Categoria: Arquitetura, Decoração, Urbanismo, Paisagismo

Marmoraria Alvorada celebra 40 anos de história em noite especial no Clube Naval de Brasília

 

Foto Matheus Simões

Evento reuniu parceiros, clientes, arquitetos, construtoras e profissionais do setor para celebrar quatro décadas de pioneirismo e tradição

A Marmoraria Alvorada celebrou, na noite desta quinta-feira (11), seus 40 anos de história em um evento especial no Clube Naval de Brasília. A comemoração reuniu parceiros, clientes, profissionais do setor, representantes dos maiores escritórios de arquitetura e das maiores construtoras do Distrito Federal.

Fundada por Jovercy Robert Vighini, natural de Cachoeiro do Itapemirim, no Espírito Santo, a empresa construiu uma trajetória marcada pelo pioneirismo e acompanhou o crescimento urbano, imobiliário e arquitetônico de Brasília, tornando-se referência no mercado de rochas ornamentais e superfícies de alto padrão.

Atualmente dirigida por Gabriel Vighini e Agnaldo Veghini, a Marmoraria Alvorada dá continuidade ao legado construído ao longo de quatro décadas. Gabriel iniciou sua jornada na empresa em 2005 e, ao lado de Agnaldo, segue fortalecendo a história e o crescimento da marca no Distrito Federal.

A celebração dos 40 anos foi marcada por uma grande estrutura e recebeu uma produção especial assinada por Mauro Carvalho, responsável pela decoração e organização do evento. A J2M Comunicação Estratégia foi responsável pela produção gráfica e audiovisual da celebração. Os móveis foram da Festah, as lindas flores de Allan Santini, enquanto a maquete do bolo de pedreira, um dos destaques da noite, foi produzida pela Confeitaria Thaís Terra

O evento contou ainda com o maravilhoso buffet do Zuri Buffet, doces da Sabor Glacê e bar de drinks do Bar Week. A animação da noite ficou por conta da Banda Violada e do DJ Edy, garantindo uma celebração animada e inesquecível.

Com mais de 40 mil metros quadrados de pedras naturais e superfícies sintéticas em estoque e quatro unidades no SIA, Taguatinga e Samambaia, a Marmoraria Alvorada celebrou não apenas sua trajetória, mas também todos aqueles que contribuíram para consolidar a empresa como uma das principais referências do segmento no Centro-Oeste.

Quatro décadas de tradição, pioneirismo, inovação e muitas histórias para celebrar.

Uma banda inteira em um corpo só, DeBanda tem temporada educativa na rede pública

Foto divulgação

Personagem criado pelo ator e músico César Lignelli concentra 23 instrumentos acoplados ao corpo e transforma sala de aula em palco entre os dias 15 e 18 de setembro, no Centro Educacional Jardins Mangueiral

Entre os dias 15 e 18 de setembro, o Centro Educacional Jardins Mangueiral recebe a temporada educativa do espetáculo DeBanda: oito sessões de uma aula-show estrelada por um único artista que carrega, literalmente, uma banda inteira grudada ao corpo. São 23 instrumentos musicais acoplados ao figurino de um andarilho, criado e interpretado pelo ator e músico César Lignelli. Cada apresentação vem acompanhada de mediação antes e debate com a plateia depois.

DeBanda é uma espécie de andarilho acumulador: bufão, palhaço, menestrel ou bobo da corte, dependendo de quem o encontra pela frente. Ninguém sabe ao certo de onde ele vem, nem a que época pertence, só que, aonde ele chega, a música já começou. O espetáculo nasceu de uma pesquisa de Lignelli sobre os desdobramentos estéticos e pedagógicos da prática intensa com instrumentos musicais, testando não só como tocá-los, mas como mostrar ao público, ali, em tempo real, que isso é possível. Em cena, o artista toca, canta, dança, interpreta e ainda encara nos olhos quem encontra pelo caminho, misturando saberes de música, teatro, circo e dança reinventados ao longo da própria trajetória de vida.

A aula-espetáculo conta, com humor e interação direta com a plateia, uma história de amor, conquista, perda e drama, cantada e tocada pelo narrador DeBanda ao lado das personas Demais, Demenos e Ella, com participação especial de DeBandinha.

A trilha sonora original é assinada por Lignelli em parceria com o compositor português João Lucas. Por trás da encenação, a obra também funciona como porta de entrada para conteúdos que costumam soar distantes em sala de aula: matemática, física, acústica, marcenaria, serralheria e artesania aparecem embutidas na explicação de como cada instrumento é construído e acionado, uma forma de disputar, pelo entretenimento, a atenção que a tecnologia tanto rouba dos conteúdos teóricos.

Em cartaz desde 2018, DeBanda já circulou por dois estados brasileiros e o Distrito Federal, além de Paraguai, Argentina, Uruguai, Chile e Peru, ocupando praças, parques, feiras, escolas, ruas, oficinas mecânicas e até igrejas. 

A temporada prevê recursos de acessibilidade de audiodescrição e LIBRAS em uma sessão. O projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

Ficha Técnica: 
César Lignelli –  Direção Geral e Musical, Ator/músico        
João Lucas – Direção Geral e Musical e designer      
Estela Vieira Lignelli – Atriz    
Sulian Vieira – Preparação vocal e mediadora          
Adriano Roza – Iluminador, Cenotécnico e contrarregra      
C1 Arte e Entretenimento – Gestão administrativa 
Paula Jacobson – Produtora  
Cleber Lopes – Produtor        
Gleidson Lopes – Assistente administrativo 
Camila Maxi – Assessoria de Comunicação   
Lunares Ayla – Social Media 
Todo Público- Elaboração do material educativo

SERVIÇO:
Temporada educativa DeBanda       
Local:
 Centro Educacional Jardins Mangueiral         
Datas e sessões:        
15 de setembro de 2026: às 13h30 e 16h15 
16 de setembro de 2026: às 13h30 e 16h15 
17 de setembro de 2026: às 13h30 e 16h15 
18 de setembro de 2026: às 13h30 e 16h15 
As sessões são exclusivas para os alunos do CED Jardins Mangueiral       
Classificação indicativa:
 10 anos

ILHÓ chega à quarta edição com mostra dedicada à formação e à inserção de novos artistas

Foto divulgação

Em cartaz até 10 de outubro, na Galeria A Pilastra (Guará II), exposição reúne trabalhos de seis artistas e promove acompanhamento crítico, mentorias e ações de acessibilidade

A ILHÓ – Mostra de Novus Artistas reúne trabalhos de Ayume Andrade, Camilla Monturil, Dara, Elias de Aquino, Fernando Igrejas e Katalina Leão. A exposição ocupa A Pilastra, no Guará II, com uma proposta que ultrapassa a apresentação das obras ao público: contribui para a formação e a inserção profissional de artistas em início de carreira no circuito da arte contemporânea.

Com curadoria de Gisele Lima, Camila Netto e Melissa Alves, a ILHÓ funciona como um programa de acompanhamento crítico e formação estratégica. O projeto teve como ponto de partida o desenvolvimento de trabalhos, pelos artistas, ampliando o contato com questões relacionadas à produção, à apresentação e à circulação artística. Tal iniciativa incluiu as mentorias de Gisele Lima, João Angelini e Vinícius Brito.

A presente edição da mostra volta sua atenção à produção emergente do Centro-Oeste, ao criar oportunidades para que novos artistas apresentem suas pesquisas, troquem experiências e construam caminhos de atuação profissional. Inovação, inclusão e formação orientam uma proposta que aproxima diferentes perspectivas e linguagens da arte contemporânea.

A acessibilidade também integra o processo de criação. Fernando Igrejas, Katalina Leão e Ayume Andrade apresentarão miniobras táteis, produzidas como desdobramentos de seus trabalhos. A ação amplia as possibilidades de contato com as obras e insere a acessibilidade na própria construção artística da exposição.

Além da visitação, a programação contempla visita mediada com a curadoria e os artistas, roda de conversa e oficinas, que serão comunicadas nas redes da galeria em https://www.instagram.com/a.pilastra/. Dessa maneira, a ILHÓ estabelece um espaço de encontro entre artistas, profissionais da área e público, estimulando a reflexão sobre os processos criativos e os desafios enfrentados por quem inicia uma trajetória no campo das artes visuais.

Serviço

ILHÓ – 4ª edição da Mostra de Novus Artistas
Local: Galeria A Pilastra

Endereço: QE 40, Rua 09, Lote 08, Guará II

Período expositivo: até 10 de outubro de 2026

Visitação: de quarta à sábado, das 14h às 19h

Artistas: Fernando Igrejas, Katalina Leão, Ayume Andrade, Camilla Monturil, Elias de Aquino e Dara
Curadoria: Gisele Lima, Camila Netto e Melissa Alves
Ingresso: entrada franca e livre para todos os públicos

Atividades paralelas: visita escolar, oficina de produção de miniobras táteis, visita mediada com a curadoria e roda de conversa.

“Um sonho que mudou o Brasil” reúne no Golden Tulip registros históricos da construção de Brasília

Foto divulgação

Exposição com cerca de 28 imagens feitas pelo fotógrafo sueco Åke Borglund em 1957 integra a nova temporada
cultural do hotel e tem curadoria da pioneira e colecionadora Mercedes Urquiza

O Hotel Golden Tulip Brasília Alvorada abre, no dia 16 de setembro, sua nova temporada cultural com a exposição
“Um sonho que mudou o Brasil”, uma homenagem à história de Brasília a partir do olhar do fotógrafo sueco
Åke Borglund, que esteve na cidade em 1957, quando a futura capital ainda era um imenso canteiro de obras. A
mostra também celebra a memória de Juscelino Kubitschek, cujo aniversário é lembrado em setembro,
com a apresentação de frases marcantes do presidente responsável pela construção de Brasília, que até hoje
levantam a auto estima de todo brasileiro. Com curadoria da pioneira e colecionadora Mercedes Urquiza, a exposição reúne cerca de 28 fotografias realizadas por Borglund durante sua passagem pelo Brasil. As imagens, que tem a chancela da UNESCO, revelam diferentes momentos da construção da nova capital e ajudam a preservar uma perspectiva documental e singular dos primeiros anos de Brasília.


A história por trás desse acervo é igualmente especial.Jovem fotógrafo e repórter sueco, Åke Borglund veio ao
Brasil para registrar a construção de Brasília para a revista National Geographic e encontrou em Mercedes Urquiza, então uma jovem pioneira, uma das poucas pessoas que falava inglês em Brasília na época, e que foi intérprete do Boglund em sua passagem pela cidade. Décadas depois, Mercedes reencontrou o fotógrafo na Suécia e passou a reunir e preservar esse conjunto de imagens, que se tornou um importante registro visual da maior saga do século XX. “Essas fotografias têm um valor muito especial para mim porque registram Brasília no momento em que tudo estava começando. Eu vivi aquela época e acompanhei de perto a construção da cidade. Preservar essas imagens e levá-las a diferentes lugares é também uma maneira de manter viva a memória daqueles que participaram desse grande sonho brasileiro”, destaca Mercedes Urquiza.Desde 2000, Mercedes vem apresentando essa coleção em diferentes cidades brasileiras e no exterior.

O acervo já passou por 12 capitais brasileiras e cerca de 60 países em quatro continentes, levando a diferentes públicos imagens que ajudam a contar a história de Brasília pormeio do olhar de um fotógrafo estrangeiro que esteve na cidade no início de sua construção. Na exposição do Golden Tulip, o público poderá conhecer
três módulos distintos, que apresentam diferentes recortes desse período histórico. Um dos destaques da
mostra são oito fotografias apresentadas em papel fine art, produzidas pela Galeria Celso Junior com
qualidade e acabamento museológico, valorizando a riqueza de detalhes dos registros de Åke Borglund e
conferindo às imagens uma apresentação à altura de sua importância histórica e documental.

Além da visitação, todas as obras poderão ser adquiridas em condições especiais durante o período da
exposição, possibilitando ao público levar para casa registros que fazem parte da memória visual da construção
de Brasília. A iniciativa integra a programação cultural do Hotel Golden Tulip Brasília Alvorada, sob a gestão da gerente- geral Dauria Ribeiro, que dá início a uma nova temporada de exposições e ações culturais no espaço.
Serviço Exposição “Um sonho que mudou o Brasil”

Abertura: 16 de setembro de 2026

Visitação: de 16 de setembro a 4 de outubro de 2026
Horário: diariamente, das 9h às 23h
Local: andar térreo do Hotel Golden Tulip Brasília
Alvorada
Entrada: gratuita

Brasal Incorporações reúne convidados em primeiro Talk na CASACOR Brasília 2026

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O encontro reuniu diferentes olhares para revelar conceitos e bastidores do espaço Construtopia

O que existe por trás de um ambiente antes de ele ganhar formas, texturas e histórias? Foi a partir desse olhar que a Brasal Incorporações abriu, no dia 10 de setembro, a 5ª edição do Talks Brasal Decor, na CASACOR Brasília 2026. O primeiro encontro aconteceu no Construtopia, espaço da incorporadora na mostra, e transformou o próprio ambiente em ponto de partida para uma conversa sobre arquitetura, arte, design e a experiência de morar.

Com o tema “Construtopia: A Arte de Construir Experiências”, o bate-papo levou os convidados aos bastidores da criação do espaço e mostrou como diferentes áreas se encontraram para construir uma proposta que foi além do conceito tradicional de imóvel decorado.

Participaram da conversa Cesar Durão, diretor regional da Brasal; Paula Lavor, gerente regional de Marketing; Fernanda Souza, arquiteta e gerente de Projetos; e Bruno Pessoa, arquiteto do Studio ARK e responsável pela concepção do ambiente. A mediação ficou por conta do jornalista Valter Lourenço, do site Estilozzo.

Mais do que falar sobre tendências, o encontro trouxe reflexões sobre como os espaços interferem na forma de viver, sentir e se relacionar com a casa. Para encerrar a noite em clima de confraternização, a Brasal recebeu os convidados para um coquetel no próprio ambiente, prolongando a troca de ideias e proporcionando um momento de encontro e relacionamento dentro do espaço que inspirou a conversa.

Mesmo com avanço do e-commerce, loja física mantém espaço na decisão de compra

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Possibilidade de ver e tocar produtos, atendimento presencial e disponibilidade imediata ajudam a explicar permanência dos pontos de venda mesmo diante do crescimento das compras digitais

O comércio eletrônico alcançou em 2026 o maior patamar de penetração já registrado em levantamento da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil. A pesquisa aponta que 85% dos consumidores digitais residentes nas capitais fizeram ao menos uma compra pela internet nos 12 meses anteriores ao estudo, o equivalente a uma estimativa de 139 milhões de compradores. Ao mesmo tempo, a experiência presencial continua pesando na escolha: para 49% dos entrevistados, não poder ver ou tocar o produto é a principal desvantagem das compras online.

Em segmentos como o de materiais de construção, essa necessidade de contato com o produto é ainda mais evidente. A pesquisa da área de Negócios da Globo, em parceria com a MindMiners, apontou que 64% dos entrevistados preferiam comprar materiais de construção e reforma exclusivamente em lojas físicas. Entre os principais motivos estavam conferir a qualidade do produto, citado por 56%, recebê-lo imediatamente, por 50%, e a proximidade do estabelecimento, mencionada por 48%. O levantamento ouviu 980 pessoas em agosto de 2022.

Os números mostram que o avanço do comércio eletrônico não necessariamente elimina o espaço do varejo presencial. Em vez disso, os diferentes canais passam a ser utilizados conforme o tipo de produto, a urgência e a necessidade do consumidor em cada compra.

Na Irmãos Soares, que tem sede em Goiânia e mais de 18 lojas em Goiás e Minas Gerais, essa convivência entre os canais é percebida no comportamento dos clientes. Segundo o gerente nacional de vendas da empresa, Caio Barbosa, há compras que são resolvidas de maneira mais rápida pelo WhatsApp e outras em que o consumidor prefere ir até a loja, conhecer o produto e conversar com um vendedor.

“O cliente tem momentos de compras distintos. Em alguns, quer resolver tudo rapidamente pelo WhatsApp, com uma entrega rápida e o fechamento do pedido. Em outros, prefere ir à loja, tocar e ver o produto e conversar com alguém”, afirma.

De acordo com Barbosa, nos últimos três anos as vendas nas unidades físicas da empresa cresceram, em média, entre 17% e 18%. No ambiente digital, o avanço foi superior a três dígitos, embora o executivo ressalte que o percentual parte de uma base histórica menor.

O cenário acompanha uma mudança na própria função da loja. Se preço, praticidade e rapidez favorecem a compra pela internet, o espaço físico concentra atributos difíceis de reproduzir integralmente no meio digital, como experimentação, orientação e contato direto com quem vende.

“O físico não vai acabar, não vai morrer. Ele vai se adaptar”, avalia Barbosa.

Para o executivo, o atendimento presencial também tem papel importante especialmente em compras que exigem mais informações sobre o produto ou acompanhamento durante a escolha. No segmento de construção e reforma, por exemplo, uma ida à loja pode permitir que o consumidor compare peças, pisos, revestimentos e acabamentos antes de decidir.

“Na loja, o cliente conversa com o vendedor, que entende como está a obra e propõe um produto personalizado para aquilo que ele precisa”, diz.

A confiança é outro fator apontado por Barbosa. Para ele, mesmo diante da ampliação dos canais digitais e do uso de ferramentas tecnológicas no varejo, o contato presencial permanece relevante para uma parcela dos consumidores.

“Nada substitui a confiança, nada substitui o olho no olho, nem o cliente ir até a loja, falar com o vendedor e conversar com alguém do nosso time”, afirma.

A tendência também aparece na integração entre os próprios canais. No levantamento da Globo e da MindMiners, 76% dos consumidores de materiais de construção disseram que gostariam de montar uma lista de produtos e receber o orçamento pela internet, enquanto 64% demonstraram interesse em comprar online e retirar na loja.

Na prática, os dados indicam uma jornada de consumo cada vez menos dividida entre “físico” e “digital”. O cliente pode pesquisar pela internet, tirar dúvidas pelo WhatsApp, comparar preços e, depois, visitar uma unidade para conferir o produto ou fazer o caminho inverso e concluir online uma compra iniciada presencialmente.

Dia do Cliente

A combinação entre preço e experiência também estará entre as estratégias adotadas pela Irmãos Soares para o Dia do Cliente, celebrado na próxima terça-feira (15). Segundo a empresa, algumas linhas terão descontos de até 40%, principalmente em produtos de acabamento, como pisos e porcelanatos. As lojas também receberão novos modelos, formatos e fornecedores.

No dia 15, as unidades terão ainda um café da manhã destinado aos clientes. Para Barbosa, a data funciona como oportunidade para reforçar um relacionamento que não se restringe às promoções.

“Então, o Dia do Cliente é o ano inteiro. É todo dia, sábado, domingo e durante a semana”, afirma.

Depieri Paisagismo, de Brasília, conquista dois prêmios no Pro Landscaper International Awards


Perspectiva do projeto de paisagismo da Fazenda da Matta, um dos vencedores da premiação | Divulgação

O escritório foi contemplado com o primeiro lugar em duas categorias: Projeto Residencial Acima de US$ 500 mil, com A Private Oasis, e Projeto Conceitual, com Fazenda da Matta. Os trabalhos premiados seguem agora para a final mundial, que será realizada na Arábia Saudita, em 2027

Na última semana, o escritório brasiliense DepieriPaisagismo, com mais de 25 anos de atuação, celebrou um importante reconhecimento internacional. Comandada por Cleber e Arthur Depieri, a equipe conquistou duas premiações na etapa regional das Américas do Norte e do Sul, no Pro Landscaper International Awards, iniciativa que reconhece trabalhos de excelência nas áreas de paisagismo, design de jardins e arquitetura da paisagem. A Private Oasis (Oásis Privado) foi o vencedor em Projeto Residencial Acima de US$ 500 mil, enquanto Fazenda da Matta recebeu o primeiro lugar em Projeto Conceitual. 

O evento foi realizado como parte da programação do FutureScape USA, em Santa Mônica (EUA), com a avaliação de um time de especialistas. Agora, os vencedores representarão as Américas na final internacional do Pro Landscaper International Awards, na Arábia Saudita em 2027, onde serão julgados juntamente com participantes de outros continentes

É do Brasil!

O Depieri Paisagismo foi o único representante brasileiro que ficou entre os finalistas desta etapa e, além disso, foi o escritório com maior número de projetos selecionados: três dos dez, conquistando premiações por dois deles. 

“Receber um reconhecimento como esse é uma verdadeira alegria, pois representa a coroação de décadas de trabalho e dedicação ao paisagismo. É um orgulho enorme, ainda mais por sabermos que somos os únicos brasileiros nesta premiação e que estamos representando o nosso país com muito amor”, comemora Cleber Depieri.

“Depois desse importante passo, seguimos com muita expectativa para a premiação mundial e esperamos levar ainda mais longe o nome do escritório Depieri Paisagismo, da região Centro Oeste-Oeste e do Brasil”, celebra Arthur Depieri. 

Depieri Paisagismo

Localizado em Brasília e com mais de 25 anos de experiência, o escritório Depieri Paisagismo se destaca no mercado nacional de projetos e execução de paisagismo. Sob a direção dos sócios Cleber Depieri e Arthur Depieri, a empresa conta com uma equipe dedicada de arquitetos e agrônomos. Seu maior compromisso é transformar espaços em verdadeiras obras de arte naturais, onde a harmonia, a beleza e a sustentabilidade se encontram.

Desde a concepção do projeto até a sua execução detalhada, sua equipe combina criatividade, conhecimento técnico e sensibilidade para criar ambientes que refletem a personalidade e as necessidades de cada cliente. A empresa atua em projetos de diversos portes, abrangendo desde jardins residenciais até grandes áreas corporativas, parques públicos e fazendas. O escritório Depieri Paisagismo atende projetos em todo o território nacional, levando sua expertise em paisagismo para todas as regiões do país. 


Serviço:
Depieri Paisagismo
Tel: (61) 3321-9802
Instagram: @depieripaisagismo
Site: www.depieripaisagismo.com
E-mail: depieri@depieripaisagismo.com

Brasal abre 5ª edição do Talks Brasal Decor na CASACOR Brasília

Foto divulgação

Primeiro encontro, em 10 de setembro, revela os bastidores e conceitos do espaço Construtopia

A Brasal Incorporações apresenta a 5ª edição do Talks Brasal Decor durante a CASACOR Brasília 2026. Exclusivo para convidados, o projeto promove encontros sobre arquitetura, design, comportamento e mercado imobiliário.

A abertura acontece no dia 10 de setembro, no seu espaço dentro da mostra, chamado Construtopia, com o tema “Construtopia: A Arte de Construir Experiências”. O bate-papo abordará os bastidores do ambiente, que ultrapassa a ideia tradicional de um imóvel decorado ao conectar arquitetura, arte, design e uma narrativa sensorial sobre a construção.

Participam Cesar Durão, diretor regional da Brasal; Paula Lavor, gerente regional de Marketing; Fernanda Souza, arquiteta e gerente de Projetos; e Bruno Pessoa, arquiteto do Studio ARK, responsável pelo espaço. A mediação dos Talks será conduzida pelo jornalista Valter Lourenço, do site Estilozzo.

Ao longo da programação, os encontros discutirão formas de morar e investir e a influência dos ambientes nas experiências de quem os ocupa. Ao final de cada edição, os participantes poderão vivenciar, no próprio ambiente, algumas das ideias debatidas.

Brasília recebe o 25º Encontro Internacional de Arte e Tecnologia de 15 a 20/9

Embrace, Rachel Zuanon

Evento gratuito acontece de 15 a 20 de setembro, com programação no Museu Nacional da República e no SESI Lab, e participação de nomes como Regina Silveira e Lucia Santaella

Brasília será palco, de 15 a 20 de setembro, da 25ª edição do Encontro Internacional de Arte e Tecnologia, iniciativa que, há um quarto de século, reúne pesquisadores, artistas, estudantes, professores e interessados nas relações entre criação artística, ciência, tecnologia e sociedade. A programação é gratuita e terá mais de 50 atividades, presenciais, de 15 a 18 (terça a sexta) no Museu Nacional da República e no SESI Lab, e on-line, nos dias 19 e 20 (sábado e domingo).

Nessa edição histórica, o #25.ART – Encontro Internacional de Arte e Tecnologia propõe, a partir do tema GA.IA, um olhar entre inteligência artificial, natureza, sistemas vivos e humanidade. A programação acontece em múltiplos formatos, como palestras, mesas-redondas, performances, exposições, apresentação de pesquisas acadêmicas e projeções mapeadas.

A escolha do tema GA.IA dá unidade conceitual à programação. A proposta aproxima Gaia, compreendida como a complexidade dos sistemas vivos, da ecologia e da biosfera, da Inteligência Artificial, criando um campo de reflexão sobre como tecnologias cada vez mais presentes na vida cotidiana transformam nossa relação com o ambiente, com outros seres e com nós mesmos.

A abertura, na manhã do dia 15 de setembro, será no SESI Lab e concentra alguns dos principais momentos da edição comemorativa. A partir das 9h, acontece a abertura oficial, acompanhada da premiação #25.ART — Edital LED SESI Lab, que anuncia as obras premiadas. Na sequência, das 10h às 12h, a artista Regina Silveira conduz a palestra inaugural sobre seu percurso como artista. Reconhecida por uma produção que investiga espaço, percepção e linguagem visual, Regina abre a programação do encontro que, ao longo de cinco dias, colocará em diálogo diferentes formas de pensar e produzir arte na contemporaneidade.

A agenda do primeiro dia prossegue com debates sobre ‘Ancestralidade nas suas relações entre natureza, arte e tecnologias’ com o artista Casé Angatu Xukuru Tupinambá. Também à tarde, mesas-redondas debaterão a interconexão entre arte e tecnologia, as relações entre o humano e o não humano e os imaginários contemporâneos. À noite, a programação na região central de Brasília se transforma numa galeria a céu aberto com o #3.ART.videomapping, projeções feitas no domo externo do Museu da República, com a abertura da Exposição EmMeio#18, na parte interna, e a performance Parangolés Eletrônicos em Rede.

Para a pesquisadora e coordenadora do #.ART, Suzete Venturelli, “chegar aos 25 anos em plena vitalidade demonstra a solidez de uma trajetória dedicada a fazer da arte e da tecnologia um campo de reflexão humanista e plural. O que mudou foi o alcance e a velocidade das ferramentas tecnológicas. No entanto, a alma do projeto permanece a mesma: o compromisso com a pesquisa crítica, com a liberdade estética e com a recusa ao mero tecnicismo”, afirma.

Da inteligência artificial à ideia de Gaia

Se a abertura apresenta a dimensão histórica e artística do encontro, os dias seguintes aprofundam algumas das questões mais urgentes da produção contemporânea. Na quarta-feira, 16 de setembro, as mesas percorrem temas como poéticas digitais, design, arte e tecnologia, GA.IA, afeto, tecnologias tradicionais e sociais e criatividade contemporânea. Entre os destaques está a palestra ‘Social technologies: african archives and community radio’, do artista alemão Hauke Dorsch, além de performances que exploram novas possibilidades de presença, identidade e criação mediadas pela tecnologia. Nesse dia, também performam trabalhos com Hologramas 3D Virtual.

Na quinta-feira, 17 de setembro, o debate sobre GA.IA ganha ainda mais centralidade e 10 atividades compõem a programação, que começa com a palestra ‘Gaia em Código: Algoritmos e a Poética do Planeta Vivo’, da artista e pesquisadora Ive Rubini, e segue com discussões sobre a natureza como algoritmos, projetos de arte e ecologia, arte, design e tecnologia e práticas contemporâneas. À tarde, a palestra internacional ‘The World as Transduction: Re-thickening Practices in Art, Science and Technology’, da mexicana Tania Aedo, amplia a discussão sobre os cruzamentos entre arte, ciência e tecnologia.

Também no dia 17, a mesa ‘Entre Humanos e Gaia: Arte, IA e Coexistência Planetária’ com vários convidados, coloca em primeiro plano uma das perguntas centrais desta edição: como pensar a convivência entre seres humanos, inteligência artificial e os sistemas vivos que sustentam a existência? O dia termina com a 3ª Assembleia da Associação Nacional de Arte e Tecnologia, que terá palestra com Lucia Santaella, uma das principais referências brasileiras nos estudos de comunicação, semiótica e tecnologias.

Na sexta-feira, 18 de setembro, três mesas-redondas com diversos pesquisadores abordam experimentações e novas formas de criação, com mesas sobre ‘Realidades e Poéticas’, no Museu; e ‘Experimentações em arte e tecnologia’ e ‘Cocriação, Criação Interativa e Ecossistemas’ no SESI Lab.

Novas literacias, resistência e futuros criativos

O sábado e domingo trazem uma programação 100% on-line. O sábado, 19 de setembro, amplia o encontro para questões relacionadas às transformações culturais provocadas pelas tecnologias. A palestra ‘Horizontes da Arte, Ciência e Tecnologia’, de Marília Bergamo, abre o dia, seguido por discussões simultâneas. Os temas são: culturas digitais e práticas de resistência, novas literacias em arte e tecnologia e as perspectivas de cooperação em arte, design e tecnologia. O tema GA.IA retorna no final do dia, em salas dedicadas às relações entre arte, design e tecnologia.

No domingo, 20 de setembro, último dia do encontro, a programação investiga a criação artística em diálogo direto com a inteligência artificial. ‘Poética da Arte Gerativa: projetos autorais’, de Mônica Rizzolli, é a palestra que abre a manhã. Na sequência acontecem debates sobre ‘Inteligência Artificial, GA.IA e Novos Ecossistemas Criativos’, com diversos pesquisadores. À tarde, o foco se desloca para a criatividade expandida, em discussões sobre design, arte e tecnologia. O encerramento acontece com a palestra ‘GA.IA: arte, música e ação’, com participação dos pesquisadores Fabiane Cristina Silva dos Santos e Emílio Martinez, seguida do encerramento oficial do evento.

Exposições ocupam o Museu Nacional da República e o SESI Lab

Um dos pontos centrais dessa experiência será a Exposição EmMeio#18, no Museu Nacional da República, que integra a programação comemorativa com obras e pesquisas na interface entre arte e tecnologia. A mostra terá início no dia 15 de setembro, das 19h30 às 22h30, e ficará aberta para visitação do público até 18 de outubro de 2026.

No SESI Lab, a ocupação artística também ganha destaque com uma obra de Regina Silveira, instalada na fachada do edifício. Aplicada sobre os vidros do prédio, a obra poderá ser observada a grandes distâncias, fazendo da própria arquitetura e da paisagem urbana parte da experiência artística.

Também permanecerão expostas no SESI Lab as obras audiovisuais selecionadas pelo Edital LED SESI Lab, cuja premiação será anunciada durante a abertura oficial do #25.ART, no dia 15 de setembro. A iniciativa destaca a produção audiovisual contemporânea e transforma o grande painel de LED da instituição em espaço de circulação e fruição artística, colocando as obras em contato direto com o público que circula pelo local.

Um quarto de século acompanhando as transformações tecnológicas

Ao completar 25 anos, o #.ART chega a uma edição que reflete a própria transformação do campo em que atua. A velocidade das inovações tecnológicas mudou radicalmente desde os primeiros anos do encontro, mas permanece a aposta na arte como espaço de investigação e na tecnologia como campo que precisa ser questionado, experimentado e compreendido criticamente.

“O #.ART segue sendo um espaço de acolhimento e convergência, onde diferentes saberes e culturas pluriversais, gerações e perspectivas decoloniais e contracoloniais se encontram para imaginar futuros possíveis”, afirma Suzete.

Essa perspectiva está presente tanto na dimensão acadêmica do encontro quanto em sua abertura ao público. Ao lado das apresentações de pesquisas e debates especializados, a programação oferece exposições, projeções e atividades que permitem ao visitante experimentar concretamente algumas das questões discutidas no evento.

A realização do #25.ART é resultado de uma ampla rede de cooperação acadêmica e cultural formada pelo Museu Nacional da República, Brasília, DF; Media Lab / UNB; Media Lab / BR; UnB/PPg Artes Visuais; CAPES, CNPq; Fundação Itaú; SESI Lab; Associação Nacional de Arte e Tecnologia; Universidade Anhembi Morumbi e ANIAV.

Oficinas antecipam o encontro no SESI Lab

Antes da abertura do #25.ART, o SESI Lab recebe, entre os dias 12 e 14 de setembro, três oficinas que integram a programação oficial do encontro. Elas propõem um ambiente de cocriação entre poéticas visuais e ferramentas tecnológicas. 

No sábado (12), das 14h às 19h, Rafaella Lacerda conduz, no Biomaker, a oficina ‘Biofabricação de acessórios com biomateriais de algas, Design regenerativo e experimentação com materiais naturais’, dedicada à criação a partir do alginato de sódio, e também à discussão sobre as possibilidades dos biomateriais no design e na moda. No domingo (13), das 14h às 19h, o Espaço Maker recebe ‘Coisas que piscam e fazem barulhos’, com Gabriel Arcoverde e Prahlada Hargreaves, propondo a exploração de circuitos como instrumentos de criação e expressão, a partir das relações entre energia, som, luz e movimento.

As oficinas pré-#25.ART se encerram na segunda-feira (14), das 14h30 às 18h, com a Oficina de Impressão 3D, conduzida por Ikeda. De caráter prático e introdutório, a atividade apresenta os fundamentos do processo dos modelos até a impressão, permitindo aos participantes compreender como ideias desenvolvidas em ambiente digital podem ser transformadas em objetos físicos. As oficinas acontecem no Espaço Maker e Biomaker do SESI Lab, espaços voltados à experimentação e à fabricação digital e analógica.

SERVIÇO

25º Encontro Internacional de Arte e Tecnologia — #25.ART
Tema: GA.IA
Quando: 15 a 20 de setembro de 2026
Onde: Museu Nacional da República e SESI Lab — Esplanada dos Ministérios, Brasília (DF)
Formato: atividades presenciais e on-line
Programação: palestras, mesas-redondas, performances, exposições, apresentações de pesquisas, videomapping (projeções) e outras atividades
Entrada: gratuita
Classificação indicativa livre
Informações e inscrições: Página oficial do #25.ART na Even3

COABITAÇÕES” PODE SER VISTA ATÉ SÁBADO (12), NA HILL HOUSE, CASAPARK

Foto divulgação

Com 23 artistas, mostra aproxima arte contemporânea e design autoral

Isadora Maia, Ralph Ghere, Sofia Ramos, Marianne Nassuno e outros 19 artistas assinam a exposição coletiva “Coabitações”, em cartaz na Hill House até o próximo sábado, dia 12.

A visitação é gratuita, com curadoria de Luan Grisola e Luciana Paiva (M’ART), a exposição marca mais uma das iniciativas da Hill House para promover os talentos brasileiros das artes visuais.

A mostra propõe um encontro entre diferentes agentes do campo criativo, aproximando a produção artística contemporânea do design autoral.

A coordenação de arte é de Valéria Pena-Costa. “Essa mostra é uma oportunidade singular de difundir o trabalho criativo em um ambiente real, habitado por mobiliário de designers brasileiros, num convívio que valoriza as obras que criamos”, diz Isadora Maia.

Além de participar de Coabitações, Isadora Maia estará performando arte e moda no festival Cat Walk, na próxima semana, com sua coleção de quimonos estampados a partir dos quadros que cria. 

COABITAÇÕES 

Local: Hill House, no shopping Casapark, em Brasília

Entrada gratuita

Visitação até dia 12 de setembro, sábado, das 10h às 20h. 

 

Festival Favela Sounds comemora 10 anos com 25 mil pessoas ocupando Praça do Museu Nacional de Brasília

Foto Gabriele Ribeiro


Edição histórica levou 20 espetáculos ao Palco Petrobras, promoveu mais de 300 reuniões nas rodadas de negócios, gerou 500 postos de trabalho e possibilitou o acesso de 700 jovens ao Baile com ônibus gratuitos saindo de diferentes regiões periféricas do DF

Ao longo de duas noites a cena se repetia: artistas descendo do palco emocionados, enquanto, do outro lado, uma plateia jovem, diversa, em êxtase, cantava, dançava e seguia até os últimos minutos de festa. Foi nessa troca, mais difícil de medir do que qualquer planilha, que o Favela Sounds encontrou a melhor tradução para sua edição histórica de 10 anos que, nas noites de 31 de julho e 1º de agosto, levou mais uma vez a periferia para o centro político do país, ocupando a Praça do Museu Nacional da República, na Esplanada dos Ministérios.

Os números, no entanto, ajudam a dimensionar um pouco do que aconteceu. O festival reuniu 25 mil pessoas presencialmente, sendo 22 mil pessoas no Baile e outras 3 mil nas atividades do Favela Talks. Gerando 500 postos de trabalho, o festival alcançou mais 2,6 mil espectadores por meio da transmissão ao vivo no YouTube e mais de 2800 publicações espontâneas nas redes sociais como resposta do público. A própria estrutura do evento também virou parte do espetáculo. Construída em LED, a cenografia do Palco Petrobras se tornou um dos símbolos visuais da edição, amplamente repostada em conteúdos virais. 

Outro destaque da experiência do público foram os espaços Petrobras, que recebera, cerca de 7 mil pessoas ao longo das duas noites. Celebrando as culturas urbanas, o estande montado pela empresa reuniu grafite e pintura ao vivo, customização de peças de streetwear, criação de lambe-lambes digitais e acesso à playlist da Petrobras durante todo o evento. O festival contou, ainda, com uma área de descanso e photopoint assinados pela marca e instalados no centro da arena, ampliando os pontos de convivência e permanência do público durante o Baile.

A pesquisa realizada com o público da edição também reforçou a conexão do festival com as juventudes e com a diversidade das periferias: 52,7% do público foi composto por mulheres, cis ou trans, 61,8% se declararam pretas ou pardas e 78,2% integram o público LGBTQIA+, considerando orientação sexual e identidade de gênero. A idade média foi de 25 anos, com 83,6% da amostra formada por pessoas de até 29 anos. 

E essa não foi apenas uma comemoração de trajetória. A edição mostrou um festival que cresceu sem abandonar a vocação de misturar gerações, ampliar acessos e colocar artistas ainda em ascensão diante de públicos que normalmente estariam reservados aos grandes nomes do mercado.

Ao longo das duas noites, 20 espetáculos passaram pelo Palco Petrobras. Entre os artistas já consagrados, Gaby Amarantos é um dos nomes que marcou essa edição. A paraense transformou a área externa do Museu Nacional em uma grande festa de aparelhagem e recebeu a chegada de seu aniversário, no dia 1º, com direito a bolo e parabéns no palco. Outro destaque foi a carioca Valesca Popozuda, que mostrou a força de uma carreira que segue arrebatando fãs e conquistando as novas gerações, enquanto o paulista Kyan provocou uma das respostas mais intensas da plateia, ao invadir a arena e cantar em meio à multidão.

A surpresa também veio de quem ainda está construindo os primeiros capítulos da própria trajetória. Bia Soull, que lançou seu álbum de debut “Pornografia Auditiva” em abril, e Ciça, um dos principais nomes em ascensão no rap nacional, fizeram suas estreias em festivais diante de uma plateia desse porte e terminaram a edição entre os nomes mais comentados. Stefanie também chamou atenção em uma programação que colocou lado a lado artistas consolidados e apostas da nova música periférica brasileira.

“A gente considera que a edição foi um grande sucesso de público e, mais ainda, em seus objetivos de democratização, acessibilidade e diversidade, além de comprovar para a cidade e para o país que visões não-dominantes também podem ganhar vazões ampliadas. Como de praxe, o Favela Sounds marcou a carreira de novos artistas. Bia Soull e Ciça foram arrebatadoras em suas apresentações e chamaram muita atenção, principalmente por estarem fazendo essa estreia para grandes públicos”, afirma Guilherme Tavares, idealizador, diretor artístico e curador do Favela Sounds.

Para Amanda Bittar, idealizadora e diretora-geral do Favela Sounds, o resultado ganha ainda mais significado por marcar o reencontro do festival com o Museu Nacional, depois da edição anterior realizada no CCBB Brasília, em fevereiro de 2025.

“Celebrar dez anos é um marco muito importante para qualquer festival. Foi emocionante voltar ao Museu Nacional e encontrar aquele espaço cheio, com um público atento, participativo e disposto a cantar e dançar até o fim. Os artistas saíram muito tocados pela interação que tiveram. É uma edição que certamente ficará no coração de toda a equipe e, tenho certeza, também no do público”, afirma.

O acesso também entrou na conta

A dimensão do festival não esteve apenas no volume de público. Durante os dois dias de Baile, dez ônibus por noite saíram de nove regiões administrativas periféricas do Distrito Federal para levar seus moradores gratuitamente ao Museu Nacional e, depois, de volta para casa. Ao todo, cerca de 700 pessoas utilizaram o serviço, em 20 viagens de ida e retorno do Baile. A iniciativa, que já integra as práticas de acessibilidade consolidadas do Favela Sounds, funcionou, mais  uma vez, para ampliar o alcance da programação já inteiramente gratuita.

E a diversidade da plateia também se refletiu nos bastidores, com 500 postos de trabalho gerados, sendo 100 empregos diretos de produção e operação e 400 indiretos. A equipe da edição foi composta majoritariamente por mulheres e pessoas negras, com forte presença de profissionais periféricos e LGBTQIA+. A produção também manteve uma estrutura dedicada à acessibilidade e ao atendimento de pessoas com deficiência, como em edições anteriores.

“É muito importante para a gente ter um time que represente o que o festival também representa para o público: esse ambiente seguro, de pertencimento, onde as pessoas podem realmente ser quem elas são, sem julgamento e sem preconceito”, destaca Amanda Bittar.

Mais de 300 reuniões de negócios e novos caminhos abertos

Antes de o Baile do Sounds ocupar o Museu, o Favela Talks abriu a programação da edição comemorativa entre os dias 29 e 31 de julho.  As noites de showcases, realizadas nos dias 29 e 30, registraram forte adesão do público. A programação com MU540, na Birosca do Conic, reuniu mais de 2 mil pessoas no dia 30, enquanto, na noite anterior, a apresentação de Nelson Rufino teve lotação esgotada, com parte do público permanecendo do lado de fora do Ordinário Bar na tentativa de acompanhar o show.

No dia 31, as Rodadas de Negócios também trouxeram um novo recorde para o festival com mais de 300 reuniões entre 38 artistas periféricos selecionados e 28 players do mercado musical convidados, de Brasília e de diferentes regiões do Brasil, no maior encontro de negócios já realizado pelo festival. 

A programação do dia também contou com as gravações da primeira temporada do podcast Favela Talks, acompanhadas por cerca de 400 pessoas em fluxo rotativo, acompanhando as quatro conversas com MU540, Valesca Popozuda, Puterrier e Priscila Melo. O formato, mais descontraído e inspirado em uma entrevista, deve se consolidar como uma das frentes do festival para as próximas edições. Os episódios serão lançados entre agosto e setembro, ampliando para todo o país o alcance dos debates realizados em Brasília.

“A ideia de trazer referências do mercado musical é de provocar inspiração para quem está começando, que é o grande objetivo do Favela Talks: abrir visão para jovens artistas e jovens negócios criativos das periferias da cidade”, explica Guilherme Tavares.

Apresentada pelo Ministério da Cultura e a Petrobras, por meio da Lei Rouanet, a edição de dez anos também marcou um novo momento para o Favela Sounds. A parceria inédita com a marca garantiu as condições necessárias para ampliar a estrutura do festival, fortalecer suas diferentes frentes de atuação e oferecer ao público uma experiência compatível com a dimensão alcançada pelo projeto.

Para Guilherme Tavares, “a entrada da Petrobras no Favela Sounds o habilita para um novo momento, já que pudemos contar com a estabilidade e estrutura de uma empresa que há décadas fomenta a cultura brasileira. Ao estarmos atrelados à Petrobras, vamos além de simplesmente acessar o fomento: temos a segurança de estarmos ligados a processos sólidos, dignos de gestores que entendem a importância do financiamento cultural de ponta a ponta, da seleção no edital de patrocínios aos desdobramentos e à sustentabilidade do projeto”.

O Favela Sounds 10 anos foi apresentado pelo Ministério da Cultura e a Petrobras. Com apoio do Museu Nacional da República e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, é uma realização da Um Nome – Agência Criativa e da Fundação Nacional de Artes – Funarte, Ministério da Cultura e Governo Federal.

SERVIÇO –  Balanço Favela Sounds 10 anos
Mais informações: favelasounds.com.br
Instagram: instagram.com/favelasounds
Facebook: facebook.com/favelasounds
X: x.com/favelasounds
YouTube: youtube.com/favelasounds 

“Terraço em Flor” celebra a chegada da primavera com música, gastronomia e cenografia inspirada nos ipês de Brasília

Foto divulgação

Praça Central do Terraço Shopping ganha árvores cenográficas, totens com registros dos ipês do Cerrado, programação musical e experiências gastronômicas exclusivas durante setembro

Setembro chega ao Terraço Shopping com novas cores, sabores e experiências. Para celebrar a chegada da primavera e valorizar um dos maiores símbolos da paisagem de Brasília, o empreendimento realiza o Terraço em Flor, programação que transforma a Praça Central em um cenário inspirado nos ipês do Cerrado e reúne cenografia, música e gastronomia ao longo do mês.

A Praça Central recebe duas árvores cenográficas de ipê, além de totens que levam para o espaço registros fotográficos dos ipês que colorem Brasília. As imagens, feitas pelo perfil @arvoresdocerrado, mostram diferentes espécies e momentos dessa paisagem tão característica da cidade. A proposta é criar um ambiente acolhedor e aconchegante, que convide o público a contemplar a beleza dos ipês, fazer fotos e aproveitar momentos de convivência ao ar livre.

A cenografia foi pensada para valorizar os ipês não apenas como elemento decorativo, mas como parte da identidade e da paisagem do Cerrado. Os espaços também foram planejados para que o público possa fotografar, compartilhar e vivenciar a estação sob uma nova perspectiva.

Música para celebrar a primavera

A programação musical completa a experiência. Todas as quartas-feiras de setembro, das 18h às 19h30, a Praça Central recebe apresentações gratuitas de artistas com diferentes estilos e formações.

A programação começa em 2 de setembro, com Anderson Estima, em uma apresentação acústica de bossa nova, com guitarra e baixo. No dia 9 de setembro, Ana Bello leva o choro para a Praça Central, acompanhada de flauta e violão. Em 16 de setembro, é a vez de Paulo Veríssimo, com voz e violão e repertório de pop rock nacional. No dia 23, Paula Tortorettiapresenta um repertório de MPB, em voz e guitarra. Encerrando a programação das quartas-feiras, em 30 de setembro, Tico de Moraes apresenta jazz em formato de voz, guitarra e piano.

Além da programação regular, o Terraço em Flor terá uma apresentação especial no feriado de 7 de setembro, também com Tico de Moraes, que leva seu repertório de jazz à Praça Central para uma edição especial da programação.

Gastronomia

A experiência também chega à mesa. Restaurantes do Gourmet Center prepararam opções exclusivas para o Terraço em Flor, criando combinações exclusivas para quem quiser aproveitar a visita ao shopping e estender a experiência com novos sabores.

No El Paso, a combinação reúne dois Tacos El Paso de camarão, duas Quesadillas de champignon e cebola, Chili con Totopos e duas Rositas, pelo valor de R$ 190. A opção estará disponível todos os dias de setembro, a partir das 19h.

O NAU participa com o Camarão Nau duplo, acompanhado de duas sobremesas: Nau Petit e torta de limão. O menu custa R$ 149,90 e estará disponível de segunda a sexta-feira, no almoço e no jantar.

No Grande Muralha, a experiência gastronômica reúne opções para almoço e jantar. No almoço, serão cinco opções de entradas pelo valor de R$ 22,90. No jantar, o público poderá escolher entre Yakisoba Misto, Poke de Frango, Combinado de 18 peças ou Poke de Salmão, pelo valor de R$ 46,90.

O Marietta preparou uma experiência completa pelo valor de R$ 89,90, com Salada Marietta como entrada, Frango Crisp ao molho teriyaki, acompanhado de arroz oriental e chips de raízes, como prato principal, e Banoffe como sobremesa.

Já o Café e um Chêro aposta em combinações que unem gastronomia e vinho. O restaurante oferece Moela acompanhada de uma taça de vinho por R$ 69,00 e Rabada acompanhada de uma taça de vinho por R$ 79,00. As opções estarão disponíveis todos os dias de setembro, a partir das 19h.

Com diferentes propostas gastronômicas, a ação amplia o Terraço em Flor para além da Praça Central e convida o público a aproveitar o shopping em diferentes momentos do dia — seja para um almoço, um jantar, um encontro entre amigos ou para acompanhar a programação musical das quartas-feiras.

Ao unir os ipês, a música e a gastronomia, o Terraço em Flor celebra setembro valorizando uma paisagem que faz parte da identidade de Brasília e convidando o público a olhar para a cidade sob novas perspectivas.

Serviço – Terraço em Flor

Data: setembro de 2026

Local: Praça Central e Gourmet Center do Terraço Shopping

Programação musical: quartas-feiras, das 18h às 19h30

Local dos shows: Praça Central

02/09 – Anderson Estima

Bossa nova | guitarra e baixo

09/09 – Ana Bello

Choro | flauta e violão

16/09 – Paulo Veríssimo

Pop rock nacional | voz e violão

23/09 – Paula Tortoretti

MPB | voz e guitarra

30/09 – Tico de Moraes

Jazz | voz, guitarra e piano

07/09 – Tico de Moraes

Apresentação especial de feriado | jazz

Experiências gastronômicas: restaurantes selecionados do Gourmet Center, com opções e condições específicas de cada estabelecimento.

Encontros Culturais | Centro Cultural TCU

Divulgação

Neste fim de semana, 12 e 13 de setembro , o Centro Cultural TCU promove uma programação especial inspirada na exposição Festa de Luz.

Sábado (12)

  • 15h30 – Bate-papo com o artista pernambucano Carlos Mélo, idealizador da Bienal do Barro do Brasil.

Domingo (13)
• 16h – Aulão de forró com Amanda Souza, do projeto Forr’ol
• 17h – Apresentação do Forró do Dengo

Nos dois dias, também haverá visitas mediadas e oficinas gratuitas do Programa Educativo.

📍 Centro Cultural TCU – Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 3
🎟️ Entrada gratuita, mediante doação de 1 kg de alimento não perecível.

A exposição Festa de Luz foi prorrogada até 12 de outubro.

Conexões do Cerrado é opção de passeio em família no feriado de 7 de Setembro em Brasília

Foto divulgação

Exposição imersiva no Zoológico de Brasília reúne tecnologia, jogos, sons e experiências sensoriais para apresentar a biodiversidade do bioma a crianças e adultos

Para quem vai passar o feriado de 7 de setembro em Brasília, uma opção de passeio em família combina lazer, natureza e conhecimento no Zoológico de Brasília. Com funcionamento também na segunda-feira (7), a exposição Conexões do Cerrado propõe uma viagem imersiva por um dos biomas mais importantes do país, com experiências sensoriais e interativas que aproximam crianças e adultos da fauna, da flora, dos recursos hídricos e da cultura do Cerrado.

Instalada em um espaço climatizado dentro do zoológico, a mostra reúne cenografia, tecnologia, jogos educativos, painéis sensoriais e atividades interativas. Ao longo do percurso, o visitante pode descobrir curiosidades sobre espécies emblemáticas, compreender por que o Cerrado é conhecido como a “caixa d’água do Brasil” e conhecer aspectos da cultura das Comunidades Kalungas.

Sons de animais, texturas, projeções, desafios e estações multimídia ajudam a apresentar o Cerrado para além do imaginário associado à vegetação seca. A proposta é revelar a riqueza e a diversidade do bioma e, ao mesmo tempo, chamar a atenção para sua importância ecológica e para os desafios relacionados à preservação ambiental.

“Queremos que cada visitante saia daqui percebendo que o Cerrado faz parte da nossa vida muito mais do que imaginamos. Quando a informação vem acompanhada de uma experiência, ela permanece e gera conexão com a conservação”, destaca Bruno Macedo, idealizador do projeto.

Pensada para todas as idades, Conexões do Cerrado complementa a própria visita ao Zoológico de Brasília e transforma o passeio em uma oportunidade de conhecer mais sobre a biodiversidade brasileira. A experiência reúne recursos táteis, auditivos e visuais, além de espaços destinados a enigmas, jogos educativos e outras atividades lúdicas. Entre os destaques estão ainda conteúdos sobre as nascentes e veredas do Cerrado e espécies como a arara-azul e o lobo-guará.

Com classificação livre, Conexões do Cerrado segue em cartaz até novembro, oferecendo uma opção de passeio que reúne lazer, educação ambiental e contato com a natureza em um único lugar.

SERVIÇO

Exposição Conexões do Cerrado
Local: Zoológico de Brasília
Período: em cartaz até novembro
Horário: de terça a domingo, das 10h às 16h
Feriado de 7 de Setembro: funcionamento das 10h às 16h
Entrada: gratuita mediante ingresso regular do Zoológico
Classificação: livre
Instagram: @conexoesdocerradobsb


“Cavidade Escura” estreia na Unipaz com ancestralidade e imersão no corpo feminino

Foto divulgação

Espetáculo de dança contemporânea terá duas sessões gratuitas e integra projeto que reúne circulação, rodas de conversa, ações formativas

O corpo feminino como território de origem, memória, ancestralidade e transformação está no centro de Cavidade Escura, espetáculo que estreia no dia 13 de setembro, na Unipaz, no Park Way, com duas sessões, às 14h e às 16h. Com direção, coreografia e atuação de Ju Maluf, a obra propõe uma experiência instalativa de dança contemporânea que aproxima movimento, luz, som, água e matéria para investigar os ciclos da vida e aquilo que o corpo carrega antes mesmo da construção da identidade.

As duas apresentações serão gratuitas e contarão com audiodescrição e interpretação em Libras. Entre as sessões, às 15h, o público será convidado para um piquenique, ampliando o tempo de convivência e troca em torno da experiência artística.

Em Cavidade Escura, o útero é tomado como uma primeira arquitetura do corpo, espaço simbólico a partir do qual a obra percorre a formação da vida, da divisão celular à morte. Nesse percurso, o sangue aparece como elemento de passagem e conexão entre gerações, atravessando dimensões como nascimento, menstruação, violência, ancestralidade e sagrado.

Inspirada pelo conceito de Fluxo de Rudolf Laban e também pelos ciclos menstruais, a criação investiga um corpo em permanente transformação. Memória, trauma, afeto e herança surgem não apenas como ideias, mas como forças que atravessam e constituem esse corpo.

A proposta é aproximar processos biológicos e dimensões simbólicas por meio da dança. Mais do que assistir a uma narrativa, o público é convidado a atravessar uma experiência sensorial sobre origem, matéria e memória.

Projeto amplia experiência para além do palco

A estreia na Unipaz abre uma circulação que prevê seis apresentações em diferentes territórios do Distrito Federal. Depois do Park Way, Cavidade Escura segue para o Gama, onde será apresentado no Espaço Semente Cia de Teatro nos dias 30 e 31 de outubro. O projeto também prevê duas apresentações fechadas em escolas públicas de Santa Maria. 

A circulação é acompanhada por ações que procuram prolongar o diálogo despertado pelo espetáculo. Após três apresentações será realizada uma roda de conversa de 20 a 30 minutos sobre o processo criativo, criando um espaço de escuta e aproximação entre artista e público.

Também estão previstos três aulões de dança contemporânea e expressão corporal em escolas, além da produção de um minidocumentário e de uma videodança. O projeto contempla ainda dez atendimentos psicológicos, ampliando sua abordagem para além da criação e circulação artística e estabelecendo conexões entre corpo, expressão, reflexão e cuidado. A agenda dessas atividades está em construção e será divulgada em breve pelo instagram do grupo @corpoavess0. 

Realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), o projeto articula criação artística, circulação, acessibilidade, formação e diálogo com diferentes públicos.

Serviço

Cavidade Escura — estreia na Unipaz

Data: 13 de setembro
Local: Unipaz – Park Way
1ª sessão: 14h
Piquenique: 15h
2ª sessão: 16h
Acessibilidade: audiodescrição e interpretação em Libras nas duas sessões
Classificação indicativa: 18 anos
Ingressos: gratuitos pelo Sympla, link na bio do Instagram
Mais informações: @corpoavess0

Cavidade Escura — Gama

Local: Espaço Semente Cia de Teatro – Gama
30 de outubro: 15h – sessão com interpretação em Libras. Classificação indicativa: Livre.
31 de outubro: 19h30 – sessão com audiodescrição e interpretação em Libras. Classificação indicativa: 18 anos

Direção, coreografia e elenco: Ju Maluf
Realização: projeto realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal – FAC-DF

Mais informações: @corpoavess0

Cria Café comanda Cafeteria da CASACOR Minas 2026

Foto divulgação

Em sua segunda participação na CASACOR Minas, Cria Café amplia a experiência em torno dos cafés especiais com novos sabores, coquetéis autorais, harmonizações e ações sensoriais criadas especialmente para a mostra

A parceria de sucesso da CASACOR Minas com o Cria Café se repete em 2026. Pelo segundo ano consecutivo, a marca é a responsável pela operação de cafeteria da 31ª edição da maior plataforma cultural de arquitetura, paisagismo, arte e design de interiores das Américas, que retorna ao prédio da PUC Minas Lourdes, no Circuito Liberdade. Mantendo a proposta de ser um lugar para criar momentos e memórias, o espaço, projetado pela ESC Arquitetura, conta com cardápio renovado, com foco nos cafés especiais da marca, e nas experiências sensoriais em torno das possibilidades da bebida.

“O nosso principal objetivo é tirar o café do lugar comum do café com bolo ou café com pão e mostrar o quanto ele é versátil como bebida e o quanto ele é ponto de contato, gerador de memórias e criador de experiências”, explicam os fundadores da Cria Café, Alessandro e Jéssica Almeida.

Para isso, o casal aposta em um cardápio criativo, que desperta curiosidade ao servir o café de formas diferentes e utilizar os grãos como ingrediente de receitas variadas.

O público terá a oportunidade de conhecer e degustar seis perfis de cafés no espaço da Cria Café na CASACOR Minas 2026. São eles: Start, Inspira, Impulso, Feeling, Insight e Essência, este último inclusive é o mais vendido da marca. Com notas de chocolate e caramelo, o Essência é um café equilibrado, confortável e envolvente, fácil de beber no dia a dia. Todos os grãos podem ser preparados através dos métodos espresso, V60 e prensa francesa.

Da xícara à taça

Nesta edição da CASACOR Minas, a Cria Café também conta com uma carta de drinks, desenvolvida pelo mixologista e sommelier de cachaças Leo Gomes, incluindo nove coquetéis que carregam o café na lista de ingredientes – sete com álcool e dois não alcoólicos. Entre eles, uma nova mistura, que traduz o DNA criativo e inovador da marca, com uísque, pipoca e café, e uma criação que se destacou bastante no ano passado, o drink CQC, formado por espuma de queijo, aguardente de café e xarope de café.

Quando o assunto é comida, uma das novidades será a presença dos toasts, que já conquistaram o paladar dos clientes na loja física da Cria Café, localizada no bairro de Lourdes. Outra opção é o Raízes Toast, que une pão de fermentação natural, pasta de limão, alho-poró, tomate assado e castanhas para entregar muita crocância. A seção de doces oferece pudim de café, bolo de milho cremoso, bolo de tangerina e um tiramisú, servido dentro de uma cafeteira italiana.

As experiências sensoriais são um dos grandes atrativos da programação da Cria Café na CASACOR Minas 2026. O Cria Class Experience oferecen degustação e harmonização guiada dos principais cafés da marca com itens selecionados do cardápio autoral. “É uma forma educativa, dinâmica e saborosa de mostrar o café de uma outra forma”, apontam Alessandro e Jéssica, que reafirmam o propósito da marca de criar momentos. Os sócios também anunciam a estreia de uma experiência exclusiva que vai conectar café com vinho e queijos.

O ambiente

Quem assina o projeto do ambiente da Cria Café na CASACOR Minas 2026 é o escritório ESC Arquitetura, da dupla Mariana Queiróz e Patrícia Naves. Alessandro e Jéssica conheceram as arquitetas na edição de 2025 da CASACOR Minas e, desse encontro, surgiu o desejo de desenvolver um projeto juntos. “O diálogo tem sido de construir juntos, com muito respeito aos trabalhos e necessidades de cada um, mas com o mesmo objetivo, que é oferecer algo inovador e criativo, visando trabalhar forma e função com o máximo de eficiência para o cliente ter a melhor experiência possível”, adiantam os fundadores da Cria Café.

A segunda participação da Cria Café na CASACOR Minas reforça a intenção da marca de participar de eventos que valorizam criatividade, estilo de vida e gastronomia. “A CASACOR Minas é o evento mais importante em nosso calendário de ações do ano. Temos o pazer e a possibilidade de estar em contato com um público altamente interessado nos nossos produtos e nos encontros que eles proporcionam”, atestam Alessandro e Jéssica.

Sobre a Cria Café – www.criacafe.com.br

Alessandro Almeida é designer e publicitário e Jéssica Almeida, enfermeira. A ideia da marca surgiu quando ele desenvolveu uma embalagem para um café. Durante o trabalho, o casal visitou uma fazenda e conheceu todo o processo de produção de grãos especiais. Ainda sem nenhum plano, eles compraram uma saca de 60 quilos de café verde. Dois meses depois, surgiu a oportunidade de participar da Semana Internacional do Café (SIC), o maior evento da indústria do café no Brasil, realizado anualmente em Belo Horizonte, e eles rapidamente idealizaram a Cria Café, lançada em fevereiro de 2024.

A marca começou sua história como um e-commerce, mas hoje participa de toda a cadeia produtiva do café. Além das lojas (física e virtual), Alessandro e Jéssica produzem grãos com selo de Denominação de Origem (D.O.) na Serra da Mantiqueira de Minas, em São Gonçalo do Sapucaí, Região Sul do estado, a 1.100 metros de altitude, e trabalham com torrefação própria. Outra etapa da expansão, acelerada pela participação na CASACOR Minas 2025, está por vir. Até novembro deste ano, eles devem anunciar a primeira franquia da Cria Café.

Enquanto Alessandro leva para a marca toda a sua bagagem de criatividade e inovação, Jéssica, com sua sensibilidade de enfermeira, imprime sua visão de que, mais que uma bebida, o café pode entregar cuidado e conforto.

Cria Café

Na CASACOR Minas e na Rua Gonçalves Dias, 1633 – Lourdes – BH

CASACOR Minas Gerais

Quando: de 15 de agosto a 06 de outubro de 2026

Onde: Rua da Bahia, 2020 – Lourdes – Belo Horizonte – MG

Local: PUC Minas Lourdes – Rua da Bahia, 2020 – Lourdes

Informações: www.casacor.com.br  

Do aço que ajudou a construir Brasília à arte: Pinheiro Ferragens agora faz parte de monumento no coração da capital 

Natália Brito, Anderson Schneider, Janine, Janete e Jane Brito – Créditos: Gilberto Evangelista.

Após a inauguração de “A Queda de Atlas”, Janine Brito fala sobre trajetória da empresa ligada à história da cidade e amplia atuação no incentivo à cultura e à arte brasiliense

Brasília ganhou um novo elemento em sua paisagem cultural com a inauguração de “A Queda de Atlas”, monumento do artista Anderson Schneider, instalado em frente ao SESI Lab, no coração da capital. A obra foi apresentada ao público durante a Noite do SESI Lab, evento que reuniu programação cultural e de entretenimento, com DJs, food trucks, projeções e outras atrações, transformando o espaço em um ponto de encontro entre arte, tecnologia e cultura.

Com quase sete toneladas, o monumento é produzido em aço corten, concreto e cabos de aço galvanizado. Após a inauguração, a obra já está disponível para visitação e passa a integrar a paisagem urbana de Brasília, aproximando o público de uma criação que reúne elementos de arte, arquitetura e engenharia.

A Pinheiro Ferragens é patrocinadora do projeto e esteve presente na inauguração, prestigiando o artista. O aço, material tradicionalmente associado à construção civil e à indústria, esteve presente na formação da capital e agora ganha uma nova dimensão ao ocupar um espaço de destaque na produção artística da cidade.

Para Janine Brito, presidente do LIDE Mulher Brasília e CEO da Pinheiro Ferragens e do Grupo Pinheiro de Brito, o patrocínio representa uma continuidade da relação da empresa com Brasília e uma oportunidade de contribuir para a cena cultural da capital. “A Pinheiro tem uma relação muito especial com Brasília. O aço fez parte da construção dessa cidade e da história da nossa empresa. Hoje, poder contribuir para que esse mesmo material esteja presente em uma obra de arte, no coração da capital, mostra como o aço pode continuar ajudando a construir Brasília, agora também por meio da cultura e da criatividade.”

A empresária ressalta ainda que o apoio à obra amplia a atuação da empresa e reforça o papel da iniciativa privada no incentivo à produção cultural. “Patrocinar arte é também investir na cidade. Uma obra como ‘A Queda de Atlas’ transforma o espaço urbano, provoca reflexões e cria uma nova experiência para quem passa por ali. Para nós, é muito significativo participar desse movimento e contribuir para que Brasília continue sendo um espaço de encontro entre arquitetura, arte, inovação e história.”

A escolha do aço como um dos principais elementos da escultura reforça a versatilidade do material, que assume na obra não apenas uma função estrutural, mas também estética e simbólica. Com suas grandes dimensões, o monumento estabelece um diálogo direto com a arquitetura monumental de Brasília e com a identidade visual da capital.

A obra parte ainda da figura mitológica de Atlas, tradicionalmente associada ao peso e à responsabilidade de sustentar o mundo. Na interpretação contemporânea proposta por Anderson Schneider, a referência é utilizada para abordar questões relacionadas à sobrecarga e à pressão por desempenho presentes na sociedade atual.

Com a inauguração, “A Queda de Atlas” passa a fazer parte do cotidiano da cidade e do circuito cultural de Brasília. Para a Pinheiro Ferragens, a presença do monumento representa também uma continuidade simbólica de sua trajetória na capital: se antes a empresa esteve ligada ao fornecimento de materiais que ajudaram a erguer Brasília, agora contribui para que o aço também ajude a contar novas histórias sobre a cidade por meio da arte.

SERVIÇO:

“A Queda de Atlas”, de Anderson SchneiderLocal: Em frente ao SESI Lab, BrasíliaVisitação: Monumento disponível para visitação públicaPatrocínio: Pinheiro Ferragens

Sobre a Pinheiro Ferragens – Fundada em 1960, a empresa nasceu com o objetivo de comercializar aço para a construção civil. De base familiar e pioneira na capital, foi responsável por oferecer grande parte dos materiais para a construção de Brasília. Atualmente, a empresa trabalha com um mix de mais de dois mil produtos comercializados e industrializados. Localizada no Setor de Indústrias de Brasília e Taguatinga, a loja possui moderna estrutura e serviços diferenciados. 

Assista os vídeos institucionais da Pinheiro Ferragens: 

SERVIÇO:

Pinheiro SIA

Telefone: (61) 3012-8181

SIA Trecho 2/3 em frente ao SEBRAE

Pinheiro Taguatinga

Telefone: (61) 3354-8181

QI 11 Lotes 2/26 Taguatinga/DF

Câmara recebe exposição do artista plástico Gabriel Duran

A Câmara dos Deputados recebe na próxima semana a mostra “Como Dançam as Sombras”, na Galeria Décimo, no Anexo IV da instituição. É a primeira exposição individual do artista plástico Gabriel Duran e estará aberta de 3 de setembro a 15 de outubro. A entrada é gratuita.

“Como Dançam as Sombras” reúne um conjunto de obras recentes do artista. São desenhos, pinturas, esculturas e colagens, que compõem um percurso em torno de questões que atravessam sua produção: o tempo, a matéria, o corpo e o que permanece como vestígio.

Entre carvão, madeira, cimento, tinta e papéis, a exposição aproxima gestos humanos, arqueologia, processos geológicos e visões do cosmos. As obras procuram colocar esses elementos em relação, fazendo coexistir o instante de um movimento vivo e o tempo profundo da matéria.

A exposição também traz as fotografias produzidas pelo artista em 2025 sobre o patrimônio rupestre da Serra da Capivara, no sul do Piauí.

O autor

Gabriel Duran nasceu em São Paulo, em 1985. É pós-graduado em Artes Visuais pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP-SP) e participou da mostra coletiva do Museu de Arte Brasileira. Sua produção recente aproxima arte contemporânea e patrimônio arqueológico brasileiro, identificando a persistência dos gestos humanos através do tempo.

Serviço

Exposição “Como Dançam as Sombras”, de Gabriel Duran
Local: Galeria Décimo, Anexo IV da Câmara dos Deputados
Data: de 3 de setembro a 15 de outubro
Dias e horários: de segunda a sexta, das 9h às 17h30
Entrada gratuita

Amplitude e integração marcam novo da unidade Garden do Auster Brasal

Foto divulgação

Brasal Incorporações apresenta o ambiente em um brunch no dia 29 de agosto, com finger foods assinados pelo Thai Buffet e condição especial para aquisição de unidades

Mais espaço para a convivência, ambientes integrados e uma área externa que amplia as possibilidades de uso de onde morar. É com essa proposta que a Brasal Incorporações apresenta, no dia 29 de agosto, o novo decorado da unidade Garden do Auster Brasal, empreendimento de alto padrão localizado no Guará II. O evento será realizado a partir das 10h, com um brunch composto por finger foodsassinados pelo Thai Buffet.

Pronto para morar, o Auster Brasal reúne apartamentos de 3 e 4 quartos, com metragens de 97m² a 349m². São três torres, além de mais de 5 mil m² de áreas destinadas ao lazer e à convivência ao ar livre. A localização facilita o acesso ao Plano Piloto e coloca o residencial próximo ao metrô, à Feira do Guará e à rede de comércio e serviços da região.

Para a apresentação do dia 29, a unidade Garden ganhou uma nova ambientação, pensada para mostrar como os espaços podem ser aproveitados no cotidiano. O decorado conta com mobiliário e projeto de paisagismo, explorando principalmente a integração entre as áreas internas e externas.

A configuração busca aproximar o visitante da experiência de morar em uma unidade com dimensões amplas, privacidade e espaços que podem assumir diferentes funções ao longo do dia, do descanso aos encontros com amigos e familiares. A proposta também evidencia uma característica das unidades Garden: reunir atributos associados a uma casa, como uma área externa privativa, com as facilidades e a estrutura de um condomínio.

A arquitetura contemporânea e as plantas generosas integram o conceito do Auster Brasal, concebido para atender famílias que procuram mais espaço e conforto sem abrir mão da vida urbana. O empreendimento está inserido em uma região consolidada do Guará, com acesso facilitado a diferentes pontos de Brasília.

Durante o brunch, o público poderá visitar o novo decorado e conhecer mais detalhes do empreendimento. No dia do evento, a Brasal Incorporações também oferecerá condições especiais para aquisição de unidades.

Serviço

Apresentação do novo decorado Garden do Auster Brasal
Data:
 29 de agosto de 2026
Horário: a partir das 10h
Local: Auster Brasal – AE 4, Lotes C e D, Guará II – Brasília/DF

SESI Lab e Instituto Moreira Salles apresentam exposição de Hans Gunter Flieg

Foto divulgação

O SESI Lab e o Instituto Moreira Salles (IMS), com apoio do Instituto Euvaldo Lodi (IEL) e do Ministério da Cultura, apresentam a exposição Flieg. Tudo que é sólido, dedicada à obra de Hans Gunter Flieg (1923-2024), um dos principais nomes da fotografia do país. O artista dedicou a carreira ao registro da industrialização do Brasil, especialmente de São Paulo, a partir dos anos 1940, destacando-se também na publicidade e na arquitetura. A mostra, em cartaz a partir de 2 de setembro, inaugura a nova galeria de exposições temporárias do SESI Lab e fica em cartaz até 28 de fevereiro de 2027, reunindo cerca de 180 imagens.

“O trabalho de Flieg foi profundamente influenciado pela modernidade europeia, aliando o domínio na elaboração formal da imagem fotográfica ao absoluto controle da iluminação, da exposição e do processamento da película”, diz Sergio Burgi, coordenador de fotografia do IMS. “Com alto rigor formal, sua fotografia de indústria permite igualmente que estruturas, equipamentos e objetos industriais registrados de maneira objetiva e direta conduzam, em muitos casos, a imagens de forte viés abstrato, ampliando e atualizando a relevância da produção do fotógrafo no âmbito da fotografia moderna e contemporânea no Brasil”.

A curadoria de Flieg. Tudo que é sólido é de Sergio Burgi, com assistência de Mariana Newlands. O acervo de Flieg está sob a guarda do IMS desde 2006. Esta é a primeira vez que a exposição viaja para outra cidade e marca o início da parceria entre SESI Lab e IMS.

“O trabalho de Hans Gunter Flieg é um importante registro das transformações da indústria brasileira e de seu impacto na sociedade. Para o SESI Lab, receber esta exposição significa conectar arte, memória e indústria, valorizando esse patrimônio e, ao mesmo tempo, provocando novos olhares sobre o futuro. A parceria com o Instituto Moreira Salles torna esse encontro ainda mais potente”, afirma Claudia Ramalho, superintendente de Cultura do Serviço Social da Indústria (SESI).

“A exposição traduz, por meio do olhar de Flieg, um capítulo importante da transformação da indústria brasileira. Para o IEL, apoiar essa iniciativa é também valorizar a memória, a criatividade e o conhecimento que impulsionam a inovação e ajudam a formar os profissionais que constroem o futuro da indústria”, completa Sarah Saldanha, superintendente nacional do IEL.

A exposição do SESI Lab apresenta um aparato inédito: o público poderá entrar em uma câmera escura e entender como é feita a captação de imagens pela fotografia. Trata-se de um dispositivo vedado à luz externa, no qual a luz penetra de forma controlada através de uma pequena abertura, projetando uma imagem luminosa e invertida do mundo exterior na superfície interna da câmera.

Se dissolve no ar…

A obra e a vida de Flieg se misturam à própria história do século 20. Nascido em uma família judia de classe média, na Alemanha, estudou fotografia em 1939, aos 16 anos, antes de migrar juntamente com a família para o Brasil, fugindo da perseguição do regime nazista. A partir de 1945, estabelece-se como fotógrafo em São Paulo, trabalhando para empresas como Willys-Overland e Mercedes-Benz, pioneiras da indústria automobilística no Brasil, além de registrar momentos marcantes do período, como a 1ª Bienal Internacional de Arte de São Paulo, em 1951, e a construção da sede do Masp, na década de 1960.

A exposição Flieg. Tudo que é sólido é dividida em três núcleos. O primeiro traz imagens de arquitetura industrial, como a construção do Ginásio do Ibirapuera (1955) e das hidrelétricas de Ilha Solteira e Jupiá, no Rio Paraná, e a Fábrica Duchen, em Guarulhos (SP), projeto de Oscar Niemeyer. No segundo núcleo, o olhar de Flieg se volta para o interior das fábricas, com foco nos maquinários. As fotografias tinham fim comercial, mas captam os detalhes escultóricos destes equipamentos.

Por fim, no terceiro núcleo, o visitante poderá apreciar o trabalho realizado pelo fotógrafo para o mercado publicitário, com imagens marcantes de objetos cotidianos, como pneus, máquina de escrever, ferramentas, calculadora e mobiliário. São imagens feitas de forma meticulosa, com contrastes de luz e sombra, com o objetivo de evidenciar as qualidades de cada objeto.

Em entrevista concedida em 2014 ao IMS, o fotógrafo enfatiza: “A importância é mostrar o produto da melhor forma possível. O que você tem que fazer tem que ser bem-feito.”

“O olhar que nos oferece Flieg sobre uma sociedade industrial que se quis e se fez moderna na São Paulo do pós-guerra, sem romper, entretanto, com os mecanismos de reificação, alienação e poder de seu tempo, nos leva a refletir agora, décadas depois, sobre uma sociedade pós-industrial igualmente imersa em profundas e radicais transformações e contradições, onde mais uma vez tudo que é sólido desmancha no ar”, afirma Burgi, curador da mostra.

Sobre o IMS – O Instituto Moreira Salles (IMS) é uma instituição cultural, fundada em 1987, dedicada à preservação, pesquisa e difusão do patrimônio cultural brasileiro. Ao longo de sua atuação, constituiu um amplo acervo, distribuído nas áreas de fotografia, literatura, iconografia, música e arte contemporânea. O IMS mantém centros culturais nas cidades de São Paulo, Poços de Caldas e Rio de Janeiro. Além disso, conta com site institucional, que reúne diversos materiais de acervo, informações sobre programação e outros conteúdos. Também realiza extensa programação cultural, que inclui exposições, sessões de cinema, shows, debates e atividades educativas, e lança publicações, entre revistas e livros.

Flieg. Tudo que é sólido

SESI Lab – ao lado da Rodoviária do Plano Piloto

2 de setembro de 2026 a 28 de fevereiro de 2027

De terça a sexta, das 9h às 18h; sábado, domingo e feriados, das 10h às 19h

Classificação: livre

Ingressos: R$ 20 e R$ 10 (meia)

Press kit

@sesi.lab

Programa educativo Rolê Cultural amplia experiência com a obra de Yoshitaka Amano no CCBB Brasília

Foto: Tatiana Reis

Oficinas de mangá, cartas colecionáveis e Suminagashi, vivências em LIBRAS e visitas mediadas aproximam diferentes públicos do universo do artista japonês

Em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil Brasília até 1º de novembro, Yoshitaka Amano – Além da Fantasia reúne 218 obras originais vindas diretamente do Japão e uma experiência imersiva que percorre mais de cinco décadas da trajetória de um dos nomes mais influentes da cultura visual contemporânea. Conhecido por trabalhos que atravessam animação, videogames, quadrinhos, moda e artes visuais, Amano construiu uma linguagem marcada pelo encontro entre tradição japonesa, fantasia e diferentes referências da cultura contemporânea.

A experiência com a exposição, no entanto, não termina nas galerias. A partir do universo visual de Amano e das referências presentes em sua obra, o Rolê Cultural – CCBB Educativo desenvolve uma programação gratuita que convida crianças, adolescentes, adultos, estudantes e educadores não apenas a observar, mas também a experimentar, criar e estabelecer novas relações com o que encontram na mostra.

Entre as atividades estão oficinas de práticas artísticas que dialogam diretamente com a exposição e com a cultura japonesa. Na Oficina de Suminagashi, realizada aos sábados, domingos e feriados, às 14h, crianças a partir de 6 anos conhecem uma técnica de marmorização em água criada no Japão há mais de mil anos. O nome significa “tinta flutuante” e descreve o processo em que as tintas permanecem sobre a superfície da água antes de serem transferidas para o papel, produzindo uma impressão única a cada experiência.

O universo dos jogos e personagens ganha espaço na Oficina Cartas Colecionáveis, de quinta a domingo, às 17h. Inspirada na estética de Yoshitaka Amano e nos primeiros jogos da série Final Fantasy presentes na exposição, a atividade propõe que crianças a partir de 8 anos criem seu próprio grupo de aventureiros. Cada participante desenvolve três personagens originais, pensando características, habilidades e figurinos, que depois são transformados em cartas utilizadas em torneios que combinam imaginação, estratégia e narrativa.

Já a Oficina Introdução ao Desenho de Mangá, de terça a domingo, às 19h, é voltada a participantes a partir de 14 anos. Inspirada na obra de Amano, a atividade apresenta princípios de construção do desenho, trabalhando corpo, proporções, poses e expressões características da estética do mangá.

A programação também inclui ações de acessibilidade. Às sextas-feiras, o Rolê com LIBRAS promove encontros entre pessoas surdas e ouvintes por meio de visitas, jogos e outras experiências culturais conduzidas com intérprete de LIBRAS. Em agosto, nos dias 14 e 28, às 16h, a atividade propõe vivências diretamente relacionadas a Yoshitaka Amano – Além da Fantasia. Nos dias 7 e 21, às 11h, a programação é dedicada a jogos com LIBRAS, aproximando sinais e jogabilidade.

A realização da mostra conta com o patrocínio da BB Asset, reafirmando o compromisso da empresa e do Banco do Brasil com iniciativas que ampliam o acesso da população à cultura. Ao viabilizar gratuitamente a realização da exposição, a empresa fortalece seu compromisso com a democratização do acesso à cultura e contribui para aproximar públicos cada vez mais diversos da produção artística.

Escolas e grupos

Com a volta às aulas, outro eixo do Rolê Cultural se destaca: são as visitas mediadas destinadas a escolas, universidades e instituições. Realizadas mediante agendamento, de terça a sábado, elas propõem uma aproximação coletiva com as exposições a partir da escuta, do diálogo e da troca de saberes.

No Rolê na Exposição, os grupos são recebidos por educadores para uma mediação cujo percurso pode ser adaptado à faixa etária e às demandas pedagógicas apresentadas pelos professores. Dependendo da turma, a visita pode se concentrar em uma galeria ou em aspectos específicos da exposição.

Após a mediação, os estudantes recebem material educativo desenvolvido a partir da mostra. O conteúdo pode ser utilizado no próprio CCBB ou posteriormente em sala de aula, prolongando a experiência e oferecendo novas possibilidades de abordagem pedagógica.

Para as escolas públicas, há ainda disponibilidade de transporte gratuito, e os professores recebem previamente material educativo para apoiar a preparação da visita. O agendamento é gratuito e realizado pela plataforma Mediato Conecta.

As visitas acontecem de terça a sexta-feira, às 9h, 10h, 14h, 15h e 19h, e aos sábados, às 9h. Cada grupo pode reunir até 44 pessoas, sendo que os horários das 9h e das 15h permitem agendamentos duplos, com atendimento de até 88 participantes.

Com oficinas, mediações, ações de acessibilidade e atividades destinadas a grupos escolares, o Programa Educativo amplia as possibilidades de encontro com Yoshitaka Amano – Além da Fantasia. A proposta é fazer da visita um ponto de partida para outras experiências, permitindo que diferentes públicos criem, experimentem e construam suas próprias relações com o universo apresentado na exposição.

Sobre a BB Asset

A BB Asset, maior gestora de fundos do país, administra cerca de R$ 1,79 trilhão em patrimônio líquido e é responsável pela gestão de mais de 1.200 fundos de investimento, atendendo milhões de pessoas que buscam realizar seus objetivos financeiros. A empresa é reconhecida pela excelência de sua gestão, com as maiores notas das agências de classificação de risco Fitch Ratings e Moody’s. Detém aproximadamente 17,4% de participação no mercado, consolidando sua liderança no setor. Seus produtos são distribuídos pela maior rede de atendimento bancário do país, o Banco do Brasil, e pelas principais plataformas de investimento. A BB Asset acredita que seu papel vai além da gestão de ativos. Com soluções desenvolvidas para diferentes perfis e objetivos, a empresa assume a responsabilidade de contribuir para uma sociedade mais inclusiva, participativa e conectada com o que realmente importa, investindo em iniciativas que promovem desenvolvimento ambiental, social, de governança e cultural.

Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Localizado no Edifício Tancredo Neves, o prédio é uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico de autoria de Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, é oferecido o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais, aproximando o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

Acessibilidade

A ação Vem pro CCBB conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional.

O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. O ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code exibido no interior do veículo. Mais informações em Serviços Oferecidos | CCBB Brasília.

Horários da van – de quinta-feira a domingo

Biblioteca Nacional → CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h.

CCBB → Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.

Serviço

Yoshitaka Amano – Além da Fantasia

Período: Até 1º de novembro de 2026

Horário: de terça-feira a domingo, das 9h às 21h

Ingressos: gratuitos, mediante retirada no site www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília

Local: Galerias 3, 5 e Pavilhão de Vidro do CCBB Brasília

Endereço: SCES Trecho 02, Lote 22 – Edifício Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Esportivos Sul

Classificação indicativa: Livre

Hidden Brasília expõe obras de Augusto Corrêa até 6 de setembro 

Foto divulgação

Mostra integra a programação artística da oitava temporada do projeto, que combina ponto de encontro com arte, música, gastronomia e ocupação urbana

Hidden Brasília ampliou sua programação artística com a chegada da exposição do artista Augusto Corrêa, que apresenta parte de suas obras até o dia 6 de setembro, dentro da programação da oitava temporada do projeto. Conhecido por transformar espaços pouco convencionais de Brasília em experiências temporárias, o Hidden mantém, em 2026, uma de suas principais características, ressignificar lugares da cidade e convidar o público a enxergá-los sob uma nova perspectiva. 

O endereço desta temporada é um exemplo dessa proposta. O antigo galpão do Jornal de Brasília, marcado pela arquitetura industrial e pela memória da cidade, ganhou nova vida para receber encontros, manifestações artísticas e experiências culturais. É nesse cenário que chega a produção de Augusto Corrêa. Com mais de 500 obras realizadas, o artista apresenta uma linguagem visual autoral, marcada pelas bolinhas multicoloridas e por combinações inesperadas de cores e formas. 

A trajetória de Augusto também dialoga diretamente com a diversidade na arte. Portador da Síndrome de Down, a história de sua vida atravessa a experiência criativa, contribuindo para um olhar singular sobre o mundo e para uma produção que vem despertando a atenção de curadores e colecionadores.

Autodidata, ele desenvolveu um estilo característico por suas combinações inesperadas de bolinhas multicoloridas que, associadas a elementos e texturas especiais, compõem multiversos únicos, multidivertidos e multidiversos de se apreciar.

“A mostra de Augusto Corrêa integra a proposta do Hidden de transformar a cidade em um espaço vivo, criativo e aberto à novas experiências”, explica Mariana Braga, idealizadora e diretora criativa do Hidden Brasília, sobre a chegada da exposição de Augusto e a conexão entre o trabalho do artista e a proposta do Hidden. “A exposição também acrescenta à temporada uma discussão sobre representatividade e inclusão no mercado de arte, ao apresentar a trajetória de um artista que construiu uma identidade própria e vem ampliando sua presença no circuito artístico”, finaliza Mariana.

O Hidden como experiência

Criado a partir da ideia de descobrir e ocupar lugares que muitas vezes passam despercebidos, o Hidden Brasília se tornou conhecido por levar o público a endereços inusitados e transformá-los temporariamente em ambientes de convivência e experiências culturais.

Em sua oitava temporada, o projeto mantém essa essência no antigo galpão do Jornal de Brasília. A escolha do endereço reforça a intenção de recuperar espaços com história e criar novas relações entre arquitetura, cidade e público.

A chegada da exposição de Augusto Corrêa segue essa narrativa. Ao lado da programação musical e gastronômica, a arte visual passa a ocupar mais uma vez um papel central na experiência do Hidden, criando um percurso em que o visitante pode descobrir novas obras, artistas e perspectivas enquanto vivencia o espaço.

A exposição de Augusto Corrêa poderá ser visitada a partir desta quinta-feira (20), durante o funcionamento do Hidden Brasília.

Serviço

Hidden Brasília — 8ª temporada
Exposição: Augusto Corrêa
Período da exposição: 20 de agosto a 6 de setembro
Local: antigo galpão do Jornal de Brasília
Endereço: Setor de Indústrias Gráficas, Lote 765 – Sudoeste/Octogonal – Brasília/DF
Funcionamento: quinta a sábado, das 19h às 2h
Informações: Hidden Brasília
Instagram: @hiddenbrasilia

Trilha da Inclusão realiza chamamento para exposição de artes visuais na 3ª edição do festival

Foto divulgação

Seleção contempla artista ou coletivo com deficiência para mostra no CCBB Brasília, de 9 a 29 de outubro. Inscrições gratuitas, até 31 de agosto

A produção artística de pessoas com deficiência ganha espaço na programação cultural de Brasília. Está aberto o chamamento para a exposição de artes visuais da 3ª edição do Festival Trilha da Inclusão, que será realizada no CCBB Brasília, de 9 a 29 de outubro de 2026. Promovido pela Guia Acessibilidade Inclusiva, o festival tem entrada gratuita e, desde 2024, busca ampliar o protagonismo de pessoas com deficiência nos espaços culturais.

A seleção contempla um artista ou um coletivo de pessoas com deficiência, que deverá apresentar pelo menos dez obras originais para ocupar a Galeria G4 do Centro Cultural. O selecionado receberá cachê de R$ 15 mil, conforme as condições previstas no edital. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas, até 31 de agosto, no link da bio @trilha.dainclusao.  O resultado será divulgado em 10 de setembro, no mesmo perfil.

A curadoria busca trabalhos que tenham a deficiência como eixo central da pesquisa estética, explorando-a não como limitação, mas como elemento de criação e linguagem. A proposta também contempla obras que dialoguem com a acessibilidade como recurso artístico. Entre as exigências do chamamento está a apresentação de ao menos uma obra mediadora, em réplica ou reprodução, destinada às atividades educativas, além da adequação do conteúdo para todos os públicos, incluindo crianças e adolescentes.

Para Cássia Lemes, idealizadora do Trilha da Inclusão, a iniciativa contribui para ampliar a presença de artistas com deficiência no circuito cultural e estimular novas perspectivas sobre arte e acessibilidade. “Mais do que abrir espaço para a exposição de obras, queremos fortalecer o protagonismo de artistas com deficiência e reconhecer a acessibilidade como parte do processo de criação. A mostra é uma oportunidade para que diferentes experiências e perspectivas ocupem o espaço cultural e provoquem novos olhares sobre a arte e sobre a própria deficiência”, afirma Cássia Lemes, idealizadora do Trilha da Inclusão.

Podem participar artistas com deficiência maiores de 18 anos; coletivos, formais ou informais, compostos majoritariamente por pessoas com deficiência; e pessoas jurídicas de direito privado, incluindo Microempreendedores Individuais (MEIs), desde que tenham histórico comprovado de atuação em artes visuais.

SERVIÇO
Chamamento — Exposição de Artes Visuais | Festival Trilha da Inclusão 2026
Inscrições: gratuitas, no link da bio @trilha.dainclusao

Período de inscrição: Até 31 de agosto de 2026
Resultado chamamento: até 10 de setembro de 2026

Exposição: 9 a 29 de outubro de 2026 (vernissage em 9/10)

Local: Galeria G4, CCBB Brasília

Cachê: R$ 15.000,00 (quinze mil reais) . Confira condições no edital disponibilizado nos canais digitais do projeto.

Casapark promove talk sobre sensibilidade e criação em diálogo com exposição do MAC-PR

Foto divulgação

Arquiteta e diretora criativa Juliana Medeiros participa de encontro mediado por Daniel Mangabeira no Espaço Casa

O que acontece antes de uma ideia se transformar em projeto? É a partir dessa pergunta que a arquiteta e diretora criativa Juliana Medeiros conduz o talk “É preciso sentir – Uma poética do viver”, no dia 1º de setembro, às 19h, no Espaço Casa, do Casapark. O encontro, mediado pelo arquiteto Daniel Mangabeira, integra a programação realizada em parceria com a exposição “Poéticas Paranaenses – Mulheres no Acervo do MAC-PR”, em cartaz no Museu de Arte de Brasília (MAB). As inscrições são gratuitas.

Com 16 anos de atuação no universo do morar, Juliana propõe uma conversa sobre sensibilidade, percepção e criação, a partir de sua experiência no desenvolvimento de conceitos, espaços e experiências para marcas e produtos. Para ela, o processo criativo começa antes da forma: nasce da observação, da escuta e da capacidade de perceber pessoas, lugares, matérias, memórias e atmosferas. “Talvez estejamos vivendo um tempo em que precisamos reaprender a sentir. Antes da resposta, existe a percepção; antes da forma, existe a experiência. É esse espaço poético entre sentir e criar que me interessa habitar”, afirma.

A conversa estabelece uma relação direta com “Poéticas Paranaenses”, exposição com curadoria de Monica Spezia Justen que reúne, no MAB, um recorte inédito de obras produzidas por mulheres integrantes do acervo do Museu de Arte Contemporânea do Paraná (MAC-PR). Ao aproximar arte, arquitetura e design, o encontro propõe ampliar a reflexão sobre como o repertório sensível pode influenciar aquilo que criamos e também a maneira como habitamos e percebemos o mundo. “É preciso sentir para fazer sentir”, resume Juliana.

A parceria entre o Casapark e a exposição surgiu a partir de uma proposta de Monica Spezia Justen e Daniel Mangabeira e reforça a vocação do Espaço Casa como lugar de encontro entre diferentes campos da criação. A programação começa com uma apresentação da curadora, seguida da mediação de Daniel e da conversa com Juliana.

Sobre os convidados

Juliana Medeiros é arquiteta e diretora criativa, com atuação dedicada ao universo do morar. Com formação em arquitetura e extensão acadêmica na Itália, desenvolve projetos de direção criativa, espaços comerciais e exposições para marcas nacionais e internacionais. Seu trabalho reúne arquitetura, branding, pesquisa e criação de experiências. Foi três vezes reconhecida pelo iF Design Award, uma das principais premiações internacionais de design.

Daniel Mangabeira é arquiteto pela UnB e sócio-fundador do BLOCO Arquitetos. É curador da Bienal Iberoamericana em Brasília e integra o grupo responsável pela curadoria do Pavilhão do Brasil na Bienal de Arquitetura de Veneza. Foi presidente do CAU/DF, conselheiro da Fundação Athos Bulcão e diretor cultural do Instituto de Arquitetos do Brasil – Seção DF. É mestre em Art in Architecture pela Westminster University, em Londres, e recebeu, com o BLOCO Arquitetos, diversos prêmios nacionais e internacionais.

Monica Spezia Justen é advogada e mestre em Direito Público pela UFPR. Atua na intersecção entre o direito e o setor criativo como Diretora da Projus Cultural e membro da Comissão Especial de Cultura e Arte do Conselho Federal da OAB. Pesquisadora em História da Arte e Curadoria, assina a curadoria de mostras de destaque, como a exposição Poéticas Paranaenses: Mulheres do MAC no MAB, realizada em Brasília.

Serviço

Talk “É preciso sentir – Uma poética do viver”
Com Juliana Medeiros
Mediação: Daniel Mangabeira
Data: 1º de setembro (terça-feira)
Horário: 19h
Local: Espaço Casa – Casapark
Participação gratuita

Exposição “Poéticas Paranaenses – Mulheres no Acervo do MAC-PR”
Curadoria: Monica Spezia Justen
Visitação: até 10 de setembro
Local: Museu de Arte de Brasília – MAB
Entrada gratuita: https://www.sympla.com.br/evento/e-preciso-sentir-uma-poetica-do-viver-juliana-medeiros-e-daniel-mangabeira-casapark-prime-talks/3551606

Embaixada da Espanha e Instituto Cervantes Brasíliapromovem ciclo de documentários musicais “Músicas para Tos Ojos”

Divulgação

Programação, realizada em parceria com o Festival In-Edit, reúne quatro produções espanholas que abordam música, memória, identidade, inclusão e cultura

A Embaixada da Espanha e o Instituto Cervantes Brasília, em parceria com o Festival In-Edit, apresentam, em setembro, o ciclo de documentários musicais “Músicas para Tus Ojos”. A programação reúne quatro produções audiovisuais espanholas que têm a música como ponto de partida para contar histórias de vida, revisitar patrimônios culturais e refletir sobre temas como identidade, memória, inclusão e transformação social.


As sessões serão realizadas sempre às 19h, no Instituto Cervantes Brasília, com entrada gratuita e filmes com legendas em português. A programação começa no dia 9 de setembro, com La guitarra flamenca de Yerai Cortés, e segue até o dia 30, com uma sessão semanal.


Mais do que documentários sobre música, os filmes selecionados apresentam diferentes maneiras de compreender a arte como instrumento de expressão, resistência e transformação. Ao longo da programação, o público será convidado a percorrer diferentes territórios e universos musicais, em uma viagem que aproxima experiências individuais e coletivas por meio da música.


Os filmes


9 de setembro – La guitarra flamenca de Yerai Cortés


Primeiro longa-metragem dirigido por Antón Álvarez, conhecido artisticamente como C. Tangana, o documentário acompanha o guitarrista flamenco Yerai Cortés e mergulha em um doloroso segredo familiar que marcou sua trajetória. A produção transforma a música em caminho para a reconciliação com as próprias origens e com uma história familiar marcada por silêncios e feridas.


16 de setembro – El canto de las manos


Dirigido por María Valverde, o filme acompanha o desafio do Coro de las Manos Blancas, da Venezuela, formado por pessoas surdas, na preparação de uma apresentação da ópera Fidelio, de Beethoven. Sob a regência do maestro Gustavo Dudamel, os integrantes do coro levam a música aos palcos por meio da língua de
sinais. A produção aborda o poder inclusivo e transformador da arte, questionando os limites tradicionalmente impostos à experiência musical.


23 de setembro – Omega Wants To Dance


De Ramon Tort, o documentário investiga a dança em suas múltiplas dimensões, percorrendo diferentes lugares e culturas. A dança aparece como celebração, ritual, sedução e catarse coletiva, revelando uma linguagem universal capaz de conectar corpos, comunidades e tradições.


30 de setembro – La Marsellesa de los Borrachos


Dirigido por Pablo Gil Rituerto, o documentário resgata uma história pouco conhecida da Espanha durante a ditadura franquista. Em uma jornada clandestina, um grupo de etnomusicólogos italianos percorreu diferentes regiões do país para registrar canções populares de resistência. As gravações preservaram as vozes de operários, intelectuais e camponeses e transformaram a música em documento histórico e instrumento de memória.


Com propostas e linguagens distintas, os quatro filmes revelam a extraordinária capacidade da música de atravessar fronteiras, preservar memórias e criar novas formas de encontro. O ciclo também reforça o diálogo cultural entre Brasil e Espanha, aproximando o público brasiliense da produção documental espanhola contemporânea.


O Instituto Cervantes Brasília é referência na promoção da língua espanhola e na difusão das culturas dos países hispânicos, oferecendo ao público uma programação cultural diversificada que aproxima Brasília da produção artística e cultural do mundo hispânico.


Serviço


Ciclo de documentários musicais “Músicas para Tus Ojos”
Realização: Embaixada da Espanha e Instituto Cervantes Brasília, em parceria com o
Festival In-Edit
Local: Instituto Cervantes Brasília – SEPS 707/907 Sul, Conjunto D
Horário: 19h
Entrada: gratuita
Legendas: português
Programação:

  • 09/09 – La guitarra flamenca de Yerai Cortés
  • 16/09 – El canto de las manos
  • 23/09 – Omega Wants To Dance
  • 30/09 – La Marsellesa de los Borrachos