Inspirada no universo de Gurulino, personagem criado pelo artista Pedro Sangeon, mostra integra a programação artística da temporada 2026 e poderá ser visitada até 15 de agosto
O Hidden Brasília amplia sua programação artística a partir desta quinta-feira (23) com a abertura da exposição Totem Urbano. Inspirada no universo de Gurulino, personagem criado pelo artista visual Pedro Sangeon (Gurulino) e reconhecido como um dos ícones da arte urbana brasiliense, a mostra reúne pinturas inéditas que aproximam cultura urbana, Cerrado e símbolos de pertencimento para convidar o público a redescobrir Brasília por um novo olhar.
Ao longo do percurso, Totem Urbano apresenta uma espécie de expedição poética pelas identidades da capital. Em vez de retratar apenas a arquitetura modernista, as obras revelam camadas simbólicas, afetivas e espirituais que também ajudam a construir a cidade, transformando Brasília em um território de memória, imaginação e pertencimento.
Instalado nesta temporada no antigo galpão do Jornal de Brasília, no Setor de Indústrias Gráficas, o Hidden reforça sua proposta de transformar espaços marcados pela memória da cidade em ambientes dedicados à arte, à gastronomia, à música e à convivência. A exposição dialoga diretamente com esse conceito ao transformar Brasília em território de descobertas, encontros e novas narrativas.
Conhecido pela criação de Gurulino, personagem que há mais de uma década ocupa muros, galerias e o imaginário da capital, Pedro Sangeon amplia, em Totem Urbano, o universo visual e filosófico de sua obra. Se Brasília costuma ser representada por seus monumentos e grandes escalas, o artista direciona o olhar para elementos que revelam outras formas de pertencimento. “O totem aparece como mapa, bússola e marca de presença. É o ponto de partida para uma cartografia alegórica que percorre caminhos ainda pouco visíveis da cultura brasiliense, aproximando o imaginário urbano da força do Cerrado e de figuras que evocam proteção, celebração, movimento e pertencimento“, explica Pedro Sangeon.
As obras reúnem cores intensas, personagens enigmáticos e grafismos característicos da linguagem visual desenvolvida por Sangeon. Trabalhos como Totem Noite, Totem Ipê-Laranja, Totem Arqueiro e Totem Festa dividem espaço com as séries Arqueologia e Carrancas, criando um percurso entre céu, chão, águas, memória e ancestralidade.
Pedro Sangeon
Artista visual, desenhista e artista urbano, Pedro Sangeon tornou-se conhecido pela criação de Gurulino, personagem que transita entre quadrinhos, ilustrações, animações, objetos e grandes murais. Desde 2015, publica semanalmente suas tirinhas no Correio Braziliense e já levou seus trabalhos a cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Barcelona, Nova York e Paris, além de desenvolver projetos para instituições como Centro Cultural Banco do Brasil, Unesco, Caixa Cultural e Organização das Nações Unidas.
Gurulino e a identidade brasiliense
Artista visual, desenhista e artista urbano, Pedro Sangeon tornou-se conhecido pela criação de Gurulino, projeto que transita entre quadrinhos, ilustrações, animações, objetos e grandes murais. Desde 2015, publica semanalmente suas tirinhas no Correio Braziliense e já levou seus trabalhos a cidades como São Paulo, Rio de Janeiro, Barcelona, Nova York e Paris, além de desenvolver projetos para instituições como Centro Cultural Banco do Brasil, Unesco, Caixa Cultural e Organização das Nações Unidas.
Em Totem Urbano, o artista aprofunda a relação entre sua produção e o território onde ela nasceu, convidando o público a enxergar Brasília não apenas como um projeto arquitetônico, mas como uma cidade construída por símbolos, encontros, contradições e narrativas em permanente transformação.
Serviço
Exposição:Totem Urbano Artista: Pedro Sangeon Período da exposição: de 23 de julho a 15 de agosto de 2026 Local: Hidden Brasília 2026 – antigo galpão do Jornal de Brasília Endereço: SIG, Lote 765, Brasília (DF) Visitação: de quinta-feira a sábado, a partir das 19h Entrada: couvert artístico a partir de R$ 60 Informações e programação:Hidden Brasília
Hospital Anchieta Ceilândia inaugura 32 novos leitos de terapia intensiva e amplia a capacidade assistencial da região
Durante muito tempo, a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) foi vista apenas como o setor destinado aos casos mais graves. Hoje, a medicina intensiva vai além: conforto, privacidade, tecnologia e atuação integrada das equipes passaram a ser reconhecidos como fatores que também contribuem para a recuperação dos pacientes.
Essa transformação chega ao Hospital Anchieta Ceilândia, que amplia em 32 leitos sua capacidade de atendimento e aproxima de uma das regiões mais populosas do Distrito Federal uma estrutura de alta complexidade que, durante muitos anos, esteve concentrada principalmente na área central de Brasília.
Projetada para atender às necessidades da medicina intensiva contemporânea, a nova unidade reúne acomodações individuais, banheiros privativos, iluminação natural, controle de ruídos e monitorização contínua. O ambiente foi concebido para oferecer mais segurança, privacidade e conforto aos pacientes, além de melhores condições de trabalho às equipes assistenciais.
Entre os diferenciais está um leito equipado com sistema de isolamento respiratório por pressão negativa, tecnologia inédita em Brasília. O recurso impede que o ar potencialmente contaminado circule para outras áreas da unidade, aumentando a segurança no atendimento de pacientes com doenças infectocontagiosas.
Outro avanço é a integração da nova UTI com uma ressonância magnética equipada com recursos de Inteligência Artificial. A tecnologia melhora a qualidade das imagens, reduz o tempo dos exames e contribui para decisões clínicas mais rápidas, especialmente em casos de maior complexidade.
Estrutura pensada para favorecer a recuperação
Para o coordenador das UTIs do Hospital Anchieta Ceilândia, Belchior Santana, a evolução da medicina intensiva passa por uma assistência que integra tecnologia, estrutura e equipes especializadas.
“Hoje entendemos que a recuperação do paciente depende de um conjunto de fatores. A tecnologia é fundamental, mas também fazem diferença um ambiente mais silencioso, acomodações individuais, iluminação natural e a atuação integrada de diferentes profissionais. Tudo isso contribui para uma assistência mais segura e eficiente.”, destaca.
Além da infraestrutura, os novos leitos serão assistidos por uma equipe multiprofissional formada por médicos intensivistas, enfermeiros, fisioterapeutas, nutricionistas, farmacêuticos, psicólogos, fonoaudiólogos e outros profissionais que acompanham cada paciente de forma integrada ao longo de toda a internação.
Na avaliação do coordenador regional das UTIs dos Hospitais Anchieta, Marcelo Maia, a medicina intensiva também passou por uma mudança importante na forma de indicar esse tipo de cuidado.
“A UTI deixou de ser vista apenas como o último recurso. Em muitos casos, a internação no momento adequado permite monitoramento contínuo, intervenções mais rápidas e redução de complicações, aumentando as chances de recuperação”, pontua.
Mais acesso à alta complexidade
A ampliação também representa um avanço para a assistência de alta complexidade em Ceilândia. Segundo o diretor-geral e diretor técnico do Hospital Anchieta Ceilândia, Clodoaldo Abreu da Silveira Junior, o investimento amplia a capacidade de resposta da unidade e aproxima serviços especializados da população.
“Estamos oferecendo à comunidade uma estrutura preparada para atender pacientes críticos com tecnologia, equipes qualificadas e um modelo assistencial alinhado às necessidades da medicina intensiva atual. É um investimento que amplia o acesso e fortalece a assistência na região”, comemora.
O Distrito Federal possui a maior oferta de leitos de UTI por habitante do país, com 76,68 leitos para cada 100 mil habitantes, segundo levantamento da Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib).
Expansão acompanha demanda crescente
Para o diretor-geral dos Hospitais Anchieta, Marcello Caio de Souza Reis, ampliar a capacidade instalada significa acompanhar uma demanda crescente por atendimento especializado sem abrir mão da qualidade.
“A expansão vai muito além do aumento do número de leitos. Ela representa um investimento em inovação, qualificação das equipes e infraestrutura para oferecer uma assistência cada vez mais segura, eficiente e centrada nas necessidades dos pacientes.”, afirma.
Com a ampliação, o Hospital Anchieta Ceilândia reforça sua capacidade de atendimento a pacientes de alta complexidade e aproxima da população uma estrutura que reúne tecnologia, equipes especializadas e um novo conceito de cuidado intensivo.
Iniciativa integra a 2ª edição do Festival do Guará e promove um dos maiores registros da produção cultural da cidade
143 escritores, 15 artistas visuais e uma infinidade de histórias para contar. Reunindo essa força criativa, a 2ª edição do Festival do Guará tem início nesta terça-feira (21/07). O Teatro da Administração Regional será o palco do lançamento simultâneo da Coletânea Artística e da Exposição de Artes do Guará, em uma programação que costura a memória, a inventividade e a alma de uma das regiões mais queridas dos brasilienses.
Muito além de uma celebração, o projeto se propõe a traduzir em palavras, cores e formas o verdadeiro mosaico cultural da RA X, a partir da voz de quem vive e respira a cidade. Realizado pelo Instituto Latinoamerica e pelo Festival do Guará, em parceria com a Funarte (Fundação Nacional de Artes), com apoio da Administração Regional, o projeto busca registrar a essência local.
“Reunimos escritores e obras visuais na tentativa de construir um retrato possível da alma do Guará. No processo seletivo realizado em abril, buscamos identidade a partir de um critério claro: cada colaborador precisava ter um vínculo de afeto com este território e seu povo. Cada pessoa que assina este livro reconhece, à sua maneira, que faz parte da comunidade”, destaca.
Narrativas visuais Com poemas, contos, crônicas e relatos, a publicação “Do Guará: Coletânea Artística” reúne o trabalho de 143 escritores, entre vozes experientes e novos talentos. Os textos dialogam com obras da Exposição de Artes. Reproduzidas em serigrafias, as peças são inspiradas na história, na paisagem, na vida cotidiana da cidade e vão resultar em uma coleção permanente, que pretende ampliar o acesso do público e fortalecer a preservação da memória local. A noite de lançamento contará ainda com um sarau literário aberto ao público, proporcionando um espaço de encontro entre autores e leitores.
Calçadão Cultura Com 57 anos de fundação, o Guará tem muita história para contar e cantar. A cidade, hoje, abriga um cenário de efervescência musical. Dando continuidade à proposta de transformar a arte guaraense em memória, encontro e pertencimento, o 2º Festival do Guará realiza, em agosto, o Calçadão Cultural.
O evento vai promover um circuito de convivência e expressão artística ao pôr do sol, reunindo música, literatura, artes visuais, atividades esportivas, oficinas e manifestações da cultura popular. Ao todo, serão nove pontos distribuídos ao longo do calçadão do Guará II, das 16h às 21h, com atrações formadas majoritariamente por artistas e coletivos da cidade.
SERVIÇO 2º Festival do Guará – lançamento da Coletânea Artística do Guará, Sarau Literário e abertura da Exposição de Artes do Guará Data: 21 de julho de 2026 Horário: 19h Local: Teatro da Administração Regional do Guará Entrada gratuita
Calçadão Cultural Data: 1º de agosto de 2026 Horário: 16h às 21h Local: Calçadão do Guará II Entrada gratuita
Brasília ganhou uma boa dose de fantasia, cultura pop e criaturas de outros mundos neste inverno.
Desde o último de 17 de julho, o CCBB Brasília abriu as portas para Yoshitaka Amano – Além da Fantasia, a maior exposição do artista japonês já realizada no Brasil. São 218 obras originais, vindas diretamente do Japão, entre pinturas, ilustrações, objetos e trabalhos inéditos.
Nome cultuado por diferentes gerações, Amano é o homem por trás do imaginário visual de Final Fantasy e de universos como Vampire Hunter D e Angel’s Egg — uma mistura muito particular de tradição japonesa, surrealismo, espiritualidade e cultura pop.
E seu currículo pop vai longe. Neil Gaiman, DC Comics, Magic: The Gathering e até Vogue Itália já cruzaram o caminho do artista ao longo de mais de cinco décadas de criação. Com curadoria de Antonio Curti, a mostra se divide em sete núcleos e reserva um gran finale imersivo inspirado em Devaloka: projeções, animações e desenho sonoro transportam o visitante para um cenário de divindades, criaturas fantásticas e constelações douradas.
Depois do sucesso no Rio e em Belo Horizonte, Além da Fantasia fica em Brasília até 1º de novembro. Um programa e tanto para quem gosta de arte, cultura pop e, claro, de sair da realidade por algumas horas.
O Casapark abriu oficialmente, na noite de quinta-feira (16), a temporada do Liquidecora 2026 com a inauguração da Casa Decorada, novo projeto que transforma a Praça Central do shopping em uma residência cenográfica dedicada ao design, à arquitetura, à arte e ao morar contemporâneo. Concebida por Angela Borsoi, Sonia Lacombe e Humberto Araque, a mostra reúne seis ambientes — living com área externa, suíte master com varanda, home office, cozinha gourmet, estar multiuso e quarto de solteiro — assinados por Valéria Gontijo + Arquitetos, Studio Zuba, Studio Walleria Teixeira, Ney Lima Arquitetos, MAAI Arquitetura e Juliana Leão Arquitetura. O lançamento reuniu arquitetos, designers, lojistas, artistas, influenciadores e convidados em uma noite que misturou decoração, moda e música em clima de celebração.
Um dos momentos mais comentados foi a apresentação assinada pela Casa Quadra, que levou à Casa Decorada o conceito Veraneio – O Caminho até o Verão. Em vez de uma passarela tradicional, as modelos surgiam pelas escadas rolantes do shopping e percorriam os ambientes da casa, criando um desfile integrado à própria arquitetura da mostra. Letícia Gonzaga apresentou sua leitura autoral da camisaria em fibras naturais e modelagens precisas, enquanto a Graciano’s exibiu peças de alfaiataria em couro que celebram cinco décadas de tradição.
A atmosfera da noite foi embalada pela trilha da DJ Ana Chris, acompanhada de vinhos da Wine C e do buffet assinado por Juliana Inglês. Mais do que marcar a abertura de uma mostra, o evento confirmou a proposta do Casapark de aproximar diferentes expressões da criação brasileira — da moda ao mobiliário, da arte à arquitetura — em uma experiência pensada para inspirar novas formas de habitar.
À frente da Simmons Brasília, com três lojas, e da rede Kasa dos Colchões, com 4 unidades, o empresário relembrou início vendendo de porta em porta, carreira em grandes varejistas e os desafios até construir o próprio negócio.
O empresário Antônio Vicente Jr., líder da operação da Simmons Brasília e da rede Kasa dos Colchões no Distrito Federal, compartilhou sua trajetória profissional durante um encontro de empresários da Founders Legacy, voltado para networking e conexões de negócios. Atualmente, ele comanda três lojas da marca Simmons na capital e outras 4 unidades da Kasa dos Colchões.
Passando por grandes marcas como Ponto Frio, Disbrave, Antônio foi responsável por trazer a Simmons para Brasília e transformar a unidade local em uma referência internacional da marca. “Se Brasília tem uma loja referência mundial, é porque tem alguém por trás que teve essa visão, que se predispôs a fazer acontecer, e essa pessoa é o Antônio”, afirmou Giovanni Santos, fundador da Legacy Business.
Durante a apresentação, Antônio contou que chegou a Brasília aos 14 anos e teve como um dos primeiros trabalhos a venda de produtos de porta em porta nas regiões administrativas do Distrito Federal. “Eu tinha uma mala, botava debaixo do braço e ia vender capa para máquina de lavar, capa de liquidificador na periferia: Ceilândia, P Sul, P Norte, Setor O, Planaltina. Botava a mala dentro de uma Kombi com outros vendedores e saía vendendo”, relembrou.
Segundo ele, a paixão pelas vendas surgiu ainda nessa época e permanece até hoje. “Eu sempre fui apaixonado por venda. É por isso que eu sou louco por salão. Hoje tenho 10 unidades e passo na maioria delas todos os dias. Sou fanático por trabalho”, disse.
O empresário também recordou as dificuldades financeiras enfrentadas no início da vida em Brasília. Morador do Setor O, em Ceilândia, afirmou que, muitas vezes, percorria longas distâncias a pé por não ter dinheiro para o transporte.
Na sequência, Antônio passou por grandes empresas do varejo nacional. Trabalhou durante 11 anos no Ponto Frio, onde chegou ao cargo de gerente de loja, teve uma breve passagem pelas Casas Bahia e, posteriormente, atuou como supervisor de vendas da Disbrave, concessionária de veículos do Distrito Federal.
Segundo ele, a experiência acumulada nesses anos foi fundamental para dar o próximo passo: empreender.
O empresário contou que a oportunidade de adquirir sua primeira loja surgiu há cerca de 22 anos, quando negociou a compra de uma unidade da Kasa dos Colchões, na 706 Norte.
Antes disso, ele relembrou outro momento decisivo da carreira: a compra de uma loja no Conjunto Nacional, mesmo sem ter os recursos necessários. “Eu entrei no Conjunto Nacional como lojista. Eu não tinha dinheiro para comprar a loja. O proprietário pediu R$ 1 milhão. Eu disse que tinha. Na verdade, não tinha nada. Ele pediu R$ 300 mil de entrada. Liguei para um amigo, consegui o dinheiro emprestado e parcelei o restante. Foi assim que assumi a loja”, contou.
Durante a apresentação, Antônio também falou sobre a influência da fé em sua trajetória empresarial. Segundo ele, ainda no início da caminhada cristã, teve o que definiu como um sonho profético sobre ter um negócio próprio. “Eu tive um sonho de que teria uma empresa. Depois fui conhecer uma loja chamada Casa dos Colchões. Quando vi aquele nome, entendi que era o caminho que Deus estava mostrando”, afirmou.
Ao longo da conversa, o empresário defendeu valores como disciplina, transparência e dedicação ao trabalho, características que, segundo ele, foram determinantes para transformar uma trajetória iniciada como vendedor ambulante em uma operação que hoje reúne 7 lojas no Distrito Federal, entre a Simmons Brasília e a Kasa dos Colchões.
Aproximadamente 50 outros empresários participaram do encontro, e muito deles, compartilharam experiências e vivências empreendedoras em seus negócios, regado por muita garra e determinação, que tornou o momento bastante emocionante. Empreendedores de diversas partes do Distrito Federal e Entorno, que atuam em vários segmentos de mercado.
Ao final do encontro, os participantes participaram de um momento de confraternização e networking, com um buffet assinado pela SIDINA Momentos Gourmet, responsável pelo serviço gastronômico oferecido durante o evento.
Sobre a Kasa dos Colchões Fundada em Brasília, a Kasa dos Colchões é referência no segmento de descanso e bem-estar no Distrito Federal. Liderada pelo empresário Antônio Júnior, a empresa construiu sua trajetória ao longo de mais de duas décadas, unindo resiliência, conhecimento técnico e atendimento consultivo. Com um portfólio que reúne marcas premium como Simmons, Epeda e Flex, a Kasa oferece soluções completas em colchões, camas, travesseiros e acessórios, sempre com foco na qualidade do sono e na saúde. Atualmente, conta com mais de 70 colaboradores e unidades estrategicamente localizadas na capital.
Sobre a Simmons Com mais de 150 anos de história, a Simmons é uma das marcas mais respeitadas do mercado global de colchões premium, reconhecida por ser pioneira na tecnologia de molas ensacadas individuais. Presente em mais de 100 países, a marca combina tradição e inovação para oferecer produtos de alto desempenho. Em 2025, inaugurou em Brasília, no Park Sul, a primeira loja conceito da Simmons no Brasil, em parceria com o especialista Antôn
io Júnior, proporcionando uma experiência de compra personalizada e focada em conforto, saúde e bem-estar.
O Casapark inaugura, no dia 16 de julho (quinta-feira) , a Casa Decorada, projeto inédito que amplia o conceito da tradicional Liquidecora e transforma a Praça Central do shopping em uma residência cenográfica dedicada à arquitetura, ao design, à arte e à decoração.
Concebida pelo conceituado trio formado por Angela Borsoi, Sonia Lacombe e Humberto Araque (foto), a mostra propõe uma experiência imersiva em torno do morar contemporâneo, reunindo seis ambientes assinados por alguns dos principais escritórios de arquitetura e interiores de Brasília.
Além de apresentar projetos concebidos por Denise Zuba Arquitetos, Juliana Leão Arquitetura, MAAI Arquitetura, Ney Lima Arquitetos, Studio Walleria Teixeira e Valéria Gontijo + Arquitetos, a Casa Decorada incorpora obras de artistas representados pela Cerrado Galeria, reforçando o compromisso do Casapark com a valorização da produção criativa local.
A abertura na proxima quinta (16), exclusiva para convidados, reunirá arquitetura, moda e design em uma mesma celebração, com desfile da designer Letícia Gonzaga e das marcas da Quadra Concept, incluindo Graciano’s, além de atrações musicais e coquetel assinado por Juliana Inglês. Durante toda a mostra, o público também poderá participar de visitas guiadas, talks, encontros com arquitetos e artistas e outras atividades ligadas ao universo do morar. O Casa Decorada + Liquidecora Casapark permanece aberto ao público de 17 de julho até 23 de agosto com acesso livre.
Participação reforça o protagonismo da empresa no mercado imobiliário de alto padrão, marca uma nova fase estratégica e amplia sua conexão com arquitetura, design e experiências contemporâneas
A Brasal Incorporações marca presença em mais uma edição da CASACOR Brasília e será a única incorporadora participante da mostra em 2026. A iniciativa reforça o posicionamento da empresa como referência no mercado imobiliário de alto padrão e simboliza o início de uma nova era estratégica da marca, marcada por uma atuação ainda mais conectada à inovação, ao design, à experiência do cliente e às transformações do morar contemporâneo.
Com um espaço exclusivo assinado pelo arquiteto Bruno Pessoa, do StúdioArk, a Brasal apresentará um ambiente de mais de 100m² denominado “Construtopia”. O nome traduz a proposta do projeto ao unir os conceitos de construção e utopia, representando a ideia de transformar a obra em algo que vai além da engenharia: um espaço onde arquitetura, arte, sonho e realidade se encontram para inspirar novas formas de viver.
A participação da Brasal Incorporações na CASACOR Brasília 2026 será representada por César Durão, diretor regional; Fernanda Souza, gerente de Projetos; e Alessandra Oliveira, coordenadora de Implantação de Interiores. O trio será responsável por apresentar o conceito da marca, receber clientes, parceiros e convidados e fortalecer o relacionamento da incorporadora durante toda a mostra.
Mais do que um ambiente expositivo, o “Construtopia” reunirá um decorado exclusivo, experiência imersiva e uma programação especial de Talks voltados para temas como arquitetura, decoração, design, lifestyle e tendências do morar contemporâneo.
A participação na mostra também representa mais um movimento estratégico da Brasal para estreitar o relacionamento com pessoas que valorizam qualidade de vida, criatividade e experiências inspiradoras.
Com uma trajetória consolidada na mostra, a incorporadora já participou de cinco edições da CASACOR Brasília e, em 2026, reforça seu protagonismo ao assumir o papel de única incorporadora presente no evento, reafirmando seu compromisso com a excelência, a inovação e a valorização da arquitetura como elemento transformador da experiência de morar.
A mostra reúne 218 obras originais e uma experiência imersiva que convida o público a percorrer o universo visual de um dos criadores mais influentes da cultura contemporânea
Há artistas que criam imagens. Outros criam mundos. Ao longo de mais de cinco décadas de trajetória, Yoshitaka Amano transformou a fantasia em linguagem artística e construiu um imaginário capaz de atravessar gerações, culturas e diferentes formas de expressão. Reconhecido internacionalmente por seu trabalho na animação, nos videogames, nos quadrinhos, na moda e nas artes visuais, o artista japonês chega ao Centro Cultural Banco do Brasil Brasília com a exposição Yoshitaka Amano – Além da Fantasia, em cartaz de 17 de julho a 1º de novembro.
Reunindo 218 obras originais vindas diretamente do Japão, além de uma experiência imersiva desenvolvida especialmente para a mostra, a exposição apresenta um amplo panorama da produção de um artista que ajudou a redefinir a estética da fantasia contemporânea. Entre pinturas, ilustrações, objetos e trabalhos inéditos, o público é convidado a mergulhar em um universo onde tradição e inovação, espiritualidade e cultura pop, delicadeza e potência convivem em permanente transformação.
Após temporadas de grande sucesso no CCBB Belo Horizonte e no CCBB Rio de Janeiro, a mostra chega a Brasília oferecendo uma rara oportunidade de conhecer de perto a obra original de um criador cuja influência ultrapassa fronteiras e linguagens, alcançando gerações de admiradores em todo o mundo.
Para Amano, a realização da exposição em Brasília representa também a continuidade de um diálogo especial com o público brasileiro. O artista destaca que a mostra oferece uma oportunidade rara de contato direto com obras inéditas e com trabalhos que revelam aspectos dificilmente perceptíveis em reproduções. “Os visitantes poderão conhecer obras nunca exibidas, incluindo grandes peças em alumínio – algo que só pode ser plenamente apreciado ao ver o trabalho original, pessoalmente”, afirma. Entusiasmado com a chegada da exposição à capital federal, Amano acrescenta: “Fico verdadeiramente feliz em ver uma nova mostra sendo realizada no Brasil, depois da exposição em São Paulo, em 2024. É uma honra ter essa oportunidade, especialmente com o projeto se expandindo de maneira tão significativa. Estou ansioso por isso”.
Nascido em 1952, na província japonesa de Shizuoka, aos pés do Monte Fuji, Yoshitaka Amano iniciou sua trajetória artística ainda na adolescência, ao ingressar na Tatsunoko Production, um dos estúdios mais importantes da animação japonesa. Foi ali que começou a desenvolver a linguagem visual que se tornaria sua marca registrada: personagens etéreos, linhas fluidas, composições elegantes e uma combinação singular entre referências da tradição japonesa e movimentos artísticos ocidentais.
Ao longo dos anos, Amano consolidou-se como um dos artistas mais influentes da cultura visual contemporânea. Seu trabalho atravessa diferentes campos da criação artística, da animação aos videogames, da literatura à moda, dos quadrinhos às artes visuais. Sua contribuição para a franquia Final Fantasy ajudou a definir a identidade visual de uma das séries de videogame mais populares da história, enquanto projetos como Vampire Hunter D, Angel’s Egg e colaborações com nomes como Neil Gaiman, DC Comics, Magic: The Gathering e Vogue Itália ampliaram ainda mais o alcance de sua obra.
Com curadoria de Antonio Curti, a exposição está organizada em sete núcleos temáticos que revelam diferentes momentos e dimensões da produção do artista: Tatsunoko, dedicado aos primeiros anos de sua carreira na animação; Final Fantasy, que reúne trabalhos relacionados à célebre franquia de jogos; Candy Girl, série marcada pela influência da pop art e do surrealismo; Devaloka, conjunto de obras que explora universos mitológicos e espirituais; Vampire Hunter D; Angel’s Egg; e Colaborações, núcleo que apresenta trabalhos desenvolvidos para diferentes projetos editoriais, culturais e comerciais ao redor do mundo.
“Yoshitaka Amano é um artista raro, daqueles capazes de atravessar diferentes gerações, linguagens e culturas sem perder sua identidade. Esta exposição busca revelar não apenas o criador por trás de obras que marcaram a animação, os videogames, a literatura e a cultura pop, mas também apresentar a profundidade de sua produção artística autoral. Ao percorrer esses sete núcleos, o visitante é convidado a explorar um universo onde fantasia, espiritualidade, beleza e imaginação se encontram, revelando a trajetória de um artista que transformou o ato de sonhar em uma forma de arte”, comenta Antonio Curti.
Mais do que apresentar a trajetória de um artista, a mostra propõe uma reflexão sobre a imaginação como força criativa capaz de conectar culturas, linguagens e gerações. Em suas obras, Amano constrói universos que transitam entre sonho e realidade, luz e sombra, tecnologia e espiritualidade, criando narrativas visuais que continuam inspirando artistas, criadores e públicos em diferentes partes do mundo.
Ao final do percurso expositivo, os visitantes são convidados a vivenciar uma experiência imersiva desenvolvida especialmente para a mostra em parceria com a AYA Studio. Inspirada na série Devaloka — palavra sânscrita que significa “mundo dos deuses” — a instalação utiliza projeções, animações e desenho sonoro para ampliar a experiência sensorial e transportar o público para dentro do universo criado por Amano.
A partir de treze obras selecionadas da série, a experiência propõe um mergulho em cenários habitados por divindades, criaturas fantásticas, constelações douradas e paisagens que parecem flutuar entre o material e o espiritual. Mais do que animar as imagens, a instalação busca revelar movimentos, ritmos e atmosferas já presentes nas pinturas originais, ampliando o diálogo entre arte e tecnologia.
Ao reunir obras históricas, trabalhos inéditos e experiências imersivas, Yoshitaka Amano – Além da Fantasia reafirma o poder da arte de expandir os limites da imaginação e convida o público a percorrer os múltiplos mundos criados por um dos mais importantes artistas visuais da atualidade.
Sobre o CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Localizado no Edifício Tancredo Neves, o prédio é uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico de autoria de Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, é oferecido o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais, aproximando o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolha públicas e particulares, universitários e instruções, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Acessibilidade
A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta-feira a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional.
O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta no vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. Mais informações em: Serviços Oferecidos | CCBB Brasília
Horário da van – De quinta-feira a domingo: Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h. | CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30.
Serviço:
Yoshitaka Amano – Além da Fantasia De 17 de julho a 1º de novembro de 2026
Horários: De terça-feira a domingo, das 9h às 21h
Ingressos gratuitos, mediante retirada no site www.bb.com.br/cultura e na bilheteria física do CCBB Brasília.
Local: Galerias 3, 5 e Pavilhão de Vidro do CCBB Brasília
Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul
Em cartaz de 9 a 31 de julho, a galeria da ‘Mostra de Imagem em Movimento – MAPA’ ocupa simultaneamente os dois andares da CAL, de segunda a sábado, entre 10h e 19h. A entrada é gratuita.
Brasilienses e turistas são aguardados na ‘Casa de Cultura da América Latina’ (CAL),a partir desta quinta-feira, 9, às 18h, para uma homenagem especial à videoarte contemporânea produzida no país. Artistas de diferentes regiões do Brasil, convidados especiais, cineastas, djs e curadores se juntam ao público para celebrar a história da videoarte, durante a 1ª Mostra de Imagem em Movimento – MAPA.
Próximo à Praça dos Três Poderes, a Casa de Cultura da América Latina (Asa Sul de Brasília) sedia a nova temporada do MAPA, entre os dias 9 e 31 de julho, de segunda a sábado, das 10h às 19h, com entrada gratuita. Promovendo diálogos curatoriais e trocas com artistas do Maranhão, Pará e Rio de Janeiro, a exposição itinerante chega ao Distrito Federal em formato inédito, dando às boas-vindas aGaleria de Videoarte do MAPA.
A programação ocupa simultaneamente os dois andares da CAL. Para exposição, a Galeria Urucum apresenta dez videoartes em formato de curtas-documentários, enquanto a Galeria de Bolso reúne entrevistas, comentários e os bastidores da produção. Já a Galeria CAL recebe as videoinstalações que marcaram as passagens por São Luís (MA) e Belém (PA), ampliando o diálogo entre artistas, territórios e diferentes linguagens da imagem em movimento.
Em um espetáculo de ‘imagens em movimento’, o público acompanha a exibição de dez curtas: Tudo é correnteza, de Rafa Cardozo; Um Horizonte em Movimento, de Bárbara Savannah; Travessia, de Ícaro Matos; Todo trajeto, também é um rio, de Juruna;Alvorada e Fuga, de Leonardo Venturieri; Uma Casinha no Trilho, de Acaique; História da Terra, de Dinho Araújo, Frágil Dureza, de Inke; Temp(l)o do Rosa Fixado, de Ramusyo Brasil e Sol de Meio Dia, por Silvana Mendes.
Diante de importantes marcos, a exibição chega durante as celebrações demeio século da videoarte no Brasil. Nesse sentido, o MAPA leva a paixão pela videoarte para além das primeiras pesquisas sobre tecnologias e corpos nos anos 90, e refina o olhar artístico com a inclusão de colagens e fotografias, além de pinturas digitais na produção artística.
Mostrando a força da videoarte e do videomapping pelo Brasil, o MAPA comemora a chegada em Brasília após colorir as fachadas históricas no eixo Norte e Nordeste. A exposição pelas cidades já assina 8 horas de programação e mais de 3,2 mil metros quadrados de arte exibidas, envolvendo a participação direta de 230 colaboradores e 40 organizações.
O legado histórico dá origem à identidade da galeria, que encerra um ciclo itinerante dedicado à preservação da memória ferroviária por meio da arte. De acordo com o coordenador-geral do MAPA, João Pacca, a coleção criada traz questões do presente, passado e futuro, por meio de uma linguagem acessível.
“Nós oferecemos à infraestrutura da Estrada de Ferro Carajás uma coleção de arte contemporânea que aponta para os principais representantes de sua memória e potência, formada por artistas entre o Maranhão (MA) e o Pará (PA), cada qual com sua equipe e comunidade. Eu acredito que esta edição do MAPA foi extremamente brilhante. Entender a memória ferroviária não é uma tarefa para a literalidade. A Estrada de Ferro Carajás é gigante, tanto em importância quanto em complexidade. E os artistas que convidamos ao projeto nos trouxeram retóricas absolutamente distintas que nos permite criar uma observação muito rica dessa relíquia cultural que é a ferrovia”, conclui João Pacca.
A 1ª edição do MAPA – Mostra de Imagem em Movimento é realizada pela OPACCA Produção de Imagem, com articulação e parceria da Vale, por meio de Recursos para Preservação da Memória Ferroviária (RPMF), e é uma iniciativa da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).
Confira abaixo os documentários e os artistas participantes:
Tudo é Correnteza, de Rafa Cardozo;
Um Horizonte em Movimento, de Bárbara Savannah;
Travessia, de Ícaro Matos;
Todo trajeto, também é um rio, de Juruna;
Alvorada e Fuga, de Leonardo Venturieri;
Uma Casinha no Trilho, de Acaique;
História da Terra, de Dinho Araújo;
Frágil Dureza, de Inke;
Temp(l)o do Rosa Fixado, de Ramusyo Brasil;
Sol de Meio Dia, por Silvana Mendes;
SERVIÇO
[Vernissage do MAPA em Brasília] Quando: 9 de julho, quinta-feira; Horários: a partir das 18h; Onde: Casa de Cultura da América Latina (CAL) – SCS Q. 4 SCS BL A Lote 170 – Asa Sul, Brasília – DF; Gratuito
SERVIÇO
[Galeria da ‘Mostra de Imagem em Movimento – MAPA’ em Brasília] Quando: de 9 a 31 de julho; Dias e horários: de segunda a sábado, entre 10h e 19h; Onde: Casa de Cultura da América Latina (CAL) – SCS Q. 4 SCS BL A Lote 170 – Asa Sul, Brasília – DF; Gratuito
Crianças e adolescentes de até 14 anos, acompanhados de um adulto pagante, terão entrada gratuita de terça a sexta-feira
A Casa Warner, exposição interativa e inédita em Brasília, preparou uma ação especial para movimentar o período de férias escolares. Durante o mês de julho, crianças e adolescentes de até 14 anos não pagarão a entrada para o evento, desde que estejam acompanhados por um adulto pagante. A promoção é válida exclusivamente para as visitas realizadas de terça a sexta-feira. Casa Warner fica na área externa do ParkShopping.
A atração tem sido um verdadeiro sucesso de público, reunindo universos consagrados da cultura pop e do entretenimento, como o universo de Batman, Harry Potter, personagens Looney Tunes e uma área dedicada ao filme Supergirl. O espaço de 1.500 m² oferece uma experiência multissensorial e autoguiada, repleta de cenários instagramáveis, figurinos e efeitos especiais.
Aproveitar o período de descanso escolar é a oportunidade perfeita para que as famílias possam mergulhar juntas nessa experiência única. Danielle Paulino, CCO, da 2a1 Cenografia, empresa responsável pela concepção e realização do evento, reforça o poder que a estrutura tem de encantar os visitantes:
“A cenografia é o que transforma um evento em uma experiência verdadeiramente imersiva. Quando bem planejada, ela transporta o público para dentro da narrativa, despertando emoções e criando conexões reais com aquele universo. Ao unir elementos visuais, sonoros e sensoriais de forma integrada, conseguimos não apenas compor um cenário, mas contar uma história que envolve e permanece na memória das pessoas”.
PROGRAME-SE
CASA WARNER – PROMOÇÃO DE JULHO
Onde: área externa do ParkShopping
Quando: de 1 a 31 de julho
Horário: A promoção vale de terça a sexta-feira, das 11h às 21h.
A Casa Warner também está aberta aos sábados, das 11h às 21h; aos domingos, das 12h às 20h.
Classificação etária: Livre (Não serão permitidos menores desacompanhados dos pais ou responsáveis legais)
ParkShopping – Inaugurado em 1983, o ParkShopping é referência na capital do País e conta com um mix diverso e qualificado de marcas, ampla oferta de serviços e excelentes opções de lazer e entretenimento para os brasilienses. Os empreendedores do ParkShopping são Multiplan e Previ, com administração da Multiplan. O PKS foi certificado por dois anos consecutivos no Experience Awards (2023 e 2024), no segmento Shoppings, que recebeu milhares de votos de consumidores. A premiação indica o ranking NPS (Net Promoter Score), uma métrica de lealdade do cliente, e visa reconhecer as empresas com os melhores índices do Brasil em diversos segmentos.
O ParkShopping atende a região que lidera o ranking de PIB per capita nacional. Maior e mais completo shopping de Brasília, o PKS vem contando uma história de sucesso, crescimento e inovação. O shopping representa hoje 3,4% da ABL do Centro-Oeste, segundo a Abrasce, enquanto suas vendas anuais totalizaram 10,4% das vendas totais dos shoppings na mesma região, alcançando R$1,6 bilhão em 2023 e ocupando o quinto lugar no portfólio Multiplan.
Sobre a 2a1 Cenografia – A 2a1 é especialista em soluções cenográficas para diversos temas. Com mais de 25 anos de experiência pautados em criatividade e inovação, a empresa é uma das maiores do segmento e a única a oferecer serviços completos (full-service), desde a criação de cenários até confecção, logística e montagem. A empresa desenvolve projetos licenciados de grandes marcas do entretenimento mundial como Warner Bros. Discovery, Disney, Universal, Paramount e Nickelodeon, entre outras, atuando sempre dentro de rigorosos padrões criativos e operacionais. Oferece uma linha completa de exposições, serviços, promoções e recreações para shopping centers e eventos em geral. Em 1999, iniciou suas atividades no competitivo mercado norte-americano. A 2a1 está instalada em um galpão de 14 mil metros quadrados que abriga toda a parte de produção e criação, permitindo um trabalho mais alinhado, já que todos os setores estão em um mesmo espaço. Atualmente, a 2a1 atende cerca de 400 shopping centers em todo o país e na América Latina.
Exposição reúne artistas de diferentes gerações da capital e segue aberta ao público até 17 de julho, no Teatro Nacional
Após receber mais de 20 mil visitantes desde a abertura, a exposição Constelações contemporâneas da cena artística de Brasília entra na reta final e poderá ser visitada até o dia 17 de julho, no foyer da Sala Villa-Lobos, no Teatro Nacional. A mostra apresenta um amplo panorama da produção artística contemporânea do Distrito Federal, reunindo artistas de diferentes gerações, linguagens e trajetórias
Com curadoria de Mônica Tachotte, a exposição propõe um olhar sobre Brasília que vai além de sua arquitetura monumental, revelando a cidade como um território vivo de criação, marcado por diferentes experiências, memórias e formas de expressão artística. A mostra reúne obras de nomes como Antonio Obá, Camila Soato, Daniel Jacaré, Carlos Lin, Nelson Maravalhas, Patricia Bagniewski e Virgílio Neto, entre outros artistas que ajudam a compor um retrato da potência criativa da capital.
Inspirada na ideia contemporânea de constelação, entendida como um conjunto de estrelas que coexistem e seguem formando novas conexões, a exposição organiza os artistas em quatro eixos curatoriais que dialogam entre si e convidam o público a refletir sobre território, identidade, paisagem, memória e experiência urbana.
Ao ocupar um dos espaços culturais mais emblemáticos de Brasília, Constelações contemporâneas da cena artística de Brasília reafirma o compromisso do Metrópoles Arte com a valorização da produção artística local e oferece ao público uma última oportunidade de conhecer uma das mais abrangentes mostras dedicadas à arte contemporânea produzida na capital.
Serviço:
Exposição:Constelações contemporâneas da cena artística de Brasília Local: Foyer da Sala Villa-Lobos – Teatro Nacional Período: até 17 de julho Horário: diariamente, das 12h às 20h Entrada: gratuita
Com casa cheia e a presença de artistas, empresários, produtores culturais, parceiros e representantes da sociedade civil, o Instituto Artetude Cultural inaugurou oficialmente sua nova sede, em Brasília, marcando uma nova etapa de sua atuação na promoção da arte, da cultura e da memória brasileira. Com uma trajetória construída ao longo de décadas de atuação em produção cultural, curadoria e difusão da cultura brasileira, o Instituto já levou projetos sobre Brasília e a produção artística nacional a mais de 15 países, entre eles França, Portugal, Inglaterra, Rússia e Índia. A nova sede fortalece sua presença na capital federal e amplia sua capacidade de desenvolver novos projetos.
Para a presidente do Instituto, Danielle Athayde, o novo espaço representa a concretização de um sonho coletivo. “A sede é a casa que faltava para tudo aquilo que já construímos ao longo dos anos. É daqui que vamos continuar transformando cultura em experiência, memória em pertencimento e arte em diálogo entre Brasília, o Brasil e o mundo”, afirmou. Durante a inauguração, artistas e agentes culturais destacaram a importância do Instituto na valorização da produção artística brasiliense e na divulgação da história de Brasília no exterior. O artista visual José Maciel ressaltou que a capital brasileira é, por si só, uma obra de arte e destacou o papel do Instituto na promoção da cidade e de seus artistas em diferentes países. Mini documentário marca a inauguração Um dos momentos mais marcantes da noite foi a exibição do mini documentário Brasília – Da Utopia à Capital em Paris, que mostra os bastidores da exposição realizada em março de 2026 no histórico Palais d’Iéna, em Paris. A produção apresenta a montagem de uma das maiores exposições já dedicadas à história de Brasília no exterior, reunindo cerca de 300 obras, fotografias, documentos históricos, maquetes e objetos em um espaço de mil metros quadrados.
A exposição integra o mais longevo projeto de divulgação de Brasília como Patrimônio Mundial e destino turístico no exterior. Presente em 15 países, a iniciativa já foi visitada por mais de 400 mil pessoas. Um espaço para novos projetos A nova sede será o ponto de partida para exposições, cursos, encontros, eventos e iniciativas que unem arte, patrimônio, memória e tecnologia, reafirmando o compromisso do Instituto Artetude Cultural com a democratização do acesso à cultura, o fortalecimento dos artistas e a promoção de Brasília como referência cultural no Brasil e no exterior.
Programação reúne oficinas de máscaras e aquarela para crianças e suas famílias
A Cerrado Cultural realiza sua primeira programação de férias com duas oficinas gratuitas voltadas para crianças e suas famílias. Ao longo do mês de julho, o público é convidado a vivenciar atividades que estimulam a imaginação, a experimentação e a criação compartilhada.
No dia 14 de julho, das 14h30 às 16h, o artista Raylton Parga conduz uma Oficina de Máscaras, um encontro dedicado à construção livre e lúdica de máscaras. A atividade convida crianças e seus responsáveis a explorar formas e personagens, transformando materiais simples em elementos de expressão e brincadeira. No dia 21 de julho, das 14h30 às 16h, a artista e arte-educadora Débora Passos ministra uma Oficina de Aquarela Botânica. Utilizando tinta produzida a partir da buganvília, arbusto presente no jardim da Cerrado Cultural, a atividade propõe uma experiência de criação em família a partir da observação da natureza e da experimentação com a aquarela. Antes da oficina, o público conhecerá as obras em aquarela dos artistas Dalton Paula e Genor Sales, que servem como ponto de partida para a atividade, aproximando a experiência da visita do processo criativo desenvolvido em seguida. Também como parte da programação, no dia 25 de julho, a Cerrado realiza uma Visita Guiada à exposição “Uma continuidade como respiro”, de Cláudio Tozzi, e à coletiva “Abissal Abismal”, com curadoria de Tálisson Melo
A atividade conduz o público por um percurso comentado pelas duas mostras, apresentando as obras e seus processos curatoriais. A visita marca o encerramento do ciclo expositivo e convida o público a uma última aproximação com o conjunto em exibição. Vale ressaltar que as oficinas têm vagas limitadas e as inscrições devem ser feitas por meio do formulário disponível na bio do Instagram da Cerrado Cultural (@cerrado.galeria). Já a visita guiada, não tem limitação de participantes e não exige inscrição prévia.
Saiba mais
Cerrado Cultural: Com sedes em Brasília e Goiânia, a Cerrado Galeria atua na descentralização do mercado de arte e na valorização da produção do Centro-Oeste. Inaugurada em 2023, desenvolve um programa voltado à diversidade de linguagens, gerações e territórios, reunindo artistas consagrados e novos nomes da produção contemporânea em diálogo com diferentes contextos da arte brasileira. Seus espaços, instalados em edifícios singulares nas duas cidades, abrigam exposições, intervenções site-specific e ações educativas.
Raylton Parga, 1995, Taguatinga (DF), onde vive e trabalha. Formado em licenciatura e bacharelado em Artes Visuais pela Universidade de Brasília (UnB), desenvolve uma produção vinculada à abstração geométrica, investigando rigidez, precariedade e irregularidade do traço a partir do desenho e da linha como estruturas centrais. Em sua trajetória, conta com 6 exposições individuais e 15 exposições coletivas, incluindo OBRAXEROX, no Museu de Arte de Brasília (2023), e o 44º Salão de Arte de Ribeirão Preto Nacional, Contemporâneo (SARP). Seus trabalhos integram coleções públicas e privadas do Distrito Federal, Goiás e São Paulo.
Débora Passos, 1988, nascida em Teresina (PI), vive e trabalha em Brasília (DF). É bacharel em Artes Plásticas pela Universidade de Brasília (UnB), onde se formou em 2012. Pesquisa desenho e fotografia e atua como eeducadora em exposições desde 2009. Em sua pesquisa poética atual, investiga o corpo, a memória, a ancestralidade e os diálogos entre corpos femininos e vegetais, desenvolvidos nas séries Seio e Ginófitas, por meio do bordado livre, desenho e aquarela. Participou de exposições coletivas em Brasília (Museu Nacional, Caixa Cultural, Pé Vermelho, DeCurators etc.), além do MAC Niterói (RJ) e do CCSP (SP).
Programação de Férias – Educativo Cerrado Cultural Oficina de Máscaras Data: 14 de julho de 2026 (terça-feira) Horário: 14h30 às 16h Com: Raylton Parga Público e vagas: 15 crianças a partir de 5 anos, acompanhadas por um adulto responsável (até 30 pessoas por oficina) Inscrições: via formulário disponível na bio do Instagram da Cerrado Cultural (@cerrado.galeria)
Oficina de Aquarela Botânica Data: 21 de julho de 2026 (terça-feira)
Horário: 14h30 às 16h Com: Débora Passos Público e vagas: 15 crianças a partir de 5 anos, acompanhadas por um adulto responsável (até 30 pessoas por oficina) Inscrições: via formulário disponível na bio do Instagram da Cerrado Cultural (@cerrado.galeria)
Visita Guiada Data: 25 de julho de 2026 (terça-feira) Horário: 10h30 Sem restrição de Público Inscrições: via formulário disponível na bio do Instagram da Cerrado Cultural (@cerrado.galeria) Local: Cerrado Cultural Endereço: SHIS QI 05, Chácara 10, Lago Sul, Brasília – DF Participação: Gratuita Fotos: https://drive.google.com/drive/folders/1aMdrRoVoirZw6EJC1U4BpOrV23USf5j4?usp=sharing
Arte de Naomi Cary, selecionada para a exposição Do Guará, divulgação
Iniciativa integra a 2ª edição do Festival doGuará e promove um dos maiores registros da produção cultural da cidade
143 escritores, 15 artistas visuais e uma infinidade de histórias para contar. Reunindo essa força criativa, a 2ª edição do Festival do Guará já tem data para começar: 21 de julho.
O Teatro da Administração Regional será o palco do lançamento simultâneo da Coletânea Artística e da Exposição de Artes do Guará, em uma programação que costura a memória, a inventividade e a alma de uma das regiões mais queridas dos brasilienses.
Muito além de uma celebração, o projeto se propõe a traduzir em palavras, cores e formas o verdadeiro mosaico cultural da RA X, a partir da voz de quem vive e respira a cidade. Realizado pelo Instituto Latinoamerica e pelo Festival do Guará, em parceria com a Funarte (Fundação Nacional de Artes), com apoio da Administração Regional, o projeto busca registrar a essência local.
“Reunimos escritores e obras visuais na tentativa de construir um retrato possível da alma do Guará. No processo seletivo realizado em abril, buscamos identidade a partir de um critério claro: cada colaborador precisava ter um vínculo de afeto com este território e seu povo. Cada pessoa que assina este livro reconhece, à sua maneira, que faz parte da comunidade”, destaca.
Narrativas visuais Com poemas, contos, crônicas e relatos, a publicação “Do Guará: Coletânea Artística” reúne o trabalho de 143 escritores, entre vozes experientes e novos talentos. Os textos dialogam com obras da Exposição de Artes. Reproduzidas em serigrafias, as peças são inspiradas na história, na paisagem, na vida cotidiana da cidade e vão resultar em uma coleção permanente, que pretende ampliar o acesso do público e fortalecer a preservação da memória local. A noite de lançamento contará ainda com um sarau literário aberto ao público, proporcionando um espaço de encontro entre autores e leitores.
Calçadão Cultura Com 57 anos de fundação, o Guará tem muita história para contar e cantar. A cidade, hoje, abriga um cenário de efervescência musical. Dando continuidade à proposta de transformar a arte guaraense em memória, encontro e pertencimento, o 2º Festival do Guará realiza, em agosto, o Calçadão Cultural.
O evento vai promover um circuito de convivência e expressão artística ao pôr do sol, reunindo música, literatura, artes visuais, atividades esportivas, oficinas e manifestações da cultura popular. Ao todo, serão nove pontos distribuídos ao longo do calçadão do Guará II, das 16h às 21h, com atrações formadas majoritariamente por artistas e coletivos da cidade.
SERVIÇO 2º Festival do Guará – lançamento da Coletânea Artística do Guará, Sarau Literário e abertura da Exposição de Artes do Guará Data: 21 de julho de 2026 Horário: 19h Local: Teatro da Administração Regional do Guará Entrada gratuita
Calçadão Cultural Data: 1º de agosto de 2026 Horário: 16h às 21h Local: Calçadão do Guará II Entrada gratuita
A Mostra de Imagem em Movimento – MAPA chega ao Distrito Federal, ocupando os dois andares da Casa de Cultura da América Latina (CAL). Com entrada franca, a mostra permanece em cartaz de segunda à sábado, aberta para visitação entre 10h e 19h.
A última estação da ‘Mostra de Imagem em Movimento – MAPA’ se desloca do eixo Norte–Nordeste e chega até a cidade de Brasília (DF), entre os dias 9 e 31 de julho, para uma programação especial de arte, cultura, poéticas e expressões audiovisuais na Casa de Cultura da América Latina (CAL).
Celebrando a chegada do MAPA em solo brasiliense, a vernissage abre o circuito de videoartes no dia 9 de julho, quinta-feira, reunindo convidados, DJs e o grande público em torno de visitas guiadas, conexões, experiências e diálogos curatoriais.
Exibidas em primeira mão no Distrito Federal, a memória ferroviária será palco de dez obras artísticas, transformando a galeria em um espaço de pensamento coletivo sobre a Estrada de Ferro Carajás (EFC). Com entrada franca, a mostra permanece em cartaz de segunda à sábado, aberta para visitação entre às 10h e 19h.
“Nós oferecemos à infraestrutura da Estrada de Ferro Carajás uma coleção de arte contemporânea que aponta para os principais representantes de sua memória e potência. Formada por artistas entre o Maranhão (MA) e o Pará (PA), cada qual com sua equipe e comunidade; a coleção aponta para questões do presente, passado e futuro por meio de uma linguagem acessível: a videoarte”, diz o coordenador-geral e curador do projeto, João Pacca.
Ocupando simultaneamente osdois andares da CAL, as videoartes são exibidas na Galeria Urucum,em formato original; Galeria de Bolso, reservado às entrevistas, comentários e relação dos artistas com a memória ferroviária; e na Galeria CAL, que contempla as videoinstalações e os desdobramentos das videoartes originais sob paredes e fachadas históricas de São Luís (MA) e Belém (PA).
Por dentro da Galeria Urucum, o público pode acompanhar a exibição de dez curtas: Tudo é correnteza, de Rafa Cardozo; Um Horizonte em Movimento, de Bárbara Savannah; Travessia, de Ícaro Matos; Todo trajeto, também é um rio, de Juruna;Alvorada e Fuga, de Leonardo Venturieri; Uma Casinha no Trilho, de Acaique; História da Terra, de Dinho Araújo, Frágil Dureza, de Inke; Temp(l)o do Rosa Fixado, de Ramusyo Brasil e Sol de Meio Dia, por Silvana Mendes.
Nos demais espaços da mostra (Bolso e CAL), o público mergulha no experimento poético a partir das perspectivas artísticas, que auxiliam a enxergar a ferrovia como uma plataforma de cultura única. Além disso, as galerias aprofundam na experiência das passagens do MAPA por Maranhão e Pará, ao longo de quatro noites, 8 horas de programação e mais de 3,2 mil metros quadrados de arteexibidas através do videomapping – técnica de projeção usada em fachadas históricas.
“O mapping acaba aproximando esse olhar mais genuíno e puro, sem uma crítica muito olhada para a plasticidade do trabalho, mas uma forma de se contemplar ou de absorver o trabalho com sua própria vivência. É meio chocante aquela escala. Assim como o mapping ele abraça o prédio, a pessoa se sente abraçada por aquela imagem grandiosa. Sai de uma coisa muito fechada para algo democrático”, afirma a pintora e artista visual Bárbara Savannah.
Após levar centenas de pessoas às ruas, em uma ocupação inédita naspraças Frei Brandão (Onze Janelas), Nauro Machado e Valdelino Cécio, o MAPA percorre a sua última estação na Casa de Cultura da América Latina (2026), escrevendo um legado ferroviário traduzido em colagens, fotografias, pinturas digitais e videoartes. Além do impacto social e cultural, o MAPA também contribuiu para impulsionar a economia criativa local por meio da contratação de 40 empresas e da participação direta de 230 profissionais, artistas, técnicos, produtores e prestadores de serviço.
“É como se fosse um sonho. Como se estivesse sonhando acordada. Ouvir ecoando pela praça, as pessoas prestando atenção, olhando a catedral, o museu e a casa das onze janelas. Vê aquilo interagindo diretamente com a cidade, com as pessoas. Eu via o ônibus passando e eu ficava, nossa, como será que essa imagem tava ali dentro?”, brinca Rafa Cardozo, artista visual e produtora cultural em Marabá.
Completando um ano desde a sua concepção, o MAPA fortaleceu a rede cultural local, ampliou oportunidades de geração de renda e promoveu a circulação de recursos nos territórios, consolidando a cultura como um vetor de desenvolvimento social, econômico e humano. A comunidade artística do MAPA também se mobilizou em torno de pesquisas, mapeamentos, oficinas de criação e acompanhamento técnico das obras, onde reuniu cerca de 184 inscritos em seu Ano I.
Prestes a sediar uma nova temporada em Brasília, o coordenador-geral do MAPA, João Pacca, explica que o futuro do projeto continua, com novas incorporações à procura de novas produções em contextos próximos e acessíveis a todos. “Eu tenho, para mim, que esta edição do MAPA foi extremamente brilhante. Entender a memória ferroviária não é uma tarefa para a literalidade. A Estrada de Ferro Carajás é gigante, tanto em importância quanto em complexidade. E os artistas que convidamos ao projeto nos trouxeram retóricas absolutamente distintas que nos permite criar uma observação muito rica dessa relíquia cultural que é a ferrovia. Este instrumento de transporte permite a viagem e a comunicação de regiões continentais. São tantos mundos que surgem da nossa experiência que apenas as figuras de linguagem e a poesia conseguem enaltecer ou representar este panorama”, conclui João.
A 1ª edição do MAPA – Mostra de Imagem em Movimento é realizada pela OPACCA Produção de Imagem, com articulação e parceria da Vale, por meio de Recursos para Preservação da Memória Ferroviária (RPMF), e é uma iniciativa da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). O MAPA tem João Pacca como curador e coordenador geral do projeto, Sylvia Morgado e Eduardo Berardinelli como curadores assistentes. A mostra também recebe a expertise de Koba, Coordenador de Comunicação; Adriele Martins com redação; Studio Cara Brava e Studio Lumen no design. Preto Filho como coordenador de projeto e de produção; Breno Lenhard, produtor técnico; Rodrigo Mazzaro, arquitetura e expografia; o time de Fernanda Junqueira, relacionamento institucional; Edmar Bernardes, gestão financeira; Flávia Junqueira, Jasmine Giovannini, Lygia Peçanha, Breno Andrade e Luana Klautau na produtora executiva e produção local.
SERVIÇO
[Mostra de Imagem em Movimento – MAPA em Brasília] Quando: de 9 a 31 de julho; Dias e horários: de segunda à sábado, entre 10h e 19h; Onde: Casa de Cultura da América Latina (CAL) – SCS Q. 4 SCS BL A Lote 170 – Asa Sul, Brasília – DF; Gratuito
Com foco em saúde física, mental e bem-estar, empreendimentos como o Reserva Orla, da Brasal Incorporações, refletem nova demanda por qualidade de vida, iluminação natural, áreas verdes e conexão real com o entorno
A forma de morar está passando por uma transformação profunda. Além de metragem, localização e status, consumidores também têm priorizado imóveis que promovam saúde, equilíbrio emocional e qualidade de vida. Essa mudança acompanha o avanço da chamada tendência wellness no mercado imobiliário, conceito que une arquitetura, urbanismo e design de interiores para favorecer o bem-estar físico e mental por meio de iluminação natural, ventilação cruzada, paisagismo, áreas de convivência, espaços de relaxamento e maior proximidade com a natureza.
O movimento acompanha mudanças globais de comportamento. Segundo levantamento da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias – ABRAINC em parceria com a Brain Inteligência Estratégica, 57% dos brasileiros demonstram preferência por imóveis com ambientes arejados e integrados à natureza, enquanto 80% consideram que a compra de um imóvel está diretamente ligada à melhoria da qualidade de vida. A busca por bem-estar deixou de ser um diferencial para se consolidar como critério estratégico na decisão de compra.
No cenário de Brasília, onde qualidade de vida e contato com áreas abertas sempre estiveram entre os grandes atrativos urbanos, empreendimentos que unem sofisticação e natureza ganham protagonismo. É nesse contexto que o Reserva Orla, da Brasal Incorporações, se destaca como um dos principais representantes dessa nova lógica de morar.
Localizado no Setor de Clubes Sul, às margens do Lago Paranoá, o empreendimento traduz a tendência wellness ao incorporar elementos que favorecem uma rotina mais leve, saudável e conectada ao ambiente natural. Com mais de 130 metros de frente para o lago, o projeto reúne paisagismo assinado pelo Escritório Burle Marx, arquitetura que privilegia integração visual com o entorno, áreas comuns voltadas ao lazer e ao relaxamento, além de infraestrutura pensada para mobilidade e bem-estar, como bicicletário, espaços verdes, academia com vista privilegiada e ambientes que valorizam contemplação e convivência.
“As unidades de 2 e 3 quartos ganham destaque dentro desse conceito por atenderem famílias, casais e moradores que buscam equilíbrio entre funcionalidade, conforto e experiência residencial ampliada. Com plantas planejadas para favorecer amplitude, iluminação e conexão entre espaços internos e externos, eles representam uma resposta direta à demanda contemporânea por moradias que proporcionem não apenas abrigo, mas também qualidade de vida”, explica Cesar Durão, Diretor Regional da Brasal Incorporações.
Segundo a Organização Mundial da Saúde – OMS, a valorização desse estilo de vida também acompanha tendências internacionais. Estudos em saúde urbana apontam que viver próximo a áreas verdes e ambientes naturais contribui para redução de estresse, melhora da saúde mental, aumento da prática de atividades físicas e maior sensação de bem-estar geral, fatores que passaram a influenciar diretamente o urbanismo contemporâneo.
No mercado de alto padrão, wellness já não é apenas tendência estética, mas uma estratégia de valorização imobiliária e posicionamento. Empreendimentos que oferecem integração entre natureza, conveniência e saúde tendem a se destacar em um público cada vez mais atento à longevidade, rotina equilibrada e experiências mais significativas dentro do próprio lar.
No Reserva Orla, esse conceito se materializa em uma proposta onde viver próximo à natureza não significa abrir mão da urbanidade, mas sim elevar o padrão de moradia para um modelo em que bem-estar, sofisticação e qualidade de vida caminham juntos.
Em um cenário em que morar bem passou a significar viver melhor, a tendência consolida um novo capítulo para o setor imobiliário, e empreendimentos como o Reserva Orla mostram como o futuro da habitação está, cada vez mais, ligado à harmonia entre cidade, natureza e saúde.
Feira reúne antiguidades, joias, arte e colecionáveis em mais uma edição dedicada ao garimpo e à descoberta
Entre objetos carregados de memória, peças de design atemporal e raridades que resistem às tendências passageiras, a Casa Vintage retorna ao Casapark nos dias 4 e 5 de julho. Realizada na Praça Central do shopping, a feira reúne expositores especializados em antiguidades, joias, arte, relojoaria, numismática e colecionismo, transformando o espaço em um convite ao garimpo e à descoberta.
Os visitantes poderão encontrar desde mobiliário e objetos decorativos até moedas, relógios, joias vintage, obras de arte e itens colecionáveis de diferentes épocas. Mais do que uma oportunidade de compra, a Casa Vintage propõe um passeio por histórias, estilos e referências que seguem despertando interesse em um momento de valorização crescente da autenticidade e da originalidade.
Com uma curadoria que atravessa diferentes universos do colecionismo, da arte e das antiguidades, a feira reúne Andrea Joias, Yasmin Amigurumis, Grasi Joias, John – GiftPress Colecionismo, Farias e Belinha Antiguidades, Romulo Colecionismo, Gel Joias Joalheria, Pedro Joana Antiguidades, Franswilliam Numismática Moedas Antigas, Clebio Antiguidades, Iany Joias Antigas, Tatiane Colecionismo, Carlinhos, Valdeson e Asiel Relógios e Joias Antigas, Ulysses e Diógenes Colecionismo, Marcus – 3D Colecionismo, Marcia Souza Joias, Veronica Colecionismo, Zenilda Colecionismo, BeloniWise Arte e Eduardo Artes.
A Casa Vintage integra a programação de experiências do Casapark voltadas à arte, ao design e ao estilo de vida. “Existe um interesse crescente por objetos que carregam identidade, memória e singularidade. A Casa Vintage traduz muito bem esse movimento ao reunir peças únicas e estimular um olhar mais atento para o valor das histórias que os objetos carregam”, afirma Ivana Valença, diretora de marketing do Casapark.
Com entrada gratuita, a feira é uma opção para colecionadores, profissionais da decoração, apreciadores de antiguidades e para todos aqueles que gostam de descobrir peças capazes de atravessar gerações sem perder o encanto.
Serviço
Casa Vintage
Data: 4 e 5 de julho
Horários: Sábado, das 10h às 20h Domingo, das 12h às 20h
Em cartaz até 30 de julho, a mostra homenageia Diego Ceano e Antônia Dumont e ressalta ligações históricas e sociais entre a arte campesina da Espanha e Brasil
A Embaixada da Espanha e o Instituto Cervantes, em parceria com o Espaço Cultural Barthô Naïf e o Instituto Alvorada Brasil apresentam a exposição coletiva Poéticas Campesinas – Um mundo de valores, recordações e aspirações, que reúne obras do artista plástico espanhol Diego Ceano e da mestra em bordados Antônia Dumont, grandes homenageados da mostra, e dos brasileiros Jocelino Soares, Codo, Jair Lemos, Shirlene Pérola Negra, além dos coletivos de bordadeiras Linhas da Resistência e Matizes Dumont.
Poéticas Campesinas tem curadoria do Espaço Cultural Barthô Naïf e do Instituto Alvorada Brasil. Inaugura no dia 8 de junho no próprio Instituto Cervantes, às 19h. Aberta e gratuita à comunidade de Brasília, estará até dia 30 de julho.
Entre pinturas e bordados, a exibição estreita laços entre o Brasil e a Espanha e reforça elos de ligação estéticos, históricos, sociais e afetivos entre os dois países, por meio da expressividade da arte, dos artistas e do povo do campo. Os trabalhos retratam a fé, as festas religiosas, as colheitas, a gastronomia, os costumes, os folclores e os valores solidários e comunitários do povo campesino.
Literatura espanhola, canções de trabalho, trovas e hábitos alimentares integram um universo pleno de sotaques e vocabulários locais que reafirmam a importância do trabalho e da cultura no campo, onde as manifestações plásticas se tornam um denso e lírico gesto de mergulho no meio rural. A poética campesina se manifesta como resistência, memória e ancestralidade na luta pela terra e preservação de tradições, rompendo estereótipos de dor e propondo o campo como local de vida pulsante.
“Pensar a Poética Campesina como uma ponte entre Brasil e Espanha significa discutir o direito a habitar a terra e a permanecer nela não só como um ato econômico, mas, também, cultural. As artes visuais, nesse sentido, valorizam a realidade do camponês no passado, a sua existência presente e a construção de seu futuro”, afirma Oscar D’Ambrósio, membro do conselho curatorial ao lado de Odécio Rossafa, Shirlene Pérola Negra, Juliana Cândido, Sávia Dumont e Beatriz Dignart.
A mostra contará também com uma oficina interativa com as bordadeiras na quarta-feira (10), das 14h30 às 17h, no Instituto Cervantes.
Os artistas e as obras, por Oscar D’Ambrósio
A identidade Andaluza de Diego Ceano
ANatural de Málaga, Diego Ceano celebra, em suas telas, a memória do mundo rural andaluz. Atua como escritor, historiador e pintor. Ex-funcionário da DiputaciónProvincial de Málaga, órgão que apoia a preservação da cultura rural na região, desenvolve um trabalho literário e visual focado no resgate de crônicas, personagens e paisagens que compõem a alma da cidade e de seus arredores. Captura, assim, com tonalidades vívidas, a essência do cotidiano camponês espanhol, retratando, entre outros temas, vilarejos, campos e a arquitetura das residências, mostrando ainda tradições populares, evocando uma atmosfera de nostalgia e pureza em relação ao passado rural.
Antônia Zulma Diniz Dumont, mestra dos Bordados
Antônia Zulma Diniz Dumont – Ioiô, como a chamava o pai Floriano Diniz, nasceu pessoa alegre, encantadora, espirituosa, irônica em seus comentários. Muito querida pelos pais, pelos irmãos, irmãs, cunhadas e pelo marido Demóstenes Dumont Vargas – esse amor principado aos 16 anos. As flores da bordadeira chegam com as estações. Surgem na poeira a cada curva da estrada de chão ou da estrada de ferro – Tudo quanto era estação salpicada de florescência a mostrar uma certa expansão dos lilases, dos amarelos e dos tons e das águas do cerrado. Assim foi ampliada para sempre a arte de bordar, feita de curiosidade entre banhos de córrego, laçadas azuis em volta de um buquê em floração.
A chegada do amado, a meninada crescendo, a florir em volta das caixas de linhas e dos riscos. A vida seguindo. Nas caixas e nos guardados, os buquês de papoulas vindos do outro lado do mar fazendo par com lírios do brejo e amor-perfeito na vida da jovem mulher, em seu fazer de bordar flores.
Antônia sempre olhou para formas, cores, flores, com interesse de quem quer ver além da pétala, entre os fios d’água do rio azul cheio de céu que é o São Francisco. Em cada floração, desde as miudinhas de beira de calçada até as de monturo, as flores de romã, as rosas “La Família”, os cravos do quintal de vó Bilu. Em cada uma ela soube descobrir brincadeiras para seus bordados.
Uma Certa Estrada Boiadeira, de Jair Lemos
A Série Uma certa estrada boiadeira, de Jair Lemos, apresenta dez pinturas que enfocam a antiga rota comercial que conectava o Mato Groso ao Noroeste Paulista entre os séculos XIX e XX. Esse percurso era utilizado pelas comitivas que conduziam o gado até os frigoríficos de Barretos. As imagens constituem um convite a uma reflexão sobre o desenvolvimento regional e a identidade cultural moldada pelas estradas de pó vermelho ao ritmo lento dos bois. As telas valorizam o dia a dia dos boiadeiros e das comitivas, remetendo à natureza e aos vilarejos que surgiram ao longo do caminho, sendo um documento poético visual que preserva as tradições rurais.
Codo e a Revolução Campesina
Os trabalhos de Codo lidam plasticamente com episódios e personagens da Guerra Civil Espanhola (1936–1939) na perspectiva de como existem elos entre esse momento histórico e a luta campesina espanhola. A luta dividiu a Espanha entre o governo republicano democraticamente eleito e os rebeldes nacionalistas liderados pelo general Francisco Franco, terminando com a vitória destes últimos e a instauração de uma ditadura fascista que durou quase 40 anos. O confronto é amplamente considerado pelos historiadores como um prelúdio para a Segunda Guerra Mundial. Enquanto os republicanos (legalistas) eram defensores da Segunda República Espanhola – incluindo a esquerda política, liberais, comunistas, anarquistas e sindicatos, recebendo apoio militar direto da União Soviética e a ajuda voluntária de milhares de civis estrangeiros integrados nas chamadas Brigadas Internacionais –, os nacionalistas (sublevados) reuniam a ala conservadora do exército, grandes proprietários de terras, a Igreja Católica e o partido fascista Falange, recebendo apoio bélico da Alemanha Nazista de Adolf Hitler e da Itália fascista de Benito Mussolini. As obras de Codo citam justamente episódios nesse contexto de polarização e violência que encontra muitos reflexos nos conflitos na zona rural da Espanha.
O ser caipira de Jocelino Soares
Natural de Neves Paulista, região de São José do Rio Preto (SP), o artista visual Jocelino Soares pesquisa visualmente a zona rural, profundamente vinculada com as suas memórias de infância. Retrata colheitas na perspectiva da vida cotidiana de quem está na lida do campo, com um intenso trabalho nos jogos de luzes e de claros e escuros, além de folias de reis, manifestações sagradas presentes no cotidiano rural, criando conjuntos em que as cores celebram a força da terra, o lirismo, a resiliência e a resistência do ser e do viver caipira.
Sementes de história de Shirlene Pérola Negra
Natural de Cajuri (MG), a artista visual, curadora e gestora cultural Shirlene Pérola Negra atua em ações relacionadas no segmento da arte popular, valorizando a cultura de matriz africana como maneira de expressar uma relação visceral com as manualidades e artesanias como maneira de construir uma interpretação do mundo.
Seus trabalhos valorizam o fazer artístico enquanto uma criação que instaura pontes entre pessoas e regiões de maneira horizontal e democrática, trazendo para o centro do cenário ancestralidades e memórias pessoais que se universalizam por serem retratos do ato de existir no mundo.
Grupo Matizes Dumont
Uma das maiores referências brasileiras na intersecção entre arte têxtil, poética campesina e preservação cultural, o grupo Matizes Dumont é composto por membros da família Dumont, de Pirapora (MG). O grupo transformou o bordado tradicional em uma linguagem artística contemporânea conectada com a bacia do Rio São Francisco e com pássaros, flores e o curso das águas que aludem ao cerrado, representados com multiplicidade de cores e texturas. Os bordados também trazem como temática o misticismo, as lendas e a religiosidade dos povos ribeirinhos e sertanejos. O uso de diferentes pontos cria relevos que dão vida ao dia a dia do campo, transformando o tecido em uma topografia de afetos, já que o trabalho é feito a muitas mãos, reforçando a ideia de que a arte feita no campo é, por essência, um ato comunitário e familiar. Ao manter vivo o bordado manual em um mundo industrializado, o grupo preserva o saber das bordadeiras do interior e promove a sustentabilidade cultural da região.
Coletivo Linhas da Resistência
Grupo de artistas, ativistas e educadores, o Coletivo Linhas da Resistência utiliza as artes têxteis como ferramentas de denúncia política, preservação da memória e resistência social. Um dos objetivos é resgatar saberes manuais tradicionalmente domésticos e levá-los para o espaço público como forma de protesto. O bordado não é visto, portanto, como adorno, mas como uma forma de escrita visual que enfoca a luta pela terra, a violência contra a mulher, o racismo e a defesa da democracia. Os trabalhos remetem a tradições rurais e às mãos de mulheres que, historicamente, usaram a agulha para sustentar suas famílias e culturas. O grupo, nesse sentido, organiza encontros em praças e ocupações, onde o ato de bordar convida ao diálogo e à conscientização política e grandes panos bordados são carregados em marchas pelas cidades com mensagens que nasceram no campo ou nas periferias.
SERVIÇO:
Exposição Poética Campesina – Um mundo de valores, recordações e aspirações. Quando: De 8 de junho a 30 de Julho
Onde: Instituto Cervantes (SEPS 707/ 907 Lote D).
Horários: De segunda a sexta, das 9h às 21h, e sábados, das 9h às 12h.
Entrada franca, livre para todos os públicos.
Informações pelo e-mail barthonaif@gmail.com ou pelo número 61 99661 1935 (Odécio Rossafa, co-curador da mostra).
A capital do país ganha um novo espaço dedicado à cultura, à memória e às artes. No próximo dia 2 de julho de 2026, às 19h30, será inaugurada a nova sede do Instituto Artetude Cultural, localizada no Edifício Seguradoras, no Setor Bancário Sul.
A cerimônia reunirá convidados, artistas, pesquisadores, representantes do setor cultural e da sociedade civil e marcará também a estreia do minidocumentário “Brasília – Da Utopia à Capital em Paris”, produção que registra a trajetória internacional da exposição “Brasília – Da Utopia à Capital” e apresenta a capital brasileira por um olhar que atravessou fronteiras e chegou à capital francesa. Mais do que registrar uma exposição internacional, o documentário destaca a força simbólica de Brasília como Patrimônio Cultural da Humanidade, revelando sua arquitetura, sua história, sua identidade e o legado de uma cidade concebida para representar um projeto de futuro.
A obra convida o público a refletir sobre a importância da preservação da memória brasiliense e sobre a projeção internacional da capital. A inauguração da nova sede representa uma nova etapa na atuação do Instituto Artetude Cultural, que passa a contar com um espaço permanente para o desenvolvimento de projetos culturais, exposições, ações educativas, pesquisas e iniciativas voltadas à valorização da memória de Brasília. Segundo a presidente do Instituto Artetude Cultural, Danielle Athayde, a nova sede nasce com o propósito de ser um espaço vivo de encontro entre arte, cultura, educação e memória. “A inauguração da nossa sede representa um novo capítulo para o Instituto Artetude Cultural. Queremos que este seja um espaço de encontro, pesquisa, produção artística e valorização da memória de Brasília. Preservar nossa história é também construir o futuro da cidade”,afirma Danielle Athayde.
Desde sua criação, o Instituto Artetude Cultural desenvolve projetos voltados à preservação do patrimônio histórico e cultural, à difusão das artes e ao fortalecimento da identidade brasiliense, promovendo iniciativas que aproximam a população de sua própria história.
SERVIÇO
Sede do Instituto Artetude Cultural Exibição do minidocumentário “Brasília – Da Utopia à Capital em Paris”
Data: 2 de julho de 2026 (quinta-feira) Horário: 19h30 Local: Edifício Seguradoras – Sala 609 SBS – Setor Bancário Sul, Quadra 1, Bloco K Asa Sul –
Em cartaz a partir de 4 de julho no SESI Lab, mostra inédita apresenta atuação da instituição em educação, saúde, cultura e inovação
Em julho de 1946, enquanto o mundo se reerguia da destruição da Segunda Guerra Mundial, nascia o Serviço Social da Indústria (SESI) – e com ele uma visão de país na qual desenvolvimento econômico, educação, cultura, saúde, inovação e qualidade de vida deveriam caminhar juntos. Para celebrar oito décadas de atuação da instituição no Brasil, o SESI Lab inaugura a exposição “SESI 80: Construindo Futuros”, que relembra essa história, sem perder o olhar para as próximas décadas.
A abertura para o público será em uma grande festa no dia 4 de julho com show gratuito do cantor Zeca Baleiro. Se os ingressos digitais esgotarem, um novo lote será disponibilizado no dia para retirada presencial.
A exposição é uma realização do Conselho Nacional do SESI e do Departamento Nacional do SESI e ocupa três espaços expositivos do SESI Lab. Mais do que uma retrospectiva histórica, a mostra convida o público a refletir sobre os caminhos que devem orientar a atuação do SESI nas próximas décadas, apresentando instalações interativas, documentos históricos, depoimentos e experiências digitais.
“Nesta mostra imersiva, o público poderá ver de perto a dimensão e o impacto das ações do SESI na vida dos trabalhadores da indústria, de suas famílias e da sociedade brasileira, especialmente nas áreas de educação, cultura, saúde, inovação e promoção da qualidade de vida. Queremos compartilhar o que foi construído ao longo dos últimos 80 anos e, ao mesmo tempo, apontar caminhos para os próximos anos, com foco no desenvolvimento humano, na sustentabilidade e na presença do SESI em todos os territórios”, afirma o presidente do Conselho Nacional do SESI, Fausto Augusto Junior.
“O SESI foi criado há 80 anos para dar suporte aos trabalhadores e permitir que a indústria brasileira cresça”, afirma Paulo Mól Jr., diretor superintendente do SESI. “Neste período, a realidade do mundo mudou. As necessidades dos trabalhadores na década de 1940 são diferentes das necessidades dos trabalhadores no século 21, mas as perguntas continuam as mesmas: como mantê-los saudáveis, empregáveis, preparados para o mercado de trabalho e acolhidos em suas necessidades? Foi isso que buscamos fazer nesses 80 anos e é isso que pretendemos fazer nos próximos 80. Obviamente, as respostas são diferentes; a pergunta continua a mesma.”
No átrio do 1º pavimento, os visitantes conhecem a Carta da Paz Social, documento fundador do SESI. Elaborado na época da reconstrução democrática no pós-guerra, o texto defende a cooperação entre trabalhadores, empregadores e poder público como caminho para o desenvolvimento nacional. Nesse contexto, o SESI foi criado com a missão de promover qualidade de vida para os trabalhadores da indústria e suas famílias.
Também têm destaque os três pilares de atuação do SESI: democracia, cidadania e inovação. Em um grande painel, estão reunidas 400 fotografias de empresários, trabalhadores da indústria e do SESI, e usuários de serviços oferecidos pela instituição, com espaço para os visitantes realizarem seus próprios registros.
Linha do tempo revisita a história do SESI
Ao entrar na sala principal da exposição, “SESI em Diálogo: História em Movimento”, um corredor conduz os visitantes por uma linha do tempo de 1946 até os dias de hoje. Por meio de uma perspectiva temporal, a narrativa busca demonstrar como o desenvolvimento industrial e a consolidação de seu serviço social estão diretamente ligados à promoção de direitos, à qualificação da força de trabalho e à capacidade de inovação. Uma linha do tempo apresenta a trajetória do SESI ao lado de acontecimentos que marcaram o Brasil e o mundo.
Ao longo do percurso, os visitantes acompanham como a ideia de bem-estar social se materializou em ações de alimentação, cultura, esporte, educação, saúde, segurança do trabalho e inovação tecnológica. O público também conhecerá a trajetória do Sesinho, personagem criado nos anos 1940 e que ganha uma nova versão em 2026.
O último espaço expositivo, “SESI 80: Presença que Transforma”, mostra a atuação do SESI e do Conselho Nacional do SESI em todo o país. A capilaridade da instituição está refletida em seus números: 468 centros de educação, 296 espaços culturais e 9 centros de inovação. Um painel especial mostra destaques da atuação dos 27 Departamentos Regionais do SESI, por meio de números de infraestrutura e de atendimentos. Essas informações estarão no futuro Centro de Referência do Conselho Nacional do SESI, a ser instalado no SESI Lab.
Encerrando a exposição, uma parede de telas apresenta trechos de entrevistas de personalidades marcantes da história da instituição. A história do SESI é contada por quem a construiu: fotografias, relatos e depoimentos de trabalhadores, empresários, educadores e colaboradores ajudam a revelar o impacto humano da instituição ao longo de oito décadas.
Um espaço interativo convida os visitantes a imaginarem os próximos 80 anos: você quer um SESI com mais saúde, educação, cultura, inovação ou cidadania? É hora de postar uma foto e ter a certeza de que todas essas áreas estão garantidas.
Grande festa celebra 80 anos de história
No dia 4 de julho, o SESI Lab abre as portas da exposição “SESI 80: Construindo Futuros” com uma grande programação gratuita para toda a família. Em clima de festa julina, o público poderá acompanhar apresentações de quadrilhas tradicionais do Distrito Federal (11h), o espetáculo infantil “Arraiá Pequenininho” (15h), da Orquestra Modesta, e, encerrando as comemorações, o show “O Samba Não É de Ninguém”, com Zeca Baleiro, a partir de 18h na Praça da Árvore.
SESI 80: Construindo Futuros
📍 SESI Lab – ao lado da Rodoviária do Plano Piloto
📅 4 de julho a 20 de dezembro de 2026
🕖 De terça a sexta-feira, das 9h às 18h; sábado, domingo e feriados, das 10h às 19h
🎟️ Classificação: livre
🎫 Ingressos: gratuito até 5 de agosto; após, R$ 20 e R$ 10 (meia)
Em exposição individual, artista trans do Distrito Federal questiona o horror à morte e convida o público a renascer pela aceitação do fim, em mostra que ocupa a galeria A Pilastra a partir de 30 de junho.
A galeria A Pilastra (Guará II) abre suas portas no dia 30 de junho para receber a exposição “Do Pó ao Pó”, de Romulo Barros (Medeiros – MG, 1995). Com curadoria coletiva de Belo e Bizarro, Júlia Teodoro, Madá Granja, Ness e Tahak Meneguzzo, a mostra reúne um conjunto de obras que explora os ciclos de morte e renascimento, a memória de narrativas marginais e a morte não como um fim, mas como um processo de transformação. A visitação segue até 15 de agosto, com entrada gratuita e programação educativa paralela.
Natural do interior de Minas Gerais, em uma região marcada pelo artesanato, pela agricultura e pela cultura da invenção, Romulo Barros carrega em sua prática a memória de fazeres manuais. Sua produção nasce do afeto e do vínculo com o mundo, desprendendo-se do corpo para existir como transmídia. Escultura, instalação, pintura, fotografia, gravura e outras materialidades são utilizadas como dispositivos simbólicos que materializam uma atmosfera ritualística, articulando o que já existe no mundo em expressão poético-alquímica.
Em “Do Pó ao Pó”, Romulo Barros reinventa simbolismos e constrói uma poética visual que atravessa o abjeto e o divino, o erótico e o fúnebre, o visceral e o delicado. Em um país que há mais de 17 anos lidera o assassinato de pessoas trans, a fala de artista trans sobre a morte — não como negação, mas como aceitação e aprendizado — torna-se um ato político e existencial, um convite para desaprender o medo do fim.
“Não nos traz respostas fáceis. Sua obra é polissêmica: ao mesmo tempo que toca em temas como corpo de um ponto de vista escatológico, suas obras evocam um erotismo; ao mesmo tempo em que são sombrias e fúnebres, produzem um deslumbramento divinal; falam simultaneamente sobre afeto e violência. Ela quebra todas as dualidades, despedaçando as barreiras frágeis que dividem e domesticam o mundo. É um trabalho ao mesmo tempo visceral e delicado, melancólico e celebrativo, simples e complexo, erótico e abjeto. Está além da linguagem, é inexplicável, e por isso comporta intermináveis significados.”, destaca o coletivo curatorial.
Matéria, signo e corpo: a tridimensionalidade como linguagem
A pesquisa de Romulo se materializa em uma mistura de linguagens que transita entre a pintura, a escultura, a fotografia, a gravura e a instalação. Longe de se fixar em um único suporte, costura seus temas com uma pluralidade de materiais e técnicas que dão carne ao conceito.
Entre os trabalhos tridimensionais, destaca-se a instalação “Fissura”, na qual o tecido adquire propriedades escultóricas ao dar forma a um monte de feijões. Já em “Pedrada”, o processo de escultura e assemblagem evidencia a materialidade bruta do fazer artístico. Em diversas obras de parede, como “SOM SOM SOM”, “A Gota d’Água”, “Seta” e “Elos Entrelaçados”, Romulo Barros incorpora elementos tridimensionais em alto ou baixo relevo, borrando a fronteira entre o plano e o volume.
A pintura, por sua vez, ganha densidade com o uso de materiais específicos como cimento, sangue e veludo, enquanto a presença de elementos gráficos — setas, cruzes e círculos — confere à obra uma dimensão simbólica e ritualística. A série fotográfica, composta por “Intervenção” e “Olhos que a terra há de comer”, completa esse universo visual com um olhar que documenta e também performa a memória.
O horror à morte em questão
A exposição parte de uma reflexão central: o horror à morte é um dos pilares do pensamento eurocristão-monoteísta, como aponta o pensador Nego Bispo em “A terra dá, a terra quer”. Ideias como pureza, higiene, segurança, isolamento, hierarquia e controle estão fundamentadas numa negação radical da morte e numa afirmação da vida que, segundo o Romulo, aprisiona o corpo e o pensamento.
Ao contrário desse dualismo, Barros propõe uma aproximação íntima com a morte. Não para temê-la, mas para aprender com ela. Sua obra convida a renascer, justamente por permitir encarar o fim como parte indissociável da existência. Essa abordagem torna “Do Pó ao Pó” uma experiência estética e filosófica rara no circuito cultural brasileiro, especialmente por vir de uma pessoa trans.
Local: A Pilastra – QE 40 Rua 09 Lote 8 – Guará II
Abertura: 30 de junho (terça-feira), às 19h – evento aberto ao público
Visitação: 1º de julho a 15 de agosto de 2026
Entrada: Gratuita
Atividades paralelas: A exposição contará com visitas mediadas, roda de conversa e ações do educativo do Quintal d’A Pilastra para público aberto. As vagas são limitadas e as inscrições serão divulgadas pelo Instagram da galeria, com formulário próprio. A programação também prevê atendimento a escolas mediante agendamento.
Sobre os curadores, grupo formado a partir do grupo de pesquisa em curadoria de 2024 da galeria-escola A Pilastra.
Belo e Bizarro é artista transmídia, cuja prática tensiona os limites entre linguagem e matéria, corpo e território. Indicada ao Prêmio PIPA 2026, integra o grupo de pesquisa da galera-escola A Pilastra.
Júlia Teodoro (Brasília, 1998) é bacharel em Antropologia (UnB), multiartista, atriz, arte-educadora e mediadora cultural. Participou das exposições coletivas Sumidouro, Investigações Poéticas e Delírio Voluntário. Esta é sua estreia como curadora.
Madá Granja é artista visual, curadora independente, mestranda em História da Arte pela UnB e produtora cultural. Desenvolve projetos curatoriais em espaços como Museu Nacional da República, DeCurators e Espaço Cultural Renato Russo.
Ness (Vanessa Aragão) é multiartista, estudante de Ciências Sociais com foco em Museologia (UnB) e mediadora no CCBB. Participou da pesquisa e montagem da exposição Falo (de) Erotismo e estreia como curadora em “Do Pó ao Pó”.
Tahak Meneguzzo (Curitiba, 1998) é artista visual e designer formado pela UnB, transmasculino e autista. Atua como designer editorial no Iphan e em projetos culturais. Integra a curadoria a partir de sua investigação em escultura cerâmica, pintura, desenho e gravura
Instalação assinada pelo artista plástico Elmiro Art e sessão exclusiva de Sound Healing convidam o público a refletir sobre a importância do descanso e do bem-estar.
A Simmons Park Sul participa da Brasília Design Week (BDW) 2026 com uma proposta que combina arte, relaxamento e experiências sensoriais. Em parceria com a Primavera Casa, a marca apresenta a instalação “A Arte de Dormir Bem”, que convida o público a uma pausa na rotina para refletir sobre autocuidado, bem-estar e a importância do sono de qualidade.
A ação integra a programação da BDW, circuito criativo realizado entre os dias 8 e 14 de junho, que reúne marcas, restaurantes, embaixadas, museus, exposições e ocupações urbanas em diferentes pontos de Brasília.
Como parte da programação, a Simmons receberá, na quarta-feira (10), às 13h30, um grupo de 20 convidados para uma experiência exclusiva de Sound Healing, conduzida pela Fluir Experience. A atividade será realizada em meio à instalação artística ambientada pela coleção Elementos e composta por obras assinadas pelo artista plástico brasiliense Elmiro Art.
A proposta transforma o espaço em um ambiente de contemplação e desaceleração, estimulando a percepção sobre a necessidade de reservar tempo para o descanso físico e mental. A instalação explora o conceito do sono como uma experiência sensível e essencial para o equilíbrio da vida cotidiana.
Segundo o texto curatorial da mostra, as obras ocupam simbolicamente o espaço entre o repouso e o despertar, apresentando formas abstratas que remetem a memórias, sonhos e percepções. Um dos destaques é a representação do colchão como elemento central da experiência, deslocado de sua função tradicional para simbolizar um estado de entrega, leveza e suspensão do tempo.
A exposição propõe uma reflexão sobre o descanso como parte fundamental da vida, indo além da recuperação física. A ideia é destacar o sono como um momento capaz de reorganizar pensamentos, estimular a imaginação e promover o bem-estar integral.
A Brasília Design Week reúne uma agenda itinerante de atividades voltadas à criatividade, incluindo lançamentos de coleções, exposições, palestras, oficinas e encontros que conectam design, arte, arquitetura, cultura e inovação.
O artista
Natural de Brasília, Elmiro Art é reconhecido por sua produção contemporânea marcada pela abstração, pela experimentação de formas e pela construção de narrativas visuais que dialogam com emoções, memórias e percepções humanas. Em suas obras, o artista busca provocar reflexões sobre o cotidiano e os estados subjetivos da experiência humana, característica que se conecta diretamente à proposta da mostra “A Arte de Dormir Bem”, concebida especialmente para a Brasília Design Week.
Sobre a Simmons Park Sul Com mais de 150 anos de história, a Simmons é uma das marcas mais respeitadas do mercado global de colchões premium, reconhecida por ser pioneira na tecnologia de molas ensacadas individuais. Presente em mais de 100 países, a marca combina tradição e inovação para oferecer produtos de alto desempenho. Em 2025, inaugurou em Brasília, no Park Sul, a primeira loja conceito da Simmons no Brasil, em parceria com o especialista Antônio Júnior, proporcionando uma experiência de compra personalizada e focada em conforto, saúde e bem-estar.
Ministradas por artistas visuais presentes na Exposição “Amazônicas: Poéticas Femininas”, a agenda inclui uma visita guiada com a curadora da mostra, Sissa Aneleh
Promovendo a arte e a ancestralidade atreladas ao Norte brasileiro, o CCBB Brasília irá sediar nesta semana uma série de atividades que fazem parte da Exposição “Amazônicas: Poéticas Femininas”. Contando com pintura ao vivo, visita guiada pela mostra e uma palestra que tange o universo da arte contemporânea, todos os encontros são gratuitos e estão previstos para acontecerem ao longo do final do mês de junho.
As atividades já se iniciam nesta quinta-feira, dia 25, e seguem até o sábado, 27 de junho, sendo elas:
Palestra “Pintura Amazônica na Arte Contemporânea Brasileira” com Sissa Aneleh e Wɨra Tini (25/06)
Ressaltando a poética da construção na arte amazônica contemporânea com a mediação de Sissa Aneleh, curadora da Exposição “Amazônicas: Poéticas Femininas”, a artista Wɨra Tini irá reforçar a ancestralidade indígena por meio da arte urbana e do protagonismo feminino, que se entrelaça na experiência moderna com a imagem dos saberes tradicionais.
Ressaltando novas narrativas historicamente silenciadas ao mesmo tempo que explora temáticas atreladas à corporeidade, identidade e resistência, a palestra está prevista para iniciar às 15h, é aberta ao público e os ingressos podem ser retirados diretamente na bilheteria do CCBB Brasília.
Pintura ao Vivo com Wɨra Tini (26/06)
Com o intuito de aproximar o público da experiência artística contemporânea na narrativa amazônica, a artista visual Wɨra Tini irá liderar a atividade que transforma a pintura em um espaço de diálogo e reflexão coletiva. Colocando sempre a presença feminina em evidência, a artista, que é descendente do povo Kokama, mescla em sua pesquisa os temas da ancestralidade indígena, território e identidade.
Ao convidar o público para refletir sobre a pluralidade das experiências femininas, uma obra irá ser desenvolvida aos olhos dos participantes, revelando assim as referências culturais, artísticas e afetivas que a artista carrega.
Alinhada ao conceito curatorial da Exposição “Amazônicas: Poéticas Femininas”, a atividade é aberta ao público e está prevista para iniciar às 14h da tarde.
Visita Guiada com Curadora Sissa Aneleh (27/06)
Fechando a programação da semana, a curadora Sissa Aneleh irá liderar uma visita guiada pela Exposição “Amazônicas: Poéticas Femininas” a partir das 15h da tarde deste sábado, dia 27. Explorando uma pluralidade de temáticas que englobam afeto, regionalismo, diversidade e ancestralidade feminina, a mostra contém obras físicas e digitais de 21 artistas plásticas e visuais do Norte do Brasil que expressam sua individualidade através de esculturas, pinturas, gravuras, fotografias, objetos e performances.
A Exposição “Amazônicas: Poéticas Femininas” ficará disponível para visitação no Centro Cultural Banco do Brasil até 16 de agosto. Patrocínio da Petrobras e do Ministério da Cultura via Lei Rouanet – Incentivo a Projetos Culturais. Apoio do CCBB, coordenação e produção do Museu das Mulheres.
Espaço Petrobras Amazônicas
A proposta do espaço é viver a realidade expandida, oferecendo visita de parte das obras da exposição no ambiente espacial do Metaverso das Mulheres. O visitante usa óculos 3D para acessar a sala expositiva em 360 graus, conhecer o lounge, viajar entre portais, interagir com avatares em realidade aumentada e visualizar as obras de forma totalmente imersiva e inovadora.
Programa Petrobras Cultural
A Petrobras possui uma história de mais de 40 anos acreditando de forma contínua na cultura como elemento transformador e fonte de energia para a sociedade. Apoiando projetos únicos e parcerias de longo prazo, construímos uma relação de respeito e colaboração com realizadores e iniciativas de todo o país.
O Programa Petrobras Cultural tem a Brasilidade como elemento norteador, que se materializa nas temáticas, origens, curadoria, história e características de cada projeto que selecionamos. O Programa Petrobras Cultural apoia a cultura brasileira como força transformadora e impulsionadora deste desenvolvimento.
O CCBB Brasília
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.
Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
Acessibilidade CCBB
A ação Vem pro CCBB conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.
A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso, no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo.
Horários da van, de quinta a domingo:
Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h
O Museu das Mulheres (Museu DAS), sediado em Brasília, é o primeiro museu brasileiro dedicado a valorizar e dar visibilidade à produção artística, cultural e histórica de mulheres. Com execução de projetos diversos em espaços físicos no Brasil e no mundo, lança experiências em ambientes espaciais e interativos – com Realidade Expandida (XR), Realidade Aumentada (RA) e Realidade Virtual (RV) – e, por extensão, tem salas expositivas no Metaverso. Possui programação em artes plásticas e visuais, cinema, eventos, além de programa educativo, área de pesquisa, acervo e editora própria.
Diretora Artística e Curadora Sissa Aneleh
Fundadora e Diretora do Museu das Mulheres, Mestra e Doutora em Artes, Historiadora de Arte, Diretora Artística, Curadora e Produtora Executiva. Trabalha há mais de 15 anos na área artística e dirigiu projetos aprovados pela Petrobras, CCBB, Caixa Cultural, Fundo de Apoio à Cultura do DF e Goethe Institut. Faz a direção executiva e artística da programação expositiva, audiovisual e educativa do museu, além da coordenação editorial do Museu das Mulheres. Realizou a curadoria de mais de 17 exposições, incluindo 2 circulações internacionais de exposição do museu com artistas brasileiras na Alemanha, passando pelo Museu de Arte de Bochum, Centro de Cultura de Manheim, Bienal de Arte de Bochum e Festival de Berlim. Diretora Artística e Curadora da exposição Vetores-Vertentes: Fotógrafas do Pará no CCBB São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Rio de Janeiro – 2025 a 2026. Possui pesquisas de arte voltadas para história da arte, mulheres artistas, arte brasileira, arte decolonial, cinema autoral feminino e poéticas curatoriais.
Serviço
Pintura Amazônica na Arte Contemporânea Brasileira
Palestrantes: Wɨra Tini; mediação por Sissa Aneleh
Local: Centro Cultural Banco do Brasil – SCES Trecho 02, Plano Piloto, Brasília / DF. Cinema.
Data: 25 de Junho, quinta-feira
Horário: 15h às 16h
Classificação indicativa: Livre
Entrada: Gratuita, com retirada de ingressos na bilheteria. Vagas sujeitas à lotação do espaço.
Serviço
Pintura ao Vivo com Wɨra Tini
Artista: Wɨra Tini
Local: Centro Cultural Banco do Brasil – SCES Trecho 02, Plano Piloto, Brasília / DF
Data: 26 de Junho, sexta-feira
Horário: 14h às 16h30
Classificação indicativa: Livre
Entrada: Gratuita
Serviço
Visita Guiada com Curadora Sissa Aneleh
Local: Centro Cultural Banco do Brasil – SCES Trecho 02, Plano Piloto, Brasília / DF
Data: 27 de Junho, sábado
Horário: 15h
Classificação indicativa: Livre
Entrada: Gratuita, com retirada de ingressos na bilheteria do CCBB.
Serviço
Exposição “Amazônicas: Poéticas Femininas”
Curadoria: Sissa Aneleh
Visitação: 09 de junho a 16 de agosto
Local: CCBB Brasília – Galeria 1 (Setor de Clubes Especial Sul Trecho 2 – Plano Piloto)
Horário: CCBB Brasília: aberto de terça a domingo, das 9h às 21h. Ingressos: Entrada gratuita. Ingressos retirados no site bb.com.br/cultura ou na bilheteria do CCBB
Nos Dias 27 e 28 de junho, próximos sábado e domingo acontece no Clube dos Previdenciários, a Feira PAV 4 – Feira de Design Sustentável, voltada ao empreendedorismo na economia criativa, com foco em design sustentável e fortalecimento de pequenos empreendimentos, especialmente aqueles liderados por mulheres.
A iniciativa reúne empreendedores locais de diferentes áreas, como moda autoral, brechós, fotografia, arte, joalheria artesanal, cerâmica e cosméticos independentes. Serão dois dias promovendo a circulação de produtos criativos e o fortalecimento de pequenos negócios.
Além de 33 expositores a Feira PAV 4 terá ainda oito atividades formativas, 4 oficinas práticas, 2 rodas de conversa e 2 palestras.
O evento integra em um mesmo ambiente comercialização, formação e troca de experiências entre empreendedores, artistas e iniciativas comprometidas com a produção de baixo impacto ambiental. Fortalecendo a transição de negócios informais e artesanais para uma gestão mais profissional e sustentável.
A PAV 4 contará com atividades formativas abertas ao público: oficinas práticas de reciclagem de roupas, produção de acessórios com materiais reutilizados e colagem com ressignificação de imagens descartadas —além da feira de expositores.
Para os expositores do DF será uma oportunidade de ampliar sua rede de contatos e se capacitação em gestão sustentável. Para o público será um ponto de convergência para diversão e consumo de produtos diversos.
PARTICIPANTES
Andreia Alfaia. Aline Leão. Angela Sufiati . Cristiane Bastos. Daniela Pires Ferreira. Daniel Taco Taco Dum Fernão Capelo. Flávia Teixeira . Gia Dachi . Heloiza Egas. Isabel Weber. Joana Vasconcelos. Juliana Caribé. João Ferreira . Júlio Lopes . Juliana Nonaka. Ira Malheiros. Leila Raquel . Leopoldo Silva. Lucas Gehre. Lúcia Fernandes. Maria Fogaça. Márcia Alecrim. Marcus Amorim . Maria Cecil. Miriam Negramê. Nádia Bacin . Paula Pratini. Rafinha Lacerda. Raquel Souza Rafael Reis. Romilda Moreira. Soulivier. Zuleika de Souza
ATIVIDADES FORMATIVAS GRATUITAS
OFICINA 1
Dia 27/06 às 14h às 16h
Tema: Monotipia em Placa de Gel
Facilitadora: Rafinha Lacerda
Designer e professora, graduada em Produtos da Moda, Pós-graduada em Fashion Design e Doutoranda em Design. É apaixonada por tecidos, texturas, manualidades, tecnologias ancestrais, história e tecnologias digitais. É mentora do Sense Moda criativa e da startup Texturas Ecolab de biomateriais aplicáveis para acessórios, design de moda e interiores.
Introduzir os participantes à técnica de monotipia utilizando placa de gel artesanal, explorando composição, textura, repetição e impressão manual em papel.
Público:
Jovens e adultos interessados em arte, design, estamparia e processos criativos.
OFICINA 2
Dia 27/06 de 16h às 19h
Tema: Retalhos do Cotidiano – Colagem e Ressignificação
Facilitadora: Alessandra França
Alessandra França é uma artista amazonense radicada em Brasília, que investiga memórias e história oral através de fotografia, colagem, costura e materiais reutilizáveis.
@alessandrafranca.art
Ementa:
Oficina prática de arte e sustentabilidade voltada para a criação de colagens a partir de materiais que seriam descartados. É um espaço para desacelerar, exercitar a mente, exercitar o trabalho manual e aprender a olhar para os “materiais reutilizáveis”, com os olhos de um artista.
Público:
Crianças, Jovens e adultos interessados em arte e reciclagem. Não exige experiência.
OFICINA 3
Dia 28/06 de 13h às 16h
Tema: Oficina Prática de Upcycling – Modelagem intuitiva.
Facilitadora: Gia Dachi
Formada em design de Moda, qualificada em modelagem industrial, artesã, trabalha com upcycling desde 2016, criadora do projeto “era outra roupa” co-fundadora e designer de moda da “use parangolés”. É uma das fundadoras do Texturas Ateliê Criativo.
O objetivo é desmistificar a costura manual e a modelagem intuitiva, capacitando os participantes a transformarem peças paradas no armário em roupas novas, únicas e usáveis, sem o uso de máquinas.
Público-Alvo:
iniciantes e curiosos (não é necessário conhecimento prévio em costura ou modelagem).
*Materiais para oficina*
OBS.: Cada participante deve trazer até 4 peças de roupas paradas no armário (camisetas, camisas, calças, shorts e etc). De preferência, tecidos de algodão, linho ou jeans.
OFICINA 4
Dia 28/06 15h às 17h
Tema:
Pingentes de Bioresina de Gelatina
Facilitador: Rafaela Lacerda
É uma designer e educadora apaixonada pela interseção entre moda, tecnologia e narrativas históricas. Atua na moda de Brasília desde 2006. É mentora do Sense Moda criativa desde 2023. Pesquisadora sobre sustentabilidade, moda, tecnologias sociais, biomateriais regenerativos.
A proposta é apresentar os fundamentos dos biomateriais à base de gelatina e desenvolver pequenos adornos utilizando bioresina pigmentada com mica e resíduos têxteis.
Público: Jovens e adultos interessados em sustentabilidade, biomateriais, moda e design.
PALESTRA 1
DIA 27 às 15h
Tema: Sustentabilidade com Inclusão Social
Ministrante: Rafael Reis
Diretor responsável pelo projeto Instituto No Setor. O Instituto Cultural e Social No Setor promove inclusão social e transformação urbana por meio da arte, da cultura e da mobilização comunitária. Atua em diferentes regiões do Brasil, desenvolvendo projetos que fortalecem territórios, ampliam o direito à cidade e incentivam a economia criativa.
Sobre:
Territórios criativos sustentáveis. Como a cultura, a economia criativa e a participação comunitária podem promover sustentabilidade com inclusão social? A partir das experiências do Instituto No Setor, serão apresentadas iniciativas que fortalecem territórios, geram oportunidades para populações vulnerabilizadas e valorizam a arte, o artesanato e a ocupação criativa dos espaços urbanos.
PALESTRA 2
DIA 28 às 15h
Tema: Cadeia produtiva da reciclagem
Ministrante: Lúcia Fernandes
Presidente do Complexo Integrado de Reciclagem do DF
Figura de destaque na gestão de resíduos sólidos e na inclusão socioprodutiva de catadores no DF. Ex-catadorano antigo Lixão da Estrutural, hoje preside a Centcoop (Central de Cooperativas de Trabalho de Materiais Recicláveis do DF), desempenha papel central nas operações do Complexo Integrado de Reciclagem do DF.
Sobre:
A palestra apresentará a estrutura da cadeia produtiva da reciclagem, os impactos sociais, econômicos e ambientais da atividade e os desafios para fortalecer cooperativas e ampliar a inclusão produtiva. Um relato prático sobre inovação, organização coletiva e sustentabilidade no Distrito Federal.
RODA DE CONVERSA 1
DIA 27 às 16h
Tema: Empreendedorismo Feminino
Mediadora: Romilda Gomes
Criadora do Pence Atelie, Romilda G. Moreira é designer de moda e professora. Nascida em Brasília, sempre acreditou na moda da cidade como expressão de mundo possíveis. É a sétima integrante do Texturas Ateliê Criativo, coletivo têxtil de mulheres criativas e que adoram o fazer manual.
Diálogo sobre criatividade e protagonismo na construção de negócios autorais e economia criativa. A partir de sua trajetória na moda e no artesanato, Romilda G. Moreira compartilha experiências sobre inovação, colaboração, autonomia econômica e valorização do fazer manual.
RODA DE CONVERSA 2
DIA 28 às 16h
Tema: Empreendedores criativos e Sustentabilidade
Mediadora: Paula Pratini
Jornalista, produtora e amante das artes plásticas, cinema, música e gastronomia. Assessora de imprensa do Festival Universo Paralello e Festival de Cinema de Trancoso, também da equipe de comunicação do BIFF-Brasilia International Film Festival. Participa ativamente da cena cultural em Brasilia com ênfase em eventos da Cultura Hip Hop.
@desfrutecultural
Participantes:
Aline Leão – @alineleaobr
Soulivier- @telaambulante
Sobre:
Diálogo sobre como artistas e artesãs podem unir criatividade, sustentabilidade e geração de renda. Serão abordados temas como comunicação na economia criativa, consumo consciente, valorização da cultura local e os desafios de desenvolver negócios criativos com impacto social e ambiental positivo.
Serviço:
Feira PAV 4-Feira de Design Sustentável
Dias 27 e 28/06 (sábado e domingo), das 11h às 20h
Endereço: Clube dos Previdenciários-SEPS 712/912, Asa Sul, Brasília/DF