brasil, convidados especiais, cineastas, djs e curadores se juntam ao público para celebrar a história da videoarte, durante a 1ª Mostra de Imagem em Movimento – MAPA.

Próximo à Praça dos Três Poderes, a Casa de Cultura da América Latina (Asa Sul de Brasília) sedia a nova temporada do MAPA, entre os dias 9 e 31 de julho, de segunda a sábado, das 10h às 19h, com entrada gratuita. Promovendo diálogos curatoriais e trocas com artistas do Maranhão, Pará e Rio de Janeiro, a exposição itinerante chega ao Distrito Federal em formato inédito, dando às boas-vindas a Galeria de Videoarte do MAPA

A programação ocupa simultaneamente os dois andares da CAL. Para exposição, a Galeria Urucum apresenta dez videoartes em formato de curtas-documentários, enquanto a Galeria de Bolso reúne entrevistas, comentários e os bastidores da produção. Já a Galeria CAL recebe as videoinstalações que marcaram as passagens por São Luís (MA) e Belém (PA), ampliando o diálogo entre artistas, territórios e diferentes linguagens da imagem em movimento. 

Em um espetáculo de ‘imagens em movimento’, o público acompanha a exibição de dez curtas: Tudo é correnteza, de Rafa Cardozo; Um Horizonte em Movimento, de Bárbara Savannah; Travessia, de Ícaro Matos; Todo trajeto, também é um rio, de Juruna; Alvorada e Fuga, de Leonardo Venturieri; Uma Casinha no Trilho, de Acaique; História da Terra, de Dinho Araújo, Frágil Dureza, de  Inke; Temp(l)o do Rosa Fixado, de Ramusyo Brasil e Sol de Meio Dia, por Silvana Mendes

Diante de importantes marcos, a exibição chega durante as celebrações de meio século da videoarte no Brasil. Nesse sentido, o MAPA leva a paixão pela videoarte para além das primeiras pesquisas sobre tecnologias e corpos nos anos 90, e refina o olhar artístico com a inclusão de colagens e fotografias, além de pinturas digitais na produção artística.

Mostrando a força da videoarte e do videomapping pelo Brasil, o MAPA comemora a chegada em Brasília após colorir as fachadas históricas no eixo Norte e Nordeste. A exposição pelas cidades já assina 8 horas de programação e mais de 3,2 mil metros quadrados de arte exibidas, envolvendo a participação direta de 230 colaboradores e 40 organizações. 

O legado histórico dá origem à identidade da galeria, que encerra um ciclo itinerante dedicado à preservação da memória ferroviária por meio da arte. De acordo com o coordenador-geral do MAPA, João Pacca, a coleção criada traz questões do presente, passado e futuro, por meio de uma linguagem acessível. 

“Nós oferecemos à infraestrutura da Estrada de Ferro Carajás uma coleção de arte contemporânea que aponta para os principais representantes de sua memória e potência, formada por artistas entre o Maranhão (MA) e o Pará (PA), cada qual com sua equipe e comunidade. Eu acredito que esta edição do MAPA foi extremamente brilhante. Entender a memória ferroviária não é uma tarefa para a literalidade. A Estrada de Ferro Carajás é gigante, tanto em importância quanto em complexidade. E os artistas que convidamos ao projeto nos trouxeram retóricas absolutamente distintas que nos permite criar uma observação muito rica dessa relíquia cultural que é a ferrovia”, conclui João Pacca. 

A 1ª edição do MAPA – Mostra de Imagem em Movimento é realizada pela OPACCA Produção de Imagem, com articulação e parceria da Vale, por meio de Recursos para Preservação da Memória Ferroviária (RPMF), e é uma iniciativa da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). 

Confira abaixo os documentários e os artistas participantes: 

  • Tudo é Correnteza, de Rafa Cardozo
  • Um Horizonte em Movimento, de Bárbara Savannah
  • Travessia, de Ícaro Matos
  • Todo trajeto, também é um rio, de Juruna; 
  • Alvorada e Fuga, de Leonardo Venturieri
  • Uma Casinha no Trilho, de Acaique
  • História da Terra, de Dinho Araújo
  • Frágil Dureza, de  Inke
  • Temp(l)o do Rosa Fixado, de Ramusyo Brasil; 
  • Sol de Meio Dia, por Silvana Mendes;

SERVIÇO

[Vernissage do MAPA em Brasília]
Quando: 9 de julho, quinta-feira;
Horários: a partir das 18h;
Onde: Casa de Cultura da América Latina (CAL) – SCS Q. 4 SCS BL A Lote 170 – Asa Sul, Brasília – DF;
Gratuito

SERVIÇO

[Galeria da ‘Mostra de Imagem em Movimento – MAPA’ em Brasília]
Quando: de 9 a 31 de julho;
Dias e horários: de segunda a sábado, entre 10h e 19h;
Onde: Casa de Cultura da América Latina (CAL) – SCS Q. 4 SCS BL A Lote 170 – Asa Sul, Brasília – DF;
Gratuito

Casa Warner Brasília lança promoção especial para as férias de julho

Foto divulgação

Crianças e adolescentes de até 14 anos, acompanhados de um adulto pagante, terão entrada gratuita de terça a sexta-feira

A Casa Warner, exposição interativa e inédita em Brasília, preparou uma ação especial para movimentar o período de férias escolares. Durante o mês de julho, crianças e adolescentes de até 14 anos não pagarão a entrada para o evento, desde que estejam acompanhados por um adulto pagante. A promoção é válida exclusivamente para as visitas realizadas de terça a sexta-feira. Casa Warner fica na área externa do ParkShopping.

A atração tem sido um verdadeiro sucesso de público, reunindo universos consagrados da cultura pop e do entretenimento, como o universo de Batman, Harry Potter, personagens Looney Tunes e uma área dedicada ao filme Supergirl. O espaço de 1.500 m² oferece uma experiência multissensorial e autoguiada, repleta de cenários instagramáveis, figurinos e efeitos especiais.

Aproveitar o período de descanso escolar é a oportunidade perfeita para que as famílias possam mergulhar juntas nessa experiência única. Danielle Paulino, CCO, da 2a1 Cenografia, empresa responsável pela concepção e realização do evento, reforça o poder que a estrutura tem de encantar os visitantes:

“A cenografia é o que transforma um evento em uma experiência verdadeiramente imersiva. Quando bem planejada, ela transporta o público para dentro da narrativa, despertando emoções e criando conexões reais com aquele universo. Ao unir elementos visuais, sonoros e sensoriais de forma integrada, conseguimos não apenas compor um cenário, mas contar uma história que envolve e permanece na memória das pessoas”.

PROGRAME-SE

CASA WARNER – PROMOÇÃO DE JULHO

Onde: área externa do ParkShopping

Quando: de 1 a 31 de julho

Horário: A promoção vale de terça a sexta-feira, das 11h às 21h.

A Casa Warner também está aberta aos sábados, das 11h às 21h; aos domingos, das 12h às 20h.

Ingressos: www.ticketmaster.com.br ou na bilheteria do evento

Classificação etária: Livre (Não serão permitidos menores desacompanhados dos pais ou responsáveis legais)

ParkShopping – Inaugurado em 1983, o ParkShopping é referência na capital do País e conta com um mix diverso e qualificado de marcas, ampla oferta de serviços e excelentes opções de lazer e entretenimento para os brasilienses. Os empreendedores do ParkShopping são Multiplan e Previ, com administração da Multiplan. O PKS foi certificado por dois anos consecutivos no Experience Awards (2023 e 2024), no segmento Shoppings, que recebeu milhares de votos de consumidores. A premiação indica o ranking NPS (Net Promoter Score), uma métrica de lealdade do cliente, e visa reconhecer as empresas com os melhores índices do Brasil em diversos segmentos.

O ParkShopping atende a região que lidera o ranking de PIB per capita nacional. Maior e mais completo shopping de Brasília, o PKS vem contando uma história de sucesso, crescimento e inovação. O shopping representa hoje 3,4% da ABL do Centro-Oeste, segundo a Abrasce, enquanto suas vendas anuais totalizaram 10,4% das vendas totais dos shoppings na mesma região, alcançando R$1,6 bilhão em 2023 e ocupando o quinto lugar no portfólio Multiplan.

Sobre a 2a1 Cenografia – A 2a1 é especialista em soluções cenográficas para diversos temas. Com mais de 25 anos de experiência pautados em criatividade e inovação, a empresa é uma das maiores do segmento e a única a oferecer serviços completos (full-service), desde a criação de cenários até confecção, logística e montagem. A empresa desenvolve projetos licenciados de grandes marcas do entretenimento mundial como Warner Bros. Discovery, Disney, Universal, Paramount e Nickelodeon, entre outras, atuando sempre dentro de rigorosos padrões criativos e operacionais. Oferece uma linha completa de exposições, serviços, promoções e recreações para shopping centers e eventos em geral. Em 1999, iniciou suas atividades no competitivo mercado norte-americano. A 2a1 está instalada em um galpão de 14 mil metros quadrados que abriga toda a parte de produção e criação, permitindo um trabalho mais alinhado, já que todos os setores estão em um mesmo espaço. Atualmente, a 2a1 atende cerca de 400 shopping centers em todo o país e na América Latina.

Mais informações: www.2a1.com.br

Instagram: @2a1cenografia