Brasília tem de melhor na Cultura, Entretenimentos, Arquitetura, Design e Decoração, Feiras, Cursos, Workshops, Seminários, Gastronomia, Vinhos, Cafés, Moda, Beleza…
Pensou que tinha acabado? Acabou não! É batuque, é marchinha e é muito samba no pé que vem por aí na Ressaquinha de Carnaval do TGS. Nos dias 08 e 09 de março, o shopping convida a criançada, os adultos e toda a família para aproveitar a festa que faz do Brasil o povo mais feliz do mundo. Para alegrar ainda mais, o evento é gratuito, ocorre das 14h às 19h, e estará pronto para receber todos os carnavalescos de plantão.
No sábado, a animação fica por conta do grupo Pé de Cerrado. Já no domingo, quem toma conta da festa é a banda Maria Vai Casoutras. Durante a tarde, a criançada poderá aproveitar pintura de rosto, make da folia, animação infantil e muita música ao som da DJ SarahEcanela, uma artista com uma estética vibrante, que se destaca pelo seu estilo retrô e autêntico.
Durante a Ressaquinha, os pequenos receberão kits especiais com confetes e serpentina para curtir o carnaval. O evento ocorre na Praça Central, Piso 1. Para participar, interessados devem retirar sua pulseira de entrada nas lojas infantis do shopping: Alphabeto, Hering Kids, Tip Top, Puket, Mini Melissa, Tuti Kids e Criamigos (Piso 1); Milon, Malwee Kids e Teens e Kids (Piso 2).
Cena cultural brasiliense
Com mais de 20 anos de trajetória no carnaval da capital, os convidados para animar a folia do TGS são grupos que carregam histórias na cena cultural brasiliense.
O Pé de Cerrado é um grupo cultural que mistura música, teatro, circo e poesia para criar espetáculos vibrantes e envolventes. Reconhecido por sua forte identidade brasileira, o grupo transita entre gêneros como forró, maracatu, samba, ciranda e ritmos do cerrado, levando ao público uma experiência sensorial única. Pablo Ravi, Bruno Ribeiro, Fernando Rodrigues, Bruno Berê, Pedro Tupã e Davi Abreu, além de talentosos multi-instrumentistas, são professores e integrantes do grupo. A equipe conta, ainda, com a produtora Carla Landim, com o roadie Renato Nunes e o técnico de som Wesley Laercio.
Já Maria Vai Casoutras é uma banda de percussão formada exclusivamente por mulheres, que oferece um repertório diversificado de ritmos e sons voltados essencialmente para o público infantil. O grupo é pautado na valorização da mulher, na cena cultural brasileira, sobretudo musical. Sendo assim, apoia todas as ações em que o protagonismo feminino é visto como fator de transformação social e acredita na cultura como mecanismo de transformação. A banda traz uma nova roupagem para músicas já consagradas no cenário nacional e internacional, sem deixar de lado clássicos do samba, forró e axé.
Foto divulgação
Confira a programação:
08/03, sábado 14h às 16h – DJ SarahEcanela + animação infantil e make folia 16h às 18h – Grupo Pé do Cerrado + animação infantil e make folia 18h às 19h – DJ SarahEcanela
09/03, domingo 14h às 16h – DJ SarahEcanela + animação infantil e make folia 16h às 18h – Banda Maria Vai Casoutras + animação infantil e make folia 18h às 19h – DJ SarahEcanela
Serviço: Ressaquinha de Carnaval – TGS Quando: 08 e 09 de março de 2025. Horário: 14h às 19h. Local: Praça central, Piso 1. Entrada: gratuita mediante retirada de pulseira nas lojas infantis – Alphabeto, Hering Kids, Tip Top, Puket, Mini Melissa, Tuti Kids e Criamigos (Piso 1). Milon, Malwee Kids e Teens e Kids (Piso 2).
DEFEITO DE IDENTIDADE, exposição Individual de Lucio Salvatore | curadoria Marc Pottier
A Galeria Karla Osorio e a Embaixada da Italia no Brasil apresentam DEFEITO DE IDENTIDADE, primeira exposição em Brasilia do artista italiano, Lucio Salvatore. Serão quase 40 pinturas criadas nos últimos dois anos, expostas com curadoria do francês Marc Pottier.
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Nestas obras, Salvatore expande sua investigação sobre as políticas de identidade, migração e deslocamento, confrontando as forças que moldam as percepções de pertencimento e exclusão. Elas são construídas como constelações de fragmentos visuais — retratos de plantas, imagens históricas e contemporâneas, referências a obras de arte simbólicas — reunidas em composições densas e em camadas que funcionam tanto como declarações políticas quanto como formas estéticas de resistência. Quase todas são inéditas
O Embaixador da Itália, Alessandro Cortese, destacou a importância desta exposição no contexto das relações culturais entre a Itália e o Brasil:
“Os dois países possuem conexões culturais extremamente sólidas e históricas. Muitos dos maiores artistas brasileiros têm ascendência italiana: Portinari, Volpi, Malfatti, Ceschiatti, Di Cavalcanti, só para citar alguns dos mais famosos. Ao mesmo tempo, há muitos artistas italianos contemporâneos, como Lucio Salvatore, que veem o Brasil como um país aberto à arte e à inovação cultural, assim como inúmeros artistas brasileiros enxergama Itália da mesma forma. Não podemos esquecer que, em 2024, a curadoria da própria Bienal de Veneza foiconfiada ao curador brasileiro Antônio Pedrosa.
Essas relações históricas precisam ser cultivadas continuamente e é fundamental dar espaço aos artistas mais jovens – um dosquais è Lucio Salvatore – que possuem um enorme talento e muito a expressar artisticamente, além de um forte desejo de crescer internacionalmente. Tenho certeza de que o público brasileiro saberá apreciar as belíssimas obras do artista e que esta exposição poderá contribuir ainda mais para a afirmação de seu talento.”
Sobre a exposição
A mostra é o terceiro movimento de um processo iniciado com a exposição seminal Fluxo Gênico no Museu do
Meio Ambiente do Rio de Janeiro (2022), que abordou as implicações históricas e ecológicas da migração, colonialismo e deslocamento de espécie numa intervenção politicamente carregada que resistiu com sucesso à tentativa de privatização da instituição.
Sobre o titulo da exposição, o artista comenta: “Estas pinturas são um ato modesto e pessoal de resistência à banalização ideológica da realidade, uma afirmação da complexidade como uma qualidade intrínseca da realidade. Nestes trabalhos tento construir uma linguagem visual que procure sustentar a complexidade do presente, que represente um antidoto às narrativas identitárias fundamentalistas, que colocam o outro sempre numa posição de erro, sempre aquém do que é preciso ser para pertencer, para ser acolhido, por um determinado grupo identitário. A condição de migrante, de estrangeiro, de pobre, mas também de quem não se conforma religiosamente a ideologias, ou quer preservar o próprio espírito crítico, de quem não se identifica necessariamente ou percebe sua identidade como mutável, complexa, se encontra por isso numa posição subalterna perante as narrativas politicamente dominantes, sempre em defeito, em defeito de identidade.”As pinturas de Salvatore não são um ato de nostalgia ou recuo estético, mas um instrumento crítico, tecem múltiplas temporalidades, reunindo arquétipos históricos, imagens políticas e figuras da vida real e se envolvem em uma forma de arqueologia visual, extraindo símbolos do fluxo da vida cotidiana, imagens de viagens, mídia de notícias, obras de arte icônicas, reorganizando-os em composições que resistem à simplificação desafiam os mecanismos que determinam quem é visto, quem é apagado, quem é considerado legítimo e quem é considerado ilegal. Segundo o artista, apresentar a série, pela primeira vez em Brasilia, tem relevância simbólica importante, pois é ‘um lugar aonde poder, identidade e a luta por reconhecimento vivem muitas das complexidades e contradições do que significa pertencer. É em Brasília que politicamente a identidade do Brasil é debatida e contestada. Aqui, questões sobre quem pertence e quem é excluído, o que é considerado “natural” e o que é considerado “estrangeiro” estão no centro das batalhas legislativas. É aqui que os direitos indígenas são negociados, as políticas ecológicas são definidas e a narrativa da nação é continuamente reescrita. Brasília reflete tambem as tensões presentes em minhas pinturas, o atrito entre ideologia e experiência vivida, entre teoria e compromisso com a realidade, entre utopia e o teste implacável do tempo. É uma cidade construída por trabalhadores de todo o país e por isso sua identidade cultural fragmentada é moldada a partir da migração’
Sobre o artista
Lucio Salvatore é um artista ítalo-brasileiro que vive e trabalha entre o Rio de Janeiro e Sant’Elia Fiumerapido. Seu trabalho partiu da condição de estrangeiro, desenvolveu poética a partir de processo criativo experimental.
Seu interesse está na relação fundadora entre a complexidade da formação do pensamento abstrato e das narrativas históricas, além da síntese que ocorre na experiência sensível da obra. Cada elemento sensorial de suas obras incorpora elemento cerebral da visão de Salvatore, cujas chaves de interpretação possíveis abrem caminhos de aprofundamento dos temas, macro e micropolíticos, abordados com desejo de emancipação.
O artista tem obras em diversas coleções públicas como Museu de Arte Moderna MAM Rio de Janeiro, Museu de Arte Contemporânea MAC Niterói, Museu Nacional de Belas Artes, MNBA Rio de Janeiro. Ele apresentou seu trabalho em exposições individuais no Museu do Meio Ambiente, Rio de Janeiro (2022), Museu Nacional de Belas Artes, Rio de Janeiro (2021), Museu de Arte Moderna, Rio de Janeiro (2017-2018), Palazzo Pamphjli, Roma (2017), Museu Brasileiro de Escultura e Meio Ambiente, MuBE São Paulo (2011), Centro Cultural Correios, Rio de Janeiro (2010, 2014, 2015, 2016) dentre outros.
Sobre a galeria
Criada em 2017, a galeria Karla Osorio atua para inserção de artistas contemporâneos no mercado e na cena institucional. Privilegia a produção mais inovadora em arte, com programa de exposições temporárias que fomenta várias linguagens e técnicas. Representa artistas brasileiros e estrangeiros. Participa de feiras de arte, sendo a única galeria de Brasília em algumas das melhores feiras do mundo em cidades como Basiléia,
Chicago, México, Miami, Nova Déli, Nova York, Punta (Uruguai), além de Rio de Janeiro e São Paulo. Apoia pesquisas e projetos inovadores, tem programa de cursos, palestras, parcerias com outros espaços e instituições, além de intervenções no espaço público. Desenvolve projetos com curadores visitantes e oferece residência artística com atelier, em espaço privilegiado. Atua também no mercado secundário. Além da sede em Brasília, amplo espaço expositivo no Lago Sul, com pavilhões e área externa, possui escritório em São Paulo.
Serviço:
Abertura, terça-feira, dia 11 de março, Coquetel 17-21h Pavilhão II (galerias 4 e 5) *
Em cartaz até 23 de abril de 2025
Visitação: segunda a sexta, 9h- 18h30, sábados 9h-14h30
As noites de quinta-feira em Brasília não serão as mesmas, mas a despedida promete compensar já que será um grande esquenta para o Carnaval 2025 da capital federal!
A última edição do Floor Brasília, que se despede após uma maratona inesquecível que resgatou as históricas baladas do Café Cancun – um dos maiores agitos da cidade, que aconteceram no Liberty Mall. Com Adriana Samartini como atração principal, a noite da próxima quinta-feira (27) promete ser o esquenta perfeito para o Carnaval, e o melhor de tudo, regado a drinks, vinhos, espumantes refrescantes e muita gente bonita.
“Ninguém vai querer ficar de fora do Especial de Carnaval do Floor, pois além da Adriana Samartini ser uma cantora incrível, ela vive no nosso coração e de toda a cidade”, confessam em uníssono Mari e Daniel Braga, responsáveis não somente por este evento, mas também pelo Hidden.
E pode acreditar, eles não estão exagerando. Samartini é reconhecida tanto por sua versatilidade, quanto por sua presença marcante no cenário nacional. Com uma carreira que atravessa gêneros como samba, MPB e pop, sua habilidade de misturar ritmos tradicionais com influências modernas, somada à sua energia contagiante e carisma único, fazem dela uma atração irresistível, criando uma conexão instantânea com o público. Seus shows são um verdadeiro mix de melodias envolventes e batidas animadas, perfeitos para quem quer dançar e se divertir.
“Estou preparando um repertório especial com os clássicos, hinos e hits de Carnaval que marcaram época”, revela Adriana sobre sua apresentação na festa de despedida do Floor Brasília. “Vamos resgatar canções que animaram outros carnavais e que continuam contagiando até hoje! Vai ser uma noite imperdível, vocês não podem ficar de fora”, garante a cantora.
E se você precisa de mais motivos para não perder essa festa, fique sabendo que Adriana Samartini estará acompanhada de convidados surpresa no palco, e que a discotecagem ficará por conta de ninguém menos que o DJ Chikão. Garanta já seu convite para o pré-Carnaval do Floor, enviando um WhatsApp para (61) 99631-1451.
Não se esqueça que a experiência Floor vai muito além da música, com uma seleção de vinhos e espumantes Del Maipo, cervejas premium como Estrella Galicia e 1906 La Milnueve, além de drinks refrescantes. As delícias gastronômicas incluem tábuas de frios pré-montadas, petiscos irresistíveis e as empanadas da Piipe, em parceria com a La Porteña, criando um ambiente que mistura o charme do passado com a modernidade do presente.
Para completar, clientes com Cartão CAIXA ganham 10% de desconto em todas as compras de alimentos e bebidas. Não perca essa última chance de aproveitar o Floor, que se despede de Brasília na próxima quinta-feira, com o pré-Carnaval marcado para acontecer das 19h30 às 2h. Prepare sua melhor fantasia e venha curtir essa festa em grande estilo!
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Serviço:
Floor Brasília
Local: Café Cancun, Liberty Mall – SCN Quadra 2, Bloco D – Asa Norte, Brasília
Funcionamento: Última quinta-feira do projeto, dia 27 de fevereiro de 2025, das 19h30 às 2h
A personagem ícone dos quadrinhos brasileiros faz aniversário e as crianças podem ajudar a preparar a festa no ParkShopping
É aniversário da Mônica e vai ter festa. Aquela garotinha empoderada, passional e, às vezes muito brava, também é super querida pelos amigos. Então, a turma está planejando uma surpresa e faz um convite. A aguardada comemoração pode ser ainda mais especial se as crianças ajudarem nos preparativos da festa, que promete ser inesquecível! Festa Surpresa da Mônica é um evento repleto de experiências inesquecíveis e brincadeiras que são pura diversão.
Criada pela Mauricio de Sousa Produções, em parceria com a YDreams Global, a atração desembarca no ParkShopping e transporta o público para o universo da Turma da Mônica. “Maurício de Souza cria histórias há mais de 60 anos. Mônica e os mais de 400 personagens do estúdio fazem parte do imaginário infantil e da jornada de diversas gerações em nosso País. Maurício tem um legado de ensinamentos por meio de uma obra que trabalha temas como amizade, inclusão e diversidade. Estamos muito felizes em receber no ParkShopping uma festa tão especial”, observa Anna Aimée Codeço, gerente de marketing do PKS.
A aventura e os preparativos para o grande dia ocorrem entre 28 de fevereiro e 13 de abril, no 1º Piso do PKS, corredor da C&A, próximo à Entrada B, sempre de terça a sexta-feira – das 13h às 21h (última sessão às 20h30); aos sábados, das 10h às 22h(última sessão às 21h30); e aos domingos, das 12h às 20h (última sessão às 19h30).
Segunda, terça de carnaval e quarta-feira de Cinzas, das 13h às 21h (última sessão às 20h30). Ingressos para brincar podem ser adquiridos via App Multi, a R$45 a inteira e R$22,50 a meia entrada. Combos com 2 adultos e uma criança a R$100 e com 2 adultos e duas crianças a R$120.
E vai rolar a festa…
Festa Surpresa da Mônica é um circuito imersivo que recria o Bairro do Limoeiro, cenário clássico das histórias em quadrinhos de Maurício de Souza. Com o aniversário da Mônica chegando, toda a turminha e as crianças de Brasília podem chegar e se divertir com os preparativos da festa. No trajeto, personagens como Cebolinha, Magali, Cascão, Milena, Jeremias e outros integrantes da Turma interagem com o público, tornando a experiência ainda mais especial.
A atração é dividida em nove ambientes temáticos, incluindo a Sala de Estar, o Estúdio de Mauricio de Sousa, a Garagem, o Quarto da Mônica, a Sala Secreta de Treinamento, o Banheiro, a Cozinha e, claro, o grande momento: a Hora do Parabéns. Logo na entrada, os visitantes são recepcionados por Seu Sousa e Dona Luísa, pais da protagonista, que revelam a surpresa da festa e criam um clima de expectativa e magia.
Com tecnologia e interatividade, a ideia da Festa Surpresa da Mônica é transformar cada visitante em parte da história. Entre surpresas, desafios e momentos inesquecíveis, a experiência propõe emocionar tanto os fãs de longa data quanto as novas gerações, reforçando o encanto da Turma da Mônica.
ParkShopping – Inaugurado em 1983, o ParkShopping é referência na capital do País e conta com um mix diverso e qualificado de marcas, ampla oferta de serviços e excelentes opções de lazer e entretenimento para os brasilienses. Os empreendedores do ParkShopping são Multiplan e Previ, com administração da Multiplan. O PKS foi certificado por dois anos consecutivos no Experience Awards (2023 e 2024), no segmento Shoppings, que recebeu milhares de votos de consumidores. A premiação indica o ranking NPS (Net Promoter Score), uma métrica de lealdade do cliente, e visa reconhecer as empresas com os melhores índices do Brasil em diversos segmentos.
O ParkShopping atende a região que lidera o ranking de PIB per capita nacional. Maior e mais completo shopping de Brasília, o PKS vem contando uma história de sucesso, crescimento e inovação. O shopping representa hoje 3,4% da ABL do Centro-Oeste, segundo a Abrasce, enquanto suas vendas anuais totalizaram 10,4% das vendas totais dos shoppings na mesma região, alcançando R$1,6 bilhão em 2023 e ocupando o quinto lugar no portfólio Multiplan.
Sobre a Mauricio de Sousa Produções –Mauricio de Sousa Produções (MSP) é uma das maiores e mais inovadoras empresas do setor de entretenimento, dona das principais propriedades intelectuais brasileiras, como Turma da Mônica e Chico Bento. Pioneira no ramo de licenciamento de personagens no Brasil, destaca-se em três segmentos de negócios principais: audiovisual, experiências e entretenimento, sendo responsável pela produção de histórias em quadrinhos, livros, animações, games, entre outros conteúdos que aliam criatividade e inovação a narrativas originais. Sua missão é divertir, inspirar e fomentar a cultura por meio de histórias que abordam temas universais, como a valorização da amizade, sempre mantendo seu compromisso com o estímulo à diversidade e à inclusão. Com um portfólio crescente de produções de sucesso em diversos meios e plataformas digitais, a MSP explora novas fronteiras do entretenimento, não apenas na adaptação de seus personagens a formatos inovadores, mas, também, na criação de projetos que dialogam de maneira única com o público contemporâneo de todas as idades. Empresa signatária dos WEPS (Princípios de Empoderamento da Mulher), plataforma da ONU Mulheres e do Pacto Global, é parceira do UNICEF e do WWF-Brasil, entre outras entidades reconhecidas internacionalmente.
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FESTA SURPRESA DA MÔNICA
Quando: de 28 de fevereiro a 13 de abril
– Terça a sexta-feira – das 13h às 21h(última sessão às 20h30);
– Aos sábados, das 10h às 22h (última sessão às 21h30);
– Aosdomingos, das 12h às 20h (última sessão às 19h30).
Carnaval:
Segunda, Terça de carnaval e Quarta-feira de Cinzas, das 13h às 21h (última sessão às 20h30).
Onde: 1º Piso do PKS, corredor da C&A, próximo à Entrada B.
Ingressos: podem ser adquiridos via App Multi, a R$45 a inteira e R$22,50 a meia entrada.
Combos com 2 adultos e uma criança a R$100 e com 2 adultos e duas crianças a R$120.
Com Lucas Ramalho novamente à frente, segunda temporada traz 13 novos bate-papos com mestres da música brasileira
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Os novos episódios trazem grandes nomes da percussão nacional, como Japa (BaianaSystem e Timbalada), Denny Conceição (ex-Natiruts) e Silvanny Sivuca (Emicida) compartilhando suas experiências e paixão pela música
O som da percussão é um chamado ancestral. É memória, é pulsação, é resistência. E o Pausa de Colcheia retorna para sua segunda temporada trazendo consigo esse compasso vivo. Lançados a partir de 4 de fevereiro, os novos episódios do podcast conduzido pelo historiador, músico e arte-educador Lucas Ramalho se aprofundam ainda mais na trajetória dos tambores, baterias, agogôs e xequerês, revelando os ecos da percussão brasileira em cada batida. Pausa de Colcheia está disponível nas principais plataformas de streaming, como Spotify, Google Podcast, entre outras.
Ao longo de 13 novos episódios, mestres da música se reúnem para contar histórias, dividir saberes e reafirmar a percussão como força criativa e transformadora. Cada episódio traz a participação de algum nome que molda sons e cria caminhos, abordando temas fundamentais para entender a importância desse universo na música e na sociedade.
Entre os convidados estão Aline Marcimiano, que transita entre a dança, o teatro e a música, compartilhando sua conexão com o universo afrolatino; e André Costa, que se destaca nos ritmos nordestinos e no samba, com uma carreira que inclui colaborações com artistas como Rapadura. Apoena, mineiro radicado em Brasília, fala sobre sua trajetória, unindo arte-educação e música popular, além de ser um dos fundadores do Jongo do Cerrado.
Também de Minas Gerais temos Celin du Batuk, criador do Batukenjé, grupo que mistura inclusão social com performances percussivas. Com quase três décadas de carreira, Carlos Pial, percussionista premiado e fundador do Instituto Carlos Pial, também participa do podcast. O ex-integrante do Natiruts, com mais de 30 anos na percussão, Denny Conceição também compartilha sua trajetória em um dos episódios. Outro que traz sua visão sobre percussão é Felipe Reznik, que passou por projetos como Bloco do Sargento Pimenta e Instituto d’O Passo.
A Bahia marca presença com Japa System, de Feira de Santana, que fez história no Timbalada e BaianaSystem, e lançou o álbum Sistema Percussivo Integrado. Junior Viegas, grande nome da cena instrumental de Brasília, e Léo Rodrigues, fundador do canal Platinelas e do aplicativo e-batuque, figuram em outros dois episódios.
Figuras conhecidas na região Centro-Oeste, a percussionista goiana Lene Black e a pernambucana radicada no Paranoá Martinha do Coco integram outros dois episódios. E por fim, fechando a lista de convidados, Silvanny Sivuca, que já acompanhou Emicida na turnê AmarElo, se apresentou no Caldeirão do Mion e trabalhou com artistas como Iza e Fafá de Belém.
O podcast Pausa de Colcheia tem roteiro, direção e produção assinados por Lucas Ramalho e é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.
SOBRE O PAUSA
O Pausa de Colcheia nasceu em 2020, em meio à pandemia da Covid-19, quando o músico e historiador Lucas Ramalho, de forma independente, começou a realizar uma série de lives entrevistando percussionistas de Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. Em 2022, o projeto recebeu apoio do FAC e passou a ser formatado como um podcast. O nome remonta ao símbolo musical “colcheia”, que tem a duração de metade de um tempo (ou meio batimento) em um compasso.
Com 13 episódios produzidos, cada episódio é uma forma de descolonizar os ouvidos, de desafiar preconceitos, de mostrar que a percussão é, antes de tudo, uma linguagem que conta a história de um povo. A primeira temporada contou com a participação de percussionistas renomados como Marcos Suzano (RJ), Gustavo di Dalva (BA/NY), Larissa Umaytá (DF) e Thiago da Serrinha (RJ), que trouxeram suas perspectivas e experiências enriquecedoras para o público.
ACESSO PARA TODOS
Como forma de fazer o conteúdo chegar ao maior número possível de pessoas, a segunda temporada do Pausa de Colcheia chega com recursos em Libras em todos os episódios, garantindo que sua mensagem atravesse ainda mais fronteiras.
ONDE ENCONTRAR
O Pausa de Colcheia está disponível nas principais plataformas de streaming, como Spotify, Google Podcasts, Anchor, Breaker, Overcast, Pocket Casts e Rádio Public.
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Serviço – Segunda Temporada Pausa de Colcheia Apresentação: Lucas Ramalho Lançamento 4 de fevereiro de 2025 Onde escutar: Spotify, Apple Podcasts, Google Podcasts, Castbox, RSS, Anchor, Breaker, Overcast, Pocket Casts e outros Mais informações: https://www.instagram.com/pausadecolcheia?igsh=MXU4aGFmNnM3bHV2cA==
Mostras temporárias podem ser apreciadas até o dia 23 de março
O Memorial dos Povos Indígenas Indígenas (Zona Cívico-Administrativa, em frente ao Memorial JK) inaugura duas exposições temporárias que celebram a diversidade cultural e a riqueza artística dos povos originários do Brasil no sábado, 22 de fevereiro, a partir das 15h. As mostras fazem parte do edital de incentivo promovido pela gestão do projeto educativo da ONG Amigos da Vida, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, e ficarão abertas ao público até o dia 23 de março de 2025.
A exposição Imenu: Arte Visual Kaxuyana e Tiriyó, idealizada pela artista indígena Bárbara Rehkayie Kaxuyana, traz 30 pinturas que retratam grafismos e desenhos tradicionais dos povos Kaxuyana e Tiriyó, habitantes das terras indígenas no Parque do Tumucumaque, no norte do Estado do Pará, próximo à fronteira com Suriname, da bacia do rio Trombetas. As obras foram criadas em uma oficina realizada na aldeia Santo Antônio, onde jovens e anciãos compartilharam histórias, saberes e técnicas ancestrais, conectando-as a materiais contemporâneos.
“Será minha primeira exposição. As expectativas estão cheias de inspiração. É uma oportunidade importante para compartilhar nossa cultura e conhecimentos ancestrais”, comenta Bárbara, que também atua como documentarista e ativista. As obras, feitas em tecidos de algodão cru com tintas de tecido, representam uma conexão entre o passado e o presente, destacando a centralidade da cultura Kaxuyana e Tiriyó na identidade e na resistência dos povos originários.
A exposição Sarã, ãbakoháy ~ug hãhãw: Raízes, Memórias e Território, assinada por Uakyrê Pankararu Braz, reúne 20 obras que refletem a espiritualidade, as memórias e a relação com o território dos povos Pankararu e Pataxó localizados na Aldeia Cinta Vermelha Jundiba, Vale do Jequitinhonha – Minas Gerais. O título, em língua patxohã, remete a raízes, memórias e território – elementos centrais na luta e na identidade de seus povos.
“Abrir este espaço no Memorial dos Povos Indígenas foi muito importante. Nossa arte é uma forma única de comunicação, e essa oportunidade contribui para a valorização do nosso modo de pensar”, afirma Uakyrê. As ilustrações, criadas com lápis de cor, giz de cera, canetinhas e tinta guache carregam referências das mulheres indígenas, guardiãs da sabedoria ancestral, e convidam o público a explorar uma visão autêntica e profunda da conexão com o sagrado e o mundo natural.
As exposições reforçam a importância do Memorial como um espaço de diálogo e protagonismo indígena. Para ambas as artistas, ter suas obras expostas simboliza um marco na valorização das expressões artísticas indígenas e na construção de narrativas feitas por suas próprias vozes.
O Memorial
O acervo do Memorial dos Povos Indígenas possui um inventário formado por peças de plumárias, cerâmicas e com os insumos próprios de diversas etnias. No espaço, há uma reserva técnica com as peças doadas do acervo particular dos antropólogos Darcy Ribeiro, Berta Ribeiro e Eduardo Galvão. No espaço também há peças apreendidas pela polícia federal na Operação Pindorama.
Adereços exclusivos, fantasias e brechós locais se encontram no restaurante Jobim, a partir de 12h, para garantir uma folia com muito requinte
O Carnaval está chegando, e Brasília se prepara nesta semana para a 3ª edição da Varanda de Carnaval, que acontecerá nos dias 22 e 23 de fevereiro, no restaurante Jobim, localizado no SCLRN 704/705 Bloco E, Asa Norte. A feira é destino certo para quem busca acessórios exclusivos e cheios de estilo.
O evento contará com peças, fantasias, adereços e acessórios super criativos para todos os gostos. Se você busca brilho, cor e originalidade para se destacar nas festas e bloquinhos, agora é a hora e a Varanda de Carnaval é o lugar.
Algumas expositoras oferecerão itens autorais, feitos à mão, garantindo um toque especial e autêntico para quem quiser sair do óbvio. E, claro, os brechós queridinhos do público também marcarão presença, trazendo opções para um Carnaval sustentável e cheio de personalidade.
A novidade nesta edição é a oficina de maquiagem (olhos) principalmente com o uso de glitter e paletas de brilho. Serão ensinadas formas de aplicar glitter nos olhos, como em toda a pálpebra ou apenas em detalhes, como delineado ou canto interno e colagem de cílios. O material utilizado poderá ser coletivo ou individual. Será cobrado um valor simbólico no valor de R$ 40.
Além da variedade de produtos, o evento também oferecerá todo o charme do restaurante Jobim e, no dia 23 (domingo), a partir das 16h, uma playlist descontraída sob o comando do DJ Chikão.
De quarta-feira (22) a sábado (25), o Reino Encantado realizou uma grande abertura para mais de 150 convidados que puderam desfrutar os sabores autênticos do cardápio assinado pelo chef Emerson Aguirre e as apresentações da renomada companhia de teatro Oja Laió. A noite contou com a presença de convidados como influenciadores, jornalistas e formadores de opinião.
Durante duas horas de experiência, os convidados puderam experimentar um menu degustação com mini porções das delícias disponíveis na casa. Os pratos como Ceviche Encantado, Excaliburguer e o Caçador Real aliam criatividade e sabores únicos. O espaço ofereceu, ainda, opções veganas e sem glúten. Entre as sobremesas, a Floresta Encantada surpreendeu com profiteroles e árvore de algodão doce.
Os drinks, com nome de personagens, também não ficaram para trás e já conquistaram o coração da criançada. Spider Man, Capitão América, Hulk, Moana, Ariel e Frozen, além de coloridas, não tem álcool.
Tudo isso enquanto interagiam de pertinho com personagens como super-heróis e princesas da Disney que se deslocam até as mesas para ficar mais pertinho do público. As atrações foram os “Heróis no Castelo das Princesas”, seguido pelo “Castelo das Princesas”.
O idealizador do projeto Ygor Brito comemorou o sucesso do evento e destacou a importância da experiência estilo ‘Magic Dining”: “O Reino Encantado é uma experiência gastronômica imersiva para toda a família. São duas horas de pura diversão e aventura, além de muitas delícias compartilhadas através do nosso cardápio”. Para memorizar a noite, as fotógrafas Isabel Fernanda e Milena Nunes registraram todos os detalhes.
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O “Magic Dining” segue até 17 de maio, na 202 sul, oferecendo momentos para toda a família. As reservas podem ser feitas pela plataforma Bilheteria Digital. É válido ressaltar que algumas datas já estão esgotadas. Para mais informações, acesse o perfil oficial nas redes sociais @reinoencantadobsb.
Balada que agita as noites de quinta-feira da capital federal entra na reta final. Mas calma, pois ainda há tempo para muita diversão, e com descontos incríveis para quem tem Cartão Caixa!
Tudo o que é bom, um dia acaba. E é justamente por isso que a hora de curtir o Floor Brasília é agora! O evento que resgatou a nostalgia do Café Cancun – um dos melhores agitos que já existiram na cidade, lá no Liberty Mall – termina no fim de fevereiro. Claro que o esquenta para sua despedida, nesta quinta-feira (20), promete ser inesquecível, repleto de gente bonita e bebida de primeira, além de uma programação embalada por muito pop e rock’n’roll, para todo mundo dançar até de madrugada.
A noite já começa com a energia única da DJ Pequi, que assume as picapes a partir das 19h30. Conhecida por seu talento em misturar ritmos, ela cria setsvibrantes que passeiam entre samba, carimbó, cúmbia, salsa, merengue e rock, garantindo uma fusão dançante de grooves brasileiros e latinos. Seu repertório já embalou festas icônicas como Pequila e Baile do Amor, e agora promete transformar a pista do Floor em um verdadeiro salão de ritmos e sensações.
Na sequência, às 21h00, a Banda Rádio Blá ganha o palco trazendo o melhor do pop rock. Desde 2007, o grupo se destaca nas festas mais animadas da cidade, casamentos e formaturas, levando um som contagiante e cheio de personalidade para quem ama boa música ao vivo.
E quando você achar que a energia já está no auge, DJ Thaís Katze entra em cena às 23h30 para manter a pista quente até altas horas. Com um line-upprimoroso e um repertório que equilibra clássicos e novidades, essa pet lover inveterada é mestra em apresentar música boa, divertida e elegante em suas apresentações. Para a ocasião, ela promete uma despedida digna para essa temporada cheia de emoções que está sendo o Floor Brasília.
Com sua vibe de revival, o evento, capitaneado pelo casal responsável pelo Hidden, Mari e Daniel Braga, vem fazendo sucesso desde novembro de 2024, ao reacender a chama do antigo Café Cancun com boa música, boas companhias e muita nostalgia. “Sim, Brasília é uma cidade nova, mas aqui vivemos intensamente, construindo boas memórias. E o objetivo do nosso trabalho é justamente esse: resgatar esses momentos, criando novas lembranças e histórias para contar”, dizem, em uma só voz.
Para isso, além de oferecer uma trilha sonora impecável, a experiência do Floor fica completa entre taças de vinhos e espumantes da Del Maipo, cervejas premium como Estrella Galicia e 1906 La Milnueve, além de bebidas que acompanham perfeitamente as tábuas pré-montadas de frios, a variedade de petiscos deliciosos e as saborosas empanadas que a Piipeoferece em parceria com a La Porteña, criando um ambiente que mescla o charme do passado com a modernidade dos dias atuais.
Para completar, os clientes com Cartão CAIXA ainda têm 10% de desconto em todas as suas compras. Então, não perca! Como já foi dito, o Floor acontece até o fim de fevereiro, toda quinta-feira, das 19h30 às 2h. Junte a galera, atravesse esse túnel do tempo e venha curtir o que Brasília tem de melhor!
Foto divulgação
Serviço: Floor Brasília
Local: Café Cancun, Liberty Mall – SCN Quadra 2, Bloco D – Asa Norte, Brasília
Funcionamento: Toda quinta-feira até 27 de fevereiro de 2025, das 19h30 às 2h
No próximo dia 15 de fevereiro, a partir das 10h, em um brunch recheado de iguarias portuguesas, a Brasal Incorporações lança a nova unidade decorada do empreendimento Reserva Douro, em seu Espaço Noroeste. Este apartamento é uma celebração ao contemporâneo e ao compartilhado, inspirado no icônico Alto Douro, em Portugal, famoso pela produção vinícola e por seu estilo de vida sofisticado, oferecendo uma harmonia perfeita entre a modernidade e as belezas naturais, sendo um convite ao viver bem.
A nova unidade decorada, projetada pela arquiteta Walléria Teixeira, apresenta um apartamento de três suítes, com 128m² de área privativa. O espaço reflete o uso de materiais naturais como palha, madeira e texturas cuidadosamente selecionadas. Conjugando aconchego e sofisticação, a decoração propõe um layout fluido e funcional, totalmente ajustado às necessidades de uma vida moderna. A beleza e os aromas do Douro foram a grande inspiração para este ambiente, marcado por toques elegantes e traços contemporâneos da arquitetura atual. Mais do que três suítes, ele possui diferenciais únicos como varanda gourmet e um apartamento vazado.
‘’Localizado em uma das quadras mais valorizadas e dinâmicas do Noroeste, em Brasília (SQNW 307, B), o Reserva Douro está a poucos passos do Parque Burle Marx, garantindo uma vida com mais qualidade e conforto para toda a família. Com 56,65% da obra já concluída em janeiro de 2025, o empreendimento se destaca como uma ótima oportunidade para quem busca sofisticação e bem-estar em um novo lar”, comenta Marcos Thadeu, gerente comercial da Brasal Incorporações.
Saiba mais sobre Reserva Douro
O Reserva Douro é um empreendimento que se destaca como uma obra-prima de inovação e elegância, refletindo a essência sofisticada do Alto Douro. Com apartamentos que variam entre 128m² e 171m², além de coberturas duplex de 250m², o projeto celebra um estilo de vida contemporâneo e compartilhado, aberto à diversidade e aos diferentes estilos de vida.
Os amplos espaços de lazer foram pensados para equilibrar o cuidado com a saúde, momentos de relaxamento e diversão com familiares e amigos, tudo isso em um ambiente rodeado de tecnologia.
As áreas privativas oferecem um máximo de conforto e funcionalidade. Com uma porta principal pivotante em acabamento branco e fechadura eletrônica, cada detalhe prioriza segurança e modernidade. As portas internas têm o mesmo acabamento elegante, enquanto a infraestrutura para instalação de ar-condicionado nas salas e quartos, com laje técnica para condensadoras, garante um clima agradável. Os apartamentos são equipados com tomadas USB na sala e nos quartos, lavabo com bancadas em granito e cuba esculpida, além de varanda com bancada em granito e ponto de gás. A cozinha é otimizada com preparação para triturador de alimentos e pontos de água para instalação de eletrodomésticos, assim como acabamentos de alto padrão, incluindo porcelanato e rodapé de poliestireno.
As áreas comuns do empreendimento também destacam-se pela tecnologia e pelo compromisso com a segurança e o bem-estar dos moradores. O sistema de recirculação de água quente e os leitores biométricos nos halls sociais contribuem para um ambiente seguro e confortável. Com uma academia equipada, bicicletários coletivos e espaços de convivência como salão de festas, salão de jogos e brinquedoteca, há opções para atender a todos os gostos.
A iluminação em LED, o paisagismo com irrigação automática e os elevadores de alta tecnologia asseguram eficiência e sustentabilidade. A previsão para a instalação de um sistema de tratamento de águas cinzas e três vagas destinadas ao abastecimento de carros elétricos reforçam o compromisso do Reserva Douro com o futuro e a responsabilidade ambiental.
Sobre a Brasal Incorporações
Com mais de 60 anos de história, a Brasal é um grupo multissegmentado que atua nos mercados de incorporação e construção imobiliária; produção e distribuição de bebidas; concessionária de veículos, comercialização de combustíveis e geração de energia limpa e renovável.
Em 2003, a Brasal Incorporações iniciou sua operação no mercado de Brasília. Carregando atributos que valorizam o lazer, a segurança, a tecnologia e a boa localização, com projetos que proporcionam tempo de qualidade para quem compra, vivencia ou investe em um Brasa. chegou no mercado de Goiânia em 2011, em 2015, lançou seu primeiro empreendimento em Uberlândia.
Nos seus 21 anos de operação com foco em empreendimentos residenciais, comerciais e loteamentos, conta com mais de 10.000 unidades entregues, em obra e lançadas, cerca de 1.6 milhões de m2 construídos e R$8 bi em VGV (volume geral de vendas) lançados.
Atualmente, totaliza mais de 1.500 colaboradores diretos, é reconhecida como uma das Melhores Empresas para Trabalhar no Centro-Oeste (Great Place to Work). Além disso, seu Sistema de Gestão foi aprovado em uma das mais importantes e respeitadas certificações de excelência: Bureau Veritas, para norma PBQP-H/SIAC nível A e ISO 9001, com auditorias anuais de conformidade.
Cada lançamento de produto traz consigo a característica de oferecer projetos inspiradores, com tecnologia, atemporalidade e o cliente no centro do negócio. Todos eles feitos sob os mais exigentes critérios de inteligência e excelência construtiva, que visam processos sustentáveis no âmbito social e ambiental.
A Brasal Incorporações trabalha para que a satisfação seja o elo entre sua marca e seus clientes, internos e externos. Porque confiança, gera resultado.
Uma das mais célebres artistas contemporâneas da Europa, a portuguesa Joana Vasconcelos traz à Embaixada de Portugal em Brasília a exposição “Fascinação” e participa de uma conversa aberta ao público, na qual promete discorrer sobre temas como a presença de seu trabalho no cenário das artes visuais contemporâneas e o diálogo entre tradição e modernidade. O encontro com Joana Vasconcelos está marcado para acontecer no dia 20 de fevereiro, às 19h, no Auditório do Instituto Camões, na Embaixada de Portugal. A entrada é franca e sujeita à lotação do espaço.
No dia seguinte, a editora brasileira Lucia Bertazzo, radicada em Lisboa, aborda o tema “A arte em forma de livro”. Lucia Bertazzo é criadora da editora Urucum, especializada em edições de arte originais e artesanais. A Urucum é responsável pela edição de “Os cadernos da minha vida”, com desenhos, textos e colagens de Joana Vasconcelosque integram a exposição “Fascinação”. A conversa com Lucia Bertazzo, no dia 21 de fevereiro, acontecerá às 19h, na galeria da Embaixada de Portugal. A entrada é franca e mais uma vez sujeita à lotação do espaço.
O público que comparecer às conversas terá acesso, em primeira mão, à monumental obra “Pavillon du Vin” – uma estrutura de ferro forjado de 5,5 m de altura, em formato de garrafão de vinho com videiras que sobem pela estrutura -,instalada nos jardins da Embaixada de Portugal, assim como poderá conheceros 15 volumes que integram “Os Cadernos da minha vida”. Depois destes dois primeiros encontros do Ciclo de Conversas, a exposição “Joana Vasconcelos: Fascinação” ficará fechada e só será reaberta ao público no dia 8 de março, celebrando o Dia Internacional da Mulher.
JOANA VASCONCELOS
Conhecida por suas esculturas monumentais e instalações imersivas, nas quais descontextualiza e subverte objetos do cotidiano, propondo um olhar crítico da sociedade contemporânea com humor e ironia, Joana Vasconcelos é a mais jovem artista e primeira mulher a expor numa individual no Palácio de Versalhes, atraindo 1 milhão e 600 mil visitantes. A mostra foi a mais visitada em 50 anos e é considerada um marco histórico na França. Sua exposição no Museu Guggenheim de Bilbao também foi a terceira mais visitada da história do museu e sedimentou o nome da artista como um talento sólido da arte contemporânea
Nascida em 1971, Joana Vasconcelos é uma artista plástica portuguesa com uma carreira de cerca de 30 anos, uma enorme variedade de técnicas, participação em mais 900 exposições – sendo 165 individuais – e autora de 1.759 obras de arte. Com humor e ironia, questiona o estatuto da mulher, a sociedade de consumo e a identidade coletiva. A aclamação internacional veio em 2005 com a obra “A Noiva”, exposta na primeira Bienal de Veneza curada por mulheres.Desde então, Joana já voltou à Bienaloutras sete vezes. Em 2023, concretizou a honra de expor nas Galerias Uffizi e no Palácio Pitti, em Florença, ao lado de mestres clássicos como Leonardo Da Vinci, Michelangelo e Caravaggio. Também em 2023, apresentou no MON – Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, a exposição individual “Extravagâncias”.
LUCIA BERTAZZO
Lucia Bertazzo possui graduação em Design e mestrado em Cultura Visual pela Universidade Federal de Goiás. Trabalhou, entre 2005 e 2010, com produção no ateliê do artista Siron Franco. Em 2014, no Rio de Janeiro, inaugurou a UQ! Ediçõescom Leonel Kaz. Ao mudar-se para Lisboa, em 2017, a editora ganhou o nome de Urucum, marcando-se por criar projetos editoriais diferenciados, criados de forma artesanal. Lúcia também desenvolve projetos de curadoria e montagem de exposições em galerias, feiras de arte e instituições no Brasil, Espanha, França, Itália, Moçambique e Portugal.
PROGRAMAÇÃO
CICLO DE CONVERSAS – FASCINAÇÃO: JOANA VASCONCELOS EM BRASÍLIA -Aberto ao públicoe sujeito à lotação do espaço
20 de fevereiro, 19h, auditório do Instituto Camões da Embaixada de Portugal
“Joana Vasconcelos – obra, contexto internacional, tradição e contemporaneidade”.
21 de fevereiro, 19h, galeria da Embaixada de Portugal
Lucia Bertazzo: “A arte em forma de livro”
*EXPOSIÇÃO FECHADA ATÉ 07/03 – CARNAVAL
FICHA TÉCNICA
Coordenação de produção: Virginia Manfrinato
Idealização e concepção: Alexandra Pinho
Fotografia: Joana França
Gestão administrativa: Clarice Magalhães
APOIOS
A exposição é uma realização da Embaixada de Portugal no Brasil, através do Instituto Camões, com o patrocínio da EDP, uma das maiores empresas do setor elétrico no mundo, a partir dos incentivos da Lei Rouanet, e copatrocínio da TdP – Turismo de Portugal. Idealização e concepção de Alexandra Pinho, ex-adida cultural da Embaixada de Portugal no Brasil e diretora do Camões Brasil; coordenação do projeto de Virginia Manfrinato.
SERVIÇO
Joana Vasconcelos: Fascinação
Data: dias 20 e 21 de fevereiro, às 19h
Fechada para o Carnaval de 24/02 a 7/03
Reabertura para visitação: de 8 de março a 15 de agosto de 2025
Local: Embaixada de Portugal no Brasil (Avenida das Nações, lote 02)
Horários: quintas e sextas-feiras, das 11h às 16h, e no primeiro sábado de cada mês, das 11h às 16h, a partir de 8 de março
Em novo vídeo divulgado pela Universal Pictures, os atores principais se juntam aos membros da produção para falar sobre o formato escolhido
Foto divulgação
Nesta segunda-feira, 10, a Universal Pictures divulgou um novo vídeo especial de O Brutalista, longa com 10 indicações ao Oscar, incluindo Melhor Ator, Melhor Direção de Arte e Melhor Filme. No novo conteúdo, Brady Corbet, diretor, roteirista e produtor do filme, explica o formato de gravação escolhido: “o sistema VistaVision surgiu na década de 1950. É um formato muito bonito. Por ter 8 perfurações, a resolução é muito alta”.
O diretor de fotografia Lol Crowley complementa a fala de Corbet contando que o VistaVision é um formato grande, o que fez com que eles buscassem extrair o máximo possível do negativo. “Para falar de arquitetura, VistaVision pareceu o formato perfeito. Filmando em um negativo de área maior, seu campo de visão é maior”, finaliza Crowley.
Com 3 horas e 36 minutos de duração, e intervalo de 15 minutos, OBrutalista é ambientado inicialmente nos anos 40 e acompanha a vida do arquiteto László Toth, interpretado por Adrien Brody, que também participa do vídeo especial dando sua visão sobre a escolha do VistaVision: “usar o negativo na orientação horizontal e a maneira como a lente captura as coisas parece o mais correto”.
O Brutalista chega aos cinemas brasileiros em 20 de fevereiro, também em versões acessíveis. Para mais informações, consulte o cinema de sua cidade.
Sobre o filme: Em fuga da Europa do pós-guerra, o arquiteto visionário László Toth chega à América para reconstruir sua vida, seu trabalho e o casamento com sua esposa Erzsébet, depois da separação forçada durante a guerra por mudanças de fronteiras e regimes. Sozinho em um novo país estranho, László se estabelece na Pensilvânia, onde o rico e proeminente industrial Harrison Lee Van Buren reconhece seu talento para a construção. Mas poder e legado têm um custo muito alto.
Ingresso dá acesso ao festival de motos e rock no dia 01 de agosto. 200 primeiros ingressos dão direito a experiência no Camarote Spaten
O Capital Moto Week, maior festival de motos e rock da América Latina, abre pré-venda exclusiva e limitada para a edição 2025. De 20 a 24 de janeiro, estarão disponíveis ingressos para o dia do show da banda canadense Magic!, em 1 de agosto. Os 200 primeiros fãs que garantirem a compra nesta fase viverão experiência única no Camarote Spaten com Caneca Exclusiva e Welcome Drink. A pré-venda, que será feita pela Bilheteria Digital, garante ainda a participação em sorteio para dois encontros com a Magic!. O festival acontecerá em Brasília de 24 de julho a 02 de agosto.
“Estamos entusiasmados com o kickoff desta edição. A banda Magic! trará sua combinação única de pop, rock e reggae, prometendo embalar o público em um dos momentos mais aguardados do festival em 2025”, afirma Pedro Affonso Franco, organizador do festival. “Mais uma vez, o Capital Moto Week vai oferecer uma experiência incrível, com aquela energia que todo mundo conhece.”, destaca.
As entradas de pedestre custam R$160 a inteira, R$80 a meia, e R$110 o ingresso solidário, mediante doação de lixo eletrônico ou 1kg de alimento não perecível. Pessoas com deficiência têm acesso gratuito. Os ingressos de pré-venda estarão disponíveis por tempo e quantidade limitados, entre os dias 20 a 24 de janeiro, ou até o fim do lote de lançamento. O line-up completo, que será divulgado a partir de abril, trará pluralidade, talento e muita energia para os 10 dias de programação com mais de 100 shows de diversas vertentes do rock nacional e internacional.
Sobre a banda Magic!
Conhecida pelos hits “Rude”, “No Way No” e “Lay You Down Easy”, a Magic! foi a primeira atração confirmada no line-up do CMW. O grupo canadense, formado por Nasri Atweh (vocal), Mark Pellizzer (guitarra), Ben Spivak (baixo) e Alex Tanas (bateria), será uma das estrelas do palco principal, que ano após ano se destaca por receber ícones da música nacional e internacional.
Sobre o Capital Moto Week 2025
De 24 de julho a 2 de agosto, Brasília será palco do maior festival de motos e rock da América Latina. O CMW, que atrai 800 mil pessoas e 300 mil motos e mais de 1,8 mil motoclubes de todo o Brasil e do mundo, é reconhecido por proporcionar uma experiência inesquecível, reunindo rock, adrenalina e cultura motociclista em um complexo de mais de 320 mil m². O festival é um dos poucos no Brasil certificado como Lixo Zero e zera as emissões de carbono, integrando iniciativas de inclusão, diversidade e sustentabilidade à cadeia produtiva do entretenimento.
Foto divulgação
SERVIÇO
Capital Moto Week 2025 Data: 24 de julho a 02 de agosto de 2025 Local: Parque Granja do Torto | Brasília | DF Instagram | Facebook | TikTok | @capitalmotoweek Site oficial: http://www.capitalmotoweek.com.br
O Espaço Cultural STJ inaugura, no dia 12 de fevereiro, às 18h30, a exposição Brasília, de autoria do artista Pedro Garcia. A mostra ficará em cartaz até o dia 19de março de 2025.
Abertura:
12 de fevereiro das 18h30 às 21h
Visitação:
12 de fevereiro a 19 de março de 2025, de segunda à sexta das 9 às 19h
EMBAIXADA DE PORTUGAL NO BRASIL – dias 20 e 21/02 e de 8/03 a 15/08 de 2025
Joana Vasconcelos, fotoArlindo Camacho
A monumental obra Pavillon de Vin , de Joana Vasconcelos, será exposta pela primeira vez no Brasil, nos jardins da Embaixada de Portugal em Brasília. A exposição “Fascinação” inclui também 15 volumes de ‘Os Cadernos da Minha Vida’, diários gráficos da artista. Um ‘Ciclo de Conversas’ segue até agosto com a participação de Joana Vasconcelos e a editora Lucia Bertazzo. Na programação, também entram oficinas e atividades educativas
A obra de uma das mais consagradas artistas contemporâneas do continente europeu poderá ser vista a partir de 20 de fevereiro na Embaixada de Portugal. ‘Joana Vasconcelos: Fascinação’ oferece ao público brasileiro o contato com a monumental escultura Pavillon de Vin (2016) – uma estrutura de ferro forjado em formato de garrafão de vinho com videiras que sobem pela estrutura – ficará instalado nos jardins da Embaixada. Além da obra de grandes dimensões, o espectador será convidado a conhecer, na galeria, um pouco do processo da artista, com ‘Os Cadernos da Minha Vida’, que contêm desenhos, textos e colagens realizados por Joana Vasconcelos entre 1989 e 1997, em edição primorosa da Urucum, editora luso-brasileira, criada por Lucia Bertazzo.
A exposição será inaugurada oficialmente no dia 19 de fevereiro, para convidados, com a presença da artista e do Primeiro-Ministro de Portugal, Luís Montenegro, em visita ao Brasil, por ocasião da Cúpula Luso-Brasileira. O Primeiro-Ministro estará acompanhado de uma comitiva que inclui o Ministro de Estado e Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, e a Ministra da Cultura, Dalila Rodrigues.
Neste primeiro momento, a exposição ficará aberta ao público somente nos dias 20 e 21 de fevereiro, a partir das 19h, quando acontecem os dois primeiros encontros do Ciclo de Conversas. A visitação será reaberta a partir de 8 de março, em comemoração ao Dia Internacional da Mulher e poderá ser visitada às quintas e sextas-feiras, das 11h às 16h, e no primeiro sábado de cada mês, também das 11h às 16h.
JOANA VASCONCELOS: FASCINAÇÃO
Conhecida por suas esculturas monumentais e instalações imersivas, nas quais descontextualiza e subverte objetos do cotidiano, propondo um olhar crítico da sociedade contemporânea com humor e ironia, Joana Vasconcelos é a mais jovem artista e primeira mulher a expor numa individual no Palácio de Versalhes, atraindo 1 milhão e 600 mil visitantes. A mostra foi a mais visitada em 50 anos e é considerada um marco histórico na França. Sua exposição no Museu Guggenheim de Bilbao também foi uma das mais visitadas do museu e sedimentou o nome da artista como um talento sólido da arte contemporânea. ‘Joana Vasconcelos: Fascinação’ tem título inspirado na canção imortalizada pela voz da grande Elis Regina e remete ao fascinante mundo das obras da artista. Também faz referência à relação entre Portugal e Brasil, na cultura e nas artes.
A ser instalada nos jardins da Embaixada de Portugal no Brasil, Pavillon de Vin assume-se como uma autêntica escultura-caramanchão, na qual o elemento industrial e a natureza comungam numa simbiose perfeita. Nas grades em ferro que dão forma ao garrafão reconhecemos os padrões característicos de vedações e guardas de varandas. O ferro forjado, material arquitetônico simultaneamente funcional e decorativo, surge investido de importância estrutural na construção do objeto, cuja domesticidade é negada devido à hiperbolização da sua escala. Fortemente enraizado na sociedade portuguesa, o vinho assume importância em diversos contextos – social, econômico, religioso – e extrapola fronteiras. Especialmente em Brasília, que começa a produzir vinho localmente.
Mas a artista se apropria do objeto, subverte sua familiaridade e desafia o observador a penetrar num mundo estranho e simultaneamente familiar. Na galeria da Embaixada, o visitante terá contato com a coleção de 15 livros da artista, publicados pela editora luso-brasileira Urucum e intitulados ‘Os Cadernos da Minha Vida’. Eles revelam o período de formação de Joana Vasconcelos, através de desenhos, textos e colagens realizados entre 1989 e 1997.
Ao longo de toda a sua trajetória, Joana Vasconcelos anotou ideias e estudos com textos, desenhos e colagens em vários cadernos que documentam seu trabalho criativo. Em homenagem aos 50 anos da artista, cada caderno se transformou em um livro de grande formato acompanhado por uma obra original: um painel de azulejo, único em cada exemplar.
Ao longo da temporada da exposição será realizado um ‘Ciclo de Conversas’ aberto ao público visando aprofundar a reflexão sobre os temas trabalhados nas obras. O primeiro encontro será com a própria Joana Vasconcelos, no dia 20, falando sobre sua obra, contexto internacional, tradição e contemporaneidade. E no dia seguinte, a editora brasileira radicada em Lisboa, Lucia Bertazzo, discorrerá sobre “A arte em forma de livro”
“É um enorme privilégio, para a Embaixada de Portugal no Brasil, receber a obra Pavillon de Vin”, da consagrada artista portuguesa Joana Vasconcelos, e inaugurar, na presença da artista e do Primeiro- Ministro de Portugal, a exposição “Fascinação”, uma viagem no tempo, pelas memórias da artista, que evoca também, com toda a liberdade que a Arte permite, a importância do vinho, e da gastronomia portuguesa, na relação singular que é a de Portugal com o Brasil” , afirma Luís Faro Ramos, Embaixador de Portugal no Brasil.
“Estamos orgulhosos em apoiar iniciativas culturais que proporcionem o desenvolvimento social e contribuam para construção de uma sociedade mais consciente”, declara João Marques da Cruz, CEO da EDP na América do Sul, que patrocina a exposição. Segundo ele, “Através destas ações a EDP demonstra o seu comprometimento em ser uma força ativa e relevante na relação bilateral entre Brasil e Portugal, bem como na valorização da arte como meio de expressão e reflexão sobre nossa identidade e valores comuns”.
JOANA VASCONCELOS
Nascida em 1971, Joana Vasconcelos é uma artista plástica portuguesa com uma carreira de cerca de 30 anos, uma enorme variedade de técnicas, participação em mais 900 exposições – sendo 165 individuais – e autora de 1.759 obras de arte. Reconhecida pelas suas esculturas de grandes dimensões e instalações que propõem reflexões sobre o mundo hoje, ela atualiza o conceito de artes e ofícios para o século XXI, estabelecendo um diálogo entre a esfera privada e o espaço público, a herança popular e a alta cultura. Com humor e ironia, questiona o estatuto da mulher, a sociedade de consumo e a identidade coletiva.
A aclamação internacional veio em 2005 com a obra “A Noiva”, exposta na primeira Bienal de Veneza curada por mulheres. Desde então, Joana já voltou à Bienal outras sete vezes. Em 2018, tornou-se a primeira artista portuguesa a ter uma individual no Guggenheim de Bilbao. A mostra foi apontada pelo jornal inglês The ArtNewspaper, especializado em artes visuais, como a quarta melhor desse ano e a terceira mais visitada da história do museu. Em 2023, concretizou a honra de expor nas Galerias Uffizi e no Palácio Pitti, em Florença, ao lado de mestres clássicos como Leonardo Da Vinci, Michelangelo e Caravaggio. Também em 2023, apresentou no MON – Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, a exposição individual “Extravagâncias”.
Pelos quatro continentes, as suas obras de arte marcaram presença em exposições no Palazzo Grassi, Thyssen-Bornemisza, Royal AcademyofArts, Manchester ArtGallery, Yorkshire Sculpture Park, Kunsthal Roterdão, CCBB e Pinacoteca de São Paulo, Istambul Modern, Garage Center for Contemporary Culture de Moscovo, Le Centquatre e La Monnaie Paris, Palais de Tokyo e Hermitage; e integram coleções tais como a Tia Collection, ÖmerKoç, CCB/Berardo e as das fundações Rothschild, Calouste Gulbenkian, François Pinault e Louis Vuitton.
Com mais de 30 prêmios, a artista recebeu, em 2009, o grau de Comendadora da Ordem do Infante D. Henrique pela Presidência da República Portuguesa e em 2022 tornou-se Oficial da Ordem das Artes e Letras do Ministério da Cultura da França. Desde 2006, comanda, em Lisboa, o Atelier Joana Vasconcelos, com mais de 50 funcionários. Em 2012, criou a Fundação Joana Vasconcelos para conceder bolsas de estudo, apoiar causas sociais e promover a arte para todos.
LUCIA BERTAZZO
Lucia Bertazzo possui graduação em Design e mestrado em Cultura Visual pela Universidade Federal de Goiás. Trabalhou, entre 2005 e 2010, com produção no ateliê do artista Siron Franco. Em 2014, no Rio de Janeiro, inaugurou a UQ! Edições com Leonel Kaz. Ao mudar-se para Lisboa, em 2017, a editora ganhou o nome deUrucum, marcando-se por criar projetos editoriais diferenciados, criados de forma artesanal. Lúcia também desenvolve projetos de curadoria e montagem de exposições em galerias, feiras de arte e instituições no Brasil, Espanha, França, Itália, Moçambique e Portugal.
PROGRAMAÇÃO
CICLO DE CONVERSAS – FASCINAÇÃO: JOANA VASCONCELOS EM BRASÍLIA -Aberto ao públicoe sujeito à lotação do auditório
20 de fevereiro, 19h
“Joana Vasconcelos – obra, contexto internacional, tradição e contemporaneidade”.
21 de fevereiro, 19h
Lucia Bertazzo: “A arte em forma de livro”
*EXPOSIÇÃO FECHADA ATÉ 07/03 – CARNAVAL
FICHA TÉCNICA
Coordenação de produção: Virginia Manfrinato
Idealização e concepção: Alexandra Pinho
Fotografia: Joana França
Gestão administrativa: Clarice Magalhães
APOIOS
A exposição é uma realização da Embaixada de Portugal no Brasil, através do Instituto Camões, com o patrocínio da EDP, uma das maiores empresas do setor elétrico no mundo, a partir dos incentivos da Lei Rouanet, e copatrocínio da TdP – Turismo de Portugal. Idealização e concepção de Alexandra Pinho, ex-adida cultural da Embaixada de Portugal no Brasil e diretora do Camões Brasil; coordenação do projeto de Virginia Manfrinato.
Exposição Individual, 2022 – Joana Vasconcelos. Pavillon de Vin
SERVIÇO
Joana Vasconcelos: Fascinação
Data: dias 20 e 21 de fevereiro, às 19h
Fechada para o Carnaval de 24/02 a 7/03
Reabertura para visitação: de 8 de março a 15 de agosto de 2025
Local: Embaixada de Portugal no Brasil (Avenida das Nações, lote 02)
Horários: quintas e sextas-feiras, das 11h às 16h, e no primeiro sábado de cada mês, das 11h às 16h, a partir de 8 de março
O maior evento sobre empreendedorismo de Brasília será realizado nos dias 15 e 16 de fevereiro, trazendo insights de um dos maiores nomes do empreendedorismo brasileiro
O Brasil tem mais de 90 milhões de empreendedores ou aspirantes, mas menos de 40% das empresas sobrevivem após cinco anos, segundo o IBGE. Para ajudar empresários a driblarem esses desafios e escalarem seus resultados, o evento Acelera Empresas e Negócios chega a Brasília nos dias 15 e 16 de fevereiro, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. A grande atração da programação é Flávio Augusto, que dividirá sua experiência com os participantes, ao lado de Vinícius Soares, Alainy Soares, Dayana Godinho e Wanderléa Trajano. As inscrições estão abertas no site https://aceleraempresasenegocios.com.br/
Fundador da Wise Up e ex-proprietário do Orlando City Soccer Club, Flávio Augusto é um dos empreendedores mais influentes do país. Sua palestra “Do Zero ao Topo: Como Criar Negócios Inovadores e Escaláveis no Brasil e no Mundo” trará insights valiosos sobre mentalidade empreendedora, crescimento estratégico e superação de desafios. De origem humilde, ele construiu um império empresarial sem financiamento inicial, provando que a visão e a estratégia são fundamentais para o sucesso.
O Acelera se destaca como uma imersão voltada para transformar a forma como empresários lidam com vendas, gestão e crescimento. O evento oferecerá ferramentas práticas para estruturar processos comerciais, garantindo previsibilidade e sustentabilidade financeira. Edições anteriores impactaram mais de 10 mil empreendedores, com 88% relatando maior clareza na gestão financeira e 79% destacando um aumento na geração de novas receitas.
Entre os diferenciais do evento está o foco em estratégias testadas e validadas, que já ajudaram diversas empresas a escalarem seus resultados. 95% dos participantes afirmam ter batido recordes de vendas após aplicar as técnicas ensinadas. Os conteúdos abrangem desde a criação de um sistema operacional eficiente até a superação de crenças limitantes que travam o crescimento dos negócios.
Foto divulgação
Serviço: Acelera Empresas e Negócios Data: 15 e 16 de fevereiro, das 9h às 18h Local: Centro de Convenções Ulysses Guimarães Inscrições: https://aceleraempresasenegocios.com.br/
Exposição apresenta mais de 700 itens, entre obras de arte de mais de 200 artistas de todas as regiões do país e documentos e objetos, que dão um panorama da década de 1980 no Brasil
Vista por mais de 300 mil pessoas, a grande exposição “Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil” chega ao Centro Cultural Banco do Brasil Brasília no dia 18 de fevereiro de 2025, depois de ter sido apresentada com enorme sucesso no CCBB RJ. Com Raphael Fonseca como curador-chefe e Amanda Tavares e Tálisson Melo como curadores-adjuntos, a mostra apresenta cerca de 300 obras de mais de 200 artistas de todas as regiões do país, mostrando um amplo panorama das artes brasileiras na década de 1980. Completam a exposição cerca de 400 elementos da cultura visual da época, como revistas, panfletos, capas de discos e objetos icônicos, ampliando a reflexão sobre o período.
O projeto é patrocinado pela BB Asset, gestora de fundos do Banco do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Mário Perrone, diretor comercial e de produtos da BB Asset, destaca que a responsabilidade da gestora vai além da administração de ativos. “Patrocinar a exposição ´Fullgás´ reforça nosso compromisso com o futuro, investindo não apenas em resultados, mas também naquilo que transforma uma sociedade: a cultura e arte. Como a maior gestora de fundos do Brasil, temos a honra de contribuir para a preservação do legado cultural do país, inspirando novas gerações e promovendo um Brasil mais vibrante e consciente da sua rica história e expressão artística. Este é o tipo de investimento que gera valor para todos.”
“’Fullgás’, assim como a música de Marina Lima, deseja que o público tenha contato com uma geração que depositou muito de sua energia existencial não apenas no fazer arte, mas também em novos projetos de país e cidadania. Uma geração que, nesse percurso, foi da intensidade à consciência da efemeridade das coisas, da vida”, afirmam os curadores.
A exposição será dividida em cinco núcleos conceituais cujos nomes são músicas da década de 1980: “Que país é este” (1987), “Beat acelerado” (1985), “Diversões eletrônicas” (1980), “Pássaros na garganta” (1982) e “O tempo não para” (1988). No pavilhão de vidro haverá obras tridimensionais e vídeos, apresentando um panorama do período para além da pintura. Neste espaço, entre outras, estará a obra “Coluna de cinzas” (1987), de Nuno Ramos, e uma instalação com balões do artista paraense radicado no Rio de Janeiro Paulo Paes. Na recepção central, ao lado da bilheteria, uma banca de jornal com revistas, vinis, livros e gibis publicados no período, com fatos marcantes da época, fará o público entrar no clima da exposição.
A mostra aborda o período de forma ampla, entendendo que seus questionamentos e impulsos começaram e terminaram fora do marco temporal de dez anos que tradicionalmente constitui uma década. Desta forma, a exposição abrange o período entre 1978 e 1993, tendo como marcos o final do Ato Institucional n° 5 e o ano posterior ao impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Mello. “Consideramos para a base de reflexões este arco de quinze anos e todas as suas mudanças estruturais e culturais para pensarmos o Brasil: do fim da ditadura militar ao retorno a uma democracia que, logo na sequência, lidará com o trauma de um impeachment”, contam os curadores, que selecionaram para a exposição obras de artistas cujas trajetórias começaram neste período.
Nas artes visuais, a Geração 80 ficou marcada pela icônica mostra “Como vai você, Geração 80?”, realizada no Parque Lage, em 1984. A exposição no CCBB entende a importância deste evento, trazendo, inclusive, algumas obras que estiveram na mostra, mas ampliando a reflexão. “Queremos mostrar que diversos artistas de fora do eixo Rio-São Paulo também estavam produzindo na época e que outras coisas também aconteceram no mesmo período histórico, como, por exemplo, o ‘Videobrasil’, realizado um ano antes, que destacava a produção de jovens videoartistas do país”, ressaltam os curadores. Desta forma, “Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil” terá nomes de destaque, como Adriana Varejão, Beatriz Milhazes, Daniel Senise, Leonilson, Luiz Zerbini, Leda Catunda, entre outros, mas também nomes importantes de todas as regiões do país, como Jorge dos Anjos (MG), Kassia Borges (GO), Sérgio Lucena (PB), Vitória Basaia (MT), Raul Cruz (PR), entre outros. Para realizar esta ampla pesquisa, a exposição contou, além dos curadores, com um grupo de consultores de diversos estados brasileiros.
Além das obras de arte, a exposição traz, ainda, diversos elementos da cultura visual da década de 1980, como revistas, panfletos, capas de discos e objetos, que fazem parte da formação desta geração. “Mais do que sobre artes visuais, é uma exposição sobre imagem e as obras de arte estão dialogando o tempo inteiro com essa cultura visual, por exemplo, se apropriado dos materiais produzidos pelas revistas, televisões, rádios, outdoors e elementos eletrônicos. Por isso, propomos incorporar esses dados, que quase são comentários na exposição, que vão dialogando com os elementos que estão nas obras de fato”, ressaltam Raphael Fonseca, Amanda Tavares e Tálisson Melo.
O catálogo digital da exposição será disponibilizado no site do CCBB, contendo fotos das obras e textos dos curadores e de autores de diversas regiões do Brasil, que abordam os tópicos centrais da exposição, analisando os diversos aspectos culturais deste recorte histórico. Depois do CCBB Brasília, onde ficará até o dia 27 de abril de 2025, a mostra seguirá para o CCBB São Paulo e posteriormente para o CCBB Belo Horizonte.
NÚCLEOS TEMÁTICOS
A exposição será dividida em cinco núcleos:
1 – “Que país é este” – reflete sobre o fim da ditadura militar e a passagem para a democracia. “Este núcleo traz questões relativas à política e à economia, debates em torno da Constituição, organização civil, variação das moedas, inflação, além de questões relativas à violência, pensando na herança da década de 1970 e da ditadura militar. Todos esses elementos estão colocados de uma maneira que questiona e tenta definir os rumos do país, a ideia de nação através de identidade e território”, contam os curadores. Desta forma, estão neste núcleo movimentos negros, de mulheres, indígenas e seringueiros, além do movimento punk, vinculado a debates políticos e sociais, assim como os debates em torno da Constituição e da redemocratização. Integram este núcleo obras que citam a ditadura e a tortura, como “Sem título” (1982), de Aprígio e Frederico Fonseca, os registros de movimentos sociais feitos pelo fotógrafo paraense Miguel Chikaoka, além de trabalhos de coletivos que começam a ocupar as ruas, algo até então não permitido pela ditadura militar, como o coletivo Manga Rosa. Arthur Bispo do Rosário também está neste núcleo com “Uma obra tão importante que levou 1986 para ser escrita”. O filme “Patriamada”, dirigido por Tizuka Yamasaki, feito durante do processo das Diretas Já, também integra este núcleo, assim como diversos outros trabalhos.
2 – “Beat acelerado” – traz obras e artistas que preferiram enfocar na nova aceleração do tempo, nos amores efêmeros, no prazer e na paixão pela cor. “Esse título remete ao corpo, à batida do coração, à empolgação, ao frenesi, e está mais em diálogo com artistas associados à pintura e ao desenho, com a comemoração e a negação da austeridade da arte dos anos 1970, que era vista como muito racional”, afirmam os curadores. Este é o maior núcleo da exposição e tem muitas obras onde a cor desempenha um papel central, como “Com que está a chave do banheiro 10?” (1989), de Beatriz Milhazes, e “Cérebro em stand” (1988), de Leda Catunda, mas também vídeos e esculturas, que trazem a ideia de emoção, como “Hommage aux marriages” (1989), de Marcos Chaves. “É o núcleo da abertura, da possibilidade de viver em um mundo colorido após a saída da ditadura”, contam os curadores. Neste núcleo também estão obras como a camisa “Overgoze” (1981), de Eduardo Kac, na época parte do Movimento de Arte Pornô, e “Dois coqueiros” (1990), de Ciro Cozzolino, entre muitas outras, além de diversos elementos da cultura visual da época.
3 – “Diversões eletrônicas” – traz artistas que mergulharam em um futurismo típico do momento histórico no qual a televisão desempenhou papel essencial, assim como as novas invenções tecnológicas e o desejo pela expansão aeroespacial. “É a experimentação no campo da arte a partir do acesso a determinadas mídias eletrônicas e pela expansão das mesmas – computadores, fotografias, videocassetes e walkmans, por exemplo. Há trabalhos que fazem uma experimentação com essa tecnologia e outros que vão representar esses elementos”, contam os curadores. Exemplos disso são as obras “Painel de controle” (1987), de Luiz Hermano, e Carro” (1980), de Jailton Moreira. Há, ainda, pinturas que incorporam a TV, como uma série de trabalhos em xerox, de Alex Vallauri e “Família materialista” (1982), de Cristina Salgado, ou a obra “Caderno Juquinha” (1980), de Lívia Flores, com referências da televisão e do design. Neste núcleo, estão também obras dos artistas baianos Leonardo Celuque – “Rastro de cometa” (1989) – e Jayme Figura – capacete feito de sucata “Sem título” (1980).
4 – “Pássaros na garganta” – neste núcleo estão presentes artistas que observavam mais a natureza e as discussões ecológicas do momento, assim como questões relativas à propriedade de terra e às consequências trágicas do capitalismo selvagem. Neste núcleo estão paisagens, como as obras “Lacrima Christie” (1989), de Cristina Canale, “O pranto dos animais II” (1989), de Hélio Melo e “Barranco” (1982), de Jacqmont, mas também trabalhos que alertam para as questões ambiental e indígena. Neste núcleo está a pintura da série “Césio 137” (1986), de Siron Franco, e os estudos para mosaico do Palácio da Cultura de Eliezer Rufino, feitos a partir de uma cultura visual de herança indígena. Há, ainda, a pintura na parede “Sem título” (1980), de Otoni Mesquita. “Esse núcleo vem quase como uma relação sublime sendo resgatada com a natureza, mas no sentido de uma natureza tanto quanto potencial de referência para a produção pictórica quanto de um assombro com as questões ambientais que atravessaram o período e que ganham visibilidade e debate no contexto da ECO 92, com pautas colocando a nossa vulnerabilidade enquanto existência no planeta”, dizem os curadores.
5 – “O tempo não para” – quinto e último núcleo da exposição, reflete sobre a passagem do tempo, conectando-se também com o nome da exposição, “Fullgás”, música de Marina Lima. “Este núcleo reúne obras que pensam a respeito da finitude e de como há uma discreta melancolia em todos os elogios ao excesso tão atribuídos a essa geração”, contam os curadores. Integram este núcleo trabalhos como “Mapa a cores” (1987), de Ana Amorim, que aborda sua localização e seus trajetos, “Sem título” (1990), de Fernanda Gomes, que fala da passagem do tempo através de papéis de cigarro acumulados, “As ruas da cidade” (1988), de Leonilson, “Entre céus e ruínas” (1992), de Leila Danziger, além das “Polaroids” (1980), de Fernando Zarif, e do vídeo “O profundo silêncio das coisas mortas” (1988), de Rafael França, entre outras.
SOBRE OS CURADORES
Raphael Fonseca (curador-chefe) nasceu no Rio de Janeiro e vive em Denver, EUA. É pesquisador da interseção entre curadoria, história da arte, crítica e educação. Trabalha como curador de arte moderna e contemporânea latino-americana no Denver Art Museum desde 2021. Curador-chefe da 14ª Bienal do Mercosul, a acontecer em 2025. Curatorial advisor da Prospect.6, em 2024, em New Orleans, Estados Unidos. Foi incluído na lista de 100 pessoas mais influentes das artes visuais globalmente pela revista ArtReview, em 2023. “Raio-que-o-parta”, exposição da qual foi curador-chefe e realizada no SESC 24 de Maio, recebeu os prêmios da Associação Brasileira de Críticos de Arte de melhor curadoria e melhor exposição de 2022. Doutor em Crítica e História da Arte pela UERJ. Recebeu o Prêmio Marcantonio Vilaça de curadoria (2015), o prêmio de curadoria do Centro Cultural São Paulo (2017), recebeu uma bolsa da Andy Warhol Foundation para a exposição “Who tells a tale, adds a tail” (Denver Art Museum, 2022), além de uma bolsa da Teiger Foundation para uma futura exposição sobre Roberto Gil de Montes, a ser realizada em co-curadoria entre o Denver Art Museum e o Los Angeles County Museum of Art (LACMA, junto a Rita González).
Amanda Tavares (curadora-adjunta) nasceu em Ipatinga (MG) e mora entre São Paulo e o Rio de Janeiro. Atua como pesquisadora e curadora em exposições e publicações de arte, além de projetos experimentais que relacionam arte e educação. É pós-doutora em Artes pela UERJ e doutora em Crítica e História da Arte pela mesma instituição. Mestre em teoria literária pela UNICAMP e graduada em Letras pela UFJF. É coordenadora editorial na 14ª Bienal do Mercosul. Foi membro do Júri Open Lisboa, na Arco – Feira de Arte Contemporânea (Lisboa, 2024). Foi pesquisadora, assistente de curadoria e coordenadora dos programas públicos na 23ª Bienal SESC_Videobrasil (2023-2024). Em 2022-2023, foi contemplada com a bolsa do programa MASP Pesquisa, destinada à pesquisa e difusão do acervo do MASP. Foi pesquisadora de conteúdo e assistente de curadoria no projeto de requalificação do Sítio Burle Marx (exposição e livro institucional) (2019-2020). Atualmente desenvolve o projeto de pós-doutorado “Arte popular: modos de usar (PPGAH/UERJ)”, no qual se dedica à relação entre a chamada arte popular no contexto da arte moderna e contemporânea.
Tálisson Melo (curador-adjunto) nasceu em Juiz de Fora (MG) e vive em São Paulo. Curador, pesquisador e professor. Pós-doutorando no Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo. Doutor em Sociologia e Antropologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, com estágio na Yale University, EUA. Mestre em Artes pela Universidade Federal de Juiz de Fora, onde também se graduou bacharel em Artes e Design, com concentração em História da Arte pela Universidad de Salamanca, Espanha. Em 2023, foi selecionado pelo prêmio de jovens curadores da OMA Galeria. Ganhou o prêmio de melhor exposição (regional Centro-Oeste, 2023) da Associação Brasileira de Crítica de Arte (ABCA) pela exposição coletiva “Atualização do Sistema”, organizada pela Academia de Curadoria em parceria com a FAP-DF e o Museu Nacional da República.
ACESSIBILIDADE
A ação “Vem pro CCBB” oferece translado gratuito (de ida e volta) para o CCBB Brasília. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes.
O ponto de embarque e desembarque da van fica próximo ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. O acesso é gratuito e os ingressos podem ser emitidos no site bb.com.br/cultura, na bilheteria do CCBB, ou ainda pelo QR Code disponível no veículo.
Horários:
– Saindo da Biblioteca Nacional para o CCBB: 12h, 14h, 16h, 18h e 20h
– Saindo do CCBB para a Biblioteca Nacional: 13h, 15h, 17h, 19h e 21h
SOBRE O CCBB BRASÍLIA
O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília foi inaugurado em 12 de outubro de 2000, e está sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, e tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.
Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, o CCBB Brasília dispõe de amplos espaços de convivência, bistrô, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizados exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.
Além disso, oferece o Programa CCBB Educativo, programa contínuo de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), acolhendo o público espontâneo e, especialmente, milhares de estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, ao longo do ano, por meio de visitas mediadas agendadas, além de oferecer atividades de arte e educação aos fins de semana.
Desde o final de 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, e desde então recebe a renovação anual da certificação, como reconhecimento do compromisso com a gestão ambiental e a sustentabilidade.
A conquista atende à Ação 24 da Agenda 30, que tem por objetivo reforçar a gestão dos programas, iniciativas e práticas ambientais e de ecoeficiência do BB e demonstra o alinhamento do CCBB Brasília à estratégia corporativa do BB, enquanto espaço de difusão cultural que valoriza a diversidade, a acessibilidade, a inclusão e a sustentabilidade porque transformar vidas é parte da nossa cultura.
SOBRE A BB ASSET
A BB Asset, empresa do Banco do Brasil, é responsável pela gestão de mais de 1200 fundos de investimento para quase 3 milhões de pessoas que buscam realizar seus sonhos. Líder nacional no setor de fundos de investimento, detém aproximadamente 20% do mercado e administra um patrimônio líquido de cerca de R$ 1,6 trilhão*. Além disso, é reconhecida pela qualidade de sua gestão com as maiores notas das agências de classificação de risco Fitch Rating e Moody’s. Suas soluções de investimento estão disponíveis para atender a ampla variedade de objetivos de seus clientes. Como líder de mercado, entende sua responsabilidade na atuação em prol dos desenvolvimentos ambiental, social, de governança corporativa e cultural. Com o objetivo de agregar valor à sociedade, a BB Asset patrocina iniciativas como a exposição Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil. Porque, além de gerir ativos financeiros, investir em arte e cultura – para a maior gestora de fundos do Brasil – também é melhorar a vida das pessoas!
*Dados do ranking da ANBIMA de julho de 2024.
Luiz Zerbini, Os embaixadores do Oriente no Brasil
SERVIÇO
Fullgás – artes visuais e anos 1980 no Brasil
Período: 18 de fevereiro a 27 de abril de 2025
Local: CCBB Brasília – Recepção Central, Galerias 3 e 5 e Pavilhão de Vidro
Funcionamento: De terça-feira a domingo, das 9h às 21h
O 31º Festival Folclórico do Pellinsky celebra mais de 3 décadas com oficinas de capacitação, mostrando a tradição da cultura do folclore brasileiro
Celebrando mais de três décadas de tradição, o 31º Festival Folclórico do Pellinsky já está em fase de preparação com uma programação de oficinas culturais . As atividades, que incluem aulas de dança e confecção de indumentárias, buscam capacitar os artistas, costureiros e artesãos do grupo, além de aproximar o público da riqueza das tradições populares brasileiras. Com o fomento da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, o festival culminará em uma grande apresentação no dia 26 de abril de 2025, no Clube AABB, no Setor de Clubes Esportivos Sul, reunindo grupos folclóricos de todo o país.
Com o tema “Preservação”, a edição deste ano destaca os biomas nacionais e as danças tradicionais que refletem a riqueza cultural do Brasil. O festival reunirá cerca de 150 dançarinos em apresentações que prometem encantar um público estimado de 5.000 pessoas, reforçando sua posição como um dos maiores eventos culturais da capital federal.
Entre as modalidades oferecidas nas oficinas estão boi-bumbá do Amazonas, carimbó, dança africana, dança indiana, jazz e samba de gafieira, com uma carga horária de 136 horas-aula. As aulas serão realizadas aos sábados e domingos, das 14h às 18h, no CEM Integrado do Cruzeiro, no Cruzeiro Velho.
Outro ponto alto da programação é a Oficina de Confecção de Indumentárias Artísticas, que capacitará costureiros e artesãos na criação de figurinos típicos. As aulas acontecerão até 14 de fevereiro de 2025, de segunda a sexta-feira, das 14h às 18h, na sede da OSC, situada na Quadra SRES Quadra 2 Bloco D, Edifício Valência, Sala 10, no Cruzeiro.
“Nosso objetivo é preservar e difundir as tradições populares do Brasil, oferecendo ao público e aos artistas a oportunidade de vivenciar a riqueza cultural que nos define como nação. O Festival Pellinsky é uma celebração do que somos, uma ponte entre o passado e o presente para construir o futuro da nossa identidade cultural”, afirma o organizador do evento.
O Festival Folclórico do Pellinsky tem como principal objetivo a preservação e promoção das tradições culturais brasileiras. A cada edição, o evento proporciona ao público uma experiência rica em cores, sons e histórias, com apresentações que celebram a diversidade do folclore nacional.
Festival Folclórico do Pellinsky foto Marcelo Candido
Serviço: 31º Festival Folclórico do Pellinsky Oficinas de dança: até 26/04/2025, aos sábados e domingos, das 14h às 18h, no CEM Integrado do Cruzeiro – Cruzeiro Velho Oficina de indumentárias: De 13/01/2025 a 14/02/2025, de segunda a sexta-feira, das 14h às 18h, na sede da OSC – Quadra SRES Quadra 2 Bloco D, Edifício Valência, Sala 10, Cruzeiro Show principal: 26 de abril de 2025 Local: Clube AABB – Setor de Clubes Esportivos Sul, Brasília-DF
No dia 4 de fevereiro, a partir das 19h, a CAIXA CULTURAL BRASÍLIA inaugura a mostra “História(s) da arte brasileira | multiplicidade da coleção Moraes e Oliveira”, com obras do acervo privado dos colecionadores Onice Moraes e José Rosildete de Oliveira construído ao longo de 30 anos de pesquisas e aproximações com artistas, curadores, pesquisadores e instituições. Com curadoria de Renata Azambuja e curadoria adjunta de Emerson Dionísio Oliveira, a mostra ocupa a Galeria Vitrine com obras de 65 artistas brasileiros contemporâneos que produzem desde os anos 1960 e abordam questões sociais e artísticas a partir de suportes e linguagens diversas e inovadoras. A mostra fica em cartaz até o dia 13 de abril, com visitação de terça a domingo, das 9h às 21h. A entrada é franca e a classificação indicativa é 14 anos. A CAIXA Cultural Brasília fica no SBS Quadra 4, Lotes 3 / 4.
Esta é a primeira vez que o público poderá ver um recorte significativo e diversificado da coleção Moraes e Oliveira. Algumas obras do acervo dos colecionadores já haviam sido exibidas individualmente ou em pequenos agrupamentos em exposições retrospectivas de artistas ou em coletivas em instituições como o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), o Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp), a Fundação Getúlio Vargas, o Museu Nacional da República, a CAIXA Cultural, o Centro Cultural TCU, a Galeria de Arte Antônio Sibasolly e a Galeria de Arte da Faculdade de Artes Visuais da Universidade de Goiás.
A história da Coleção Moraes e Oliveira se confunde com a história da Referência Galeria de Arte, fundada pelo casal em Brasília em 1995 como forma de aproximar-se de artistas e demais agentes da arte brasileira, compartilhar com o público o gosto pelo colecionismo de arte e disseminar a produção artística do Centro-Oeste. “O objetivo desta exposição é compartilhar com o público o prazer de conviver com algumas das obras de arte que fazem parte de nosso acervo. São trabalhos de artistas brasileiros que fazem parte da história da arte brasileira ao longo dos últimos 60 anos”, afirmam os colecionadores.
Para a realização da mostra, os colecionadores convidaram os curadores Renata Azambuja e Emerson Dionísio Oliveira para conhecer, pesquisar e selecionar as peças para exposição. A exposição que entra em cartaz na CAIXA Cultural Brasília está organizada em cinco núcleos: Primeiras Aquisições (de 1995 a 2005); Percursos da Linha; Corpóreos; Vistas; e Fronteiriços (combinações de materiais, técnicas, palavras, entre outros). Alguns artistas participam em um ou mais núcleos.
O Núcleo Primeiras Aquisições (de 1995 a 2005) é formado por obras de Amilcar de Castro, Antônio Poteiro, Athos Bulcão, Bené Fonteles, Carlos Vergara, Claudio Tozzi, Elder Rocha Filho, Francisco Galeno, Iberê Camargo, Leda Watson, Luiz Áquila, Omar Franco, Ralph Gehre, Rubem Valentim, Rubens Gerchman, Selma Parreira e Shirley Paes Leme.
O Núcleo Percursos da Linha é formado por Almandrade, Ascânio MMM, Athos Bulcão, David Almeida, Eduardo Sued, Franz Krajcberg, Franz Weissmann, Helô Sanvoy, Iole de Freitas, José Roberto Bassul, Manfredo de Souza Neto, Marcelo Solá, Nelson Felix, Paulo Whitaker, Raquel Nava, Ralph Gehre e Roberto Burle Marx.
O Núcleo Corpóreos é formado por obras de Adriana Vignoli, Alex Cerveny, Alfredo Ceschiatti, Alice Lara, Athos Bulcão, Christus Nóbrega, Dalton Paula, Elder Rocha Filho, Glauco Rodrigues, Glênio Bianchetti, Glenio Lima, Maciej Babinski, Marcelo Feijó, Miguel Simão, Pedro Ivo Verçosa e Virgílio Neto.
O Núcleo Vistas é formado por obras de Adriana Rocha, Alex Flemming, David Almeida, Emmanuel Nassar, Leda Catunda, Luiz Gallina, Luiz Mauro, Pedro Gandra, Rodrigo Godá e Veridiana Leite.
O Núcleo Fronteiriços é formado por obras de Adriana Vignoli, Alex Cerveny, André Santangelo, Carlos Vergara, Christus Nóbrega, Clarice Gonçalves, Fernando Lucchesi, João Angelini, Luiz Hermano, Pitágoras, Raquel Nava, Ralph Gehre, Roberto Magalhães, Rodrigo Cruz, Shevan Lopes e Wagner Barja.
Segundo a curadora, a coleção de Onice e José Rosildete possui características únicas, resultantes de uma vivência peculiar dentro do ecossistema das artes. “Eles não são simples apreciadores. Trata-se de um acervo construído por galeristas atentos às mudanças e aos humores do mercado, bem como às oscilações de gosto e de estratégias curatoriais. O acervo de 900 peças tem a capacidade de revelar a densidade específica de cada contribuição autoral enfocada, bem como os contextos da produção artística em Brasília, no Centro-Oeste e nos principais centros culturais brasileiros. Não há, portanto, uma só maneira de vislumbrar uma coleção tão diversa como essa. Ela permite inúmeros percursos e possibilidades”, afirma Renata Azambuja.
Pesquisador de coleções privadas e institucionais, Emerson Dionísio, curador adjunto da mostra, diz que a coleção Moraes e Oliveira tem quatro pontos fortes visíveis.: “Investe na produção do Distrito Federal: nesse tocante é heterogênea, pois possui os principais artistas da região, desde os artistas que ajudaram a construir Brasília até uma geração que se consolidou a partir dos anos 2000. Constrói uma ponte com a produção do eixo Rio-São Paulo, especialmente a pintura produzida após os anos 1980, considerando ao menos duas gerações distintas onde podemos destacar Carlos Vergara, Luiz Áquila, Rubens Gerchman, Claudio Tozzi, Roberto Magalhães, Paulo Whitaker, Nelson Félix, Alex Flemming, entre outros. Funciona como uma mostra da produção contemporânea goiana como Selma Parreira, Cleber Gouvea, Marcelo Solá, Poteiro e Dalton Paula, apenas para citar alguns. E, por fim, é uma coleção que corre riscos com artistas jovens, cujas carreiras não estão estabilizadas. São apostas geralmente locais e chegam à coleção graças ao bom “olho” dos colecionadores. Essa última característica ajuda a recompor continuamente a coleção e afastá-la do modelo conservador das carreiras celebradas”.
Por outra perspectiva, “a coleção nos ajuda a compreender os principais embates da pintura nas últimas cinco décadas, aqui no DF e no Brasil, os dilemas da figuração, a crise da representação, os diálogos com pintura urbana, os debates sociais, os caminhos percorridos pelas abstrações e arte conceitual. Podemos encontrar um panorama importante dessa linguagem, independentemente das excelentes esculturas, fotografias, instalações e gravuras presentes, a pintura é o ponto forte da coleção.
A Coleção Moraes e Oliveira começa a ser desenhada a partir do início dos anos 1990. Ela surge como um desejo do casal Onice e José Rosildete de aproximar-se cada vez mais da produção de artistas do Centro Oeste e dos demais estados brasileiros que fazem parte da construção da arte brasileira. Como forma de levar adiante seu projeto, o casal fundou a Referência Galeria de Arte em 1995. A partir de então, alguns objetivos foram delineados: ampliar a aproximação com os artistas e os demais agentes da arte e fomentar o gosto pelo colecionismo entre o público de Brasília. Ao longo de mais de três décadas a coleção criou corpo e adquiriu contornos variados até chegar ao formato que hoje abriga mais de 900 obras, abrangendo uma relevante produção artística desde os anos 1960.
A Coleção Moraes e Oliveira reflete acima de tudo o prazer por compartilhar com a família, os amigos e o público a paixão pela produção artística brasileira: singular, criativa, inquietante, contestadora, revolucionária e bela. O acervo abriga trabalhos de artistas que se destacaram por suas investigações de suportes, técnicas, materiais e linguagens diversas e por abordar questões sociais, políticas, históricas e estéticas do País a partir dos anos 1960. Em constante expansão e transformação, a Coleção do casal segue seu curso sem se desconectar daquilo que a constituiu desde o início desta jornada: a reunião organizada de obras que representem a produção de artistas do Centro Oeste e das demais regiões do País, representativos da formação histórica da arte brasileira.
Sobre os curadores
Renata Azambuja é historiadora da arte, curadora e arte-educadora. Licenciada em Artes Plásticas pela UnB, Mestre em Teoria e História da Arte Moderna e Contemporânea pelo City College/City University of New York e doutora em Teoria e História da Arte pela UnB, realizando uma pesquisa em torno dos modos de produção de conhecimento da curadoria, tendo a residência como foco. Recentemente criou os sites https://www.escritosdecuradoria.com/ e https://www.artessário.com.br/ onde publica artigos, textos curatoriais e outros escritos de arte de sua autoria e de pesquisadores e curadores convidados. Participou como membro de diversas edições dos comitês de seleção do Prêmio Funarte e do Prêmio PIPA.
Emerson Dionisio Oliveira é historiador da arte. Doutor em História pela Universidade de Brasília (UnB), ex-diretor do Museu de Arte Contemporânea de Campinas -SP, atualmente é professor do Departamento de Artes Visuais na Universidade da UnB e editor da Revista “MODOS – História da arte”. É autor dos livros “Museus de Fora” (2011), “Instituições da Arte” (2012); “His////tórias da Arte em Exposições” (2016); “Histórias da Arte em Coleções” (2016); “Histórias da Arte em Museus” (2019) e, o mais recente, “Musealização da Arte” (2023).
Clarice Gonçalves. Semiotics Coleção Moraes e Oliveira
Serviço:
História(s) da arte brasileira | multiplicidade da coleção Moraes e Oliveira
Mostra coletiva
Com obras de 65 artistas contemporâneos brasileiros
Museu Correios recebe obras de diversas linguagens artísticas na mostra Acervo do Museu das Mulheres: Primeiras Aquisições
O primeiro museu brasileiro dedicado às mulheres é uma iniciativa de Brasília e possui acervo próprio com obras de talentos femininos de todo o Brasil. Agora, os brasilienses poderão conhecer algumas peças na exposição Acervo do Museu das Mulheres: Primeiras Aquisições, que fica em cartaz na galeria do terceiro andar do Museu dos Correios (Setor Comercial Sul) até 30 de março. Obras de grandes mestras da gravura, como Fayga Ostrower e Anna Bella Geiger poderão ser apreciadas pelo público.
A curadoria fica por conta de Sissa Aneleh, diretora do Museu das Mulheres. Inclui ainda peças das artistas plásticas pioneiras de Brasília: Naura Timm, Marlene Godoy, Lêda Watson, Helena Lopes, Ray di Castro e Betty Bettiol. Na exposição serão exibidas gravuras, esculturas, pinturas, fotografias, objetos, desenhos, vídeo-arte, vídeo-performance, foto-performance e outros itens do acervo.
“Nesta primeira exposição, apresentaremos as primeiras doações de obras e outros itens que inauguram o núcleo do acervo, os quais contribuíram para afirmamos que se todo acervo representa a alma do museu, nós temos a nossa alma museal com o universo feminino inteiro nela”, comenta Sissa Aneleh, que também é doutora e mestra em Artes, historiadora da arte, professora universitária e diretora artística.
Ana Brito, Bárbara Paz, Carolina Leal, Cristiane Martins, Gisel Azevedo, Léa Juliana, Lis Marina Oliveira, Lise Lobato, Patrícia Guerreiro, Renata Aguiar e Sofia Seda são outras artistas que fazem parte da exposição, realizada com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).
Programação paralela
A exposição conta também com oficinas gratuitas, encontro com artistas e performances. Para oficinas, serão no total 10 vagas. Inscrições e mais informações no site do Museu das Mulheres https://www.museudasmulheres.com.br/ ou no instagram @museudasmulheres_oficial.
Sobre o Museu das Mulheres
O Museu das Mulheres, Museu DAS, é o primeiro museu dedicado às mulheres no Brasil. Constitui-se como projeto organizacional de natureza privada, fundado em 2022. Nasceu da vontade de reconhecer o valor da produção artística, intelectual e prática das mulheres no Brasil e no mundo. Tem por visão e missão institucionais: impulsionar o avanço das mulheres e valorizar o protagonismo feminino em arte, cultura, literatura, educação, música, patrimônio material-imaterial, tecnologia, história, pesquisa e demais áreas de realização das mulheres. Museu de modelo híbrido, atua tanto no universo virtual quanto no físico, adota novas virtualidades e tecnologias com projeto imersivo, interativo e ambientes espaciais de última geração. Possui programação em artes plásticas e visuais, cinema, eventos, além de programa educativo, área de pesquisa, editora e acervo.
Foto divulgação
Serviço
Exposição Acervo do Museu das Mulheres: Primeiras Aquisições
Até 30 de março de 2025
Na galeria do terceiro andar do Museu Correios (Setor Comercial Sul)
Visitação de terça à sexta, das 10h às 18h. Sábado, domingo e feriado das 13h às 17h.
No dia 30 de janeiro, quinta-feira, às 17h, a Referência Galeria de Arte realiza uma Conversa com os curadores da mostra “Queria olhar de outro lugar”, Emerson Dionísio Oliveira e Pedro Ernesto. Entre os temas que serão abordados, os curadores falarão da proposta curatorial e sobre as relações entre o acervo da galeria e a história da arte brasileira. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos. A Referência Galeria de Arte fica na 202 Norte, Bloco B Loja 11, Subsolo, Asa Norte, Brasília DF. Telefone (61) 3963-3501 e Wpp (55 61) 98162-3111. No Instagram @referenciagaleria.
A mostra
A mostra, segundo os curadores, é um convite a olhar de outro lugar, a imaginar outras condições humanas e outras possibilidades de futuro, para além de esquemas programados. Os curadores afirmam em seu texto sobre a mostra que as obras reunidas nesta exposição são lembretes desses futuros possíveis, resultado de um sonho que completa 30 anos em 2025. “Referência construída nas últimas três décadas na conjunção entre muito trabalho, farta resiliência, profissionalismo, amizades e boa arte”, dizem os curadores que convidados a mergulhar no acervo da galeria trazem para o público obras que se relacionam com o farto histórico de exposições individuais realizadas desde novembro de 1995. A exposição apresenta apenas uma pequena parcela dessa história. “Referência, como o futuro, é muito maior que os passos possíveis que separam cada obra e a vontade nela depositada. O interesse por deslocar lugares de modo a viabilizar novos olhares já estava presente na própria constituição da galeria”, afirmam os curadores.
Os curadores
Emerson Dionisio Oliveira é historiador da arte. Doutor em História pela Universidade de Brasília (UnB), ex-diretor do Museu de Arte Contemporânea de Campinas -SP, atualmente é professor do Departamento de Artes Visuais na Universidade da UnB e editor da Revista “MODOS – História da arte”. É autor dos livros “Museus de Fora” (2011), “Instituições da Arte” (2012); “Histórias da Arte em Exposições” (2016); “Histórias da Arte em Coleções” (2016); “Histórias da Arte em Museus” (2019) e, o mais recente, “Musealização da Arte” (2023).
Pedro Ernesto é professor adjunto do Departamento de Artes Visuais da Universidade de Brasília (UnB). É Doutor (2020) e Mestre (2016) em Artes, com ênfase em Teoria e História da Arte pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais da UnB (PPGAV-UnB). Possui bacharelado em Desenho Industrial com habilitação em Programação Visual e Projeto de Produto pela UnB (2011). Atua no ensino e pesquisa em Teoria e História da Arte com ênfase em arte contemporânea, história da arte, curadoria, exposições, a partir de perspectiva interdisciplinar com políticas culturais, sociologia da arte, história da cultura e museologia. Atuou como professor no curso de Licenciatura em Artes Visuais da Universidade Estadual do Paraná (Unespar). Foi curador da exposição “Docente corpo” (2023), realizada em Castro (PR).
Referência 30 anos
No dia 25 de novembro de 1995, Onice Moraes e José Rosildete de Oliveira inauguraram a Referência Galeria de Arte. Em sua primeira mostra, a galeria abriu ao público com uma exposição icônica que trouxe para Brasília uma exposição inédita de Amílcar de Castro. A essa, seguiram-se várias exposições importantes como as individuais de Athos Bulcão, Carlos Vergara, Claudio Tozzi, e de jovens artistas que hoje são destaque na cena das artes. Em 2004, junta-se à sociedade Paulo Moraes de Oliveira, filho do casal, que passa a administrar e tomar parte nas decisões estratégicas da empresa. Com 30 anos de atuação no mercado de arte, a Referência traz para o ambiente da galeria e para espaços institucionais artistas com trajetórias consolidadas, em meio de carreira e iniciantes, em especial de Brasília e do Centro-Oeste.
A galerista Onice Moraes ressalta a importância de apresentar e dar visibilidade aos artistas visuais e curadores da região central do Brasil e de outras regiões fora dos eixos hegemônicos do sistema da arte brasileiro como forma de oferecer ao artista a oportunidade de ter seus trabalhos adquiridos pelo público e pelas instituições.
“As coleções de arte, sejam de colecionadores iniciados ou de iniciantes, precisam incluir os artistas de sua região e de seu tempo. Arte é investimento, é decoração e, acima de tudo, é um registro da história e da reflexão sobre um momento específico dessa construção histórica”, diz Onice Moraes. “Um dos papéis do galerista é orientar a mirada dos colecionadores para esses artistas que produzem em sua vizinhança. Todos podem se beneficiar com a inclusão de artistas da região nas coleções privadas: As coleções ganham importância, ficam mais representativas e diversas”, afirma a galerista.
Foto divulgação
Serviço:
Conversa com Emerson Dionísio Oliveira e Pedro Ernesto
Quando | 30/01, das 17h às 19h
Onde | Sala Principal da Referência Galeria de Arte
Entrada | Gratuita
Classificação indicativa | Livre para todos os públicos
“Queria olhar de outro lugar”
Mostra coletiva com obras de | Adriana Rocha, André Santangelo, Camila Soato, Carlos Vergara, Clarice Gonçalves, Claudio Tozzi, Daniel Perfeito, Diô Viana, Francisco Galeno, Gu da Cei, João Angelini, José Roberto Bassul, Josiane Dias, Karina Dias, Léo Tavares, Marcelo Camara, Márcio Borsoi, Patrícia Bagniewski, Rogério Ghomes, R. Godá, Rodrigo Zeferino, Rubem Valentim e Veridiana Leite
Curadoria | Emerson Dionisio Oliveira e Pedro Ernesto
Visitação | Até 28/02/2025
De segunda a sexta, das 10h às 19h
Sábado, das 10h às 15h
Entrada | Gratuita
Classificação indicativa | Livre para todos os públicos
No próximo dia 28, os designers e fundadores Flavio Borsato e Mauricio Lamosa recebem arquitetos, designers de interiores e convidados para o coquetel de abertura do primeiro showroom da marca estudiobola, em Brasília.
Com projeto assinado por Alan Chu, a nova loja está localizada no Casapark, com cerca de 500m², e traz elementos como forma de homenagem à Capital, utilizando símbolos presentes no dia a dia da cidade e no imaginário de seus habitantes, como os pilares inclinados dos edifícios do Plano Piloto; a icônica fachada do Teatro Nacional e o forro metálico, desenhado por Athos Bulcão para o Plenário do Senado Federal”, explica o arquiteto Alan Chu.
Teatrinho infantil terá as histórias de PJ Masks, Lilo & Stitch e Bob Esponja; durante a semana, o shopping oferece oficinas divertidas
A programação infantil no mês de janeiro está imperdível no Conjunto Nacional! Durante o mês de férias, a diversão está garantida para toda a família, no shopping mais democrático da capital.
As atividades culturais incluem oficinas e apresentações teatrais para encantar crianças e adultos. As oficinas acontecem de segunda a quinta-feira, das 13h às 19h, no 1º Piso (próximo ao Outback). A cada dia, o shopping oferece uma atividade diferente, como brincadeiras e gincanas, oficina de pintura com Rapunzel e sua turma, dia do cabelo maluco e pintura facial, oficina de cinema e Fit Dance Kids. Confira a programação no app do shopping.
Nas sextas, sábados e domingos, acontece o teatro musical. A programação tem início às 15h, também no 1º Piso (próximo ao Outback).No próximo dia 24 de janeiro é a vez do PJ Masks.Os heróis de pijama enfrentam a Garota Lunar, que tenta boicotar o evento mais aguardado das férias. Com coragem e trabalho em equipe, Lagartixo, Menino Gato e Corujita irão salvar o dia!
No sábado (25/01), Lilo & Stitch chega para encantar os pequenos. Lilo, uma menina do Havaí, encontra Stitch, um ser intergaláctico, e o adota como parte de sua família. Juntos enfrentam os desafios de manter Stitch a salvo dos cientistas que o buscam para levá-lo de volta ao espaço.
No domingo (26/01), Bob Esponja e seus amigos enfrentam Plankton, que tenta roubar a fórmula secreta do Hambúrguer de Siri. Em mais uma grande aventura, eles devem proteger a receita e restaurar a paz em Fenda do Biquíni.
Para garantir a acessibilidade de todos, as atividades do shopping contarão com a presença de um intérprete de Libras. As inscrições devem ser realizadas pelo aplicativo do Conjunto e as vagas são limitadas.
Foto divulgação
SERVIÇO
Férias no Conjunto – programação de 24 a 26 de janeiro
Horário: às 15h Local: 1° Piso (próximo ao Outback)
Com gastronomia assinada pelo chef Ronny Peterson, a casa recebeu imprensa, influenciadores e empresários da cidade para coquetel de pré-inauguração na última quinta-feira (16)
Na noite desta quinta-feira (16/01), imprensa e empresários de Brasília se reuniram para o coquetel de pré-inauguração do Play Bowling o mais novo boliche interativo da capital. Localizado no Pier 21, o espaço oferece uma experiência imersiva e contemporânea, marcada por tecnologia de ponta e gastronomia que levam a experiências sensoriais inovadoras.
A casa integra o Grupo Play Games, tradicionalmente voltado para o entretenimento infantil, que expande sua proposta agora também para o público jovem e adulto em um espaço versátil de lazer.
Os convidados puderam explorar as pistas de boliche tecnológicas e degustar um cardápio exclusivo criado pelo premiado chef Ronny Peterson, que trouxe sabores refinados e combinações que vão desde fast food até refeições. “Foi um prazer trazer minha assinatura para esse projeto inovador. O cardápio é pensado para agradar os mais diversos paladares, do clássico ao contemporâneo”, afirmou o chef.
O bar estava a cargo dos mixologistas Gutto Lopes e Robson Romano que deram o toque especial à noite, com cocktails clássicos e criações autorais. “Nosso objetivo foi criar bebidas que não apenas complementam a experiência, mas que também transportam os convidados para um universo de sentidos, integrando com a proposta imersiva da casa”, destacaram.
Para Cristiano Antônio, diretor de marketing das empresas, o Play Bowling é muito mais do que um simples boliche: “Nossa proposta é criar um ambiente completo para lazer, com gastronomia de qualidade, entretenimento diversificado e eventos especiais. Tudo isso com uma vista deslumbrante para o Lago Paranoá, proporcionando algo único, atendendo a todos os gostos”, disse.
A casa também conta ainda com uma exposição permanente do artista Toys, com obras disponíveis para venda. O design do espaço, desenvolvido pelo escritório Mar.is Design, é assinado por Marina Ellian, Thaís Borges, Marcella Nery e Samara Ramalho, responsáveis também pelo design do Play Bowling e da Mansão Catavento ambos empreendimentos do Grupo Play Games.
O Play Bowling abriu, oficialmente, suas portas ao público na última sexta-feira, 17 de janeiro, e conta com uma programação especial comandada por DJs residentes, com sets exclusivos e uma seleção musical eclética de curadoria de Rafael Barros, proporcionando aos visitantes uma vivência ainda mais intensa e envolvente.
Cinco semanas para se inspirar com a Mostra Liquidecora + Casapark Prime e aproveitar os descontos de até 50% em móveis e acessórios em promoção
Foto César Rebouças
Com descontos de até 50% e mostra de decoração inédita, começa no dia 17 de janeiro o Liquidecora Casapark e a Mostra Liquidecora + Casapark Prime Janeiro 2025. Serão 37 dias para aproveitar a liquidação de início de ano das lojas do Casapark, com preços e condições de pagamento favoráveis, pronta entrega e frete gratuito. Acompanhando o lema da campanha “Liquidecora: Descontos para uma casa inspiradora“, a Mostra Liquidecora + Casapark Prime traz ambientes criados por seis escritórios de arquitetura e design de interiores premiados pelo Programa de Relacionamento do shopping. Na Praça Central, os profissionais apresentam espaços com dicas e soluções criativas para as diversas formas de morar com móveis e acessórios com descontos especiais.
Até 23 de fevereiro, o público poderá conferir nas lojas do shopping as peças em promoção indicadas com a etiqueta do Liquidecora Casapark. E nas redes sociais do Casapark (@casapark) serão apresentados alguns achados imperdíveis com dicas do Casapark e dos lojistas.
Mostra Liquidecora
Na Praça Central do Casapark, seis escritórios de arquitetura e design de interiores premiados pelo programa de relacionamento do Casapark estreiam na Mostra Liquidecora + Casapark Prime. Participam da mostra Fernanda Lettieri Arquitetura (Living), Alessandra Moussa (Sala de Estar), Olivia Lannes Arquitetura (Quarto de Casal), Giovanna Leal Arquitetos (Varanda Gourmet), Ana Paula Ribeiro Arquitetura (Home Office) e Ruan Braga Arquitetura e Interiores (Loft de Solteiro) criaram ambientes contemporâneos e inspiradores com produtos em promoção nas lojas do Casapark.
“A mostra é organizada em torno das mais variadas formas de viver a casa, com sugestões e dicas para aproveitar melhor os produtos em promoção”, afirma Carol Valença, gerente de marketing do Casapark. “A cada edição, analisamos as tendências no morar e buscamos formas de atender às demandas do mercado. Nesta edição incluímos na mostra Liquidecora o Loft de Solteiro. Essa é uma tendência mundial do setor imobiliário que oferece unidades para uma pessoa ou casal sem filhos”, ressalta a gerente. “A mostra é também uma boa oportunidade para o público conhecer o trabalho dos profissionais da arquitetura e do design de interiores, que ajudam a fazer escolhas mais acertadas, levando em consideração os desejos e as necessidades de seus clientes”, completa Carol.
A Mostra Liquidecora fica em exibição na Praça Central do shopping até o dia 23 de fevereiro, com visitação de segunda a sábado, das 10h às 22h, e domingo, das 12h às 20h. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos.
Mostra Liquidecora Casapark Prime Janeiro 2025, conheça os escritórios e os ambientes
Ana Paula Ribeiro Arquitetura + Home Office Refúgio criativo
Em 10 anos de atuação no mercado, o escritório Ana Paula Ribeiro Arquitetura destaca-se pela sua abordagem contemporânea e inovadora. Com um olhar atento às necessidades e ao gosto de cada cliente, Ana Paula e sua equipe criam espaços que refletem identidade e funcionalidade. O compromisso com a qualidade e a personalização é a essência do trabalho, garantindo projetos únicos que harmonizam estética e praticidade, superando as expectativas e transformando sonhos em realidade.
O “Refúgio criativo” é um home office projetado para ser um verdadeiro santuário de tranquilidade e inspiração. Neste espaço, a harmonia entre cores claras e materiais naturais cria uma atmosfera acolhedora, ideal para estimular a produtividade e a criatividade. Foram utilizados tons terrosos, que remetem a cor do ano eleita pela Pantone, trazendo um toque contemporâneo equilibrando a serenidade do ambiente.
Alessandra Moussa Engenharia & Arquitetura + Sala de Estar Elos
A Alessandra Moussa Engenharia & Arquitetura é um escritório com mais de 20 anos de atuação em Brasília, reconhecido por unir funcionalidade e estética em projetos personalizados. Especializados em soluções completas, abrangemos desde o planejamento até a execução de projetos residenciais, comerciais e corporativos, sempre priorizando inovação, sustentabilidade e a satisfação de nossos clientes.
O espaço celebra os elos afetivos que conectam famílias, inspirado também na ligação literal das correntes, traduzida em formas orgânicas e fluidas no ambiente. Influenciada pela filosofia Hygge, privilegia tons neutros e suaves que evocam acolhimento, simplicidade e funcionalidade. Um espaço onde design e emoção se encontram e criam um refúgio contemporâneo para conexões e bem-estar.
Fernanda Lettieri Arquitetura + Living Refúgio Sereno
Fernanda Lettieri Arquitetura é um escritório de arquitetura e interiores, especializado em projetos residenciais e localizado em Brasília-DF. Há oito anos no mercado, a empresa se destacou pela sua abordagem inovadora e seu compromisso em entregar espaços que refletem a personalidade e o estilo de vida de cada cliente. Com uma equipe de profissionais altamente qualificados, o escritório combina estética e funcionalidade, criando ambientes sofisticados e confortáveis. Cada projeto é desenvolvido com atenção minuciosa aos detalhes, prezando por materiais de qualidade e estética impecável, para trazer maior conforto e identidade aos espaços.
O living é um verdadeiro refúgio dentro de casa, projetado para ser um local de estar que promove o relaxamento e a conexão. Obras de arte que inspiram e provocam reflexão, convidando à contemplação. Os móveis são escolhidos com cuidado, priorizando o conforto e a funcionalidade. O mix de texturas, madeiras e tecidos traz a elegância que buscamos e a modernidade vem com o uso da transparência do vidro e itens mais orgânicos. Este é um lugar onde você pode se perder em uma boa leitura, desfrutar de momentos de paz ou receber amigos e familiares para conversas significativas. A decoração é pensada para refletir a personalidade dos moradores, com elementos que trazem boas lembranças e sentimentos de acolhimento.
Giovanna Leal Arquitetos + Varanda Gourmet
Com uma abordagem única e sofisticada, o escritório Giovanna Leal Arquitetos é especializado em criar projetos exclusivos que combinam elegância, conforto e funcionalidade. Cada projeto é desenvolvido com atenção aos mínimos detalhes, sempre respeitando o estilo de vida e os desejos de quem lhes confia a realização do seu lar dos sonhos. Com uma equipe experiente e apaixonada pelo que faz, nossa missão é transformar cada espaço em uma verdadeira obra de arte, onde cada elemento é pensado para proporcionar uma experiência de bem-estar, harmonia e beleza.
Um convite para desacelerar e desfrutar o essencial. A nossa Varanda Gourmet combina elegância e funcionalidade em um refúgio onde o design contemporâneo encontra a natureza. Cada detalhe foi pensado para inspirar momentos de conexão e prazer, criando um ambiente que transforma encontros em experiências inesquecíveis.
Olivia Lannes Arquitetura + Quarto de casal
O escritório Olivia Lannes Arquitetura é voltado para projetos de residências assim como espaços corporativos e áreas de saúde. Seu trabalho é voltado para novas construções e reformas, levando em conta o perfil do cliente, procurando uma arquitetura atemporal alinhada a cada necessidade e personalidade. O time é composto por dois arquitetos que são parceiros eventuais: EmanuellaCaldeira e Marcio Costa.
O significado da palavra Sanctum ressalta sua essência de um espaço sagrado, protegido e reservado para momentos de conexão. A ideia de transformar o quarto do casal em um Sanctum é inspiradora, criando um ambiente acolhedor onde o casal possa se refugiar do mundo exterior e cultivar o amor e a intimidade.
Ruan Braga + Loft cosmopolita
Ruan Braga afirma que sua história e a do seu escritório se entrelaçam de forma natural. Com vasta experiência na área de arquitetura e interiores, decidiu há 3 anos abrir seu próprio escritório. Desde então, junto com sua equipe, dedica-se a projetos residenciais, comerciais e de interiores, com foco em arquitetura de alto padrão. “Nosso compromisso é aliar os desejos dos clientes a soluções funcionais e estéticas, criando espaços únicos e personalizados. Cada projeto é tratado como exclusivo, refletindo a individualidade de cada cliente com excelência e atenção aos detalhes”, afirma o arquiteto.
O loft é um refúgio urbano que equilibra funcionalidade, elegância e conforto, proporcionando um espaço de descanso e produtividade para um jovem empresário dinâmico. Inspirado pela arquitetura moderna de Brasília e pela vida cosmopolita desse jovem, o projeto combina linhas minimalistas, uso de madeira e paleta de cores neutras e aconchegantes. O espaço traduz a personalidade de alguém prático, mas que valoriza momentos de pausa com sofisticação.
Foto César Rebouças
Serviço:
Liquidecora: Descontos para uma casa inspiradoraJaneiro 2025