Autor: glaunacapital

Pier 21 recebe Réveillon temático all inclusive inspirado nos anos 70, 80 e 90 promovido pelo restaurante To Fabulous Flashback 

Foto divulgação

Open bar premium, banquete completo e uma trilha sonora que atravessa gerações marcam a festa no Pier 21 que será dedicada para toda a família com opções de ingressos individuais e mesas para até oito pessoas 

Mais do que uma festa, a virada do ano no Flashback será uma experiência sensorial de uma volta no tempo, imersos nas décadas de 70, 80 e 90, em uma noite para confraternizar, dançar e brindar o ano novo. Essa é a proposta do restaurante temático que vem conquistando a capital dentro do icônico Pier 21. 

Com um evento totalmente all inclusive: open bar premium e open food diversas atrações musicais, decoração retrô, espaços instagramáveis e acesso à varanda do Pier 21 para o famoso show de fogos do Lago Paranoá, a festa tende a ser uma das mais badaladas de Brasília escolhida principalmente pelas famílias e grupos de amigos amantes das décadas de ouro. 

O som da virada

A trilha sonora começa com o set dos DJs Multitracks, que aquecem a pista com uma sequência vibrante de sucessos dos anos 70, 80 e 90. Já na contagem regressiva, a Banda Naltaassume o palco com um show que será embalado por hits atemporais. E para finalizar a madrugada, será a vez de Paulo Mesquitacomandar a festa até o amanhecer.

Incrível open food e open bar

Durante toda a noite/madrugada, a festa contará com um farto buffet com mais de 30 opções de pratos distribuídos em ilhas gastronômicas pelo salão. Entre as opções, estão o arroz de bacalhau, leitão à pururuca, salmão ao molho de laranja, risoto de camarão, moqueca baiana, frango caipira com quiabo,  cascata de camarão, ceviche, mix de petiscos, entre vários outros pratos. Nas sobremesas, tapioca doce, cocada de forno e pavê de frutas vermelhas encerram o banquete com leveza e afeto.

Open bar premium para todos os gostos com espumante, chopp duplo malte, cerveja  Heineken, IPA, whisky Old Parr, água de coco, sucos, refrigerantes, além da carta completa de drinks autorais criados pela equipe da casa. 

Os ingressos do primeiro lote estão à venda e custam a partir de R$ 500 (individual), R$ 1.000 (mesa para 2 pessoas), R$ 2.000 (mesa para 4 pessoas), R$ 3.000 (mesa para 6 pessoas), e R$ 4.000 (mesa para 8 pessoas), podendo ser adquiridos pelo site da Digital Ingressos.

Serviço 

Réveillon Fabuloso do Flashback no Pier 21 

Onde: Shopping Pier 21 (Setor de Clubes Esportivos Sul, Tr. 2, L4 Sul) 

Horário: 21h às 6h 

Os ingressos do primeiro lote estão à venda e custam a partir de R$ 500 (individual), R$ 1.000 (mesa para 2 pessoas), R$ 2.000 (mesa para 4 pessoas), R$ 3.000 (mesa para 6 pessoas), e R$ 4.000 (mesa para 8 pessoas), podendo ser adquiridos pelo site da Digital Ingressos. 

Para mais informações: @tofabulousflashback e (61) 9 9120-7212 (WhatsApp).

Espetáculo Os Irmãos Timótheo da Costa faz temporada no CCBB Brasília  

Foto divulgação

Banco do Brasil apresenta e patrocina o espetáculo Os Irmãos Timótheo da Costa, que narra a potente trajetória de João e Arthur Timótheo da Costa, dois brilhantes pintores brasileiros do início do século XX

A trajetória dos irmãos João (1879 – 1932) e Arthur (1882 – 1922) Timótheo da Costa será contada e cantada no Teatro do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) Brasília. O espetáculo Os Irmãos Timótheo da Costa, dirigido por Luiz Antonio Pilar, com dramaturgia de Claudia Valli e direção musical de Muato, é mais um resgate de nomes da cultura preta nacional apagados pelo racismo. A peça estreia na capital federal no dia Nacional da Consciência Negra, 20 de novembro, e segue temporada até 07 de dezembro, de quinta a sábado, às 20h, e domingo, às 18h30. A classificação indicativa é de 12 anos. Os ingressos custam R$ 15 (meia entrada) e R$ 30 (inteira) e estão disponíveis no site bb.com.br/cultura ou na bilheteria do CCBB Brasília na sexta-feira da semana anterior, a partir das 12h. As sessões com audiodescrição e libras acontecem no sábado, 29 de novembro, e 06 de dezembro.

– “Trata-se de uma peça decolonial, um nome bonito para a retomada da narrativa da história de pretos e indígenas, sendo contada por artistas e pensadores pretos e indígenas. É trazer à luz os heróis e artistas melaninados e originários colocando-os no palco, nas pautas e nas conversas”, diz o diretor do espetáculo.

Em cena, Irene, vivida por Jeniffer Dias (indicada ao Prêmio Potências, em 2022, por sua atuação na série do Globoplay Rensga Hits), é uma pesquisadora contemporânea empenhada em escrever uma peça sobre os irmãos Timótheo da Costa, de quem ela ouviu falar uma vez e nunca esqueceu. Para isso, ela precisa pesquisar suas vidas e descobre que, como tantos outros personagens negros, eles foram apagados da história e quase não há material sobre eles, apenas um pesquisador que focou na obra e não na vida dos irmãos. Irene vai desvendando suas histórias e chega à realidade do negro pós-abolição na então capital federal, ao racismo da Belle Époque carioca, à hipocrisia da sociedade racista, à epidemia de doenças mentais de pessoas pretas entre o final do século XIX e o começo do século XX. 

Realidade e ficção se misturam, já que não há dados suficientes sobre a vida dos irmãos Timótheo da Costa. Sendo assim, essa história será criada no palco, em uma obra no estilo de quase biografia. O elenco conta também com Lucas da Purificação (que atuou na série Impuros, da Disney Plus), Luciano Quirino (fez participação no elenco da novela Êta, mundo melhor!), Pablo Áscoli (interpretou César Camargo Mariano em Elis, o musical) e Sérgio Kauffmann (atuou na novela Garota do momento, 2024/2025). 

Homenagem

Em formato de musical, o espetáculo é uma jornada, um caminho, uma investigação sobre a vida e obra dos irmãos João e Arthur Timótheo da Costa, que figuram entre os nomes mais destacados de pintores da cena artística brasileira, nas duas primeiras décadas do século XX. Eles sofreram o preconceito da sociedade e ambos, com um intervalo de dez anos, morreram internos com a mesma doença, a demência paralítica, no Hospital dos Alienados, no Rio de Janeiro. No mesmo lugar que o grande escritor Lima Barreto foi internado e que era dirigido por Dr. Juliano Moreira, médico preto, pioneiro da psiquiatria e da saúde mental no Brasil e que combatia o racismo científico. 

A dramaturga Cláudia Valli, que soma 39 anos de carreira com trabalhos na Rede Globo e Record e nos canais Multishow, Canal Futura, Prime Box Brasil, entre outros, observa que “somos até capazes de superar o ódio, o desprezo, a violência, mas o esquecimento é insuperável, pois ele nos trata como se nunca tivéssemos sido”. Por isso, a importância de trazer à baila uma peça que resgata parte extirpada pelo apagamento desses nomes fundamentais da cultura nacional. “O esquecimento e o apagamento são sentimentos irmãos que cospem na nossa cara a rejeição de toda uma sociedade. De toda uma história. Você não é porque não merece ser. Você não é porque não faz parte de nós”, explica a dramaturga. Tal feito, o de apagar a presença de pessoas da história pelo fato de não obedecerem a padrões impostos pelo eurocentrismo, acaba por esconder a genialidade de indivíduos que contribuíram para a construção do país. “Os dois, precursores do Modernismo Brasileiro, foram esquecidos pela Semana de 22. E, aos poucos, foram apagados da História da Arte Brasileira. Assim como o avô deles, o genial maestro Henrique Alves de Mesquita, que foi de músico de maior destaque nacional e internacional ao mais absoluto esquecimento”, lembra Cláudia. 

Para o diretor Luiz Antonio Pilar, já virou uma missão criar espetáculos com a narrativa decolonial. “Recentemente, um crítico me definiu como ‘um mestre em retratar histórias de grandes artistas, como Candeia, Ataulfo Alves, Leci Brandão, entre outros, não só no teatro, mas também na TV e no cinema’. De fato, tenho feito espetáculos sobre diversas personalidades pretas, homens e mulheres, artistas ou não”, diz o diretor, que foi reconhecido na 34ª edição do Prêmio Shell na categoria direção pelo musical Leci Brandão – Na Palma da Mão. 

Dessa forma, por meio da história de tantos grandes nomes da arte preta nacional, nota-se que todos passam pelas mesmas situações de constrangimento por conta do racismo e isso une a todos numa mesma trajetória. “Percebi que trazer para o palco a história dessas pessoas que me inspiraram, de certa maneira também compartilho com elas tudo aquilo que eu já passei”, atesta Pilar. Mas, é importante ressaltar que o objetivo não é colocar esses personagens no lugar de coitados. “A história que vamos contar é uma investigação. Vamos descobrir quem foram os irmãos Timótheo da Costa, além do apagamento”, vaticina o diretor. 

Maestro

A trilha sonora do espetáculo traz a música do avô dos irmãos Timótheo da Costa, o maestro Henrique Alves de Mesquita. “As músicas deste grande maestro serão executadas ao vivo, e algumas canções receberão letras inéditas e serão cantadas em cena. Outras serão executadas como trilha sonora instrumental pelos músicos que compõem a orquestra do espetáculo”, revela Muato, diretor musical do espetáculo e vencedor do Prêmio Shell 2024, pela direção musical de Pelada – A Hora da Gaymada.

Além de uma bela e instigante dramaturgia, Os Irmãos Timótheo da Costa leva para o público toda a realidade dos pretos no país do final do século XIX e início do século XX, logo após a abolição. Mas também apresenta que essa realidade, de apagamento e racismo, ainda é presente e intensa na sociedade e, muitas vezes, leva à depressão e à loucura. “Por isso, tantos homens pretos (e mulheres também) surtaram ao vislumbrar o ‘não futuro’ pela frente. Eles não tinham a menor chance. A não ser lotar os hospícios ou os presídios da cidade. O sucesso não supera o racismo”, diz a dramaturga Cláudia Valli. Sendo assim, para a população preta do século XXI, resgatar essas histórias é fundamental para autoestima. “Estes artistas, pretas e pretos, são a base da cultura e da sociedade brasileira. E fazem ecoar para sempre um recado: nós temos legado!”, afirma Pilar. 

Sobre o CCBB Brasília

O Centro Cultural Banco do Brasil Brasília (CCBB Brasília) foi inaugurado em 12 de outubro de 2000. Sediado no Edifício Tancredo Neves, uma obra arquitetônica de Oscar Niemeyer, tem o objetivo de reunir, em um só lugar, todas as formas de arte e criatividade possíveis.

Com projeto paisagístico assinado por Alda Rabello Cunha, dispõe de amplos espaços de convivência, galerias de artes, sala de cinema, teatro, praça central e jardins, onde são realizadas exposições, shows musicais, espetáculos, exibições de filmes e performances.

Além disso, oferece o Programa Educativo CCBB Brasília, projeto contínuo de arte-educação, que desenvolve ações educativas e culturais para aproximar o visitante da programação em cartaz, acolhendo o público espontâneo e, especialmente, estudantes de escolas públicas e particulares, universitários e instituições, por meio de visitas mediadas agendadas.

Em 2022, o CCBB Brasília se tornou o terceiro prédio do Banco do Brasil a receber a certificação ISO 14001, cuja renovação anual ratifica o compromisso da instituição com a gestão ambiental e a sustentabilidade.

Acessibilidade

A ação “Vem pro CCBB” conta com uma van que leva o público, gratuitamente, para o CCBB Brasília, de quinta a domingo. A iniciativa reforça o compromisso com a democratização do acesso e a experiência cultural dos visitantes. A van fica estacionada próxima ao ponto de ônibus da Biblioteca Nacional. 

O acesso é gratuito, mediante retirada de ingresso no site, na bilheteria do CCBB ou ainda pelo QR Code da van. Lembrando que o ingresso garante o lugar na van, que está sujeita à lotação, mas a ausência de ingresso não impede sua utilização. Uma pesquisa de satisfação do usuário pode ser respondida pelo QR Code que consta do vídeo de divulgação exibido no interior do veículo. 

Horários da van | De quinta a domingo

Biblioteca Nacional – CCBB: 13h, 14h, 15h, 16h, 17h, 18h, 19h e 20h 

CCBB – Biblioteca Nacional: 13h30, 14h30, 15h30, 16h30, 17h30, 18h30, 19h30, 20h30 e 21h30 

SERVIÇO:

Os Irmãos Timótheo da Costa

Data: de 20/11 a 07/12, de quinta a domingo 

Horário: quinta a sábado, às 20h; domingo, às 18h30

Duração: 90 minutos 

Local: Teatro I do CCBB Brasília – SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF

Ingressos: Ingressos: R$ 15 (meia entrada) e R$ 30 (inteira) disponíveis no site bb.com.br/cultura ou na bilheteria do CCBB Brasília. Estudantes, maiores de 65 anos e clientes Ourocard pagam meia entrada.

Classificação indicativa: 12 anos 

Acessibilidade: sessões com audiodescrição e libras: sábado, 29/11 e sábado, 06/12

Na sessão do dia 21/11 haverá um bate-papo após a peça.

WORKSHOP | Teatro e Audiovisual

O uso de recursos do audiovisual no espetáculo de teatro

Sinopse

O workshop propõe uma imersão prática e reflexiva sobre as possibilidades criativas que o audiovisual oferece ao teatro contemporâneo. A partir da análise de espetáculos recentes e de exercícios em grupo, os participantes vão explorar o uso de câmeras em cena, projeções e outros elementos visuais integrados à dramaturgia, compreendendo como essas linguagens se complementam e potencializam o discurso artístico.

Temas

• Introdução sobre os recursos utilizados a partir da tecnologia desenvolvida para o audiovisual;

• Apresentação e análise de espetáculos que, recentemente, utilizaram recursos de vídeo;

• Exercícios práticos, no palco, com utilização de câmeras de vídeo na criação de cenas;

• Conclusão com roda de conversa sobre o processo realizado durante o workshop.

Data: 21/11 (sexta-feira)

Horário de início: 14h

Carga horária: 3 horas

Ministrante: Luiz Antonio Pilar

Público-alvo: Atores, diretores, produtores, técnicos e estudantes de teatro e audiovisual interessados em ampliar seu repertório criativo e compreender o diálogo entre as duas linguagens.

Inscrição: bilheteria física do CCBB Brasília, dia 20/11, a partir das 12h.

CCBB Brasília

Funcionamento: De terça a domingo, das 9h às 21h

Endereço: SCES Trecho 02 Lote 22 – Edif. Presidente Tancredo Neves – Setor de Clubes Especial Sul – Brasília – DF

Fone: (61) 3108-7600

E-mail: ccbbdf@bb.com.br

bb.com.br/cultura

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Brasília reafirma sua força literária e premia autores do Brasil e de Portugal

Foto SECEDF

2º Prêmio Candango de Literatura reuniu autores, leitores e artistas no Teatro Nacional e anunciou nova edição para 2026

A Sala Martins Pena, do Teatro Nacional Cláudio Santoro, celebrou o Prêmio Candango de Literatura em 31 de outubro, data que, oportunamente, registra o aniversário do poeta Carlos Drummond de Andrade (1902-1987). A 2ª edição do evento, realizada pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) em parceria com o Instituto Cultural Casa de Autores (ICA), revelou os vencedores de sete categorias, exaltando o talento e a diversidade da língua portuguesa: Melhor Romance, Melhor Livro de Contos, Melhor Livro de Poesia, Prêmio Brasília, Melhor Capa, Melhor Projeto Gráfico e Projeto de Incentivo à Leitura. Foram distribuídos R$ 195 mil em prêmios.

No eixo Literário, a escritora carioca Giovanna Ramundo conquistou o título de Melhor Romance com “Sorriso sorvete de cereja” (Editora Cambucá): “Entrar para a história do Prêmio Candango, mais que uma alegria, é uma grande honra”, celebrou a autora. O baiano Luís Pimentel levou Melhor Livro de Contos com “A viagem e outros contos” (Editora Patuá): “A literatura se faz do que se vê, do que se escuta e, principalmente, do que se lembra”, destacou o escritor. O português Ricardo Gil Soeiro foi o vencedor de Melhor Livro de Poesia com “Lições da miragem” (Assírio & Alvim). “Se a poesia é, como diria René Char, ‘a alma em exercício de liberdade’, então esta distinção, que tanto me honra, representa, para mim, o reconhecimento de tal liberdade”, afirmou Soeiro, representado no evento por Daniel Stanchi. amigo.  E, no Prêmio Brasília, dedicado a autores do Distrito Federal, a brasiliense Juliana Monteiro venceu com o romance “Nada lá fora e aqui dentro” (Editora Patuá): “Ter recebido o Candango pelo meu primeiro romance é algo que eu nunca vou me esquecer”.

No eixo Editorial, a obra “Cavalos no escuro”, de Rafael Gallo (Editora Record), rendeu ao designer carioca Leonardo Iaccarino o reconhecimento de Melhor Capa: “Receber esse prêmio em Brasília, a capital política do Brasil, tem um significado especial. Viva os livros, viva a cultura!”, afirmou o designer. O goiano Jeferson Barbosaconquistou o prêmio de Melhor Projeto Gráfico com “Verso horizonte” (Editora Mondru): “É uma alegria imensa receber este Prêmio através da obra de Axé Silva e Fábio Teixeira.” Já o eixo Pedagógico premiou o Sarau da Dalva e Estreloteca, idealizado por Sabrina Sanfelice, de Campinas, em São Paulo, na categoria Projeto de Incentivo à Leitura: “Esse prêmio não é só meu, é de toda uma gente que se junta para que a leitura esteja viva nas comunidades”.

O secretário de Cultura Claudio Abrantes destacou o alcance da edição, que recebeu quase três mil obras inscritas, de autores do Brasil e de outros 17 países, o que demonstra a diversidade e a potência criativa da língua portuguesa. “Fernando Pessoa dizia que a literatura, como toda a arte, é a confissão de que a vida não basta. Queremos histórias, queremos sonhos e a possibilidade da eternidade que a palavra nos propicia”, afirmou o secretário, ressaltando o papel de Brasília como polo de convergência cultural. “É uma alegria ver esta sala novamente pulsando com o talento dos nossos escritores e escritoras. O Candango é mais que um prêmio: é um gesto de afirmação da nossa língua, da nossa identidade e da força criadora que une povos e gerações”, completou. Na ocasião, ele ainda compartilhou uma boa notícia: a confirmação da 3ª edição do Prêmio Candango de Literatura, já para o primeiro semestre de 2026 (a distância entre a 1ª e a 2ª edição foi de quase três anos).

O evento reuniu escritores, editores, artistas, gestores, representantes da cena literária e autoridades, reforçando Brasília como um centro pulsante de cultura, arte e criatividade. Participaram da mesa de abertura o secretário de cultura; o embaixador de Portugal, Luís Faro Ramos; a presidente do Instituto Casa de Autores, Iris Borges; o subsecretário de Patrimônio Cultural, Felipe Ramón; o coordenador do prêmio, Maurício Melo Júnior e o curador da edição, João Anzanello Carrascoza

Falas como a do escritor, jornalista e membro do ICA, Maurício Melo Junior, coordenador da premiação, ressaltaram o espírito coletivo que move a premiação e a vitalidade da língua portuguesa. “Duas coisas chamam a atenção no Prêmio Candango de Literatura: a comunhão das pessoas que o fazem e a intensidade da nossa língua, essa língua que Olavo Bilac chamou de ‘inculta e bela’ e que hoje reconhecemos como profundamente bela e profundamente culta”.

Arte, emoção e descontração

A efervescência começou já no foyer, com a feira de livros de autores, livreiros e editoras e muitas fotos no cenário temático. A descontração seguiu noite adento, com a condução conferida pela dupla de mestres de cerimônia Adriana Nunes e Adriano Siri. Entre falas de autoridade e premiação, houve espaço para homenagear dois gigantes da literatura brasileira. 

Em celebração ao legado de Drummond, o público assistiu à declamação do poema “No meio do caminho tinha uma pedra”, onde Adriana Nunes e Juliana Zancanarodividiram inspiradas estrofes, acompanhadas do violão de Vitor Batista, arrancando suspiros dos presentes. Já para relembrar a verve cômica e irônica de Luiz Fernando Veríssimo, as atrizes encenaram o diálogo entre as personagens Gisela e Martô, do texto “Cuecas”:  desta vez, o público respondeu com risos.

No encerramento, o cantor, compositor e violonista Toquinho compartilhou não só sua música, mas passagens de uma trajetória vivida ao lado de tantos poetas. “Eu convivi, amigavelmente, com Fernando SabinoRubem Braga, o próprio Drummond, que foi homenageado, e, também, com Vinicius de Morais, com quem tive uma parceria de 10 anos. Imagine o quanto eu fui privilegiado em absorver o aprendizado desse homem, com sua gentileza enorme, uma cultura profunda, mas nunca ostentada. Ele encontrava Ismael Silva, que dizia ‘nós vai’, então o Vinicius falava ‘nós vai’ também. Ele não impunha seu conhecimento, embora tivesse estudado poetas nas línguas originais. Era simples, direto, afetuoso. Um homem de uma delicadeza de alma enorme”, compartilhou o artista.

No repertório escolhido para a noite, o músico trouxe canções como “Aquarela”, “Tarde em Itapoã”, “Regra três”, “O Caderno”. Ao lado da cantora Camilla Faustino, convidada especial de toquinho, o público foi embalado por “Se Todos Fossem Iguais A Você”, “Andança”, “Chega de Saudade”, “Eu sei que vou te amar”, entre outras. Ao fim e ao cabo, um espetáculo. 

Sinopses

“Sorriso Sorvete de Cereja” (Editora Cambucá), de Giovanna Ramundo – Melhor Romance

O romance conta a história de Rio, uma menina-mulher submersa em recordações familiares e estranhezas da infância. Na tentativa de reconstruir sua vida, Rio se depara com a descontinuidade da própria memória, o que a faz oscilar entre um eu e vários nós que compõem seu universo particular. Numa língua bravia, franca e inquiridora, a protagonista revela as várias formas de violação que seu corpo sofreu. Em cenas desconcertantes e de forte carga simbólica, enfrenta a tragédia de ser diferente — um mergulho poético e visceral na reconstrução de si mesma.

A Viagem e Outros Contos” (Editora Patuá), de Luís Pimentel  — Melhor Livro de Contos 

A temática de Luís Pimentel é aparentemente a mais trivial de todas: o homem simples, o cidadão pacato. O autor é baiano, mas sua Bahia é toda a alma. O homem simples que lhe serve de lastro para uma melhor percepção das chamadas coisas do mundo e sua milpartida realidade, está certamente em toda parte. Sobretudo “dentro” de nós. Privilegiam-se talvez os humilhados e ofendidos: violência, desemprego, solidão, o grotesco, a vida de sonhos, o romantismo bocó. Mas o tratamento dado a esses temas embebe-se sempre de um grande lirismo. E, como na vida comum desses personagens comuns, finais não apoteóticos parecem marcas desse texto. Concluímos a leitura de um conto e temos a sensação que é assim mesmo que deve ser: fim é o que não há. Viver – filosofamos cada um ao nosso modo – é que é preciso. Luís Pimentel não explica. Relata. Denso de vida, leve (quase lépido) de estilo, eis porque é um dos bons escritores de nossos dias”. (Antonio Brasileiro)

“Lições da miragem” (Assírio & Alvim), de Ricardo Gil Soeiro  — Melhor Livro de Poesia  

Neste seu novo livro de poemas, Ricardo Gil Soeiro propõe-se interpelar o mundo através de vários saberes, da anatomia à semiótica. São versos que se desdobram como pequenos tratados, cartografando o invisível e a promessa que o mundo de miragens deixa adivinhar.

“Nada Lá Fora e Aqui Dentro” (Editora Patuá), de Juliana Monteiro – Prêmio Brasília

A obra acompanha a jornada de Loretta em 2020. No cenário pandêmico, ela enfrenta também a perda repentina de sua mãe, uma renomada escritora. Loretta reflete sobre suas relações familiares e questões como luto, memória e identidade. O livro traz uma reflexão profunda sobre a pandemia e seus efeitos, especialmente na Itália, durante o período de quarentena.

Cavalos no Escuro, de Rafael Gallo (Editora Record), com projeto gráfico de Leonardo Iaccarino — Melhor Capa

O conto que dá título ao livro narra a história de um casal que trabalha em uma fazenda, onde a mulher é abusada pelo patrão. Nascidos e criados nesse ambiente, eles desconhecem outra realidade além daquela em que vivem — um ciclo de violência e aprisionamento. O conceito gráfico da capa foi traduzido por Iaccarino como um “aprisionamento tipográfico”, em que o design transmite a imobilização e a angústia dos personagens diante da violência. A proposta foi única e aprovada de forma unânime, uma síntese visual potente do enredo e de sua atmosfera.

“Verso Horizonte”, de Axé Silva e Fábio Teixeira, com projeto gráfico de Jeferson Barbosa – Melhor Projeto Gráfico

A obra propõe um diálogo entre palavra e imagem, criando uma experiência estética em que o olhar poético de Axé e a fotografia de Fábio se fundem em um mesmo horizonte sensível.

Sarau da Dalva e Estreloteca  — Melhor Projeto de Incentivo à Leitura

O Coletivo Cultural Comunitário Encruzilhada Estrela Dalva, idealizador do projeto, atua há 15 anos na periferia da zona leste de Campinas (SP), promovendo ações culturais, pedagógicas e artísticas que fortalecem a identidade e o acesso à cultura em sua comunidade. Composto majoritariamente por mulheres e pessoas negras, o grupo mantém uma biblioteca comunitária, realiza eventos e formações, e foi reconhecido como Ponto de Cultura pelo Ministério da Cultura. 

Premiados da 2ª edição do Prêmio Candango de Literatura

Melhor Romance – Giovanna Ramundo, com “Sorriso sorvete de cereja” (Editora Cambucá):  R$ 35 mil
Melhor Livro de Contos – Luís Pimentel, com “A viagem e outros contos” (Editora Patuá): R$ 35 mil Melhor Livro de Poesia – Ricardo Gil Soeiro, com “Lições da miragem” (Assírio & Alvim): R$ 35 mil 

Prêmio Brasília – Juliana Monteiro, com “Nada lá fora e aqui dentro” (Editora Patuá): R$ 35.000
Melhor Capa – Leonardo Iaccarino, para “Cavalos no escuro”, de Rafael Gallo (Editora Record): R$ 20 mil
Melhor Projeto Gráfico – Jeferson Barbosa, com “Verso horizonte” (Editora Mondru): R$ 20 mil
Projeto de Incentivo à Leitura – Sabrina Sanfelice, com o Sarau da Dalva e Estreloteca: R$15 mil 

 

Songbook Simbiose traz partituras e acessibilidade para a música instrumental de Daniel Santiago e Pedro Martins

Foto divulgação

Dois dos nomes inventivos da música instrumental brasileira, Daniel Santiago e Pedro Martins, lançam o Songbook Simbiose, um projeto editorial inédito que reúne partituras, cifras, diagramas de acordes e textos dos álbuns Simbiose (2017) e Movement (2023). A obra será publicada em versão física, digital acessível e em Braille, com distribuição gratuita de parte dos exemplares a instituições de ensino e acervos públicos.

Com prefácio assinado pelo renomado bandolinista Hamilton de Holanda, o songbook é descrito como “um mapa afetivo de dois universos que se entrelaçam em simbiose”. Hamilton destaca a rara combinação entre “sofisticação e espontaneidade, profundidade e leveza”, presente na música da dupla. “Cada faixa desses discos carrega em si um gesto de liberdade — aquela que nasce do domínio da linguagem, mas também da entrega total ao momento presente”, escreve.

O projeto foi idealizado para atender a um público diverso: músicos, estudantes, educadores, fãs e pessoas com deficiência visual ou auditiva. Todas as versões digitais seguirão as diretrizes de acessibilidade da W3C/WCAG 2.1, e uma edição em Braille será produzida com apoio do IPPCDV.

Em novembro de 2025, três eventos gratuitos e acessíveis marcarão o lançamento no Distrito Federal, com pocket shows realizados na Escola de Música de Brasília (17/11), no Clube do Choro (24/11) e na Universidade de Brasília (25/11). Todas as apresentações contarão com intérprete de Libras, audiodescrição e estrutura física acessível.

Segundo Hamilton de Holanda, a música de Daniel e Pedro “não pede apenas admiração — ela convida ao diálogo, à escuta ativa, à coragem de também compor, experimentar e encontrar, ali no meio do caminho, a sua própria voz”.

O Songbook Simbiose, financiado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF (FAC), é um registro técnico e, ao mesmo tempo, um manifesto artístico. Traz influências que vão do Clube da Esquina ao jazz, do choro à música nordestina, sempre com a identidade musical de Brasília em evidência.

Sobre os músicos

Daniel Santiago e Pedro Martins são instrumentistas, compositores e arranjadores nascidos em Brasília, com carreiras sólidas no Brasil e no exterior. Seus trabalhos se destacam pela fusão de linguagens e pela liberdade criativa, conquistando espaço em festivais e entre ouvintes de música instrumental worldwide.

Serviço

Lançamento Songbook Simbiose

17/11 – Escola de Música de Brasília – 16h | Convidado: Rodrigo Bezerra

24/11 – Clube do Choro de Brasília – 19h30 | Convidado: Marcus Moraes

25/11 – Universidade de Brasília – 12h | Campus Darcy Ribeiro

‘Consciência Negra 2025’: Museu da República celebra a identidade afro-brasileira


 A consciência negra será celebrada em shows, oficinas e bate-papos

Evento gratuito reunirá arte, música, moda, gastronomia e debates sobre igualdade racial

Entre os dias 20 e 22 de novembro, área externa do Museu Nacional da República receberá o evento Consciência Negra 2025, realizado pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) e pelo Instituto Janelas da Arte, Cidadania e Sustentabilidade, com apoio da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). A programação terá grandes nomes da música negra brasileira. 

A Arena Lydia Garcia se torna o grande palco do festival, abrindo no dia 20 com Alexandre Pires e Ludmilla; seguindo, no dia 21, com Mumuzinho, Timbalada e Uel; e encerrando, no dia 22, com Benzadeus, Psirico e Carlinhos Brown. Os ingressos, gratuitos, devem ser retirados pela plataforma Sympla: https://www.sympla.com.br/

Sempre a partir das 19h, as apresentações transformam o museu em um espaço pulsante de celebração, pertencimento e afirmação da arte negra brasileira. Atrações regionais e locais ainda estão passando por curadoria, com chamamento aberto para artistas locais se inscreverem para participar do projeto, até as 23h deste sábado (15).

Com o tema “Raízes que Conectam o Futuro”, o Consciência Negra 2025 oferece uma programação diversa que contempla exposições, oficinas, sessões de conversa, atividades infantis, performances estéticas, feira afroempreendedora, gastronomia tradicional e vivências comunitárias. Os espaços Galeria Ancestralidade Viva, Tenda Muntu, Passarela Afrofuturo, Espaço Kitutes, Feira Cauris e Espaço Infantil Raízes estarão ativos diariamente com atividades que dialogam com memória, identidade, estética, inovação e formação.

“O Consciência Negra 2025 será um espaço de encontro e pertencimento, que conecta ancestralidade, inovação e diversidade. Queremos transformar o centro de Brasília em um grande quilombo contemporâneo de arte, diálogo e celebração”, afirma o secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal , Claudio Abrantes.

“O Consciência Negra 2025 será um espaço de encontro e pertencimento, que conecta ancestralidade, inovação e diversidade”Claudio Abrantes, secretário de Cultura e Economia Criativa

“Celebrar a consciência negra é reafirmar que a igualdade racial é um compromisso permanente do Governo do Distrito Federal. Estar ao lado desta iniciativa tão potente, que valoriza a ancestralidade e promove espaços de diálogo, arte e pertencimento, reforça o papel da Sejus-DF na construção de uma cidade mais justa, plural e comprometida com os direitos de todos”, destaca a secretária de Justiça e Cidadania do Distrito Federal, Marcela Passamani.

O Consciência Negra 2025 faz parte do calendário oficial do Governo do Distrito Federal (GDF), instituído pelo Decreto nº 46.716, de 2 de janeiro de 2025.

Programação

CONSCIENCIA NEGRA 2025


20 DE NOVEMBRO — QUINTA-FEIRA
Abertura
10h – Abertura Oficial do Festival
11h – Abertura da exposição “Retratos”
11h – Cortejo com o Boi do Seu Teodoro
Exposição
11h–22h – Exposição “Retratos” – Galeria Ancestralidades
Espaço Kids
14h– Contação de histórias
15h– Oficina Brincante
Gastronomia
12h–até fina do evento – Sabores do Quilombo
Feira Afro Cairus
Espaço Beleza Negra
15h–16h – Oficina de turbantes e tranças
Tranças e Maquiagem durante o evento.
Tenda Muntu
16h – Painel “Mulheres Negras e a Educação que Liberta”
Palestrantes – Mariana Regis – Prof. Gina Vieira Ponte – Flávia Santos Moderadora – Keilla Vila Flor
Arena Dona Lydia
17h30 – Cortejo Afoxé Ogum Pá
18h – Laady B
19h10 – Júlia Moreno
20h30 – Marcelo Café
22h30 – Ludmilla
00h30 – Alexandre Pires
Palco Brasilidades – A partir das 18h30
18h40 — Daniel Beira Rio
20h00 — Cida Avelar
21h40 — Ballroom – Casa de Laffond
23h30 — Isa Marques


21 DE NOVEMBRO — SEXTA-FEIRA
Exposição

12h–22h – Exposição “Retratos”
Espaço Kids
14h–15h – Oficina Tambores de Papel
15h–16h – Oficina de Dança Afro
Gastronomia
12h– até o final do evento – Sabores do Quilombo
Feira Afro Carius
14h–22h – Feira Kitanda e convidados
Tenda Muntu
14h30 – Descomplicando o Letramento Racial: O básico sobre raça que toda pessoa precisa saber – palestrante: Eric Marques
16h– Painel “Estética Negra – Para Além do Look” – Palestrantes – Victor Hugo Soulivier – Juiz Fábio Esteves – Ruth Venceremos – Patrick Jhonnes- Marcus Oliveira – Arte Preta / Moderador – Wemmia Anita
17h30 – Cortejo Grupo Cultural Obará
Arena Dona Lydia
18h – Israel Paixão
19h10 – Os Pacificadores
20h30 – Uel
22h30 – Timbalada
00h30 – Mumuzinho
Palco Brasilidades
18h40 – Margaridas
20h – Martinha do Côco
22 – GOG


22 DE NOVEMBRO — SÁBADO
Exposição
10h–22h – Exposição “Retratos”
Espaço Kids
14h–15h – Contação “Os Griôs do Amanhã”
15h–16h – Oficina de instrumentos de percussão
Gastronomia
12h–até final do evento – Sabores do Quilombo
Feira Afro Cairus
14h–22h – Feira Kitanda e convidados
Tenda Muntu
14h30 – Roda “Ofó Mulher – O poder da palavra feminina” – Palestrantes – Cristiane Sobral – Nanda Fer Pimenta – Dandara Suburbana / Moderadora – Andressa Marques
16h – Painel “História da Consciência Negra e Desafios Contemporâneos” -Palestrantes – Prof. Nelson InocêncioPalestrante – Prof. Mariléa de Almeida- Carla Akotirene / Moderadora – Ludymilla Santiago
17H30 – DESFILE AMARRAÇÕES – Estilista Victor Soulivier
Arena Dona Lydia
18h – Carol Nogueira
19h10 – Dhi Ribeiro
20h30 – Benzadeus
22h30 – Carlinhos Brown
00h30 – Psirico
Palco Brasilidades
18h40 – Pratanes
20h – Trem das Cores
22h – Thiago Kallazans

BRASÍLIA SERÁ SEDE DO IX ENCONTRO DAS CIDADES CRIATIVAS BRASILEIRAS DA UNESCO (ECRIATIVA)

Florianópolis foto divulgação

Com o tema “Territórios Criativos do Brasil para o Mundo”, evento vai contar com especialistas nacionais e internacionais

De 25 a 28 de novembro, Brasília sediará o IX Encontro da Rede Brasileira de Cidades Criativas da UNESCO (IX ECRIATIVA), com o tema “Territórios Criativos do Brasil para o Mundo”. O evento, organizado pelo Instituto ACDF – Associação Comercial do Distrito Federal, com apoio da Secretaria de Turismo do DF por meio de um termo de colaboração, reunirá representantes das 15 cidades brasileiras da Rede da UNESCO e convidados internacionais para debater como a criatividade pode ser um motor para o desenvolvimento urbano, econômico e social.

Reconhecida pela UNESCO como Cidade Criativa do Design desde 2017, Brasília fortalecerá sua posição como um centro estratégico de inovação, turismo e economia criativa. O evento proporcionará uma oportunidade única para troca de experiências, promoção de boas práticas e articulação de políticas públicas que integrem cultura, design, sustentabilidade, inovação e turismo. Para o Secretário de Turismo Cristiano Araújo, Brasília vive um momento de expansão turística, fortalecendo-se nos segmentos de negócios, cívico, cultural e criativo. “A realização do IX Encontro de Cidades Criativas da Unesco (ECriativa) reforça esse posicionamento e amplia o diálogo sobre inovação, cultura e economia criativa no Brasil. Nossa capital, moderna por essência e criativa por vocação, abre suas portas para a troca de experiências e o estímulo a novas perspectivas”, afirma o secretário.

As 15 cidades brasileiras que compõem a Rede de Cidades Criativas da UNESCO são:

• Artesanato: João Pessoa (PB)

• Artes Midiáticas: Campina Grande (PB)

• Cinema: Santos (SP), Penedo (RJ)

• Design: Brasília (DF), Curitiba (PR), Fortaleza (CE)

• Literatura: Rio de Janeiro (RJ)

• Gastronomia: Belém (PA), Florianópolis (SC), Paraty (RJ), Belo Horizonte (MG)

• Música: Salvador (BA), Recife (PE)

• Cinema: São Paulo (SP)

Essas cidades, com suas respectivas especialidades, têm em comum o uso da criatividade para impulsionar o desenvolvimento cultural, sustentável e econômico local. O IX ECRIATIVA será uma plataforma para discutir como expandir o impacto da economia criativa e fortalecer as redes colaborativas, tanto no Brasil quanto no exterior.

O evento também contará com a presença de Denise Bax, Secretária da Rede Mundial de Cidades Criativas da UNESCO (UCCN), e outras autoridades e especialistas, que compartilharão suas visões sobre o futuro das cidades criativas e as melhores práticas para conectar cultura, sustentabilidade, inovação e turismo.

Dados sobre o Turismo em Brasília

O turismo em Brasília tem apresentado crescimento contínuo, com destaque para o aumento do fluxo de turistas internacionais. Segundo dados da Secretaria de Turismo do DF, a capital recebeu mais de 64,4 mil turistas internacionais em 2024, um crescimento de 19,4% em relação a 2023. Nos primeiros cinco meses de 2025, o fluxo internacional já alcançou 44.279 visitantes, representando um aumento de 78,3% em comparação ao mesmo período de 2024.

Além disso, o turismo na capital federal gerou R$ 28,34 milhões para a economia local nos quatro primeiros meses de 2025, um crescimento de 50,88% em relação ao ano anterior. Esses números reforçam a importância do IX ECRIATIVA como um evento estratégico para impulsionar ainda mais o turismo criativo, atrair visitantes e gerar impacto positivo para a economia da cidade.

Com a participação de gestores públicos, empreendedores, artistas e pesquisadores, o encontro visa promover o turismo e fortalecer a economia criativa de Brasília, além de gerar soluções sustentáveis para os desafios urbanos das cidades. O evento será uma plataforma para gerar novos negócios, parcerias e visibilidade internacional para Brasília como destino turístico criativo.

PROGRAMAÇÃO IX ECRIATIVA

TERÇA – 25/11/2025

Brasília de Braços Abertos

8h Boas-vindas com os representantes das cidades

9h Recepção Secretaria de Turismo (SETUR)

10h30 City tour “Viva Brasília”

15h Cerimônia oficial de abertura com autoridades na ACDF

15h30 Lançamento do Livro da história da RBCC

16h Apresentação Brasília Cidade Criativa do Design e ODS

17h Painel Brasília HUB Estratégico e Criativo

20h Lançamento oficial da Exposição Interativa “Territórios Criativos Brasileiros do Brasil para o Mundo”

Lançamento do Game Creative Mind da UCCN

Nova Identidade visual da RBCC

QUARTA – 26/11/2025

Territórios Criativos do Brasil para o Mundo

8h30 Receptivo e Credenciamento

9h Painel Governo Federal MTUR/MINC/MRE

9h30 Palestras Ministério da Cultura (MinC)

         Ministério do Turismo (MTur)

         UNESCO/UCCN

         UNESCO/BRASIL

11h Painel RBCC Cidades e Territórios Criativos do Brasil

12:30 Experiência Gastronômica

14h30 Painel RBCC Continuação da apresentação das cidades criativas

16h30 Mesa Redonda Sustentabilidade- Municípios Criativos e Sustentáveis

17h30 Entrega do Manifesto da Rede de Cidades Criativas ao Governo Federal

20h Lançamento oficial da Exposição digital “Territórios Criativos do Brasil para o Mundo”, no shopping Pátio Brasil.

QUINTA – 27/11/2025

Internacional

8h30 Receptivo e credenciamento

9h Apresentação e falas autoridades presentes

9h30 Painel Comissão Parlamentar Mista de Economia Criativa do Brasil

10h30 UNESCO/UCCN

          UNESCO BRASIL

11h30 Lançamento da Embaixada Digital de Cidades Criativas da UNESCO em Brasília e Enghien-le-bains

12h30 Experiência Gastronômica

14h30 Ação Colaborativa: Feira de Negócios de Economia Criativa

20h Experiência cultural/Jantar temático

SEXTA – 28/11/2025

Plenárias Cidades Criativas

8h30 Receptivo e credenciamento

9h Assembleia RBCC Apresentação da Plataforma Digital RBCC e Jogo educativo sobre a UCCN

11h30 Apresentação Florianópolis. Encerramento do IX ECRIATIVA

12h30 Experiência Gastronômica

14h Experiência Cultural

20h Experiência cultural/Jantar temático

Mais informações: 

@institutoACDF

@conselhododesignACDF

Site: http://www.ixcriativa.com.br

Com nova fórmula, Óleos Gloriosos de Nativa SPA reforçam a alta performance das fragrâncias e mantêm a pele perfumada até depois do banho

Foto divulgação

Novidade do Boticário vem acompanhada de embalagens refiláveis, além de um novo blend para uma hidratação ainda mais potente, que une óleo de amêndoas e o exclusivo bioéster de quinoa, característico da linha de cuidados

Nativa SPA, linha de cuidados do Boticário, reformula os óleos corporais e anuncia a chegada dos Óleos Gloriosos, com formulação feita para uso dentro e fora do banho, mantendo as características queridinhas da consumidora, mas aprimorando os critérios de perfumação e sustentabilidade, em uma nova roupagem. A fórmula inédita entrega perfumação intensa, até mesmo depois do banho¹, além de, agora, ser envasada em embalagens aptas à refilagem², reduzindo os impactos ambientais da recompra.

O relançamento parte do desejo de oferecer à consumidora uma formulação condizente aos atributos de alta perfumação de Nativa SPA, com fragrância comprovadamente prolongada e sem o cheiro residual da base de matéria-prima dos óleos corporais, comum em muitos produtos dessa categoria.

Além disso, pela primeira vez, o Boticário traz a possibilidade do uso de refis² dentro da categoria de óleos corporais, sendo um recurso já disponibilizado nas linhas fixas de Nativa SPA, que são: Ameixa; Ameixa Negra; e Quinoa & Amêndoas.

“O relançamento da formulação foi antecedido por um processo de social listening nas redes sociais e com a nossa base de clientes, que nos possibilitou perceber a perfumação como um atributo valorizado pela consumidora na hora de adquirir óleos corporais. Nós já nos destacávamos por oferecer fragrâncias intensas, mas vimos a oportunidade de elevar ainda mais essa entrega, além de aprimorarmos a performance funcional de nutrição e hidratação com um novo blend, que une nosso exclusivo bioéster de quinoa com o óleo de amêndoas, um ativo superpotente e relevante para alcançar melhores resultados no cuidado com a pele. Tudo isso aliado ao lançamento dos refis como opção mais acessível e sustentável de compra”, afirma Bruna Nunes, diretora da categoria Corpo & Banho do Grupo Boticário.

O relançamento posiciona os Óleos Gloriosos de Nativa SPA como protagonistas na jornada de autocuidado, sendo uma alternativa adicional de hidratação profunda, até nas áreas mais ressecadas da pele. Além disso, eles seguem contando com o exclusivo bioéster de quinoa na composição, ativo característico da submarca, que estimula em até 77% a produção natural de colágeno⁴.

Além deles, a marca também conta com o Óleo Glorioso Multifuncional, uma versão para uso em pele e cabelos secos, conferindo maciez nos tecidos e redução da quebra dos fios. Ele não necessita de enxágue e deixa um toque seco e confortável, associado à pele hidratada com aspecto iluminado e fragrância intensa.

Os novos Óleos Gloriosos Corporais estão disponíveis nas  lojas do Boticário em todo o Brasil, com valores promocionais de lançamento em  até 20%, a depender do produto, no e-commerce da marca e em seu aplicativo para  Android e iOS. Os consumidores também podem fazer pedidos por meio do WhatsApp  no número 0800 744 0010 – oficial e seguro – para verificar a disponibilidade  local. Além disso, é possível entrar em contato com um consultor da marca em encontre.boticario.com.br.

1. Resultados pós-banho obtidos por meio de testes comparativos entre a fórmula anterior e a nova, utilizando a fragrância de ameixa.

2. Refil disponível nas linhas Ameixa, Ameixa Negra e Quinoa.
3. Estudo in vitro em pele 3D do ingrediente bioéster de quinoa.

4. Resultados referentes à utilização sem enxágue.

Óleos Gloriosos Corporais de Nativa SPA – O Boticário – Preço sugerido: R$ 92,90

Uma nova versão dos óleos de Nativa SPA, ainda mais potente! Rica em óleo de quinoa e amêndoas, a fórmula oferece nutrição profunda, estimula a produção de colágeno em até 77% e agrega hidratação imediata, até nas áreas mais ressecadas da pele, e ultraperfumação que dura mesmo após o banho. Tudo isso em formato refilável. Disponível nas fragrâncias Ameixa, Ameixa Negra, Quinoa & Amêndoas, Orquídea Noir, Cereja Rouge e Orquídea Lumière.

Refil Óleos Gloriosos de Nativa SPA – O Boticário – Preço sugerido: R$ 73,90

A embalagem-refil dos Óleos Gloriosos de Nativa SPA contém a inigualável fórmula rica em óleo de quinoa e amêndoas, oferece nutrição profunda, estimula a produção de colágeno em até 77% e agrega hidratação imediata, até nas áreas mais ressecadas da pele, e ultraperfumação que dura mesmo após o banho¹.

Óleo Multifuncional Glorioso Nativa SPA – Preço sugerido: R$ 139,90

O Óleo Multifuncional Glorioso Nativa SPA entrega versatilidade na rotina, com seu tratamento poderoso aliado a uma explosão de fragrância. Sua fórmula em textura de óleo seco deixa a pele iluminada e nutrida enquanto aumenta o brilho do cabelo, conferindo maciez e redução da quebra.

Mais uma Cerimônia Kaitai no Noru Sushi

Foto Rodrigo Abreu

Restaurante realiza cerimônia japonesa com ritual de abertura do bluefin seguido por um omakase

O inovador restaurante Noru Sushi promove a 3ª cerimônia Kaitai no dia 26 de novembro, um evento de grande importância na gastronomia japonesa com ritual de abertura de um raro e gigantesco Bluefin (o rei dos atuns), em meio à operação de jantar. Um evento fechado e único na cidade que conta com 70 lugares.

O chef Bruno Kamakura comanda a equipe de operação de abertura do bluefin com aproximadamente 100 quilos. O peixe azul mexicano, o mais caro do mundo, é da empresa Bluefiná, que o cultiva com uma dieta oceânica natural, a base de anchovas e sardinhas, o que resulta em uma carne saborosa e docemente amanteigada, que derrete na boca.

Após a cerimônia, os chefs servem o omakase em 7 etapas + sobremesa, com os 3 principais cortes da variedade mais nobre do atum: o otoro, famoso por ser o mais gorduroso, marmorizado e com cor mais clara; o chutoro, com cerca de 25% de gordura e tom um pouco mais escuro; e o akami, corte mais magro e com tom mais escuro.

O investimento para essa experiência única na cidade, seguido do jantar em etapas que irá despertar o quinto sentido do seu paladar, o chamado Umami, é de R$ 777,81. Para harmonizar, a casa possui um cardápio de drinks exclusivos, cervejas, inclusive japonesa; sakês e muito mais.

Um momento para eternizar. Não perca tempo e faça já a sua reserva no WhatsApp: 61 99554 0336. Os lugares são limitados.

Noru Sushi

WhatsApp: 61 99554 0336

Endereço: CLNW 10/11, Bloco B – Lojas 2 e 3 – Cond. Stylo – Noroeste

Horário de funcionamento da casa: Segunda, das 18h às 23h. De terça a sábado, das 12h às 23h30. Domingo, das 12h às 23h

Instagram: www.instagram.com/norusushi

CEUB inicia nova gestão com foco em inovação acadêmica e impacto socialReitoria liderada por Pio Pacelli Lopes e Gabriel Mallab une tradição e futuro em um novo ciclo de crescimento e transformação

Foto divulgação

O Centro Universitário de Brasília (CEUB) anuncia o início de uma nova fase em sua trajetória de mais de meio século com a posse do reitor Pio Pacelli Moreira Lopes e do vice-reitor Gabriel Costa Mallab. A nova gestão assume o compromisso de fortalecer a excelência acadêmica e ampliar a integração entre o centro universitário, sociedade e mercado, com foco em inovação, pesquisa aplicada e impacto social.

Pio Pacelli Lopes, engenheiro civil e ex-diretor das áreas de engenharia e infraestrutura do CEUB por 17 anos, retorna à instituição com o desafio de consolidar um ecossistema acadêmico conectado às transformações do ensino superior e às demandas contemporâneas do Distrito Federal. “Assumir a reitoria é dar continuidade a uma história que combina solidez institucional e visão de futuro. Nosso propósito é formar cidadãos preparados para transformar conhecimento em impacto real, profissionais que compreendem o valor da ética, da inovação e da responsabilidade social”, afirma.

O vice-reitor Gabriel Mallab destaca que a gestão buscará aprofundar a experiência acadêmica e tornar o CEUB um ambiente cada vez mais dinâmico e colaborativo. “A prioridade é oferecer formações conectadas ao mundo real. Isso significa investir em metodologias ativas, internacionalização, empreendedorismo e tecnologias que ampliem o protagonismo dos estudantes. A inovação, aqui, não é um fim em si mesma: é um instrumento de desenvolvimento humano e regional.”

Inovação e ciência com propósito
Reconhecido como uma das principais instituições privadas em produção científica e qualidade de ensino, o CEUB registra mais de 100 mil egressos, cerca de 20 mil alunos ativos e dois campi, na Asa Norte e em Taguatinga. Nos últimos anos, investiu na expansão de laboratórios e programas de pesquisa aplicada que conectam estudantes e docentes a desafios reais. Mais de 2 mil estudantes já participaram de projetos nas áreas de saúde, tecnologia, sustentabilidade e políticas públicas, desenvolvendo soluções com impacto direto no Distrito Federal.

Entre as frentes estratégicas da nova gestão estão:
● Adoção responsável de inteligência artificial educacional, para personalizar trajetórias de aprendizagem e apoiar o corpo docente.
● Criação de novos hubs de inovação e empreendedorismo, estimulando parcerias com empresas, governos e organizações sociais.
● Expansão de programas de internacionalização acadêmica, em cooperação com universidades ao redor do mundo.
● Fortalecimento de competências socioemocionais (como liderança, comunicação e pensamento crítico) integradas ao currículo.

“O CEUB continuará sendo um espaço onde o conhecimento se converte em soluções. Educação é vetor de transformação social e nossa missão é mantê-la viva”, conclui Mallab. A consistência dessa abordagem pedagógica levou o CEUB a conquistar nota máxima (cinco) na avaliação institucional do Ministério da Educação em 2024. A instituição figura em indicadores internacionais de pesquisa e produtividade acadêmica, com 19 cientistas representados no Índice Científico AD, distribuídos principalmente nas áreas de Ciências Sociais e Humanas, Direito e Ciências Sociais Aplicadas.

Avon assina a beleza de Ana Castela no Grammy Latino 2025

Foto divulgação

A marca recentemente lançou a primeira linha de maquiagem assinada pela artista, indicada na categoria de Melhor Álbum de Música Sertaneja

Avon, marca número #1 em maquiagem no Brasil*, se prepara para marcar presença no tapete vermelho do Grammy Latino 2025, assinando a beleza da cantora Ana Castela, uma das artistas mais influentes da nova geração e indicada à categoria de Melhor Álbum de Música Sertaneja. A premiação acontece na quinta-feira (13), em Las Vegas, nos Estados Unidos, e será transmitido ao vivo em todas as plataformas digitais da Academia Latina a partir das 17h (horário de Brasília).

A ação reforça a parceria entre a marca e a cantora, que recentemente lançaram a coleção “A Boiadeira by Ana Castela”, primeira linha de maquiagem assinada pela artista. 

Para a grande noite do Grammy, a expectativa é que Ana Castela exiba um look que una sofisticação e naturalidade, com uma maquiagem que destaque o brilho dos lábios e olhos marcantes, traduzindo a confiança – tudo com produtos icônicos da Avon. “A nova coleção A Boiadeira by Ana Castela chegou mesmo com tudo! Ver a Ana representando o Brasil e levando a energia da nossa beleza para o palco do Grammy Latino é motivo de orgulho. A Avon acredita na força das parcerias que inspiram e traduzem a beleza em toda sua autenticidade”, comenta Valéria Campos, Head de Marketing de Maquiagem da Avon no Brasil.

A nova coleção “A Boiadeira by Ana Castela” inclui quatro itens queridinhos da cantora: umgloss labial holográfico com case de silicone que pode ser usado como chaveiro, além de contar com um pingente exclusivo inspirado no universo country, um blush cremoso preto que se adapta ao pH da pele, revelando um tom rosado exclusivo em cada pessoa, uma paleta de sombras com 4 tons, matte e metalizados, perfeitas para criar desde looks leves até produções dignas de palco; e uma caneta delineadora preta de alta precisão com duração de até 24 horas. Veja mais detalhes:

Avon Gloss Labial “A Boiadeira by Ana Castela”  – R$69,90
Possui um mix de ingredientes que ajuda a manter a hidratação dos lábios. Com cor neutra e partículas brilhantes, o Avon Gloss Labial “A Boiadeira by Ana Castela” pode ser usado sozinho ou por cima do batom para você arrasar em todas as ocasiões quando sua rotina vira um palco. O item contém ainda uma capa de silicone que pode ser usada como chaveiro, além de trazer um pingente em formato de chapéu ou bota.

Avon Blush Facial “A Boiadeira by Ana Castela” – R$69,90 De natural a trabalhado, o item te permite construir o look da sua preferência, para o dia a dia ou para arrasar nos palcos. Não se assuste com a cor! Apesar de ser preto, ele reage ao pH da sua pele e se transforma em um tom rosado exclusivo para você, garantindo um look único. Com ingredientes hidratantes, o Avon Blush Facial “A Boiadeira by Ana Castela” é o toque final perfeito para a sua make.

Avon Paleta de sombra “A Boiadeira by Ana Castela” – R$79,90

Com uma embalagem compacta e design exclusivo, esta paleta de sombras para olhos é perfeita para levar na bolsa e ter sempre em mãos. Composta por sombras mattes e brilhantes, a Avon Paleta de sombras para olhos “A Boiadeira by Ana Castela” te proporciona diferentes combinações para arrasar em todas as ocasiões, do palco à rotina.

Caneta Delineadora Avon Power Stay “A Boiadeira by Ana Castela” – R$55,90

Se você não dispensa um delineado perfeito nos olhos para arrasar quando sua rotina vira um palco, a nossa Caneta Delineadora Avon Power Stay “A Boiadeira by Ana Castela” é perfeita para você. Com nova decoração, mas mesma eficácia, ela garante que seu look se mantenha intacto durante todo o dia/ garante um delineado preto intenso com até 24 horas de duração para você arrasar em qualquer ocasião.

Todos os produtos podem ser adquiridos no site da Avon e com a Consultora de Beleza mais perto de você.

*Fonte: Kantar, Divisão Worldpanel | Painel de Consumidores l Participação do Mercado em Valor, Volume e Penetração | Total Brasil

Sobre a Avon
Avon é uma das maiores empresas de venda direta do mundo  e junto à Natura conta com 2 milhões de consultoras na América Latina. Fundada em 1886, a marca trabalha para elevar a autoestima, democratizar a beleza e promover o empreendedorismo feminino. Presente no Brasil desde 1958, concentra no país sua maior operação. Mais do que uma empresa de beleza, Avon é um movimento global em prol da autonomia das mulheres, com um modelo de negócios baseado na inovação, diversidade e inclusão, além de gerar oportunidades e ampliar as habilidades empreendedoras, com o objetivo de fortalecer economias e impactar positivamente a sociedade. Seu portfólio diversificado inclui produtos inovadores e de alta tecnologia, com marcas mundialmente reconhecidas, como as linhas de maquiagem Power Stay, Tratamake e Color Trend, as linhas de cuidados Renew e Avon Care, além dos perfumes Far Away, Love U, Attraction, Segno e 300km/H. Além disso, a marca oferece uma variedade de itens para Casa & Estilo. Para obter mais informações sobre a Avon, visite o site: www.avon.com.br.

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Pilotos de diferentes gerações revelam expectativa em torno da reabertura do Autódromo de Brasília


Na contagem regressiva para a reabertura, autódromo tem atraído a curiosidade de vários profissionais do setor | Fotos: Geovana Albuquerque/Agência Brasília

A Capital é considerada um celeiro do automobilismo, com representantes desde a década de 1970, quando a pista foi inaugurada, até os dias de hoje, mesmo com o fechamento do principal equipamento do esporte na capital federal

As avenidas largas e o traçado moderno de Brasília, idealizado por Lucio Costa e projetado por Oscar Niemeyer, inspiram pilotos desde os primeiros anos da cidade. Antes mesmo da inauguração do Autódromo Internacional de Brasília, em 1974, a capital federal já tinha provas de rua demonstrando a vocação natural para o automobilismo. Com a inauguração do complexo voltado ao esporte, a cidade se consolidou como um celeiro de talentos da alta velocidade — três pilotos da Fórmula 1 saíram da capital (Nelson Piquet, Felipe Nasr e Nelsinho Piquet) —, característica que segue até hoje, mesmo com o espaço fechado há quase 12 anos.

“O autódromo é um equipamento pelo qual todo o Distrito Federal tem muito carinho. Queremos também, a partir daqui, incentivar os nossos jovens para que eles desenvolvam a sua carreira e possam alçar voos altos”Governador Ibaneis Rocha

Às vésperas da reabertura, pilotos de diferentes gerações têm tido a oportunidade de rever ou até conhecer pela primeira vez a pista, considerada uma das maiores do Brasil.

São 5.384 metros de extensão que podem se destrinchar em até seis traçados a partir da reforma feita por este Governo do Distrito Federal (GDF), que investiu R$ 60 milhões para modernizar e adequar o espaço — preservando o traço original — a grandes competições do automobilismo e do motociclismo. 

“O autódromo é um equipamento pelo qual todo o Distrito Federal tem muito carinho”, afirma o governador Ibaneis Rocha. “Os pilotos, principalmente os mais antigos, estão muito felizes. Mas queremos também, a partir daqui, incentivar os nossos jovens para que eles desenvolvam a sua carreira e possam alçar voos altos.”

O brasiliense Vitor Meira, 48 anos, cresceu dentro do Autódromo de Brasília. Como ele mesmo diz, viu o espaço, que foi seu “parquinho de diversões”, se deteriorar. Por isso, para o piloto, ver o local renascer é emocionante. “Lembro muito de ficar ali no Box 4 almoçando macarrão ou sanduíche; de esperar combustível vir do posto para gente botar no carro e continuar treinando; de dias quentes, ruins e bons em um autódromo que já era velhinho à época, que já tinha seus defeitos”, recorda. “Imagino que [a reabertura] vai ser uma grande alegria. Tem gente que começou a correr e nunca andou nessa pista. Vai ser uma alegria ter aqui em Brasília um autódromo desse nível e poder chamar de seu. As lembranças são as melhores, e tenho certeza que muitas outras virão.”

Campeão sul-americano na F3 e com carreira nas categorias Indy e Stock Car, Vitor Meira fez questão de elogiar a pista brasiliense, que, segundo ele, está nos moldes internacionais. “Essa pista é tecnicamente muito atualizada”, avalia. “Não é em uma pistinha pequena que, de repente, o piloto vai para a Europa e se depara com uma pista gigantesca e tem uma nova adaptação. Isso aqui vai servir de parâmetro para o Brasil e para as categorias de base. Tenho certeza que daqui para frente veremos esses elevados e essas arquibancadas cheias e muito carro na pista”.

Essa também é a expectativa de Pedro Cardoso, 26, piloto de TCR e F4. O automobilista brasiliense esteve na última corrida disputada no Autódromo de Brasília antes do fechamento. “Desde aquela época estamos na expectativa da reabertura”, relata. “Foram longos 11 anos, um processo de vai e volta, mas finalmente teremos a entrega desse projeto sensacional. Estou muito feliz”. Sobre a reforma, ele só tem elogios: “A qualidade da pista é realmente muito boa, é muito técnica. Se eu não me engano, é a maior pista que temos no Brasil, em termos de metragem. Então, tudo isso é muito positivo”.

Piloto de Stock Car e confirmado na etapa nacional, Enzo Elias, 23, nunca havia corrido na pista do Autódromo de Brasília. A primeira oportunidade foi durante uma visita técnica conduzida pelo GDF e pelo Banco de Brasília (BRB), atual gestor do complexo. A volta foi suficiente para impressionar o jovem. “O asfalto está incrível”, analisa. “Não vejo a hora de botar o carro de corrida para acelerar aqui. De fato é um sonho de vida mesmo. Todo mundo com quem já conversei sempre elogiou muito o traçado e a localização do autódromo. Então, realmente, a expectativa está lá no teto para poder estrear. O coração bate um pouquinho mais forte do que o normal. A ansiedade está a mil”.

Especialista em automobilismo, o ex-piloto e jornalista João Luiz da Fonseca ressalta que a volta do autódromo será muito importante para o cenário como um todo. “É um projeto bem-feito, um dos poucos projetos onde todo mundo, antes de ele fechar, gostava de vir correr”, diz. “Vai trazer muita gente, aumentar o turismo, o emprego e a renda. Deixa de ser só o esporte para ser benéfico para a cidade. É um autódromo que pode ser bem-explorado para ter atividades o ano inteiro. Fico feliz que, depois de 11 anos fechado, finalmente apareceu um governador que teve coragem de fazer o autódromo ter vida novamente”.

Visitas ilustres

Desde que a pista entrou na reta final das obras, o Autódromo Internacional de Brasília tem recebido visitantes ilustres para conferir a reforma. Na última semana de outubro, o piloto de Fórmula 1 Max Verstappen foi até o local acompanhado por Nelson Piquet. 

Na ocasião, o tetracampeão mundial disse ter gostado da pista: “Achei muito legal. O layout é muito rápido. Acho que vai ser muito bom quando estiver aberto, vai ser uma diversão para carros e bicicletas”. Já Piquet considerou a pista “muito boa, larga e segura”. A segurança, inclusive, foi um dos critérios da reforma que criou 13 áreas de escape e incluiu mais de 10 mil metros de guard rails e 40 mil metros quadrados de caixas de brita.

Em agosto, quem esteve no novo pavimento foi o piloto brasileiro da F1, Gabriel Bortoleto. “É incrível ter mais um autódromo de qualidade no Brasil”, elogiou. “O projeto de Brasília é impressionante, com nível europeu em asfalto, drenagem, áreas de escape e segurança. A pista é larga, rápida e oferece pontos de ultrapassagem, o que cria muita competição. São seis layouts diferentes, permitindo diversidade e desafios para os pilotos. Estou muito feliz em ver o resultado desse trabalho”.

Novo autódromo

Inaugurado em 1974, o Autódromo de Brasília foi pioneiro desde a construção pelo tamanho da pista. Com a atualização, os 5.384 metros de extensão se dividem em 16 curvas, seis traçados, duas variantes e duas entradas de boxes. A infraestrutura completa do complexo soma 15.592 metros quadrados. 

A reforma foi dividida em três etapas. A primeira, prestes a ser entregue, teve investimento de R$ 60 milhões e foco na qualificação da pista, com a modernização do traçado, substituição completa do pavimento, criação de áreas de segurança e toda a terraplanagem e drenagem do espaço. 

Prevista para 2026, a segunda etapa contemplará a entrega definitiva de 40 boxes, do kartódromo e do centro médico, enquanto a terceira fase inclui a instalação de novos empreendimentos dentro do complexo, como lojas de carros e equipamentos esportivos, áreas de eventos e o Museu do Automobilismo. A expectativa é que a reforma completa custe R$ 100 milhões.

Reabertura

A reinauguração do Autódromo Internacional de Brasília está marcada para o dia 30 deste mês, com a penúltima etapa da Stock Car 2025 e o show do cantor baiano Bell Marques. A programação da reabertura começa dias antes, com o desfile dos veículos no dia 27 pelas ruas da cidade, a visitação das escolas públicas ao espaço no dia 28 e o treino e corrida sprint, no dia 29. 

Os ingressos são gratuitos e serão disponibilizados pelo BRB. O GDF também anunciou a extensão do programa Vai de Graça, que isenta o pagamento da tarifa do transporte público do Distrito Federal, para o sábado, dia 29. A medida visa a facilitar o acesso do público ao autódromo nos dois dias abertos de evento.

Por Agência Brasília com colaboração de Geovanna Gravia

Autódromo de Brasília: Vocação automobilística da capital nasceu antes mesmo da inauguração


Grande Prêmio Juscelino Kubitschek encerrou as comemorações pela inauguração da nova capital, em abril de 1960 | Foto: Arquivo Público

Primeira menção a uma corrida no Distrito Federal data de 1958; dois anos depois, a cidade assistiu à primeira largada, e, apenas 14 anos mais tarde, seria inaugurada a pista que este GDF reabrirá após mais de uma década fechada

A história do automobilismo em Brasília começou muito antes de a cidade ter, de fato, um autódromo. Essa relação surgiu durante o planejamento da nova capital, seja pelo plano de desenvolvimento de Juscelino Kubitschek de estímulo à entrada da indústria automobilística ao Brasil, seja pelo traçado viário e arquitetônico de Brasília, ou até mesmo pelo entusiasmo dos pioneiros por carros e velocidade.

A primeira menção a uma corrida na cidade é de 1958, dois anos antes da inauguração. Segundo o historiador Elias Manoel da Silva, do Arquivo Público do Distrito Federal (ArpDF), a ideia foi levada até JK por Joaquim Tavares, à época diretor do Departamento de Terras e Agricultura da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap).

“A primeira vez que se ventila a ideia de uma corrida em Brasília é durante a construção”, conta o historiador. “Em 1958, Joaquim Tavares vai criar uma estrada de mais ou menos 120 km, a chamada Avenida do Contorno [hoje Estrada Parque do Contorno, EPCT], uma faixa sanitária onde ficam dentro todos os córregos que alimentam o Paranoá. Ele achou tão incrível a faixa larga sem nenhuma curva e ovalada, que foi falar com o JK sobre fazer uma corrida nesta estrada”, completa. 

Apesar da aprovação de JK, a corrida não ocorreu devido à negativa do presidente da Novacap no período, Israel Pinheiro. Mas a ideia, provavelmente, não saiu mais da cabeça de Juscelino. Entusiasta do automobilismo — ele organizou corridas na Pampulha durante seu mandato como prefeito de Belo Horizonte —, JK incluiu o esporte na programação oficial da inauguração da nova capital com o Grande Prêmio Juscelino Kubitschek, que encerrou as comemorações em 23 de abril de 1960. “Ele decide finalizar as celebrações da cidade com essa corrida, que era para ser uma coisa simples, mas é um dos marcos importantes do automobilismo brasileiro”, revela Victor Hugo Tambelini, também historiador do ArpDF.

O trajeto foi escolhido pelo próprio presidente, que rascunhou o traçado em um papel que estava no bolso. “É uma cena de filme. Ele tira um envelope do bolso, pega uma caneta e fala assim: ‘Pronto, já sei qual vai ser o trajeto’. Ele traceja um croqui com o triângulo, símbolo da Praça dos Três Poderes, e os dois eixos que a gente já conhece. Então é justamente o trecho da Praça dos Três Poderes e a Rodoviária com o Eixão Sul, que seria uma triangulação, com largada e chegada ali na Rodoviária, onde todas aquelas pessoas ficam dispostas”, completa Tambelini.

Assim, no terceiro dia de celebrações da nova capital, 55 pilotos e 47 veículos participaram de três provas com quatro voltas saindo da Rodoviária do Plano Piloto em direção ao Eixão Sul passando pela Praça dos Três Poderes e voltando ao trajeto inicial. O grande vencedor foi o paulista Jean L. Lacerda, pilotando uma Ferrari. Ele recebeu o troféu das mãos do argentino Juan Manuel Fangio, pentacampeão de Fórmula 1 que tinha vindo para a inauguração da cidade.

A partir daí, a capital começou a ser cenário de corridas de rua, estimuladas pelas avenidas largas do projeto arquitetônico de Lucio Costa e Oscar Niemeyer, como os 500 km e os 1.000 km de Brasília, cujas provas chegaram a ser apontadas entre as maiores de automobilismo do final dos anos 1960. 

“Brasília, desde o início, já era uma pista de corrida. Era uma cidade convidativa para correr. Naquela época, ainda não havia sinal, cruzamento. Você andava a toda velocidade. Nesse conceito, foram criadas as corridas de rua, sempre em volta da rodoviária, da W3, sempre por ali. E Brasília ficou conhecida pelo Brasil inteiro, depois pelo mundo, como a cidade do automobilismo, da velocidade”, explica o ex-piloto e jornalista especialista em automobilismo João Luiz da Fonseca.

Contexto histórico

Essa vocação natural se juntou a fatores políticos e econômicos e ao efeito Fittipaldi — o primeiro piloto brasileiro a vencer uma corrida de Fórmula 1 — para que o automobilismo passasse a ter uma casa definitiva no centro do país: o Autódromo Internacional de Brasília.

Inaugurado em 3 de fevereiro de 1974, o espaço começou a ser construído em 1972, durante a presidência do militar Emílio Garrastazu Médici e o governo local de Hélio Prates. “Vamos lembrar que, na década de 1970, há algumas peculiaridades que quase desaguam na construção do autódromo. A primeira é que o Brasil estava passando por um boom econômico. Naquele contexto se tornava muito conveniente criar um autódromo, porque se criariam condições de visibilidade internacional. Portanto, essa é uma das primeiras motivações”, lembra Elias Manoel da Silva.

O historiador destaca também que, em 1972, Emerson Fittipaldi vinha em uma crescente, que resultaria no primeiro título do país na Fórmula 1. Essa liderança do piloto foi outro fator importante para a decisão de erguer um autódromo na capital federal. “Nós tínhamos um herói nacional, representando aquilo que o Brasil mais gosta de ter, que é ganhar pódio, estar em primeiro lugar. Então, ao construir o autódromo, a gente não pega só o contexto do milagre econômico, o contexto político, vai aproveitar também esse efeito Fittipaldi, essa liderança e essa visibilidade internacional para trazer também para dentro do nosso país”, acrescenta o historiador do Arquivo Público do DF.

Coincidência ou não, Emerson Fittipaldi foi o vencedor da corrida inaugural do Autódromo Internacional de Brasília, uma disputa extra, que não valia pontos para o campeonato da Fórmula 1. A vitória consagrou o triunfo do brasileiro, que, no fim de semana anterior, havia vencido o GP de Interlagos e acabou se firmando como bicampeão da F1 naquele ano.

Dentro dos boxes do GP de Brasília também estaria o maior piloto da história da capital: Nelson Piquet, o tricampeão mundial de Fórmula 1, que depois daria nome ao autódromo. Na época, ainda como mecânico, Piquet assistiu à disputa dos boxes contratado pela Brabham do argentino Carlos Reutemann, maior rival de Fittipaldi.

“Foram 14 anos até a consolidação do autódromo. Infelizmente, JK não esteve presente para viver isso. Mas temos um volume tão grande de histórias, desde antes da construção de Brasília, que é quase como se esse começo do autódromo desse vazão para todos esses pilotos e pessoas envolvidas com o automobilismo, porque começamos a viver o momento de ouro do automobilismo brasileiro, com a sequência de Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet e, em não muito tempo, Ayrton Senna. Então, é uma história muito bonita formada aqui em Brasília”, analisa Tambelini.

Detalhes da construção

“O Autódromo de Brasília estava fechado há cerca de 11 anos, e, agora, a população volta a ter acesso a um importante local de entretenimento que foi palco de grandes eventos históricos e de grandes shows”Adalberto Scigliano, superintendente do Arquivo Público do DF

O complexo automobilístico de Brasília começou a ganhar forma no fim da década de 1960, quando o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), então presidido por Cláudio Starling, deu início à construção do autódromo. O projeto, assinado pelo engenheiro Samuel Dias, nasceu de uma pesquisa realizada pela equipe técnica durante o Grande Prêmio da Argentina de Fórmula 1, ocasião em que dirigentes e profissionais do automobilismo foram ouvidos para identificar as melhores características de uma pista moderna e competitiva.

Entre as lições colhidas, destacou-se a importância de um traçado extenso e veloz, conceito que orientou a criação, resultando em um circuito inovador e que, há 50 anos, já emulava as dimensões oficiais dos dias de hoje: são 5.384 metros de extensão. Passadas quase cinco décadas, o traçado original foi modernizado pela primeira vez, em uma reforma estrutural promovida pelo Governo do Distrito Federal (GDF), que investiu R$ 60 milhões.

A reabertura oficial, marcada para o dia 30 deste mês, carrega um simbolismo histórico: assim como em 1974, o retorno das atividades no autódromo ocorrerá poucos dias após o Grande Prêmio de Interlagos de Fórmula 1, em São Paulo. Dessa vez, no entanto, quem vai acelerar na pista brasiliense será a Stock Car, com a penúltima etapa nacional da temporada 2025.

“Acima de tudo, isso revela um compromisso da atual administração em resgatar eventos e locais históricos para a história de Brasília. O Autódromo de Brasília estava fechado há cerca de 11 anos e, agora, a população volta a ter acesso num importante local de entretenimento que foi palco de grandes eventos históricos e de grandes shows. Acho que isso é que é importante: resgatar e trazer a uma geração que desconhecia a importância do autódromo, que desconhecia o que aconteceu nesse autódromo; e, com isso, a gente retorna a mais uma parte importante, que vai trazer ainda muitas alegrias para o Distrito Federal”, destaca o superintendente do Arquivo Público do Distrito Federal, Adalberto Scigliano.

Por Agência Brasília com colaboração de Geovanna Gravia
 

Manifesto na COP30 celebra guardiãs e guardiões da cultura alimentar

Evento acontece dia 18 de novembro na Casa Niaré, em Belém (PA) 

No coração da Amazônia, em meio à COP30, surge uma voz coletiva em defesa de quem mantém viva a cultura alimentar do planeta. O Manifesto em Defesa da Vida de Guardiãs e Guardiões das Culturas Alimentares do Mundo será lançado no dia 18 de novembro, das 8h30 às 11h, em um encontro que reunirá mestres e mestras da cultura alimentar amazônica, chefs e empreendedores gastronômicos em torno de celebrar a vida de quem produz com a floresta em pé e fortalecer sistemas alimentares sustentáveis e diversos.

Entre os nomes que dão sabor e significado a essa jornada está Fabiana Pinheiro, chef do Restaurante Sallva, em Brasília, convidada pela Amazon Investor Coalition e pelo Instituto Iacitata. Embaixadora da ASPROC ( Associação dos produtores rurais de Carauari) e do projeto Gosto da Amazônia, Fabiana leva à Belém o exemplo de quem transformou a cozinha em instrumento de ativismo e resistência. Encantada pela história do manejo sustentável do pirarucu — que conheceu de perto nas comunidades amazônicas —, a chef incorporou o ingrediente ao seu repertório culinário. O prato, símbolo de sustentabilidade e sabor, tornou-se o mais pedido no restaurante Sallva. “Quando cozinhamos o pirarucu de manejo, não estamos apenas servindo um peixe: estamos servindo dignidade, floresta viva e o futuro das comunidades ribeirinhas”, afirma.

Ao lado de Fabiana, participa como redatora do manifesto a chef Tainá Marajoara, pensadora e realizadora cultural que traz a ancestralidade do povo Aruã-Marajara e é autora do conceito de cultura alimentar. Curadora, professora e defensora da cozinha como expressão de identidade e anticolonialismo, Tainá reforça: “Proteger as guardiãs e os guardiões da cultura alimentar é proteger o planeta. É garantir que o alimento continue sendo ponte entre a terra e a vida”.

O lançamento do Manifesto na COP30 é um chamado à ação. Um convite para que governos, instituições e a sociedade reconheçam a cultura alimentar como eixo de soberania, biodiversidade e justiça social. Construído de forma colaborativa por lideranças indígenas, chefs, ativistas e pesquisadores, o documento propõe uma aliança global pela valorização das culturas alimentares tradicionais e pelo reconhecimento do papel vital de seus guardiões — povos, comunidades e cozinheiros que preservam saberes e sabores ancestrais.

Saberes e Sabores das Florestas do Xingu

Como parte da programação, o evento acolhe o Coquetel-Diálogo – Saberes e Sabores das Florestas do Xingu, conduzido pela chef Carina Müller e pela mestra Ipikiri Asuriní, com participação especial da chef Bel Coelho, Jerônimo Vilas-Bôas (Reenvolver), Raimunda Nonata (Resex Rio Iriri) e Marcelo Salazar (Mazô Maná).
O cardápio é, ele próprio, um manifesto: inspirado nos rituais, nos ingredientes e na espiritualidade do povo Asuriní do Xingu, o menu foi reinterpretado com sutileza e respeito, transformando o ato de comer em um gesto de diálogo entre ancestralidade, natureza e futuros possíveis.

O encontro marca também a apresentação do projeto Saberes e Sabores dos Asuriní do Xingu, que valoriza a culinária e os conhecimentos tradicionais do povo Asuriní da Terra Indígena Koatinemo (PA). Com participação direta das anciãs e jovens das aldeias Ita’aka e Ywyra’aka, a iniciativa reúne pesquisa, arte e ancestralidade em torno da alimentação como expressão de identidade e sustentabilidade. Oficinas culinárias, um livro bilíngue e materiais audiovisuais darão corpo a um projeto que fortalece a soberania alimentar e o protagonismo indígena — fazendo da cultura alimentar dos Asuriní uma ponte viva entre a floresta e o futuro.

Serviço:

18 de Novembro às 8:30. 
📍 Local: Casa Niaré – Rua Bernal do Couto, 791 – Umarizal, Belém (PA).
🖋️ Registro necessário: https://www.sympla.com.br/evento/brunch-de-lancamento-do-manifesto-em-defesa-dos-guardias-e–guardioes-do-mundo/3203405

Grupo Tripé lança o livro Mapa da Cena na Casa dos Quatro

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O Grupo Tripé, em parceria com o Instituto de Artes da Universidade de Brasília (IdA/UnB), lança na próxima quinta-feira, 13 de novembro, das 19h às 21h, na Casa dos Quatro, o livro Mapa da Cena: Práticas e desafios do fazer teatral na capital do Brasil. Escrito por Ana Quintas, Anna Uchôa, Ander Keller, Fabiana Marroni, Gustavo Haeser, Isadora Lima, Jebs Vicente e Likidah Ferreira, e coordenado pela professora Fabiana Marroni, o livro mapeia e analisa a cena teatral do Distrito Federal entre 2022 e 2024. A primeira tiragem terá distribuição gratuita (e limitada) com sessão de autógrafos com as autoras e os autores. A entrada é gratuita e livre para todos os públicos. 

 “Mapa da Cena nasce da urgência de registrar e reconhecer a diversidade, a precariedade e a resistência do teatro na capital — não só como catálogo, mas como instrumento político e de memória.” Equipe do Grupo Tripé.

Durante o lançamento, haverá uma roda de conversa com o corpo de autores e participação especial de Lenine Guevara — artista, professora, produtora e gestora, atualmente coordenadora de Articulação e Participação do Gabinete da Presidência da Funarte, mestre e doutora em Artes Cênicas. Em seguida, acontece o pocket show Madre Fera, com Mar Nóbrega e Maria Victória Carballar, artistas trans da cena brasiliense que apresentam canções de resiliência artística.

Realizado pelo Grupo Tripé, com apoio da Universidade de Brasília e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, o projeto foi patrocinado pelo Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).

Sobre o Mapa da Cena

A publicação apresenta um retrato crítico e inédito do teatro na capital do país, reunindo dados, análises e reflexões sobre espetáculos, projetos, grupos e espaços atuantes no Distrito Federal entre 2022 e 2024. Resultado de pesquisa do Grupo Tripé em diálogo com diferentes artistas-pesquisadores, o livro vai além do registro: transforma números em narrativas, memória viva em denúncias, e evidencia lacunas profundas nas políticas públicas. Entre palcos, ruas, escolas e espaços independentes, a obra traça uma cartografia afetiva e política de uma cena que resiste à dispersão urbana, à precariedade estrutural e ao apagamento histórico. Mapa da Cena é um convite a compreender, sustentar e fortalecer a cena local, reafirmando que o Distrito Federal transborda teatro, arte e cultura.

Serviço:

Lançamento do livro “Mapa da Cena: Práticas e desafios do fazer teatral na capital do Brasil

Com roda de conversa e pocket show 

Quando | 13/11, das 19h às 21h

Onde | Espaço Multicultural Casa dos Quatro (707/708 Norte)

Distribuição | Gratuita

Entrada | Gratuita

Classificação indicativa | Livre para todos os públicos 

Realização | Grupo Tripé

Apoio | Universidade de Brasília e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do GDF

Patrocínio | Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF)

Instagram | @grupotripe

Informações | www.grupotripe.com/mapadacena

Contato | emaildotripe@gmail.com

VEJA Comer & Beber volta a Brasília com grande celebração da gastronomia local

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Premiação reconhece os melhores bares, restaurantes e comidinhas da capital em evento que consagra a cena gastronômica brasiliense

Após o sucesso das edições em Belém, São Paulo e Rio de Janeiro, o guia gastronômico mais prestigiado do país está de volta à capital federal, após seis anos. Em sua 9ª edição, o VEJA Comer & Beber Brasília celebra o talento, a criatividade e a força da gastronomia local em uma noite que promete reunir os principais nomes do setor. A cerimônia acontecerá no dia 17 de novembro de 2025, às 19h30, no Centro de Eventos e Convenções Brasil 21, com presença de chefs, empresários, formadores de opinião e imprensa.

Conhecido como o Oscar da Gastronomia Brasileira, o Comer & Beber percorreu durante meses os principais bares, restaurantes e endereços de comidinhas de Brasília, avaliando de forma anônima e independente os estabelecimentos que se destacam por excelência, inovação e sabor.

“Comer & Beber é mais do que uma premiação – é um selo de qualidade que valoriza o trabalho de quem faz da gastronomia uma verdadeira arte. Estamos muito felizes em voltar a Brasília, o coração do nosso país e uma cidade que vive um momento efervescente, com novos talentos e casas que unem técnica, criatividade e identidade local”, afirma Mauricio Lima, CEO da Editora Abril.
 

O evento marcará também o lançamento do anuário especial VEJA Comer & Beber Brasília 2025, que será distribuído aos presentes e, no dia seguinte, a 14 mil assinantes da VEJA no Distrito Federal, além de estar disponível nas principais bancas e aeroportos do país.

Uma história de credibilidade e tradição

Há 29 anos, a VEJA São Paulo e a VEJA Rio reconhecem os grandes nomes da gastronomia, inspirando leitores e profissionais em todo o país. O guia se consolidou como a maior referência editorial do setor, com avaliações realizadas por uma equipe de críticos especializados que visitam centenas de endereços anonimamente.

Em Brasília, a edição 2025 reúne mais de 250 estabelecimentos avaliados, divididos em 17 categorias – cinco dedicadas a Comidinhas, cinco a Bares e sete a Restaurantes. Após a fase de visitas e avaliações, os três melhores de cada categoria foram submetidos à votação de um júri composto por personalidades da gastronomia, imprensa e influenciadores locais, que definiram os vencedores.


Os jurados que representam o paladar brasiliense


Comidinhas
André Rochadel – ex-MasterChef e colunista do GPS
Juliana Bandeira – influenciadora de lifestyle
Lulu Peters – jornalista e colunista do Imprensa Brasília
Max Cajé – jornalista, colunista do Jornal de Brasília e criador do @comerezando
Narciza Leão – empresária e cozinheira Rebeca Oliveira – editora de Vida e Estilo do Metrópoles
Tainá Zaneti – professora e pesquisadora de gastronomia
Bares
Arthur Nunes – idealizador do @asanortear
Edu Paim – fundador do Dicas do Edu
Gustavo Vinhal – criador do @botecosdebrasilia

Mariana Braga – idealizadora do Hidden
Roberta Azevedo – cozinheira e pesquisadora
Victor Leal – ator da Cia de Comédia Os Melhores do Mundo
Wesley Santos – publicitário e fundador da marca brasiliense Verdurão

Restaurantes
Bárbara Soares – sommelier e consultora de bebidas
Daniel Gizo – apresentador do CBN Sabores Brasília
Guilherme Lobão – jornalista e fundador da escola Comida de Pensar |
Liana Sabo – colunista de gastronomia do Correio Braziliense
Luciana Barbo – jornalista especializada em gastronomia
Mariana Cardoso – colunista do UOL e cofundadora do projeto Coma Lá em Casa
Rodrigo Caetano – idealizador do site Gastronomix, da Kitchen 11 e da Bodega do Caetano

Comer & Beber Brasília é uma realização de VEJA com patrocínio master de BTG Pactual, patrocínio de JBS, apoio de Nespresso, e parceria de Salton e Castas Importadora.

Serviço:
Data: 17 de novembro de 2025 (segunda-feira)
Horário: 19h30 (horário de Brasília)
Local: Centro de Eventos e Convenções Brasil 21 –SHS Qd 06, SHS, 01 – Conjunto A – Asa Sul, Brasília – DF
Formato: Evento fechado para convidados

Saboretto Cafés Especiais e pães artesanais inaugura nova loja no Sudoeste com menu ampliado e novidades no cardápio

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Cafeteria referência em cafés especiais apresenta nova unidade com espaço ampliado, menu de almoço e novas opções de bebidas.

A Saboretto Cafes Especiais, tradicional cafeteria localizada no Sudoeste, em Brasília, acaba de inaugurar um novo espaço após um processo de expansão e mudança de endereço. A primeira unidade foi fundada em 2012 e em junho de 2019 o que no início era uma cafeteria gourmet entrou para o mundo dos cafés especiais. A marca é reconhecida pela oferta de cafés especiais, bebidas, lanches e doces de qualidade, sempre em um ambiente agradável, aconchegante e acolhedor.

O novo endereço marca uma fase de crescimento e entrada no cenário dos pães artesanais. Com estrutura moderna, mais lugares e melhor visibilidade, a casa passa a oferecer um menu ampliado, incluindo opções de almoço, novas bebidas autorais e sobremesas artesanais. As obras começaram em outubro de 2024, e a inauguração oficial ocorreu em janeiro de 2025.

Entre as principais novidades está o menu de almoço, criado para atender o público que busca sabor e leveza em um ambiente acolhedor. As opções incluem três opções de massas e molhos artesanais da casa, como Bolonhesa, Frango desfiado com molho vermelho e Pesto de manjericão (R$ 37,00); lasanhas de bolonhesa ou frango (R$ 35,00); além do peito de frango assado à moda da casa, servido com mix de folhas frescas, cenoura ralada, tomate cereja, palmito e muçarela de búfala (R$ 45,00). Para quem busca uma opção mais sofisticada, o salmão assado à moda da casa acompanha salada fresca e custa (R$ 79,00).

O cardápio também inclui omeletes, comidinhas veganas, tapiocas, toasts, sanduíches, bolos e sobremesas artesanais, além de espumantes, vinhos e cervejas cuidadosamente selecionados.

Na área do café, a Saboretto trouxe ainda mais inovação. A casa conta com novos moinhos e uma máquina de espresso de alta performance, permitindo servir mais de uma opção de café espresso — incluindo sempre um café exótico, enriquecendo a experiência com café espresso. Nos cafés filtrados há sempre três opções de cafés especiais e pelo menos quatro opções de métodos de extração. Oferece também café especial descafeinado. Outra novidade é o método Paragon, tecnologia que utiliza uma esfera gelada durante a extração para preservar aromas e sabores. A técnica está disponível tanto nos espressos quanto nos cafés filtrados, garantindo uma experiência sensorial única.

A nova carta de bebidas também apresenta o Matcha, um chá verde artesanal refrescante, e os cafés com Amarula e whisky, combinações sofisticadas que unem tradição e ousadia. As novas criações complementam o cardápio e ampliam as possibilidades de experiências para os clientes.

A Saboretto também passou a comercializar seus cafés especiais nas caixinhas Saboretto, disponíveis em grãos ou moídos na hora, para quem deseja levar para casa o mesmo sabor e qualidade servidos na cafeteria. As embalagens exclusivas reforçam o cuidado da marca em oferecer um produto fresco, aromático e de origem selecionada.

Outra grande novidade é a venda dos pães de fermentação natural, antes produzidos apenas para os sanduíches e toasts servidos na cafeteria. Com a expansão, a produção foi estruturada para atender também à venda direta na loja. Feitos com fermentação longa, ingredientes selecionados e técnicas artesanais, os pães tornaram-se um dos produtos mais procurados.

Sob a direção de Mariana Lobo e Carlos Garcez (Kaká), a Saboretto Cafes Especiais mantém o compromisso com a excelência em produtos, atendimento e experiência. A cafeteria reforça seus pilares de organização, limpeza e comunicação eficiente, que sustentam o crescimento da marca e fortalecem o propósito de oferecer momentos de prazer e bem-estar em cada visita.

Localizada no coração do Sudoeste, a nova Saboretto Cafés Especiais  e pães artesanais, convida o público a viver uma experiência completa — do café ao almoço, do pão artesanal ao chá verde, do espresso ao vinho — em um ambiente que celebra sabor, conforto e hospitalidade.

Natal de Encantos ilumina o Alameda Shopping

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O clima natalino já tomou conta do Alameda Shopping. A campanha de Natal 2025, intitulada “Natal de Encantos”, teve início na última sexta-feira (7/11) e marcou oficialmente a abertura das celebrações de fim de ano no centro comercial.

No sábado (8/11), o shopping recebeu o bom velhinho Papai Noel, em um evento repleto de emoção e alegria. A chegada contou com contação de histórias natalinas, cortejo musical e distribuição de brindes, encantando o público de todas as idades. 

O Papai Noel permanecerá no Alameda Shopping até o dia 24 de dezembro, recebendo o público para fotos e encontros especiais. Ele estará disponível de segunda a sábado, das 14h às 20h (com intervalo das 17h15 às 18h), e aos domingos, das 12h às 18h (com intervalo das 15h15 às 16h).

Com o tema “Sonho de uma Noite de Natal”, a decoração deste ano envolve o público em uma atmosfera de magia e tradição, celebrando o espírito natalino e os 35 anos do Alameda Shopping, que transforma presentes em histórias inesquecíveis.

Como parte da campanha, os clientes que realizarem compras no Alameda poderão participar do sorteio de um Citroën C3 Live 0km, mediante o cadastro das notas fiscais no site. 

Com a ambientação especial e o espírito natalino no ar, o Alameda Shopping convida famílias a viverem momentos inesquecíveis neste fim de ano.

Alameda Shopping

O Alameda é o primeiro shopping de Taguatinga e o terceiro construído no Distrito Federal. Com 35 anos de história, o empreendimento faz parte da memória afetiva dos moradores, tornando-se um patrimônio da cidade. O Alameda apresenta um mix de lojas de produtos e serviços, com bom atendimento, conveniência e ótimas condições de compras, alinhados ao seu posicionamento de ser um lugar para comprar bem.

 Serviço: Natal de Encantos ilumina o Alameda Shopping

Mais de 4 mil mulheres já tiveram o sorriso restaurado por programa gratuito de saúde bucal no Distrito Federal

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Projeto “Saúde Mais Perto do Cidadão – Restaurando Sorrisos” prevê atender 5 mil pacientes até dezembro

O programa “Saúde Mais Perto do Cidadão – Restaurando Sorrisos” já devolveu a autoestima e o bem-estar a 4.166 mulheres em situação de vulnerabilidade social no Distrito Federal. Desde março deste ano, foram realizados 27.877 procedimentos odontológicos gratuitos, ampliando o acesso à saúde bucal e promovendo qualidade de vida em diferentes regiões administrativas.

Na atual etapa, em Planaltina, a unidade móvel instalada ao lado da Administração Regional já atendeu mais de mil mulheres e fez 5.621 procedimentos desde 18 de agosto. A estrutura permanecerá no local até o início de dezembro, oferecendo serviços que vão de consultas e limpezas a tratamentos mais complexos, como canal e próteses dentárias. Com meta de alcançar 5 mil pacientes até o fim de 2025, o projeto é uma das principais ações itinerantes de saúde bucal do DF.

De acordo com o vice-presidente do Instituto Brasileiro de Saúde, Ensino, Pesquisa e Extensão para o Desenvolvimento Humano (IBSAÚDE), Vinícius Medeiros, cada atendimento representa um passo na democratização da saúde e na reconstrução da dignidade. “O Restaurando Sorrisos é muito mais do que um projeto de atendimento odontológico. É uma ação transformadora, que devolve autoestima, bem-estar e oportunidades a mulheres que enfrentaram situações muito difíceis e deixaram de sorrir por falta de acesso à saúde bucal”, destaca.

Antes de chegar a Planaltina, o projeto percorreu as regiões do Paranoá, Itapoã e Sobradinho, beneficiando outras 3 mil mulheres. Os atendimentos ocorrem de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h, em uma unidade móvel moderna e equipada com consultórios, que contam com cirurgiões-dentistas, técnicos em saúde bucal, auxiliares e assistentes sociais, garantindo acolhimento e atenção integral.

Para participar, as interessadas devem comparecer ao local todas as segundas-feiras, das 9h às 16h, levando RG, CPF, cartão do SUS e comprovando inscrição no CadÚnico. Realizado pelo IBSAÚDE e com apoio da Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal, o programa é destinado exclusivamente para moradoras do DF.

Serviço

Onde: Ao lado da Administração Regional de Planaltina
Quando: Até o início de dezembro
Horário de atendimento: Segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 14h às 18h
Inscrições: Somente às segundas-feiras, das 9h às 16h
Informações: restaurandosorrisos.com.br
Realização: IBSAÚDE
Apoio: Secretaria de Estado de Saúde do Distrito Federal

Natura Tododia lança mini body splashes em edição limitada para o verão

Foto divulgação

Novidade chega com três combinações de fragrâncias frutais e florais: Amora e Flor de Pêssego, Manga Rosa e Água de Coco e Acerola e Hibisco

O verão pede leveza, frescor e praticidade. Atenta à temporada, a Natura, marca líder absoluta em perfumaria no Brasil*, apresenta os novos mini body splashes de Tododia. Em versões compactas de 60 ml, as fragrâncias Amora e Flor de Pêssego, Manga Rosa e Água de Coco e Acerola e Hibisco chegam em edição limitada, perfeitas para acompanhar a rotina dentro e fora de casa e com kit presenteável com as três fragrâncias.

Com este lançamento, a Natura amplia sua presença no segmento de body splashes e atende à crescente demanda dos consumidores por produtos versáteis, que se tornaram um acessório essencial tanto para presentear quanto para o ritual de beleza diário.  Pensados para o ritmo dos dias quentes, da praia à cidade, as fragrâncias oferecem uma perfumação leve e refrescante, com sensações de frescor, hidratação suave e notas frutais e florais que traduzem a energia do verão brasileiro. Natura Tododia convida o público a vestir o corpo com a leveza e a perfumação e reforça a tendência do formato dos minis portátil: onde quer que vá, o seu body splash vai junto.

Com embalagens vibrantes que seguem a identidade solar datemporada, o trio celebra diferentes momentos do verão: Manga Rosa e Água de Coco traz a energia vibrante do meio-dia, com notas frescas e frutadas que despertam os sentidos, enquanto Acerola e Hibisco evoca a exuberância do pôr do sol, envolta por uma fragrância cítrica e radiante. Já o novo Amora e Flor de Pêssego desperta todo o seu romantismo e autenticidade das noites de verão, com uma fragrância floral adocicada envolvente

Os novos mini body splashes Natura Tododia já estão disponíveis com as Consultoras de Beleza Natura, também em ambiente digital, nas lojas físicas e no e-commerce (www.natura.com.br).

Fonte: Kantar, Divisão Worldpanel | Painel de Consumidores l Participação do Mercado em Valor, Volume e Penetração | Total Canal | Período: FY2024 | Total Brasil l Categoria: Perfumaria.

Sobre a Natura

Fundada em 1969, a Natura é uma multinacional brasileira líder em beleza e cuidados pessoais na América Latina. Por 11 anos consecutivos é a companhia de melhor reputação do Brasil e mais responsável em ESG pelo ranking Merco. Há mais de 25 anos, por meio do relacionamento com comunidades extrativistas na Amazônia, a Natura foi pioneira no uso cosmético de bioativos da sociobiodiversidade brasileira. Hoje, essa atuação gera benefícios para milhares de famílias e contribui para conservar 2,2 milhões de hectares de floresta. A Natura foi a primeira companhia de capital aberto a receber, em 2014, a certificação de Empresa B pelo B Lab, organização que reconhece globalmente negócios que combinam a geração de lucro ao impacto socioambiental positivo. Com operações em 14 países na América Latina, os produtos da marca podem ser adquiridos através das mais de 3 milhões de consultoras na região, via e-commerce, aplicativo Natura, ou nas mais de mil lojas. Para mais informações, visite http://www.natura.com.br ou acesse os perfis da empresa nas redes sociais: LinkedIn, Facebook e Instagram.

 

VIII Festival de Cinema de Trancoso divulga os filmes selecionados para a Mostra Competitiva com destaques para produções sobre Brasília

A 8ª edição do Festival de Cinema de Trancoso acontece entre os dias 06 e 11 de dezembro com exibição de filmes de curta e longa-metragem de 18 estados brasileiros e América Latina

A programação traz além dos filmes, oficinas de cinema, palestras, debates, lançamento de livros, apresentações indígenas, circuito gastronômico e personalidades homenageadas, entre elas o diretor Jayme Monjardim, as atrizes Mariana Ximenes e Alice Carvalho; Allan Santos, Nelson Freitas, entre outros 

“É uma honra e um desafio capitanear a formação de público regional e a consolidação de Trancoso como polo cultural, internacional, destacando o destino não apenas por suas belezas naturais, mas também como referência que proporciona um Festival de Cinema de alto nível artístico”, declara Flávia Barbalho, diretora do festival

Os destaques são os documentários Brasília 65 Anos: do Sonho ao Concreto de Walther Neto onde são homenageados os heróis anônimos, operários e servidores que construíram a capital, e, Ary do diretor André Weller, sobre a vida e obra de Ary Barroso. Um misto de cenas ficcionais dramatizadas, imagens de arquivo e narração em primeira pessoa (realizada pelo ator Lima Duarte). O longa conta a intensa trajetória do compositor mineiro, sua infância e os dias dourados e de glória no Rio de Janeiro. Na trilha sonora clássicos como No Rancho Fundo, No Tabuleiro da Baiana, Aquarela do Brasil e Na Baixa do Sapateiro.

Na programação o divertido Colegas 2 escrito e dirigido por Marcelo Galvão dá continuidade à jornada emocionante e bem-humorada que cativou o público ao redor do mundo no filme original de 2012. O road movie foi filmado no Rio Grande do Sul e no Uruguai e acompanha um grupo de amigos que se esconde em um avião cargueiro, embarcando em uma viagem repleta de aventuras e perigos rumo à Punta del Leste.

Fôlego até depois do fim, documentário dirigido por Candé Salles onde a atriz Maria Carol Rebello conta sua trágica experiência ao perder o tio, o ator e diretor Jorge Fernando, a avó, Hilda Rebello, ambos falecidos em 2019 e o irmão multiartista João Rebello assassinado por engano em 2024. “O laço que nos une é de arte e espiritualidade”, esclarece Maria Carol. Depoimentos marcantes de Xuxa, Ney Matogrosso, Cláudia Raia, Marcelo D2, Tony Ramos, Guel Arraes, Silvio de Abreu, Patrícia Travassos, Mariana Ximenes, entre outros.

O Avental Rosa de Jayme Monjardim conta a história de Alice (Cyria Coentro), uma mulher que dedica sua vida ao voluntariado, abdicando de seu próprio tempo. Em um hospital de luxo, onde ganha seu dinheiro, ela trabalha como acompanhante. Em hospitais com poucas condições, trabalha como voluntária e dedica, sem ganhos, seu amor e compaixão. 

Estranhos na Noite de Whalter Neto é uma homenagem à cidade de São Paulo, as conexões humanas nas madrugadas da grande metrópole. São Paulo intensa, pulsate, imprevisível e cheia de histórias que convidam para refletir. São três narrativas paralelas em uma noite de sexta-feira. No elenco Mônica Carvalho, Oscar Magrini, Paulo Vilhena, Ricardo Macchi, Ju Schalch, Oscar Pardini e Jorge Mesquita. 

O Homem só dirigido por Cláudia Jouvin mostra a história de Arnaldo (Vladimir Brichta), um homem que está infeliz no casamento e no trabalho. Para tentar resolver seus problemas, ele procura uma clínica que promete copiar as pessoas para livrá-las da vida miserável que levam. Com um clone ocupando seu lugar ele poderia começar uma vida nova, mas na hora do radical procedimento surge a dúvida se é o que ele realmente deseja fazer. Destaque para a personagem Josie interpretada por Mariana Ximenes com visual bem diferente do que estamos acostumados a ver e chama a atenção pela sua atuação. 

MOSTRA COMPETITIVA NACIONAL 2025

SELEÇÃO OFICIAL

Gênero Ficção

Amélia – de André Leão
Bijupirá – de Eduardo Boccaletti
Dependências – de Luisa Arraes
E assim aprendi a voar – de Antonio Fargoni
Eu não sei se vou ter que falar tudo de novo – de Vitória Fallavena e Thassilo Weber
Ferrolho – de Alexandre Derlam
Menino do Guarda-chuva Vermelho – de Andyara Miranda
Meu Pequeno Sentinela – de Lucas Marques
Mundinho – de Lúcio Lima
O Céu Não Sabe Meu Nome – de Carol Aó
O Colecionador de Cheiro de Nucas Femininas – de Ana Clara Vidal de Negreiros & Natália Damião
O Correspondente – de Bruno Barcelos e Thali Bartikoski
O fantasma de Deodato – de Maiara Líbano
O Leve Bailar das Borboletas – de Leandro Fasoli
Os Pedais de Pedro – de Vinícius di Castro
Poente – de Felipe Careli
Rapsódia em Azul – de Marina Barancelli

Gênero Experimental
Re-Éksodos – de Julia Horta Paiva
Terreno – de Penelope Corinaldesi

Gênero Documentário
AugA – A Origem – de Miguel Nagle
Benzô – de Letícia Andra
Canto de Acauã – de Jaya Pereira
Da aldeia à universidade – de Leandro de Alcântara e Túlio de Melo
Emerenciana – de Larissa Nepomuceno
Era uma vez… Em cordel – de Bruno Rafael Fragoso da Silva
Kephas é Pedra – de Luiz Alberto Cassol
Mercado de História – de Alcinethe Maria Cavalcante Damasceno
O apagar das estrelas – Legados de Julio Lobo – de Diego Ruiz de Aquino e Jean Marcel Camargo
O Empalhador – de Carlos Neto
Penna Prearo: Forasteiro Sonhador – de Laura Barile
Raízes de Trancoso – de Carol Kanashiro e Tomás Vianna
Silêncio na Boiada – de Luiza Fernandes

Gênero Animação
A Vila de Itueta – de Crianças da Escola Municipal de Santo Antônio / Projeto Animação / Instituto Marlin Azul
Ária – de Arthur P. Motta
Benzedeiras – de Beatriz Lindenberg e Jamilda Bento
Hacker Leonilia – de Gustavo Fontele
Kigalinha – de Gabriel Justo e Felipe Santana
Nova Aurora – de Victor Jiménez
O Chapéu do Zezéu – de Alunos da Escola Municipal Monsenhor Walfredo Gurgel / Projeto Animação – Instituto Marlin Azul
O Despertar de Aiyra – de Duda Rodrigues e Juliana Rogge
O Menino que engoliu o choro – de Joubert Amaral
Receita de Vó – de Carlon Hardt

MOSTRA INDÍGENA

Pataxó Txihi Aponãhi – de Aline Valente e João Carlos
Quiári – de Thiago Jesus
Diálogos Indígenas do Nosso Tempo – de Gustavo Guedes

A Oca – de Sueli Pataxó

Vezes de Pindorama – de Fernando Freire e Daniel Victor
Baka Kariri-Xocó – de André Leão
Vípuxovuko – Aldeia – de Dannon Lacerda
O Sonho de Anu – de Vanessa Kypá

Curas Sagradas Pataxós – de Flávia Barbalho

MOSTRA REGIONAL

Madame Maluca e a Empregada Doidona – de Regina Vasquez e Flávia Barbalho
Sankofa – de Deivison Chioke
Jegue Elétrico – 33 Anos Depois – de Robson Vieira
Iemanjá – de Tomás Vianna e Carol Kanashiro
Lagoa Azul: Território Ameaçado – de Karina Cassimiro

Serviço:

VIII Festival de Cinema de Trancoso

De 06 a 11/12

Local: Vila de Trancoso-Bahia

Informações e programação 

Instagram @festivaldecinemadetrancoso

Entrada Franca

Classificação Livre

No mês da Consciência Negra, história dos Olympio ganha novo capítulo

Foto divulgação

No dia 17 de novembro, Carlos Fonseca promove uma reunião inédita entre descendentes brasileiros e africanos de Francisco Olympio, um dos “retornados” narrados pelo autor na obra finalista do Prêmio Jabuti Acadêmico

Em pleno mês da Consciência Negra, uma história que atravessa o Atlântico e mais de um século ganha um novo capítulo no Rio de Janeiro. No dia 17 de novembro, o jornalista, diplomata e escritor Carlos Fonseca organiza, no auditório da Associação Brasileira de Imprensa (ABI), uma videoconferência que deve reunir, pela primeira vez, dois ramos da mesma família separados pela escravidão e pelo retorno à África: os descendentes de Francisco Olympio da Silva.

Finalista do Prêmio Jabuti Acadêmico em 2025, o livro “Os retornados”, de Carlos Fonseca, recupera a saga de milhares de escravizados libertos que, ao longo do século XIX, deixaram o Brasil e formaram comunidades brasileiras no litoral africano. Entre eles está Francisco Olympio da Silva, nascido na Bahia, que por volta de 1850 embarcou para a África em navio da família Cerqueira Lima, conhecida pelo tráfico de escravizados.

Segundo a tradição oral, Francisco teria se dedicado inicialmente ao próprio comércio de escravizados até meados da década de 1860. Pressionado pela presença da marinha inglesa, abandona o tráfico e passa ao comércio de bens e à agricultura. Nesse momento, rompe simbolicamente com o passado: deixa o sobrenome Silva, associado ao tráfico negreiro, e passa a usar apenas Olympio.

Sua trajetória se desdobra em dezenas de netos – entre eles, Sylvanus Epiphânio Olympio, que décadas depois se torna o primeiro presidente do Togo e figura central na independência do país. Em janeiro de 1963, Sylvanus é assassinado em um golpe de Estado, levando parte da família ao exílio em países vizinhos, como Gana e o Benim. Em 1962, ele chegou a ser fotografado ao lado do presidente francês Charles de Gaulle, símbolo do protagonismo político alcançado por aquela família de origem brasileira.

A história dos Olympio é uma entre tantas dos chamados “retornados”: libertos que decidiram deixar o Brasil em busca de suas origens, de melhores oportunidades ou fugindo da perseguição em um país que apenas começava a emancipar seus cativos. Ao se instalarem em áreas costeiras, criaram comunidades que hoje se espalham por Gana, Nigéria, Benim e Togo, onde traços culturais brasileiros seguem vivos na arquitetura, na culinária e em festejos como o carnaval e a dança da burrinha, embalados por cantigas em português.

Apesar do vínculo afetivo com o Brasil, a maioria desses retornados perdeu o contato com parentes que ficaram deste lado do Atlântico. Até recentemente, só se conheciam três famílias com ramos conectados entre Brasil e África: Da Rocha, Alakija e Bamboxê Martins, com presença sobretudo na Nigéria e na Bahia. A pesquisa de Carlos Fonseca em “Os retornados” revelou um quarto caso: os Olympio do Togo teriam descendentes vivendo hoje no Rio de Janeiro.

A tradição oral do ramo brasileiro – que já não carrega o sobrenome Olympio – conta que Francisco teria deixado parentes na Bahia, que mais tarde migraram para a então capital do Império. Gerações depois, esses descendentes seguem interessados em reconstruir sua história e vêm tentando, sem sucesso, estabelecer contato com os parentes africanos.

Esse encontro inédito deve, enfim, acontecer no dia 17 de novembro. A videoconferência, organizada por Carlos Fonseca com a colaboração de membros dos dois ramos, reunirá do lado brasileiro parentes no auditório da ABI, no Rio de Janeiro, para acompanhar em tempo real o diálogo com os descendentes africanos de Francisco Olympio.

Em um mês dedicado à reflexão sobre racismo, memória e identidade negra, o encontro entre os dois lados da família Olympio vai além da emoção do reencontro. Ele concretiza, na tela de uma videoconferência, o que “Os retornados” revela em suas páginas: a história ainda pouco conhecida de brasileiros que voltaram à África, deixaram marcas profundas em sociedades de lá e mantêm laços invisíveis com o Brasil – laços que agora começam a ser reatados, nomeados e celebrados.

Sobre o livro

Em “Os retornados”, Fonseca combina rigor documental e narrativa envolvente para resgatar memórias muitas vezes silenciadas, oferecendo uma nova perspectiva sobre a diáspora brasileira e seus desdobramentos históricos. “Ao reconstituir a história dos retornados brasileiros na África, Carlos Fonseca produziu uma obra de beleza e fôlego ímpares. É ao mesmo tempo um documentário, um registro histórico e uma belíssima e competente reportagem, resultado de mais de vinte anos de viagens, entrevistas, pesquisas e convivência próxima com a maioria dos personagens que povoam este livro (…) Essa fascinante e surpreendente história preenche as páginas desta obra escrita com maestria, que prende, seduz e encanta os leitores da primeira à última linha” – Laurentino Gomes, autor do best-seller 1808.

 

Sobre o autor

Carlos Fonseca é diplomata e escritor. Com uma carreira marcada pelo interesse em relações internacionais, memória e diáspora africana, desenvolveu um extenso trabalho de pesquisa para escrever Os Retornados. A obra marca um importante passo em sua trajetória como autor e é fruto de anos de investigação histórica e entrevistas em países africanos de língua francesa e inglesa.

Serviço: “Os Retornados”, de Carlos Fonseca

Editora: Record, disponível nas principais livrarias físicas e plataformas digitais

Gênero: História/Narrativa jornalística

Temas: Diáspora africana, pós-escravidão, identidade, cultura afro-brasileira, Brasil-África

Amazon: www.amazon.com.br/Os-retornados-Carlos-Fonseca-ebook/dp/B0D4SB1D34/

Quando o Imobiliário Ganha Alma — O Brunch que Celebra o Encontro entre Arte, Natureza e Sofisticação

Sob a  liderança de Jean Oliveira o time de vendas da HOME Brasília oferece transparência, método e um networking forte, construído ao longo de anos de atuação no alto padrão do mercado imobiliário, crédito divulgação

Em uma manhã curada pela HOME Brasília, o Fazenda da Matta será apresentado a convidados em um encontro que promete traduzir a essência do novo luxo: relacionar, sentir e viver experiências.

Na manhã de 15 de novembro, a HOME Brasília irá abrir as portas de sua sede no Edifício Mandarim, no Noroeste, para um brunch que será mais do que uma apresentação de empreendimento. Uma celebração da estética, do propósito e do estilo de vida que moldam o novo imobiliário de alto padrão no Centro-Oeste.

O evento reunirá clientes, parceiros e formadores de opinião em torno de uma experiência sensorial que combina arquitetura, hospitalidade e curadoria — pilares que definem tanto a HOME quanto o Fazenda da Matta, condomínio residencial de luxo em Pirenópolis.

A maquete oficial do empreendimento, exposta no espaço, servirá como ponto central da ambientação: um convite visual para explorar a harmonia entre design contemporâneo, natureza e bem-estar que estrutura o conceito do Fazenda da Matta.

A convergência de propósitos: HOME e Fazenda da Matta

O brunch marcará o início de uma colaboração que representa mais do que uma parceria comercial — trata-se da união de duas visões complementares sobre o viver bem.

Segundo Jean Oliveira, sócio da HOME e profissional com mais de 22 anos de trajetória no mercado imobiliário de alto padrão, “o Fazenda da Matta traduz o que entendemos por curadoria: um projeto concebido para quem busca mais do que um endereço — busca um estilo de vida que reflita valores, ritmo e pertencimento.”

Para Mariana Hilário, diretora de Marketing e Comunicação da HOME, “essa sinergia nasce do desejo comum de humanizar o mercado imobiliário. O brunch é uma metáfora dessa conexão — um momento leve, de encontro e descoberta, onde cada detalhe foi pensado para gerar vínculo e encantamento.”

A estética como narrativa: arquitetura, natureza e afeto

Com atmosfera intimista, o evento foi pensado como uma extensão do próprio conceito do Fazenda da Matta. O décor em tons terrosos, o menu de café da manhã elaborado e a iluminação natural criarão uma experiência envolvente, refletindo o espírito do empreendimento — um refúgio contemporâneo que une design autoral, paisagismo orgânico e bem-estar integrado.

No centro da proposta, a ideia de que o luxo do futuro é silencioso, natural e afetivo: nasce da atenção aos detalhes, do respeito ao tempo e da curadoria de experiências que resgatam a relação entre o homem e o ambiente.

Mais que uma vitrine, uma experiência

Durante o encontro, os convidados poderão explorar a maquete e conhecer os diferenciais do projeto, que vai muito além da estética arquitetônica. O Fazenda da Matta aposta em uma nova perspectiva de vida — onde o lazer, a natureza e a convivência se fundem em um único espaço, pensado para gerar pertencimento e qualidade de vida.

A HOME, por sua vez, reforça sua posição como referência em curadoria imobiliária com propósito, combinando inteligência de mercado e sensibilidade estética para traduzir o luxo contemporâneo em experiências tangíveis.

O futuro do viver bem

O brunch na HOME Brasília não será um evento isolado, mas o reflexo de um novo momento do mercado imobiliário: mais humano, relacional e sensorial.
Como sintetiza o manifesto da marca:

“Mais que imóveis, criamos experiências.
Mais que negociações, geramos vínculos.
Mais que um time, somos uma assinatura.”

O Fazenda da Matta e a HOME Brasília compartilham esse mesmo princípio — o de transformar o ato de morar em uma experiência estética e emocional, na qual cada detalhe é pensado para inspirar, acolher e conectar.

Sobre o Fazenda da Matta
O Fazenda da Matta é um condomínio de alto padrão localizado a 10 minutos do centro de Pirenópolis (GO), com projeto que valoriza o contato com a natureza, a sofisticação estética e a convivência entre vizinhos. O empreendimento conta com haras assinado por Doda Miranda, arquitetura de Denise Zuba Arquitetos, paisagismo do escritório Depieri e uma parceria com a Vinícola Assunção para a produção de vinho com rótulo próprio.Contará com um museu a céu aberto, integrado às trilhas e jardins do condomínio com obras exclusivas assinadas por nomes da arte contemporânea como Samuel Caixeta. O projeto ainda inclui a presença do Bistrô de Fogo e ações sociais com parceiros locais.

Informações sobre disponibilidade de lotes e experiências estão disponíveis discretamente em:
🌐 www.fazendadamatta.com.br  . @fazendadamatta_
📍 Visitas mediante agendamento com atendimento curado.

JK Shopping celebra 12 anos com concerto da Orquestra de Câmara de Brasília

Foto divulgação

Evento gratuito acontece no dia 15 de novembro, às 18h, na Marquise do Piso L1 e reafirma trajetória de inovação e impacto positivo 

Mais do que um espaço de compras, o JK Shopping se consolidou como espaço que reúne cultura, lazer, entretenimento e convivência. Em 12 anos de história, o empreendimento segue ampliando horizontes com grandes eventos, projetos culturais e ações sustentáveis que reforçam seu compromisso com a inovação e o impacto positivo. Com estrutura moderna, 174 operações comerciais e um público mensal de cerca de 450 mil pessoas, o shopping é hoje referência em experiência e acolhimento no Distrito Federal.

“Celebrar 12 anos é reafirmar o compromisso de oferecer experiências que encantam, acolhem e conectam as pessoas. O concerto da Orquestra de Câmara de Brasília é a tradução perfeita desse propósito: unir arte, emoção e pertencimento em um mesmo espaço”, destaca Eliza Ferreira, superintendente do JK Shopping.

Além da programação cultural, o empreendimento vem se destacando por ações que integram o público e valorizam a arte, a sustentabilidade e a inovação. Espaços como o JK Arena, o JK Espaço Arte e o JK Top Show consolidaram o shopping como espaço que integra famílias, jovens e artistas locais, promovendo experiências transformadoras que unem cultura e convivência.

Reconhecimento nacional

Toda essa trajetória de compromisso com a inovação, o impacto positivo e a excelência na experiência do cliente tem sido amplamente reconhecida em premiações de grande relevância nacional.

Em 2019, o JK Shopping conquistou o Prêmio Abrasce — o mais importante do setor de shopping centers no Brasil — na categoria Newton Rique de Sustentabilidade, com o projeto “Nossa Horta”, voltado à educação ambiental e à integração comunitária.

Em 2022, o projeto “JK na Laje” conquistou prata na categoria Eventos.

Em 2024, ao celebrar 10 anos, o centro de compras  recebeu ouro em Tecnologias e Campanhas Digitais com o case “Gestão Comunicação Digital JK Shopping – Inclusão e Pertencimento”, também reconhecido na mesma categoria pelo  Prêmio Destaque, o maior prêmio da noite.

E em 2025, reafirmou seu protagonismo com ouro na categoria Sustentabilidade, pelo projeto “JK Sempre Verde”, e prata em Eventos de Natal com “O Mistério da Chave de Natal”,  tornando-se o shopping mais premiado da Associação Brasileira de Shopping Centers no Distrito Federal.

“Esses reconhecimentos reforçam nosso compromisso em fazer do JK Shopping um espaço vivo, diverso e conectado com as pessoas. Cada prêmio representa o resultado de um trabalho coletivo voltado para o bem-estar e a valorização da comunidade”, completa Eliza Ferreira.

SERVIÇO: Aniversário 12 anos JK Shopping 

Local: Marquise Piso L1 – JK Shopping.

Data: 15 de novembro de 2025.

Horário: às 18h.

Atrações: Orquestra de Câmara de Brasília, sob a regência do maestro Cláudio Cohen.

Queima de fogos de artifício. 

Evento gratuito.

ILHA DA MADEIRA É INSPIRAÇÃO DA MOSTRA TRAVESSIAS, QUE REUNIU CONVIDADOS PARA COQUETEL DE ABERTURA NA ÚLTIMA TERÇA

Foto divulgação

A artista visual Isadora Maia recebeu dezenas de convidados na abertura de sua exposição, Travessias, na terça-feira, dia 11, na Hill House.

A mostra reúne quadros e tecidos autorais inspirados na Ilha da Madeira. A artista fez uma imersão em Portugal, em fevereiro, onde inaugurou o programa Brasil Cultural by SiimGroup, no Chiado, em Lisboa, e foi recebida pela InvestMadeira, no Funchal. Nessa etapa, Isadora fez uma imersão nas rendas, artesanato, vinhos e paisagens da Ilha da Madeira.

A exposição estará em cartaz até o dia 21 de novembro, com visitação gratuita das 10h às 20h, na Hill House, Casapark. A artista Valéria Pena-Costa é a curadora da mostra. A seguir, confira alguns convidados que foram prestigiar o evento.

Luzes, cores e emoção: Caravana da Coca-Cola ilumina o Natal no JK Shopping

Foto divulgação

No dia 14 de novembro (sexta-feira), a partir das 18h o público é convidado a viver a magia natalina no Jardim Externo do centro de compras

Prepare-se para uma explosão de cores, música e emoção! No dia 14 de novembro (sexta-feira), o JK Shopping recebe a tão aguardada Caravana da Coca-Cola, um espetáculo itinerante que marca oficialmente a abertura da temporada de Natal no centro de compras. O desfile, repleto de luzes, personagens e alegria, promete encantar pessoas de todas as idades no Jardim Encantado (área externa), a partir das 18h.

Além da passagem da Caravana, o público poderá conferir a decoração natalina do JK Shopping, que neste ano transforma o espaço em um Jardim Encantado de Natal, repleto de cores, brilhos e elementos que remetem à natureza e à fantasia. Árvores iluminadas, esculturas temáticas, flores gigantes e um cenário pensado para fotos garantem uma imersão completa no clima natalino em uma experiência que promete despertar o espírito de união e alegria característico dessa época do ano.

E a magia não para por aí: o Bom Velhinho já está de volta ao JK Shopping! Até o dia 24 de dezembro, o Papai Noel estará à espera das crianças no Piso L1 – Praça de Eventos, pronto para ouvir pedidos, tirar fotos e espalhar alegria.

Visita ao Papai Noel

Período: até 24/12/2024.

Horários:

Segunda a sábado: 10h às 22h.

Domingos e feriados: 12h às 20h.

Intervalos:

Segunda a sábado: 12h às 13h e 17h às 18h.

Domingos: 16h às 17h.

Local: Piso L1 – Praça de Eventos.

(No dia 09/11, o horário de visita foi das 17h às 22h).

Neste Natal, o JK Shopping convida o público a viver momentos especiais em família, cercados de afeto, luz e encantamento.

Serviço – Caravana da Coca-Cola

Data: 14 de novembro de 2024 (sexta-feira).

Horário: a partir das 18h.

Local: Jardim Encantado (área externa) – JK Shopping.

Endereço: QNM 34, entre Taguatinga e Ceilândia.

Entrada gratuita.

Atrações: Caravana da Coca-Cola, abertura oficial do Natal do JK Shopping e visita à decoração natalina “Jardim Encantado de Natal”.